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O impacto da IoT e Wearables na saúde

Por Barrett Coakley

Muitos idosos manifestam interesse em permanecer em suas casas pelo maior tempo possível à medida que envelhecem. Como resultado, o mercado de assistência médica domiciliar (home healthcare) teve um enorme crescimento, com muitas empresas tentando aproveitar essa nova demanda. Atualmente existem mais de 300 mil aplicativos no mercado de “health tech”. Tendências tecnológicas como Internet das Coisas (IoT), videoconferência e dispositivos vestíveis (wearables) estão sendo introduzidos para tornar o desejo de ficar em casa mais real.

De acordo com a Gartner o mercado de wearables tem um crescimento anual estimado de 16,7% e pode atingir US$ 34 bilhões em 2020. No Brasil a tendência se confirma, mas ainda a passos lentos. Segundo um recente estudo do Grupo Technos, o consumo anual de relógios inteligentes do brasileiro ainda é quatro vezes menor do que a média mundial de consumo. Por outro lado, a aquisição de smartphones no Brasil é uma dos maiores do mundo e o país representa 4,4% de todo mercado global. Isso mostra uma aderência a tecnologias móveis, mas por enquanto restritas aos telefones inteligentes.

O papel dos dispositivos conectados foi novamente evidenciado com o lançamento do novo relógio inteligente da Apple. A versão mais recente do Apple Watch inclui novos recursos de saúde, como um acelerômetro e um giroscópio, que podem detectar quedas bruscas, e um sensor de frequência cardíaca que pode fazer um eletrocardiograma usando um novo aplicativo de ECG. Jeff Williams, diretor de operações da Apple, chamou o relógio de “um guardião inteligente para sua saúde”.

Usando eletrodos e um sensor elétrico de frequência cardíaca, o Apple Watch Serie 4 permite que os usuários façam uma leitura de ECG diretamente de seus pulsos através do aplicativo de ECG. O aplicativo pode classificar se o coração está batendo em um padrão normal ou se há sinais de fibrilação atrial. Todas as gravações são armazenadas no aplicativo Health em um arquivo que pode ser compartilhado com os médicos.

O recurso de detecção de queda usa um acelerômetro e um giroscópio, que mede até 32g de força, junto com alguns algoritmos personalizados, para identificar quando ocorre uma queda brusca. “Ao analisar a trajetória do pulso e a aceleração do impacto, o relógio inteligente envia ao usuário um alerta após uma queda, que pode ser dispensado ou usado para iniciar uma chamada para o serviço de emergência”, segundo a empresa. “Se o Apple Watch sentir imobilidade por 60 segundos após a notificação, ele automaticamente chama o serviço de emergência e envia uma mensagem com a localização do usuário.”

Reduzir quedas e re-hospitalizações são o grande foco das empresas de saúde. Calcula-se que os gastos decorrentes de quedas e lesões relacionadas a quedas custem bilhões de dólares todos os anos e podem crescer para quase US$ 60 bilhões até 2020, de acordo com o HUD.

Este não é o primeiro produto da Apple para o mercado de saúde. Em 2016 a empresa lançou a CareKit, uma rede de software que permitiu o monitoramento de condições médicas em casa com um iPhone. Muitas outras grandes empresas também estão entrando nesse mercado. Por exemplo, a varejista de produtos eletrônicos Best Buy adquiriu a GreatCall, uma empresa que desenvolve e vende smartphones, smartwatches, dispositivos de alerta médico e outras tecnologias de alto nível para apoiar e ampliar a independência de idosos. A Amazon também está explorando aplicativos nesse mercado por meio de seu dispositivo Alexa. A companhia criou uma equipe dentro de sua divisão de assistente de voz Alexa chamada “saúde e bem-estar”, que inclui mais de uma dúzia de pessoas.

Esses dispositivos conectados, sensores internos e os dados coletados permitem que os indivíduos mantenham suas vidas independentes com um risco muito menor. Hospitais, profissionais e fabricantes de dispositivos para saúde utilizam a IoT para manter os pacientes conectados remotamente aos provedores e serviços de saúde. Ao rastrear os sinais vitais do paciente e os indicadores de seu estado de saúde através de dispositivos de saúde, é possível melhorar os resultados, permitindo que os prestadores atendam a mais pacientes, reduzam as visitas hospitalares e diminuam os custos gerais com a saúde.

A ideia é simplificar a gestão de saúde para que o usuário possa continuar vivendo uma vida normal em casa. Em segundo plano, os dispositivos compartilham as leituras com segurança, de modo que qualquer sinal de alerta possa ser captado e qualquer lembrete diário de medicação possa ser enviado proativamente aos pacientes. A tecnologia possibilita não só esse monitoramento como ajudar o usuário a ter uma vida mais saudável, aumentando a expectativa de vida da população.

