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Como o uso dos tablets pode agilizar e personalizar o atendimento no varejo

Por Arnaldo Mello

Tecnologia, inovação, globalização… Esses termos têm tudo a ver com a realidade que o mundo vive hoje e como tudo isso está inserido no contexto do varejo moderno. O tema, inclusive, foi abordado em uma palestra presidida pelo VP da “ArmorActive”, Travis Hooper, durante a NRF.

Em sua apresentação, Hooper falou, entre outros assuntos, sobre como a mobilidade dos tablets está transformando a forma de fazer negócios. De acordo com ele, a modernização do varejo físico é inevitável e imprescindível para não perder espaço perante o comércio digital.

Nos últimos tempos, as pessoas têm optado por um atendimento rápido e personalizado e é justamente nesta oportunidade que o tablet se encaixa, uma vez que contribui para a agilizar o atendimento aos consumidores.

Com ele em mãos, o atendente tem acesso a todo o estoque da loja sem sair de perto do cliente. Ao usá-lo, o atendimento não só ganha velocidade, como também aumenta, consideravelmente, a busca por produtos capazes de agradar o cliente.

A experiência do consumidor (em inglês, customer experience) é o epicentro de todas as marcas e indústrias, seja qual for a parte do mundo. Devido a sua importância, a capacitação digital vem ganhando força e espaço nas discussões estratégicas de grandes empresas.

Ainda segundo Travis Hooper, há seis fatores que conduzem as agendas de reuniões estratégicas. São elas: a discussão digital deve sempre estar presente na pauta dos encontros; as marcas precisam de um relacionamento íntimo com os clientes; o oferecimento de uma experiência diferenciada; a possibilidade de financiamento governamental; a presença de eficiência operacional, bem como a redução de custos; e a permanência no mercado de forma relevante e inovadora.

Não é de hoje que a inclusão de um gadget como o tablet no dia a dia do varejo transforma a maneira como as vendas são efetuadas, otimiza o tempo e faz com que o atendimento fique ainda mais personalizado. Além disso, ele permite que o vendedor tenha acesso imediato a outras informações sobre o cliente como também facilita a finalização do pedido e pagamento.

Mas, se são tantas as vantagens para o varejo, por que ainda não está sendo utilizado em todos os estabelecimentos? A resposta é simples: seu uso requer preparação e planejamento para superar os desafios que poderão surgir com o decorrer do tempo, como, por exemplo, desvencilhar a imagem de entretenimento do aparelho, trazendo uma imagem profissional para o seu uso; como protegê-lo enquanto estiver sendo usado; e qual será o melhor modelo, software e sistema operacional a ser utilizado.

Por último, mas não menos importante, os responsáveis pela área de equipamentos e inovação devem considerar que vale a pena investir no equipamento. Isto contribuirá tanto para criar uma experiência única no que se refere ao atendimento como também será um diferencial na forma como as empresas se apresentam aos seus consumidores.

Arnaldo Mello é colaborador da Academia de Varejo

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HackBrazil divulga os cinco finalistas

Um tijolo de isopor mais barato e sustentável. A identificação automatizada de ervas daninhas no plantio de cana-de-açúcar. Inteligência
artificial para apurar informações sobre ações judiciais.

Uma plataforma online para agilizar o licenciamento ambiental. E um app que diz tudo sobre a localização e a lotação de ônibus urbanos em tempo real. Essas são as cinco ideias finalistas da HackBrazil, competição de inovação e tecnologia da Brazil Conference at Harvard & MIT, que acontece nos dias 6 e 7 de abril em Boston, Massachusetts. As cinco equipes finalistas foram escolhidas para virem apresentar os projetos, com todas as despesas pagas, para um júri especial ao final do primeiro dia, e o vencedor será premiado com R$ 50 mil.

“A segunda edição da HackBrazil teve 572 equipes inscritas, um crescimento de mais de 70% comparado com o ano anterior, então estamos muito satisfeitos! Mais ainda porque os projetos continuaram de alto nível!” afirma Ivo Montenegro, copresidente responsável pela HackBrazil, que nasceu no segundo semestre de 2016, a partir de uma ideia de criar uma plataforma para transformação da realidade brasileira usando a tecnologia. A iniciativa então evoluiu para uma competição com uma etapa de mentoria,
proporcionando às equipes a oportunidade de desenvolverem soluções mais elaboradas.

Das equipes inscritas, 25 foram selecionadas para participar da Fase Maker, em que trabalharam com mentores altamente qualificados para desenvolver seus projetos.
No primeiro ano, foram 329 equipes inscritas, de todas as regiões do Brasil e também de 7 estados americanos. As duas equipes que empataram como vencedoras, Bubu Digital e Diagnóstico Público, receberam US$ 1 mil cada, na final apresentada por Luciano Huck.

Conheça os projetos finalistas

CromAI (SP): tecnologia para ajudar o agricultor a detectar ervas daninhas por
processamento de imagem em plantações de cana-de-açúcar.

Inovação Tecnológica (PB – Faculdade Maurício de Nassau de Campina Grande): o
Tijopor é um tijolo de construção civil, que tem o isopor reciclável como matéria prima e
que não passa pelo processo de queima como o tijolo comum, resultando em um material
duplamente sustentável e com baixo custo de produção.

IP (DF): Atrium é uma solução de inteligência artificial para que escritórios de advocacia
que atuam junto aos Tribunais de Justiça, consigam informações estruturadas, de forma
rápida, sobre a atuação dos magistrados.

WayCarbon (MG): o LicenTIa é uma plataforma para facilitar o licenciamento ambiental
no Brasil, permitindo o acesso a outros estudos de impacto e informações públicas
relacionadas, além de permitir que o processo seja analisado on-line pelos órgãos ambientais.

TopDown (SP): o aplicativo Milênio Bus foi desenvolvido para otimizar a mobilidade
urbana de transporte público, informando para os usuários o local do veículo e quantos
passageiros tem em cada um, em tempo real.

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Siemens: capacidades digitais e acesso a financiamento são os principais desafios da Indústria 4.0

A Siemens Financial Services (SFS) divulgou o relatório de uma pesquisa recente, que investiga os principais desafios enfrentados por fabricantes do mundo todo em seus esforços de migração para o modelo da Indústria 4.0. O mundo digitalizado e automatizado da Indústria 4.0 oferece a capacidade de conectar digitalmente pessoas, máquinas e sistemas. Para os fabricantes, isso traz uma série de benefícios, como maior eficiência, manutenção preventiva para melhorar o tempo de produção e uma colaboração mais próxima como resultado dos fluxos de dados digitais.

Contudo, a implementação do modelo da Indústria 4.0 provavelmente será realizada em várias etapas, não como uma mudança súbita e geral. A SFS entrevistou fabricantes e consultores em gerenciamento especializados para entender os obstáculos dessa transição.

Dos seis principais desafios identificados no relatório, os fabricantes classificaram o desenvolvimento de capacidades digitais e o acesso a financiamento para aumentar os investimentos como suas maiores dificuldades. As outras quatro – por ordem de importância – são: criar uma cultura de colaboração, superar preocupações de cibersegurança e segurança de dados; obter amplo acesso a um volume e variedade de comprovações e capacidades especializadas de gerenciamento estratégico para criar um plano claro e por fases de migração para a Indústria 4.0.

