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Wi-Fi em planta industrial ajuda Termomecanica a avançar na direção da Indústria 4.0

Em mais uma iniciativa visando alcançar o status de Indústria 4.0 , a Termomecanica está finalizando a fase piloto de implementação de um sistema integrado de comunicação dos seus equipamentos, que permite coletar e analisar dados históricos e em tempo real. O objetivo é antecipar problemas e agir de maneira preditiva, impactando diretamente o aumento de produtividade da fábrica e facilitando a gestão. Programado para ocorrer em duas fases, esta primeira etapa contempla a aplicação de um sistema empregando tecnologia Wi-Fi, que cobrirá inicialmente o setor de fundição, mas especificamente os fornos da linha de chapas, de uma de suas unidades fabris em São Bernardo do Campo. Já na próxima etapa, planejada para começar em 2020, serão incorporados nessa infraestrutura outros equipamentos do setor de fundição utilizados em diferentes processos produtivos. A Termomecanica é líder no setor de transformação de Cobre e suas ligas, em produtos semielaborados e acabados.

“Este projeto está totalmente alinhado à aplicação do conceito Indústria 4.0, hoje uma das prioridades na Termomecanica. É preciso frisar que essa transformação exige foco por igual em pessoas, processos e tecnologia, sem que um ou outro se sobressaia. Entendemos também que inteligência e automação precisam estar embutidas em todos os processos e as decisões baseadas em algoritmos”, ressalta Walter Sanches, superintendente de tecnologia.

O sistema consiste em uma poderosa ferramenta de gestão que tornará possível, em curto prazo, a tomada de decisões e ações em tempo hábil para a operação de produção e, em longo prazo, realizar análises táticas e estratégicas para empresa. O próximo passo é utilizar o produto desse trabalho em um “big data” que inclui informações da engenharia e de outras áreas como de Planejamento e Controle da Produção e Qualidade. Além disso, graças a integração de diversos sistemas como ERP (Enterprise Resource Planning), MES (Manufacturing Execution System) e SCADA (Supervisory Control and Data Acquisition), os dados coletados através dessa infraestrutura Wi-Fi e apresentados em telas intuitivas poderão auxiliar os gestores na tomada de decisão a respeito de investimentos e a apoiar estudos e ações para eliminação de desperdícios nos diferentes setores da fábrica.

Este sistema integrado de comunicação dos equipamentos está sendo construído em conjunto pelas áreas de TI (Tecnologia da Informação) e TA (Tecnologia da Automação). No entanto, desde o pré-projeto, aprovação e até na execução envolveu outros setores, como o de Energia e Utilidades, que se beneficiam direta e indiretamente das informações extraídas dos fornos de fundição. “A criação de um time multidisciplinar é um dos pilares de projetos como esse, voltados para a Indústria 4.0, e faz toda a diferença para que os resultados sejam alcançados. A ideia é que, conforme for avançando, transforme-se em um sistema para monitoramento e supervisão de toda a planta e não somente da fundição, trazendo uma visão unificada do que acontece em toda a empresa”, explica Fabio Stancov, gerente de Energia e Utilidades e um dos responsáveis pelo projeto.

A infraestrutura de Wi-Fi servirá ainda de base para outros projetos futuros, como o de mobilidade, que permitirá o acompanhamento de todos os indicadores e informações das plantas também via tablet ou smartphones. Em paralelo, a implementação do sistema de Wi-Fi, o projeto contempla iniciativas de Big Data para o armazenamento de todos os dados e informações dos processos coletadas nos servidores da Termomecanica, além de aspectos de Cyber segurança, com a implantação de diversas regras de segurança e certificados para garantir maior confiabilidade no armazenamento de dados.

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Booking.com revela que café da manhã é mais importante que Wi-Fi para o viajante brasileiro durante as férias

Para se sentirem confortáveis longe de casa, os viajantes do mundo todo, inclusive os brasileiros, curtem pequenos luxos. Mais de um terço dos viajantes mundiais (35%) consideram que as comodidades são uma parte importante das informações necessárias ao fazer uma reserva, de acordo com uma pesquisa recente da Booking.com, líder mundial em conectar viajantes com opções incríveis de lugares para ficar.

