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Liga Ventures fecha parceria com Grupo Pão de Açúcar para impulsionar startups de varejo

Com o objetivo de acompanhar as inovações e tendências do mercado de varejo e buscar novas ideias para o segmento, a Liga Ventures – aceleradora focada em gerar negócios entre startups e grandes corporações – acaba de fechar parceria com o GPA, um dos principais grupos varejistas do Brasil, controlador das bandeiras Pão de Açúcar e Extra, entre outras. O GPA fará parte dos dois próximos ciclos de aceleração da Liga Retail – programa que prospecta, seleciona e acelera startups com soluções para otimização de lojas, inteligência artificial, uso de dados e big data, e etc-, previstos para o segundo trimestre de 2018.

Para Rogério Tamassia, co-fundador da Liga Ventures, a chegada do grupo fará com que o programa comece com grandes expectativas. “A entrada de um parceiro como o GPA permite que o programa de aceleração Liga Retail fique ainda mais interessante para as startups de varejo, além de ser uma grande oportunidade do próprio GPA de estreitar seu relacionamento com quem está inovando”, comenta.

Do outro lado, participar da aceleração permite que o GPA contribua para o desenvolvimento de inovações que devem revolucionar o mercado de varejo e buscar soluções que impulsionem o negócio da companhia. “Atuamos a partir do estímulo à cultura da inovação, conectando as pessoas às novas tendências, além de promover o desenvolvimento contínuo de novas soluções e explorando tendências de mercado em experiência com o consumidor”, explica Illan Israel, Head de Inovação do GPA.

Um exemplo do DNA inovador do grupo foi a realização do concurso de inovação para startups da bandeira Pão de Açúcar, o “Pitch Day Pão de Açúcar”, em agosto deste ano. A ação teve como objetivo aproximar a companhia do ecossistema de inovação dos empreendedores digitais no varejo. Do concurso, foram selecionados três vencedores, que já estão desenvolvendo projetos-pilotos no GPA. “O diferencial da Liga é que se trata de um programa estruturado com mentoria e capacitação, entre outras etapas, o que permitirá ao GPA atuar com mais efetividade na aproximação com as startups”, completa Israel.

Programa de Aceleração Liga Retail

As inscrições para o programa de aceleração iniciam-se em janeiro, mas as startups já podem fazer a pré-inscrição pelo site http://liga.ventures/retail/. Após o encerramento, serão selecionadas quatro startups que tenham inovações relacionadas à otimização de lojas, inteligência artificial, uso de dados, big data e engajamento do consumidor, entre outras.

Durante quatro meses, as startups escolhidas passarão por um programa de aceleração na sede da OasisLab, primeiro espaço brasileiro de inovação especializado em varejo, que tem o apoio da Sociedade Brasileira de Varejo e Comércio e conta com um ecossistema completo de parceiros como startups, desenvolvedores de tecnologia, consultores, associações e varejistas. Os empreendedores poderão explorar oportunidades de negócios com as grandes empresas participantes, receber mentoria de executivos da Liga Ventures, além de acessar um amplo networking com parceiros e possíveis investidores. Nenhuma contrapartida em participação societária ou propriedade intelectual é exigida das startups aceleradas.

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1° projeto do Brasil em vendas assistidas: FH faz implementação de SAP Hybris na Leroy Merlin

Antes, os clientes chegavam à loja, discutiam com o vendedor o projeto de sua casa, verificavam o preço e a disponibilidade de estoque de determinado produto. Hoje, por meio do multiatendimento, usando o site e o celular, os vendedores podem ofertar mais informações sobre cada produto, o que transforma a compra em uma experiência única e diferenciada. Com essa integração entre site e mobile, a Leroy Merlin se tornou a primeira rede no setor de Varejo de Materiais de Construção (multiespecialista do lar, especializada em construção, acabamento, bricolagem, decoração e jardinagem) a atuar 100% no modelo omnichannel.

O primeiro projeto em vendas assistidas omnicanal do Brasil, com a ferramenta SAP Hybris, foi implementado pela FH, empresa de tecnologia especializada em processos de negócios e software, na Leroy Merlin, o projeto iniciou em janeiro de 2016 e teve duração de um ano e meio. A unidade piloto, ou seja, a loja 3D foi a de São Bernardo do Campo.

Segundo o Diretor de TI e Inovação da Leroy Merlin, Matthieu Grymonprez, após a implementação na loja de São Bernardo do Campo, com o go live em julho de 2017, a Leroy deve fazer o rollout na loja da marginal Tietê. “Na realidade, em um prazo de oito meses almejamos implementar o mesmo sistema nas 41 lojas da rede. 2018 será um ano transformador para Leroy”, acrescenta.

Grymonprez diz, ainda, que o omnicommerce é uma tendência que os varejistas devem seguir para manter a competitividade no mercado. Ele comenta que, junto com a FH, foi criada uma ferramenta sob medida para Leroy. “É fundamental ter um parceiro estratégico, que entende o negócio, as necessidades e a velocidade que se pretende implementar os desafios. A escolha da FH foi satisfatória pela experiência em SAP e SAP Hybris”.

Atendimento customizado, serviço sob medida para os clientes e vendas 100% assistidas. “É isso que a Leroy vem fazendo”, afirma o Head of Technology Business Unit FH, Sandro Stanczyk, que destaca a importância de acompanhar os clientes em toda a jornada de compras.

Stanczyk explica que a solução SAP Hybris dá suporte completo ao vendedor em um processo de venda assistida. “Por exemplo, o cliente vai até a loja e o vendedor acessa direto do celular os produtos e informações específicos sobre o mesmo (características, promoções, quantidade disponível), se por ventura aquela mercadoria não estiver na loja, ele consegue visualizar o estoque das outras unidades. Ou seja, com essa ferramenta, o atendente amplia as possibilidades de venda”, esclarece.

Em resumo, conforme expõe o Head da FH, a venda assistida omnicanal além de melhorar o controle de estoque; flexibilizar e aprimorar os fluxos de saída de vendas; compartilhar oportunidades em todos os canais de venda; também diminui o tempo de atendimento; possibilita ofertas personalizadas; proporciona o multiatendimento, ou seja, permite atender vários clientes ao mesmo tempo, com mais de um carrinho por pessoa; determina o melhor fluxo logístico; entre outros benefícios.

Acompanhar a jornada de compras dos clientes faz a diferença

O Diretor de TI e Inovação da Leroy Merlin confirma que as conversões aumentaram: “80% dos clientes que iniciam a jornada no site finalizam a compra na loja. A interatividade entre o site e a loja é alta, isso porque os clientes verificam informações dos produtos, baixam tutoriais, tiram dúvidas. Anteriormente, havia distorção entre as ferramentas de e-commerce e das lojas. Então, para garantir uma experiência diferenciada e ‘sem costura’, resolvemos unificá-las em uma mesma plataforma e criamos um carrinho compartilhado. Isso significa que o cliente inicia sua jornada de compra em casa, no tablet, no celular e termina a compra na loja”.

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FecomercioSP e Brasscom debatem a transformação digital no varejo brasileiro

A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) realizou nesta quarta-feira, 29, o evento “A transformação digital e o impacto no comércio de bens e serviços”, promovido pela Entidade em parceria com a Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom). O encontro reuniu especialistas, empresários do varejo e fornecedores de serviços digitais para discutir como o segmento de comércio e serviços se transforma diante das mudanças impostas pela tecnologia.

