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Laboratórios de Varejo – Um incentivo à inovação do segmento

Por Mauricio Andrade de Paula

Os laboratórios de varejo, livre tradução para o termo em inglês retail labs, vêm ganhando espaço nos últimos tempos. Esta expressão tem sido usada para designar iniciativas e espaços que buscam a inovação nas operações do varejo, como unidades pensantes e idealizadoras de ações “fora da caixa”.

Apesar de o termo trazer um ar de novidade e modernidade, esta prática não é tão nova assim no setor varejista. Quem está por dentro dos negócios do segmento sabe que as palavras transformação e inovação são consideradas seus principais pilares, sempre buscando novas alternativas para melhorar a experiência dos consumidores e criando níveis de excelência operacional.

Mas, o que muda com esta nova abordagem? O laboratório é onde se aprende errando. A operação dentro do varejo não permite erros: com um cenário tão competitivo, onde o lucro e as oportunidades estão nos pequenos detalhes, qualquer ponto fora da curva pode custar muito caro. No entanto, inovar e achar novas alternativas para uma operação não é tão simples assim.

Muitas vezes, uma novidade precisa de inúmeros ajustes, não sendo um sucesso de imediato. Contudo, com alguns reparos aqui e ali, ela pode gerar novas opções para o varejista. E é justamente esta a principal semelhança de um laboratório de varejo com um centro de pesquisa & desenvolvimento: a orientação para geração de experimentos controlados dentro desse ambiente, permitindo erros e acertos que aumentem o nível de conhecimento.

Vale ressaltar que os resultados serão analisados na prática. Além dessa liberdade, os laboratórios buscam aproximar os “profissionais-cientistas” do cotidiano do varejo, mantendo a blindagem para que eles não sejam sugados pelos desafios operacionais comuns ao dia a dia. Estes profissionais devem ser direcionados para novas descobertas e insights que realmente trarão benefícios quantificáveis ao setor.

Outra característica inerente a estes laboratórios diz respeito ao intercâmbio de profissionais inovadores. Em alguns casos implementados ao redor do mundo, estes espaços podem selecionar pessoas de diversos setores (marketing, operações, logística, comercial, etc.), que já fazem parte do quadro de colaboradores da empresa e têm em comum uma capacidade intraempreendedora aguçada para atuar como temporários em algum experimento em que seus conhecimentos, habilidades e atitude farão a diferença.

Depois de alcançado o objetivo, os especialistas voltam para as suas posições de origem com um novo papel: de embaixadores da mudança e líderes da implantação dessas novas formas de fazer negócios.

Em tempos em que a palavra terceirização está em evidência nos noticiários brasileiros, alguns varejistas nacionais já contam com a opção de terceirizar grande parte de seu laboratório a empresas como a Teradata, que possui especialistas da indústria, arquitetos de solução tecnológica e cientistas de dados que ajudarão nessa busca pela inovação no país.

O processo é praticamente o mesmo do feito em casa, mas, com um parceiro que irá fornecer acesso ao estado da arte em tecnologia, a especialidade em lidar com os dados e o conhecimento de mercado. A principal vantagem desta prática é a flexibilidade, uma vez que um laboratório não irá fabricar inovações diariamente, já que depende de todo um processo de pesquisa, análise e testes.

Além da diminuição do custo, a terceirização de um laboratório de varejo pode ser ainda mais positiva quando somada à experiência do parceiro, que pode usar benchmarks internacionais para direcionar e acelerar os resultados dentro de um novo projeto.

Assim, varejistas que têm processos já em andamento e estão em plena corrida pela inovação – que representa um experimento com escopo definido – conseguem realizá-los em um período de seis a dez semanas, tempo rápido quando comparado às abordagens tradicionais.

Cabe lembrar que as descobertas não representam coisas ligadas à tecnologia, mas sim a detalhes do comportamento do consumidor, da operação das lojas e resultados das iniciativas promocionais, entre outras questões. Os insights encontrados devem ser rapidamente transformados em ações práticas que irão gerar novas informações para novas análises e novos ajustes de rota – é um ciclo contínuo. Acredite naquilo que os seus dados revelarem e transforme essas respostas em missões críticas para o sucesso.

Mauricio Andrade de Paula é diretor vogal do Instituto Brasileiro de Executivos de Varejo e Mercado de Consumo (IBEVAR) & Consultor de Negócios Sênior em Análise Avançada de Dados e Big Data para a Indústria de Varejo na América Latina da Teradata

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Cientistas de dados criam solução para o varejo global

A TARGIT, multinacional dinamarquesa de Business Intelligence, anuncia globalmente a solução para o varejo chamada Retail Pro Decisions. O lançamento foi resultado de um trabalho totalmente brasileiro, exercido por cientistas de dados da TARGIT Brasil, em parceria com a Retail Pro, empresa líder em gestão de varejo – presente em mais de 100 países e em mais de 150 mil PDV’s no mundo.

“A proposta é levar para o segmento varejista o poder da decisão baseada em dados”, revela Allan Pires, CEO da TARGIT para a América Latina & Texas. “Estes dados podem revelar muito sobre as operações como padrões de consumo, eficiência operacional, sensibilidade a preço e campanhas de marketing, performance de vendas, otimização do supply chain, etc. Quando o executivo possui o insight em tempo real de onde há oportunidade de aprimoramento, a ação é muito mais rápida e torna a empresa mais competitiva”.

A solução atenderá os mercados da América Latina, América do Norte e Oriente Médio. Dubai é o primeiro local, onde o primeiro projeto está em fase de desenvolvimento. O executivo ainda explica que o Brasil possui um grande mercado para os cientistas de dados, sinal positivo com a chegada da digitalização da economia. “A TARGIT Brasil está de olho nesta nova geração de especialistas analíticos, pois são jovens com alta capacidade de resolver problemas complexos e que, também, são antenados com as novas tecnologias. Isso permite um manejo do Big Data de forma quase que espontânea”, afirma.

A equipe de cientistas entendeu quais eram as principais necessidades do mercado varejista. Desta forma, a solução foi construída baseada em dados relevantes para o segmento, com alertas e notificações para qualquer imprevisto e painéis de análise em tempo real. A solução é personalizada, com base na metodologia TARGIT de BI e Analytics. Para ambas as empresas, a expectativa nos próximos meses de operação é atingir 100 clientes.

O Retail Pro Decision está integrado nativamente com as soluções da Retail Pro e com soluções de mercado como Enterprise Resource Planning (ERP) ou sistemas de gestão de venda PDV, tanto nacionais quando internacionais. Em outras palavras, o investimento em implantação é mínimo. “Os clientes podem conectar qualquer sistema em sua cadeia de suprimentos a fim de receber dados e ter uma visão 360 graus de seus negócios”. Os dados integrados são exibidos em painéis facilmente manuseáveis. Portanto, os varejistas estarão sempre habilitados a descobrir padrões em vendas, localização, desempenho e margens de lucro.

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As inovações no e-commerce como base para sobrevivência dos varejistas – Por Patricia Cotti

Com as mudanças de comportamento de consumo – dentre as quais se destacam a alternância entre pontos físicos e digitais para a compra, o aumento da conectividade, a falta de tempo e a supervalorização da conveniência –, até mesmo o e-commerce, conhecido por ser, em parte, um dos grandes direcionadores deste novo comportamento, teve que se reinventar.

