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Red Bull Basement Residency abre inscrições para a 5ª edição

Começam nesta quarta-feira (03/04) as inscrições para a residência hacker do Red Bull Basement, que vão até 19 de maio. O programa busca desenvolver projetos que façam uso da tecnologia para a solução de problemas sociais e busca por cinco protótipos que olhem para necessidades como: saneamento, segurança pública, inclusão social, mudanças climáticas, recursos hídricos, educação inclusiva, entre outros temas. O objetivo é incentivar a inovação cidadã, com projetos que tenham consistência, viabilidade e potencial de gerar impacto para a sociedade e seus cidadãos.

Já passaram pela residência projetos como o Pluvi On, um hardware 100% nacional que oferece previsões do tempo acuradas, localizadas e a baixo custo para ajudar a alertar a população em caso de enchentes e deslizamentos, o Le Braile, um equipamento também de custo acessível que realiza a conversão de textos em formatos digitais para braile e o Micro Aerogerador, um sistema capaz de gerar energia elétrica por meio do vento.

Os residentes terão à disposição um makerspace com equipamentos para prototipagem dos projetos, que deverão ser apresentados ao final da residência, além de uma agenda paralela com palestras e workshops sobre diversos temas e um Festival de Tecnologia. A residência será realizada de julho a setembro no Red Bull Station, centro de São Paulo/SP.

Para acompanhar e ajudar no desenvolvimento dos projetos, dando suporte e direcionamento, os residentes contarão com a experiência de cinco mentores de diferentes áreas e com ampla experiência em inovação. São eles: Andrei Speridião – design e tecnologia; Wesley Lee – design e hardware; Pedro Godoy – quick and dirty; Denise Alves Rodrigues – mentoria de bancada; Julio Freitas – design estratégico e Mari Marcilio – comunicação e branding.

Também participarão do processo mentores convidados e um monitor em residência, que auxiliará em questões práticas cotidianas no laboratório maker. Conheça aqui os selecionados do ano passado.

Colaboradores

Pelo segundo ano, a residência contará com um chamado aberto: após a seleção dos projetos, será aberto um chamamento para que outros colaboradores se inscrevam e cooperem para o desenvolvimento dos protótipos escolhidos.

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Associação Brasileira de Startups anuncia novos mantenedores

No Brasil, estima-se que, atualmente, haja entre 10 e 15 mil startups. Destas, quase 11 mil são mapeadas e acompanhadas pela Associação Brasileira de Startups (Abstartups),instituição sem fins lucrativos que representa as startups brasileiras e ajuda a desenvolver o ecossistema e a economia. Apoiando essa missão, o Sicoob e a EDP acabam de tornar-se mantenedoras da Associação.

Os mantenedores são empresas que querem estimular e servir de combustível para startups em todo Brasil, apoiando a Abstartups em seus projetos institucionais e têm contato direto com empresas inovadoras em todo território nacional. “Se tornar mantenedor é uma forma de contribuir ativamente com o ecossistema de startups e participar de uma organização que está há 8 anos gerando impacto empreendedor em todo Brasil”, pontua o presidente da Abstartups, Amure Pinho.

Para o diretor executivo do Sicoob, Eduardo Diniz, como uma Instituição Financeira diferenciada, eles têm um papel que vai além de oferecer produtos e serviços financeiros. “Nos preocupamos também com os associados, nos conectando com eles, e a entidades com os mesmos interesses, em busca da melhor solução para cada um, na coletividade”, pontua, e completa: “Desenvolvemos uma operação exclusivamente para atender à startups, com o foco de construir uma Instituição Financeira que atenda as demandas e expectativas do empreendedor, com produtos e serviços em condições especiais, feitos sob medida para viabilizar o seu crescimento. O Sicoob e a Abstartups são instituições que compreendem o valor da união, e como efetivamente isso pode fazer diferença aos negócios de alto impacto.”

Com forte foco em inovação, a EDP Brasil apoia o empreendedorismo por meio dos programas EDP Starter e Free Electrons, voltados à aceleração de startups em nível nacional e global, respectivamente. Além disso, no último ano, a Companhia criou a EDP Ventures Brasil, primeiro veículo de investimentos de capital de risco do mercado elétrico brasileiro, com R$ 30 milhões para destinar a startups capazes de gerar valor para o grupo nas seguintes verticais: energia renovável, redes inteligentes, armazenamento de energia, Inovação digital (blockchain, IoT, big data, realidade virtual), Soluções com foco no cliente (fintechs, soluções inteligentes para casa) e área de suporte (legal tech, plataformas de RH). “A EDP tem um histórico longo e consistente de apoio ao empreendedorismo. Acreditamos que a aproximação com a Abstartups nos permitirá potencializar nosso relacionamento com o ecossistema nacional e a geração de soluções inovadoras”, afirma Livia Brando, gestora executiva de Inovação na EDP Brasil.

Além dessas novas empresas, a Random, B3, PiaR Comunicação, Salesforce, Loja Integrada e a Sympla fazem parte dos mantenedores da Abstartups. “Por ano, conseguimos impactar mais de 50 mil empreendedores diretamente e isso não seria possível sem uma rede de parceiros e mantenedores que trabalham para impulsionar as startups”, afirma Amure Pinho.

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Microsoft e o BMW Group lançam a plataforma aberta de fabricação

A Microsoft Corp. e o BMW Group anunciaram uma nova iniciativa comunitária para possibilitar uma inovação mais rápida e com mais eficiência em relação ao custo no setor de fabricação. Na fabricação da atualidade, a produção e a lucratividade podem ser prejudicadas por sistemas proprietários complexos que criam silos de dados e tornam a produtividade mais lenta. A Plataforma Aberta de Fabricação (OMP – Open Manufacturing Platform) é projetada para quebrar essas barreiras por meio da criação de uma estrutura de tecnologia aberta e comunidade interindustrial. Espera-se que a iniciativa apoie o desenvolvimento de soluções inteligentes de fábrica que serão compartilhadas por par ticipantes OMP em setores de produção automotiva e mais amplos. A meta é acelerar os futuros desenvolvimentos industriais da IoT, reduzir o prazo de maturação e impulsionar eficiências de produção tratando, ao mesmo tempo, de desafios industriais comuns.

Desenvolvida na plataforma em nuvem para IoT industrial Microsoft Azure, a OMP tem a intenção de proporcionar aos membros da comunidade uma arquitetura de referência com componentes de código aberto baseados em padrões industriais abertos e um modelo aberto de dados. Além de facilitar a colaboração essa abordagem de plataforma é projetada para destravar e padronizar modelos de dados que possibilitam cenários de aprendizado automático (machine learning) e analítica — dados que têm sido tradicionalmente gerenciados em sistemas proprietários. Utilizando casos de uso industrial e código de amostra, os membros da comunidade e outros parceiros terão a capacidade de desenvolver seus próprios serviços e soluções mantendo, ao mesmo tempo, o controle sobre seus dados.

“A Microsoft está unindo forças com o BMW Group a fim de transformar a eficiência de produção digital por toda a indústria”, declarou Scott Guthrie, vice-presidente executivo, Microsoft Cloud + AI Group. “Nosso comprometimento com o desenvolvimento de uma comunidade aberta vai criar novas oportunidades para colaboração por toda a cadeia de valor de fabricação.”

Atualmente com mais de 3.000 máquinas, robôs e sistemas de transporte autônomos conectados à plataforma IoT do BMW Group, que é desenvolvida na nuvem da Microsoft Azure, IoT e capacidades de IA, o BMW Group planeja contribuir com casos de uso inicial relevantes à comunidade OMP. Um exemplo é o uso por parte da empresa de sua plataforma de IoT para a segunda geração de seus sistemas de transporte autônomo na fábrica do BMW Group em Regensburg, Alemanha, um dos 30 locais de montagem e produção do BMW Group em todo o mundo. Esse caso de uso permitiu ao BMW Group simplificar grandemente seus processos de logística por meio de uma coordenação central do sistema de transportes, criando uma eficiência logística ainda maior. No futuro, esse e outros casos de uso — como os feedback loops digitais, gestão digital de cadeia de suprimentos e manu tenção preventiva — serão disponibilizados e, de fato, desenvolvidos ainda mais dentro da comunidade OMP.