“O objetivo da Brasscom é trazer à tona essa discussão sobre tecnologias de transformação digital e fazer com que esse debate entre na sociedade com base nos agentes econômicos”, disse o presidente-executivo da Brasscom, Sergio Paulo Gallindo. “Inovação é aquilo que destrói o concorrente – no fundo, todos nós estamos correndo o risco de nos tornarmos obsoletos. Com o avanço tecnológico, o que era impossível passou a ser possível.”

Estar presente em apenas um local – como site ou aplicativo – já não é uma opção, concordaram os palestrantes. Para conquistar o consumidor, é preciso entender seu comportamento e oferecer serviços personalizados, assertivos, imediatos e que integrem plataformas on e offline. Da formação de preços, passando pelo atendimento, até o cálculo do estoque ideal, o empresário deve acompanhar as tendências para não perder mercado e construir sua marca aos olhos do público. “Se 27% dos brasileiros consomem conteúdo da televisão e da internet, simultaneamente precisamos nos perguntar: o que isso muda para o varejo?”, provocou o presidente do Conselho do Comércio Eletrônico da FecomercioSP e CEO da Ebit, Pedro Guasti.

Ainda segundo Guasti, 47% das vendas que ocorrem no ambiente offline têm origem em plataformas online, por meio de pesquisas ou buscas feitas pelos consumidores. Enquanto 40% das pessoas tiram fotos dos produtos quando estão em uma loja, apenas 9% realmente efetivam a compra imediatamente em lojas físicas. O 36º relatório Webshoppers, da Ebit, divulgado em agosto, mostrou que o e-commerce segue se tornando cada vez mais relevante no Brasil: apenas no primeiro semestre deste ano, faturou R$ 21 bilhões, crescimento nominal de 7,5% na comparação com o mesmo período do ano anterior, quando as vendas somaram R$ 19,6 bilhões.

Os caminhos para fazer negócios estratégicos com base nas mudanças de comportamento dos clientes na economia digital (que deve atingir US$ 2,5 trilhões de dólares ainda neste ano) envolvem, em geral, aproveitar os dados que a tecnologia é capaz de fornecer sobre cada um para criar experiências de venda.

“Nesses modelos disruptivos, quem manda é o consumidor final”, enfatizou a CEO da Stefanini Brasil, Mônica Herrero. “O futuro é hoje, não dá para adiar. O e-commerce tem de estar acessível 24 horas, a qualquer tempo, em qualquer lugar, de qualquer forma e em apenas um toque. A loja física não vai desaparecer, mas deve ter um papel diferente do de hoje ao se integrar à jornada do cliente”, completou a executiva.

Experiência do consumidor

As pesquisas sobre o comportamento de quem compra ajudam as empresas a criar uma experiência de consumo que favoreça o aumento das vendas. “Mais de 50% dos usuários de smartphone abandonaram o site depois de esperar três segundos para que uma página carregue”, contou o gerente de Marketing e Produtos de Soluções Digitais da Embratel, Augusto Bezerra. “A experiência do consumidor via smartphone é importante, e para suportar essa demanda, será necessária uma tecnologia robusta de processamento e estratégia”. De acordo com o Relatório Webshoppers, o faturamento das vendas por dispositivos móveis cresceu 56,2%, no primeiro semestre de 2017, e o tíquete médio dessas compras foi 14,9% maior que no ano passado.

Ainda segundo Bezerra, as mudanças disruptivas (termo que descreve a inovação tecnológica que utiliza quebra de paradigmas para superar uma tecnologia dominante no mercado) incluem também mudar o modelo de negócio das empresas. “Devemos passar do commodity para produto de valor agregado e de valor estratégico. A informação é o bem mais valioso para uma organização, e o compartilhamento é um modelo para otimização de recursos”, explicou.

Marketing

O uso da tecnologia nas estratégias de marketing também foi tema de discussão no evento. “Os clientes querem ser conhecidos como únicos. Por isso, o mundo digital nunca foi tão fácil e tão difícil de compreender”, explicou o representante da Stefanini, Victor Hugo Cardoso Alves. “Temos de entender o consumidor e captar o que é importante no meio de uma explosão de dados para, assim, gerar valor agregado. Quem não entender a jornada que seu cliente faz, por meio de cliques em sites e entradas na loja física, vai ter dificuldades em vender”, completou Alves. Segundo ele, 85% das interações entre clientes e empresas vão ser digitais até 2020.

Para o industry advisor da DXC Technology, Marcelo Raducziner, há uma mudança radical em como as situações se dão. “As pessoas seguiam processos no seu dia a dia e eram suportadas pela tecnologia. Agora a tecnologia passa a seguir processos definidos e orientados por pessoas”, disse, durante sua apresentação.

Da mesma maneira, o e-mail marketing precisa estar alinhado à experiência de compra que as firmas buscam proporcionar. “O e-mail marketing representa 30% da receita dos grandes varejistas, mas um e-mail marketing equivocado faz o cliente sentir que a empresa não o conhece”, afirmou o gerente de marketing da Locaweb, Welington Souza. “Precisamos agir de forma transacional e multicanal, identificar comportamentos como abandono de carrinho e de navegação; e ter a informação do cliente centralizada, para começar a impactá-lo em qualquer canal”.

Plataformas digitais, integração e Internet das Coisas

De nada adianta ter canais de atendimento que funcionem bem se a experiência final do cliente não for efetivamente prazerosa, dizem os especialistas. “A experiência omnichannel deve ser intuitiva, personalizada, mas é preciso também que ela efetivamente resolva a questão proposta pelo cliente, disse o diretor de pré-vendas de Soluções Digitais da Embratel, Paulo Venâncio Marcelino.

A Internet das Coisas (IoT, na sigla em inglês) e sua presença no País também foi destacada pelos palestrantes presentes. Até 2020, 20 bilhões de “coisas” estarão conectadas no planeta – número muito superior ao de pessoas. “Para que a Internet das Coisas seja um elemento, de fato, de transformação, uma solução IoT precisa de coisas conectadas (sensor de temperatura e sensor de quantidade de pessoas, por exemplo) que estarão ligadas a um gateway, uma plataforma que organiza tudo para que os negócios possam se aproveitar dessas decisões. Assim, seu negócio soluciona um problema específico e você gera um novo valor”, comentou o vice-presidente de Negócios para o segmento de microempresas da Totvs, Eros Jantsch.

No Brasil, 37% dos entrevistados em pesquisa conduzida pela Localis em 2017 afirmaram que IoT é importante nos seus negócios. Além disso, 18% dos pesquisados já adotaram e 19% estão adotando processos da Internet das Coisas. “O agronegócio é um dos setores que mais usam esse tipo de tecnologia e 14% dos empresários do comércio afirmam que adotam IoT. O comércio tem muito a se beneficiar do uso da Internet das Coisas, mas ele precisa começar a de fato fazer”, observou o diretor de Tecnologia da Logicalis, Lucas Pinz.

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Black Friday movimenta R$ 2,48 bi no comércio eletrônico, aponta ABComm; Varejo físico vê alta no fluxo

A Black Friday, realizada na última sexta-feira, 24, movimentou R$ 2,48 bilhões nas lojas virtuais do País. É o que avalia a Associaçao Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm). De acordo com a entidade, esse montante representa um crescimento de 16% quando comparado com a mesma data do ano passado.

A ABComm considerou as lojas virtuais e também os marketplaces dentro do período de 20 a 24 de novembro. No total foram realizados 10 milhões de pedidos, com um tíquete médio de R$ 246. Dentre os produtos mais buscados na data estiveram Informática, Celulares, Eletrônicos, além de Moda e Casa e Decoração.

