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Por que investir em uma loja online?

Por Rafael Martins

Junho de 2019 – Nos últimos anos, podemos observar como as lojas online ganharam um lugar de destaque no mercado, especialmente pela praticidade criada no momento de realizar uma compra via desktop. As vendas mobile, por sua vez, pegam carona nessa mesma vantagem: os consumidores conseguem fazer as suas compras com ainda mais praticidade, eficiência e aonde quer que estejam: em casa, na rua, no metrô, no ônibus ou em qualquer outro local com conexão à internet.

Por essa razão, os aplicativos para smartphone têm se mostrado uma ótima oportunidade de mercado. Isso significa que as empresas devem investir em uma loja online e preparar o seu site para vendas por meio de dispositivos móveis. Essa pode se tornar uma boa vantagem competitiva e fazer toda a diferença para otimizar os resultados conquistados.

De acordo com a pesquisa “Análise do E-commerce no Mundo 2018”, realizada pela Criteo, as vendas mobile somaram mais de 50% das transações online no mundo. No Brasil, no primeiro trimestre de 2017, 26% das vendas foram feitas através de smartphones ou tablets. Esse número apresentou um salto para 37% no primeiro trimestre de 2018. Diante deste cenário, que demonstra a consolidação das vendas mobile e indica uma tendência de crescimento para o futuro, entender a importância de trabalhar com canais de vendas alinhados com os hábitos de consumo atuais se torna imprescindível nesta Era Digital.

Os dados combinados de todos os países analisados pela Criteo demonstram a expressividade dos dispositivos móveis. Sendo assim, os aplicativos merecem um destaque especial quando falamos sobre as vendas mobile, pois eles apresentam resultados ainda mais relevantes para os lojistas, respondendo por 30% das vendas em dispositivos móveis.

Ao usar um aplicativo para oferecer seus produtos ao consumidor, sua loja online consegue se conectar com um número maior de potenciais clientes. Cerca de 30% de todas as vendas mobile acontecem a partir de um app. A taxa de conversão no app de compras é três vezes maior do que na web mobile. Ou seja, as chances de levar o consumidor ao momento da compra, por meio de um aplicativo, é muito superior às chances de venda pelo mobile web.

E pelo lado do usuário, uma das razões pelas quais os clientes preferem comprar pelo online ao invés das lojas físicas é a possibilidade poder avaliar suas opções e obter as melhores ofertas por meio de comparativos entre os varejistas, além de contar com uma entrega imediata e facilidade e segurança no pagamento. Tudo isso sem a necessidade de levantar do sofá: basta se conectar através do smartphone, ou seja, uma experiência muito mais rápida e intuitiva.

A sua empresa já aproveita as oportunidades de vendas criadas pelo uso de um app? Colocar essa estratégia em prática pode ser mais simples do que você imagina, além de ser uma ótima forma de potencializar as suas vendas!

Rafael Martins, CEO da LifeApps, empresa do Grupo Máxima responsável por plataformas de e-commerce.

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A inteligência artificial será tão essencial para a medicina quanto a energia elétrica

Por Diego Figueredo, CEO da Nexo AI

A nossa maior riqueza é a saúde. Para uma vida longa e plena, é essencial que a nosso corpo esteja saudável. Isso, inevitavelmente, passa pela medicina. Com o surgimento da ciência, ganhamos ferramentas importantes para sobreviver aos infortúnios diários. Apesar do avanço, no entanto, o erro hospitalar é uma das principais causas de morte dos pacientes. Aproximadamente 440.000 americanos morrem por ano como consequência de equívocos e quase 86% das mortes são evitáveis.

A redução desses números passa obrigatoriamente pela implementação das inovações tecnológicas que estão sendo desenvolvidas para o setor. A inteligência artificial (IA), por exemplo, caminha para ocupar todos os lugares. Em breve, não existirá nenhum setor ou especialidade que não sofreu algum impacto dessa tecnologia. E a saúde segue exatamente na mesma direção.

Desde a detecção precoce de doenças até o diagnóstico, onde acontecem alguns dos maiores erros. Do desenvolvimento de medicamentos à pesquisa clínica. A IA ajudará a melhorar os resultados com prazos menores e custos reduzidos. Os sistemas se apoiarão em metodologias comuns de comparação de sintomas e um enorme banco de dados de casos anteriores para fornecer uma análise assertiva.