“Especializar-se na complexa tarefa de produzir produtos premium individualizados requer soluções de software de TI inovadoras”, declarou Oliver Zipse, membro do conselho administrativo da BMW AG, Production. “A interconexão dos locais de produção e sistemas, bem como a integração segura de parceiros e fornecedores são especialmente importantes. Temos confiado na nuvem desde 2016 e estamos desenvolvendo, de maneira consistente, novas abordagens. Com a Plataforma Aberta de Fabricação como o próximo passo, queremos tornar nossas soluções disponíveis a outras empresas e alavancar, em conjunto, nosso potencial a fim de assegurar nossa sólida posição no mercado no longo prazo”.

A OMP é a próxima evolução da parceria tecnológica duradoura e do comprometimento mútuo à inovação e à criação de oportunidades para sucesso coletivo em toda a indústria por parte do BMW Group e da Microsoft. Por meio da OMP, os membros da comunidade terão maiores oportunidades de destravar o potencial de seus dados, permitindo-lhes desenvolver e integrar soluções industriais mais rapidamente e com segurança bem como, por sua vez, beneficiar-se da contribuição e do aprendizado de outras organizações.

A OMP será projetada para tratar de desafios industriais comuns, como a conectividade à máquina e integração de sistemas nas instalações. Isso vai facilitar a reutilização de soluções de software entre as OEMs, fornecedores e outros parceiros, reduzindo significativamente os custos de implementação. Por exemplo, um padrão de robótica baseado em ROS para sistemas de transporte autônomos para produção e logística será contribuído para a OMP a fim de que qualquer um possa utilizá-lo. A OMP será compatível com a arquitetura de referência da Indústria 4.0, alavancando o padrão de interoperabilidade industrial OPC UA.

“São notícias realmente muito boas para o setor de fabricação”, declarou Stefan Hoppe, presidente e CEO da OPC Foundation. “O uso de padrões abertos da indústria internacional como OPC UA na comunidade OMP permite aos fabricantes, desenvolvedores de máquinas e fornecedores integrar seus sistemas e equipamentos existentes de maneira eficiente e segura. Por muito tempo, as empresas promoveram ecossistemas proprietários e fechados — o comprometimento da OMP ao desenvolvimento aberto moldará a fabricação do futuro.”

A plataforma subjacente continuará a evoluir com o tempo, junto com os requisitos de fabricação, a fim de incorporar novas inovações incluindo áreas de analítica, inteligência artificial e feedback loops digitais.

A comunidade OMP mais ampla está sendo formada agora, com recrutamento de parceiros adicionais em andamento. Espera-se que o Comitê Consultivo da OMP esteja em operação com um conjunto inicial de quatro a seis parceiros em vigor e um mínimo de 15 casos de uso implementados em ambientes de produção seletos até o final de 2019. Os dois parceiros iniciais, a Microsoft e o BMW Group, encorajam outros fabricantes e fornecedores, incluindo empresas de fora do setor automotivo, a unirem-se à comunidade.

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Uber anuncia contrato com Serpro para checar dados de veículos e motoristas em tempo real

A Uber e o Serpro, empresa de TI do Governo Federal, anunciam nesta terça (2), durante a LAAD Defence & Security, o fechamento de contrato de âmbito nacional. Por meio dele, a Uber poderá obter a confirmação das informações cadastrais dos motoristas parceiros e candidatos a motoristas e de seus veículos, em tempo real, a partir das informações da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e do Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV), com a autorização do Denatran – Departamento Nacional de Trânsito. A iniciativa vai permitir que os dados sejam verificados com maior rapidez e eficiência.

A Uber vai poder verificar on-line, junto com o cadastro, se estão corretas as informações fornecidas pelos motoristas, como nome, data de nascimento e número de identidade, se a carteira de habilitação está válida ou não, se foi cassada ou não, por exemplo. As fotos dos motoristas também serão verificadas digitalmente, com um software especialmente desenvolvido para isso, denominado Datavalid, que compara as imagens fornecidas pelo condutor com as arquivadas pela autoridade de trânsito, a fim de prevenir fraudes.

A empresa também poderá confirmar a situação do veículo registrado para atuar no aplicativo diretamente dessa base, a partir do fornecimento de dados básicos presentes no CRLV. Com isso, informações sobre eventuais sinistros e roubos poderão ser identificadas mais rapidamente. Hoje todas essas verificações são feitas a partir de documentos digitalmente fornecidos pelos próprios motoristas.

“Segurança é prioridade para a Uber e o trabalho de aprimoramento nesse tema tem de ser contínuo: estamos comprometidos em sempre construir uma plataforma melhor, para proporcionar viagens cada vez com mais recursos de segurança e com mais confiabilidade”, explica o diretor de Comunicação da Uber no Brasil, Fabio Sabba. “Acreditamos que por meio da tecnologia conseguiremos oferecer recursos de segurança cada vez mais robustos de forma escalável. A integração com um parceiro com a expertise do Serpro e as informações do Denatran permitirá que os nossos critérios de qualidade e segurança sejam aplicados cada vez com maior eficiência e rapidez.”

“O Serpro comemora a contratação, pela Uber, de um produto que explicita o caminho do provimento de soluções digitais para o cidadão. Estamos construindo um Governo cada vez mais digital, acessível às empresas e à sociedade. Essa é a nossa missão. A atuação do Serpro no Governo Digital, impulsionada nesse momento pelo Denatran, resulta em produtos como o Datavalid, que contribuem significativamente para a melhoria do ambiente de negócio das empresas brasileiras”, ressalta o diretor de relacionamento do Serpro, André de Cesero.

Checagem de motoristas – A iniciativa vem se somar a uma série de medidas já adotadas pela Uber para verificar quem quer dirigir utilizando o app. Todos os motoristas parceiros cadastrados na Uber passam por uma checagem de antecedentes criminais, nos termos da lei, realizada por empresa especializada, antes que possam começar a conduzir. A partir dos documentos fornecidos para registro na plataforma, a empresa consulta informações de diversos bancos de dados oficiais e públicos de todo o País, em busca de apontamentos criminais antes do profissional começar a dirigir utilizando o app. A Uber também realiza rechecagens periódicas dos motoristas já aprovados pelo menos uma vez a cada 12 meses.

Também temos uma ferramenta que faz a verificação de identidade do motorista em tempo real. De tempos em tempos, o aplicativo pede, aleatoriamente, para que os motoristas parceiros tirem uma selfie, antes de aceitar uma viagem ou de ficar on-line, para verificar se a foto da pessoa que está usando o aplicativo corresponde àquela do cadastro. Isso ajuda a prevenir fraudes e proteger as contas dos condutores.

Além disso, a empresa está instalando em São Paulo seu primeiro centro de desenvolvimento tecnológico na América Latina, com foco em segurança. Cerca de 150 especialistas integrarão esse novo centro, que receberá investimentos da ordem de R$ 250 milhões nos próximos 5 anos, para desenvolver tecnologias que podem eventualmente se transformar em novos recursos e funções do aplicativo de mobilidade para todo o mundo.

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Em parceria com Aceleradora ACE, LIDE FUTURO promove Startup Day

A mais qualificada plataforma de conteúdo, experiência e networking, LIDE FUTURO, em parceria com a ACE, uma das maiores aceleradoras de startups da América Latina, promove, no próximo dia 10, o Startup Day. O evento acontece no MIS, em um único dia, e oferece uma agenda completa de consultoria e networking para jovens lideranças, abordando todos os temas e prioridades de uma startup.

Em mais um projeto exclusivo, o LIDE FUTURO reúne, além dos executivos da ACE, profissionais C-Level da GAMA, escola que capacita talentos nas áreas de programação, design, marketing e vendas para o mercado digital, e da Blanko, agência de comunicação focada em estratégia, planejamento e desenvolvimento criativos.

