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E-TRUST desenvolve solução inovadora para o mercado varejista

A E-TRUST, uma das principais empresas de segurança da informação do país, desenvolveu recentemente o HORACIUS Retail Identity Management, uma solução pioneira para o setor varejista que integra a gestão de identidades do consumidor. Lançada em janeiro, durante a National Retail Fair (NRF Big Show), maior feira de varejo das Américas, realizada em Nova York (Estados Unidos), a tecnologia é a primeira no Brasil a incorporar todos os dados dos clientes em uma única plataforma e permitir a segmentação dos perfis em um processo contínuo em tempo real.

“Acreditamos que vai vencer no varejo quem vender melhor e para isso é fundamental conhecer o consumidor. Foi pensando nisso que criamos este produto e oferecer às empresas uma solução que possibilita conhecer, entender e segmentar as informações e, então, desenvolver uma comunicação mais direta e efetiva com o consumidor”, explica o CEO da E-TRUST, Dino Schwingel. O executivo esclarece que na maioria das vezes os aplicativos das empresas funcionam de forma desconectada. As plataformas dos sites, celulares e redes sociais não conversam entre si, o que dificulta na hora de encontrar o histórico de um cliente. “O varejista tem essa informação, mas por deficiências tecnológicas o aplicativo não a encontra”.

Com o HORACIUS Retail Identity Management será possível, via analytics, capturar as informações que estão fragmentadas ou separadas em plataformas diferentes e concentralá-las em uma base de identidades única. O consumidor não será associado somente pelo número de celular, login ou e-mail, mas também pelo próprio perfil nas redes sociais. A iniciativa elimina a criação de novas senhas e facilita o acesso do cliente à empresa. Outra vantagem do produto é que com base nas preferências do cliente, será possível criar promoções customizadas por meio de aplicativos móveis ou websites.

O CEO da E-TRUST exemplifica que no caso das lojas físicas, as informações podem ser usadas de forma que os próprios vendedores consigam identificar o perfil do consumidor e oferecer um atendimento mais direcionado. O atendente acessa o aplicativo da própria loja, que por sua vez detecta o aplicativo no celular do cliente. Desta forma, será possível saber a frequência do consumidor e a quantidade de compras. “Oferecemos a tecnologia para que o varejista use a expertise do seu negócio para vender melhor. Tendo informações precisas e online sobre o perfil de compra do cliente, com certeza ele vai conseguir fazer ofertas que vão fidelizar mais”, conclui Schwingel.

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Empresas fecham as portas com novas regras do ICMS

Uma em cada três micro e pequenas empresas de e-commerce em todo o Brasil que responderam a uma enquete realizada pelo Sebrae, em parceria com a E-commerce Brasil, Camara-e.net e Abcomm, suspenderam as vendas depois do início das novas regras na cobrança do ICMS. Dessas, 25% pararam de vender para outros estados e quase 9% interromperam todas as vendas da empresa.

Para o presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos, a pesquisa mostra como a medida tem impacto negativo nos pequenos negócios. “Estão prejudicando as micro e pequenas empresas e o comércio eletrônico de todo o país. Não param de chegar relatos de empresas fechando, suspendendo as vendas on line. Os fiscos estaduais e o Confaz estão agindo como os Exterminadores do Futuro das micro e pequenas empresas”.

Questionados sobre os impactos das mudanças na cobrança do imposto, mais de oito em cada dez donos de micro e pequenas empresas do e-commerce responderam que os encargos tributários aumentaram e, consequentemente, o custo financeiro também. Quase 75% informaram que fizeram mudanças operacionais na empresa e 67% admitiram que, desde o começo do ano, ocorrem atrasos nas entregas.

Desde 1º de janeiro, é obrigatório o pagamento do tributo nos estados de origem e destino da mercadoria, o que afeta, principalmente, as empresas que trabalham com e-commerce – 75% delas são micro e pequenas. A enquete foi feita na última quinta-feira (11) pela internet e respondida por 535 donos de pequenos negócios.

A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), com apoio do Sebrae, entrou no Supremo Tribunal Federal com uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) pedindo uma liminar suspensiva do artigo 9º, que atingiu as micro e pequenas empresas. A OAB defende que as novas regras violam a Constituição ao criar alíquotas diferentes para micro e pequenas empresas inclusas no Simples Nacional. A relatoria da ADI é do ministro Dias Toffoli.

Leia mais sobre as novas regras do ICMS no link: http://www.sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/noticias/Novas-regras-de-ICMS-para-e%E2%80%93commerce

Fonte: Sebrae

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Confiança do consumidor começa o ano em baixa, informa ACSP

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O Índice Nacional de Confiança (INC) da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) registrou 75 pontos em janeiro – o que representa uma queda de dois pontos em relação a dezembro de 2015 e de 62 pontos em relação a janeiro daquele ano. Essa é a décima queda nos últimos doze meses.

O INC é elaborado pelo Instituto Ipsos, que realizou a pesquisa entre os dias 14 e 24 de janeiro em todo o Brasil. No INC, os valores entre 100 e 200 pontos apontam otimismo; o intervalo de zero a 100 indica pessimismo.
De acordo com Alencar Burti, presidente da ACSP e da Facesp (Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo), a contínua baixa da confiança no início de 2016 sinaliza para o aprofundamento da crise política e econômica pela qual passa o País.
“A confiança está estabilizada, mas em patamares mínimos. Para que o consumidor saia desse pessimismo, é preciso haver uma solução rápida da crise político-institucional e a queda da inflação. Somente assim, poderemos retomar a atividade econômica”, comenta Burti.

Segundo o presidente da ACSP, o recuo da inflação melhorará, sobretudo, a confiança das classes mais baixas. Já o fim da crise política irá reduzir a incerteza que paralisa as compras parceladas.

Situação, consumo e emprego

Em janeiro, 52% dos entrevistados avaliaram sua situação financeira atual como ruim e apenas 24% como boa. Há um ano, essa relação era de 32% e 40%, respectivamente.
Em relação ao trabalho, 54% sentem-se inseguros em seus empregos, contra 14% que se sentem seguros (27% e 35%, respectivamente, em janeiro de 2015).

Mais do que isso, cada entrevistado disse conhecer, em média, 4,96 pessoas que perderam o emprego nos últimos seis meses. É o maior número desde que a pesquisa foi criada, em abril de 2005. Em janeiro do ano passado, essa média foi de 3,31 pessoas.
Como consequência desse cenário, apenas 16% dos consumidores disseram estar à vontade para comprar eletroeletrônicos nos próximos meses (41% em janeiro de 2015).

“A insegurança no emprego e a má percepção que o brasileiro tem de sua situação financeira se refletem no consumo das famílias, sobretudo na aquisição de bens duráveis”, explica Burti.
Na comparação com dezembro, todos esses indicadores mantiveram-se estáveis ou dentro da margem de erro de 3 pontos.

Estado de SP

O Índice de Confiança do Consumidor Paulista registrou 60 pontos em janeiro – o pior resultado desde que a pesquisa começou. Em dezembro de 2015, a confiança entre os consumidores de São Paulo tinha sido de 64 pontos. Já em janeiro do mesmo ano, foi de 126.
A queda mais forte em SP pode ser explicada pelo fato de o estado ter uma grande presença de consumidores da classe AB, a mais pessimista. Além disso, por ser um estado altamente industrializado, sofre ainda mais com a recessão econômica, pois a indústria tem sido o setor mais prejudicado.

