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Vivo utiliza ferramentas digitais em todo o processo de atração, seleção e admissão de talentos

Com o objetivo de aprimorar a experiência do candidato que deseja ingressar na empresa, a Vivo investe em ferramentas de digitalização e inovação em todas as etapas, desde a fase de recrutamento até a admissão. As iniciativas estão em linha com a estratégia de transformação digital que envolvem todas as áreas da operadora.

Para o recrutamento e seleção, a Vivo passa a usar a plataforma Gupy, que permite à operadora internalizar as etapas desse processo, proporcionando mais eficiência e transparência, possibilitando ao candidato acompanhar todas as fases, com respectivos feedbacks. As áreas de Tecnologia da Informação e Digital são as primeiras a contar com a novidade.

A etapa em que a empresa formaliza a oferta de emprego está com uma novidade também, inédita no mercado: os aprovados recebem por e-mail ou por SMS um videobot da OvermediaCast, plataforma de vídeos dinâmicos e interativos personalizados, informando sobre os benefícios da empresa. “A ideia surgiu para que os selecionados tivessem uma experiência inovadora e também pudessem se aprofundar melhor no leque de benefícios que oferecemos. Caso eles ainda tenham alguma dúvida, nossa equipe de atração e seleção entrará em contato para esclarecer”, ressalta Niva Ribeiro, VP de Pessoas da Vivo.

O processo de admissão é feito por meio da plataforma Acesso RH, onde o futuro colaborador preenche suas informações pessoais, tira fotos de seus documentos e os envia diretamente de seu smarthphone para validação inteligente de dados. A mobilidade da ferramenta facilita a entrega dos documentos de admissão, sem a utilização de papéis, proporcionando segurança e economia aos candidatos com cópias e transporte, uma vez que não é preciso se deslocar para realizar essa tarefa.

Quem estiver interessado em concorrer a uma vaga na Vivo pode acessar o link https://vivo.gupy.io/ para as vagas de Tecnologia da Informação e Transformação Digital.

Startups

Gupy e OvermediaCast são startups investidas pela Wayra – hub de inovação aberta da Vivo no Brasil e Telefônica no mundo. A contratação das soluções para integrarem as ferramentas digitais de recrutamento e admissão na Vivo estão alinhadas ao novo posicionamento da Wayra em ser um ativo essencial para a estratégia de transformação digital da empresa, tendo como um de seus objetivos encontrar startups que possam fazer negócios com a Vivo, além de outras marcas do Grupo Telefónica pelo mundo, e corporações no mercado.

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Ericsson e Vivo testam tecnologia 5G em rede 4,5G/LTE-A comercial

A Ericsson (NASDAQ: ERIC) e a Vivo anunciam hoje a realização de testes de campo com a tecnologia Massive MIMO, uma das etapas mais relevantes na evolução rumo ao 5G, ativada na rede 4,5G/LTE-A atualmente implementada pela operadora em São Paulo.

O Massive MIMO permite que as operadoras expandam sua capacidade de rede para oferecer uma melhor experiência para os consumidores, bem como para conectar mais dispositivos por antena. Essa característica garante que, em horários de pico, mais consumidores possam utilizar a internet e assistir vídeos ao mesmo tempo, sem prejuízo à experiência de navegação.

O teste é realizado em dois cenários com a antena ativa Ericsson AIR 6468, com recursos 64T64R Massive MIMO, instalada em um bairro de alta densidade populacional. No primeiro momento, o sinal é apontado a um edifício comercial para avaliar a desempenho da cobertura vertical em ambiente indoor. Em seguida, a cobertura horizontal é testada por múltiplos usuários, que obtêm ganho de performance devido à individualização dos feixes emitidos (beamforming) pela antena.

Para o diretor de Planejamento e redes da Vivo, Atila Branco, o tráfego de dados está em ascensão e aumentará exponencialmente com o avanço dos serviços de vídeo 4K, Realidade Virtual e Realidade Aumentada. “Estamos preparando e testando novas tecnologias para garantir que nossas redes tenham a capacidade e velocidade que oferecerão aos nossos clientes a melhor experiência em dados móveis no Brasil”, explica

Rogério Loripe, vice-presidente comercial da Ericsson no Brasil, comenta que “o Massive MIMO é uma das etapas mais relevantes para o 5G, mas enquanto a quinta geração não chega, os usuários podem se beneficiar de um desempenho superior mesmo na rede 4,5G/LTE-A. Este teste é um passo importante na parceria estratégica que temos com a Vivo na evolução da rede atual rumo ao 5G”.

