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A vez da tecnologia RFID – Por Fábio Lopez

Num ambiente tão dinâmico quanto o da Tecnologia, as novidades acontecem a todo momento. Algumas vêm para ficar e outras acabam simplesmente desaparecendo ou caindo em desuso. Há algum tempo, o mercado se questionava sobre o que aconteceria com a tecnologia de RFID (identificação por radiofrequência), se ela iria conseguir se consolidar ou se seria mais uma daquelas boas ideias que não encontram espaço. Passados mais de 30 anos desde que a RFID passou a ser usada comercialmente (a tecnologia tem suas raízes nos sistemas de radares usados na Segunda Guerra Mundial), hoje podemos dizer com toda a certeza que a tecnologia amadureceu, tem seu lugar, evoluiu muito tecnicamente e está ganhando escala.

Estimativas projetam que em 2017 o mercado de leitores RFID movimentará US$ 170 milhões, com 250 mil unidades, representando um crescimento de 12%, em termos financeiros, e de 19% em número de equipamentos, em comparação a este ano. Essa expansão gradual vem sendo registrada ano após ano, sinalizando que há potencial para manter essa trajetória ascendente, contribuindo assim para financeiramente viabilizar cada vez mais os projetos envolvendo RFID.

Entre as vantagens da RFID estão: velocidade de leitura, distância de leitura, não necessidade de linha de visada direta, não necessidade de intervenção manual, alta capacidade de armazenamento de dados e flexibilidade de aplicação em ambientes hostis.

Mas então pode ser que a tecnologia RFID substitua o código de barras no futuro? Na verdade, dificilmente isso deve acontecer. O que se espera é uma complementariedade de tecnologias, com cada uma delas sendo aproveitada no que tem de melhor. No caso da RFID, há boas oportunidades nos segmentos de varejo de vestuário, saúde, logística, serviços de telecomunicações e segurança, em aplicações como gestão de estoque em tempo real, controle de inventário, controle de temperatura, controle de bagagem, controle de equipamentos médicos, rastreamento, controle de acesso, identificação animal, etc.

A pergunta que fica, no entanto, é: todas essas aplicações fazem sentido para o mercado brasileiro? Bem, é certo que o grau de maturidade da RFID é maior em regiões como Europa e América do Norte, mas ainda assim há um grande potencial a ser conquistado na América Latina, incluindo o Brasil. As necessidades existem, a tecnologia vem evoluindo constantemente, os fabricantes vêm apostando nela e o custo da RFID está se tornando cada vez mais acessível com o passar do tempo. Ou seja, as condições estão se formando. Agora é a hora de o mercado querer e saber como utilizar.

Fabio Lopez, diretor de vendas da Datalogic ADC para Brasil e Sul da América Latina

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Loja do futuro mostra novas possiblidades tecnológicas para o mercado varejista brasileiro

A Latam Retail Show 2016 irá acontecer entre os dias 23 e 25 de agosto, apresentando o que há de mais novo para o varejo brasileiro, abordando conceitos como “grandes ideias que inspiram”, “melhores práticas nos negócios” e “o futuro do consumo”. Dentro da feira teremos a “cereja do bolo”, a Loja do Futuro: um local que vai mostrar novas tendências e práticas de mercado que já estão a disposição do mercado varejista.

Para a Loja do Futuro, o GS&MD preparou quatro ambientes, sendo eles: moda, alimentação, beleza e conveniência. Independente da seção que o participante esteja, ele vai ter a possibilidade de experimentar o conceito de “Experiência 5.0”, que nada mais é que a integração entre loja e consumidor, permitindo que os varejistas presentes sintam “na pele” esse tipo de conceito.

A Loja do Futuro apresentará três tipos de experiência, envolvendo a jornada do consumidor, do vendedor e do gestor, gerando diferentes visões, sensações e análises, criando uma experiência diferenciada. No interior da loja a integração entre pessoas e tecnologia promete propiciar ao visitante integração física e digital, possibilitando a personalização, atendimento consultivo de alta performance, ativação e total controle de todos os dados analíticos para melhora dos resultados.

A análise de dados e o futuro do varejo – O consumidor moderno é cada vez mais analítico: pesquisa antes de qualquer compra, vê os reviews do produto, opiniões sobre a entrega, durabilidade, garantia e outros vários fatores antes de uma compra. Ao varejista que não quer ficar para trás, cabe adotar esse comportamento, deixando a agressividade de outros tempos para ser mais assertivo, mais pessoal. Pensando nisso, o GS&MD apresenta o “cérebro” da Loja do Futuro, a “brain room”. Para Maurício de Paula, consultor de negócios sênior para a indústria do varejo e big data para América Latina da Teradata “os dados são o caminho para o futuro do varejo. Independente do seu nível de concordância ou não com essa afirmação, o fato é que as tecnologias digitais e móveis, mídias sociais e a internet (das coisas e sem as coisas) geram informações para ajudar os varejistas a fazerem novas perguntas de negócios, descobrir respostas e capitalizar oportunidades sem precedentes”. De acordo com a Teradata, empresa responsável pela central de análises, o centro de analytics vai mostrar como um bom gestor pode acompanhar todos os processos dentro de sua loja, adquirindo conhecimento sobre suas operações, vendas e experiência de compra do consumidor, sempre com o intuito de gerar novos insights positivos.

Para Maurício, a loja do futuro que está cada vez mais no “presente” será uma excelente oportunidade para os participantes da feira conferirem as novas práticas de mercado e o tal “Big Data”. Toda essa tecnologia será demonstrada de forma pragmática, mostrando como o mercado do varejo pode e deve aplicar a análise de dados e novas tecnologias a fim de criar aplicações analíticas que estejam diretamente relacionadas as tomadas de decisões, impactando os processos de negócio geradores de receita.

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Macy’s coloca em teste suas parcerias com IBM Watson e Satisfi para compras personalizadas nas lojas

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A Macy’s anunciou o piloto de “Macy’s On Call”, a ferramenta na web móvel que permite aos clientes interagir com uma plataforma através de seus dispositivos móveis. “Macy’s On Call” via IBM Watson, uma plataforma de engajamento inteligente via Satisfi, para entregar uma primeira solução que irá melhorar a experiência de compras do cliente na loja 10 locais de teste nos Estados Unidos.

O companheiro móvel, acessado através de um navegador móvel, permite que os clientes façam perguntas em linguagem natural sobre sortimento de produtos únicos de cada loja participante, serviços e instalações e recebem uma resposta personalizada para o inquérito. Há um certo número de maneiras que os clientes podem pedir informações. Por exemplo, um cliente pode digitar: “Onde estão os sapatos das mulheres?” Ou digite uma combinação de marca e pergunta do produto, tais como “vestido I.N.C”, e eles receberão uma resposta relevante e localização do produto na loja.

Já que cada loja da Macy’s é diferente, e os consumidores preferem cada vez mais plataformas móveis “, Macy’s On Call” está fornecendo aos clientes uma ferramenta útil para obter informações mais rápido que fazer compras e navegar na loja. O sistema irá evoluir à medida que ele aprende mais sobre os clientes de cada loja. Isto já é evidente na categoria de mais procurados, que destaca as perguntas mais frequentes, as respostas apropriadas em apenas um clique.