O desenvolvimento de um plano prático de transição da Indústria 4.0 não pode ser reduzido a uma fórmula única e simplista; pois as circunstâncias de cada empresa são diferentes. Porém, os entrevistados concordaram que uma metodologia robusta é essencial para construir um plano sustentável de digitalização e automação. A metodologia de consenso resultante deste estudo abrange seis áreas principais inter-relacionadas: avaliação dos obstáculos, avaliação das oportunidades, medição de eficiências, recrutamento e treinamento de talentos, desenvolvimento de gerenciamento digital e integração de financiamento estratégico.

Os entrevistados consideraram o financiamento como um primeiro passo na construção de um plano prático para a Indústria 4.0. Pensar nas possibilidades de financiamento primeiro pode abrir uma série de opções de investimento em tecnologia disponíveis como parte do desenvolvimento estratégico de transição para Indústria 4.0.

Os especialistas em financiamento desenvolveram um conjunto de ferramentas de financiamento chamado “Financiamento 4.0”, que permite a transição para a tecnologia digital da nova geração de forma acessível, sustentável e destinada a aliviar as pressões de fluxo de caixa e capital de giro dos fabricantes. O relatório explora esses métodos de financiamento especializados, incluindo financiamento de tecnologia e equipamentos de pagamento para acesso/uso, atualização e modernização de tecnologia, financiamento de software, pagamento por resultados, financiamento da transição e soluções de capital de giro.

“Considerando as possibilidades de financiamento no início e nas primeiras etapas do desenvolvimento da estratégia e do plano, os fabricantes terão uma variedade maior de opções ao gerenciar a aquisição de tecnologia digital da nova geração”, segundo Kai-Otto Landwehr, Diretor Financeiro Comercial da Siemens Financial Services, na Alemanha. “Mas somente os especialistas financeiros têm o conhecimento da tecnologia da Indústria 4.0, e como ela é implementada, para permitir investimentos e aliviar as pressões de fluxo de caixa e capital de giro dos fabricantes.”

A pesquisa foi realizada como parte da Siemens Finance Week 2018, uma plataforma de discussão que procura mostrar como as soluções de financiamento podem ajudar as empresas a enfrentar desafios atuais e futuros.

Método da pesquisa

Mais de 60 fabricantes e consultores em gerenciamento especializados foram entrevistados por telefone em outubro e novembro de 2017. Eles falaram sobre seus principais desafios (classificados em ordem de importância) na adoção da digitalização e automação e as relações entre esses desafios. Além disso, eles foram questionados sobre como uma estratégia de sucesso deve ser desenvolvida, quais capacidades são necessárias e como elas podem ser financiadas para produzir o melhor retorno sobre investimento. Os entrevistados são dos seguintes países: China, França, Alemanha, Índia, Polônia, Rússia, Espanha, Suécia, Turquia, Reino Unido e Estados Unidos.

A Siemens Finance Week 2018 é uma plataforma de discussão que procura mostrar como as soluções de financiamento podem ajudar as empresas a enfrentar desafios atuais e futuros.

Veja mais detalhes sobre o white paper em: www.siemens.com/global/en/home/products/financing/finance-week/challenges-digital-transformation.html

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Micro e pequenas empresas fecham 2017 no azul após 3 anos de quedas seguidas no faturamento

Depois de três anos seguidos no vermelho, as micro e pequenas empresas (MPEs) do Estado de São Paulo conseguiram encerrar 2017 com resultado positivo ao registrar aumento de 5,1% no faturamento real (já descontada a inflação) sobre 2016. A receita total das MPEs em 2017 foi de R$ 635,9 bilhões, o que representa R$ 30,9 bilhões a mais do que no acumulado do ano anterior. Os dados são da pesquisa Indicadores, realizada pelo Sebrae-SP.

Ao considerar apenas dezembro de 2017, as MPEs paulistas apresentaram variação de +0,4% na receita em relação ao mesmo mês do ano anterior. Apesar de ser uma alta relativamente pequena, foi o décimo mês consecutivo de crescimento real no faturamento, quando comparado com igual período do ano anterior.

“São dez meses ininterruptos de crescimento do faturamento dos pequenos negócios, um claro sinal que a retomada da economia está mais consistente, puxada pela queda da inflação, redução da taxa de juros, reformas estruturais e retomada o poder de compra das famílias”, explica o presidente do Sebrae-SP, Paulo Skaf. “Agora é acelerar as reformas e crescer”.

Em 2017, o faturamento das MPEs foi puxado pelo comércio e pelos serviços, que registraram aumento de 5,6% e 6,4% na receita real, respectivamente, ante o acumulado de 2016. As MPEs da indústria, porém, chegaram ao fim do ano passado com variação de -0,7% no faturamento. Este setor foi o último a apontar recuperação no seu desempenho, ocorrida principalmente no segundo semestre.

Por regiões, o melhor desempenho foi das MPEs do município de São Paulo, com aumento de 7% no faturamento em 2017 no confronto com 2016. Em seguida, aparecem os pequenos negócios do interior, com crescimento de 5,1% da receita. Na região metropolitana de São Paulo, a elevação no indicador de evolução da receita foi de 5%. Já as MPEs do Grande ABC apresentaram retração de 7,7% no faturamento acumulado de 2017 ante 2016.

“A explicação para as MPEs do Grande ABC destoarem negativamente está no fato de a região concentrar empresas da indústria, cuja recuperação demorou mais do que a de outros setores. Especificamente para as MPEs da região do ABC, a retomada começou apenas em outubro; é possível que nos próximos meses já apareçam resultados melhores”, afirma o diretor-superintendente do Sebrae-SP, Bruno Caetano.

Em 2017, houve redução de 0,9% no pessoal ocupado nas MPEs do Estado na comparação com o ano anterior. Contudo, o rendimento dos empregados nessas empresas subiu 4,4% e a folha de salários aumentou 1,5% no mesmo período.

Microempreendedor Individual

O Microempreendedor Individual (MEI) também encerrou 2017 com ganhos: o faturamento da categoria cresceu 3,7% sobre 2016. A receita total em 2017 foi de R$ 47,7 bilhões. O desempenho dos MEIs de serviços foi o melhor entre os setores: alta de 3,9% na mesma comparação. O comércio apresentou crescimento de 3,6% e a indústria teve expansão de 3,2% no faturamento real.

Quando analisado apenas o resultado de dezembro, houve crescimento de 15,7% ante dezembro do ano anterior. Foi o sexto mês consecutivo de alta do indicador de evolução da receita, na comparação com o mesmo mês do ano anterior.

Os MEIs da região metropolitana de São Paulo viram sua receita aumentar 3,3% no ano passado em relação a 2016. Já os do interior registraram um desempenho ainda mais animador: evolução de 4,2% no faturamento.

Expectativas

Para os próximos seis meses, 46% dos donos de MPEs de São Paulo projetaram, em janeiro, manutenção na receita do negócio (eram 47% em janeiro de 2017) e outros 34% acreditam em aumento ante 35% de um ano antes. Assim, a avaliação quanto à evolução do faturamento das MPEs mostra uma certa estabilidade nas expectativas.

Em relação à economia, 44% esperam manutenção do panorama atual ante 42% de um ano atrás. Já 34% falam em melhora, parcela menor do que os 40% que pensavam assim em janeiro de 2017. Os números mostram empresários mais cautelosos quanto à atividade econômica.

Entre os MEIs, em janeiro, 46% têm perspectiva de melhora no faturamento, ante 48% um ano antes. Para 39% haverá estabilidade (35% em janeiro de 2017). Sobre a economia, 42% falam em estabilidade, praticamente igual aos 41% de um ano atrás, e 46% acreditam em melhora, assim como em janeiro de 2017.

