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App brasileiro de gestão e vendas recebe aporte de R$ 5,5 milhões

Guilherme Hernandez, CEO da Kyte

Startup de vendas e gestão usará capital para ampliar a equipe e desenvolver novos recursos para seu aplicativo, que hoje atende a pequenos comerciantes em 143 países.

A startup Kyte, que oferece uma plataforma de vendas e gestão para digitalização de pequenos comércios, acaba de finalizar sua primeira rodada de investimentos no valor de R$ 5,5 milhões – somados os aportes feitos pela DGF Investimentos e pelos fundos Caravela Capital e Honey Island Capital. Apesar de ter apenas três anos e uma equipe enxuta de 25 colaboradores, a startup que nasceu em Florianópolis (SC) já atende com seu aplicativo mais de 25 mil usuários espalhados por 143 países, principalmente Estados Unidos, México e Filipinas, além do Brasil.

Com o capital investido, a Kyte pretende continuar expandindo suas operações e sua base global de clientes. A estratégia de crescimento será focada em três pilares: ampliação da equipe, investimento em marketing e desenvolvimento de novos recursos para o aplicativo.

“Ficamos felizes em poder escolher os parceiros ideias para esta rodada, que, além do capital, poderão nos ajudar com conhecimento, experiência e networking, aspectos tão importantes quanto o dinheiro para os desafios de uma scale up”, comenta Guilherme Hernandez, CEO da Kyte.

A empresa já está contratando e as vagas abertas para trabalho remoto em todo o Brasil podem ser conferidas na página de carreira. A expectativa é dobrar o número de colaboradores já no primeiro semestre de 2021. Também haverá uma expansão do aplicativo para as plataformas web e tablet, assim como um foco maior na integração para vendas por meio de redes sociais, como Facebook, Instagram e WhatsApp.

Em relação a novas soluções, a empresa pretende apostar no processamento de pagamentos para agregar mais valor ao app e facilitar o gerenciamento dos pequenos comércios com o Kyte Pay. Atualmente, o aplicativo aceita pagamento online com cartão, carteira digital, link de pagamento e integração com maquininhas de cartão da SumUP e do Mercado Pago.

“Além de um time muito forte, observamos nos resultados já conquistados que a Kyte está conseguindo capturar a oportunidade global efetivamente. É essa combinação de produto, mercado global e empreendedores fora da curva que buscamos no DGF Investimentos. Nossas experiências passadas com investimentos semelhantes só reforçam nossa convicção de que existe muito espaço para que a Kyte cresça de forma exponencial”, explica Frederico Greve, sócio diretor do DGF Investimentos.

Acompanhando a expectativa de crescimento, a Kyte também foi uma das selecionadas para a nova turma do programa de aceleração Scale-up, promovido pela rede global de apoio ao empreendedorismo Endeavor, além de ser uma das participantes do programa Facebook Accelerator: Commerce.

“A Kyte conquistou uma base global de clientes desde o estágio inicial da companhia sem que houvesse captado um funding relevante. Isso mostra o potencial da plataforma. Estamos empolgados com a competência do time e qualidade do produto para atender cada vez mais clientes no mundo todo”, comenta Mario de Lara, cofundador e sócio da Caravela Capital.

Para Mariana Foresti, sócia gestora do fundo Honey Island Capital, “a Kyte pretende oferecer uma experiência completa, desde a escolha do produto ou serviço até a efetivação da transação, agregando serviços financeiros e facilidade, movimento que casa com a nossa expertise em fintechs”.

Vocação internacional

Para os sócios, o rápido crescimento da empresa se deve à estratégia de Product Led Growth (PLG), onde se coloca o produto à disposição dos clientes o mais rápido possível para que eles percebam seu valor e, depois, assinem um dos planos. O método permitiu lançar o app em todo o mundo sem exigir equipe específica e presença física em outros países.

“Nós costumamos dizer que a Kyte nasceu global. Eu já tinha uma experiência internacional em outra empresa onde percebemos que as dores básicas sub-atendidas do pequeno comerciante eram as mesmas no mundo inteiro. Então, lançamos a primeira versão do aplicativo em português, inglês e espanhol, imaginando o grande leque de países em que gostaríamos de atuar”, explica o CEO da startup.

O objetivo da Kyte é democratizar o acesso a ferramentas de vendas e gestão, trazendo para o celular de autônomos e pequenos empreendedores recursos que antes só estavam disponíveis em softwares para computadores. “O app começou como um ponto de vendas mobile, mas, com o tempo, fomos expandindo e inserindo novas funcionalidades importantes para nosso público”, enfatiza Guilherme. Hoje, a plataforma conta com cadastro de produtos e de clientes, controle de estoque, gestão de pedidos, emissão de recibos, integração com redes sociais e até um catálogo online que funciona como uma lojinha virtual, entre outros recursos. Em 2020, com o avanço acelerado da digitalização dos comércios, a Kyte registrou um crescimento de 217% da base de clientes e 331% de faturamento.

