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Resource IT abre 250 vagas de TI no Sul, Sudeste e Nordeste

A Resource IT, uma das principais multinacionais brasileiras de serviços de consultoria, TI e Integração Digital, está com 250 vagas abertas para profissionais de Tecnologia da Informação (TI) nas regiões Sul, Sudeste e Nordeste do Brasil. As oportunidades são para os cargos de Analista Programador Back-End (NODE), Analista Programador Front-End (Angular PI), Especialista VTEX (E-commerce), Analista Programador React Sr, Product Owner e Full STACK. As vagas preveem plano de carreira e contemplam diversos benefícios.

Os interessados em fazer parte da empresa devem ser graduados em Ciências ou Engenharia da Computação e indicar suas experiências profissionais na área de TI no cadastro dos currículos.

Para as vagas de Analista Programador Back-End é preciso ter conhecimentos das linguagens NODE, JavaScript, AWS, Microsserviços GIT, Mongo, DB e Oracle. Para o cargo de Analista Programador Front-End é necessário conhecimento em HTML, CCS-SASS, SCSS-Angular, APIS, REST, GIT, GRUNT e GULP. Para os candidatos a Especialista VTEX é imprescindível domínio de HTML, CSS, SASS, JavaScript, JQUERY, Plataforma VTEX, GIT, GRUNT e GULP. Para os concorrentes à vaga para Analista Programador React Sr é exigido experiência em Android ou IOS, JavaScrip e Angular.

O cargo de Product Owner requer experiência no desenvolvimento e gestão de produtos digitais, participação em eventos ou congressos sobre agilidade, conhecimento de sistemas e produtos Web e Mobile. Ter atuado como Scrum Master é um ponto positivo. Já a vaga para Full STACK solicita conhecimentos em JAVA 5/6 EE, JBoss, Tomcat, WAS, Spring, Springbatch, Jenkins, Maven, ANT, EJB, HTML, CSS, JavaScript, JSP e Struts.

Com 26 anos de atuação no mercado, a Resource IT possui uma equipe de 2.500 profissionais altamente capacitados e aptos para atuar em projetos no Brasil e em cinco países no exterior, em especial na América Latina e Estados Unidos, por meio de uma moderna estrutura com 21 Unidades e Centro de Inovação no Vale do Silício (EUA).

A excelência de seus serviços faz com que a Resource IT seja amplamente reconhecida pelo mercado e por mais de 300 clientes ativos de diversos segmentos da indústria, com ofertas completas de Digital, Serviços Gerenciados e Soluções Empresariais. A Resource IT utiliza as mais modernas tecnologias globais e possui dezenas de certificações técnicas que comprovam seu diferencial competitivo e a qualidade de seu trabalho junto a clientes que desejam obter ganhos de produtividade e maior desempenho em suas operações.

Os candidatos interessados devem enviar seus dados com o currículo atualizado para o e-mail recrutamentoeselecao@resourceit.com. As inscrições já estão abertas e as contratações serão feitas ao longo dos próximos meses. Para mais informações, visite o site www.resourceit.com.

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Senior contrata nova Gerente Nacional de Canais

Referência em tecnologia empresarial no Brasil, a Senior anuncia a contratação de Fernanda Jordão para o cargo de Gerente Nacional de Canais. Com mais de dez anos de carreira na área de vendas e forte experiência com vendas indiretas – Canais, Parcerias e Alianças – em empresas de software brasileiras e multinacionais, a executiva atuou dentre outras empresas de tecnologia, na Thomson Reuters, onde apoiou o crescimento e desenvolvimento de Canais de Vendas da companhia.

Graduada em Administração de Empresas e Comércio Exterior (Mackenzie, SP), Fernanda fez um curso em Planejamento Estratégico pela Universidade de Berkeley (EUA), antes mesmo do Silicon Valley e a explosão tecnológica na Califórnia ser reconhecida aqui no Brasil. Além disso, recentemente concluiu MBA Internacional pela FIA USP, com extensão em Inovação na Universidade de Vanderbilt (EUA) e realizou visitas técnicas em grandes empresas como Netflix, Google e Coursera, no Silicon Valley.

Com perfil empreendedor, experiência em criação e reestruturação de áreas, processos e escalabilidade de negócios do segmento de Tecnologia, Fernanda morou durante dois anos na Alemanha e, na Senior, tem o desafio de fortalecer os atuais e captar novos Canais de Distribuição da companhia, assegurando desta forma a cobertura de mercado da empresa por meio de vendas indiretas.

Com experiência em construção de equipe e liderança, Fernanda traz para a Senior sua expertise no desenvolvimento de equipe comerciais, interação diária com as áreas-chaves de parceiros e internas das empresas que passou, como desenvolvimento, tecnologia, produtos e marketing. Além disso, tem forte atuação no planejamento, gerenciamento e execução de estratégias para prover informações relevantes para o crescimento do negócio que atua, assim como o engajamento de parceiros neste mesmo crescimento, através de sessões de inovação e capacitações diversas.

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WGSN apresenta tendências do comportamento do consumidor para 2020 e levanta questionamento: afinal, sua marca está preparada para essas mudanças?

A WGSN – autoridade global em análises e previsões de tendências – acaba de lançar novo estudo relacionado ao perfil do consumidor para o começo da década que se aproxima. A empresa global, que antecipa tendências e é responsável por direcionar a estratégia de diversas marcas, com intuito de ajudá-las efetivamente a se planejar e sobreviverem em um mercado cada vez mais competitivo, apresenta mapeamento inédito que destaca três fatores globais que mudarão a perspectiva de consumo e as prioridades do consumidor daqui a dois anos, relacionados as novas maiorias, força 5G e capitalismo comunitário.

A entrada em 2020 será marcada por diferentes nuances, grandes mudanças. Entre elas, o auge das novas maiorias – sejam elas étnicas, raciais ou religiosas. O poder do voto será um fator importante para essa nova maioria, que, em breve, passará a ser predominante. Em nível global, a geração M (millennials muçulmanos) impulsionará transformações culturais relacionadas à economia*. Neste sentido, segundo relatório “2016 State of the Global Islamic Economy Report”, muçulmanos devem gastar cerca de US$ 327 bilhões em artigos de vestuário até 2019 – mais do que os mercados do Reino Unido (US$ 107 bi), da Alemanha (US$ 99 bi) e da Índia (US$ 96 bilhões) somados.

