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Conheça 10 sinais de pessoas com Inteligência Emocional desenvolvida

A forma como mantemos o controle emocional e gerenciamos as emoções (nossas e das pessoas que nos cercam) é o cerne da Inteligência Emocional (IE). A habilidade para lidar com os sentimentos faz com quem a pessoa possa ter um bom relacionamento com sua família, amigos, colegas, subordinados e superiores. A Febracis, a maior instituição de coaching das Américas, aponta 10 características de pessoas com alta IE. Confira:

1- Você é um bom líder
Todos os líderes, independente do seu modo de liderar, possuem uma característica em comum: Inteligência Emocional. Ter controle emocional é essencial para os bons líderes, que devem saber lidar com situações delicadas, dar feedbacks construtivos, ser produtivos, trabalhar bem sob pressão e ter foco em resultados.

2- Você conhece suas fraquezas e forças
Ter autoconsciência, por meio do autoconhecimento, é fundamental para se desenvolver profissionalmente e para saber conduzir com equilíbrio a vida pessoal. Ser honesto consigo mesmo sobre quem você é permite que você se autodesenvolva em busca da melhoria constante.

Assim, uma pessoa com controle emocional sabe identificar suas fraquezas e forças e tem capacidade de analisar criticamente esse quadro, agindo de forma a explorar da melhor forma cada aspecto da sua personalidade.

3- Quando você está chateado, sabe exatamente o porquê disso
É muito comum vermos pessoas tristes e, ao perguntá-las o que está acontecendo, elas dizerem que nem mesmo sabem o porquê de estarem assim. Isso significa falta de autoconhecimento e de capacidade de análise, que, ao fim, mostra que a pessoa não desenvolveu sua IE.

Portanto, se você sabe exatamente o que lhe deixa chateado ou triste (e consegue identificar a raiz desse problema), isso mostra que você tem controle emocional.

4- Você se dá bem com a maioria das pessoas
Se você tem facilidade em manter relacionamentos interpessoais e se dá bem com quase todo mundo, isso é sinal de equilíbrio. Quando o indivíduo está bem em seu interior, as pessoas ao seu redor aproximam-se com mais facilidade, sem que sejam gerados atritos e desconfianças.

5- Você se importa muito em ser uma pessoa boa e moral
Um aspecto muito essencial da IE é o desenvolvimento de uma identidade moral. A identidade moral relaciona-se com a imagem que desejamos construir de que somos pessoas éticas e que se preocupam com os demais.

Assim, se você ajuda as pessoas ao seu redor, doa seu tempo ou bens para pessoas necessitadas, é ético no seu trabalho e relações e pratica aquilo que discursa, você provavelmente tem a IE desenvolvida.

6- Você é bom em ler as expressões faciais das pessoas
Você percebe quando seu colega de trabalho chega na empresa e se mostra chateado com algo? Você consegue identificar quando a sua esposa está revoltada com alguma situação? Percebe quando seu filho está tentando esconder algo de você?

Ser capaz de identificar como as outras pessoas estão se sentindo faz parte dos atributos daqueles indivíduos com uma boa inteligência emocional.

7- Você supera muito bem os obstáculos
Se você é capaz de se erguer facilmente frente aos problemas e erros cometidos, isso diz muito sobre o seu controle emocional. Indivíduos que lidam bem com os obstáculos que encontram diariamente sabem que há algo que todos devemos fazer o tempo todo: seguir em frente.

Uma pessoa resistente não fica presa às emoções e situações negativas, pois sabem equilibrá-las com outros sentimentos positivos. Ou seja, esse indivíduo costuma dizer “estou triste que isso aconteceu”, “mas sou muito grato por conta desses outros fatores”.

8- Você confia no seu instinto
Você se sente confiante em seguir sua intuição? Ou faz justamente o contrário do que o instinto indica? Se você tem a capacidade de confiar em si mesmo e nas suas emoções, não há qualquer motivo para não escutar a sua voz interior que lhe diz qual é o melhor caminho a seguir.

9- Você sabe se automotivar
Desde pequeno você sempre foi ambicioso e trabalhador, correndo atrás dos seus sonhos e objetivos, mesmo sem ser recompensado por isso? Se você consegue focar sua atenção e energia nos seus objetivos de forma constante e motivada, sem que precise de alguém lhe dando forças para isso o tempo todo, você é uma pessoa com muito controle emocional.

10- Você sabe dizer não
A autorregulação é um dos componentes da IE. A autorregulação é a capacidade da pessoa em se disciplinar e evitar hábitos ruins, sabendo tolerar o estresse e controlar seus impulsos. Além disso, o indivíduo com esse controle emocional sabe dizer não para manter seu foco e suas prioridades.

Mas, afinal, como desenvolver a Inteligência Emocional?

Desenvolver a IE para ter mais controle emocional é possível e indicado tanto para quem já tem certo domínio deste tipo de inteligência quanto para quem ainda está descobrindo como desenvolvê-la. Uma das maneiras é considerar um processo de coaching, como o Método CIS. Considerado o maior curso de Inteligência Emocional das Américas, o próximo treinamento do CIS será realizado em São Paulo (SP), entre 4 e 6 de maio no São Paulo Expo, e deve receber cerca de 4 mil pessoas.

O objetivo é desenvolver os participantes para aprofundarem em temas como controle das emoções, mudança de crenças e IE, com o propósito de quebrar as barreiras que nos afastam dos objetivos que desejamos alcançar.

“Nosso método consiste em unir o pensamento racional às emoções, fazendo uma reprogramação de crenças para que as pessoas possam alavancar todo o seu potencial de ação. A essência do treinamento não é mudar o indivíduo para o que ele não é, mas desenvolver tudo o que ele já tem”, afirma o Master Coach, PhD em Business Administration, fundador da Febracis e também desenvolvedor do Coaching Integral Sistêmico (CIS), Paulo Vieira.

Realizado há mais de 18 anos, o Método CIS já impactou mais de 350 mil pessoas. O evento é realizado todo mês em um estado diferente no Brasil. A última edição, em Brasília, contou com uma grande novidade: foi transmitida ao vivo para alunos na sede da Febracis em Boston (EUA).

Método CIS – São Paulo
Data: 4 a 6 de maio
Local: São Paulo Expo – Rodovia dos Imigrantes, km 1,5 – Vila Água Funda, São Paulo – SP
Ingresso individual: R$ 1.700 para os três dias. ** Também há pacotes para grupos.
As inscrições podem ser feitas pelo site lp.febracis.com.br/metodo-cis/. Cada ingresso adquirido será revertido na doação de 1kg de alimento para a ONG Banco de Alimentos.

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Design Thinking: alternativa para cocriar e gerar resultados exponenciais

Por Silvia Aragão

Vivemos um ambiente dinâmico em que as empresas precisam promover a disrupção para tornar a oferta de serviços e produtos mais eficiente, que atenda às necessidades do consumidor e, ao mesmo tempo, contribua para a geração de novos negócios. O cliente é o centro de tudo e as empresas buscam inovação, que resulte numa experiência diferenciada, que faça o cliente pensar em ser fiel à marca – mesmo que por um determinando momento quando falamos das gerações Y e Z.

Segundo Salim Ismail, autor do livro “Organizações Exponenciais, muitas empresas estão satisfeitas com aquilo que funciona e, por isso, deixam de inovar. A sobrevivência de uma companhia depende da sua capacidade de se manter à frente da curva da tecnologia e abraçar as mudanças, a fim de se manter competitiva perante a concorrência. Nenhuma empresa poderá acompanhar o ritmo de crescimento definido pelas organizações exponenciais, se não estiverem dispostas a realizar algo radicalmente novo.

Nesse sentido, as corporações precisam revisitar seus propósitos e definir estratégias mais claras de atuação, que estimulem o envolvimento de todas as áreas para que possam cocriar soluções e modelos de negócio que façam sentido para as mudanças constantes e, cada vez mais rápidas, na era da transformação digital.

