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Apps ganham protagonismo na atenção ao cliente

Por José María Pérez Melber, Diretor da Atento na Espanha

O processo de digitalização em que se encontra a grande maioria das empresas, bastante acelerado pela situação gerada pela pandemia de COVID-19, é um fardo mais pesado do que inicialmente se esperava para muitas delas, pois não se trata apenas de adotar novas tecnologias, mas um processo global de reconstrução da dinâmica das organizações e das capacidades das pessoas se adaptarem às necessidades do presente e do futuro. Isso implica uma mudança cultural, e não apenas tecnológica, que se compromete a colocar o cliente no centro da estratégia de negócios.

Um recente relatório elaborado pela IDC Research Spain confirma que a evolução do cliente financeiro é uma realidade. Na verdade, os clientes que preferem interagir digitalmente com sua identidade financeira são 14% mais do que aqueles que optam pelos meios tradicionais. Os serviços bancários online e mobile tornaram-se os principais canais de interação bancária para muitos consumidores. O relatório prevê que o aumento para canais digitais nos próximos 5 anos será próximo a 25%.

O grande desafio das empresas é conhecer as reais necessidades de seus clientes para atendê-los onde eles estão. Portanto, o processo de digitalização deve partir do cliente, entendendo suas necessidades e desenvolvendo uma estratégia em torno das respostas obtidas, assumindo que não será uma simples mudança, mas uma revolução que afetará toda a empresa.

Nesse contexto, a grande questão é como as instituições financeiras e as empresas em geral estão ouvindo seus clientes, entendendo como o perfil do consumidor mudou diante dessa nova realidade que vivemos.

Novos enfoques para aproximar-se do cliente

Segundo o estudo da Atento, 78% das empresas notaram alguma mudança na utilização dos canais durante a crise, sendo o Contact Center o canal mais utilizado tanto para vendas e serviços (28%), como para consultas e relato de incidentes (31%). De acordo com o levantamento realizado, setores como o bancário pretendem investir em aplicativos móveis para o próximo ano – especificamente mais de 40% dos entrevistados nesses setores viram essa necessidade em decorrência da pandemia e mostraram vontade e intenção de integrar aplicativos de telefones celulares em seus modelos de negócios.

Em grande medida, a decisão de iniciar esses processos de transformação é uma decisão reativa, que corresponde mais ao medo de ser ultrapassado por concorrentes do que a uma necessidade comprovada de satisfazer as necessidades de clientes, funcionários ou colaboradores.

Os valores e sentimentos das pessoas mudaram: a importância da saúde e o valor real do tempo são aspectos que ganharam especial relevância e que continuarão a ter importância no futuro. Nossos hábitos também mudaram: novos modelos de trabalho que pareciam distantes se tornaram nossa realidade; modelos de interação e lazer que pareciam inovadores agora são uma realidade diária. E, claro, os hábitos do consumidor foram digitalizados, criando novas tendências inesperadas.

E é nesse processo de convivência, no qual a distância social é o novo normal, em que as empresas devem abordar seus clientes de forma coerente e respeitosa, ser capazes de fazer uma segmentação correta e ter ferramentas de medição adequadas que permitam entender as necessidades do consumidor, os canais que ele usa, como os usa, o que acha desses canais, etc.

A cultura digital também se caracteriza pela oportunidade de ajudar os clientes com uma capacidade de autoatendimento e com respostas em um ritmo espaçado que combina voz e texto em um estilo de conversação comum, o que também ajuda a reduzir o número de ligações e aumentar a qualidade da experiência proporcionada pelo Contact Center. E é neste cenário que as aplicações estão ganhando cada vez mais destaque.

No campo dos canais digitais, é necessário propor uma estratégia adequada à nova realidade. Aproveite como os canais digitais permitem aumentar as interações instantâneas com o Contact Center e a capacidade de atender às necessidades do cliente a qualquer hora e em qualquer lugar. Os canais digitais disponíveis por meio de dispositivos móveis e wearables são um complemento necessário para Contact Centers, principalmente em um setor como o financeiro.

Com coronavírus e isolamento social, aumentam buscas por aplicativos de delivery

A chegada do novo coronavírus ao Brasil e as consequentes medidas de isolamento social adotadas em todo o país já provocaram aumento considerável por aplicativos de delivery. De acordo com levantamento do RankMyAPP, empresa de inteligência de marketing e aquisição para aplicativos de celular, o número total de apps instalados até o último dia 16 de março já representa 61,3% do total de vezes que esses aplicativos foram baixados em todo o ano passado.

