Tag Wilson Caldeira

Acelera MGTI abre inscrições para seleção de startups

O programa irá selecionar e desenvolver até 15 startups de base tecnológica que já possuam produtos ou serviços que estejam, no mínimo, em fase de descoberta ou validação do cliente. O objetivo é levá-las a atingir um estágio de validação do problema, da solução e do início da escalabilidade de vendas.

Tendo como destaque sua metodologia de evolução das startups, o programa propicia conexões internacionais com Silicon Valley e Europa. Uma das novidades nesse novo ciclo é a oferta de uma vaga (para a startup com melhor desempenho no programa) para o programa de Inovação e Empreendedorismo com a Universidade de Stanford, previsto para 2018, e uma visita à ecossistemas internacionais de empreendedorismo participantes da rede BIN@ – Business and Innovation (fundada pela Universidade do Porto – Portugal, Universidade de Sheffield – Inglaterra e USP – São Paulo).

O conjunto de benefícios oferecidos equivale a um investimento, por startup, da ordem de R$200.000,00. Além das conexões já mencionadas, podem ser citados como benefícios: consultorias com profissionais experientes e qualificados, treinamentos, eventos, metodologia fundamentada nos conceitos do Lean Startup e Customer Development, mentorias com empresários e especialistas de mercado, network em ambiente potencializador de negócios, com acesso a mais de 300 empresas associadas à Fumsoft e Assespro-MG, acesso a investidores e infraestrutura e localização privilegiada.

A aceleradora/incubadora Acelera MGTI é gerenciada pela Fumsoft, entidade com mais de 20 anos de experiência em empreendedorismo, e conta com o apoio das demais entidades de tecnologia de Minas Gerais participantes do programa MGTI. Nesse período, gerou o maior track record em empreendedorismo no estado, e algumas histórias de sucesso são contadas aqui.

A MOIP Pagamentos, que ingressou em 2007 no programa de empreendedorismo, por exemplo, foi comprada pela alemã Wirecard por R$165 milhões e se destaca entre as grandes intermediadoras de pagamentos na internet. “Participar de um processo desses te dá, além da base de conhecimento teórico, te dá um atalho. Não só as pessoas que estão no processo, mas o que os mentores trazem, as pessoas com mais experiência que podem ajudar em diversas coisas, inclusive abrir portas ou oportunidades”, ressaltou o presidente executivo da empresa, Igor Senra.

A OneCloud, acelerada no início de 2014, foi adquirida pela TIVIT. “A aceleração no MGTI, e o programa Startup Brasil, foram fundamentais para conseguirmos chegar onde chegamos. Destaco as mentorias que nos ajudaram principalmente em desenvolvermos um produto inovador e fazermos um negócio onde todas as partes ficassem satisfeitas”, enfatizou o cofundador da startup, Cláudio Correa.

Para João Gallo da AppProva estar na Acelera MGTI é mais do que fazer parte de uma programa de aceleração, é estar inserido em um ecossistema com várias iniciativas, conexões e oportunidades. “Atualmente, fazemos parte do grupo Somos Educação. Com certeza o que despertou o interesse do grupo e o que permitiu que chegássemos no ponto de passar pelo processo de incorporação está totalmente alinhado com o que conseguimos desenvolver no período de incubação e aceleração.”

Wilson Caldeira, Diretor de Empreendedorismo da Fumsoft, considera que “o aprendizado contínuo que tivemos com as edições anteriores do programa, inspirados no próprio modelo Lean Startup, nos faz acreditar que teremos o que há de melhor para as startups nesse ciclo 2017/2018, com destaque para as conexões internacionais, que trarão para os participantes uma visão de negócios já inseridos no mercado global”.

O Presidente da Fumsoft, Leonardo Fares, destaca que “temos uma preocupação significativa com a consistência do negócio e das tecnologias que suportam seu modelo, de forma que possamos apoiar startups que consigam desenvolver diferenciais competitivos sustentáveis em relação aos seus concorrentes de mercado”.