De acordo com Mauricio Salvador, presidente da ABComm, esse resultado demonstra que a Black Friday está cada vez mais consolidada no Brasil. “Como esperado, muitos consumidores se prepararam para aproveitar as promoções do período, bem como os lojistas virtuais”, afirma.

Outros players do comércio eletrônico também sentiram os impactos positivos na data. A Tatix, empresa especializada em gestão completa (full service) de comércio eletrônico, observou um crescimento médio de 20% dentro da sua carteira de clientes. A companhia opera as lojas virtuais de grandes marcas do varejo, como Pernambucanas, Som Livre, Glamour, Giga Barato, entre outras.

De acordo com Luis Fernando Miller, sócio-diretor da Tatix, o Volume Bruto de Vendas (Gross Merchandise Volume, na sigla em inglês), indicador que mede vendas próprias de mercadorias e vendas de terceiros, foi de cerca de R$ 10 milhões no fim de semana da Black Friday. De acordo com ele, o destaque foi a categoria Moda. “Assim como esperado pelo mercado, os números registrados foram bastante expressivos”, afirma o executivo.

Varejo físico apresenta alta no fluxo

O varejo tradicional, que vem aderindo com mais intensidade às promoções da Black Friday, também observou crescimento na movimentação de consumidores. O fluxo nos shopping centers do País cresceu 8,13% no dia do evento em relação ao ano anterior, segundo o Índice de Visitantes em Shopping Centers (IVSC), realizado pela ABRASCE (Associação Brasileira de Shopping Centers) em parceria com a FX Retail Analytics, empresa especializada no monitoramento de fluxo de visitantes para o varejo.

“Realidade no e-commerce, os números mostram que a Black Friday está se consolidando no mundo físico, com um aumento proporcionado não só pelas ofertas dos varejistas, mas também por lanchonetes, restaurantes e boutiques de doces, que também aderiram ao movimento”, afirma Walter Sabini Junior, sócio-fundador da FX Retail Analytics.

Recuperação de compras

Os lojistas virtuais também recuperaram uma grande quantia de compras que então seriam alvo de desistência pelos consumidores. De acordo com dados da Linx+ShopBack, empresa especializada na recuperação de clientes por meio de abordagens inteligentes baseadas em Big Data, 806 lojas virtuais recuperaram R$ 121 milhões entre a noite de quinta-feira (23) até o final da sexta (24) com ações direcionadas.

Ainda de acordo com informações da empresa, esse valor representa mais de 283 mil novos pedidos realizados após uma primeira desistência, com tíquete médio de R$ 427. As ações que mais resultaram em recuperação de clientes foram por e-mail, com 29%, seguidas por notificações push, com 26% e por overlays inteligentes (mensagens que aparecem na própria página antes do abandono), com 19% de recuperação. Os segmentos que mais resgataram vendas por esse modelo foram: Eletrodomésticos, Eletrônicos, Moda e Acessórios e Viagens.

“Ferramentas inteligentes, capazes de abordar os consumidores de forma assertiva, se tornam ainda mais importantes durante a Black Friday, diante da enorme concorrência e da necessidade de um rápido tempo de resposta”, afirma Isaac Ezra, CEO da ShopBack. “O desafio é engajar o consumidor por meio de ofertas relevantes em tempo real, e isso só é possível com o uso da inteligência dos dados”, ressalta.

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Startups selecionadas para segunda fase do Programa Varejo Inteligente iniciam processo de incubação na CDL/BH

Durante evento realizado ontem, 13/11, na sede da Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL/BH), foram divulgadas as cinco startups selecionadas para a segunda fase do Programa Varejo Inteligente. Além, da premiação de R$ 10 mil que cada uma recebeu, a partir de agora elas serão incubadas diretamente pela CDL/BH, onde receberão acompanhamento de uma equipe de profissionais multidisciplinar da Entidade e da Wyllinka com foco no desenvolvimento do negócio de cada uma. A Wyllinka é uma organização sem fins lucrativos que tem como propósito mobilizar e desenvolver instituições e ecossistemas para a inovação e o empreendedorismo, a partir da promoção e transformação do conhecimento.

As cinco startups (Bagy, HiPosition, Price Survey, Exato e MoneyObra), foram selecionadas de acordo com os resultados apresentados na fase de pré-aceleração do Varejo Inteligente, seguindo critérios como comprometimento com o Programa, engajamento, assiduidade, perfil do empreendedor, capacidade da equipe, cumprimento das tarefas, evolução do nível de maturidade, validações com o mercado, aderência do negócio proposto ao mercado, entre outros pontos.

A princípio, as cinco startups permanecerão incubadas na CDL/BH por oito semanas. Nesse período será realizado o amadurecimento do negócio de cada startup, que envolve o aprimoramento do produto, da solução de cada uma e da forma como ela se relaciona com o mercado. As startups receberão consultoria individualizada, na qual terão apoio intensivo dedicado à interação com a equipe de Novos Produtos da CDL/BH, com o objetivo de potencializar sua inserção no mercado.

Durante a fase de pré-aceleração, as 20 startups que participaram do Programa foram colocadas em contato com diversos empresários e empreendedores para que as suas soluções fossem validadas pelo mercado. No início do Programa, das 20 startups, oito entraram apenas com ideias, oito estavam testando suas soluções e quatro já comercializavam sua solução. Com o fim da primeira fase do Varejo Inteligente, as oito startups que entraram somente com a ideia, terminam esta etapa com o problema validado e iniciando os testes da solução com potenciais clientes. Das outras oito que entraram testando a solução, duas terminam a primeira fase com clientes pagantes e refinando a estratégia de vendas. E, entre as quatro startups que entraram com clientes, duas terminam a fase de pré-aceleração com aumento no faturamento. As outras duas tiveram o processo de vendas refinado.

Conheça as cinco startups selecionadas

Bagy
Marketplace integrado com o Instagram, permite que o lojista crie seus produtos a partir de fotos do seu feed, inserindo detalhes e preço. Ao curtir uma foto no Instagram que seja um produto Bagy, o usuário passa a acessar o item também na aba Favoritos do app. Também é possível navegar diretamente no Bagy, rolando o “feed” ou usando filtros de busca.

HiPosition
Desenvolveu uma plataforma que permite ao lojista enviar informações, promoções e anúncios via bluetooth para clientes em potencial. O aplicativo envia notificações aos usuários cada vez que estiverem perto de um ponto comercial equipado com um iBeacon.

Price Survey
Oferece uma ferramenta de gestão nas Pesquisas de preços internas ou em concorrentes. Através da leitura do código GS1(antigo EAN) e utilizando as câmeras de celulares, a ferramenta identifica automaticamente o produto, permitindo o registro do valor de venda e transmissão.

Exato
A Exato Soluções é uma empresa jovem com foco em fornecer soluções simples para controles gerenciais, fiscais e financeiros, atendendo a demandas de gestão e conciliação de vendas, além do controle do faturamento de loja pelo acompanhamento automático de notas e cupons fiscais, com várias aplicações para varejistas, franqueadores, shopping centers, clubes, etc. A Exato busca agregar valor às informações gerenciais, com base em dados confiáveis e rápidos.

MoneyObra
Uma plataforma inovadora para transformar a cadeia da construção civil, conectando clientes, profissionais, varejo e distribuidores. Por meio do Money Obra o cliente pode realizar orçamentos e estabelecer todo o cronograma de sua obra.