A pesquisa

A pesquisa Indicadores Sebrae-SP foi realizada com apoio da Fundação Seade. Foram entrevistados 1,7 mil proprietários de MPEs e 1 mil MEIs do Estado de São Paulo durante o mês de referência. No levantamento, as MPEs são definidas como empresas de comércio e serviços com até 49 empregados e empresas da indústria de transformação com até 99 empregados, com faturamento bruto anual até R$ 3,6 milhões. Os MEIs são definidos como os empreendedores registrados sob essa figura jurídica, conforme atividades permitidas pela Lei 128/2008. Os dados reais apresentados foram deflacionados pelo INPC-IBGE.

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Missão AgTech Garage aos EUA vai à pioneira na aceleração de startups agro

No contexto do agronegócio, a palavra em inglês ‘yield’ significa rendimento, colheita, volume de produção. Foi com o objetivo de promover o aumento sustentável na produção global de alimentos que o The Yield Lab, ou laboratório da colheita em tradução livre, foi criado em 2014 na cidade de St. Louis, no centro do meio-oeste americano – uma das principais regiões agrícolas dos Estados Unidos.

Hoje, o The Yield Lab é reconhecido como primeira aceleradora de startups do mundo com foco no agronegócio. É também uma das visitas mais aguardadas pelos produtores, empreendedores e executivos brasileiros que vão participar da Missão AgTech Garage – Destino EUA, que acontece entre os dias 7 e 14 de abril.

“É um exemplo maduro de aceleração no agro, que impressiona pelos bons resultados que coleciona e vai permitir que o grupo conheça exemplos concretos de como impulsionar uma startup, para que ela evolua e atinja um novo patamar,” explica o diretor da AgTech Garage, José Tomé.

Hoje, o The Yield Lab acelera empreendimentos inovadores sem distinção de país ou especialidade, que buscam revolucionar os sistemas de produção alimentar para garantir o fornecimento global cada vez mais sustentável. Os programas de aceleração dão acesso a financiamento, acompanhamento por especialistas altamente qualificados, uma rede global de contatos e conexões com produtores relevantes para cada projeto acelerado.

A própria localização do The Yield Lab, em St. Louis, é altamente relevante. A cidade é um dos grandes centros de pesquisa, desenvolvimento e fomento especificamente para o agronegócio americano e global. São iniciativas que buscam ideias inovadoras e estão equipadas para alavancar projetos que demonstrem verdadeiro potencial.

Exemplo disso é a S4 AgTech, listada pela Revista Forbes entre as 25 startups agro mais inovadoras do mundo. Formada na Argentina, a empresa foi ‘acelerada’ pelo The Yield Lab, o que foi fundamental para a entrada no mercado americano segundo o engenheiro agrônomo pela ESALQ/USP e gestor da empresa nos EUA, Carlos Hirsch: “O programa de aceleração da The Yield Lab se destaca pelo alto nível dos mentores e investidores envolvidos, com profunda experiência e relacionamento no universo agro. Sem contar que todo o ecossistema de St. Louis é muito vibrante,” comenta.

A Missão AgTech Garage também irá à California, para uma série de visitas no Vale do Silício e também à cidade de Salinas, considerada a capital mundial da tecnologia dedicada ao agronegócio. Os empreendimentos e instituições no roteiro, que inclui outras aceleradoras relevantes de AgTech como Thrive e Terra Accelerator, foram pesquisados pela AgTech Garage para proporcionar aos participantes experiências que incluam o que há de mais inovador e bem-sucedido no fomento ao desenvolvimento tecnológico do agronegócio.

“São exemplos concretos da cultura de inovação e agilidade que caracteriza as startups, isso tudo focado no universo do agronegócio, o que vai permitir que os participantes identifiquem com mais facilidade oportunidades para parcerias e novos negócios,” conclui José Tomé.

As inscrições para a Missão AgTech Garage – Destino EUA ainda estão abertas e os espaços são limitados. Interessados devem entrar em contato com a AgTech Garage pelos contatos no site da instituição.

MISSÃO AGTECH GARAGE – DESTINO EUA
Datas: 7 a 14 de abril de 2018
Destinos: Vale do Silício, Salinas, St. Louis
Agenda, informações e inscrições:
http://www.agtechgarage.com/missao/

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Inteligência artificial é tendência para treinamentos corporativos

A inteligência Artificial (IA), vista com ressalvas por muitos, já é uma realidade e está ganhando cada vez mais espaço em diferentes segmentos, e na área de Treinamento e Desenvolvimento (T&D) não é diferente. Afinal, a tecnologia está se afirmando como uma das maiores aliadas no preparo de um conteúdo personalizado e na busca pela efetividade dos processos de aprendizagem. Abaixo, algumas ferramentas de IA que estão mudando a cara do treinamento corporativo no Brasil e no mundo:

O uso de metodologia mobile para cursos de T&D ainda é novidade no Brasil, mas aparece como tendência global quando o tema é educação corporativa, afinal, possibilita que o colaborador organize seu tempo, disponibilidade, local de estudo, entre outras condicionantes, da forma que preferir, deixando-o mais à vontade para praticar. “Com o uso da mobilidade e a interatividade do robô, o e-learning e o treinamento corporativo ganham novos contornos, tornando-se mais estimulante e divertido”, diz o country manager da Learning Tribes no Brasil, empresa multinacional de treinamento e desenvolvimento, Pierre Jean-Quétant.

Já o uso de realidade virtual e da realidade aumentada possibilita que o treinando veja na prática todos os conceitos aprendidos, tornando a assimilação e compreensão mais fáceis. “Aproveitar este tipo de recurso favorece a imersão em qualquer tipo de conteúdo, trazendo o aluno para perto do tema de estudo”, afirma Quetant.

Os robôs também estão chegando nesse mercado. Hoje já existem instrutores virtuais capazes de analisar preferências de temas de estudo, onde cada um tem mais facilidade ou dificuldade, que temas devem ser reforçado e quais já foram bem assimilados e tudo isso com uma interação simpática por meio de chats em redes sociais, como é o caso do Triboo, ferramenta da Learning Tribes, que pode ser baixado em qualquer smartphone com a ajuda de um QR Code.

Mas, apesar de todas essas possibilidades, o treinamento presencial ainda é necessário. Por isso, o Blended Learning (aprendizado misturado, em tradução livre) vem se apresentando como a solução ideal, permitindo a utilização de diferentes métodos ao mesmo tempo, ou seja, abordagem presencial, vídeos, videoconferências, e-learning, realidade virtual, entre outros. E a junção deles resulta em um conjunto de conteúdos coerente com o que o aluno precisa aprender a partir de seu próprio ponto de vista.

E, por fim, a personalização do conteúdo. Ter tecnologia certa, com o conteúdo errado não funciona, é preciso usar as ferramentas, também, para traçar um perfil de cada colaborador, com base nas suas experiências, habilidades e preferências. Para Pierre, a aprendizagem personalizada será fundamental para definir a cultura de uma empresa.

Assim, com a automação ganhando cada vez mais espaço, o mercado de trabalho e a elaboração de treinamentos caminham para uma grande transformação, com colaboradores e facilitadores mais versáteis. “A utilização de inteligência artificial, por meio de novas tecnologias e abordagens diferenciadas de aprendizagem, favorece uma compreensão mais precisa sobre os meios digitais e as ferramentas de socialização e comunicação”, finaliza Quetant.

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Land Rover apresenta smartphone inspirado no SUV Discovery

O novo Land Rover Explore, smartphone que está sendo apresentado pela marca britânica hoje ao mundo, promete ser tão robusto e capaz, assim como o novo Discovery, veículo que inspirou o aparelho.

