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Juntas, TOTVS e Bematech vão liderar a digitalização do Varejo no Brasil

Com a aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE), a TOTVS com a Bematech torna-se o maior e mais completo provedor de soluções de negócio para o Varejo do país. O segmento é um dos principais motores da economia brasileira, respondendo por mais de 50% das mais de 4,6 milhões de empresas formalmente estabelecidas no Brasil, segundo dados do IBGE.

Para se tornarem mais competitivos, os varejistas precisam elevar eficiência e aumentar a produtividade, iniciativa que só é possível com a digitalização das empresas. “Estamos em um ano desafiador para as companhias brasileiras. Porém, em momentos econômicos como o atual, a necessidade de se buscar eficiência, competitividade, produtividade e redução de custos se intensifica. A tecnologia passa a ser, então, um fator decisivo para atingir esses objetivos. A união com a Bematech nos permite oferecer uma solução completa para a digitalização dos processos nas empresas varejistas, de ponta a ponta, unindo conhecimento de mercado e o que há de mais moderno em tecnologia com preços acessíveis”, destaca Rodrigo Kede, presidente da TOTVS.

Com a união, TOTVS e Bematech conseguem atender toda a cadeia do varejo e combinam conhecimento de mercado e complementaridade de portfólio. A TOTVS é líder em software de gestão na América Latina e no mercado SMB e a Bematech é líder em tecnologia para o varejo, com suas soluções de hardware e software presentes em mais de 50% dos checkouts dos estabelecimentos automatizados do Brasil e com mais de 500 mil pontos de vendas.

Com a reorganização societária, juntas, as empresas passam a prover soluções completas para lojas de varejo físico e também para as empresas de e-commerce, além das soluções especializadas nos mais diversos subsegmentos do varejo: food service, supermercados, atacarejo, vestuário e calçados, lojas e magazines, eletroeletrônico, material de construção, farmacêutico, hotelaria, concessionária de veículos, transporte de passageiros, entre outros. “Agora, com disciplina e planejamento, vamos desenhar uma nova estratégia para atuarmos juntos. Vamos analisar todos os produtos e serviços cujo objetivo será o de entregar aos clientes a melhor opção em soluções de negócios para o setor varejista”, complementa Kede.

Para o CEO da Bematech, Cleber Morais, a aprovação da união com a TOTVS consolida a missão da empresa que sempre buscou tornar o varejo mais eficiente. “Somos duas companhias com muito conhecimento nesse setor. Por isso, quem mais ganha com esse movimento é o varejo que passa a contar com soluções desenhadas para suas necessidades. Com a digitalização dos processos, acreditamos que teremos este segmento tão importante para a economia do país ainda mais forte”, destaca Morais. O objetivo é garantir também mais eficiência ao empresário ao prover soluções para todas as suas necessidades de negócio por meio de uma única empresa, garantindo integração, atendimento à legislação e atualizações tecnológicas constantes.

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Quanto um varejista perde em vendas online?

Guilherme Pizzini*

As lojas virtuais investem continuamente para atrair possíveis clientes aos seus sites. Mas será que a verba está sendo aproveitada e trazendo o retorno esperado?

Não adianta gerar leads aos montes e não transformá-los em clientes por motivos técnicos, ainda mais em tempos de estagnação econômica. Vemos continuamente exemplos de e-commerce que até oferecem preços atrativos, mas não conseguem realizar a venda por falta de infraestrutura ou ferramentas ineficientes.

A performance de uma loja virtual é medida por meio de taxas de abertura e cliques em produtos ou no carrinho, mas a principal medição é a taxa de aprovação das compras feitas por cartões de crédito, que podem chegar a até 90% do total das transações realizadas nos sites. No Brasil, esse índice é de 70%, em média, enquanto ultrapassa os 90% nos Estados Unidos.

Principalmente durante a crise, o comerciante não pode se dar ao luxo de perder clientes. A Black Friday e o Natal, as datas mais importantes para o segmento se aproximam. Por isso, é agora o momento de investir em infraestrutura, como uma boa hospedagem que suporte o tráfego e um gateway de pagamento que disponha de recursos para aumentar a conversão.

Uma funcionalidade fundamental para “recuperar” vendas não realizadas é a retentativa de pagamentos com um gateway multiadquirente. Com ela, cada transação negada por um adquirente devido a problemas técnicos – como indisponibilidade, intermitência ou mesmo demora no tempo de resposta – é enviada automaticamente para outra credenciadora, que autoriza o pagamento.

Além deste, existem outros recursos nativos dos gateways como o de divisão do valor em multimeios (cartão e boleto) e pagamento por um clique que, juntos, aumentam a taxa de conversão em até 25%, um volume relevante para um mercado que fatura milhões.

O e-commerce é um segmento que, na contramão da economia e do varejo físico, deve crescer de 20% a 30% neste ano por proporcionar uma compra com segurança, comodidade e, principalmente, o menor preço. Às lojas, basta fazerem sua parte: investir para não perder público por ineficiência.

*Guilherme Pizzini é diretor da MundiPagg, empresa com soluções únicas para pagamento online

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Netpoints e Linx anunciam parceria na oferta de soluções para o varejo

A Netpoints anuncia que o programa de fidelidade que mais cresce no país está embarcado e disponível para os clientes da Linx, em todas as plataformas tecnológicas oferecidas pela companhia. O acordo deve aumentar o potencial de coalizão do programa, já que a Linx atende mais de 38 mil varejistas, em todo o território nacional.

A Linx, empresa líder em tecnologia de gestão para o varejo, apresenta soluções inovadoras que abrangem todos os processos que auxiliam na gestão dos negócios de maneira mais eficiente. Fazem parte de seu portfólio empresas como Hering, Alpargatas, Ellus, Malwee, Nike, Samsung, Esteé Lauder, Forever 21, Arezzo, Magazine Luiza, Lojas Americanas, Spoleto, entre outras.