Barrett Coakley, Gerente de Marketing de Produtos da ClickSoftware, líder no fornecimento de soluções para a gestão automatizada e otimização da força de trabalho e serviços em campo.

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Michael Kors lança seu primeiro smartwatch no Brasil

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Michael Kors entrou no mercado de wearables com uma nova linha de acessórios tecnológios, que inclui o smartwatch full display MICHAEL KORS ACCESS. A coleção apresenta versões das plataformas best sellers Bradshaw e Dylan ( este último ainda não disponível no Brasil), o diferencial do lançamento é o viés de moda, novidade na categoria.

O MK ACCESS full display é uma combinação de glamour e desing inovador de uma marca que lidera o mercado de luxo. Com infinidades de combinações possíveis que transformam o seu smartwatch a cada toque o MICHAELACCESS ainda permite que você esteja conectado a tudo que é realmente importante para você

A cada coleção, Michael Kors introduz novidades, novas versões de pulseiras para você personalizar ainda mais o seu MK ACCESS e novas combinações de mostradores e cores para você escolher.
Os modelos chegam à 10 das 40 lojas da Monte Carlo espalhadas entre os estados de Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais, além do e-commerce da joalheria em quatro versões e banhos, por R$2.990 cada.
http://www.montecarlo.com.br
A seguir, um pouco mais sobre a tecnologia presente no gadget.

CONECTIVIDADE
Com o Android Wear™o smartwath é compatível com os sistemas Android™ e iPhone® e se conecta com seus aplicativos favoritos, como Instagram e até mesmo Uber (a funcionalidade varia de acordo com o sistema operacional do telefone)

CUSTOMIZE SEU FULL DISPLAY
Personalize seu mostrador de acordo com o seu estilo. Você ainda consegue ativar modos (combinações) automaticamente para que as transições aconteçam do dia para a noite.

CARREGAMENTO SEM FIO
TO pequeno e elegante carregador magnético facilita a viagem.

NOTIFICAÇÕES
Receba suas notificações diretamente no seu pulso. Visualize suas chamadas, textos e outros alertas do seu smartphone

TROCA PULSEIRAS
Com pulseiras adicionais em silicone e couro genuíno, os relógios podem variar ainda mais suas combinações.

ATIVAÇÃO DE VOZ/CHAMADA DE VOZ
Pesquise na Internet e na sua lista de contatos falando através do seu smartwatch (a funcionalidade varia de acordo com o sistema operacional do seu telefone).

MONITORAMENTO DE ATIVIDADES
O monitoramento das atividades é integrado ao Google Fit.
Você consegue visualizar calorias perdidas, distâncias e passos.

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CES: Fossil Group doubling wearables in 2017 to more than 300 products

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Fossil Group (NASDAQ: FOSL) announced today from CES® 2017 that it will double its wearables production to an unmatched 300 new products and add new brands in 2017.

Numerous Fossil Group brands today announced new connected products.

– Armani Exchange entered the wearables market with the introduction of Armani Exchange Connected, a collection of hybrid smartwatches.

– Fossil extended its Fossil Q hybrid smartwatch line with Fossil Q Accomplice, which features the brand’s slimmest case to date.

– Skagen introduced the Jorn and Hald hybrid smartwatches, offering thinner case sizes that are appealing to a modern aesthetic.

– Misfit unveiled Vapor, the brand’s first touchscreen smartwatch featuring heart rate, GPS and standalone music functionality.

– Fossil Group’s wearables products include touchscreen smartwatches, hybrid smartwatches and activity trackers, underscoring its commitment to innovate with a fashion-first approach.

“Customers crave connectivity that doesn’t compromise style. We’re creating more options to seamlessly integrate desired tech features into our customers’ style and lifestyle,” said Greg McKelvey, chief strategy and digital officer, Fossil Group. “Fossil Group’s design, scale, speed to market and unrivaled portfolio of fashion brands, coupled with our cloud and app platform, and tech and hardware innovation, have pulled us ahead of the wearables pack.”

In 2016, Fossil Group launched more than 140 wearables across Chaps, Diesel, Emporio Armani, Fossil, kate spade new york, Michael Kors, Misfit and Skagen brands throughout 40 countries and in 20 languages.

“For more than 30 years, our products have set the category’s standard in fashion design. Now as we apply that same design-first focus to wearables, the feedback we’re getting from customers and retail partners is to keep bringing them more of it,” added McKelvey. “In particular, the success of our hybrid smartwatches has proven that our consumers want a balance of function and fashion. We’ve effectively filled that gap in the market. Hybrids pack the power needed to efficiently accomplish daily tasks in a beautifully-crafted timepiece.”