O fácil acesso à informação, trazido pela internet e suas inúmeras formas de busca, transformou o mercado digital em um ambiente puramente price taker, ou seja, o consumidor dita o preço e as empresas são “obrigadas” a cumpri-lo. Isso porque, com a facilidade de comparação e a pouca diversidade das características técnicas do produto, os consumidores acabam optando por uma racionalização de compra voltada ao preço mais baixo.

E é justamente aí que é preciso se reinventar, uma vez que varejistas vivenciam uma guerra de preços sem fim. O tema das inovações de modelos de negócios foi apresentado durante a NRF 2017 na palestra “Inovação no e-commerce: a chave para a sobrevivência de um varejista”. Este debate veio à tona a partir da apresentação de duas empresas que têm isso em seu DNA: a “Rocksbox Jewelry” e a “Boxed Wholesale”.

A “Rocksbox Jewelry” se apresenta como um serviço de assinatura de joias, que movimentou o mercado norte-americano desde o seu surgimento, com milhares de adesões em um curto espaço de tempo. Por meio de um pagamento mensal de U$19,00, o cliente efetua a locação de três peças definidas segundo com seu estilo pessoal e tendência de moda vigente.

A troca desta cesta de produtos pode ser efetuada de acordo com sua conveniência, não havendo período mínimo ou máximo de utilização das mercadorias, somente o limite das três peças. Assim, quando o cliente estiver pronto para atualizar seu conjunto, basta colocar sua caixa de volta no correio.

Há muito tempo, o tema de serviços de assinatura é debatido nos fóruns de varejo norte-americanos e europeus, com influências também no mercado nacional, embora este seja em menor escala.

Já a “Boxed Wholesale”, por sua vez, traz como inovação a compra por refil. Fundada em 2013 por um grupo de empreendedores dos Estados Unidos, a companhia desenvolve a sua estratégia com base em uma ideia simples: fazer as compras de uso contínuo e repositivo, algo conveniente e divertido, de forma a permitir que o cliente tenha tempo livre para aproveitar as coisas que mais gosta de fazer.

Este modelo tem tido muito sucesso. Em apenas quatro anos, a empresa foi destaque em uma série de veículos de negócios, tendo recebido prêmios de atuação pelo seu modo divertido de encarar esse dia a dia e a constante necessidade de reposição.

Dessa forma, ambas as empresas inovaram tanto na forma de atuação do negócio como na comunicação com o consumidor. E de extrema importância, elas também souberam usar o e-commerce como plataforma fundamental para alcançar o sucesso de uma maneira não transacional e continuada.

Patricia Cotti é diretora vogal do Instituto Brasileiro de Executivos e Mercado de Consumo (IBEVAR) e diretora de conteúdo da Academia de Varejo

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E-commerce é destaque em lucro recorde do Magazine Luiza

O Magazine Luiza (B3: MGLU3), uma das maiores redes de varejo do Brasil, acaba de apresentar à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) os resultados relativos ao segundo trimestre de 2017.

Pelo sexto trimestre consecutivo, a companhia registra melhoria em todos os seus indicadores, fruto da execução da estratégia de transformação do Magazine Luiza em uma plataforma digital, com pontos físicos e calor humano. No segundo trimestre deste ano, a empresa registrou o maior lucro líquido para o período em seus 60 anos de história: 72 milhões de reais, um crescimento de quase 600% em relação ao segundo trimestre de 2016. O Ebtida (lucro antes de impostos, juros, amortizações e depreciações) aumentou 44%, atingindo 236 milhões de reais. No consolidado do primeiro semestre de 2017, o lucro do Magazine Luiza foi de 131 milhões de reais, um crescimento de 736% em relação ao mesmo período do ano passado.

A melhoria sistemática dos resultados é explicada por uma conjunção de fatores, todos ligados à estratégia central de transformação digital. No segundo trimestre deste ano, as vendas do Magazine Luiza cresceram em todos os canais.

No e-commerce – site, aplicativo e redes sociais – o aumento foi de 55% (no trimestre passado, as vendas nas plataformas digitais da companhia já haviam registrado crescimento superior a 50%). Atualmente, o e-commerce já representa 28% do faturamento total do Magazine Luiza. Um dos destaques do trimestre, nesta área, foi o desempenho das vendas pelo app, com 6,2 milhões de downloads. O aplicativo do Magazine Luiza foi eleito pelo Google em 2016 um dos melhores do Brasil.

Reforçando a estratégia de ser “digital, com pontos físicos e calor humano”

As vendas das lojas físicas também aumentaram significativamente, confirmando a eficácia da estratégia de multicanalidade da companhia e a importância de seus pontos físicos. O crescimento, pelo critério de mesmas lojas, foi de 15% no trimestre. Considerando-se o e-commerce, e todas as lojas físicas – 814 no total, com abertura de 27 nos últimos 12 meses – e o e-commerce, as vendas do Magazine Luiza avançaram 26%, atingindo 3,2 bilhões de reais. Com isso, a companhia continua a ganhar participação de mercado no varejo de móveis e eletroeletrônicos. Segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), as vendas nominais desse mercado cresceram 5% nos primeiros cinco meses de 2017.

Marketplace e a consolidação da Plataforma Digital

No caminho para se transformar numa grande plataforma digital com pontos físicos e calor humano, o Magazine Luiza lançou há um ano seu marketplace. Ao longo desse período, a oferta de produtos cresceu exponencialmente. No final de 2016, o marketplace da companhia contava com 50 parceiros e pouco mais de 80.000 itens. Atualmente, são mais de 250 parceiros – empresas como Gazin, Mobly, Ri Happy e Positivo Informática – e mais de 550.000 itens oferecidos.

Essa expansão foi possível, sobretudo, graças à aquisição, no início deste ano, da Integra Commerce, integradora baseada em Itajubá, Minas Gerais, e ao crescimento do Luiza Labs, laboratório de inovação do Magazine Luiza, que conta com mais de 250 engenheiros e técnicos dedicados aos desenvolvimento de soluções digitais. Nos primeiros seis meses deste ano, 50% dos investimentos feitos pela companhia foram voltados para a área de tecnologia.

Inclusão Digital

O forte foco em tecnologia traçado pela empresa também atrai mais clientes conectados. Isso explica o crescimento das categorias de smartphones e Smart TVs. Contudo, a posse da tecnologia é apenas um dos pilares da estratégia do Magazine Luiza. Uma outra diretriz consiste em tornar os consumidores aptos a usá-la de maneira eficiente. Por isso, o trimestre também foi marcado pelo aumento de vendas do serviço de assistência Lu Conecta (com configuração de smartphone, instalação de aplicativos e antivírus, além do serviço de atendimento por telefone 24 horas) e a venda de planos pós-pagos de todas as operadoras nas lojas.

A empresa também vem usando a televisão para mostrar o poder da inclusão digital aos consumidores. Com o quadro Missão Digital, dentro do programa É de Casa, da Rede Globo, o Magazine Luiza tem revelado para famílias de perfis diversos do Brasil o quanto a tecnologia pode transformar suas vidas, para melhor.