Para este momento de cocriação, várias organizações encontram inspiração no Design Thinking e, gradativamente, ampliam a utilização de Squads e metodologias Agile, que promovem um mergulho profundo em suas dores internas para encontrar a melhor solução. O mesmo procedimento é válido para identificar os problemas do cliente. Ao promover dinâmicas baseadas em Design Thinking, é possível trabalhar lado a lado com o cliente para cocriar juntos.

Esta forma de atuar em parceria – seja internamente ou com o cliente – tem demonstrado ser positiva em todos os segmentos de mercado, especialmente para as organizações que estão promovendo a transição para o mundo digital. O conceito de Design Thinking e o desenvolvimento de projetos com metodologia Agile vêm ganhando mais destaque com a necessidade das empresas de se conectarem de forma mais efetiva com o seu público-alvo, apresentando algo que realmente se diferencie de seus concorrentes, principalmente na forma de interagir e atender o cliente. A tendência é que esses pontos de interação com o consumidor se tornem mais amigáveis, utilizando tecnologias como a Inteligência Artificial, por exemplo.

A relação entre os clientes e as empresas de tecnologia mudou muito nos últimos anos. Antes, os clientes chegavam com uma demanda específica. Hoje, eles trazem desafios de negócios complexos para que possamos desenvolver soluções que gerem impactos positivos de curto e médio prazo. Para acompanhar essa transformação, a melhor alternativa é investir em processos criativos, que estimulem a cocriação, a partir do diálogo entre diversas áreas – tanto da empresa de tecnologia quanto do cliente. Assim, é possível construir um protótipo junto ao cliente, que poderá validar a experiência ou um novo produto.

Num mundo colaborativo e cada vez mais digital, a cocriação – dentro e fora da organização – tornou-se uma condição obrigatória para as empresas modernas que querem se transformar em exponenciais.

Silvia Aragão é diretora comercial e de novos negócios da Orbitall, empresa do Grupo Stefanini.

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Os desafios de engajar um público cada vez mais exigente

Por Guillermo Bracciaforte, cofundador da Workana

O meio digital vem crescendo exponencialmente, proporcionando novas possibilidades para as empresas enquanto gera uma necessidade de adaptação às mudanças. Para ter sucesso nesse mercado, primeiramente, é importante compreender onde estão os consumidores. A pesquisa Webshoppers 37, realizada pela Ebit, apontou que 27,3% das compras online realizadas em 2017 foram feitas por meio de smartphones, e a expectativa é que esse número chegue a 37% em 2018. A adaptação para o mobile é algo essencial, pode ser um app exclusivo ou um site adaptado, o importante é oferecer uma boa experiência de compra na palma da mão.

Também é essencial criar uma identidade para as empresas; a cultura e o estilo de vida do negócio dependem diretamente da imagem e da filosofia transmitidas pela comunicação. Uma boa estratégia funciona como um ímã que atrai clientes e faz com que eles compreendam o espírito da empresa, gerando desejo pelo produto ou serviço oferecido. Com a adoção de um planejamento de marketing de conteúdo, além de engajar o público, é possível construir a reputação da marca e, consequentemente, levar a empresa a ser referência em sua área de atuação.

Em relação à periodicidade e plataformas, é necessário compreender qual é o público alvo da ação e criar laços, fornecendo informações de qualidade sem viés comercial, apenas informativo. Esse conteúdo precisa ser recorrente e pode estar presente em blogs, mídias sociais e e-mail marketing, por exemplo. É importante lembrar que, quanto mais conteúdos relevantes, maior a possibilidade de engajamento.

Outra consequência da criação de conteúdo é a interação do público. Conquistando a fidelidade, é primordial estabelecer uma relação mútua, ouvindo os clientes tanto em elogios quanto em críticas e buscando oferecer uma solução real e rápida. Um cliente bem atendido, seja qual for seu problema, certamente irá recomendar a marca quando surgir a oportunidade, um fator de extrema importância para a construção da reputação.

Mas e agora, como investir nesse novo mundo sem conhecimento da área? Esse é mais um grande desafio. Uma pesquisa realizada pela Rock Content apontou que dentre os entrevistados, 71% das empresas adotam a estratégia de marketing de conteúdo, enquanto os outros 39% afirmam não investir na área por falta de tempo e de equipe disponível. Com as mudanças que o mercado de trabalho e os negócios vêm sofrendo, é possível enxergar dois lados: uma dificuldade ou uma oportunidade.

De fato, produzir um conteúdo que engaje o público, gere um retorno e ainda assim acompanhe o espírito da empresa não é algo fácil a se fazer, mas que vem abrindo portas para que profissionais mostrem seu valor e empresas encontrem talentos. Na Workana, acompanhamos um crescimento de 70% na atividade freelance em 2017. Dos projetos realizados através da Workana no Brasil, 34% são da área de tradução conteúdo, o que demonstra que a área vem ganhando visibilidade e proporcionando novas possibilidades de negócios.

Por fim, é sempre positivo que a empresa esteja aberta a mudanças, compreenda que o público vem se transformando e, consequentemente, evoluindo sua maneira de consumir. Com uma boa estratégia e profissionais atualizados, é possível se posicionar e criar uma identidade que acompanhe essa virada no mercado.

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Apple, Google, Samsung: o que os novos pays significam para o e-commerce brasileiro?

Por Rogério Signorini, Diretor geral da Braspag

O e-commerce segue crescendo no país. Foram 12% no ano passado, estimativas apontam para 15% em 2018 e agora o setor ganha importantes aliados: os novos pays. Os serviços de pagamento da Apple, Google e Samsung vêm fortalecer ainda mais este mercado, trazendo mais comodidade aos consumidores e mais chances de conversão para lojistas.

Segundo o estudo E-commerce Radar 2017, idealizado pelo Atlas, com o aumento da penetração de smartphones, a parcela de compras por dispositivos móveis cresceu de 22% para 31% entre 2016 e 2017, percentual que só tende a subir ainda mais, visto que, segundo projeções da FGV, o número de smartphones no Brasil deve se igualar em breve ao de habitantes, devendo chegar a 236 milhões em dois anos. Todos esses números só comprovam o enorme potencial de vendas que os novos pays trazem ao e-commerce. Mas em que consiste a tecnologia?

Para os e-commerces, os novos pays funcionam no formato de carteira digital. O usuário deve capturar a frente do cartão com a câmera do aparelho ou adicionar os dados manualmente. A cada transação, o cliente escolhe em sua carteira digital com qual cartão deseja pagar. O lojista recebe, a partir do aparelho, os dados do cartão de forma criptografada. Essa criptografia é transmitida à empresa responsável pelo gateway de pagamento, que decodifica os dados e transmite ao adquirente. Tudo de forma muito segura, tanto para o lojista quanto para o portador do aparelho. Nas transações online e em apps, um toque e o dedo posicionado no Touch ID confirmam a compra.

E falando em compras via aplicativos, de acordo com o Mobile Payment Journey, a nossa familiaridade com os smartphones, e mais ainda, com os apps, é notável: 78% dos brasileiros que possuem os aparelhos preferem comprar via app, número que fica acima dos 71% da média global. O mesmo estudo indica, porém, que ao mesmo tempo em que os brasileiros são atraídos pelos benefícios da velocidade e simplicidade de comprar via app, também abandonam as compras por desconfiar da segurança. Muito provavelmente os novos pays ajudarão a diminuir essa desconfiança. Vale lembrar ainda que os novos sistemas de pagamento também funcionam no varejo físico, por tecnologia de aproximação (NFC – Near Field Communitacion).

E se com todos esses números ainda não ficou clara a força dos novos pays para o comércio, aqui vai mais um dado: o potencial do Apple Pay no Brasil é de, inicialmente, 1,2 milhão de pessoas, segundo estimativas de mercado, pois esta seria a quantidade de clientes que acessam um dos bancos habilitados hoje por meio de um iPhone 6 ou superior (dispositivo compatível com a tecnologia). Imagine isso somado ao Google Pay – que conta com suporte do Bradesco, Banco do Brasil, Neon, Banrisul, Brasil Pré-Pagos, Caixa Econômica Federal e Porto Seguro – e ao Samsung Pay (este já disponível para dezenas de cartões com bandeiras Visa e Mastercard)?

