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Programa de qualidade de dados e de impressão do código de barras evita perdas no varejo

Abras lança iniciativa nacional, com apoio da Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil, para disseminar adoção de padrões de identificação nos supermercados

Uma cena comum nos supermercados é ainda ver os operadores de caixa digitando a numeração do código de barras porque a falta de qualidade de impressão impede a captação pelo leitor óptico. Quando isso acontece, há uma perda média de 26% da produtividade nos checkouts, aponta estimativa da Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil. Já os erros cadastrais entre varejo e indústria podem causar prejuízos de R$ 1 bilhão por ano, segundo a GS1 UK e Cranfield School of Management.

Para evitar que dados imprecisos ou incorretos comprometam a operação das lojas e, consequentemente, a lucratividade dos negócios, a Associação Brasileira de Supermercados (Abras), com apoio da Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil, inicia um programa para apoiar o varejo brasileiro a vencer os desafios de um cadastro consistente com dados qualificados e produtos com código de barras que garantam agilidade de leitura. O projeto foi lançado durante a abertura da Exposuper ACATS, em Santa Catarina, no dia 18 de junho, com a assinatura oficial do termo de cooperação.

Na prática, trabalhar com dados equivocados tem alto impacto nos custos em diversas áreas, como erros de pedido de compras, problemas de gerenciamento de categorias, falta de produtos nas gôndolas, duplicidade de mercadorias no sistema e imprecisão no estoque. Por isso, a Abras entende que a qualidade dos dados cadastrais precisa ser trabalhada como pauta prioritária nos supermercados e busca o apoio técnico da GS1 Brasil para a disseminação dos padrões globais de identificação na captura de dados e compartilhamento de informações.

No caso das regras que impactam na qualidade do código, um dos principais itens que merece atenção especial são as cores. Barras pretas com o fundo branco são as mais indicadas, pois propiciam o contraste ideal para a leitura. O tamanho também deve ser levado em consideração; ele pode variar conforme o espaço disponível na embalagem. Porém, devem-se observar as regras de magnitude do código: reduzir o comprimento das barras em relação à sua largura, por exemplo, pode prejudicar a leitura, assim como a ausência das margens de silêncio (espaço no início e no final do código, onde o leitor “entende” que ele começa e termina).
Além disso, para garantir a eficiência do código de barras e permitir que ele seja capturado na primeira tentativa em qualquer equipamento, a GS1 conta com um processo de avaliação feito em máquinas de alta tecnologia que seguem as normas ISO. O processo de certificação garante a leitura e elimina a digitação manual, entre outros erros.

Medidas como essa são fundamentais e trazem benefícios para todos os elos envolvidos. Com a garantia de leitura, termina também a digitação e outros erros relacionados a problemas de leitura do código de barras como, por exemplo, a ruptura no estoque. Isso significa maior agilidade no checkout e maior eficácia em todo processo da cadeia logística, resultando na redução de filas, erros e atrasos.

O padrão GS1 é adotado mundialmente por mais de 1,5 milhão de empresas, dos mais variados ramos de atividades como instrumento fundamental na identificação de itens comerciais; captura de dados e comunicação eletrônica entre empresas. O uso de uma linguagem padrão global entre os parceiros de negócios é um dos fatores críticos do sucesso na obtenção de resultados.

Cinco princípios da Qualidade de Dados de produtos:

1. Cadastro completo, com todos os atributos do produto preenchidos

2. Dados padronizados conforme boas práticas do mercado

3. A mesma informação circulando em todos os sistemas de consulta

4. Exatidão e precisão dos dados informados

5. Atualização constante das informações cadastradas

Pontos de atenção para qualidade de impressão do código de barras:

• Cores: a melhor combinação de cores é a de barras pretas com fundo branco, propiciando contraste;

• Truncamento: não reduza a altura das barras, pois isto impacta diretamente na eficiência da leitura;

• Margens de silêncio: são os espaços em branco antes da primeira e depois da última barra; respeite-as, pois são fundamentais na leitura;

• Localização: a recomendação é que o código esteja no quadrante inferior direito do verso. Não se deve imprimi-lo em dobras, cortes e uniões da embalagem;

• Posicionamento: em embalagens cilíndricas recomenda-se colocar o código na posição vertical (barras paralelas à base do produto).

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Mackenzie e Associação Comercial de SP farão raio-x inédito de cada polo varejista da capital paulista

A Universidade Presbiteriana Mackenzie (UPM) e a Associação Comercial de São Paulo (ACSP) firmaram parceria para traçar um raio-x inédito de cada polo econômico de rua da capital paulista (comércio e serviços) para que funcionem melhor tanto para o comerciante quanto para o consumidor.

Serão levantadas as necessidades urbanísticas e econômicas de cada polo, como: acesso a transporte, calçada, estacionamento de carro e bicicleta, arborização, acessibilidade, mobiliário adequado (bancos, lixeiras). Do ponto de vista econômico, o estudo levantará número de lojas, ramos, faturamento, perfil do consumidor e do polo (se é uma rua ou um núcleo, por exemplo).

Desta forma, o mapeamento ajudará a nortear políticas públicas de criação de emprego e renda, a elaborar e implantar leis adequadas e criar um novo desenho urbano. A ideia é melhorar a qualidade dos espaços públicos e facilitar o acesso dos cidadãos aos pontos comerciais. Já o empresário que pretende abrir ou expandir um negócio terá informação para escolher o melhor ponto comercial e o público que quer atingir.

Mackenzie e ACSP irão trocar informações, dados, reflexões, mapeamentos georreferenciados e insumos que contribuam para a intervenção urbana em áreas de polos comerciais. A primeira etapa do mapeamento irá detalhar características de três deles, do ponto de vista econômico e urbanístico.

A assinatura do termo de cooperação que oficializa a parceria foi realizada na última quarta-feira (20/6) por Benedito Guimarães Aguiar Neto, reitor da Universidade Mackenzie e Alencar Burti, presidente da ACSP. Segundo o reitor da UPM, o projeto “é um reconhecimento do fruto de um trabalho realizado há muito tempo e reflexo do compromisso com a educação que vem desde as nossas origens e ao longo desses anos”. Burti ressalta que a união com o Mackenzie, que tem mais de um século de experiência, “vai ajudar a melhorar problemas estruturais do município e dar uma imensa contribuição para a sociedade. O projeto abre um precedente para parcerias futuras”.

José Inácio Ramos, presidente do Instituto Presbiteriano Mackenzie, frisou que a experiência das duas entidades é garantia de sucesso da parceria. “A história do Mackenzie se confunde com a história de São Paulo. Estamos aqui desde 1870 e desde 1902 em Higienópolis, sempre em busca do que acreditamos. Temos certeza de que essa será mais uma parceria de uma série de bons projetos com essa classe tão elogiada que é a Associação Comercial de São Paulo. Vamos identificar os pequenos varejistas, que fazem a história dessa grande São Paulo”.

