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Abstartups e Google for Startups levam evento itinerante gratuito a Porto Alegre

Rio Grande do Sul, o atual segundo estado com mais startups no Brasil, de acordo com informações da Associação Brasileira de Startups (Abstartups), com atuais 949 startups em atividade, é o local escolhido para receber a próxima edição do StartupOn, evento itinerante da Abstartups em parceria com o Google for Startups, em 9 de maio.

A ser realizado na Oca Brasil Innovative Hub, na capital Porto Alegre, a iniciativa tem o objetivo de fortalecer e conectar as diversas comunidades fora do eixo das grandes capitais do Brasil, bem como continuar o trabalho de mapeamento dos atores do ecossistema de startup, que possui entre 10 e 15 mil startups.

Com duração de um dia e totalmente gratuito, a edição de Porto Alegre fará parte do “Cresça com o Google”, que começa em 7 de maio, oferecendo treinamentos gratuitos e ferramentas para capacitação de pessoas e empresas em habilidades digitais. O StartupOn fecha o último dia com palestras do Tito Gusmão, CEO da Warren; Mônica Hirayama, Community Manager do Nubank; Danilo Sciumbata do Oca Brasil e Pedro Oliveira, Fábrica do Futuro, case da Dobra, com co-Founder Guto Massena, além de painel com os aceleradores locais WOW, Ventiur, Winnova, Wow Acaleradora, Grow+, com mediação do Sebrae/RS; e mentorias com com a Abstartups, Google for Startups, Nubank e Dobra.

“Sabemos das dores que todos os empreendedores passam no dia a dia para conduzir seu negócio e elas vão desde a necessidade de obter conteúdo de qualidade até a interação com outros profissionais do mesmo nível para trocar experiências. Por isso, nosso principal objetivo é fazer uma imersão sobre o ecossistema, oferecer interação e acesso a informações relevantes”, conta Rafael Ribeiro, diretor executivo da Abstartups.

Cresça com o Google
Datas: 7 e 8 de maio
Local: Centro de Eventos FIERGS – Av. Assis Brasil, 8787 – Sarandi
Inscrições: http://events.withgoogle.com/google-em-poa/

StartupOn Porto Alegre (RS)
Data: 9 de maio
Local: OCA Brasil Innovative Hub – Rua Barão de Santo Ângelo, 479 – Moinhos de Vento/Porto Alegre (RS)
Informações e inscrições: http:// abstartups.com.br/startupon/porto-alegre/#startupon

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Epson anuncia Fábio Neves como o novo diretor-presidente da empresa no Brasil

A Epson, líder mundial em impressão, projeção e imagem digital, anunciou, nesta segunda-feira (29), a troca de sua liderança no Brasil. Fábio Neves, que ocupava o cargo de vice-presidente para América Latina da Videojet, empresa do grupo Danaher, assume como diretor-presidente no lugar de Fernando Stinchi, promovido a vice-presidente de Marketing da América Latina.

“Estou muito contente com o desafio de poder contribuir para uma nova fase de crescimento das operações da Epson no Brasil. Parabenizo o Fernando pelos excelentes resultados e pelas sólidas parcerias estratégicas construídas nos últimos quatro anos no País”, afirmou Neves.

Com MBA Executivo pela Fundação Dom Cabral e graduado em publicidade e propaganda pela Universidade da Amazônia (Unama), Fábio Neves foi vice-presidente executivo de Marketing, Vendas e Serviços da Xerox no Brasil e CEO da Pitney Bowes Semco no País. Na Videojet, iniciou sua trajetória em 2015 como general manager para o Brasil e, em 2018, foi promovido a vice-presidente da América Latina.

Fernando Stinchi, por sua vez, ocupava o cargo de diretor-presidente da Epson do Brasil desde maio de 2015. Agora, trocará a subsidiária da empresa em Barueri (SP) pela sede da companhia em Long Beach, Estados Unidos, fazendo parte da equipe da Epson Americas.

“Liderar a operação brasileira da Epson foi uma tarefa desafiadora e motivadora. Quando recebi o convite, em 2015, sabia que teria a missão de formar uma equipe de alta performance, além de fortalecer e consolidar as plataformas e os processos para sustentar o crescimento da companhia no longo prazo. Os resultados demonstram que realizamos um trabalho de excelência e, com esta experiência adquirida, acredito que possa contribuir para a expansão dos negócios da Epson na América Latina”, avalia Stinchi, que será responsável pela direção estratégica para todas as linhas de produtos para América Latina.

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Maior evento de Edtechs da América Latina acontece em maio no Brasil

“Transformando a educação” para criar um novo futuro. Esse é o lema da 6ª edição da Bett Educar 2019, maior evento de tecnologia em educação do mundo, que reúne 190 palestrantes nacionais e internacionais, além de 250 expositores e uma intensa programação de conteúdo entre os dias 14 e 17 de maio, no Transamerica Expo Center, em São Paulo.

Práticas que unem o que há de mais inovador para incentivar educadores e alunos são um dos principais pilares do evento, que propõe repensar as estratégias atuais de educação, revolucioná-las com ferramentas tecnológicas de alta eficiência, e transformar o ensino rumo a um caminho capaz de fazer a diferença.

Na ocasião, o chairman global da Bett, o brasileiro José Papa, anunciará, ainda, a criação de um Comitê Global de Educação, que reunirá as principais lideranças e stakeholders em educação de todo o mundo, inclusive do Brasil, com o objetivo de garantir uma única voz e sinergia no desenvolvimento de uma agenda global de educação.

“As principais referências em educação e tecnologia do mundo e do Brasil estarão reunidas nesse evento. Os caminhos possíveis para mudar o futuro das nossas crianças e jovens certamente serão encontrados nesse grande fórum, explica Papa.

A Bett é uma plataforma global de conexão entre diversos setores da educação e plataformas de tecnologia, sediada em Londres, com o objetivo de fomentar novidades e tendências que ajudem definir o futuro da educação. Em 2013, a Bett adquiriu a marca da feira Educar e desde então realiza a Bett Educar. Globalmente, são realizados diversos eventos de tecnologia e educação em 5 países, sendo o maior deles em Londres.

Em 2018, a Bett Brasil recebeu 22 mil visitantes e mais de 5 mil congressistas vindos de todo o Brasil e outros 18 países. A expectativa para este ano é reunir ainda mais gestores, educadores e visitantes qualificados.

O evento contará, ainda, com uma extensa grade de conteúdo – um congresso voltado a educadores para discussão de práticas no ensino e formação, e um Fórum de Gestores, focado em mantenedores, reitores e tomadores de decisões, abordará questões de caráter estratégico na educação brasileira, incluindo aspectos políticos, econômico-financeiros, marco regulatório, bem como a transformação digital das instituições

Inovação e tecnologia

Toda a programação da Bett Educar 2019, desde a grade de conteúdos e palestras até a o material trazido por expositores, é voltada para as mudanças que transformam a forma de ensinar e de absorver novos conhecimentos.