Ficou interessado em ingressar no programa Acelera MGTI, que está sediado no coração de Belo Horizonte, num espaço de 1.300m², situado à Av. Afonso Pena 4.000, 3º andar, no bairro Cruzeiro? Baixe aqui o edital e efetue aqui sua inscrição, até o dia 30 de junho de 2017.

Tags, , , , ,

XI Congresso Brasileiro de Gerenciamento de Projetos reuniu especialistas renomados em Belo Horizonte

8180786c-a20f-454e-8185-17351ebdef8d

De 13 a 15 de junho, o Project Management Institute – PMI-MG realizou, em Belo Horizonte, o XI Congresso Brasileiro de Gerenciamento de Projetos. Considerado o maior evento do setor na América Latina, o encontro reuniu renomados palestrantes nacionais e internacionais que participaram de debates, apresentaram cases, ferramentas e novas tecnologias utilizadas no gerenciamento de projetos. Aproximadamente 800 congressistas participaram do evento.

Os temas foram centralizados no “Triângulo do Conhecimento do PMI ”, formado por três habilidades: técnicas, de liderança e de gerenciamento estratégico. No primeiro dia de evento, o diretor do centro de excelência em gerenciamento de projetos da IBM e um dos diretores do PMI , Steve Del Grosso, falou sobre como agregar valor à Gestão de Projetos, as perspectivas da profissão e desafios. “Deve-se estabelecer uma conexão entre estratégia e negócios, gestão de projetos e liderança dentro de uma empresa. Neste sentido, é preciso entender que um bom líder, para garantir o sucesso do seu negócio, deverá saber ouvir, manter o foco e ter intimidade com seus funcionários para entender suas necessidades e conhecê-lo o melhor possível”, conta.

O produtor executivo de mega shows e eventos internacionais, Sylvain Gauthier, que trabalhou na divisão de conteúdo criativo do Cirque du Soleil, dos Jogos Olímpicos de Pequim e na Fórmula 1 da China, falou sobre a gestão de projetos no mundo do conteúdo criativo. “Nessa área é imprescindível lapidar as ideias, saber lidar com o lado técnico e criativo, cuidar da comunicação, reunir e liderar um elenco de grandes talentos, gerir riscos, lidar com a mudança constante e com a diversidade, criar uma boa história e encontrar os investidores certos para fazer acontecer”, expõe.

O fundador da Samba Tech, um dos 50 empresários mais inovadores do Brasil pelo Meio&Mensagem e um dos 10 jovens mais inovadores do país pelo MIT, Gustavo Caetano, falou sobre inovação. Ele contou sobre sua trajetória, expôs cases e algumas estratégias dos novos modelos de empresas inovadoras. “Grandes companhias estão perdendo lugar no mercado, pois esqueceram de se reinventar. Dessa forma, as novas empresas ficam em vantagem, pois conseguem se inovar mais do que as grandes, além de estarem focadas em resolver um problema de cada vez. Desenvolvemos o que chamamos de ‘Estratégia Pinos de Boliche’, que foca num determinado problema e quando ele for resolvido, partimos para o próximo. Dessa forma, ele será solucionado com excelência e a partir disso novas ideias podem acabar surgindo. Além disso, essas empresas inovadoras estão, cada vez mais, se preocupam em oferecer serviços simplificados e que atendem às novas necessidades do consumidor atual”, conta.

Caetano também ressaltou a importância de ser flexível na gestão de projetos. “O futuro é imprevisível e as coisas estão mudando muito, então não fixe no planejamento e esteja disposto a mudá-lo de acordo com as novas situações que forem surgindo”, recomenda.

Outra palestra de destaque ficou por conta do economista mais influente do Brasil (Forbes e Klout), único brasileiro na lista dos mais importantes palestrantes mundiais do Speaker’s Corner, Ricardo Amorim. Ele falou “porque a economia deve melhorar e surpreender positivamente em breve com o melhor gerenciamento deste grande projeto chamado Brasil”.