Fossil Group offers more hybrid smartwatch options than any company in the world. Fossil Group is featuring hybrids and other wearables from Armani Exchange, Diesel, Emporio Armani, Fossil, kate spade new york, Misfit, Michael Kors, and Skagen at CES 2017 Tech West-Sands Expo booths 43825 and 44025.

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Drones e Realidade virtual: próximo horizonte do serviço em campo

Por Mara Santos, da ClickSoftwware

Aqueles que se recordam do Inspetor Bugiganga, provavelmente também devem lembrar-se do relógio futurista de sua sobrinha e ajudante Penny. Com o apertar de um botão, Penny podia fazer chamadas de vídeo, iluminar a escuridão com uma lanterna ou perfurar metais com um tiro de raio laser. Agora, 30 anos decorridos, essa fantasia de um smartwatch de desenho animado já é uma realidade – menos o raio laser, claro.

Wearables, relógios, óculos e a Internet das Coisas (IoT) mudarão completamente o serviço em campo, gostemos ou não. A grande questão a ser colocada, portanto, é quando e de que maneira exatamente esse conjunto de tecnologias se tornará parte do dia a dia de nosso trabalho.

Antes de sairmos entregando smartwatches a todos os técnicos em campo, é importante avaliar como esses dispositivos conectados estão melhorando a gestão do serviço em campo e em que momentos iniciativas à moda antiga como um bom aperto de mão ou um telefonema, ainda fazem a diferença.

Os dispositivos conectados são um modismo?

Definitivamente não. De acordo com um recente relatório do Gartner, as vendas de dispositivos wearable em todo o mundo devem crescer cerca de 20% até o fim de 2016. E não são apenas os consumidores que estão seguindo e sendo beneficiados com essa tendência. Wearables, smartwatches e IoT devem impactar os prestadores de serviço em campo mais cedo do que se imagina. O guru de serviços na nuvem, analista da consultoria americana de tecnologia Moor Insights & Strategy e colaborador regular da Forbes, Chris Wilder, relata: “Nos próximos três anos, 75% das empresas de serviços em campo irão equipar seus técnicos com dispositivos portáteis, como relógios, óculos e outras tecnologias”. É uma afirmação ousada, por isso, é importante compreender algumas das principais formas em que estas mudanças irão impactar o gerenciamento de serviços de campo.

Principais tendências da tecnologia de serviço em campo para focar

Naturalmente, diferentes dispositivos com necessidades distintas vão se tornar populares no mercado. Wearables com recursos de segurança em tempo real atendem bem os segmentos ferroviário, de petróleo e gás, construção e utilities. Já os dispositivos de diagnóstico ou com capacidades robustas de comunicação com o cliente estão revolucionando os setores de varejo, contact centers e telecomunicações.

1. Os relógios inteligentes revolucionarão as tecnologias de segurança, rastreamento e comunicação em campo

Diversos estudos revelam que uma força de trabalho saudável é estatisticamente mais eficiente. A maioria, se não todos os smartwatches, podem acompanhar dados biométricos, que trazem grandes benefícios para as empresas que procuram melhorar a produtividade e a saúde da sua força de trabalho. Imagine monitorar a saúde de toda a equipe técnica durante os meses quentes de verão ou definir os limites da frequência cardíaca dos técnicos durante o trabalho realizado em campo de setores como utilities, construção ou petróleo e gás. E imagine se a central puder receber notificações imediatas quando o técnico tiver um pico na frequência cardíaca ou ser avisada quando essa frequência estiver em um nível elevado por um longo período de tempo.

O centro de comando poderia utilizar esses dados para ajudar as empresas a criar turnos de horários mais inteligentes e saudáveis, melhorando a eficiência geral. O impacto em longo prazo dos smartwatches sobre a saúde dos técnicos pode ser substancial.

Além disso, ter acesso à localização dos técnicos a todo o momento seria revolucionário para o gerenciamento dos serviços. Imagine a criação de um sistema de mensagens automáticas capaz de informar aos clientes quando um técnico está a 10, 20 ou 30 minutos de distância. Mapas como o do Uber, por exemplo, poderiam mostrar ao cliente onde o técnico está e quando ele chegará. Quem não gostaria de ter acesso a esse serviço? E qual o gerente que não gostaria de saber o que todos os seus técnicos estão fazendo? Essa comunicação em tempo real entre a empresa e o cliente também abre a porta para o engajamento e a personalização de toda a experiência em curso do serviço em campo.

Já os smartwatches estão mudando a comunicação em campo e melhorando a eficiência. Os relógios ativados por voz não exigem que os técnicos pressionem qualquer botão, o que significa que eles podem tomar notas, realizar pesquisas no banco de dados ou retornar a chamada à sede, mantendo-se fisicamente focados em suas tarefas no campo e o melhor, com as mãos livres.