“Trata-se de uma parceria que oferece aos clientes da Linx toda a plataforma do programa de fidelidade Netpoints. Inclui além do acúmulo de pontos e trocas por prêmios pelos consumidores associados, ferramentas de análise de comportamento de consumo, que são um importante instrumento para que os varejistas possam compreender os hábitos dos consumidores e, com isso, aumentar o fluxo nas lojas, o gasto médio, o que promove o incremento financeiro nos resultados dos negócios”, afirma Carlos Formigari, presidente da Netpoints.

“Com esta parceria, a Linx vai incorporar importantes serviços oferecidos pela Netpoints, como uma plataforma eletrônica exclusiva para ações de relacionamento com o cliente e estudos de comportamento de compras, já que a empresa conta com mais de 14 milhões de associados”, explica Jean Klaumann, VP de operações da Linx.

Com o acordo, os clientes da Linx poderão aderir ao programa de fidelidade que é reconhecido por proporcionar resultados de negócios concretos, com um incremento em média de vendas reais de 6%. A parceria teve início com a implementação da Netpoints nos parceiros Mr. Beer e NYS Collection.

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Em São Paulo, varejista deve encerrar emissor de cupom com mais de 5 anos e migrar para o SAT a partir de 1º/10

A partir de 1º/10 a utilização do Sistema Autenticador e Transmissor (SAT) de cupons fiscais eletrônicos passa a ser obrigatório para todos os contribuintes do varejo paulista que utilizam Emissores de Cupons Fiscais (ECF) com 5 anos ou mais. Estes estabelecimentos deverão encerrar a utilização dos ECFs e substituí-los pelo SAT – a exceção são supermercados, cujo prazo é 1º/1/2016 (veja o calendário abaixo).

Esta é a quarta etapa do cronograma estabelecido pela Secretaria da Fazenda iniciado em 1º/7 com os postos de combustíveis, farmácias, drogarias e lojas de artigos de vestuário. Em 1º/8 houve o ingresso de varejistas das áreas de alimentação e lojas de material para construção. Em 1º/9 foi a vez de padarias e confeitarias, açougues, lojas de departamentos, de autopeças, ferragens, ferramentas, eletroeletrônicos, móveis, calçados, papelarias, farmácias de manipulação, perfumarias e óticas.

Desde o início do período de obrigatoriedade, foram transmitidos ao Fisco paulista 47.472.125 cupons fiscais eletrônicos (CF-e) por meio de equipamentos SAT. No total, oito fabricantes possuem autorização da Secretaria da Fazenda para fornecer equipamentos SAT aos varejistas paulistas: Kriptus, Elgin, Bematech, Dimep, Sweda, Tanca, Gertec e Urano.

Para auxiliar os varejistas no processo de troca de ECFs, a Fazenda inseriu no Posto Fiscal Eletrônico (PFE) funcionalidade que permite ao contribuinte consultar a relação de equipamentos ECF ativos em seu estabelecimento, bem como o tempo acumulado desde a data da primeira lacração. A informação é importante para que o lojista possa programar a substituição dos equipamentos pelo SAT.

SAT / Cronograma

O cronograma de obrigatoriedade do SAT foi elaborado de acordo com a Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) dos contribuintes.

Datas Sistema Autenticador e Transmissor – Cronograma / Setores

1º/7/2015 Novos estabelecimentos

ECFs com mais de 5 anos desde a primeira lacração para os setores: postos de combustíveis, farmácias, drogarias e lojas de artigos de vestuário.

Contribuintes que utilizam Sistema Eletrônico de Processamento de Dados (SEPD) em substituição ao ECF.

1º/8/2015 ECFs com mais de 5 anos desde a primeira lacração de minimercados, mercearias, armazéns, lojas de materiais de construção, restaurantes, bares e lanchonetes.

1º/9/2015 ECFs com mais de 5 anos desde a primeira lacração para, padarias e confeitarias, açougues, lojas de departamentos, de autopeças, ferragens, ferramentas, eletroeletrônicos, móveis, calçados, papelarias, farmácias de manipulação, perfumarias e óticas.

1º/10/2015 Demais setores do varejo cujos ECFs tenham mais de 5 anos desde a primeira lacração.

1º/1/2016 Em substituição à nota fiscal de venda a consumidor (modelo 2) para os contribuintes que faturaram R$ 100 mil ou mais em 2015;

Postos de combustível, em substituição à nota fiscal de venda a consumidor (modelo 2);
Supermercados, desde que essa atividade esteja enquadrada na CNAE principal.

1º/1/2017 Em substituição à nota fiscal de venda a consumidor (modelo 2) para os contribuintes que faturaram R$ 80 mil ou mais em 2016;

Prazo final para os postos de combustível cessarem todos os ECFs.

1º/1/2018 Em substituição à nota fiscal de venda a consumidor (modelo 2) para os contribuintes que faturaram R$ 60 mil ou mais em 2017.

Sobre o SAT

O Sistema Autenticador e Transmissor (SAT) é um hardware responsável pela geração do Cupom Fiscal Eletrônico (CF-e), sua assinatura digital e transmissão periódica à Secretaria da Fazenda, sem a necessidade de o contribuinte intervir ou formatar arquivos – basta que ele emita o documento fiscal pelo equipamento.

O equipamento SAT praticamente elimina erros no envio, fator que contribuirá para a redução do número de reclamações dos consumidores, autuações e multas dos lojistas. Os extratos dos documentos fiscais emitidos pelo sistema terão QRCode, que permitirá ao consumidor checar dados da compra e a validade do documento com o uso de smartphone e aplicativo específico da Secretaria da Fazenda.