Apenas nos 11 primeiros dias de março, o total de instalações de aplicativos de delivery no mercado brasileiro representou 54% de todas as instalações no mês anterior (o primeiro caso de coronavírus no Brasil foi confirmado pelo Ministério da Saúde em 25 de fevereiro).

“Embora a Organização Mundial da Saúde ainda não tenha manifestado recomendações acerca do trabalho remoto, muitas empresas já liberaram os funcionários para ficar de casa, e boa parte da população adotou a quarentena preventiva. Os números mostram que os aplicativos de delivery são uma saída muito útil e segura no momento atual, e que essa opção deve continuar em crescimento significativo no Brasil”, analisa Leandro Scalise, CEO do RankMyAPP.

A pesquisa do RankMyAPP revela também que, entre 20 de fevereiro e 16 de março, houve aumento de 24% em instalações de apps de delivery, quando comparado com o mesmo período do ano passado. Ao analisar os primeiros 16 dias de março, verifica-se um aumento de 15% com relação ao mesmo período de 2019.

O pico de instalações em março, aliás, aconteceu no dia 6: aumento de 126% em comparação a 6 de março de 2019. Naquela data, o Ministério da Saúde alertava que a transmissão comunitária (ou sustentada) – aquela em que não é possível identificar onde as pessoas contaminadas pegaram o vírus – era apenas uma questão de tempo.

Conheça 4 aplicativos que facilitam o controle empresarial

Ter controle sobre tudo que acontece dentro de uma empresa é uma das tarefas mais complicadas vividas por um gestor. Na maioria das vezes, a análise de cada um dos setores da organização de forma independente, leva a decisões equivocadas, que podem gerar impactos negativos, por exemplo, no fluxo de caixa, causando um desequilíbrio financeiro em toda a instituição.

Para Rafael Dal Molin, diretor da Elevor – startup gaúcha que desenvolve softwares de gestão empresarial – é extremamente importante que os empreendedores estejam atentos às novidades tecnológicas e busquem alternativas que ajudem a manter a empresa bem organizada.

“Ter um controle empresarial eficiente e de alta qualidade é fundamental para que uma organização alcance o sucesso que almeja. Com o avanço das tecnologias, ferramentas ajudam os empreendedores nas tomadas de decisões.Ao em vez de perder um tempo precioso realizando processos manuais e repetitivos, é possível automatizar tarefas e extrair informações úteis e relevantes para o crescimento da marca”, explica.

No mundo moderno, existem vários aplicativos que facilitam o controle empresarial e simplificam as rotinas de uma empresa, gerando aumento de produtividade. Abaixo, conheça quatro deles:

ERP360

Voltado especificamente para as áreas de atacado, importação, varejo e serviços, o ERP360 é um dos aplicativos que facilitam o controle empresarial. O software coloca todos os setores dos negócios integrados em uma única ferramenta, armazenando todas as informações e deixando o gerenciamento muito mais prático, rápido e efetivo.

A tecnologia é capaz de aumentar o desempenho da organização através da integração entre contabilidade, financeiro, vendas, estoques, relacionamento com os clientes e demais operações, otimizando as ações de ponta a ponta.

Trello

Levando em consideração que o controle empresarial também passa pela gestão efetiva de todos os projetos paralelos que acontecem entre os setores empresariais, o Trello é um aplicativo que facilita a interação entre as equipes, com uma interface criada especialmente para a gestão de projetos e tarefas, tornando a comunicação mais eficiente. Com a plataforma, o gestor pode acompanhar o andamento das ações e delegar atividades de acordo com o desenvolvimento dos trabalhos.

Evernote

Com o aplicativo de anotações do Evernote, as pessoas podem guardar arquivos, contatos e fazer anotações importantes em qualquer lugar, deixando os dados bem organizados e armazenados. Todas as informações ficam armazenadas nas nuvens e podem ser acessadas de qualquer dispositivo digital, além de compartilhadas com qualquer pessoa.

Guia de Bolso

Um dos aplicativos mais conhecidos pelas pessoas têm a proposta de facilitar a análise das movimentações financeiras realizadas por uma empresa. Na prática, o Guia de Bolso funciona como uma planilha de controle financeiro que se preenche automaticamente, importando as movimentações realizadas nas contas bancárias cadastradas. A tecnologia também fornece a opção dos usuários informarem seus gastos financeiros de forma manual, desde que não esqueçam de notificar tudo o que foi gasto e recebido no período.