Recentemente, a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) divulgou o relatório “Measuring Innovation in Education 2019” (“Medindo a Inovação na Educação”, em tradução livre), que leva em conta novos serviços, tecnologias, processos, competências por instituições de ensino que levem à melhora de aprendizagem, equidade e eficiência.

Segundo o documento, a inovação não deve ser vista como um fim, mas como um meio de melhorar resultados educacionais. Em média, os países avaliados que mudaram as práticas pedagógicas conseguiram melhorar os resultados acadêmicos dos alunos e aumentaram o nível de satisfação e diversão na escola – o que se aplica, também, ao contexto dos educadores.

Congresso

“Construindo a Educação de que o Brasil precisa” será o tema do Congresso Bett Educar 2019. O evento é, antes de tudo, um grande espaço dedicado ao conteúdo. O objetivo é debater os principais desafios que o setor de educação enfrenta, reforçar a importância da qualificação de educadores e disseminar a tecnologia na sala de aula. Temas como a Reforma do Ensino Médio e a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), que permite a construção de um novo norteamento nos currículos e nas propostas pedagógicas, caminham juntos e seguem em pauta organizacional e acadêmica.

“Educadores e gestores terão a oportunidade de aprofundar seus conhecimentos e trocar experiências com renomados profissionais da área. Este ano teremos cinco eixos centrais entre as palestras: BNCC e reforma do Ensino Médio; formação de professores; inclusão; práticas de sala de aula; gestão”, destaca Papa.

Área de Exposição

A Bett Educar é um ponto de encontro e grande momento para a educação no Brasil. Além de um espaço para a troca de ideias, conhecimento de novas tecnologias, é uma oportunidade para networking e identificação de novas parcerias com fornecedores de soluções, serviços e equipamentos para o aprimoramento da dinâmica educacional.

Para a edição 2019, são esperadas mais de 250 empresas expositoras, nacionais e internacionais, e cerca de 30 startups trazendo o que há de mais novo no segmento. Entre elas, instituições focadas em educação digital, robótica, bilinguismo e metodologia STEAM, além de fornecedores de educação voltados a diferentes segmentos e inovações que transformam a experiência do aluno em sala de aula.

Fórum de Gestores

Pensar e discutir estratégias para inovar e apresentar modelos de gestão e soluções tecnológicas para a sala de aula. Esses são alguns dos objetivos do Fórum de Lideranças, que acontece como parte da grade de conteúdo da Bett Educar 2019. Nesse espaço, as palestras são voltadas aos mantenedores de escolas e abordarão aspectos políticos, econômico-financeiros, marco regulatório e outros aspectos legais, bem como a transformação digital das instituições, dos modelos de formação e da adaptação do ensino ao mundo atual e às projeções de futuro.

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Pernambucanas lança Conta Digital

Amanhã, dia 30 de abril, a Pernambucanas, marca varejista nacional e pioneira em inovações, lançará a Conta Digital Pernambucanas, chancelada pela PEFISA – fintech e braço financeiro do grupo. A conta apresentará serviços similares a uma conta corrente de qualquer instituição financeira, mas de forma bem mais simples e prática, com menos burocracia e com o diferencial de não ser um banco, mas sim uma rede centenária que tem no relacionamento com as famílias brasileiras um dos seus principais pilares.

“Estamos realmente orgulhosos em lançar essa nova facilidade que nos coloca, mais uma vez, em uma posição de vanguarda. Essa é mais uma evolução da união do Físico com o Digital, que tem nos tornado referência no mercado e transformado a forma com que nos relacionarmos com nossos clientes”, afirma Sérgio Borriello, CEO da Pernambucanas.

Segundo dados do IBGE, atualmente no Brasil há 60 milhões de pessoas que não possuem conta em banco. Esse número representa quase metade da população economicamente ativa, estimada em 110 milhões de pessoas. Este grupo, ainda segundo a pesquisa, movimenta R$ 665 bilhões ao ano, mais do que o PIB de alguns países, e está espalhado pelas classes econômicas.

“Unimos a confiança e a segurança de uma marca centenária com a capilaridade de uma rede com mais de 345 lojas no país. Queremos mostrar que é possível cuidar do dinheiro das pessoas sem burocracia ou letras miúdas. Nós já temos um forte relacionamento com as famílias brasileiras, conhecemos as necessidades e os interesses e, por isso, iremos oferecer mais segurança, disponibilidade e desempenho para simplificar as transações bancárias e facilitar o controle financeiro”, completa Sérgio Borriello.

COMO ABRIR UMA CONTA?

A concessão da conta é feita e o cartão é emitido em qualquer uma das 347 lojas, de forma 100% digital por meio de tablets, e toda a gestão será feita pelos clientes no aplicativo, mas sempre contando com o atendimento e apoio dos mais de 10 mil colaboradores para ajudar e dar suporte no que for necessário. E tudo o que os interessados em abrir uma Conta Pernambucanas precisarão é de um documento de identidade com foto e o CPF válido na Receita Federal. A entrega do cartão físico é a mais rápida do Brasil, feita em até 10 minutos, também de forma integralmente digital.

Por meio da Conta Digital, os clientes podem realizar saques, depósitos e transferências entre contas, compras em lojas físicas/virtuais no Brasil e no exterior, realizar recarga de celulares, enviar e receber TED, gerar boletos e pagar contas. Outra vantagem é a possibilidade de realizar saques em caixas 24 horas ou em qualquer uma das 347 lojas da Pernambucanas, o que é um grande benefício, já que o cliente poderá fazer essa transação em horários diferenciados dos bancos tradicionais. A adesão à Conta Digital permite usufruir ainda dos diversos benefícios dos clientes Pernambucanas, como Cupons de Descontos, ofertas da Sacola de Descontos, o Programa de Vantagens Pernambucanas Prime, etc.

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Locadoras de Veículos geram 82.638 empregos diretos no Brasil

Paulo Miguel Jr., Presidente do Conselho Nacional da ABLA

Conforme pesquisa feita pela Associação Brasileira das Locadoras de Automóveis (ABLA), 13.182 empresas de locação de veículos operam atualmente no Brasil. Juntas, essas locadoras empregam 82.638 pessoas. O levantamento sobre o total de empregos no setor de locação de veículos foi feito a partir da coleta de dados diretamente do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED) e do Relatório Anual de Informações Sociais (RAIS).

Além do total de trabalhadores no Brasil, a ABLA constatou que o tempo médio no emprego (rotatividade) dos profissionais nas locadoras de veículos é de 30 meses. O presidente da ABLA, Paulo Miguel Júnior, avalia que “a pesquisa é essencial para mostrar que as montadoras, concessionárias e os bancos precisam oferecer aqui políticas comerciais mais constantes, que proporcionem condições para que as locadoras aumentem suas frotas, cresçam, atendam mais usuários e consequentemente gerem ainda mais empregos”. Segundo Paulo Miguel Junior, “mais postos de trabalho também dependem de o poder público nos ver como players essenciais para a mobilidade urbana nas capitais e no interior”.

