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A nuvem no atacado distribuidor: um aliado aos seus negócios – Por Leonardo Barros

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Muitos anos já se passaram desde que o conceito de computação em nuvem começou a marcar presença no mercado brasileiro. O tema, apesar da avalanche de informações supracitadas e de tantos casos práticos de uso já divulgados, ainda assusta as empresas nacionais. De antemão, eu digo: não há o que temer.

A computação em nuvem provocará nos próximos anos, nem tão remotos, efeitos na sociedade em geral e nos negócios, principalmente. Hoje convivemos naturalmente com o comércio eletrônico e toda a facilidade do internet banking, que, diga-se de passagem, já ficou para trás, dando vazão ao Mobile Banking, que caminha a passos largos quando constatamos o número de 260 milhões de smartphones no Brasil, enquanto somos 200 milhões de pessoas.

Lembro da resistência do consumidor no início dos anos 2000, época que eclodiu a era da bolha.com, que ao usar a modalidade de comércio eletrônico nos sentíamos inseguros de ter que enviar dados dos cartões de crédito via Internet. Até mesmo acessar a conta corrente do banco pela web era como viver perigosamente. Mas as coisas mudaram.

E mudam. O cloud computing revoluciona o mundo corporativo e pode revolucionar o segmento atacado distribuidor. Munidos de grandes armazéns que alocam até dez mil mercadorias, volumosas frotas e infinitas emissões diárias de nota fiscais, os movimentos mercantis e administrativos do setor atacado distribuidor é dinâmico e desempenha funções que estão em conformidade com a premissa do conceito cloud computing, que é agilidade acoplada à redução de custos.

Funções como venda, promoção, compra, formação de sortimentos, quebra de lote, armazenamento, logística, financiamento, riscos, informações de mercado e prestação de serviços de administração e consultoria são algumas das atividades que podem ser armazenadas na nuvem. Com isso, há mais colaboração da equipe usando chats, compartilhando documentos, updates de status ou outros mecanismos, aumentando, dessa forma, a fluidez na comunicação e na tomada de decisão. Temerosos e incipientes em sua maioria, o atacadista distribuidor ainda não se deu conta dos ganhos em eficiência nos negócios trazidos com o uso da nuvem.

Em conversas recentes com empresários e até gestores de TI do nicho atacadista distribuidor, percebo que a preocupação mora na condição de ter informações confidencias – consideradas o pulmão da empresa – fora de seus domínios, de certa forma. Entretanto, é possível afirmar que a segurança de dados aumenta ao usar soluções na nuvem. Isso acontece porque provedores de cloud computing seguem padrões internacionais de segurança, como ISO, SSL, criptografia avançada, dentre outras metodologias.

Ademais, ao perder um notebook ou mesmo um celular, informações confidenciais não vão embora junto com o aparelho. Elas ficam armazenadas na nuvem e se mantêm protegidas e disponíveis nela. Tal qual o email que pode ser acessado por qualquer dispositivo, independente da localidade.

Outro fator importante para a segurança, que a computação em nuvem torna mais simples, é o backup. Sistemas tradicionais demandam tempo para que o backup de dados seja realizado. Há situações em que é preciso condicionar uma equipe inteira para sanar o backup. Em sistemas rodados na nuvem, o espelhamento de servidores e as normas de gestão de dados fazem a cópia de segurança em tempo real e permitem que, caso algum problema aconteça, cópias criptografadas das informações sejam recuperadas automaticamente, excluindo a necessidade de recorrer a arcaicos discos físicos ou servidores não conectados.

Sob o aspecto da redução de custo operacional, desenvolver e manter o sistema via web, por meio de terceiros, pesa menos no bolso do empresário por não necessitarem de gastos elevados com servidores e licenças de softwares de bancos de dados. Hoje já é possível pagar apenas pelo que foi utilizado pela empresa, de forma flexível e personalizada, diminuindo gastos. Também há como dobrar ou triplicar a estrutura disponível em armazenamento e processamento de dados com um investimento pequeno e usar de acordo com a demanda, de maneira elástica.

A possibilidade de ajustar o que é pago ao que é demandado, além de reduzir custos, facilita no momento de adequar o sistema às necessidades da empresa. Em eventos sazonais, como o Natal, por exemplo, quando há um maior número de compras e vendas no atacado distribuidor, é possível mudar determinado sistema com um clique, agilizando o servidor com foco na eficiência dos negócios.

Ser competitivo no mercado atual é também dispor das melhores e mais modernas possibilidades para gerir o seu negócio. A computação na nuvem é uma grande oportunidade disponível para o atacadista distribuidor alcançar o sucesso, com segurança. Acredito que em cinco anos não delimitaremos o cloud computing puramente como um recurso tecnológico, mas sim como um modelo mental básico de pensarmos e usarmos a TI a favor do core business.

É um caminho sem volta que basta você, atacadista distribuidor, decidir se o trilhará, ou não, com maestria.

Leonardo Barros, diretor executivo da Reposit, provedora de soluções completas em gerenciamento de dados, especializada no atacado distribuidor e varejo.

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Como transformar novos consumidores em clientes assíduos – Por Claudio Felisoni de Angelo

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Certamente, mais difícil do que atrair um cliente, é mantê-lo ativo como consumidor. Ele pode ter a sua atenção capturada por mera obra do acaso. Uma situação ou um fato (e até mesmo algo muitas vezes sequer planejado) pode fazer com que um indivíduo entre em uma loja, seja ela física ou virtual.

Porém, não se pode dizer o mesmo da fidelidade desse comprador. Esta tem que ser construída a partir da experiência por ele vivenciada. É o percurso definido por todas as etapas do processo de aquisição que vai sedimentar a sua percepção a respeito da operação, dos produtos ou dos serviços oferecidos.

Muitos são os atributos avaliados explícita ou tacitamente. O preço é, sem dúvida, um aspecto essencial. Entretanto, por ser óbvio, não é o único. Ao adquirir um item, o consumidor faz uma avaliação, ainda que subjetiva, dos benefícios e dos custos incorridos. E quando o primeiro excede o segundo (e em certa proporção que o indivíduo considere apropriada), a tendência é que se fortaleça a possibilidade da recorrência da compra.

Ocorre que os atributos mais visíveis, tais como o preço, são facilmente monitorados e seguidos pela concorrência. Assim sendo, a existência de diferenciais em relação a esses aspectos facilmente emulados não se constituem em fatores determinantes para a recorrência das compras. Ou seja: não se estabelecem como elementos sustentadores da fidelidade no ato da aquisição.

E não se sustentam, simplesmente, é porque não são elementos que colocam a empresa de modo permanente em um segmento razoavelmente protegido do mercado. A fidelidade depende, principalmente, dos fatores que produzem diferenças não facilmente mimetizadas. A maior fonte das possibilidades de obtenção dessas diferenças não repousa em um atributo específico, mas sim na combinação de um conjunto amplo de características.

A discussão sobre como transformar consumidores novos em clientes assíduos é, portanto, muito enriquecedora. Esse tema é particularmente instigante, principalmente ao considerar que as crianças nascidas nas últimas duas décadas são completamente diferentes das que vieram ao mundo antes da revolução digital. E a fidelização é justamente um dos grandes desafios do setor varejista na atualidade. Então, mãos à obra porque ainda há muito que se fazer neste sentido.

Claudio Felisoni de Angelo, presidente do Instituto Brasileiro de Executivos de Varejo e Mercado de Consumo (IBEVAR)

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O futuro do varejo é o foco do NRF Retail BigShow 2017, em Nova York – Por Paulo Henrique Pichini

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Entre os dias 15 e 17 de janeiro, em New York, o mundo teve contato com o que de há mais avançado para a indústria de varejo. Tudo o que foi mostrado no NRF Retail BigShow 2017 – o maior evento de tecnologia para varejo do mundo –, desde o mais conceitual ao mais concreto, tinha um único objetivo: melhorar a experiência do usuário de modo a aumentar o volume de vendas e diminuir a desistência do cliente e a perda de oportunidades de negócios.

Para atingir essa meta, o mercado vem, há anos, passando por transformações profundas em seu modelo de atendimento ao cliente, sempre buscando formas de melhorar a experiência do consumidor, administrar o inventário, melhorar e facilitar a vida dos atendentes na loja.

Durante a NRF 2017, pudemos ver soluções tecnológicas que viabilizam estas transformações – ofertas prontas e com cases de sucesso pelo mundo, mas ainda imaturas no mercado brasileiro. Por esta razão, muitos dos fabricantes e integradores que atuam no Brasil estão criando áreas especificas para atendimento desta vertical que vem liderando em termos de importância.

