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Logicalis investe em soluções de segurança e inteligência financeira para bancos e seguradoras

A Logicalis, empresa global de soluções e serviços de tecnologia da informação e comunicação, levará suas soluções de inteligência financeira e de segurança – física e virtual – para o CIAB 2019, principal evento de tecnologia para o setor financeiro do Brasil, que acontece entre os dias 11 e 13 de junho, em São Paulo. Em seu estande, a empresa contará com a presença de parceiros como Agrotools, Algosec, Cisco, Nutanix, Symantec e VMWare.

Para suportar as empresas do setor, a Logicalis desenvolve e integra soluções e ferramentas alinhadas aos desafios de negócio, desde a infraestrutura para suportar as operações até tecnologias disruptivas que permitam melhorar a experiência do cliente ou, até mesmo, a criação de novas ofertas. Com isso, seus clientes estão aptos a desenvolverem serviços inovadores, garantindo a satisfação do cliente e o atendimento às novas leis de privacidade de dados.

“A Logicalis tem uma presença muito forte no segmento financeiro brasileiro, tendo em sua base de clientes os principais bancos do País. Assim, buscamos sempre aprimorar nossas ofertas, utilizando tecnologias inovadoras, como IoT (internet das coisas) e IA (inteligência artificial), para garantir que estamos acompanhando a evolução e as necessidades do setor”, explica Anderson André, diretor-executivo de vendas da Logicalis.

Um dos destaques da empresa para o setor é a solução de inteligência financeira que possibilita aos bancos terem maior visibilidade dos riscos de concessão do seguro rural e do crédito agrícola. “Apesar de o agronegócio representar cerca de 1/3 do PIB brasileiro, o seguro rural é um produto sub-utilizado no Brasil. Isso acontece especialmente devido ao risco associado – fatores climáticos, demanda de mercado externo e interno, doenças, pragas, entre outros. Acreditamos que nossa solução pode ajudar bancos e seguradoras a criar novos produtos que apoiam o produtor rural de forma consistente e sustentável”, completa o executivo.

A solução, que além de ser demonstrada no estande também será debatida em um painel, combina o uso de IoT e analytics para trazer informações relevantes no momento da análise do crédito ou do seguro solicitado pelo produtor. Com base em dados, é possível obter informações que indiquem uma possível quebra de safra ou como será a colheita, possibilitando uma análise mais detalhada da gestão de riscos e, consequentemente, uma precificação mais assertiva dos serviços financeiros. A tecnologia não só simplifica o processo dos bancos e confere segurança às operações, como também apoia o produtor rural a reduzir riscos e maximizar sua produção.

A Logicalis também levará ao CIAB suas tecnologias de segurança para estabelecimentos. O monitoramento de agências, por exemplo, conta com câmeras, sensores, reconhecimento facial e reúne todas essas informações em um dashboard. O objetivo é automatizar o processo de gestão dessas tecnologias, garantir a segurança patrimonial do ambiente do cliente e reduzir o custo operacional das empresas, otimizando a tomada de decisão.

Já do ponto de vista da segurança da informação, a empresa traz para discussão o tema Zero Trust Network, uma nova maneira de enxergar a segurança da informação, em um modelo baseado em “nunca confiar e sempre verificar”, independente da entidade presente na rede (usuários, dispositivos, aplicativos e pacotes).

As leis de privacidade, como a brasileira LGPD e a europeia GDPR, também serão tema de debate no estande da Logicalis. Com experiência adquirida no tema, a empresa apresentará sua oferta de consultoria – que envolve assessment e planejamento para atender à legislação – assim como as soluções tecnológicas mais adequadas para suportar o processo de adequação às normas.

Finalmente, quando o assunto é a experiência do cliente, a Logicalis apresentará um robô de atendimento, que responde a comandos, utilizando inteligência artificial e machine learning. Com ele, é possível oferecer um atendimento ágil e personalizado aos consumidores.

CIAB 2019

Data: 11 a 13 de junho

Local: Transamérica Expo Center

Endereço: Av. Dr. Mário Villas Boas Rodrigues, 387

Palestras

Tema: Segurança Zero Trust para serviços financeiros, por Alexandre Murakami

Data: 12/06

Horário: 16 horas

Auditório: F1

Tema: Tecnologia financeira transformando o agronegócio, por Fabio Hashimoto

Data: 13/06

Horário: 14h45

Auditório: F2

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As 5 principais questões que as PMEs devem levar em conta antes de entrar na nuvem

Paulo Prado, Líder de Capacitação de Vendas da Veritas – LAMC

Todos sabemos que a nuvem alterou de maneira significativa o conceito de TI. Nunca foi tão fácil criar, implementar e manter uma infraestrutura, e por isso empresas de todos os portes estão considerando adotar a nuvem. No caso das PMEs, a nuvem ajuda a reduzir custos de capital, o que possibilita investimentos em outras áreas. Embora a computação em nuvem comprovadamente ajude a economizar dinheiro, tempo e recursos que podem ser utilizados no desenvolvimento dos negócios, é preciso levar em conta alguns aspectos antes de hospedar a infraestrutura de TI da sua empresa na nuvem.