O Massive MIMO é uma das principais tecnologias utilizadas para expansão de capacidade de rede, tendo sido implantado pela operadora de telecomunicações MTS e pela Ericsson durante o torneio global de futebol sediado na Rússia. Bastante superior ao atual MIMO4x4 disponível na rede, as medições da rede realizadas durante a competição esportiva em estádios e zonas de concentração de torcedores, em sete cidades-sede, mostraram que a velocidade média de download de dados e a eficiência espectral dobraram enquanto a capacidade da rede aumentou mais de quatro vezes.

O aumento da capacidade de rede é necessário para suportar o rápido crescimento dos dados trafegados pelas redes de telecomunicações. De acordo com o mais recente Mobility Report da Ericsson, o tráfego de vídeo atualmente representa mais da metade do tráfego móvel e deve aumentar ainda mais com a adoção de aplicativos de vídeo como Realidade Aumentada, Realidade Virtual e vídeo em 360º.

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Transformação digital permitirá à Vivo reduzir em 70% o volume de papel até 2021

A transformação digital protagonizada pela Vivo nos processos internos e serviços voltados aos clientes traz impacto positivo também para o meio ambiente e para sociedade. Somente neste primeiro semestre, a empresa reverteu 7,8 milhões de contratos assinados digitalmente em 2017 no plantio de 24 mil mudas, distribuídas em uma área de 9,6 hectares, o equivalente a dez campos de futebol. A ação, feita às margens do reservatório de Promissão, em São Paulo, resultou na compensação de quatro mil toneladas de CO2, que corresponde a 2,9% das emissões geradas pela empresa no período. Realizada em parceria com a Fundação SOS Mata Atlântica, a iniciativa é parte do projeto Paper Less, ou empresa sem papel, que deverá reduzir em 70% o volume de impressões de documentos pela companhia até 2021. Atualmente, o volume médio de impressões da empresa é de aproximadamente 4,4 milhões de folhas ao mês, o que deve ser reduzido para a 1,3 milhões de páginas em apenas três anos.

Para atingir sua meta, a Vivo trabalha em um projeto de reprografia, que prevê a redução máxima de impressões e fotocópias e a digitalização de contratos também junto a fornecedores e clientes B2B.

O projeto piloto, realizado pela área de Patrimônio da empresa, prevê que 1 milhão de contratos/mês sejam assinados digitalmente, o que equivale a 240 milhões de folhas economizadas em um ano. Na repografia, que engloba impressão e cópias de documentos, são impressos aproximadamente 50 milhões de páginas/ano. A redução prevista com a digitalização destes documentos chega a 75%. Entre as iniciativas que permitirão estas mudanças, está a capacitação e conscientização das equipes internas, mudanças em sistemas da empresa e implantação de novas frentes de digitalização. “A Vivo atua em diferentes as frentes para promover a digitalização, tanto internamente como nos pontos de contato do cliente com a empresa.

Com o projeto Paper less, ampliamos nossa atuação sustentável à medida que geramos impacto positivo para a sociedade”, afirma Caio Silveira Guimarães, diretor de Patrimônio da Vivo.

“A parceria com a Fundação SOS Mata Atlântica no projeto “Florestas do Futuro” nos trouxe esta possibilidade de transformar parte da digitalização dos processos na recuperação das matas ciliares e espécies nativas e de contribuirmos de forma direta para a preservação do meio ambiente”, revela a executiva de Sustentabilidade da Vivo, Joanes Ribas.

Consumo consciente

A iniciativa Venda Sustentável, que permite aos clientes assinarem seus contratos virtualmente, por meio de tablets e recebe-los por e-mail ou acessá-los via site ou aplicativo, também está entre as diferentes iniciativas da Vivo para estimular o consumo consciente e dar aos clientes a opção pelo consumo sustentável. A transformação digital permitiu à companhia ampliar o uso e a eficiência dos atendimentos via app Meu Vivo e aumentar a adoção de faturas digitais pelos clientes para 83% no serviço móvel e 140% no fixo, em 2017. No último ano, foram enviadas pela Vivo 131 milhões de faturas no formato digital.