Brasil é terceiro país do mundo com mais downloads de aplicativo, segundo Liftoff

A Liftoff , líder em marketing e retargeting de aplicativos para dispositivos móveis, lançou o Relatório de Tendências de Apps para Dispositivos Móveis de 2019. O levantamento traz novidades da economia de apps, análise geográfica, tendências em aquisição e retenção de usuários e os desafios que o setor deve enfrentar nos próximos meses.

Segundo a pesquisa, os apps já correspondem a 80% de todo o tempo que usuários gastam nos smartphones. Em 2019, já foram feitos 143 bilhões de downloads, o que representa US$ 120 bilhões em gastos nas lojas de apps ao redor do mundo. Entre os países que mais baixam aplicativos, o Brasil se encontra na terceira posição, atrás apenas de Índia e EUA.

“O Brasil tem como característica o aumento nos downloads impulsionado por novos usuários, devido à entrada de novos dispositivos no mercado e de uma demanda reprimida por aplicativos de todos os tipos”, diz Antonio Affonseca, diretor de vendas da Liftoff no país. Isso faz com que os brasileiros estejam entre os menos leais aos aplicativos que baixa. Em 30 dias, apenas 2,5% dos usuários continuam utilizando um app, por exemplo.

Esse comportamento se reflete no uso de aplicativos de Compra. Segundo o relatório, 27% dos usuários se registram, mas não fazem compras. Porém, 60% dos e-shoppers brasileiros já utilizaram esses canais, segundo recente pesquisa do Google. E, com a proximidade de datas como a Black Friday, conforme levantamento da AppAnnie, os downloads aumentam 27%. O comportamento também está relacionado ao fato de que Jogos e Compras não são categorias de apps que as pessoas baixam com finalidades específicas, como é o caso de Finanças e Namoro.

Por outro lado, o relatório mostra que a América do Norte tem os usuários mais engajados, mas também os mais caros, enquanto a região EMEA – que engloba Europa, Oriente Médio e África – tem o melhor equilíbrio entre retenção de usuários e preço. O Japão lidera com o maior índice de retenção de usuários, de 5,4%. A diferença do Brasil em relação aos norte-americanos, europeus e asiáticos, no entanto, é compensada em outros níveis: o país sul-americano fica atrás apenas da Indonésia entre os que mais crescem para profissionais de marketing de aplicativos.

De maneira geral, o relatório mostra que 65% dos profissionais do setor têm centralizado seus esforços em adquirir consumidores, e só promovem o reengajamento quando o interesse já passou. Dos usuários, 25,2% continuam interagindo com apps no primeiro dia e esse índice já cai 48% até o terceiro dia. “É uma incoerência perigosa já que um aumento de 10% na retenção pode significar um aumento nos lucros que pode até ultrapassar 100%”, ressalta Affonseca.

Por fim, o relatório também destaca que um grande desafio para o setor são as fraudes em anúncios, que custam bilhões de dólares às empresas. O comércio eletrônico é hoje o segmento que corre o maior risco, já que responde por quase um terço (30,76%) das instalações fraudulentas de apps.

Sobre a metodologia

O Relatório de Tendências de Apps para Dispositivos Móveis da Liftoff tem como base a análise de dados internos entre 01/07/2018 e 31/08/2019, incluindo 349 bilhões de impressões, 5,35 bilhões de cliques, 128 milhões de instalações de apps e 76,6 milhões de eventos pós-instalação.

Cisco tem novo diretor da AppDynamics para o Brasil

A Cisco anunciou a chegada de João Fábio de Valentin como novo diretor regional da AppDynamics no Brasil. Ele será responsável por ajudar clientes, parceiros e provedores de serviços a melhorar a visibilidade da arquitetura e o desempenho de suas aplicações, elevando a experiência do usuário e ajudando a transformar seu negócio.

Valentin tem mais de 20 anos de experiência na área de tecnologia, atuando em empresas como Siemens, CA Technologies e IDEMIA nas áreas de professional services, managed services, consultoria, infraestrutura, DevOps, automação, biometria e meios de pagamento.

O executivo é graduado em Engenharia Elétrica pela FAAP, com MBA na Faculdade Getúlio Vargas e Especialização em Inovação pela Universidade de New York.