Números Varejo Inteligente 2017
Com o objetivo de fomentar a economia e a inovação, a CDL/BH, em parceria com o Sebrae criou, no ano passado, o Varejo Inteligente. O Programa busca soluções para os principais desafios das empresas varejistas, por meio da aceleração e desenvolvimento de startups e pela articulação com o ecossistema de empreendedorismo e inovação.
Este ano, 65 startups se inscreveram para participar do programa e 20 foram selecionadas para a fase de pré-aceleração, que as preparou para atuarem junto ao comércio varejista. Durante três meses, as 20 startups tiveram seus modelos de negócios desenvolvidos. Foram dez semanas de intenso trabalho, com 400 horas de reuniões individuais, 20 horas de reuniões coletivas, quatro meetups (encontros de negócios com empresários), quatro sessões de feedbacks. As startups fizeram contato com 620 empresários, que geraram 56 conexões. Além disso, elas receberam mentorias, treinamentos e participaram de momentos de troca de experiência com os demais participantes, especialistas do varejo e empreendedores.

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Linx e Microsoft aceleram soluções digitais em nuvem

A gigante de tecnologia, Microsoft, e a líder brasileira em fornecimento de software para varejo, Linx, apresentam ao mercado uma nova parceria, em que a Linx passa a contar com Azure, plataforma de computação em nuvem da Microsoft, como base para computação em nuvem e evolução tecnológica de seus produtos.

Um dos objetivos desta parceria é alavancar a oferta de soluções Linx em nuvem, agregando tecnologia, performance e escalabilidade, para facilitar a adoção de processos Omni Channel no varejo. “Com os softwares Linx na nuvem pública Microsoft Azure, o empreendedor do varejo, além de acessar suas informações quando e onde quiser, pode implementar soluções digitais como Analytics, Mobile, eCommerce, OMS de maneira muito mais fácil transformando a experiência de seus consumidores com a sua marca”, comenta Gilsinei Hansen, vice-presidente de P&D da Linx.

“Com este movimento com a Microsoft, a Linx pode agregar com maior facilidade novas tecnologias como Inteligência Artificial e Cognitiva, Big Data e Internet das Coisas, por exemplo, às suas soluções em Cloud. O que significa mais inovação digital embarcada no software Linx para seus clientes”, explica Gilsinei.

Por fim, as ofertas em Cloud da Linx, contarão com a performance, estabilidade e segurança do Microsoft Azure, o que resultará ainda em mais valor para seus clientes finais. As duas empresas trabalharão lado a lado para desenvolver e inovar cada vez mais os negócios de seus clientes. “Estamos bastante entusiasmados com as possibilidades com Microsoft Azure e os benefícios que traremos aos nossos clientes”, completa Hansen.

“O varejo é um terreno fértil para a criação de inovações. Com essa parceria com a Linx, vamos poder levar o potencial da computação em nuvem para mais empreendedores desenvolverem seus negócios no país”, afirma Roberto Prado, diretor de nuvem da Microsoft Brasil.

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Retail Pro escolhe a PA Latinoamericana para distribuir suas novas soluções no Brasil

A Retail Pro International (RPI), líder em soluções flexíveis de PDV (ponto de venda) e plataformas de gestão de varejo, estabelece um novo plano de crescimento estratégico para o mercado brasileiro e escolhe a PA Latinoamericana como sua distribuidora regional para as soluções mais recentes da Retail Pro.

Através desta nova parceria, a RPI fornecerá ao mercado brasileiro soluções modernas e robustas para otimizar as operações de varejo e a experiência do cliente. Adotada por varejistas em 128 países, a plataforma Retail Pro capacita as marcas globais para que elas gerenciem de forma centralizada cada marca, canal, subsidiária e a cadeia de suprimento, permitindo uma administração global eficiente do omnichannel e do planejamento das operações.

“Como o novo distribuidor Retail Pro para o Brasil, a PA Latinoamericana fornecerá todas as soluções mais recentes desenvolvidas pela RPI. Vamos investir nossos esforços no desenvolvimento de alianças e localizações dos produtos para adaptar o Retail Pro Prism e outras novas ofertas de software para a legislação do varejo de cada estado brasileiro, apoiar clientes globais localmente e, obviamente, garantir a satisfação dos clientes atuais e futuros”, explica Allan Pires, CEO da PA Latinoamericana.

De acordo com o executivo, o objetivo é se concentrar no aumento de marketshare. “Até 2019, pretendemos conquistar mais de 100 novas empresas para as novas soluções Retail Pro, para ajudar os varejistas a melhorar os resultados de seus negócios e aumentar sua competitividade dentro do segmento”, diz Pires.

“Acreditamos que esta parceria com a PA Latinoamericana trará muitas oportunidades de crescimento para o mercado nacional de varejo. Substituir as tecnologias não integradas pelas soluções Retail Pro ajudará os varejistas a unificar os esforços de gerenciamento de varejo e melhorar a eficiência operacional, além de adotar uma abordagem mais moderna para a experiência em loja com PDV móvel”, disse Kerry Lemos, CEO da Retail Pro International. “Estamos ansiosos para investir no potencial desta parceria para capacitar os clientes atuais no uso contínuo das novas soluções, bem como expandir nossa penetração no mercado brasileiro”.

Hoje, a Retail Pro International possui um grande portfólio de clientes de varejo globais, incluindo Samsonite, Puma, Oakley, Adidas, Diesel e Under Armour. “Marcas como estas precisam de uma plataforma de gerenciamento de varejo global para unificar as análises de dados do negócio. Vamos apoiar as empresas globais na implementação bem sucedida do Retail Pro adequadamente adaptado à realidade do mercado brasileiro”, reforça Pires.

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Linx expande estratégia Digital com aquisição da ShopBack

A Linx, líder em software de gestão para o varejo, anuncia a aquisição da empresa ShopBack. A companhia tem a plataforma cloud líder para retenção, reengajamento, remarketing e recaptura de usuários, por meio de Big Data e inteligência para engajamento. Cerca de 85% do volume do e-commerce brasileiro trafega mensalmente pela solução da empresa. Com essa aquisição, a Linx se torna líder neste segmento.

Pela ShopBack, a Linx pagará R$ 39 milhões à vista e, adicionalmente, sujeito ao atingimento de específicas metas financeiras e operacionais entre os anos de 2017 e 2019, poderá pagar o valor adicional de até R$ 17.558 milhões.

“Essa mais recente aquisição está alinhada com os objetivos estratégicos da Linx de aquisições de tecnologias para o varejo, especialmente as que ajudem nossos clientes a melhorar a experiência de compra dos consumidores. Além disso, seguimos acelerando a migração para a nuvem e criando novas oportunidades em Big Data e inteligência para engajamento”, ressalta Alberto Menache, diretor-presidente da Linx.

A ShopBack foi fundada em 2015 como uma exclusiva multiplataforma cloud focada na retenção, reengajamento e recaptura dos 98% dos usuários que abandonam os sites dos clientes sem converter. Hoje conta com mais de 800 clientes entre eles, Webmotors, Nissan, Carrefour, Microsoft, Avianca, Hoteis.com, Bradesco, Arezzo, Schutz, Giuliana Flores, Telha Norte, Sephora, Honda, Renner, O Boticário, Motorola, C&C, Azul, Brastemp, Vivo, Oi.

Histórico das Aquisições Linx

O crescimento sustentável é objetivo da Linx. A estratégia de crescimento por aquisições da empresa teve início em 2008 e até hoje foram 23 processos nacionais e um processo internacional (Synthesis, em julho de 2017).

