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Para ajudar na inovação, por que não usar o desenvolvimento ágil de produtos?

Por Dale Tutt, vice-presidente do setor aeroespacial e de defesa da Siemens Digital Industries Software

Modelo cortesia da Bye Aerospace Inc.

Fizemos alguns avanços impressionantes tanto da perspectiva da sociedade quanto da indústria em meio a esta pandemia implacável. E, embora o setor aeroespacial e de defesa (A&D) tenha sido atingido de maneira excepcional, voltaremos ainda mais fortes, melhores e mais rápidos.

A boa notícia é que estamos vendo muitas inovações atualmente. A propulsão elétrica, por exemplo, está emergindo rapidamente como uma nova alternativa de fonte de energia. Não apenas porque é mais segura e fácil de manter, mas também porque é uma solução de energia verde, o que nos dá esperança de um planeta mais verde. Não importa se falamos de decolagem e pouso vertical elétrico (eVTOLs), táxis aéreos ou aeronaves comerciais, a propulsão elétrica logo estará presente nesses sistemas. E você viu que os aviões supersônicos ressurgiram? Word é um OEM que descobriu como lidar com o estrondo sônico. E as coisas que a SpaceX está fazendo para viagens espaciais? O espaço não é mais domínio exclusivo de grandes corporações e grandes governos. De repente, é a nova fronteira para empresas menores, mais inteligentes e mais ágeis.

Com toda essa inovação, cabe às empresas encontrar novas maneiras de reduzir os riscos e custos de programas e colocar seu produto no mercado com mais rapidez. Quando você pensa na abordagem tradicional em cascata usada há décadas, fica claro que esses ciclos de vida de desenvolvimento de produtos de dez ou quinze anos não se aplicam mais ao nosso ambiente atual. Um novo processo é necessário, que aproveite as tecnologias atuais e promessas para o futuro. Hoje, tudo deve ser feito certo já na primeira vez, em uma fração do tempo. Por exemplo, veja o segmento emergente eVTOL, existem literalmente centenas de startups competindo ferozmente no mesmo espaço; todas querem ser as primeiras!

Introdução do desenvolvimento ágil de produtos em sua organização

Como o nosso setor incorpora a inovação e a complexidade e, ao mesmo tempo, se mantém ágil? A resposta é a introdução do desenvolvimento ágil de produtos. No passado, “ágil” para muitos significava “apressado”, mas isso mudou. Hoje, o desenvolvimento ágil de produtos é uma abordagem moderna para o gerenciamento do ciclo de vida do produto (PLM), fornecendo um processo e programa extremamente bem planejados e executados, com uma série de vantagens para o projeto, teste e manufatura. Imagine o seguinte:

• E se as equipes pudessem construir e testar seus produtos antes de concluir o projeto completo e de fato começar a aprender algo sobre eles?

• E se a integração não fosse apenas gerenciar interfaces com os fornecedores, mas também gerenciar riscos técnicos para que as equipes pudessem gerenciar os cronogramas com mais eficiência?

• E se os silos atuais entre as equipes e os parceiros fossem eliminados para que todos pudessem de fato colaborar e acelerar a inovação?

O desenvolvimento ágil de software legado já existe há algum tempo, mas o setor precisa abordar o desenvolvimento ágil de produtos de uma maneira totalmente diferente. Isso envolve mais do que pessoas, ferramentas e processos; é como uma base central digital que une tudo isso. O verdadeiro desenvolvimento ágil de produtos tem como base um gêmeo digital abrangente para modelos de simulação, CAD 3D e manufatura aditiva, para citar apenas algumas possibilidades (Figura 1). A abordagem ágil é contínua e iterativa e integra teste, validação e verificação do produto e manufatura em todo o processo de desenvolvimento de produto. Com a ajuda do gêmeo digital, os usuários têm acesso a todos os tipos de software e recursos em cada fase do desenvolvimento de produto. A abordagem ágil consiste em dividir um programa em sprints (algo como “corridas”), e dentro de cada sprint, as equipes testam, verificam e validam até que os objetivos de cada sprint predeterminado sejam atendidos.

Figura 1: O desenvolvimento ágil de produtos usa as tecnologias abrangentes de gêmeo digital e thread digital da Siemens para adicionar virtualização, colaboração e automação a cada etapa do processo de desenvolvimento de produto. Modelo cortesia da Zipline International Inc.

Construção e incorporação de sprints

Um sprint divide um programa em partes menores gerenciáveis para que as equipes se concentrem em concluir um aspecto do programa antes de passar para o próximo. O primeiro sprint normalmente estabelece a base do programa e define o próximo sprint. Os sprints podem assumir várias formas, dependendo do produto. Para um novo avião, pode haver o sprint das asas, depois o sprint da cauda e depois o sprint da cabine. Com uma equipe pequena e ágil, é mais rápido dividir o projeto em partes gerenciáveis e focar em cada seção para acelerar a maturidade do projeto. Por exemplo, no caso de uma startup de eVTOL, uma das principais preocupações do sprint inicial provavelmente seria: “Vamos garantir que o avião consegue voar!”