Empresa de inteligência de aplicativos, adquirida pela Cisco em 2017, a AppDynamics oferece informações em tempo real sobre o desempenho de aplicativos, a experiência do usuário e os resultados dos negócios, para que os clientes possam avançar mais rapidamente em um mundo cada vez mais integrado e orientado por software.

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62 milhões de buscas: Google Maps é o app mais procurado

Principalmente nas grandes cidades, se locomover de um lugar a outro, muitas vezes, se torna um desafio. Os aplicativos de transporte fazem parte do cotidiano de muitas pessoas, seja para pedir um carro, oferecer caronas, consultar o gps ou até mesmo para verificar as alternativas de transporte público mais viáveis. Pensando nisso, a SEMrush , líder global em marketing digital, mapeou as principais plataformas focadas em mobilidade urbana para entender quais foram os mais pesquisados entre janeiro e setembro deste ano, em mecanismos de busca como Google e Bing.

O Google Maps é a plataforma mais pesquisada pelos brasileiros, com 62 milhões de buscas por seu nome. Além de gratuito, ele oferece ao usuário a visualização de mapas, imagens e rotas de satélite, funcionando como um GPS. A funcionalidade Street View é um diferencial, já que disponibiliza vistas panorâmicas, aumentando ainda mais a percepção da realidade dos lugares.

Em segundo lugar, a Uber recebeu 7,9 milhões de pesquisas na internet por seu nome, no período apurado, ele conecta a demanda e oferta de motoristas e passageiros por meio de transporte privado.

O terceiro lugar do ranking é para a plataforma BlaBlaCar, focada em caronas de longa distância e que conecta motoristas e passageiros dispostos a viajar entre cidades e compartilhar o custo da viagem, com mais de 60 milhões de membros em 22 países, recebeu 2,8 milhões de buscas por seu nome.

O aplicativo que se considera um guia do transporte público, Moovit, foi pesquisado 1,6 milhão de vezes. Ele reúne os trajetos e horários dos ônibus em São Paulo e região. Para o conforto do usuário, é possível escolher a melhor rota, já que ele disponibiliza as alternativas de caminhos possíveis.

O quinto aplicativo de mobilidade mais pesquisado pelos brasileiros é o Waze, que recentemente lançou a opção de oferecer caronas para economia de tempo e dinheiro, recebeu 1,5 milhão de pesquisas por seu nome na internet. Essa ferramenta é gratuita e fornece instruções de trajetos, mapa de trânsito ao vivo e alertas de incidentes, podendo interagir com outros usuários em tempo real.

Em sexto lugar, o aplicativo 99Pop é uma categoria para motoristas de carro particular que conecta passageiros mais próximos, foi o mais pesquisado durante o período, com 1 milhão de buscas.

O sétimo colocado mais pesquisado é o Buser, que viabiliza viagens entre cidades por meio de ônibus fretados que barateiam o custo para o consumidor final, recebeu 723 mil pesquisas por seu nome.

Em oitavo lugar e famosa pelos patinetes elétricos amarelos, a empresa Yellow recebeu 682 mil pesquisas dos brasileiros. A startup oferece aluguel de bicicletas e patinetes em diversas cidades do Brasil.

Em seguida, o aplicativo CittaMobi, que aponta os pontos de ônibus mais próximos, considerando a localização do usuário e faz a estimativa da previsão de chegada do usuário em seu destino. O app teve 400 mil procuras por seu nome na internet.

Em décimo lugar do ranking, está Cabify, com 378 mil buscas realizadas. O aplicativo conecta passageiros e motoristas, por meio de opções de categoria para cada necessidade do usuário, como carro particular ou táxi, por exemplo. Um dos diferenciais da plataforma a é ser uma empresa carbono neutro, que compensa toda emissão de CO² de suas operações.

Confira a lista dos top 10 aplicativos mais pesquisados entre janeiro e setembro:

1) Google Maps – 62 milhões
2) Uber – 7,9 milhões
3) BlablaCar – 2,8 milhões
4) Moovit – 1,6 milhão
5) Waze – 1,5 milhão
6) 99Pop – 1 milhão
7) Buser – 723 mil
8) Yellow – 682 mil
9) CittaMobi – 400 mil
10) Cabify – 378 mil

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App europeu de notícias SQUID é lançado no Brasil

O aplicativo SQUID, o primeiro aplicativo de notícias personalizado para os Millennials disponível por toda a Europa, está sendo lançado nos seis principais países da América Latina. Usuários na Argentina, no Brasil, no Chile, na Colômbia, no México e no Peru agora podem escolher os tópicos que mais se importam, acompanhar as últimas notícias e interagir criativamente com os artigos mais empolgantes. Para todos os outros países da América Latina, fornecemos uma versão internacional em espanhol – tudo em um aplicativo.