Disciplina e Eficiência Financeira

Por mais um trimestre, o Magazine Luiza registrou melhorias em seus indicadores operacionais e financeiros. Na primeira metade do ano, a empresa melhorou o giro dos estoques e o prazo médio de compras. Nos últimos 12 meses, o Magazine Luiza também reduziu sua necessidade de capital de giro ajustado em 516 milhões de reais.

A dívida líquida ajustada da companhia foi reduzida em 587 milhões de reais, na comparação com o indicador de um ano atrás, atingindo 268 milhões de reais. No segundo trimestre, a relação dívida líquida ajustada/Ebitda ajustado foi de 0,3 vez, ante 1,5 vez do segundo trimestre de 2016.

O último trimestre também foi marcado por uma forte redução nas despesas operacionais, que caíram 2,1 pontos percentuais, representando 22,8% da receita líquida. O movimento é explicado por uma série de fatores: o crescimento do e-commerce, a maturação dos projetos de redução de despesas adotados pela companhia dentro do programa de Orçamento Base Zero (OBZ) e Gestão Matricial de Despesas (GMD). Contribuíram também para a redução das despesas a maturação dos projetos da transformação digital, como o aplicativo Mobile Vendas e o Retira Loja.

Avanço nos Serviços Financeiros

No trimestre, o indicador da carteira vencida acima de 90 dias da Luizacred melhorou 3,3 pontos percentuais, representando apenas 8,4% da carteira total. Mesmo com uma política de crédito conservadora, as vendas do Cartão Luiza nas lojas do Magazine Luiza cresceram 48%. Em função desse crescimento e da melhoria nos indicadores de inadimplência, o lucro líquido da Luizacred aumentou 8%, atingindo 27 milhões de reais no período.

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Supermercado Now lança aplicativo para melhorar experiência de compra de seus usuários

O Supemercado Now, maior plataforma de supermercado online, anuncia o lançamento de seu aplicativo, que tem o objetivo de melhorar a experiência de compra dos usuários. Disponível em Android e iOS, o app permite que os consumidores realizem suas compras com apenas alguns cliques e recebam seus produtos de forma rápida e prática, com dia e hora marcada, ou dentro de duas horas.

Com uma interface fácil e dinâmica, o aplicativo da Supermercado Now proporciona aos usuários uma nova experiência e praticidade ao permitir que eles tenham acesso, de acordo com a sua geolocalização, aos produtos em destaque, promoções e lançamentos de todos os supermercados parceiros.

“Buscamos sempre inovar e atender da melhor forma possível nossos clientes. Acredito que por meio do aplicativo, os usuários terão mais comodidade e facilidade para efetuar suas compras, além de se comunicar melhor com o personal shopper. Queremos concentrar todas as informações necessárias na palma da mão dos nossos usuários e proporcionar uma nova forma de acesso aos produtos”, explica Marco Zolet, CEO e sócio-fundador da Supermercado Now.

Para a criação do app, a Supermercado Now buscou entender o perfil dos compradores para desenvolver um layout que pudesse contemplar todas as necessidades de seus usuários, como acesso rápido as categorias, forma de pagamento, entre outros, com uma navegação mais fácil e intuitiva.

“Alguns estudos nos mostraram que, em compras de alta recorrência como as de supermercado, o aplicativo facilita ainda mais o acesso a recompra, aumenta o engajamento do cliente com a solução e traz um novo canal de comunicação operacional e comercial. Com esse lançamento, nossa expectativa é alcançar um crescimento de 35% na frequência de compras e 70% nas compras por dispositivos móveis nos próximos quatro meses”, finaliza Zolet.

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SmartFocus apresenta plataforma para integração do varejo online e offline

Pensando no conceito de integração do varejo como um todo, a SmartFocus, com a sua plataforma The Message Cloud, mostra como o conceito de comunicação Omnichannel pode fazer a diferença nesta nova maneira de consumir.

Presente no Fórum E-Commerce Brasil 2017 e no E-Commerce Day Buenos Aires, a SmartFocus estará preparada para se debruçar com os varejistas e mostrar na prática como podemos usar os dados já presente nos diferentes sistemas a favor de uma comunicação mais efetiva e inteligente com o seu cliente.

Entendemos que na era do mobile first, cada vez mais, o cliente está participativo, e navegando entre o online e offline, dessa forma os clientes ficam menos fiéis às marcas, exigindo um novo olhar do varejista.

Esta dura realidade, insere o varejista no novo contexto da tão falada Big Data, a ciência dos dados, para analisar e tomar decisões mais precisas e estratégicas.

Pense em todos os dados gerados pela atividade da empresa: e-mails, atendimentos do SAC, vendas online, vendas offline, ações em redes sociais. Agora pense em como condensar todas estas informações, cruzar, planilhar, analisar e por fim chegar a melhor estratégia de ação.

A plataforma da SmartFocus, permite ao varejista ganhar agilidade e precisão, identificando em segundos o perfil do seu cliente fiel e encontrar outros iguais a ele. De maneira intuitiva, a plataforma permite o engajamento com o consumidor a qualquer hora, em qualquer lugar e em qualquer device.

Segundo o Managing Director, Jorge Planet Mira, “Precisamos nos adaptar a esta nova realidade, a maneira de consumir e de se relacionar com as marcas mudou e, cada vez mais, o consumidor exige ser tratado de maneira única e certeira. Dificilmente temos uma segunda chance”.

Pensando nisso a equipe estará presente nestes eventos para apresentar a plataforma que facilita a estratégia e se adapta a esta nova realidade. “Estamos focados em oferecer mais que uma tecnologia, temos uma equipe dedicada a prestar um serviço completo e personalizado para cada um dos nossos clientes” finaliza Jorge.

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Nova pesquisa mostra que a NCR lidera em tecnologias para self-checkout e ponto de venda eletrônico

A NCR Corporation é líder mundial em self-checkout, de acordo com a pesquisa publicada pela RBR, empresa de pesquisas estratégicas e consultoria. De acordo com a RBR, a NCR lidera este mercado desde 2003, e mantém sua posição com 73% de participação nas remessas mundiais em 2016.

De acordo com o relatório “Global EPOS and Self-Checkout 2017” da RBR, a NCR também experimentou um aumento nas remessas de tecnologia para Ponto de Venda Eletrônico (Electronic Point of Sale – EPOS) em 2016, e, pelo terceiro ano consecutivo, manteve-se como o maior fornecedor de ponto de venda eletrônico da América do Norte.

Os consumidores estão mudando: agora esperam por mais opções, estão sempre conectados e querem definir sua própria jornada de compras. Além disso, com as mudanças nos perfis das lojas, os principais revendedores estão buscando viabilizar o engajamento digital e oferecer opções de compras flexíveis, incluindo self-checkout, para atender às demandas dos clientes e sustentar um valor positivo para a marca.

“A NCR está permitindo que varejistas em todo o mundo redefinam suas experiências de compra na loja e ampliem os pontos de contato com seus consumidores”, afirma Dirk Izzo, vice-presidente e gerente geral de Soluções para o Varejo da NCR Corporation. “Nossas soluções para a transformação dos canais ajudam nossos clientes a criar uma experiência fluida e omni-channel, ampliando a produtividade e fortalecendo a fidelidade dos clientes”.