Os novos pays vieram para ficar, ou melhor, para mudar a história dos meios de pagamento no Brasil e projetar ainda mais o crescimento do e-commerce. A tecnologia está aí, disponível para os consumidores e lojistas, basta começar a usar para escrever também suas próprias e bem-sucedidas histórias no comércio digital!

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Como eliminar conflitos na empresa

Segundo Aureo Villagra, CEO da Goldratt Consulting Brasil, a Teoria das Restrições (Theory of Constraints – TOC) fornece uma metodologia muito eficiente para lidar com conflitos, tanto técnicos quanto pessoais, entre departamentos ou mesmo empresas.

“Um conflito surge quando duas necessidades diferentes levem a duas ações ou desejos opostos, como por exemplo manter mais estoque em uma loja para evitar rupturas e proteger as vendas ou manter menos estoque para proteger o caixa”, explica Villagra.

A TOC ensina que sempre que existir um objetivo comum será possível encontrar uma solução ganha-ganha. Basta para isso analisar cuidadosamente todas as premissas que sustentam o conflito antes de aceitar uma situação não satisfatória. Se existir uma premissa que possa ser desafiada, ela é a chave para resolver o conflito.

No caso dos estoques o objetivo comum é ter uma loja bem administrada e uma das premissas que leva a necessitar mais estoque para proteger a venda é a frequência e confiabilidade do reabastecimento da loja. Se for possível melhorar o reabastecimento, deixar-lo confiável e reagindo às demandas reais será possível trabalhar com menos estoque, proteger as vendas e o caixa simultaneamente.

Para casos em que seu cliente, fornecedor ou colega de trabalho possui uma opinião totalmente diferente da sua, e você realmente acredita que a sua solução para aquele problema é melhor, é preciso ajudar a pessoa a entender o porque pode estar equivocada. E, segundo Aureo, há uma forma simples de resolver sem envolver discussões desconfortáveis.

“Antes de culpar a outra pessoa, antes de pensar que ela está tentando prejudicar você, o primeiro passo é entender suas premissas e o porque atrás de sua opinião”, explica Villagra. Para solucionar o conflito é preciso descobrir a premissa incorreta do outro e ajudar a pessoa a entender essa falha. Assim a pessoa pode mudar sua opinião, sem resistir a sua abordagem.

“Em outras palavras, realmente evite a tendência de culpar as pessoas. A maioria das vezes, as pessoas são boas. Se a ação do outro lado é contraditória, é necessário entender melhor suas razões para solucionar a discussão” finaliza Aureo.

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Nove em cada dez profissionais pretendem trabalhar em uma startup, revela pesquisa

Nove em cada dez profissionais estão dispostos a trocar o tradicional ambiente corporativo por uma startup. É o que revela pesquisa exclusiva realizada pela Michael Page, empresa líder mundial em recrutamento executivo de média e alta gerência, parte do PageGroup. De acordo com o levantamento da consultoria, sete em cada dez executivos estão dispostos a abrir mão de parte do salário para ter mais flexibilidade de horário e por acreditarem em uma maior qualidade de vida para atuarem em novos modelos de negócio.

“As startups estão vindo com propostas inovadoras e isso tem chamado muito a atenção de executivos que atuam no mercado tradicional. Além de modelos disruptivos e dinâmicos, essas empresas oferecem a possibilidade de profissionais se destacarem e crescerem junto com elas. É um tipo de desafio que tem despertado o interesse de muitos executivos, de olho não apenas em remuneração, mas em outros aspectos, como flexibilidade de horários e em estruturas mais enxutas e menos hierarquizadas. Tem sido um diferencial na hora de atrair grandes talentos do mercado”, analisa Genis Fidelis, gerente da Michael Page.

A pesquisa foi realizada em março deste ano contando com a participação de cerca de 1000 executivos de alta e média gerência para entender a relação desse público com as startups.

O levantamento também procurou saber se os profissionais estariam dispostos a responder para um presidente de startup mais novo que eles. De acordo com 96% dos respondentes, eles se sentiriam bem em lidar com essa questão ante 4% contrários à subordinação de um presidente mais jovem.

A pesquisa buscou entender dos executivos se o perfil profissional deles estava adequado para trabalhar em uma startup. Foram 94% os que se julgaram apropriados para embarcar em um novo modelo de negócios enquanto 6% informaram que não possuem as características ideais para vagas desse gênero.

Outros aspectos foram identificados no levantamento. Oito em cada dez respondentes julgaram-se aptos tecnicamente a liderar um projeto de startup. Há um grupo de 63% apostando que ainda há muito o que acontecer no mercado de startups. E, ainda, 54% creditam que há preconceito dos executivos de startups com profissionais de idade mais avançada.

“Essa pesquisa traz revelações importantes sobre a disposição dos profissionais em atuar num modelo de startup e como eles imaginam que são percebidos pelos líderes dessas empresas. São informações reveladoras e que podem apontar novas tendências no recrutamento e seleção de candidatos”, destaca Genis Fidelis.

Contratação de executivos em startups cresce 50%

As startups não têm poupado esforços para atrair profissionais qualificados. De acordo com dados da Michael Page, a procura por analistas, especialistas, coordenadores e gerentes cresceu 50% até março deste ano frente o mesmo período do ano anterior. Ainda de acordo com a consultoria, os cargos mais demandados foram Customer Hapiness, Marketing de Performance, Marketing de Transformação Digital e User Experience.

“As startups querem profissionais orientados ao desafio e à inovação. Buscam pessoas dedicadas ao negócio e orientadas ao resultado. Os executivos com boa formação técnica, de bons relacionamentos e perfil analítico, são os mais desejados por essas empresas”, explica o consultor. O salário médio para executivos de porte gerencial desses níveis está em torno de R$ 18 mil.

O consultor explica ainda que, para aqueles que ainda pretendem migrar para esse universo, há alguns cargos que devem ser mais demandados nos próximos anos. “Há expectativa de alta demanda para posições mais sêniores como gerentes sêniores de canais digitais, gerentes sêniores de UX e Customer Success Managers”, conclui.

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Atos apresenta oito tecnologias inovadoras para 2018

A Atos, empresa líder global em transformação digital, anunciou o lançamento de oito novas ofertas para 2018. São soluções em diferentes áreas da tecnologia, desde comunicação e colaboração para digital workplace, passando pela utilização de blockchain para novas formas de pagamento, até soluções disruptivas para telefonia e cibersegurança.

Entre as novidades estão o Hoox K31 for Business, um novo modelo de smartphone com alta segurança contra ciberataques, a Worldline Coffe Machine, uma máquina de café conectada e o TOTAL eWallet, um sistema de pagamento para carros conectados. Algumas destas novidades já foram apresentadas no Mobile World Congress, evento realizado em fevereiro em Barcelona, outras devem ser levadas pela Atos a outros eventos durante o ano, tanto na Europa como no Brasil.

Telefonia ultra segura

O Hoox K31 é o novo modelo de smartphone ultra-seguro da linha Hoox for Business. Baseado em Android, o smartphone garante comunicações seguras em toda a cadeia de comunicação: aplicativos e infra-estrutura. Além disso, possui funções adicionais adaptadas para uso colaborativo como conferência de voz de múltiplos usuários, mensagens instantâneas de grupo com compartilhamento de arquivos e correio de voz. Com segurança de dados de ponta a ponta, o Hoox for Business atende às necessidades dos usuários mais exigentes com ampla proteção contra intercepção e intrusão, mesmo que o smartphone seja perdido ou roubado.