Durante o período da manhã, será oferecido um welcome coffee para os convidados, seguido pelas palestras da ACE, sobre Validação do Negócio, da Blanko, sobre Marketing Digital, e da GAMA, sobre Cultura Organizacional. Após o almoço, o evento segue exclusivo para os filiados do LIDE FUTURO, que contarão com uma mesa redonda com conteúdo simultâneo acontecendo de hora em hora. O fechamento do Startup Day fica a cargo de Pedro Waengertner, cofundador da ACE.

O LIDE FUTURO é composto por pessoas físicas que estão transformando e impactando os seus mercados com novos modelos de atuação, novas tecnologias e negócios disruptivos, gerando uma rede de relacionamento altamente qualificada e oportunidades reais de negócios.

Startup Day

Data: 10 de abril de 2019, quarta-feira

Horário: das 8h30 às 18h

Local: MIS (Av. Europa, 158 – Jardim Europa, São Paulo)

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RecargaPay permite pagamento de Zona Azul pelo celular em São Paulo

Os motoristas paulistanos acabam de ganhar mais um serviço para facilitar a árdua tarefa de estacionar em São Paulo. A RecargaPay, fintech com mais de 10 milhões de clientes, acaba de lançar o opção Zona Azul Digital no aplicativo. Com o novo recurso, o usuário pode comprar e validar o Cartão Azul Digital (CAD) pelo celular e escolher a forma de pagamento, o que favorece a praticidade do serviço. O Zona Azul Digital já está disponível para Android e, em breve, será lançado para iOS e, assim como os outros serviços da fintech, não cobra nenhuma taxa adicional.

Desde 2016 o Cartão Azul Digital (CAD) substitui os talões de papel, e é obrigatório nas áreas do estacionamento rotativo administradas pela Companhia de Engenharia de Trânsito (CET). Para utilizar o serviço basta baixar o aplicativo RecargaPay, realizar o cadastro, selecionar a opção Zona Azul Digital e informar os dados do carro. No momento de estacionar, é preciso informar a duração desejada. Para a maior parte das vagas Zona Azul, um CAD vale por uma hora, mas as regras podem mudar dependendo do local. O site da CET têm as informações detalhadas.

Os valores do estacionamento seguem a tabela da (CET), mas o motorista que utilizar o serviço via RecargaPay conta com as vantagens já conhecidas do aplicativo: R$ 5,00 na primeira compra e 5% de dinheiro de volta em transações até R$20,00.

Além das vantagens apresentadas, o aplicativo funciona 24 horas por dia, dispensa a busca por um ponto de vendas, alerta sobre o vencimento do horário do estacionamento e permite a renovação do CAD de qualquer lugar, sem a necessidade do motorista ter que retornar ao veículo.

A RecargaPay é uma fintech desenvolvida para democratizar o pagamento por celular no Brasil. Líder no setor, a empresa já conta com mais de 10 milhões de clientes e é a única que não cobra taxas pelos serviços. “Nós oferecemos a opção convencional de pagamento por cartão de crédito, e as opções mais modernas, como Google Pay e Apple Pay. Mas para a RecargaPay também é importante atender àqueles que, por qualquer motivo, não têm acesso a serviços financeiros. Por isso temos a carteira digital”, declara Renato Camargo, CMO da empresa.

A fintech permite que o usuário adicione dinheiro à sua carteira digital por meio de boletos, transações bancárias ou depósitos, e utilize o valor digital para realizar os pagamentos cotidianos. “Nosso objetivo é que as pessoas consigam realizar qualquer pagamento diário via aplicativo e da maneira que for mais conveniente”, finaliza Camargo.

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Tatiana Pimenta é finalista no Cartier Women’s Initiative Awards

A sul-mato-grossense Tatiana Pimenta está entre as três finalistas da América Latina do prêmio Cartier Women’s Initiative Awards. A fundadora e CEO da startup Vittude, plataforma que conecta psicólogos e pacientes em poucos cliques, é a única brasileira selecionada para participar de uma premiação internacional de projetos empresariais encabeçados por mulheres. O foco da iniciativa, que acontece anualmente desde 2006, é premiar empreendedoras que estejam à frente de negócios com impacto social relevante em sete regiões do planeta: América Latina, América do Norte, Europa, África Subsaariana, Oriente Médio e Norte da África, Ásia Oriental, Sul da Ásia e Oceania. A iniciativa busca apoiar, reconhecer e encorajar mulheres criativas que contribuem de forma concreta na busca de soluções para o futuro do planeta.

“É uma grande honra representar o Brasil e as mulheres empreendedoras do nosso país. Ser finalista do prêmio é um reconhecimento internacional por um trabalho bem feito”, comemora Tatiana, que fundou a Vittude em 2016 a partir de uma necessidade pessoal.

Todas as finalistas receberão coaching de profissionais de mercado, altamente qualificados, e também uma formação em impacto social na conceituada escola de negócios francesa, Insead. As profissionais devem elaborar um plano de negócios detalhado e apresentar seu projeto perante um júri. Com base na qualidade do plano e no caráter persuasivo da apresentação verbal, será selecionada uma vencedora para cada uma das sete regiões do planeta, sendo Tatiana uma das três finalistas da América Latina.

As sete melhores colocadas (uma de cada região do planeta) serão anunciadas no dia 2 de maio de 2019, em São Francisco, na Califórnia. Elas receberão US$ 100 mil e uma formação em impacto social na conceituada escola de negócios francesa Insead, além de treinamento profissional, individual e personalizado. O júri avalia as empresas com base na criatividade (o grau de inovação evidenciado pelo conceito empresarial global), escalabilidade, sustentabilidade e eficiência financeira, impacto social, qualidade geral e a clareza do material apresentado.

“Em menos de uma década, as candidaturas passaram de 360 para quase 3.000 aplicações. Com um crescimento tanto na quantidade, quanto na qualidade das empresas que participam, a iniciativa tornou-se um passo transformador na vida de 198 empresárias em mais de 49 países”, afirma a presidente da Cartier, Cyrille Vigneron.

O perfil típico das finalistas da edição 2019 é composto por mulheres de 33 anos, em média, formadas em engenharia, e que estão à frente de negócios na área de saúde.

A trajetória da empresa

De olho em um cenário em que, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de 300 milhões de pessoas sofrem com depressão em todo o mundo e outras 260 milhões vivem com transtornos de ansiedade – muitas delas, inclusive, adquirem ambos, a Vittude desenvolveu uma plataforma que conecta psicólogos e pacientes em poucos cliques, levando saúde e bem-estar para brasileiros nos quatro cantos do mundo. Funciona da seguinte maneira: a pessoa acessa o site da startup – www.vittude.com, realiza um breve cadastro, escolhe seu psicólogo online de acordo com suas preferências e agenda a sessão. Tudo online, inclusive o pagamento.

O paciente também tem acesso a informações detalhadas sobre o currículo e a linha de atuação de cada psicólogo, a disponibilidade de agenda do especialista e o valor da consulta estipulado por cada profissional cadastrado no site.

“Segundo o do Ministério das Relações Exteriores, hoje 2,5 milhões de brasileiros vivem no exterior. Com o surgimento da terapia online, essas pessoas passam a ter acesso a psicólogos experientes e extremamente qualificados, de seu próprio país. Fazer terapia em uma língua que não é a materna é extremamente difícil. Há palavras que só existem no nosso vocabulário, como, por exemplo, saudade”, destaca a fundadora e CEO da Vittude, Tatiana Pimenta.

Hoje a startup conta com cerca de 2000 psicólogos e mais de 8 mil pacientes cadastrados, atuando em todo território nacional e alcançando brasileiros em outros 40 países. São mais de 1000 atendimentos realizados todo mês por profissionais qualificados e certificados pelos conselhos regionais de psicologia.

“Vejo o atendimento online como uma forma de ampliar o acesso a cuidados de saúde mental, em especial de forma preventiva. Hoje menos de 3% da população faz terapia, sendo que quase 60 milhões de brasileiros têm algum transtorno mental diagnosticado. Muitos só buscam a terapia quando já estão em uma condição de extremo sofrimento psíquico, necessitando de tratamento medicamentoso e atenção redobrada”, analisa Tatiana.