A RBR prevê que as remessas de ponto de venda eletrônico e self-checkout continuarão a crescer, ano após ano, até 2022. A NCR ocupa a primeira posição em remessas de self-checkout em todas as principais regiões.

O estudo é baseado em pesquisas primárias, realizadas com fornecedores de tecnologia para o varejo em 53 mercados de 6 regiões, com amplas pesquisas secundárias complementares.

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Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica já está presente em mais de 20 estados brasileiros; entenda os benefícios

Obrigatória em grande parte do país para empresas do varejo e contribuintes, a Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica (NFC-e), já faz parte da rotina de milhares de empresários brasileiros.

Além de eliminar o uso de papel e desburocratizar a emissão de cupons fiscais, realizando uma comunicação direta com a Secretaria de Fazenda (Sefaz), a NFC-e reduz tarefas do contador e de empresários após a venda. “A Nota Fiscal do Consumidor Eletrônica substitui o Equipamento Emissor de Cupom Fiscal (ECF), facultando o uso de qualquer impressora não fiscal, sem necessidade de autorização pelo Fisco”, explica Alexandre Willye, diretor da Unidade de Negócios de Start-up da Sage.

Além disso, a NFC-e possibilita o uso de novas tecnologias móveis – como a emissão por meio de tablets e smartphones – e a integração de plataformas de vendas físicas e virtuais.

Segundo o especialista, existem sistemas informatizados disponíveis no mercado que realizam a emissão das NFC-e, auxiliando os empresários a cumprirem suas obrigações fiscais. O Sage One, fabricado pela Sage, é um deles. Voltada às empresas e escritórios de contabilidade para emissão ilimitada de notas fiscais eletrônicas, a solução já vem com certificado digital incluso. “Basta cadastrar uma vez o regime tributário para trabalhar com processos automatizados de onde e como quiser. É simples de usar e oferece autonomia necessária para o empresário focar no crescimento dos negócios”, afirma Willye.

Principais benefícios da NFC-e:

– Substitui o uso do Emissor de Cupom Fiscal;

– Permite a utilização de qualquer impressora não fiscal, sem necessidade de autorização pela SEFAZ;

– Envio imediato das notas após a finalização de cada venda ou em lotes pela internet;

– Possibilidade de uso de novas tecnologias de mobilidade

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Rede varejista House of Fraser compra inovação em TI da Capgemini

A Capgemini, um dos líderes globais em serviços de consultoria, tecnologia e terceirização, anuncia o novo acordo de 15 milhões de libras esterlinas firmado com a House of Fraser, rede de lojas de departamento premium com atuação no Reino Unido e na Irlanda. Por meio do novo acordo de três anos, a Capgemini atuará no centro do ecossistema de TI da varejista, consolidando uma parceria de sete anos entre as duas empresas.

Como parte do novo contrato, a Capgemini ampliará seu atual relacionamento com a rede para suportar a estratégia de simplificação da TI da rede varejista, que já está em andamento. A Capgemini continuará a fornecer infraestrutura de TI e suporte a aplicações, além de serviços adicionais que serão desenvolvidos para viabilizar a inovação que permeará todo ambiente tecnológico da House of Fraser.

O contrato inclui o service desk digital da Capgemini, que proporciona acesso a multicanais móveis, capacitados para solucionar rapidamente problemas de TI, e a nova geração da plataforma de desenvolvimento e manutenção de aplicações (next-gen ADM), orientada a processos de negócios e que funciona a partir de serviços automatizados que geram ganhos de eficiência em todo o ambiente de aplicações da rede varejista. Assim, a Capgemini viabilizará uma gestão mais eficiente de custos por meio da sua ferramenta (e propriedade intelectual) Automation Drive, além de um programa de melhoria contínua de serviços.

“Nós já temos um relacionamento forte e de longa data com a Capgemini, mas ficamos realmente impressionados com a forma como conseguiram abordar esta oportunidade com uma nova perspectiva, demonstrando flexibilidade para apoiar o nosso negócio atual e futuro”, comenta Julian Burnett, CIO da House of Fraser.

“Como um dos nossos principais clientes de varejo, estamos extremamente felizes pela House of Fraser continuar a contar conosco como um dos seus parceiros-chave. Nosso conhecimento do setor varejista, combinado à nossa estratégia de foco no cliente, ajudará a House of Fraser a acelerar sua jornada para transformar seu negócio nos próximos anos. Estamos ansiosos para continuarmos trabalhando juntos”, complementa Tom Thicknesse, líder de Produtos de Consumo e Varejo da Capgemini no Reino Unido.

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Clientes Extra e Pão de Açúcar vão ter descontos personalizados e exclusivos pelo celular

Ofertas personalizadas e reunidas em um único local: o seu celular. Com esse objetivo, as redes Extra e Pão de Açúcar lançam nesta quinta-feira, 29 de junho, o Meu Desconto. A partir do histórico de compras de cada cliente do programa de fidelidade das redes (o Clube Extra e o Pão de Açúcar Mais), os aplicativos das marcas oferecerão, no mínimo, 30 ofertas, totalmente personalizadas e exclusivas para cada cliente de acordo com os produtos mais comprados em cada rede. Se o usuário ainda não tem histórico, não tem problema: o aplicativo irá alocar produtos com alta relevância, baseadas no histórico de pessoas com o mesmo comportamento de compra.

O desconto mínimo das ofertas é de 15% e não há definição para o máximo. “Como as ofertas são ilimitadas e cadastradas pelos próprios fornecedores, os descontos são ainda mais expressivos do que os já oferecidos nas lojas”, explica Renato Camargo, Gerente de CRM e Fidelidade do Grupo GPA, maior grupo varejista do país e controlador das marcas Extra e Pão de Açúcar.

As ofertas são alteradas a cada duas semanas e o cliente deve ativar as que gostaria de usar – a validação é automática e acontece imediatamente. Assim que ele passar no caixa de qualquer loja Extra ou Pão de Açúcar, basta pegar os produtos escolhidos, identificar-se no caixa com seu CPF e pronto: desconto aplicado. “A expectativa é que os consumidores consigam economizar muito no valor total da compra, caso comprem todos os produtos disponíveis no sistema”, ressalta Camargo. Outra vantagem do Meu Desconto é que ele elimina a necessidade de guardar folhetos de ofertas ou cupons de descontos, concentrando todas as opções de descontos diretamente no celular. Tudo é 100% digital.

O projeto vem ao encontro com os indicadores de comportamento de consumo revelados em pesquisa recente da Kantar Worldpannel, que mostrou que 80% dos brasileiros afirmam terem comprado produtos com descontos nos últimos meses. O que chama a atenção, no entanto, é a constatação de que muitos não se dão conta que estão adquirindo produtos com descontos especiais e, consequentemente, não planejam as compras de forma a obter uma maior economia.

“O Meu Desconto é uma evolução na forma do varejo oferecer ofertas e na maneira como os programas de fidelidade relacionam-se com os clientes. Queremos incentivar uma nova forma de fazer compras, valorizando os programas Clube Extra e Pão de Açúcar Mais como guias para uma compra econômica, planejada e cômoda”, explica Jorge Faiçal, Diretor de Marketing do GPA.