Os varejistas não precisarão mais instalar um equipamento por caixa registradora. O SAT pode ser compartilhado por vários caixas e impressoras. Se o ponto-de-venda não estiver conectado à internet, o equipamento armazena todas as operações para serem enviadas à Secretaria da Fazenda assim que estabelecer conexão à internet, ou pelo computador do escritório do estabelecimento comercial.

Informações adicionais sobre o SAT podem ser obtidas em www.fazenda.sp.gov.br/sat.

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Lenovo anuncia novo diretor de vendas para o varejo no Brasil

A Lenovo, maior fabricante de computadores do mundo, anuncia Fábio Lima como o novo diretor de vendas para o varejo da empresa no Brasil. Na companhia há mais de um ano e meio, Lima assume o desafio com uma bagagem de 25 anos de experiência em vendas de bens de consumo na indústria de eletrônicos e tecnologia.

“Estamos vivendo um momento único na organização e estou bastante entusiasmado para esta nova etapa, alavancando a presença da Lenovo no varejo nacional. A oportunidade de liderar essa talentosa equipe de vendas é um privilégio e estamos focados em resultados com o selo de excelência pelo qual a Lenovo Brasil é reconhecida”, disse Lima.
O executivo é pós-graduado em Marketing pela ESPM e tem especialização em varejo pela UCF (University of Central Florida). Anteriormente, passou por empresas como Epson, Samsung e Editora Globo.

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Hackathon, varejo, turismo, e-commerce e ex-presidente do BC estão entre principais atrações do ParanáTIC 2015

Uma palestra com o economista Gustavo Loyola vai abrir o ParanáTIC 2O15, principal evento de Tecnologia da Informação do sul do Brasil, que acontece dias 12 e 13 de novembro na cidade paranaense de Foz do Iguaçu.

Loyola presidiu o Banco Central no governo de Fernando Henrique Cardoso e foi responsável pela reestruturacão do sistema bancário brasileiro. O sócio-diretor da Tendências Consultoria vai falar sobre o atual cenário de crise no país e perspectivas para o empresariado no futuro.

Uma das novidades deste ano é a realização de Trilhas de Varejo e Turismo. Serão várias palestras e debates sobre integração de ferramentas tecnológicas para um melhor desempenho de empresas ligadas aos dois setores. Essa integração com verticais faz parte do Plano Estratégico do setor de TI do Paraná de aproximação e oferta de soluções para as mais variadas atividades econômicas.

Entre as palestras de destaque, João Ricardo Mendes, fundador do Hotel Urbano, vai falar sobre “Encontrar Conforto no Desconforto”. O Hotel Ubano é o maior site de vendas de diárias de hotéis e pacotes aéreos pela internet no Brasil. Dílton Felipini, especialista em comércio eletrônico, vai tratar de formas para superar a crise com vendas pela internet. Cláudio Navarro, do Instituto CESAR, participa de Painel de Inovação, Graziela Mota fala sobre o futuro varejo com auxílio de ferramentas de tecnologia. Ainda para falar sobre vendas, o ParanáTIC também vai contar com Eduardo Terra, presidente da Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo.

A aproximação com o mundo acadêmico vai ser garantida com uma maratona de programação e também com o Prêmio Talento Acadêmico, atividade científica e cultural promovida pela Assespro-Paraná. Em parceria com instituições de ensino superior conveniadas e/ou parceiras, tem como objetivo identificar, reconhecer e divulgar projetos científicos na área de tecnologia da informação que representem uma importante contribuição para a inovação tecnológica brasileira.

Neste ano, o ParanáTIC vai ganhar projeção internacional. A Assespro Nacional, Federação das Associações das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação, já confirmou a participação de representantes de 14 regionais da entidade para conhecer o trabalho do movimento paranaense de TIC, que conta com seis Arranjos Produtivos Locais. A participação internacional vai ser viabilizada pela ALETI, Federação Ibero-americana de Entidades de Tecnologías da Informação, que conta com 21 associações empresariais em 19 países.

Realizado em parceria da Assespro-Paraná com o Sebrae, o ParanáTIC reúne empresários, pesquisadores, professores, estudantes e profissionais da área de Tecnologia da Informação e Comunicações, com o objetivo de promover a integração de pessoas visando a criação de empresas, produtos e serviços inovadores. Tem como desafio articular iniciativa privada, poder público e academia para consolidar o Paraná como referência em inovação tecnológica no Brasil.

SERVIÇO: ParanáTIC 2015
Dias 12 e 13 de novembro
Hotel Mabu, Foz do Iguaçu, Paraná
Acompanhe as novidades sobre o evento em http://www.paranatic.com.br
Mais informações sobre o Paranátic: 41 33371014 ou mailto:executivo@assespropr.org.br

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Hackathon desenvolve soluções inovadoras para varejo e serviços

Um aplicativo chamado Brick, que ajuda o consumidor a encontrar soluções para a suas necessidades dentro de lojas de autosserviço, foi a ideia vencedora do Hackathon Retail + Service, uma maratona de empreendedorismo promovida pelo Sebrae/PR, Universidade Positivo (UP) e ParkShoppingBarigüi, que aconteceu na última semana, em Curitiba (PR). A solução promete resolver o problema de 2 em cada 3 compradores do autosserviço, que não encontram as informações que precisam e acabam saindo das lojas frustrados. “O Brick ajuda as pessoas em todas as etapas da compra, da identificação da necessidade à sugestão de produtos alternativos”, afirma Fabrício Toledo, desenvolvedor da equipe vencedora. Além dele, a equipe é composta por Matheus Moro, Kethleen Teixeira, João Felipe Oliveira Floriano de Souza e Rodrigo Sasi.