O Land Rover Explore traz os mesmos conceitos de versatilidade que o Discovery, sendo ideal para o uso em um escritório ou na mais desafiadora aventura ao ar livre, mesmo que ela dure alguns dias.

O smartphone é desenvolvido pela Land Rover, em parceria com o Bullitt Group. O aparelho será revelado pela primeira vez ao mundo durante o Congresso Mundial de Mobilidade, em Barcelona e é poderoso o suficiente para se permanecer ligado por dois dias completos em uso normal e durável o suficiente para manter seus clientes conectados mesmo nas situações mais desafiadoras.

Sua ponderosa bateria de 4000mAh oferece uma experiência completa a seus clientes enquanto eles percorrem grandes distâncias a pé, pedalando ou mesmo esquiando. Tudo por meio de um mapeamento completo feito pelo aparelho via GPS, que pode ser acompanhado pela tela de 5 polegadas em alta definição. A vida útil da bateria pode ser duplicada com o uso do Adventure Pack, acessório que também aumenta a confiabilidade e precisão do sinal GPS, melhorando o mapeamento.

Com uma proposta extremamente aventureira, o Land Rover Explore suporta imersão de até 1.8 metros de profundidade na água – inclusive salgada – além de funcionar perfeitamente mesmo em temperaturas extremas, umidade, choque térmico e exposição à vibração.

Todas essas características permitem que o aparelho continue funcionando sem problemas, mesmo sob forte chuva, durante uma trila enlameada, em uma tempestade de neve ou mesmo durante um mergulho refrescante no mar.

Com sistema operacional Android, o aparelho possui um painel de controle para o acesso instantâneo às informações meteorológicas e aos dados dos sensores do dispositivo. A tela Full HD funciona com luz solar brilhante e pode ser controlada com luvas ou dedos molhados. O Land Rover Explore também é totalmente compatível com todos os aplicativos do sistema de entretenimento InControl Apps, oferecidos nas linhas de veículos da Jaguar e da Land Rover.

Joe Sinclair, Diretor global de marcas e licenciamento da Jaguar Land Rover, disse: “Este smartphone representa uma combinação perfeita de design e funcionalidade que incorpora o DNA da Land Rover e permite aos clientes realizarem suas atividades ao ar livre por mais tempo, com a confiança para ir mais longe”.

Outros pacotes opcionais de hardware também estão disponíveis para o Land Rover Explorer, incluindo uma bateria extra de 4370mAh e um encaixe universal para bicicletas. Durante seu lançamento, os clientes também poderão optar pelo Adventure Pack, um pacote que traz um sistema de localização por GPS ainda mais preciso.

O aparelho estará disponível para venda a partir do próximo dia 26 de Abril, e será comercializado por meio do site www.landroverexplore.com ou em alguns representantes da marca no Reino Unido, Alemanha e Bélgica. O modelo tem preço em libras esterlinas entre £599 e £649, dependendo do pacote de opcionais.

A primeira aparição pública do modelo será feita durante o Congresso Mundial de Mobilidade, em Barcelona, no dia 26 de Fevereiro. O smartphone também será exibido no estande da Jaguar Land Rover durante o Salão de Genebra, em Março.

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5àsec investe em canal de e-commerce

Há alguns anos, era impossível pensar em comprar determinados produtos e serviços pela internet. Você já se imaginou contratando um serviço de lavanderia por um website nos anos 2000? Certamente, parecia ser algo inviável. Mas hoje, com os avanços tecnológicos e com a mudança de perfil e comportamento dos consumidores, investir neste tipo de canal é inevitável e um diferencial ante a concorrência acirrada do mercado. Diante disso, a 5àsec decidiu inovar e lançar a “Lavanderia Online”. A maior rede de lavanderia do Brasil investiu no lançamento do serviço de e-commerce, com o objetivo de disponibilizar aos clientes diferentes canais de atendimento e aumentar as vendas nas 457 unidades em operação, em um curto espaço de tempo.

Além das lojas físicas que retratam o DNA da marca e contam com uma equipe empenhada em oferecer serviços de qualidade, os consumidores da rede passam a contar agora com o canal de e-commerce. O projeto inclui um novo website, que já está no ar, e um aplicativo para smartphones e tablets, que será lançado no primeiro trimestre de 2018. A novidade permite que os clientes adquiram virtualmente os serviços oferecidos pela marca, como de limpeza, secagem e passadoria de peças de vestuário, cama, mesa e banho. Neste cenário, o comprador pode efetuar o pagamento online, gerenciar as próprias assinaturas, escolher pacotes e agendar a coleta das peças a serem lavadas no endereço desejado.

“Decidimos explorar o canal de e-commerce para que os clientes tenham a experiência de uma lavanderia online e contem com todo o conforto, praticidade e comodidade que este tipo de serviço proporciona. Já a vantagem para os franqueados é que as lojas passam a ter uma variedade maior de clientes se levarmos em consideração o perfil dos consumidores, atraindo assim esta nova geração que vive mais conectada. Além disso, quem mora ou trabalha longe das unidades da rede, pode passar a usufruir dos serviços sem contratempos com a distância ou até mesmo a necessidade de um veículo para se locomover”, revela o CEO da 5àsec no Brasil, Fabio Roth.

Em 2017, a rede registrou um crescimento de 3,5% no faturamento e de 8% no número de novas unidades. Para 2018, a expectativa é voltar a crescer junto com o mercado, galgando resultados para que haja um aumento de 4% no faturamento. Já o plano de expansão da marca visa à venda de 35 novas unidades e a abertura de 45 franquias, pois há uma previsão de abertura de 20 unidades vendidas no segundo semestre de 2018. A franquia foi fundada na França, está presente em mais de 36 países e tem a operação brasileira como a maior do mundo, com 457 unidades em diferentes regiões do País.

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Startups e pequenas empresas estão com mais de 60 vagas abertas

As startups e pequenas empresas não estão apenas inovando a forma de fazer e negócio e trazendo um novo modelo de trabalho para os funcionários, elas também são as grandes responsáveis por boa parte das vagas abertas para novos e experientes profissionais brasileiros, mesmo em um momento em que o País tenta se recuperar de uma das piores crises já vivenciadas na história. Hoje, as micro e pequenas empresas são as maiores geradoras de emprego: 54% das vagas formais de trabalho. Em 2018, sete startups estão com mais de 60 oportunidades abertas. Confira:

GetNinjas

Listada pela Forbes como uma das empresas mais promissoras do Brasil, o GetNinjas, a maior plataforma de contratação de serviços do país, está com 14 vagas em aberto. A plataforma busca oito Analistas de Atendimento e um Diretor de Arte Digital. Ainda há vagas para estagiários, sendo duas para Atendimento, duas para Marketing de Performance e uma para Produto. Inscrições: todas as vagas estão disponíveis no link

BeeTech

Fintech acelerada pelo programa Track, da Visa, no Vale do Silício, a BeeTech, primeira empresa brasileira focada em soluções cambiais 100% online, está com 19 oportunidades abertas para trabalhar em São Paulo A startup busca desde de profissionais para produzir conteúdos internos a design, financeiro e desenvolvedores. Além disso, há duas vagas para estagiários em design e produto. Inscrições: todas as vagas estão disponíveis no link

Singu

Eleita uma das 100 empresas mais inovadoras pela revista Pequenas Empresas Grandes Negócios no mercado de beleza, a Singu, aplicativo que conecta profissionais de beleza a clientes para atendimentos delivery, está em busca de programadores Front-End, Back-End e Android. Inscrições: Pelo e-mail tg@singu.com.br

