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NEC mostra tecnologias que conectam os mundos real e cibernéticos durante o Futurecom 2016

Entre os destaques que a NEC, líder global no desenvolvimento de tecnologias de ponta, apresenta durante o Futurecom 2016 (de 17 a 20 de outubro, no Transamérica Expo/SP), estão as tecnologias que impulsionarão as grandes mudanças sociais, por meio da conexão entre os mundos real e cibernético, a exemplo da biometria digital, inteligência artificial, reconhecimento facial, internet das coisas e Big Data. Na oportunidade, a empresa expõe também, em seu estande, localizado na posição 32 do corredor C, soluções inovadoras para os setores de Segurança, Telecom e Varejo.

De acordo com Daniel Mirabile, presidente da NEC no Brasil, a companhia tem como missão potencializar o poder de inovação da TIC (Tecnologia da Informação e Comunicação), a fim de solucionar várias questões sociais, que melhoram a estrutura da sociedade como um todo. “A internet das coisas, por exemplo, deve criar uma ligação mais intensa entre o real e o virtual. Quanto mais as coisas se conectarem e os dados forem analisados, maior será a possibilidade de ajudar a sociedade. A inteligência artificial aperfeiçoada auxiliará a inteligência humana, permitindo que dados ocultos sejam agregados e verificados”, afirma.

Uma das novidades que a NEC traz diretamente do laboratório da empresa no Japão é o ARm Keypad, composto por um teclado virtual e óculos vestíveis, utilizados com a tecnologia de realidade aumentada para transformar o antebraço do indivíduo em uma interface que se conecta com o computador. “Temos trazido muitas soluções do Japão, que têm sido utilizadas na sociedade. Esta inovação vem para estimular o mercado para as diversas possibilidades que a tecnologia pode oferecer, a fim de facilitar ainda mais o cotidiano das pessoas”, complementa Mirabile.

As soluções de biometria digital da NEC são reconhecidas mundialmente como as mais precisas do mercado e podem ser usadas para identificação da face, impressões digitais, entre outras. O público do Futurecom terá a oportunidade de conferir de perto a demonstração do sistema de reconhecimento facial desenvolvido pela empresa em diversas aplicações reais. Essas tecnologias da NEC são utilizadas com êxito, tanto em nível local quanto internacional, em diversos segmentos, como ocorre com os projetos de segurança pública e de sistemas de prevenção a fraudes no varejo. A chegada da Arcon, um dos principais players brasileiros no segmento de segurança cibernética, ao Grupo NEC também fortalece a oferta da companhia nesta área da TI.

Com foco no setor de Telecomunicações, a NEC apresenta soluções que visam otimizar as redes das operadoras, como é o caso do NFV (Network Function Virtualization ou Virtualização de Funções de Rede). Um dos destaques neste contexto é a tecnologia de vCPE (Virtualized Customer Premisses Equipment). “Ao otimizar suas redes, as operadoras conseguem criar novas funcionalidades e utilizar seus investimentos de forma mais eficiente, além de reduzir drasticamente o custo nas operações. Esta solução já está em processo avançado de testes na operadora VIVO, no Brasil”, continua o presidente da NEC no Brasil.

Para o Varejo, setor para o qual a empresa disponibiliza cada vez mais inovações que se convertem em incremento real para o negócio do cliente, a NEC tem ofertas que se estendem desde o Enterprise SDN, que permite que as redes sejam controladas dinamicamente, tornando-as um sistema de TIC flexível, até as soluções mais avançadas de frente de caixa (PDV – Ponto de Venda), as quais buscam garantir a melhor experiência e eficácia durante o processo de compra na loja. Outra inovação da NEC, que já é realidade no Japão, e que os visitantes poderão apreciar em primeira mão durante o evento, é a solução de pagamento por reconhecimento facial. “Hoje em dia, os bancos no Brasil utilizam biometria para acesso aos caixas eletrônicos. Mas, a tecnologia de reconhecimento facial, inclusive, para realizar pagamentos já é uma realidade, proporcionando facilidade e segurança”, finaliza Mirabile.