Hoje em dia, com a proliferação das fake news que circulam nas redes sociais, é importante ter acesso a fontes seguras de informações como sites e jornais confiáveis. “Com o SQUID, os usuários irão receber notícias de fontes validadas que estão de acordo com os nossos padrões jornalísticos”, diz o fundador e CEO Johan Othelius.

– O SQUID é gratuito e não requer registro

– Mais de 100 categorias de notícias e mais de 20 mil fontes

– Mais de 1 milhão de downloads pelo Google Store

– Recursos para personalização, como escolher e classificar tópicos, salvar artigos e bloquear fontes

– Ferramenta que ajuda a praticar e melhorar o inglês

O SQUID torna fácil o acesso e o uso das notícias relevantes. O aplicativo oferece uma ampla gama de tópicos que os usuários podem escolher para criar seus próprios feeds de notícias personalizados e centrados em imagem. Os algoritmos do SQUID coletam, classificam e priorizam as notícias das fontes mais interessantes da internet, permitindo aos usuários acompanhar os eventos mais importantes e relevantes. Ao mesmo tempo, o SQUID está direcionando o tráfego do popular público-alvo Millennials para as fontes de notícias.

“Queremos ajudar as gerações mais jovens a redescobrir a leitura de notícias como uma atividade diária divertida, valiosa e envolvente”, diz Johan Othelius, CEO e fundador do Aplicativo SQUID. “Depois do nosso grande sucesso na Europa, é natural o lançamento agora na América Latina, onde sentimos fortes laços culturais”.

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Por que investir em uma loja online?

Por Rafael Martins

Junho de 2019 – Nos últimos anos, podemos observar como as lojas online ganharam um lugar de destaque no mercado, especialmente pela praticidade criada no momento de realizar uma compra via desktop. As vendas mobile, por sua vez, pegam carona nessa mesma vantagem: os consumidores conseguem fazer as suas compras com ainda mais praticidade, eficiência e aonde quer que estejam: em casa, na rua, no metrô, no ônibus ou em qualquer outro local com conexão à internet.

Por essa razão, os aplicativos para smartphone têm se mostrado uma ótima oportunidade de mercado. Isso significa que as empresas devem investir em uma loja online e preparar o seu site para vendas por meio de dispositivos móveis. Essa pode se tornar uma boa vantagem competitiva e fazer toda a diferença para otimizar os resultados conquistados.

De acordo com a pesquisa “Análise do E-commerce no Mundo 2018”, realizada pela Criteo, as vendas mobile somaram mais de 50% das transações online no mundo. No Brasil, no primeiro trimestre de 2017, 26% das vendas foram feitas através de smartphones ou tablets. Esse número apresentou um salto para 37% no primeiro trimestre de 2018. Diante deste cenário, que demonstra a consolidação das vendas mobile e indica uma tendência de crescimento para o futuro, entender a importância de trabalhar com canais de vendas alinhados com os hábitos de consumo atuais se torna imprescindível nesta Era Digital.

Os dados combinados de todos os países analisados pela Criteo demonstram a expressividade dos dispositivos móveis. Sendo assim, os aplicativos merecem um destaque especial quando falamos sobre as vendas mobile, pois eles apresentam resultados ainda mais relevantes para os lojistas, respondendo por 30% das vendas em dispositivos móveis.

Ao usar um aplicativo para oferecer seus produtos ao consumidor, sua loja online consegue se conectar com um número maior de potenciais clientes. Cerca de 30% de todas as vendas mobile acontecem a partir de um app. A taxa de conversão no app de compras é três vezes maior do que na web mobile. Ou seja, as chances de levar o consumidor ao momento da compra, por meio de um aplicativo, é muito superior às chances de venda pelo mobile web.

E pelo lado do usuário, uma das razões pelas quais os clientes preferem comprar pelo online ao invés das lojas físicas é a possibilidade poder avaliar suas opções e obter as melhores ofertas por meio de comparativos entre os varejistas, além de contar com uma entrega imediata e facilidade e segurança no pagamento. Tudo isso sem a necessidade de levantar do sofá: basta se conectar através do smartphone, ou seja, uma experiência muito mais rápida e intuitiva.