DogHero

Aplicativo e site que conecta mães e pais de cachorro a anfitriões que hospedam os pets em casa quando os tutores viajam, a DogHero está com quatro vagas abertas para profissionais em São Paulo. A startup procura Product Manager, UI/UX Designer, Web Full Stack Software Engineer e Mobile Software Engineer. Além disso, a plataforma está com um programa de estágio para a área de operações. Para fazer parte do time, é preciso se adaptar facilmente a novas situações e serem extremamente curiosas. Inscrições: todas as vagas estão disponíveis no link

Contabilizei

A Contabilizei, reconhecida pelo prêmio da Love Mondays como uma das melhores empresas (PME) para se trabalhar em 2017, está com mais de 16 oportunidades abertas para profissionais juniores, plenos e seniores. A empresa procura pessoas que tenham finalizado ou estejam cursando o ensino superior, sejam organizadas, disciplinadas e adorem tecnologia. Para a cidade de São Paulo, eles buscam um Executivo de Contas. As outras vagas, que incluem Atendimento ao Cliente, Analista de SEO, Designer e Desenvolvedor, entre outras, são para Curitiba. Inscrições: todas as vagas estão disponíveis no link

eduK

Considerada a segunda empresa mais inovadora da América Latina segundo a Fast Company, a eduK está com cinco oportunidades abertas. A plataforma busca profissionais de Marketing, UI/UX Designer, Editorial, Desenvolvimento de Software e Manutenção Predial. Para fazer parte do time, os candidatos precisam ser apaixonadas pelo que fazem, abertos a modelos de gestão diferentes, adeptas de aprendizagem constante, que tenham visão de negócio e processos, com foco e responsabilidade aliados para alcançarem seus objetivos. As vagas estão disponíveis para São Paulo. Inscrições: todas as vagas estão disponíveis no link

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Vale a pena criar uma startup hoje? – Por Adriano Meirinho

Existe um momento certo para criar uma startup? Quais pontos devem ser analisados antes de colocar sua ideia em prática?

Em um cenário de crise da política e economia brasileira, será que vale a pena criar uma startup? Quais critérios precisam ser analisados antes de colocar a mão na massa? Como saber se sua ideia vale uma empresa e se terá investimentos? Será que você possui as características necessárias para gerir um negócio?

A força do mercado empreendedor faz muitas pessoas caírem de cara na ideia de começar uma startup sem antes responder essas e outras perguntas que fazem toda a diferença lá para a frente. Para diminuir riscos, vamos falar sobre algumas delas.

O mercado

A ABStartups (Associação Brasileira de Startups), que em 2012 reunia pouco mais de 2,5 mil associadas, hoje conta com mais de 4,2 mil empresas do tipo. No total, o Brasil tem mais de 10 mil startups, movimentando bilhões.

Ou seja, mesmo com a crise, o volume de capital disponível para investimentos e de profissionais dispostos a empreender continua crescendo, ainda que os números sejam baixos comparados a outros países como Estados Unidos e Europa.

A maioria das startups hoje estão concentradas no estado de São Paulo, seguidas por Minas Gerais e Rio de Janeiro. Grande parte delas trabalha no setor de tecnologia, área mais aquecida para esse mercado. Os profissionais atuantes em grande parte das startups também vem de áreas ligadas à tecnologia, como programação, biotecnologia, engenharia, física.

Isso não significa que apenas ideias de startups de tecnologia funcionam, nem que você precisa ser do setor para conseguir abrir o seu negócio. Significa que profissionais dessas áreas estão mais habituados à um ambiente de desenvolvimento contínuo, rápido, crescendo exponencialmente com custos baixos, trabalhando em ambientes de incerteza, criando e lançando produtos frequentemente. Em relação a investimentos, há diversas Venture Capital que ainda entendem o Brasil como um bom país para investimento de risco, e de uns 6 anos para cá, o ecossistema realmente cresceu, se profissionalizou e criou oportunidades mais tangíveis para criar uma startup.

Sua ideia

Antes de criar uma startup a partir de sua ideia de negócio, é essencial avaliar se você estará realmente resolvendo um problema que existe no mercado e que interesse o público. Procure saber como está o cenário do setor em que irá trabalhar, como concorrentes estão fazendo esse serviço ou oferecendo o produto.

Outras questões que devem ser respondidas são: quais são os benefícios do meu produto ou serviço acima da concorrência? Qual público se beneficiaria do meu trabalho e por quê? Investidores teriam interesse em qual característica específica do meu serviço ou produto? Qual o tamanho do meu mercado? O que seria preciso para construir um mínimo produto viável como teste? Precisarei de parceiros para começar esse negócio? Como os investidores podem lucrar (ter um exit de sucesso) com a minha ideia? Como posso criar um modelo de negócios em que eu tenha crescimentos exponenciais com custos baixos?

Determinando essas respostas, já será possível fazer um escopo dos próximos passos para desenvolver sua ideia e encontrar um capital de risco que se interesse pelo que você tem à oferecer.

Suas características

Aqui está o principal ponto de criar uma startup: seu potencial como gestor de um negócio. Vale a pena abrir uma empresa desde que você tenha espírito de mão na massa, saiba ouvir, tenha resiliência, esteja aberto para aprender cada vez mais e criar bons relacionamentos.

Se sua postura for de impulsionar seu negócio para a frente, sem estagnar em ideias que não dão certo e buscando investir sempre na melhoria do potencial de sua startup, poucos obstáculos serão grandes demais.

Adriano Meirinho é CMO e co-fundador do Celcoin, aplicativo de serviços financeiros que transforma o celular em maquineta serviços. Executivo de Marketing com MBA em Administração de Negócios do Varejo pela FIA-USP e certificação em Practitioner em Programação Neurolinguística (PNL), Meirinho acumula experiência de mais de 18 anos em marketing e propaganda, com passagens em importantes empresas, como Oppa e Catho On-line, onde recebeu seis prêmios Top Of The Mind de 2006 a 2012 e três prêmios Ibest, nos anos de 2002 e 2004.

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Magazine Luiza entra em lista de empresas mais inovadoras da América Latina da Fast Company

O Magazine Luiza entrou na lista de empresas mais inovadoras da América Latina, elencada pela revista americana Fast Company. A varejista é a única da lista que não é uma empresa nativa digital, comprovando o sucesso da empresa em se digitalizar.

Ao lado do Magazine Luiza na lista estão apenas outras quatro empresas brasileiras. Dentre elas, a 99 e a Nubank. “Ficamos felizes por sermos reconhecidos por uma publicação que é referência no mercado de tecnologia”, afirma Frederico Trajano, CEO do Magazine Luiza. “Mostra que uma empresa brasileira pode ser protagonista no universo digital e que a inovação não é monopólio do Vale do Silício.”

DNA de inovação

O histórico de inovação do Magazine Luiza é grande. Em 1992, ainda sob a tutela de Luiza Helena Trajano, a empresa criou as “lojas eletrônicas”, pontos de venda sem estoque e sem mostruário, nos quais os produtos eram exibidos aos clientes por meios de fitas de vídeo cassete em TVs.

A empresa também foi a primeira a lançar um social commerce, o Magazine Você. A ferramenta começou em redes sociais como o Orkut e hoje é uma plataforma independente que permite que os usuários façam, até, venda porta a porta.

O grande responsável pela virada digital do Magazine Luiza, no entanto, foi o Luizalabs. O laboratório de inovação foi lançado em 2012 e, desde então, é focado em transformar os produtos do Magazine Luiza.

Hoje, o Magazine Luiza oferece uma experiência digital de venda em seus pontos físicos não só nas capitais, mas também nas lojas dos rincões do Norte e Nordeste.