Em todas as lojas e revendas da operadora também é possível ao cliente participar do programa Recicle com a Vivo, que garante a coleta e destinação adequada de equipamentos, como celulares, carregadores e baterias. Desde que foi implantado, em 2006, o projeto já recolheu 4,8 milhões de itens, garantindo a destinação de 100 toneladas de resíduos. Em 2017, foram recolhidos 122 mil itens, o equivalente a 8,1 toneladas de equipamentos. A empresa também trouxe para o Brasil o selo Eco Rating que classifica com uma nota de 0 a 5 o impacto ambiental dos smartphones, considerando mais de 100 critérios socioambientais. A avaliação, desenvolvida pela ONG Forum for The Future, do Reino Unido, permite aos clientes uma decisão de compra mais sustentável.

Telefônica Sustentável

A Vivo, marca da Telefônica no Brasil, adota um modelo de negócios sustentável, com impacto positivo para a sociedade. Sua capacidade de gerar valor socioambiental está na natureza do negócio, que oferece conexão de qualidade em todo o País. Dessa forma, a empresa leva desenvolvimento aos lugares mais remotos, conectando pessoas no mundo digital. Ao mesmo tempo em que oferece produtos e serviços inovadores, estimula o consumo responsável, reduz o impacto das suas operações e atua pautada em sólidas práticas de governança corporativa.

A empresa é a única operadora de telecomunicações do Brasil a compor por três anos consecutivos o ranking Emerging Market 70 Ranking, da Vigeo Eiris, que aponta as 70 companhias com atuação em mercados emergentes, selecionadas pelo bom desempenho em Sustentabilidade e Governança. A companhia também está presente pelo quinto ano consecutivo no ISE – Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3 (BM&FBovespa), que reúne as companhias com as melhores práticas de Sustentabilidade e Governança.

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Vivo e Huawei inauguram laboratório de IoT para testar e desenvolver novas aplicações ao mercado

A Vivo amplia seu escopo de atuação no segmento de Internet das Coisas e inaugura um laboratório de inovação (Open IoT Lab) com foco no desenvolvimento de aplicações fim-a-fim com tecnologia de Internet das Coisas (NB-IoT). Com base em características de baixo consumo de energia, melhor cobertura e a possibilidade de conectar um grande número de objetos, a tecnologia NB-IoT é a próxima tendência importante para a indústria de comunicações e está no centro da estratégia de negócio da Vivo, especialmente no segmento B2B. A implementação do Open IoT Lab conta com a parceria e apoio da Huawei.

O Open IoT Lab, sediado na cidade do Rio de Janeiro, tem como principal objetivo impulsionar e garantir um ecossistema amplo de parceiros para oferecer ao mercado as melhores soluções comerciais em IoT e contribuir para a criação de um mercado local no País. Esses parceiros também terão acesso antecipado aos novos serviços e soluções combinando os recursos e capacidades da Huawei com os recursos e conhecimentos do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento da Vivo – onde será instalado o Open IoT Lab – e contará com diversos parceiros, como Ublox e Quectel – que desenvolvem módulos de conectividade – e a C.A.S Tecnologia – que desenvolve soluções no mercado energético, além de outros parceiros.

“A Internet das Coisas está no centro da estratégia de negócio da Vivo, que já tem a liderança no mercado M2M com quase 40% de market share. Nosso objetivo é complementar o portfólio B2B com soluções IoT com serviços de conectividade, Big Data e novas plataformas. A parceria com a Huawei acelerará o desenvolvimento dessas novas aplicações e estimulará sinergias industriais com outros parceiros, antecipando e acrescentando mais funcionalidade e inteligência na concepção de novas soluções e serviços”, explica o vice-presidente de B2B da Vivo, Alex Salgado.

“A cooperação estratégica com a Vivo na maturação de um ecossistema tecnológico com a utilização do NB-IoT é fundamental para o desenvolvimento de indústrias locais”, explica o CTO da Huawei do Brasil, Taoyuan Zhou.

