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51% dos internautas fizeram compras por aplicativos no último ano, revela estudo da CNDL/SPC Brasil

Onipresentes no dia a dia de muitos brasileiros, os smartphones facilitam a vida de diversas maneiras, inclusive para fazer compras. Um estudo realizado em todas as capitais pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) revela que nos últimos 12 meses, mais da metade (51%) dos internautas fizeram alguma compra por meio de aplicativos – o percentual é ainda maior entre a população mais jovem (60%).

Os tipos de produtos que os internautas mais compraram via aplicativos durante esse período foram os eletrônicos e itens de informática (44%), contratação de serviços de transporte particular (39%), vestuário (36%), ingressos para atividades de lazer (25%), comidas por delivery (24%) e produtos de beleza ou perfumes (23%).

Para esses entrevistados, a facilidade de acesso, uma vez que a compra pode ser realizada pelo próprio smartphone é o que mais leva as pessoas a comprarem via app (52%). Outras razões são a praticidade e rapidez (49%), disponibilidade de melhores ofertas (37%) e a facilidade de organização que os aplicativos oferecem (26%).

“Os dados da pesquisa não deixam dúvidas quanto ao futuro do e-commerce. Ele passará cada vez mais pelos aplicativos em dispositivos móveis, utilizados não apenas para comunicar-se durante o processo de compra, mas também para adquirir produtos e serviços, pesquisar e comparar preços”, analisa o presidente da CNDL, José Cesar da Costa.

Para 44% dos que compram por aplicativo, tela pequena é obstáculo; 67% também são adeptos de aplicativos financeiros

Mas na hora de comprar via app, nem tudo é visto de forma positiva. Indagados sobre os principais obstáculos para esse tipo de compra, 44% acham que a tela pequena acaba atrapalhando a experiência de consumo e 35% ainda não confiam na segurança oferecida pelos aplicativos. Há ainda 17% de entrevistados que consideram os aplicativos difíceis de serem usados e 16% que nem sempre estão conectados ao Wi-Fi ou possuem plano de dados.

“O mobile é uma tendência irreversível no mercado de consumo. Desta maneira, é preciso que os varejistas desenvolvam experiências que cativem os consumidores facilitem o engajamento. Este é um momento de mudanças intensas, em que os varejistas precisarão estar atentos para avaliar sua presença na internet, ampliando canais de relacionamento e facilitando o acesso dos clientes”, afirma o presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro Junior.

A pesquisa descobriu que dentre os consumidores que usam aplicativos para compras, a maioria também é adepta de aplicativos para tarefas financeiras (67), principalmente os de operações bancárias (47%), comparação de preços (25%) e organização das finanças pessoais (19%).

44% dos usuários de WhatsApp já usaram o aplicativo para se comunicar com lojas; 79% acham importante que loja ofereça recurso aos clientes

Concebido inicialmente para troca de mensagens pessoais, o WhatsApp vem se tornando também uma plataforma para negócios. De acordo com o levantamento, 44% dos entrevistados já utilizaram o WhatsApp para se comunicar com uma loja ou vendedor no processo de compras, sendo que na maioria das vezes (73%) sempre houve um retorno por parte do estabelecimento comercial. Os que nunca tiveram a experiência de utilizar o WhatsApp para interagir com lojistas somam 56% dos seus usuários.

As interações mais comuns entre consumidor e loja foram na consulta sobre preços após recebimento de uma oferta (14%), concretizar uma compra por meio do aplicativo (12%), agendar um serviço (12%), consultar sobre um produto que ficou interessado (11%) ou realizar uma reclamação (10%).

Os tipos de produtos e serviços mais adquiridos via WhatsApp são manutenção e consertos de produtos diversos (31%), compra de roupas, calçados e acessórios (29%) e aquisição de remédios ou suplementos vitamínicos (26%).

Dentre os internautas que costumam fazer compras ou agendamento de serviços via WhatsApp, 42% consideram o processo fácil e rápido e 39% destacam a conveniência de poder comprar mesmo sem sair de casa. Há ainda 30% de entrevistados que veem vantagem em receber fotos e vídeos dos produtos que estão interessados. “As empresas já começam a perceber que não podem mais abrir mão de uma ferramenta de conexão instantânea entre a marca e o consumidor. A praticidade e o imediatismo proporcionados pelo aplicativo fazem com que os consumidores vejam com bons olhos a adoção da ferramenta como forma de relacionar-se com empresas. Isso significa que cada vez mais o consumidor será atraído pelas marcas que forem verdadeiramente responsivas no ambiente digital”, afirma Pellizzaro Junior.

Outra constatação do estudo é que o WhatsApp já é o canal favorito dos internautas para se comunicar com as lojas: 27% preferem esse tipo de contato. A opção aparece à frente do telefone, citado por 25% dos entrevistados. No geral, 79% dos entrevistados que já utilizaram o WhatsApp para se comunicar com vendedores consideram importante que os estabelecimentos comerciais ou prestadores de serviços ofereçam ao cliente essa opção. Apenas 7% são contrários a essa necessidade e 13% demonstram indiferença.

Metodologia

A pesquisa ouviu 815 consumidores de ambos os gêneros, todas as classes sociais, capitais e acima de 18 anos que fizeram alguma compra online nos últimos 12 meses. A margem de erro é de no máximo 3,43 pp a uma margem de confiança de 95%.

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Evento gratuito em SP com transmissão ao vivo para todo o Brasil capacita vendedores de Marketplaces

No próximo dia 9 de agosto, acontece em São Paulo no Centro de Convenções Rebouças – a partir das 13h30 – o Becommerce Seller Day, evento gratuito e exclusivo criado para vendedores de Marketplaces com foco no aprendizado dos empreendedores por meio de conteúdos que os ajudarão a otimizar seus negócios.

Criado pela Becommerce, considerada a maior plataforma para gestão de vendas em marketplaces da América Latina, o Becommerce Seller Day contará com a participação de mais de 600 lojistas e terá transmissão ao vivo pelo Youtube, possibilitando o acesso a milhares de empreendedores espalhados por todo o Brasil e América Latina. A empresa faz parte do grupo Mercado Livre e foi adquirida em dezembro do ano passado.