Como parte do piloto, a Macy’s também está incorporando um recurso de idioma espanhol para servir a um subconjunto mais amplo de sua base de clientes em lojas selecionadas.

“Na Macy’s, continuamos focados em identificar, testar e apoiar novas ideias e abordagens que ajudarão a elevar o serviço aos nossos clientes através da tecnologia. Com um olho para a inovação, que está se movendo rapidamente para testar e aumentar programas piloto que ajudam a melhorar a sua experiência com a gente “, disse Peter Sachse, chefe oficial de crescimento da Macy’s. “Este programa, em parceria com Satisfi e poder da IBM Watson, vai nos ajudar a explorar novas maneiras de envolver one-on-one com os clientes na loja, proporcionando-lhes um outro nível de serviço certo ao seu alcance.”

“Trazer Watson em uma configuração de loja de varejo apresenta uma oportunidade de se envolver com o consumidor em uma variedade de níveis. Este caso de uso particular, leva Watson além de ajudar os consumidores a avaliar as decisões de compra, e influencia outro aspecto, igualmente importante da experiência na loja – facilidade de uso em localizar produtos, instalações e serviços “, disse David Kenny, gerente geral da IBM Watson. “À medida que mais parceiros desenvolvedores como a Satisfi continuam a construir com a tecnologia, vemos Watson com mais frequência a ser entregue nas mãos dos consumidores, e estamos ansiosos para aprender mais deste piloto com Macy’s e Satisfi.”

“Toda a equipe Satisfi tem o prazer de estar trabalhando com uma marca tão icónica como a Macy’s para alavancar o poder da IBM Watson neste projeto emocionante. A combinação baseada em localização, software engajamento inteligente da Satisfi, com as capacidades de aprendizagem cognitivas da Watson da IBM, nos ajudou a construir uma ferramenta poderosa e abrangente para melhorar o ambiente de compras na loja “, disse Don White, chefe oficial de receitas da Satisfi. “A Macy’s tem sido uma grande parceira para este projeto por causa de seu compromisso de explorar uma nova tecnologia que pode elevar as interações com os clientes, criando uma experiência mais relevante e pessoal para eles.”

“O acesso via macys.com/storehelp, o piloto de“Macy’s On Call” ” as respostas armazenam detalhes de navegação fornecida pelo departamento, marca e categoria de produto, bem como fornece insights sobre os únicos serviços no interior da loja disponíveis em cada local de teste – My Stylist@Macy’ personal shoppers e Compras Online, Retirar nas lojas e serviços incluindo banheiros. O acoplamento é realizado através de uma interface simples de pergunta e resposta que alavanca o Natural Language Classifier da Watson, que está ajudando a Macy’s a saber mais sobre as características e serviços que mais ressoam com os compradores. Além disso, nos locais piloto na aréa de Miami, a interface está disponível para os clientes em espanhol, através de Watson Language Translation, como as capacidades linguísticas testes da Macy’s, funcionalidade e interesse do consumidor em engajamento via idiomas preferidos.

Dez locais foram escolhidos representando uma seção transversal da carteira de loja da Macy’s. Cinco dos locais servem como a base de aprendizagem. Os outros cinco locais têm uma camada reforçada de apoio associado disponíveis para complementar as interações virtuais. Nestes locais, os clientes podem introduzir um pedido de engajamento face-a-face com o associado especialista da Macy’s.

Embora a tecnologia Watson possa alimentar as interações em uma série de maneiras, a primeira fase deste programa piloto é a aplicação de recursos de linguagem natural de Watson em um ambiente de varejo físico, focado em três categorias de clientes- produtos exclusivos de cada loja, serviços e layout. Satisfi acessa a tecnologia de Watson a partir da nuvem e esse modelo está ajudando a facilitar o aprendizado em curso e melhorias para a solução. À medida que o programa avança, os objetivos da Macy’s para estudar de perto e avaliar outros usos potenciais da tecnologia, com o objetivo de implementar capacidades cognitivas diálogo completo da Watson em fases futuras.

Em todos os 10 locais de teste os clientes são incentivados a visitar macys.com/storehelp em seu navegador móvel para se envolver com o companheiro na loja. A primeira fase do Macy’s On Call lançado recentemente e é esperado para ser executado através final do outono de 2016.

As lojas piloto da “Macy’s On Call” são:

Os locais de Base learning:
Macy’s Montgomery – Bethesda, MD
Macy’s Woodbridge Center – Woodbridge, NJ
Macy’s Clackamas Town Center – Portland, OR
Macy’s Santa Anita – Arcadia, CA
Macy’s Miami International – Miami

Locais de conexão em lojas da Macy’s com suporte de vendas:

Macy’s Short Hills – Short Hills, NJ
Macy’s Mall of Georgia – Buford, GA
Macy’s Lenox Square – Atlanta
Macy’s Aventura – North Miami
Macy’s Roosevelt Field – Garden City, NY

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Vendas boas, mas o caixa está negativo. E agora?

Por Edélcio Fonseca, especialista em finanças e M&A e diretor executivo da 360 Varejo

O varejista sempre se preocupa com a venda, pois afinal depende dela um bom giro dos negócios. Mas quando as vendas vão bem e o caixa continua negativo, é motivo de parar e analisar bem o que tem sido feito e identificar onde está o erro que compromete o desempenho da sua empresa. Primeiro, não se espante achando que esse tipo de problema é exclusivo de sua empresa. Fique certo de que não é. Na verdade esse problema é muito comum. Porém, deve ser tratado com muita profundidade nas análises para ter um diagnóstico preciso, pois diversos fatores podem influenciar.

Vamos começar analisando o que pode estar consumindo seus recursos de caixa, o que equivale dizer que, nesses casos, sempre é um conjunto de fatores que invadem a reserva de caixa da empresa. Vamos citar alguns para que possa analisar e verificar se eles possuem um impacto negativo em seus negócios:

1. Capital de giro insuficiente para suportar o negócio

2. Custo financeiro inadequado (empréstimos, tarifas e taxas):
– Taxas alta de juros
– Tarifas abusivas
– Multas e juros no atraso de pagamento
– Desalinhamento de vencimentos (concentração de pagamento em um só período)

3. Relatórios financeiros e fluxo de caixa não expressam a realidade:

– Desalinhamento de gastos na linha do tempo
– Desequilíbrio nos prazos de recebimento X pagamento
Índice de inadimplência elevado
– Conflitos entre as visões de “caixa” X “competência”

4. Falta de um planejamento financeiro envolvendo as áreas de compras e vendas:

– Compras de mercadorias sem planejamento, não considerando o giro de estoque, liquidação/descontos e prazo de pagamento
– Compras feitas sem consultar o financeiro, faltando verificar a capacidade de pagamento e a programação
– “Apostar” que o produto vai ter um giro muito bom e pouca mercadoria vai ficar no estoque
– Desalinhamento de gastos na linha do tempo

5. Despesas fixas não condizentes com a capacidade de geração de caixa:

– Pró-labore dos sócios acima da realidade financeira do negócio.
– Mistura de Gastos pessoais com os da empresa
– Folha de pagamento e encargos “altos”
– Quadro de funcionários superestimado
– Custo de ocupação alto em relação à receita (aluguel, luz, água, IPTU e condomínio)

São diversos fatores que podem prejudicar e atacar o caixa de uma empresa. Para se evitar tudo isso, é fundamental ter um controle mínimo de todos os gastos, coisa que um simples DRE (Demonstrativo de Resultado) já ajuda muito. Isso pode ser feito até mesmo em uma planilha de Excel. Tendo isso tudo controlado fica fácil identificar os vilões do caixa. Basta fazer uma simples curva ABC das despesas e elas irão aparecer.