De acordo com diversos estudos, até 2050 esse grupo irá representar ¼ da população mundial, o que significa quase três bilhões de indivíduos e um enorme poder de compra – sendo inviável para as marcas ignorarem essa realidade, que não está distante. Em apenas dez anos no Brasil, o número de muçulmanos dobrou e chegou a 1,5 milhão em 2016**. Vale destacar que algumas marcas já estão atentas a esse novo cenário e já começaram a comercializar produtos focados neste público, como, por exemplo a Nike, que lançou o “Pro Hijab” – lenço que muitas usam para cobrir os cabelos, orelhas e pescoço – desenvolvido especialmente para mulheres muçulmanas que praticam esportes.

Na área tecnológica, o 5G chegará com potencial máximo, uma vez que impulsionará a economia representada pelo m-commerce – que são relacionadas as transações realizadas através de dispositivos móveis. O volume comercial que será feito por esse tipo de dispositivo irá alcançar cifras vultuosas. Segundo o estudo “2017 UPS Pulse of the Online Shopper” é estimada uma movimentação de mais de US$ 250 bilhões, o que pode fazer com que essa tecnologia gere um crescimento de US$ 3 trilhões da economia global entre 2020 e 2035, uma vez que a previsão é que haja mais de 20,4 bilhões de dispositivos conectados até 2020***.

Neste movimento, muitas marcas querem entender e até tangibilizar o que essa nova tecnologia impacta para os negócios – diferenciando do que acontece atualmente. O principal ponto é que o 5G traz velocidade para a adoção das experiências em realidade aumentada e virtual, além de impactar na forma de engajamento do consumidor. Ou seja, consequentemente, na forma como as empresas se relacionam com seus públicos. Para as marcas que forem investir em aplicativos, a experiência será primordial, e encontrar um propósito que vá além das compras, será uma necessidade.

A economia de compartilhamento já é um fato. Chegou, inclusive, transformando a visão cultural sobre ela. É uma nova forma de capitalismo. É o capitalismo comunitário – um novo modelo econômico que terá efeitos a longo prazo nas regulamentações governamentais, no planejamento cívico e no futuro do trabalho e do desenvolvimento regional. Considerada uma força poderosa, à medida que cada vez mais consumidores usarão o ativismo para garantir que o dinheiro seja investido localmente.

Com uma estimativa de crescimento global de US$ 335 bilhões até 2025, o capitalismo comunitário reforça que esse modelo econômico tem tudo para causar ainda mais impacto em grandes corporações. Neste sentido, em alguns locais do mundo, onde as economias ainda são instáveis, ele chega como um modo de fonte de renda segura. Na América Latina está em plena expansão. Exemplo disso é o Airbnb que abriu um escritório no Brasil depois de registrar um crescimento anual de 200% desde 2015, e a Uber, que se transformou em uma gigante no segmento de transporte e emprega na Cidade do México mais de 10 mil motoristas pertencentes à geração do milênio.

Contudo, ainda que haja um lado positivo neste novo modelo de negócios, há também contrapartidas, como: salários flutuantes para trabalhadores capacitados, falta de ética por parte dos executivos das empresas e a dificuldade delas em manter os trabalhadores empregados a longo prazo. E, apesar dos líderes de diversos locais no mundo estarem abertos a lidar com neste novo formato econômico, em contraponto, algumas cidades e países estão banindo as empresas relacionadas a esse modelo. Porém, o principal ponto desta transformação é que as empresas precisam compreender como trabalhar neste cenário, seja com horários flexíveis e a possibilidade de trabalhar remotamente, por exemplo, mas também como analisar as oportunidades que surgem com isso.

E a pergunta que fica: sua marca está preparada?

Referências

*Segundo Shelina Janmohamed, autora do livro “Generation M”

** Dados Globo News

*** Consultoria Gartner

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Maria Oldham assume a liderança da iZettle no Brasil

A fintech sueca iZettle anuncia a executiva Maria Santos Oldham como a nova CEO para o Brasil. Com graduação em administração de empresas na FGV, MBA na London Business School e um período de estudos na Universidade de Mannheim, na Alemanha, Maria tem mais de 10 anos de experiência profissional no mercado financeiro, no Brasil e no Reino Unido, em bancos de investimentos como o Goldman Sachs, a Rio Bravo e a Fator.

Nascida no Brasil, mas baseada em Londres desde 2012, Maria ingressou na iZettle há um ano e atuava como gerente global de desenvolvimento corporativo. Nessa função, ajudou a consolidar a liderança de mercado da empresa em diversos países da Europa. Ela chega à liderança da operação brasileira com o desafio estratégico de consolidar a marca sueca no mercado local e estabelecer a iZettle como fornecedora de soluções que facilitam a vida dos empreendedores.

Para alcançar esses objetivos, a filial brasileira contará com a experiência da executiva, que teve a oportunidade de participar e analisar a estratégia global da iZettle, além de buscar parcerias e oportunidades de M&A na Europa, onde a empresa é líder e atua em 10 países, bem como no Brasil e México. “É um grande desafio para a minha carreira. Com a minha experiência internacional e expertise, poderei ajudar para que a operação brasileira da iZettle também busque a liderança do mercado local, assim como já acontece em outros países”, destaca Maria.

No Brasil desde 2013, é a primeira vez que a iZettle tem uma mulher à frente da operação local. Em um universo predominantemente masculino, como o financeiro, a presença da executiva no mais alto cargo da empresa no País é mais uma demonstração importante de igualdade entre os gêneros para a iZettle.

Segundo a executiva, o objetivo é continuar crescendo no Brasil e mostrar ao mercado o diferencial da empresa em relação aos concorrentes, como o aplicativo de gestão, a qualidade do serviço, o design e a segurança, e fazer com que o empreendedor entenda que a meta da iZettle é ajudá-los a alcançar o sucesso que eles buscam para gestão dos seus negócios. Com o objetivo de simplificar pagamentos e reduzir os custos para os empreendedores, a empresa está reinventando as soluções de pagamentos e serviços financeiros com a junção de duas das melhores ferramentas para controle de vendas: o aplicativo de gestão gratuito e a máquina de cartão.

Maria Oldham contará com o apoio de João Sanches, Diretor Financeiro para o Brasil, e Mario Guernelli, responsável pelas áreas de vendas diretas e parcerias.

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De acordo com profissionais, falta de oportunidades é o principal entrave para inclusão de deficientes no mercado de trabalho

A baixa oferta de oportunidades profissionais é a maior barreira enfrentada por pessoas com deficiência para inclusão no mercado de trabalho, segundo a pesquisa “Pessoas Com Deficiência – expectativas e percepções sobre o mercado de trabalho”, realizada pela Catho em parceria com a i.Social, a ABRH Brasil e a ABRH-SP.