De acordo com Frederico Flores, especialista em comércio eletrônico e diretor da Becommerce, o evento pretende agregar valor a todos os participantes, com conteúdos que auxiliam nos resultados das vendas e expansão de novos negócios. “Acreditamos que ao oferecer capacitação ao lojista, melhoramos sua experiência como vendedor e conseguimos agregar mais valor na experiência de compra do consumidor final. Nossa ideia é oferecer conteúdos de qualidade e novas oportunidades de negócios para esses empreendedores”, explica.

Capacitação para gerar novos negócios

Durante toda tarde o evento irá oferecer palestras sobre aperfeiçoamento da experiência do cliente, técnicas de Fulfillment, dicas para driblar a concorrência, além da apresentação do Programa de Proteção à Propriedade Intelectual (PPPI) do Mercado Livre. O evento também contará com a participação de André Santos, supervisor Comercial de Mercado Envios, unidade de logística do Mercado Livre, e professor de e-commerce na ComSchool.

Entre os convidados palestrantes estarão grandes nomes do varejo e comércio eletrônico nacional, como Felipe Pavoni, Diretor de E-commerce da Saraiva e Philipp Povel, CEO do Dafiti Group e co-fundador da Dafiti. Haverá ainda um painel com os TOP 10 Vendedores do Mercado Livre, que trarão sua experiência empreendedora e sua jornada de sucesso vendendo em um marketplace.

Para informações sobre como participar do evento presencialmente, ou como ter acesso à transmissão online ao vivo acesse: https://conteudo.becommerce.com.br/seller-day

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Startups têm de estar preparadas para superar fracassos, afirma fundador do Waze

“A jornada da uma startup é uma jornada cheia de fracassos”, afirmou Uri Levine, um dos fundadores do Waze. “E temos de estar preparados para isso poque o empreendedorismo envolve riscos. E, se não arriscamos, não somos suficientemente empreendedores.”

A declaração foi feita durante o segundo dia do GovTech Brasil. Organizado pelo BrazilLAB e pelo Instituto de Tecnologia e Sociedade do Rio – ITS Rio, o evento tem o objetivo de contribuir para uma agenda de inovação e tecnologia para governos no país. Além de palestras com especialistas nacionais e internacionais, o encontro receberá nesta terça-feira (7) pré-candidatos à Presidência da República.

Levine citou o exemplo do próprio Waze, que começou a ser desenvolvido em 2007 e teve um duro ano em 2010. “É importante falar com os usuários. E nós interagimos, interagimos, até encontrar a solução certa”, afirmou. “Foi só em 2011 que o aplicativo começou a ser suficientemente bom. E começou a dar certo em um metrópole atrás da outra.”

No início da manhã, Armínio Fraga, da Gávea Investimentos, Georgia Pessoa, Instituto Humanize, Vinícius Carrasco, da Stone, e Marcos Lisboa, do Insper, debateram o fortalecimento do ecossistema brasileiro de inovação, com moderação de Letícia Piccolotto Ferreira, fundadora do BrazilLAB.

Em seguida, painel com Gonzalo Neto, ex-presidente da Anvisa, Elizabeth Jucá, Secretaria de Saúde de Juiz de Fora Patrícia Ellen, da Optum, e Manoel Lemos, da RedPoint Ventures, debateu a digitalização da saúde. “O prontuário único é imperativo”, afirmou Gonzalo Neto destacando que, se um médico não escreve, o conhecimento sobre o paciente se perde na rede de atendimento. “Temos poucos exemplos bons de digitalização no Brasil. E são locais. Então, há dificuldade de compartilhamento.”

Na segunda-feira (6), primeiro dia do evento, Toomas Hendrik Ilves, presidente da Estônia entre 2006 e 2016, e José Clastornik, diretor da Agência de Governo Eletrônico e Sociedade da Informação do Uruguai, afirmaram que o país deve apostar na identidade digital e popularização do acesso à internet para desborucratizar o Brasil. Estônia e Uruguai estão entre os países cujos governos são os mais digitais do mundo.

“Não é algo utópico. É uma questão de vontade política”, afirmou Letícia Piccolotto Ferreira, que anunciou um investimento entre R$ 50 mil e R$ 200 mil para acelerar a conexão de startups com governos no Brasil.

Ainda no primeiro dia, Ronaldo Lemos, diretor do ITS Rio, apresentou o Mapa da Informação, plataforma digital que revela o labirinto burocrático brasileiro. O endereço da plataforma é http://mapadainformacao.com.br/. Lemos mostrou preocupação pelo fato de o país estar multiplicando os documentos digitais, em vez de unificá-los. “Temos o e-CPF, o e-Título, o e-CNH”, enumerou. “Não faz sentido. Em vez de um documento unificado, que informe que pode dirigir, quem pode votar etc., temos documentos que reproduzem, no ambiente digital, nossa burocracia.”

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NelsonHall nomeia Capgemini líder em Serviços Digitais para Bancos

A Capgemini foi nomeada líder em Serviços Digitais para Bancos, dentro do segmento financeiro, pela consultoria NelsonHall. O reconhecimento foi anunciado com a publicação do estudo NelsonHall’s Evaluation & Assessment Tool (NEAT) Report (em livre tradução: “Relatório da Ferramenta de Análise e Avaliação da NelsonHall”), no qual a Capgemini se destacou pela ampla capacidade de atender aos futuros requisitos dos clientes, além de entregar benefícios imediatos às organizações de serviços bancários digitais.

“Este reconhecimento é a realização de nossa visão sobre como entregar de uma melhor forma resultados significativos para os clientes, permitindo-lhes atingir suas aspirações digitais”, afirmou Anirban Bose, membro do Conselho Executivo do Grupo e Head da Unidade de Negócios Estratégicos Globais de Serviços Financeiros da Capgemini. “Não basta fornecer uma performance superior em tecnologia da informação, a chave é fazer com que o sistema e a estratégia de TI ofereçam benefícios capazes de atender às necessidades dos nossos clientes, agora e no futuro, à medida que as organizações se transformam digitalmente”.