As preferências variam de acordo com a nacionalidade, apesar de todas concordarem que um local seguro é o que de melhor uma acomodação pode oferecer. Excluindo “local seguro”, a comodidade preferida dos brasileiros é, quem diria, um café da manhã delicioso (68%). Começar bem o dia com uma bela refeição ficou na frente de outras amenidades muito buscadas, como ar condicionado no quarto (61%), equipe profissional e solícita (57%), Wi-Fi grátis (50%) e equipe que fala meu idioma (48%).

O café da manhã é importante apenas para 2 em cada 10 australianos e, para eles, o primordial é ter ar condicionado dentro do quarto (45%). O ar condicionado é também a preferência número um dos norte-americanos (66%). Já o Wi-Fi gratuito é o item mais desejado pelos viajantes na Nova Zelândia (51%). Os viajantes japoneses (60%) dão muito mais importância ao ar condicionado do que ao Wi-Fi (36%). Por outro lado, apenas 30% dos viajantes dinamarqueses consideram o ar condicionado importante, enquanto quase metade precisa de Wi-Fi (49%).

Outras amenidades bastante consideradas por viajantes brasileiros são estacionamento gratuito (47%) e minibar (46%). Veja abaixo um quadro com as 10 principais comodidades escolhidas pelos viajantes brasileiros e o comparativo com a porcentagem de viajantes globais:

10 principais comodidades

Porcentagem de viajantes brasileiros que consideram importante

Porcentagem de viajantes globais que consideram importante

Café da manhã delicioso

68%

36%

Ar condicionado

61%

45%

Equipe profissional e solícita

56%

42%

Wi-Fi grátis

50%

31%

Equipe que fala meu idioma

48%

35%

Estacionamento grátis

47%

31%

Minibar

46%

13%

Piscina

39%

24%

Informação turística disponível facilmente

39%

26%

Restaurantes

35%

25%


Momento da decisão

Com tantas opções para escolher, muitos viajantes contam com conhecimento especializado para garantir que estão tomando a decisão certa. De longe, a fonte de informação mais procurada pelos viajantes antes de fazer uma reserva é ‘avaliações de outros viajantes’, já que um terço dos viajantes globais (33%) considera uma das três fontes de informação mais importante antes de fazer uma reserva.

Brasileiros, russos e coreanos passam a maior parte do tempo procurando opiniões. Aproximadamente 6 em cada 10 viajantes desses países preferem consultar pelo menos uma fonte de avaliações antes de fazer uma reserva. Do outro lado do espectro, encontramos japoneses, mexicanos e suecos, cerca de 6 em cada 10 viajantes desses países não dão muita importância para qualquer tipo de avaliação, e se baseiam apenas no que sabem sobre as comodidades e outras informações relevantes.

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*Pesquisa realizada pela Booking.com no final do ano de 2017 com 57 mil viajantes de 30 países.

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Aruba potencializa rede Wi-Fi na Assembleia Legislativa do Espírito Santo

A renovação da infraestrutura de TI da Assembleia Legislativa do Espírito Santo (ALES) com a implementação de soluções HPE Aruba conseguiu reverter o quadro frequente de indisponibilidade de rede (em que usuários ficavam sem acesso à internet, aos servidores, ao banco de dados e a aplicações) e viabilizou à instituição agregar mais serviços aos usuários internos e visitantes. “A velocidade da rede também melhorou muito”, relata Jonston Caldeira, superintendente de TI na Assembleia Legislativa do Espírito Santo. “Agregado a isso, a rede sem fio, que é o forte da Aruba, veio dar mobilidade ao serviço que disponibilizamos dentro da casa. Tínhamos essa questão como uma insatisfação muito latente, pois apesar de ser um prédio só, essa falta de flexibilidade para os usuários da Assembleia era uma funcionalidade de TI que só pudemos resolver com a ajuda da Aruba”.