Para ter acesso aos descontos, o cliente deve baixar os aplicativos do Clube Extra e/ou do Pão de Açúcar Mais nas lojas dos smartphones (IOS ou Android). Caso o cliente já seja cadastrado nos programas de fidelidade das bandeiras, basta identificar-se com o CPF, e as ofertas personalizadas disponíveis para ele vão aparecer no aplicativo.

Caso o cliente ainda não seja cadastrado nos programas de fidelidade do Extra e Pão de Açúcar, deve se inscrever gratuitamente pelos próprios aplicativos.

Assim que acessar os aplicativos, o cliente encontrará a opção Meu Desconto. No caso de clientes já cadastrados nos programas, as ofertas estarão divididas entre aquelas personalizadas – baseadas no histórico e hábitos de compra do cliente – e em outras sugeridas pelo aplicativo.

Basta escolher os descontos que mais agradam e clicar nas ofertas, que, automaticamente, será computada quando o cliente for pagar pelas compras no caixa. Os descontos vão ser aceitos em qualquer loja Pão de Açúcar (incluindo o e-commerce e a rede Minuto Pão de Açúcar) ou Extra (hiper ou supermercado, além do Minimercado Extra e e-commerce).

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Startups conseguem fazer a diferença na vida das pessoas, diz CEO do Superlist

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A cultura das startups chegou para reinventar o varejo. Essa foi uma das conclusões apontadas em debate realizado nesta terça-feira (27/06), na Brazilian Retail Week 2017, em São Paulo, que contou com lideranças de empresas e startups varejistas, entre eles Alberto Parra, CEO e co-founder do Superlist, startup que permite ao usuário realizar compras de supermercado pela internet no modelo de recorrência.

A sede de inovação foi um dos temas mais recorrentes no bate-papo. “Procurar inovar e fazer melhor sempre foi uma busca, independente da área”, diz Parra, cuja empresa, a Superlist, vem se consolidando como uma das principais iniciativas na área de e-grocery no Brasil.

Para ele, as startups se destacam pela agilidade e dinamismo nos processos, na comparação com as grandes corporações. “As grandes empresas às vezes sofrem de gigantismo, e a tomada de uma decisão passa por muitos níveis. Em uma startup não, você tem mais liberdade e precisa ter capacidade de fazer um pouco de tudo”, garante.

Segundo Parra, a startup de varejo está mais próxima do consumidor final, de quem realmente vai ser beneficiado por ela. “Vale muito a pena porque você colhe frutos e consegue fazer a diferença na vida das pessoas.”

Além de Parra, participaram do debate o diretor-executivo de Conhecimento do Grupo Padrão Jacques Meir, o conselheiro do Giraffas Alexandre Guerra, a CSO & CEO da Zimp Recompensas Julia Canalini, o cofundador da Onyo Alexandre Dinkelmann e o CEO da Ecommet Frederico Flores.

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Internet das Coisas converte visitante do varejo em cliente – Por Paulo Henrique Pichini

A compra da rede de supermercados Whole Foods pela Amazon image003consolida um movimento muito forte do varejo mundial: a dissolução das barreiras entre o mundo digital e as operações tradicionais de comércio. A Amazon está acostumada a mapear as buscas e decisões de compra de seus usuários online. A meta é aprofundar o perfil analítico daquele consumidor e, a partir daí, gerar incentivos para essa pessoa comprar outros produtos. Essa mesma estratégia será, certamente, usada pela Amazon nas 460 lojas físicas da rede Whole Foods. Para coletar dados sobre o comportamento do cliente dentro da loja física, a Amazon investirá em tecnologias IoT (Internet das Coisas) como sensores, alarmes e analisadores de presença em tempo real de cada um dos visitantes da loja Whole Foods. Essa infraestrutura invisível aos olhos do consumidor dará origem a grandes volumes de informação, que após passar pelos moedores e transformadores de dados (analytics) retornam em formato resumido (dashboards) que permitem tomadas de decisões imediatas.

Essa rapidez é essencial no mundo do varejo, com características originais e exclusivas em comparação a outras verticais. Vendas, promoções, lançamentos e outras movimentações têm um timing muito específico: o médio e longo prazo em varejo alcança uma semana, duas no máximo. O curto prazo é no mais tardar amanhã de manhã.

É dentro deste dinamismo de processos que novas tecnologias e soluções estão se posicionando dentro de lojas e áreas de comércio de produtos. Isso acontece independentemente de seus valores de ticket, que via de regra caracterizam-se pela larga escala e baixo valor médio. É um universo com alto volume de visitantes e, hoje em dia, baixo volume de negócios. Uma loja de departamentos, por exemplo, avalia que de cada 100 visitantes que entram na loja, somente 40 chegam ao provador e, destes, somente 6 efetivam algum tipo de compra. Destes 6, possivelmente 1 ou 2 comprarão algo extra e não planejado.

Trata-se de uma janela de oportunidades que, se bem trabalhada, pode multiplicar o faturamento de uma rede de lojas em curto espaço de tempo.

O varejo já está pesquisando sensores que alavanquem vendas. Isso é feito a partir do maior detalhamento de produtos ou, ainda, de sugestões de produtos complementares ao já adquirido pelo cliente. Muitas soluções baseadas em RFID, NFC e outros códigos e sensores podem melhorar a experiência do consumidor, oferecendo maior volume de informações. O momento atual da economia, porém, faz com que o gestor do varejo priorize o conhecimento dos visitantes e o aumento da capacidade de conversão das lojas (efetivação da compra do produto).

A Internet das Coisas para a vertical varejo toma várias formas – esse conceito está por trás de soluções como Beacons, câmeras conectadas às soluções de Video Analytics, etc. Nesse momento, existem profundas discussões sobre que tecnologias IoT usar para melhor entender um visitante da loja e suas características. A meta é extrair informações estratégicas, que possam melhorar a experiência do consumidor em sua próxima visita à loja. As perguntas mais comuns estão ao redor do uso de Beacons (Bluetooth), em especial sobre o novíssimo Eddystone (solução da Google similar ao Bluetooth). Plataformas como Wi-Fi (rede sem fio), POS (Point of Sale – ponto de venda) e, finalmente, o Video Analytics também chamam a atenção do mercado.

Os Beacons reconhecem a chegada do visitante na loja. Para isso, basta que a pessoa esteja com a função Bluetooth ativada em seu dispositivo móvel. Essa tecnologia tem áreas de cobertura bastante restritas. Com isso, em grandes lojas, o número de Beacons espalhados deverá ser grande, o que impacta o custo total da solução. De acordo com o relatório Proxbook de 2016, hoje metade da indústria suporta o padrão Beacon Google Eddystone.

O Wi-Fi, por outro lado, é uma tecnologia bastante conhecida. É comum encontrarmos redes Wi-Fi em 70% das áreas urbanas. Por essa razão, o Wi-Fi utilizado em soluções de Retail Analytics é mais facilmente implementado. O ponto vulnerável desta opção é que essa plataforma não produz informações analíticas que mereçam destaque. São soluções básicas, que não exigem App instaladas nos dispositivos móveis dos potenciais consumidores. O leque de escolhas do varejo é complementado, ainda, pelo POS. Essa tecnologia é equipada para cobrir com competência todo o ambiente da loja física. Por outro lado, o POS só atuará sobre clientes que efetivamente completarem a aquisição do produto.