2. Carros inteligentes e dispositivos conectados irão revolucionar o mapeamento de rota

Os carros ainda não dirigem a si próprios. No entanto, uma série de tecnologias móveis já é capaz de proporcionar benefícios como mapeamento de rotas, comunicação hands-free e um deslocamento em campo mais eficiente.

Segundo uma recente pesquisa da Juniper, dispositivos e aplicações em veículos conectados estão em ascensão – e a um ritmo surpreendente. Como a adoção do serviço em campo está cada vez mais regular, espera-se melhorias no mapeamento de rota, redução de custos globais com combustível por quilômetro rodado, além de uma diminuição expressiva do tempo de serviço. Esses benefícios impactam, e muito, a satisfação geral do cliente.

As empresas que já implementaram a tecnologia de carro conectado para otimizar o mapeamento de rota estão percebendo uma significativa economia de custos. Um estudo de caso sobre o mapeamento de rotas ORION da UPS indica que eles projetam uma redução anual de 100 milhões de milhas dirigidas e uma economia de combustível de 10 milhões de galões por ano.

Assim como Google, Volvo, Tesla e outros, veremos também as equipes em campo mais focadas em seus postos de trabalho e menos no deslocamento. Imagine se o tempo do técnico fosse gasto examinando registros de peças, em comunicação com os clientes e na preparação para resolver os principais problemas de serviço de campo no local – ao invés de apenas no deslocamento de uma chamada a outra. O aumento da eficiência será substancial.

3. Realidade Virtual e Drones: O próximo horizonte

A realidade virtual está pronta para alcançar um tamanho de mercado de mais de $ 15 bilhões em 2020. Certamente, a maior parte desse mercado tem sido representada por jogos, marketing experimental e filmes em 3D. Entretanto, as aplicações de realidade virtual no serviço em campo em longo prazo poderiam provar ser tanto rentáveis quanto fundamentais para a segurança. A companhia de IoT, Space-time Insight, ofereceu a seus executivos a oportunidade de utilizar fones de ouvido Oculus Rift VR e percorrer subestações virtuais para identificar problemas.

A simulação revela que os dados e a análise em tempo real oferecem métodos criativos para resolver problemas em campo, utilizando a tecnologia de realidade virtual.

Finalmente, os drones oferecem uma incrível oportunidade de diagnóstico para a gestão do serviço em campo para suplantar o risco por meio de um voo imediato. O serviço em campo pode ser perigoso – especialmente para técnicos que trabalham em parques eólicos, arranha-céus e plataformas de petróleo. Os drones podem ajudar os profissionais de serviço em campo a observar grandes áreas, examinar paisagens perigosas ou de difícil acesso e escalar alturas anteriormente inacessíveis aos técnicos, trazendo mais segurança à operação.

Um recente relatório da Business Insider aponta que o crescimento no setor corporativo deve superar a demanda dos consumidores tanto nos embarques quanto nas receitas. Preparem-se, os drones estão chegando.

Mara Santos, Gerente de Alianças da ClickSoftware para América Latina, líder no fornecimento de soluções para a gestão automatizada e otimização da força de trabalho e serviços em campo.

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O esporte está se transformando para ser mais emocionante e competitivo – Por Cristina Palmaka

Para muitos de nós, esporte é uma paixão. Independentemente do idioma, território ou torcida, estamos todos unidos por uma louca paixão pelo esporte, fazendo dele um forte elo de integração e inspiração. Por outro lado, o esporte também é um negócio sério.

Nossa paixão pelo esporte – e pela competição –sempre fez parte do DNA humano. Uma coisa que mudou, no entanto, é o modo como vivenciamos essa paixão. Durante o último século, avanços tecnológicos têm revolucionado o esporte e, como resultado, essa indústria se tornou global e está avaliada em US$ 100 bilhões. Hiperconectividade, computação em nuvem, dispositivos inteligentes e segurança cibernética são algumas megatendências que estão impulsionando a transformação digital nos esportes.

Embora ainda em estágios iniciais, uma nova era nos esportes já está em curso: a era do Big Data. Há quinze anos, o uso de análises no esporte era estranho e controverso. Muitos olheiros, treinadores e jornalistas esportivos acreditavam apenas no que viam com seus olhos. Eles não valorizam o uso de computadores nem de dados – até que as equipes que usavam dados começaram a vencer e inovar. Isso mudou o jogo para sempre. Organizações esportivas em todo o mundo estão investindo para mudar o jogo com tecnologias modernas, incluindo dispositivos para vestir (wearables) e tags RFID que rastreiam os movimentos a fim de melhorar o desempenho dos jogadores e reduzir lesões, e instalando tecnologias baseadas em câmera para capturar estatísticas em tempo real.