Regiões

Das regiões analisadas, apenas o Nordeste apresentou alta em relação a dezembro de 2015. O INC nordestino subiu de 82 para 91 pontos, embora continue no campo pessimista. O Sudeste caiu de 70 para 66 pontos; o Norte/Centro-Oeste, de 91 para 85; e o Sul despencou de 74 para 63 pontos.

Classes

A classe DE foi a única a apresentar ligeira elevação de confiança, com o INC desse grupo indo de 90 para 92 pontos. Já a confiança da classe C baixou de 76 para 73 pontos, e a da classe AB caiu de 64 para 62.
A melhora na confiança tanto da classe DE quanto na região Nordeste pode ser explicada pelo aumento do salário mínimo, que impacta mais esses dois grupos.

O INC

O INC de janeiro foi elaborado pelo Instituto Ipsos a partir de 1,2 mil entrevistas domiciliares em 72 municípios, por amostra representativa da população brasileira de áreas urbanas (Censo 2010 e PNAD 2013), com seleção probabilística de locais de entrevista e cotas de escolha do entrevistado, ambas baseadas em dados oficiais do IBGE.

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Varejo paulista encerra 2015 com mais de 60 mil postos de trabalho fechados

Segundo a FecomercioSP, mais de 12 mil vagas foram eliminadas em dezembro, indicando que praticamente não houve efetivação dos temporários

O comércio varejista no Estado de São Paulo encerrou 2015 com 60.441 postos de trabalho a menos, resultado de 1.012.329 admissões contra 1.072.770 desligamentos. Foi o primeiro saldo anual negativo desde o início da série histórica, em 2007, o que significa, na comparação com 2014, recuo de 2,8% no estoque de trabalhadores do setor, que atingiu 2,13 milhões, voltando assim a níveis de agosto de 2013.

Apenas em dezembro, foram eliminadas 12.181 vagas formais, em razão das 71.907 admissões contra 84.088 desligamentos. No mês, a ocupação formal registrou queda de 0,6% na comparação com o novembro de 2015. Ao se observar o saldo positivo de 13.682 novas vagas de novembro, pode-se concluir que praticamente não houve efetivação dos temporários contratados para o período natalino.

Os dados são da Pesquisa de Emprego no Comércio Varejista do Estado de São Paulo (PESP), realizada mensalmente pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) com base nos dados do Ministério do Trabalho e Emprego, por meio do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) e o impacto do seu resultado no estoque estabelecido de trabalhadores no Estado de São Paulo, calculado com base na Relação Anual de Informações Sociais (Rais).

Entre as nove atividades pesquisadas em dezembro, sete apresentaram diminuição no estoque de empregos na comparação com o mesmo mês de 2014. Os setores de concessionárias de veículos (-8,2%) e de lojas de vestuário, tecido e calçados (-7,1%) foram os que apontaram queda mais acentuada. No sentido contrário, os únicos setores que não registraram redução de vagas foram os de farmácias e perfumarias (2,3%) e de supermercados (0,9%).

De acordo com a assessoria econômica da FecomercioSP, o saldo negativo do emprego no comércio varejista paulista em 2015 foi resultado direto da queda do faturamento no setor. A inflação alta, a restrição de crédito, o avanço do desemprego e as incertezas em relação aos rumos da economia resultaram em uma queda brusca do consumo das famílias.

Observando os dados por ocupações, as funções que mais perderam vagas foram as de vendedores e demonstradores, com -12.765 postos de trabalho. O segundo posto com maior redução de vagas foi a área administrativa das empresas. São -6.979 vagas para escriturários, assistentes e auxiliares administrativos.

Adicionalmente, chama atenção o fato de que 30% das vagas fechadas pelo comércio varejista paulista eram preenchidas por diretores, gerentes e supervisores de empresas e áreas internas. Tal realidade demonstra que a redução do quadro funcional atingiu todos os níveis da empresa, inclusive aos funcionários com atuação institucional de liderança e com rendimento médio mais elevado.

A Entidade reforça que, diante das sucessivas quedas no faturamento, os estabelecimentos comerciais tiveram de reduzir seus custos e, consequentemente, realizar cortes no quadro de funcionários. A Federação prevê que 2016 será mais um ano difícil para o mercado de trabalho do setor, e a expectativa é que o aumento do desemprego permaneça ao longo do ano.

Varejo paulistano

Foram eliminadas 4.147 vagas no varejo da cidade de São Paulo em dezembro. A ocupação formal atingiu 662.117 empregados, queda de 0,6% na comparação com o mês anterior. De janeiro a dezembro de 2015, o saldo acumulado foi negativo em 18.151 empregos – o que levou à diminuição de 2,7% do estoque total.

Das nove atividades pesquisadas, os destaques negativos de 2015 foram os setores de lojas de vestuário, tecidos e calçados (-6.396 vagas) e de concessionárias de veículos (-2.066). Por outro lado, desempenhos positivos foram registrados nos segmentos de supermercados (1.784) e de farmácias e perfumarias (1.563).

Nota metodológica

A Pesquisa de Emprego no Comércio Varejista do Estado de São Paulo (PESP) analisa o nível de emprego do comércio varejista. O campo de atuação está estratificado em 16 regiões do Estado de São Paulo e nove atividades do varejo: autopeças e acessórios; concessionárias de veículos; farmácias e perfumarias; lojas de eletrodomésticos e eletrônicos e lojas de departamento; matérias de construção; lojas de móveis e decoração; lojas de vestuário, tecido e calçados; supermercado e outras atividades. As informações são extraídas dos registros do Ministério do Trabalho e Emprego, por meio do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) e o impacto do seu resultado no estoque estabelecido de trabalhadores no Estado de São Paulo, com base na Relação Anual de Informações Sociais (Rais).

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Tyco Integrated Security anuncia diretor de novos negócios

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A Tyco Integrated Security, principal provedora de soluções para melhoria da performance de loja, prevenção de perdas, segurança e gerenciamento para varejistas no Brasil, anuncia Carlos Eduardo Santos como diretor de Novos Negócios. Explorar novos mercados e implantar as soluções inovadoras de Store Performance da Tyco, como RFID e Contagem de Fluxo, serão os objetivos de Carlos, que conta com 25 anos de experiência no setor.

O executivo também será responsável por oferecer consultoria em prevenção de perdas e soluções customizadas para os clientes e gerenciar processos, pessoas e novas tecnologias. “O mercado e a economia brasileira passam por um momento desafiador, mas investir em tecnologia e evitar perdas é fundamental para que o varejista se mantenha competitivo. A Tyco Integrated Security está apostando fortemente na inovação, por meio de suas soluções e amplo conhecimento, para garantir receita e desempenho a seus clientes”, explica o diretor.

Essa é a segunda passagem de Carlos pela Tyco Integrated Security, onde dirigiu áreas como Performance e Soluções por quatro anos. O executivo também atuou em cargos de diretoria e gerência em empresas como Walmart Brasil e Lojas Marisa.

Formado em Direito e em Administração de Empresas, o profissional possui MBA em Gestão de Riscos e Segurança Empresarial pela FECAP (Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado) de São Paulo. Além disso, foi presidente do Comitê de Prevenção de Perdas do Provar (Programa de Administração de Varejo) da FIA – é autor do livro “Manual de Prevenção de Perdas e Gestão de Riscos” e administrador do Portal Prevenir Perdas (www.prevenirperdas.com.br).