Os 10 países mais estratégicos são Estados Unidos, México, Indonésia, Filipinas, Malásia, Argentina, Chile, Reino Unido e Espanha, além do Brasil, que concentra cerca de 45% dos usuários do app. “Fomos percebendo que países tinham mais interesse na nossa proposta de valor e somente a partir disso desenvolvemos um trabalho maior de análise do mercado e de Customer Development”, detalha o Head of Growth da Kyte, Ivan Farias.

O grande número de clientes também se deve ao modelo freemium, com uma versão gratuita e outra paga com mais funcionalidades – que, hoje, tem 22 mil assinantes. A startup ainda segue o Fair Price Program, em que são criados preços diferenciados de acordo com o poder de compra médio da região. No Brasil, o plano PRO custa R$ 19,90 por mês.

Gigante do varejo catarinense, Koerich aposta no mercado financeiro digital

O Koerich, que figura entre as maiores varejistas de Santa Catarina, lança no mercado o primeiro aplicativo financeiro do varejo catarinense. O Konta traz a confiança do cartão de crédito Koerich, com o mais novo app financeiro do mercado. “O Konta é uma verdadeira revolução na prestação de serviços para os nossos clientes. É o primeiro, e único, aplicativo financeiro de uma rede de varejo catarinense”, explica o diretor comercial, Ronaldo Koerich.

Inicialmente, o app estará disponível para a base de clientes da empresa, que possuem o cartão de crédito do Koerich. “Trabalhamos durante um ano no KLAB, nosso laboratório de inovação que está inserido no ecossistema de inovação de Santa Catarina. Para o desenvolvimento do Konta, realizamos um mapeamento de processo dentro das nossas lojas, e sentimos a necessidade de trazer ainda mais empoderamento ao nosso cliente. Assim, nasceu o Konta, um aplicativo totalmente intuitivo, onde o cliente pode acessar suas informações financeiras na palma da mão”, explica Ronaldo.

No Konta, o cliente pode visualizar o seu saldo, o extrato das compras, suas próximas faturas, realizar pagamentos, solicitar saques e empréstimos e realizar a retirada nas lojas. É mais um passo no processo de integração dos canais do Koerich, é loja, site e app, fazendo com que o cliente tenha uma maior experiência com a marca. Com o Konta o cliente pode escolher seu produto, acionar seu vendedor e realizar todo o processo de compra, desde a escolha do produto até o pagamento, totalmente de forma online, sem precisar ir até a loja, toda operação em conjunto. “O Konta é cartão de crédito, é aplicativo, é físico, é digital, é escolha, é facilidade. O Konta é o novo, nele o cliente faz uma compra, ele paga uma conta, é dinheiro na conta, na hora e sem burocracia. E mais, é sem anuidade e sem taxas”, justifica o diretor comercial do Koerich.

Essa migração para o ambiente digital vem com o direcionamento da empresa em investir em todos os canais para que o cliente possa decidir onde comprar, ampliando o processo de experiência do consumidor. A digitalização dos serviços financeiros do Koerich iniciou em 2015 quando a empresa completou 60 anos, lançou seu cartão de crédito com bandeira própria. Nestes últimos anos, ampliou seu relacionamento com startups e investiu no desenvolvimento de processos tecnológicos para, com suporte financeiro da Kredilig, entrar no universo das finchtecs. “Nosso objetivo é, cada vez mais, oferecer facilidades aos clientes, independente de vender mercadorias, um processo de evolução da empresa, uma experiência construída com base em nosso DNA”, comenta Koerich.

Quando questionado sobre qual o limite do projeto e a perspectiva de ampliação do universo de clientes, Ronaldo é categórico. “Nossa evolução depende do tamanho dos nossos sonhos. Nosso projeto é maior, global, caminha na direção de um banco digital, o banco da nossa gente, feito e pensado para as necessidades dos catarinenses, mas, que a médio prazo, também estará à disposição de todos os brasileiros.

O app já está disponível para download, gratuitamente, para android e ios. O aplicativo do Koerich foi criado no KLAB e desenvolvido em parceria com a Evoluum, startup especializada em soluções em TI. A Parceria entre as empresas aconteceu por meio do LinkLab, programa de inovação aberta da Associação Catarinense de Tecnologia (ACATE) que conecta startups a grandes e médias empresas. O Koerich é uma das corporates patrocinadoras do programa.

Marcelo de Souza Vieira, CTO da Evoluum, explica que o Koerich tinha o desafio de construir um aplicativo que permitisse ao cliente Koerich o primeiro contato com “era digital”, ele precisa ser simples,  e ao mesmo tempo, fazendo com que o cliente tivesse um canal de comunicação único e completo. Para isso, buscava parceiros que pudessem ajudar na execução do projeto. “Montamos um time com profissionais do KLab e a da Evoluum para desenvolver o produto, focando no processo de desenvolvimento colaborativo”.