Pagamento em veículos conectados

A Worldline, líder europeia em serviços de pagamentos e transações financeiras, em parceria com a TOTAL, anuncia uma solução que permite aos motoristas pagar por bens e serviços sem sair de seu carro. O TOTAL eWallet é uma solução 100% digital e conectada que permite aos consumidores efetivar suas compras, por meio de dispositivos móveis, em apenas alguns clicks. A prova de conceito foi implementada para ilustrar o uso e a conveniência da solução para uma unidade de mercado, mas pode ser aplicada a muitos outros casos de uso como postos de combustíveis, carregadores de carros elétricos, estacionamento, pedágio, entre outros.

Rastreabilidade de alimentos via blockchain

O Origin é uma solução baseada em Blockchain que revoluciona o modo de fornecer rastreabilidade completa de produtos alimentares para os consumidores. Por meio deste aplicativo, é possível acessar as informações sobre cada etapa da jornada de um produto, desde a fazenda até a prateleira. Na loja, o consumidor capta as informações de um QR code para ver o histórico daquele produto e tomar decisões de compra. Esta solução foi apresentada, recentemente, durante a Conferência Global de Segurança Alimentar, em Tóquio.

NFV (Network Functions Virtualization)

Fruto de uma parceria entre a Atos, Dell EMC, Intel, Jupter Networks, Red Hat e VMware, esta solução acelera a entrega de valor do NFV (Network Functions Virtualization), conseguindo a flexibilidade para suportar qualquer NFV de qualquer fornecedor e a agilidade necessária para diminuir o custo, respondendo aos desafios de negócios que os operadores de telecomunicações enfrentam hoje para migrar as redes de telecomunicações de um modelo físico tradicional para um ambiente virtual moderno. A aliança nasceu de uma visão compartilhada de como ajudar empresas a obter benefícios comerciais de: Capex Reduzido, Opex Reduzido e maior agilidade do negócio.

Atos Codex para Telco

O Atos Codex é uma solução de análise de ponta a ponta totalmente integrada e cruzada. Disponível para empresas no Brasil, a ferramenta coloca as redes de telecomunicações no mercado com rapidez com análise de dados, computação cognitiva, aprendizado profundo e internet das coisas, alavancando dados de clientes e redes para gerar valor comercial. Os casos de uso incluem marketing contextual em tempo real (para varejo) e gerenciamento de multidões (análise de densidade e movimento) para grandes reuniões.

Blockchain para novos modelos comerciais

Devido ao crescente interesse por criptográficas, especialmente Bitcoin, a tecnologia subjacente Blockchain tornou-se um assunto de interesse. Atos está usando o Blockchain para construir redes privadas, com permissão para fins de rastreabilidade, em uma variedade de setores, como varejo, transporte e cadeia de suprimentos. Os potenciais benefícios do Blockchain, contrariamente ao que se costuma pensar, são mais do que apenas financeiros: eles se estendem a muitos domínios como IOT, governo, saúde, varejo, fabricação, energia, cadeia de suprimentos e educação.

Atos Digital Workplace

As soluções de colaboração da Atos estão transformando o local de trabalho para os ambientes digitais com o Circuit. Esta solução reúne voz, videoconferência HD, bate-papo, compartilhamento e gerenciamento de dados em tempo real em um único aplicativo, permitindo que funcionários em todo o mundo se conectem e compartilhem informações facilmente. A Atos também oferece o OpenScape, ferramenta de gerenciamento de chamadas e soluções de colaboração social VoIP de nível carrier totalmente gerenciado – voz, vídeo, compartilhamento de tela, bate-papo, compartilhamento de arquivos e muito mais.

Máquina de café conectada da Worldline

A máquina de café Proof of Concept (PoV), criada pela Worldline, líder europeia para serviços de pagamentos e transações financeiras, está ligada a um terminal de pagamento baseado em Android e permite pagamentos seguros via Internet das Coisas (IoT). Além disso, fornece novas interações com chatbots e aplicativos Web Progressivos, prometendo revolucionar a indústria de pagamentos. Esta máquina chega para ser a próxima fronteira em pagamentos com soluções de pagamento seguro da IoT.

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Mercado imobiliário e as startups – Por Márcia Taques

O uso crescente de tecnologia aliado ao avanço da economia compartilhada está alterando o comportamento do consumidor do mercado imobiliário. Já temos 3,8 bilhões de pessoas conectadas à internet no mundo, o que equivale a 46% da população mundial.

Esse incremento permite ao consumidor o acesso a todo tipo de informação de qualquer lugar, alterando sua relação com os espaços em que vive. Além disso, é possível, por meio da tecnologia e do compartilhamento, usar, emprestar e dividir todo tipo de ativo, somente acessível anteriormente por meio da propriedade. Daí, a importância de as empresas tradicionais de se envolverem cada vez mais com tecnologia.

O ambiente de trabalho tinha importância elevada, considerando que era o local em que as informações se tornavam acessíveis aos colaboradores de determinada corporação por meio dos equipamentos ali existentes, e onde também era possível se conectar e trabalhar em conjunto com colegas. Embora o contato humano seja insubstituível e desejável, é mesmo necessário se deslocar a um local por causa de informação, equipamentos e contatos, quando tudo isso está disponível no celular?

O que importa de fato na indústria imobiliária sempre foi e será a forma com que nossos consumidores querem e precisam fazer dos espaços. Os imóveis devem permitir que o consumidor exerça suas atividades – seja morar, trabalhar ou comprar – da forma mais confortável, eficiente, produtiva e agradável possível. Ora, se muda o comportamento do consumidor, muda a forma como ele exerce seu trabalho, alteram os hábitos de compra e as necessidades dentro e fora do lar. Esses espaços também devem evoluir.

Os três “cês” pertinentes a todas as gerações anteriores aos Millenials ‘cargo, casa e carro’ não norteiam os indivíduos nascidos após 1990. Esta geração, que é a primeira nativa digital, que nasceu conectada à internet e com conteúdo de interesse disponível como, quando e onde quiser. É este consumidor que visitará algumas dezenas de apartamentos decorados daqui a algum tempo até achar àquele que o atenda. Será que ele esperará 30 meses até a entrega da unidade? Talvez não. Pois, essa geração imediatista, quer um produto feito a partir das suas necessidades, e agora.

Diante deste contexto, ou as empresas tradicionais abraçam estes novos conceitos, ou serão atropeladas por aqueles que a enxergam. Existem exemplos de disrupção em nosso mercado: Airbnb e Quinto Andar são apenas dois exemplos de empresas que pensam tecnologia e economia compartilhada. As proptechs (empresas de tecnologia dedicadas ao mercado imobiliário) receberam investimento de USD 2,67 bilhões em 2016. Em 2011, haviam sido aportadas com apenas USD 186 mil.

As organizações terão de mudar internamente para atender o desafio: a cultura, o modelo de negócios, a forma de trabalhar. É necessário que elas se apoiem em tecnologias e se aproximem das startups, com o objetivo de produzir insights acerca do seu modelo de negócios. Há muitas ferramentas disponíveis e acessíveis, que, aliadas a experiência e quantidade de informação acumulada nas empresas tradicionais do mercado, têm potencial de produzir produtos incríveis.

É preciso que nosso mercado se prepare e conheça as tecnologias que suportarão as necessidades deste novo consumidor. É nesta esteira que surgiu o Movimente, iniciativa dos Novos Empreendedores do Secovi-SP. Por meio de uma chamada de startups, pretendemos estabelecer o intercâmbio entre elas e as empresas tradicionais, de forma que novas tecnologias sejam criadas com base em problemas empresariais conhecidos, propondo soluções tecnológicas existentes. Teremos eventos de aproximação entre empresários e startups, bem como rodadas de negócios, visando extrair o máximo de cada um para a construção de um mercado imobiliário mais conectado às necessidades do consumidor do futuro.

Márcia Taques é empresária e coordenadora de Estratégias Digitais do Secovi-SP (Sindicato da Habitação).