De acordo com Caldeira, a casa possui um cenário de utilização de rede Wi-Fi bem complexo: ao receber um cidadão na ALES precisamos prover acesso sem fio a todos os visitantes, mesmo tendo uma enorme gama de visitação diária. “O dimensionamento da solução Aruba inicialmente me preocupava ser insuficiente, mas tanto a demanda de usuário interno quanto a de visitantes não me preocupa mais. Temos registrado cerca de dois a três mil acessos diários, então só tenho elogios à marca e à tecnologia utilizada”, destaca.

A HPE Aruba venceu o processo licitatório para um projeto de substituição de todos os ativos de rede. De acordo com Caldeira, a ALES tinha uma infraestrutura de comunicação interna bem obsoleta com equipamentos de mais de 15 anos e sem garantia. No decorrer do processo, o projeto com a Microware que contemplava recursos do portfólio HPE Aruba foi ganhando corpo, aumentando o número de equipamentos de rede que promovem a comunicação entre os computadores e os recursos de TI na Assembleia, consolidando funcionalidades de rede sem fio ao projeto – carro-chefe da Aruba.

A solução implementada foi composta com os seguintes itens:

– 2 Switches core – HPE FlexFabric 5940
– 58 Switches de acesso – Aruba 2930M 48G PoE+
– Controladora Wi-Fi – Aruba 7205
– 100 APs – Aruba AP-325
– Software de gerenciamento da rede “LAN” – HP IMC
– Software de gerenciamento Wi-Fi – Aruba AirWave

Resultados

“Estamos bastante satisfeitos com a tecnologia HPE Aruba. Nosso conhecimento sobre a empresa era superficial por meio de casos de sucesso, mas na prática nós nunca tínhamos tido muito contato. A Aruba não só atendeu como superou todas as nossas expectativas. Queremos ampliar o projeto agregando outras soluções que a Aruba oferece. Foi uma excelente contratação que fizemos, acho que melhor custo-benefício não encontraríamos no mercado”, reforça o especialista.

Caldeira destaca também que um diferencial importante durante o processo foi o acompanhamento muito próximo do time da Aruba. “Até hoje, apesar do projeto finalizado, eles estão sempre em contato com a gente, trocando ideias e com perspectivas de melhorias. Essa relação com o fabricante é muito bacana e positiva que para mim foi um grande diferencial”, diz Caldeira. Segundo ele, a Aruba não tem só um produto de qualidade, mas uma equipe que fornece todo o amparo necessário. “Adquirimos uma solução de rede cabeada e não cabeada e gostaríamos de continuar agregando valor com atualizações e novas soluções no projeto já para o próximo ano”, conta.

A Assembleia Legislativa do Espírito Santo (ALES) é dividia em três torres, sendo elas: Torre Legislativa, Torre Administrativa e Torre de Conexão. Em cada pavimento de cada torre, há um eixo para suportar a infraestrutura de rede em que os switches de acesso são interligados ao core da rede.

A comunicação da rede legada da ALES (switches de acesso com o switch core) era realizada por fibra, atingindo velocidade de 1Gbps e 100Mbps para os dispositivos do cliente. De acordo com Eduardo Rangel, da integradora Microware responsável pelo projeto, antes a ALES não possuía o gerenciamento de sua rede LAN, tampouco o gerenciamento de redes WiFi, improvisadas por alguns funcionários. “Com a implantação da solução HPE Aruba, os switches proveram acesso a 1Gbps e comunicação de 10Gbps com o switch core, um aumento considerável em qualidade e velocidade de rede. A estrutura WiFi foi importante para manter todos os funcionários e visitantes online, possibilitando a comunicação por meio da internet e facilitando o uso de estações de trabalho móveis por todas as torres”.

A representatividade da marca Aruba é maior e mais consolidada em soluções de rede sem fio. Após a aquisição pela HPE, a empresa também passou a oferecer equipamentos para rede cabeada, que consistia no projeto original com a ALES.

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Segurança deficiente nos roteadores está deixando os brasileiros vulneráveis a ataques cibernéticos

Nova pesquisa da Avast revela que 43% dos brasileiros nunca acessaram a interface administrativa web de seus roteadores para alterar as credenciais de login de fábrica. Dos brasileiros que acessaram a interface administrativa web, 72% nunca atualizaram o firmware do roteador.