Grande parte da estratégia do Magazine Luiza está na internet. Hoje, um terço do faturamento da companhia vem das vendas online e as operações são completamente integradas.

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O que acontece quando você clica em “comprar”?

Comprar com um simples clique e receber em casa é um hábito cada vez mais comum no Brasil. De acordo com a pesquisa Webshoppers realizada anualmente pela consultoria Ebit, em 2016, quase ¼ dos brasileiros fizeram compras online, um aumento de 22% em relação ao ano anterior. Mas você já parou para pensar em toda a tecnologia que envolve os processos de aquisição de um produto pela internet? A Infracommerce, empresa líder em full service para e-commerce da América Latina, desvenda esse mistério.

Tudo começa antes mesmo de você decidir que procura por um produto. Com base em dados e análises, a equipe de marketing atua para gerar o desejo de compra no cliente. Com ferramentas como cupons, promoções e conteúdo personalizado, as marcas oferecem diversos benefícios para tornar a compra mais atrativa. “São inúmeras as estratégias que levam um cliente até realizar o pedido e, além de descontos, as empresas investem em ferramentas como e-mail marketing e banners em sites, reforçando o desejo e influenciando a aquisição do produto”, Luiz Pavão, diretor geral da Infracommerce.

Uma vez que o cliente acessa a loja, ele deverá encontrar um ambiente de fácil navegação, com boas fotos e o máximo de dados e conteúdos sobre o produto. O Pavão explica que é muito comum acontecer desistências por falta de informações. Todo esse processo é analisado pela equipe de TI responsável pelo site, que conta até mesmo o número de cliques necessários para concluir a transação.

Após a escolha do produto, o próximo passo é o pagamento, que deve oferecer um ambiente prático e seguro. “Quando o e-commerce chegou ao Brasil, havia um enorme receio em realizar compras pela internet. Hoje em dia, quase dez anos depois, contamos com tecnologia de ponta para garantir a segurança dos clientes durante todo o processo. O uso do cartão de crédito pode ser feito sem nenhuma preocupação, de maneira rápida e com o pagamento aprovado quase instantaneamente”, aponta Pavão.

Quando o pedido é aprovado, é dado início ao processo de separação dos produtos, armazenados em um galpão. Esse estoque precisa ser controlado, organizado e gerido. Cada item recebido passa por um processo de identificação e inclusão no sistema para posterior armazenamento em seu setor específico. Controlados por códigos de barras, os produtos são localizados com mais facilidade e rapidez.

Depois da separação, é realizada uma segunda conferência, feita também através do código de barras, para checar se aquele é mesmo o produto solicitado pelo cliente. A nota fiscal então é emitida, impressa e incluída na embalagem. Esse passo é muito importante, pois alguns produtos requerem embalagens especiais com proteção contra impacto, por exemplo, ou ainda podem ser personalizadas.

Por fim, a compra é enviada – pode ser pelos Correios ou transportadora. Ao receber o pedido e não havendo solicitação de troca, o processo é finalizado. Caso haja necessidade de troca ou devolução, é feita a logística reversa: o cliente devolve o produto, geralmente pelos correios com um código de postagem emitido pela loja, que, ao receber e conferir a remessa, procede para o envio de um novo produto, devolução do valor ou emissão de um vale-compras.

Por ser uma empresa de full service em e-commerce, a Infracommerce realiza a operação e gestão de todos os processos necessários para o funcionamento de uma loja online. A empresa é responsável pelo e-commerce de mais de 50 marcas como Ambev, Ray Ban, Havaianas, Mont Blanc e Unilever.

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ABES apoia o Smart City Expo Curitiba 2018

A Associação Brasileira das Empresas de Software (ABES) apoia o Smart City Expo Curitiba 2018, maior evento de cidades inteligentes do mundo, que acontecerá em Curitiba, no Expo Renault Barigüi, nos dias 28 de fevereiro e 1º de março. A entrada para a área de exposição será gratuita, e associados da ABES terão 20% de desconto na inscrição para o congresso.

Realizada em sedes itinerantes ao redor do mundo, a Smart City Expo chega pela primeira vez no Brasil, com a expectativa de receber 5 mil pessoas nos dois dias de agenda. O evento traz especialistas internacionais em urbanismo, arquitetura e agentes públicos que promoveram transformações em cidades pelo mundo. Para o Congresso, serão 18 palestrantes internacionais e 36 brasileiros para debater temas como Tecnologias Disruptivas, Governança, Inovação Digital e Cidades Sustentáveis do Futuro.

Entre os principais palestrantes convidados estão: o arquiteto e engenheiro Carlos Ratti, diretor do Senseable City Lab do MIT, Jorge Perez Jaramillo, ex-planejador-chefe entre 2012 e 2015 da cidade de Medellín, na Colômbia (referência em transformações urbanas), Frans-Antom Vermast, consultor de estratégias de planejamento urbano do Amsterdam Smart City, Tia Kansara, fundadora da Kansara Hackney, consultoria internacional que desenvolve soluções para problemas urbanos, Pedro Vidal, Gerente do Programa Santiago Smart City, Chile, Agustín Suárez, diretor geral de Gestão Digital da cidade de Buenos Aires, Argentina e Carolina Pozo, ex-secretária geral de Planejamento, Inovação e Governo aberto para a cidade de Quito, no Equador.

O evento tem a chancela da FIRA Barcelona Internacional – consórcio público formado pela Prefeitura de Barcelona, Governo da Catalunha e Câmara de Comércio de Barcelona, e conta com organização do iCities, apoio estratégico do World Trade Center Business Club e participação oficial da Prefeitura de Curitiba como anfitriã. O Smart City Expo World Congress já ocorre anualmente em outras cidades ao redor do mundo como Kyoto (Japão), Montreal (Canadá), Puebla (México), Casablanca (Marrocos), Istambul (Turquia), Bogotá (Colômbia) e recentemente em Buenos Aires (Argentina).

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CQ1 Lab: aceleradora busca startups de RH

A CQ1 Lab, aceleradora para HRTechs, com tecnologias para o mercado de Gestão do Capital Humano, está em busca de startups para serem aceleradas. As inscrições podem ser feitas a qualquer momento no portal http://wwww.cq1lab.com.br/ .

As candidatas passarão por uma análise que verificará o nível de maturidade do negócio, o estágio de desenvolvimento do produto/solução, aplicabilidade ao mercado, entre outros. Todas as fases buscam garantir que a ideia da acelerada esteja alinhada aos critérios da CQ1 Lab. Vale lembrar que a aceleradora não descarta a possibilidade de investimentos financeiros diretos nas aceleradas.

A Conquest One, consultoria brasileira especialista em Staffing de TI, anunciou a criação da CQ1 Lab no início de fevereiro, e como time de mentores principal, as startups contarão com a experiência de 21 anos dos empreendedores e cofundadores da Companhia, Antonio Loureiro e Marcelo Vianna, além da expertise em finanças do investidor-anjo Rafael Brunacci, que possui experiência em mentoria, acompanhamento das startups, modelagem financeira, e desenvolvimento dos MVPs (Minimum Viable Product – Produto Mínimo Viável).

A aceleradora está instalada em um ambiente voltado à inovação na sede da própria Conquest One, e do qual todas as startups poderão aproveitar. “Queremos compartilhar da nossa experiência e ajudar empreendedores a transformarem suas startups em negócios de sucesso. Além disso, também temos um DNA de empreendedores e conhecemos profundamente o processo de desenvolvimento de uma ideia de negócio, bem como do seu ciclo evolutivo.” analisa Antonio Loureiro.