Juntas, conforme as estatísticas de frota fornecidas para a ABLA pelo SERPRO (Serviço Federal de Processamento de Dados), as locadoras do país têm o total de 826.331 automóveis e comerciais leves, o que representa uma média de 9,99 veículos por trabalhador nas locadoras do estado.

A terceirização (aluguel de frotas inteiras para empresas e órgãos públicos e também para empresas da iniciativa privada) representa 52% do uso da frota do setor no país. O turismo de lazer (pessoas físicas em viagens de férias) e o turismo de negócios (profissionais em viagens de trabalho) vêm em seguida, com respectivamente 27% e 21% do total da frota das locadoras.

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Ticket alcança 2,2 milhões de atendimentos com uso da Inteligência Artificial

Francisco Dionísio, diretor de Operações da Ticket

O investimento em inovação pela Ticket, marca pioneira no setor de benefícios de refeição e alimentação da Edenred Brasil, para gerar agilidade e eficiência na comunicação com todos os seus públicos, alcançou 2,2 milhões de atendimentos. Ao completar quatro anos de implementação, a Edenred Virtual Assistant (EVA), ferramenta digital que utiliza recursos de inteligência artificial, tornou as interações 35% mais ágeis, se comparadas com as da central de atendimento. A tecnologia está presente no portal e na fanpage da marca e fica disponível 24 horas por dia, sete dias por semana.

Desde o lançamento da EVA, houve uma redução de 34% das ligações na central de atendimento, e foram feitas 210 mil consultas de saldo e sanadas 141 mil dúvidas de senha. O índice de acerto é de 92%; já o índice de reclamação do atendimento é zero, o que confirma a boa experiência dos clientes que recorrem ao canal.

“A Ticket vem liderando processos de digitalização e modernização de plataformas no setor para melhor interagir e multiplicar os benefícios oferecidos às empresas-clientes, aos comerciantes e aos empregados beneficiados. Com o uso da inteligência artificial, conseguimos integrar uma rede cada vez mais conectada e digitalizada dentro de um amplo portfólio de produtos e serviços relevantes para todos. Os resultados com a EVA mostram que estamos no caminho certo para melhorar ainda mais a experiência do usuário na interação com nossa marca”, ressalta Francisco Dionísio, Diretor de Operações da Ticket.

Hoje, a EVA tem mais de 310 temas de conhecimento para a confecção de respostas. Em 2015, quando foi lançada, eram 50 unidades de conhecimento; mostrando um crescimento de 620%. O resultado vem da análise dos processos de atendimento, que indicam as necessidades dos clientes. “Trabalhamos sempre com o treinamento do cérebro da ferramenta para atualizá-la a cada novo assunto. Ao longo de 2018, tivemos cerca de 35 treinamentos, o que possibilitou atender às novas demandas de forma rápida e objetiva”, explica o executivo.

Quase 100% das interações com os beneficiados, comerciantes e empresas são feitas por meio dos canais digitais, e, caso a EVA seja questionada sobre algo ao qual ainda não tenha sido introduzida, encaminhará o chamado a um atendimento humano.

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Ex-secretário do MDIC, Abrão Árabe Neto assume vice-presidência executiva da Amcham Brasil

Foto: Mário Miranda/Amcham

Para fortalecar as ações de parceria público e privada, garantindo competitvidade e inserção global a economia brasileira, a Amcham Brasil anuncia a contratação de Abrão Miguel Árabe Neto, ex-Secretário de Comércio Exterior do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC) – atual Ministério da Economia – entre 2016 e 2018.

Abraão Árabe Neto assume, a partir deste mês, a posição de Vice-Presidente Executivo de uma entidade que reúne 5 mil empresas associadas e concentra 33% do PIB brasileiro. Suas principais atribuições incluem as áreas de Comércio Internacional, Relações Governamentais, Jurídico e o Centro de Arbitragem e Mediação da Amcham. A Amcham Brasil também é a maior Câmara Americana dentre as 115 existentes no mundo.

Além de ex-secretário do MDIC, Árabe Neto é doutor em Direito Internacional pela USP e mestre em Direito das Relações Econômicas Internacionais pela PUC-SP. Também é Ph.D. e pesquisador visitante na Universidade de Georgetown, em Washington (DC) e servidor público federal licenciado da carreira de Analista de Comércio Exterior.

Na carreira pública, foi Secretário Substituto de Comércio Exterior e Diretor do Departamento de Negociações Internacionais da Secretaria de Comércio Exterior (Secex). Atuou também como advogado especialista em Comércio Internacional e coordenador do Departamento de Comércio Exterior e Relações Internacionais da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).

Para a nossa CEO, Deborah Vieitas, “a contratação de Abrão Neto reforçará a atuação da Amcham, sobretudo em temas de comércio internacional, atração de investimentos estrangeiros, relação bilateral com os Estados Unidos, competitividade e economia digital, entre outras agendas. Ele traz para a entidade uma sólida combinação de excelência técnica e experiência prática nessas áreas.” A Amcham Brasil, fundada em 1919, é uma entidade sem fins lucrativos, que representa mais de 5 mil empresas, de variados setores. A Amcham acredita que um setor produtivo forte e moderno é fruto de uma saudável parceria público-privada, capaz de fazer o Brasil mais competitivo e integrado ao comércio global.

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Oktoplus reúne programas de fidelidade em um único aplicativo

Com o aumento da oferta de programas de fidelidade, muitas pessoas acabam não aproveitando os benefícios que esses programas trazem. Além da dificuldade em lembrar tantas senhas, cada programa possui uma regra de acúmulo diferente, as opções de uso dos pontos mudam de preço rapidamente, e, muitas vezes, não é possível acompanhar quando os pontos expiram. Com o objetivo de solucionar esses problemas, o aplicativo Oktoplus reúne em um único lugar as informações de todos os programas de fidelidade do usuário e oferece diversas opções para utilizar os pontos pela própria ferramenta.

Disponível para iOS e Android, o aplicativo da Oktoplus possui uma lista com mais de 80 programas de fidelidade. O usuário só precisa vincular os programas em que está cadastrado e o app disponibiliza as informações de saldo, extrato e pontos a expirar em um único dashboard. A partir dessas informações, o usuário consegue trocar seus pontos por produtos ou passagens aéreas dos programas parceiros da plataforma. No caso das passagens aéreas, a Oktoplus disponibiliza um buscador que compara os preços em dinheiro e em milhas. Caso o usuário não queira utilizar esses pontos, também é possível trocá-los por dinheiro pelo próprio app. Para evitar que os pontos sejam desperdiçados, a Oktoplus também envia com antecedência alertas de pontos a expirar.

Fundada em 2013 por Bruno Nissental, a Oktoplus surgiu com o objetivo de tornar mais simples e prazerosa a experiência dos consumidores com os programas de fidelidade. Atual CEO da startup, Bruno acredita que os programas de fidelidade ainda apresentam grande potencial de crescimento no mercado brasileiro. Em comparação com outros países, por exemplo, o número de usuários cadastrados em programas de fidelidade ainda é baixo. Em média, o consumidor brasileiro participa de 4 programas de fidelidade, enquanto que nos Estados Unidos esse número chega a 16.