A experiência da Capgemini em implementação e execução de tecnologias digitais em diversas localidades em todo o mundo, juntamente com as parcerias firmadas com os principais fornecedores de produtos digitais para bancos, levaram a companhia a ocupar uma posição de destaque no quadrante dos líderes. Além disso, sua extensa base de clientes na Ásia, onde muitas tecnologias digitais inovadoras vêm sendo adotadas, cria uma base fértil para o desenvolvimento da expertise em tecnologias emergentes.

“O posicionamento da Capgemini como líder em Serviços Digitais para Bancos é impulsionado por sua experiência em implementação e operação de tecnologias digitais, de forma bem-sucedida, em múltiplos mercados”, apontou Andy Efstathiou, diretor de operações bancárias e pesquisa de transformação da NelsonHall. “A Capgemini se concentra em customizações individualizadas para cada cliente, realizadas por uma pequena equipe, que se utiliza de um vasto conjunto de habilidades e conhecimentos”.

A ferramenta NEAT, da NelsonHall, é baseada em uma metodologia que ajuda gestores a avaliarem fornecedores de serviços como parte da iniciativa NelsonHall’s Speed to Source. A ferramenta NEAT avalia os provedores de serviços em relação à sua capacidade de oferecer benefícios imediatos às organizações compradoras, assim como sua competência em atender aos requisitos futuros do cliente. Trazendo uma avaliação pragmática da capacidade dos provedores de serviços em guiar empresas por uma jornada de inovação ao longo de toda a vigência de seus contratos.

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500 Startups abre inscrições para Batch 24

A 500 Startups, um dos fundos de investimento em capital semente mais ativos do mundo, com mais de 2.000 investimentos realizados ao redor do globo, está com inscrições abertas do Batch 24 até o dia 17 de agosto. O programa tem início em 15 de outubro no campus São Francisco e duração de quatro meses.

As startups selecionadas receberão investimento de U$150 mil em troca de 6% do negócio, com uma taxa de participação de U$37,5 mil, além de terem a oportunidade de contato com fundadores, mentores, investidores e o time 500, apto a dar a assistência necessária durante o processo, trabalhando em conjunto a estratégia do produto e do negócio, crescimento, métrica e pitches para investidores.

O fundo ainda traz profissionais gabaritados, das mais diversas áreas, como Marketing, Cultura, Contabilidade de Inicialização, Design de Produtos, Dispositivos Móveis, Teste de Usuários e Vendas.

Fazer parte do portfólio 500 Startups vai validar o seu negócio e a rede de contatos disponível ajudará empresas e pessoas a se conectarem no tempo certo com seus serviços, além de expor o potencial da sua startup para grandes investidores no Demo Day.

Além disso, a 500 Startups pratica a diversidade no ecossistema de startups, 44,5% dos fundadores no portfólio são pertencentes a minorias raciais, em torno de 30% das startups aceleradas recentemente têm mulheres entre as fundadoras e o campus em São Francisco conta com sala para mães empreendedoras que estão em fase de amamentação.

As startups interessadas podem se inscrever no link http://bit.ly/2LHMkq5.

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Fintechs poderão oferecer saques e depósitos com parceria entre ABFintechs e Saque e Pague

A Saque e Pague – empresa de tecnologia que transformou o fluxo de dinheiro no Brasil – acaba de firmar parceria comercial com a ABFintechs (Associação Brasileira de Fintechs). A união possibilitará que os mais de 360 associados da ABFintechs se conectem ao ecossistema da Saque e Pague que promove uma experiência “phygital” – união do físico com o digital – proporcionando a materialização do dinheiro dos clientes das fintechs por meio de sua rede de autoatendimento, que tem tecnologia exclusiva de depósito de dinheiro sem necessidade de uso de envelopes. As empresas da associação que se integrarem à rede poderão ofertar a seus clientes serviços diferenciados, como saques e depósitos. A parceria será detalhada no Fintouch 2018, evento que acontece em 8 de agosto no Transamérica Expo, em São Paulo.

“Essa parceria leva mais uma conveniência aos clientes das fintechs, especialmente aos desbancarizados, gerando um impacto social positivo, que é um dos pilares da nossa atuação”, afirma o Presidente da ABFintechs, Rodrigo Soeiro. A Associação ressalta que o mercado é crescente, mas encontra limitações para disponibilizar o dinheiro físico. “Parcerias como essa levam a atuação das fintechs no Brasil a um novo patamar”, afirma Stephanie Fleury, Diretora Executiva da ABFintechs e CEO e fundadora do DinDin, que faz parte do projeto piloto a ser implementado.

O principal propósito da parceria é levar cada vez mais acesso à população. “Desta forma, seguimos firmes em nossa essência de mantermos uma rede aberta a todas empresas que desejam entregar mais simplicidade e acesso a seus clientes”, comenta Givanildo Luz, Diretor-Presidente da Saque e Pague. “Possibilitamos a conexão entre o mundo digital e o físico com segurança e tecnologia de ponta. Estamos preparados para atender esse mercado que só cresce. Nossa meta é incluir digitalmente e financeiramente milhares de cidadãos”, complementa.

A Associação Brasileira de Fintechs realiza no próximo dia 8 de agosto, no Transamérica Expo Center, em São Paulo, a segunda edição do Fintouch. Na ocasião, o Diretor de Inovação e Expansão da Saque e Pague, Nori Lermen, fará uma palestra e divulgará dados sobre o impacto da transformação digital na vida financeira das pessoas, além de falar sobre a parceria e de como funcionará a integração com a rede para as fintechs interessadas em disponibilizar o serviço para seus clientes.