Amorim falou sobre o cenário político atual brasileiro e abordou temas como o impeachment, delação premiada e o Petrolão. O economista também fez importantes comparativos entre política, economia e gestão de projetos. “Um bom governo e um bom gerente de projetos precisam manter um equilíbrio entre saber ouvir o que o outro tem a dizer e a não ceder sempre às pressões. Uma boa liderança é primordial para o sucesso”, avalia. Ao final, ele deixou uma mensagem positiva aos congressistas. “As grandes oportunidades surgem das grandes crises, pois elas nos tiram da zona de conforto e nos fazem tomar iniciativas. Se não fosse pela crise vivida no país, o brasileiro não teria saído às ruas exigindo que os corruptos fossem presos, por exemplo. A impunidade ainda reinaria. Como gestor de projetos, pense nisso como uma oportunidade de melhorar os seus serviços, seu atendimento e se tornar um profissional de destaque”, conclui.

Já o consultor em gerenciamento de projetos e membro do PMI PgMP Panel Review Committee, André Toso Arrivabene, abordou o tema: “Estratégia de Negócios no Mundo Real: sua estratégia pode estar errada?”. “Muito mais que definir uma visão e fazer análise SWOT, é importante superar forças estruturais que tendem a reduzir sua rentabilidade. Dessa forma, é preciso ir atrás de vantagens competitivas sustentáveis, que são atributos que fazem uma empresa ter um desempenho comparativamente melhor que seus concorrentes”, recomenda.

O sócio diretor da empresa Caldeira Marketing – Consultoria em Marketing e Vendas, e vice-presidente de Marketing da Assespro MG, Wilson Caldeira, falou sobre o conceito de Lean Startup para gerar inovação. “O maior inimigo da inovação é o sucesso. Quem deu errado não tem medo de inovar, já quem deu certo, tem. O momento atual exige saber testar e interagir com o cliente”, ressalta.

Outras palestras que também fizeram parte do Congresso são a do consultor, instrutor e professor em gestão de projetos e portfólios, Paulo Mei, que falou sobre “A Gestão Descomplicada de Stakeholders utilizando o modelo PM Mind Map®”. O diretor da Impariamo Cursos e Consultoria, pós-doutor em Educação pela UNESP, Armando Terribili Filho, palestrou sobre “Lições aprendidas: um instrumento de planejamento para tomada de decisão”; a especialista em programas acadêmicos, Ashley Forsyth, falou sobre o avanço do ensino de gestão de projetos; e o professor e engenheiro civil, Angelo Valle, falou sobre o futuro do Gerente de Projetos e a importância de saber gerenciar o conhecimento e o aprendizado.

As palestrantes Sandra Lage e Fabiana Bigão apresentaram seu artigo: “Gamification em Gerenciamento de Projetos: estudo de caso de uma grande construtora”. Lage realçou a importância da gamificação dentro das empresas. “A gamificação deve ser usada para motivar equipes a executarem suas atividades de forma a terem uma experiência de trabalho gratificante e divertida, com recompensas visíveis em função dos resultados alcançados”, ressalta.

O General de Brigada, Guido Amim Naves, ministrou a palestra “A gestão de portfólio de projetos do Exército Brasileiro”. “A cultura organizacional do exército é algo muito forte. Somos uma instituição com muitos valores e que preza pela disciplina e hierarquia, por exemplo. Isso acaba influenciando muito na nossa forma de gerenciar projetos dentro do exército, pois possuímos nossa própria sistemática de planejamento e nosso mapa estratégico”, diz.

O professor e Consultor na Fumsoft nos projetos SebraeTec, na área de inovação tecnológica, Fernando Zaidan, falou sobre “Gestão de Projetos de Games: uma estratégia de gestão e negócios em um mercado inovador”. Durante a conversa ele explicou como funciona o processo de criação de games, deu dicas e comentou sobre os desafios desse universo. “No mundo dos jogos tem que se dedicar muito e ter uma estratégia forte. Além de participar de vários projetos para ganhar expertise na área, é preciso também aflorar na equipe de produção de games a paixão pelo desenvolvimento”, conta.