Os consumidores brasileiros, que têm uma segurança deficiente em seus roteadores, estão sob alto risco de ataques cibernéticos projetados para assumir o controle de dispositivos conectados à rede Wi-Fi, roubar senhas e coletar outras informações pessoais confidenciais. Uma nova pesquisa da Avast, líder mundial em segurança digital, revela que 43% dos brasileiros nunca acessaram a interface administrativa web de seus roteadores para alterar as credenciais de login de fábrica. Outra constatação preocupante é que 14% dos brasileiros que usaram essa interface administrativa web, ainda mantêm as credenciais fornecidas com o roteador. Somente 42% dos brasileiros alteraram suas credenciais de login dos roteadores através da interface web. Além disso, dos brasileiros entrevistados que acessaram a interface administrativa web, 72% nunca atualizaram o firmware do roteador.

A pesquisa foi realizada para entender melhor o conhecimento do público com relação à segurança dos roteadores, que é frequentemente negligenciada quando as pessoas prestam mais atenção nos dispositivos que estão utilizando.

No início deste mês, cerca de 700.000 roteadores em todo o mundo foram diagnosticados como vulneráveis a um malware com recursos de decodificação SSL. Conhecido como VPNFilter, esse malware modular contém recursos de ataque MiTM (Man-in-The-Middle), criado para injetar cargas maliciosas no tráfego da internet. O malware tem a capacidade de escanear o tráfego web de entrada e saída na rede do usuário, com o objetivo de coletar senhas e outras informações confidenciais. Até hoje, roteadores de 54 países foram afetados, incluindo os modelos Linksys, NETGEAR, D-Link, Huawei e Asus.

Também foi relatado recentemente que a botnet Satori, uma botnet que infecta dispositivos IoT (Internet das Coisas) usando-os para realizar ataques DDoS e minerar criptomoedas, está se espalhando e explorando uma vulnerabilidade nos roteadores DSL da D-Link. O Brasil é atualmente o país mais afetado.

A pesquisa da Avast ilustra como os ataques podem tirar proveito da falta de compreensão das pessoas sobre a segurança dos roteadores. Exatamente metade dos consumidores brasileiros admitiu acessar a interface do roteador uma vez por ano ou menos, para verificar se há atualizações, enquanto um número similar (52%) disse que não tinha ideia de que seus roteadores tinham firmware – um software pré-programado, gravado em hardware que requer atualização para incorporar patches de segurança.

“Uma rede local do usuário é tão relevante e pode ser vista como o elo mais fraco de uma cadeia. Na maioria das vezes, o roteador é o maior ponto de vulnerabilidade”,disse Martin Hron, Pesquisador de Segurança da Avast.

“O roteador é freqüentemente mal compreendido ou ignorado, porém, é indiscutivelmente o dispositivo mais importante ao atuar como porta de entrada para a internet. Ao conectar vários dispositivos e permitir que compartilhem dados entre si, enquanto gerenciam o tráfego web de entrada e saída, o roteador é um alvo natural para cibercriminosos que desejam coletar informações pessoais confidenciais dos usuários, como detalhes de login do banco e explorar dispositivos conectados à rede como os de IoT. No mínimo, deve-se alterar o nome do usuário e a senha padrão de fábrica, assim que o roteador estiver instalado e verificar pró-ativamente se há atualizações de firmware”, finalizou.

Metodologia da pesquisa

A pesquisa foi realizada pela Avast em junho de 2018 e entrevistou 1.522 consumidores no Brasil.

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Instabridge recebe US$ 3 milhões para expansão na Ásia

A Instabridge, startup sueca de tecnologia que desenvolve a maior comunidade mundial de compartilhamento de conexões WiFi por meio de um aplicativo mobile de mesmo nome, se mostrou bastante popular no Brasil e no México e recebeu um financiamento adicional de US$ 3 milhões para investir em sua expansão na Ásia, começando pela Índia.

A nova rodada é liderada pela Luminar Ventures (Magnus Bergman e Jacob Key), com a participação dos patrocinadores anteriores Balderton Capital, Draper Associates, Moor e Creandum. A empresa já havia levantado cerca de US$ 5 milhões.