A busca pela nova experiência no varejo é tal que, na exposição deste ano, o grande destaque ficou por conta de soluções espetaculares e geniais para o varejo. Neste ano, o show teve foco exclusivo em tecnologia e inovação. Nada de expositores mostrando ideias mais tradicionais como arquitetura de lojas, desenhos de torres de serviços, etc.

Como todos os principais players falaram sobre tecnologia, encontramos as maiores multinacionais de TI presentes ao evento, porem com discursos e soluções disruptivas para o momento atual de mercado no Brasil.

Neste cenário, uma classificação das principais inovações para varejo mostradas no NRF 2017 passaria por cinco categorias diferentes:

1 – Infraestrutura: A categoria inclui Wi-Fi, Beacon (Bluetooth) e câmeras para captação de vídeo usadas em aplicações de segurança, mapeamento de tráfego e reconhecimento facial. As soluções de infraestrutura mostradas no NFR 2017 listam, ainda, tecnologias de sensoriamento RFDI, QR Code, NFC. Outra área bem explorada cobre as redes de baixo custo, baixa velocidade e longo alcance LPwan, ideais para suportar dispositivos IoT.

2 – Soluções de engajamento do client/prospect: sempre desenvolvidas sobre a infraestrutura descrita acima, tratam-se de ofertas de provadores inteligentes com recurso de prova virtual de roupas a partir do uso de tecnologia de realidade aumentada. O resultado é que o consumidor experimenta virtualmente trajes diferentes. Os corredores do NRF 2017 traziam, também, soluções de interação com cliente que oferecem a ele, eletronicamente, roupas em tamanhos e cores diferenciadas. Há, ainda, soluções que reconhecem a chegada do cliente na loja e imediatamente começam a interagir com ele, oferecendo produtos de acordo com seu perfil, idade, preferências, etc.

Extremamente rica, essa categoria trouxe, também, soluções de checkout rápido e eficiente. Outra ênfase foi em ambientes interativos dentro dos provedores da loja.

Uma das novidades mais atraentes: quando o consumidor toca em um produto dentro da loja, ele passa a visualizar, via digital signage, mesas digitais ou por meio de seu smartphone, todas as informações sobre aquele objeto (preço, tamanhos disponíveis, cores).

Já existem no mercado, também, ofertas que permitem a unificação da experiência de compra que, agora, pode ser iniciada em um ambiente físico (loja) e continuar em meio digital (uma página de e-Commerce, por exemplo) e vice-versa.

3 – Soluções que dão poder aos vendedores da loja: Essa categoria inclui ofertas de inventário automático para controle de prateleiras. Ou seja: se um produto sai da prateleira, automaticamente chega outro para substituí-lo. É possível contar, também, com ferramentas para saber quem está loja, por onde está andando, onde está parado mais tempo e ainda qual sua idade média, gênero e até mesmo traços de seu estado de humor frente aquele produto (a solução indica se a pessoa está feliz, triste, surpresa)

A NRF 2017 mostrou, ainda, ferramenta de interação com cliente para informá-lo sobre numeração, cores e ainda alternativas a um produto – isso vale mesmo quando o consumidor ainda está dentro do provador.

4 – Soluções de controle de inventário: Categoria baseada no uso de IoT com diversas alternativas de sensores. A NRF 2017 trouxe preços do RFID muito menores, por volta de 0,10 cents cada etiqueta, além do uso de QR Code para identificação de produtos.

Uma vez tendo produtos sensorizados com possibilidades de leitura, é fácil juntar a essa plataforma soluções que inventariam o armazém. Isso pode ser feito por meio de torres móveis de leitura, capazes de analisar por sensor ou por vídeo a disponibilidade de produtos em cada prateleira da warehouse. A mesma operação pode ser realizada com a ajuda de um drone, algo que faz sentido especialmente no caso de armazéns com pé direito muito alto.

5 – Soluções de gestão estratégica com foco no Board da empresa de varejo: O conhecido NOC (Network Operation Center) conta agora mais um enorme número de ferramentas de software que permite a criação de um Board Room capaz de avaliar cada loja, seus resultados e vendas, estoque e comportamento de clientes. Essa análise pode ser feita a partir de “n” variáveis, em acessos totalmente online. Para isso, o uso de ferramentas de Analytics é fundamental. Durante a NRF 2017, ficou claro que essas ferramentas estão na mão dos grandes fabricantes globais.

A IBM, por exemplo, mostrou a eficiência do uso do Watson para planejamentos de marketing. É um novo motor de pesquisa voltado para construção de campanhas de marketing que, cedo ou tarde, irá concorrer com o Google.

O motor de busca do Watson pode melhorar previsões inclusive climáticas, aumentando a precisão das promoções sazonais (por exemplo, roupas de verão, roupas de inverno) do varejo. Isso pode aumentar a eficiência da operação.

Nos três dias do NRF 2017, ficou claro que a soma do BigData com Analytics com recursos de vídeo é o tipo de solução com maior maturidade e maior disponibilidade no mercado, principalmente no portfólio dos grandes fabricantes.

A hora e a vez do Onmi Channel

Em resumo, estamos no caminho do varejo omni channel. Isso está acontecendo, porém, com uma multiplicidade de alternativas e de custos extremamente grande.

Diante deste quadro, cada empresa deve planejar e determinar o plano de ataque para que a transformação digital aconteça de forma suave, transparente e com baixo impacto sobre a plataforma de negócios atual. É essencial olhar este mundo de soluções com o apoio de empresas de inovação e tecnologia com comprovada capacidade de entender o grau de maturidade destas tecnologias dentro do mercado brasileiro. Isso significa checar a adaptabilidade e a integração dessas inovações do varejo com os diversos ambientes e públicos que existem hoje no Brasil.

Esses são pontos críticos de sucesso.

As novas soluções de varejo devem ser tropicalizadas ao Brasil. O País é grande e diverso, com mercados e perfis de consumidores muito originais.

O processo de renovação tem como ponto crítico o desenho das fases de implementação e exige harmonia e sincronicidade entre o Board e as áreas comercial, de marketing e de TI. É bom lembrar que modelos financeiros baseados em OPEX vêm cada vez mais viabilizando as propostas e os planos de transformação digital. Esse é o momento para a mudança bem pensada e bem implementada. O resultado é, seguramente, o aumento da eficiência e das vendas, além do surgimento de novos serviços que podem ser implantados dentro da loja, fazendo toda a diferença.

Paulo Henrique Pichini, CEO & President da Go2neXt Cloud Computing Builder & Integrator

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Cisco: 67% dos varejistas do Brasil estão investindo para as transformações digitais

A pesquisa“The Current State of Digital Readiness in Retail”, realizada pela Cisco com mais de 200 executivos do varejo em todo o mundo, sendo 30 deles do mercado brasileiro, revela diferenças significativas em estratégia regional nos investimentos atuais em tecnologias e prioridades digitais.

O estudo indica que 67% dos varejistas do Brasil estão investindo a fim de se preparar para a disrupção digital, em comparação aos varejistas norte-americanos (51%). Os varejistas no mercado brasileiro estão mais focados em investir em tecnologias que possam auxiliá-los nos indicativos para as próximas tomadas de decisão (como a utilização de ativos e gerenciamento de energia) mesmo que eles ainda não estejam prontos para implementar tecnologias mais inovadoras.

Os dados revelam que investimentos em tecnologias que favoreçam a “experiência do cliente” representam uma tendência maior no Brasil em relação aos EUA (46% contra 40% das prioridades de investimentos). Já em inovação, a fatia maior está na América do Norte (34% contra 19% das prioridades de investimentos).

Outro ponto é que 65% dos investimentos feitos pelo segmento são em tecnologias relacionadas à experiência do consumidor e inovação, enquanto que 6% dos investimentos são dedicados a tecnologias de produtividade dos funcionários.

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Tecnologias como Data Centers, Segurança, Plataformas Tecnológicas Simplificadas para Lojas, Conectividade, Cloud Computing, Colaboração e Xaas (Tudo como Serviço) estão entre as prioridades de investimento em grande parte das varejistas em todo o mundo. “Isso mostra que os varejistas estão preparadas para a disrupção digital e criando uma base, para que tenham suas estruturas prontas para movimentos de investimentos posteriores para as fases de Diferenciação e Definição”, destaca João Paulo Albuquerque Melo, gerente geral da divisão de indústria de consumo da Cisco para América Latina.