Marcelo Szuster, MBA em Finanças pelo IBMEC, que ministrou palestra sobre “As forças por trás da transformação digital”; o coordenador acadêmico de MBA em Gerenciamento de Projetos e em Gestão Estratégica de Tecnologia da Informação, André B. do Valle que falou sobre “O gerente de projetos como fator estratégico para sucesso do projeto”; a Facilitadora de Desenvolvimento para a Vale, Hanna Meirelles, que ministrou palestra sobre como empoderar a verdadeira liderança; e o mestre em administração e gestão de projetos, pesquisador e professor em várias escolas de negócios e universidades brasileiras, Farhad Abdollahyan, falou sobre metas de desenvolvimento sustentável até 2030 e o papel dos gerentes de projetos.

O último dia do evento, quarta-feira (15) iniciou com um painel de discussão que teve como tema: “O impacto da crise na área de Gerenciamento de Projetos em diferentes regiões do país”. Grandes nomes fizeram parte dessa discussão, como o CEO da Excellence Gestão Empresarial e consultor, Adilson Pize; o diretor executivo da CAF Facilities Management e consultor, Carlos Augusto Freitas; o fundador do PMI Mato Grosso, Clebiano Nogueira; o IT Sr. Delivery Manager de uma multinacional americana no Brasil e professor em diversos cursos de MBA pelo país, Juliano Reis; a gerente de produtos e serviços na equipe projetos do Banco do Nordeste e voluntária do PMI , Raquel Ximenes e o presidente do PMI-PR e Coordenador Geral da Integração Nacional dos capítulos ou sedes do PMI no Brasil, Sergio Marangoni.

Os especialistas responderam perguntas feitas pelo diretor do PMI-MG , Leandro Siqueira, que mediou o debate. Cada participante, representando uma região do Brasil, deu um breve panorama da gestão de projetos em diversos setores da economia, contou suas perspectivas de mercado e os desafios enfrentados. Segundo Sérgio Marangoni, na região Norte existe uma escassez de profissionais da área de gerenciamento de projetos, pois a maioria dos gestores ainda insiste em construir carreira nas cidades da região Sudeste como Rio de Janeiro e Belo Horizonte. “Precisamos de pessoas. As oportunidades de trabalho existem, basta se adaptar ao mercado”, diz.

O IT Sr. Delivery Manager, Juliano Reis, deixou uma mensagem aos congressistas. “O gerenciamento de projetos nunca foi tão necessário quanto agora. Antes as organizações tinham chance de errar, agora, com o erro, ela pode estar fadada ao fracasso. Por isso é tão importante que o profissional comece a investir nele mesmo, corra atrás de certificações e planeje sua carreira, pois dessa forma, quando o cenário melhorar, ele já estará pronto para o mercado e estará à frente dos concorrentes”, finaliza.

Uma das palestras finais contou com um fator surpresa. O consultor e professor nas áreas de governança, gestão e projetos, Thiago Ayres, que ministrou a palestra: “MotoRide Latin America: lições de um projeto de aventura em duas rodas”, entrou, juntamente com dois amigos, montado em suas motos.

Ayres, que atravessou seis países pela América Latina, falou sobre a importância do planejamento para se realizar uma viagem. “A viagem deve ser encarada como um verdadeiro projeto e diversos fatores precisam ser levados em consideração para garantir que a jornada seja bem sucedida. É necessário organizar, por exemplo, os horários, objetivos, determinar custos e definir roteiros”, diz. Segundo Ayres é preciso levar em consideração também os possíveis riscos de uma viagem. “Nem tudo, claro, pode ser planejado. Em uma das viagens, por exemplo, sofri um acidente com a moto que deu perda total, mas como fizemos um planejamento, garantimos mais de seis seguros, o que facilitou e muito a nossa vida”, finaliza.