“Muitos clientes ainda se sentem desconfortáveis em digitar suas senhas em aplicativos, com medo de terem seus pontos roubados”, explica Bruno. Por isso, uma das prioridades da empresa é se tornar referência no mercado fintech. Desde 2013, a empresa gerencia mais de 14 bilhões de pontos e mais de 1 milhão de programas de fidelidade no aplicativo.

Além de incentivar os brasileiros a utilizarem mais os programas de fidelidade, a Oktoplus também visa auxiliar aqueles que já participam de algum programa a aproveitarem melhor os benefícios. Muitos usuários, por exemplo, acabam perdendo os pontos expirados. “O objetivo da Oktoplus é incentivar o amadurecimento desse mercado, mudando a cultura dos consumidores para aderirem e aproveitarem cada vez mais os programas de fidelidade”, diz Bruno.

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Arnaldo Bertolaccini é novo diretor de Experiência do Cliente no iFood

Com crescimento de três dígitos ao ano, há oito anos, o iFood, unicórnio brasileiro, segue expandindo o negócio e contratando. Arnaldo Bertolaccini chega à empresa para estruturar a área responsável pela Experiência do Cliente que vai muito além do consumidor final.

“O iFood é a única empresa que desenvolve o ecossistema de food delivery como um todo. O intuito é gerar uma experiência melhor para os consumidores, para os restaurantes, para os entregadores e para os distribuidores de embalagens e insumos. Cada vez mais as os clientes esperam ter uma resposta mais ágil e mais pessoal. Estamos investindo na contratação de time, além de ferramentas e tecnologia para solucionar da melhor forma e entregar uma experiência além da expectativa”, conta.

Arnaldo é administrador de empresas com formação em Gestão de Relacionamento com o Cliente pela FGV, Qualidade de Serviço no Instituto Disney e Programa de Desenvolvimento pelo IESE Universidade de Navarra. Sua trajetória conta com ampla experiência na área em empresas como Mercado Livre, Walmart, Groupalia, Fnac e Banco Real.

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Os desbancarizados se tornam os trendsetters

Por Ralf Germer

Se antes ter uma conta em banco era essencial para o início de uma vida financeira, hoje o cenário mudou de configuração. Com a grande gama de serviços digitais, oferecidos majoritariamente pelas fintechs, existem soluções para transferências, pagamentos, câmbio, investimentos, créditos e muitas outras operações que antes ficavam concentradas nos gigantes financeiros. Segundo dados do Finnovation, instituição especialista em fintechs, o Brasil registra cerca de 377 empresas desta natureza nos mais diferentes setores, com destaque para as empresas de pagamentos e remessas, que representam 25% do total.

Isso é curioso pois, apesar de que o número de pessoas sem contas em banco não cresce, há uma demanda cada vez maior por esses serviços mais independentes. Desta forma, as fintechs têm um papel crucial na inclusão financeira, principalmente em países em desenvolvimento, onde o acesso às instituições tradicionais ainda não é algo universal. A tendência apontada por dados do Banco Mundial é que o acesso a serviços financeiros aumenta globalmente, motivado por iniciativas privadas e governamentais de redução da desbancarização.

Nos países com altos índices de pessoas sem acesso a serviços bancários, pesquisas sobre o tema apontam diversos motivos para que isso ocorra. Estão entre eles: a distância até uma agência, as altas taxas cobradas, falta de confiança nas instituições, falta de dinheiro, o fato de que algum familiar já tenha conta e, até mesmo, motivos religiosos. Além disso, também cabe destacar que pessoas endividadas e inclusive aquelas que não têm como comprovar um endereço fixo, também ficam excluídas do sistema bancário tradicional.

Por isso, acredito que há uma falha dos bancos em assumir uma posição de liderança em termos de inovações para o setor, que sejam mais inclusivas. De modo geral, as instituições financeiras tradicionais começam a trazer mudanças devido ao movimento criado pelas fintechs, que chegaram com tudo para atender a um novo perfil de consumidor.

Numa análise deste cenário, podemos perceber que ficar à margem do sistema bancário tradicional é mais do que uma tendência, e sim uma opção que se torna progressivamente mais viável. Por isso, acredito que as pessoas sem contas em bancos entrarão no radar definitivo dos provedores de serviços financeiros. E eles têm tudo para conquistar cada vez mais adeptos, já que os novos serviços digitais chegaram para atacar duas das principais barreiras para a participação no sistema financeiro: distância e taxas.

Outros serviços oferecidos por fintechs, como pagamento em dinheiro ou cartões pré-pagos, também contribuem para que os “sem banco” possam participar ativamente da economia em qualquer setor, inclusive no e-commerce. É sempre bom lembrar que o Brasil é uma potência no varejo digital, registrando 10 milhões de novos consumidores em 2018, segundo relatório da E-Bit|Nilsen.

O Banco Mundial aponta que a inclusão financeira tem um papel essencial na redução da pobreza ao redor do globo, o que automaticamente melhora as economias locais. Do outro lado do “balcão”, os bancos também precisam se atualizar constantemente para manter sua relevância. Além de democratizar o acesso aos serviços financeiros, as fintechs estão muito focadas na experiência do usuário. Há uma relação mais próxima, com uma linguagem mais acessível do que a de instituições tradicionais. As grandes empresas que se aliam às fintechs automaticamente passam a desfrutar desta “repaginada” e são vistas como modernas, inclusivas e focadas no cliente.

No resto do mundo, há países que são referência no desenvolvimento de produtos para desbancarizados. Atualmente, os pagamentos móveis são a grande tendência para este público. Dados do Banco Mundial mostram que dos 1.7 bilhões de pessoas sem banco ao redor do mundo, 1.1 bilhões possuem celular. Neste sentido, dois países se destacam com modelos completamente distintos: Quênia e China.

Na China, provedores de serviços de pagamentos, como Alipay e WeChat Pay, oferecem apps que podem ser vinculados a uma conta bancária ou instituição financeira. Os consumidores podem pagar compras ou transferir dinheiro para outra pessoa simplesmente usando o aplicativo. No Quênia, por outro lado, os serviços financeiros são oferecidos diretamente pelo provedor de telefonia e não precisam estar ligados a uma instituição bancária tradicional.

Em termos de Brasil, o país registra hoje, segundo IBGE, 60 milhões de desbancarizados. Ou seja, milhões de pessoas para atingir e atender. Meios de pagamentos alternativos, como o PEC Flash, que permite o pagamento de compras em dinheiro no e-commerce, foram criados com foco na inclusão de todos os brasileiros na economia digital. É preciso que haja uma sintonia entre as instituições tradicionais e as fintechs, além da participação do setor público, para democratizar o acesso a estes serviços. Por exemplo, um grande responsável pela inclusão financeira é o Governo Federal. Cerca de 80% das pessoas que recebem pagamentos governamentais, como o Bolsa Família, recebem em uma conta bancária.