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Apps ganham protagonismo na atenção ao cliente

Por José María Pérez Melber, Diretor da Atento na Espanha

O processo de digitalização em que se encontra a grande maioria das empresas, bastante acelerado pela situação gerada pela pandemia de COVID-19, é um fardo mais pesado do que inicialmente se esperava para muitas delas, pois não se trata apenas de adotar novas tecnologias, mas um processo global de reconstrução da dinâmica das organizações e das capacidades das pessoas se adaptarem às necessidades do presente e do futuro. Isso implica uma mudança cultural, e não apenas tecnológica, que se compromete a colocar o cliente no centro da estratégia de negócios.

Um recente relatório elaborado pela IDC Research Spain confirma que a evolução do cliente financeiro é uma realidade. Na verdade, os clientes que preferem interagir digitalmente com sua identidade financeira são 14% mais do que aqueles que optam pelos meios tradicionais. Os serviços bancários online e mobile tornaram-se os principais canais de interação bancária para muitos consumidores. O relatório prevê que o aumento para canais digitais nos próximos 5 anos será próximo a 25%.

O grande desafio das empresas é conhecer as reais necessidades de seus clientes para atendê-los onde eles estão. Portanto, o processo de digitalização deve partir do cliente, entendendo suas necessidades e desenvolvendo uma estratégia em torno das respostas obtidas, assumindo que não será uma simples mudança, mas uma revolução que afetará toda a empresa.

Nesse contexto, a grande questão é como as instituições financeiras e as empresas em geral estão ouvindo seus clientes, entendendo como o perfil do consumidor mudou diante dessa nova realidade que vivemos.

Novos enfoques para aproximar-se do cliente

Segundo o estudo da Atento, 78% das empresas notaram alguma mudança na utilização dos canais durante a crise, sendo o Contact Center o canal mais utilizado tanto para vendas e serviços (28%), como para consultas e relato de incidentes (31%). De acordo com o levantamento realizado, setores como o bancário pretendem investir em aplicativos móveis para o próximo ano – especificamente mais de 40% dos entrevistados nesses setores viram essa necessidade em decorrência da pandemia e mostraram vontade e intenção de integrar aplicativos de telefones celulares em seus modelos de negócios.

Em grande medida, a decisão de iniciar esses processos de transformação é uma decisão reativa, que corresponde mais ao medo de ser ultrapassado por concorrentes do que a uma necessidade comprovada de satisfazer as necessidades de clientes, funcionários ou colaboradores.

Os valores e sentimentos das pessoas mudaram: a importância da saúde e o valor real do tempo são aspectos que ganharam especial relevância e que continuarão a ter importância no futuro. Nossos hábitos também mudaram: novos modelos de trabalho que pareciam distantes se tornaram nossa realidade; modelos de interação e lazer que pareciam inovadores agora são uma realidade diária. E, claro, os hábitos do consumidor foram digitalizados, criando novas tendências inesperadas.

E é nesse processo de convivência, no qual a distância social é o novo normal, em que as empresas devem abordar seus clientes de forma coerente e respeitosa, ser capazes de fazer uma segmentação correta e ter ferramentas de medição adequadas que permitam entender as necessidades do consumidor, os canais que ele usa, como os usa, o que acha desses canais, etc.

A cultura digital também se caracteriza pela oportunidade de ajudar os clientes com uma capacidade de autoatendimento e com respostas em um ritmo espaçado que combina voz e texto em um estilo de conversação comum, o que também ajuda a reduzir o número de ligações e aumentar a qualidade da experiência proporcionada pelo Contact Center. E é neste cenário que as aplicações estão ganhando cada vez mais destaque.

No campo dos canais digitais, é necessário propor uma estratégia adequada à nova realidade. Aproveite como os canais digitais permitem aumentar as interações instantâneas com o Contact Center e a capacidade de atender às necessidades do cliente a qualquer hora e em qualquer lugar. Os canais digitais disponíveis por meio de dispositivos móveis e wearables são um complemento necessário para Contact Centers, principalmente em um setor como o financeiro.

Como construir um aplicativo para o seu negócio: tudo o que você precisa saber antes de escolher seu desenvolvedor

Segundo o relatório Estado de Serviços Móveis, elaborado pela consultoria especializada em dados sobre aplicativos para dispositivos móveis App Annie, em 2018, o brasileiro passava mais de três horas por dia usando o celular. Essa média colocou o país em 5º lugar no ranking global de tempo despendido com esse aparelho. Isso comprova que, com o alto número de aplicativos e acessos, quando você insere sua empresa na era digital, provavelmente ganhará muito mais espaço no mercado.

Para a Poli Júnior – Empresa Júnior de Engenharia da USP – este dado é de extrema relevância para o desenvolvimento das empresas. Segundo Murilo Teixeira, consultor do Núcleo de Engenharia da Computação da Poli Júnior, a construção do aplicativo pode reestruturar o seu negócio. “Essa criação é justificada pela necessidade que o mercado atual impõe de se adequar à realidade digital, necessidade essa que foi ressaltada nesse período de pandemia. Pode-se observar, por exemplo, que empresas do setor de varejo, que tinham uma plataforma digital estruturada, conseguiram amortecer os impactos causados pelo coronavírus, pois aumentaram suas vendas online através de seus aplicativos e sites”, comenta.