De 26 a 30 de agosto, foram 27 participantes, 20 horas de visitas técnicas, 12 horas de treinamento e capacitação e apenas 12 horas para o desenvolvimento de seis startups que resolvessem problemas sugeridos pelas empresas apoiadoras do evento: Slaviero Hotéis, Lafort, Inove, Condor, Confidence Cambio, Balaroti, C&A e Grupo Boticário. Para a consultora do Sebrae/PR e coordenadora regional, do Programa Startup PR, Marielle Rieping, “as visitas técnicas foram um grande ganho aos participantes, pois permitiram diagnosticar os gargalos existentes em alguns processos e serviram de insumo primordial para os insights, além do entendimento do mercado”.

O estudante de Administração de Empresas e participante do Hackathon Retail + Service, Reginaldo Pacheco, destacou o poder de relacionamento de eventos como esse: “vimos seis projetos maravilhosos que emergiram da rede. Tenho certeza que, com o potencial de cada um e com as conexões sendo criadas e ficando cada vez mais fortes, esse movimento de startups vai impactar o mundo, muito além do cenário econômico. Todo esse movimento é capaz de promover uma mudança na estrutura como a gente acaba se relacionando, gerando um impacto social muito grande”.

Além do troféu e das medalhas, a equipe vencedora ganhou uma bolsa de estudos na Pós-Graduação da UP, a incubação da startup no Laboratório de Varejo da UP e a vaga garantida no Epifania Sebrae, o programa de aceleração de startups do Sebrae/PR, em 2016. Para a coordenadora do Laboratório de Varejo da UP, Fabíola Paes, a escolha da startup vencedora foi muito difícil, pois todas as soluções desenvolvidas surpreenderam os mentores e os jurados na inovação, qualidade e escalabilidade apresentadas. “Espero que as seis equipes deem continuidade ao desenvolvimento dessas ideias, alavancando o empreendedorismo no varejo e serviços”, afirmou.

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Stefanini se une à Saque Pague para oferta de serviços inovadores para o varejo

A oferta engloba desde compensação e custódia de cheques até programas de fidelidade, pré-pagos, mobile e sistemas de conciliação para o varejista

A Stefanini, uma das mais importantes provedoras globais de soluções de negócios baseadas em tecnologia, anuncia a aquisição de 40% da Saque e Pague, rede de autoatendimento multisserviços fundada em 2011, com o objetivo de levar soluções inovadoras para o setor varejista.

A iniciativa integra a estratégia de crescimento da Stefanini que, esse ano, já realizou outras movimentações importantes, como a fusão com a IHM Engenharia, focada no setor industrial; a joint-venture com a Tema Sistemas para criação da Stefanini Capital Market e a abertura de um novo escritório em Ontário, no Canadá.

“Temos certeza de que essa aliança com a Saque e Pague irá gerar resultados positivos, ao proporcionar serviços cada vez mais completos e eficazes para os nossos clientes do varejo”, afirma Marco Stefanini, CEO Global da Stefanini. “Somos uma das maiores empresas de tecnologia do País, temos uma presença muito importante fora do Brasil e possuímos um DNA de inovação muito parecido com o da Saque e Pague”, completa Stefanini.

A oferta engloba desde compensação e custódia de cheques até programas de fidelidade, pré-pagos, mobile, sistemas de conciliação para varejista, originação de demandas de seguros e empréstimos.
De acordo com Givanildo da Luz, presidente da Saque e Pague, o intuito da parceria é levar soluções de tecnologia de autoatendimento para o varejo. “A parceria reforça essa oferta de valor e fortalece mais ainda a relação com os clientes. A expectativa é que essa aliança traga novas soluções inovadoras aos clientes, expandindo, ainda mais, a relação existente”, afirma Luz.

Segundo o executivo, a aliança vai agregar ao portfólio Saque e Pague um leque de produtos inovadores que a Stefanini possui, tais como o processo de compensação de cheques por imagem, BPO e telecom.

Os serviços levam transações em terminais de autoatendimento para diversos setores. Sendo assim, podem ser realizadas transações bancárias, recarga de telefonia, recarga e venda de pré-pagos, transações de cartões private label, pagamentos e compra de passagens.

“A partir desse trabalho conjunto, Stefanini e Saque Pague procuram atender a uma demanda importante do varejo, levando operações bancárias e não bancárias aos clientes com e sem conta corrente, ou seja, atender também ao público não bancarizado que hoje representa uma grande parcela da população brasileira”, finaliza Luz.

A operação depende da aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE).

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Redes sociais podem se tornar as novas carteiras móveis?

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Por Felipe Regis Lessa*

Desde o ano passado, temos visto que as redes sociais estão se movimentando em torno e até a favor do mercado varejista digital e online. Facebook e Twitter começaram a testar seus botões de compras ainda no primeiro semestre de 2014 e, já no começo de 2015, Pinterest e Instagram pegaram carona na – até então – tendência, mas que atualmente já dá sinais de uma nova estratégia para o e-commerce e, consequentemente, m-commerce mundial com as chamadas lojas embutidas.

Esses botões mostram não apenas posicionamentos das empresas por trás dessas redes sociais em relação ao comércio, mas oportunidades de negócios também aos empresários, empreendedores e – claro – para o outro lado da ponta: o cliente que, por meio das novas funcionalidades e experiência de compra, pode usufruir mais uma atividade dentro das próprias redes sociais já citadas.

Ainda que possamos notar, é claro, muita discussão em torno do real papel que as redes sociais devam cumprir nesse universo de consumo, algumas mudanças já podem ser (re)avaliadas. No 1º semestre deste ano, por exemplo, a IBM divulgou um estudo sobre novos canais de e-commerce e constatou que sites de redes sociais, como Pinterest e Facebook, ajudam a impulsionar as vendas de varejo online, especialmente por servirem de ponte para que usuários acessassem lojas virtuais. Ou seja, já vemos um avanço real para o e-commerce: um tráfego direcionado e proveniente da social media, web ou mobile.

