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Especialistas afirmam que Brasil ainda não tem internet de qualidade

Imagem: Pedro França/Agência Senado

Imagem: Pedro França/Agência Senado

O Brasil possui níveis elevados de conectividade móvel, mas isso não tem se traduzido em acesso à internet banda larga, à digitalização e aos benefícios que a era digital pode proporcionar. O panorama foi apresentado por especialistas ouvidos durante audiência pública realizada na terça-feira, 16, pela Comissão de Ciência, Tecnologia, inovação, Comunicação e Informática (CCT), na qual foi debatida a importância da conectividade para o acesso ao conhecimento e seu impacto na saúde, na educação e no desenvolvimento econômico.

Segundo o presidente da World Information Technology and Services Alliance (Witsa), Santiago Gutierrez, a conectividade está ligada à inovação e ao desenvolvimento econômico. Como observou o especialista, já se provou a elevação de 0,9 a 1,5 ponto percentual no produto interno bruto (PIB) dos países a cada aumento de 10% na implantação da banda larga. O Brasil tem bons índices de conectividade, com 1,07% de conexões telefônicas móveis por habitante, mas está mal com relação à internet de qualidade, o que afeta a sua digitalização. E é essa digitalização que permite o desenvolvimento eletrônico, a fabricação de equipamentos e a nanotecnologia, entre outras coisas.

“A digitalização tem a ver com a inteligência artificial, com a internet das coisas, tem a ver com a computação: biotecnologia, nanotecnologia, optonics, veículos automatizados e assim por diante. Basicamente é a internet de tudo, na roupa, nas máquinas, nas casas. Nós chamamos isso de sociedade inteligente e reconhecemos que o início dessa quarta revolução vai mudar a forma como vivemos e nos referenciamos um ao outro”, disse.

Além da baixa inserção da banda larga, o Brasil não avança por ter ambiente regulatório fraco, segundo o diagnóstico de líderes mundiais do setor, lido por Gutierrez. O ambiente de negócios também é considerado como um dos mais fracos do mundo, o que diminui o capital para investimento. Até as compras governamentais baixas influenciam, o que demonstra pouco apoio do governo à agenda da Inteligência Competitiva Tecnológica (ICT). Ele sugeriu que o país ajuste a política pública para o setor, com mais inserção da banda larga, e que o governo lidere o uso da conectividade.

“Como usuários dos serviços basicamente, para ser líder na promoção do uso de plataformas digitais, requerendo o pagamento de tributos e de compras, através desse sistema digitalizado. Esse é o caminho”, apontou.

Produtividade

Para Marcus Vinicius de Souza, representante do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, a conectividade e a economia digital têm enorme impacto na produtividade e no setor econômico brasileiro, e isso demanda investimento, aperfeiçoamento da legislação e facilitação do ambiente de negócios.

“Se o Brasil quiser deixar de ser país exportador de commodities, a questão de conectividade é crítica. Na sociedade do conhecimento, a questão de banda larga disponível a custo acessível e de alta qualidade tem a mesma importância que estradas, portos, saneamento, água e energia. Então, é exatamente o mesmo patamar de competição”, avaliou.

André Borges, representante do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, pediu que o Congresso aprove o Projeto de Lei (PL) 3453/2015, que ainda tramita na Câmara, e o Projeto de Lei do Senado (PLS) 226/2016, de Jorge Viana (PT-AC). O primeiro prevê o fim das concessões de telecomunicações, transformando-as em autorizações, que são menos onerosas, o que, em tese, resultaria em mais investimentos no setor. Já o PLS retoma os artigos vetados do Marco Legal da Ciência, Tecnologia e Inovação, para dar mais segurança jurídica aos investidores em pesquisa e inovação no país.

Já Leonardo Euler, da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), lembrou a pressão sobre a infraestrutura por causa dos crescentes consumo e produção de informações pela internet. Além disso, ele apontou a importância de atualizar o marco legal de um setor tecnologicamente tão dinâmico quanto o de telecomunicações, garantindo segurança jurídica e que se preocupe com a segurança cibernética e a proteção aos dados pessoais.

“Precisamos de uma solução que atraia investimentos, que dinamize o setor, que signifique solução de política pública regulatória equilibrada e que possamos inserir a banda larga no centro da política pública”, opinou.

Como sugestão de ação, Jeovani Salomão, presidente da Federação das Associações das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação, pediu aos senadores que direcionem recursos orçamentários para Projeto Startup Brasil, do MCTIC. Em sua opinião, se a tecnologia é importante para a saúde e educação, recursos da saúde deveriam ser direcionados para a pesquisa em ciência, tecnologia e inovação, para encontrar soluções que beneficiem os dois setores.