A 12ª edição do Congresso será realizada em 2017 em Curitiba, no Paraná.

Tags, , , , , , , , , , , , , , ,

MGTI e Centro de Desenvolvimento Profissional de Stanford reeditam Programa de Inovação e Empreendedorismo

64f69aef-a4d3-400f-9484-485632c73634

A Fumsoft, no âmbito do programa MGTI, e a Universidade de Stanford, através do Centro de Desenvolvimento Profissional, SCPD em inglês, trazem ao Brasil, por Minas Gerais, uma nova edição do Programa de Inovação e Empreendedorismo. Trabalho de extremo sucesso, que teve seu primeiro momento em 2014, atendendo a 25 empresas mineiras. É uma oportunidade imperdível, que se renova, para os empreendedores que desejam incorporar a inovação à estratégia de crescimento de suas empresas.

Agora em 2016 o Programa de Stanford capacitará mais 25 empresas, com dois participantes de cada uma delas. Empresas de base tecnológica de todo país podem se inscrever e participar. O coordenador Wilson Caldeira, que responde pelo Programa de Inovação e Empreendedorismo em terras brasileiras, é enfático ao dizer por que as empresas devem participar, “porque esse é o melhor programa de inovação e empreendedorismo do mundo, comprovado pelas 25 empresas da turma de 2014”. Em relação ao foco que terá a edição de 2016, Caldeira afirma, “continuaremos contribuindo para o aumento da competitividade das empresas brasileiras de base tecnológica para competirem em nível mundial”.

A nova edição

Neste ano o programa terá webinars ao vivo em 28/09, 11/10 e 26/10; curso online entre 29/09 e 28/10; e atividades presenciais, no campus de Stanford, entre os dias 31/10 e 04/11. Questionado sobre destaques do Programa de Stanford, Wilson Caldeira lembra que, “essa capacitação não é apenas um curso, mas um programa que começa em Stanford e termina com o sucesso empresarial, conforme pode ser atestado pelas empresas que participaram da primeira turma”. Citando apenas dois casos desse sucesso, temos a Solides, indicada por um dos juízes, que avaliam os pitchs das empresas no programa, para conversar com o LinkedIn e avaliar a sinergia do software apresentado em Stanford com a plataforma da rede de relacionamento profissional; e também o caso da Siteware, que após o programa recebeu um financiamento considerável pelo Criatec e abriu um escritório comercial em São Paulo.

Inspire-se

Acrescentando outros estímulos para que novas empresas participem do Programa de Stanford, Wilson Caldeira afirma que, “os resultados obtidos pelas 25 empresas que participaram em 2014, em termos de receita, lançamentos de novos produtos, investimentos recebidos e projeção internacional, segundo seus fundadores, são sem precedentes em relação a investimento e retorno. Agora em 2016, um novo grupo de empresas de base tecnológica, de todas as partes do Brasil, terá a oportunidade de participar de uma nova turma. São diversas formas de aprendizado, incluindo atividades presenciais no campus da Universidade de Stanford, webinars ao vivo com professores do programa e módulos de Ensino a Distância. Esse é o melhor caminho para transformar a visão de inovação da sua empresa em um negócio de sucesso”!

Confirmando as informações de Caldeira, recorremos ao que Marcello Ladeira disse a respeito da participação no programa, ainda em 2014, “o impacto do que vimos e aprendemos é histórico. Não estamos criando startups, mas empresas de tecnologia de classe mundial”; temos ainda o depoimento de Mônica Hauck, à mesma época, “foi uma experiência muito intensa, prática e rica. Nós aprendemos muito sobre objetividade e foco no cliente. Estas são coisas que, se não pararmos e participarmos de um programa que nos coloca em contato com diferentes culturas, principalmente com o Vale do Silício, nós não aprendemos. Precisamos viver e participar, realmente vale a pena”!

Tags, , ,