Concluo que sem bancos, mas com acesso à internet e smartphones, o público pede por novas alternativas. É nosso dever compreender suas necessidades e criar produtos assertivos para um universo financeiro cada vez mais democrático e que leve agilidade e segurança para todos.

Ralf Germer, co-CEO e co-fundador da PagBrasil, fintech brasileira líder no processamento de pagamentos para e-commerce ao redor do mundo

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O papel dos líderes é fundamental para o desenvolvimento da 4ª Revolução Industrial no Brasil, aponta pesquisa da Deloitte

Quando se fala em revolução, neste caso, na industrial, o primeiro fator a ser considerado para que ela se torne realidade é o humano. E é justamente com este foco que a Deloitte lança sua mais recente pesquisa “Sucesso Personificado na Quarta Revolução Industrial: quatro personalidades de liderança para uma era de mudança e incerteza”. Realizado em 19 países, com 2.042 executivos C-level, representantes de empresas com receita de mais de 1 bilhão de reais por ano, sendo 125 brasileiros, o estudo chega a quatro personas ou quatro perfis de liderança dentro do contexto de desenvolvimento da Indústria 4.0 no país e aponta que alguns estão progredindo mais do que outros ao entender melhor os desafios atuais nas quatro principais áreas de impacto: sociedade, estratégia, tecnologia e talento.

“Essa quarta revolução industrial é recente. E podemos dizer que, dentro de um conjunto de ações que a compõe, uma delas trata da junção e conexão dos ativos físicos de maneira digital, da Internet das Coisas (IoT), o que resulta em maior produtividade e um retorno melhor para o negócio. Diante disso, o Brasil tem avançado neste caminho, mas um avanço ainda tímido, centralizado em grandes corporações e isso precisa ser ampliado. Ocorre que os desafios que se colocam hoje para o Brasil são imensos, principalmente no que tange às pessoas. Por isso, a pesquisa foca nos líderes para traçar o atual panorama da Indústria 4.0 no país”, constata Othon Almeida, sócio-líder de Market Development e Talent da Deloitte.  

Um olhar mais amplo

A Indústria 4.0 se estende muito além dos limites da tecnologia, que é tipicamente onde muitas explorações do fenômeno começam e terminam. Ela também se move além do domínio da produção para se concentrar em todo o ecossistema de parceiros, fornecedores, clientes, força de trabalho e mudanças operacionais.

Em resumo, as organizações devem considerar adotar uma visão holística da Quarta Revolução Industrial e a forma como ela vai alterar os negócios. A Indústria 4.0 é mais do que apenas tecnologias avançadas: trata-se das formas pelas quais essas tecnologias são reunidas e de como as organizações podem aproveitá-las para impulsionar as operações e o seu desenvolvimento.

Personas 4.0

Para os líderes de negócios acostumados a dados e comunicações lineares tradicionais, a mudança para o acesso em tempo real aos dados e inteligência habilitados pela Indústria 4.0 transforma fundamentalmente o modo como conduzem os negócios. A integração de informações digitais de várias fontes e locais diferentes pode impulsionar o ato físico de fazer negócios, em um ciclo contínuo. Dessa forma, ao longo da pesquisa, foram identificadas quatro personas para este novo mundo:

Data-driven decisive (Estratégia): trabalham para desenvolver estratégias eficazes para suas empresas, em mercados em rápida transformação

Disruption driver (Tecnologia): concentram-se mais no uso de tecnologias da 4ª Revolução Industrial para proteger seus negócios do que para fazer investimentos arriscados

Talent champion (Talentos): Estão mais à frente na preparação de suas forças de trabalho para o futuro; acreditam que sabem quais são as competências que suas empresas vão precisar

Social super (Sociedade): Expressam um compromisso genuíno em melhorar o mundo, considerando o alto impacto da Indústria 4.0 na sociedade.

Líderes para a Revolução

Os resultados da pesquisa comprovam que há ainda um longo caminho a ser percorrido para que o Brasil possa, de fato, participar da Quarta Revolução Industrial. A começar pela formação de profissionais que vão liderar essa mudança. De acordo com a pesquisa, 54% dos entrevistados no Brasil afirmam ter dificuldade em atrair talentos com as competências necessárias, enquanto, no mundo, essa porcentagem cai para 48%. Outro dado que chama a atenção é que 38% atestam que faltam profissionais com conhecimento tecnológico e demais competências necessárias às novas necessidades. No mundo, este número é de 44%, o que mostra que se trata de uma questão premente.

Partindo destes dados, chega-se à questão central: como está a formação desses profissionais? Segundo apurou a pesquisa, apenas 29% dos entrevistados no país acreditam que o atual sistema educacional preparará suficientemente os indivíduos para que possam atuar neste cenário. E quando perguntados sobre o desenvolvimento de seus atuais funcionários, apenas 28% apontaram que os treinarão extensivamente para atender às demandas desta revolução (no mundo, esse dado sobe para 43%).

“O impacto começa no ensino formal, que não trata desse tema. Criamos jovens que não estão preparados para viver esse novo mundo que se avizinha. Precisamos de pessoas com capacidade analítica, matemáticos, físicos, engenheiros, enfim, precisaremos de indivíduos em todos os setores que saibam interpretar dados, processem as informações e façam disso um uso eficiente para entregar à sociedade produtos e serviços de melhor qualidade. E a universidade está na ponta disso. Há uma demanda por jovens que estão na universidade por ensino de melhor qualidade nesta direção, mas essa transformação me parece que vai demorar um pouco”, avalia Almeida.

Os impactos sociais da nova revolução

Quando se fala na persona Social Super e retoma-se o conceito de olhar holístico, talvez este seja o que melhor representa o objetivo final dessa Revolução. Sob este espectro, 80% dos entrevistados indicam que desenvolveram ou alteraram, no último ano, um produto ou serviço para causar um impacto mais positivo na sociedade ou no meio ambiente. Globalmente, esse dado é de 73%. “Um exemplo de conexão que a Internet das Coisas permite e que deve gerar um impacto positivo na sociedade são as chamadas Cidades Inteligentes, que vemos nascer e, nas próximas décadas, serão realidade. Conexão de elementos que compõem a cidade como um semáforo, um ponto de luz, celulares. Essa conexão está no entorno da sociedade e não se restringe à indústria. Entender esse contexto é fundamental. Não é possível fazer com que essa revolução chegue até as pessoas sem a união de sociedade civil, academia, governos e iniciativa privada. É uma questão de sobrevivência. Não acompanhar essa revolução pode nos levar ao fracasso”, finaliza o executivo.

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São Paulo sedia 7º edição do Congresso Internacional de Compliance, principal evento da América Latina

Com a expectativa de reunir mais de 100 palestrantes e 1.000 participantes, o 7º Congresso Internacional de Compliance, maior e mais importante do setor da América Latina, será realizado de 14 a 16 de maio, em São Paulo. Organizado pela LEC Legal, Ethics & Compliance e sob o tema Inspiração, Conhecimento e Networking, o evento é direcionado a profissionais das mais diversas áreas de atuação, como advogados, CFO’s, CEO’s, CTO’s, controllers, auditores, consultores, funcionários públicos, integrantes de RH, suprimentos, controles internos, e contará mais de 30 painéis e 15 workshops.