Uma das ofertas mais ricas é o Video Analytics, solução de software que permite que se analise automaticamente o video de pessoas dentro da loja.

Segundo pesquisas da Market&Markets, esse mercado atingirá 2,61 Bilhões de dólares até o final deste ano. Até 2022 essa marca chegará a US$ 11,17 bilhões. As novíssimas soluções baseadas em Video Analytics têm um diferencial importante. As câmeras apresentam capacidade de análise, processamento e em alguns casos até armazenamento de informações. O dado assim tratado será enviado, a posteriori, aos motores de analytics, devolvendo dashboards muito mais completos.

Note que todas estas tecnologias e soluções são capazes, dentro de suas limitações, de reconhecer a chegada de um visitante (primeira visita à loja), ou, ainda, de identifica-lo novamente em segunda visita. Neste caso, entra em cena algum tipo de App, presente no dispositivo móvel do consumidor.

Para cada ambiente e necessidade, espaço físico e perfil de negócio, estas tecnologias são integradas e trabalham de forma mais ou menos eficiente. A meta é medir o número de visitantes, os diversos tempos dele dentro da loja e em áreas especificas nesta loja (dwell time), as taxas de conversão, a eficiência das promoções, o gênero e a faixa etária do visitante, etc. São informações que aumentam agressivamente o poder de decisão do board (normalmente remoto, longe da loja), mas também de colaboradores locais. Isso é feito de forma instantânea ou online.

De qualquer maneira, a combinação das várias tecnologias para varejo em espaços e necessidades diferentes é sempre o mais recomendado. Como o mercado tem uma ânsia muito grande por ter a loja “acesa”, reconhecendo e entendendo todos os visitantes, a indústria do varejo busca de forma acelerada estas soluções. O resultado é que, muitas vezes, inicia-se uma POC (prova de conceito) sem antes se debruçar sobre um minucioso anteprojeto. Essa etapa prévia é essencial para definir quais informações e decisões são cruciais e precisam estar à disposição da solução de Retail Analytics.

Esta ansiedade retrata o momento que o segmento vive, algo bastante comum em mercados que começam a usar a Internet das Coisas. Neste quadro, as empresas buscam informações que nunca foram coletadas antes ou, então, foram coletadas, mas não de forma massiva e sem terem sido refinadas. O resultado é uma base de dados frágil, construída a partir de estatísticas superficiais ou insuficientes sobre o comportamento do consumidor dentro da loja física.

O melhor desenho do projeto e a melhor definição das informações desejadas, com acuracidade inédita, determinam o sucesso deste novo modelo de varejo físico.

As tecnologias estão maduras e podem ser implementadas de forma relativamente simples. A presença de plataformas como Beacon, Wi-Fi, POS e Video Analytics dentro do ambiente da loja física provoca inevitavelmente uma ruptura nas tradicionais formas do varejo planejar seus negócios. Este é, no entanto, o melhor caminho para os players que desejam desenhar um futuro conhecido, seguro e livre de surpresas.

Paulo Henrique Pichini é CEO e President da Go2neXt Cloud Computing Builder & Integrator.

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Estudo mostra as startups brasileiras que estão mudando o varejo

O mercado brasileiro já conta com 216 startups focadas em trazer soluções para o setor do varejo e consumo no Brasil. É o que mostra o Liga Insights Retail, mapeamento inédito realizado pela Liga Ventures (http://liga.ventures/), aceleradora especializada em gerar negócios entre startups e grandes empresas, em parceria com o OasisLab (https://www.oasislab.com.br), primeiro espaço brasileiro de inovação especializado em varejo.

O levantamento foi realizado com base em diversas fontes, como inscrições para os programas de aceleração e eventos da Liga Ventures, informações do Laboratório de Varejo da Universidade Positivo, recomendações, notícias em portais de negócios e busca ativa de startups. Ao todo, foram avaliadas 4.163 startups em todo o país e as 216 enquadradas em varejo foram distribuídas em 11 categorias que cobrem toda a cadeia do setor, com soluções que trazem inovações para gestão de lojas (31 startups), pagamentos (26 startups), logística (18 startups), IoT, Big Data e novas tecnologias (21 startups), entre outros.

De acordo com Rogério Tamassia, sócio-diretor da Liga Ventures, há uma ebulição de novidades surgindo para o segmento do Varejo capitaneadas pelas startups e esse é o primeiro estudo completo feito sobre esse tema no Brasil. “O relatório permite que os varejistas tenham uma visão abrangente do panorama de inovação que impacta diretamente seus negócios, bem como nos ajuda a gerar inteligência e traçar tendências desse mercado”, explica Tamassia.

Loja 4.0

Das 216 startups mapeadas, 115 foram classificadas como soluções da chamada “Loja 4.0”, conceito cunhado por Fabíola Paes, fundadora da Neomode e head of retail lab no OasisLab, e aprofundado no estudo. Graças ao smartphone, o cliente do varejo acessa uma série de ferramentas que influenciam sua experiência. Essa mudança representa uma oportunidade para aplicar na loja tecnologias como internet das coisas, realidade virtual e realidade aumentada, robótica, inteligência artificial, aplicativos, entre outras. “Essa “inteligência digital” aprimora a experiência de compra e permite ao consumidor, por exemplo, realizar suas compras de casa e ir à loja só para retirar o produto, evitando filas, ou receber ofertas daquilo que realmente interessa à sua necessidade”, afirma Fabíola.

O relatório vem pouco depois de a Liga Ventures anunciar a Liga Retail (http://liga.ventures/retail), novo programa de aceleração focado em conectar startups com grandes empresas do setor de Varejo e que também conta com parceria do OasisLab, espaço de inovação do setor com inauguração prevista para julho, em São Paulo.

As empresas e startups interessadas podem ter acesso gratuito ao estudo completo com todas as startups e categorias no endereço: https://liga.ventures/insights-varejo/

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Como pensar no ambiente da loja a partir da experiência do usuário e do pagamento móvel – Por Marcos Abellón

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O mais novo cliente dos estabelecimentos comerciais não é apenas o comprador: é o consumidor e o seu smartphone. Segundo estudo da União Internacional de telecomunicações (UIT), já são mais de 7 bilhões de aparelhos no mundo e esse número só tende a aumentar. Só no Brasil, são 236 milhões (dado da FGV-SP). Hoje as pessoas não saem mais de casa sem seus smartphones, tanto que já está sendo estudado até mesmo a doença causada pelo uso excessivo desse aparelhos, chamada de Nomofobia (abreviação de no-mobile-phone phobia, em inglês).

Mas o que esse quadro interfere nos negócios? Muita coisa. A tecnologia móvel e a internet mudaram o modo como as pessoas compram, negociam e interagem umas com as outras. Os novos consumidores são muitos mais informados e exigem uma atenção mais especializada dentro das lojas físicas. Se o ambiente on-line esbanja agilidade, as lojas físicas têm a seu favor a possibilidade de criar experiências completas para seus clientes. Se realizar uma compra, uma refeição ou investir qualquer tempo naquele determinado local for uma experiência memorável, o proprietário tem muitas chances de ver seu cliente voltar.