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Sensr.IT lança nova versão de plataforma de gestão e governança em TI

Uma empresa de Tecnologia da Informação que vem chamando a atenção pela flexibilidade e agilidade nas evoluções do seu produto, a Sensr.IT anuncia o lançamento de uma nova versão da plataforma de gestão e governança em TI, denominada SENSR.IT 3.0 ALL-IN-ONE. A novidade promete trazer funcionalidades inovadoras, integradas e com facilidades que darão um upgrade na gestão estratégica de TI dos seus clientes, resultando em novas soluções e agilidade na tomada de decisão.

Fábio Varricchio, CEO da empresa, afirma que a plataforma surge para suprir a demanda de empresas que dependem de sistemas isolados, com informações descentralizadas e, muitas vezes, com dificuldades de interpretações referente à estrutura de tecnologia e organização que suportam o negócio. “Com este desafio, após longas entrevistas com CIO`s, propomos um produto totalmente integrado que possui cinco módulos estratégicos com visão gerencial e que oferece resultados em tempo real”, destaca.

O lançamento da nova plataforma é resultado da estratégia de evolução e crescimento da Sensr.IT para este ano. A empresa, que nasceu em 2014, cumpre o objetivo de facilitar e gerar eficiência em TI, agregando valor e resultado para o negócio. Tal finalidade é possível graças ao time de sócios, que reúne conhecimento e experiência numa bagagem mercadológica que soma duas décadas de trajetória, atributos que culminam na maturidade e evolução da plataforma.

Em 2017 a Sensr.IT deu outro grande passo como parte do plano estratégico de evolução da empresa, arquitetado desde sua origem, quando fez uma joint venture com a Gap Solutions, companhia especializada em estratégia de TI e CIO on demand. Esta ação ajudou a fortalecer e trazer elementos estratégicos para o produto, gerando maior visibilidade no mercado, o que transformou a Sensr.IT.

Pelo potencial reconhecido da solução, a empresa chamou a atenção de incubadoras como o PROIN da Universidade Estadual de Goiás, ACE, a maior aceleradora de Startups da América Latina, foi aprovada no processo de aceleração no Canadá e escolhida para participar da Campus Party Brasil 2018, na seção de Startups & Makers.

A Sensr.IT é congratulada para atuar em todo o Brasil e está fortemente inclinada a expandir seus produtos e serviços para outros países, como Estados Unidos, Canadá, Portugal e Inglaterra, plano que está em desenvolvimento a fim de atender clientes que atuam fora do território nacional, além de sanar os interesses pessoais dos sócios.

Fábio Varricchio salienta que está muito otimista pela evolução e maturidade que o produto conquistou e feliz pelos resultados de crescimento atingidos no primeiro trimestre de 2018, que estão dentro do plano de evolução da empresa.

Atualmente, a Sensr.IT possui três sócios com funções e características complementares que auxiliam na concepção e evolução do produto. São eles: Fábio Varricchio, CEO da empresa, Fabrício Silva, CTO, e Luís Peixoto, CMO.

A SENSR.IT possui uma Plataforma de gestão e governança em TI com cinco módulos estratégicos e totalmente integrados: Gestão de contratos e Fornecedores, Gestão de Infraestrutura, Gestão de Service Desk, Gestão de Riscos e Gestão de projetos. Cada módulo possui diferenciais não encontrados em outras soluções isoladas de mercado.

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Thomson Reuters abre 12 vagas para Analista de Suporte a Sistemas em sua unidade de Campinas

A Thomson Reuters, provedora líder mundial de informação estratégica e soluções em tecnologia para os principais segmentos da economia, abriu processo seletivo para 12 vagas de Analista de Suporte a Sistemas Júnior para atuar no escritório de Campinas, interior paulista. Os candidatos devem ter formação superior completa em cursos relacionados com TI, conhecimento em SQL, interesse em atuar na área de suporte e conhecimentos avançados em Inglês ou Espanhol para atendimento telefônico a clientes internacionais.

Os profissionais vão atuar no suporte às soluções da família de produtos ONESOURCE (que inclui soluções como Mastersaf e Global Trade) da Thomson Reuters, voltados para gestão fiscal, tributária e de comércio exterior. O escopo de trabalho inclui contato telefônico com clientes internacionais para análise e entendimento detalhado de cada solicitação; esclarecimento de dúvidas funcionais sobre os sistemas; realização de consultas SQL em banco de dados; desenvolvimento de scripts em SQL; e especificação funcional de necessidades de suporte encontrados nos sistemas.

Além do conhecimento técnico, o perfil buscado para a vaga é de pessoas com iniciativa, visão inovadora e vontade de aprender e ajudar o cliente. “A Thomson Reuters está investindo no Brasil como um dos principais centros de tecnologia do mundo, inclusive para suporte ao cliente. Esta equipe está dedicada a sanar eventuais dúvidas de nossos clientes quanto ao uso de nossos sistemas e apoiá-los em eventuais problemas, oferecendo uma alternativa enquanto direcionamos a solução definitiva”, explica Fernando Tochini Aliaga, Diretor de Suporte ao Cliente para Tax & Accounting da Thomson Reuters.

As inscrições estão abertas até o dia 6 de maio e podem ser feitas apenas pela internet, no link: Vaga Analista de Suporte a Sistemas Jr.

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3 Passos para adotar a Inteligência Artificial em sua empresa

Por Martin Seefelder

Inteligência Artificial (IA) é a Buzzword do momento. Empresas fazem planos robustos e startups prometem desenvolver projetos incríveis sobre essa tecnologia. Os níveis de interesse e investimento em Inteligência Artificial têm crescido tanto nos últimos 3 anos que alguns já começam a traçar paralelos com a bolha da internet, que ocorreu nos anos 90. Mas, afinal, o que é IA e como ela realmente pode ajudar a sua empresa a crescer?

Os sistemas de IA são capazes de realizar, de forma muito mais eficiente, tarefas simples e repetitivas do cotidiano de grandes organizações, como emitir e conferir notas fiscais, conferir pedidos de benefícios de empregados, enviar e-mails de cobranças a fornecedores e até tomar decisões complexas como, por exemplo, definir qual cliente tem maior probabilidade de comprar um determinado produto.

Antes de chegar nesse nível, porém, o mais indicado é iniciar esse processo de mudança com pequenos passos, mas com uma visão ampla para o futuro. Nesse ponto entra o Robotic Process Automation (RPA), que nada mais é do que um software que automatiza as ações do usuário. Apesar de simples, o RPA é um primeiro passo na escalada da Inteligência Artificial corporativa. O grande diferencial do RPA é que ele não precisa desenvolver interfaces complexas e consegue ser flexível o suficiente para que sua manutenção seja relativamente simples. Isso reduz muito o seu tempo e custo de implantação.

Após ter implementado alguns processos e colhido os frutos dessa automação, o próximo passo nessa jornada é incluir alguns elementos cognitivos no caminho, como reconhecimento de imagens, chatbots – é um robô (robot) que conversa com as pessoas via chat – ou até alguns algoritmos baseados em aprendizado de máquina (Machine Learning). Por exemplo, é possível automatizar todo o processo de pagamento de uma nota fiscal, com robôs que reconhecem o valor da nota, validam o processo e executam o pagamento.

O terceiro passo nessa jornada é mais complexo, pois quando a empresa começa a desenvolver modelos baseados em Machine Learning para prever resultados futuros com base em seus dados históricos. São projetos de investimento mais elevado, mas que permitem, por exemplo, otimizar o consumo de matérias-primas, aprimorar a manutenção de equipamentos e até melhorar a compreensão sobre seus clientes.

Grandes empresas brasileiras já estão trabalhando fortemente na adoção da Inteligência Artificial em suas operações e colhendo benefícios concretos e impressionantes. Mas a sua empresa não precisa ser uma grande corporação para começar a trabalhar com a Inteligência Artificial. Projetos de RPA, por exemplo, podem ser executados com orçamentos relativamente modestos e até mesmo ser realizados de forma modular, no qual a automação de um processo piloto é capaz de ter resultados expressivos que podem ser utilizados para financiar os próximos passos, criando assim um ciclo virtuoso de automação e eficiência.