O superintendente institucional da ACSP, Marcel Solimeo, ressaltou a importância da aproximação entre as áreas empresarial e acadêmica na busca de informações e soluções para o desenvolvimento do varejo e da economia. “O Mackenzie tem longa tradição no campo dos estudos e do urbanismo e a ACSP tem uma história de mais de 100 anos de apoio ao empreendedorismo e ao comércio. Vamos unir os dados acadêmicos do Mackenzie com a prática dos empresários da ACSP”.

Para Antonio Carlos Pela, vice-presidente da ACSP e coordenador do Conselho de Política Urbana da Associação, a finalidade é reconhecer os polos varejistas trazendo oportunidade, experiência e instrumentos frente aos desafios urbanos. “Buscamos estar sempre atualizados para informar os associados e dar oportunidade de conhecerem melhor a cidade para desenvolver suas atividades da melhor forma possível”.

Valter Caldana, coordenador do Laboratório de Projetos e Políticas Públicas da Faculdade Presbiteriana Mackenzie e membro do CPU, disse que o projeto vai “investigar os polos para que funcionem melhor, sejam acessíveis e eficientes, para que se gaste menos, do ponto de vista do comerciante, e para que tenha facilidade de acesso para o consumidor aos polos, que são descentralizados e capilares. É uma forma de cuidar do pequeno comerciante e ao mesmo tempo qualificar a logística”.

O presidente do Fundo Mackenzie de Pesquisa, Milton Flávio Moura, disse que a parceria enaltece a qualidade da informação e a força que a ACSP tem. “É uma história muito bonita e que teve início com o seu banco de dados. E o Mackenzie também tem tradição e é reconhecido pela qualidade dos seus trabalhos e inovações. Uma delas é o Mack Pesquisa, que está olhando com carinho para esse projeto com a ACSP, para desenvolvermos um trabalho junto ao mercado varejista de SP”.

A parceria nasce de um projeto de fomento à pesquisa denominado “Conhecendo os polos varejistas das ruas de São Paulo. Oportunidade, experiência e instrumento frente aos desafios urbanos da cidade contemporânea”, alocado na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) do Mackenzie.

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Cielo lança hub de conteúdo para disseminar uso de terminal inteligente no varejo

Para posicionar no mercado a Cielo LIO, primeiro terminal inteligente do país, e apresentar todo o potencial transformador para o varejo que a solução oferece, a Cielo acaba de lançar um portal de conteúdo para impulsionar a adoção da solução pelo mercado, que inaugura uma nova categoria para o segmento – além de fazer as funções tradicionais de pagamento, o terminal agrega novas funcionalidades capazes de ajudar o lojista a gerenciar todo o seu negócio de maneira simples e digital.

Isso é possível graças à plataforma operacional que roda no equipamento, que funciona exatamente como um smartphone baseado em Android, o que permite que a Cielo LIO receba aplicativos ou se conecte a sistemas que a transformam, por exemplo, em frente de caixa, estoque digital ou um gerenciador de pedidos, tudo isso integrado à etapa do pagamento.

No hotsite lio.cielo.com.br, projeto desenvolvido em parceria com a New Content, os usuários encontram mais de 40 conteúdos em vídeo, tutoriais e infográficos com o objetivo de apresentar o produto e mostrar experiências reais de clientes que se integraram à solução – todos os conteúdos foram inspirados em situações reais vividas diariamente pelos varejistas. Com a estratégia, a Cielo quer consolidar a nova categoria criada com o lançamento da Cielo LIO e disseminar a cultura de uso da novidade.

“Sentimos necessidade de fazer esse hub porque a Cielo LIO é diferente de tudo aquilo a que o mercado está acostumado. O varejista conhece as máquinas tradicionais de pagamento e a Cielo LIO muda essa dinâmica. Começa pelo pagamento, mas avança por um território completamente novo que é ajudar o cliente a gerenciar seu negócio”, explica a diretora de marketing da Cielo, Duda Bastos. “A Cielo LIO democratiza a gestão digital para o pequeno e médio varejo”, conclui.

O hotsite tem um caráter didático na estratégia de comunicação da empresa. Enquanto a campanha publicitária da Cielo LIO, em TV aberta e fechada e digital, desperta a curiosidade sobre o produto, o hub de conteúdo aprofunda o conhecimento, orienta o cliente na escolha da melhor Cielo LIO para sua necessidade e mostra a aplicação prática da solução, com um antes e depois para enfatizar a revolução que o terminal pode fazer na vida do lojista.

São cinco pilares de benefícios trabalhados nos conteúdos: a Cielo LIO ajuda o varejista a vender mais, a ganhar tempo, a otimizar o espaço da loja, a agilizar seu atendimento e a descomplicar a gestão do negócio. Entre as várias opções de aplicativos disponíveis na Cielo Store, o terminal inteligente já vem com um aplicativo gratuito sem qualquer custo adicional para o cliente, o Negócio PRO. O varejista também tem a opção de integrar seu próprio sistema à Cielo LIO.

“Construímos o hub com trilhas específicas para receber diferentes perfis de varejistas, com diferentes necessidades para seus negócios. A partir dessa lógica, criamos as narrativas de conteúdo e apresentação do produto, sempre tendo em vista o olhar do empreendedor para todas as novas possibilidades que a Cielo LIO oferece”, explica Roberto Feres, CCO da New Content.

Dentro da plataforma de comunicação criada pela Cielo, o hub busca dar continuidade à conversa iniciada pela campanha publicitária, que começou no ambiente digital em 11 de junho e estreia no domingo (17) na TV. A campanha conta com um filme principal (‘hero’), que tem como conceito “Sua revolução começa agora, e traz ainda outros quatro filmes comparativos, inspirados em casos reais de clientes. Todos os filmes estão disponíveis no hotsite da Cielo LIO.

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Vendas no comércio registram baixo crescimento em maio, indica Mastercard

O mercado varejista brasileiro manteve crescimento modesto no mês de maio. Segundo o SpendingPulse, Indicador de Varejo da Mastercard, excluindo as vendas de automóveis e materiais de construção, o volume de vendas totais do mês apresentou expansão de 0,8%, se comparado ao mesmo período de 2017. A média dos últimos três meses foi positiva, totalizando 1,3% de aumento – quando comparado ao mesmo período do ano anterior.

De acordo com a análise de César Fukushima, Economista-Chefe da Mastercard Advisors no Brasil, o crescimento das vendas no comércio mesmo com a greve dos caminhoneiros representa algo extremamente positivo. “O varejo mostrou resiliência e cresceu apesar da greve. Contudo, as vendas foram fortemente impactadas pela paralização, e, na semana entre os dias 23 e 29 de maio, registramos um impacto de -3% com relação ao mesmo período do ano passado”, revela.