Então, como construir um aplicativo?

• Escolha o desenvolvedor correto: pesquise cases e projetos realizados anteriormente pela empresa em questão, isso dará uma ideia do que ele pode produzir para seu negócio. Além disso, garanta a contratação de um desenvolvedor capaz de dar vida à sua ideia de maneira totalmente personalizada

• Satisfação: Veja os índices de satisfação dos clientes nesses projetos, pode ser uma ótima oportunidade para ver como eles conversam com o público.

• Intenção: Também é importante que a adequação do escopo da empresa seja a mesma do seu negócio.. Isto pode ser verificado pela capacidade da empresa de desenvolver um diagnóstico preciso de suas necessidades e lhe apresentar uma proposta comercial adequada à sua realidade.

Logo depois, é hora do planejamento. A Poli Júnior, por exemplo, roda seus projetos em SCRUM,onde delimitam a duração, o escopo e as entregas de cada etapa do projeto – denominada sprint. “Nela, começamos a programar o aplicativo de verdade, usando os conhecimentos obtidos em HTML, CSS, Javascript e na framework React Native para darmos funcionalidade e aparência ao aplicativo”, explica Murilo. Ainda nessa etapa, o aplicativo é colocado em um servidor para que ele possa começar a funcionar e armazenar os dados dos usuários.

“Chegando ao fim, fazemos o deploy do aplicativo, que se baseia em colocá-lo para ser baixado nas lojas virtuais, como a Play Store (Android) e App Store (iOS). Por último, vem a etapa de suporte, na qual o aplicativo já está nas lojas virtuais recebendo usuários. Através da experiência prática dos primeiros usuários da plataforma, somos capazes de corrigir eventuais bugs que possam surgir no aplicativo por meio de um período de suporte alinhado com o cliente, tornando-o o mais adequado possível às expectativas do cliente”, comenta Murilo.

Um bom exemplo desse desenvolvimento foi o projeto realizado para a Faculdade de Medicina do ABC. Nela, os residentes tem que preencher alguns formulários feitos por seus professores e médicos responsáveis pelos grupos de pesquisa. Porém, como eram formulários feitos por Google Forms, dificultava os estudantes e, consequentemente, a prática da ciência. Diante desse problema, a Poli Júnior, visando centralizar os formulários em um aplicativo, desenvolveu o Uro ABC.

“Além de realizar vários tipos de validações que os formulários do Google Forms não são capazes de fazer, o aplicativo também possui acesso para qualquer tipo de usuário, pois oferece mais funcionalidades, como revistas de medicina e notícias do meio médico. Dessa forma, o aplicativo consegue facilitar a prática da ciência tanto para os estudantes, quanto para seus responsáveis, torna os dados científicos mais confiáveis e democratiza o acesso a informações do meio médico”, finaliza Murilo Teixeira.

Brasil é um dos países com mais acessos a aplicativos financeiros no mundo, aponta relatório

O ano de 2019 foi extremamente positivo para os aplicativos financeiros em todo o mundo. Com a digitalização dos bancos e o crescimento das fintechs e carteiras digitais, esse tipo de app se tornou cada vez mais presente no dia a dia das pessoas, e o número de acessos a eles superou a marca de 1 trilhão no ano passado. É o que aponta o novo relatório Mobile Finance Apps , da Liftoff, líder global em marketing e retargeting de aplicativos, realizado em parceria com a App Annie.

A pesquisa analisou 117 apps nos 12 mercados mais importantes do mundo entre 1 de janeiro e 31 de dezembro de 2019. Foram contabilizadas 22 bilhões de impressões, 382 milhões de cliques e 7 milhões de instalações.

Com mais de 550 fintechs em atividade, o Brasil registrou o terceiro maior número de acessos a apps financeiros no ano passado, atrás apenas de China e Índia, e à frente de países como Estados Unidos e Rússia.

O Nubank, que chegou à marca de 15 milhões de clientes em outubro do ano passado, foi o aplicativo de finanças mais acessado no Brasil em 2019. Os apps do FGTS e da Caixa Econômica e as carteiras digitais PicPay e Mercado Pago completam o top 5 brasileiro.

“O Brasil vem se mostrando um terreno muito fértil para fintechs e outras alternativas mais tecnológicas e menos burocráticas para cuidar do dinheiro. Nesse sentido, os aplicativos de finanças têm tudo para continuar crescendo e se consolidando no país, tanto os bancos mais modernos e 100% digitais, quanto os mais tradicionais”, afirma Antonio Affonseca, country manager da Liftoff no Brasil.

O relatório também mostra que as fintechs tiveram vantagem em relação aos bancos tradicionais no número de pessoas engajadas em seus aplicativos. A base de usuários dos apps de instituições financeiras digitais cresceu 20%, contra 15% dos bancos.