A IA pode examinar imagens médicas, como raios X, tomografia computadorizada e ressonância magnética para fornecer feedback sobre o que provavelmente passaria despercebido pelo olho humano. Condições crônicas também serão combatidas com mais precisão. Câncer, diabetes e doenças cardíacas devem receber tratamentos mais acurados por terem padrões bem definidos e facilmente identificados.

A medicina de precisão, ramo da biologia molecular que lida com a estrutura, evolução, função e mapeamento de genomas também será prontamente melhorada. A ciência é responsável por buscar conexões para doenças a partir das informações obtidas do DNA. Combinada com inteligência artificial, será possível detectar doenças complexas em estágio precoce e ajudar a prevenir problemas de saúde com base nos genes dos pacientes.

Outra aplicação ainda mais simples e que já estamos vendo são os bots de assistência médica, usados para agendar consultas com o prestador de serviços de saúde do paciente. Esses bots também podem ajudar pacientes com medicação e melhorar o atendimento oferecendo suporte ininterrupto.

As mudanças proporcionadas pelos avanços na área estimulam o debate sobre a substituição dos médicos pela tecnologia no futuro. Algumas especialidades serão certamente dominadas pela IA, mas novas funções surgirão e os médicos já estão passando por um processo de transformação, como acontece sempre que estamos diante de uma tecnologia disruptiva. Desde a revolução industrial até a chegada da internet, passamos por momentos parecidos.

No entanto, a IA ajuda os médicos humanos a tomarem melhores decisões e com isso o tempo será direcionado para o que é mais importante. O setor da saúde é complexo e altamente regulado, por isso tem resistido tanto à reinvenção tecnológica em comparação com outros setores. Mas é inevitável que a transformação aconteça. O movimento que potencializa a conexão entre máquinas e hospitais já começou. Em breve, a inteligência artificial será tão fundamental para os médicos quanto a internet ou energia elétrica.

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Fundador da 99, Paulo Veras, integra conselho administrativo da Cargo X

A Cargo X, logtech brasileira fundada em 2013 com o objetivo de reescrever a cultura de transporte de cargas no Brasil, anuncia Paulo Veras, fundador da 99, como novo membro do conselho administrativo. A adição chega em um momento de reposicionamento de marca, que agora passa a concentrar seus esforços nas pequenas transportadoras e empreendedores com até seis caminhões, por meio de um fundo de investimento próprio de 100 milhões de reais e oferecimento de tecnologias como machine learning e inteligência artificial. Até 2020, a Cargo X planeja injetar até 300 milhões de reais na economia brasileira por meio dessa nova medida.

“Do mesmo jeito que os aplicativos mudaram o mercado ajudando os taxistas a serem mais eficientes, a Cargo X ajuda mudar o mercado de transporte, ajudando os transportadores a ganhar mais cargas e melhorar seu capital de giro. Dada minha experiência como Fundador e ex-CEO da 99, eu consigo contribuir com a estratégia da empresa”, afirma Paulo Veras, membro do conselho administrativo da Cargo X. E continua: “Acredito que no futuro todos os fretes serão transacionados pela internet. A Cargo X é um marketplace que vai permitir ao embarcador e transportador se conectar por meio de uma plataforma eletrônica de um jeito mais seguro e eficiente. No futuro, não existirão caminhões rodando vazios, transportadores sofrendo com a falta de capital de giro e nem cargas sem caminhão”.

Paulo foi diretor geral e conselheiro da Endeavor Brasil por doze anos e, como acionista da 99, atraiu investidores milhões de reais por meio de grandes investidores internacionais. Atualmente, atua no conselho de empresas como Estapar e B2W Digital. Junto ao empreendedor, integram o conselho administrativo da Cargo X nomes como Oscar Salazar, co-fundador da Uber.

“Em razão da sua grande experiência no mercado de mobilidade, Paulo traz uma importante visão de negócio para a Cargo X. Sem dúvida, essa sinergia faz muita diferença em um cenário de mercado tão competitivo”, afirma Federico Vega, CEO da Cargo X.