Fintouch 2018

Data: 8 de agosto de 2018, quarta-feira

Horário: Das 8h às 20h

Local: Transamerica Expo Center

Endereço: Av. Dr. Mário Vilas Boas Rodrigues, 387 – Santo Amaro, São Paulo – SP.

www.fintouch.com.br

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Qualidade de vida é fundamental para 64% dos profissionais

Nos dias atuais as pessoas buscam aumentar a qualidade de vida e aproveitar os momentos de lazer, apesar da alta demanda de trabalho exigida E foi justamente isso que apontou a Pesquisa dos Profissionais 2018 da Catho: melhorar a qualidade de vida é um dos três “desejos” dos profissionais (64%), atrás somente do salário (77%) – como principal atrativo quando recebem uma oferta de emprego – e perspectivas de plano de carreira na empresa, segundo ítem mais importante para 70% dos profissionais entrevistados.

“Aquela máxima que dizia ser difícil conciliar felicidade e trabalho, a cada dia tem sido mais rebatida. Os profissionais perceberam que só ter um salário alto e um plano de carreira bem definido não os completarão se ele não tiver tempo para o lazer e a família, por exemplo”, afirma a assessora de carreira da Catho, Elen Souza.

A pesquisa também registrou que 60% das pessoas buscam trabalhar com que gostam e 47% delas tendem a aceitar uma oferta de emprego próximo ao local de residência, já que perder muito tempo diariamente no trânsito é uma das causas da queda na qualidade de vida, sobretudo nas metrópoles.

O que os candidatos mais valorizam quando avaliam uma oferta de emprego?

Salário/remuneração atrativo(a)

77%

Perspectivas de plano de carreira/crescimento dentro da empresa

70%

Possibilidade de melhorar a qualidade de vida

64%

Possibilidade de fazer o que gosta

60%

Pacote de benefícios atrativos

54%

Proximidade casa/trabalho

47%

Busca por novos desafios

47%

Possibilidade de subir de nível hierárquico

43%

Nome/reputação da empresa

34%

Possibilidade de mudar de área atuação

19%

“Essas informações coletadas pelas Pesquisa dos Profissionais servem de alerta às empresas, que podem melhorar seus processos e investir em mecanismos para reter seus colaboradores, tornando-os mais felizes e completos”, finaliza Elen.

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Serviceaide e Lenanzotech firmam parceria no Brasil

A Serviceaide, empresa global fornecedora de soluções em gerenciamento de serviços, anuncia sua mais recente parceria, com a Lenanzotech, empresa voltada para soluções de infraestrutura de ponta a ponta, que atendem desde o usuário final até serviços para nuvem privada ou hibrida. Procurando unir o hardware, software e serviços em tecnologias que atendam de forma estratégica as necessidades de seus clientes, a escolha pela Serviceaide deveu-se, em parte, à primeira solução de agente virtual para gestão de serviços com inteligência artificial: a Luma.

Fundada em 2017, em São Paulo e, atualmente, com filiais no Rio de Janeiro e Recife, a Lenanotech conta com uma equipe de profissionais de TI com experiência de quase trinta anos em empresas como Dell, IBM, HP e Tivit. Com uma carteira de clientes que abrange todas as áreas do mercado, além de serviços totalmente focados em ITIL, áreas nas quais a Serviceaide se especializa, a empresa contará com uma equipe comercial e técnica. “Com nossos clientes cada vez mais cientes das vantagens competitivas da inteligência artificial, nossa parceria com a Serviceaide está alinhada diretamente à missão de entregar a melhor forma de automação de TI”, conta Alexandre Hogata, diretor executivo da Lenanotech.

A parceria prevê a venda e utilização das soluções ISM e Luma, da Serviceaide. Focadas em ITIL e inteiramente alinhadas ao gerenciamento de todos os tipos, o ISM é a solução para gestão de serviços completa e robusta, porém de simples administração, que reduz esforços do time de suporte e melhora a experiência do usuário final. Já a Luma, premiada como Inovação do Ano pela Pink Elephant, tem como grande diferencial a compreensão da linguagem natural dos usuários, ou seja, para solicitar ajuda ao agente de TI, não é mais necessário dizer palavras-chave, frases padrão ou acessar um menu telefônico específico. Tudo isso baseado em aprendizado de máquina e recursos de inteligência artificial.

“Iniciamos o desenho da parceria durante o evento do Gartner IODC: Conferência Gartner Infraestrutura de TI e acreditamos fortemente na escolha da Lenanotech como nova parceira. Com soluções movidas pelo core da Serviceaide, ITIL e gerenciamento de soluções de infraestrutura, a Lenanotech vem agregar de forma extremamente positiva nosso portfólio de parceiros”, destaca Daniel Sasajima, diretor para América Latina da Serviceaide.

A Serviceaide, que anunciou a abertura de operação no Brasil e América Latina em junho do ano passado, já conta com uma ampla rede de revendas, com canais parceiros em todo o território, e pretende continuar expandindo sua cobertura ao longo dos próximos meses.

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Plusoft anuncia novo CEO

A Plusoft, empresa que oferece o mais completo ecossistema de relacionamento com clientes no Brasil, anuncia Solemar Andrade como seu novo CEO (Chief Executive Officer). O executivo assume o comando da empresa dando seguimento ao trabalho que estava desenvolvendo ao longo dos últimos dois anos, período que atuou como Vice-Presidente Executivo. A companhia também anuncia mais um importante passo para sua longevidade, adotando um novo modelo de Governança Corporativa. Juntamente com outros sócios, Guilherme Porto e Fernando Macedo, fundador e co-fundador da Plusoft, assumem posição no Conselho de Administração do grupo.

Na nova função, Solemar Andrade dará continuidade à trajetória de sucesso da Plusoft, que recentemente completou 30 anos de mercado. “Estamos posicionados entre as companhias mais inovadoras do Brasil na área de Customer Experience (CX), com foco constante em modernização. O desafio é aprimorar o modelo de vendas em alta escala, para que cada vez mais empresas possam proporcionar a melhor experiência para seus clientes”, comenta o executivo, destacando a expansão internacional como um próximo passo na estratégia da companhia. “Já possuímos um legado por meio de importantes clientes, produtos consolidados e um expressivo background técnico e comercial, o que nos deixa bastante confiantes em relação ao projeto de expansão”.