Ainda de acordo com João Paulo, o mercado varejista precisa adaptar sua estratégia. “O Brasil é um país que responde muito bem a questão do relacionamento direto com o consumidor. Mesmo em um segmento que busca recuperar seu fôlego, investir em tecnologias que possibilitem a disrupção é fundamental na geração de novas oportunidades e se reinventar em uma época difícil da economia do país”, explica.

Dados mundiais

A pesquisa, “The Current State of Digital Readiness in Retail”revela que os varejistas estão avançando de forma cautelosa e ainda inicial para a esperada Transformação Digital.

Segundo o estudo, 30% deles ainda têm atitudes reativas ao invés de serem proativos sobre a disrupção digital. E o mais importante é que eles não estão vivenciando totalmente a experiência da digitalização por priorizarem seus investimentos em tecnologias de experiência com consumidor, em maior proporção do que em plataformas de produtividade de seus funcionários. Trata-se de uma análise diferenciada em relação ao mercado brasileiro. Segundo a pesquisa, o mercado mundial de varejo está perdendo o equivalente a US$ 187 bilhões com essa postura.

A análise destaca a oportunidade para o varejo mundial em gerar mais de US$ 506 bilhões de movimentação se investido de forma eficiente em Transformação Digital. “Os varejistas precisam progredir na digitalização de suas forças de trabalho e na operação de forma equilibrada, em conjunto com a experiência com o cliente e inovação para se posicionar de forma significativa no mercado varejista”, finaliza o executivo da Cisco.

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Diebold Nixdorf apresenta novas soluções para o comércio conectado na NRF Big Show

A Diebold Nixdorf vai lançar novas soluções para impulsionar o comércio conectado para varejistas no National Retail Federation (NRF) BIG Show, o maior evento anual de varejo do mundo, de 15 a 17 de janeiro em Nova York. A empresa destacará quatro principais vertentes no setor de varejo – digitalização, individualização, automação e miniaturização – para transformar a experiência de compra dos consumidores de hoje.

Hoje, 56% dos consumidores acham que a tecnologia torna sua experiência de compra melhor. Com 90% das transações ainda concluídas em uma loja, os varejistas tradicionais devem antecipar a influência dos canais digitais e online adotando tecnologias interativas. A nova solução Kiosk K-One foi concebida para tornar digital a experiência do consumidor na loja, de forma rápida e transparente, ajudando os consumidores durante toda a sua visita. A solução versátil e sob medida pode ser facilmente adaptada às exigências dos consumidores, com funcionalidades para recebimento de pedidos, atendimento ao cliente, informações sobre produtos, vendas de bilhetes e loteria e até mesmo o self check-out.

Os varejistas também serão apresentados às últimas inovações na tecnologia de self check-out, desde opções com dinheiro a opções de pagamento com cartão com integração com celular e tablete:

– SmartPay permite que os consumidores escaneiem e empacotem seus itens, e paguem usando um aplicativo móvel, cartão de crédito ou débito.

– Self checkout eXpress, recentemente lançada, pode ser usada como um quiosque interativo ou um terminal de pagamento com um design compacto que atende à demanda da indústria por equipamentos menores.

– moPOS oferece uma maneira fácil e pragmática de integrar tecnologias de tablets no ambiente de varejo. Esta solução única transita facilmente de móvel para estacionário com um tablet que se conecta a um hub de dispositivos móveis para interagir com tecnologias de ponto de venda (POS) estacionárias, como impressoras e scanners.

– O C6010 automatiza o manuseio de dinheiro de forma segura, recolhendo, contando e balanceando as notas como elas são recebidas pelo caixa, removendo a necessidade de um gaveteiro ao mesmo tempo em que aumenta a segurança e a eficiência.

Com pouco menos de 25 centímetros de largura, o novo Extreme Self-Checkout Concept é apenas uma vez e meia a largura de uma cédula. Suas pequenas dimensões se encaixam perfeitamente em qualquer ambiente, proporcionando experiências individualizadas que os consumidores de hoje esperam. O novo conceito, juntamente com as soluções de software de aplicações móveis da Diebold Nixdorf, permite que os varejistas conectem todo o ciclo da experiência de compra aos consumidores, começando na fase de planejamento em sua casa. Assim, é possível usar o aplicativo móvel do varejista para criar listas e receber sugestões sobre o percurso mais rápido pela loja, anúncios personalizados e recomendações de compra com base em sua localização. À medida em que o consumidor se move pela loja, ele pode simplesmente escanear os itens que deseja comprar usando seu dispositivo móvel. Uma vez concluída a escolha dos itens, o consumidor pode pular as tradicionais filas do caixa.

Todo o TP Application Suite, um pacote abrangente de soluções de software projetadas para fornecer experiências de alta qualidade para os consumidores e permitir funcionalidades avançadas no ambiente de varejo, será demonstrado no estande Diebold Nixdorf e no estande Zebra Technologies.

Para garantir uma implantação suave, manutenção e operação de todos os sistemas e soluções de software, a Diebold Nixdorf oferece um portfólio abrangente de serviços para varejistas. Na NRF, a empresa demonstrará como os varejistas podem alcançar a excelência operacional por meio de uma experiência de realidade virtual para varejo.

“Os consumidores de hoje esperam experiências de compras mais rápidas, mais convenientes e individualizadas”, disse Thomas Fell, vice-presidente sênior de varejo da Diebold Nixdorf. “Nosso portfólio abrangente de tecnologia e software impulsiona eficiências digitalizando a experiência de compras na loja, automatizando e acelerando o processo de checkout para melhorar a conveniência tanto para varejistas quanto para consumidores”.

Também no estande, a AEVI, uma subsidiária da Diebold Nixdorf, demonstrará suas soluções de pagamento seguras e sem dinheiro, juntamente com um marketplace global de software para apps e serviços de alta qualidade e valor agregado para bancos comerciais e adquirentes.

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Datalogic leva inovação a varejistas na NRF 2017

A Datalogic, líder mundial nos mercados de Captura Automática de Dados e Automação Industrial e fabricante de classe mundial de leitores de códigos de barras, computadores móveis, sensores, sistemas de visão e equipamentos de marcação a laser, inicia o ano trazendo soluções inovadoras aos varejistas na National Retail Federation (NRF) Big Show 2017, no estande de número 3827. A NRF acontecerá entre os dias 15 e 17 de janeiro no Javits Center, em Nova York, e a companhia demonstrará soluções inovadoras que atendem todo o mercado de varejo – da cadeia de suprimentos ao checkout.

A Datalogic é provedor de vanguarda em soluções e tecnologias de ponta para o varejo ao redor do mundo. Com tecnologia e inovação que melhoram a experiência do consumidor na loja, a soluções que aumentam a produtividade e eficiência das empresas, a Datalogic oferece as soluções mais completas do mercado.

“A Datalogic está posicionada de maneira única no varejo e fornece a mais completa linha de soluções para o setor. Nós desenvolvemos nossos produtos e tecnologias para atender os varejistas e seus clientes, com o objetivo de simplificar e melhorar a experiência de compra e aumentar a eficiência e a produtividade das empresas em todas as suas áreas: de produção, inventário e chão de loja”, afirma Pietro Todescato, CTO da Datalogic. “Durante a NRF, os visitantes experimentarão em primeira mão uma extensa variedade de tecnologias e soluções que nós ofertamos, como: soluções RFID, gestão de gôndolas, venda assistida, soluções para setores de varejo alimentício e não-alimentício, leitura automatizada, prevenção de perdas, e muito mais. Será uma grande oportunidade para ver como a Datalogic entrega Inovação para todo o setor de Varejo”.

A Datalogic se apresentará na NRF 2017, o maior evento do Varejo, de 15 a 17 de janeiro de 2017, no Jacob K. Jatvits, na cidade de Nova York. Gerentes de Produto e Executivos estarão a disposição para apresentar e falar sobre os últimos lançamentos, soluções e tecnologias. Entre em contato com seu representante local da Datalogic para agendar uma reunião e obter mais informações.

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Tecnologia impulsiona as vendas de Natal nas lojas físicas

Por Hilmar Becker*

Com a proximidade do Natal, as pessoas correm para não deixar algum familiar ou amigo próximo sem um bom presente. E como o lojista pode utilizar o comportamento do consumidor para estar melhor preparado para as vendas?