Participação da NEC no Congresso

– Painel: Impactos nas redes e estratégias de monetização

Executivo NEC: Roberto Murakami, diretor de soluções para operadoras da NEC no Brasil
Coordenador: Eduardo Levy, da SindiTelebrasil e Telco Nation Union
Data: 17 de outubro, segunda-feira
Horário: das 11h30 às 12h40
Local: Auditório Brasil

– Painel: Segurança nas comunicações & gerenciamento de riscos nos negócios

Executivo NEC: Rogério Reis, diretor de operações da Arcon, empresa que pertence à NEC Latin America
Coordenador: Ari Lopes, da Ovum
Data: 18 de outubro, terça-feira
Horário: das 10h50 às 12h
Local: Auditório Colômbia

– Painel: IoT: Revolucionando o estilo de vida dos cidadãos e impulsionando os negócios

Executivo NEC: Daniel Mirabile, presidente da NEC no Brasil
Coordenadora: Critiane Pelajo, da TV Globo
Data: 18 de outubro, terça-feira
Horário: das 11h20 às 12h40
Local: Auditório Brasil

– Painel: Economia Digital 2025: Tendências na Comunicação e Informação de Negócios Globais

Executivo NEC: Shinya Kukita, Diretor da Unidade International de Vendas e Operações de Negócios da NEC Corporation
Coordenador: Jorge Fernando Negrete, da Media Telecom
Data: 18 de outubro, terça-feira
Horário: das 15h10 às 16h30
Local: Auditório Brasil

– Painel dos presidentes: os pontos improrrogáveis da nova política setorial das telecomunicações

Executivo NEC: Daniel Mirabile, presidente da NEC no Brasil
Coordenadora: Heloísa Magalhães, do Valor Econômico
Data: 19 de outubro, quarta-feira
Horário: das 11h às 12h40
Local: Auditório Brasil

– Painel: Cidades Inteligentes contribuindo para segurança, mobilidade, saúde e educação

Executivo NEC: Wagner Coppede Júnior, diretor de soluções e engenharia da NEC no Brasil
Coordenador: Igor Lopes, do Portal Canaltech
Data: 19 de outubro, quarta-feira
Horário: das 15h20 às 16h30
Local: Auditório Brasil

Futurecom 2016

Data: de 17 a 20 de outubro de 2016
Horário: Congresso: das 9h às 12h
Exposição: das 13h às 20h
Local: Expo Transamérica / São Paulo

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Pesquisa da Unisys aponta que as tecnologias vestíveis revolucionarão a biometria

Nova pesquisa da Unisys Corporation(NYSE: UIS) revela que a área de aplicação da lei deve conduzir a inserção da biometria à tecnologia vestível. Entretanto, a questão da privacidade e segurança dos dados biométricos armazenados na nuvem precisa ser abordada, conforme seja amplamente adotada.

A pesquisa com 54 profissionais especialistas em biometria foi conduzida pela Unisys durante a Conferência do Instituto de Biometria na região Ásia-Pacífico(Biometrics Institute Asia Pacific Conference), realizada em Sidney, em maio de 2016.

As tecnologias vestíveis são dispositivos que podem ser utilizados junto ao corpo e que normalmente possuem a funcionalidade de promover a comunicação, o que possibilita a troca de dados entre uma rede e o dispositivo. Biometria refere-se a uma variedade de tecnologias nas quais os atributos exclusivos das pessoas são utilizados com o objetivo de identificar e autenticar, tais como impressão digital, da íris, mão, rosto, voz ou movimento.

“Embora a biometria tenha se tornado mais barata, mais precisa e mais fácil de usar, a falta de uma mudança revolucionária na tecnologia de captura restringiu os tipos de aplicações que utilizam a biometria e os tipos de biometria utilizados nessas aplicações. No entanto, o surgimento das tecnologias vestíveis tem o potencial de mudar completamente a utilização da biometria”, afirma John Kendall, Diretor do Programa de Fronteiras e Segurança Nacional da Unisys.