Mas se, mesmo assim, não conseguir se organizar para mudar o cenário negativo, busque uma consultoria que faça um “raio x” do negócio e possa oferecer uma visão externa e realista quanto às ações necessárias para estabelecer uma recuperação favorável. Buscar ajuda terceirizada pode ser a maneira mais fácil de detectar e eliminar falhas, que muitas vezes podem não ser tão evidentes no dia a dia comercial.

Artigo de:

Edélcio Fonseca, especialista em finanças e M&A e diretor executivo da 360 Varejo (http://www.360varejo.com.br)

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Desempenho positivo do comércio eletrônico no Dia dos Pais mostra sinais de recuperação do setor, aponta FecomercioSP

Após os bons resultados de vendas online com o Dia das Mães e dos Namorados, o desempenho positivo do comércio eletrônico no Dia dos Pais mostra sinais de recuperação do setor. É o que prevê a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), por meio de seu Conselho de Comércio Eletrônico.

De acordo com estimativas da E-bit, o faturamento nominal do e-commerce no Dia dos Pais deve crescer 15% se comparado ao mesmo período de 2015, quando as vendas online alcançaram R$ 1,58 bilhão, ante R$ 1,82 bilhão esperados para esse ano.

O número de pedidos também deve apresentar variação positiva, passando de 3,9 milhões para 4,1 milhões. O mesmo acontece para o tíquete médio, que deve chegar a R$ 444 em comparação aos R$ 404 registrados na mesma época de 2015.

Para o presidente do Conselho de Comércio Eletrônico da FecomercioSP e CEO da E-bit, Pedro Guasti, o comércio eletrônico teve um início de ano difícil, mas começou a reagir em maio. “Uma boa performance do e-commerce no Dia dos Pais já seria um terceiro sinal de que o mercado voltou a crescer. O primeiro foi o Dia das Mães, e o segundo, o Dia dos Namorados, em junho. Se realmente o Dia dos Pais for positivo como estimamos, nós de fato teremos boas notícias para o segundo semestre, com uma previsão de crescimento para 2016 de 8 a 10%”.

Presentes online

As vendas do e-commerce para a data devem se concentrar em itens como livros, celulares, smartphones, calçados e perfumes. Segundo Guasti, a tendência aponta para a escolha de presentes com tíquete médio menor. “Por outro lado, para agradar pais tecnológicos e pais que andam na moda, há muitas oportunidades de vendas de celulares e artigos esportivos, eventualmente por conta das Olimpíadas no Brasil”, reforça.

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Estudo “As 300 Maiores Empresas do Varejo Brasileiro SBVC” revela força do varejo regional

Estudo realizado pela SBVC (Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo), com o apoio técnico da KPMG, BTR e Varese, revela importância de redes regionais e o esforço dos varejistas para manterem suas operações lucrativas diante da situação econômica do País. Do estudo também deriva o Ranking SBVC do Varejo 2016, que este ano lista as 300 maiores redes de varejo do Brasil.

Em sua segunda edição, o levantamento inovou, trazendo uma coleta de dados mais completa, incluindo não só faturamento, número de unidades e área de atuação, como dados primários do varejo familiar e regional, que revelaram a boa produtividade e crescimento de empresas que raramente aparecem no mercado, como é o caso do Andorinha Supermercados, que teve a maior média (faturamento/loja) do Brasil com R$ 446 milhões por loja. A soma do faturamento das “top 300” é de R$ R$ 531 trilhões, o que representa 23,62% do total do varejo nacional de bens e consumo (exceto automóveis e combustíveis), de acordo com o IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.

O maior grupo de varejo do Brasil é o Grupo Pão de Açúcar com faturamento de R$ 65,45 bilhões, 2.181 lojas e 146.000 funcionários. Vinte e nove das 300 empresas listadas são de capital aberto e 55 já possuem conselho de administração. Quarenta e três das 300 maiores varejistas são redes de franquias e 29 tem controle estrangeiro do seu capital.

O estudo mostrou também a relevância do varejo na geração de empregos. As 300 maiores juntas empregaram mais de 1 milhão e 600 mil brasileiros; só as 10 maiores empregaram 444 mil pessoas. Das 300 avaliadas, 102 cresceram mais de 10% em 2015, ou seja, ganharam da inflação.

Outro dado positivo, que mostra a maturidade do setor, é que 109 das 300 já faturam mais de R$ 1 bilhão. “Vale um destaque para a operação de redes médias e regionais com uma gestão mais simples, que permite maior velocidade de adaptação as demandas do mercado. O estudo mostrou que quanto mais complexa a operação, mais difícil de mantê-la produtiva, principalmente em períodos de incertezas econômicas”, explica Eduardo Terra, presidente da Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo (SBVC) e idealizador do Ranking.

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Linx registra crescimento da receita no segundo trimestre de 2016

Na contramão do baixo ritmo de expansão do comércio brasileiro, a Linx, empresa líder em tecnologia de gestão para o varejo, continua a ampliar sua receita e rentabilidade de forma consistente e resiliente. A Companhia encerrou o segundo trimestre de 2016 com receita operacional bruta de R$141,4 milhões, um incremento de 16,5% em relação ao mesmo período do ano anterior. A receita operacional líquida foi de R$122,4 milhões no trimestre, representando crescimento de 12,5% em comparação aos R$108,8 milhões do 2T15.

A receita operacional bruta é fruto da combinação da receita recorrente e de serviços. No 2T16, a receita recorrente atingiu R$117,8 milhões, com crescimento de 19,2% sobre o 2T15, e equivalente a 83% da receita bruta. Vale destacar que os rendimentos com soluções em nuvem já representam quase 50% da receita recorrente e seguem crescendo acima da média. O EBITDA da empresa foi de R$32 milhões, 7,9% acima do valor obtido no segundo trimestre de 2015, e a margem EBITDA de abril a junho de 2016 foi de 26,1%. O lucro caixa atingiu R$23,4 milhões no período.

“Seguimos num bom padrão de crescimento, investindo na operação e com expansão na casa dos dois dígitos, mesmo diante de um mercado atual complexo”, destaca Dennis Herszkowicz, vice-presidente financeiro e de RI da Linx. “Nosso modelo de venda de software por assinatura mensal, com receitas recorrentes, garante previsibilidade e rentabilidade ao nosso resultado”.