Aceleração corporativa

Não serão apenas as startups que se beneficiarão da CQ1 Lab. O time de mentores aproveitará todo o ecossistema criado, para alavancar a inovação em empresas já estruturadas.

O foco desse sistema será o de impulsionar negócios inovadores e diferentes ideias dentro de estruturas convencionais, as quais geralmente sufocam novas possibilidades.

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As empresas estão preparadas para os robôs?

Por Solemar Andrade, VP Executivo da Plusoft

Manter a eficiência dos processos operacionais internos (backoffice) nas empresas é um dos grandes desafios para os gestores. Longe da visão dos clientes, esse setor é muito importante por garantir a operacionalidade dos negócios, cuidando dos detalhes que envolvem, por exemplo, a venda, o acionamento de estoque e a logística para a entrega do produto. Procedimentos mal realizados afetam de maneira significativa os resultados e geram prejuízos financeiros e, principalmente, de imagem.

Diante do recente processo de migração para a Indústria 4.0, a chegada do Robotic Process Automation (RPA) é uma importante ferramenta de apoio às organizações que diariamente devem produzir em grande escala e garantir excelência nos processos internos. Atualmente, estamos vivendo a quarta revolução industrial e os robôs são os novos responsáveis por disponibilizarem, de maneira assertiva, recursos operacionais ágeis e que proporcionam melhorias administrativas, produção e, principalmente, uma redução de até 40% nos custos processuais que ocorriam com retrabalhos ou perda de prazos. Parte da mão de obra, que antes era utilizada para funções repetitivas e chatas, foi redirecionada para tarefas estratégicas, valorizando ainda mais o intelecto profissional.

A pesquisa Projeto Indústria 2027, que avalia os impactos de inovações como Internet das Coisas (IoT) e Inteligência Artificial (IA) na competitividade do produto nacional, revela que 21,8% das indústrias brasileiras projetam ter sua produtividade totalmente digitalizada nos próximos dez anos. O resultado é muito significativo para o Brasil porque, atualmente, apenas 1,6% das empresas avaliadas afirma estar no processo de migração para a Indústria 4.0.

A implementação do RPA é uma estratégia relevante no processo de modernização industrial. Seja no modelo de serviço em Nuvem ou pela gestão na própria infraestrutura das empresas, os robôs oferecem agilidade nas tarefas internas, proporcionado por um modelo de trabalho ininterrupto (24×7) e com interação a diferentes sistemas em uma infraestrutura de TI. A solução traz excelência no cumprimento dos contratos de qualidade que possuem prazo de atendimento preestabelecido (Acordos de SLA – Service Level Agreement), o que significa a transferência de futuros investimentos para ações estratégicas.

Quanto à preocupação dos CIOs em relação aos investimentos para a implementação da plataforma de automação com robôs, o ROI (Retorno sobre Investimento) é uma quebra de paradigma, porque oferece um retorno em curto prazo, de três a sete meses. Antes, quando surgiam novos contratos de clientes e serviços, os gestores de TI sofriam com o aumento de gastos que deveriam realizar para se adaptarem às novas exigências de demandas. Hoje, os robôs têm a capacidade de se adaptarem ao surgimento de novas tarefas, além da possibilidade de se integrarem a novas tecnologias e situações organizacionais diferentes que surgem no ambiente das atividades diárias. Ou seja, a demanda cresce, mas prazos e custos não.

Atualmente, os ambientes de TI organizacionais possuem diversos componentes e sistemas, envolvendo conectividade, virtualização e segurança. Os robôs integram as informações entre as diferentes soluções, tornando o fluxo de comunicação centralizado, dinâmico e sem falhas.

Desde 2016, há um crescimento de aproximadamente dois terços em relação aos anos anteriores na aquisição da tecnologia de robôs no backoffice das corporações brasileiras. A expectativa é que 2018 seja o ano dos robôs. Por isso, é necessário que os gestores de TI não paguem para ver o que acontece e saibam agir com rapidez para se manterem competitivos em um mercado que exige cada vez mais que as empresas sejam organizadas, sem falhas e com excelência.

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Redução de custos: como identificar e avaliar gastos excessivos nas empresas

O conhecimento sobre gestão nem sempre é fácil de ser assimilado e tanto os mais experientes quanto os novatos no empreendedorismo podem cometer deslizes. Os números não deixam mentir que, em partes, os iniciantes estão sim mais suscetíveis a fechar às portas das empresas: um terço deles encerram suas atividades num período de dois anos, segundo o estudo Sobrevivência das Empresas no Brasil, realizado pelo Sebrae em parceria com a Fundação Getúlio Vargas. Mas, exemplos não faltam de que, mesmo aquelas mais sólidas no mercado estão vulneráveis às instabilidades do mau gerenciamento.

As crises econômicas, embora algumas vezes usadas como desculpa para esse processo, podem ser interpretadas, também, como uma oportunidade de se atentar aos erros e procurar soluções criativas para driblar as dificuldades. “Há uma infinidade de itens que podem ser melhorados antes de chegar às pessoas que, uma vez desligadas, podem prejudicar a eficiência, qualidade e, consequentemente, a rentabilidade esperada”, pondera Fernando Macedo, CEO da Expense Reduction Analysts (ERA Brasil). O consultor elencou cinco situações de redução de custos das empresas e uma boa solução para implementar no negócio.

1. Energia elétrica – É um dos gargalos permanentes e, desde que orientado corretamente, pode ser facilmente reduzido. Comece, por exemplo, observando a potência das lâmpadas e troque por modelos mais econômicos, como as de LED. Já as salas com iluminação natural, embora sejam boas para poupar energia, tendem a elevar a temperatura do ambiente devido à incidência dos raios solares, forçando o uso do ar condicionado. “A solução, nesse caso, pode ser a instalação de cortinas blackouts, películas de redução de luz, dentre outros. Já o maquinário antigo também figura na lista dos vilões do custo e podem ser eventualmente substituídos por equipamentos mais evoluídos tecnologicamente”, diz.

2. Hora Extra – A hora extra também é sinônimo de custo elevado para as empresas, então, fique atento se não vale a pena realizar contratações ao invés de desembolsar esse valor, principalmente se o trabalho estiver comprometido com a qualidade final. O segredo é se organizar e checar se a demanda excessiva é apenas uma flutuação de trabalho corriqueiro ou é um alerta da necessidade de um novo colaborador.

3. Frota própria – Analise se é realmente necessário ter uma frota própria, pois os custos que envolvem os transportes são também elevados: motoristas, impostos, seguro e manutenção, por exemplo. “Uma sugestão pode ser o investimento na terceirização desse serviço ou, uma vez não sendo vantajosa tal substituição, é recomendável rever e fiscalizar a forma de uso, evitando, portanto, abusos e uso dos veículos para fins pessoais”, comenta o CEO.

4. Estoque – Sobre esse tópico, é importante destacar, dentre outros, dois pontos: o primeiro é sobre o mix de produtos e, o segundo, sobre o tempo de permanência. Fique de olho nos produtos de maior saída e avalie se vale a pena manter uma grande variedade de opções à disposição ou se é melhor focar em poucos com maior saída, pois isso impacta o capital por não gerar receita ao negócio. Já sobre o aspecto da permanência, vale atentar-se sobre o tempo de rotação do estoque, ou seja, quanto tempo determinado produto está demorando em ser vendido. É preciso ter em mente que estoque é investimento e demanda um custo, seja de conservação, no ou armazenamento. O prazo de saída é responsável direto pelo lucro dessa venda.