O primeiro dia do evento será dedicado aos Workshops. Serão 15 temas discutidos, em cinco salas simultâneas, com especialistas dividindo conhecimentos e técnicas sobre como superar os desafios de implementação e gestão de programas de compliance efetivos.

Os dias 15 e 16 serão dedicados aos mais de 30 painéis programados, com especialistas nacionais e internacionais de referência, que trarão as últimas novidades, tendências e expectativas de compliance para 2019. Entre os assuntos abordados, estão: Os desafios na construção de um programa regional de proteção de dados, Mecanismos de proteção aos denunciantes (Whistleblowers) nos Estados Unidos e perspectivas para o Brasil, Regulamentação do Lobby e os impactos para a área de compliance, Diversidade e Inclusão e Mulheres na Era 4.0. A gestão de crises corporativas também será abordada, por conta do rompimento de barragens e outras tragédias recentes, pois muitas dessas ocorrências estão relacionadas a controles operacionais que passam pelo compliance.

A ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal, abrirá o primeiro dia de painéis, falando sobre Os sucessos e as falhas no combate à corrupção na América Latina. O ministro Wagner Rosário, da Transparência, Fiscalização da Controladoria-Geral da União irá abordar a questão da avaliação dos programas de compliance e certificação “Pró-ética”. Deltan Dallagnol, Procurador da República e coordenador da força-tarefa da operação Lava-Jato, vai falar sobre Ética nos negócios em um mundo de pressões. Com base em experimentos de ética comportamental, Dallagnol nos desafia a uma reflexão ética para reforçar a integridade e a governança de organizações num mundo de pressões.

Palestrantes internacionais

Entre os palestrantes internacionais já confirmados, estão: Matterson Ellis, membro do escritório de advocacia Miller & Chevalier em Washington DC e especialista na Lei de Práticas de Corrupção no Exterior dos EUA (FCPA) e na América Latina; Lanny A. Breuer, vice-presidente da Covington & Burling LLP, um dos principais advogados especializados em julgamento e defesa de crimes de colarinho branco nos Estados Unidos; Steven Neuman, sócio da StoneTurn, especialista com 20 anos de experiência na assessoria de clientes e empresas em compliance; Nicholas M. Berg, sócio na Ropes & Gray LLP e especialista em investigações globais anticorrupção e outras questões de risco internacional; e Daniel Rodríguez, sócio da CMS Colômbia e chefe da área de Compras Públicas e um dos coordenadores da prática de Compliance da firma, que lida com gestão de riscos, prevenção à lavagem de dinheiro, ao financiamento do terrorismo, à corrupção e ao contrabando de mercadorias. As palestras terão tradução simultânea.

“O evento reúne cases e tendências internacionais em compliance, apresentados pelos principais protagonistas do mercado, proporcionando aos participantes insights importantes para aplicar no dia a dia. Além disso, é uma excelente oportunidade para aumentar a rede de relacionamentos, trocar experiências e fechar negócios”, explica Alessandra Gonsales, sócia-fundadora da LEC.

Os participantes poderão escolher entre as apresentações simultâneas, organizadas por trilhas de conhecimento. Assim, será possível que cada um crie sua própria agenda, de acordo com seus interesses. A programação completa está disponível no link: http://www.congressodecompliance.com.br/agenda.html.

7º Congresso Internacional de Compliance

Local: Villa Blue Tree – Rua Castro Verde, 266 – Chácara Santo Antônio – São Paulo / SP

Data: 14 a 16 de maio de 2019

Horário: 8h às 18h

Inscrições: http://www.congressodecompliance.com.br/inscricoes.html

Mais informações: http://www.congressodecompliance.com.br/index.html

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Inteligência artificial e machine learning no mercado de assistência 24h são destaques na Insurtech

Pela primeira vez, Allianz Partners, empresa do Grupo Allianz SE e líder em assistência 24 horas, e sua marca comercial Mondial Assistance, estarão presentes no Insurtech Brasil 2019, principal evento de tecnologia e seguro da América Latina. A terceira edição acontecerá na sede da AMCHAM BRASIL, em São Paulo, no dia 25 de abril.

As atividades que integram o evento permearão a discussão e a análise das melhores soluções para o futuro do mercado segurador. E, participando deste debate, o diretor de Operações da Allianz Partners, Adriano Reginaldo, abordará a jornada digital do cliente de assistência 24h no painel de inteligência artificial e machine learning.

Adriano afirma que participar deste grande evento mostra a seriedade e todo o empenho do grupo no mercado de assistência. “Falaremos sobre a questão tecnológica, a partir da nossa jornada digital, que exemplifica como o investimento em tecnologia potencializa a experiência do cliente e, ao mesmo tempo, reduz custos operacionais”, ressalta.

O Insurtech Brasil tem como foco o desenvolvimento do ecossistema de insurtechs no País e o oferecimento de insumos para a inovação no mercado de seguros. “A evolução no perfil do consumidor e o que eles buscam, estão atrelados, diretamente, com o futuro das empresas e com os investimentos nos novos processos. Neste sentido, o fomento de temas que circundam o segmento tem como objetivo identificar as demandas e tendências do setor de seguros”, finaliza Adriano.
Sobre a Allianz Partners

A Allianz Partners é líder mundial em seguro e assistência B2B2C, com especialidade nas áreas de seguro internacional de saúde e vida, automotivo, assistência e viagem. Com operações em 78 países, a Allianz Partners oferece soluções globais que estão redefinindo o significado de ajuda, indo além do seguro tradicional para ajudar e proteger os clientes onde quer que eles estejam e sempre que precisarem. Com inovação, os especialistas fornecem produtos e serviços prontos para o futuro, de alta tecnologia e de alto impacto por meio de cinco marcas comerciais: Allianz Assistance, Allianz Care, Allianz Automotive, Allianz Travel e Mondial Assistance. Os 21.500 colaboradores globais lidam com mais de 54 milhões de casos por ano, com foco no esforço para ajudar e proteger clientes em todo o mundo. No Brasil, a Allianz Partners tem mais de 20 anos de atuação, com cerca de 2.000 profissionais, uma célula médica com equipe trilíngue e 14.300 prestadores de serviços que vivem para ajudar.

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Monetizze apresenta novidades inéditas para o mercado

Completando quatro anos neste mês de abril, a Monetizze – principal plataforma de intermediação de pagamentos online do país, celebrou suas quatro décadas apresentando ao mercado grandes novidades. Entre as mudanças, ferramentas que prometem melhor resultados de vendas e aumento do ticket médio. As novidades foram lançadas durante o Hangar Monetizze, evento que aconteceu na última semana, reunindo cerca de 500 profissionais do mercado, no Memorial da América Latina, em SP.