Martin Seefelder é gerente sênior da Deloitte Brasil e certificado em Inteligência Artificial para negócios pelo MIT (Massachusetts Institute of Technology).

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Blockchain: a tecnologia que transforma o setor financeiro

Por Guilherme Mairene Rodrigues

Com um público cada dia mais conectado, os bancos possuem o desafio diário de se reinventar, desenvolver novas plataformas e melhorar os seus processos internos. O blockchain, desenvolvido em meados de 2008, vem se tornando a tecnologia chave do sistema financeiro e promete ser um grande aliado para a modernização do setor durante os próximos anos, especialmente na forma de realizar pagamentos. A ferramenta – também conhecida como encadeamento de blocos – permite o envio de moedas virtuais, como o Bitcoin, e a criação de um registro dessas transações de forma rápida, segura e transparente, diferente dos meios tradicionais.

Além disso, devido ao potencial para redução de custos e aplicabilidade, muitos bancos e startups já começaram a explorar e implementar o sistema. A tecnologia tem sido eficaz porque simplifica a distribuição e descentraliza as informações. Por meio de um livro de registro, dados de todas as operações realizadas são armazenados, com isso, nenhuma transação pode ser manipulada, ou seja, nenhum usuário pode alterar um único byte de informação dos processos já realizados.

Entre suas variadas aplicações, os pagamentos internacionais são os mais visados no momento, pois permitem a transferência de valores para qualquer lugar do mundo, de forma instantânea e sem intermediadores. Esta plataforma poderosa também está aberta para os registros contábeis de empresas em geral, universidades, entre outras entidades. O fato é que a inteligência blockchain será capaz de promover grandes mudanças nos métodos corporativos, com a implantação do mercado das criptomoedas, que vem crescendo a cada dia.

A tendência já é realidade em muitos bancos internacionais com a criação de suas próprias criptomoedas (Ripple, por exemplo). Diversas empresas já aceitam o Bitcoin como pagamento de seus serviços, pois os recursos para administrar a moeda virtual são inúmeros, como a criptografia de dados, a conversão de moedas, a verificação de autenticidade da informação, o backup automático ou manual de suas informações, entre outros. Além de altamente segura e inteligente, a tecnologia do blockchain possibilita o investimento em diferentes áreas de atuação no mercado – sendo este um grande passo para asegurar a competitividade no setor.

Guilherme Mairene Rodrigues é Principal of Technology da FH, empresa de tecnologia especializada em processos de negócios e software.

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Você está preparado para atender as expectativas do cliente em 2018?

Por Paul Whitelam

As organizações de serviços em campo estão sempre pensando em melhorar as expectativas de seus clientes. Os principais impulsionadores dessa evolução incluem mobilidade, novos padrões de serviço estabelecidos por empresas como Uber e Amazon, e outras que cada vez mais medem suas operações por meio de pesquisas de satisfação do cliente, processos aprimorados, softwares mais inteligentes e cloud computing. Desta forma, muitas organizações de serviços em campo conseguiram transformar a maneira como enxergam e fornecem seus serviços. No entanto, esse trabalho nunca está totalmente finalizado e, em 2018, as expectativas dos clientes continuarão subindo, bem como a capacidade de atendê-los.

No Brasil, o uso de tecnologias digitais vem melhorando a qualidade de serviços como transporte público coletivo, gerando comodidade aos usuários em cidades como Rio, Curitiba e Goiânia. Também a qualidade dos serviços de distribuição de energia elétrica melhorou em 2017 na comparação com o ano anterior, de acordo com pesquisa da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Pelo estudo, houve uma redução de 9,23% na quantidade de horas em média em que os consumidores ficaram sem energia e de 7,55% na frequência das interrupções de energia.

Essas tendências provavelmente moldarão o próximo estágio da experiência do cliente e da prestação de serviços. O grande ponto é explorar como a tecnologia pode permitir que uma empresa abrace o futuro e encante seus clientes.

Tudo sob demanda

A entrega rápida, agora, não é apenas para pizza. Os serviços de streaming de vídeo oferecem aos consumidores acesso instantâneo a milhares de filmes e programas de TV em vários dispositivos. Ocupado demais para ir ao supermercado? É possível escolher e receber mercadorias em sua porta, através de aplicativos como Instacart ou Postmates. A Amazon já oferece entrega no mesmo dia para itens selecionados.

Como tem sido o caso há algum tempo, não são os concorrentes diretos que definem as expectativas dos clientes, mas sim as melhorias das experiências que esses clientes tiveram em outros lugares. Hoje, os consumidores podem ter e obter rapidamente o que desejam. O que é um desafio para a maioria das empresas de serviços. Uma organização de serviço em campo realmente ágil utiliza recursos como mobilidade e otimização automatizada de horários, para reduzir o tempo de realização do trabalho.

Ter visibilidade completa do local e da disponibilidade de recursos pode possibilitar a reorganização de agendas de forma dinâmica, fornecer horários de atendimento mais precisos e oferecer aos clientes a capacidade de marcar compromissos em seus celulares, proporcionando essa experiência on demand que eles esperam.

Experiência do Usuário

Há momentos em que chamar um táxi é mais rápido e barato do que escolher o Uber ou o Cabify, e ainda assim, os clientes continuam recorrendo aos aplicativos de compartilhamento de viagens. Isso mostra o quanto eles valorizam a transparência e a visibilidade no processo de serviço. A facilidade de pagamento não consegue ser superada – o preço de uma corrida é mostrado na hora e o cliente é cobrado automaticamente. Esse nível de transparência também pode ser fornecido ao cliente do serviço em campo. A onipresença dos dispositivos móveis significa poder fornecer informações em tempo real aos clientes sobre a localização e o tempo provável de chegada do profissional – aumentando a satisfação com o serviço e atuando como um diferenciador em mercados competitivos.

Os clientes poderão usar uma variedade de canais para se comunicar com o provedor de serviços sobre a visita, fornecendo detalhes de acesso ao local, bem como antes do dia do serviço (com o envio de fotos sobre o assunto que precisa ser tratado para preparar melhor o técnico), por exemplo. E mesmo depois (com o envio de questionários sobre a qualidade do serviço quando a visita ainda está fresca na memória).

O cliente pode ficar assim envolvido no processo de prestação de serviços e, como resultado, sentir-se mais informado e fortalecido, tudo com rapidez e facilidade.

Machine Learning

À medida que mais organizações de serviços em campo migram para soluções baseadas na nuvem para gerenciar suas operações, elas ganham a capacidade de alavancar o poder maciço da computação elástica para processar rapidamente grandes quantias de dados, para decisões automatizadas de agendamento. Não mais dependentes das limitações de infraestrutura, as empresas podem aproveitar ao máximo o machine learning, a mobilidade e o gerenciamento de dados, que se integram para melhorar a eficiência operacional e o atendimento ao cliente.

Assim como a Netflix pode fornecer recomendações de filmes específicos com base nos hábitos dos usuários, o uso de dados históricos sobre a entrega de serviços e os resultados de compromissos anteriores permite que as organizações criem modelos cada vez mais precisos quanto ao tempo que um determinado tipo de trabalho tomará, o técnico mais adequado e as ferramentas ou peças que serão necessárias para o reparo. À medida que as empresas aprimoram sua compreensão dos pré-requisitos de uma tarefa bem sucedida, elas ficam melhores em prever o tempo que a tarefa e a viagem consumirão e, assim, desenvolvem melhores agendamentos.

Combinando isso com modelos de machine learning que incorporam padrões de tráfego, os provedores de serviços estão se tornando mais cada vez precisos na previsão dos horários diários da equipe de serviço em campo e podem fazer promessas mais assertivas a seus clientes – fidelizando-os. Informações com exatidão sobre o tempo e a duração de uma visita – e essa capacidade de entregar – irá aumentar não apenas a satisfação do cliente, mas também a confiança e a lealdade do consumidor.

