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Gartner alerta para áreas de Segurança em Nuvem que as empresas devem focar

O Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento imparcial em tecnologia, alerta as empresas para a segurança de aplicações armazenadas em ambientes Cloud (em Nuvem). Enquanto muitos profissionais de tecnologia ainda estão desenhando suas estratégias de Cloud, hesitando em adotar ou definindo seus fornecedores, os funcionários das organizações já estão amplamente utilizando centenas de aplicações Cloud, em especial Software como Serviço (do inglês, Software as a Service – SaaS). Esse tema será amplamente debatido na Conferência Gartner Segurança e Gestão de Riscos, que acontece nos dias 2 e 3 de agosto no Sheraton São Paulo WTC Hotel (SP).

Segundo o Gartner, a computação em Nuvem cria muitos desafios para todas as empresas. Geralmente, nenhuma política corporativa de Cloud ou projeto de segurança é abrangente o suficiente. Do ponto de vista da Segurança e da Gestão de Riscos, a ambiguidade é especialmente difícil de lidar. Um dos principais dilemas com relação à introdução de políticas de computação em Nuvem é que ninguém consegue realmente definir o que ela é. “Enquanto os CISOs (do inglês, Chief Information Security Officers) veem a Nuvem como um estilo de computação, outras partes da empresa enxergam apenas como ‘coisas acessadas pela Internet’”, afirma Jay Heiser, Vice-Presidente de Pesquisa do Gartner.

Independentemente de como os grupos definem a computação em Nuvem, os analistas do Gartner indicam que é essencial ter uma estratégia bem definida, assim como políticas para o seu uso. As empresas devem focar em três áreas principais de segurança na Nuvem: multilocação, virtualização e software como serviço.

A multilocação proporciona flexibilidade limitada nos serviços para empresas dividem espaço com outros clientes. Com os dados fora do controle físico da companhia, a segurança acaba se tornando um problema. De fato, 38% das organizações que não planejam utilizar a Nuvem Pública apontaram a segurança e a privacidade como os principais motivos de risco. No entanto, as empresas podem estar usando a segurança e a privacidade como “desculpa”, tanto pelo medo de abdicar do controle sobre os dados quanto pela grande mudança no status quo do modo como estão acostumadas a trabalhar. “Não há correlação entre falha de segurança e o grau de multilocação. Às vezes, tornar-se híbrida pode ser a melhor forma para que algumas empresas ganhem confiança no modelo de Nuvem Pública”, explica Heiser.

A virtualização requer uma gestão de vulnerabilidade e processos de comparação distintos para o ambiente de Nuvem. As empresas podem usar ferramentas diferentes para gerenciar máquinas virtuais, uma vez que sua natureza complexa, dinâmica e distribuída não permite a indicação física de segurança como as “luzes piscantes” dos modelos tradicionais.

Os aplicativos de SaaS (Software como Serviço) oferecem um nível cada vez maior de segurança, com inúmeras funcionalidades de controle. No entanto, as aplicações de SaaS estão, no geral, sob o comando dos usuários finais, oferecendo uma transparência mínima e sem possibilidades de personalização para as demandas das empresas. Para aumentar a complexidade, muitas empresas chegam a ter 1.000 aplicativos SaaS em uso.

Priorize suas escolhas de SaaS

Os profissionais de segurança (CISOs) precisam definir suas prioridades e definir o tempo e os melhores recursos para lidar com o contexto de risco no uso de SaaS. Dessa forma, é necessário dividir os aplicativos de SaaS (Software como Serviço) em três níveis:

Nível 1: Realisticamente, cerca de 80% do mercado está centrado em 100 serviços de Cloud. Os principais fornecedores têm opções comprovadas, mas as organizações precisam se debruçar sobre o tema e verificar se realmente elas estão fora de risco para usar as soluções de forma segura.

Nível 2: Estas empresas, tipicamente grandes marcas que estão experimentando Cloud Services, não tinham oferecido antes como ofertas principais por mais de cinco anos. Geralmente com uma estratégia vertical de oferta de aplicativos, eles bloquearam avaialçies de terceiros. É neles que os CISOs devem focar suas avaliações e seus recursos.

Nível 3: Os milhares de aplicativos de computação em Nuvem classificados como nível 3 são praticamente irrelevantes, segundo Heiser. Não se pode assumir que um pequeno provedor de serviço em Nuvem (CSP) seja seguro ou financeiramente estável. Apesar de ser um risco aceitável, estes aplicativos devem ser utilizados com cuidado.

Conferência Gartner Segurança e Gestão de Riscos 2016
Data: 2 e 3 de agosto de 2016 (Terça e Quarta-feira)
Local: Sheraton São Paulo WTC Hotel – Av. das Nações Unidas, nº 12.559
Site: Gartner.com/br/security.

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Virtualização de workstations auxiliam exploração de óleo e gás

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Tendência cada vez mais em alta no ambiente corporativo mundial, a virtualização de workstations com processadores gráficos da NVIDIA tem conquistado muitos adeptos de diferentes setores da indústria e de serviços no Brasil.

Um exemplo de sucesso no uso dessa tecnologia está na exploração de óleo e gás, uma tarefa complexa que exige a participação integrada de diversas workstations e de diferentes profissionais, como, por exemplo, geólogos, geofísicos, cartógrafos e engenheiros. Entretanto, este processo demanda uma alta quantidade de recursos por conta dos altos requisitos de hardware exigidos pelos softwares da indústria.