“Para se ter uma ideia, há um estudo da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) que mostra que a sustentação de empregos nas startups é muito maior do que nas empresas tradicionais. Então, quando tenho uma startup, essa empresa gera mais e sustenta mais empregos, inclusive num momento de crise”, lembrou.

A reunião foi presidida pelo senador Helio José (PMDB-DF).

Congresso

Jeovani Salomão e Santiago Gutierrez anunciaram a realização do Congresso Mundial de Tecnologia da Informação, que ocorrerá entre os dias 3 e 5 de outubro de 2016, em Brasília. É a primeira vez em que encontro ocorrerá em um país da América do Sul. Realizado a cada dois anos pela Witsa, o evento promove a interação entre empresas e investidores internacionais em rodadas de negócios, exposições, palestras de personalidades consagradas no setor e, principalmente, a visibilidade das maiores marcas de tecnologia da informação do mundo.

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WCIT já tem 30% de estandes comercializados

O Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB) será uma grande vitrine de marcas e produtos de Tecnologia da Informação durante o Congresso Mundial do setor. O WCIT, considerado a Olimpíada da TI internacional, ocorrerá de 3 a 5 de outubro, em Brasília, com a previsão de receber 2.500 pessoas de 82 países. A programação inclui uma exposição que ocupará, aproximadamente, 3.500 m² do espaço.

Cerca de 30% do espaço já foi comercializado para setores estratégicos. Além da possibilidade de fechar importantes contratos com companhias internacionais, as empresas expositoras poderão se reposicionar no mercado ao serem promovidas ao lado de importantes agentes do mercado mundial.

Ao todo, o local destinado à feira comporta cerca de 90 estandes, onde serão montadas estruturas para empresas de TI e de setores variados. Cada empresa terá espaços entre 12m² e 18m². Entre os blocos de estandes, serão montados cybercafés que facilitarão o network.

Países já tradicionais no Congresso Mundial de Tecnologia da Informação terão ainda pavilhões destinados à promoção de empresas internacionais. Delegações da Taiwan, Índia, Armênia, Malásia, Japão, Nigéria, Canadá, México, Quênia, Emirados Árabes e Costa Rica já manifestaram interesse em participar da edição brasileira.

As autoridades governamentais dos 82 países aguardados para o evento são grandes incentivadores do comércio entre marcas de todo o mundo. Órgãos dos Estados, empresas públicas e autarquias também estão em negociação com o Comitê Executivo do WCIT para locar áreas que comportará pequenos e médios negócios, o que dará oportunidades multilaterais para todo porte de empreendimento.

Mais informações sobre comercialização dos estandes: 61 2196.0066.

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WCIT Brasil 2016: Congresso Mundial de TI vai contar com presença do secretário-geral da UNCTAD

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O secretário-geral da Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD), Mukhisa Kituyi, será uma das grandes personalidades no Congresso Mundial de Tecnologia da Informação – WCIT Brasil 2016. A presença do representante do órgão das Nações Unidas potencializa o diferencial da edição brasileira perante as demais etapas do evento a redor do mundo.

Kituyi tem vasta experiência em cargos governamentais de alto gabarito, além de carreira acadêmica reconhecida. Das principais atuações, destaca-se a participação em negociações comerciais e em economia internacional na África. Foi eleito para o Parlamento queniano por três vezes consecutivas, antes de ser tornar ministro do Comércio do país.

Presidiu diversos conselhos grupos de Estado sobre comércio internacional. Participou de momentos históricos, como as negociações dos Acordos de Parceria Econômica Europeia, e das negociações agrícolas realizadas na Conferência da Organização Mundial do Comércio – Sexta Ministerial, realizada em Hong Kong, China. Foi também consultor para a Comissão da União Africana, onde ajudou a desenvolver a estrutura para uma zona de comércio livre pan-Africano.

Antes de se tornar secretário-geral da UNCTAD, Kituyi foi chefe-executivo do Instituto Kenya de Governança, com sede em Nairobi – organização think tank e advocacia que incide sobre a ligação entre a pesquisa acadêmica e o desenvolvimento de políticas públicas.

WCIT Brasil

Confirmado no painel sobre o estágio global da TI, Mukhisa será o responsável por alinhar o cenário atual e trazer perspectiva histórica sobre o progresso no enfrentamento de desafios mundiais desde a última WCIT.

“Foi com grande prazer e emoção que recebemos a confirmação de Kituyi. O fato de ele participar do WCIT é um orgulho para WITSA, para a ASSEPRO e para o Brasil”, desataca James Poisant, secretário-geral da Aliança Mundial de TI e Serviços, realizadora do evento junto à Federação das Associações das Empresas Brasileiras de TI – ASSESPRO Nacional. “Esse anúncio reforça atenção global no WCIT Brasil.”