Para atender pacientes em quase todos os continentes, a Vittude desenvolveu um consultório virtual 100% criptografado, que garante a confidencialidade das consultas, de acordo com os protocolos internacionais de privacidade, como o HIPAA Act e o HITECH Act, que versam sobre sigilo e segurança de dados em atendimento de saúde.

Acesse http://www.vittude.com e saiba mais.

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Investimentos em TI no Brasil crescem 9,8% em 2018, aponta estudo anual da ABES com o IDC

Rodolfo Fücher, presidente da ABES

O Brasil se mantém em 9º lugar no ranking mundial de investimentos em TI, de acordo com prévia do estudo “Mercado Brasileiro de Software e Serviços”, da ABES (Associação Brasileira das Empresas de Software) com IDC, divulgada durante o jantar de posse da nova diretoria executiva da associação, ocorrido no dia 1º de abril, em São Paulo. O documento, que utiliza dados do IDC referentes ao último ano, mostra que os investimentos em TI (software, hardware e serviços) no Brasil superaram as expectativas para 2018, chegando a US$47 bilhões, um crescimento de 9,8% em relação a 2017, mais que o dobro da previsão para o ano, que foi de 4,1%.

Desse valor, US$23,9 bilhões (51,3%) são referentes a investimentos em hardware, US$12,2 bilhões (26,2%) a serviços e US$10,5 bilhões (22,5%) a software. “Com um crescimento de 9,8%, o Brasil superou a média mundial de investimentos em TI em 2018, que foi de 6,7%. Esses dados mostram que uma tímida recuperação da Economia observada em 2018, aliada a expectativa de uma recuperação mais vigorosa à partir de 2019, trouxeram uma retomada dos investimentos em tecnologia que superaram a expectativa, comprovando a importância do Setor para que as empresas possam buscar mais produtividade, eficiência e competitividade”, comenta Jorge Sukarie, vice-presidente do Conselho da ABES, que apresentou o estudo durante o jantar que empossou Rodolfo Fücher, sócio fundador da FEMP Participações, como o novo Presidente da ABES e Paulo Milliet Roque, Diretor da Autoridade Certificadora Digiforte, como o vice-Presidente da entidade.

Na ocasião, também foram empossados os novos membros da diretoria executiva para os próximos três anos: Vanda Scartezini, sócia-sênior da Polo Consultores Associados, Presidente da DNS Women Institute e Presidente do Conselho da Fundação Sitec; Fábio Rua, diretor de Assuntos Governamentais e Regulatórios da IBM América Latina; e Lauro de Lauro, Cloud Guru Sênior na Sky.One Cloud Solutions.

Mercado mundial de TI

Os números preliminares do estudo, que deve ser publicado na íntegra no segundo semestre de 2019, indicam que a somatória dos investimentos em TI, em 2018, entre os países analisados, chegou a US$2,23 trilhões, um valor 6,7% maior que o ano anterior. Os Estados Unidos lideram o ranking mundial com US$ 822 bilhões, seguidos por China e Japão com US$250 bilhões e US$140 bilhões, respectivamente.

Na América Latina, o Brasil se manteve em primeiro lugar no ranking regional, responsável por 42,8% dos investimentos em TI, mais que o dobro registrado pelo México (20%), que ficou em segundo lugar, seguido por Argentina (7,5%) e Colômbia (7,1%). A região investiu US$108,8 bilhões no mercado de TI em 2018, representando quase 11% do total mundial.

Em relação ao investimento em TIC, que inclui TI e Telecom, o Brasil desceu uma posição, ficando em 7º lugar no ranking mundial, com US$ 97 bilhões investidos, seguindo uma tendência de ligeira retração dos últimos anos desse setor, muito relacionada à transição de voz para dados dos consumidores. Neste quesito, o Brasil ficou ainda à frente da Índia (US$86 bilhões) e logo depois da França (US$109 bilhões).

Previsões para o Mercado Brasileiro de TI em 2019

Entre algumas tendências apontadas no estudo, as soluções de próxima geração para segurança de informação figuram como uma área que deve atingir US$ 671 milhões, em 2019, crescendo 2,5 vezes mais rápido que as soluções tradicionais. Em relação ao uso da Inteligência Artificial (IA), o estudo indica que, no Brasil, 15,3% das médias e grandes empresas têm essa tecnologia entre as principais iniciativas e espera-se que isso dobre nos próximos quatro anos.

Já o Big Data e Analytics devem avançar em 2019, alcançando US$ 4,2 bilhões. O mercado de Cloud Pública no Brasil chegará a US$ 2,3 bilhões em 2019. O ecossistema de IoT deve movimentar US$ 9 bilhões em 2019, e crescer acima de 20% ano contra ano até 2022. O mercado de devices representará 38% de todo o investimento em TI no Brasil (cerca de US$ 24,5 bilhões), com a venda de dispositivos de maior valor.

A expectativa de crescimento para os investimentos em TI no Brasil para 2019 é de 10,5%, ainda impulsionada pela venda de devices, contra uma expectativa de crescimento médio mundial de 4,9%. É o Brasil voltando a crescer o dobro da média mundial, como ocorria até 2013. Para TIC espera-se um crescimento mais moderado, da ordem de 4,9%.

“O crescimento de 9.8% do setor comparado com o do PIB de 1.1 % demonstra um movimento crescente das empresas e governo no Brasil, em absorver tecnologia de forma significativa, certamente motivados pelos benefícios de redução de custos e da melhora na produtividade, fatores essenciais para enfrentar um mercado cada vez mais competitivo. Neste sentido, o principal objetivo da ABES é assegurar um ambiente atrativo para investimentos e inovador. Acredito que a tecnologia da informação além de ajudar no desempenho dos negócios, tem um papel fundamental para tornar o Brasil menos desigual”, conclui Rodolfo Fücher, Presidente da ABES.

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Blockchain e as diversas áreas de aplicação

Por Paulo Asterio, CTO e co-founder da Rebel

O blockchain, uma das tendências do momento, ainda gera dúvidas com relação ao seu uso. Uma parte das pessoas ainda acha que a tecnologia é usada apenas para meios de pagamentos, mas, embora uma rede blockchain sempre tenha uma criptomoeda ou um token envolvido, ela pode ser utilizada em diversas áreas.

Atualmente, existem redes blockchain sendo utilizadas para as mais diversas finalidades, tais como contratos inteligentes, comercialização de ativos, votos eletrônicos, previsões descentralizadas, segurança computacional e muito mais. Uma das principais vantagens da utilização dessas redes é a possibilidade de prescindir de uma entidade centralizadora para validar transações e a imutabilidade dos registros confirmados através de processos de mineração.

Dessa forma, apresenta uma série de benefícios para as empresas, como por exemplo a redução de custos das transações, sejam elas quais forem. Além disso, é uma eliminação de fronteiras, afinal, toda a comunicação é feita por meio da internet e qualquer indivíduo pode ser tanto um validador de transações, quanto transacionar de fato.

Outro ponto que merece atenção é a segurança oferecida pela imutabilidade do passado, ou seja, uma vez que determinada informação é inserida na cadeia de registros, a chance de que um indivíduo consiga alterá-la é mínima.

Como toda novidade tecnológica, o assunto gera muita curiosidade e grandes expectativas. Acredito que como tecnologia ainda existem alguns desafios a serem superados, mas sem dúvidas teremos cada vez mais processos utilizando e se beneficiando de redes blockchain. A reflexão de quais segmentos poderão utilizar essas redes no futuro é similar ao questionamento na década de 1980 sobre quais setores utilizariam mensagens eletrônicas, ou seja, não é trivial dizermos se determinada rede blockchain, seja ela bitcoin, ethereum, monero, tron, cardano, neo etc, vai prosperar ou não, mas a tecnologia em si estará presente nos mais diversos segmentos.