O “cross-sell”, a venda de ofertas complementares aos softwares de POS e ERP para clientes da base da Linx, em especial ofertas relacionadas à Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica (NFC-e) e à Transferência Eletrônica de Fundos (TEF), aliado às vendas para novos clientes, também contribuiu para o resultado positivo neste trimestre. Outro destaque foi a melhora da taxa de renovação de clientes que atingiu 98,7% no trimestre, maior que os 98,4% registrados no 1T16. “Temos tradicionalmente altas taxas de renovação de clientes, que refletem a base ampla, diversificada e fiel da Companhia. Em um cenário de crise, é mais um fato a se comemorar”, conclui Herszkowicz.

Entre os segmentos do varejo que continuam apresentando oportunidades crescentes de expansão do negócio, estão os de Food Service, Farmácias e Postos de Combustíveis. Já o tradicional segmento de Moda e o de Concessionárias vêm apresentando um crescimento mais conservador.

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Compex e Reposit firmam parceria para levar tecnologia ao mercado atacado distribuidor

Atenta à demanda de controle de produtos nos centros de distribuição, a Reposit, provedora especializada em gerenciamento de banco de dados para os setores atacado distribuidor e varejo, firma parceria com a Compex Tecnologia, referência em equipamentos para coleta de dados.

O objetivo da aliança é oferecer o portfólio da Compex ao mercado atacadista distribuidor, já que as ferramentas têm funcionalidades aderentes para atender e sanar as demandas de controle de clientes da Reposit, composta em sua maioria por empresas deste segmento. “Identificamos a necessidade e a oportunidade de levar a oferta da Compex aos centros de distribuição por conta da maior eficiência que a solução proporciona às atividades diárias do setor, como a realização de inventário, a conferência de preços, o recebimento de produtos, dentre outros benefícios”, explica Leonardo Barros, diretor executivo da Reposit.

Segundo Meire Moreira, diretora de marketing e relacionamento da Compex, o acordo não só amplia o leque de possibilidades, como garante a capilaridade necessária para a companhia se consolidar no mercado atacado distribuidor.

“Nossa premissa é fortalecer cada vez mais a presença das nossas soluções para o maior número de empresas possíveis, de diferentes segmentos. E isso só acontecerá através de parcerias estratégicas, feitas com empresas com know-how e grande penetração no segmento em que atua, como é o caso da Reposit na cadeia de abastecimento”, pontua Meire.

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André Faria é novo CEO da Bluesoft

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A Bluesoft, fornecedora de sistemas de gestão para redes de varejistas, atacadistas e distribuidores, nomeou André Faria Gomes como novo CEO da empresa. Ao longo de mais de 10 anos na Bluesoft, André passou por todas as áreas da empresa e atuou como diretor de operações, e diretor de tecnologia.

Nessa nova fase, o executivo tem a missão de consolidar a posição de destaque da empresa na indústria de sistemas de gestão, promovendo o contínuo crescimento da Bluesoft através da formação de canais, inteligência de marketing e inovação tecnológica.

André foi responsável por trazer parcerias estratégicas para a Bluesoft como a Amazon Web Services que provê toda a infraestrutura de computação em nuvem e a Tableau que suporta as aplicações de Business Intelligence que a Bluesoft fornece a seus clientes. Ambas as empresas líderes em seus setores de atuação.

Formado em sistemas de informação, André está completando esse ano seu MBA Executivo pela Instituição Estadunidense Pittsburgh University, o executivo espera potencializar e expandir a atuação da Bluesoft no mercado brasileiro.

Luiz Faias, fundador da Bluesoft, que foi CEO até então, já com mais de 30 anos de experiência no segmento varejista, permanecerá atuando na Bluesoft como Presidente do Conselho Administrativo.

A Bluesoft foi pioneira em oferta de sistemas de gestão para redes varejistas em Nuvem no Modelo SaaS (Software como Serviço), e vem trabalhando nesse modelo desde 2002. Em conjunto as redes atendidas pela Bluesoft já faturam mais de 7 bilhões de reais por ano através das soluções fornecidas pela empresa.

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RFID é solução para otimizar estoque, logística e operação, minimizando perdas

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Aplicação de etiquetas de identificação por radiofrequência pode auxiliar no controle de produção, processo de entrega, conferência e vendas

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Durante os períodos de crise e recessão, ganham em competitividade as empresas que investem em táticas e soluções para evitar o desperdício e otimizar os recursos disponíveis. Em sintonia com esta necessidade dos empresários brasileiros, a iTAG – empresa especializada em etiquetas RFID – foi além e se especializou em oferecer soluções completas e customizadas, de acordo com as necessidades de cada cliente.

Esta tecnologia, das chamadas etiquetas inteligentes, permite que os produtos sejam rastreados desde a origem, em cada fase do processo, inclusive durante a venda e, até mesmo, no pós-venda. Segundo Sérgio Gambim, fundador da iTAG, esse controle maior transforma a administração da empresa. “As etiquetas com a tecnologia RFID contribuem para reduzir drasticamente o desperdício, limitar roubos, gerir o inventário com mais facilidade, simplificar a logística, aumentar a produtividade, entre outros benefícios, sempre visando o aumento da renda e mais segurança para o contratante”, explica.

Pioneira neste mercado, a iTAG conquistou o posto de líder no Brasil em automação através de etiquetas inteligentes com a tecnologia RFID (Identificação por Radiofrequência) ao enxergar a necessidade de oferecer uma solução que fosse completa a seus clientes.

“Fomos a primeira empresa do segmento a oferecer soluções completas em projetos RFID. Quando o cliente adquire nosso serviço analisamos o perfil e desenvolvemos uma estratégia para ele. Todo o processo é executado por nós. Isso diminui em muito os custos envolvidos, pois disponibilizamos todas as ferramentas e equipamentos necessários, desde a fabricação das etiquetas até a programação comunitária contra violação, sem intermediários ou terceirizados”, esclarece Gambim.

Nascida em Cianorte (PR), no ano de 2007, e estabelecida em São Paulo, a iTAG tem o 2º maior case de automação por RFID do mundo no setor de vestuário e vem ampliando sua atuação para chegar ao final deste ano com um crescimento de 30%, representando um faturamento próximo a R$ 8 milhões.

Além do segmento de vestuário, a iTAG é reconhecida por atuar nos setores de joias, medicamentos, itens de saúde, sapatos, pneus, relógios, logística, documentos, movimentação de itens, entre outros setores. Mas, além de ser responsável por todas as partes do processo, a iTAG tem foco total no atendimento ao cliente, oferecendo aos contratantes todo o suporte necessário para entenderem os benefícios que o RFID traz aos diferentes departamentos da empresa.

Com uma carteira atual de clientes formada por cerca de 40 nomes, a iTAG investe R$ 1 milhão por ano no lançamento de novos produtos, como o sistema de beacons para o varejo.