Mesmo que as compras online tenham se tornado fundamentais para a maioria de nós, as vendas físicas ainda têm um grande potencial. A Amazon, por exemplo, resolveu abrir uma livraria em Indiana, nos Estados Unidos. E a previsão é de que muitas outras sejam inauguradas pela companhia. Como grande parte dos consumidores ainda prefere concluir as compras em uma loja física (apesar de utilizarem seus smartphones para comparar preços online) o Facebook anunciou o lançamento de recursos para estimular as vendas nesses estabelecimentos. A ideia é conectar os usuários dessa rede social por meio de ferramentas de anúncios e de localização.

Se você está no negócio de varejo em qualquer lugar do mundo, está certamente prestando muita atenção a tendências e previsões. E se o seu trabalho é fazer com que a experiência na loja seja a melhor durante a temporada de compras de Natal (e ao longo do ano), cada peça de inteligência de mercado relativa ao cliente é fundamental para ficar com uma parte dos bilhões que estão sendo gastos este ano.

Chega de “achismo”

Para entender melhor os padrões de tráfego de consumidores, é importante compreender a análise de varejo por meio de serviços na nuvem em tempo real. Esses recursos são projetados para utilizar a tecnologia para fornecer uma visão histórica e atualizada dos clientes, analisando as estatísticas de wi-fi coletadas dos smartphones que todos carregam hoje. Com o rastreamento e análise do tempo gasto em determinadas áreas da loja, é possível determinar o melhor layout do estabelecimento e permitir que mais potenciais consumidores circulem pela área desejada.

Uma vez que cada pessoa que passa pela loja é um cliente em potencial, o comportamento perante as prateleiras e vitrines é uma informação importante. Com a tecnologia, o comércio tem a capacidade de saber, por exemplo, quantas pessoas realmente entraram na loja, em qual período do dia e por quanto tempo ficaram. Também é possível compartilhar dados com o departamento de marketing e assim oferecer um gerenciamento superior do volume de informação, antes e durante as vendas de fim de ano.

Ao contrário do que muitos pensam, capturar esses dados valiosos não exige que o lojista instale e gerencie equipamentos sofisticados de hardware. Basta que o estabelecimento utilize com mais eficiência o mesmo Wi-Fi e as ferramentas de gerenciamento que você já conta no seu negócio. É uma excelente maneira de colocar sua rede sem fio para trabalhar e impulsionar os negócios.

Decisões mais inteligentes para atrair mais compradores

Depois de ter os dados essenciais de tráfego do cliente, você pode reconhecer padrões e encontrar oportunidades para melhorar sua loja. Ao acompanhar a movimentação das pessoas, é possível aumentar o tráfego do estabelecimento no dia, ao expor de forma diferente produtos nas vitrines, adotar novas formas de sinalização e ofertas de campanhas antecipadas. O departamento de marketing e vendas terá uma maneira melhor de avaliar o que proporciona a conversão mais eficiente de alguém que simplesmente passa pelo local em um visitante efetivo da loja.

Você também pode acompanhar quanto tempo os compradores ficam em determinadas áreas do seu estabelecimento. Isso pode ser usado para melhorar o engajamento de compradores, testando diferentes layouts para o estabelecimento e para divulgação. Os vendedores também podem ser municiados em tempo real com dados de comportamento e se adaptar para garantir que os compradores estejam recebendo a melhor experiência possível na loja.

Ao usar produtos com tecnologia wi-fi capazes de analisar em tempo real a atividade do consumidor você pode personalizar o espaço, conforme a quantidade de clientes de maneira centralizada (não importa o número de unidades da rede, tenha 10 ou 2000 lojas). E, o mais importante: obter uma ampla visão sobre o que cada loja está fazendo, comparando várias unidades. Isso permite ao administrador de redes de lojas determinar onde e como fazer seus investimentos. O Natal é uma ótima oportunidade de geração de receita para os lojistas. E a tecnologia pode tornar esses resultados ainda melhores.

Hilmar Becker, Country Manager da Aruba no Brasil.

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Pesquisa Salesforce revela: 77% dos consumidores evitam lojas físicas no final do ano

A Salesforce [NYSE: CRM], líder mundial em soluções de gerenciamento de relacionamento de clientes (CRM), acaba de divulgar pesquisa que revela que 77% dos consumidores evitam as lojas físicas durante o fim de ano e que, pela primeira vez, o tráfego de comércio eletrônico via plataformas móveis superou o realizado em desktops e tablets. Os novos relatórios, “2016 Connected Shoppers Report” e “Q3 2016 Shopping Index” (Relatório sobre Compradores Conectados 2016 e Índice de Compras do 3º Trimestre de 2016, respectivamente), exploram atitudes, comportamentos e hábitos dos compradores atuais.

A Salesforce entrevistou mais de 4 mil consumidores para o “2016 Connected Shoppers Report”. Já o “Q3 2016 Shopping Index” é baseado nas atividades de compras de mais de 500 milhões de consumidores de todo o mundo, com dados provenientes de sites de e-commerce que utilizam a Salesforce Commerce Cloud.

Com um aumento esperado de 10% nos gastos durante o final de 2016, é importante que os varejistas ofereçam experiências on-line, móveis e em lojas físicas aprimoradas para encantar compradores e aumentar a receita nesses meses críticos.

Principais descobertas da pesquisa da Salesforce

Os consumidores estão assumindo o controle de suas experiências de compra

– Mais de três quartos (80%) dos compradores pesquisam os produtos antes de adquiri-los online; websites são a ferramenta de escolha há bastante tempo.

– Com o crescimento das mídias sociais, observou-se um aumento de tráfego proveniente delas para sites de vendas, representando 3,1% de todo o tráfego digital — um aumento de 55% em comparação ao ano passado.

As opções de compras em plataformas móveis e outras inovações estão influenciando a experiência de compras tradicional

– A onda de compras em plataformas móveis continua a crescer: mais da metade (51%) de todo o tráfego de comércio digital é proveniente de telefones celulares, em comparação a computadores (40%) e tablets (9%).

– Novos serviços de aluguel de merchandising e de assinatura mensal para o recebimento de alimentos e produtos de higiene e saúde ganharam popularidade entre a Geração Y, que é duas vezes mais adepta a esse tipo de serviço do que a Geração X e cinco vezes mais do que aqueles nascidos na década de 50.

Os consumidores estão em busca de melhores serviços

– Mais da metade dos representantes da Geração Y concorda em compartilhar dados relacionados às suas preferências (56%) e gostaria que os comerciantes utilizassem os serviços baseados em localização (39%) para oferecer um melhor atendimento.

– O atendimento ao cliente responde à tendência oferecendo entregas grátis, por exemplo: 67% de todos os pedidos já estão sendo entregues gratuitamente.

Essa é a época das compras online

– A grande maioria dos consumidores (77%) evita as lojas físicas durante as festas de fim de ano devido ao grande número de pessoas (55%), aos congestionamentos (33%) e à conveniência das compras on-line (29%).

– Durante a época de pico de compras, espera-se uma expansão na variedade de produtos adquiridos on-line — uma diversificação 13% maior do que a observada no ano passado.

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Cinco startups para facilitar a vida de PMEs

Hoje, muitas startups oferecem serviços focados em pequenas empresas. De acordo com o Sebrae, as micro e pequenas empresas respondem por 27% do PIB, a soma dos bens e serviços produzidos no país, e por 57% dos empregos formais. Os dados revelam que há um mercado consumidor de produtos para PMEs bastante promissor às empresas que se interessam a atuar neste universo.

Conheça 5 startups que estão ganhando espaço no mercado com soluções voltadas para PMEs:

Eu Entrego

Com a missão de revolucionar o sistema de entregas brasileiro nasceu o Eu Entrego, um aplicativo que conecta pessoas e empresas à comunidade de entregadores independentes, oferece uma alternativa fácil, flexível e de baixo custo para levar ou trazer qualquer coisa de qualquer lugar 24 horas por dia, sete dias por semana. Ele é ideal para empresas que precisam realizar pequenas entregas durante o dia. “Somos uma solução para questões logísticas, facilitando a realização de entregas durante o dia-a-dia”, explica João Paulo Camargo, CEO e cofundador do Eu Entrego.

Equals – Gestão Financeira Inteligente

Sabendo que fluxo de caixa saudável representa negócios mais saudáveis a Equals, especializada em gestão e conciliação de vendas com cartões de crédito e débito, possui um app de sua plataforma para controle das transações realizadas. Com ele, o executivo tem total controle dos recebíveis, possibilitando um aumento considerável na produtividade e uma grande redução de perdas. Além disso, funciona em tempo real, permitindo visualizar e resolver problemas no mesmo instante em que eles aparecem – sem comprometer o controle do fluxo de caixa. “Oferecemos aos nossos clientes um entendimento maior de tudo o que se passa com as finanças de sua empresa, levando a informação onde o gerente financeiro estiver – dentro ou fora do escritório”, comenta Fabrício Costa, CEO da Equals.