*Paulo Astério é desenvolvedor de software desde os 14 anos, tem mais de 20 anos de experiência profissional na área e, atualmente, é CTO e co-fundador da Rebel, plataforma online de empréstimos pessoais

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ABB e Ericsson unem forças para acelerar automação sem fio para fábricas flexíveis

A ABB e a Ericsson reforçaram seu compromisso de acelerar o ecossistema industrial para automação flexível sem fio, o que possibilitará melhores serviços conectados, IoT industrial e tecnologias de inteligência artificial no futuro.

Os parceiros assinaram um Memorando de Entendimento na Hannover Messe 2019, estabelecendo sua visão conjunta para futura produção flexível com automação e comunicação sem fio. A colaboração vem durante a era da Indústria 4.0 e a conectividade 5G, que permitem às empresas aumentar a produtividade, com a ajuda da automação e digitalização.

O MdE confirma o acordo dos parceiros para continuar sua forte colaboração em pesquisa, explorar melhorias nos processos de fabricação e automação e descobrir novas oportunidades de negócios para o ecossistema industrial.

“Estamos muito animados para ampliar nossa parceria com a Ericsson, à medida que o mundo se aproxima da era da tecnologia 5G”, disse o CEO da ABB, Ulrich Spiesshofer. “A liderança da ABB em indústrias digitais, combinada com o trabalho pioneiro da Ericsson em conectividade, abrirá novas oportunidades para os clientes aumentarem a produtividade e a competitividade digitalizando seus negócios”.

“A Ericsson e a ABB já têm uma forte colaboração na pesquisa de tecnologias 5G e Industrial IoT”, disse Börje Ekholm, presidente e CEO da Ericsson. “Com este MdE, fortalecemos nossa parceria para acelerar o ecossistema industrial e aproveitar todo o potencial da automação flexível, abrindo novas oportunidades de negócios, combinando o 5G e Indústria 4.0”, completa Ekholm.

Os dois parceiros já estão monitorando rapidamente a introdução de uma nova geração de tecnologias inteligentes de fábrica, com a Ericsson implantando um sistema de automação inteligente em suas fábricas em Tallinn, Estônia. A ABB forneceu uma solução de célula robótica flexível totalmente automatizada que monta rádios 5G para a Ericsson.

Na Hannover Messe 2019, a ABB e a Ericsson exibem suas tecnologias mais recentes e inovadoras e mostram como estão capacitando a “fábrica do futuro” com a mais recente tecnologia de robótica flexível, tecnologias sem fio, 5G, IoT industrial e controle de movimento.

Saiba mais sobre a participação da ABB na Hannover Messe: http://new.abb.com/news/detail/18282/abb-showcases-pioneering-technologies-in-digital-industries-at-hannover-messe/

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Cognizant oferece solução para gestão de facilities

A Cognizant, uma das empresas líderes mundiais em tecnologia e negócios, oferece solução para gestão de facilites com o objetivo de ajudar empresas a gerenciar seus recursos, passando pela eficiência energética, segurança, continuidade operacional, compliance, gestão de ativos e infraestrutura na busca pela redução de custos e desperdícios. Desenvolvido pela própria companhia, o 1Facility é uma plataforma inteligente que coleta dados de diferentes sistemas e sensores e os converte em insights valiosos para os clientes.

“De maneira geral, as empresas têm dificuldades de lidar com custos e riscos operacionais, com diversos sistemas, falta de visão integrada dos ativos e infraestrutura, manutenção reativa e baixo uso de analytics”, comenta Bruno Chimentão, diretor associado de Varejo, Bens de Consumo e Hospitalidade da Cognizant. “O 1Facility é uma plataforma que centraliza e integra dados de todos esses sistemas independentes e fornece insights analíticos e em tempo real personalizados para os stakeholders de Facilities.”

Entre os principais benefícios da adoção da plataforma estão a simplificação na integração dos sistemas; atuação de forma proativa e remota nos serviços de campo; monitoramento, gerenciamento e redução dos riscos associados a Facilities; geração de insights através de analytics; otimização dos custos de manutenção e visão única de todos os aspectos de Facilities. Clientes do 1Facility são bancos, varejistas, indústrias farmacêuticas e seguradoras, entre outros.

No setor alimentício, por exemplo, um cliente da Cognizant necessitava de uma solução que pudesse interagir diretamente com seus equipamentos de refrigeração. “A solução implementada pela Cognizant resultou em uma redução de 10% no desperdício de alimentos e US$ 18 milhões de redução de custos operacionais. Por isso acreditamos que, uma vez instalada e integrada, a plataforma 1Facility gera um resultado muito positivo para empresas.” Explica Chimentão.

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Oi leva 31 startups para etapa final do processo seletivo para programa de aceleração do Oito

A Oi levou 31 startups para a etapa final do processo seletivo do segundo ciclo de aceleração do Oito, o hub de empreendedorismo e inovação da companhia. No pitching, que aconteceu esta semana no teatro do Oito, no Rio de Janeiro, cada empresa teve 20 minutos para apresentar suas propostas e responder perguntas da banca, composta por executivos de diferentes diretorias da Oi. O número de selecionadas será definido de acordo com a adequação das propostas aos desafios definidos no edital, elaborados com a contribuição de diferentes áreas da companhia.

O edital recebeu 204 inscrições de startups todas as regiões do Brasil e de outros quatro países (Canadá, Estados Unidos, Israel e Portugal). O Oito busca contribuir para o desenvolvimento de produtos e serviços de base tecnológica com capacidade de melhorar a experiência do cliente, aumentar a eficiência operacional da Oi ou de gerar novas oportunidades de negócios para a companhia ou seus parceiros.

“Nesse segundo ciclo de aceleração do Oito, buscamos projetos mais maduros, que já estejam prontos para aproveitar as alavancas de negócio da Oi, e recebemos muitas propostas com grande potencial de crescimento”, afirma Pedro Abreu, diretor do Oito.

Os desafios que deverão ser atendidos pelas startups foram divididos em quatro categorias: operacionais, financeiros, negócios e open telecom. A categoria que recebeu o maior volume de inscrições e teve o maior número de startups selecionadas para a etapa final foi a de negócios, cujos desafios foram elaborados pela diretoria de negócios B2B da Oi.

“O pitching é uma oportunidade de conhecermos melhor essas startups e avaliarmos se há de fato sinergia com o nosso negócio para desenvolvermos soluções inovadoras, seja para uso da companhia, seja para incluirmos no nosso portfólio e atendermos as novas demandas dos clientes”, afirma Adriana Viali, diretora de B2B da Oi.

Além da aderência aos desafios, os critérios de seleção serão a maturidade da solução e da empresa, a sua viabilidade técnica e econômica, a consistência entre o modelo de negócio e a estratégia de entrada no mercado, o grau de inovação e competitividade da solução, e a qualificação da equipe proponente.

“A aproximação com as startups oxigena a companhia e traz agilidade no desenvolvimento de soluções digitais inovadoras para as empresas que avançam no seu processo de transformação digital”, comenta Ricardo Drumond, diretor de Digital da Oi.

As startups selecionadas terão acesso a mentorias, apoio nas áreas gerencial, jurídica, financeira e de comunicação, e acesso facilitado a produtos e serviços de empresas parceiras, como IBM e Amazon Web Services. As incubadas também terão à disposição até três posições de trabalho no espaço de coworking do Oito e poderão receber novas receitas decorrentes da sinergia com a Oi e, eventualmente, investimento para desenvolvimento de adequações da solução. As condições e valores serão acordados entre as partes, incluindo a participação do Oito no seu capital social.

Conheça abaixo os desafios apresentados pela Oi e saiba quantas startups se classificaram para a etapa final em cada um deles.

– Desafios Operacionais

Gestão de Home Devices: 1
Ensino à Distância Gamificado: 2
Plataforma de Relacionamento: 2
People Analytics: 1
Gestão de Energia: 1

– Desafios de Negócios

Video Analytics: 3
Multicloud Management: 1
Marketing Digital + Gestão de Campanhas: 2
Marketplace: 4
IoT Low Cost + SaaS: 6
Experiência de Cliente (UX) em Loja: 4

– Desafios Financeiros

Cobrança Alternativa: 1
Alternativas de Arrecadação: 2

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Como e por que migrar para a nuvem?