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Feira tecnológica é destaque na 5ª edição do Congresso TI & Varejo

Inovação e tecnologia são palavras-chave para vencer o cenário desafiador que o ano de 2016 impõe aos varejistas brasileiros. Com o objetivo de aprender, compartilhar experiências e discutir os rumos da transformação digital no setor que CIOs e especialistas se reunirão na 5ª edição do Congresso TI & Varejo, que será realizado no dia 18 de agosto no WTC, em São Paulo.

O evento contará com a Feira Tecnológica com estandes dos principais players de TI e o Consumer Experience, espaço de demonstração de soluções que fomentam o engajamento do consumidor. Nesse ambiente, serão apresentadas várias tecnologias que já são aplicáveis no varejo brasileiro, tais como self checkout e outras soluções para integração da loja física com digital.
Confira abaixo algumas novidades que serão expostas no Congresso TI & Varejo.

A BT vai mostrar o conjunto de soluções que oferece para o varejo, integrando lojas físicas e digitais. Para isso, a empresa montará em seu estande uma loja-conceito da marca fictícia Alexander Black, replicando no evento o que a marca demonstra aos clientes nas lojas Alexander Black que mantém em Nova Iorque, Londres, Milão e Madri. Nick Catero, diretor de Desenvolvimento de Negócios da BT, abordará a transformação digital e como isso pode melhorar a experiência do cliente nos pontos de venda e trazer novas fontes de receita ao lojista.

Para atender às demandas de Segurança da Informação do setor, a Fortinet apresentará no TI & Varejo 2016 a solução FortiPresence, que combina a análise de dados, segurança e tecnologia Wi-Fi. “O FortiPresence proporciona ao varejista um levantamento do perfil dos usuários do seu estabelecimento. É possível saber onde o consumidor está, quanto tempo permaneceu em cada ambiente e até identificar as prateleiras que menos atraem clientes”, explica Carlos Cortizo, da Fortinet.

A VMware apresentará tecnologias para apoiar o pequeno e médio varejista a entrar na era digital. A solução para gestão de dispositivos móveis garante, ao mesmo tempo, a produtividade dos funcionários e a segurança das informações. Além disso, a tecnologia da empresa ajuda a tornar os data centers mais eficientes e apoia provedores de nuvem pública a oferecerem segurança e robustez aos seus clientes.

A StiboSystems irá apresentar o STEP, uma solução Master Data Management (MDM) end-to-end que centraliza, organiza, classifica, sincronizar e enriquece informações de produtos e clientes de acordo com as regras de negócio de cada empresa. “Entre os benefícios, temos a redução de tempo para adicionar novos produtos ou categorias, agilidade e consistência nas informações de produtos de fornecedores e redução da taxa de devolução, resultando em melhorias operacionais”, acrescenta Ricardo Fornari, country manager da StiboSystems.

A SonicWALL apresentará o melhor caminho para proteger os negócios de ameaças sem dizer NÃO à transformação digital. A empresa exibirá seu portfólio de soluções incluindo o novo SonicWALL Capture Advance Threat Protection Service, que oferece inspeção, identificação de ameaças e veredito para que o gateway tome a devida ação necessária.

A Oracle Retail vai apresentar os dados da pesquisa “Consumidores da melhor idade e millenials: o poder da compra e da influência”, abordando o varejo omnichannel e a experiência exigida por cada faixa etária e como interagem com a marca. A empresa também participará do painel de debates “Retail Labs: como deixar a inovação no foco?”, que trará uma reflexão relevante para os CIOs, além de trazer uma visão sobre o “Varejo na Nuvem: Equilíbrio entre Inovação e Continuidade das Operações”.

A Level 3 apresenta às 15h a palestra “Conectando o Varejo à nuvem”. O palestrante Cristiano Maciel, gerente de Tecnologia da Level 3, falará sobre os desafios do ambiente e experiência da companhia na construção de arquiteturas seguras, flexíveis, integrando recursos dedicados e em nuvem para suportar demandas do mercado de varejo.

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Retail Labs no Brasil é destaque do Congresso TI & Varejo 2016

5ª edição do Congresso TI & Varejo que acontece dia 18 de agosto no WTC, em São Paulo, vai discutir como desenvolver essa inovação nos varejistas brasileiros

Poucos assuntos estão tão em alta no mercado de Varejo quanto os Retail Labs. Seja pela novidade em contar com um time especializado em pensar novos negócios ou pela urgência na adoção junto às estratégias, a questão desperta interesse por ser mais um caminho de inovação no setor.

Pensando na importância do assunto, a 5ª edição do Congresso TI & Varejo – que vai acontecer no dia 18 de agosto no WTC, em São Paulo – contará com o painel que vai falar justamente desse tema com foco na inovação. O painel será das 13h30 às 14h30 e terá como tema: “Retail Labs: como deixar a inovação no foco”. A mediação será feita pela diretora editorial da revista Decision Report, Graça Sermoud, e por Eduardo Terra, presidente da SBVC (Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo). Graciela Kumruian Tanaka, COO da Netshoes; Nicolas Simone, CIO do Grupo Boticário, Vitor Sena, IT Senior Manager da Livraria Cultura; e Mendel Szlejh, CIO de grande rede Varejista estarão presentes no painel.

Nos Estados Unidos o conceito de Retail Labs já é mais difundido, principalmente no Vale do Silício, na Califórnia. E esse ecossistema desenvolvido despertou o interesse de uma comitiva brasileira que visitou os labs americanos em junho. Liderado por Eduardo Terra e Alberto Serrentino, fundador da Varesse Retail Boutique de Varejo que também participará do Congresso TI & Varejo, as impressões na volta foram de urgência no desenvolvimento dessa cultura no Brasil. Essa jornada será o tema central do painel.

Segundo Eduardo Terra as empresas que querem seguir o caminho da adoção dos retail labs precisam, em primeiro lugar, refletir quais as tecnologias podem melhor cuidar das necessidades dos seus diversos setores e públicos, sejam elas de grandes empresas de TI quanto de startups. E as pequenas podem levar vantagem nessa hora por já nascerem preparadas para novas realidades. “Muitos projetos de inovação são realizados a quatro mãos, em formato de parceria com todo ecossistema do mercado”, explica.

E para atingir esse objetivo diversos modelos podem ser utilizados: contar com um time interno focado nessas inovações, contratar um lab terceirizado ou via parcerias com startups. “O Retail Labs pode ser um grande guarda-chuva dessas demandas, tudo pode ser trabalhado em conjunto, desde que a empresa tenha em mente um planejamento de retorno de investimento focando na transformação digital”, comenta Eduardo Terra.

Mais sobre a 5ª. edição do TI & Varejo

Para estar na vanguarda da inovação e engajamento do cliente, o Varejo precisa desenhar e colocar em prática uma estratégia para essa jornada. E engana-se quem acredita que esse processo é simples. Com o objetivo de aprender, compartilhar experiências e discutir os rumos da transformação digital no setor que CIOs e especialistas se reunirão na 5ª edição do Congresso TI & Varejo, que será realizado no dia 18 de agosto no WTC, em São Paulo.