O setor de supermercados foi um dos principais responsáveis pela média positiva, com crescimento de 6,9% com relação ao mesmo período do ano passado. Dentre os demais setores que performaram acima do indicador de vendas temos: móveis e eletrodomésticos, artigos farmacêuticos, material de construção e artigos de uso pessoal e doméstico. Apenas os setores de combustíveis e vestuário apresentaram performance abaixo do indicador.

Já as vendas do e-commerce registraram aumento de 26% em maio, na comparação ano a ano. Apesar do bom resultado, o canal também foi afetado pela paralização. Durante a semana da greve, houve uma redução de -19,2%. “Muitos consumidores deixaram de fazer compras online por causa da demora nas entregas”, finaliza Fukushima.

Para os próximos meses, a perspectiva é de crescimento modesto, uma vez que o resultado das vendas no varejo continua sendo diretamente impactado pela alta taxa de desemprego no país e pela instabilidade do ambiente econômico atual.

Desempenho nas regiões brasileiras: As regiões Norte (1%), Sul (1,4%) e Sudeste (1%) tiveram desempenho acima da média, enquanto Nordeste (0,8%) e CentroOeste (-2,9%) ficaram abaixo do registrado pelo varejo, em comparação com o mesmo período do ano anterior.

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TI especializada para o varejo de vizinhança: caminho para o crescimento

Por Leonardo Barros

Mesmo diante de inúmeras invasões cibernéticas registradas no último ano, as quais afetaram mais de 1,1 mil computadores no Brasil somente durante o mega ataque ocorrido em maio de 2017, o quesito segurança ainda é um fator de segunda ordem. E este cenário não é diferente no setor de varejo supermercadista, que deve se atentar ao tema.

Mola propulsora da economia varejista, o foco do setor de supermercados é se preocupar, e com toda razão, com as vendas, que representam a performance do negócio. Tudo é ágil neste segmento: a logística da mercadoria, o buraco na gôndola, a compra do produto, o giro do estoque, a promoção do mês, dia e hora. É um volume de informações massivamente surpreendente que passa pelos sistemas destes estabelecimentos.

Ressaltando o que foi citado acima, supermercado em sua essência é feito para comprar, vender e propiciar melhores experiências aos seus usuários. Já a gestão da vulnerabilidade da segurança é com a TI. A regra é clara.

Em redes maiores, com infraestruturas mais robustas, há uma equipe dedicada para cuidar do banco de dados, da segurança dessa ou daquela tecnologia que roda em nuvem. Mas sabemos que em mercados menores, os famosos mercadinhos de vizinhança, a situação é outra.

Outrora pequenos armazéns de secos e molhados, esses mercadinhos de bairros foram crescendo com o passar do tempo e ganhando cada vez mais adeptos. Sendo assim, é hora destas lojas começarem a dividir as incumbências. Enquanto elas olham para dentro de casa e focam em atividades mais estratégicas, pensando em táticas e ações para fidelizar os seus clientes, por exemplo, na outra ponta deve entrar o fornecedor terceirizado de TI, modalidade que tem total aderência com a linha de negócios destes estabelecimentos, além de combinar produtividade, crescimento saudável e melhores práticas de segurança cibernética.

Com a terceirização da TI, a primeira medida a ser tomada é o armazenamento na nuvem, que permite a estes estabelecimentos o acesso aos seus arquivos remotamente em caso de pane no servidor principal. Ademais, com uma infraestrutura de TI atualizada, é possível vislumbrar aumento de produtividade, pois um ambiente bem dimensionado e bem assistido contribui para que a empresa nunca pare.

Sem contar a redução de custos, uma vez que minimiza a necessidade constante de mão de obra especializada para suportar a operação. Soma-se tudo isso à segurança dos dados, assunto que nos trouxe aqui e que deve chamar a atenção do setor no quesito de considerar as informações um patrimônio mais importante de uma empresa, por isso ressalto que os dados devem estar seguros.

Dado isso, fique certo de que deixando a sua TI a cargo de especialistas dedicados, as chances de um ciberataque, podendo ocasionar paradas bruscas em toda a operação do estabelecimento, serão mínimas e as possibilidades do seu negócio ter um bom andamento e gerar uma imagem totalmente positiva ao seu cliente, serão maiores. É uma conta em que todos saem ganhando.

Leonardo Barros é diretor executivo da Reposit, provedora de soluções completas em gerenciamento de dados, especializada no atacado distribuidor e varejo.

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Diebold Nixdorf traz inovação para jornada de compra conectada

A experiência de compra e atendimento personalizado nunca foram tão falados no varejo brasileiro. Imagine que você está em um Self-Checkout supermercado e recebe uma notificação em seu celular de que a loja oferece diversas ofertas e uma delas é de molhos de tomate. Não seria estranho, já que você está na sessão de macarrão. Mas, como a loja sabe que você está naquele local exato? As soluções de software da DN utilizam dispositivos de geolocalização, que mostram como é possível localizar o cliente dentro de determinada sessão e direcionar ofertas intuitivas e personalizadas. “Sabemos que dentro da jornada de compra o protagonista é o consumidor. Por isso, desenhamos produtos que ofereçam opções customizadas para cada perfil de consumo”, explica Miriane Paulino, líder de negócios de Varejo da DN no Brasil.

Seguindo a linha de soluções que promovem a experiência do cliente nas lojas, o Self-Checkout que já está disponível no mercado brasileiro e permite que o próprio consumidor pese os produtos, escaneie cada um dos códigos de barras e efetue o pagamento via cartão de crédito ou débito.

Albert AEVI 2

Já o dispositivo Albert AEVI possibilita que pagamentos sejam feitos em qualquer lugar do supermercado. A solução inédita no Brasil é um smartPOS móvel que se destaca por ter um marketplace único e definido a partir da linha do negócio do varejista. Com ele, é possível baixar apps e oferecer novas opções a um ponto de venda que vão além do pagamento de compras ou fechamento de comanda. Com ele é possível pedir táxi, adquirir ingressos, dentre outras conveniências para o cliente.

A plataforma de software DN Mobile faz parte do app de relacionamento que conecta a loja física à digital. Por meio de biometria facial, escaneamento no totem ou gôndola, os clientes podem efetuar pagamento em moeda digital ou checkout mobile. Para blindar todo o sistema das lojas, o DN Analytics Cloud é a solução de segurança e combate às fraudes para transações digitais. Ela é integrada ao DN Mobile e mapeia o perfil comportamental dos clientes com intuito de eliminar fraudes em transações eletrônicas e programas de fidelidade.

De acordo com Miriane, o mercado brasileiro oferece diversas oportunidades para implantação de tecnologias disruptivas que podem gerar valor para as experiências do novo perfil de consumo. “Vemos que o setor está se remodelando para conectar os mundos físico e digital. Por isso, nosso foco é na jornada de compras guiada por conexões e experiências do cliente. Com isso, podemos colaborar com o desenvolvimento do comércio conectado no país”, comenta a executiva.