Covid-19

O uso de aplicativos móveis cresceu em praticamente todos os países analisados de março para cá, quando a pandemia da Covid-19 obrigou governos a decretarem quarentena ou incentivarem as pessoas a ficarem em casa. No Brasil, houve um crescimento de 35% no número de horas gastas em apps financeiros durante a primeira semana de março em relação à última semana do ano. Na Coreia do Sul e no Japão, esse crescimento foi de 85%.

“Durante esse período de pandemia, é natural que as pessoas acessem mais os apps financeiros, já que agências bancárias estão fechadas. O auxílio emergencial do Governo Federal também exige um registro que pode ser feito via aplicativo, e isso deve aumentar ainda mais a movimentação nessas aplicações”, analisa Antonio Affonseca.

Brasileiros instalam e gastam mais com apps nas semanas de isolamento

Dados da AppsFlyer, maior plataforma global de mensuração de aplicativos, mostram que os brasileiros estão usando mais apps e gastando mais dinheiro dentro deles, em levantamento de 31 de março a 6 de abril de 2020.

Os aplicativos educacionais estão enfrentando um aumento contínuo de instalações e receitas, crescendo 208% em instalações e 60% na receita. Conforme as escolas e cursos foram se adaptando ao ensino a distância, esse aumento se explica.

As pessoas estão ouvindo mais música na quarentena: os aplicativos de música tiveram um salto na receita (compras dos usuários) de 95%.

Apps de jogos casuais continuam crescendo e os usuários estão gastando com compras dentro deles: gastos aumentaram 25%.

Os aplicativos financeiros tiveram 20% mais instalações orgânicas e quase 40% de aumento no uso desses apps (aberturas). Ou seja, com mais receio de ir a bancos, usuários estão aderindo aos aplicativos financeiros.

O uso dos apps de estilo de vida (fitness por exemplo) aumentou em 48% e ainda tiveram aumento de novos downloads de 26%.

Propriedade Intelectual: como proteger o design de um aplicativo

Por Juliana Hoffmann, Sócia da Daniel Advogados
Considerando o contínuo crescimento do mercado digital e o grande número de pessoas que possuem acesso a smartphones nos dias de hoje, o desenvolvimento de aplicativos se tornou um foco de interesse para muitas startups.

Além de indispensáveis funcionalidades, é importante que um aplicativo de sucesso possua uma identidade visual que cative seus usuários. Detalhes do design, incluindo a linguagem utilizada, a harmonia entre fontes, cores e imagens, bem como a transição entre telas e a facilidade de navegação fazem com que determinado aplicativo seja mais atrativo aos seus usuários.

Com isso, surge a necessidade para os desenvolvedores dessas plataformas digitais de buscarem proteção jurídica das suas criações com o fim de evitar que terceiros copiem o layout de seus aplicativos. Ocorre que ainda há muitas dúvidas e discussões a respeito da melhor forma de proteger essa identidade visual.

Uma das opções é a proteção através de um registro de desenho industrial perante o INPI – Instituto Nacional de Propriedade Industrial. O registro pode ser obtido através de depósito e será válido por 10 anos contados da data do pedido, podendo ser prorrogado e alcançar uma proteção por até 25 anos. Uma das vantagens dessa forma de proteção é o tempo de trâmite do processo que pode levar apenas 4 meses se não houver exigências.

Existe também a possibilidade de se buscar proteção de um aplicativo por direito autoral, sendo que essa pode ocorrer de dois modos, por meio da Lei de Software, no entanto, esse modelo de proteção, a princípio, recai tão somente sobre o seu código fonte. Ou, tendo em vista que os designs dos ícones de aplicativos podem ser considerados obras artísticas, o direito autoral também garante àquele que teve o esforço intelectual de produzir a arte o direito de exploração comercial da sua obra, assim como proteção contra o uso indevido por terceiros, em casos de cópia e plágio.

Dentre as vantagens de contar com a proteção de direito autoral temos a sua abrangência internacional e o fato de que a proteção dos direitos autorais independe de registro, pois a proteção da obra surge com a sua criação. Cabe ressaltar a importância de registrar a obra e o software perante o órgão competente, visto que o registro traz mais segurança jurídica ao seu criador e pode ser determinante na hora de solucionar um eventual conflito.

Outro tipo de proteção disponível seria através do instituto do trade dress ou conjunto-imagem. Trata-se do conjunto dos elementos visuais e sensoriais característicos da plataforma digital que formam a sua identidade perante seus usuários. Apesar de no Brasil não haver uma legislação específica que o proteja, a sua violação pode ser considerada ato de concorrência desleal o que é vedado pela Lei de Propriedade Industrial.