De acordo com esse levantamento, no caso do Pinterest, o valor gasto em média pelos usuários era um pouco maior do que os que escolhiam o Facebook para acessar os canais de compra – até pela exposição sem anúncios, trazendo mais confiança por parte do usuário e eficácia na condução das vendas – sem contar no formato interessante e atrativo da plataforma para exposição de produtos; muitas empresas usam mesmo como uma vitrine. Você já observou?

O Facebook, entretanto, mistura anúncios patrocinados aos posts comuns em seu feed de notícias, sendo assim menos convidativo e, para alguns, até inconveniente demais. Mesmo com essa menor aceitação aparente, a maior rede social do mundo continua crescendo em sua base de usuários, muito em razão da adesão cada vez maior dos acessos via dispositivos mobile – lembrando que os usuários móveis da rede chegaram a 1,31 bilhão, sendo que cerca de 844 milhões de pessoas acessam via smartphones ou tablets.

A movimentação de outras redes em direção ao mercado de comércio móvel neste ano de 2015 mostra, aliás, que a disputa por uma fatia desse bolo pode estar apenas começando. No caso do Twitter, a ideia (que vem sendo bem criticada) de inserir o botão de compras Buy It teve como mote principal a predileção dos chamados formadores de opinião pelo microblog.

Já o Instagram resolveu investir em uma ideia mais simples para impulsionar seus recursos de compra, criando botões azuis que transportam o usuário a realizar uma compra ou a baixar um aplicativo, redirecionando a partir de informações do perfil pessoal do usuário no Facebook. A presença dessas quatro importantes redes pode começar, então, a resolver (ou começar a ajudar) um problema antigo do mobile commerce: os usuários utilizam o celular muito mais para pesquisar preço e features dos produtos do que para comprar, efetivamente.

Essa resposta ao problema pode estar na usabilidade: esses botões funcionam como uma carteira digital e com apenas alguns cliques a compra pode ser facilitada, direcionada e/ou finalizada, sem contar que o cartão de crédito de cada usuário pode ser armazenado pela própria rede social, como o PayPal já faz, por exemplo, no Facebook.

Para reforçar meu, até então, palpite nessa reflexão vale pontuar que a receita do segmento de varejo mundial correspondente aos aplicativos móveis deve crescer gradualmente em 30,9% durante o período de 2014 e 2020, de acordo com o Transparency Market Research. Esses números reforçam a importância dos canais móveis para a transformação digital do setor varejista e, reitero, a começar pelo e-commerce e chegando – sim – ao m-commerce.

Afinal, com a crescente base de usuários engajados, as redes sociais são cada vez mais estratégicas para encurtar o caminho do êxito as compras – por diversas características de experiências, usabilidade e navegação – também no comércio digital. Você concorda? E, depois de analisar todos esses dados, gostaria que me respondesse: você já comprou algo por meio dessas redes sociais? Irá adquirir algo novamente? Acredita no potencial da social media como um atalho para o comércio online e mobile?

*Felipe Régis Lessa é diretor de produtos e marketing da Pagtel, uma das primeiras empresas de pagamentos móveis do país.

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MercadoPago e PrestaShop fazem parceria para oferta de módulo de pagamento ao varejo

O MercadoPago.com, maior facilitador de pagamentos pela internet de origem latino-americana, acaba de disponibilizar um módulo de pagamento MercadoPago na loja de Addons do PrestaShop, uma das maiores plataformas mundiais de soluções open source para comércio eletrônico.

O módulo de pagamento MercadoPago , disponível no site www.prestashop.com, pode ser baixado sem qualquer custo pelos clientes da plataforma. A parceria contribui para que os varejistas do e-commerce realizem vendas, tanto para o comércio local como internacional, e recebam o pagamento com garantia de segurança, via cartão de crédito nacional ou boleto bancário.

Com o MercadoPago, os clientes do PrestaShop podem oferecer pagamento parcelado aos compradores e receber à vista, em até 14 dias, de forma segura e garantida. No caso de usuários profissionais, classificados de acordo com os Termos e Condições do MercadoPago, o pagamento é liberado em dois dias.

O módulo oferece checkout transparente para pagamentos com as principais bandeiras de cartão de crédito (Visa, MasterCard, American Express, Diners, Elo e Hipercard). Esse checkout permite que o formulário de pagamento tenha a mesma identidade visual da loja online. “O comprador se sente mais seguro, uma vez que não precisa ir para outra página para finalizar a compra, o que melhora o fluxo de pagamento e conversão do site”, afirma Celina Ma, gerente de Marketing do MercadoPago. O módulo do MercadoPago também oferece boleto transparente, com a possibilidade de personalização.

Além de ser um parceiro oficial do PrestaShop, o MercadoPago é destaque como “PrestaShop’s Favorite”. “Este selo é um indicativo da confiança do parceiro em nossa tecnologia e serviços”, destaca Celina.

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Geolocalização mobile a favor do varejo

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Bematech adota Oracle Service Cloud e reduz em 90% as despesas com manutenção de soluções anteriores

A Bematech – provedora de tecnologia para o varejo, food service e hospitality – adotou as soluções Oracle Service Cloud para aprimorar o atendimento aos clientes. O projeto nasceu após uma série de aquisições de empresas de software realizadas pela companhia, o que gerou um desafio de integrar e padronizar diferentes sistemas e processos de relacionamento com clientes.

Graças ao uso da solução Oracle Rightnow Cloud Service – que faz parte da linha Oracle Service Cloud –, a Bematech reduziu em 90% as despesas de manutenção dos sistemas utilizados anteriormente para atendimento ao cliente. Além disso, teve uma queda de mais de 20% no volume de ligações e e-mails recebidos pela área de atendimento, graças a uma melhor gestão da operação.