Fundada no final de 2012 originalmente como uma forma de permitir o compartilhamento de WiFi com amigos no Facebook, a empresa sediada em Estocolmo transformou-se em uma comunidade mais ampla de compartilhamento de WiFi e encontrou força nos mercados em desenvolvimento, onde os dados de celular permanecem altos.

O Instabridge permite que você compartilhe os detalhes de qualquer ponto de WiFi público e forneça acesso aos pontos de internet compartilhados para todos os outros membros da comunidade. Isso permitiu criar um banco de dados crowdsourced de pontos de WiFi, além de uma lista de locais públicos conhecidos que têm acesso gratuito à internet, como McDonald’s ou Starbucks.

Instabridge planeja trilhar o mesmo caminho que seguiu na América do Sul para atingir a população indiana de mais de 1 bilhão de pessoas, das quais apenas 400 milhões atualmente têm acesso à internet. “Isto inclui a formação de uma equipe na Índia e a nova missão da empresa de expandir o acesso à Internet aos países em desenvolvimento, onde os serviços de internet permanecem relativamente caros e o acesso à internet é um dos meios comprovados de ‘reduzir a desigualdade de renda’”, diz Niklas Agevik, CEO da Instabridge.

Hoje o Instabridge possui 2,3 milhões de usuários ativos mensais e está crescendo a uma taxa de 50.000 novos usuários por dia. O banco de dados do aplicativo contempla atualmente 2 milhões de pontos WiFi. Hoje já são 1 milhão de pontos de WiFi do Brasil cadastrados no aplicativo: metade do total de redes compartilhadas por usuários do Instabridge em todo mundo. São Paulo (245 mil), Rio de Janeiro (105 mil), Minas Gerais (95 mil), Bahia (80 mil), Paraná (60 mil), Rio Grande do Sul (40 mil), Distrito Federal (15 mil) e Paraíba (23 mil) aparecem no ranking brasileiro com o maior número de pontos de WiFi cadastrados. Esse aumento do número de redes no País reflete um crescimento de 200% comparando o último trimestre de 2017 e 2016, período que somava 300 mil redes. O número de downloads somente no Brasil também cresceu: de 3,6 milhões de usuários no último trimestre de 2016 para 11,7 milhões no mesmo período do ano passado, o que representa um crescimento de 225%. No mundo, o Instabridge soma 19 milhões de usuários.

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GRU Airport amplia tempo de utilização de Wi-Fi gratuito

Usuários agora podem utilizar duas sessões de uma hora

O GRU Airport – Aeroporto Internacional de São Paulo – tem uma novidade para todos os usuários. Desde o início de março, ao acessar a rede sem fio do aeroporto (GRU WI FI), será possível utilizar duas sessões gratuitas de uma hora cada, com velocidade de cinco megabytes por segundo.

Com a ampliação do período, os usuários poderão aproveitar ao máximo suas redes sociais, navegar pelas páginas de internet e, também, usar os streamings de música e vídeo sem perder qualidade ou travamentos.

Além disso, as duas sessões de uma hora não são seguidas. Ou seja, o usuário pode usar uma hora em um período e a outra em um horário diferente no mesmo dia.

Para acessar é bem simples. Basta habilitar o Wi-Fi no celular, tablet ou notebook, escolher a rede GRU WIFI e, com apenas um click e sem necessidade de fazer cadastro, escolher a opção GRU Wi-Fi Grátis no site da Boingo – provedor líder mundial em aeroportos em serviços wireless. Após as duas horas, o usuário poderá optar por um dos pacotes disponíveis (Boingo Unlimited – R$ 12,45/mês e 20 megabytes por segundo, ou Boingo AsYouGo, R$ 19,90 por 24 horas e velocidade de 10 megabytes por segundo).

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Como a TI pode apoiar a Consumerização da Medicina?