Solemar Andrade é graduado em Direto e Administração. Possui Pós-Graduação em Marketing e Finanças pela FGV e pela escola de negócios IESE, da Espanha. Atua no mercado de Tecnologia da Informação desde 1999. Ao longo de sua carreira, ocupou importantes cargos em empresas nacionais e internacionais, além de ser membro independente de Conselhos de Administração de empresas de TI.

Além da mudança de gestão, a Plusoft anuncia também perspectivas para os próximos anos. A companhia projeta um crescimento de 20% para este ano e uma expansão de 25% em 2019. “Estamos em um ritmo acelerado. No primeiro semestre de 2018, as vendas aumentaram 38% em relação ao mesmo período de 2017”, comemora o CEO. “Inteligência artificial, automação de processos e plataformas digitais são algumas de nossas soluções que estão impulsionando resultados”, diz. Para potencializar esse bom momento, a companhia pretende expandir suas atividades para outros países da América Latina e Portugal. O próximo grande passo será a abertura de canais de distribuição de software. “Seremos uma multinacional brasileira”, afirma.

Hoje, a Plusoft reúne oito empresas e possui 1.400 funcionários. Todas as suas aplicações se baseiam em ambiente Cloud e seu modelo de negócios foi desenhado no formato SaaS (Software como Serviço). “Com a onda da Transformação Digital, muitas empresas começaram a investir em disrupção. Já contávamos dentro de casa com empresas próprias e startups que nasceram na cultura digital então, virar a chave, não foi complicado”, diz Andrade.

Os produtos e serviços da Plusoft são constantemente atualizados, adaptados e remodelados às necessidades atuais do mercado. Segundo o executivo, embora o cenário econômico brasileiro atual não esteja tão positivo, a empresa está otimista em relação ao mercado de Customer Experience, realizando investimentos intensivos em pesquisa e desenvolvimento. “Nossa área de P&D é um grande diferencial, pois está estruturada dentro de padrões internacionais, o que me deixa bastante seguro sob o ponto de vista de conhecimento, onde competimos de igual para igual com qualquer fornecedor de CX”, comemora Solemar.

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Mercado brasileiro de infraestrutura movimentará R$ 719,2 bilhões até 2023, segundo estudo da Neoway

A Neoway, plataforma de inteligência de negócios que monitora instantaneamente fontes públicas e mercadológicas, coletou e organizou os dados sobre o mercado de infraestrutura no Brasil inteiro. A compilação de todas essas informações, levantadas pela ferramenta e analisadas por especialistas, originou o Brasil visto pela Neoway Infraestrutura. O estudo contempla o período de 2018 a 2023, relaciona fatores como fase do empreendimento, região em que está localizado e os investimentos previstos para as obras e construtoras de abrangência nacional.

“A Neoway traz, em segundos, dados que uma empresa inteira de pesquisa levaria dias, meses ou anos para conseguir. Com as informações que podem ser extraídas da plataforma, é possível fazer um acompanhamento perfeito da evolução do setor. Fato que permite às empresas tomarem decisões mais assertivas para seu negócio”, comenta Cristina Penna, CMO e head de Construção Civil da Neoway.

O estudo divide a área de infraestrutura em seis categorias principais: energia, saneamento, indústria, infraestrutura esportiva, transporte e óleo & gás. Os destaques da pesquisa são:

– As obras previstas para o período de 2018 a 2023 somam R$ 719,2 bilhões em investimentos.

– O valor destinado às obras em projeto e intenção, incluindo as sem data para início, é de R$ 627,6 bilhões, número 2,5% maior do que o esperado entre 2017 e 2022.
O – setor de transportes e vias urbanas continua sendo o que mais recebe aportes no Brasil, concentrando 48,9% do montante total no período de 2018 a 2023.

– De uma maneira geral, a região Sudeste permanece com a maior concentração dos investimentos em obras em andamento com 34,4%. Na sequência estão o Nordeste (30,6%), Centro-Oeste (11,2%), Sul (9,7%) e Norte (3,0%).

– Já no ranking de obras em projeto e intenção, o nordeste fica na primeira colocação com 31,3% dos investimentos. O sudeste (27,9%), sul (15,8%), norte (12%) e centro-oeste (6,2%), respectivamente, completam a lista.

“Toda essa infinidade de informações só é possível, pois os profissionais têm em suas mãos, ao mesmo tempo, acesso às informações de fontes primárias, secundárias e próprias da Neoway. Isso faz da solução uma aliada extremamente estratégica a qualquer negócio, independentemente da área de atuação”, conclui Penna.

A Neoway conta com produtos e serviços para 15 verticais. Bancos, seguradoras, bens de consumo, construção, automotiva e saúde são alguns exemplos de áreas contempladas.

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Gestor de coworking atrai jovens e é profissão do futuro

É cada vez mais comum encontrar quem opte por compartilhar serviços, meios de transporte, e espaços de trabalho. Seja pela praticidade ou pela essência do colaborativismo, os coworkings ganham adeptos a cada ano. Segundo o Censo Coworking Brasil, 2017 registrou um crescimento de 114% nos usuários de coworkings em relação ao ano anterior.

Com o avanço da tecnologia, cresce o interesse das pessoas por praticidade e qualidade de vida, e, com isso, novas ocupações surgem a todo o momento. O compartilhamento de serviços é tendência no mundo todo, e profissões ligadas a esse modelo de negócio continuarão em alta nos próximos anos.

Uma dessas funções é a do gestor de coworking, responsável pela administração e pelo relacionamento com os clientes do espaço. “Um bom gestor de coworking é aquele profissional que entende da parte administrativa mas também gosta de se comunicar, atuando como gestor administrativo e ao mesmo tempo como “community manager”, comenta Bruna Lofego, especialista em coworking e CEO da rede de coworkings CWK, que conta com unidades em Minas Gerais e São Paulo.