A maioria dos profissionais da área de biometria entrevistados (63%) disse que possibilitar que os agentes que aplicam a lei em âmbito público e privado identifiquem suspeitos ou conhecidos, que sejam terroristas e criminosos é a oportunidade mais apropriada para incorporar a biometria à tecnologia vestível. Poucos indicaram a finalidade para que consumidores possam fazer uso de relógios inteligentes, por exemplo, para autenticar pagamentos (19%) ou a utilização da biometria para controlar o acesso de dados capturados por dispositivos vestíveis (14%).

“Câmeras utilizadas junto ao corpo, que ficam presas nos uniformes como se fossem crachás, já estão sendo utilizadas em todo o mundo por autoridades de segurança pública para identificar pessoas, ao comparar com uma lista de suspeitos e depois, por meio de um smartphone ou um fone de ouvido Bluetooth discreto, notificam a pessoa que está utilizando esta câmera junto ao corpo”, indicou Kendall.

Os entrevistados disseram que o reconhecimento facial é a modalidade biométrica mais apropriada para a tecnologia vestível, seguido pela identificação de voz. Além disso, pulseiras (52%), relógios (19%) e broches (15%) foram indicados como os formatos de dispositivos vestíveis mais apropriados para utilização da biometria.

“A autenticação da impressão digital já é aceita em smartphones e poderá ser aplicada a relógios ou pulseiras por meio de sensores de impressão digital. De modo similar, como muitos dispositivos vestíveis já incorporam câmeras, o reconhecimento facial é uma opção lógica para os óculos inteligentes e as câmeras utilizadas junto ao corpo”, completou Kendall.

Questões sobre privacidade no acesso às informações biométricas armazenadas na nuvem foram citadas como sendo o obstáculo mais significativo para a incorporação da biometria à tecnologia vestível (79%). De uma forma geral, tecnologia, formato e custo não foram considerados como obstáculos.

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Projeto brasileiro de pulseira para detectar hipoglicemia pode chegar ao mercado por meio do financiamento coletivo

Uma pulseira capaz de detectar o estado hipoglicêmico de um paciente pode chegar no mercado brasileiro em breve. É a tecnologia que a EasyGlic, desenvolvida pela EasyMedical, pretende disponibilizar para toda a população. O produto, que já passou pelas fases de estudo, desenvolvimento, criação da tecnologia, app e protótipo, agora está com sua campanha de financiamento coletivo pela Kickante e pretende arrecadar a quantia necessária para iniciar a produção em massa.

O bracelete, hipoalérgico com bateria de alta duração, é indicado para pessoas com histórico de hipoglicemia como diabéticos e atletas. De fácil utilização, o dispositivo é capaz de detectar quando o estado hipoglicêmico está se aproximando e emite um alerta ao usuário que pode adotar atitudes de prevenção. Além da pulseira, a EasyMedical também desenvolveu um app para smartphone, disponível pra iOS e Android, onde o usuário pode armazenar todas as informações coletadas, além de emitir um aviso a todos números previamente cadastrados no aplicativo.

“Crianças e idosos, por exemplo, que têm um pouco mais de dificuldade ao detectar os sintomas da hipoglicemia, podem usar o bracelete como segurança, e caso aconteça alguma ocorrência, o aplicativo irá notificar os números dos responsáveis que poderão ajudar o usuário”, explica Egmar Rocha, da EasyMedical. A hipoglicemia é o estado onde há diminuição da quantidade normal de glicose no sangue, e pode atingir pessoas com diabetes e atletas, por exemplo. O baixo nível de glicose no sangue pode causar uma série de sintomas desagradáveis e, no caso de hipoglicemia, pode levar à inconsciência, coma ou até à morte.

A campanha, no ar pela Kickante, pretende arrecadar R$500 mil, e receberá contribuições até o dia 29 de agosto. Para estimular as colaborações, os criadores oferecem recompensas como calendário para controle da glicemia (R$ 25), caneca personalizada (R$ 50) e o próprio bracelete (R$ 500).

Para kickar, acesse: http://www.kickante.com.br/campanhas/easyglic-pulseira-de-estados-hipoglicemicos

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