A sua empresa já aproveita as oportunidades de vendas criadas pelo uso de um app? Colocar essa estratégia em prática pode ser mais simples do que você imagina, além de ser uma ótima forma de potencializar as suas vendas!

Rafael Martins, CEO da LifeApps, empresa do Grupo Máxima responsável por plataformas de e-commerce.

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64% dos internautas brasileiros já utilizaram comandos de voz no smartphone

A nova edição do Panorama Mobile Time/Opinion Box sobre uso de apps no Brasil revela que 64% dos internautas brasileiros já utilizaram comandos de voz no smartphone, seja para iniciar uma chamada telefônica, tocar uma música ou fazer buscas pela Internet.

O hábito é mais comum entre os jovens de 16 a 29 anos (70%), do que no grupo entre 30 e 49 anos (61%) ou entre aqueles com 50 anos ou mais (55%). Os homens (68%) tem mais interesse por este recurso do que das mulheres (60%) . Neste estudo, não houve diferença de comportamento entre classes sociais.

“O uso de comandos de voz majoritariamente por jovens indica uma tendência importante, que deve ser levada em conta pelos desenvolvedores de apps – são poucos hoje os aplicativos que estão integrados com assistentes pessoais dos sistemas operacionais ou que contam com seu próprio sistema de reconhecimento de fala. É também uma tendência que começa a ser incorporada por robôs de conversação em geral, especialmente em aplicativos de mensageria”, comenta Fernando Paiva, editor do Mobile Time e coordenador da pesquisa.

Nesta edição do Panorama Mobile Time/Opinion Box sobre Mensageria Móvel foram entrevistados 1.931 brasileiros que acessam a Internet e possuem smartphone, respeitando as proporções de gênero, idade, renda mensal e distribuição geográfica desse grupo. As entrevistas foram feitas ao longo de abril de 2018. Esta pesquisa tem validade estatística, com margem de erro de 2,2 pontos percentuais e grau de confiança de 95%. É um trabalho independente produzida por uma parceria entre o site de notícias Mobile Time e a empresa de soluções de pesquisas Opinion Box.

O Panorama Mobile Time/Opinion Box sobre Mensageria Móvel está disponível para download em http://panoramamobiletime.com.br/

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Como criar apps para homens e mulheres: entendendo o mercado mobile

Por Roberto Rodrigues

Quantas vezes você utilizou o WhatsApp hoje? Mesmo quem não entende muito de tecnologia, provavelmente tem um smartphone e utiliza o “zap zap” com certa facilidade. Isso é apenas um exemplo de como o mercado de aplicativos mobile já faz parte das nossas vidas.

De acordo com o relatório divulgado pela App Annie, o Brasil é o terceiro país onde as pessoas passam mais tempo utilizando seus apps por dia, cerca de 190 minutos diários. E o brasileiro gosta de experimentar aplicativos novos: nossos smartphones têm, em média 80 appsinstalados, mas acabamos usando apenas metade deles por mês.

Se compararmos os dados com a pesquisa anterior, temos boas notícias para os novos desenvolvedores, pois houve um aumento de 36% no tempo de uso dos apps pelo público brasileiro.

O mercado de desenvolvimento mobile

Para atender tal demanda, o mercado de desenvolvimento mobile está em franco crescimento. Grandes empresas já entenderam a necessidade de estarem presentes no universo dos smartphones e apostam em apps para cativar seu público. Outros apps optam por resolver problemas do dia a dia das pessoas, conseguindo um expressivo número de downloads.

Existe uma série de possibilidades para se obter rentabilidade com os aplicativos. É possível trabalhar com apps pagos, trabalhar com licençasfreemium ou oferecer pequenas vantagens para o comprador, como vidas extras em jogos ou funcionalidades exclusivas para os usuários pagantes. O modelo ideal depende de cada aplicativo, mas muitos desenvolvedores conseguem resultados interessantes com apps que viralizam.

A maioria dos brasileiros utiliza smartphones com o sistema Android, mas em contrapartida, os melhores salários encontram-se com os desenvolvedores de iOS. A Apple possui uma cultura maior de apps pagos. Além disso, a linguagem Swift é específica para iPhones e iPads, o que torna o trabalho do desenvolvedor algo muito mais especializado.

Segundo dados divulgados por uma pesquisa realizada ano passado pela Quaddro Treinamentos, 81% dos desenvolvedores entrevistados desejam abrir seu próprio negócio. Atualmente, 55% trabalham na área de serviços, 21% em bancos e 19% no setor de educação.