Além de Paulo Veras e Oscar Salazar, integram o conselho administrativo da Cargo X nomes como Federico Vega, Hans Hiclker (ex-CEO DHL) e mais.

“Nosso critério de seleção para novos membros do conselho administrativo é bastante rígido, queremos investidores que compartilham da nosso propósito de reescrever a cultura do transporte de cargas no Brasil”, finaliza Vega.

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A perigosa relação entre metas e remuneração

Por Francisco S. Homem de Melo

Quando falamos sobre ligar metas à remuneração (geralmente bônus) de maneira direta, nos referimos à insistência de algumas empresas em associar o batimento de metas à remuneração de maneira matemática. Por exemplo: Roberto é gestor de marketing da e tinha como meta elevar o market share da empresa a 35% (a partir dos atuais 30%). No fim do ano, apurou-se que a participação da empresa no mercado era de 34%, ou seja, Roberto bateu 80% da sua meta.

O RH, então, pegou os 80%, comparou-os com a tabela de PLR e percebeu que a regra é que, quando um funcionário bate 80% da meta, ele ganha dois salários mensais de bônus. Nosso objetivo com esse artigo é mostrar diversos exemplos práticos que ilustram como é complexa e pouco produtiva essa prática. Não faz sentido associar diretamente metas e remuneração porque, nem sempre, meta é sinônimo de performance. Um exemplo que temos usado muito: Hermes e Renato são vendedores e, ambos, como metas de vender R$ 100 mil. Ao fim do ano, Hermes e Renato apuram suas vendas do ano e fecham suas metas com R$ 90 mil em vendas, ou seja, batem 90% de suas metas.

Faz sentido que ganhem a mesma coisa? Agora vamos adicionar um grau de complexidade à decisão: Hermes cobre o setor de construção civil, e Renato, o de agronegócio. Em 2016, aproximadamente cinco mil construtoras e incorporadoras fecharam suas portas em meio à grave crise impulsionada por desemprego e juros altíssimos. No mesmo ano, o setor de agronegócio passou bem pela crise: o real desvalorizado tornou os produtos agrícolas brasileiros mais baratos no mercado estrangeiro, o que potencializou as exportações aos países desenvolvidos. Dado esse cenário, Hermes teve um ano dificílimo e, mesmo assim, bateu 90% da sua meta. Virou incontáveis noites, procurou novos clientes no interior do Brasil. Renato, por sua vez, teve um ano bastante típico: vendeu para sua carteira tradicional de clientes, sem grandes acrobacias.

E agora, faz sentido que ganhem a mesma coisa? Mais do que isso: se pagarmos a mesma coisa aos dois, estamos sendo meritocráticos? Meu ponto aqui é que tentar medir performance com base em uma simples continha matemática, raramente, produz resultados justos. O “modelo matemático” de performance é daqueles multivariados, impossíveis de se prever. Ademais, avaliar performance é o trabalho do gestor de pessoas. Se você concordou comigo que o exemplo anterior, do Hermes e do Renato, é longe do trivial, você também concorda que se queremos ligar diretamente % de batimento de metas e remuneração teremos que ser muito mais precisos na “contratação” das metas. Talvez, se tivéssemos previsto que o ano do Hermes seria muito mais difícil do que o ano do Renato, poderíamos ter dado ao primeiro uma meta mais baixa, para tornar a conta mais justa.

Assim, Hermes com a sua meta de vender R$ 60 mil e Renato com a sua meta de R$ 100 mil estariam jogando um jogo justo e equilibrado. E como podemos chegar a essa conta? Para esse caso, a empresa pode contratar uma consultoria econômica e pedir a ela que faça projeções sobre as perspectivas de cada setor (crescimento, margens de lucro entre outros indicadores para o ano) e, a partir deles, ser feita uma estimativa. A empresa deve fazer uma série de reuniões e validações das metas contratadas, e melhor ainda, criar uma área interna de “performance”, cuja principal responsabilidade será ter certeza de que todos possuam metas “justas”, que levem em conta todas as nuances de cada função. Assim, com as metas corretas, minimizamos a chance de termos um bônus relacionado às metas injusto.