Essas soluções estão expostas na Convenção da ABRAS 2018, que acontece de 19 a 21 de março, no Riocentro, no Rio de Janeiro.

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Fórum LIDE do Varejo: tecnologia influencia mudanças no mercado

O primeiro dos três painéis do 6º Fórum LIDE do Varejo, realizado entre 16 e 18 de março no Hotel Sofitel Jequitimar, em Guarujá (SP), destacou a crescente influência da tecnologia tanto no desenvolvimento de processos e gestão de negócios como no atendimento a um consumidor cada vez mais atuante nas mídias sociais e no uso de tecnologia para realizar suas compras. O evento, promovido pelo LIDE – Grupo de Líderes Empresariais, com curadoria do LIDE COMÉRCIO, reuniu cerca de 350 empresários e líderes do setor varejista para três dias de palestras e networking e abordou como tema central “A expansão e democratização do consumo”. O encontro foi aberto pelo prefeito do Guarujá, Valter Suman e por Luiz Fernando Furlan, chairman do LIDE.

Marcos Gouvêa de Souza, fundador e diretor-geral da GS& e presidente do LIDE COMÉRCIO, abriu o painel, destacando a retomada do crescimento do mercado. “Estamos saindo de dois anos difíceis, em que tivemos uma redução de 7,1,% do PIB e queda nas vendas de 10,2%. O que temos hoje é muito melhor do que o passado recente, mas aquém do precisamos buscar no longo prazo”.

Este cenário de retomada de crescimento tem ainda o desafio de atrair consumidores cada vez mais conectados digitalmente. Segundo Frederico Trajano, CEO do Magazine Luiza, com 56% dos brasileiros conectados por celular, o importante é não ter medo de inovar. A tecnologia digital tem permitido que os funcionários das lojas físicas da rede acessem vários aplicativos para realizar vendas, acompanhar estoques, e verificar o atendimento das demandas do consumidor. Nas redes sociais, ele destacou a criação de fanpages das lojas, administradas por eles e que intensificam o relacionamento com os consumidores regionais. Por outro lado, ele ressaltou o potencial do e-commerce, motivado pelo crescimento de meios de pagamento.

A integração entre ambientes físico e digital foi apontada também por Mario Laffitte, vice-presidente da Samsung. Segundo ele, o próximo passo é melhorar a experiência do cliente, transformando as lojas físicas em centros de serviços ao consumidor”.

Ao lado de Luiz Fernando Furlan, chairman do LIDE, estiveram presentes no primeiro painel do 6º Fórum LIDE do Varejo: Frederico Trajano, CEO do Magazine Luiza; Junior Durski, sócio-fundador do Madero; Mario Laffitte, vice-presidente da Samsung; Marcilio Pousada, presidente da Raia Drogasil; Miguel Abuhab, CEO da Neogrid; Vander Giordano, vice-presidente da Multiplan; e Urubatan Helou, diretor-presidente da Braspress.

O 6º Fórum LIDE do Varejo conta com participação especial da BRAGA, NASCIMENTO & ZILIO, LINX, NEOGRID e SYNAPCOM. São colaboradores: 3 CORAÇÕES, ACCENTURE, ARIZONA, ARYZTA, ATHIE WOHNRATH, AUDI, BRASPRESS, GOCIL, MAGAZINE LUIZA, MARTINS, MULTIPLAN, POLISHOP, PROSEGUR, RIACHUELO, UOL e WAZE. Entre os fornecedores oficiais estão ONE MORE DRINK, 3 CORAÇÕES, 3 SEG, ANTILHAS, APIS HEALTH TECH, CACAU SHOW, CARUSO LOUNGE, COCA-COLA FEMSA, ECCAPLAN, ECOSIMPLES, F&Q BRASIL, FORMAG’S, FREDISSIMO, GRUPO CDI, JOHNNIE WALKER – DIAGEO, PROGRAMASOM, ROBERTO RISCALA PAISAGISMO, RODOBENS COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL, SUNGLASS HUT e UPS. O evento também conta com o apoio institucional do GRUPO GS&. Como mídia partners estão a rádio JOVEM PAN, o jornal O ESTADO DE S.PAULO, PROPAGANDA & MARKETING, PR NEWSWIRE, ATMO, LIDE PLAY e REVISTA LIDE

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Como usar etiquetas eletrônicas em uma estratégia Omnichannel?

Por Denise Lefol de Paiva, Gerente de Marketing da Seal Sistemas

Com a expansão dos canais de relacionamento, o imediatismo tornou-se regra e não mais diferencial no processo de decisão de compras dos clientes, que preferem a interação virtual para consultas de promoções e, principalmente, aquisição de produtos. Uma amostra dessa mudança de comportamento está no crescimento do comercio eletrônico no Brasil. Em mais um ano difícil para economia nacional, o e-commerce se destacou na comparação com o varejo físico e registrou um crescimento de 12% em relação a 2016, com faturamento de R$ 59,9 bilhões, segundo dados da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABCOMM). E o número de consumidores que fizeram compra on-line também cresceu. De acordo com a Ebit, consultoria especializada em comércio virtual, temos hoje cerca de 25 milhões de compradores virtuais.

Mas o diálogo entre consumidor e empresa precisa da resposta para uma questão primordial: como integrar off-line e on-line? Com o incremento das redes sociais como componente importante dessa comunicação e a facilidade de comprar pela internet, surgiu a necessidade de convergir todas essas ferramentas em um único canal. É nesse momento que entra o conceito de Omnichannel.

Mais do que uma junção de estratégias para conquistar novos clientes, Omnichannel é uma mudança de processos e comportamento no modelo de consumo. O consumidor passou a comprar em qualquer meio. Pode iniciar a compra na internet e retirar na loja, fazer a compra pelo e-commerce e receber em casa; consultar pelo telefone e finalizar pela internet. Estamos experimentando uma mudança geral de processos.

No mundo, há bons exemplos de projetos Omnichannel, como Amazon e Wal-Mart, para serem observados. E no Brasil? O conceito ainda está caminhando por aqui, mas já conseguimos sentir uma movimentação de empresas com intuito de criar estratégias de negócios baseadas em integração completa de formas de atender o cliente. E uma das soluções mais procuradas para viabilizar esses projetos são as etiquetas eletrônicas, que entre outros benefícios, também permitem atender a necessidade de ter preços sincronizados.

Baseadas no conceito de canal único de compras, as ações promocionais precisam, necessariamente, acompanhar a dinâmica de preços. Imagine o consumidor que visualizou um produto na loja física e ao acessar o e-commerce da loja 3 minutos depois, percebe que entrou uma promoção on-line do mesmo item. O preço da prateleira ainda está mais caro, afinal, nenhum colaborador teve tempo de atualizar o preço na etiqueta de papel e o consumidor não leva o produto na hora e o varejista perde uma venda momentânea. No mundo ideal do conceito Omnichannel, as promoções podem entrar simultaneamente em todos os meios, seja físico ou on-line.