O processo de escolha da solução Oracle aconteceu após um longo processo de alinhamento das necessidades de diversas áreas da Bematech em relação ao atendimento ao cliente. Após definir as especificações do projeto, a empresa fez um mapeamento de quais os fornecedores de mercado tinham as melhores soluções de nas áreas de CRM e Service Desk. Ao todo, 15 provedores participaram da concorrência.

“A escolha da solução Oracle Service Cloud se deu basicamente pelo nível de aderência ao negócio da Bematech, por ser uma solução em cloud que demandaria menos esforço e mais flexibilidade na implementação e, principalmente, pelo foco da solução na gestão e visão do cliente”, afirma Alexandre Parreiras, gerente de operações da Bematech.

Na prática, graças à nova plataforma de atendimento fornecida pela Oracle no modelo de cloud computing, a Bematech criou novos canais de atendimento por chat, e-mail e portal, bem como ampliou a automação dos processos e das interações entre os diferentes níveis de suporte, backoffice e equipes de desenvolvimento de software.

Atualmente, toda a base de clientes das verticais Varejo, Food Service e Hospitality da Bematech é atendida dentro da nova plataforma e pode escolher o canal que melhor se adequa às suas necessidades, para o registro e acompanhamento de solicitações e incidentes. As solicitações passaram a percorrer fluxos pré-definidos entre os diferentes níveis de atendimento e interagem com outras soluções quando relacionadas a alguma necessidade específica de correção ou evolução do software.

Na Bematech, a plataforma Oracle Service Cloud também é utilizada para automação de processos internos, como gestão de solicitações de documentação fiscal. E, animada com os resultados, a empresa já planeja um novo projeto com tecnologia Oracle, voltado a consolidar todas as operações de suporte da empresa ao longo deste ano.

“Esse projeto da Bematech reforça a qualidade e a eficiência das soluções Oracle Service Cloud, que ajudam as empresas a oferecerem o melhor atendimento aos clientes, ao integrar experiências na web, redes sociais e contact center em uma plataforma na nuvem, o que dá flexibilidade e agilidade às organizações, ao mesmo tempo em que reduz custos”, ressalta Alan Dias, diretor de Desenvolvimento de Negócios de CRM da Oracle. “Nossa plataforma oferece confiabilidade, segurança e liberdade para a experiência do cliente de missão crítica”, acrescenta.

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Varejo adota ferramentas de geomarketing na distribuição de impressos promocionais

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A evolução nas ferramentas de geomarketing torna cada vez mais fácil a identificação de variáveis sociodemográficas, econômicas, comportamentais, físico-territoriais, negociais e concorrenciais. A ferramenta auxilia a detectar nichos de mercado e pontos de presença e influência dos estabelecimentos – o que colabora para a definição de metas de vendas e a atratividade de consumo no varejo.

A criação de softwares específicos para ampliar a efetividade dessas ações traz novos conceitos à comunicação, seguindo critérios de análise obtidos pela internet. “No meio digital, as ações são mais assertivas, devido aos relatórios e às análises. E, até então, no meio físico, a implantação dessas iniciativas era mais restrita”, afirma a coordenadora do Núcleo de Estudos e Laboratório de Varejo da Escola de Comunicação e Negócios da Universidade Positivo (UP), Fabíola Paes.

Para que o varejo tenha maior efetividade e menor desperdício nos impressos promocionais, a editora e gráfica Posigraf, de Curitiba (PR), criou um departamento de geomarketing e passou a utilizar a ferramenta com precisão. “Investimos em um processo de inovação, focado na necessidade do cliente e nos resultados. Muitos dos comércios imprimiam os folhetos promocionais, mas não sabiam onde distribuir”, justifica a analista de Logística da Posigraf, Flávia Gomes dos Santos.

Por meio de um software, a Posigraf identifica o tipo de público buscado na área de influência do estabelecimento, conforme critérios como gênero, faixa etária e classe econômica. “Produzimos relatório mapeando as áreas indicadas para distribuição. Dessa forma, garantimos a assertividade da comunicação”, explica Flávia. Além dos estudos de geomarketing, a gráfica passou a oferecer também a possibilidade de um auditor, que acompanha a entrega e, mais do que isso, tem atenção a alguns detalhes, como a forma de prender os materiais em portões ou caixas de correio.

A soma dos produtos com as soluções oferece uma maior efetividade de que a comunicação vai chegar ao cliente desejado – assim como é possível estabelecer na internet. “Com o impresso e pesquisas de geomarketing, há garantia de que algo tangível vai ser entregue a futuros clientes, especialmente em categorias que lidam com necessidades básicas, como mercados e farmácias”, diz Fabíola Paes, do Laboratório de Varejo da UP.

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O caminho da TI no pequeno varejo

Por André Bretas, diretor de Small Business da TOTVS

Até pouco tempo, ao pensar em montar seu próprio negócio, o primeiro grande desafio era a escolha de um ponto comercial. A chegada da Internet e o crescimento exponencial dos dispositivos móveis mudaram o comportamento das pessoas, não só frente a essa decisão, mas também em todas as outras esferas do dia a dia. O e-commerce deslanchou nos últimos anos e hoje ao criar uma empresa, para a maioria dos pequenos empresários, o primeiro passo é desenvolver uma loja virtual.

Com ela, as pessoas não precisam mais pagar aluguel ou se preocupar com a região ideal para se estabelecer. Além disso, o e-commerce confere às empresas a oportunidade de comercializar seus produtos para consumidores em cidades e países distantes, pessoas que dificilmente teriam acesso à loja e suas mercadorias.

Por isso cada vez mais varejistas estão aderindo ao modelo. Em 2014, o setor chegou à marca de R$ 35,8 bilhões no Brasil, crescendo 24% em relação a 2013, de acordo com a E-bit, empresa especializada em informações sobre e-commerce. Para 2015, apesar da retração esperada na economia do país, a E-bit prevê um crescimento nominal de 20%, atingindo um faturamento estimado de R$ 43 bilhões.