E se, no meio do ano, o Presidente do Brasil cai de amores com o setor de construção civil e outorga uma nova Medida Provisória que diz que todas as construtoras e incorporadoras não precisarão pagar mais impostos e que, além disso, receberão empréstimos a custo zero do BNDES? Renato, que tinha uma meta de R$ 60 mil, agora pode ser agraciado com um segundo semestre excelente. Se ele vender R$ 80 mil com uma meta de R$ 60 mil, vai ter batido 133% da sua meta, e vai ganhar sem dúvida um bônus mais agressivo do que Hermes. Isso é meritocrático?

Hermes receberá um bônus em função da média ponderada do seu atingimento de metas na área antiga, que contará por oito meses e alguns dias, e da área nova, que contará por três meses e alguns dias. Uma simples equação:% de atingimento do ano = (% de atingimento da função antiga x fator de ponderação i) + (% de atingimento da função nova x fator de ponderação ii). Fator de ponderação i e ii = dias corridos na função i e ii / 365. Aí o Hermes se informa dessa conta e fica um pouco preocupado: ele estava trabalhando em um negócio enorme com a construtora Tabajara, e estava marcado para sair depois de 25 dias da sua troca de função. Hermes apresentou o novo vendedor, Dimas, que o substituirá, ao pessoal da Tabajara, e Dimas ficará apenas imbuído de assinar na linha pontilhada. Ou seja, a % do atingimento das metas de Hermes na semana de sua troca não refletirá o importante trabalho que ele fez com no grande negócio.

Ora, mas ele terá a nova função para bater metas nos meses restantes do ano, certo? Mais ou menos: os três meses do ano são muito fracos na área de Operações, pois o ano fiscal já acabou para a matriz, e nenhum projeto sai do forno na época. O que fazemos? Ajustamos a fórmula no caso a caso? Deixamos o Hermes com as metas da função passada (se sim, qual a “linha de corte” a partir da qual isso acontece?) E se a mudança fosse em abril, o que aconteceria?

Agora vamos imaginar que a área administrativa da empresa tenha um analista chamado Toninho. Ele, diferentemente do Hermes e do Renato – que estão na área comercial, portanto, com remuneração variável e mais agressiva – tem bônus máximo possível é de dois salários no fim do ano. Toninho chega em setembro, e percebe que não vai conseguir bater a meta, de reduzir em 40% o tempo médio de processamento de um pedido. Além de saber que não vai bater a meta (ele só conseguiu reduzir o tempo em 10% até agora, e não vê muito bem como reduzir o tempo ainda mais), também sabe que não vai ganhar um bônus: ele só ganharia alguma coisa se batesse pelo menos 80% da meta.

Assim, Toninho pensa: “eu não vou me esforçar para melhorar o resultado nessa meta já que não vou ganhar bônus mesmo. Vou correr atrás da meta para bater 75% dela e ficar a ver navios? Prefiro ficar tranquilo”. Ou seja, metas diretamente associadas a bônus criam um contrato implícito, que diz que a decisão de bater ou não meta é do funcionário: quem perde é ele e, ganha, quem batê-la.

É necessário que gestores e funcionários estabeleçam metas relevantes, alinhadas com o negócio e ambiciosas. Após combinarem metas, precisam acompanhá-las semanalmente (ou quinzenalmente) em reuniões de time, passando por cada uma das metas, seu status, próximos passos etc. O funcionário precisa ser responsável pela meta, e quem garante isso é o seu gestor direto. Ambos precisam avaliar de maneira honesta e transparente se as metas foram batidas. Mas, em última instância, quem dirá se Hermes ou Renato tiveram mais ou menos performance serão os gestores, após avaliarem em conjunto seus números, a economia do País, os negócios gerados pelo CEO da empresa, e todos os outros fatores observados durante o ano. É essa sua função.

Francisco Homem de Melo , fundador da Qulture.Rocks, software de gestão de desempenho.

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O que há de novo no mundo das startups?

De acordo com estudo divulgado recentemente pela Associação Brasileira de Startups (ABStartups), o ano de 2018 terminou com mais de 10 mil startups cadastradas, o dobro do número registrado em 2017. Para a instituição, o cenário para 2019 se mantém promissor.