Segundo o CEO, Márcio Motta, as mudanças visam inovar para atender os clientes em todas as interfaces que eles precisam mantendo a alta performance. ”Todas estas novidades levam a Monetizze a se consolidar como uma efetiva plataforma de pagamentos. A soma de todas estas mudanças se resume na melhora significativa da experiência de uso da plataforma de afiliados, na satisfação do cliente e no aumento do número de conversões”. Segundo ele, ser a melhor plataforma é a principal missão da empresa. ”Não medimos esforços para que cada afiliado ou produtor – o recém chegado ou o cliente de muito tempo; o que vende milhões e o que está começando agora – seja tratado como first class. Aqui todos tem suporte, atendimento, solução para seus desafios. Tudo para fazer nosso cliente vender mais”. Com 300 mil afiliados cadastrados, a plataforma transaciona R$100 milhões por mês em produto.

Márcio faz questão de lembrar que desde a criação da plataforma, a Monetizze tem a característica de ouvir as demandas de seus usuários e aperfeiçoar o plataforma. ”Há quase 6 anos atrás fui num evento do Mercado de Afiliados em São Paulo. Um segmento novo, bastante maduro em países como os Estados Unidos e Alemanha, mas muito iniciante aqui no Brasil. Na oportunidade, conheci o mercado e entendi como havia espaço para plataformas que trouxessem uma efetiva solução de pagamentos on line e, ao mesmo tempo, aliasse o atendimento atencioso e o relacionamento estratégico ao negócio. Aquela ideia virou minha meta de vida e, deste dia em diante, passei anos trabalhando todos os dias no desenvolvimento da Monetizze. Ouvia as pessoas que usavam as plataformas e entendia o que elas queriam a mais, o que consideravam positivo ou negativo. Até hoje fazemos o mesmo, queremos sempre inovar e criar o melhor para nosso usuário”, lembra. Segundo o CEO, a diferença é que hoje, com quatros anos de existência, a Monetizze possui uma grande equipe que tem como meta diária escutar os clientes como o Márcio fazia diretamente. São cerca de 200 colaboradores diretos que trabalham todos os dias em sua sede na região da Pampulha em Belo Horizonte com este objetivo.

O Hangar promoveu uma verdadeira imersão com a presença dos melhores especialistas do mercado do empreendedorismo digital no Brasil. Foram dois dias de palestras e debates sobre temas como finanças, comunicação, liderança, investimento, empreendedorismo, marketing, importação, gestão estratégica, entre outros. Durante o evento, a Monetizze entregou ainda placas comemorativas para empreendedores que fizeram retiradas de R$ 200 mil a R$ 30 milhões na plataforma durante o ano de 2018.

Principais mudanças

Entre as mudanças apresentadas, o novo dashboard da Monetizze possibilita uma melhor visualização dos resultados dos clientes na plataforma. Ele permite, por exemplo, medir e comparar as vendas em diferentes períodos. ”Para o produtor é importante entender como as vendas se comportam para que ele consiga traçar melhor as suas estratégias. Por isso, o Dashboard foi pensado para ser uma funcionalidade prática, de fácil entendimento e acompanhamento”, explica Márcio Motta, CEO da Monetizze.

Outra funcionalidade é o Order Bump seu objetivo é beneficiar os produtores, que conseguirão realizar mais vendas. De forma resumida, é uma ferramenta que possibilita ao comprador, ter a oportunidade de adquirir outro produto relacionado a compra que ele já está fazendo, diretamente no Checkout. Além disso, os dados do cartão são informados apenas uma vez. ”A plataforma sugere produtos complementares. Ou seja, é quando você aproveita para vender produtos ou serviços relacionados ao que o cliente já estava comprando, e desta forma aumentar ainda mais o seu ticket médio”.

A Convert Pages também foi incorporada a plataforma, trata de uma ferramenta que tem a capacidade de criar diversas páginas de venda por produto e são fundamentais para ajudar o cliente final a decidir pela compra. Elas ajudam a pré-aquecer a venda, aumentar a confiança, consolidar o tráfego e preparando para a página de vendas final.

Outra mudança é o boleto mobile que permite ao cliente pagar o boleto pelo celular, levando o automaticamente para dentro do seu banco, agregando usabilidade e designer. A nova ferramenta tem melhor funcionalidade ao pagamento de boletos, agora, a interface é mais funcional e objetiva. Por exemplo, ao realizar o pagamento, o cliente tem a opção de acessar diretamente o app do seu banco, facilitando a conversão da vendas. ”Desta forma, a plataforma fica mais intuitiva e interativa, facilitando a realização de tarefas. Estas mudanças otimizam a experiência dos usuários dos nossos clientes já que simplificam processos. Temos certeza que este novo modelo trará o aumento das conversões”, reforça Márcio.

Por último, durante o Hangar foi apresentando o Checkout e-commerce, ferramenta que permite que o usuário tenha vários produtos em um único chekout. ”Se antes, era necessário criar uma página de checkout para cada produto cadastrado na plataforma, caso o consumidor optasse por comprar produtos diferentes, agora é possível vender vários produtos através de um único checkout! O E-commerce da Monetizze funciona como se fosse um carrinho de compras: o consumidor escolhe os produtos e, ao final, paga tudo de uma vez só”, explica Márcio.

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Sanofi inicia processo seletivo para mais de 60 vagas de estágio

A Sanofi, maior multinacional farmacêutica do mercado brasileiro, está com inscrições abertas para o processo de seleção de estagiários para suas unidades de São Paulo, Campinas, Suzano e Guarulhos. São mais de 60 vagas para estudantes universitários com previsão de conclusão de graduação a partir de junho de 2020, para atuação em diversas áreas.

Para preencher as vagas deste ano, a Sanofi usará um processo com etapas virtuais e uma fase final presencial, o que permitirá identificar os candidatos que tenham as habilidades interpessoais importantes para a empresa, como liderança, colaboração transversal, processo de tomada de decisão, capacidade de autodesenvolvimento entre outros.

Podem participar do processo seletivo estudantes a partir do 3º ano dos cursos de Administração, Ciências Contábeis, Comunicação Social, Direito, Economia, Engenharias, Farmácia-Bioquímica, Letras, Publicidade e Propaganda, Psicologia, Relações Internacionais, Secretariado e Cursos de TI e áreas correlatas. O nível de inglês mínimo requisitado é o intermediário.

As inscrições podem ser feitas pelo site da empresa, na área de Carreiras – https://www.sanofi.com.br/pt/carreira/programa-de-estagio até 26 de maio.

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Por que o maior exame de avaliação dos estudantes brasileiros não pode ser on-line?

Estudantes de todo o Brasil, além do Governo, estão apreensivos com a notícia recente de que a gráfica que imprimiria as folhas de prova do Exame Nacional do Ensino Médio de 2019, o Enem, decretou falência — na mesma data em que a empresa teve o contrato renovado para a prestação do serviço. Estrategicamente, autoridades confirmam que a prova não será postergada (se mantendo em 3 e 10 de novembro) e, ainda que sob um véu de informações, explicam aos alunos que estão buscando “alternativas seguras”para lidar com o transtorno.