F(x)

A F(x) – lê-se “efe de xis” – surgiu com objetivo de aproximar empresas que precisam de financiamento dos bancos e fundos que desejam conceder crédito. As companhias precisam informar dados simples do negócio, como faturamento e segmento, enquanto os investidores criam um perfil de crédito com as condições do financiamento, como prazos e garantias. Um algoritmo dentro da plataforma da empresa realiza o match ao localizar interesses em comum e faz a primeira aproximação entre as partes para começar a negociação. “Facilitamos a busca das companhias por crédito e aproximá-los de melhores condições de financiamento. Conosco, isso acontece rapidamente para as duas partes envolvidas”, comenta Dan Cohen, financista e cofundador da F(x).

NFe Cloud

Após o pagamento de uma pesada multa por não arquivar corretamente as Notas Fiscais eletrônicas de sua companhia, Alison Flores, empresário do ramo de confecção decidiu criar a NFe Cloud, tecnologia para armazenamento de NFes em nuvem. A aplicação realiza de forma simples a consulta, gestão, localização e download de NFes na nuvem, e é integrada aos ERPs (sistemas para gestão empresarial) e aos sistemas das Secretarias Estaduais da Fazenda – SEFAZ, para monitoramento dos status em tempo real. “Temos clientes em diversos segmentos; de postos de gasolina a papelarias, de siderúrgicas a lojas de games. Independentemente do setor, toda empresa tem a obrigação de arquivar suas notas de entrada e saída. Porém, as pequenas empresas muitas vezes não fazem esse controle, seja por desconhecimento ou por falta de estrutura interna para fazer à gestão de Notas Fiscais. Nossa tecnologia é acessível e recomendada a todas”, explica Alison.

Tecvidya

Criada em 2012, ela aposta no potencial do mercado de web vídeos para criar produtos e serviços. A menina dos olhos da empresa é o aplicativo Lynx, que foi criado a partir de um vasto estudo de mercado e público, que as PMEs podem fazer uso como um canal de comunicação em vídeo de baixo custo, ou mesmo como um sistema de monitoramento 100% conectado à web. “Temos funcionalidades que faltam nos concorrentes, como a possibilidade de embed code em websites e o envio de notificações para outras plataformas além do Facebook e do Twitter, como, por exemplo, o WhatsApp e o LinkedIn”, ressalta Rafael Multedo, CEO da Tecvidya. Segundo ele, o app faz transmissão em vídeo ao vivo, e é pioneiro do tipo em plataformas mobile no Brasil, com mais de 15 mil usuários ativos, propondo-se a criar uma “rede social” de WebTVs.

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Mercado: retomada lenta deve ser vista como oportunidade – Por Luiz Melo

Os números sobre o mercado brasileiro como um todo para o próximo ano não são tão animadores como divulgados anteriormente. Diversos segmentos, no entanto, tem demonstrado altas expectativas de crescimento para 2017 – ou seja, a retomada virá. Fato é que, não importa a situação, é preciso pensar na retomada do crescimento da sua empresa – somente desta forma é possível “espantar” a crise do seu caixa financeiro.

O mais importante para o mercado como um todo, é que estamos no fim de um ciclo ruim, no entanto a velocidade para que esta retomada seja sentida no comércio varejista deve ainda ser lenta – reflexo de algumas incertezas com relação à aprovação dos ajustes fiscais no campo político/econômico, e que refletem diretamente na confiança para a retomada do investimento e, consequentemente, na geração de emprego. Os fundos de investimentos estrangeiros estão interessados no Brasil e aguardam apenas que a situação política fique mais estável para começar a dar os primeiros passos, ou a retomada dos mesmos.

Vale ressaltar que setores que não são de primeira necessidade deverão ter um início de recuperação mais gradual durante o próximo ano. Ainda este ano a previsão para o setor supermercadista é de apresentar uma ligeira recuperação, fruto da inflação de alimentos que ainda deve continuar em alta e, principalmente, pelo comportamento do consumidor que em cenários de retração econômica preservam os seus gastos com os itens de primeira necessidade.

Portanto a retomada ainda não ocorrerá de forma generalizada. Teremos dois extremos no mercado brasileiro nos próximos meses, um com os supermercadistas, com expectativas de ligeiro crescimento, um pouco mais acelerado e rápido que os demais; e no outro extremo os segmentos automobilístico, eletroeletrônicos, linha branca, material de construção, vestuário e calçados, que tem uma perspectiva de melhora e recuperação somente para 2017.

É preciso ânimo e estratégias eficazes para voltar a crescer. Aproveitar o otimismo do mercado consumidor requer experiência e sabedoria para retomar o desenvolvimento de uma empresa, independendo do segmento. Por isso, o empresário que ficar se lamentando pela crise, perderá a boa vontade da retomada.

Luiz Melo, especialista em Gestão de Produtos & Supply-Chain e sócio-diretor da 360 Varejo

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Atos cria laboratório digital para varejistas

A Atos, líder internacional em serviços digitais, abriu seu Laboratório de Transformação do Varejo, um ambiente digital de compras em que o varejista pode aprimorar a experiência de seus clientes e personalizar o modelo conforme suas possibilidades e necessidades. Esse conceito revolucionário leva a uma melhor experiência do cliente e oferece aos varejistas ferramentas para usar digitalização em todos os canais. O Laboratório pode ser personalizado e a previsão de funcionamento é nos próximos dois meses.

A Atos oferece uma ampla gama de soluções, como compras via listas dinâmicas, pesquisa e aquisição remota de produtos alimentícios ou pagamento por tecnologia de reconhecimento facial. Na demonstração, essas soluções se tornam acessíveis e visíveis por meio de apps e aplicativos comerciais para dispositivos móveis que estão integrados entre si. O varejista escolhe as funcionalidades que mais se adequam ao seu perfil. O Laboratório é uma área de testes em que as possibilidades de digitalização para os varejistas se tornam tangíveis e onde a combinação de compras online e offline se torna realidade.

Transformação digital

“O mercado varejista é muito dinâmico e os avanços tecnológicos são acelerados. Os profissionais que atuam no setor precisam reagir às tendências das compras se quiserem conquistar o direito de existir no futuro. Isso resulta em mais canais híbridos que se entrelaçam. Podemos observar esses canais por meio de sua mútua integração. Isso possibilita ajudar o cliente durante a compra, influenciando de modo completo e positivo a experiência”, afirma Danny Groenenboom, líder de Transformação Digital do Varejo da Atos.

“A digitalização tem um papel importante nesse suporte aos varejistas. No Laboratório de Transformação do Varejo visualizamos o grande potencial que esse conceito de loja oferece aos varejistas. Cada momento de interação com os clientes é personalizado. Usamos o ambiente físico como ponto de partida e adicionamos todos os canais de vendas possíveis. Os varejistas acreditam que isso pode levar a vendas adicionais”, diz Tim Smeets, consultor comercial executivo de Transformação Digital da Atos.

A jornada do consumidor

O Laboratório de Transformação do Varejo possui um personagem virtual que possibilita ao consumidor compilar uma lista de compras, por exemplo, na mesa de sua cozinha usando um smartphone que digitaliza e reconhece os produtos.

Usando realidade aumentada, é possível obter ofertas personalizadas com base no perfil do cliente e em seus hábitos de compras. O consumidor também pode usar vários aplicativos inteligentes na loja física. Um exemplo são as listas dinâmicas de compras que mudam conforme sua localização, de modo que você possa selecionar mais rapidamente os itens em sua lista. Além disso, o comprador pode ser alertado sobre promoções por meio das etiquetas eletrônicas nas prateleiras.

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Startup acelerada em Ribeirão Preto atrai investidores das áreas de varejo e educação

view.aspx A FishTank, startup recém-acelerada pelo SEVNA Seed dentro do SUPERA Parque de Inovação e Tecnologia de Ribeirão Preto, chamou a atenção de duas empresas líderes no desenvolvimento de sistemas para os segmentos de educação e de varejo. A Evolua Educação e a Consinco se tornaram sócias da novata que criou uma tecnologia inédita para a coleta e análise de informações sobre o comportamento dos consumidores em centros comerciais, lojas e eventos.