O mundo das startups apresenta oportunidades não só para empreendedores, mas também para investidores. Segundo levantamento da Lavca (Association for Private Capital Investment in Latin America), em 2018 os investimentos em capital de risco bateram o recorde de US$ 1,3 bilhão, o que representa melhores oportunidades de crescimento e expansão para empresas de todos os portes, com alavancagens mais rápidas devido à troca de experiência com o investidor.

De acordo com Felipe Collins, sócio da aceleradora ACE Startups e um dos palestrantes do We Are Omie, festival de empreendedorismo organizado pela fintech Omie, a tendência é de que o venture capital amadureça progressivamente a partir de negociações com grandes corporações e maiores números de rodadas de investimento. Collins participa da trilha de Marketing e vendas de resultados no evento, que acontece no dia 8 de agosto em São Paulo.

No cenário promissor, grandes startups crescem cada vez mais. É o caso da Movile, iFood, Nubank, Rappi e 99, com valor de mercado estimado em mais de US$ 1 bilhão cada.

As fintechs Stone Pagamentos e PagSeguro já fizeram suas Ofertas Públicas Iniciais – ou seja, já registraram a entrada da empresa na Bolsa de Valores – e estão listadas, respectivamente, na Nasdaq e na NYSE.

Mas não há só unicórnios no mercado. O número de criações de startups e o ritmo dos investimentos aumenta cada vez mais. Confira 6 tendências listadas por Felipe Collins para que o empreendedor não perca nenhuma oportunidade:

1 – Grandes empresas atuando como mentoras e investidoras

Grandes corporações estão se aproximando de startups para tê-las como fornecedoras, oferecendo mentorias e também atuando por meio do corporate venture, em que operam como fundo de venture capital.

2 – Fintechs vão integrar cada vez mais o mercado financeiro

As fintechs passaram a integrar fortemente o mercado financeiro, já que entregam atendimento individualizado e taxas mais atrativas a partir de tecnologias avançadas. De acordo com Collins, a regulamentação do open banking, iniciada pelo Banco Central em abril, contribuirá para o cenário diminuindo os obstáculos para novas empresas que desejem prover serviços financeiros.

3. O mercado é oportuno para Agritechs

O agronegócio é uma área adepta às novas tecnologias, principalmente por ainda apresentar problemas, como crédito de safra e monitoramento de produção. Outra tendência é que startups de métricas passem a se desenvolver em centros de pesquisa no interior no país.

4. Empresas que observam necessidades têm mais sucesso

Ainda existem vários problemas na gestão e serviços e um número alto de intermediários em todos os tipos de processos. Segundo Anthony Ulwick, empresas que identificam problemas antes de investir em tecnologias têm 86% mais chances de alcançarem o sucesso. Portanto, antes de qualquer coisa, é preciso observar as necessidades.

5. Formação empreendedora capacita profissionais para o mundo das startups

De acordo com uma pesquisa divulgada pelo fundo de investimentos Canary, 37% dos universitários brasileiros querem seguir carreiras empreendedoras ou abrir empresas voltadas para a tecnologia. Neste sentido, a educação empreendedora está contribuindo para a capacitação de profissionais que desejam trabalhar em startups.

6. A lógica de colaboração encurta caminhos

As startups vêm se ajudando com compartilhamento de informações, criação de conteúdo, networking e conhecimentos que ajudem a encurtar caminhos para o sucesso.

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Internet das coisas tem o maior potencial de transformação dos negócios nos próximos três anos, aponta KPMG

A pesquisa da KPMG “Inovação na indústria de tecnologia 2019” (Technology Industry Innovation Survey) apontou a internet das coisas como o principal direcionador da transformação dos negócios nos próximos três anos. O levantamento entrevistou 740 líderes da indústria de tecnologia este ano que analisou as dez ferramentas que irão mudar as empresas a curto prazo.

Segundo o estudo, a automação robótica de processos (RPA, do inglês “Robotic process automation”) subiu para a segunda tecnologia com maior potencial para transformar o negócio. Essa foi a principal mudança já que na pesquisa anterior constava na nona posição. De acordo com os entrevistados, a robótica está mais associada a ganhos de eficiência e lucratividade e, na sequência, ao aumento da fatia de mercado. Ainda, segundo o levantamento, o maior desafio da adoção dessa ferramenta é a complexidade da implantação.