Quais são as principais barreiras que você considera impeditivas para a inclusão das pessoas com deficiência no mercado formal de trabalho? Assinale as três principais alternativas

Poucas oportunidades

52%

Foco exclusivo no cumprimento de cota

41%

Oportunidades ruins

41%

Barreiras culturais (preconceito, falta de informação)

27%

Falta de preparo dos profissionais de RH

25%

Procedimentos para contratação (tempo do processo seletivo, laudo médico, documento

24%

Falta de preparo dos gestores

20%

Acessibilidade (barreiras físicas, tecnológicas e de comunicação

17%

O Brasil tem 45 milhões de pessoas com deficiência, de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Destes, apenas 400 mil estão empregados, o que corresponde a menos de 1% do total. Para tentar promover a inclusão desses profissionais, nos anos 90, foi instituída a Lei Federal nº 8.213/91, conhecida como Lei de Cotas, que estipula que empresas com mais de 100 funcionários devem destinar de 2% a 5% de suas vagas para pessoas com deficiência.

“A Lei ajudou a promover a inclusão, porém, ela precisa ser aplicada com planejamento, de forma que a empresa considere, por exemplo, um plano de carreira para o profissional. A própria pesquisa mostra que 34% dos respondentes têm formação superior, incluindo mestrado; 23% estão cursando ou tem superior incompleto e 32% têm o ensino médio completo”, reforça Cavellucci.

Os gestores e líderes de empresas também foram ouvidos no levantamento: 66% deles concordam que as oportunidades de trabalho oferecidas às pessoas com deficiência poderiam ser mais adequadas aos perfis profissionais e 21% dizem que as vagas são ruins e inadequadas.

“Para contribuir não apenas com a inserção destes no mercado de trabalho, mas também fazer com que eles ocupem vagas mais adequadas a seus perfis e qualificações, a Catho oferece o cadastro gratuito para pessoas com deficiência em sua plataforma. Além disso, eles concorrem a todas as 221 mil vagas disponíveis no site, não apenas as sinalizadas como PCD”, ressalta o diretor de RH.

A falta de perspectiva em uma empresa também é um dos fatores que fazem com que eles desistam ou queiram mudar de emprego. Sentir-se como, apenas, um funcionário contratado para cumprir cotas também é um agravante.

Quais são os principais fatores que te levam a desistir de um trabalho (ou querer mudar de emprego)? Assinale as três principais alternativas:

Falta de perspectiva de carreira

58%

Me sentir apenas como um funcionário de cota

52%

Propostas de trabalho com melhores funções (desafios, cargo)

47%

Propostas de trabalho com salário melhor

46%

Falta de incentivos para aprimorar minha qualificação

40%

Preconceito com relação a minha deficiência

27%

Falta de acessibilidade

13%

Problemas de relacionamento com o gestor

10%

Problemas de relacionamento com meus colegas de trabalho

7%

Entre os principais itens que tornam a vaga de emprego atrativa para o profissional com deficiência estão o salário (48%) e o plano de carreira (44%).

Quais são os itens mais importantes que te atraem em uma oportunidade de emprego? Assinale as três principais alternativas:

Salário

48%

Plano de carreira

44%

Pacote de benefícios

36%

Equilíbrio entre vida pessoal e profissional

34%

Ambiente de trabalho (colaboradores sensibilizados/informados sobre pessoas com deficiência)

27%

Localização

26%

Plano de saúde

24%

Área de atuação

20%

A empresa possui um Programa de Inclusão estruturado

17%

Acessibilidade

10%

Nome/tamanho da empresa

8%

Sobre a Pesquisa:

Foram entrevistadas 1.091, entre pessoas que possuem algum tipo de deficiência ou mobilidade reduzida; 117 executivos e 1.240 recrutadores. O levantamento foi realizado entre julho e setembro de 2017.

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Inteligência artificial não elimina empregos, ela cria oportunidade

Por Michael Xie, fundador, presidente e CTO da Fortinet

Na Fortinet, investimos em inteligência artificial (IA) há anos. É uma tecnologia incrível que apresenta oportunidades extraordinárias de como proteger as redes e, por fim, a internet. Com a IA se tornando mais comum e mais sofisticada, ela esclarece uma verdade importante: o valor, o poder e a eficiência da IA não surgem da sua capacidade de substituir os seres humanos.

Na verdade, a IA faz exatamente o oposto. Tanto a automação quanto a IA enfatizam a importância da percepção e do conhecimento humano para o sucesso. Argumentos e notícias que colocam a tecnologia como uma ameaça crescente, ampliando as divisões sociais e limitando as oportunidades podem provocar reações mais fortes (e mais cliques), mas, em geral, a inovação não é para adicionar ou subtrair, e sim para multiplicar. Ela cria muito mais oportunidades para mais pessoas e de várias formas, mais do que pudessem imaginar a princípio as pessoas mais diretamente afetadas por ela.

O e-mail substituiu o correio? Embora o número total de funcionários tenha caído de 2007 a 2016, agora é um pouco mais do que era em 1965. O volume de correspondências normais e de marketing diminuiu, mas o volume total de envio de pacotes aumentou de 3,3 bilhões a 5,2 bilhões de pacotes. Os pontos de entrega aumentaram de 148 milhões para 156 milhões e existem milhares de caminhões de entrega adicionais rodando pelas estradas.

Os caixas eletrônicos substituíram os bancos? Não. Além de diminuírem os custos de uma agência, os caixas eletrônicos ajudaram a aumentar o número de bancos em mais de 40%. Na verdade, eles não substituíram nem os caixas de banco, cujos serviços aumentaram para atender à demanda de mais agências.

A ascensão e disseminação da IA nos obriga a nos conscientizar que encher os funcionários de tarefas boas para a IA, como atividades repetitivas e que exigem precisão e controle, sem envolver raciocínio, pensamento de ordem superior ou senso comum, é um estilo de gerenciamento ultrapassado e divisor.

É difícil imaginar um setor que mais depende da tecnologia digital do que a cibersegurança. Desde o do terceiro trimestre de 2017, nossas ferramentas e tecnologias de cibersegurança neutralizaram 91 mil programas de malware, bloqueando o acesso a 150 mil sites mal-intencionados e impedindo 4,4 milhões de tentativas de invasão de rede por minuto.

O mundo digital está repleto de ameaças, que incluem brincalhões maliciosos a criminosos, seitas ideológicas a ciberterroristas patrocinados pelo Estado, ameaçando tudo, desde nossas identidades individuais até a infraestrutura crítica da nossa sociedade; e não há como proteger os dados sem a IA de autoaprendizagem e automação. Para que a cibersegurança seja eficaz, devemos utilizar a IA em tarefas demoradas, como mineração de dados e análise de logs de dados, assim as equipes de cibersegurança podem se concentrar nas tarefas de ordem superior, como identificação e eliminação de ameaças.