Para incorporar velocidade no processo de princing da loja física, as etiquetas eletrônicas permitem, com um único clique, trocar os preços das gôndolas no mesmo timing do on-line, possibilitando a programação de promoções mais assertivas.

As etiquetas eletrônicas também garantem ganhos operacionais para a empresa. Na média, uma grande rede varejista desperdiça cerca de R$ 20 mil com descontos por causa da divergência de preços entre prateleira e caixa. Com a precificação automática, esse custo é eliminado. Além da economia com o fim da divergência de preços, os colaboradores que eram responsáveis pela troca das etiquetas de papel são realocados para outras atividades de maior relevância da operação, como abastecimento de loja. Para o consumidor, trata-se de facilidades de compra e acesso, já para o varejista, as vantagens são redução de perdas e aumento de vendas.

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Como o uso dos tablets pode agilizar e personalizar o atendimento no varejo

Por Arnaldo Mello

Tecnologia, inovação, globalização… Esses termos têm tudo a ver com a realidade que o mundo vive hoje e como tudo isso está inserido no contexto do varejo moderno. O tema, inclusive, foi abordado em uma palestra presidida pelo VP da “ArmorActive”, Travis Hooper, durante a NRF.

Em sua apresentação, Hooper falou, entre outros assuntos, sobre como a mobilidade dos tablets está transformando a forma de fazer negócios. De acordo com ele, a modernização do varejo físico é inevitável e imprescindível para não perder espaço perante o comércio digital.

Nos últimos tempos, as pessoas têm optado por um atendimento rápido e personalizado e é justamente nesta oportunidade que o tablet se encaixa, uma vez que contribui para a agilizar o atendimento aos consumidores.

Com ele em mãos, o atendente tem acesso a todo o estoque da loja sem sair de perto do cliente. Ao usá-lo, o atendimento não só ganha velocidade, como também aumenta, consideravelmente, a busca por produtos capazes de agradar o cliente.

A experiência do consumidor (em inglês, customer experience) é o epicentro de todas as marcas e indústrias, seja qual for a parte do mundo. Devido a sua importância, a capacitação digital vem ganhando força e espaço nas discussões estratégicas de grandes empresas.

Ainda segundo Travis Hooper, há seis fatores que conduzem as agendas de reuniões estratégicas. São elas: a discussão digital deve sempre estar presente na pauta dos encontros; as marcas precisam de um relacionamento íntimo com os clientes; o oferecimento de uma experiência diferenciada; a possibilidade de financiamento governamental; a presença de eficiência operacional, bem como a redução de custos; e a permanência no mercado de forma relevante e inovadora.

Não é de hoje que a inclusão de um gadget como o tablet no dia a dia do varejo transforma a maneira como as vendas são efetuadas, otimiza o tempo e faz com que o atendimento fique ainda mais personalizado. Além disso, ele permite que o vendedor tenha acesso imediato a outras informações sobre o cliente como também facilita a finalização do pedido e pagamento.

Mas, se são tantas as vantagens para o varejo, por que ainda não está sendo utilizado em todos os estabelecimentos? A resposta é simples: seu uso requer preparação e planejamento para superar os desafios que poderão surgir com o decorrer do tempo, como, por exemplo, desvencilhar a imagem de entretenimento do aparelho, trazendo uma imagem profissional para o seu uso; como protegê-lo enquanto estiver sendo usado; e qual será o melhor modelo, software e sistema operacional a ser utilizado.

Por último, mas não menos importante, os responsáveis pela área de equipamentos e inovação devem considerar que vale a pena investir no equipamento. Isto contribuirá tanto para criar uma experiência única no que se refere ao atendimento como também será um diferencial na forma como as empresas se apresentam aos seus consumidores.

Arnaldo Mello é colaborador da Academia de Varejo

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Linx encerra o ano com crescimento de dois dígitos em um ambiente de negócios mais positivo

A Linx, empresa líder em software de gestão para o varejo fechou o quarto trimestre de 2017 com receita operacional bruta de R$ 182,1 milhões. Apesar do IGPM acumulado negativo ao longo do período, a receita operacional líquida da companhia foi de R$ 157,4 milhões, atingindo um crescimento de 19,3% comparado ao quarto trimestre do ano passado.

A receita operacional bruta é fruto da combinação da receita recorrente e de serviços. No 4T17, a receita recorrente atingiu R$ 147,6 milhões, com crescimento de 16,8% sobre o 4T16, e equivalente a 81% da receita bruta. O EBITDA ajustado atingiu R$ 39,3 milhões no 4T17, um aumento de 16,9% em comparação aos R$ 33,6 milhões do 4T16. Em comparação ao 3T17, o EBITDA ajustado foi 7,6% maior. A margem EBITDA ajustada do 4T17 foi de 25,0%. O lucro líquido ajustado no trimestre foi de R$ 158,95 milhões no 4T17.

“Neste trimestre percebemos um ambiente de negócios mais positivo nas diferentes verticais do varejo que atuamos, contribuindo para manter o crescimento da Companhia, apesar do IGPM acumulado negativo ao longo do período. O cross-sell ainda segue como principal driver de crescimento orgânico, com destaque para as ofertas de meios de pagamento e NFC-e que aumentaram sua penetração na base de clientes”, destaca Pedro Moreira, CFO e Diretor de Relações com Investidores da Linx.

Resultados 2017

A receita operacional bruta da Linx chegou a R$ 656,1 milhões no ano passado, o que correspondeu a um aumento de 15,5% em relação a 2016. A receita operacional líquida do período foi de R$ 571,6 milhões, um aumento de 15,6% na comparação com 2016.

Já o EBITDA ajustado no ano foi de R$ 143,5 milhões, o que correspondeu a uma alta de 13,4% sobre 2016.

Entre os segmentos do varejo que continuam apresentando oportunidades crescentes de expansão do negócio, estão os de Food Service, Farmácias e Postos de Combustíveis. Já o tradicional segmento de Moda e o de Concessionárias vêm apresentando um crescimento mais conservador.

Adicionalmente, contribuíram para esse crescimento, as diversas novas iniciativas que a Linx tem desenvolvido relacionadas à recém-criada área de Novos Mercados e ao Omnichannel. São exemplos disso a operação de Inteligência do Varejo, que está em fase piloto em duas relevantes indústrias multinacionais de bens de consumo e a solução de OMS (Order Management System), que já está em operação em dois importantes varejistas nacionais.