O evento contará com a presença de Giovanni Montoneri, CIO da Decathlon, Jesus Garcia, CIO da Livraria Cultura, Joaquim Garcia, CIO Global da IMC, João Pedro Serra, Country Manager do Groupon, Júlio Baião, diretor de TI do GPA, Paulo Farroco, CIO da Riachuelo e Mendel Szlejh, CIO de grandes redes varejistas, além de outros grandes líderes.

O Congresso também terá uma agenda paralela chamada Jornada Digital. Nessa programação, serão apresentadas palestras de 30 minutos com cases de sucesso, workshops, soluções tecnológicas e etc.

O evento contará ainda com a Feira Tecnológica com estandes de exposição dos principais players de TI e o Consumer Experience, espaço de demonstração de soluções que fomentam o engajamento do consumidor. Nesse ambiente, serão apresentadas várias tecnologias que já são aplicáveis no varejo brasileiro, tais como self checkout e outras soluções para integração da loja física com digital.

Outra novidade deste ano é o Prêmio Líderes TI & Varejo, que está com as inscrições abertas. Em parceria com a IDC, a premiação reconhecerá o trabalho dos líderes de TI e e-commerce das redes varejistas. Para se inscrever, os líderes poderão entrar no link:
http://www.surveygizmo.com/s3/2112939/TI-e-Varejo-2016

As inscrições para a 5ª edição do Congresso TI & Varejo estão abertas e podem ser feitas no site do evento: www.congressotievarejo.com.br

5ª edição do Congresso TI & Varejo
Quando: 18/08
Horário: 8h às 18h30
Onde: WTC
Endereço: Avenida das Nações Unidas, 12551, Brooklin Novo, São Paulo – SP

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Cinco aplicações de IoT para ganhar competitividade no varejo – Por Rafael Paes

No sentido mais básico, a Internet das Coisas (IoT) é uma rede de objetos físicos conectados e embutidos de sensores. A tecnologia permite usar todos esses dispositivos para comunicar, analisar e compartilhar dados com o mundo físico ao nosso entorno, por meio de redes e plataformas de softwares baseadas em nuvem. No caso do varejo, essas ‘coisas’ incluem tags RFID (Radio-Frequency IDentification) para rastreamento de inventário, contadores de fluxo e outras aplicações inteligentes nas lojas. Vamos focar, particularmente, em cinco áreas que estão trazendo competitividade para as varejistas:

1 – A manutenção preditiva de equipamentos é utilizada para gerenciar o uso de energia, prever falhas nos equipamentos e detectar outras questões. Por exemplo, toda mercearia possui uma série de equipamentos complexos, como as unidades de refrigeração e, quando estão embutidos de sensores, é possível prever problemas de manutenção que afetam o consumo de energia, além de identificar as flutuações de temperatura e garantir a integridade dos alimentos.

2 – Um dos objetivos da logística inteligente no varejo é transportar a mercadoria de forma mais eficiente, e a IoT pode desempenhar importante papel na manutenção dos meios de transporte, monitoramento e otimização de rotas. Sabemos que, nos últimos anos, muitos varejistas têm utilizado tecnologias de GPS para rastrear e direcionar a frota de caminhões.

3 – Quando falamos de inteligência de demanda, estamos tratando de estoques dotados de automação e robótica, com controle de demanda para atender canais tradicionais e online. A Internet das Coisas nos permite monitorar oportunidades de vendas em tempo real e rastrear as vendas perdidas nas lojas. Atualmente, os tradicionais armazéns e centros de distribuição são organizados por corredores e prateleiras com base em uma esquematização predeterminada. Já os armazéns do futuro serão espaços abertos, com pallets automatizados e auto-organizáveis, direcionados pela demanda em tempo real.

4 – O consumidor conectado está impactando cada vez mais as lojas físicas e os varejistas entendem que clientes podem verificar preços e inventários das lojas pelos smartphones, à distância. Então, imagine oferecer promoções customizadas e serviços baseados na localização dos clientes dentro das lojas? E se fosse possível identificar os clientes mais leais e oferecer serviços de concierge? Antes, era comum promover campanhas de marketing de massa, com a expectativa de atingir um percentual aceitável com as ofertas. Com a IoT, compreendemos o contexto e identificamos onde e quando o cliente precisa de ajuda, agindo proativamente e com uma taxa de sucesso muito mais alta.

5– Em uma loja inteligente todo o fluxo de compras em shopping centers pode ser analisado pelos varejistas, a fim de entender a jornada de compras dos possíveis clientes. Isso significa substituir pesquisas caras e programas de treinamento de equipes pela inteligência analítica. Com isso, podemos identificar padrões de comportamento dos clientes dentro dos espaços das lojas e atuar em tempo real, direcionando um funcionário para ajudá-los ou analisar as informações para ajustar layouts de lojas, por exemplo. Adicionalmente, permite personalizar a experiência de compra, proporcionando diferentes oportunidades de marketing digital nas lojas, anunciando as ofertas via os dispositivos móveis.

E com o rápido crescimento do e-commerce, varejistas estão interessados em trazer a experiência dos clientes no ambiente digital às lojas. Eles querem ter acesso ao mesmo repertório rico de dados para analytics e alto desempenho no direcionamento das jornadas de compras, oferecendo novas experiências e coletando valiosos dados para prever como consumidores farão suas compras.

A diferenciação virá da habilidade dos varejistas em sentir, entender e agir com inteligência analítica em cima dos dados de IoT. Para tirar o máximo de vantagem dessa nova área promissora, varejistas precisarão focar nas aplicações que mais gerem valor e atendam às necessidades dos clientes.

Por Rafael Paes, Consultor do SAS Brasil

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Honeywell anuncia oferta de produtos para automação comercial com financiamento do BNDES

A Honeywell (NYSE:HON) acaba de anunciar o credenciamento de uma linha de produtos para captura de dados que terá a opção de financiamento pelo Cartão BNDES. Voltada para micro, pequenas e médias empresas, essa modalidade de financiamento oferece crédito pré-aprovado de até R$ 1 milhão de reais para a aquisição de produtos credenciados, com pagamento em até 48 prestações fixas e mensais.

Inicialmente serão oferecidos três produtos com o financiamento – que eram importados e passaram a ser fabricados pela empresa no Brasil, em sua unidade de Itajubá, Minas Gerais.

“A produção local e a adequação dos equipamentos à nossa realidade reforçam o comprometimento da Honeywell com o mercado brasileiro, garantindo empregos, preços competitivos e facilitando a oferta de serviços associados aos equipamentos”, destaca Luiz Eng, General Manager da divisão Sensing & Productivity Solutions da Honeywell.

Ao produzir localmente, a Honeywell consegue oferecer facilidades como maior agilidade no suporte ao cliente, sem a necessidade, por exemplo, de envio do equipamento para o exterior, em caso de reparo, além de menor custo nesse processo, com os valores de serviço cotados em moeda local.

Entre os produtos que passam a ser oferecidos com o financiamento do BNDES, estão:

Leitor de código de barras Voyager 1450g – Equipamento omnidirecional que permite a leitura de praticamente todos os códigos de barras lineares e grande parte dos códigos 2D, além de trabalhar com cupons, bilhetes móveis e carteiras digitais obtidos a partir das telas de dispositivos móveis.