Cada sprint consecutivo adiciona mais funcionalidades ou recursos e também pode introduzir um nível diferente ou um novo tipo de teste. A melhor coisa dos sprints é que as equipes podem se concentrar em metas de curto prazo que atendam às metas de longo prazo do programa. Voltando ao exemplo da empresa de eVTOL, em um sprint intermediário, a equipe provavelmente trabalha no projeto e aperfeiçoamento da integridade estrutural, aerodinâmica e propulsão. Enquanto avança por cada sprint, a equipe faz um projeto mais baseado em simulação. Em seguida, como a empresa eVTOL vai construir o que é testado no túnel de vento? Mas espere, e se depois de todos esses testes, um investidor de última hora pede à empresa que mude de um avião de dois para cinco assentos? É fácil fazer as mudanças necessárias porque a equipe pode voltar aos sprints anteriores. E depois, existem os desafios relacionados à certificação. As empresas enfrentam hoje maior complexidade na hora de obter a certificação de produtos, pois devem levar em conta todas as regulamentações federais, estaduais e locais que devem ser respeitadas. Um sprint com loops de feedback ativo que inclui tanto a verificação virtual do produto quanto a manufatura pode servir como uma ferramenta inestimável nesta fase – e lembre-se, fazer parte do thread digital significa que todos os tipos de dados estão disponíveis para a equipe responsável pela certificação, com rastreabilidade total para acelerar o processo.

Por fim, há a manufatura. Como uma empresa passa do protótipo à manufatura? O poder da transformação digital é percebido aqui na velocidade com a qual as equipes podem se mover na hora de aumentar a taxa de produção. Se elas estiverem construindo aviões, não se trata apenas de lançar o primeiro avião, mas de fabricar 10, 20 ou 50 por mês. Com as ferramentas virtuais e o gêmeo digital de produção, um sprint pode garantir às equipes a compreensão de seus processos de manufatura. Esse processo, também chamado de comissionamento virtual, é a capacidade de usar simulação para validar se a fábrica vai atender a todos os requisitos necessários.

Na minha experiência, é seguro dizer que um sprint elimina o risco do processo e permite que as empresas de A&D atinjam seus objetivos de uma forma muito mais flexível (Figura 2).

Figura 2: Ao incorporar o software Siemens NX em um sprint, as equipes podem otimizar e acelerar os processos de projeto, simulação e manufatura com o apoio total do gêmeo digital. Modelo cortesia da Bye Aerospace Inc.

A abordagem ágil permite incorporar várias disciplinas no processo, como eletrônica, mecânica, simulação e software

Eventualmente, um sprint pode ter elementos de projeto generativo, o que adiciona um novo nível de otimização de vários domínios. O thread de engenharia de sistemas baseada em modelo (MBSE) desempenha um papel importante aqui, pois é uma grande parte do projeto composto e do processo de manufatura. A MBSE também pode ter projetos de sistemas elétricos e mecânicos integrados no processo. Os sistemas elétricos são parte integrante de muitos programas de A&D hoje. A junção desses sistemas elétricos e mecânicos integrados por meio da MBSE pode ajudar a acelerar todo o processo de projeto e garantir a transferência mais rápida do sistema eletrônico para as equipes de conexões de fios e projeto do software.

A abordagem ágil está presente no seu futuro?

Uma das maiores vantagens do desenvolvimento ágil de produtos é que as empresas podem amadurecer seus produtos com mais rapidez, obtendo mais capacidades do produto. Já tivemos clientes que relataram isso. Eles usam ferramentas de projeto conectadas para simulação e testes virtuais que economizaram um tempo significativo do desenvolvimento de produto. Ao unir ferramentas de projeto, engenharia e manufatura em um gêmeo digital abrangente, eles estão acelerando e otimizando o processo geral de projeto, que muitas vezes também envolve reduções consideráveis de custos.

Com os sprints, as equipes tornam-se mais ágeis na execução e tomada de decisões. Além disso, mais pessoas estão capacitadas para tomar decisões melhores com base em informações melhores, pois compartilham o thread digital, que fornece rastreabilidade e conectividade.

Com isso, nossos clientes estão reduzindo o tempo de desenvolvimento de produto por meio do desenvolvimento ágil de produtos. Alguns já reduziram 50% do tempo de desenvolvimento e estão melhorando a qualidade do processo. Na verdade, alguns clientes estão melhorando 90% do rendimento inicial de seus processos de projeto e manufatura, pois têm menos retrabalho quando chegam à manufatura. E assim, com o projeto ágil de produto, você terá benefícios no mundo do projeto e, o mais importante, terá vantagens importantes também no mundo da manufatura.