O acordo representa um avanço para a evolução das redes móveis em direção ao IoT – um mercado em ascensão, que deverá atingir quase 15 bilhões de conexões em 2020, de acordo com projeções da Machina Research. A Vivo já atua em mercados tradicionais, como o de meios de pagamento, rastreamento e de segurança, e também em novas frentes, como utilities, cidades inteligentes, vending machines, carros conectados, medição de audiência de TV, painéis eletrônicos de publicidade e até de carro compartilhado.

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Telefónica Open Future_ e Parque Tecnológico da UFRJ criam espaço para empreendedores digitais

O Telefónica Open Future_, programa global de inovação aberta e apoio ao empreendedorismo do Grupo Telefónica (controlador da Vivo), fechou parceria com o Parque Tecnológico da UFRJ para a criação de um espaço de crowdworking para empreendedores digitais. O Crowd Rio, como o espaço foi denominado, é a primeira iniciativa do Open Future no Rio de Janeiro e já está com inscrições abertas para a primeira seleção de startups de base tecnológica.

O Crowd funcionará nas dependências do Parque Tecnológico da UFRJ e estará à procura de projetos nas áreas de IoT (Internet das Coisas) e tecnologias digitais, tais como soluções em Telecom, Fintech (área de Finanças), Agtech (Agropecuária), SaaS (Soluções em Software), Big Data, Machine Learning, Inteligência Artificial, E2E (End to End), Edtech (Educação), Segurança, Vídeo, Media, Mobile (aplicativos para celular) e Games. As inscrições estarão abertas por meio da plataforma Openfuture.org ou acessando diretamente o link www.openfuture.org/pt/call/chamada-do-programa-crowdrio/3/6bcc8183369fbaa3461dd3abdd24f33d até o dia 10 de março. Serão selecionadas 10 startups para um período de pré-aceleração de até 12 meses.

Trata-se do quinto Crowd implantado pelo Open Future no País. A ideia é ajudar a impulsionar o talento local e incentivar jovens com vocação empreendedora a colocar em prática suas iniciativas, fornecendo infraestrutura de espaço, suporte técnico e mentoria. Caso o projeto avance, terá a oportunidade de continuar a ser apoiado por meio da Wayra, a aceleradora de startups ligada ao programa, onde poderá receber financiamento da ordem de US$ 50 mil em dinheiro e outros US$ 50 mil em infraestrutura e ações de desenvolvimento.

“Vamos utilizar uma metodologia de desenvolvimento de negócios moderna e já testada, além de ajudar a ampliar os contatos dos empreendedores com um ecossistema mundial de inovação”, afirma Renato Valente, Country Manager do Open Future e diretor da Wayra Brasil. “A parceria é importante pois ela fomenta uma das missões mais relevantes do Parque, que é incentivar o desenvolvimento de startups e promover a integração entre as pequenas empresas e as grandes companhias residentes no Parque e que colaboram com as atividades do nosso ambiente de inovação”, afirma José Carlos Pinto, diretor do Parque Tecnológico da UFRJ.

Parcerias com a Vivo

O programa Open Future_ atua com o conceito de inovação aberta e um de seus propósitos é promover parcerias entre a Vivo e as startups na oferta de serviços ao cliente ou de processos inovadores para a gestão da própria empresa. Hoje, 20% das startups investidas pelo Open Future_ fazem negócio com a operadora.

O primeiro espaço, chamado Crowd Vale da Eletrônica,foi lançado no início de 2016 junto ao Inatel – Instituto Nacional de Telecomunicações, de Santa Rita do Sapucaí (MG) e em parceria com a Ericsson. Em maio, foi anunciada a criação do Crowd Londrina, em parceria com a UEL – Universidade Estadual de Londrina e o Sebrae Paraná. Em São Paulo, a parceria com o Senac Santo Amaro deu origem ao Crowd Senac e, mais recentemente, em dezembro, foi anunciado o Crowd Hotmilk Curitiba, em conjunto com a Pontifícia Universidade Católica – PUCPR.