Por Fernando Nunes, arquiteto de soluções da Claranet Brasil

Uma migração para a nuvem não precisa acontecer do dia para a noite. É preciso pensar cada detalhe do seu ambiente físico e aplicações, e como eles irão se comportar depois de migrados. Muitas empresas se deparam com a necessidade de expandir seu parque de TI e esbarram na limitação do data center que só é escalonável até certo ponto, exigindo maior tempo de trabalho extra, interrupção de serviços e falhas que deixam o ambiente inoperante. É aí que entra a nuvem!

Para um time de projetos, a decisão sobre um provedor de nuvem envolve questões sobre onde haverá maior escala, serviços disponíveis por região e recursos que se tornam infinitos. Mas o que isso gera além da redução de custo se comparado com o ambiente on-premise? Mais segurança, infraestrutura durável, gerenciamento de dados, crescimento do seu negócio e lucros a partir de novos clientes que verão que sua plataforma/sistema é confiável e está sempre disponível independentemente do tamanho de sua corporação.

Falhas são inevitáveis em qualquer sistema, tanto on-premise ou na nuvem, mas neste último ambiente, ao criar os serviços com redundância, realizar testes de falhas em conjunto de servidores/aplicações, torna-se possível mapear se a sua migração foi bem-sucedida. É importante lembrar que a redução de custos nem sempre é o principal fator para migrar para nuvem, mas sim a forma que se pode usar a elasticidade de servidores ou substituir um conjunto de servidores que rodam rotinas pontuais por serviços que têm uma performance muito mais rápida.

Neste processo de migração, apenas “jogar” tudo o que você tem na nuvem com o intuito de solucionar todos os problemas não é exatamente uma opção correta. É necessário estabelecer passos de evolução do seu ambiente para que ele se torne independente, a fim de que somente o seu time de DevOps tenha atividades diárias para atuar nos deploys e também para que os testes ponham em prática a correção de problemas sem parar o ambiente produtivo – o que também é chamado de entrega contínua “CI/CD”.

Para migrar de forma segura, é necessário buscar um parceiro de nuvem com know-how a fim de incorporar recursos no projeto de migração e assim usar todos os benefícios que tem a disposição. E o desafio pode ser orquestrado nas cinco etapas, descritas abaixo.

avaliação: antes de migrar qualquer servidor, seja ele produtivo ou de homologação, você precisa fazer um levantamento ou inventário de toda a sua tecnologia atual;

piloto: nesta fase, podemos eleger alguns ambientes que podem ser do mais crítico ou menos impactante e migrá-lo para nuvem a fim de analisar como se comportam, realizando uma rodada de testes com usuários que não impactem a produção;

migração de dados: durante um planejamento, muito se questiona sobre o que levar primeiro para a nuvem. O mais assertivo é levar, em primeiro lugar, todos os dados, por se tratar de um volume alto de informações. Levando os dados primeiro, nós podemos medir a performance real e toda e qualquer aplicação estará já conectada com o provedor de nuvem;

migração de aplicações: esta é a fase mais delicada do projeto, pois é neste ponto que começam a ser tomadas as decisões sobre o que levar, o que pode parar nesse primeiro momento, janela de manutenção e etc. A melhor forma de fazer esta movimentação é usar o método “lift and shift”, que consiste em mover um aplicativo ou operação de um ambiente para outro – sem recriar o aplicativo;

otimização: depois de migrado o ambiente e com tudo funcionando na nuvem, vem o trabalho onde todos os ajustes podem ser iniciados, como os de infraestrutura baseado no consumo, de conversão de servidores em serviços providos pela nuvem, entre outros., arquiteto de soluções da Claranet Brasil

Uma migração para a nuvem não precisa acontecer do dia para a noite. É preciso pensar cada detalhe do seu ambiente físico e aplicações, e como eles irão se comportar depois de migrados. Muitas empresas se deparam com a necessidade de expandir seu parque de TI e esbarram na limitação do data center que só é escalonável até certo ponto, exigindo maior tempo de trabalho extra, interrupção de serviços e falhas que deixam o ambiente inoperante. É aí que entra a nuvem!

Para um time de projetos, a decisão sobre um provedor de nuvem envolve questões sobre onde haverá maior escala, serviços disponíveis por região e recursos que se tornam infinitos. Mas o que isso gera além da redução de custo se comparado com o ambiente on-premise? Mais segurança, infraestrutura durável, gerenciamento de dados, crescimento do seu negócio e lucros a partir de novos clientes que verão que sua plataforma/sistema é confiável e está sempre disponível independentemente do tamanho de sua corporação.

Falhas são inevitáveis em qualquer sistema, tanto on-premise ou na nuvem, mas neste último ambiente, ao criar os serviços com redundância, realizar testes de falhas em conjunto de servidores/aplicações, torna-se possível mapear se a sua migração foi bem-sucedida. É importante lembrar que a redução de custos nem sempre é o principal fator para migrar para nuvem, mas sim a forma que se pode usar a elasticidade de servidores ou substituir um conjunto de servidores que rodam rotinas pontuais por serviços que têm uma performance muito mais rápida.

Neste processo de migração, apenas “jogar” tudo o que você tem na nuvem com o intuito de solucionar todos os problemas não é exatamente uma opção correta. É necessário estabelecer passos de evolução do seu ambiente para que ele se torne independente, a fim de que somente o seu time de DevOps tenha atividades diárias para atuar nos deploys e também para que os testes ponham em prática a correção de problemas sem parar o ambiente produtivo – o que também é chamado de entrega contínua “CI/CD”.

Para migrar de forma segura, é necessário buscar um parceiro de nuvem com know-how a fim de incorporar recursos no projeto de migração e assim usar todos os benefícios que tem a disposição. E o desafio pode ser orquestrado nas cinco etapas, descritas abaixo.

– avaliação: antes de migrar qualquer servidor, seja ele produtivo ou de homologação, você precisa fazer um levantamento ou inventário de toda a sua tecnologia atual;

– piloto: nesta fase, podemos eleger alguns ambientes que podem ser do mais crítico ou menos impactante e migrá-lo para nuvem a fim de analisar como se comportam, realizando uma rodada de testes com usuários que não impactem a produção;

– migração de dados: durante um planejamento, muito se questiona sobre o que levar primeiro para a nuvem. O mais assertivo é levar, em primeiro lugar, todos os dados, por se tratar de um volume alto de informações. Levando os dados primeiro, nós podemos medir a performance real e toda e qualquer aplicação estará já conectada com o provedor de nuvem;

– migração de aplicações: esta é a fase mais delicada do projeto, pois é neste ponto que começam a ser tomadas as decisões sobre o que levar, o que pode parar nesse primeiro momento, janela de manutenção e etc. A melhor forma de fazer esta movimentação é usar o método “lift and shift”, que consiste em mover um aplicativo ou operação de um ambiente para outro – sem recriar o aplicativo;

– otimização: depois de migrado o ambiente e com tudo funcionando na nuvem, vem o trabalho onde todos os ajustes podem ser iniciados, como os de infraestrutura baseado no consumo, de conversão de servidores em serviços providos pela nuvem, entre outros.

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Unisys anuncia 2ª edição de Hackathon em parceria com o Instituto Mauá de Tecnologia

Com o tema “Making Smart Cities Safer”, estão abertas as inscrições para a segunda edição do Hackathon da Unisys, em parceria com o Instituto Mauá de Tecnologia. A edição 2019 do evento acontece em 23 de maio, durante a Semana Mauá de Inovação, Liderança e Empreendedorismo (SMILE), na unidade do Instituto Mauá de Tecnologia em São Caetano do Sul (Grande São Paulo). O evento promete atrair mais de uma centena de participantes e abordará a segurança digital das cidades inteligentes.

Os interessados podem inscrever-se para a maratona tecnológica em equipes de três a cinco membros, pelo site do evento http://hackathonunisys.com.br, até 30 de abril. As premiações totalizam R$ 6 mil reais, dos quais R$ 3 mil são para o primeiro colocado, R$ 2 mil para o segundo e R$ 1 mil para o terceiro. O primeiro colocado também terá a chance de apresentar o projeto vencedor ao board de executivos da Unisys e receberá mentoria da empresa nas áreas de cibersegurança e negócios por três meses.