No final das contas, embora o desenvolvimento ágil de produto ajude as equipes em todo o ciclo de vida do produto a ir mais rápido e com menos risco, o valor real por trás do desenvolvimento ágil de produto está no momento de construir, pois as equipes têm a capacidade e flexibilidade para desenvolver seus produtos.

Engineering reforça práticas ágeis com Centro de Excelência

A Engineering, companhia global de Tecnologia da Informação, acaba de criar um Centro de Excelência para assegurar e alavancar as suas práticas ágeis. O LACE (Lean-Agile Center of Excellence), como é denominado no mercado, será liderado por Rodrigo Silva, que tem o propósito de promover mudanças organizacionais e impulsionar a adoção de metodologias ágeis em toda a empresa.

“O objetivo do LACE é estimular a capacidade ágil da Engineering de se adaptar rapidamente ao mercado e ao ambiente para entregar produtos e serviços contínuos e com o máximo de valor e qualidade”, explica Silva.

Para esta estratégia, a companhia continuará a capacitar e orientar as equipes, a partir de seus líderes, no aprendizado de habilidades que promovam autonomia na resolução de problemas, engajamento no desenvolvimento de inovação e melhoria contínua a partir da identificação da causa raiz das ineficiências.

Adicionalmente, para a entrega de resultados, a proposta é estabelecer fluxos contínuos de trabalho baseados em feedback e ajustes constantes, que permitem a entrega de valor mais ágil.

Para garantir a efetividade do programa de agilidade, a área atuará em três níveis: squads, equipe de gestão de mudanças e portfólios, que, juntos, habilitarão o Business Agility da empresa, ou seja, a escalada da cultura orientada à mentalidade ágil.

“O DNA de agilidade da Engineering é uma providência nativa da nossa especialização, que é levar Transformação Digital aos processos das organizações. Por isso, a criação do LACE reforça e garante a efetividade de uma metodologia que já praticamos”, finaliza Silva.

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A Agile Alliance anuncia a chamada de propostas para a Agile2020

A Agile Alliance convida os líderes em desenvolvimento da metodologia Agile com a chamada de propostas para a Agile2020, a conferência global anual da Agile Alliance que atrai praticantes, acadêmicos, empresas e integrantes da comunidade parceira de fornecedores do mundo todo. O evento de 2020 acontecerá em Orlando, Flórida, de 20 a 24 de julho.
“A conferência Agile2020 oferece uma oportunidade excepcional de compartilhamento de conhecimento, experiência e especialização com a comunidade Agile internacional”, disse Emma Armstrong, presidente da conferência Agile2020. “No ano passado, tivemos quase 2.400 executivos, gerentes, desenvolvedores de software e pesquisadores, de mais de 50 países, reunidos p ara ouvir especialistas, autores, inovadores e profissionais reconhecidos, que compartilharam suas ideias exclusivas em mais de 286 apresentações. A concorrência para falar neste evento é alta: recebemos quase 2.000 candidaturas em 2019 para as cobiçadas vagas. Sugiro que os adeptos da metodologia Agile que tiverem uma história para contar a enviarem suas propostas com antecedência”.

Os palestrantes da conferência são selecionados por um processo abrangente de revisão por pares. O sistema de envio de propostas da Agile2020 estará aberto até 9 de fevereiro de 2020.

Sugere-se que os potenciais palestrantes analisem cuidadosamente os 18 temas da conferência que estão aceitando candidaturas e enviem propostas para o tema que mais se aproximar do(s) tópico(s) proposto(s). Os temas abrangem todos os aspectos do desenvolvimento da metodologia Agile, desde dicas sobre como começar com equipes pequenas até estratégias empresariais avançadas com base em anos de experiência.

Em seu 19º ano, a conferência global da Agile Alliance é o principal evento internacional não comercial sobre a metodologia Agile no desenvolvimento de software. O grande objetivo da conferência da Agile é conectar e compartilhar. Participantes do mundo todo se reúnem, muitos deles por anos consecutivos, para encontrarem os colegas e os principais líderes do ambiente Agile. As relações estabelecidas, o apoio recebido e o conhecimento adquirido propiciam experiências enriquecedoras e duradouras, promovendo o sucesso individual e o avanço coletivo do setor. As conferências são abertas e envolventes, estimulando ideias inovadoras derivadas de implementações da metodologia Agile no mundo real.

Para obter mais informações, visite o site da conferência.

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Stefanini promove em Porto Alegre o MeetUP Agile Experts

A Stefanini, uma das mais importantes provedoras globais de soluções de negócios baseadas em tecnologia, promoverá no dia 28 de agosto, de 19h às 21h30, o Meetup Agile Experts – Porto Alegre, que tem como tema “Ferramentas ágeis para o dia a dia”, com a participação da Annelise Gripp, especialista em Transformação Ágil em empresas de todos os portes.