Porém, um dos maiores desafios que o nosso setor enfrenta é a falta de talentos. A taxa de desemprego do nosso setor é 0%. Em 2016, foram criados um milhão de novos empregos em cibersegurança cibernética e as estimativas indicam aumento de cinco ou seis milhões nos próximos anos. Em 2015, houve aumento de 74% nas vagas de trabalho em cibersegurança, metade das quais não foram preenchidas.

Em todos os setores, 45% das organizações afirmam ter uma grave escassez de profissionais de cibersegurança. Por isso, as equipes de cibersegurança precisam correr entre uma crise e outra, com pouco tempo para elaborar um planejamento estratégico ou aprendizado contínuo e acompanhar a sofisticação das ameaças.

Estes são certamente desafios das empresas, que se tornam cada vez mais dispendiosos. A demanda em si está promovendo uma guerra por talentos, e o custo relacionado ao cibercrime deve atingir US$ 2,1 trilhões globalmente até o próximo ano.

Não conseguiremos preencher esses cargos se não houver maior conscientização sobre a necessidade deles, treinamento já no ensino Fundamental e Médio e maior envolvimento dos estudantes universitários, principalmente as mulheres, que atualmente representam apenas 14% da força de trabalho no setor de cibersegurança. A automação e a IA não estão eliminando empregos, elas criam novas oportunidades, com altos salários, altos níveis e seguros, a uma velocidade sem precedentes. Com os níveis de dados que não param de crescer, a demanda será ainda maior.

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Globo Play aposta em robôs de chat para apoiar sua nova estratégia

O ano era 2013 e ainda pouco se falava em atendimento via bots de chat. Mas se o cliente estava lá, no universo digital, por que não o atender ali mesmo, ao invés de direcioná-lo para um telefone, dando-lhe mais autonomia e agilidade? Assim, como parte de uma mudança estratégica no atendimento aos seus clientes, a então globo.com (agora Globo Play) tornava-se uma das primeiras empresas no país a implementar um chatbot.

Na época, o call center era quase que inteiramente voltado ao atendimento via telefone, porém a maior parte dos clientes já estava conectada à internet via computador ou smartphones. Ainda assim, não se sabia como esses clientes, ainda que digitais, reagiriam ao não ter mais o telefone como principal meio de contato com a empresa para resolver questões diversas como assinatura, cobrança, informações sobre a programação, problemas técnicos, entre outros.

“Nós desejávamos manter o cliente mais na web, afinal, era essa a principal característica da Globo Play: um produto digital. Além disso, notamos que muitas das perguntas feitas para nossas centrais de atendimento eram básicas e demandavam respostas simples. Estava faltando um canal para que o cliente pudesse realizar seu autoatendimento, ganhando, assim, agilidade, e consumindo o mesmo meio online que estava usando”, explica Alecsandro Cavalcante, gerente de atendimento da Globo Play.

“Por outro lado, os atendentes poderiam se tornar mais estratégicos, prestando um serviço mais dedicado e personalizado para quem, com questões mais complexas, de fato necessitasse do contato telefônico”, completa o executivo.

Assim, a empresa contratou a BlueLab, e, entre os anos de 2013 e 2014, realizou sua primeira virada estratégica no atendimento ao privilegiar os canais digitais e não os convencionais (telefonia e e-mail).

Ao longo de 2014 foi realizada uma importante preparação do conteúdo, com revisão de 81% das FAQs e mudança nos scripts de atendimento, direcionando para uma linguagem mais afinada ao universo digital. “Também tivemos um grande desafio em relação à integração, em virtude da complexidade da infraestrutura de TI da Globo Play, necessária para a segurança da informação”, afirma Marcelo Arakaki, sócio e responsável pelas Operações da BlueLab.

O bot, chamado DOT, ganhou uma linguagem flexível, criando mais empatia com o cliente. Em outubro de 2015, iniciou-se um período de ajustes do robô e o índice de insatisfação com o atendimento caiu de pouco mais de 2% para menos de 0,5% um ano depois. O índice já era baixo, mas com os ajustes atingiu um patamar jamais conquistado nem no atendimento humano, que costuma girar entre 3 e 5%, segundo estimativas da BlueLab. Consolidado o primeiro chat, a parceria aumentou e a BlueLab implementou também robôs para os chats dos produtos Cartola FC, Globosat Play e, mais recentemente, Combate Play e Premiere Play.

Além da implementação do robô, a nova estratégia de atendimento englobava revisão do escopo do SAC, reforço de conceitos de um bom atendimento, reformulação da equipe de chat, revisão da monitoria de qualidade e revisão dos sistemas. A empresa também apostou em um importante plano de endomarketing para reter seus melhores talentos de atendimento, diminuindo, assim, o turnover. “As ações renderam resultados extremamente positivos e conseguimos formar times engajados, pois desejávamos manter o atendimento humano para as questões de maior complexidade”, avalia Cavalcante.

A média de contatos recebidos pelas centrais de atendimento saltou de 2 mil por mês para 60 mil entre 2014 e 2017, sendo que o maior volume é no robô, mostrando a relevância do chat para o cliente. “Já vamos para o quarto ano da operação do robô, com uma retenção acima dos 72%, além de 87% de responsividade do robô. Esse índice só não é ainda maior porque algumas operações são realizadas via atendimento humano, como parte da nossa estratégia”, completa Cavalcante. Entre os assuntos tratados pelo atendimento humano estão: reativação de assinatura, mudança de plano, dificuldades com a programação ao vivo, entre outros.

O executivo destaca ainda que quando o robô não entende a pergunta do cliente, por algum motivo, o cliente é estimulado a falar com um humano. Além disso, o cliente pode falar com um humano a qualquer momento, mesmo que a resposta do robô não o oriente a fazer isso. De acordo com a empresa, o importante é o relacionamento com o cliente e o bom atendimento e não falar com o robô a qualquer custo.

“A aposta nos canais digitais e o investimento no atendimento humano para os temas mais complexos mostrou-se uma estratégia assertiva. Os clientes estão satisfeitos e nós também. Vamos seguir trabalhando na melhoria contínua do nosso atendimento”, conclui o executivo.

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Seja voluntário do Programa Miniempresa da Junior Achievement São Paulo

á pensou em participar e fazer a diferença orientando e compartilhando a sua experiência adquirida no mercado trabalho? Anualmente, acontece o Programa Miniempresa da Junior Achievement São Paulo – uma das maiores ongs incentivadoras de jovens do mundo – e as inscrições para voluntários estão abertas!