Prevendo o futuro do serviço em campo

Em 2018 e nos anos seguintes, os clientes esperam velocidade, transparência, precisão e interações sem atritos. Ninguém pode adivinhar qual aplicativo ou modelo de serviço não qualificado irá redefinir suas expectativas, mas aperfeiçoar a capacidade de cumprir o que foi dito acima é uma aposta segura. Entender os fatores que contribuem para uma ótima experiência do cliente facilita a avaliação de quais tecnologias existentes e emergentes podem ajudar a atender, antecipar e superar as expectativas dos serviços.

Paul Whitelam, Vice Presidente de Marketing de Produto da ClickSoftware

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Código de Cultura: veja como essa prática está mudando a rotina do RH de empresas de TI

Uma pesquisa realizada pela Advance Consulting sobre as maiores dificuldades na área de tecnologia indica que 74% das empresas do segmento têm menos de 50 colaboradores e possuem como maior desafio a eficiência de seus profissionais e de seus processos. Para transpor essa dificuldade, muitas delas recorrem a metodologias e processos bem definidos, métricas e indicadores de desempenho que, a cada dia, ganham mais relevância e marcam esse momento novo no mercado de trabalho.

Fomentadora de uma cultura própria, a FCamara, empresa de soluções tecnológicas para empresas de e-commerce, é um dos exemplos nacionais que acreditam que o seu maior patrimônio é o capital intelectual e que todos podem se tornar empreendedores de suas carreiras. Por isso, desenvolveu seu próprio culture code. Nele, os “sangue laranjas”, nome dado aos seus colaboradores, entram em contato com as diretrizes e objetivos da empresa, como o autogerenciamento e auto responsabilização, focando na formação e incentivo ao desenvolvimento de novas ideias que podem vir a se tornar soluções e novos negócios.

“Na FCamara nós acreditamos que o sucesso está relacionado diretamente com a forma de pensar e agir na vida e nos negócios. Para desenvolver soluções inovadoras precisamos “pensar fora da caixa” e ter um pensamento inovador, pensando nisso, desenvolvemos nosso culture code que transmite nossos valores e propostas para uma carreira mais autônoma e focada em resultados”, afirma Fábio Camara, CEO da empresa.

Culture Code FCamara

Modelo Horizontal: não há hierarquia tradicional. Todos trabalham de modo colaborativo e se comunicam no mesmo nível. Não há uniformes, distinção de gênero, dress code ou protocolos formais.

Sem mesa de chefe: o CEO da empresa, Fábio Camara, não tem mesa fixa – ele trabalha de forma livre em mesas ou bancadas da empresa, tendo assim acesso e convivência com todas as áreas e setores da empresa.

WhatsApp Público: o número do celular do CEO e dos gestores são públicos e todos os colaboradores da empresa têm acesso;

Programa de Formação: a empresa promove ao longo do ano algumas edições de seu programa de recrutamento de novos talentos com o objetivo de capacitá-los e formá-los tecnicamente;

Workshops: a FCamara promove debates e palestras técnicas, de liderança e de filosofia, aplicada aos negócios para integrar e formar seus consultores

Sem uniformes: nenhum colaborador da empresa usa uniforme ou identificação relativa à sua ocupação. Todos são vistos e tratados de maneira igualitária, sem distinções.

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10 vantagens do uso de chatbots no varejo

Cada vez mais presentes em todos os setores da economia, as inovações envolvendo inteligência artificial já são familiares para os consumidores, seja para auxiliar durante uma compra, sanar uma eventual dúvida sobre determinado produto ou receber atualizações no pós-venda. Uma pesquisa da consultoria PointSource mostra que, em 2017, 54% dos consumidores utilizaram aplicações envolvendo IA em algum momento da jornada de compra. A pesquisa também perguntou se o auxílio de um chatbot os faria comprar com mais frequência, e metade (49%) dos entrevistados respondeu que sim.

Outra pesquisa, divulgada pela Accenture, no Fórum Econômico Mundial deste ano, projeta que, entre 2018 e 2022, o faturamento do varejo no mundo cresça 41% em decorrência da adoção da Inteligência Artificial. Para os varejistas brasileiros que desejam seguir essa tendência já incorporada pelas principais empresas do varejo mundial, a Nama – startup brasileira que oferece uma plataforma de chatbots baseada em linguagem natural -, preparou uma lista com 10 vantagens da aplicação de chatbots no varejo.

1) Oferecer atendimento 24/7

Apenas varejistas gigantes conseguem atender seus clientes a qualquer hora do dia e em todos os dias da semana. Manter uma equipe tão numerosa de funcionários pesa no orçamento de qualquer empresa. Esse desafio pode ser solucionado com o uso de chatbots, que não descansam nunca e trabalham 24h por dia, 7 dias por semana.

2) Atender em todos os canais

Colocar em prática o conceito de omnichannel, descrito como o atendimento dos clientes em todos os canais disponíveis de maneira idêntica e complementar, talvez seja um dos maiores desafios do varejo. Um chatbot robusto é capaz de começar o atendimento via Facebook Messenger e continuá-lo no portal da empresa, sem prejuízo de informação. Chatbots funcionam no Facebook Messenger, Skype, Telegram, no portal da loja e no smartphone por meio de mensagens SMS. O consumidor pode estar em qualquer um desses canais ou em todos eles, e sua marca também estará lá.

3) Auxiliar na jornada de compra

Nos Estados Unidos, a Whole Foods colocou em funcionamento um chatbot que ajuda os consumidores a encontrarem os alimentos mais indicados para cada receita. Pelo Messenger do Facebook, o cliente insere uma palavra-chave ou um emoji de um alimento, e recebe como resposta uma dica culinária. A funcionalidade de reconhecer emojis também está disponível nos chatbots desenvolvidos pela Nama.

4) Fornecer respostas em tempo real

Chega de clientes estressados pelas músicas intermináveis que tocam durante a espera dos atendimentos via telemarketing. Os clientes estão ansiosos para uma resposta rápida. Um assistente virtual inteligente responde em segundos a demanda já com a solução ou seu encaminhamento.

5) Demonstrar empatia com diferentes perfis de público

Os avanços na compreensão e no processamento de linguagem natural tornaram esse fenômeno factível. Os chatbots que utilizam Deep Learning (conjunto de técnicas mais avançadas que o machine learning) conseguem entender a comunicação humana, mesmo com erros de português. Esse fenômeno possibilita que pessoas de diferentes classes sociais, idades e níveis educacionais sintam-se compreendidas pelo atendente virtual.

6) Abordar o consumidor de maneira proativa

Chatbots podem abordar os consumidores de maneira proativa a partir de condições pré-definidas. Um assistente virtual de uma farmácia ou de um supermercado, por exemplo, pode ter seu gatilho interativo configurado para, sempre que o clima estiver muito quente, indicar aos consumidores que estão na loja uma promoção de protetor solar.

7) Fidelizar seu cliente

Clientes mal atendidos migram para marcas concorrentes. Fornecer um atendimento cordial em tempo real, com detalhes técnicos e informações adicionais para aquele produto pesquisado deixará o cliente muito mais satisfeito com sua marca.

8) Melhorar os processos internos

O chatbot pode ser usado também de maneira interna pelo varejista, como forma de orientar funcionários e melhorar processos. O bot se integra com os sistemas de gestão, CRM e de estoque dos produtos, norteando, por exemplo, o abastecimento de acordo com a frequência que aquele produto vai sendo vendido.

9) Aprimorar a logística

Os chatbots podem servir para cancelar pedidos ou levantar informações sobre seu status, emitir números de protocolo ou segunda via de boleto/nota fiscal, rastrear produtos e calcular o tempo de entrega.

10) Fortalecer a marca no pós-venda

Há outros usos possíveis para os chatbots no setor varejista. Ele pode ser utilizado para fazer pesquisas de pós-venda para coletar insights sobre a experiência de compra e fornecer feedbacks detalhados sobre a maneira como o cliente enxerga a marca.