Annelise Gripp, que atua há 23 anos como engenheira de desenvolvimento de software, se considera uma entusiasta em tecnologia e uma pessoa engajada na integração das pessoas. Em sua trajetória, ela aprendeu, ensinou e experimentou novas metodologias, tecnologias, ferramentas e dinâmicas em todo o processo de Engenharia de Software. “Hoje, como consultora e especialista em Transformação Ágil, meu trabalho consiste em expandir, compartilhar e aplicar meus conhecimentos, habilidades e experiências, nas companhias”, afirma a palestrante.

Atualmente, a Stefanini oferece o Gerenciamento Ágil de Projetos, utilizando tanto a metodologia Scrum quanto Kanban, de acordo com as necessidades específicas e o perfil de cada cliente. Com a Revolução Ágil Stefanini, o cliente pode definir a ordem de prioridade em cada etapa de trabalho a ser desenvolvida. O modelo se torna ainda mais eficaz quando a equipe, cliente e fornecedor conseguem estabelecer, ao longo do tempo, um processo de colaboração, que gera entregas rápidas e eficientes. Os profissionais que abraçam a metodologia ágil estão comprometidos com o aprendizado contínuo e a melhoria constante de um projeto.

Meetup Agile Experts – Porto Alegre

Dia: 28 de agosto
Horário: 19h às 21h30
Local: Tecnopuc, prédio 99, sala 204
Endereço Avenida Ipiranga, Partenon, Porto Alegre, RS

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Agile Scrum – Uma avaliação do ponto de vista executivo – Por Carlos Alberto Jayme

A nossa experiência com Scrum começou em 2007 quando a CINQ estava em mais um de seus ciclos de mudança organizacional. Naquela época, estávamos buscando uma maior presença no mercado externo, certificação CMMI-3 e iniciando nossas iniciativas de inovação apoiada em Design Thinking com foco em resultados de negócio.

Começamos com algumas iniciativas internas devido ao fato de estarmos homologados como Fábrica de Software em grandes clientes do setor financeiro. Os resultados dos projetos como Fábrica eram medianos, tendo qualidade e funcionalidade dentro das expectativas, mas os prazos e custos acima do planejado. Isto exigia grande energia de negociação com os clientes para aprovar “change requests”, o que nem sempre era bem-sucedido e ainda causava pontos de conflito.

Este cenário fomentou algumas iniciativas internas para estudarmos a metodologia Agile com o framework Scrum. Também fomos procurados por um dos diretores da Nokia, Marcio Machado, o qual estava fazendo mestrado em engenharia de software com foco em Scrum. Sabendo de nossas iniciativas, ele nos procurou para realizar um estudo de caso na CINQ para seu trabalho. Aproveitamos este momento para treinar nossos gerentes de projeto, arquitetos e analistas nesta nova metodologia.

Em 2008, fomos homologados como um dos fornecedores globais de uma grande empresa europeia com operações em vários países. O time do Canadá nos visitou, nos treinou mais uma vez e solicitou que todos os projetos passassem a usar o Scrum.

Os projetos internacionais, portanto, passaram a operar em sua totalidade com o Scrum, cuja cultura era fomentada diariamente. Por outro lado, nos projetos nacionais ainda precisaríamos convencer nossos clientes. Desta forma, operávamos parcialmente.

Patrocinado por um de nossos clientes globais, recebemos em outubro de 2011, um treinamento extensivo do Sr. Agile Coach, Allen Bennett (https://www.scrumalliance.org/community/profile/abennett6). Aproveitamos a vinda dele para treinar todos nossos líderes de projeto e principais profissionais ligados ao desenvolvimento e testes de software.

Contudo, incutir uma cultura é algo que se leva tempo e muita dedicação. Agile é um mindset e não adianta dizer que a empresa é ágil se pequenas ações e decisões são procrastinadas ou postergadas. Para reforçar ainda mais a cultura, em meados de 2015 contratamos a Adaptworks para termos um treinamento com o facilitador Alexandre Magno. Além dos líderes de projeto, participaram Analistas de Negócio e lideranças das demais áreas da empresa. Todos os participantes obtiveram certificação CSM (Certified Scrum Master).

A partir de então, a CINQ adotava o Scrum em todos os projetos, mas ainda existiam algumas barreiras com clientes mais conservadores. Mesmo assim, rodávamos a metodologia internamente e mostrávamos uma interface cascata com o cliente.

Após estas iniciativas de capacitação, continuamos investindo em treinamentos pontuais, principalmente para os novos profissionais integrantes do time. Em 2018, lançamos o programa de capacitação CINQ Tech, onde iniciativas de bootcamp estão em andamento, principalmente para os trainees que entram em cada semestre. Tudo isto para oxigenar e manter a cultura Agile Scrum na empresa.

Tivemos 3 ondas principais de Scrum na CINQ. Na primeira, usávamos post-its, e focávamos mais nas stand-up meetings e menos nas Sprint Plannings e Reviews. Na segunda, passamos a usar Jira/TFS e dar mais ênfase nas Plannings e Reviews, principalmente reforçando a necessidade da presença do Product Owner nestes eventos. Na terceira onda passamos a ter um approach mais firme de movimentar as entregas para os ambientes de homologação dos clientes, adotando a filosofia de DevOps.