A ideia é que o profissional proporcione uma experiência prática para jovens do ensino médio durante 16 semanas, sendo um encontro por semana dentro da escola. Eles participam de uma imersão em conceitos de gestão de pessoas, gestão financeira, planejamento de marketing e produção, além disso, terão a oportunidade de expor seus produtos em uma feira, que normalmente acontece em um shopping de São Paulo.

Não deixe de se cadastrar por meio do site http://jasaopaulo.formstack.com/forms/voluntario_miniempresa, preencha as informações e selecione a data, horário e escola para atuar.

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Inteligência Artificial: A batalha entre dados e algoritmos

Por Filippo Di Cesare

Não há dúvida de que a Inteligência Artificial é um dos pontos tecnológicos mais efervescentes. Segundo o estudo do Gartner “O valor comercial da inteligência artificial em todo o mundo, 2017-2025”, é que o volume de soluções de negócios empresariais baseadas em plataformas de Inteligência Artificial crescerá drasticamente em todo o mundo, com um aumento de 70%, em 2018 em relação ao ano anterior. E isso pode triplicar em 2022, quando o negócio deve valer US$ 3,900 bilhões.

A explosão da Inteligência Artificial tem transformado profundamente a sociedade moderna, impulsionado pela capacidade computacional cada vez maior e as quantidades continuamente crescentes de dados e informações disponíveis hoje. Isso afetará todos os aspectos de nossas vidas e será uma das tecnologias mais disruptivas dos próximos anos.

Para mim, é claro que, como diretor de uma empresa voltada para auxiliar seus clientes na transformação digital, a adoção de soluções utilizando Inteligência Artificial é a base das atividades diárias e dos motivos de debate com colegas e clientes. Hoje, lendo a imprensa especializada e fóruns de discussão na Internet, parece haver uma batalha entre dados e algoritmos, para suportar os melhores aplicativos baseados em IA. É possível ler artigos que parecem ser quase expressões de facções opostas; tendenciosa de acordo com a preferência de dados sobre algoritmos ou vice-versa.

O que caracteriza a Inteligência Artificial do ponto de vista tecnológico é o método/modelo de aprendizagem com o qual a inteligência se torna habilidosa em uma tarefa ou ação (daí a distinção entre os vários Machine Learning, Aprendizagem Profunda, etc). Portanto, dados quanto os algoritmos são necessários para o desenvolvimento de uma aplicação baseada em IA.

Existe realmente uma batalha entre dados e algoritmos?

Já faz muito tempo desde que deixei a Faculdade de Ciências Estatísticas em Bolonha (Itália), mas com todos os investimentos que estamos fazendo na empresa no campo de Machine Learning e Inteligência Artificial em geral, eu estou frequentemente envolvido nessas áreas em interessantes discussões de projetos com meus colegas, que lideram o departamento Digital, e felizmente são muito mais experientes do que eu.
Do meu ponto de vista, se é verdade que – como afirma Geraldo Salandra – “Inteligência Artificial é o foguete, mas os dados são o combustível”, também é verdade e inegável que a IA é uma combinação de dados e algoritmos.

Não há dúvida de que sem combustível (ou seja, dados) você não vai a lugar algum, mas tenha em mente que também é verdade que a escolha do algoritmo correto pode compensar a má qualidade dos dados, e é igualmente certo que escolher um algoritmo errado pode empobrecer os efeitos de excelentes dados.

Devemos assumir que os dados são mais importantes que os algoritmos?

Eu não acho que é sempre assim. Eu entendo o valor fundamental da infraestrutura de dados e análise para alimentar os algoritmos de Inteligência Artificial.

Em nossa experiência cotidiana, “coleta e preparação de dados” são, de fato, as atividades que requerem mais tempo para o desenvolvimento de aplicações baseadas em Inteligência Artificial, comparadas com aquelas para a seleção e desenvolvimento de um modelo. É por isso que investimos muito para fornecer aos nossos clientes a melhor infraestrutura de dados para alimentar e treinar algoritmos.

Mas nos algoritmos é necessário um ótimo trabalho: ninguém pode dizer com certeza qual algoritmo terá o melhor desempenho sem antes ter tentado diferentes. Elaborar e comparar algoritmos e modelos para escolher os adequados é uma atividade crucial para definir o sucesso de uma solução de IA:

– Qual algoritmo devo usar?

– Quantas horas de treinamento de algoritmo tenho à minha disposição?

– Qual é o tipo, a qualidade e o tamanho dos dados disponíveis para mim?

A qualidade do conjunto de dados influenciará diretamente o sucesso do modelo preditivo. Com foco nos dados, é possível transformar um banco de dados ruim em um que vale a pena ser usado na aplicação da Inteligência Artificial, mas também é essencial escolher o algoritmo e modelo corretos que se ajustam aos dados disponíveis e que são consistentes com os dados dos objetivos de negócio.

Aqui estamos nós: o negócio. A palavra que muitas vezes falta nos artigos que li, onde a prioridade dos dados sobre os algoritmos é debatida ou vice-versa, são precisamente “negócios”. A disponibilidade de uma grande quantidade de dados de boa qualidade e algoritmos relevantes permite melhores informações e aplicações; mas obter esse tipo de dados e algoritmos não é apenas uma questão técnica: habilidades empresariais profundas são necessárias para gerar valor significativo e aplicativos de inteligência artificial para empresas.

Dados e algoritmos não se opõem, mas são aliados em uma estratégia orientada para os negócios.

Filippo Di Cesare, CEO da Engineering do Brasil – empresa do Grupo Engineering, multinacional italiana líder em Transformação Digital

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Linx adquire Digital Commerce Group e reforça estratégia de e-commerce e omnichannel

A Linx, líder em software de gestão para o varejo, anuncia a aquisição do grupo Digital Commerce Group. A empresa tem como foco o desenvolvimento de tecnologias para a venda digital e movimenta por ano mais de R$ 1,5 bilhão através de seus produtos, sendo um dos maiores fornecedores de soluções para e-commerce do Brasil com destaque para a sua plataforma de integração com market places, o Octopus.

O DCG tem 10 anos de experiência no mercado e conta com equipes técnica e de negócios especializadas em fornecer aos clientes total suporte em todas as etapas da concretização das suas operações de e-commerce.

Pela aquisição, a Linx pagará o total de R$49 milhões à vista e, adicionalmente, sujeito ao atingimento de metas financeiras e operacionais para os anos de 2018 a 2020, poderá pagar o valor de até R$18 milhões. O faturamento bruto do grupo, estimado para 2018, é de R$18 milhões.