Carlos Eduardo Santos atua, ainda, como professor na FIA (Fundação Instituto de Administração) e na FAPI (Faculdade de Administração do Estado de São Paulo) para as disciplinas Prevenção de Perdas, Direito para o Varejo, Auditoria e Gestão de Riscos.

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6 tendências de varejo na América Latina

As tendências mais importantes do varejo na América Latina vão desde as estratégias de shopper, passando pela fidelização dos clientes, o e-commerce e a variedade de formatos, até chegar aos produtos, que hoje são apreciados pelo consumidor. A Nielsen compilou as tendências mais importantes do universo varejista na região latino-americana em uma análise completa, agrupando as mais relevantes em seis blocos.

1.Shopper Marketing – São todas as estratégias para mercados de nicho e de segmentação. O mais importante neste ponto é entender o shopper e compreender que todos são diferentes. Hoje em dia, é fundamental considerar a geração a qual pertencem os shoppers para definir as diferentes estratégias.A geração com maior crescimento é a dos Boomers (50-64 anos), mas, sem dúvida alguma, são os Millennials (Geração Y) que detém o maior poder econômico e que ditam as regras em termos de consumo global.

Baby Boomers – a geração de hoje – Os conhecidos como Baby Boomers possuem hoje o consumo de 40% de PGC (produto de grande consumo), sendo eles os principais responsáveis pelas compras do lar. Atualmente, eles representam a parcela da população que conta com o maior poder aquisitivo no mundo. Ao contrário dos Millennials (Geração Y), para os Boomers a qualidade vs. o preço é o principal driver de compra e seus hábitos se concentram em produtos especializados.

Millennials (Geração Y) – a geração do futuro – Estima-se que no ano de 2018, representarão a metade do consumo global e espera-se que em 2025 já sejam 75% da força mundial. É a geração que hoje tem a maior representatividade na população e está mudando as regras do jogo e das estratégias de mercado, movendo-as para uma era mais moderna, digital e dinâmica. É importante ter em mente que a melhor idade para gerar maior conexão e fidelidade com uma marca é entre os 18 e 34 anos.

2. Fidelização do Shopper – Os programas de fidelidade se institucionalizaram com o decorrer do tempo, convertendo-se hoje em um aspecto que, definitivamente, é crucial no momento de ganhar um shopper. 82% dos shoppers asseguram que, provavelmente, escolheriam um varejista que lhes oferecesse um programa de fidelidade. Entretanto, quando falamos da América Latina, apenas 46% dos varejistas oferecem algum programa deste para seus clientes. A maioria trabalha com a troca de pontos por dinheiro ou alguns optam por oferecer um diferencial com valor agregado, como cupons de descontos, evento, entre outros.

Apesar disso, fidelizar os clientes não é uma tarefa fácil, ainda que alguns se digam “clientes fiéis”, o que na verdade não são. Muitos mudam constantemente de varejista ao encontrarem uma melhor oferta de preços (42%), outros buscam produtos com melhor qualidade (28%), melhor serviço (18%), melhor sortimento (7%) e melhores características (3%).

3. Mix de Formatos – Na América Latina, o mix de formatos se evidencia em todos os países da região. Porém, as estruturas mudam e há pontos fortes e diferenciais interessantes, mas todos influenciados pela conveniência e comodidade.

· Canal Tradicional (lojas)

Equador, República Dominicana e Peru são atualmente os países com maior concentração de canais tradicionais e onde o desenvolvimento do varejo não aconteceu tão rapidamente.

· Moderno (supermercados)

O canal moderno teve seu desenvolvimento mais forte no Chile, Brasil, México, Argentina e Colômbia, onde os supermercados ganharam um importante espaço. Nesses países, o consumidor busca por comodidade e conveniência, o que também fortaleceu os supermercados pequenos.

· Drogarias

As drogarias, ou farmácias, seguem sendo um canal com grande importância em países como Venezuela, Porto Rico e Chile. Localidades estas onde grandes players se instalaram, melhorando a frequência de compra, ticket médio e “share of wallet” (parcela do bolso).

E graças a este mix de formatos que hoje o shopper tem mais opções na América Latina, aumentando as visitas aos supermercados (30%), hipermercados (27%), lojas de descontos/ clubes de compra (15%), conveniência (14%) e online (8%).

“Neste sentido, nascem negócios paralelos à atividade principal como agências de viagens, seguros, giros, telefonia celular, cartões de créditos, centros comerciais etc.” comenta Jonatas Rosa, Executivo de Retail Services do Brasil.

4. E-commerce – O comércio eletrônico cresce mundialmente a uma taxa de 23%. Aproximadamente, 1.000mm de consumidores globais estão dispostos a fazerem suas compras em supermercados online.

O mercado que mais acendeu no e-commerce, no último ano, foi a Ásia – Pacífico, seguida pela América Latina, que cresce a taxas de 21,5%, sendo o Brasil o país que mais impulsiona o crescimento, seguido pelo México.

9% dos compradores globais usam cupons virtuais e baixam os aplicativos dos varejistas para receberem informações e/ou promoções. Na América Latina, a média é de 10%, mas com possibilidades de crescer até 64%, de acordo com o Estudo Global de e-commerce da Nielsen.

5. Marcas Próprias

O desenvolvimento das marcas próprias nos países desenvolvidos é bastante alto e está focado, essencialmente, em um portfólio amplo de produtos e diversas faixas de preços.

A marca própria representa, em nível global, 16,5% das vendas, de acordo com o Reporte Global Nielsen. Com 45%, a Suíça lidera o ranking de produtos de marca própria. Na América Latina, a líder em vendas é a Colômbia, com 15%, embora se tenha constatado crescimento em todos os países medidos pela Nielsen neste reporte (Argentina, Chile, Brasil, México, Venezuela, Peru).

A diferença, talvez, seja a percepção que os consumidores têm sobre a qualidade das marcas próprias na América Latina. De qualquer forma, a economia continua a ser o principal fator na escolha de uma marca própria, especialmente quando as famílias buscam reduzir seus custos (44% tem esta preferência).

81% dos consumidores preferem que a localização das marcas próprias seja ao lado das marcas comerciais, para assim encontrá-las mais facilmente. Um fator chave, de acordo com os resultados do Estudo Global da Nielsen sobre este tema, revela que os consumidores comprariam mais dessas marcas se houvesse maior variedade na oferta (71%) e 34% consideram que há uma excelente relação entre preço e qualidade.

6. Saudáveis – 51% dos entrevistados no Estudo Nielsen sobre Saúde e Bem-Estar consideram que estão acima do peso e 70% dos mesmos estão realizando algum tipo de dieta ou exercício físico para diminuí-lo. Esta é uma das razões pela qual a cesta de Saudáveis, ou Alimentos e Bebidas que têm benefícios funcionais ou representam um consumo mais light, cresce cada dia mais regionalmente.

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E-TRUST entra no mercado internacional e participa da National Retail Fair

A E-TRUST, uma das principais desenvolvedoras de soluções de segurança da informação do país, recebeu nota máxima na avaliação do Programa de Internacionalização Competitiva, gerenciado pela Softex em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil). O projeto tem como objetivo fomentar oportunidades de negócios no mercado internacional e tornar a indústria nacional de software e de serviços de TI um player global no mercado.

O reconhecimento conduz a companhia à um novo patamar, já que viabiliza a participação da empresa em eventos internacionais, como a National Retail Fair (NRF Big Show), maior feira de varejo das Américas, que acontece em janeiro, em Nova Iorque, nos Estados Unidos. Em 2015, a NFR contou com 550 expositores e reuniu mais de 30 mil visitantes. Membros de 86 países estiveram presentes no evento.