Estou contando esta longa história para mostrar que Agile Scrum é uma questão de determinação e muita dedicação. O patrocínio e engajamento do nível executivo é tão fundamental quanto o acolhimento do time de profissionais na adoção das práticas.

Após 10 anos de uso contínuo do Agile Scrum, podemos dizer que temos uma cultura ágil presente em nossa empresa.

A teoria é extensa sobre o assunto e não cabe aqui repetir os princípios que regem o Agile, mas gostaria de colocar percepções que fazem a diferença do ponto de vista executivo.

São vários os pontos que me agradam no Scrum e que determinam melhores prazos, melhores entregas e melhor alinhamento de expectativas:

1- Objetivos e Visão do Projeto

Percebo que no Scrum busca-se priorizar “o quê” e não o “como”. Do ponto de vista executivo espera-se que uma iniciativa de software resolva, aprimore, otimize algum desafio de negócio. Então busca-se definir claramente qual é razão em termos de negócio que pretende-se atingir, qual valor entregar.

2- Flexibilidade do escopo

É um grande erro fechar a priori o escopo de um determinado projeto. Eu trabalho desde 1982 na área e não me lembro de algum projeto que tenha se mantido fiel ao escopo inicial. Desenvolver software é um processo iterativo e incremental. As melhorias, novas funcionalidades, problemas de integração e operação são percebidos ao longo da construção. Em um modelo de escopo fechado, as mudanças não são bem-vindas. Além disso, quando se especifica um software são consideradas muitas funcionalidades que nem sempre são úteis ou trazem valor. Nos modelos cascatas, temos o triângulo de ferro determinando o escopo, o prazo e o orçamento. Nos modelos ágeis, procuramos determinar o prazo e o orçamento com base no roadmap inicial do projeto. No entanto, as mudanças são bem-vindas e as funcionalidades que trazem real valor são priorizadas.

3- Granularidade das entregas

Que alívio falar de entregas frequentes quando lembro das longas fases de análise, especificação, codificação e testes do modelo cascata. Esta é uma das grandes vantagens do Scrum, pois muda-se o mindset para entregar funcionalidades de software que façam sentido em curto espaço de tempo, normalmente de 2 a 3 semanas. Para conseguir este feito, é importante que a cada Sprint seja feito o planejamento e priorização das funcionalidades que serão entregues. Isto exige um envolvimento maior por parte do cliente para definir o que é importante para ele.

4- Comunicação

O Scrum conta com várias cerimônias que asseguram uma comunicação objetiva e frequente entre os vários envolvidos no projeto, considerando áreas cliente e times de desenvolvimento. Eu acredito que problemas de comunicação, em geral, respondem por uma boa parte de problemas de projeto. Este framework assegura uma comunicação fluida, contínua e focada no objetivo do projeto.

5- Responsabilidade (ownership)

Muitos projetos no formato cliente/fornecedor, seja o cliente/ fornecedor áreas internas ou empresas independentes, enfrentam desafios relacionados à responsabilidade de cada área envolvida. No modelo tradicional, ocorrem muitas vezes situações da área cliente entregar uma especificação, participar de algumas reuniões intermediárias, mas verificar de fato o projeto ao seu final. Esta situação normalmente gera frustações de expectativas, desvios de custo, prazo e funcionalidades. No Scrum, a área cliente, representada normalmente pelo Product Owner, tem um papel fundamental na definição e priorização do backlog, ajustando a cada Sprint as funcionalidades de real valor a serem entregues. Isto gera senso de responsabilidade tanto da área cliente bem como do time de desenvolvimento. Na verdade, o que mais gosto no Scrum é que esta questão de área x e y deixa de ter sentido, uma vez que o time, PO e demais envolvidos estão focados no sucesso do projeto. Esta mágica ocorre por conta de um framework simples que assegura todos os pontos aqui mencionados, mas que exige mudança cultural e disciplina para adotar.

É por todas estas razões que decidimos adotar o método Agile, baseado em Scrum e outras práticas ágeis, em todos os projetos e serviços da CINQ. Esta foi uma decisão executiva baseada em percepções no ambiente de trabalho, na satisfação dos clientes e principalmente nos resultados tangíveis atingidos.

Carlos Alberto Jayme, Mestre em Ciência da Computação pela UTFPR, pós graduado em Marketing, Planejamento e Gestão de Negócios pela FAE Business School, Engenheiro Eletrônico e de Telecomunicações pela UTFPR e Sócio Fundador da CINQ Technologies (empresa global de Tecnologia da Informação atuante há 26 anos com projetos de desenvolvimento de software e outsourcing de TI nos mercados nacional e internacional e experiência de 10 anos de Cultura Agile Scrum com aproximadamente 500 projetos ágeis implementados em grandes empresas do Brasil e do mundo).