“O principal objetivo de nosso Hackathon, em parceria com a Mauá, é fomentar inovações na área de segurança digital dos centros urbanos. A tecnologia tem desempenhado uma função cada vez mais importante para os cidadãos e governos, ajudando a solucionar os desafios da transformação digital, e a segurança cibernética tem papel fundamental nesse processo. O Hackathon é uma maneira de incentivarmos o surgimento de boas e novas ideias, que impactarão positivamente a vida das pessoas”, afirma Leonardo Carissimi, diretor de soluções de segurança da Unisys para a América Latina.

Para o professor Everson Denis, gestor dos Hackathons na SMILE, as maratonas tecnológicas são importantes, porque proporcionam troca de experiências entre os alunos e o público externo, ajudam a reforçar a integração das áreas de atuação da Mauá (Administração, Design e Engenharia) e estreitam o relacionamento com empresas e profissionais que atuam no mercado.

“Os participantes poderão ampliar seus conhecimentos, desenvolver a criatividade, trabalhar em equipe, tomar decisões, definir ações estratégicas, fazer networking, estimular o empreendedorismo, participar de um projeto real e colaborativo, além de deixar um legado para a sociedade”, afirma o professor Everson.

A competição é aberta a participantes de todo o Brasil com idade igual ou superior a 16 anos. É recomendável que os times sejam formados por integrantes com habilidades em áreas diferentes e complementares (como Engenharia, Tecnologia, Comunicação, Administração, Marketing, Design etc.) para as equipes reunirem tanto conhecimento técnico, quanto soft skills, a fim de estruturarem o projeto que será avaliado pela comissão julgadora, formada não apenas por executivos da Unisys e professores da Mauá, mas também por clientes e parceiros.

Na seleção dos candidatos, a equipe de jurados avaliará informações técnicas, inovação dos projetos, cumprimento dos prazos e habilidade das equipes, a partir do documento fornecido para avaliação antes da competição e durante as atividades desenvolvidas no dia da maratona. O anúncio dos participantes selecionados para a competição será feito no dia 10 de maio no site oficial do evento (http://hackathonunisys.com.br).

Ao se inscreverem, os candidatos terão de optar por um dos quatro temas-chave, no qual se basearão para desenvolver seus projetos. São eles:

1. Smart Networks – exercício utilizando a plataforma Stealth* da Unisys, para projetar soluções de proteção para um ambiente público conectado por redes inteligentes e/ou que contenham dispositivos IoT, para conter e isolar a ameaça e permitir a continuidade dos negócios;

2. Zero Trust – exercício para idealizar solução de gerenciamento de vulnerabilidades que possa alertar cidadãos, empresas e autoridades competentes sobre níveis de riscos e/ou ameaças proeminentes e, assim, contribuir para infraestruturas mais resilientes;

3. Safer Traffic – proposta que utilize dados públicos (estruturados e não estruturados) para fornecer informações e/ou análises que possibilitem o deslocamento mais fluido e seguro de pessoas em áreas urbanas;

4. Better Place – criação de uma solução que corrija ou aperfeiçoe um processo, serviço ou estrutura identificada no campus da Mauá, tendo como prioridade o tratamento da segurança lógica e física.

*Participantes que optarem pelo tema número 1 terão acesso a um treinamento disponibilizado gratuitamente pela Unisys sobre a plataforma Stealth™.

Hackathon Unisys e Mauá

Tema: “Making Smart Cities Safer”

Data: 23 de maio de 2019

Local: Instituto Mauá de Tecnologia – São Caetano do Sul (Praça Mauá, 1 – São Caetano do Sul – SP – Brasil)

Horário: 7h30 às 19h

Inscrições e informações: http://hackathonunisys.com.br

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Santander abre inscrições para a terceira edição do seu programa de aceleração de startups

O Santander Brasil abre hoje as inscrições para o Radar – Programa de Aceleração, que apoia empreendedores que buscam crescimento acelerado e desafiam o mercado financeiro com soluções inovadoras. O programa, que é realizado em parceria com a Endeavor, entra na terceira edição com uma série de mudanças.

As inscrições podem ser feitas no portal https://www.santander.com.br/hotsite/radar/ até o dia 05 de maio e são gratuitas. O Radar – Programa de Aceleração busca startups com perfil de scale-ups, com um moldeo de negócio escalável, um sólido portfólio de clientes, com vendas recorrentes e com dedicação integral dos seus sócios-fundadores.

Nesta edição, procuram-se soluções inovadoras em análise de dados, canais de relacionamento; eficiência em custos; e serviços para pequenas e médias empresas (PMEs). O programa também aceita inscrições de negócios que já tenham recebido aportes financeiros em nível Seed, Series A ou posteriores.

Durante cada período de aceleração serão oferecidos um diagnóstico do negócio (análise do estágio de maturidade dos principais desafios para o crescimento); capacitações individuais e coletivas com executivos do Santander e da Endeavor, além de uma rede de networking e conexões para geração de potenciais negócios.

Mais startups e dois batches por ano

O Radar – Programa de Aceleração terá algumas alterações a partir de 2019. Serão dois ciclos completos de seleção e aceleração (batches) por ano, e não apenas um. Outra mudança é a quantidade de startups que vão participar de cada batch: antes eram selecionadas cinco scale-ups e, agora, podem chegar a 10.

“Mais do que simplesmente entender essa nova dinâmica do mercado financeiro, temos que aprender com as startups. A ampliação desse relacionamento dissemina a cultura da inovação e gera novas oportunidades de negócios para todas as áreas de atuação do Santander. Queremos ser o banco dos empreendedores e o Radar Programa de Aceleração é mais um reforço do nosso posicionamento nesse ecossistema”, afirma Cássio Schmitt, diretor de Novos Negócios do Santander Brasil.

No primeiro batch do ano, as inscrições vão até o dia 05 de maio. No dia 08 de maio, os 18 finalistas que disputarão as vagas para as mentorias serão divulgados. Antes da etapa final, as scale-ups terão uma imersão com os mentores (sponsors) e uma apresentação (Pitch Day) para o Comitê Executivo do Santander Brasil e representantes da Endeavor. No dia 03 de junho, serão anunciadas as scale-ups selecionadas para participar da aceleração, que será realizada de 10 de junho a 13 de setembro.

Em setembro está prevista a abertura das inscrições para o segundo batch e, em dezembro, um Demo Day com a apresentação dos resultados dos dois batches de 2019.

“A terceira edição do Radar – Programa de Aceleração vem para consolidá-lo como uma das principais referências do mercado em scale-ups e desenvolvimento de negócios com grandes corporações, no caso o Santander Brasil. O engajamento empreendedor-empresa é uma das principais formas de inovação aberta para corporações e o Radar – Programa de Aceleração comprova isso pelos resultados de suas edições passadas, nas quais 80% das empresas aceleradas fizeram negócios com o Banco”, ressalta Luis Felipe Franco, head de Corporate Innovation na Endeavor Brasil.

Edições anteriores

Em 2017, estreia do Radar Santander, participaram da mentorias as scale-ups Pipefy, de gestão de processos e workflows para ganho de eficiência; Tempest, de solução de cyber segurança e combate a fraudes digitais; IDwall, de serviços de validação de documentos, verificação de identidade e background check; Moneto, de solução por aplicativo de recebimento, controle e cobrança para microempresário; e Docway, de base de médicos e pacientes para atendimento domiciliar.

No ano passado, receberam mentorias as scale-ups Aquarela, de plataforma de Data Analytics para predição de cenários; Arquivei, de gerenciamento e armazenamento automático de notas fiscais de forma automática; Escale, de marketing digital para aumento de performance em vendas; Sensedia, plataforma para design, segurança e gerenciamento de APIs; e Skore, de capacitação e gestão do conhecimento.

Somadas as duas edições anteriores, o programa recebeu mais de 500 inscrições e mais de 1 milhão de pessoas foram sensibilizadas via redes sociais.