Durante a National Retail Fair, a E-TRUST — única companhia brasileira de gestão de identidade de acessos a participar do evento — terá a oportunidade de apresentar ao mercado internacional a solução HORACIUS, desenvolvida para a gestão de identidades e que une funcionalidades de workflow, governança e provisionamento para controlar o acesso das pessoas aos sistemas de uma organização em nuvem.

“A avaliação que conquistamos é extremamente importante para nós uma vez que nos permite assumir uma posição de player global no cenário internacional de TI. Esta é a oportunidade para prospectarmos novos negócios, aumentando a nossa visibilidade e o crescimento da empresa. Vamos apresentar a nossa solução HORACIUS para outros mercados potenciais”, explica o CEO da E-TRUST, Dino Schwingel.

O processo de avaliação do Programa de Internacionalização Competitiva consiste em analisar a atuação da empresa no mercado, levando em consideração alguns pilares estratégicos de gestão como fatores críticos de sucesso, o potencial inovador e de internacionalização, a adequação da solução/serviço e a estratégia de entrada da empresa no mercado norte-americano. Após esta análise, a empresa é comunicada que está apta para integrar o programa e participar de grandes eventos internacionais.

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Varejo paulistano fecha 2015 com queda de 8%, informa Associação Comercial de SP

Foi o pior resultado desde o início do Plano Real; vendas em dezembro também apresentaram a maior retração do período (-14,5%)
São Paulo, 4 de janeiro de 2016. O comércio varejista da capital paulista fechou o ano de 2015 com queda média de 8% no movimento de vendas frente a 2014. Foi o pior desempenho do setor desde o início do Plano Real. O segundo pior resultado foi em 1999, quando uma crise levou à retração média de 5,9%.

Já em 2014, o Balanço de Vendas da ACSP apontou aumento médio de 1,7%.

Separadamente, em 2015, as vendas a prazo recuaram 6,7%, impactadas pelo aumento da taxa de juros, pela redução do crédito e pela confiança do consumidor nos patamares mais baixos já registrados.

As vendas à vista caíram 9,2%, afetadas pela queda da massa salarial e pelo aumento dólar, prejudicando comércios de roupas e importados. Os resultados ficaram dentro da expectativa da ACSP.

Segundo Marcel Solimeo, diretor do Instituto de Economia Gastão Vidigal/ACSP, comenta o balanço do ano e o que pode ser esperado para 2016. “A perspectiva para 2016 é de redução menor nas vendas, mas ainda assim no vermelho. Porém, o varejo precisa se preparar para o começo do ano, quando a sazonalidade joga contra o lojista”, analisa Solimeo, em referência ao tradicional desempenho negativo do setor no primeiro trimestre de cada ano.

Além de gastos típicos de início de ano (IPVA, IPTU, material escolar) – que drenam dinheiro do consumidor – as viagens de férias e o Carnaval esvaziam a cidade e afetam o comércio de forma geral.

De acordo com Solimeo, apenas a partir do segundo trimestre as quedas poderão ser mais brandas, caso o governo adote medidas na direção correta em relação às contas públicas, que restabeleçam a confiança de empresários e consumidores.

Pior dezembro

Assim como no acumulado do ano, no mês de dezembro de 2015 as vendas também amargaram o pior desempenho desde o início do Plano Real. A queda média foi de 14,5% (-10,8% a prazo e -18,2% à vista) na comparação com o mesmo mês de 2014.

O segundo pior desempenho do Plano Real para um mês de dezembro foi em 1999 (-4,9%).

Já em dezembro de 2014, houve elevação de 1,1% sobre o ano anterior.

Comparação mensal

Por fim, na comparação mensal, as vendas a prazo e à vista apresentaram altas sazonais de 20,8% e 42%, respectivamente. As elevações são explicadas pelo fato de dezembro ser o principal mês para o varejo, em decorrência das compras de fim de ano e da injeção do 13º salário na economia.

Mesmo assim, ambos os aumentos foram inferiores à média dos últimos três anos, que é de 22,2% nas vendas a prazo e de 53% nas vendas à vista.

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Trocas são oportunidades e devem ser aproveitadas – Por Fabíola Paes*

Correria de Natal e muitos presentes entre amigos e familiares. Nem sempre a escolha é acertada. O resultado disso é que na semana logo após as comemorações começa a jornada de trocas. Milhares de pessoas voltam às lojas – não mais para comprar, mas sim para trocar os presentes que ganharam porque não gostaram ou não serviram. Porém, muitos empreendedores, donos e gestores das lojas, perdem oportunidades importantes ao não darem atenção a essa época pós-Natal, que chega a figurar entre as cinco semanas mais importantes no faturamento das vendas do ano em algumas redes de varejo.

Há tanta preocupação antes do Natal: a promoção, as ofertas, a decoração, a preparação das embalagens, a contratação e treinamento da equipe, a reposição de mercadorias, entre outras providências. Mas, e o pós-Natal? Raros são os estabelecimentos que compreendem a importância e a oportunidade em incrementar as vendas com bom atendimento das trocas depois do Natal e orientam seus vendedores a darem o máximo de si com cada troca para ampliar a carteira de clientes com um atendimento verdadeiramente diferenciado.

Uma troca bem feita, com atendimento que concentre nas necessidades do cliente e aposte na venda casada, pode render bons retornos imediatos, como aquisição de mais peças do que apenas a da troca, e gerar um relacionamento duradouro para a loja. É fundamental que o comércio planeje o atendimento pós-Natal e se prepare com igual antecedência, dentro do planejamento da ação de Natal:

. Reunindo a equipe e motivando-a, mostrando o quanto pode lucrar com vendas adicionais geradas pelas trocas que serão feitas;

. Mimando o possível cliente. Oferecendo na loja um atendimento caloroso, sorridente e prestativo. Incluindo balas ou um cafezinho.

. A loja deve estar arrumada. Orientar a equipe para que todos cuidem para que a loja esteja com os produtos arrumados e de fácil visualização;

. Não deixar de vender porque não tem a numeração do produto que interessou ao cliente. Mostrar opções diferenciadas e similares;

. Aproveitar o momento da troca para ampliar a base de clientes para futuras ações de relacionamento do estabelecimento.

Até o final de janeiro dá tempo de reverter bons resultados com as trocas de Natal. Mãos à obra!

*Fabíola Paes é coordenadora do MBA em Gestão de Varejo e Administração de Shopping Center da Universidade Positivo.

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GS&MD leva a mais importante delegação brasileira para maior feira de varejo do mundo

Entre os dias 17 e 20 de janeiro de 2016, será realizada a 105ª edição do NRF Retail’s Big Show, em Nova York, EUA. O evento de quatro dias reúne conteúdos incomparáveis em palestras com os principais nomes do Varejo, Franchising, Shopping Centers e E-commerce mundial, networking, além de uma enorme expo, com mais de 550 expositores em uma área de 205 mil m².

Há mais de 20 anos, a GS&MD – Gouvêa de Souza leva a maior delegação de brasileiros ao evento, composta por líderes que influenciam outros líderes, com conteúdos exclusivos, visitas técnicas in-loco, reuniões de introdução e muitos outros fatores que levaram o grupo a ser recomendado pela National Retail Federation por oferecer o melhor programa de visitas ao varejo dos EUA. Na próxima edição, além dos executivos e varejistas que representam o mercado nacional, o grupo também contará com a presença dos alunos e professores da FGV, vencedores do prêmio Os Profissionais do Varejo de Amanhã 2015, entregue durante o Latam Retail Show 2015, em São Paulo.