A tecnologia da FishTank, que promete transformar lojas físicas em smart retails, mapeia com precisão a experiência de clientes por meio de sua localização em ambientes comerciais e oferece informações relevantes aos gestores que atuam nas áreas de operações, marketing e vendas, incluindo tempo de permanência, taxa de retorno, fluxo de passantes, hotzones e muito mais.

“O investimento da Consinco na startup está estrategicamente alinhado às propostas de inovação que defendemos. Nosso foco é ser a mais completa fornecedora de soluções aos nossos clientes, por isso estamos sempre em busca de agregar novos parceiros que possam melhorar e otimizar os processos varejistas. Percebemos, no projeto da FishTank, um grande potencial comercial”, afirma Flavio Barros, presidente da Consinco.

A FishTank, já está presente em diversas cidades do estado de São Paulo e está iniciando projetos em outros estados. O aporte será aplicado nas áreas de desenvolvimento, marketing, vendas e na ampliação da equipe de colaboradores da startup. Com o investimento, a empresa prevê, até o final deste ano, mais que triplicar a quantidade de pontos instalados. “O sistema não fere a privacidade do usuário do aparelho já que utiliza o sinal público de wi-fi e não acessa seus dados pessoais”, destaca o CTO da FishTank, Rodrigo de Almeida. “A função da nossa solução é oferecer ao gestor informações atualizadas sobre tempo de permanência, taxa de retorno, quantidade de novas visitas, conversão de vendas e mais,” explica Fernando Machado, CEO da empresa.

O valuation da FishTank foi peça fundamental para a concretização do negócio. O relatório foi elaborado pela Valore Brasil que utilizou o método do fluxo de caixa descontado, validando dados de previsão de faturamento da empresa com base em projeções do mercado de varejo físico. “O ponto chave de um valuation é o risco, que acaba sendo maior no caso das startups. No caso da FishTank, por ter passado pelo ambiente de aceleração, a empresa tem uma chancela que garante que ela cumpriu os primeiros passos para estruturar o negócio”, avalia Jaziel Pavine, diretor da Valore Brasil.

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Estratégias para aumentar as vendas durante a Black Friday – Por Alfredo Soares

A data mais esperada pelo varejo brasileiro está chegando. Marcada para o dia 25 de novembro, a expectativa é que as vendas durante a Black Friday superem os números do ano passado. De acordo com um relatório divulgado pelo E-bit, estima-se que o faturamento nessa data será de R$ 2,1 bilhões, crescimento de 30% em comparação com 2015.

Um dos principais motivos pela alta das vendas durante a Black Friday é a proximidade das datas comemorativas do final do ano. Segundo uma pesquisa realizada pela National Retail Federation (NFL), 40% dos clientes iniciam as pesquisas e compras dos presentes de Natal em outubro. Por este motivo, é importante que as lojas comuniquem com antecedência quais serão os descontos oferecidos durante esse período, para que eles possam se programar e encontrar o presente ideal em seu e-commerce.

Como toda e qualquer ação, é necessário muito planejamento e para a Black Friday os lojistas precisam se atentar a alguns detalhes, como por exemplo, aos produtos que se encontram em estoque, escolher quais deles estarão à venda e quanto de desconto será dado nessa ação. Neste caso, é importante que a loja comercialize apenas o que está disponível e não ofereça algo a mais para o cliente, para que isso não se transforme em uma crise interna e em algo inconveniente.

Outro ponto importante é investir em ações diferenciadas e que trarão sucesso nas vendas. Um bom exemplo disso é o e-commerce juntar dois produtos que estejam com um número alto em estoque com outra novidade, chamada de compra relacionada, na qual o consumidor pode comprar os produtos separadamente, porém se adquirir os dois juntos, vai ter um preço mais vantajoso.

Quando se trata de tecnologia, esse é um ponto que precisa de muita atenção, pois o seu site tem que estar preparado para o alto índice de acessos e não correr o risco do mesmo ficar fora do ar, ocasionando na perda de clientes e vendas. Por isso, uma dica é testar a capacidade de tráfego do servidor antes da Black Friday e aproveitar esse volume de pessoas para capturar leads e fazer ações posteriores.

Outra área imprescindível para o sucesso do e-commerce é a comunicação entre a loja e o cliente. Como diz o ditado “a propaganda é a alma do negócio”, portanto é importante criar conteúdos claros e visualmente atrativos, com imagens surpreendentes e informações relevantes para que a sua loja desperte a curiosidade dos consumidores e se destaque perante a uma infinidade de opções, podendo ser o grande diferencial para atrair e fidelizar a clientela.

Durante esse período, é preciso se atentar aos clientes fiéis da loja, para fortalecer ainda mais esse relacionamento. Enviar e-mails com as melhores ofertas e ainda dar acesso antecipado ou de forma exclusiva às vendas de determinados produtos, tratando-os de forma diferenciada é essencial. Além disso, um excelente chamariz para a sua loja atrair novos clientes, é a questão do frete, na qual você pode oferecer de forma gratuita em compras acima de um determinado valor, por exemplo, mas sempre com cuidado devido ao grande fluxo de vendas do dia. A experiência em receber o produto também faz parte do ciclo de compra e pode ser determinante para que o consumidor volte a comprar na sua loja.

A última dica é com relação aos diferentes meios de comunicação/venda que o lojista está inserido. De acordo com o relatório da Webshoppers, feito durante o primeiro semestre de 2016, 23% das compras virtuais foram realizadas via dispositivos móveis. Isso mostra um crescimento significativo do m-commerce, já que em 2011, apenas 0,3% das vendas eram feitas por meio desse canal.

Por este motivo, é imprescindível que o lojista esteja presente em todos esses canais, pois devemos esperar que essa tendência continue e possivelmente aumente nesse período. A loja virtual precisa ser intuitiva para que os clientes não se percam durante a navegação e desistam de finalizar uma compra. Uma forma de estimular o consumidor a baixar o aplicativo, é oferecer ofertas exclusivas neste canal, como também um cupom de desconto, além de ter a possibilidade de incentivar a interação em uma determinada rede social.

Vale ressaltar que é importante que o e-commerce ofereça mais de um meio de pagamento, pois devido à grande procura da data é comum que uma dessas operações dê algum tipo de problema. Ou seja, se o consumidor não conseguir pagar com cartão de crédito por exemplo, ele terá outra opção e assim sua loja terá menos chances de perder vendas. Se as transações estiverem demorando para serem aprovadas, é de bom tom que o lojista converse com esse cliente, para não deixa-lo aguardando por muito tempo achando que ele perdeu a oferta.

Para superar os números do ano anterior, os e-commerces precisam implantar e adotar algumas estratégias que são fundamentais para aumentar as vendas e fidelizar clientes. Essa é uma data especial para o varejo e os lojistas precisam estar preparados para atender toda a demanda. E ainda, com as informações coletadas na data, os empreendedores podem realizar ações de pós-venda oferecendo cupons ou facilidades para uma próxima compra. Por isso, vamos seguir essas dicas à risca para ajudar a elevar a taxa de conversão das lojas e garantir o sucesso da data?

Alfredo Soares, sócio e fundador da Xtech Commerce.

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O papel da tecnologia para o varejo

A grande maioria dos varejistas formais brasileiros faz uso de algum software para informatizar o seu negócio. Em muitos casos, essa é uma obrigação para atender à legislação tributária local – e aí nasce uma importante distorção do nosso mercado.

Como temos um modelo tributário extremamente complexo e inconstante, os softwares de varejo são vistos (e usados) prioritariamente como ferramentas de atendimento das exigências fiscais. Essa é uma abordagem essencial, mas extremamente limitada quando avaliamos a fundo as carências de nossos varejistas em termos de gestão. Soma-se ao desafio fiscal, a falta de profissionalismo e baixa produtividade, que no passado ficavam escondidas sob o cortina da informalidade. Os tempos são outros e demandam nova abordagem para garantir a sobrevivência.

Para Daniel Zanco – sócio e cofundador da Universo Varejo, empresa especializada em consultoria e softwares para gestão de redes – os desafios da legislação brasileira fazem com que os fornecedores de sistemas fiscais de loja precisem dedicar muita energia para atender ao emaranhado tributário, não conseguindo dedicar-se ao apoio à gestão do negócio e melhoria de performance dos varejistas. Segundo Zanco, o fato da Universo Varejo não oferecer soluções de automação fiscal possibilitou um maior foco na oferta de softwares que aumentem a eficiência do varejo, muitas vezes usando os dados originados nas soluções de PDV e ERP.