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Startup Sixdoo é selecionado pelo Grupo Nexxera para mentoria no Link Lab

O Sixdoo foi um dos selecionados do Link Lab, programa de inovação aberta da ACATE (Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia). Dentro da iniciativa, a startup jaraguaense, com foco no varejo, será mentorada pelo Grupo Nexxera, líder nacional em transações eletrônicas e tecnologia para o mercado financeiro.

Conforme o CEO da startup, Kelwin Eggert, a mentoria tem como objetivo acelerar ainda mais o desenvolvimento do negócio. Durante quatro meses, a equipe receberá auxílio do Grupo Nexxera em relação a conhecimento tecnológico e outras possibilidades de inovação na solução. “Assim, esperamos que o Sixdoo crie cada vez mais força, incorpore novas tecnologias e, consequentemente, traga mais resultado para os nossos clientes”, explica.

O Grupo Nexxera é patrocinador cofundador do Link Lab. Além da marca, o programa ainda conta com outras empresas patrocinadoras, como Ambev, Brognoli, ENGIE, Faculdade Cesusc, Flex, Marisol, Qualirede e Teltec Solutions. Sediada em Florianópolis, a ACATE reúne 11 polos tecnológicos em Santa Catarina, contando com mais de mil empresas associadas.

Para Edson Silva, presidente do Grupo Nexxera, a mentoria é um grande diferencial para os negócios. “Estamos entusiasmados por nos tornamos mentores do Sixdoo. O fomento de negócios inovadores vai ao encontro da filosofia do Grupo Nexxera, pois sabemos o quão enriquecedor este processo pode ser para as novas ideias. Através do Link Lab, tornamos este relacionamento possível.”

Recentemente, o Sixdoo também formalizou uma importante parceria com a Cliente Amigo. A empresa catarinense tem 12 anos de experiência e que atende grandes marcas como L’Oréal, Ambev, Berlanda e Nutty Bavarian.

O Sixdoo ajuda os estabelecimentos a venderem mais e melhor, recuperando clientes inativos, aumentando o fluxo dos estabelecimentos e estimulando a recompra de produtos ou serviços, através de uma plataforma de gestão de relacionamento e pós-venda. Nela, é possível fazer o disparo de mensagens de Whatsapp ou SMS corporativo, comunicando, assim, a chegada de um novo produto, uma oferta ou um simples lembrete estimulando o retorno ao estabelecimento.

O funcionamento é similar ao que ocorre com o remarketing, do Google, no e-commerce. Ou seja, a partir do registro dos clientes, o lojista consegue oferecer produtos de acordo com as preferências e interesses de cada consumidor. Marcas como Óticas Carol, SESI, Unimed, Restaura Jeans, Live e Colchões Ortobom já aderiram à ferramenta.

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Mastercard e Facebook promovem capacitação de empreendedores com caminhão itinerante

A Mastercard e o Facebook, com apoio da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) realizam, entre os dias 20 e 30 de setembro de 2017, uma ação como um caminhão itinerante, o Centro de Inovação Mastercard, para oferecer orientações aos comerciantes locais sobre ferramentas estratégicas que ajudam a profissionalizar e impulsionar os negócios das pequenas e médias empresas. As primeiras datas da agenda serão em São Paulo e o evento acontece na Vila Mariana, Vila Madalena e Itaim Bibi.

Durante os dez dias, os empreendedores terão à disposição conteúdo Mastercard orientado ao aumento da aceitação de pagamentos eletrônicos, importância da adoção de cartões empresariais para o controle de despesas; bem como a utilização do Facebook para elaboração e gerenciamento de anúncios, uso do Instagram e Facebook Messenger para interação com os respectivos públicos, além de como impulsionar as vendas físicas e online por meio da rede social e gerar conteúdo relevante para a empresa.

Hoje, os pequenos e médios empreendedores compõem nada menos que 27% do PIB brasileiro e 52% dos empregos com carteira assinada em todo o país, de acordo com o Sebrae. A parceria com o Facebook acontece porque a plataforma é a ponte para esses negócios se inserirem em uma economia mobile e buscarem prosperar. A plataforma é fácil de usar e ajuda pequenas empresas a se tornarem grandes e negócios locais a se tornarem globais. Só no Brasil, 83% das pessoas estão conectadas com pelo menos um pequeno ou médio negócio na plataforma. Em todo o mundo, mais de 96 milhões de pessoas estão conectadas com alguma PME do Brasil.

Ainda, de acordo com a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP), as Micro, Pequenas e Médias Empresas (MPMI) têm cumprido importante papel no mercado de trabalho, tendo gerado um saldo de 1844 vagas em julho de 2017.

Cada seção de treinamento dentro do caminhão terá duração de 1h30 e receberá uma turma de até 10 pessoas. A Mastercard e o Facebook têm capacidade de receber até cinco turmas por dia. Ao fim de cada seção, cada participante receberá um certificado. As seções são realizadas diariamente às 9:00, 11:00, 14:00, 16:00, 18:00. Para participar, basta inscrever-se no link https://www.eiseverywhere.com/ereg/newreg.php?eventid=281729

Agenda do Centro de Inovação Mastercard

20 a 22/09 – Vila Mariana: Av. Conselheiro Rodrigues Alves, 83 – próximo ao Metrô Ana Rosa;

23 a 27/09 – Vila Madalena:Rua Harmonia, altura do número 126;

28 a 30/09 – Itaim Bibi: Rua Joaquim Floriano, 254 – estacionamento do New Dog.

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Via Varejo inicia processo de modernização tecnológica das lojas físicas da Casas Bahia e do Pontofrio

A Casas Bahia e o Pontofrio, administradas pela Via Varejo, iniciaram um processo de modernização tecnológica de suas lojas físicas com o objetivo de oferecer melhor experiência e conveniência para os clientes, assim como acelerar a transformação digital das filiais com maior integração com o ambiente online. A primeira fase do projeto de conectividade consiste em disponibilizar Wi-Fi gratuito para visitantes, permitindo a navegação na internet com qualidade e velocidade. Além disso, será viabilizada a implementação de uma nova plataforma de vendas com foco em ganho de eficiência da operação e mapeamento de circulação dos clientes dentro das lojas.

Iniciado no segundo semestre deste ano, o processo é executado de forma totalmente online e está em fase piloto em três lojas de São Paulo/SP, com expectativa de ser integrado a um total de 250 unidades das duas marcas até o fim de 2017.

“Trata-se de um passo importante da companhia no que diz respeito ao modo como utilizaremos a tecnologia nas lojas para conhecermos ainda mais os nossos clientes e nos apresentarmos como uma empresa que investe no futuro”, afirma Julio Duram, diretor de TI da Via Varejo.

Conheça as funcionalidades

Wi-Fi: as lojas passam a contar com banda larga de grande escala e Wi-Fi gratuito para clientes alimentado por, no mínimo, três provedores diferentes para manter a internet ativa em caso de instabilidade no sinal de uma das operadoras. O sistema será programado para distribuir igualmente a conexão de cada rede entre os usuários para que nenhuma delas fique sobrecarregada.

Com a tecnologia implementada (SD-WAN), haverá gestão no tráfego para degustação de produtos, visualização de vídeos e imagens, acesso às redes sociais, entre outras ações. Dessa forma, as atividades operacionais das lojas realizadas via web serão preservadas em caso de congestionamento de conexão, já que a porcentagem de navegação para este fim será relativamente maior em relação a outras aplicações.