Visando à modernização de sua área de Exploração e Produção (E&P), a Ouro Preto Óleo e Gás investiu na virtualização de dez workstations utilizando soluções gráficas NVIDIA GRID K2, que impactaram positivamente no trabalho de dez usuários da plataforma.

Com a virtualização, a Ouro Preto possibilita que seus usuários acessem suas workstations, independentemente de onde eles estejam ou de qual dispositivo estejam utilizando. “Isto permite, por exemplo, que nossos geólogos e geofísicos usem softwares que exijam grande capacidade de hardware por meio de seus computadores pessoais, tablets ou até mesmo celulares. Já temos empregados manipulando dados sísmicos remotamente pelos seus tablets”, explica Eduardo Cunha, responsável pela área de Tecnologia da Informação da Ouro Preto Óleo e Gás.

O Country Manager da NVIDIA Brasil, Richard Cameron, aponta outro ponto importante: o investimento em melhorias após a implementação do projeto oferece benefícios para todos os usuários simultaneamente, otimizando o investimento. “Quando a estrutura crescer, basta a Ouro Preto investir nos servidores e todos os usuários terão ganhos de performance, enquanto que em uma estrutura tradicional seria necessário investir em todas as workstations separadamente, gerando ainda mais custos”, explica.

Segundo dados da consultoria Gartner, o custo total de propriedade de uma arquitetura centralizada em servidores, com thin clients como estações-cliente, fica entre 12% e 48% menor do que a opção pelos ambientes com PCs nas mesas dos usuários, dependendo da aplicação e, principalmente, do nível de gerenciamento. “No nosso caso, estamos tratando de workstations, que são máquinas com custo mais elevado que os tradicionais PCs. Ao utilizar essa tecnologia em nossa área de Geologia e Geofísica, conseguimos racionalizar a disponibilização desses recursos de acordo com a demanda efetiva dos profissionais envolvidos em diversos projetos da companhia”, explica Cunha.

O futuro virtualizado pela GPU

O projeto conduzido pela SPE Data Informática, que atuou como parceira no desenho e implantação da virtualização das workstations das áreas de Geologia e Geofísica da Ouro Preto, utilizou placas gráficas NVIDIA GRID K2 como solução para aplicativos com uso intenso de gráficos em estações locais e remotas, proporcionando, assim, gráficos 2D e 3D de alta qualidade e excepcional performance. Esta tecnologia fornece excelência de processamento a desktops virtuais, que equivale a de workstations locais ao compartilhar uma GPU com diversos usuários.

“As soluções de virtualização de desktops e aplicativos fornecem ao setor de Tecnologia da Informação uma nova abordagem simplificada para oferecer, proteger e gerenciar desktops e aplicativos Windows, reduzindo os custos e garantindo que os usuários finais possam trabalhar a qualquer momento, de qualquer lugar no mundo, por meio de qualquer dispositivo, como celulares, tablets e notebooks”, complementa Cunha. O que começou como teste conceitual para avaliar os benefícios da plataforma virtualizada deu tão certo que a Ouro Preto já se prepara para aperfeiçoar suas estações de trabalho.

“Durante o início dos testes que realizamos no período conceitual, virtualizamos apenas três workstations. Precisávamos testar a plataforma que utilizamos, uma vez que soluções de VDI (infraestrutura de dados virtualizados) são pouco difundidas na indústria de E&P. O conceito com as GPUs da NVIDIA foi um sucesso e resolvemos dar mais um passo em direção a esse processo”, explica Cunha.

“Já virtualizamos toda nossa área técnica, que hoje conta com dez workstations (utilizadas por geólogos, geofísicos, engenheiros de perfuração, engenheiros cartógrafos etc). O pedido dos equipamentos envolvidos na solução (hardware e software) já foi efetuado e estamos apenas aguardando a entrega dos mesmos para criar o ambiente definitivo”, finaliza.

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Brasoftware e Citrix promovem evento em Brasília sobre tecnologias para trabalho remoto

A Brasoftware, uma das principais provedoras de soluções de tecnologia do Brasil, e a Citrix, líder em virtualização, redes e infraestrutura de nuvem que permitem novas maneiras para as pessoas trabalharem melhor, promovem um encontro em Brasília, no dia 7 de junho, para debater novas tendências na implementação de ferramentas de trabalho remoto.

Será realizado um jantar especial no Restaurante Baby Beef Rubaiyat, localizado no Trecho 11, na Asa Sul de Brasília, a partir das 19h. O evento tem vagas limitadas, é gratuito e as inscrições podem ser realizadas até 6 de junho por meio do link.

O evento é uma oportunidade para gestores e executivos da área de TI descobrirem como deixar suas equipes trabalhando em sintonia, de qualquer lugar, com qualquer dispositivo. O objetivo é adequar as empresas à realidade atual de remodelação do local de trabalho e prepará-las para os desafios de disponibilidade e gestão.

A Brasoftware mostrará aos participantes como as Soluções Citrix podem preparar os negócios para vencer esses novos obstáculos. Os principais temas serão: o aumento de produtividade de equipe; a implementação de dispositivos BYOD (Bring Your Own Device) sem comprometer a segurança; e a redução de custos do gerenciamento dos aplicativos.

Jantar Especial – Brasoftware e Citrix

Data: 07/06/2016

Horário: a partir das 19h

Local: Restaurante Baby Beef Rubaiyat – Trecho 11, Asa Sul – Brasília/DF

Inscrições: até 06/06/2016 pelo site.

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