“A aquisição está alinhada com os objetivos estratégicos da Linx e consiste em um passo importante para o reforço das ofertas de e-commerce e omnichannel. Em conjunto aos produtos de OMS, personalização, reengajamento e publicidade já ofertados ao mercado, a Linx segue aumentando seu portfólio de soluções online e contribuindo para a transformação digital dos varejistas brasileiros”, ressalta Alberto Menache, diretor-presidente da Linx.

O Digital Commerce Group (DCG) é um dos maiores grupos de soluções digitais do País e, hoje, conta com 120 funcionários distribuídos em três escritórios: Rio Grande do Sul, São Paulo e Santa Catarina e, atualmente, possui mais de 600 clientes. Fundado em 2006 como EZ Commerce, recebeu o nome DCG em 2015.

Histórico das Aquisições Linx

O crescimento sustentável é objetivo da Linx. A estratégia de crescimento por aquisições da empresa teve início em 2008 e até hoje foram 28 processos nacionais e um processo internacional (Synthesis, em julho de 2017).

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Brasil Digital, o novo Documento Nacional de Identidade

Por Paulo Milliet Roque, vice-presidente da ABES

Está previsto para julho de 2018 o início da disponibilização do DNI (Documento Nacional de Identidade), uma identidade digital válida em todo o território brasileiro cuja proposta é unificar documentos como RG, CPF e título de eleitor. A identificação poderá ser obtida em um processo que inclui registro no aplicativo gratuito “DNI” nas plataformas Android e iOS e identificação biométrica em postos de atendimento do TRE (Tribunal Regional Eleitoral). Com todas as validações concluídas, será possível carregá-lo na memória de um celular ou tablet, dispensando a apresentação de registros de papel.

A iniciativa demonstra o quanto o Brasil tem avançado no campo de certificações digitais e indica um possível caminho de menor burocracia e eficiência aliada à tecnologia. Por outro lado, o novo documento não escapou de críticas, sendo as principais aquelas que levantam dúvidas sobre a privacidade das informações e os custos embutidos no sistema. As duas impressões possuem sua coerência, mas devem ser analisadas com atenção.

O DNI terá vários aspectos de segurança para evitar fraude. O documento é protegido por senha, não sendo possível gravá-la no aplicativo. Também não há vinculação com o chip do celular, e as informações não ficam na memória do aparelho (é necessária conexão com a Internet). Também haverá uma marca d’água ao lado e embaixo da fotografia, mutável a cada acesso ao aplicativo, o que permitirá conferir data e hora em que o documento foi aberto. Essa medida procura evitar que “prints” de tela de terceiros sejam usados como fraude à identificação. No caso de extravio do celular, o cidadão pode pedir a desvinculação do documento e solicitar a habilitação em outro celular no ponto de atendimento.

O DNI identifica o cidadão para outros humanos, mas não assina documentos. Para assinar documentos com valor legal, o cidadão precisa de um certificado digital (tipo e-CPF) que também pode ser instalado no celular. São propostas complementares.

Este certificado digital possui uma chave privada que identifica o cidadão para fins de acesso a serviços do governo e assinatura de documentos. O processo de acesso e a portais assinatura digital de documentos é criptografado. Esses documentos na sua forma nativa não são legíveis para os humanos, pois tudo está criptografado. Para isso é preciso utilizar um software leitor/assinador do documento que mostre as assinaturas, como o Adobe Reader, ou um portal de assinaturas.

Desde a implantação do sistema de certificados digitais brasileiros (ICP-Brasil) no ano de 2001, em nosso país não há registro de roubo de chaves privadas de certificados, a exemplo do que já aconteceu em países europeus e nos Estados Unidos. Isso se deve à alta rigidez tecnológica imposta pelo governo. Com a preocupação de sempre estar um passo a frente e preparado para a evolução dos hackers, já alteramos em 2012 nosso padrão de criptografia de 1024 para 2048 bits e hoje utilizamos técnicas avançadas como a marcação georreferenciada (que utiliza um GPS para emitir certificados, no intuito de combater fraudes) no processo de identificação do titular do Certificado Digital.

Os equipamentos dos certificados digitais (cartões, tokens, leitoras, etc…) brasileiros são certificados pelo Inmetro, com regras rígidas. Os sistemas envolvidos na emissão e uso são homologados pelo ITI Instituto Nacional da Tecnologia da Informação (ligado à Casa Civil). Tamanha preocupação com segurança muitas vezes se reflete em custos (sobretudo porque também são necessárias as caras validações presenciais, antes da emissão de um documento digital), que são fundamentais para tornar esses registros confiáveis.

A medida que a desmaterialização cresce, as certificações digitais e identidades digitais passam a ter uma importância fundamental.

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Braspag contrata novo diretor comercial

Com o objetivo de manter a primeira posição no mercado, estreitar o relacionamento das áreas técnica, comercial e pós-venda com seus clientes e expandir a carteira, a Braspag, empresa do Grupo Cielo e líder em soluções de meios de pagamento para e-commerce na América Latina, contrata novo diretor para assumir a área comercial.

O escolhido para o cargo é José Carlos Castro de Barros Vianna, mais conhecido no mercado como Zeca. O executivo conta com mais de 15 anos de experiência na área de desenvolvimento de negócios e vendas, em especial na liderança e formação de equipes comerciais em empresas de meio de pagamento, tendo passagens pelo Unibanco, Banco ABC Brasil, Porto Seguro, Mercado Pago, entre outras. “A Braspag é uma empresa sólida, ética e inovadora com a missão de simplificar compras. Transpor esta ideia para as relações com os nossos clientes e serviços é positivamente desafiador”, explica Zeca.

“Unir a nossa expertise e liderança de mercado à vasta experiência do Zeca é uma ação estratégica que acompanha a evolução do mercado. Ao estabelecer maior elo entre áreas e nossos clientes, reforçamos a importância de oferecer uma ótima experiência em cada etapa do uso de nossos serviços para encantá-los, o que é sempre o nosso maior objetivo”, afirma o diretor geral da Braspag, Rogério Signorini.

Zeca é bacharel em Economia pela Universidade Paulista, pós-graduado em Finanças pelo Ibmec e mestre em Administração de Negócios pela Fundação Dom Cabral.

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Cabify anuncia Cristiano Soares como novo Head of Sales no Brasil

A Cabify, plataforma inteligente de mobilidade, anuncia Cristiano Soares como novo Head de Sales (diretor de Vendas) da empresa no Brasil. O executivo é formado em Gestão Comercial pela Universidade de Itaúna, pós-graduado em Marketing Estratégico pela Fundação Dom Cabral e está finalizando seu Mestrado em Administração e Negócios pela FIA – Fundação Instituto de Administração.