Aquisição da Percycle

No último dia 21 de dezembro, a Linx anunciou a aquisição da Percycle, que opera a plataforma líder em mídia online nativa, unindo lojistas, marcas e consumidores. Ela permite que a indústria anuncie dentro dos principais sites de e-commerce, em diferentes formatos e segmentações, além de possibilitar a maximização do ROI (retorno sobre o investimento) gerado em campanha.

O faturamento bruto da Percycle nos últimos 12 meses foi de R$ 8,0 milhões. Pela Percycle a Linx pagará R$ 13,0 milhões à vista e, adicionalmente, sujeito ao atingimento de metas financeiras e operacionais para os anos de 2018 a 2020, poderá pagar o valor de até R$ 9,7 milhões.

Esta aquisição está alinhada com os objetivos estratégicos da Companhia, expandindo nosso portfólio de soluções que aumentem a rentabilidade dos clientes e melhorem a experiência de compra dos consumidores, além de abrir o mercado de publicidade e reforçar nossa oferta para o e-commerce e a indústria.

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FGV EAESP faz seminário sobre os desafios, as tendências e as perspectivas para o varejo neste ano

O Centro de Excelência em Varejo (GVcev) da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV EAESP) irá realizar na quarta-feira (21), a partir das 8h30, um seminário com especialistas do varejo para discutir sobre os desafios, as tendências e as perspectivas para o varejo neste ano.

O objetivo do evento é apresentar o panorama político-econômico nacional para 2018 e suas tendências. Expor as tecnologias e novidades voltadas para o Varejo exibidas tanto na NRF 2018 como nas visitas técnicas realizadas na cidade de Nova York e contribuir para repensar o varejo, seus formatos, processos e formas de gestão.

O seminário é voltado para profissionais do varejo, gerentes, diretores, fornecedores e demais interessados no tema.

Para se inscrever basta acessar o site do GVcev: www.fgv.br/cev . Informações: apoiocev@fgv.br (11) 3799-7970. Caro jornalista, caso queira acompanhar o evento é só entrar em contato com a assessoria.

Seminário: Os desafios, as tendências e as perspectivas para o varejo

Data: 21/02/2018

Horário: 8h30 – 13h

Local: FGV – Rua Itapeva, 432 – 4º andar – Salão Nobre

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Cognizant apresenta solução que integra benefícios da conveniência on-line e da experiência na loja física

A Cognizant, uma das empresas líderes mundiais em tecnologia e negócios, desenvolveu a solução Adaptive SpacesTM, que transforma a maneira pela qual os consumidores interagem com os espaços comerciais, como lojas, hotéis ou restaurantes, e geram valor para o investimento imobiliário. Até 2025, qualquer negócio que necessitar de um espaço físico para vender produtos e serviços terá seu modelo transformado e deverá ser um diferencial para a melhoria da experiência dos clientes.

A solução Adaptive Spaces busca transformar o negócio em quatro camadas principais: Experiência – fornece uma visão 360° do cliente em todos os canais e pontos de contatos; Operação – melhora a produtividade e a eficiência por meio de robotização e inteligência artificial; Tecnologia – utiliza soluções de IoT e realidade aumentada; e Integração – integra as atividades do cliente aos sistemas da empresa e gera insights por meio do uso de analytics.

A solução traz como benefícios o aumento de tráfego e a conversão de negócios, reduções de falta de estoque e de custos logísticos, melhoria na exatidão dos estoques e na qualidade das informações para tomadas de decisão.

“Hoje, olhando-se o modelo de demanda e consumo dos millennials, o cliente não abre mão da pesquisa digital antes da compra e, ao mesmo tempo, quer ser atendido de forma personalizada. A solução Adaptive SpacesTM faz com que o ambiente da loja seja um reflexo das necessidades emocionais e físicas do cliente, e foi desenhada para facilitar e motivar emoções e comportamentos desejados”, afirma Bruno Chimentão, diretor associado de Varejo e Bens de Consumo da Cognizant no Brasil.

Na prática

Durante a NRF Retail’s Big Show 2018, maior feira de tecnologia para varejo do mundo, a Cognizant fez uma demonstração do uso da solução. O cliente podia entrar na loja do futuro e ter à sua disposição informações digitais de um tênis, como cores e tamanhos disponíveis, em que região era mais vendido, celebridades que usavam o modelo e o publicavam nas mídias sociais, entre outros pontos relevantes. Caso gostasse do produto, uma atendente trazia o modelo escolhido para o cliente experimentar.

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Empresas criam centro de fomento de negócios para e-commerce

Com o objetivo de reunir em um mesmo espaço empresas que possuem sinergia de negócios, a COPA Network e a VTEX se unem para criar um centro de fomento para o ecossistema de varejo eletrônico, chamado COPA E-COMMERCE by VTEX. O intuito é trazer soluções para empreendedores que trabalham ou querem trabalhar com e-commerce, oferecendo provedores de pagamento, consultoria, logística, performance, precificação e segurança.

“O COPA E-COMMERCE vai conectar o empreendedor ao comércio eletrônico. As pessoas terão acessos ao ecossistema de e-commerce de uma forma geral, explica Alexandre Guerra, responsável pela operação do COPA.

Já para Alessandro Gil, Chief Experience Officer (CXO) da VTEX, o conceito de co-working surgiu há alguns anos com a promessa de integrar empresas diferentes em um mesmo ambiente de negócios. “Na prática, elas só compartilham o espaço físico, mas continuam isoladas. Com esta iniciativa, criamos uma estrutura específica para o ecossistema de e-commerce, com o objetivo de reunir empresas que possuem sinergia, fomentando novos negócios”, conclui.

Localizado na Avenida Faria Lima, um dos principais distritos financeiros da cidade de São Paulo, o centro de referência possui mais de 1.000 m² e iniciará suas atividades em fevereiro de 2018. O local também contará com uma agenda permanente de conteúdo e formação, com diversas atividades de fomento na vertical de e-commerce.

“Para criar um ambiente fértil ao empreendedorismo, o COPA E-COMMERCE terá frequentemente oficinas e workshops sobre os mais diversos temas. Além disso, o local terá um grande espaço de convivência para incentivar o networking”, completa Guerra.

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Via Varejo investe em atendimento ao cliente por WhatsApp

A Via Varejo, empresa que administra as marcas Casas Bahia e Pontofrio, torna-se, no Brasil, a primeira grande varejista a utilizar a solução empresarial do WhatsApp como canal de atendimento ao cliente. Além desse novo meio de contato, o relacionamento já acontece por meio de chat, telefone, mídias sociais, e-mail, SMS e presencialmente nas mais de 960 lojas das duas bandeiras. O novo serviço estará oficialmente no ar a partir de janeiro de 2018.

Neste primeiro momento, o projeto se encontra em fase piloto com 170 mil mensagens encaminhadas para clientes pré-selecionados pela companhia, que estão recebendo informações sobre liberação de produtos para retirada em uma das lojas físicas da Via Varejo (para aqueles que compraram no e-commerce pela modalidade “Retira Rápido”), prazo para aprovação de pedidos, confirmação de garantia estendida e seguros complementares adquiridos, entre outros assuntos que estão sendo incorporados, como montagem de móveis, por exemplo.