Precisamos de desenvolvedores experts, porém flexíveis

Ainda existe certo preconceito com a figura do programador. Alguns ainda acreditam na figura de um homem jovem, muito centrado no trabalho, mas com poucas habilidades sociais. Esse estereótipo não faz o menor sentido.

Para conseguir um lugar de destaque no mercado, o desenvolvedor precisa ser expert na sua linguagem escolhida, mas também precisa ter muita facilidade de comunicação e relacionamento para conseguir entender seu cliente e trabalhar em equipe. A atual complexidade dos projetos pede por um profissional flexível, que consiga trabalhar em uma equipe multidisciplinar e que, ao mesmo tempo, destaque-se pela sua criatividade e comprometimento. A exigência técnica também é muito alta.

Desenvolvendo apps para homens e mulheres

Destacar seu aplicativo entre os milhares que encontramos na App Store e Google Play não é fácil. Mas é muito importante pensar em um diferencial para o seu app, para que ele não seja “apenas mais um”. Antes de começar a programar, dedique um tempo para pesquisa de mercado, análise de público alvo e construção de personas. Você pode pensar em fazer um aplicativo para homens ou mulheres, mas o ideal é ter um público ainda mais específico, trabalhando com nichos de mercado como “homens, classe A e B, 30 a 35 anos e que gostam de cozinhar” ou “mulheres, classe A e B, 30 a 35 anos que viajam com frequência”.

Você encontra uma série de aplicativos voltados especificamente para o homem ou a mulher nas lojas de apps, mas é preciso tomar muito cuidado com essa questão. Apenas pintar o layout de cor de rosa é mostrar uma visão muito superficial. Hoje homens e mulheres possuem uma rotina muito corrida, com as mulheres trabalhando normalmente em dupla jornada. Por outro lado, os homens começam a se abrir ainda mais para aspectos como a paternidade, ou questões vistas erroneamente como femininas, como cuidados pessoais e dicas de moda.

Produza seu aplicativo estudando a fundo seu público. Conheça sua rotina, seus desejos e o papel que desempenha na sociedade. Não trabalhe apenas com “masculino x feminino”. Encontre lacunas e produza algo novo!

Mesmo com a grande quantidade de apps existentes, a rápida evolução da tecnologia faz surgir novas oportunidades todos os dias. Além disso, as novas gerações estão cada vez mais acostumadas a utilizar o smartphone para resolver problemas corriqueiros de sua vida, o que impulsiona a criação de cada vez mais apps.

Sempre irá existir espaço no mercado porque as pessoas estão constantemente buscando o novo. Elas querem uma forma mais fácil, prática e até mesmo divertida de realizar suas tarefas. Pense em apps que atendam essa necessidade. Obviamente, não é uma tarefa simples virar o “novo WhatsApp”, mas com muita pesquisa, planejamento e alto conhecimento técnico, você já sai na frente.

Roberto Rodrigues, CEO da Quaddro Treinamentos – maior centro de desenvolvimento de carreiras mobile no Brasil, sendo seus carros-chefe cursos de desenvolvimento de aplicativos em sistemas iOS e Android.

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Instituto Brasileiro de Vendas lança aplicativo para vendedores profissionais

Ferramenta tem o objetivo de facilitar o estudo e ampliar o networking entre alunos e professores; pessoas interessadas em vendas têm acesso a artigos, vídeos e dicas de leitura

Referência nacional em treinamento e capacitação de equipes de vendas atuantes nos mais diversos setores da economia, o Instituto Brasileiro de Vendas (IBVendas) lança o aplicativo “IBVendas”, que chega para facilitar o estudo dos alunos e ampliar o networking entre eles e com os professores. O app está disponível para os sistemas iOS e Android.

Ao realizar a matrícula em algum dos diversos cursos oferecidos pelo IBVendas, o vendedor deve baixar o aplicativo e, automaticamente, passa a ter acesso a todo o conteúdo, às apostilas utilizadas nas aulas e indicações de leituras complementares, desde as mais básicas até as teorias mais profundas. A ferramenta, no entanto, é útil para qualquer pessoa interessada em vendas e negociações, já que disponibiliza diversos artigos e vídeos.

“A nossa ideia é garantir o melhor caminho para o processo cognitivo no estudo dos nossos alunos, já que todo o conteúdo é atualizado constantemente”, afirma Mário Rodrigues, diretor do IBVendas. “Mesmo após concluir o curso, o vendedor continuará tendo acesso aos materiais e poderá utilizá-lo em inúmeras situações do dia a dia de trabalho”, complementa.