Por último e não menos importante, é possível também proteger o design do ícone de um aplicativo através de um registro marcário validamente expedido pelo INPI. Ao detentor deste registro é garantido o direito de impedir que terceiros reproduzam ou copiem sua marca para identificar produtos ou serviços idênticos, semelhantes ou afins. O registro vigora pelo prazo de 10 (dez) anos, contados da data da sua concessão. E uma das principais vantagens de se obter proteção marcária é que sua vigência pode ser prorrogada indefinidamente.

Como se vê, diversas são as formas disponíveis para proteger o design de um aplicativo. A constante evolução do meio digital e o grande aumento do número de aplicativos disponíveis hoje em dia fazem com que seja indispensável aos seus criadores buscarem as formas de proteção mais adequadas, evitando que terceiros imitem suas invenções e prevenindo que ocorra um desvio indesejado de clientela.

Essas formas de proteção garantem aos seus inventores um ambiente de competição mais seguro e acabam por estimular mais investimentos em pesquisas e inovação tecnológica. Tudo isso contribui também para a manutenção da boa reputação dos criadores desses aplicativos.

Startup lança sistema de delivery próprio para restaurantes no Brasil

Diante da crise decorrente do Covid-19, entre os mais diversos setores da indústria de serviços, o gastronômico é certamente um dos mais afetados. Porém, o uso tecnologia pode ser determinante para a sobrevivência deste mercado. Pensando nisso, a Tagme Food Solutions, startup que cria soluções tecnológicas restaurantes em 50 cidades do Brasil, está lançando um sistema de delivery próprio para cada um deles. Com taxas competitivas, e geração de novas bases de clientes para os restaurantes, a ferramenta chega para ajudar as empresas durante o período de retração do mercado.

Pioneira na criação de ferramentas digitais de hospitalidade para restaurantes, como serviços online de reservas, gestão de filas, captação de clientes e fidelização e CRM, essa é a primeira ação da Tagme voltadapara vendas fora do restaurante. “Diante do quadro do Coronavírus, houve um congelamento neste modelo de negócios, e vimos a necessidade de criar uma solução de delivery próprio para cada restaurante, com maior eficiência, menores taxas e geração de CRM para os estabelecimentos”, afirma João Paulo Alves, sócio-diretor da Tagme.

Ao contrário do modelo tradicional de marketplace, o serviço da Tagme cataloga informações sobre cada cliente para os restaurantes, possibilitando uma maior fidelização no futuro através de campanhas de engajamento. Com isso, os estabelecimentos poderão personalizar o atendimento e oferecer vantagens específicas para cada perfil de consumidor.

Serviço não necessita de download e oferece repasses mais rápidos aos restaurantes

Com um layout intuitivo e de fácil operação, a nova ferramenta pode ser incorporada nas redes sociais,whastapp, Google e sites dos restaurantes, facilitando a comunicação com o cliente e aumentando a agilidade nos pedidos, sem que haja a necessidade de o usuário baixar um aplicativo. Para a entrega, o estabelecimento pode optar por uma logística própria ou terceirizar com um parceiro de logística indicado pela Tagme. Outra vantagem é a velocidade do repasse, feito em cinco dias.

O serviço já foi adotado por 120 restaurantes, nas principais capitais do país, como Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Porto Alegre, Salvador, Brasília e Teresina. Esse número tem potencial de crescimento alto, visto que a empresa atende hoje 800 clientes, em mais de 55 cidades, espalhadas por todas as regiões do Brasil.

Entre os clientes que já aderiram ao serviço estão nomes consagrados no setor, como Le Vin e Vokos, no Rio de Janeiro, Pobre Juan, Serafina, La Piadina, em São Paulo, e Amado, em Salvador. O sistema está disponível também para outros modelos de negócios, como lojas de conveniência e boxes do CEASA.

Com coronavírus e isolamento social, aumentam buscas por aplicativos de delivery

A chegada do novo coronavírus ao Brasil e as consequentes medidas de isolamento social adotadas em todo o país já provocaram aumento considerável por aplicativos de delivery. De acordo com levantamento do RankMyAPP, empresa de inteligência de marketing e aquisição para aplicativos de celular, o número total de apps instalados até o último dia 16 de março já representa 61,3% do total de vezes que esses aplicativos foram baixados em todo o ano passado.

Apenas nos 11 primeiros dias de março, o total de instalações de aplicativos de delivery no mercado brasileiro representou 54% de todas as instalações no mês anterior (o primeiro caso de coronavírus no Brasil foi confirmado pelo Ministério da Saúde em 25 de fevereiro).

“Embora a Organização Mundial da Saúde ainda não tenha manifestado recomendações acerca do trabalho remoto, muitas empresas já liberaram os funcionários para ficar de casa, e boa parte da população adotou a quarentena preventiva. Os números mostram que os aplicativos de delivery são uma saída muito útil e segura no momento atual, e que essa opção deve continuar em crescimento significativo no Brasil”, analisa Leandro Scalise, CEO do RankMyAPP.

A pesquisa do RankMyAPP revela também que, entre 20 de fevereiro e 16 de março, houve aumento de 24% em instalações de apps de delivery, quando comparado com o mesmo período do ano passado. Ao analisar os primeiros 16 dias de março, verifica-se um aumento de 15% com relação ao mesmo período de 2019.

