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O papel dos gestores de saúde e da tecnologia na qualidade do cuidado e segurança do paciente em períodos de crise

Por Fabio Miyagawa

A pandemia da Covid-19 trouxe mudanças expressivas e impactou a sociedade como um todo. Na saúde os impactos foram muito mais profundos. Aumento de demanda, escassez de recursos, fazer mais com menos e ainda lidar com uma doença desconhecida. Além, é claro, de garantir a qualidade e a segurança do paciente.  Tudo em um mesmo cenário.   A lição que talvez tenha sido aprendida é que, para evitar colapsos em situações extremas como essa,  é fundamental estar sempre preparado. 

Mas, como as instituições de saúde podem estar mais fortes para lidar com outras situações similares? Quais aspectos devem estar no olhar de um gestor para garantir a qualidade do cuidado e a segurança do paciente, mesmo com as adversidades?

Levando em consideração que ao final tudo converge em um único ponto: a qualidade do cuidado e a segurança do paciente, sem dúvida, o gestor de saúde precisa ter um olhar amplo, identificando tanto gargalos nos aspectos de atendimento ao paciente como administrativos.

 Existem alguns pontos primordiais. Do ponto de vista de gestão, em especial em hospitais com programas de residência e de internato, despertar nos jovens médicos uma consciência gestora é um aspecto importante quando o assunto é preparar para o futuro. Em algum momento da formação eles têm que ter acesso a noções de competências, competitividade, entender o que é um fluxo de caixa, as burocracias com as quais ele irá lidar em um futuro, etc.

Já do aspecto do atendimento clínico em si, é parte do papel do gestor de saúde municiar o seu time com soluções e tecnologia, que garantam a efetividade clínica e agilidade do atendimento. Os meios digitais e ferramentas tecnológicas são os responsáveis por conduzir a transformação digital na área da saúde. São fortes aliados na diminuição da variabilidade indesejada do cuidado e na busca por melhor efetividade clínica, qualidade do cuidado e segurança do paciente.

Incentivar e reforçar constantemente nos futuros profissionais a importância de valer-se do conhecimento científico na hora de estabelecer tratamentos também é algo que deve estar no radar. É preciso quebrar os paradigmas de que os médicos têm todas as respostas e acabar com o cenário de que eles devem tomar duas decisões por convicção. Isso ficou inclusive muito claro no atual cenário de pandemia, no qual medicamentos, sem comprovação científica, passaram a ser largamente utilizados da noite para o dia., sem embasamento científico.

Exatamente por isso que, no Brasil e no mundo, entidades de classe e especialistas em educação médica começam a discutir aprimoramentos que talvez sejam necessários para deixar os futuros médicos mais adaptados para lidar com esse tipo de desafio.  Ou seja, reforçar o quão importante são as evidências no dia a dia do médico.

 Mas, como proporcionar esse acesso à informação? Vamos antes lembrar que profissionais da saúde, além de extremamente ocupados, assumem inúmeras responsabilidades concomitantemente.  Alguns estudos enfatizam que, para cada hora de atendimento direto ao paciente, outras duas são necessárias em frente ao computador para desempenhar essas tarefas, sejam elas burocráticas ou relacionadas a pesquisas.

 Desta forma, facilitar o acesso à informação e reduzir a quantidade de textos científicos que devem ser lidos para atualização é a maneira mais prática e eficiente. E isso, de fato, pode ser feito melhorando a experiência de navegação e permitindo que médicos acessem de maneira fácil, sem esforço e sem barreiras, as informações de qualidade que necessitam.  Ou seja, entregar o melhor da informação médica que os ajude a lidar com situações mais complexas.

Em suma, os recursos de suporte à decisão clínica emergem como uma excelente alternativa para ajudar os gestores a traçarem suas perspectivas sobre a qualidade do cuidado e segurança do paciente. Sua missão é responder de forma clara e sucinta questões clínicas importantes baseadas na melhor evidência. E isso, se já faz a diferença em situações normais, quem dirá em meio a uma pandemia.

Fabio Miyagawa, gerente de marketing para a América Latina da Wolters Kluwer Health

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Wolters Kluwer Health harmoniza conteúdos de suas soluções de suporte à decisão clínica

As soluções de efetividade clínica da Wolters Kluwer Health , líder mundial no fornecimento de soluções e informações para a indústria de saúde, estão de cara nova e ainda mais alinhadas. As mudanças aprimoram a experiência do usuário e fazem parte da estratégia da companhia de prover conteúdos harmonizados baseados em evidência e informações contextualizadas, com a mesma linguagem, para atender as distintas equipes — enfermagem, farmacêuticos, médicos – dentro de uma instituição de saúde. O objetivo da companhia é não só, cada vez mais, padronizar os cuidados na saúde e aprimorar a qualidade do atendimento, como também reduzir os índices de erros médicos e a variabilidade indesejada do cuidado.