O Diretor Geral da GS&MD Marcos Gouvêa de Souza palestrará no evento em companhia de Rony Mesler (CEO da reserva). A palestra terá como ponto focal o crescente poder de compra, a geração Y, ou Millennials, detêm a chave para o futuro dos varejistas. Lojas e marcas descobriram que, quando se trata de geração do milênio, é importante ter um “propósito” para o negócio que podem ser adotado e partilhado pelos clientes.

Flávio Rocha, CEO da Riachuelo; Luiza Helena, presidente do IDV – Instituto para Desenvolvimento do Varejo; Eduardo Ourivio, sócio-fundador do Spoleto; Rony Meisler, CEO da Reserva; Raquel Pirola, diretora de marketing da Óticas Carol; Sergio Herz, CEO da Livraria Cultura; German Quiroga, CEO da CNOVA; Claudio Kalim, diretor-geral da Africa Zero e Leticia Abraham, vice-presidente da WGSN na América Latina são alguns dos executivos presentes na delegação.

Além das visitas técnicas, feitas em lojas que servem como modelo de operações de varejo para o mundo, a delegação brasileira também contará com o Retail Executive Summit, uma avant-première que contará com o debate entre os principais líderes do Varejo, Franchising, Shopping Centers e E-commerce, este evento será transmitido via webcasting. Neste evento, será entregue um material prévio, distribuído durante a NRF, com uma compilação de tudo o que foi visto no evento e será apresentado durante o pós, também promovido pela GS&MD.

A tecnologia será um assunto recorrente no evento, com palestras e apresentações nas quais é possível citar inteligência artificial no varejo, Small Data versus Big Data, experiência através de dispositivos móveis, tecnologias de imersão, além de temas como compreender o cliente dentro e fora da loja, preço certo na hora certa, a construção de uma marca que seja amada pelos jovens, as superações dos desafios nos mercados de entrada etc.

A delegação GS&MD, patrocinada pela Microsoft, AMEX, APEX e Manhattan Associates, possui como parceiros a ABRE – Associação Brasileira de Embalagens, Anamaco – Associação Nacional dos Comerciantes de Materiais de Construção, ESPM – Escola Superior de Propaganda e Marketing, Fecomercio – Federação do Comércio do Estado de São Paulo, FGV – Fundação Getúlio Vargas, Ibevar – Instituto Brasileiro de Executivos de Varejo e Mercado de Consumo e WGSN.

“No momento em que precisamos repensar tudo no Brasil, é especialmente importante nos inspirarmos pelo que é feito no maior mercado de varejo, franchising, shopping centers e e-commerce do mundo.”, conclui Marcos Gouvêa de Souza, diretor-geral da GS&MD – Gouvêa de Souza.

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Sweda alerta supermercados e varejistas sobre prazos da obrigatoriedade para o CF-e-SAT – São Paulo

A partir de 1º de janeiro de 2016, o Sistema Autenticador e Transmissor (SAT) de cupons fiscais eletrônicos passa a ser obrigatório para contribuintes que auferirem receita bruta maior ou igual a R$ 100.000,00 no ano de 2015, em substituição à Nota Fiscal de venda a consumidor (mod 2); contribuintes classificados nas CNAEs 4711301 (Hipermercados), 4711302 (Supermercados) e 4712100 (Minimercados, Mercearias, Armazéns, Empórios, Secos e Molhados), aplica-se para toda e qualquer abertura de loja, em substituição aos ECFs que tenham mais de 5 anos desde a primeira lacração, conforme portaria CAT 147-12.

Marco Antonio da Sweda (www.sweda.com.br), líder do mercado brasileiro em soluções fiscais para automação de Varejo, alerta para os prazos de obrigatoriedade do SAT em São Paulo e explica que o CF-e-SAT tem o objetivo de simplificar, flexibilizar e documentar, de forma eletrônica, as operações comerciais do varejo dos contribuintes do Estado de São Paulo, substituindo a tecnologia atual (ECF). “Para isso, a nova solução CF-e-SAT, cria um novo modelo de documento fiscal eletrônico e um novo padrão de equipamento de baixo custo, o SAT, que vai gerar, autenticar com validade jurídica e transmitir, via internet, os cupons fiscais emitidos pelos estabelecimentos comerciais”, explica.

O projeto deve possibilitar aos consumidores localizar o documento fiscal no programa da Nota Fiscal Paulista em um prazo muito menor do que o praticado atualmente, além de simplificar as obrigações acessórias dos estabelecimentos varejistas.

Solução Sweda

Para cumprir as exigências do novo Cupom Fiscal Eletrônico, os varejistas deverão adotar um equipamento SAT (Sistema Autenticador e Transmissor). “Trata-se de módulo composto de hardware e software embarcado, que deverá gerar e autenticar, por meio de Certificado Digital próprio, o Cupom Fiscal Eletrônico – SAT (CF-e-SAT) e transmiti-lo periódica e automaticamente à Secretaria da Fazenda (SEFAZ), via internet”, diz Marco Antonio.

O executivo lembra que a Sweda foi uma das primeiras a desenvolver o equipamento para o mercado brasileiro, atendendo as exigências feitas pela Secretaria da Fazenda. Chamada SS100 SAT, a solução da companhia tem velocidade de processamento 50% maior que a especificada pela Sefaz e, por conta de seu sistema exclusivo de alta compactação, consegue armazenar até 200 mil cupons fiscais em modo off-line, liberando a memória do equipamento ao voltar para o modo online. A solução Sweda já foi adotada pelos principais varejistas paulistas.

Marco Antonio, lembra que o equipamento é o que apresenta melhor performance, podendo operar em regime 24×7 e enviar operações de venda mesmo quando estiver realizando comunicações com a Sefaz. “Com essas características, a solução desenvolvida pela Sweda continua emitindo os cupons fiscais, mesmo se a comunicação com o Fisco for interrompida. Ela também não precisa de internet 24h ou de internet na frente de caixa”, ressalta.

A solução Sweda está integrada com as melhores soluções de software do mercado, possibilitando também pontos de venda em dispositivos móveis, com instalação e operação extremamente simples e baixo custo que trará benefícios para o varejista.

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O varejo e a integração de todas as coisas – Por Gastão Mattos*

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As comodidades promovidas pela tecnologia vêm impactando todos os setores e, evidentemente, no varejo não seria diferente. A cada dia o consumidor fica mais exigente e anseia por atendimento, serviços e conteúdo personalizados, resultando em uma melhor experiência de compra.

Enquanto a tendência Omini channel obriga o setor de varejo a inovar para satisfazer os novos desejos do consumidor, mesclando a gestão da loja física com os canais online a fim de que o cliente possa utilizar os serviços de ambos da maneira que preferir, a Internet of Things promete revolucionar ainda mais este universo, gerando novas oportunidades e uma imensa cadeia de serviços.

Uma vez que o varejo cada vez mais está focado no relacionamento com os consumidores do que apenas a venda de produtos, a IoT permite estabelecer este novo fluxo, focando na personalização. A tendência é que tudo seja conectado e interativo, com potencial para a oferta de serviços e em tempo real, tornando-se um canal muito importante para comunicação com os clientes.