A pesquisa mostrou ainda que a inteligência artificial e aprendizado de máquina (machine learning) foram elencadas na terceira posição, perdendo uma posição em relação ao estudo anterior. Os entrevistados indicaram que as principais dificuldades de implementação dessas ferramentas são as dúvidas em relação à viabilidade econômica, complexidade da tecnologia e questões regulatórias.

As outras ferramentas foram citadas pelos entrevistados são blockchain (4? lugar), robótica e automação, incluindo veículos autônomos) (5?), realidade aumentada (6?), realidade virtual (7?), rede social e tecnologias colaborativas (8?), biotecnologia e saúde digital (9?) e plataformas de compartilhamento (10?).

“A pesquisa mostrou que estamos vivendo um período em que empresas de praticamente todos os setores estão se posicionando para implementar modelos de negócios inovadores baseados em tecnologia”, analisa o sócio-diretor da KPMG no Brasil, Felipe Catharino.

Para ter acesso à pesquisa completa, basta clicar no seguinte link: info.kpmg.us/content/dam/info/en/techinnovation/pdf/2019/top-10-technologies-for-business-transformation.pdf

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Iugu participa do Fórum E-commerce Brasil 2019

Entre os dias 16 e 18 de julho, acontece a maior feira de e-commerce da América Latina, o Fórum E-commerce Brasil. Serão mais de 196 empresas nacionais e internacionais expondo suas soluções e produtos e, entre elas, está a plataforma online de meios de pagamento, iugu. A startup faz parte do conjunto do evento que mostrará o papel da tecnologia para promover a inovação no mercado.

“O nosso objetivo é oferecer todas as ferramentas para o cliente resolver os principais problemas de meios de pagamento e obstáculos de gestão financeira. Por isso, estar presente em um evento de renome como o Fórum E-commerce Brasil, irá reforçar os benefícios e funcionalidades das nossas soluções para os empreendedores. Além de nos conectarmos ainda mais com público do evento “, comenta Patrick Negri, CEO da iugu.

O evento está na 10º edição e estima 15.000 participantes, que irão conferir as novas oportunidades de negócios. A proposta da iugu é trazer ao cenário as suas soluções e planos de negócios que ocorrem em três pilares diferentes: Tradicional, Recorrente e Marketplace, atuando em diversas áreas, se tornando assim uma das principais plataformas de meio de pagamentos do Brasil.

Fórum E-commerce Brasil

Local: Transamérica Expo Center – Av. Dr. Mário Villas Boas Rodrigues, 387 – Santo Amaro
Data e horário: 16 a 18 de julho, das 8h às 20h
Stand iugu: S-13

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Ágil e eficiente: como a brasileira Pipefy se tornou referência na filosofia Lean?

Para manter a competitividade, empresas devem se atentar às diferentes formas de inovação. Tendência em corporações de base tecnológica, a filosofia Lean pode ser uma aliada quando aplicada corretamente na cultura da organização. Garantir maior qualidade, agilidade e eficiência focados nas necessidades do cliente, eliminando desperdícios e melhorando continuamente produtos e serviços, se tornou tão essencial quanto vender em qualquer segmento ou mercado.

Empresas que nasceram com a cultura já implementada em seus times disparam na frente. Esse é o caso da brasileira Pipefy, que desde 2014, quando foi fundada, estabeleceu o Lean como pilar fundamental para seu funcionamento. A estratégia vem trazendo resultados expressivos: nos dois últimos anos, a startup de SaaS (Software as a Service – Software como Serviço), que fornece uma plataforma intuitiva e customizável para o gerenciamento de processos, cresceu 300%.

O sucesso pode ser atribuído à equipe liderada pelo paranaense Alessio Alionço, fundador e CEO da Pipefy. Desde o primeiro dia, o empreendedor estabeleceu dois grandes objetivos: ser global e referência no método. As duas metas foram cumpridas em um curto espaço de tempo. Hoje, a startup está presente em 150 países, tem bases no Vale do Silício e Austin, nos Estados Unidos, além da matriz em Curitiba, e ainda é modelo de eficiência na aplicação da filosofia.