Leitor RFID IF1 – Linha que oferece opções econômicas e flexíveis para aplicações de coleta eletrônica para registro de veículos, ideal para o uso com uma ou duas antenas na automatização de processos.

Tag RFID iB66 – Dispositivo com bateria própria que permite maximizar a operação de reconhecimento de veículos à distância de até 30 metros e com velocidades de até 160 km/h. Oferece identificação anônima e autenticação criptográfica e opera com leitores UHF RFID Gen2/6C.

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Expedição pelo Brasil encontra novos e curiosos varejistas driblando a crise

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Venda de ‘Bosta em Lata’ é produto inusitado

O especialista em varejo e consumo, Fred Rocha, acaba de finalizar sua expedição pelo Brasil acompanhado pelo pai Mauro Rocha e o especialista em vendas, Leandro Branquinho, em um Motor Home Empreendedor. Foram mais de 13 mil km, em 55 dias, conhecendo pequenos comerciantes do Oiapoque ao Chuí. “Fiz uma expedição na costa dos EUA e percorri mais 3 mil km, já era hora de saber como são os comerciantes daqui do Brasil também, principalmente em tempos difíceis”, explica Rocha.

Em sua expedição, o apaixonado por varejo, conheceu e registrou os diversos tipos de varejistas, cada qual com sua notoriedade, curiosidade, criatividade e seu marketing pessoal para atrair consumidores. Um dos exemplos é o comerciante Leonardo, que comercializa esterco. Ele criou o produto chamado “Bosta em Lata” e vende para lojas de jardinagem e para a cidade de Holambra.

O pequeno empreendedor tem que mostrar maior criatividade para atingir o público que deseja. “Nesta época de crise, é preciso se reinventar neste novo cenário. Os consumidores não estão só em busca de preço, mas também de praticidade, inventividade e comodidade”, diz Fred.

Entre tantas histórias ricas de personagens e curiosidades em produtos estão:

– um garçom que ganhou 600 euros de gorjeta e uma moto zero de um hóspede, simplesmente pelo fato de ter sido atencioso com a família;

– uma Corredora de Motocross que revendia as peças que não usava em sua moto e, por isso, criou um e-commerce;

– um lojista que é especializado em objetos, móveis, eletrodomésticos antigos;

– uma senhora de 60 anos que é personal organizer, e tinha dificuldades em achar os produtos para organizar e passou a fabricar os próprios produtos para usar em sua profissão (que começou na terceira idade).

No total, a expedição conheceu mais de 100 empresários e comerciantes pelo Brasil e conseguiu destacar mais de 30 histórias interessantes, curiosas e de sucesso em mais de 1 Terabyte de gravação, que farão parte de um documentário produzido pelo próprio Fred Rocha.

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Estratégia e execução devem andar de mãos dadas

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Por Luiz Melo

Um artigo que me chamou muito a atenção, escrito por Stephen Kanitz, em 1998, intitulado “Iniciativa e o poder da acabativa”, dizia que para o Brasil começar a dar certo seria preciso procurar valorizar mais os brasileiros com a capacidade de implantar ideias. Era uma reflexão sobre as pessoas com capacidade de gerar ideias (iniciativa), mas que quando o assunto era implantá-las (acabativa) suas limitações vinham à tona. E isso nunca esteve tão atual no cenário brasileiro.

Tomaria a liberdade ainda, de fazer algumas inserções que ajudariam a deixá-lo um pouco mais realista. É fato que sobram “pensadores” nas empresas e que estes ficam pouco à vontade quando o assunto é colocar a mão na massa, pois o trabalho do fazer, relegado ao segundo escalão das empresas, é considerado um trabalho menos nobre do que o trabalho do pensar. Via de regra, sabe-se muito sobre a criação da estratégia, mas muito pouco sobre o seu real funcionamento.

Já trabalhei em empresas em que constatei que haviam sido gastos algumas centenas de milhares de reais com consultorias preocupadas em focar na revisão da estratégia, posicionamento, missão, visão, valores, em realizar convenções com apelos motivacionais, mas que praticamente nada havia deixado de legado de como implantar a estratégia que eles mesmos haviam redesenhado.

Na verdade não é uma crítica às consultorias, mas apenas uma constatação de como parece ser difícil escrever as páginas do livro dedicadas à ação do como se deve executar aquilo que se fala ou se escreve. Observei por lá que havia muito pensamento abstrato e praticamente nada dedicado à parte que une a implantação ao processo contínuo de monitoramento da implantação da estratégia. Se execução é essencial para o sucesso, por que as organizações não dedicam tempo suficiente quando se trata em desenvolver uma abordagem pragmática que as conduzam na direção de resultados estratégicos importantes?

Um planejamento frágil gera um processo de implantação frágil. A execução de uma estratégia e de um planejamento insuficientes são a garantia de que o resultado final será desastroso. Parte dessa história, com o fim já conhecido no início, pode ser atribuída ao vicio intrínseco de se pensar estratégia, planejamento e execução como partes e não como a própria essência do trabalho. É até mesmo comum em certas empresas uma forte cultura da departamentalização; ou seja, cada um em sua caixinha num processo que combina má comunicação com mau gerenciamento da implantação.

A má comunicação começa com a cúpula da empresa, que se incumbe em formular a estratégia e repassá-la adiante em um processo contínuo de repasses para os departamentos envolvidos na implantação. E como executar não é algo que os pensadores das empresas estejam acostumados a fazer…

Execução é algo que se aprende na “escola da vida real”, e os caminhos que levam a resultados bem-sucedidos vêm acompanhados de erros e frustrações como disse Lawrence Hrebiniak no livro “Execução – Fazendo a Estratégia Funcionar”.

O saber fazer é algo tão importante quanto o saber pensar e se faz necessário, para o bem dos negócios, que haja uma maior integração dos “fazedores” e dos planejadores com aqueles responsáveis pela formulação da estratégia, pois um projeto que não é aplicável na prática se assemelha muito àquele ditado chinês que diz que “Quem sabe e não faz, no fundo, não sabe”. Muito apropriado para os dias de hoje.

Luiz Melo, especialista em Gestão de Produtos & Supply-Chain e sócio-diretor da 360 Varejo

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Dez formas de melhorar a gestão de uma rede varejista

A Bluesoft é pioneira em Sistema de Gestão Integrados para o Varejo na Nuvem, estamos no ar há mais de 14 anos e temos profissionais com mais de 30 anos de experiência no Varejo. Veja 10 formas de melhorar a gestão de sua Rede Varejista, e como a Bluesoft pode te ajudar.

1. Reduzir Drasticamente a Ruptura e Estoque Virtual

Você sabia que o Índice de Ruptura dos Supermercados é maior que 10%? E que o de Estoque Virtual é quase 6%? Numa situação assim, muitas vendas são perdidas, e, por isso, ter um sistema de gestão integrado feito para o varejo é essencial para você implantar processos que diminuam ambos a ruptura e o estoque virtual.