Os beacons (pequenos objetivos interativos para enviar mensagens) são exemplos do que este futuro tão próximo pode representar para o varejo e já são bastante utilizados na Europa e Estados Unidos para enviar cupons de desconto, mensagens de boas-vindas, informações sobre os produtos, entre outros. Com o seu desenvolvimento, a IoT permitirá a existência de um ecossistema ao redor de cada produto, tornando a experiência do consumidor cada vez mais interessante e interativa, o que certamente influenciará positivamente na conversão de vendas.

Mas, se por um lado a IoT oferece uma gama de oportunidades para o varejo em geral, por outro traz uma série de desafios seja para lojas físicas ou online. Ao ter mais canais ou coisas conectados e disponíveis para serviços e vendas de produtos, será necessária uma gestão ainda mais segura e eficiente. Neste sentido, o impacto também será grande na cadeia de meios de pagamento, já que estes também deverão ser integrados a estes novos objetos conectados, além de que, possivelmente, surgirão outras formas de pagamento ao longo desta trajetória. Soluções de conciliação serão totalmente essenciais para atender a essa complexidade para que os lojistas não se percam no caminho e, ao mesmo tempo, sigam as tendências exigidas pelo consumidor.

O comportamento dos compradores continuará a ser guiado pelas facilidades que o universo cibernético oferece, não há retorno para este movimento. Seguir de perto estas tendências é fundamental para o sucesso dos negócios. E, se inovação é a palavra do momento, integração é a base para o seu uso.

Sobre a Braspag – Empresa do grupo Cielo, a Braspag é líder no desenvolvimento de soluções para processamento de pagamentos (gateway de pagamentos), conciliação, antifraude, tokenização e checkout. Em 2015 a empresa completa 10 anos de trabalhos focados em soluções que viabilizam a melhor conversão possível para seus clientes. Possui presença direta nos principais países da região, e com conectividade nos Estados Unidos por empresa do mesmo grupo. No Brasil, tem como clientes as principais empresas de comércio eletrônico, oferecendo soluções inovadoras, confiáveis, seguras e com o melhor custo-benefício do mercado. Além disso, a Braspag é a única empresa do setor que está formalmente comprometida com o Pacto Global da ONU, mantendo suas estratégias alinhadas aos princípios relacionados aos Direitos Humanos, Trabalho, Meio Ambiente e Contra a Corrupção.

Gastão Mattos: CEO com experiência de mais de 20 anos na indústria de pagamentos eletrônicos, Gastão Mattos foi diretor na Credicard entre 1990 e 1995, vice-presidente de marketing da Visa por mais de 6 anos, presidente da M-Cash de 2006 a 2011 e fundou a consultoria GMATTOS Projetos de Marketing, empresa responsável desde 2002 por desenvolver projetos com foco no e-commerce como negócio.
Graduado em Engenharia e com pós-graduação em Engenharia de Produção, ambas pela Escola Politécnica da USP, foi presidente da Câmara Brasileira de Comércio (www.camara-e.net) entre 2003 e 2005. Desde 2011 é CEO da Braspag, empresa do grupo Cielo e líder em soluções de pagamento para e-commerce na América Latina.

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Pesquisa aponta aumento no índice de perdas no varejo brasileiro

As perdas nas atividades de comercialização de bens associadas a roubos, furtos e problemas operacionais é de 2,89% do faturamento líquido das empresas varejistas brasileiras. Esta é a principal conclusão do trabalho realizado pelo Instituto Brasileiro de Varejo e Mercado de Consumo (IBEVAR) e pelo Programa de Administração de Varejo (PROVAR), da Fundação Instituto de Administração (FIA), em parceria com a Academia de Varejo.

De acordo com o Presidente do IBEVAR, Prof. Claudio Felisoni de Angelo, o levantamento envolveu pouco mais de 3000 lojas, entre supermercados, farmácias, lojas de material de construção, farmácias e pequenos varejistas. O estudo faz parte de pesquisas referente ao ano de 2014. “A pesquisa em sua décima quinta edição é singular no varejo brasileiro. Cobre os principais segmentos e levanta informações essenciais para melhorar a operação comercial” comenta Felisoni.

Em relação a 2013, o índice de perda aumentou, passando de 2,31% para 2,89% em 2014. Dois fatores são atribuídos para explicar esse resultado: o primeiro se deve a um melhor dimensionamento das perdas por parte das empresas varejistas e o segundo está relacionado ao aumento das vendas não acompanhado de medidas preventivas adequadas. “É impossível saber com as informações disponíveis quanto deste aumento se deve à melhora das condições de apuração e quanto é devido às dificuldades geradas pelo aumento do faturamento. O fato é que as perdas no varejo brasileiro são substancialmente maiores que as registradas na América do Norte (1,49%), Europa (1,27%) e América Latina (1,60%) para citar alguns exemplos”, explica o diretor vogal do IBEVAR, Professor Nuno Fouto, também coordenador do estudo.

O estudo, além de registrar as perdas, também aponta quais são as medidas mais utilizadas pelas empresas de varejo para mensurá-las e controlá-las. Para cada tipo de negócio, lista-se as tecnologias mais usadas e os produtos cujas perdas provocam os maiores prejuízos.

Segundo o Presidente da Academia de Varejo, José Roberto Securato Jr, além de orientar o mercado com ações preventivas, as informações do estudo têm função pedagógica. “Ao responder o questionário, as empresas colaboram para a difusão de aspectos essenciais para a operação do varejo”, finaliza.

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Aproveite a Black Friday com moderação – Por Reinaldo Domingos*

Black Friday neste ano será realizada no dia 28 de novembro e já vem sendo tratada pelas lojas como uma grande alternativa para, pelo menos minimizar a crise que estão enfrentando. Portanto, as promoções prometem ser interessantes, diferente de outros anos, quando muitas lojas do país enganaram os consumidores com falsos descontos.

É claro que isso ainda pode ocorrer este ano, mas em menor frequência, pois o consumidor também está mais atento, por causa da crise que atravessamos. Muita gente se pergunta: “se as promoções forem boas devo sair comprando?” Não necessariamente. É vantajoso comprar algo que já esteja planejado e que esteja com um preço adequado, pois comprar sem necessidade só porque o desconto é bom não será interessante. A pessoa gastará para algo que não objetiva realmente, gastando mais do que devia.

O correto é fazer uma lista dos produtos que já queira comprar, tenha planejado e, portanto, tenha colocado os valores no orçamento. Lembre-se, o Black Friday também é uma ótima oportunidade para quem já sabe o que quer comprar para o Natal e pode antecipar esta compra. Mas cuidado para que os impulsos das promoções não se transformem em dívidas.

Comprar adequadamente e com bons descontos é um dos principais segredos da educação financeira e da arte de poupar. E, para quem já se planejou e quer encarar uma maratona de compras, é importante algumas orientações. A principal é que uma dose extra de paciência é fundamental. O estresse e a pressa levam ao impulso, adquirindo produtos sem pesquisar e pagando mais.

Veja outros cuidados que devem ser tomados para economizar na hora de comprar na Black Friday:

1) Não compre se para isso precisar se endividar. Parcelamento também é uma forma de dívida. Se for inevitável, tenha certeza de que cabe no orçamento.

2) Analise se a compra não trará custos extras para a família ou para a pessoa posteriormente.

3) Se antecipe à Black Friday, pesquisando os preços dos produtos que deseja comprar para ver se os descontos que darão realmente são interessantes.

4) Faça uma lista detalhada de tudo que pretende comprar e quem deseja presentear e quanto pretende gastar com cada um.

5) Se estiver em situação financeira problemática, e quiser adiantar as compras de Natal, uma dica é priorizar as crianças. Será mais fácil explicar para os adultos o jovens o motivo de não receberem presentes.