5. Redução de perdas – “Esse item é muito mais sensível no varejo e é imprescindível para o negócio, pois é fonte de esgotamento de lucro”, avalia Fernando. É essencial manter o ponto de venda no varejo bem estruturado de forma a prevenir o máximo essas perdas, seja por meio dos equipamentos de conservação e processos de reposição, por exemplo. Embora mais comum nesse segmento, o setor industrial também está suscetível as perdas.

6. Conscientizar colaboradores – É muito importante, por fim, conscientizar a equipe e estimular a redução de custos entre todos. “Já existem empresas que desenvolvem campanhas de incentivo aos colaboradores com boas ideias, pois são eles quem estão inseridos no negócio diuturnamente”, conclui Macedo.

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Oxigênio Aceleradora dá início ao 5º ciclo de aceleração

A Oxigênio Aceleradora deu início ao 5º Ciclo de Aceleração essa semana. Seis startups, entre as mais de mil inscritas, foram selecionadas para participar desse programa.

Como nos quatro primeiros ciclos, cada startup escolhida receberá um investimento direto de US$50 mil para o desenvolvimento de seu negócio, além de U$100 mil em investimentos indiretos, em forma de benefícios e recursos para os empreendedores. Durante a fase inicial, os empreendedores passam por sessões de mentoria, palestras e workshops com executivos da Porto Seguro, além de outros profissionais renomados do mercado.

A fase seguinte pode levar as startups à sede da Plug and Play Tech Center, aceleradora localizada no Vale do Silício nos Estados Unidos.

Desde o início das operações, em 2015, a Oxigênio já recebeu mais de 5 mil inscrições para seus programas de aceleração. Das 24 aceleradas do 1º ao 4º ciclo, 54 projetos já foram trabalhados entre as empresas e a Porto Seguro.

Conheça abaixo as startups participantes do 5º ciclo de aceleração:

Byke Station (http://www.bykestation.com.br) – Estações 24 horas de auto-serviço para ciclistas, com ferramentas, equipamentos para manutenção e vending machines para compra de suprimentos como câmaras de ar, isotônicos e suplementos.

Cliente Agente (http://www.clienteagente.com.br/) – Plataforma de recomendação de clientes para corretores de seguros, que premia os clientes pelas indicações, gerando receita e aumentando a fidelização para os corretores.

Gamific (http://gamific.com.br/) – Solução de gamificação para gestão e incentivo de equipes comerciais, gerando maior engajamento e maiores resultados em vendas.

Qual Farmácia (www.qualfarmacia.com.br/) – Marketplace que permite às farmácias impulsionarem suas vendas no meio digital e, ao consumidor encontrar e comprar produtos com comodidade e economia.

Retina (retinatec.com.br/) – Sistema inteligente de monitoramento, reconhecimento e recuperação de veículos roubados, mesmo sem rastreador, utilizando visão computacional.

uCondo (http://ucondo.com.br/) – Solução que permite comunicar, gerenciar e organizar as atividades diárias do condomínio com segurança, apoiando moradores, síndicos, porteiros e administradores.

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Livro destaca características de liderança feminina

No próximo dia 08 de março, a Livraria Cultura, em São Paulo, será palco do lançamento do livro “Mulher Alfa”, publicado pela Editora Letramento. Escrito por Cristiana Xavier de Brito, executiva de relações institucionais e sustentabilidade, o livro apresenta, sob a ótica da autora, as experiências de dez mulheres que, ao longo de suas vidas, não se importaram com muitas ideias preconcebidas e se tornaram líderes em suas áreas de atuação.

Com mais de 30 anos de experiência profissional, com passagens por cargos de direção em grandes empresas multinacionais, Cristiana lembra a experiência vivida durante a formação de uma rede de mulheres na empresa em que trabalha despertou nela a necessidade de compartilhá-la com outros públicos. “Com essa iniciativa eu percebi o quanto os exemplos de liderança podem ajudar às outras mulheres, em especial as que estão começando a carreira. Por isso, achei que era o momento de compartilhar o conhecimento que adquiri na minha trajetória como líder e na construção desta rede”, conta.

O livro começa com uma reflexão sobre a evolução do protagonismo feminino, avaliando as conquistas feitas até aqui, e também o quanto ainda falta. “Um estudo feito pelo Instituto Ethos com as 500 maiores empresas brasileiras mostras que a presença feminina no quadro executivo e nos conselhos de administração é de apenas 13,6% e 11% respectivamente”, reforça, lembrando que são as mulheres alfa que estão mudando este quadro.

Para comprovar isso, mais do que sua própria experiência, Cristiana acreditou que era importante apresentar outras trajetórias que levassem ao mesmo destino: mostrar que as mulheres têm características de liderança diferentes dos homens, mas que são complementares e devem ser genuínas. “Estas experiências podem servir de inspiração para a adoção de novos modelos de gestão, que sejam mais holísticos e abrangentes, incluindo características femininas de liderança. É preciso encorajar as mulheres a assumirem posições de liderança e chamar a atenção dos homens para estes novos modelos”, afirma.

Quem é a Mulher Alfa

Cristiana explica que o que as mulheres entrevistadas por ela têm em comum pode se resumir a três palavras: coragem, resiliência e empatia. São mulheres que sonham e realizam seus sonhos, inspirando aos que estão em sua volta com seus propósitos de vida. Mas ela lembra que a Mulher Alfa vai além disso, e pode ser identificada por características como: assertividade, generosidade, dedicação, decisão, sociabilidade, confiança, ambição, coerência, empatia, afeto, vulnerabilidade, flexibilidade, curiosidade, respeito, coragem, confiabilidade, ética e criatividade.

Todas estas características podem ser encontradas, em maior ou menor grau, nas mulheres que Cristiana escolheu para compartilhar suas experiências:

Ana Couto, CEO da Ana Couto Branding;
Ana Fontes, da Rede Mulher Empreendedora;
Ana Michaelis, artista plástica;
Cristina Palmaka, presidente da SAP Brasil;
Gisela Pinheiro, vice-presidente da BASF para a América do Sul;
Mara Gabrilli, deputada federal;
Marcia Rocha, empresária, advogada e fundadora da Transempregos;
Patrícia Santos, fundadora da Empregueafro;
Teka Vendramini, produtora rural;
Valéria Scarance, promotora de Justiça.

“Elas foram escolhidas porque são mulheres comuns, mas com características de liderança muito claras. São pessoas que admiro por sua coragem, autenticidade, força e singularidade”, ressalta Cristiana. Além disso, são mulheres que, com ética e determinação, conquistaram seus espaços e continuam abrindo caminhos para outras pessoas. “São pessoas em que o sucesso vai muito além das suas próprias conquistas. Meu desejo é que estas mulheres sirvam de exemplo para futuras gerações que exigem e precisam de diversidade para transformar o mundo em um lugar melhor para todos”, defende.

Essa inspiração deve vir dos aprendizados trazidos pelo livro para a autora e que, ela espera, sejam absorvidos também pelos leitores. Isso vai desde entender as características comuns destas mulheres até se certificar de que ainda há muito a construir para que se tenha ambientes mais diversos e com oportunidades para todos.

“Ainda existe uma cegueira por parte da maioria das mulheres que não se enxergam como líderes, e também de muitos homens, que não as veem como líderes potenciais. Quero fazer deste livro uma lanterna que ilumine o caminho da coragem e do diálogo para a transformação de uma sociedade mais equilibrada e justa para todos”, defende.

Serviço

O livro “Mulheres Alfa – Liderança que Inspira”, editora Letramento, será lançado no próximo dia 08 de março, na Livraria Cultura, em São Paulo, a partir das 18h.

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