Por Keith Bromley, Gerente Sênior de Soluções de Marketing da Ixia

A consumerização da medicina está se tornando fundamental para as instituições de cuidados de saúde e tem sido adotada tanto pela indústria de cuidados de saúde quanto pelos pacientes. Segundo a operadora de planos de saúde Anthem, 76% dos pacientes acredita que a tecnologia tem o potencial de ajudá-los a melhorar a sua saúde. Ao mesmo tempo, essa tendência de consumerização vem criando um ônus para a indústria de TI durante o processo de transição e implantação desses novos serviços.

O que é a consumerização da medicina? Embora este tema possua várias vertentes, as três principais áreas responsáveis pela transformação da indústria de cuidados de saúde são:

• A expansão das redes de Wi-Fi para dar suporte às novas tendências para dispositivos pessoais e distribuídos (IoT e BYOD).
• A modernização dos sistemas de pagamentos médicos (sistemas de cobrança online em portais de pacientes, pontos de venda e Apple pay).
• A explosão dos serviços de Telemedicina e Telesaúde.

A fim de serem considerados “de vanguarda”, muitos hospitais adotaram a tecnologia Wi-Fi (tanto para os profissionais de cuidados de saúde quanto para os pacientes) e implantaram IoT para os seus equipamentos médicos (como dosadores de remédio eletrônicos e monitores de estatísticas vitais dos pacientes). No entanto, uma das desvantagens dessa consumerização é que a expansão do uso de redes de Wi-Fi dentro das instalações de cuidados de saúde está causando o consumo desenfreado de banda larga. Como nem todo consumo é igual ou linear, a TI precisa estar preparada para gerenciar esse recurso.

Um exemplo disso é a adoção da BYOD pelos hospitais para os profissionais de cuidados de saúde e a implantação de Wi-Fi para os pacientes. Alguns exemplos dessa tendência incluem: sistemas de comunicação médica baseados em Voice over IP (VoIP) para médicos e enfermeiros (tais como o Vocera badge); o download de dados para os laptops e notepads de instituições de cuidados de saúde; e o acesso dos pacientes à visualização de dados e de vídeos. Enquanto tudo isso está acontecendo, a TI precisa dispor de banda larga suficiente e priorizar tipos de dados que garantam que as transações médicas em tempo real passem pela rede sem atrasos. Por isso, a TI precisa saber com precisão quem está utilizando a banda larga e quem está abusando dela. Por exemplo, quem está de fato utilizando a banda larga dos hospitais? Os Vocera Wi-Fi badges para a comunicação entre os funcionários ou os pacientes assistindo à Netflix?

Nos últimos anos, houve uma explosão de dispositivos médicos que utilizam IoT. Alguns exemplos disso são as bombas de infusão que administram remédios sem a necessidade de um enfermeiro presente e os monitores de paciente eletrônicos. Estes dispositivos fazem mais do que enviar dados periodicamente para a enfermaria, enquanto que as bombas de infusão precisam baixar bibliotecas inteiras de remédios e os transmissores de telemetria que utilizam a WLAN (rede de área local sem fio) enviam alarmes e dados em configuração de onda para uma estação central.

A consumerização também está impulsionando outras formas de comunicação IP, tais como cobrança online, pontos de venda (PDV) e sistemas de pagamento móvel, já que os consumidores querem ter acesso a uma variedade de opções de pagamento que atendam as suas necessidades. No entanto, isso significa que além do processo de cobrança eletrônica padrão, a indústria de TI precisa dar apoio a ferramentas de e-commerce, de processamento de cartão de crédito e a sistemas de cobrança BYOD. Além de lidar com a complexa integração desses quatro tipos de sistemas de pagamento, é necessário aderir aos padrões de conformidade regulatória (HIPAA, PCI-DSS, SOX, etc.).