6) Utilize a internet como meio de pesquisa, mas cuidado, só acesse e compre em sites confiáveis, crimes digitais são cada vez mais comuns.

7) Se prepare para ir as compras nas lojas com tempo e roupas confortáveis, além disso é importante uma dose extra de paciência, evitando que se compre rapidamente para acabar com o martírio.

8) Procure, por meio de conversas, saber quais são os reais desejos das pessoas. Muitas vezes se compra coisas caras, sendo que presentes baratos seriam muito mais bem-vindos.

*Reinaldo Domingos é educador e terapeuta financeiro, presidente da Associação Brasileira de Educadores Financeiros (Abefin), do Grupo DSOP e autor do best-seller Terapia Financeira e dos livros Mesada não é só dinheiro, Livre-se das Dívidas, entre outras obras.

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Vendas no varejo aceleram queda

Estudo da ACSP – Associação Comercial de São Paulo – comprova recuo de até 11,5%

Para o Vice Presidente da ACSP, João Bico, teremos o “Natal da Crise”, se medidas de incentivo ao crédito não forem tomadas imediatamente. “Podemos montar políticas de crédito especiais para assegurar compras no varejo”, explica Bico ao revelar que a diminuição das vendas parceladas alcançaram 14,3%, índice superior à queda global do comércio.

O Boletim de Conjuntura da ACSP referente a outubro passado informa que o varejo em setembro seguiu em queda de 6,2% sobre igual mês de 2014, configurando o pior resultado desde o ano 2003.

No varejo ampliado, que inclui veículos e material de construção, o recuo foi de 11,5% na mesma base de comparação, também o pior resultado desde 2005. No acumulado do ano as contrações de ambos tipos de comércio alcançaram a 3,3% e 7,4%, respectivamente.

Dados da ACSP/BVS, com base nas consultas efetuadas durante o mês de outubro, mostraram intensificação nas diminuições das vendas parceladas e à vista na base anual (14,3% e 17,9%, respectivamente).

No acumulado do ano a diminuição também foi mais intensa (5,8% e 7,1%, respectivamente). A pesquisa mensal de Conjuntura da ACSP completa pode ser acessada no: http://portal.acsp.com.br/ver/boletim-de-conjuntura/outubro-2015-crise-industrial-e-competitividade

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Sistema myrp é ampliado com inclusão de módulo para o Varejo

A ferramenta de gestão on-line tem agora uma área específica voltada para emissão de NFC-e e gerenciamento de informações do segmento do comércio.

A implantação de obrigatoriedades de emissão da Nota Fiscal do Consumidor eletrônica (NFC-e) em mais de 10 estados brasileiros está trazendo uma nova realidade para o setor varejista. Para se adequar à legislação, os lojistas precisam buscar ferramentas para a emissão e gestão deste novo documento eletrônico do comércio.

Esta nova necessidade de mercado, que gradativamente pode atingir as cerca de 7 milhões de empresas do comércio estimadas em 2015 pelo Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT), motivou o lançamento de um módulo do sistema myrp direcionado especificamente para o segmento varejista. A solução para emissão e gestão de Nota Fiscal do Consumidor eletrônica (NFC-e) e Sistema Autenticador e Transmissor do Cupom Fiscal eletrônico (S@T CF-e) pode ser usada on-line na nuvem e também com instalação na frente de caixa que garante as vendas contínuas para os clientes.

“O grande diferencial desse sistema de varejo é que todos os cadastros, parametrizações e relatórios gerenciais ficam armazenados na nuvem, o que permite que sejam acessados de qualquer lugar e com total segurança”, afirma o diretor de marketing do myrp, Tibério César Valcanaia. Ele diz que para chegar a essa tecnologia, foram necessários investimentos de cerca de R$ 10 milhões no módulo varejo.

Em contrapartida a essa facilidade da operação online, o empresário ainda pode contar com a segurança que as vendas nunca precisem ser interrompidas. Valcanaia explica que o sistema é instalado também na frente de caixa localmente, para proporcionar todos os controles necessários caso a empresa fique sem internet continuar vendendo. “Outra funcionalidade adicional são os controles de caixa como suprimento/sangria e rastreabilidade de todas as operações, além de uma suporte de suporte à disposição”, salienta o diretor técnico do myrp.

Um fator fundamental para redução de custos para o negócio é o modelo inovador de venda do sistema. “Não existem taxas de instalação e consultoria e o cliente, juntamente com seu contador, conta com o apoio remoto da equipe de especialistas do myrp e em poucos minutos pode colocar um loja para funcionar!”.

As funcionalidades básicas do sistema

– Emissão de NFC-e | S@T CF-e | NF-e
– Listagem para controle de notas
– Envio e reenvio de NFC-e por e-mail
– Geração de Backup automático
– Geração de arquivo mensal dos XMLs para envio para o contador
– Impressão do DANFe NFC-e
– Controle de contingência da emissão da NFC-e (emissão off-line)
– Cancelamento e inutilização da NFC-e (de acordo com as normas da SEFAZ)
Retaguarda do sistema:
– Gestão de outros documentos fiscais (ex: emissão e recebimento de NF-e); – Cadastro automático dos produtos com base na nota fiscal,
– Controle de estoque, fluxo de caixa,
– Gestão financeira, entre outras.

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Luckro, a primeira rede social de negócios para o varejo

Sufocados por tantas notícias pessimistas no cenário econômico do País, varejistas e empresas vão ganhar a partir do dia 4 de novembro uma ferramenta poderosa para garantir mais eficiência aos negócios. O empresário argentino Jorge Alexander Kowalski, 51 anos, com apoio de sócios conselheiros e investidores e baseado em sua experiência de 20 anos atuando em empresas como Danone, Philip Morris, Coca-Cola e Heineken, entre outras, lança a Luckro, a primeira rede social do mundo para o varejo com função comercial. “Podemos ajudar o varejo e as empresas a serem mais eficientes – a vender melhor com menores custos. Este é o conceito de uma startup digital: ajudar a resolver problemas economizando, principalmente, tempo e dinheiro”, garante Kowalski.

Ao longo de sua trajetória profissional, o empresário aprendeu que os entraves para o desenvolvimento do varejo variam de acordo com o tamanho, mas se repetem em todos os setores – de alimentos a calçados, de remédios a móveis. Para os pequenos varejistas, a dificuldade é conseguir os produtos que as grandes redes têm com as mesmas facilidades e condições comerciais, além de atendimento direto e com qualidade. Do lado do distribuidor/vendedor, a dificuldade é em se manter atualizado sobre as opções disponíveis ao consumidor e escolher quais são as melhores para cada tipo de cliente que ele atende. Já as marcas, e também os vendedores, querem chegar a mais pontos de venda, mas em um país do tamanho do Brasil o custo fica alto demais.

A Luckro vai conectar todas as pontas da cadeia, permitindo, assim, escolher melhor, comprar/negociar melhor e manter o nível de serviço do fornecedor. Em gestação desde janeiro, a plataforma será lançada, para desktop e smartphone, com cerca de mil usuários ativos. Até dezembro, esse número deve aumentar para 20 mil e a meta é fechar 2016 com 50 mil usuários e 2017, com 150 mil. Nesta primeira etapa, estão sendo convidados profissionais de dois setores varejistas: Supermercados e Bares, Hotéis e Restaurantes. Periodicamente, serão incluídos novos setores, num total de 13. O investimento previsto, até abril de 2016, será de R$ 2 milhões.