Temos um exemplo bem próximo de como a inovação pode impactar positivamente o esporte. A equipe alemã de vela se preparou para os Jogos Olímpicos de 2016, no Brasil com tecnologia de ponta. Veja um vídeo.

Hoje, com a capacidade tecnológica existente para processar grandes volumes de dados brutos, o esporte profissional está mudando em todos os níveis – dos camarotes, campos, e quadras até torcedores em casa.

Ainda que a tecnologia possa parecer complexa, a transformação nos esportes já está ocorrendo de três maneiras simples: tornando o jogo mais competitivo para os jogadores, mais divertido e atraente para os torcedores e mais rentável para os clubes e organizações. É um cenário em que todos ganham uma vantagem competitiva.

Mais performance, menos lesão

Com a ajuda da tecnologia, ligas e equipes esportivas são capazes de analisar grandes quantidades de dados e transformá-las em informações inteligentes, permitindo que os jogadores treinem melhor, de forma mais inteligente que seus adversários, e evitem lesões. Isso permite que os treinadores façam uma gestão holística e engaje suas equipes de modo mais eficiente.

Pense nisso. Em apenas 10 minutos de treinamento, 10 jogadores treinando com três bolas podem gerar 7 milhões de novos pontos de dados. E uma hora e meia de partida de tênis entre dois jogadores gera uma média de 60 mil a 70 mil registros. Com o poder da tecnologia de processamento e análise de informações, por exemplo, todos os dados podem ser processados e analisados até 1.000 vezes mais rápido do que as plataformas tradicionais, ou seja, podemos encontrar padrões nos dados em um piscar de olhos. Essas são as perspectivas que nenhum treinador, jogador ou clube, com toda sua experiência, poderiam ter normalmente.

As equipes agora podem explorar os grandes volumes de dados vindos de sensores, vídeos e plataformas sociais e reunir todos os sinais de grandes conjuntos de dados de históricos, permitindo fazer previsão e recomendações perfeitas para a forma física e o desempenho dos jogadores. Eles poderão agir imediatamente e tomar decisões informadas em tempo real.

Torcedor no centro das ações

Torcedores são pessoas apaixonadas. Hoje, eles não só estão usando a camisa de seus times, como também estão compartilhando suas paixões com milhões de pessoas nas mídias sociais – até 2020, mais de 2,55 bilhões de pessoas estarão nas mídias sociais. Os torcedores de hoje esperam mais em troca de sua torcida. Eles querem ser capazes de assistir a todos os jogos, estejam onde estiverem, em qualquer dispositivo. Eles querem ver placares, estatísticas personalizadas e notícias atualizadas constantemente. Eles também querem se relacionar com seus jogadores favoritos e saber as notícias em primeira mão.

Em vez de acompanhar passivamente os esportes em casa, eles querem esportes que também se envolvam com eles. E, na nova economia digital com 50 bilhões dispositivos capazes de se conectar à Internet e na qual os limites entre os mundo físico e virtual são cada vez mais tênues, os torcedores esperam contar com experiências digitais inteiramente novas que os aproximem da ação.

Com o poder da tecnologia, os torcedores passaram a serem no centro das ações e a tecnologia está redefinindo a experiência digital para eles. Assista aqui a um vídeo que mostra como o time alemão de hóquei, Adler Mannheim, transformou a experiência de consumo aos seus fãs. Isso sim é inovação.

Administração simplificada

Por fim, com a capacidade de armazenagem e processamento de grandes volumes de dados, os clubes podem integrar todos os aspectos de suas operações, tudo em um mesmo lugar: venda de ingressos e de merchandising; avaliação de jogadores e gestão de salários; recursos humanos e contabilidade; mídias sociais e marketing. A tecnologia também permite que os times identifiquem e compreendam suas bases globais de torcedores para gerar mais oportunidades de receita e valor para a marca.

Enfim, a transformação e a inovação nos esportes, independente da modalidade, já são realidades e estão à disposição para tornar a experiência dos torcedores mais interativas e agradáveis, os clubes e ligas têm um leque de opções para se diferenciarem e se tornarem mais atrativos aos fãs.

Cristina Palmaka é presidente da SAP Brasil

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Programa Grants4Apps da Bayer abre inscrições no Brasil para aceleração de startups com projetos digitais aplicados à saúde

Startups de todo o país já podem se inscrever para nova rodada do processo seletivo do Programa Grants4Apps da Bayer. Interessados têm até o dia 31 de maio para inscreverem seus projetos digitais que contribuam para melhorias na área de saúde. Nesta edição, os esforços estão direcionados aos projetos relacionados às áreas de Saúde Feminina, Cardiologia, Oftalmologia, Hematologia, Oncologia e Radiologia.