A telemedicina (e a telesaúde) também requerem o uso de tecnologia. A telemedicina consiste em consultas médicas através de ferramentas eletrônicas (computadores, tablets, dispositivos móveis, etc). Segundo a Anthem, essa prática pode gerar uma economia anual de 6 bilhões de dólares aos consumidores norte-americanos, e esse mercado global deve exceder 34 bilhões de dólares até 2020. A telemedicina é conveniente e acessível para consumidores que vivem em regiões remotas ou que estão muito ocupados, pois oferece acesso imediato e 24 horas por dia a médicos (tais como Teladoc, Doctor on Demand e LiveHealth Online), com custos baixos e sem a necessidade de deslocamento até o consultório. Esta é uma excelente opção para gripes e erupções cutâneas. Segundo 67% dos pacientes, a telemedicina aumentou a sua satisfação com os cuidados médicos. Devido ao aumento no uso de registros médicos eletrônicos (RME) promovido pelo Affordable Care Act (lei de proteção do paciente e dos serviços de saúde acessíveis), as informações coletadas através da telemedicina podem ser usadas para atualizar os registros dos pacientes e assim, facilitar o trabalho dos médicos. Segundo a Anthem, 51% dos médicos acessam de maneira eletrônica as informações de pacientes de outros médicos, enquanto que mais de 91% dos hospitais já adotaram os registros eletrônicos.

Há também um volume enorme de informações que estão sendo acessadas e disponibilizadas em dispositivos móveis e com acesso à internet. Cinquenta e dois por cento dos usuários de smartphones acessam informações sobre saúde através de aplicativos móveis, enquanto que. 93% dos médicos acreditam que os aplicativos móveis podem ajudar a melhorar a saúde dos pacientes. Além disso, 70 milhões de pessoas nos EUA utilizam dispositivos de monitoramento vestíveis. Alguns desses dispositivos podem transmitir dados para os consultórios dos médicos, que podem ser incluídos nos RME dos pacientes e assim, manter os seus registros médicos atualizados. Por exemplo, rastreadores de atividade, marca-passos e bombas de insulina podem enviar dados de saúde para os médicos. Estima-se que essa tecnologia vestível deverá reduzir os custos hospitalares em até 16% nos próximos cinco anos e 86% dos médicos afirmam que esses dispositivos vestíveis deixam os pacientes mais envolvidos com a própria saúde.

Sendo assim, como a TI poderá superar todos esses desafios? Em primeiro lugar, tanto a tecnologia de suporte quanto a de interface com o usuário precisam estar preparadas para garantir o funcionamento desses serviços. Além da implantação de uma infraestrutura básica, é necessário fazer testes de rotina no sistema de Wi-Fi e na rede com fio. As redes sem fio podem oferecer uma série de deficiências devido a vários fatores: questões de planejamento de frequência, obstáculos à construção, a presença de paredes revestidas de chumbo em salas de radiologia e banheiros revestidos de azulejo, a proliferação de dispositivos BYOD portados por funcionários e pacientes, desempenho individual das rádios (já que nem todas as rádios são feitas da mesma forma) e questões relacionadas ao roaming entre pontos de acesso. Devido à intensidade de tráfego em conexões LAN sem fio, a TI precisa fazer os seguintes testes na rede LAN: detecção de interferência na frequência, geração de tráfego para cargas, casos de testes automatizados e análises de desempenho através da quantificação do desempenho do aplicativo e da perspectiva do usuário.

Após determinar a adequação da rede às operações, uma solução de visibilidade de rede (NPB) com inteligência para aplicativos pode ajudar a identificar quais aplicativos estão sendo utilizados na rede e quem está abusando da banda larga de rede (por exemplo: se há muita gente assistindo à Netflix). Subsequentemente, outro tipo de tecnologia pode ser utilizada para regular o uso da rede, de forma que a telemedicina e os dispositivos IoT disponham de banda larga suficiente.

Graças à IoT, hoje em dia há literalmente milhares de dispositivos dentro de um hospital e para facilitar o entendimento da TI sobre o que está ocorrendo dentro da rede, é comum separar os diferentes tipos de dispositivos (dispositivos de infusão, de monitoramento de pacientes, VoIP) com base nas redes VLAN e SSID. Como parte da estratégia de monitoramento dos aplicativos e da rede (para garantir a qualidade da experiência e a validação do serviço), esses tipos de dados podem ser segmentados através de um NPB (com base nas informações da rede VLAN) e os dados necessários podem ser enviados para as ferramentas de monitoramento de aplicativo adequadas. Soluções de monitoramento proativo também podem ser utilizadas para observar o desempenho da rede em tempo real.

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