Os usuários da Luckro são divididos em três grupos: varejistas de qualquer tamanho e função, principalmente compradores e donos, embora todos os colaboradores sejam bem-vindos; vendedores, exclusivos da marca ou não; e marcas, com suas equipes de trade marketing, marketing e comercial.

Será possível fazer seis tipos de posts: ‘Ache e Compre’, ‘Falta’, ‘Alerta’, ‘Comum’, “Institucional” e “Eu fiz”. No primeiro caso, por exemplo, o varejista pode dizer: ‘Tenho uma mercearia e preciso comprar suco. Que preço e condições você me oferece?’ Hoje, o varejista perde horas todos os dias procurando a melhor proposta de preço. Em segundos, esse post de compra vai para todos os fornecedores cadastrados. Quem quiser, e for mais rápido, atende a demanda e ganha um novo cliente. Já as empresas poderão fazer promoções. Ao receber um post de oferta, o varejista pode clicar no botão ‘Eu quero’ e o contato entre o comprador e o vendedor é iniciado. Também será possível executar promoções no ponto de venda, e não será mais necessário que o funcionário da marca vá ao local para garantir que o acordo foi cumprido. Ao acionar o botão ‘Eu fiz’, a câmera do telefone é ligada e também em segundos o vendedor recebe uma foto provando a execução.
Assim, Luckro vai conectar marcas, varejos e vendedores e, como resultado, todos vão lucrar mais. A proposta é a de ampliar a rede de contatos e, como consequência, vender para mais varejos (no caso das marcas e vendedores) e conhecer novos produtos e ser atendido (no caso dos pequenos varejos que muitas vezes são ignorados pelos fornecedores e acabam recorrendo a atacadistas).

Demanda
No mundo, em média, 8% dos varejos sofre por ruptura. Isso representa mais de US$ 6 bilhões em vendas perdidas. No Brasil, o percentual chega a 15%. Com a Luckro, o varejista vai poder alertar essa falta para todo o mercado, além de poder receber, neste momento de alta volatilidade de preços, várias propostas para um mesmo produto, escolhendo a melhor opção. Só não vai vender e ampliar a carteira de clientes quem não quiser.

Quanto custa
A Luckro não é uma plataforma de e-commerce. Ela ganhará por publicidade e inteligência de mercado. No plano de negócios, o varejista nunca vai pagar nada. O acesso é ilimitado para marcas e vendedores, exceto para fazer posts especiais, publicitários ou de ofertas, e para escutar o mercado, no caso das pesquisas. Para tal, o valor mensal é de R$ 1 por varejo. Vale lembrar que mandar um vendedor para uma visita de 15 minutos em um único ponto de venda custa R$ 25.

Equipe forte
À frente da empresa está Jorge Alexander Kowalski, com 20 anos de experiência em todos os lados do balcão, que vive no Brasil desde 2003 e acumula, aqui, experiências em empresas como Femsa Coca-Cola, Heineken, Pernod Ricard e Vulcabrás, e, antes disso, Philip Morris e Esso. A criação de um conselho ajudou a formatar o projeto e a tirá-lo do papel. O conselho é formado por Leonardo da Rocha e André Paganuchi, sócios da PerformaIT, com mais de 15 anos desenvolvendo e comercializando tecnologia (Microsoft, SAP e Oracle); Isabel Moisés, mais de 20 anos de experiência nas áreas comerciais, de consultoria e RH em empresas como Heineken e Philip Morris; Pierre de Greef, ex-diretor da Apple que lançou o iTunes no Brasil, 15 anos em empresas de tecnologia e comunicações (Apple e Orange); Rino Ferrari Filho, proprietário da Rino Publicidade; Simon Schvartzman, 30 aos de Itautec, e Alina Correa, mais de 20 anos como executiva no Santander e BMI.

Como surgiu
O primeiro insight foi em julho de 2014, quando Jorge Kowalski começou a reavaliar a distribuição de tênis e sapatos e viu que os problemas eram os mesmos que já tinha encontrado anteriormente: uma rede de representantes comerciais com muitas distrações e um nível de profissionalismo irregular, profissionais sem vínculo com a marca. Então pensou em uma ferramenta de comunicação direta, mas que não colocasse em risco o tipo de contrato entre esses vendedores e as empresas e fosse capaz de unir os membros de uma comunidade e realizar transações comerciais. Com base em produtos que já existiam – redes sociais corporativas -, decidiu adicionar funcionalidades que permitissem acelerar os processos de integração e comunicação. Mas a decisão de criar a Luckro foi tomada na Praia de Copacabana. Numa tarde de verão, já não havia coco para vender. O dono da barraca já tinha tentado, sem sucesso, contato com fornecedores. O empresário perguntou se ele usaria um aplicativo por meio do qual ele pudesse dizer que estava faltando coco e recebesse ofertas de fornecedores. Na hora, ele queria saber como fazia o download.

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Pesquisa da Zebra Technologies revela que quase metade das empresas têm rede Wi-Fi sobrecarregada

A Zebra Technologies Corporation (NASDAQ: ZBRA), líder global em soluções e serviços que fornecem visibilidade em tempo real dos bens, pessoas e operações das organizações, divulgou hoje os resultados de uma pesquisa global que mostra que 46% das empresas de varejo, hotelaria e de transporte e logística estão operando com infraestruturas Wireless sobrecarregadas. Mais de metade (53%) das empresas pesquisadas nestes setores estão planejando atualizar suas infraestruturas Wireless dentro dos próximos 12 meses, por conta de uma sobrecarga em seus sistemas devido a novos dispositivos e serviços online. A Forrester Consulting conduziu o estudo encomendado pela Zebra Technologies em outubro de 2015, e escutou profissionais de TI e de negócios em 250 empresas globais nos setores de varejo, hotelaria e de transporte e logística nos Estados Unidos e na Europa.

PRINCIPAIS FATOS

• Empresas de varejo, hotelaria e de transporte e logística estão expandindo sua infraestrutura de rede Wi-Fi para melhorar o serviço ao cliente, aumentar performance operacional e tomar decisões mais rápidas. Quase 60% das empresas de transporte e logística, 54% dos varejistas e 49% das empresas de hotelaria têm planos de expandir ou atualizar suas infraestruturas de rede Wi-Fi.

• 65% dos varejistas, 69% das empresas de transporte e logística e 61% das empresas de hotelaria estão em expansão, modernização ou planejando implementar tecnologias para explorar a Internet das Coisas.

• As empresas estão planejando adicionar novos serviços Wireless, incluindo videoconferência e streaming de vídeos, juntamente com aplicativos específicos da indústria e serviços.

• 46% das empresas de varejo, hotelaria e de transporte e logística estão planejando atualizar sua infraestrutura Wireless para melhorar a cobertura sem fio. Mais da metade das empresas pesquisadas atualizaram recentemente para se preparar para novos dispositivos e serviços, e 41% planejam atualizar os pontos de acesso Wireless que estão sobrecarregados por novos dispositivos atualmente.

Imran Akbar, vice-presidente de rede de comunicações empresariais, Zebra Technologies afirma que “a rede da empresa é a espinha dorsal que conecta todas as partes de um negócio e ajuda a ganhar, servir e reter clientes. Uma infraestrutura wireless poderosa permite o fluxo de dados em tempo real, fazendo com que as organizações saibam o que está acontecendo com os seus bens, funcionários e clientes, dando-lhes uma visão completa de seus negócios”.

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