Fato é que a insegurança gerada pelo incidente na impressão das provas põe em jogo o futuro educacional de milhões de estudantes (em 2018, foram 5,5 milhões de inscritos confirmados), o que poderia ser resolvido com a avaliação feita por meios digitais.

Não é segredo nenhum que a Educação no século 21 perpassa pela oferta de conteúdos on-line. Pesquisa da Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, organismo autônomo e intergovernamental, de 2015, levantou que 70% dos alunos brasileiros usam internet como auxiliar nos estudos. É razoável, então, que passamos a explorar a possibilidade de os exames que cobram esses conhecimentos também possam ser realizados na web.

Prova on-line

Usar a tecnologia para a aplicação do Enem equilibra pratos que há tempos estão deixando a Educação “cambaleando”: sem a impressão das provas, o Governo reduz custos de contrato com gráfica (o mais recente foi de mais de R$ 120 milhões), de treinamento de aplicadores e coordenadores, além de deixar para trás todo o aparato que se monta para a execução das provas como é feita hoje, em dois finais de semana, em todo o País.

Um formato interessante na concepção do Enem on-line seria o de um extenso banco de perguntas elaborado por uma junta de professores elencados pela pasta da Educação. Esse é o sistema usado no teste de aptidão escolar norte-americano, o SAT, para o ingresso de alunos nas universidades.

Apesar de o acesso digital no Brasil ainda ser um desafio, penso que a definição de locais credenciados para a realização da prova, com computadores e rede de internet disponíveis, não só garantiria que qualquer aluno tivesse as mesmas chances de fazer o Enem, como seria um importante aliado nas regulações técnicas para que fraudes sejam evitadas.

Cabe aqui, ainda, destacar algumas reclamações comuns dos estudantes, ano a ano. O fato de o Enem contar como critério para a graduação desperta ansiedade e sentimentos de preocupação entre eles. Esse peso poderia ser eliminado caso o banco de perguntas fosse algo público (com muitas questões referentes a cada área do conhecimento), e que seria a base para diferentes provas entregues a cada aluno. A Redação, grande vilã para boa parte dos alunos, continuaria tendo o mesmo valor na somatória da prova, com a diferença de que seria digital.

Já existem diversas tecnologias disponíveis e eficazes para exames on-line, os setores de tecnologia e de proficiência em idiomas já aplicam testes on-line em centros monitorados por câmeras e monitores com grande segurança. Isso sem contar com os benefícios logísticos de impressão, correção, armazenamento de milhões de provas. Os ganhos do sistema de avaliação on-line são inúmeros, mas seguimos na idade da pedra, ou do papel.

Temos que pensar em estratégias inteligentes que explorem as tecnologias no ensino e nos testes, considerando os percalços que o formato impresso pode trazer para nós, especialmente em larga escala, como acontece em um exame nacional desta proporção.

Por Luiz Alexandre Castanha, diretor geral da Telefônica Educação Digital – Brasil e especialista em Gestão de Conhecimento e Tecnologias Educacionais

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Vivo utiliza ferramentas digitais em todo o processo de atração, seleção e admissão de talentos

Com o objetivo de aprimorar a experiência do candidato que deseja ingressar na empresa, a Vivo investe em ferramentas de digitalização e inovação em todas as etapas, desde a fase de recrutamento até a admissão. As iniciativas estão em linha com a estratégia de transformação digital que envolvem todas as áreas da operadora.

Para o recrutamento e seleção, a Vivo passa a usar a plataforma Gupy, que permite à operadora internalizar as etapas desse processo, proporcionando mais eficiência e transparência, possibilitando ao candidato acompanhar todas as fases, com respectivos feedbacks. As áreas de Tecnologia da Informação e Digital são as primeiras a contar com a novidade.

A etapa em que a empresa formaliza a oferta de emprego está com uma novidade também, inédita no mercado: os aprovados recebem por e-mail ou por SMS um videobot da OvermediaCast, plataforma de vídeos dinâmicos e interativos personalizados, informando sobre os benefícios da empresa. “A ideia surgiu para que os selecionados tivessem uma experiência inovadora e também pudessem se aprofundar melhor no leque de benefícios que oferecemos. Caso eles ainda tenham alguma dúvida, nossa equipe de atração e seleção entrará em contato para esclarecer”, ressalta Niva Ribeiro, VP de Pessoas da Vivo.

O processo de admissão é feito por meio da plataforma Acesso RH, onde o futuro colaborador preenche suas informações pessoais, tira fotos de seus documentos e os envia diretamente de seu smarthphone para validação inteligente de dados. A mobilidade da ferramenta facilita a entrega dos documentos de admissão, sem a utilização de papéis, proporcionando segurança e economia aos candidatos com cópias e transporte, uma vez que não é preciso se deslocar para realizar essa tarefa.

Quem estiver interessado em concorrer a uma vaga na Vivo pode acessar o link https://vivo.gupy.io/ para as vagas de Tecnologia da Informação e Transformação Digital.

Startups

Gupy e OvermediaCast são startups investidas pela Wayra – hub de inovação aberta da Vivo no Brasil e Telefônica no mundo. A contratação das soluções para integrarem as ferramentas digitais de recrutamento e admissão na Vivo estão alinhadas ao novo posicionamento da Wayra em ser um ativo essencial para a estratégia de transformação digital da empresa, tendo como um de seus objetivos encontrar startups que possam fazer negócios com a Vivo, além de outras marcas do Grupo Telefónica pelo mundo, e corporações no mercado.

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Embraer tem cerca de 40 vagas para profissionais de Desenvolvimento e Programação

A Embraer abre as inscrições de quatro processos seletivos para profissionais com conhecimento em Programação, para atuação no desenvolvimento de softwares para aeronaves. As posições têm foco em engenharia de sistemas, desenvolvimento de software embarcado, desenvolvimento de produto para cybersecurity e safety e não exigem experiência no segmento aeronáutico. Os processos visam preencher cerca de 40 vagas nas unidades de São José dos Campos, interior de São Paulo, e Belo Horizonte, Minas Gerais.

Os candidatos devem se inscrever pelo site https://embraer.gupy.io/ ou diretamente nos links:

https://embraer.gupy.io/jobs/40060 – Desenvolvedor de Software Embarcado

https://embraer.gupy.io/jobs/40056 – Desenvolvedor de Produto – Cybersecurity

https://embraer.gupy.io/jobs/40068 – Engenheiro de Sistemas

https://embraer.gupy.io/jobs/40069 – Safety

A Embraer conta com um método digital de recrutamento que utiliza inteligência artificial para análise primária de perfil dos candidatos. A seleção online conta com testes de perfil, inglês e programação. A cada etapa o candidato recebe um feedback automático sobre o desempenho e sua média de pontuação na avaliação. O novo processo de recrutamento adotado pela companhia gera benefícios aos candidatos ao tornar o processo mais ágil e intuitivo.

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