Empresas como a Universo Varejo oferecem soluções para planejamento de suprimento, acompanhamento de indicadores, auditoria de ponto de venda, treinamento a distância, comunicação de rede, relacionamento com consumidores e automação de marketing. Num mercado cada vez mais competitivo, pressionado por altos custo de ocupação e crescente concorrência, a eficiência na gestão passa a ser pré-condição para sobrevivência e crescimento.

Segundo Zanco, varejo e franchising brasileiros passam por um forte momento de profissionalização, onde a maior competitividade tem pressionado os empresários a usar tecnologia para melhor gerir o ciclo de vida de produtos, melhorar margens com redução de remarcações, capacitar melhor as equipes e auditar a distância os processos de loja. “Não há mais espaço para amadorismo, para a gestão feita no olho, sem dados e sem processos controlados” comenta.

Em mercados mais maduros como o americano, varejistas já usufruem de um amplo ecossistema de softwares especializados de apoio à gestão, fazendo com que as obrigações fiscais – muito mais simples por lá – recebam foco muito menor, ficando a gestão em primeiro plano. Por aqui, essas práticas ainda estão restritas às grandes redes e negócios mais estruturados. Resta agora aos nossos varejistas compreenderem a nova fase do jogo e perceberem que é preciso muito mais do que um emissor de notas fiscais para crescer e competir.

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ABRAS 2016 apresenta checkout mais rápido do mundo

A OKI Brasil traz pra ABRAS 2016 o checkout mais rápido do mundo: o produto inovador usa uma esteira automatizada de alta velocidade e permite passar até 100 produtos por minuto por um scanner, capaz de ler o código de barras de produtos em qualquer posição, dispensando o auxílio de um operador. Com isso, supermercadistas poderiam agilizar substancialmente a operação para compras com grande quantidade de itens. O Jade X7 da Datalogic é um sistema automático de leitura que estará no Espaço Inovação do evento, e funciona integrado ao SIAC Store, sistema de frente de loja da OKI Brasil.

Um bom operador de caixa no Brasil consegue ler de 12 a 15 itens por minuto. Com a solução Jade X7 da Datalogic, é possível ler até 100 mercadorias por minuto, apresentando uma performance até 5 vezes maior do que a de um checkout com um operador convencional e um scanner bióptico, afirmou Fábio Lopez, diretor de vendas da Datalogic para Brasil e Sul da América Latina. O Jade X7 da Datalogic consegue aliar a agilidade de atendimento à disponibilidade de funcionários para relacionamento com o cliente e o pagamento das compras pode ser feito em um quiosque de autoatendimento fabricado pela OKI Brasil, o que economiza ainda mais o tempo do consumidor e agiliza as operações nos caixas dos supermercados

FLEXIBILIDADE E PRODUTIVIDADE

Além de demonstrar as suas soluções em software, com destaque para o cockpit de gestão estratégica e operacional das lojas, a OKI Brasil também levará para seu estande na ABRAS 2016 várias soluções com foco em maior agilidade no atendimento ao consumidor e redução de custos. É o caso da solução móvel para diminuição de filas (papa-filas) e também de dois terminais de autosserviço, o quiosque de autoatendimento Prizis Kiosk, para recarga de celular e pagamento de contas e o Selfcheckout Quickway Paytower, que insere agilidade e conveniência para compras de poucos itens (fila rápida). Nesse sistema, o próprio cliente registra os produtos que deseja comprar, e faz o pagamento em cartões de crédito ou débito. Tanto o Prizis como o Selfcheckout permitem diminuir o fluxo de consumidores nos checkouts convencionais, redirecionando-os para o autosserviço.

Outra novidade é a solução de etiquetas eletrônicas gráficas agora com o lançamento dos modelos coloridos com tecnologia e-Paper em diversos tamanhos, que podem exibir preços e imagens em três cores. As etiquetas acabam com o problema de divergência de preços entre as gôndolas e os caixas e são um poderoso display de marketing visível no momento de decisão de compra do consumidor.

“A OKI Brasil atende às maiores redes varejistas do país e traz para a ABRAS um conjunto robusto de soluções voltadas a melhorar a produtividade e baixar os custos operacionais, além de demonstrar que o autoatendimento pode ser uma ferramenta importante na melhoria do fluxo de clientes nos caixas e na maior produtividade no varejo”, afirma Flavio Montezuma, diretor da Unidade de Negócios de Automação Comercial da OKI Brasil.

PARCERIA SOCIAL

Além de demonstrar suas soluções voltadas ao varejo, a OKI Brasil também cederá o espaço em seu estande para a organização Movimento Arredondar, conhecida por seu projeto feito em parceria com as redes varejistas e pelo qual os supermercados participantes podem receber microdoações feitas pelos consumidores. No caso de uma compra com valores quebrados, o consumidor pode ‘arredondar’ os valores e fazer uma doação. Uma compra com valor de R$ 10,75, por exemplo, poderia ser ‘arredondada’ para R$ 11,00 e os R$ 0,25 da diferença comporiam donativos que a Arredondar repassa para 21 organizações sociais e ambientais apoiadas. Nina Valentini, diretora da Arredondar, falará sobre a experiência da Movimento durante a ABRAS 2016, no dia 8 de novembro, às 16h25 e estará depois no estande a OKI Brasil esclarecendo dúvidas sobre como os varejistas podem aderir ao programa de microdoações.

ABRAS 2016

Quando: de 8 a 10 de novembro

Local: Bourbon Atibaia Convention & SPA Resort – Atibaia/SP

Estande OKI Brasil: 04 – Exposição e Feira de Tecnologia

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Por que apostar nos vídeos online para a Black Friday?

Gustavo_Caetano_CEO_Samba_Tech

*Por Gustavo Caetano

O evento mais importante para o varejo brasileiro está chegando, a Black Friday. De acordo com o E-Bit, a Black Friday atingiu em 2015, um faturamento de R$ 1,6 bilhão e crescimento de 38% em comparação com o ano anterior. Para 2016, mesmo em um ano crítico politicamente e com a economia desacelerada, as expectativas são positivas tanto para os consumidores quanto para os lojistas.

Diante de todo esse contexto, sabemos que os vídeos online vêm ganhando cada vez mais espaço dentro do mundo digital, mas o que muitos questionam é por que apostar nos vídeos online para a Black Friday? É simples! Investir neles pode ser uma ótima forma de fidelizar seu público, ampliar suas vendas, comunicar-se com clientes de uma forma mais clara, rápida, eficaz e ainda continuar faturando. Quando usados como parte de uma estratégia de vendas e divulgação, os vídeos online podem ser decisivos para aumentar sua conversão e engajamento.

Atualmente, percebemos que antes de efetuar a compra de um produto, os consumidores procuram por informações sobre o mesmo, como por exemplo, sites, fóruns de discussões, vídeos de demonstração, preços, reclamações e recomendações. Nessa época do ano em que muitos consumidores estão navegando em busca de bons preços, os e-commerces precisam ficar atentos com seus canais de divulgação para que impacte de forma positiva seu público-alvo e, consequentemente, aumente sua vendas.

De acordo com pesquisas recentes, apenas o uso da palavra “vídeos” no assunto de um e-mail, pode aumentar em até 19% a taxa de abertura e 65% a taxa de cliques. Além disso, 64% dos consumidores estão mais propensos a comprar um produto depois de ter visto algum vídeo relacionado a ele, seja de demonstração, de tutorial e análise, ou até mesmo de recomendação de outro usuário.

Hoje, o uso de vídeos faz com que esta seja uma poderosa ferramenta de uso em massa, por isso, ao utilizá-lo em seu e-commerce ajuda não só no engajamento da marca com o consumidor, mas também melhora a experiência do usuário final. De acordo com uma pesquisa recente da comScore, as marcas que utilizam vídeos online têm um crescimento de 20 a 40% nas vendas.

Com o crescimento do uso dos vídeos online no mercado de varejo, a probabilidade do consumidor engajar com seu produto ou marca é muito maior. Esse novo formato de comunicação veio para ficar e tornou-se cada vez mais essencial para aqueles que querem gerar uma mensagem personalizada, engajadora, capaz de gerar receita e resultados duradouros. Por isso, aproveite essa oportunidade para atrair e engajar cada vez mais seu público-alvo e invista em vídeos não só para a Black Friday, mas como um elemento para sua estratégia de marketing e vendas.

Gustavo Caetano, CEO da Samba Tech, que ajuda centenas de empresas a se comunicar melhor com sua audiência por meio de vídeos online.