A versão final, que está em fase de desenvolvimento para ser lançada no início deste ano, passará também a responder os clientes por texto, foto ou vídeo, utilizando inteligência artificial, além de equipe dedicada ao canal. O propósito desse novo serviço é trazer maior agilidade às tratativas das demandas de consumidores, bem como aumentar o portfólio de meios de atendimento para que sejam utilizados conforme a conveniência de cada um.

“Os aplicativos para troca de mensagens são os principais meios de comunicação utilizados pelas pessoas no dia a dia e, como uma empresa que busca estar disponível e acessível em todos os canais de relacionamento possíveis, não poderíamos deixar de seguir essa tendência e fornecer uma nova opção de contato que agregasse ainda mais valor para os clientes. Estamos otimistas com a avaliação positiva nesta fase prévia do projeto e acreditamos que estabeleceremos um novo patamar de experiência quando o canal for amplamente disponibilizado”, afirma Patrícia Cansi, diretora de Serviços ao Cliente da Via Varejo.

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Curitiba tem primeiro marketplace físico com soluções digitais

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A DigitalWeb, startup que desenvolve soluções para descomplicar o atendimento ao cliente, e a Minestore, uma plataforma de e-commerce que já conta com mais de 60 mil lojistas online, se uniram em uma sociedade e criaram o primeiro Marketplace físico do Brasil.

O Mercado Gastronômico no Shopping Pátio Batel, em Curitiba, possui uma solução inédita de tecnologia. Inaugurado em novembro de 2017, o projeto recebeu mais de 10 mil pessoas nos primeiros três dias após inauguração. A ideia é que até março de 2018 seja inaugurada uma loja conceito, seguindo os mesmos padrões, em São Paulo.

Como funciona o Marketplace físico

As compras podem ser feitas em diferentes lojas (com CNPJ´s distintos) e o pagamento feito em um caixa único, possibilitando a divisão de pagamentos e emissão de NFC-e para cada uma das empresas, sem gerar bi-tributação ao processo.

O conceito é muito parecido com um marketplace, só que físico. “O sistema garante aos lojistas participantes uma otimização na operação, uma vez que só farão o atendimento aos clientes, sem se preocuparem com a cobrança”, comenta Leandro Johann CEO do Grupo.

O caixa único facilita as compras de clientes e a rotina dos estabelecimentos. “No momento da venda podemos ficar concentrados em explicar sobre o produto, sem ficar preocupado com a dinâmica do pagamento”, comenta Diogo Dreyer, sócio-fundador da Angus Young, clube de assinatura de carnes,que está no Mercado Gastronômico.

Caroline Costa, fundadora da O Famoso Brigadeiro, que também participa do projeto, concorda que o caixa único facilita o processo. “Muitas vezes o pagamento no caixa comum pode demorar, o que acaba atrapalhando a performance da equipe”, comenta Caroline.

A ferramenta é comandada por meio de um aplicativo que contempla: terminal de pedidos, controle de estoque, integração de cartão débito e crédito, emissão de nota fiscal, envio automático de informações para a contabilidade e indicadores gerenciais mobile. O aplicativo pode ser acessado mesmo sem internet ou energia. Todas as informações são armazenadas na nuvem e podem ser acessadas a qualquer momento.

Qual a diferença do Marketplace Físico para um shopping center?

No Marketplace físico você compra em vários lojas e paga uma única vez no final da compra. Em um shopping center você paga individualmente em cada loja que compra.

O Marketplace físico permite acesso às informações de faturamento do lojista, e por este motivo, consegue calcular o percentual sobre os resultados das vendas. Além de possibilitar o teste de novas operações em tamanhos menores para validar o mercado.

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Varejistas de material de construção desejam acelerar adoção de tecnologias inovadoras

A Riverbed Technology anuncia os resultados da sua pesquisa ‘Riverbed Retail Digital Transformation Survey 2018’, um estudo que aborda o status atual dos varejistas em geral e, mais especificamente, os de material de construção, e o que eles precisam para se manterem competitivos, prosperar e impulsionar as experiências de seus clientes finais.

A pesquisa global englobou 300 tomadores de decisão de TI do setor Varejo nos Estados Unidos, Austrália e Alemanha e revela que quase metade dos participantes diz que sua empresa precisará adotar novas tecnologias nos próximos três anos para evoluir e permanecer competitiva. Desse total, 98% dizem que a tecnologia de nuvem é fundamental para transformar a experiência de Varejo Digital. No entanto, mencionam as aplicações para acompanhar inventários e listas de compras como a tecnologia mais importante para atender a demanda do cliente. Também, 46% observam que sua empresa atualmente não usa tais aplicações – exigindo a adoção imediata de tecnologias baseadas na nuvem para prosperar.

Novas tecnologias precisam preencher o gap entre a realidade e o sucesso

Atualmente, os varejistas têm um gap entre o que eles querem ser e onde estão. Embora, reconheçam que as aplicações de varejo que suportam pessoal da loja são de extrema importância, 46% afirmam que suas empresas atualmente não possuem essas aplicações. Além disso, 58% dos tomadores de decisão do varejo não possuem tecnologias como, exemplo, pontos de venda móvel para que as equipes façam transações em tempo real com os clientes, tornando o processo de compra um ponto crítico.

Para as tecnologias voltadas aos clientes, esta diferença é ainda mais pronunciada, na qual os assistentes virtuais não são adotados pelos varejistas (74%) e 67% não oferecem notificações proativas para informar aos clientes sobre campanhas, promoções, ou recomendações enquanto estão na loja.

As tecnologias que são consideradas de maior prioridade para a evolução da experiência digital por parte dos varejistas em geral e, especificamente, de material de construção, para atender às necessidades e demandas futuras do cliente incluem:

– Aplicações de varejo para rastrear inventário (40%)
– Assistentes virtuais e compradores digitais (37%)
– Tecnologias para pontos de venda móveis (35%)
– Aplicações móveis com Realidade Aumentada (34%)
– Experiências personalizadas na loja com base nos dados de fidelidade do cliente (34%)
– Notificações proativas de campanhas e promoções em tempo real nas lojas (33%)
– Streaming on-demand de vídeo na loja (29%).
– Wi-Fi é chave para agregar valor ao negócio.