Outro benefício que a tecnologia proporciona está ligado à sustentabilidade. “Ao disponibilizar todo o conteúdo no aplicativo, deixamos de imprimir apostilas, o que, obviamente, é uma maneira bastante positiva de contribuir com o meio ambiente”, finaliza Mário.

Sobre o IBVendas: O Instituto Brasileiro de Vendas é referência nacional em treinamento e capacitação de equipes de vendas atuantes nos mais diversos setores da economia. Possui um método exclusivo que conta com as mais poderosas e eficazes ferramentas de vendas e negociação, com uma sólida fundamentação teórica, reconhecida internacionalmente e implementada com a dinâmica e flexibilidade do mercado brasileiro – www.ibvendas.com.br .

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Aplicativo agiliza pedidos na mesa ou para retirada no balcão de bares, restaurantes e filas nas baladas

Um dos principais pilares da Transformação Digital é aprimorar a experiência do consumidor na hora de lidar com empresas e serviços. No segmento de Alimentação, que engloba lanchonetes, restaurantes e bares, os estabelecimentos começam a descobrir o uso da tecnologia para economizar o tempo dos clientes. A prova disso é que a recente implementação de terminais de autoatendimento em lojas das principais redes de fast-food tem proporcionado um aumento de até 20% nas vendas e 6% no tíquete médio.

Com a proposta de inovar no atendimento de pequenos e médios estabelecimentos, a isyBuy chega para melhorar a experiência do consumidor em bares, restaurantes, fastfoods, pubs e baladas, ao disponibilizar o cardápio no aplicativo para o cliente solicitar a comida, bebida, sobremesa ou, até a conta. Além do modelo de autosserviço, o app proporciona também as modalidades de takeout (pede, paga e retira, indicado principalmente para praças de alimentação), delivery com taxa mais econômica e também funciona como comanda na balada permitindo que o cliente realize o pagamento pelo celular e possa ir direto para a saída.

Facilmente adaptável e conectado aos sistemas de gestão dos comércios, o aplicativo é homologado de acordo com a nova regulamentação para pagamentos eletrônicos via Câmara Interbancária de Pagamentos (CIP), que entra em vigência em 2018 e, por esse motivo, é o próprio responsável pelo processamento de todas as transações com segurança.

“Temos sentido uma boa recepção do mercado, que tem percebido a necessidade de aderir ao digital e a proporcionar novas experiências aos seus consumidores, especialmente no segmento de lazer, em que muitas vezes o atendimento pode deixar a desejar”, afirma Gabriel Rizzi, sócio fundador da isyBuy , que está presente em 22 estabelecimentos como TeaHub, Forneria Urbana, Go Fresh e agora começou a entrar no ramo das hamburguerias, o qual tem se mostrado uma grande força para a solução Café Suplicy, todos inicialmente em São Paulo. “Os comércios vêm notando que o cliente tem consumido mais ao consultar todo o cardápio sem pressa. Além disso, podem diminuir custos operacionais e de mão de obra”, aponta o executivo.

Investimentos e expectativas

Concebida em 2015 e desenvolvida desde então, a empresa foi lançada ao mercado após a garantia do funcionamento completo de sua operação, na metade de 2017. No meio deste caminho, recebeu investimentos do Verity Group, consultoria especializada em Transformação Digital, e passou a fazer parte de seu ecossistema, que conta também com as empresas Verity, QA360, especialista em testes de aplicação, e JUST, desenvolvedora de produtos digitais.

Alexandro Barsi, CEO do Verity Group, ressalta que a isyBuy chamou a atenção por oferecer uma plataforma que agiliza atendimento ao usuário final, bem como, pelo potencial em se transformar em uma fintech – empresa de tecnologia que atua na área financeira –, completando o ecossistema do grupo. “O objetivo é oferecermos todas as ferramentas e produtos para o processo da transformação digital, de ponta a ponta, desde a discutir a ideia até a sua execução”, afirma Barsi.

“O apoio da Verity foi fundamental para construirmos a casa, porque nos proporcionou acesso a um grande time de profissionais de arquitetura da informação de primeira linha, garantindo a robustez que nossa plataforma precisava para podermos dialogar com os estabelecimentos”, completa Rizzi.

Disponível para Android e iOS, a expectativa da isyBuy é gerar 20 mil pedidos ao mês para 2 mil estabelecimentos em seu primeiro ano.

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