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Startup brasileira está entre finalistas no CODE_n CONTEST

Apresentado pela GFT, referência em tecnologias exponenciais para a transformação digital e projetos ágeis, a competição CODE_n, na Alemanha, selecionou uma empresa brasileira entre as 50 finalistas deste ano. A disputa será no new.New Festival, evento tecnológico internacional focado nas oportunidades da transformação digital, em Hanns-Martin-Schleyer-Halle, em Stuttgart, de 8 a 10 de outubro, onde finalistas apresentarão os seus modelos de negócios.

Com a seleção, a Nama, startup que une as inteligências humana e artificial para resolver comunicações complexas, terá um estande gratuito no festival por três dias e também poderá mostrar seus conceitos no palco do evento para o grande público. “Dado a relevância do new.New Festival e do CODE_n, é uma grande oportunidade para as startups poderem apresentar os seus trabalhos, os seus diferenciais, além de fazerem networking”, afirma Marco Santos, Marco Santos, managing director Latam da GFT. Os custos com a viagem e estadia do profissional da Nama serão de responsabilidade da GFT Brasil.

Um júri VIP irá selecionar os vencedores nas categorias “Melhor Modelo de Negócios”, “Melhor Inovação Tecnológica” e “Disruptor da Indústria”, além do vencedor geral no final do evento. Os Prêmios CODE_n têm um total de 30 mil euros em prêmios. Cerca de 313 startups de 42 nações se candidataram para o evento deste ano. Ao todo, 50 startups de 15 países, incluindo Brasil, África do Sul, EUA, Lituânia, Israel e Alemanha foram selecionadas como finalistas.

50 startups prontas para apresentar suas ideias inovadoras

As startups finalistas vão desde Beyond Reality e Inteligência de Máquina até a Confiança Criptográfica, temas que podem ser aplicados à indústria, setor móvel, saúde, educação e agricultura no futuro. As startups apresentarão soluções para a tecnologia de cibersegurança e blockchain e também apresentarão ideias para simplificar os processos industriais utilizando a realidade aumentada, inclusive no desenvolvimento de protótipos ou na manutenção de dispositivos técnicos.

‘A qualidade das startups candidatas este ano foi tão alta que, muitas vezes, foram apenas os detalhes que fizeram a diferença final no ranking e na seleção das top 50. Estou ansioso para receber as 50 finalistas no início de outubro aqui em Stuttgart. Todas elas fazem jus ao nosso lema de “explorar o DNA da inovação digital” e temos certeza de que o evento mais uma vez produzirá muitas colaborações e investimentos bem-sucedidos”, afirma Moritz Gräter, Managing Director do CODE_n.

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GFT apoia fintech conta.MOBI na evolução de sua plataforma de serviços

Com uma meta ambiciosa de chegar a um milhão de clientes até o final de 2018, saindo de uma base atual de 30 mil, a fintech conta.MOBI, provedora do serviço de conta digital de baixo custo voltada a microempreendedores individuais, contratou a GFT, companhia alemã de Tecnologia da Informação especializada em Digital para o setor financeiro, para auxiliá-la nesse desafio.

Com a consultoria, a GFT identificou, em ordem de prioridade, os gargalos relacionados à infraestrutura, ferramentas, automação e processo de desenvolvimento de software. Esse último para elevar o nível de maturidade tanto do lado cultural (Ágil e DevOps) quanto do lado de automação que suporte alta disponibilidade, elevado número de mudanças e, naturalmente, também resguarde possíveis instabilidades ocorridas nos sistemas/integrações de seus fornecedores.

A GFT também orientou a conta.MOBI nos aspectos técnicos da plataforma para a obtenção de melhor experiência visual em termos de User Experience (UX) em seus produtos. “Agora, se o sistema fornecedor apresentar instabilidade, estamos preparados para continuar nosso atendimento, ou seja, o cliente não é penalizado e pode continuar sua movimentação financeira tranquilamente”, explica Ricardo Capucio, CEO da conta.Mobi.

De acordo com Diego Cardoso, arquiteto de software da GFT, a análise de melhorias de produtos e processos desenvolvida buscou oferecer à conta.MOBI os melhores e mais inovadores padrões tecnológicos e de práticas financeiras.

“As principais recomendações foram nos aspectos de arquitetura como, por exemplo, na diminuição do acoplamento de serviços de fornecedores e inclusão de monitoração (logs) mais inteligentes para uma ação ativa diante de possíveis problemas. Como a conta.MOBI já era parceira AWS (Amazon Web Services), montamos um plano combinando contratação de novos serviços da plataforma e melhorias no processo ágil de desenvolvimento e automação, garantindo um ciclo saudável que apoie o crescimento planejado”, comenta.