1. Crie um plano de migração

Planejamento é essencial para a migração para a nuvem. O primeiro passo é falar com os líderes de cada departamento para determinar as necessidades que não podem ser interrompidas. Faça uma lista dos recursos e ferramentas indispensáveis para cada departamento durante e após a migração. Os requisitos de armazenamento de dados, propriedades de nuvem, segurança e energia são apenas algumas das áreas básicas que o Diretor de Informática e sua equipe deverão levar em conta durante o planejamento estratégico.

2. Não se esqueça da segurança

Identifique e estabeleça quais aspectos são de responsabilidade do fornecedor e do usuário. As empresas devem avaliar a situação como um todo e estar cientes dos seus próprios requisitos de conformidade. Portanto, é importante analisar de que forma a computação em nuvem poderá preencher esses requisitos. Se a sua empresa decidir deixar os arquivos aos cuidados de outra empresa, é recomendável verificar se a empresa em questão tem registros de tudo que eles salvaram (desde arquivos até aplicativos) no momento da migração, de forma a proporcionar um serviço de nuvem seguro. Tenha em mente que o fato de você transferir os seus dados para terceiros não significa que você não seja mais responsável por eles. Você precisa dispor de ferramentas e processos que garantam uma governança de dados adequada entre o seu ambiente in-loco e a nuvem. Isso inclui backup, alta disponibilidade, segurança e governança. Você continuará sendo responsável por todos os dados manipulados pelos seus aplicativos de negócios no seu ambiente.

3. Conheça bem os seus dados

Antes de migrar para a nuvem, é importante conhecer bem os seus dados. Segundo a Gartner, 69% de todos os dados corporativos não possuem nenhum valor de negócios, regulatório ou legal. Outro estudo importante, o Veritas Databerg, afirma que 54% de todos os dados corporativos são desconhecidos – os chamados “dados obscuros”. Embora a nuvem seja “barata”, é preciso evitar a tendência natural que muitas empresas têm de acumular dados. Por isso, a migração para a nuvem pode ser uma boa oportunidade para conhecer melhor os seus dados, de forma que apenas os conteúdos relevantes sejam armazenados nela.

4. Prepare-se para as falhas

O fato de que todos os arquivos e aplicativos migraram para a nuvem não significa que a tecnologia não possa falhar ou que não ocorram erros humanos. Certifique-se de que o seu provedor tem um plano para possíveis falhas que preencha todas as necessidades da sua empresa e que possa ser executado tanto pela sua equipe quanto pelo provedor. Ao transferir dados e/ou workloads para a nuvem, é preciso que esse ambiente novo e complexo seja confiável e esteja disponível. Você precisará controlar tanto as parcelas de aplicativos-multicamada armazenadas in-loco quanto as que foram transferidas para a nuvem – e para isso você precisa utilizar novas ferramentas capazes de controlar os seus aplicativos e de oferecer uma visibilidade holística nesse ambiente mais complexo.

5. Escolha o melhor tipo de nuvem para o seu negócio

O tipo de nuvem mais indicado é a Híbrida – uma combinação de nuvem pública e privada-, com hospedagem dedicada com um mecanismo de segurança que combina e troca de uma nuvem para a outra. Esta é a melhor maneira de armazenar o workload correto na infraestrutura de hospedagem correta. A nuvem Híbrida oferece a flexibilidade de utilizar o tipo de nuvem que melhor se adéqua à arquitetura e aos aplicativos. A nuvem pública é mais adequada para aplicativos que não são focados num nicho específico, com controle de gerenciamento e segurança. A hospedagem dedicada é melhor para aplicativos com requisitos de alto-desempenho em termos de input / output e latência e com requisitos rígidos de controle de gerenciamento com crescimento estável. A escolha do melhor tipo de nuvem para a sua empresa é essencial para o sucesso dos negócios.

6. Fique atento ao aplicativo migrado

Você deve ser exigente ao decidir quais aplicativos ou funções deverão ser migrados para a nuvem e quais os níveis de segurança exigidos para cada um deles. Certifique-se de que o provedor com quem você está trabalhando possui experiência em integração. Isto pode ser um elemento essencial para garantir que os seus serviços de nuvem funcionem de maneira eficiente e segura. Nunca utilize uma solução em nuvem sem firewalls e nunca administre serviços na Internet Pública. Não utilize uma solução que exija esses requisitos e certifique-se de possuir conexão VPN com o seu provedor de nuvem, pois isso aumentará a segurança da sua rede. Desta forma, você terá mais certeza de que o serviço de nuvem está operando como uma extensão da sua rede.

7. É preciso utilizar a automação

A nuvem pode ser considerada uma segunda camada de armazenamento mais barata e mais flexível. Uma fonte de armazenamento para onde você pode enviar dados que não são acessados com frequência, que precisam ser armazenados por longos períodos, que são utilizados para recuperação de desastres, etc… No entanto, esta movimentação de dados para a nuvem deve ser feita de forma automatizada e transparente para os aplicativos. Utilize ferramentas que podem, por exemplo, mover arquivos baseados em políticas automatizadas que levem em conta o período de tempo durante o qual esses arquivos não estão sendo acessados e a sua idade. Arquivos velhos, mas que ainda são importantes, são bons candidatos para a nuvem.

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