O pico de instalações em março, aliás, aconteceu no dia 6: aumento de 126% em comparação a 6 de março de 2019. Naquela data, o Ministério da Saúde alertava que a transmissão comunitária (ou sustentada) – aquela em que não é possível identificar onde as pessoas contaminadas pegaram o vírus – era apenas uma questão de tempo.

WhatsApp absoluto: presença recorde em 99% dos smartphones no Brasil

A mais recente pesquisa Panorama Mobile Time/Opinion Box sobre mensageria móvel no Brasil, realizada com oferecimento da Infobip, confirma a liderança do WhatsApp como o principal aplicativo de mensageria no país: em dois anos, o app subiu de 96% para 99% a sua presença nos smartphones no Brasil. Mais: 93% dos seus usuários declaram que abrem o aplicativo todo dia e 5%, “quase todo dia”, revela a pesquisa.

Outra descoberta é que que subiu de 69% para 76% a proporção de usuários que se comunicam com marcas pelo aplicativo, o que movimenta as empresas a utilizarem este canal de comunicação com os clientes. Segundo Fernando Paiva, editor do Mobile Time e organizador da pesquisa, o WhatsApp está pavimentando seu caminho para se tornar um super app no Brasil. “Primeiro, em agosto de 2018, abriu sua API para que grandes empresas pudessem utilizá-lo como canal na comunicação com os consumidores. Agora, em 2020, promete lançar um meio de pagamento integrado ao aplicativo, chamado de WhatsApp Payments”, comenta. “A expectativa é que esta iniciativa provoque uma grande agitação no mercado de meios de pagamentos móveis e faça com que outros gateways passem a buscar melhorias para suportarem a competição, que promete ser acirrada” acrescenta.

Marcas fortes no WhatsApp: tendência de crescimento

Desde a abertura da API do WhatsApp, diversas grandes marcas experimentaram campanhas de marketing via aplicativo ou o usaram como canal de suporte ao cliente. Netflix, Nestlé, Unilever, TIM, Oi, Banco do Brasil são apenas algumas destas iniciativas. “Consequentemente, o brasileiro se acostuma cada vez mais a falar com empresas através desse mensageiro. Em apenas seis meses, além do aumento da proporção de usuários de WhatsApp no Brasil que se comunicam com marcas, passou de 60% para 65% a proporção de usuários do aplicativo que consideram adequado usá-lo para receber suporte técnico de marcas, e de 51% para 54% aqueles que gostariam de comprar produtos pelo mensageiro”, comenta Paiva.

Pagamentos: desejo que será atendido.

A proximidade entre usuários e as marcas fez crescer o interesse do brasileiro em usar o WhatsApp pagamentos. Em seis meses, aumentou de 56% para 61% a proporção de usuários do WhatsApp que desejam essa funcionalidade. E quase a metade destes, ou 47%, gostariam de criar uma conta bancária digital no próprio WhatsApp em vez de associar seu cartão de crédito ou uma conta bancária tradicional ao aplicativo.

Telegram duplica o número de usuários e agora está em 27% dos smartphones nacionais

O desempenho do Telegram foi uma das grandes surpresas nesta edição da pesquisa. A sua base instalada vem crescendo gradativamente há um ano, quando o app estava instalado em 13% dos smartphones. Em agosto do ano passado foi para 19% e agora está em 27%. “Ou seja, mais que dobrou em um ano. Uma possível explicação é a grande exposição de mídia espontânea que o aplicativo teve no ano passado, em razão do escândalo envolvendo o hackeamento de contas de figuras públicas”, comenta Fernando Paiva. “Todavia, essa ascensão do Telegram talvez seja um voo de galinha” pondera ele. “A proporção dos seus usuários que abrem o app todo dia ou quase todo o dia caiu de 61% para 53% em seis meses. E aquela dos que não abrem o app nunca ou quase nunca passou de 13% para 16%. Além disso, em seis meses, foram registradas quedas no uso de todas as funcionalidades ou formas de comunicação do Telegram medidas pela pesquisa, desde troca de mensagens de texto, de imagens, de vídeos, de áudios e de emojis, até chamadas de voz”, acrescenta.

Sobre a Panorama Mobile Time/Opinion Box sobre mensageria móvel no Brasil: Nesta edição da pesquisa foram entrevistados 2.072 brasileiros com mais de 16 anos de idade, que acessam a Internet e possuem celular, respeitando as proporções de gênero, idade, renda mensal e distribuição geográfica desse grupo. As entrevistas foram feitas online entre 15 e 20 de janeiro de 2020. A pesquisa tem validade estatística, com margem de erro de 2,2 pontos percentuais e grau de confiança de 95%. O relatório integral pode ser baixado em www.panoramamobiletime.com.br

PluzApp utiliza EBANX como meio de pagamento

Eduardo Aguiar, do PluzApp, com Victor Silva, do EBANX

O PluzApp, aplicativo criado para facilitar negócios entre quem vende e quem compra pelo Whatsapp, vai contar com a eficiência do EBANX para pagamentos com a solução EBANX Pay da fintech. A parceria marca o apoio da fintech que virou unicórnio, após receber investimentos que elevaram o valor da companhia acima de 1 bilhão de dólares, a uma ideia inovadora, também nascida na cidade de Curitiba.