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Sistema de e-commerce atrai supermercadistas

Líder em sistemas de gestão para o autosserviço alimentar, empresa apresenta plataforma de e-commerce e aplicativo para smarphones na ABRAS 2016

Significativa parcela de supermercadistas em todo o Brasil estuda investir em plataformas de e-commerce nos próximos dois anos. É o que revela pesquisa realizada pela Consinco, desenvolvedora de sistemas de gestão (ERPs) para redes de varejo e atacado, a partir de uma amostra de empresas da sua carteira de clientes, entrevistados no primeiro semestre deste ano. Segundo o levantamento, 45% dos supermercadistas consultados manifestaram interesse em implantar a ferramenta de e-commerce até o final de 2018. Desses, 22% afirmaram que planejam investir nesta solução já em 2017. A amostra do levantamento da Consinco compreendeu 147 redes em todo Brasil, de diferentes portes, com faturamento entre R$ 60 milhões e R$ 2,3 bilhões por ano.

Com base na indicação dada pela maioria dos clientes, a Consinco desenvolveu sua própria plataforma de e-commmerce, que será apresentada durante a 6º Exposição e Feira de Tecnologia para Supermercados da Convenção ABRAS 2016. A plataforma é um conjunto de sistemas 100% integrados ao Consinco ERP, com possibilidade de operar com outros sistemas de gestão. A ferramenta agrega também os processos para operação Drive Thru, é totalmente responsiva e facilmente adaptada aos acessos por desktop ou mobile.

A solução da Consinco também agrega o aplicativo para os sistemas Android e iOS, com os mesmos recursos do site de vendas. O aplicativo pode ser personalizado para o varejista, permitindo mais ações além da venda, como envio de publicidade customizada para o consumidor, identificação do cliente em sua visita à loja, indicação de localização de um produto ou categoria para facilitar a locomoção interna do comprador, entre outros benefícios.

As soluções Consinco E-commerce e M-commerce foram criadas para oferecer todos os recursos para o varejista atender seus clientes, desde a captação do pedido até a entrega dos itens em determinada loja ou na casa dele. “O varejo e o atacado possuem características e particularidades que não são bem atendidas pelas plataformas atualmente disponíveis no mercado, tais como preços diferenciados por embalagem, venda em quantidades fracionadas e etc. Viemos suprir estas demandas, permitindo que o cliente final tenha acesso, tanto no e-commerce, quanto no aplicativo, aos mesmos recursos existentes em uma loja física”, diz o executivo Silvio Sousa, diretor comercial da Consinco. Atualmente, os sistemas de gestão da Consinco rodam em 35% das maiores redes de varejo supermercadista do Brasil e em 30% dos maiores atacadistas.

Drive Thru

Tendência mundial, o drive thru é uma das alternativas avaliadas pelos varejistas brasileiros. O serviço oferece maior flexibilidade ao consumidor final, que pode retirar a sua compra em horário agendado e local pré-definido. O Consinco ERP é o grande responsável pela engrenagem do drive thru na plataforma de e-commerce. O sistema comanda a gestão da compra online, desde a recepção do pedido, passando pela administração dos estoques, separação e conferência dos produtos, até a retirada pelo cliente. O sistema está preparado para operar a partir de pontos de distribuição ou diretamente a partir das lojas físicas.

O E-commerce

O Consinco E-commerce chega ao mercado com o melhor custo-benefício do varejo supermercadista. A plataforma é oferecida no leque de serviços da empresa, com baixo investimento do supermercadista no início da operação. O valor pago mensalmente é divido entre o uso da plataforma e o consumo da infraestrutura em nuvem.

O aplicativo

O aplicativo loja mobile da Consinco é totalmente integrado à plataforma ERP. Desenvolvido em tecnologia multiplataforma, está disponível para sistemas Android, iOS e Windows, dispõe dos mesmos recursos do site de vendas e também é customizado com as informações do varejista, permitindo ao usuário criar lista de compras e as finalizar no momento que desejar. Para obter o aplicativo, não é necessário investir em nenhuma infraestrutura física. O supermercadista vai precisar apenas disponibilizá-lo na loja de aplicativos que desejar. Por ser personalizado, permite o envio de publicidade customizada, identifica o cliente em visita à loja, indica a localização de itens, além de oferecer ao consumidor, se o varejista preferir, o serviço de drive thru.

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Como aproveitar a integração vertical dentro de uma empresa?

Por Daniel Dias

A internet não inventou a ideia de cortar o intermediário, mas certamente facilitou o crescimento e a viabilidade da prática, que vem sendo cada vez mais popular. Tem havido mais inovações no e-commerce durante os últimos três anos do que qualquer ciclo anterior. Já ouviu falar da Warby Parker, Dollar Shave Club, Indochino, Stella Dot, Chloe & Isabel, Frank & Oak, Julep, BeachMint, Shoedazzle, ModCloth, Everlane, Bonobos ou J Hilburn? Juntos, esse grupo de empresas irá gerar alguns bilhões de dólares em receitas em 2016. A Warby Parker hoje está avaliada em 300 milhões de dólares e a Dollar Shave Club acabou de ser vendida por 1 bilhão de dólares.

Estas marcas web-only são verticalizadas dentro da cadeia de valor, incluindo fabricação, marca e distribuição. Ao eliminar distribuidores, terceiros e lojistas da cadeia de fornecimento, essas empresas trazem produtos diretamente aos consumidores da fábrica sem o inchaço da varejista tradicional. Isso se traduz em produtos de alta qualidade a preços significativamente mais baixos. Aqui estão três razões pelas quais a integração vertical é um modelo de varejo atraente:

Linhas de produtos exclusivos, o que significa NÃO competir com Amazon ou Alibaba

Qualquer varejista tradicional irá atestar que é muito difícil competir com a Amazon e o Alibaba em preço. A situação não é nada fácil para os varejistas online também. Ao fazer seus próprios produtos originais que não podem ser encontrados em outros lugares através de uma rápida pesquisa no Google, estes varejistas on-line puros ainda podem prosperar – mesmo cercado por grandes players.

Os produtos originais estabelecem as bases para uma marca única

Warby Parker tem a sua própria marca. Como faz o Dollar Shave Club e Bonobos. Um dos principais benefícios de ser um varejista de nicho online é a capacidade de construir uma marca distinta, facilmente reconhecível e que pode crescer a fidelidade do cliente, mesmo quando novas marcas estão a um clique de distância. Enquanto as lojas físicas detinham todo o poder e a vantagem da experiência do PDV, a estética do iPad e todo o compartilhamento social em torno de compras on-line hoje estão agora mudando essa vantagem para os varejistas digitais.

Menos inchaço = melhores preços e margens

A cadeia de valor de varejo tradicional tem custos significativos incorporados desde o fornecedor de matéria-prima, passando pelo fabricante, distribuidor, atacadista até o lojista. Ao controlar toda a cadeia de abastecimento, as empresas verticalmente integradas têm um caminhão de corte de custos no sistema. Isso pode ser uma boa notícia para os consumidores. Eles podem obter produtos de alta qualidade em uma fração do preço de lojas de departamento e outros varejistas. Sem falar que os lançamentos chegam bem mais rápido nas mãos do consumidor.

Tudo muito lindo, mas, quais seriam os desafios enfrentados pelos varejistas verticalmente integrados? As empresas verticalmente integradas são difíceis de começar e de escalar. Para as empresas que desejam integrar verticalmente, o design de produto é mais difícil do que merchandising, assim como ter uma equipe expert em e-commerce com uma estratégia que realmente se conecte com o público-alvo. É necessário um profundo conhecimento da cadeia de fornecedores, trazê-los para perto do negócio e, principalmente, distribuir riqueza em conjunto. Um e-commerce verticalmente integrado só funciona de forma rentável em larga escala, o que significa que as necessidades de financiamento são relativamente elevadas. No entanto, a desvantagem também oferece um lado positivo: todos esses desafios criam uma barreira significativa de entrada; isto significa que, uma vez que uma empresa verticalmente integrada se estabelece, as startups têm que fazer muito mais força para competir em um mesmo nicho.

Estamos apenas vendo o início da inovação e da atividade de investimento quando se trata de comércio eletrônico integrado verticalmente. Hoje, este modelo direct- to-consumer começou a perturbar os velhos modelos de negócio. Do mobiliário para produtos de beleza, a maioria do comércio já está madura para a interrupção. Os consumidores estão sedentos por produtos de alta qualidade, exclusivos e, sobretudo, com custos mais baixos. As oportunidades estão apenas começando.

Artigo de:

Daniel Dias, especialista em Gestão de E-commerce & E-business e sócio-diretor da 360 Varejo

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