Mapa de calor: as antenas de Wi-Fi instaladas nas unidades irão se comunicar com um software de mapa de calor que consolidará informações sobre o comportamento de circulação e compra dos consumidores que estiverem com o Wi-Fi do smartphone ligado. Todos os dados serão armazenados em um serviço alocado em nuvem e permitirá à Via Varejo saber quantas pessoas entraram nas lojas em determinado dia e horário, por quanto tempo ficaram e por quais setores mais circularam.

Esse levantamento vai considerar aparelhos que estiverem dentro e na calçada das unidades e serão gerados por identificação da interface Wi-Fi do telefone, respeitando a privacidade das pessoas, conforme estabelece o Marco Civil da Internet.

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Orbitall oferece soluções de pagamento digital para o varejo

A Orbitall, empresa do Grupo Stefanini especializada em contact center e processamento de meios de pagamento, investe em soluções que ajudam as empresas a se adequarem à Transformação Digital. Batizada de E.M.A., sigla que vem da aproximação de três pilares importantes – Ecossistema Integrado, Multicanalidade e APIs (Application Programming Interface) – a estratégia permite a construção de soluções end-to-end totalmente digitais.

De acordo com uma pesquisa da FGV, consumidores com cartão de crédito emitido pelo varejo têm gasto mensal 55% maior que os demais. Ainda segundo a pesquisa, a frequência de visita aos estabelecimentos dos quais possuem o cartão aumenta em 33%. “A nossa estratégia E.M.A. permite, por exemplo, a construção de um cartão Private Label virtual para as redes varejistas, onde o cliente pode efetuar o pagamento por meio de um QR code. Dessa forma, as redes varejistas conseguem fornecer uma nova experiência nas transações financeiras, 100% digital, de fora interativa, mais rápida e intuitiva”, comenta Silvia Aragão, diretora comercial e de novos negócios da Orbitall. Confira abaixo mais detalhes da estratégia E.M.A.:

Ecossistema Integrado – A Orbitall conta com soluções que permitem a criação de ofertas end-to-end. Isso porque seu ecossistema inclui as demais empresas do Grupo Stefanini (como a Saque e Pague, Top System, Woopi, Stefanini Inspiring e Stefanini Document Solutions, por exemplo), órgãos governamentais, meio acadêmico, startups (por meio do programa Open Startups do Grupo Stefanini), além de parceria com outros grandes players de tecnologia.

Multicanalidade – De acordo com o relatório “Internet Trends 2017”, elaborado pela KPCB, os consumidores da geração Y preferem o atendimento via Web Chat ou Mídias Sociais. Já as gerações anteriores têm preferência pelo telefone. Dessa forma, multicanalidade é essencial para atender os mais diversos perfis de consumidores. A Orbitall oferece soluções completas e modulares, seja de forma assistida, física ou digital, por meio de chatboot, chat humanizado, whatsapp, assistente virtual, mídias sociais, e-mail, entre outras soluções.

API’s (Application Programming Interface) – As API’s funcionam por meio de diversos códigos e ligam as diversas funções por meio de uma camada de serviço, de forma que possam ser utilizadas em outras aplicações. A Orbitall está certificada para operar com a mais recente versão do Vision Plus, software para processamento de meios de pagamento, uma plataforma flexível para integração e maior interoperabilidade entre sistemas. O uso das API’s possibilita a conexão entre diversas soluções.

Silvia Aragão ressalta que a Orbitall oferece soluções que promovem a transformação digital dentro das empresas para que elas possam se desenvolver ainda mais. “Um exemplo é no atendimento ao cliente. Entendemos que o modelo tradicional está abaixo do esperado pelo consumidor. Por isso, oferecemos soluções que permitem agregar novas formas de estar em contato com o cliente, promovendo experiências que, além de agradar, geram redução de custos e diversos outros benefícios”, comenta.

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Varejo físico e online precisam andar de mãos dadas

Por Luis Pelizon

Os varejistas convencionais brasileiros já entenderam que não há escapatória: modernizar seu modelo de negócio e acompanhar a revolução tecnológica para atender seu cliente de uma maneira omnichannel é um pré-requisito para que a operação seja bem-sucedida.

Muito falado na teoria e pouco colocado em prática no Brasil, o conceito de omnichannel rege que o consumidor seja entendido de maneira igual ecomplementar em todos os canais. Diferente da multicanalidade, que é o simples fato de a empresa vender em vários canais, o omnichannel se caracteriza pela padronização da comunicação e sintonia entre todas as formas de atendimento: central telefônica, e-mail, site no desktop, site no mobile e loja física.

As varejistas que conseguiram estabelecer um atendimento igualmente satisfatório em todos os canais disponíveis já perceberam o quanto isso faz diferença no processo de fidelização do cliente. É essencial que as empresas armazenem e unifiquem seus dados de vendas e de atendimentos anteriores para mostrar ao consumidor que sua empresa sabe quem ele é.

Acredito que estes sejam alguns dos indicadores de como é essencial o varejo físico se apropriar das melhores práticas do varejo online e vice-versa. Nesta parceria de contribuição recíproca, o e-commerce acaba sendo o lado com maior potencial para agregar inovação. O controle holístico de dados favorecido pelo ambiente virtual propicia uma luz a um dos grandes desafios do varejo, que é justamente esta compreensão do comportamento de compra de cada cliente.

Basta notar o que acontece quando um varejista físico expande sua operação para o e-commerce. Em menos de um ano, a ausência de restrição geográfica faz com que a loja virtual se torne uma das dez lojas mais bem-sucedidas de toda a rede. Sempre haverá uma parcela da clientela do e-commerce resultante de uma migração de consumidores da loja física, mas o maior porcentual será sempre de novos clientes. Pense nesse fator somado ao baixo investimento inicial exigido por um endereço virtual e ao significativo reforço da sua marca gerado pela exposição online.

No entanto, concordo também que algumas características do varejo físico são incomparáveis. Nada substitui o relacionamento interpessoal entre cliente evendedor e o vínculo criado entre os dois durante a jornada de compra. Ou mesmo o hábito de atrelar a compra a um passeio prazeroso: sair de casa com a família para “dar uma volta” no shopping ou visitar uma nova loja no centro da cidade.

Este tipo de hábito está enraizado para boa parte do público e não há nada de errado com isso. A palavra de ordem para quem atua no varejo físico e também no online é complementaridade. Sua empresa precisa estar bem posicionada em todos os canais.

O e-commerce tem uma maior possibilidade de mensurar resultados através de big data. O chamado Business Intelligence pode (e deve) influenciar as estratégias de negócios das empresas. No entanto, no mundo físico, também já existem métodos disponíveis para monitorar o caminho que o cliente faz dentro da loja com capacidade até de identificar detalhes da experiência, como, por exemplo, se ele tirou determinada peça de roupa da arara e não comprou.

Embora existam casos de empresas que surgiram no meio online e expandiram para o offline, os altos custosenvolvendo sedes físicas (aluguel de um ponto comercial, reformas e manutenção da estrutura) fazem com que o e-commerce seja formado, predominantemente, por marcas que surgiram no mundo físico eexpandiram para o digital.

Neste caso, contar com a expertise de uma empresa especialista no setor é essencial.O ideal é procurar uma solução completa, que fornecerá a plataforma para rodar a loja virtual, irá personalizá-la de acordo com as necessidades da marca e torná-la escalável, além de oferecer segurança e suporte para que a operação seja bem-sucedida. As maiores empresas fornecedoras de tecnologia para e-commerces dispõem ainda deconsultoria para melhorar a performance de vendas, soluções em logística e meios de pagamento.