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Uso de Agile e DevOps gera aumento de até 60% nos lucros de produtoras de software

Empresas estão comprometidas com a adoção de Agile e DevOps, mas ainda não aproveitam os benefícios que as práticas podem fornecer. Esta é uma das principais conclusões do estudo realizado pela CA Technologies, que entrevistou mais de 1200 executivos de TI sobre o uso de Agile e DevOps na transformação digital. Entre os dados sobre o Brasil, destaca-se que 84% dos entrevistados reconhecem que as abordagens Agile e DevOps colaboram para o sucesso significativo nos negócios quando implementadas juntas.

O estudo apresenta as características dos “Mestres em Agilidade” (18% dos entrevistados), da qual fazem parte as organizações mais próximas à adoção total e que realizam as principais, ou quase todas, ações para tornar Agile e DevOps uma parte essencial de suas operações diárias. Estes “Mestres em Agilidade” também estão mais propensos a usar práticas da abordagem Agile em outras funções da empresa, por isso o aumento de 60% na receita e nos lucros e a probabilidade de expandir seus negócios 2,4 vezes maior – com uma taxa de aumento acima de 20% -, não é apenas uma coincidência.

“O aumento de demanda no mercado de aplicativos não justifica a entrega de produtos de baixa qualidade. Para isso, práticas como Agile são essenciais para que as Modernas Fábricas de Software atendam às exigências de seus clientes”, comenta Francisco Dal Fabbro, VP Latam de Agile da CA Technologies. Segundo ele, a flexibilidade é essencial para se adaptar às transformações do cliente, expectativas dos usuários, mudanças regulatórias e as oportunidades de negócio.

Nem tudo se refere a tecnologias e processos: a perspectiva das pessoas

O estudo também mostra que as organizações têm desafios semelhantes: cultura, capacidades, investimento em programas e alinhamento da liderança. A pesquisa destaca um reconhecimento geral de que a adoção de práticas Agile e DevOps ao longo do ciclo de vida do software não é apenas uma questão de novas capacidades e padrões de trabalho. Para alguns, isso também exige uma mudança importante na mentalidade e no comportamento; isto é, essas mudanças são uma questão relacionada às pessoas, mesmo no nível de diretoria.

O Brasil acompanha as tendências mundiais em relação as principais prioridades para melhorar a eficácia identificada pelos entrevistados incluem:

– Melhorar a cultura da organização para incentivar e recompensar a colaboração (94%);

– Mais apoio e compromisso da administração em todos os níveis (85%);

– Treinamento para as equipes de TI sobre como colaborar e incorporar as melhores práticas em suas atividades diárias no trabalho (86%) e mais suporte e comprometimento da gestão (85%), e

– Aliviar as pressões de tempo para que as equipes possam adotar práticas Agile e DevOps efetivas (85%).

Os entrevistados também disseram que é muito difícil ou desafiador encontrar profissionais familiarizados com os métodos Agile (63%), que tenham experiência com DevOps (80%) e/ou tiveram experiência de trabalho colaborativo em sua equipe (52%). Isso indica claramente uma falta de capacidades na maioria das organizações, o que exige recursos disponíveis, principalmente treinamentos.

Segundo Fabbro, quando há aumento de demanda para atender uma nova tendência de mercado, as empresas têm dificuldade para encontrar profissionais capacitados. “Os cursos de formação não se adaptam tão rápido quanto as empresas. Por isso, elas também precisam apostar em seus talentos, desenvolver profissionais e aumentar sua capacidade de atender o cliente final”, explica.

Conexão entre execução e resultados dos negócios

A conexão entre as abordagens Agile e DevOps e os resultados dos negócios se concentra no ciclo de feedback contínuo de experiências de clientes em tempo real para a engenharia de requisitos, mostrando o desempenho de entrega de software e apoiando o próprio negócio. Assim, para aproveitar ainda mais os benefícios das abordagens Agile e DevOps, as organizações também devem usar a rapidez e a flexibilidade dos ambientes na nuvem, em contêineres e outras novas arquiteturas de desenvolvimento e entrega de códigos, com uma leve mudança em todas as atividades – como testes contínuos – e granularidade mais fina da iteração em todo o ciclo de operações e entrega de software.

Método da pesquisa

A pesquisa global online com 1.279 diretores de TI e executivos foi patrocinada pela CA Technologies e realizada pela empresa de análise de mercado Freeform Dynamics. A pesquisa também contou com entrevistas por telefone com executivos importantes do setor. Veja todos os detalhes sobre a metodologia da pesquisa no relatório How Agile and DevOps enable digital readiness and transformation.

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GFT reestrutura operação e fortalece engenharia Agile

Com o novo modelo organizacional e cultura de desenvolvimento de software Agile, a unidade brasileira se alinha ao movimento global da companhia de ser client-centric

Para incrementar cada vez mais as conexões com os seus clientes, a GFT, empresa de Tecnologia da Informação especializada em Digital para o setor financeiro, passa por uma reestruturação organizacional e também consolida a engenharia Agile para o desenvolvimento de projetos, incrementando as suas entregas de soluções e serviços. Com os novos pilares, a unidade brasileira se alinha ao movimento global da companhia de ser ainda mais client-centric.