Para ela, a profissão é uma boa aposta no mercado, pois o segmento de escritórios compartilhados cresce a cada dia. “Quem se qualificar e se posicionar no mercado nessa nova função estará largando na frente. Por isso, é uma excelente alternativa para jovens que buscam se qualificar e driblar o desemprego”, avalia ela.

Ela lista 4 motivos pelos quais vale a pena investir na profissão:

Mercado em alta

O segmento de espaços de trabalho compartilhados é tendência no Brasil e no mundo. O estado do Rio de Janeiro, por exemplo, está em segundo lugar em número de coworkings no Brasil, atrás apenas de São Paulo. São mais de 800 mil empresas de diversas áreas de atuação, somente na capital carioca, contra apenas 71 coworkings. “Muitos novos espaços serão abertos nos próximos meses e anos, e precisarão de profissionais preparados para gerir esses coworkings e atender às demandas dos clientes. Com isso, haverá um grande número de oportunidades para gestores”, explica Bruna.

Baixa competitividade

Por ser uma profissão nova, ainda não há muitos profissionais voltados para essa área, o que significa menos concorrência. “Com isso, quem se qualificar e ganhar experiência administrando coworkings agora estará largando na frente de muitos concorrentes. Daqui a alguns anos, esse mercado estará muito mais disputado. Por isso, quem tem afinidade com o setor deve apostar nele agora”.

Criatividade para se destacar na crise

Com a economia brasileira – e, consequentemente, a carioca- ainda em fase de recuperação da recessão, o mercado de trabalho está desacelerado e as boas vagas minguaram. “Nessas horas, é preciso se reinventar, e apostar em uma carreira inovadora pode fazer a diferença. Nas épocas de revés econômico, conseguem se manter e se destacar no mercado os profissionais que usam a criatividade para buscar outras ocupações, sem medo de ousar”, avalia Bruna.

Relacionamento interpessoal

O coworking é um ambiente altamente propício para o networking. Além dos clientes se comunicarem entre si em busca de parcerias ou troca de experiências, é na figura do gestor que terão o apoio necessário para isso. “O gestor de coworking é a pessoa que estará em contato o tempo todo com os clientes, mantendo uma conexão para ser capaz de auxiliá-los com soluções para as quais às vezes eles nem sabem que precisam”, comenta Bruna.

Com isso, para os profissionais que são comunicativos e gostam de estar sempre em contato com os mais diversos tipos de pessoas, a função é um “prato cheio”. “É um engano achar que o gestor de coworking irá lidar apenas com questões administrativas e burocráticas. O bom administrador do espaço de trabalho compartilhado deve mesclar habilidades de gestão com de “community manager”, sendo a principal interface com os frequentadores”, diz.

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Empresas de tecnologia criam escolas para formar talentos

Segundo pesquisa realizada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), mais de 13 milhões de pessoas estão desempregadas e a causa não é só a crise econômica, e sim, a falta de preparo dos colaboradores. Possuir um diploma ou formação tecnológica não significa ser especialista em determinada área, quando o que conta para o mercado de trabalho são as habilidades e os conhecimentos do candidato.

No Brasil, muitas empresas de TI têm investido na capacitação de seus colaboradores dentro da empresa, aprimorando assim, os seus talentos. É o caso da FCamara – empresa brasileira que transforma problemas de TI em soluções inovadoras. A empresa acredita que seu maior patrimônio é o capital intelectual e que todos podem se tornar empreendedores de suas carreiras. Por essa razão, desenvolvem durante o ano todo várias ações que incentivam a formação e desenvolvimento de seus colaboradores.

“Queremos ensinar o que os nossos colaboradores não aprenderam na faculdade e mostrar que aqui também pode ser uma escola. Além dos workshops, também temos um código de cultura que mostra diretrizes modernas e liberais, inspiradas nas empresas do Vale do Silício, no qual incentivamos a execução de ideias para o desenvolvimento de inovações. Também temos um importante programa de formação em que preparamos profissionais para se tornarem referência em sua área de trabalho. Todo esse investimento tem o objetivo de manter o funcionário em nossa empresa por no mínimo 2 anos, o tempo ideal para que ele esteja mais capacitado do que quando entrou”, explica Fábio Camara, CEO da empresa.

Colaboradores engajados ajudam a empresa a crescer

A empresa tem 498 funcionários e oferece programas destinados a temas de conhecimentos técnicos da área e aspectos filosóficos aplicados ao mundo dos negócios, eventos que promovem a troca de ideias e experiências entre os colaboradores e fornecem informações que ajudam no dia a dia e colaboram com o repertório criativo dos profissionais. No último programa de formação participaram cerca de 250 pessoas. “Valorizamos pessoas que estejam dispostas a aprender e queiram crescer com a gente. Temos histórias de profissionais que começaram sua carreira conosco e hoje atuam em grandes empresas de tecnologia na Europa ou EUA. Acreditamos que ao formar nossos times de elite isso irá refletir principalmente na entrega do nosso trabalho para os nossos clientes”, finaliza.

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Felipe Gomes assume Diretoria Geral da Ticket

A Edenred Brasil, líder mundial em soluções transacionais para empresas, empregados e comerciantes, anuncia Felipe Gomes como o novo Diretor Geral da Ticket, marca pioneira no setor de benefícios de refeição e alimentação do grupo. O executivo acumula passagens de destaque por grandes empresas dos setores de varejo e seguros no Brasil e no exterior.

Além de assumir o principal posto da Ticket, Gomes passa a integrar o Comitê de Direção (CODIR) do grupo no país e se reportará diretamente ao Presidente da Edenred Brasil, Gilles Coccoli. “Vivemos um momento de consolidar a transformação digital da marca para reforçar nossa conexão com nossos públicos de interesse e avançar, ainda mais, por meio de novas tecnologias e leque de serviços consistente no setor de benefícios ao trabalhador, que exige novas soluções e criatividade”, afirma Coccoli.