“Conformidade é a palavra que melhor explica nosso propósito com essas mudanças. É mais do que visual. Buscamos a conformidade e a harmonização em todos os níveis e para todos os profissionais. Hoje somos capazes de trabalhar com as necessidades e prover muito do que uma instituição de saúde precisa em termos de saúde e medicina baseada em evidência e que a permita prover os melhores cuidados, melhorar a efetividade clínica e reduzir a variabilidade do cuidado”, explica Nayara Gerez, especialista de produtos Customer Success Specialist da Wolters Kluwer Health.

Com a modernização da interface, o Uptodate®, solução de suporte à decisão clínica baseada em evidências, e Lexicomp®, solução que provê para as equipes de atenção informações relacionadas às terapias medicamentosas. Isso significa que independetemente da área em que o profissional atue, ele terá acesso a informação que se complementam, algo que contribui diretamente para a uniformização do suporte à decisão clínica.

O uso desse tipo de solução é fundamental para o dia a dia das instituições de saúde que prezam pela qualidade do cuidado com o paciente. Tanto o Uptodate® como o Lexicomp® agregam inteligência ao fluxo de trabalho das equipes que estão em contato direto com o paciente. Além da nova interface, o Uptodate® também está ainda mais personalizado e pode ser customizado de acordo com o histórico e perfil do do profissional. É possível configurar para receber alertas, favoritar conteúdo, ver históricos de acesso e visualizar na página inicial se algum conteúdo que acessa com frequência foi atualizado, entre outros recursos que agilizam e facilitam o dia a dia do profissional de saúde para se manter atualizado. Outro diferencial importante é que o usuário pode não só verificar seus acessos que se são registrados como créditos/horas que podem virar certificados de educação cotinuada, que comprovem a atualiazação nas especialidades sobre as quais acessou conteúdo.

Além disso, as instituições que têm o Uptodate Advanced® – que disponibiliza 60 protocolos interativos (Pathways) que cobrem as condições de saúde nas quais a variabilidade do cuidado já é conhecida — também experimentarão a mesma interface tanto no UpToDate® Pathways como no Lab Interpretation™.

As soluções de efetividade clínica da Wolters Kluwer Health

O UpToDate, recurso de suporte à decisão clínica mais usado no mundo, ajuda a incorporar nos fluxos de trabalho conteúdo confiável e permite que profissionais da saúde adotem abordagens de cuidado mais eficientes. Mais de 80 estudos associam melhorias no atendimento ao paciente e no desempenho hospitalar ao uso generalizado do UpToDate. São 6, 7 mil especialistas clínicos que continuamente mantêm e publicam atualizações, mais de 250 mil pesquisas por ano, de 11.000 tópicos clínicos, 465 mil referências e 430 artigos pesquisados e revisados.

Já Lexicomp, que pode ajudar as instituições a reduzirem os índices de erros médicos por medicação, provê para as equipes de atenção informações relacionadas aos medicamentos que podem ser acessadas rapidamente quando surgiram dúvidas a respeito da terapia medicamentosa. Traz conteúdo e recursos adicionais para apoiar decisões e administração de medicamentos, como, por exemplo, informações a respeito de dose, indicação de uso, interações, toxicologia, compatibilidades IV, comparações de até quatro medicamentos, considerações sobre gravidez e lactação e medicamentos associados a melhores resultados e até informação para pacientes em português. Estão disponíveis informações completas sobre mais de 2,5 mil medicamentos, cobrindo 99% das 300 principais drogas de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS).

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Inteligência artificial e recursos de apoio à decisão clínica: um superpoder para os profissionais da saúde

Por Diana Nole

Não é novidade que a inteligência artificial – capacidade de máquinas tomarem decisões e aprenderem padrões – tem impactado o dia a dia de todos e provocado mudanças disruptivas nos mais diversos setores. No setor da saúde não é diferente e a AI (Artificial Intelligence) veio para ficar, graças ao impacto para melhorar os serviços, tanto no atendimento aos pacientes como nos “bastidores” dos hospitais. A ideia não é, obviamente, que ela substitua os profissionais da saúde, mas sim os auxilie nas tomadas de decisão. As tendências e possibilidades são inúmeras e atingem, de maneira geral, a todos os profissionais da saúde. Porém, ao ser integrada aos recursos de apoio à decisão clínica, os resultados são ainda melhores.

Em primeiro lugar, vamos aos exemplos mais gerais. No caso do time de enfermagem, a inteligência artificial colabora para detectar os primeiros sinais de possíveis doenças, riscos de infecções, antes que seja tarde demais. Tudo isso monitorando e descobrindo padrões inerentes às centenas de casos que os enfermeiros acompanham. Esse gerenciamento da saúde pode ser feito também à distância, quando os pacientes estão já se recuperando em casa. A equipe que presta esse serviço consegue personalizar as chamadas, direcionando a conversa com até um milhão de possíveis variações. Esses algoritmos ajudam a identificar de maneira inteligente respostas de alto risco, sinalizando inclusive as situações que requerem rápida intervenção. Sem falar que a AI também permite usar a linguagem natural para processar anotações médicas e histórico dos pacientes e ainda combinar todos esses dados não estruturados das anotações no prontuário eletrônico do paciente (PEP) e nos históricos de pacientes mais antigos. Enfim, inúmeras aplicações.