A conectividade Wi-Fi nas lojas de material de construção é fundamental para a implantação de serviços digitais e para aumentar a receita. Os funcionários, não importando onde eles estejam na loja, dependem do Wi-Fi para acessar os principais arquivos e aplicações para executar suas atividades; os clientes usam Wi-Fi convidado para acessar ofertas de marketing e ferramentas de compras on-line e aplicativos. Enquanto 99% informam que a empresa oferece Wi-Fi na loja, muitas vezes oferece uma experiência muito aquém da ideal aos clientes. Quando foi solicitada a descrição da qualidade e a velocidade do seu Wi-Fi na loja, mais da metade 58% observam que é rápido, mas que efetivamente não é de qualidade atraente ao cliente. Apenas o 19% descrevem o seu Wi-Fi tanto rápido como eficaz para atrair clientes. Para se manterem competitivos em 2018, os varejistas terão que repensar sua implementação de Wi-Fi.

O sucesso depende de uma experiência superior do cliente

Muitos varejistas tradicionais estão assumindo uma abordagem multicanal para melhorar a experiência do cliente – lançando canais de venda online, ampliando as vendas de itens de construção. Suas estratégias para melhorar a experiência do cliente possuem duas frentes: implantação rápida de aplicações inovadoras (53%) e fornecimento de uma ótima experiência de venda nas lojas (50%). Cerca de 49% dizem que o monitoramento e a adaptação em tempo real aos comportamentos de compras serão críticos, e 47% apontam que reunir informações sobre a satisfação dos clientes, como por meio de taxas de adoção ou tempos de resposta na loja, exigirão mais foco.

Tecnologia desempenhará um papel crítico no alcance de metas de 2018

Os resultados do estudo também revelam o impacto que a tecnologia de próxima geração tem no sucesso das iniciativas nas lojas. Da rede ao Wi-Fi ao monitoramento de aplicações, infraestrutura e tecnologias de Gerenciamento de Experiência Digital, os varejistas devem adotar uma abordagem multicanal e digital.

Nos próximos 12 meses, as áreas as quais os varejistas planejam investir para suportar uma transformação digital são:

– Capacidade de expansão das áreas (51%)
– Otimização do Wi-Fi na loja e a experiência do serviço móvel para funcionários e clientes (49%)
– Aquisição de ferramentas para monitorar os aplicativos do cliente, como taxas de uso ou experiência do usuário (48%)
– Garantir a conectividade e continuidade do ponto de venda nas lojas (47%)
– Entrega de novos serviços e aplicativos digitais para funcionários e clientes (47%)
– Aumento da produtividade para aplicações de mobilidade corporativa e em todos os dispositivos (45%)

A tecnologia de próxima geração da Riverbed ajuda aos varejistas a otimizarem seus canais off-line (lojas e pontos de venda) e on-line, o que permite a eles serem mais competitivos e obterem aumento de receita. Com a estratégia de tecnologia certa, os varejistas poderão oferecer uma experiência perfeita aos clientes, ao mesmo tempo em que reduzem os custos operacionais.

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Linx aponta cinco tendências para o varejo em 2018

A Linx, empresa de tecnologia que atende cerca de 40% do varejo nacional, indica quais serão as cinco principais tendências para o setor em 2018. Jean Klaumann, vice-presidente de Operações da companhia, listou o que deve nortear o mercado no próximo ano.

1 – Omnicanalidade ou omnichannel

Hoje em dia, é normal que as pessoas pesquisem pela internet e façam compras no varejo físico. Neste cenário, o conceito consiste na convergência de todos os canais utilizados por uma empresa. As principais vantagens desta integração são redução de custos de frete, tempo de entrega, ganhos fiscais, maior conversão de vendas, geração de fluxo em loja, além de uma gestão de estoque mais inteligente.

2 – Reengajamento no e-commerce

No ambiente virtual, é comum que consumidores busquem produtos, adicionem ao carrinho, mas não finalizem a compra. Empresas como a Linx, que adquiriu a ShopBack em outubro de 2017, oferecem sistemas de retargeting capazes de reverter este abandono, trazer o usuário de volta para o site e recuperar vendas consideradas perdidas.

3 – Migração para a nuvem

O varejo está em uma busca constante de eficiência na gestão de seus processos e atividades. A solução para isso pode estar na nuvem. Atualmente, já existem lojistas apostando neste modelo e a Linx vem suportando os clientes que estão dispostos a migrar seus dados. A previsão da companhia é que 50% da carga de trabalho seja migrada em 2018 e estima que, em três anos, 90% de todo o processamento será em nuvem pública.

4 – Big data, data lake e inteligência artificial

O principal benefício de trabalhar com informações em nuvem é a criação de um grande banco de dados alimentado em tempo real. Com isso, varejistas podem conhecer melhor seus consumidores, entender o perfil e comportamento de cada um e oferecer produtos e serviços personalizados por meio de ferramentas de inteligência artificial.

5 – Chatbots

Com toda essa evolução nos processos internos e de vendas ao consumidor final, é natural que a gestão do relacionamento com o cliente também se torne mais inteligente. Provedores de tecnologia para o varejo já permitem que lojistas prestem assistência por meio de ferramentas online, com destaque para as redes sociais. Desta forma, a tendência é que a automatização do atendimento siga crescendo e mais problemas sejam solucionados em tempo real.

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Reserva e Reserva Mini são as primeiras varejistas de moda de grande porte a aceitar o Bitcoin

A partir de hoje a Reserva e a Reserva Mini, marcas de moda masculina e infantil do Grupo Reserva, passam a aceitar bitcoin como forma de pagamento em seus e-commerces: usereserva.com e usereservamini.com. Elas são as primeiras de grande porte no mercado de moda a utilizarem pagamentos com a criptomoeda.

As transações serão administradas pela Mundipagg, gateway de pagamentos que irá fazer a operação das vendas e o armazenamento dos bitcoins. De acordo com Rony Meisler, CEO do Grupo Reserva, a ideia de operar com a moeda digital vai ao encontro do que a marca busca oferecer aos clientes. “Não aceitar o bitcoin é se negar a enxergar o novo e belo lugar para onde o mundo vai. Além disso, a decisão, apesar de pioneira, nos parece quase que óbvia: sempre estivemos a serviço de nossos consumidores e as criptomoedas já são para eles uma realidade.”, conta Meisler.

A compra funcionará da seguinte maneira: quando uma solicitação de pedido em bitcoin for feita pela Reserva para a Mundipagg, automaticamente é realizada a conversão de real para bitcoin, considerando a cotação daquele momento. Este valor é retornado para a Reserva na resposta da criação do pedido, exibindo o valor da compra em bitcoin para o comprador efetuar o pagamento. Tudo isso acontece em milissegundos.

A Reserva é o primeiro e-commerce a receber pagamentos por bitcoins transacionados pela Mundipagg. João Barcellos, CEO da Mundipagg, destaca a importância da parceria para a possibilidade de novos negócios. “A Mundipagg é uma empresa que admira soluções disruptivas e, acima de tudo, acredita que pagamentos devem ser fáceis. A Reserva tem sido um grande parceiro nos últimos dois anos, e quando nos procuraram querendo inovar ao aceitar Bitcoin abraçamos a ideia”, conta Barcellos.

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