“Estamos à procura de startups que desenvolvam soluções para determinadas áreas de saúde da Bayer ou, ainda, que tenham iniciativas focadas em projetos que suportem a prevenção de doenças, aderência ao tratamento pelos pacientes, testes clínicos, awareness ou gerenciamento de condições clínicas. As soluções podem ser mobile apps ou serviços, wearables, software ou hardware. Nós não limitamos a tecnologia.”, ressalta Patrick Fenzl, IT Business Intelligence & Analytics da Bayer Brasil.

Os candidatos precisam ter acima de 18 anos de idade, domínio da língua inglesa e a composição da equipe requer três membros, no mínimo.

“As opções são inúmeras, mas o ponto em comum dessa iniciativa global da Bayer é a paixão pela inovação. Somos uma empresa focada em Ciências da Vida e o fomento à educação e inovação fazem parte do DNA da Bayer”, acrescenta Theo van der Loo, presidente do grupo Bayer no Brasil.

O contrato do programa será assinado somente com pessoas jurídicas, ou seja, candidatos que possuam um registro da razão social da empresa, independente do país.

“Os principais integrantes das startups selecionadas ficarão nas instalações da Bayer em Berlim de agosto a dezembro de 2016 para acelerar o desenvolvimento de seus projetos”, explica van der Loo.

A Bayer oferece uma série de benefícios para os cinco times selecionados: aporte financeiro de 50.000 euros para cada startup durante toda a estadia, coaching e treinamento intensivo com especialistas no assunto, mentoria com altos executivos da Bayer, além do acesso a uma ampla gama de contatos profissionais.

Camila Navarro, IT Digital and Innovation Manager da Bayer Brasil, vislumbra um cenário otimista para o País: “Neste ano, a subsidiária brasileira da Bayer está apostando fortemente em um mercado que já é considerado um celeiro de startups. O programa busca tecnologias e processos que proporcionem melhorias na área de saúde e essa pode ser uma chance incrível para muitos empreendedores digitais brasileiros”.

A Bayer tem investido em tecnologias de ponta para entregar mais e melhor a missão da Companhia, no compromisso conjunto a todos os colaboradores, que é fazer “Ciência para uma Vida Melhor”. Agora, os esforços estão direcionados em explorar positivamente a revolução digital a fim de fortalecer sua liderança no negócio de Ciências da Vida.

A transformação digital é mais um dos passos para que a Bayer avance e inove para atender às atuais necessidades da sociedade. O maior desafio agora é integrar e alinhar as suas capacidades de forma proativa, para agregar valor à qualidade de vida das pessoas.

Para participar, os interessados devem preencher o formulário no site www.grants4apps.com/accelerator.

Mais informações sobre o programa e o processo de inscrição estão em https://www.grants4apps.com/accelerator/#/faq e no twitter: @grants4apps.

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Pesquisa da Intel mostra diferenças e semelhanças entre homens e mulheres na hora de comprar tecnologia

As mulheres carregam o estereótipo de que são menos conhecedoras do mundo da tecnologia. Mas uma pesquisa do Ipsos, em nome da Intel* mostra que as mulheres possuem um apetite por tecnologia de ponta tão grande, quando não maior, do que o público masculino. As mulheres estão dando cada vez mais importância à compra de equipamentos com tecnologia de ponta, enquanto os homens demonstram um interesse um pouco maior por produtos inovadores, como os vestíveis (wearables, em inglês).

A pesquisa, realizada entre janeiro e fevereiro deste ano, com entrevistas online com mais de mil brasileiros consumidores de tecnologia, levantou informações sobre o hábito de consumo dos brasileiros e seu interesse por novos dispositivos tecnológicos. A tecnologia continua a ganhar cada vez mais importância na vida do brasileiro, que está se preocupando mais com aparelhos de alta tecnologia. Os brasileiros entrevistados demonstram encontrar satisfação plena com dispositivos que aliam desempenho ao design, como os Ultrabooks – computadores ultrafinos e leves com desempenho similar ao de um notebook tradicional. 66% dos donos de Ultrabooks se consideram muito satisfeitos com seu dispositivo. O mesmo acontece com os All in Ones, com 62% dos entrevistados relatando estarem satisfeitos com o device.

Já no caso dos tablets, 45% dos entrevistados se declararam muito satisfeitos com o dispositivo atual. “Muitas pessoas guiaram a compra de seu primeiro tablet exclusivamente pelo preço, e agora elas estão percebendo que nem todos os tablets nascem iguais, e que investir em produtos com tecnologia reconhecida é um ótimo negócio”, destaca Alan Markham, Gerente de Marketing de Produto da Intel.