É importante também ter clara a ideia de que a combinação da AI com a expertise e conhecimento médicos pode reduzir drasticamente as taxas de erro (em até 85%). Por isso, essa tecnologia tem sido incorporada aos prontuários eletrônicos e também aos recursos de suporte à decisão clínica, aliando informações baseadas em evidências, com experiência clínica e especificidades de cada paciente. Isso eleva a ferramenta a outro patamar: passando de um conteúdo mais consultivo para um recurso de apoio com base em contexto. Avançados guias interativos, já disponíveis no mercado, permitem inserir informações sobre o paciente (como idade, sintomas, exames já realizados e resultados) e, com base em algoritmos dinâmicos, traçar o melhor caminho a ser seguido no diagnóstico e tratamento.

Esse tipo de proposição é extremamente importante na medida em que conhecer outros casos semelhantes ajuda a criar, manter e garantir a adoção de padrões para o tratamento de doenças que apresentam maior variabilidade nos cuidados. Ademais, de certo modo, esclarece pontos de dúvidas dos médicos e faz com que eles, além de aprenderem no momento do atendimento, possam automatizar esse conhecimento, que é o que a inteligência artificial e a aprendizagem por máquinas preconizam.

A variabilidade é um problema recorrente, associado à ausência de padrão nos protocolos clínicos e que não só onera os recursos e ocasiona uma série de desperdícios, como é também uma das principais causas de erros médicos evitáveis. Por isso, ao diminui-la, as organizações de saúde têm a oportunidade de melhorar os resultados a custos mais baixos. E é nesse sentido que a inteligência artificial e os recursos de apoio à decisão clínica atuam juntos. Além de ajudarem os profissionais da saúde a entregarem cuidados consistentes, de alta qualidade e efetivos, também trazem maior segurança para o paciente e ajudam a reduzir a variabilidade.

Em suma, a adoção desse tipo de solução não só simplifica o processo de atendimento, como ajuda os médicos a estabelecerem um fluxo de tomada de decisão mais interativo e chegarem a decisões mais assertivas sobre os seus pacientes, inclusive do ponto de vista de diagnósticos laboratoriais e também aprenderem com isso. Existem objetivos e, para atingi-los, temos que confiar no que a tecnologia pode nos oferecer. Acho que há uma visão de longo prazo em que precisamos nos concentrar, mas que o futuro já hoje é promissor, isso é.

Diana Nole, CEO da Wolters Kluwer Health, líder mundial em fornecimento de informações para profissionais e estudantes da área da saúde

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Wolters Kluwer figura na lista das melhores empresas de TI para o setor de saúde

A Wolters Kluwer Health, líder mundial em fornecimento de informações para profissionais e estudantes da área da saúde, subiu duas posições e está classificada em 21º lugar na lista da The Healthcare Informatics 2018, que avaliou as empresas de tecnologia com base em sua atuação no setor de saúde em 2017, nos EUA. Este é o terceiro ano consecutivo que o fornecedor global de tecnologia clínica e soluções baseadas em evidências subiu no ranking, sendo sua sétima aparição consecutiva na lista.

“O Healthcare Informatics é amplamente reconhecido como o resumo oficial das principais empresas de tecnologia que atuam no setor de saúde. É uma honra estar entre os 25 melhores e validar o comprometimento da Wolters Kluwer em equipar os clínicos, pesquisadores, estudantes e outros profissionais da saúde com as ferramentas que eles precisam para tratar os problemas mais urgentes da área da saúde”, ressalta Diana Nole, CEO da Wolters Kluwer Health. “Ao entregar tecnologia clínica avançada, inovações de inteligência artificial e soluções baseadas em evidências, a Wolters Kluwer conduz a decisões de cuidados mais informadas e agiliza os fluxos de trabalho, ajudando a eliminar a variabilidade do cuidado, melhorar a qualidade e os resultados, além de reduzir custos para organizações da saúde e pacientes.”

“Mais do que apenas uma lista, a Healthcare Informatics é um indicador absoluto de quais empresas estão resolvendo problemas na indústria de saúde dos EUA – e fazendo isso em escala”, explica Rich Tomko, vice-presidente e diretor administrativo da Healthcare Informatics. “A parte mais interessante dessa lista é entender exatamente quais problemas eles estão resolvendo e como.”

O Healthcare Informatics é uma das premiações mais importantes recebidas pela Wolters Kluwer no 1º semestre de em 2018, entre outras recebidas pela companhia estão:

– Omega NorthFace ScoreBoard, por satisfação e excelência em atendimento ao cliente
– 34 prêmios da American Society of Healthcare Publications Editor (ASHPE), incluindo a Publicação do Ano
– Finalista do Prêmio SIIA CODiE de 2018

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