Luis Pelizon é Diretor Comercial da Rakuten Digital Commerce

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Informática fomenta vendas no varejo

O setor de informática protagonizou o crescimento das vendas do comércio em junho. O desempenho no trimestre foi positivo pela primeira vez desde o início de 2015 – ou meados de 2014 para três meses consecutivos de alta, segundo o IBGE. O crescimento nas vendas de informática e comunicação, segundo último levantamento do IBGE (de -11,2% no segundo trimestre de 2016 para 7,5% no segundo trimestre de 2017). Esse segmento teve expansão de 5,1% frente a junho de 2016, no terceiro resultado positivo seguido nesse tipo de comparação.

A influência da depreciação do dólar frente ao real, com reflexo nos preços de alguns componentes eletrônicos importados, em especial para microcomputadores e aparelhos eletrônicos, além da redução da variação de preços do principal produto (microcomputadores) contribuiu para este movimento, e de quebra reflete uma maior inclusão digital.

Para o presidente da Sociedade Brasileira de Computação (SBC), Lisandro Zambenedetti Granville, o desempenho positivo, mesmo diante de um cenário de crise, confirma que o brasileiro é um consumidor de tecnologias de ponta bastante ávido. “Produtos de informática são atualizados constantemente com novidades que chamam a atenção do consumidor, que tem interesse em possuir, sempre que possível, a última versão dos dispositivos de mercado” destaca.

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Varejo quadruplica investimento em mídia mobile no primeiro semestre de 2017

O comércio varejista parece ter encontrado na publicidade mobile nativa uma opção para potencializar vendas e aumentar suas perspectivas de crescimento. De acordo com a PSafe, o setor quadruplicou seu investimento em nesse tipo de anúncio nos últimos seis meses. A empresa de segurança digital é o terceiro maior inventário de mídia mobile Android do Brasil, segundo a comScore.

De olho no mercado mundial de apps, que movimenta mais de US$ 51 bilhões e deverá praticamente dobrar até 2020 – chegando a US$ 101 bilhões, segundo a consultoria eMarketer –, o setor tem direcionado seus esforços de publicidade para atingir os usuários de smartphones, dispositivo preferido de cerca de 70% dos brasileiros, segundo a Federação do Comércio do Estado do Rio de Janeiro e o Instituto Ipsos.

“A publicidade nativa mobile já é uma realidade e tem se mostrado a forma mais efetiva de atingir o consumidor durante a sua jornada em dispositivos móveis. Nos EUA, ela já representa mais da metade dos investimentos gastos pelos anunciantes para atingir seus públicos estratégicos. No Brasil, as empresas também já estão percebendo a importância de atuar nessa plataforma para potencializar seus resultados” diz Fernanda Ribeiro, diretora comercial da PSafe.

Além do varejo, a PSafe identificou que outros importantes segmentos que movimentam a economia do país têm aumentando seus investimentos em publicidade nativa. De acordo com a companhia, os setores de telecomunicações, automobilismo e bancário duplicaram seus valores em anúncios em aplicativos, aproveitando o fato de 88% do tempo dedicado ao uso de smartphones ser voltado para interação com apps, segundo a consultoria eMarketer LATAM.

A diretora comercial da PSafe ressalta que, para se destacar da concorrência, a companhia tem se apropriado de alguns diferenciais para entregar valor real aos clientes: “entre os nossos diferenciais, estão o inventário próprio, coisa que a maioria dos nossos concorrentes não possui. Além disso, entregamos uma mídia contextualizada para cada usuário, pois somos mais que um sistema de segurança. Em momento algum, interrompemos a navegação do nosso usuário, já que as publicidades são apresentadas apenas após a realização de alguma ação específica. Isso faz com que consigamos nos destacar como um ativo premium no mercado de mídia mobile”, completa a executiva

Setor / Faturamento com anúncios Jan vs Jun 2017

Varejo + 342,1%

Telecomunicações + 134,2%

Automóveis + 131,6%

Instituições financeiras + 101,6%

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CDL/BH e Sebrae selecionam 20 startups para desenvolverem trabalhos voltados aos setores de comércio e serviços

Depois de passarem por duas etapas de seleção, as 20 startups selecionadas por banca avaliadora na primeira fase do Programa “Varejo Inteligente” conhecem hoje o detalhamento de participação no Programa. A segunda edição do “Varejo Inteligente”, parceria da Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL/BH) com o Sebrae, recebeu a inscrição de 65 startups. O evento será nesta segunda-feira, 21 de agosto, às 19h, nas sede da CDL/BH (Av. João Pinheiro, 495, bairro Boa Viagem).

Depois de passarem por uma primeira avaliação após se inscreverem, foram selecionadas 30 startups das 65 inscritas. Da segunda avaliação, presencial, foram eliminadas dez. Agora as 20 startups selecionadas participam de sessões de diagnósticos, onde serão detalhadas as propostas de negócios de cada uma e o nível de maturidade em que se encontram, para que seja traçada a trilha de desenvolvimento nessa primeira fase de pré-aceleração. Gestão de vendas e estoques, gerenciamento de preços e de clientes, compras e vendas remotas, são alguns dos serviços oferecidos pelas startups selecionadas.

A partir de agora, as startups selecionadas desenvolverão seus trabalhos voltados aos setores de comércio e serviços. Ao final da primeira etapa, cinco startups serão selecionadas para serem incubadas diretamente pela CDL/BH. Além disso, cada uma das cinco startups será premiada com R$ 10 mil.

Projetos facilitados e difundidos

O presidente da CDL/BH, Bruno Falci, explica que o objetivo do Programa “Varejo Inteligente” é facilitar o encontro do trabalho das startups mineiras com soluções para suprir os desafios enfrentados pelos empresários, no dia a dia de seus negócios. “Dessa forma, esperamos que os empresários inovem, melhorem suas operações, reduzam custos e ampliem suas perspectivas de negócio”, afirma. “Para as startups, é a grande chance de alavancarem seus negócios e empreenderem. Elas receberão o apoio da CDL/BH e do Sebrae e terão seus projetos facilitados e difundidos”, completa.

Edição anterior do “Varejo Inteligente” selecionou 40 startups

A edição 2016 do Programa contou com 91 startups inscritas em seis áreas de atuação diferentes, sendo que 40 foram selecionadas. Das startups selecionadas, 19 entraram com propostas e ideias e 14 concluíram testando sua respectiva solução com potenciais clientes. Foram 560 horas de reuniões individuais, gerando 900 interações com empresários do varejo, o que foi proveitoso e produtivo.

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Ranking apresenta as principais inovações do varejo no mundo

A Affinion, líder global em soluções de retenção e engajamento de consumidores, divulgou recentemente o Digital Innovations Report. Essa é a quarta edição do estudo, realizado pela Retail Insider, portal de varejo de grande reconhecimento internacional, com colaboração da Affinion. A análise tem como objetivo destacar as inovações tecnológicas mais importantes para a indústria do varejo e apontar as tendências globais do setor.

O estudo foi liderado por Glynn Davis, fundador da Retail Insider, e Guy Chiswick, Managing Director da Webloyalty, empresa da Affinion Group, e, para alcançar o seu alto nível de credibilidade, contou com uma metodologia robusta e com um comitê de análise formado por experts da indústria de varejo, como Daniel Heaf – SVP de Comércio Digital da Burberry, Paul Wilkinson – Head de Pesquisas em Tecnologia da Tesco Labs e Miya Knights – Head Global de Tecnologia de Varejo da Planet Retail.