O que as mulheres querem: tecnologia de ponta para trabalhar e facilitar o dia a dia

As mulheres elegem a praticidade e as facilidades que a tecnologia traz para o seu dia a dia como os aspectos mais importantes que devem ser levados em conta quando se escolhe um novo dispositivo de computação. O apetite feminino por tecnologia de ponta se espalha por diversas categorias de produtos, em especial nos dispositivos que aliam funcionalidade ao design. As mulheres entrevistadas destacam a importância de manterem-se atualizadas com as mais recentes tecnologias na hora de comprar um All in One (45%, contra 39% entre os homens), 2 em 1 (43% contra 35%), e Ultrabooks (empate técnico, com 39% para as mulheres e 40% para os homens).

“As mulheres encaram a tecnologia de forma bastante holística, levando em conta não só o desempenho dos equipamentos, mas também quesitos como praticidade e design”, diz Markham, da Intel. “O dispositivo pessoal da mulher não tem que ser apenas potente, mas também integrar-se plenamente à sua realidade – ser fino e leve o suficiente para ser carregado na bolsa, ter um design que transpire personalidade, e que dê a ela independência para trabalhar e se divertir, sozinha ou com a família”.

O interesse das mulheres por novos dispositivos tecnológicos se destaca pelo maior interessa das mulheres pelos All in Ones – a “evolução” do desktop tradicional, que integra todos os componentes no monitor, e funciona como uma grande central de informação e entretenimento dentro do lar. As mulheres entrevistadas reconhecem a importância no All in One por tornar a vida mais fácil (49%, contra 36% dos homens), como ferramenta de trabalho ou atividades profissionais (47% contra 34%) e para fins de entretenimento (32% contra 24%). As mulheres entrevistadas também estão dispostas a investir até 4% mais do que os homens na compra de um All in One.

O que os homens querem: desempenho, produtividade e inovação

Os homens não ficam atrás no apetite tecnológico, embora suas prioridades sejam um pouco diferentes das do público feminino. Os homens entrevistados demonstram estar mais antenados nas últimas tendências da tecnologia, demonstrando mais conhecimento e interesse por produtos como smart watches (32%, contra 25% das mulheres), smart bands (27% contra 21%) e Ultrabooks (71% contra 66%).

“O mercado de wearables de forma geral ainda é muito novo, e a maioria dos produtos em categorias como os smart watches ainda possuem um design muito mais próximo ao dos relógios masculinos, o que explica esse interesse maior pela categoria”, aponta Markham. “Entretanto, a Intel, em parceria com outras empresas, já trabalha em produtos vestíveis pensados também para as necessidades das mulheres, como o bracelete inteligente MICA.”

O público masculino vê na tecnologia um grande aliado para a produtividade, o trabalho e os estudos, e avalia a importância dos diversos dispositivos computacionais de acordo com os recursos que estes equipamentos trazem para o dia a dia. Os homens dão mais importância aos recursos de produtividade e trabalho dos computadores 2 em 1 (50% contra 44% das mulheres), Ultrabooks (56% contra 51%), tablets (44% contra 31%) e smartphones (52% contra 36%). Os homens entrevistados também estão mais propensos a investir mais em tecnologia do que as mulheres, em especial quando o assunto é dispositivos móveis. Na média, os homens entrevistados investem até 23% mais do que as mulheres na compra de um novo tablet e até 20% mais na compra de um novo smartphone.

Metodologia da Pesquisa

*O estudo foi coordenado pela empresa Ipsos para a Intel. No Brasil, os resultados apresentados mostram informações dos últimos três estudos realizados (março de 2014 a fevereiro de 2015), com mais de 3 mil consumidores e potenciais consumidores de bens tecnológicos, que pertencem a um painel, por meio de questionário online.

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Estudo da Salesforce mensura o impacto dos wearables no desempenho dos negócios

O relatório inédito produzido pela Salesforce Research mostra que o sucesso com o uso dos wearables motiva 86% de seus adotantes e aumentar o gasto com esses dispositivos no ambiente corporativo

A Salesforce (NYSE: CRM), líder mundial em soluções de gestão de relacionamento com clientes (CRM), lançou hoje um novo relatório, sobre a pesquisa “Colocando Wearables para trabalhar: Insights sobre a Tecnologia dos Wearables em Negócios”, o qual confirma que, como um dos segmentos mais inovadores da tecnologia, os wearables, também conhecidos como dispositivos vestíveis, são vistos como uma plataforma estratégica para melhorar o desempenho dos negócios, e são uma área em expansão de investimento. O estudo realizado pela Salesforce Research demonstra como os profissionais que adotam os wearables estão planejando incorporar esses dispositivos em processos de negócios do dia-a-dia, para melhorar a produtividade e conectividade entre os funcionários e os clientes.