O empresário Eduardo Aguiar, do PluzApp, explica que “o consumidor que baixa o app consegue fazer pedidos diretamente a um fornecedor de produtos ou serviços, via WhatsApp, com a vantagem de não haver cobrança de grandes taxas, como acontece nas compras feitas por aplicativos de entrega, por exemplo”. “O que seria taxa, pode se transformar em vantagens para quem compra e também para quem vende”, ressalta Eduardo. O PluzApp já conta com centenas de parceiros e pode ser baixado nas lojas de aplicativos do Google e da Apple.

O EBANX, que se tornou gigante ao viabilizar compras pela internet em empresas internacionais com métodos locais de pagamento, apoia o PluzApp por acreditar no sonho grande de quem, como a própria fintech, começou pequeno, na capital paranaense, e também pelo fato de a parceria estar alinhada com a estratégia de crescimento como ferramenta de pagamentos entre empresas e consumidores brasileiros.

Victor Silva, Inside Sales Director do EBANX, afirma que a operação de pagamentos no Brasil já tem um ano e mostra que pode dar uma grande contribuição nos planos de crescimento da empresa. “Estamos prontos para atender, com muita eficiência, o mercado nacional e empresas de fora que tenham interesse em se estabelecer no Brasil. E apostamos em ideias inovadoras como o PluzApp, que também conecta pessoas e facilita transações pela ferramenta de comunicação mais popular do país”, explica o executivo.

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Conheça 4 aplicativos que facilitam o controle empresarial

Ter controle sobre tudo que acontece dentro de uma empresa é uma das tarefas mais complicadas vividas por um gestor. Na maioria das vezes, a análise de cada um dos setores da organização de forma independente, leva a decisões equivocadas, que podem gerar impactos negativos, por exemplo, no fluxo de caixa, causando um desequilíbrio financeiro em toda a instituição.

Para Rafael Dal Molin, diretor da Elevor – startup gaúcha que desenvolve softwares de gestão empresarial – é extremamente importante que os empreendedores estejam atentos às novidades tecnológicas e busquem alternativas que ajudem a manter a empresa bem organizada.

“Ter um controle empresarial eficiente e de alta qualidade é fundamental para que uma organização alcance o sucesso que almeja. Com o avanço das tecnologias, ferramentas ajudam os empreendedores nas tomadas de decisões.Ao em vez de perder um tempo precioso realizando processos manuais e repetitivos, é possível automatizar tarefas e extrair informações úteis e relevantes para o crescimento da marca”, explica.

No mundo moderno, existem vários aplicativos que facilitam o controle empresarial e simplificam as rotinas de uma empresa, gerando aumento de produtividade. Abaixo, conheça quatro deles:

ERP360

Voltado especificamente para as áreas de atacado, importação, varejo e serviços, o ERP360 é um dos aplicativos que facilitam o controle empresarial. O software coloca todos os setores dos negócios integrados em uma única ferramenta, armazenando todas as informações e deixando o gerenciamento muito mais prático, rápido e efetivo.

A tecnologia é capaz de aumentar o desempenho da organização através da integração entre contabilidade, financeiro, vendas, estoques, relacionamento com os clientes e demais operações, otimizando as ações de ponta a ponta.

Trello

Levando em consideração que o controle empresarial também passa pela gestão efetiva de todos os projetos paralelos que acontecem entre os setores empresariais, o Trello é um aplicativo que facilita a interação entre as equipes, com uma interface criada especialmente para a gestão de projetos e tarefas, tornando a comunicação mais eficiente. Com a plataforma, o gestor pode acompanhar o andamento das ações e delegar atividades de acordo com o desenvolvimento dos trabalhos.

Evernote

Com o aplicativo de anotações do Evernote, as pessoas podem guardar arquivos, contatos e fazer anotações importantes em qualquer lugar, deixando os dados bem organizados e armazenados. Todas as informações ficam armazenadas nas nuvens e podem ser acessadas de qualquer dispositivo digital, além de compartilhadas com qualquer pessoa.

Guia de Bolso

Um dos aplicativos mais conhecidos pelas pessoas têm a proposta de facilitar a análise das movimentações financeiras realizadas por uma empresa. Na prática, o Guia de Bolso funciona como uma planilha de controle financeiro que se preenche automaticamente, importando as movimentações realizadas nas contas bancárias cadastradas. A tecnologia também fornece a opção dos usuários informarem seus gastos financeiros de forma manual, desde que não esqueçam de notificar tudo o que foi gasto e recebido no período.