Cristiano Soares foi fundador e CEO da Vaniday, marketplace de serviços de beleza que recebeu investimento de R$ 55 milhões durante sua gestão, e co-fundador da Glym – ambas startups investidas da Rocket Internet e reconhecidas por sua inovação. Antes de se juntar ao time de Cabify, o executivo também teve passagens por áreas de vendas de organizações como Unimed, ADCOS e a alemã eGentic.

“A Cabify apoia-se nos pilares de experiência, qualidade e segurança, diferenciais que queremos continuar a levar para os clientes corporativos, que já somam mais de três mil em todo o Brasil. Por isso, estamos sempre investindo em tecnologia e inovação, desenvolvendo melhorias na plataforma corporativa”, explica o novo Head de Sales da Cabify no Brasil.

Recentemente, a Cabify renovou toda sua plataforma corporativa, trazendo uma série de novidades e melhor gestão dos custos e corridas para os mais de 50 mil empresas clientes ao redor do mundo. No Brasil, em 2017, a Cabify Empresas cresceu 115 vezes se analisado o volume de negócios em relação a 2016 e aumentou em 30 vezes o número de clientes, permitindo o acesso a serviços de mobilidade urbana com segurança, qualidade e economia de mais de 30% às empresas atendidas.

A Cabify conta com um rigoroso processo de cadastramento de motoristas parceiros. Os veículos devem ter no mínimo 5 anos, são vistoriados e há exigência de uma série de documentos para o cadastramento em na plataforma – que são conferidos presencialmente – além de necessidade de exames toxicológicos e atestados de antecedentes criminais. A empresa oferece ainda sessões informativas para os motoristas parceiros cadastrados na plataforma, onde recebem informações com dicas de atendimento de qualidade, de segurança e questões técnicas e tecnológicas da plataforma.

A Cabify começou a operar no Brasil em junho de 2016, em São Paulo, e está presente em mais sete cidades do país – Campinas (SP), Santos (SP), Rio de Janeiro (RJ), Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Curitiba (PR) e Porto Alegre (RS)

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NCR e Tata Consultancy Services firmam parceria estratégica

A NCR Corporation, líder global em soluções omnichannel, anuncia parceria estratégica com a Tata Consultancy Services (TCS), líder mundial em serviços de TI, consultoria e soluções de negócios.

A parceria reunirá a especialidade em consultoria de TI da TCS com as soluções e a experiência da NCR em proporcionar o engajamento com o consumidor, a transformação dos canais e a capacitação digital para clientes dos setores financeiro, varejista e de bares e restaurantes.

“Temos enorme prazer em trabalhar com um líder do setor como a Tata Consultancy Services e acreditamos que nossos respectivos clientes poderão aproveitar a combinação de valor das nossas empresas para transformar a maneira como interagem com os consumidores em todos os canais físicos e digitais”, afirma Ken Richard, vice-presidente e gerente geral de canais globais da NCR Corporation.

“A NCR é o parceiro perfeito para nós pela experiência em nossos principais setores de atuação. Temos uma proposta de valor para o mercado, com a melhor combinação para ajudar nossos clientes a se manterem na vanguarda de um mercado altamente competitivo por meio da nossa solução Business 4.0 Transformation”, completa Anupam Singhal, vice-presidente sênior da TCS.

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JoyPay completa um ano de operação com cerca de 2 mil clientes

Em um mercado que movimentou, apenas em 2017, cerca de R$ 1,3 trilhão, de acordo com dados da ABECS, e que conta com players consolidados que representam grande fatia do setor, a JoyPay, fintech de máquinas de cartões, completa um ano de operação. Com o objetivo de oferecer uma solução mais transparente e humanizada de meios de pagamentos para os pequenos e médios negócios, a empresa já conta com atuação em quatro estados brasileiros e cerca de 2 mil clientes em sua carteira.

Juntos, os clientes já transacionaram mais de R$ 90 milhões somente até junho de 2018 e a expectativa é de que esse número chegue a R$ 250 milhões até o final do ano. De acordo com Fernando Castro, CEO da JoyPay, esse crescimento está diretamente ligado ao principal diferencial da empresa, o atendimento ao cliente. “Além de vantagens financeiras diferenciadas, oferecemos um atendimento mais transparente e humanizado, com perfil de assessoria financeira aos negócios, ajudando-os a vender mais”, explica.

Essa consultoria é realizada pela área comercial da empresa, por e-mail, WhatsApp, telefone ou pessoalmente. Além disso, no portal do cliente, a JoyPay disponibiliza uma calculadora que auxilia os empreendedores na precificação de produtos e serviços. “Com a solução, eles podem fazer projeções das taxas cobradas em diversos tipos de transações e, assim, analisar quais são as formas de pagamento que podem oferecer aos seus clientes para alavancar vendas sem sair no prejuízo”, comenta Castro.

No relatório, os lojistas também conseguem visualizar, em apenas uma página, todas as transações realizadas com as máquinas e qual quantia receberá por venda realizada, já com os descontos de taxas discriminados. Além disso, apresenta as projeções de recebimentos dos próximos dias, o que facilita a tomada de decisão do gestor em investimentos no negócio.

As máquinas comercializadas pela empresa podem ser adquiridas por todos os perfis de pessoas físicas e jurídicas, inclusive as que têm restrição de crédito. A JoyPay já conta com mais de 2 mil máquinas instaladas e a expectativa é que esse número dobre até o final do ano.

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Inteligência Artificial transforma a maneira de fazer negócios

Por Alexandre Winetzki

A Inteligência Artificial começou a transformar o modo como as organizações fazem seus negócios no dia a dia. A tecnologia traz mais agilidade para processos internos dentro das empresas, incentivando uma verdadeira transformação digital e cultural em busca de mais eficiência e satisfação no atendimento aos clientes.

O mercado disponibiliza inúmeras soluções de Inteligência Artificial, mas uma ferramenta que vem sendo muito aplicada pelas corporações é o atendimento via chatbot. A criação de um assistente pessoal ajuda a resolver tarefas simples do cotidiano de uma empresa, como, por exemplo, lembrar as tarefas do dia, agendar reuniões, buscar telefones ou endereços.

O chabot é um software de computador que simula ser um atendente na interação com as pessoas. A finalidade é responder perguntas de forma simples, para que os usuários tenham a impressão de estar dialogando com outra pessoa e não com um programa de computador. Após o envio de perguntas, o algoritmo consulta uma base de conhecimento e, em seguida, providencia uma resposta que atenda às expectativas do usuário.