O estudo revela informações-chave a partir de cinco áreas pesquisadas: significado estratégico, áreas projetadas de crescimento, tendências de evolução dos dispositivos, o impacto dos insights de dado e a importância de um ecossistema de aplicativos em expansão. Conclusões específicas incluem:

Os wearables nas empresas são estratégicos para o sucesso empresarial

– Setenta e nove por cento dos adotantes desses dispositivos concordam que os wearables são ou serão estratégicos para o sucesso futuro da empresa.

– Setenta e seis por cento relatam melhorias no desempenho nos negócios desde a implantação dos wearables em suas empresas.

– Oitenta e seis por cento dos adotantes planejam aumentar seus gastos com wearables nos próximos 12 meses.

O uso de wearables nas empresas deverá triplicar nos próximos dois anos

– Quatro das cinco principais áreas de crescimento estão ao redor da melhora da experiência do consumidor. Os quatro casos de uso dos wearables que ajudam a melhorar a experiência do consumidor incluem: acesso em tempo real a dados de clientes, instrução ou diretrizes para trabalho de campo hands free, analytics a alertas corporativos e treinamento remoto do consumidor.

– O uso de wearables pelos consumidores está sendo liderado pela integração com dispositivos móveis e programas de fidelidade, aplicações de ponto de venda e experiências imersivas dos consumidores.

Os smartwatches estão vencendo corrida da tecnologia de wearables corporativos

– Para as pessoas que participaram da pesquisa, os smartwatches terão o maior impacto e a taxa de adoção mais rápida nas empresas. De fato, 62 por cento estão usando, pilotando ou planejando usar smartwatches no ambiente corporativo nos próximos dois anos. Casos de uso de smartwatches incluem:

Inteligência aumentada de vendas: para uma equipe de vendas que trabalha remotamente ou on-the-go, os representantes de vendas podem usar inputs de recursos de fala em sua língua para enviar informações diretamente do smartwatch a um sistema de CRM.

Oferecer uma experiência VIP ao consumidor: representantes de serviço ao consumidor usando um smartwatch em um ambiente de varejo, por exemplo, pode ser alertados sobre as preferências dos consumidores-chave, permitindo que eles propiciem uma experiência high-touch altamente personalizada.

– Cordões digitais e óculos inteligentes ocupam o segundo e terceiro lugares por seu impacto esperado sobre empresas.

Propicie experiências integradas on-site: crachás e cordões RFID podem ser implantados em um resort para transacionar pagamentos e gerenciar o acesso a quartos ou áreas VIP. Os dispositivos também geram dados, os quais podem ser analisados para a obtenção de insights sobre o melhor fluxo de tráfego dentro de um local de um evento ou em determinados momentos do dia.
Minimize o tempo de inatividade para o serviço de campo: os óculos inteligentes podem fornecer suporte imediato aos representantes de serviços de campo remotos. Por exemplo, um técnico em uma plataforma de petróleo pode se conectar a diagramas técnicos pelos óculos inteligentes, que mostram os passos necessários para um reparo.

Os dados gerados pelos wearables serão um game-changer para uma empresa

– Hoje, somente oito por cento dos adotantes de wearables afirmam que estão completamente prontos para obter insights para ações a partir do volume de dados de funcionários e consumidores gerados pelos wearables. Quando o uso desses dispositivos nas empresas acelerar, o afluxo de dados gerados pelos wearables irá ajudar as empresas a tomar decisões informadas em tempo real.

Uma expansão do ecossistema de aplicativos corporativos vai estimular a adoção da tecnologia dos wearables

– Trinta por cento dos adotantes citam a falta de aplicações de negócios como um desafio primário na implantação de wearables.

– Quando o ecossistema de aplicativos crescer e novo hardware permitir cenários de negócios mais complexos, o número de empresas que adotam os wearables irá aumentar dramaticamente.

“Os wearables são a próxima fase da revolução dos mobiles. Como os smartphones antes deles, a chave do sucesso para os wearables nas empresas está totalmente relacionada com aplicativos corporativos matadores”, diz Lindsey Irvine, Diretora Global de Parcerias Estratégicas da Salesforce. “Esta pesquisa demonstra a enorme oportunidade para os casos de uso de wearables para impulsionar negócios de valor significativo”.

O relatório também destacou a forma como as empresas podem tornar-se mais bem preparadas para incorporar os wearables em seus negócios, como a adoção de políticas que apoiam o Bring-Your-Own-Wearables (BYOB). Enquanto 54% das empresas já têm uma política de BYOB, mais 40% das empresas estão planejando implantar uma política de BYOW no futuro.

O estudo, realizado pela Salesforce Research e conduzido entre 27 fevereiro e 1 março de 2015, centrou-se em mais de 500 profissionais que adotaram a tecnologia dos wearable em empresas de vários portes, que disseram que estavam usando, guiando ou planejando implantar a tecnologia wearable nos negócios dentro dos próximos dois anos.

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