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Vivo emprega analytics para conhecer melhor os clientes e realizar campanhas de marketing assertivas

Incrementar as suas campanhas de marketing era a premissa principal da área de BI & Big Data da Vivo ao desenvolver o projeto Dashboards Online de CRM. Para sua concepção, a companhia apostou na combinação da capacidade do analytics e/ou BI (Business Intelligence) de lidar e tornar útil o enorme volume de informações, disperso em inúmeras bases e proveniente de “n” fontes, aliada a uma governança de CRM (Customer Relationship Management). O que faz toda a diferença no planejamento de ações de vendas e de comunicação. Os resultados, que foram sentidos em termos de ganhos financeiros, melhores índices de satisfação dos steakholders, como também nas contestações dos clientes, não poderiam ser mais vantajosos: mais conhecimento e informações sendo transformados em insights valiosos.

Desenvolvido com base na plataforma analítica da MicroStrategy, líder mundial no fornecimento de plataformas de software empresarial, o projeto permitiu consolidar todas as informações, viabilizar melhores decisões, prover insights para novos estímulos e acompanhar todas as campanhas BTL. E, ainda, disponibilizar essas informações em diversas plataformas – desktops, tablets, smartphones – para os principais steakholders da empresa, público para o qual o conhecimento precisava ser compartilhado, visando não só garantir a manutenção dos dashboards que seriam construídos, mas também estimular a construção de novos modelos.

“Reunir, organizar, analisar dados e gerar informações valiosas tornaram-se cruciais para a sobrevivência de qualquer organização. Além disso, os consumidores estão cada vez mais exigentes, aumentando ainda mais a necessidade de conhecimento. Não basta ter a oferta, é preciso saber o perfil do cliente, entender e se antecipar aos seus desejos, necessidades e expectativas”, enfatiza Acácio Pedro, da área de projetos e campanhas de CRM da Vivo.

Embora os resultados tenham sido sentidos de diversas formas pela Vivo, de acordo com Acácio, sem nenhuma dúvida, o principal impacto foi no SLA (Time to Market) das campanhas BTL. Ou seja, a melhoria foi percebida na porcentagem de entrega de cada campanha, conforme o prazo estipulado pela área solicitante, associada ao ganho de escala e produtividade, aspectos que são críticos em todo este processo de campanhas. Em janeiro de 2016, o SLA era de 24% para um volume de cerca de duas mil campanhas por mês. E oito meses depois (setembro 2016), este mesmo indicador já era de 94%, ou seja, um aumento de 291%, para um volume ainda maior, correspondente a mais quatro mil campanhas por mês.

“Claro que para chegar até isso, os desafios eram inúmeros. Incluindo, ajustar as diversas fontes de dados e diferentes métodos de consolidações das informações; alinhar os KPIs entre os usuários; e aproveitar o potencial máximo das principais funcionalidades da plataforma analítica da MicroStrategy. Para superá-los e viabilizar o projeto, foi preciso revisar 100% do processo de consolidação das informações e definir uma fonte única, bem como estabelecer um padrão para as inserções de todos os pedidos de geração das campanhas”, explica.

Também foi preciso definir os principais indicadores e alinhar os conceitos de cada um deles às expectativas dos steakholders em relação a como eles gostariam de consultar as informações. Após esta etapa, com base nas capacidades disponíveis da ferramenta, foram elaborados os dashboards de CRM. Sempre com a premissa de ser o mais intuitivo possível, e claro, disseminar o conhecimento para toda a empresa.

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Prorrogadas as inscrições para startups participarem de batalha inédita no Brasil sediada na Vivo

Startups que utilizam inteligência artificial como principal tecnologia em suas soluções têm mais prazo para se inscreverem para a terceira edição da batalha global de startups, que acontece dia 9 de dezembro, na sede da Vivo, em São Paulo. As inscrições estarão abertas até dia 29 de novembro por meio do link participe da batalha de AI.

É a primeira vez que um evento nestes moldes acontece no Brasil, como conclusão do curso de verão de Machine Learning, organizado pela norte-americana BigML em parceria com o Telefónica Open Future e a Vivo. Antes, já houve edições da batalha em Boston (EUA) e Valência (Espanha).