A edição brasileira será a primeira realizada na América do Sul. A expectativa é reunir 2500 pessoas de mais de 80 países. A programação contempla Congresso com a cúpula mundial de TI, rodadas de negócios, exposição e eventos de network. As inscrições estão abetas e podem ser realizadas pelo site www.wcit206.com.

UNCTAD

A Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD) é o órgão responsável por lidar com questões de desenvolvimento, prioritariamente com o comércio internacional. A UNCTAD produz análises inovadoras que formam a base para as recomendações dos formuladores de políticas econômicas mundiais.

UNCTAD é também um fórum onde os representantes de todos os países podem exercer livremente em diálogo e discutir maneiras de estabelecer um melhor equilíbrio na economia global. Além disso, o órgão oferece assistência técnica direta aos países em desenvolvimento, ajudando-os a ampliar as capacidades necessárias para se integrarem na economia internacional e melhorar o bem-estar das suas populações.

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Assespro planeja “área da inovação” para empresários brasileiros no WCIT 2016

André Spindola (Sebrae), Flávia Malkine (Comitê WCIT), Heloísa Menezes (Sebrae), James Poisant (WITSA)

André Spindola (Sebrae), Flávia Malkine (Comitê WCIT), Heloísa Menezes (Sebrae), James Poisant (WITSA)

Com o objetivo de ampliar a visibilidade das iniciativas inovadoras desenvolvidas no Brasil, a ASSESPRO Nacional planeja destinar um espaço no WCIT 2016 para empresários que atuem em pesquisas e desenvolvimento de produtos e processos notáveis, seja em tecnologia nova ou aprimorada.

A oportunidade será para participação na exposição do evento, por onde deverão circular cerca de 2500 pessoas, de 82 países, durante os três dias de programação. As empresas convidadas dividirão espaço com grandes marcas da TI mundial e de áreas correlatas. Na edição de 2014, 80 expositores compuseram a feira.

A Área da Inovação foi tema de reunião entre o secretário-geral da WITSA, James Poisant, a diretora executiva do WCIT, Flávia Malkine, e os representantes do Sebrae Nacional Heloísa Menezes (diretora técnica) e André Spinola (gerente nacional de Atendimento do Setor de Serviços). As entidades organizadoras do evento destacaram a relevância de agregar a expertise da instituição junto aos empresários brasileiros ao evento, com destaque para às micro e pequenas empresas, que são responsáveis por mais de 90% do setor de Tecnologia da Informação no Brasil.

A ASSESPRO Nacional solicitou ao Sebrae que verifique a viabilidade de oferecer capacitação aos empresários selecionados para que estejam aptos a apresentar as ideias inovadoras com vistas a firmar parcerias internacionais.

Outra possibilidade será a comemoração de um ano do Movimento Compre do Pequeno Negócio durante o Congresso Mundial de TI. O projeto visa valorizar os produtos e serviços de micro e pequenos empreendedores e será lançado no dia 5 de outubro de 2015 pelo Sebrae. O objetivo é gerar renda e emprego nas comunidades.

Com foco no estímulo ao empreendedorismo e no desenvolvimento sustentável dos pequenos negócios, o Sebrae atua em educação empreendedora; capacitação dos empreendedores e empresários; articulação de políticas públicas que criem um ambiente legal mais favorável; acesso a novos mercados; acesso à tecnologia e inovação; orientação para o acesso aos serviços financeiros.

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Dez empresas com selo MPS.BR estão na lista do Great Place to Work

Dez das melhores empresas para se trabalhar no ramo de Tecnologia da Informação no Brasil possuem o selo de qualidade (Melhoria de Processos do Software Brasileiro), emitido pela Associação para Promoção da Excelência do Software Brasileiro (Softex). A lista foi divulgada pela Great Place to Work, que também avalia companhias nos setores de Comunicação, Empreendedores Endeavor, Franquias, Melhores Práticas, Saúde e Varejo.

O ranking é elaborado anualmente para analisar empresas que possuam a partir de 50 funcionários, produzam HW, SW ou Serviços de Tecnologia da Informação ou Telecomunicações. Dextra, Radix, Metadados Assessoria e Sistemas Ltda, Elotech Informatica e Sistemas Ltda, IVIA, Lumis, Ifactory Solutions, Shift Consultoria e Sistemas, ETEG Tecnologia e BHS figuraram na lista das 100 melhores empresas de TI para se trabalhar em 2015. As empresas têm em comum o fato de também constarem no cadastro do Programa MPS.BR.