O Bluesoft ERP oferece um módulo completo de Prevenção de Perdas, com o qual você poderá fazer auditoria de presença dos itens na área de venda de suas lojas através de dispositivos móveis, reduzindo assim a ruptura de presença, e corrigindo o estoque virtual.

Com o estoque sempre correto e com nossa sugestão de compra com base da demanda de venda, sua equipe de compras fará um trabalho ainda mais eficiente não deixando mercadorias faltarem e reduzindo assim drasticamente a ruptura de estoque (a venda não acontece porque não há estoque disponível).

2. Comprar melhor e gerir fornecedores

Comprar e Vender é o que faz o coração do varejo bater. É por isso que ao longo de todos esses anos nosso pedido de compra nunca parou de evoluir. Oferecemos para o comprador um painel completo com todas as informações necessárias para a melhor tomada de decisão, desde a sugestão de quantidade e mix a ser comprado, até a formação do preço de venda. Além disso no próprio pedido de compra é possível gerenciar trocas, bonificações, acordos comerciais e muito mais.

3. Reduzir a Quebra de Estoque

É comum que a maior parte do ativo de varejistas esteja no Estoque, por isso é essencial que seja feita uma gestão de estoque eficiente. Com o Bluesoft ERP você poderá realizar contagem de estoque através de dispositivos móveis, e realizar estudos sintéticos e analíticos através de relatórios de investigação para acompanhar as perdas e quebras de seus estoques ao longo do tempo, também identificar os principais focos de quebra, e agir para resolver o problema na raiz. Além disso você vai comparar quebras por categoria, setor de compra e produtos de diferentes períodos e diferentes filiais para encontrar casos que necessitem de investigação.

4. Reduzir Custo de Operação do Financeiro (EDI Bancário e de Cartões)

Através do EDI Bancário sua equipe poderá fazer pagamentos de títulos, realizar transferências (DOC/TED), emitir boletos, pagar tributos e consultar extratos bancários através do Bluesoft ERP. Você poderá centralizar todos as suas contas bancárias no sistema, e não vai mais precisar utilizar o site do seu banco para nada, e seus colaboradores não precisaram mais ter acesso direto à conta corrente.

Através do EDI de Cartões, você poderá consultar diariamente o extrato de transações de cartões de crédito e débito realizados nas suas lojas. Quando todas as vendas do dia forem conciliadas automaticamente e a administradora enviar por EDI o comprovante de depósito, o sistema fará a baixa dos cartões automaticamente para você.

5. Proteção contra Desvios Financeiros e Fraudes

Todos já ouvimos diversas histórias de desvios financeiros, não faz muito tempo que ouvimos de uma empresa que um funcionário desviava o valor exato da guias de PIS/COFINS e deixava de pagar os tributos, para que ninguém notasse a falta desse dinheiro. Tenho certeza que você conhece muitos outros casos como esse. Com o Bluesoft ERP você estará protegido contra esse tipo de cilada, porque você poderá centralizar todas as operações bancárias no sistema e toda as operações financeiras realizadas devem ter com lastro um documento fiscal ou um contrato devidamente autorizado.

6. Cadastro de Produtos e Tributação Atualizados Automaticamente

O Bluesoft ERP é integrado ao Cosmos, uma das maiores bases de dados de produtos do mundo. Com essa integração você poderá reduzir em horas o tempo de cadastro de produtos e inclusão de novos itens em linha, basta informar o GTIN/EAN do produto, e o Bluesoft ERP se conecta ao Cosmos para buscar todas as informações relevantes como descrição, peso, fabricante, marca, NCM, PIS, COFINS, ICMS e até mesmo a foto do produto.

7. Reduzir Custo com TI

Quando você compra uma solução On Premisse (aquelas que você mesmo instala nos seus próprios servidores) há uma série de custos escondidos que você precisa pagar. Além do custo da licença do software que você já conhece, esses custos escondidos podem chegar a representar mais de 90% do custo do seu software On Premisse.

8. Acompanhar as vendas da sua empresa em tempo real

O Sistema Bluesoft ERP é integrado ao Sistema de Frente de Caixa e recebe e apresenta os dados de vendas em tempo real para que você possa acompanhar tudo o que está acontecendo agora em suas lojas a qualquer hora e de qualquer lugar. Através dessas informações você poderá acompanhar em tempo real resultado de ofertas, jornais e promoções e tomar decisões otimizando as vendas do dia.

9. Atender a todas as obrigações Legais e Fiscais do Varejo

Utilizando o Bluesoft ERP sua empresa será um verdadeiro exemplo de Compliance Tributário, você será capaz de gerar em poucos minutos todas as obrigações fiscais municipais, estaduais e federais, desde a emissão de NF-es até a geração de obrigações complexas como SPED ICMS/IPI, SPED Contribuições (PIS/COFINS), SPED ECD, SPED ECF, etc.

Construímos um sistema que consegue lidar com grandes volumes de informações, e por isso, diferente de nossos concorrentes, conseguimos gerar os arquivos de obrigações fiscais como o SPED ICMS/IPI, por exemplo, com milhões de cupons fiscais e itens vendidos em poucos minutos em vez de horas ou dias.

10. Aumentar a Segurança das informações

Sabemos o quando a segurança e controle de dados é importante para o seu negócio. Por isso, a Bluesoft trabalha em parceria com a empresa de Cloud Computing mais respeitada, segura e flexível do mercado, a Amazon Web Services (AWS).

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Intelipost participa de Fórum E-commerce Brasil e concorre a prêmio de inovação

A Intelipost (www.intelipost.com.br), empresa de software e serviços para gestão logística de frete, participará do Fórum E-commerce Brasil 2016, que será realizado nos dias 26 e 27 de julho no Transamerica Expo Center, em São Paulo. A empresa apresentará ao público atualizações da plataforma de frete fracionado.

Essa edição do Fórum E-commerce Brasil contará com a participação de mais de 100 expositores e 60 palestrantes de diversos segmentos de atuação e entrega do Prêmio E-commerce Brasil de Inovação.

A empresa disputa na categoria Logística com duas indicações: como Empresa Inovadora e Profissional do Ano, com o Stefan Rehm, cofundador da Intelipost.

“Ficamos muito felizes de ver que nossa empresa e nossas soluções tem sido reconhecidas pelo mercado. Ainda ser indicado como profissional do ano foi uma surpresa, mas que valoriza ainda mais todo o esforço da equipe e o crescimento da Intelipost”

As votações estão abertas ao público e encerram no dia 18 de julho, com anúncio dos vencedores no Fórum. O Prêmio E-commerce Brasil de Inovação, que acontece desde 2011, é o mais importante em termos de reconhecimento profissional e e-commerce, e em 2015, reconhece também as lojas e fornecedores mais inovadores do mercado.

Fórum E-commerce Brasil 2016

Data: dias 26 e 27 de julho
Local: Transamérica Expo Center
Endereço: Av. Dr. Mário Villas Boas Rodrigues, 387,Santo Amaro, São Paulo – SP
Mais informações: www.ecommercebrasil.com.br/forum2016

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