As mudanças caminham no sentido de reforçar a eficiência na captura de valor e necessidades dos clientes, criando propostas mais alinhadas e oportunidades de relacionamento, cooperação e inovação. Desenhada ao longo de três meses e implementada em Janeiro, a reestruturação será a base para a expansão dos negócios e para a operação da companhia no país nos próximos anos.

Segundo Marco Santos, managing director da GFT para a América Latina, todo o planejamento estratégico foi pensado e orientado para entender e fornecer projetos e soluções que ajudem os clientes em sua jornada rumo à transformação Ágil e Digital no seu dia a dia. “A partir de agora, os nossos times (Squads) têm responsabilidade integral da cadeia de valor dos seus respectivos clientes. Isso inclui desde a prospecção, venda, delivery, evolução da relação até o resultado final financeiro de cada cliente”, afirma.

Nesse processo, a empresa também se posiciona para o fortalecimento da cultura de engenharia Agile, construindo um ecossistema que oferece maior flexibilidade e rapidez para trabalhar com inovações e na implementação de soluções em ciclos curtos. “Essa implementação representa uma transformação cultural para todas as áreas da GFT, desde as áreas de negócio e entrega, até as áreas corporativas. Como resultado, vai propiciar maior aceleração para responder às demandas dos nossos clientes e ajudá-los em suas respectivas transformações para modelos Ágeis e Digitais.”, complementa Santos.

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Dicas e principais métricas para monitoramento de aplicações

Por Rene Abdon, Diretor de Serviços da Dynatrace no Brasil

Há uma revolução digital acontecendo em todos os setores da sociedade, impulsionada por consumidores cada vez mais ávidos por inovações. Em um mercado movido por “tempo é dinheiro”, fica praticamente impossível não falhar por falta de boa performance. Então, como se manter competitivo frente a estas rápidas alterações, exigências e expectativas crescentes dos usuários? Antes do lançamento ou da apresentação de qualquer produto ou serviço, é imprescindível que todos os processos estejam estruturados e aptos. Para isso, uma boa ideia é o uso de práticas de DevOps para dar suporte a um modelo de entregas contínuas.

Um levantamento da Puppet Enterprise aponta que usuários de DevOps de alta performance são mais ágeis, com implantações 30 vezes mais frequentes e 8 mil vezes mais rápidas com relação ao sistema tradicional. São ainda mais confiáveis, com 12 vezes mais rapidez de recuperação caso haja algum problema. Além desse modelo, é importante seguir algumas métricas relevantes e dicas sobre como lançar uma aplicação que forneça uma experiência digital ágil, responsiva, superior e o mais importante: que não falhe na hora de sua utilização.

Não force sem um plano

Se as suas aplicações não estão preparadas, estão lentas ou possuem falhas, não siga em frente. A melhor campanha da empresa, a que houve mais tempo e dinheiro investidos, pode se transformar na pior delas e prejudicar a imagem da companhia caso haja alguma falha em sua apresentação. Para se ter ideia, durante um grande evento esportivo, o website desenvolvido para dispositivos móveis do organizador exibiu um favicon (pequenos ícones que ficam ao lado da barra de endereços de um navegador e servem, entre outras funções, para identificar rapidamente um site) com tamanho de 370 kilobytes, quando o normal é ter entre 512 bytes e 2048 bytes. Obviamente a ação ficou seriamente comprometida e o caso poderia ter sido evitado se houvesse uma otimização básica de performance da web e testes em toda a conduta de desenvolvimento.

Não presuma que você conhece o ambiente

Em uma aplicação, por menor que seja, existem muitos pontos de falha potencial. Os múltiplos dispositivos, tecnologias, canais e metodologias ampliam de forma exponencial as possibilidades de algo dar errado. Por isso, é importante não presumir o conhecimento pleno do ambiente sem a percepção real de um usuário.

Não (re)use cegamente os componentes

Os desenvolvedores estão sempre reutilizando componentes existentes, mas isso nem sempre funciona a favor da empresa. É recomendável acompanhar bem de perto todos os processos.

Métricas

Entre as principais métricas de performance estão: número e tamanho de recursos, tamanho da página, número de erros funcionais, chamadas de terceiros, número de execuções SQL e número dos mesmos SQL’s. Outras destacadas são: tempo gasto em API, chamadas em API, número de domínios, tamanho total, número de itens por página e de AJAX por página.
O ideal é controlar essas métricas manualmente em toda a sua conduta de desenvolvimento de aplicações. Uma vez que há um controle sobre o que precisa saber, é hora de começar a olhar para a forma de simplificar o monitoramento da performance. Este é o objetivo da entrega contínua: automatizar o seu procedimento com portais de qualidade com base em métricas em cada etapa.

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