Entre os rankings apresentados no Digital Innovations Report está o Top 10 International Innovations, que aponta para as principais novidades globais do varejo, e para as tendências da indústria. Veja as dez iniciativas mais interessantes do ano:

1 – Macy’s Go! / Hointer
A loja de departamento dos Estados Unidos, Macy’s, trabalhou com a Hointer, loja de Seattle especializada em moda, para renovar os provadores de uma de suas lojas na Califórnia. O cliente pode buscar os produtos no aplicativo da Macy’s, em seu celular, ou em um tablet disponibilizado pela empresa, escolher o tamanho, e o item será enviado diretamente para o provador. O aplicativo ainda oferece dicas de assessórios que combinem com cada produto selecionado.

2 – Operator / UberRUSH
A Uber e o assistente de compras Operator trabalharam juntos para que os clientes comprem mercadorias por meio de chat com especialistas. Eles irão comprar o produto, em nome do consumidor, e será entregue em até uma hora, por UberRUSH. O serviço funciona, inicialmente, na Califórnia.

3 – Volumental / Nordstrom
A loja de departamentos dos Estados Unidos Nordstorm se tornou a primeira no varejo a utilizar a solução da Volumental para o tamanho dos pés. Utilizando o Retail Sensor Platform da Intel, a solução tira um scan volumétrico 3D de cada pé do cliente para capturar com exatidão o formato e indicar o calçado perfeito para cada consumidor.

4 – Kroger app
A rede de supermercados norte-americana Kroger teve uma série de upgrades significativos em seu aplicativo, buscando melhorar a experiência de seus clientes. O app salva automaticamente qualquer lista de compras feita pelo usuário, além de oferecer uma experiência melhor nas lojas, ao mostrar a localização exata de cada produto nos corredores e reorganizar a lista, a cada nova inclusão de itens, para que os clientes façam as compras da forma mais rápida e eficiente.

5 – ThirdLove / Bloomingdales
Para ajudar as mulheres que não encontram um sutiã ideal satisfatório, a ThirdLove desenvolveu um software que mede a forma de cada corpo, para encontrar o sutiã perfeito para ele, analisando duas selfies – uma frontal e uma lateral – tiradas com top ajustado ao corpo. A empresa fez uma parceria com a Bloomingdales, que permite às consumidoras provarem o modelo na loja.

6 – Relay Robot
Desenvolvido no Vale do Silício, pela Savioke, o Relay Robot vem sendo utilizado em redes de hotéis, como a Starwood Hotels & Resorts Aloft e a InterContinental Hotels, para serviço de quarto. Ele cria um mapa do hotel, por GPS, e utiliza seus sensores para evitar colisões e fazer entregas nos quartos. A próxima geração irá incluir reconhecimento de voz, para responder dúvidas dos hóspedes.

7 – Sonae / WiiGo
Testado nas lojas Sonae, em Portugal, o carrinho de compras da WiiGo usa sensores de movimento para seguir os consumidores pela loja. Inicialmente desenvolvido para clientes com mobilidade reduzida, o WiiGo pode ser útil para todos os consumidores que buscam melhorar sua experiência de compras.

8 – Ainz&Tulpe
A loja de Tóquio da Ainz&Tulpe, empresa japonesa de cosméticos, instalou telas interativas em suas vitrines para encorajar os turistas que não falam japonês a entrar na loja para consultoria de beleza. As vitrines digitais mostram mulheres com diferentes looks e, ao tocar no seu preferido, a cliente recebe um cupom para uma sessão de maquiagem. A iniciativa representou alta de 40% no número de turistas na loja e de 10% nas vendas, por dia.

9 – Kaufland / FindBox
A FindBox é uma solução para clientes que buscam trocar itens antigos por similares, utilizado nas lojas da Kaufland, na Alemanha. O cliente coloca o item na FindBox, que usa um sistema multicâmera para criar uma imagem 3D. Uma vez que o item é identificado pela FindBox, o consumidor é direcionado para o item similar na loja.

10 – NYX / Olapic
A marca de maquiagens norte-americana NYX utiliza selfies de mídias sociais, que os clientes enviam para a comunidade da empresa, para mostrar às consumidoras seus produtos em pessoas normais, não modelos. Essas fotos são incluídas em vídeos em telas maiores da loja, ou em telas pequenas, posicionadas perto dos produtos. Os clientes podem usar o código do produto, para ver como ele realmente fica nas pessoas. Todas as imagens são analisadas pelo algoritmo da Olapic, que identifica as mais adequadas para anúncio, antes de irem para as lojas.

O estudo completo pode está disponível no site da Retail Inside.

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Supermercado Real mostra que tecnologia não é só para grandes redes

O setor varejista é uma das referências no quesito inovação. Buscando sempre estar antenado com tecnologias que ajudem a melhorar sua excelência operacional aliada a satisfação do consumidor, o varejo brasileiro está cada vez mais alinhado com avanços globais, investindo em soluções que façam a diferença em um mercado tão competitivo. Apesar da maioria das tecnologias disruptivas do varejo estarem presentes em grandes redes multinacionais, a democratização dessas soluções começa a impactar as redes nacionais, possibilitando investimento em ferramentas que ajudam o varejista brasileiro a modernizar sua operação.

Caso prático desse fenômeno, a rede Supermercados Real, situada em Niterói-RJ, adotou etiquetas eletrônicas da Seal Sistemas e começa a colher os resultados dessa transformação. Segundo Gabrielle Valladares, Diretora do Supermercado Real, “em um primeiro momento, trocamos nossas etiquetas de papel pelas etiquetas eletrônicas da Seal Sistemas por uma questão mais visual, acreditando que um supermercado tem que estar sempre limpo e com boa aparência”. De acordo com Gabrielle, o projeto começou na loja de Icaraí, substituindo todas as etiquetas de papel pelas eletrônicas. Com o fim da fase de transição, os resultados foram claros, “os clientes ficaram impressionados ao se deparar com esse tipo de tecnologia em uma loja local. Muitos achavam que esse tipo de tecnologia nunca chegaria ao Brasil, o que gerou satisfação imediata do consumidor e um resultado positivo para nossa loja”, confirma Gabrielle.

Além da parte visual e da melhora da experiência de compra do consumidor, o Supermercado Real notou a diferença real em sua operação diária. Segundo o Real, o processo de precificação que envolvia quatro profissionais, entre elaboração de preços, impressão de etiquetas e conferência das mesmas, hoje é feito por uma única pessoa, já que as etiquetas eletrônicas recebem as informações diretamente do Centro de Processamentos de Dados, não envolvendo mais colaboradores de suas filiais. Para Gabrielle, “esse processo gera uma operação muito mais estratégica, já que nossos supervisores e gerentes não se preocupam mais com o processo de precificação, podendo focar suas atividades no core do nosso negócio”. Outro ponto importante é a assertividade na precificação, o que levou o índice de troca e devolução de produtos por erro de preço praticamente a 0, mudando a relação entre supermercado e consumidor.

Devido ao sucesso das etiquetas eletrônicas na unidade de Icaraí, a Rede de Supermercados Real já investiu nessa tecnologia para suas duas novas lojas. Para Gabrielle, “as duas novas lojas do Real irão operar somente com etiquetas eletrônicas, garantindo um visual moderno e maior precisão na operação”. De acordo com a diretora, “devido a melhora nos processos hoje as etiquetas são um consenso dentro do Real, valendo uma comemoração dos colaboradores quando anunciamos que as novas lojas também iriam contar com essa tecnologia”.

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