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EMBRAPII leva empresas a Israel para buscar parceria em projetos de inovação

Israel será o próximo país visitado pela Presidência da República e a EMBRAPII (Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial) participará da missão oficial, estreitando relações entre os países para cooperações e parcerias nas áreas de ciência e tecnologia. A visita será realizada entre os dias 31 de março e 4 de abril.

O trabalho da EMBRAPII em Israel será feito em conjunto com a Apex (Agência de Promoção de Exportações). O objetivo é colocar empresários brasileiros em contato com empresas e startups israelenses para debater projetos de inovação conjuntamente, apresentar os centros de pesquisas e o ecossistema de Israel.

A iniciativa ocorre dentro do âmbito do acordo de cooperação entre EMBRAPII e a Autoridade de Inovação de Israel (IIA), que destinou 10 milhões de dólares a projetos inovadores realizados com empresas sediadas nos dois países. Além das empresas brasileiras, estarão presentes na delegação representantes de Unidades EMBRAPII (UE) onde os projetos serão desenvolvidos.

O acordo abriu chamada pública para propostas de projetos de inovação de novas tecnologias nas áreas de energia, IoT (Internet das Coisas), agricultura e ciências da vida, feitas, por ao menos, uma empresa de cada país. A viagem será uma importante oportunidade para que as conversas avancem e os contratos sejam assinados. Os empresários brasileiros irão arcar com os próprios custos da viagem.

“O encontro vai permitir que os empresários brasileiros possam interagir com os israelenses de forma a trocarem conhecimento e desenharem modelos de parceria. O acordo EMBRAPII – IIA é uma forma de investir na internacionalização das empresas brasileiras. Desnecessário mencionar a importância dessa colaboração científico-tecnológica dada a reconhecida qualificação do ecossistema israelense para a geração de inovações disruptivas, propiciando oportunidades relevantes às nossas UEs para compor parcerias com empresas brasileiras e israelenses que resultam em mútua alavancagem da competitividade industrial”, destaca Jorge Guimarães, diretor-presidente da EMBRAPII.

Israel é o país com maior concentração de empregados em P&D – 140 a cada 10 mil habitantes – e também o com a maior concentração de empregados em alta tecnologia – 1 a cada 10 trabalhadores atua com tecnologia de ponta. Também respondem pelo maior índice per capita de startups do mundo: uma a cada 400 pessoas. Com tanta inovação, o país, que conta com 350 centros de pesquisa e desenvolvimento de multinacionais, atraiu a atenção de grandes empresas estrangeiras.

Além da parceria com Israel, a EMBRAPII mantém acordos com os Institutos Fraunhofer, na Alemanha, para promover a capacitação de pesquisadores e profissionais em gestão e a troca de dados científicos, e também com a Innovate UK, agência de inovação no Reino Unido para projetos de desenvolvimento de tecnologias para smart cities e ambientes urbanos sustentáveis.

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Gigante brasileira de tecnologia investe em HRTech de vídeo recrutamento

A Jobecam, plataforma de empregos que busca otimizar os processos de recrutamento e seleção, por meio da ferramenta de vídeo e uso de algoritmos inteligentes, acaba de receber aporte financeiro da BRQ Digital Solutions. A empresa, uma das gigantes da área de tecnologia no país, trabalha há 26 anos apaixonada por transformar negócios no setor.

Antes do investimento e da parceria, a marca é cliente da startup. A instituição faz uso da plataforma de vídeo e oferece vagas desde tecnologia a backoffice.

Para Cammila Yochabell, fundadora e CEO da Jobecam, a atuação da BRQ vai além do investimento financeiro. A executiva destaca que o modo de atuação da nova parceira na transformação digital das empresas, unindo a paixão em transformar negócios, está alinhado com as crenças da Jobecam, que, segundo ela, vem alterando positivamente os processos de recrutamento nas organizações.

“A BRQ por meio do BRQ Labs já vem atuando em decisões estratégicas junto ao board da Jobecam, com o foco de melhorias contínuas na tecnologia para que a plataforma escale de forma sustentável e segura, principalmente por já ser reconhecida como a melhor plataforma de vídeo recrutamento do mercado brasileiro”, afirma a empresária.

Já para BRQ, uma das principais razões para o investimento é acreditar em um recrutamento mais assertivo e ágil. “Vimos na Jobecam uma oportunidade de aprimorar o recrutamento do século 21 e conectar de forma eficiente candidatos e contratantes”, destaca Antonio Pimentel, sócio diretor da empresa.

Além do novo aporte, a Jobecam acaba de ser selecionada para o programa de aceleração do Facebook com a Artemísia, na Estação Hack, primeiro centro para inovação criado pela rede social americana no mundo para impulsionar startups de impacto social.

“Parcerias como estas espelham o crescimento da Jobecam no mercado, onde tem se consolidado como referência e sustentado a ideia de um recrutamento mais humanizado dentro das corporações”, analisa Cammila Yochabell.

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Henrique Luz é o novo presidente do conselho de administração do IBGC

Henrique Luz é o novo presidente do conselho de administração do Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC). Conforme prevê o estatuto social, a escolha foi feita entre os próprios integrantes do conselho de administração, durante reunião do colegiado realizada na tarde de quinta-feira (28). O executivo substitui Ricardo Setubal, cujo mandato como conselheiro e presidente do conselho de administração se encerrou na mesma data.

Formado em economia e ciências contábeis e com cursos em Harvard, Darden e Singularity University, Henrique Luz possui vasta experiência como líder de empresas de auditoria. Atuou por 43 anos na PwC, dos quais 32 como sócio e 24 como vice-presidente e membro do Comitê Executivo de Liderança no Brasil. No IBGC, integra o conselho de administração desde março de 2017. É membro do Instituto dos Auditores Independentes do Brasil (Ibracon) e conselheiro de entidades como MAM-SP, MAM-Rio, Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil e Fundação Dorina Nowill para Cegos, nesta última ocupando o posto de vice-presidente do conselho. Henrique Luz também é ex-presidente do conselho de administração do Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças de São Paulo (Ibef-SP) e da Associação Nacional de Executivos de Finanças (Anefac).

Também chegaram ao fim os mandatos dos conselheiros Richard Blachet e Isabella Saboya – que a pedido próprio encontrava-se afastada de suas funções no IBGC desde janeiro. Para os três assentos, os associados ao instituto elegeram, em assembleia geral ordinária, os seguintes profissionais:

Iêda Aparecida Patrício Novais é conselheira de administração, conselheira consultiva e coordenadora do comitê de auditoria em organizações privadas, estatais, de economia mista e do terceiro setor. Formada em comunicações (USP) e com diversos cursos em negócios (FGV), é membro do Colegiado Independente Recursal (CIR) do Instituto.

Leonardo Wengrover tem histórico de nove anos de participação nas atividades do IBGC. Engenheiro, com formação internacional voltada a inovação e tecnologia, assumiu a coordenação geral do Capítulo Sul em 2015, expandindo a atuação regional que é uma das prioridades do Instituto. Possui grande experiência em empresas familiares e organizações com e sem fins lucrativos.

Carlos Eduardo Brandão tem participação em Conselhos de Administração de empresas como a Cemig, CEG e Progen e atuação como executivo sênior nas áreas de gestão de pessoas e administração de crises. Formado em engenharia civil pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), é doutor em História e Filosofia da Ciência- HCTE-UFRJ, tem MBA Executivo em Finanças pelo IBMEC-RJ (1993) e Mestrado em Planejamento Energético na COPPEUFRJ (1989). Foi membro do Conselho de Administração do IBGC (2010 – 2014) e do Instituto Ethos (2013 – 2016).

Renovação

Todos os anos, o conselho de administração do IBGC, composto por nove pessoas, renova um terço de seus membros – cujo mandato é de três anos -, que são responsáveis pela eleição ou reeleição do presidente do conselho administrativo do instituto. Tal procedimento é feito no intuito de manter o conhecimento dentro do órgão de forma mais estável, além de promover a renovação constante dos membros.

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