O avanço dessa tecnologia tem sido rápido e há previsões de que ela substitua cada vez mais as atividades repetitivas dentro de uma organização. Com plataformas de inteligência cognitiva, as interações passam a seguir fluxos de conversas simples e naturais. Caso uma grande empresa queira instalar a ferramenta para facilitar a troca de informações internamente, a solução permite a busca de dados de maneira dinâmica nos sistemas, solucionando um problema ou elucidando uma dúvida.Tudo de forma integrada e intuitiva.

A Inteligência Artificial está cada vez mais inserida nas organizações. De acordo com uma pesquisa da Salesforce realizada com mais de oito mil líderes de vendas e sete mil clientes, os números são relevantes para as empresas que adotam algum tipo de IA para análise de vendas. Mais de 80% das empresas perceberam uma considerável ampliação na retenção de clientes, enquanto 74% destacaram o crescimento na velocidade das vendas.

Esses números mostram que os chatbots chegaram para ficar, trazendo mais agilidade, dinamismo e interatividade nesse mundo volátil em que vivemos.

Alexandre Winetzki, diretor de P&D da Stefanini

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Ecommerce: O que fazer para dar o tão desejado “salto”

Quando um empreendimento chega a um certo ponto de crescimento e relativo êxito, são grandes as chances de se acomodar nesta situação. No entanto, a volatilidade do mercado, a competição e as mudanças tecnológicas próprias de quem vende pela internet obrigam a repensar estratégias comerciais da marca. Uma opção para eles, por exemplo, é desenvolver uma política de atendimento ao cliente que seja Customer First e com resposta multicanal na hora de posicionar um negócio.

“Hoje a comunicação com o cliente é um ponto crítico na hora de vender. Já não basta apenas ter um bom produto, é fundamental oferecer uma excelente experiência de compra para não haver reclamações que poderiam ser evitadas. Um cliente que não se sente ouvido ou compreendido é um cliente insatisfeito que poderia falar mal da marca e buscar a concorrência”, propõe Javier Goilenberg, CEO e Co-fundador da Real Trends, plataforma líder em ferramentas de análise e gestão para vendedores do Mercado Livre na região.

Goilenberg sugere “dedicar tempo às publicações dos produtos para comunicar de forma clara e completa, e desta forma evitar reclamações e perguntas desnecessárias; também é importante enviar informação personalizada a cada cliente; ser proativo e o primeiro em iniciar as conversas com os compradores”.

De acordo com este conceito, a plataforma acaba de lançar a ferramenta Atributos, que permite aos seus usuários carregar e modificar identificadores e atribuír suas publicações de forma simplificada e que em consequência permitirá aos vendedores que seus potenciais clientes os encontrem mais facilmente e que seus produtos se posicionem melhor no Mercado Livre.

Em que consiste a tarefa para alcançar um diferencial? Em carregar os identificadores de cada produto. Em primeiro lugar, marca e modelo; mas também, caso tenha, o código de barras que identifica o produto a nível universal.

“Se pode completar estes novos dados de forma fácil e acessível já que permite filtrar por categoria, palavra ou publicação, inclusive ver página por página todos os seus produtos”, explica Goilenberg.

Frente a este contexto, já não há dúvidas de que os empreendedores estão se voltando massivamente a vender pela internet. Mas como já vimos, nenhum cliente permanece cativo a uma só marca. O desafio está do lado dos empreendedores e sua predisposição a inovar as estratégias tendo em vista as exigências do mercado.

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Por que devo abrir uma loja virtual? – Por Robinson Idalgo

Nos Estados Unidos, grandes varejistas fecharam quase 7 mil pontos de venda em 2017, de acordo com a consultoria americana Coresight Research. O fechamento das lojas físicas para se investir no virtual recebeu o nome de “Efeito Amazon”, gigante que ganha cada vez mais força. Segundo pesquisa realizada pela PwC com 22 mil pessoas em 27 países, 59% dos entrevistados realizam compras na Amazon. Desses, 27% afirma consumir menos em lojas físicas por causa de suas compras online.

No Brasil, as lojas vêm aos poucos trilhando o mesmo caminho. As vendas virtuais representam 4% do total de vendas no Brasil, mas o setor avança com velocidade, com uma alta de 8% em 2017. Enquanto isso, o varejo físico teve uma expansão de apenas 2% no país, segundo dados da pesquisa de mercado Ebit.

A loja virtual pode ser um ótimo negócio, mas muitas pessoas têm medo de entrar nesse universo devido a questões práticas sobre como montar um site ou desenvolver uma estratégia de SEO. Hoje encontramos diversos ERPs que já possuem uma estrutura pronta para e-commerce, facilitando muito o trabalho do empresário que não precisa criar um site do zero. Além disso, a solução já integra todas as vendas realizadas com os demais módulos do ERP, como estoque, fluxo de caixa e emissão de boletos.

O valor investido para se abrir uma loja física varia muito: depende do setor escolhido, local e tamanho do negócio. Um exercício simples para chegar a esse valor é colocar na ponta do lápis tudo o que você precisa para abrir uma empresa no Brasil e a isso somar os custos referentes ao espaço físico em si, como compra ou aluguel de um bom ponto comercial, vitrines, letreiros, araras, etc. Toda essa estrutura tem um preço. Já para uma loja virtual, existem estratégias – principalmente para as PMEs – que diminuem consideravelmente seus custos fixos para manter a loja aberta.

Outra grande vantagem da loja virtual já integrada ao ERP é a possibilidade de participar de um marketplace. Grandes empresas como Mercado Livre, Submarino e Lojas Americanas possuem um sistema que pode ser integrado ao ERP e permite que o pequeno lojista esteja presente nas maiores vitrines virtuais do Brasil. Para se ter uma noção, a nova modalidade teve um faturamento de R$73 bilhões em 2017, segundo a Ebit. A confiança que uma grande marca passa para o consumidor e o baixo custo para o usuário podem ser apontadas como alguns dos motivos para esse crescimento.

Os novos modelos de vendas virtuais são apenas um reflexo do estilo de vida do novo consumidor. Na hora da compra, ele não vai mais para o shopping: ele pesquisa primeiro na Internet. As lojas online podem ter um baixo custo e ainda serem integradas ao seu ERP, o que praticamente elimina a necessidade de programação de um site específico. Essa é uma possibilidade que precisa estar presente nas pequenas e médias empresas para impulsionar nossa economia e ajudar nosso país a crescer.

Robinson Idalgo – fundador da SoftUp – empresa brasileira criadora do sistema de gestão (ERP) grátis.

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