No entanto, embora as lojas físicas estejam migrando para o comércio eletrônico, temos assistido a um novo movimento no país, principalmente no varejo. Hoje, a maior parte dos novos empresários começa com uma loja virtual e só depois, com a empresa estruturada, estabelece um ponto comercial. A operação entra em funcionamento de forma mais rápida e simples. Além disso, já nasce totalmente conectada à nova geração de empreendedores e consumidores, acostumados a fazer compras pela Internet e divulgar as informações pelas redes sociais.

Por nascerem digitais, essas empresas tendem a buscar uma solução de gestão apenas quando o volume de vendas atinge determinado patamar, visando controlar melhor o andamento das vendas e entregas de mercadorias, bem como o fluxo de caixa da empresa. Este monitoramento torna-se ainda mais importante visto que o mundo digital não nivela os negócios pelo porte e sim pela qualidade do serviço. Quanto maior a qualidade, maior o potencial de se destacar, independentemente do tamanho da empresa. O segredo é crescer de forma sustentável.

Com o apoio de uma ferramenta que garanta a organização do negócio, as rotinas passam a ser padronizadas e os dados unificados, permitindo identificar com precisão a curva de crescimento. O próximo passo torna-se então seguro e assertivo: estabelecer uma loja física. Nesse momento, será necessário um novo investimento, não só no ponto comercial e em funcionários, mas também em uma solução de Ponto de Venda, mais conhecida como PDV. O sistema escolhido deve ser aderente à legislação fiscal vigente e permitir a impressão do cupom fiscal ou a emissão do cupom fiscal eletrônico.

Com a loja física, o empresário conseguirá interagir pessoalmente com os consumidores, tendo a oportunidade de solidificar a relação de proximidade e confiança já estabelecida por meio da loja online. Porém, mesmo com a facilidade de adoção de plataformas de e-commerce e soluções de gestão, é importante que o empresário identifique o momento ideal de dar o próximo passo. E, após a abertura da loja física, lembrar que é necessário oferecer ao cliente do ponto comercial a mesma qualidade de atendimento e eficiência do comércio eletrônico.

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TCS é reconhecida como líder em BPO no varejo

A Tata Consultancy Services (TCS), empresa líder em organizações de serviços de TI, consultoria e soluções de negócios, anuncia que foi reconhecida no “Winner’s Circle” (Círculo dos Vencedores), junto aos maiores provedores mundiais de serviços de BPO (terceirização de processos de negócios) no varejo pela empresa analista HfS Research em seu “Blueprint Report on Retail BPO Services,” de autoria da analista Reetika Joshi.

O HfS Blueprint identifica os principais diferenciadores dos provedores de serviços, que foram inseridos no “Winner’s Circle” por sua comprovada excelência em termos de execução e inovação. Do ponto de vista da execução, esses provedores desenvolvem sólidas relações com os clientes e fornecem soluções em cenários reais, além de demonstrar flexibilidade no atendimento das necessidades dos clientes. A inovação representa a principal visão dos provedores, com planos para investir em novos recursos e capacidade de explorar direcionadores externos de modo a agregar maior valor aos clientes.

O relatório destaca o amplo escopo da TCS em gestão de conteúdo digital, administração de promoções e otimização dos mecanismos de pesquisa, além da capacidade da empresa em contribuir para o crescimento dos varejistas e integrar seus empreendimentos de e-commerce às operações convencionais de varejo. O relatório cita também a capacidade da TCS em tecnologia, e-commerce, conhecimentos especializados do varejo e formação de opinião em seu ramo de atividade ao prestar serviços à sua vasta clientela varejista.
“Estamos orgulhosos em sermos reconhecidos no ‘Círculo de Vencedores’ da HfS e por ajudar os varejistas de todo o mundo a atingir seus objetivos comerciais e estratégicos de crescimento, agilidade e eficácia”, afirma Abid Ali Neemuchwala, Global Head of Business Process Services da TCS. “Nossos investimentos estratégicos na produção de conhecimento especializado, ofertas analíticas de varejo, impulsionadores tecnológicos e plataformas atribuem valor para os clientes em proporções globais”.

O setor de varejo passa por uma transformação tectônica conforme o cenário competitivo muda. E-commerce, expectativas do consumidor, comportamento, dados demográficos e psicográficos modificam-se com extrema rapidez. “Os varejistas buscam parceiros capazes de ajudá-los a reagir com rapidez a essas mudanças, e também a crescer enquanto administram seus custos. O nosso conhecimento do setor, a metodologia de simplificação FORE™ comprovada, os geradores TRAPEZE™ de soluções e o eficaz mecanismo de entrega via Global Network Delivery Model (GNDM™), possibilita aos principais varejistas de todo o mundo suprirem essas necessidades”, explica Henry Manzano, CEO da TCS para América Latina.

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Black Friday: ocasião para dinamizar negócios e conquistar o cliente

Por Keila dos Santos e Viviane de Carvalho Lima*

O próximo dia 28 de novembro será marcado por um dos maiores acontecimentos do varejo brasileiro atual: o “Black Friday”. Esse evento, também chamado de “dia negro” ou “sexta-feira negra”, surgiu inicialmente nos Estados Unidos visando possibilitar aos varejistas que esvaziassem seus estoques antigos e os renovassem para as vendas de final de ano. Desde então, essa prática vem se tornando cada vez mais tradicional em diversos países, dentre os quais o Brasil.