Felipe irá liderar o planejamento e a estratégia dos negócios, agregando com sua experiência em vendas e em inteligência de mercado. Ele se concentrará em acelerar o crescimento das soluções em benefícios ao trabalhador, potencializando os segmentos atendidos pela marca, por meio do fortalecimento e da diversificação das ofertas de produtos e serviços.

“A Ticket é referência do segmento, com tradição e que dita a transformação digital do setor. Temos uma marca robusta e que está preparada para multiplicar ainda mais os benefícios que oferece hoje aos empregados beneficiados, empresas-clientes e comerciantes credenciados”, comenta o novo Diretor Geral.

Em mais de 20 anos de carreira, Felipe Gomes assumiu postos-chave em grandes companhias como Allianz, Oi/Telemar, Embratel e Shell, atuando sempre em áreas estratégicas e de gestão de negócios. O seu último desafio profissional foi como Diretor Global de Vendas Varejo, PME e Parcerias Estratégicas para o grupo Allianz na Alemanha e também fez parte do board da Allianz no Brasil, responsável por marketing, comunicação, vendas (novos canais de distribuição), desenvolvimento de negócios e estratégia corporativa.

Gomes é pós-graduado pela Duke University em Gestão de Negócios e Liderança (AMP – Allianz Management Program), adicionalmente possui MBA com ênfase em Marketing pela FGV-RJ e graduação em Engenharia Mecânica pela PUC-RJ. Felipe Gomes substitui Marília Rocca, que segue para novos desafios profissionais.

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Mercado Livre abre inscrições para selecionar startups com soluções tecnológicas inovadoras para o e-commerce

O Mercado Livre abre as inscrições para o MELI Pitch, iniciativa que visa fomentar o desenvolvimento de startups inseridas no ecossistema digital e comércio. Startups com projetos inovadores para o segmento de e-commerce, especialmente na área de logística e finanças já podem se inscrever neste link e concorrer à oportunidade de apresentar suas soluções a investidores. As inscrições ficam no ar até o próximo dia 20 de agosto.

Entre os inscritos, oito serão escolhidos para apresentarem seus negócios durante o Mercado Livre Experience, megaevento que será realizado pelo Mercado Livre no dia 1º de setembro, em São Paulo, e espera receber cerca de 10 mil pessoas para debates sobre inovação, tecnologia, empreendedorismo e negócios. Mentores dos fundos de investimento MELI Fund, Monashees e Redpoint Ventures avaliarão a propostas de empresas que estejam em estágio de Seed Capital ou Series A, em pitches de até 13 minutos – cinco minutos para a apresentação do projeto e oito para perguntas e respostas dos mentores.

“Por meio do MELI Fund, o Mercado Livre reforça sua missão de apoiar propostas que democratizem o comércio eletrônico, dando suporte ao empreendedor durante a execução”, afirma Renato Pereira, Diretor de Desenvolvimento Corporativo do Mercado Livre no Brasil. Desde sua criação, o fundo já realizou 25 aportes em toda a América Latina, nove deles no Brasil, em negócios com iniciativas em áreas como full-commerce, integradores, sistemas de gestão e empresas de business intelligence, tecnologia financeira e tecnologia regulatória.

“Este ano nosso foco não é ter um único ganhador, mas sim dar a oportunidade para as startups selecionadas se apresentarem diante de alguns dos principais fundos de venture capital atuantes no país, e estreitar contatos para que, eventualmente, sejam geradas oportunidades de investimento”, destaca Pereira.

Em 2017, durante o Mercado Livre Experience, o destaque do MELI Pitch foi a Omnize, startup paulistana que criou uma solução para unificar a gestão de atendimento em uma plataforma omnichannel, que agrega os principais canais usados pelo cliente para falar com a empresa, com todo o atendimento, histórico e gestão reunidos.

MELI Pitch – Mercado Livre Experience 2018

Data: 1° de setembro, às 15h

Local: São Paulo Expo – Rodovia dos Imigrantes, s/n – Km 1,5 – Vila Água Funda – São Paulo

Site: www.mercadolivre.com/experience

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Revolução dos chatbots deve transformar o planejamento das viagens

Para os viajantes de negócios que sempre estão indo de um lugar para outro, os chatbots vinculados aos operadores de viagens e provedores de acomodação são ferramentas que têm cada vez mais valor, permitindo que eles obtenham vantagens do uso de chats de voz ou mensagens instantâneas operados por Inteligência Artificial (AI) para solucionar diversas dúvidas de viagem – tais como, verificar o clima e procurar opções de transporte pela cidade – além de receber rápido apoio ao cliente. Gartner, uma empresa líder na área de consultoria e pesquisa de mercado, previu em 2011 que até 2020, 85% das interações dos clientes ocorreriam via chatbot, e que até 2021, 50% das empresas gastariam mais com os bots do que com aplicativos[1]. Isso significa que o mercado de viagens deve adotar esta tecnologia em um ritmo acelerado para satisfazer a demanda crescente.

Pesquisas mostram que os clientes já estão aceitando a ideia. Uma pesquisa recente da Booking.com revelou que uma grande maioria dos viajantes (80%) prefere utilizar serviços autônomos[2] para obter as informações de que precisam, e metade deles (50%) não se incomoda se estão lidando com uma pessoa de verdade ou com um computador[3], contanto que as perguntas sejam respondidas. Para consultas sobre os planos de viagem feitos com a Booking.com, a demanda está sendo atendida com o Booking Assistant, ativado por AI, para quem os viajantes podem fazer perguntas pós reserva sobre a acomodação ou sobre qualquer coisa que vai de pagamentos a transportes, horários de chegada e partida, alterações de datas e disponibilidade de internet, tudo através do dispositivo e plataforma de interesse. O Booking Assistant agora pode lidar com quase 50% dessas dúvidas de hospedagem dos clientes automaticamente. Isso significa um aumento na comodidade, confiança e velocidade para os viajantes de negócios, cujas agendas ocupadas exigem suporte imediato e correto.