Além dessas questões de comportamento, precisamos considerar também que o futuro é mobile. Em breve, não vamos mais sair de casa com dinheiro, cartão de crédito e diversos documentos. Tudo estará registrado no nosso smartphone. Atualmente, as principais fabricantes de celulares e também as operadoras de cartão de crédito já possuem suas apostas para o futuro, sejam os leitores móveis de cartões, celulares com tecnologia NFC (pagamento por aproximação) ou pagamento via carteira digital. Observando as novidades, minha aposta é que as pessoas simplesmente poderão realizar seus pagamentos em lojas, dividir contas em bares e participar de programas de fidelidade usando seu smartphone para pagamentos on-line.

Com isso, ganha o estabelecimento que apresentar a melhor estrutura para receber o seu cliente. Não adianta mais pensar apenas na qualidade do atendimento, dos produtos, etc, se não tiver acesso ao Wi-Fi. Se hoje essa já é uma das perguntas mais feitas aos garçons e atendentes de bares e restaurantes, imagine quando o pagamento depender disso.

Para você ter uma ideia de como o acesso à Internet é importante, um estudo realizado pela IHL Group e pela AirTight Networks mostra que 82% dos grandes e médios varejistas já contam com Wi-Fi em suas lojas. Desses 27,5% confirmam que a fidelidade dos seus clientes aumentou com o uso da rede sem fio. Além disso, disponibilizar Wi-Fi faz com que os clientes permaneçam mais tempo no estabelecimento e, por consequência, consumam mais. Quando estão em grupos, as pessoas tiram fotos, postam nas suas redes sociais, marcam os amigos e mostram para o mundo como foi divertido aquele encontro. Nisso, elas geram mídia espontânea para o estabelecimento e ainda aumentam seu tempo de permanência no local.

Outro ponto importante que precisará ser repensado por muitos estabelecimentos, como bares e restaurantes, é a questão da bateria. Novamente: se hoje as pessoas já ficam extremamente incomodadas quando ficam sem bateria no celular, imagine quando o pagamento da conta depender disso. Hoje já encontramos alguns cafés que disponibilizam, nas mesas, tomadas e carregadores de celulares. Alguns shoppings também já possuem torres ou pequenos armários para que as pessoas carreguem seus aparelhos. Essa facilidade não é oferecida apenas por gentileza: é uma forma de manter o cliente mais tempo no seu espaço.

Imagino que, num futuro não tão distante, vamos ter pequenas estações de carregamento de bateria nas mesas de todos os bares, restaurantes e cafeterias. As lojas precisam disponibilizar balcões com tomadas e carregadores e, assim que o cliente entrar em cada um destes estabelecimentos, seu Wi-Fi irá conectar automaticamente. Esse momento será usado para dar as boas-vindas e enviar uma oferta, um desconto ou apresentar qual a especialidade do dia. Nos restaurantes, assim que todos os convidados sentarem em uma mesa será aberta uma comanda para o grupo. O pedido poderá ser realizado pelo celular, em uma rede exclusiva, e pagar a conta será muito menos desgastante com apps que garantem a divisão da conta.

A receptividade dos estabelecimentos será medida pela capacidade de receber os consumidores e seus smartphones. As pessoas já escolhem os locais onde desejam passar seu tempo de acordo com seus gostos pessoais e das experiências geradas naquele local. Agora, mais um componente entra nessa briga: a tecnologia. Fica em vantagem quem oferecer uma rede mais rápida e uma solução mais criativa para o problema das baterias.

Marcos Abellón, diretor geral da W5 Solutions, empresa brasileira que desenvolve soluções para Educação, ferramenta de BI e aplicativo para pagamento móvel.

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Propz: sistema de inteligência artificial para o setor de varejo

Usar dados para prever o momento exato de uma compra ou qual o melhor produto para cada cliente e assim tornar a venda mais assertiva. Estabelecer o conceito de “predictable retail”: essa é a missão da Propz, startup que oferece um sistema de inteligência artificial e big data para o varejo físico. Por meio de uma tecnologia robusta e sistema próprio, a empresa consegue entregar para seus clientes uma segmentação analítica combinada com a personalização de ofertas em múltiplos canais, permitindo que lojas possam prever comportamentos e influenciar vendas para consumidores no momento de sua decisão de compra.

A empresa consegue analisar os hábitos de consumo do usuárioe assim prever quais são os produtos que serão adquiridos na próxima compra. Hoje, empresas como Cencosud, Banco Bradesco, Postos Ipiranga e RaiaDrogasil já utilizam a tecnologia da Propz para aprimorar a comunicação com seus clientes e aumentar a conversão em seus pontos de venda.

De acordo com a segunda edição da pesquisa O Papel do Varejo Na Economia Brasileira realizada pela SBVC (Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo), o setor nos últimos anos foi um dos mais importantes no país apresentando um crescimento consistente e que impulsionou o PIB brasileiro. Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas) o consumo das famílias brasileiras em 2015 bateu a marca de R$ 2,8 tri.

“Queremos que nossos parceiros consigam identificar quais são as missões de compras mais frequentes de seus clientes. Desta forma, o papel do CRM é influenciar corretamente os momentos de decisão do consumidor e estabelecer a preferência pelo varejista com relevância de oferta e maior conveniência de canal, tornando toda estratégia de ativação assertiva com um propósito claro de direcionar os clientes para um padrão de comportamento mais fidelizado e rentável”, afirma Israel Nacaxe, COO e fundador da Propz.

Com suas soluções de inteligência artificial a Propz consegue aumentar diversos índices dos clientes e entrega resultados na “língua do varejo”. Atualmente, a startup proporciona um aumento de 10% no ticket médio e mais de 6% na frequência em lojas. Desde sua fundação, a startup já processou mais de 55 milhões de transações para o varejo em todo o país, e seus softwares já registram mais de R$ 14 bilhões em compras.

A empresa, sediada em Campinas e que conta com 30 funcionários, atua com base em três pilares fundamentais para o varejo: mais vendas, maior rentabilidade e aumento do engajamento do cliente. Tudo isso mesclando ações que integrem mobile, social e web e também dados on e off-line. Atualmente o sistema da Propz já monitora mais de 35 milhões de consumidores no país e já foram realizadas mais de 300 milhões de ofertas personalizadas.

“Vivemos uma era em que o volume de informações que chegam ao consumidor é imensa e sabemos que ninguém quer perder tempo com conteúdos que não sejam relevantes. Por isso acreditamos que a inteligência artificial aplicada ao varejo é de suma importância, pois somente com o auxílio de máquinas e decisões automatizadas as marcas alcançarão seus clientes de maneira personalizada e não invasiva. O futuro do varejo já começou e a Propz faz parte dele”, finaliza Nacaxe.

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Ingram Micro Brasil fortalece unidade de automação comercial e anuncia acordo com a Bematech

A Ingram Micro Brasil, subsidiária da maior distribuidora global de tecnologia, anuncia acordo de distribuição com a Bematech, empresa brasileira provedora de soluções completas de automação comercial, e passa a distribuir as impressoras fiscais e de recibo, CPUs, SAT Fiscal, leitores de código de barras e gaveteiros da Bematech.