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Empresa de cloud corporativa inova e adota cultura humanizada em sua gestão

O Chief Human Resource Officer da Winov, Cercal Junior e Diego Coimbra, Chief Brand and Marketing Officer da Winov

cloud

Com as novas tecnologias e o considerável aumento de fluxo nas redes sociais, os funcionários obtiveram mais voz perante a sociedade e, consequentemente, suas reclamações sobre o ambiente de trabalho e o velho modelo de negócios foram observadas. A partir disso, surgiu a demanda de novos empreendimentos, o que culminou em um conceito ainda pouco conhecido no Brasil: o de Empresa Humanizada.

Esse conceito visa atender as necessidades dos empregados, diferente do modelo mais tradicional em que o empresário visa apenas o lucro, sem pensar na qualidade de vida de quem trabalha para ele e que, consequentemente, é responsável pelo desenvolvimento e crescimento da empresa. A Winov Cloud Computing, startup curitibana que visa transformar o modelo de computação corporativa em nuvem desde 2015, adotou essa nova tendência há pouco mais de um ano e já notou as vantagens, tanto em seu ambiente de trabalho, como nas relações com os stakeholders da companhia. “Há mais de um ano estava em um congresso sobre recursos humanos em que a cultura humanizada era o tema central das apresentações e decidi trazer à Winov este conceito, que logo de início foi muito bem recebido pelos gestores e funcionários. Hoje posso garantir que somos ainda melhores do que éramos”, explica o Chief Human Resource Officer da Winov, Cercal Junior.

A cultura humanizada em empresas visa dar mais liberdade ao funcionário, o resultado disso comprova que empresas com pessoas felizes produzem mais e têm resultados diferentes das demais. É o que destaca Diego Coimbra, Chief Brand and Marketing Officer da Winov. “A intenção da empresa humanizada é realmente essa tornar os profissionais mais felizes. O fato de você dar liberdade aos funcionários para ações, liberdade de se expressar e o mais importante escuta-los, faz toda a diferença. Inclusive isso impactou diretamente nosso resultado, estamos crescendo muito e a satisfação de atendimento perante aos nossos clientes está sendo cada vez mais elevada”, enfatiza.

As empresas humanizadas procuram pelo chamado share of heart (fatia do amor, em português), ao invés do share of wallet (fatia da carteira, em português), pois acreditam que ganhando um espaço no coração do cliente, ele terá prazer em oferecer uma fatia da sua carteira, assim como se ganharem o coração do funcionário, ele terá um salto de produtividade. “Quando a pessoa começa a ser percebida, ela se sente importante e passa a dar o melhor dela, ou seja, a conta é simples: pessoas felizes geram lucro”, conta Junior.

Em épocas de crises, as empresas humanizadas mundiais chegam a faturar até seis vezes mais que as empresas comuns. Na Winov, antes da implementação desse conceito, os funcionários não recebiam feedback de suas ações. Hoje os gestores apresentam todas os acertos e procuram ajudar nos erros, motivando o funcionário a ajustar suas falhas e melhorar seu desempenho.

Baseada nesse conceito, a empresa elaborou a metodologia dos super-heróis, em que identifica o perfil de cada funcionário de acordo com as características dos heróis da Marvel e da DC Comics. A intenção da ação é que o funcionário desenvolva as suas melhores características, mas sem deixar de olhar para os próprios defeitos. Dessa forma, a pessoa desenvolve o seu melhor potencial sabendo das suas necessidades e pontos fortes. “A ideia não é chegar à perfeição, mas sim engajar as pessoas no que elas entendem ser o melhor para elas, se desenvolvendo não apenas profissionalmente, mas na sociedade em que vivem”, finaliza Junior.

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No Fintech Day, cenário de crédito é debatido em painel

O debate sobre as tendências para o mercado de crédito das fintechs marcou a 2ª edição do Fintech Day, que aconteceu nesta quarta, 18, no Insper em São Paulo. No painel sobre crédito, Fábio Neufeld (primeiro à direita), CEO e fundador da Kavod Lending – fintech de empréstimos coletivos peer-to-peer – falou sobre a importância da regulação específica para as fintechs de crédito, prevista para o próximo dia 26. “Acreditamos que a postura do Banco Central é de tornar o sistema mais seguro e confiável, portanto a regulação vem para ajudar e não para restringir.

A regulação atual atende aos modelos de negócio da maioria das fintechs de crédito, mas não foi criada para esse fim específico, portanto a regra vem para esclarecer todos os pontos e trazer mais segurança ao mercado”, declarou. O painel foi aberto por Rodrigo Soeiro, diretor da ABFintechs (Associação Brasileira de Fintechs). O evento, que fomenta discussões sobre o ecossistema das fintechs no Brasil, reuniu importantes players do mercado em resultado de parceira entre a ABFintechs e o Insper, instituição sem fins lucrativos de ensino superior e pesquisa.

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Instabridge recebe US$ 3 milhões para expansão na Ásia

A Instabridge, startup sueca de tecnologia que desenvolve a maior comunidade mundial de compartilhamento de conexões WiFi por meio de um aplicativo mobile de mesmo nome, se mostrou bastante popular no Brasil e no México e recebeu um financiamento adicional de US$ 3 milhões para investir em sua expansão na Ásia, começando pela Índia.

A nova rodada é liderada pela Luminar Ventures (Magnus Bergman e Jacob Key), com a participação dos patrocinadores anteriores Balderton Capital, Draper Associates, Moor e Creandum. A empresa já havia levantado cerca de US$ 5 milhões.

Fundada no final de 2012 originalmente como uma forma de permitir o compartilhamento de WiFi com amigos no Facebook, a empresa sediada em Estocolmo transformou-se em uma comunidade mais ampla de compartilhamento de WiFi e encontrou força nos mercados em desenvolvimento, onde os dados de celular permanecem altos.

O Instabridge permite que você compartilhe os detalhes de qualquer ponto de WiFi público e forneça acesso aos pontos de internet compartilhados para todos os outros membros da comunidade. Isso permitiu criar um banco de dados crowdsourced de pontos de WiFi, além de uma lista de locais públicos conhecidos que têm acesso gratuito à internet, como McDonald’s ou Starbucks.

Instabridge planeja trilhar o mesmo caminho que seguiu na América do Sul para atingir a população indiana de mais de 1 bilhão de pessoas, das quais apenas 400 milhões atualmente têm acesso à internet. “Isto inclui a formação de uma equipe na Índia e a nova missão da empresa de expandir o acesso à Internet aos países em desenvolvimento, onde os serviços de internet permanecem relativamente caros e o acesso à internet é um dos meios comprovados de ‘reduzir a desigualdade de renda’”, diz Niklas Agevik, CEO da Instabridge.

Hoje o Instabridge possui 2,3 milhões de usuários ativos mensais e está crescendo a uma taxa de 50.000 novos usuários por dia. O banco de dados do aplicativo contempla atualmente 2 milhões de pontos WiFi. Hoje já são 1 milhão de pontos de WiFi do Brasil cadastrados no aplicativo: metade do total de redes compartilhadas por usuários do Instabridge em todo mundo. São Paulo (245 mil), Rio de Janeiro (105 mil), Minas Gerais (95 mil), Bahia (80 mil), Paraná (60 mil), Rio Grande do Sul (40 mil), Distrito Federal (15 mil) e Paraíba (23 mil) aparecem no ranking brasileiro com o maior número de pontos de WiFi cadastrados. Esse aumento do número de redes no País reflete um crescimento de 200% comparando o último trimestre de 2017 e 2016, período que somava 300 mil redes. O número de downloads somente no Brasil também cresceu: de 3,6 milhões de usuários no último trimestre de 2016 para 11,7 milhões no mesmo período do ano passado, o que representa um crescimento de 225%. No mundo, o Instabridge soma 19 milhões de usuários.

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