Ao planejar uma viagem de negócios em particular, os viajantes querem garantir que não enfrentem nada desconhecido, então, garantir que quaisquer dúvidas possam ser respondidas rapidamente deixará o viajante tranquilo, e isso minimizará qualquer stress adicional.

Além da velocidade e simplicidade, os chatbots oferecem a contínua oportunidade de melhorar a experiência do cliente com a habilidade de ir além em uma vasta quantidade de informações, que um humano demoraria muito mais para processar. Ainda há lugar para a interação com humanos, apesar de tudo – se o Booking Assistant identificar uma questão que não pode solucionar sozinho, ele chama o suporte da equipe de apoio ao cliente ou da propriedade, dependendo de qual for mais adequado. AI não se trata de substituir a interação humana, mas sim um veículo para facilitar uma experiência ainda mais personalizada, gratificante e sem atritos para o cliente. A combinação vencedora de interação humana e AI está alimentando uma experiência de viagem mais personalizada, recompensadora e sem atritos.

[1] Gartner – CRM Strategies and Technologies to Understand, Grow and Manage Customer Experiences

[2] Pesquisa encomendada pela Booking.com e conduzida de forma independente entre uma amostra de adultos que viajaram nos últimos 12 meses/planejam viajar nos próximos 12 meses. No total, 18.509 pessoas foram entrevistadas (mais de 1.000 do Reino Unido, EUA, Brasil, China, Alemanha, Itália, Espanha, França, Índia e Rússia e mais de 500 da Austrália, Argentina, Bélgica, Canadá, Dinamarca, Hong Kong, Croácia, Indonésia , Japão, México, Países Baixos, Nova Zelândia, Suécia, Tailândia e Taiwan). Os entrevistados responderam uma pesquisa on-line em agosto de 2017.

[3] Idem informação acima

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Hughes contrata novo diretor financeiro para operação no Brasil

A Hughes, líder mundial em telecomunicações via satélite, anuncia Luiz Alexandre de Medeiros Araújo, que conta com mais de 20 anos de experiência de mercado, como head da Diretoria Financeira da companhia no Brasil.

Formado em contabilidade pela Universidade Federal Fluminense, com MBA em gestão empresarial pela Fundação Dom Cabral & Insead e mestrado concluído também na Dom Cabral em administração de empresas, o executivo será responsável por ações estratégicas na Hughes, além de contribuir para a geração de negócios no País.

“Para mim é um grande desafio, e espero poder atender às expectativas e contribuir com minha larga experiência para a geração de negócios no Brasil. É uma grande satisfação fazer parte de uma empresa que completa 50 anos de presença no país com grande investimento e perspectiva de futuro”, afirma Araújo.

Luiz Alexandre foi responsável por projetos-chave no Brasil e na América Latina durante sua trajetória profissional e liderou ações estratégicas para as áreas de Vendas, Marketing e Supply Chain de grandes empresas como: Xerox, Motorola e Diebold.

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Daniela Dias é a nova diretora de marketing da Kaspersky Lab

A Kasperksy Lab, empresa global de cibersegurança, anuncia a chegada de Daniela Dias como diretora de marketing para o Brasil. Baseada em São Paulo, sede regional da América Latina, a executiva é responsável por planejar e desenvolver todas as atividades de marketing para atingir os objetivos de vendas, crescimento, lucratividade e visibilidade da empresa no País. Além disso, Daniela tem a missão de unificar os esforços de branding com as equipes de mídia social e relações com a imprensa, em todos os canais digitais e offline, além de contribuir com o crescimento da empresa no Brasil em todos os segmentos de consumo, soluções corporativas e vendas online. Dias se reportará para Roberto Rebouças, diretor-executivo da Kaspersky Lab no Brasil.

“A chegada da Daniela reforça nossa estratégia de estar cada vez mais presentes não só nos canais offline, mas também nos online. Sua experiência acrescentará muito em nossos relacionamentos com clientes e novos negócios. A Kaspersky Lab continua sua trajetória de crescimento em vários segmentos de negócios no país e a Daniela será fundamental no fortalecimento desta expansão”, destaca Roberto Rebouças.

A executiva possui vasta experiência em marketing digital e e-commerce, tendo trabalhado por três anos, como gerente de Negócios de e-Commerce Corporativo da Havaianas no Brasil e, como gerente de Marketing Digital e Social Media na Microsoft Brasil. Anteriormente, Dias era Líder Interina de Marketing na Cisco Brasil, e responsável por segmentar o conteúdo para alcançar diferentes tipos de personas com base em suas preferências, hábitos, entre outros.

Daniela é formada em Comunicação Social com ênfase em Marketing pela Universidade Anhembi Morumbi e possui cursos na área de liderança e branding.

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Pipefy contrata designer sênior para desenvolvimento da plataforma

A Pipefy, startup de gerenciamento de processos eficientes, acaba de divulgar a contratação do designer sênior Bradley Hamblin, profissional que já integrou os times da Figure Eight, da BandPage e da New Relic, atendendo contas de gigantes como Google, Samsung e Spotify.

Ele fará parte da equipe de desenvolvimento da plataforma Pipefy, atuando no escritório da empresa em São Francisco, no Vale do Silício.

Com 20 anos de experiência na área, o americano soma ao currículo competências em direção de arte e de criação e desenvolvimento de marca e conceito.

A plataforma

Projetada para facilitar o processo lento, caro e muitas vezes incômodo enfrentado por muitos gestores, a plataforma em nuvem da Pipefy permite a implementação de processos eficientes independentes do setor de TI, por meio de uma interface intuitiva, fácil de usar e com modelos específicos para cada departamento. A solução elimina uma batalha de longa data entre os gerentes de operações e os setores de TI, colocando o poder de gerenciar processos de negócios complexos, em que a velocidade da entrega de valor é fundamental, de volta nas mãos dos especialistas. Uma vez implementado em uma empresa, a ferramenta é rapidamente adotada a uma taxa de crescimento de 10% ao mês.

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