Durante a batalha, cinco startups pré-selecionadas irão competir entre si e serão avaliadas por um algoritmo de Machine Learning (o PreSeries), sem qualquer envolvimento humano. As empresas apresentarão seus projetos em inglês e o algoritmo dará notas a cada uma. O algoritmo reflete um extenso modelo preditivo gerado com informações de milhares de startups no mundo, além de considerar rodadas de investimento realizadas até o momento.

A empresa vencedora será convidada a fazer parte da Wayra, academia de aceleração do Telefónica Open Future, durante seis meses, aproveitando benefícios como treinamento, mentoring e conexão com a rede de contatos global construída pelo programa. Após esse período, a empresa será avaliada e poderá receber investimento no valor de US$ 50 mil, conversível em participação de 7% a 10% por parte da Telefónica. O empreendedor vencedor também terá a oportunidade de se aproximar da Vivo e de outras unidades da Telefónica ao redor do mundo, para fazer negócios.

A Microsoft vai premiar a vencedora da batalha com US$ 120 mil em créditos no Microsoft Azure para serem utilizados em dois anos. A startup receberá o selo de BizSpark Plus, upgrade do programa de benefícios para startups da Microsoft, que oferece créditos em Azure, acesso à plataforma de software e oportunidades de conexão com investidores e negócios.

Espera-se que mais de 150 profissionais e interessados em aprender Machine Learning, novas ferramentas que ajudam a transformar dados em conhecimentos práticos e a desenvolver aplicações inteligentes, participem do curso de verão de Machine Learning, em São Paulo. Mais detalhes podem ser encontrados no blog post.

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Indra prestará serviços de testing e integração de sistemas para a vivo

A Indra assinou novos contratos com a VIVO, marca da Telefónica no Brasil, para prestar serviços de testing de software e realizar a integração da operadora de telecomunicações e a GVT por meio de ERP da SAP, respectivamente.

O primeiro dos projetos contempla a execução de testes das aplicações da VIVO assim como a implantação e integração de soluções para melhorar o atendimento ao cliente por meio de ferramentas de controle e automatização. Os serviços de testing atenderão todas as demandas de desenvolvimentos evolutivos e integração de novas soluções da VIVO com outros sistemas durante um período de quatro anos.

A Indra prestará suporte a VIVO a partir das Software Labs de Campinas e Goiânia (fábricas com certificação TMMI 3) e a área de outsourcing com um modelo de serviço próprio 24×7, baseado nas melhores práticas do mercado (CMMi /TMMi, ITIL, COBIT e PMI).

Este projeto tem como objetivo incrementar a produtividade na execução de testes, reduzir o custo e o prazo de execução dos mesmos, assim como aumentar a qualidade das implantações e estender a cobertura dos testes funcionais e automatização das atividades na operadora.

Integração com a GVT

Por outro lado, a Indra fará a integração de todos os processos baseados em SAP da VIVO e da GVT, empresa adquirida pelo Grupo Telefónica. Os projetos incluem a implantação dos ERP da SAP por parte da multinacional de consultoria e tecnologia com o objetivo de simplificar a arquitetura de sistemas e adotar uma plataforma de gestão única.

A VIVO é a operadora líder do mercado brasileiro –o maior mercado da América Latina- por número de clientes, com mais de 103 milhões, como por receita. A VIVO conta com a maior rede nacional 3G, presente em 3.400 municípios e de 4G (com uma cobertura que supera 183 cidades no país).

Parceira tecnológica

A Indra reforça com estes novos contratos seu posicionamento como parceira tecnológica da VIVO, cliente no qual atua há mais de década. Atualmente, mais de 600 profissionais da multinacional de consultoria e tecnologia prestam suporte na área TI da operadora. Além disso, colaborou no desenvolvimento de projetos estratégicos em diversos âmbitos.

A Indra possui uma ampla experiência na prestação de serviços e desenvolvimento de infraestrutura tecnológica das operadoras de telecomunicações. As soluções desenvolvidas pela companhia prestam serviço a mais de 250 milhões de clientes de telefonia móvel em 20 países. Quatro das dez maiores operadores do mundo são clientes da Indra.

Sua oferta inclui, desde serviços integrais de consultoria, até a implantação de soluções nos âmbitos de gestão comercial e de negócio, suporte à operação dos serviços de telecomunicações e gestão corporativa da operação.

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