O grande diferencial do “Black Friday” é a promessa de desconto muito além do valor normal que pode ser reduzido até à metade do preço convencional. Há varejistas que chegam a anunciar, inclusive, descontos maiores, na casa dos 70 e até 80% do valor normalmente agregado ao produto.
Contudo, além do período ter como marca registrada os grandes descontos, cada vez mais (e infelizmente) tem sido marcado por diversos tipos de fraudes, as quais acabam por comprometer sua credibilidade. Nos últimos anos inúmeros foram os casos em que se constatou que alguns comerciantes estavam apresentando falsas ofertas, promovendo o aumento do valor do produto poucos dias antes para gerar a falsa sensação de desconto ao cliente no “Black Friday”. Fato esse que rendeu ao evento o irônico apelido de “Black Fraude”.

Com o atual cenário consumerista, comete grande engano o varejista que ainda tenta apresentar falsos descontos ao consumidor. Isso porque, com o advento da tecnologia e a democratização da informação, os potenciais compradores estão muito mais sagazes e cuidadosos em relação às práticas abusivas cometidas pelo comércio varejista.
Assim, ao constatarem qualquer indício de fraude imediatamente desenvolvem uma imagem negativa do estabelecimento sob suspeita, a qual é ampla e rapidamente propagada por meio de diversos sites de reclamações e redes sociais na internet que divulgam listas de estabelecimentos que devem ser evitados, o que pode gerar prejuízos à reputação do varejista por um período muito maior do que aquele abrangido pelo “Black Friday”.

É notório, ainda, que após diversas reclamações dos consumidores, o comércio varejista tem passado por fiscalizações intensas do Procon e outros órgãos em defesa do consumidor, de modo a tentar coibir ao máximo as práticas abusivas. Neste período, talvez mais do que em qualquer outro, o varejista poderá ser submetido a diversas sanções administrativas, que incluem pagamento de multa, apreensão do produto e até mesmo suspensão temporária da atividade, sem prejuízo de outras penalidades de natureza cível e criminal, sempre que for constatada qualquer prática lesiva ao disposto no Código de Defesa do Consumidor e demais legislações aplicáveis.

Portanto, é imprescindível que o varejista aproveite o próximo dia 28 de novembro e a visibilidade proporcionada pelo “Black Friday” para aquecer o seu negócio utilizando-se de boas práticas comerciais a fim de evitar sanções de natureza administrativa, cível e penal. E também visando fortalecer o vínculo junto ao consumidor, fidelizando-o com base em um relacionamento pautado pela transparência, pela ética e pela credibilidade.

* Keila dos Santos e Viviane de Carvalho Lima são advogadas com atuação voltada ao segmento varejista do escritório A. Augusto Grellert Advogados Associados

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Grupo Pão de Açúcar é a empresa de varejo do ano

O Grupo Pão de Açúcar foi a empresa que mais levou prêmios ontem no encerramento da 2ª edição da “BR Retail Week” que aconteceu no hotel Transamérica, desde o dia de 30 de julho. A empresa venceu três categorias do Premio “Os Mais Importantes no Varejo”, realizado pela revista NOVAREJO. A Companhia destacou-se como: Varejo Empregador do Ano, Sustentabilidade e ainda levou o principal prêmio, o de Varejo do Ano.

“É sempre bom receber uma premiação, mas nós não trabalhamos para sermos premiados, buscamos resultados e procuramos cumprir nossa missão que é garantir a melhor experiência de compra para nossos clientes. Cada um dos nossos 170 mil colaboradores tem isso como meta e se continuarmos com essa dedicação, de forma constante e consistente, acredito que os prêmios serão uma consequência”, ressalta Hugo Bethlem, vice-presidente de relações corporativas do Grupo Pão de Açúcar.

Para chegar aos vencedores, a consultoria Accenture, que realizou o estudo pioneiro a pedido da revista NOVAREJO, idealizadora do prêmio, dividiu as empresas concorrentes em 19 categorias, sendo cinco baseadas em análise quantitativa e 14 em qualitativa. A avaliação foi realizada nos primeiros quatro meses de 2012.

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Varejo projeta crescimento de 5% em 2012

As vendas reais do setor supermercadista em junho de 2012 cresceram 6,68% em relação a junho de 2011, de acordo com o Índice Nacional de Vendas, divulgado mensalmente pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras). Em comparação com maio deste ano, houve queda de -5,47%. No acumulado do primeiro semestre de 2012, as vendas do setor supermercadista alcançam alta de 6,79%, na comparação com o mesmo período de 2011. Esses índices já foram deflacionados pelo IPCA do IBGE.
Em valores nominais, o Índice de Vendas da Abras apresentou queda de -5,39% em junho em relação a maio e alta de 11,98% se comparado com junho de 2011. O acumulado nominal, no primeiro semestre de 2012, cresceu 12,55%, na comparação ao mesmo período do ano passado.

“O valor acumulado em vendas no primeiro semestre é alto, o que nos deu base para projetar crescimento em torno de 5% para o ano. E fizemos essa previsão, antes calculada em 4%, principalmente em função do resultado acumulado, mas é importante destacar que os indicadores mostram quedas nas vendas pelo segundo mês consecutivo. Vamos continuar monitorando esses indicadores mês a mês, até porque o segundo semestre tradicionalmente é melhor em vendas do que o primeiro”, avalia o presidente da Abras, Sussumu Honda.

AbrasMercado
Em junho, o AbrasMercado, cesta de 35 produtos de largo consumo, analisada pela GfK, apresentou alta de 0,33%, em relação a maio deste ano. Já na comparação com junho de 2011, o AbrasMercado apresentou crescimento de 7,00%, passando de R$ 299,24 para R$ 320,20.

Os produtos com as maiores altas em junho, na comparação com maio, foram: batata, com 29,55%; tomate, com 16,69%; e ovo, com 3,56%. As altas mais expressivas têm explicação nas quebras de safra provocadas pela seca, no caso da batata, e baixas temperaturas, no caso do tomate, que impactaram negativamente na produtividade e oferta do produto. Já os produtos com as maiores quedas foram: cebola, com -6,21%; carne traseiro, com -3,00%; e desinfetante, com -2,09%.

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