O programa foi criado no início dos anos 2000 para aumentar a maturidade dos processos de software nas empresas brasileiras, pois as empresas favoreciam a certificação ISO 9000, genérica, em detrimento de outras normas e modelos especificamente voltadas para a melhoria de processos de software.

A certificação é direcionada a melhoria da capacidade de desenvolvimento de software e serviços nas empresas nacionais, além de impulsionar a competitividade para a indústria nacional. O cadastro conta com 683 avaliações publicadas desde setembro de 2005, incluindo oito no exterior.

“Além do aumento da qualidade de software nas empresas, a pesquisa ‘MPS Cidadão’, com foco nos impactos socioeconômicos do MPS-SW no Brasil, conduzida pela Softex de Nov2014-Mai2015, e apresentada em primeira mão em forma de artigo no último dia 18 de agosto, no XIV Simpósio Brasileiro de Qualidade de Software (SBQS 2015) em Manaus/AM, mostra que os resultados são favoráveis para todas as variáveis selecionadas para análise (empregos de nível superior e salário médio, inovação, dispêndios de P&D, apoio do governo etc), o que indica contribuições expressivas deste modelo do ponto de vista dos patrocinadores de avaliações vigentes”, comenta o gestor do programa Nelson Franco.

Adequado, tanto sob o ponto de vista técnico como de custos, à realidade das companhias de TI de qualquer porte, públicas e privadas, o selo se baseia nas normas ISO/IEC 12207 e ISO/IEC 15504 e é compatível com o CMMI.

Desenvolvido pela Softex, o programa tem apoio do Ministério da Ciência e Tecnologia, da FINEP e do Banco Interamericano de Desenvolvimento e de universidades. Um dos objetivos do programa é replicar o modelo na América Latina, já iniciado na Argentina, Colômbia, México, Peru e Uruguai, e com resultados apresentados em congressos internacionais.

A Softex é parceira do Congresso Mundial de Tecnologia da Informação – WCIT. Além de contribuir com a experiência do certificado, a Associação apoia a rodada de negócios, que abrirá as portas do mercado brasileiro para a exportação de produtos e serviços em TI.

O Congresso ocorrerá nos dias 3,4 e 5 de outubro de 2016, em Brasília. Será a primeira edição na América do Sul, o que representa oportunidade inédita para a indústria de TI fechar negócios, parcerias, receber investimentos e promover a inovação brasileira para o mundo.

Fonte: Softex e WCIT

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Secretário Geral da WITSA volta ao Brasil para acompanhar o Comitê Organizador do WCIT 2016

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O secretário geral da World Information Technology and Services Alliance (WITSA), James H. Poisant, virá ao Brasil para acompanhar os trabalhos do Comitê Executivo do WCIT 2016 e buscar parcerias comerciais e estratégicas para o evento.

De 22 a 24 deste mês, o representante da entidade realizadora do evento terá encontros com chefes dos governos federal e distrital, empresas públicas e privadas com grande potencial no mercado e pessoas estratégicas para o sucesso do evento, em Brasília. Na cidade, além do Comitê e dos representantes da ASSESPRO, Poisant será acompanhado pelo governador, pelo secretário de Ciência e Tecnologia e Inovação, Paulo Salles, e por representantes da Associação para Promoção da Excelência do Software Brasileiro (Softex) e da Confederação Nacional da Indústria (CNI).

Na semana seguinte, o secretário geral da WITSA seguirá para o Rio de Janeiro, onde continuará a se encontrar com possíveis patrocinadores e apoiadores do WCIT Brasil 2016. A agenda terminará no dia 30 de junho, em São Paulo.

As visitas de James H. Poisant ao Brasil ocorrem periodicamente desde a captação do evento pela ASSESPRO Nacional com o apoio do Governo do Distrito Federal. A primeira reunião em território nacional ocorreu em fevereiro de 2014, quando o representante da WITSA anunciou os primeiros patrocinadores – APEX Brasil e a Embratur, que colaborou com a ida do Comitê a edição de 2014, no México.

“Por conta desta visita técnica que estou realizando, já temos o apoio de patrocinadores representativos”, disse Poisant à época. “O suporte do Governo Federal e do Governo local é fundamental para visualizar o evento como uma prioridade nacional.”

Para o secretário-geral da WITSA, o evento tem duas grandes apostas: a primeira é no desenvolvimento das pequenas e médias empresas, que terão espaço específico para expandir os negócios e pensar em soluções conjuntas para crescimento; a segunda é na visibilidade do setor de Tecnologia da Informação como um todo, uma vez que as maiores empresas do mundo saberão o que o país tem para oferecer e, desta forma, terão mais segurança para investir no Brasil.

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