Com a parceria com a Bematech, a Ingram Micro reforça sua unidade DC/POS (Captura de Dados e Automação Comercial), que está completando quatro anos, e sua estratégia de liderar o segmento no País.

“O acordo deixa nosso portfólio ainda melhor e nos permite atender à demanda das revendas, sejam elas de pequeno porte até grandes cadeias varejistas. Além disso, consolida a parceria que já existe em outros países da América Latina”, diz Luis Lourenço, diretor de Advanced Solutions da Ingram Micro.

“Com a parceria, aumentamos nossa proximidade ao empreendedor brasileiro que busca cada vez mais tecnologias de ponta para automatizar seus estabelecimentos comerciais e garantir a longevidade do seu negócio”, afirma Eros Jantsch, CEO da Bematech.

Com a Bematech, o portfólio da unidade DC/POS da Ingram Micro chega a 17 fabricantes e oferece às revendas e seus clientes as melhores soluções do mercado. A Bematech, por sua vez, passa a contar com canais de venda da Ingram Micro, atendidas por uma eficiente operação logística e estoque local, o que garante o menor prazo de entrega. Os revendedores da Ingram Micro Brasil também contam com uma plataforma de e-commerce com frete grátis e um portfólio de soluções financeiras – IM Linha Fácil -, que atende praticamente todas as demandas de uma revenda. Além disso, a Ingram Micro oferece treinamentos para as equipes de vendas, pré-vendas e produtos de todas as revendas.

Sobre a Ingram Micro Inc. – A Ingram Micro é o maior distribuidor mundial de tecnologia e líder global da cadeia de suprimentos de TI, serviços para dispositivos móveis, cloud, automação e soluções de logística. Além dos serviços de distribuição de soluções e produtos, oferece apoio para o desenvolvimento de seu ecossistema, com benefícios exclusivos, recursos de logística e de mobilidade, suporte profissional técnico e soluções financeiras, atuando como um elo vital na cadeia de valor de tecnologia. No Brasil desde 1997, a Ingram Micro dispõe de produtos e soluções de 75 fabricantes para pronta entrega e importação exclusiva no modelo de VAD, VOD, mobilidade, automação e cloud.

Nos últimos anos, a Ingram Micro imprimiu um ritmo acelerado de mudanças no Brasil, com a ampliação do portfólio em diversas verticais do mercado e várias soluções de big data e advanced analytics, security, cloud, customer experience, IoT, estrutura convergente e mobilidade.

Com escritórios regionais em São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília, Porto Alegre e Recife, a Ingram Micro provê suporte às necessidades de toda a cadeia de distribuição, assegurando a conquista dos objetivos de negócios de seus parceiros e clientes dentro das melhores práticas de mercado, atendendo setores como transportes, agronegócio, educação, recursos naturais, saúde, serviços financeiros, varejo e área pública, entre outros.

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T-Systems suporta operações do maior supermercado online da Alemanha

A T-Systems, provedora alemã com amplo portfólio digital de soluções e serviços de TI, é a responsável pelo suporte ao serviço de atendimento ao consumidor do site REWE.de, maior supermercado online da Alemanha. Para oferecer o serviço, a REWE Digital, unidade de digitalização da rede varejista, utiliza a solução da Salesforce hospedada em nuvem em um dos data centers da Deutsche Telekom.

A REWE Digital está no centro da transformação digital do grupo REWE, uma das maiores redes varejistas da Alemanha. Com o processo, os clientes da rede agora podem comprar alimentos que podem ser entregues em suas casas ou retirados nas lojas mais próximas, frescos e na temperatura certa.

Os complexos processos exigidos pelo sistema são gerenciados pela REWE via Salesforce em nuvem. Se um cliente faz um pedido para ser entregue às 14h, mas depois percebe que não estará em casa antes das 14h30, a correção no pedido precisa ser feita na cadeia logística imediatamente. Todo o processo, que inclui comunicação com o cliente – via telefone, e-mail ou app – e todo o workflow de entrega, roda em tempo real em uma única plataforma.

“A eficiência do processo e a flexibilidade construída nas várias funções do sistema cria uma base firme para garantir altos níveis de satisfação do consumidor em longo prazo”, afirma Robert Zores, diretor geral e CTO da REWE Digital. Com apenas três anos, a unidade conta com 500 funcionários em sua sede, em Colônia, e outros 1.800 divididos por seus seis centros logísticos.

Nuvem escalável

O serviço em nuvem da plataforma Salesforce é extremamente escalável, dando suporte ao crescimento dinâmico da REWE Digital. A solução em nuvem é fácil de integrar a sistemas já existentes por meio de interfaces padronizadas. Com isso, os clientes da loja online podem enviar seus pedidos por diversos canais, tais como apps, e-mail ou site.

O processamento destes pedidos em tempo real é um dos requisitos de uma boa oferta de serviço online. Com o novo sistema, os funcionários da REWE podem se concentrar em oferecer o melhor serviço aos seus clientes, sabendo que o processamento será feito automaticamente.

“Estamos muito felizes pela oportunidade de suportar uma empresa líder no setor de vendas de alimentos em seu processo de digitalização. Eles não estão se beneficiando apenas de nosso conhecimento em cloud, mas também de altos padrões de segurança e proteção de dados, que para nós são uma prioridade desde o desenvolvimento da solução até sua entrega”, diz Anette Bronder, diretora da divisão digital da T-Systems.

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Ricardo Eletro investe em soluções digitais para cobrança

O cenário atual de crédito reduzido e inadimplência alta tem afetado todo o mercado brasileiro, mas especialmente o segmento varejista do país. A Ricardo Eletro, do grupo Máquina de Vendas de Minas Gerais, presente em mais de 20 estados brasileiros e líder de vendas no seu estado, tem acompanhado essa realidade na recuperação de crédito e estabeleceu o desafio de atualizar alguns produtos na cobrança. A empresa é cliente da PG Mais Resultado desde 2011 e esteve em Curitiba recentemente para pilotar e conhecer de perto soluções digitais que garantem uma gestão mais enxuta e resultados mais rápidos.

“Vejo uma inadimplência alta e a dificuldade cada vez maior na recuperação. Por conta disso, resolvemos, nesse ano, mirar nos processos e soluções de canais digitais”, afirma Leonardo Goulart, gerente de cobrança da Ricardo Eletro. “Queremos otimizar custos e para isso, vamos ter que reduzir o atendimento humano que é o custo mais alto na operação. Soluções inovadoras como as que tenho visto aqui na PG serão de grande ajuda nesse processo de adequação da empresa”, completa.

Há 7 anos no mercado, a PG Mais Resultado é uma empresa de inteligência, pesquisa e desenvolvimento de canais de comunicação e gestão do conhecimento, que está em constante inovação, desenvolvendo as melhores soluções multicanais. Um dos destaques da empresa é a plataforma Unique, uma inovadora solução modular que potencializa a gestão e execução de Estratégias de Comunicação integradas aos mais variados canais (SMS, E-mail, URA e Chat) e produtos (Enriquecimento de Dados, Portal de Negociação, Receptivo Digital).

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