Além da eficiência nos processos internos, a Pipefy ainda é capaz de implementar o Lean em outras companhias que desejam a filosofia aplicada em sua cultura. Com a plataforma, qualquer profissional ou gestor consegue ter plena autonomia para executar tarefas, controlar fluxos e prevenir falhas, exercendo a máxima da metodologia, com qualidade, agilidade e eficiência.

“Enxergamos uma combinação entre Lean e tecnologia muito interessante. Um é capaz de maximizar e otimizar o outro. Com a tecnologia, tiramos o máximo proveito do Lean e vice-versa”, explica o especialista no método na Pipefy, Leonardo Tomadon. Para ele, a filosofia foi capaz de fazer com que a empresa mantivesse, ainda que com o crescimento acelerado, a mesma qualidade e eficiência entregues no primeiro dia, ao primeiro cliente.

“Aqui na Pipefy, estimulamos que o time execute mais com menos e adotamos o mindset de Learn by Doing, ou seja, fazer, medir e, então, aprender. Como conseguimos isso? Empoderando nossos colaboradores a terem total autonomia em resolver problemas. É preciso que eles tenham a cabeça de dono e pensem sempre em como evitar erros e manter qualidade e o valor que tanto prezamos e entregamos ao cliente”, conta Alessio.

Desde sua fundação, a startup já recebeu investimentos da Redpoint Ventures, Valor Capital, 500 Startups, Founders Fund e dos fundadores da Zendesk, Morten Primdahl e Alexander Aghassipour. Em 2018, a Pipefy levantou US$ 16 mi em sua rodada de investimentos Series A, encabeçada pela OpenView Partners e Trinity Ventures.

Hoje com mais de 162 funcionários, incluindo profissionais de países como Estados Unidos, Nicarágua, Israel, Egito e Venezuela, a empresa está entre as melhores PMEs brasileiras para trabalhar. “A junção de produto inovador e eficiência de método chamou a atenção de gigantes que hoje fazem parte do nosso portfólio. Entre os mais de 15 mil clientes estão o McDonald’s, Unilever, Ambev, IBM e Accenture”, comemora o executivo.

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Edenred convoca startups para programa de aceleração

Gilles Coccoli, Chief Operating Officer Américas da Edenred

A Edenred, líder mundial em soluções transacionais para empresas, comerciantes e empregados e que integra as marcas Ticket, Ticket Log, Repom e Edenred Soluções Pré-Pagas no Brasil, em parceria com a Kyvo, plataforma de inovação e design de serviços, abrem a 3ª edição do Programa de Open Innovation, o Edenred Connect, que visa aproximar o Grupo de startups com o objetivo de trazer inovação de fora para dentro. Entre 14 de junho e 14 de julho, startups de todo o País, que tenham projetos inovadores e que contribuam com novas soluções ou com a melhoria de produtos e serviços relacionados a todas as marcas do grupo, poderão fazer suas inscrições.

Como uma precursora da inovação aberta, a Edenred desenvolveu um sistema global que antecipa tendências e explora ecossistemas que tenham afinidade com seu core business e o Edenred Connect faz parte do plano estratégico de aceleração do grupo. “Em 2018, tivemos um recorde de inscrições, foram mais de 220 startups que participaram do processo, o que mostra o potencial de atuação que elas têm em nosso mercado, a confiança em nosso programa e a solidez de grupo. Somos uma empresa que conecta empresas e pessoas e acreditamos muito na força da associação de uma empresa multinacional líder de mercado às startups, que agregam ainda mais valor ao nosso trabalho pela força e agilidade que depositam em seus negócios”, destaca o Chief Operating Officer Américas da Edenred, Gilles Coccoli.

Em 2019, serão selecionados até cinco parceiros, que passarão por etapas que incluem a avaliação do material disponibilizado na inscrição, entrevistas com os projetos selecionados e o Pitch Day, última etapa, que acontecerá em 8 de agosto, em que as 15 startups finalistas terão a oportunidade de apresentar seus modelos de negócios destacando as oportunidades de sinergia com a Edenred Brasil. A banca que definirá quem seguirá no programa, avaliará quesitos, como crescimento e evolução da startup, estrutura da equipe dedicada para a execução do projeto, clientes já atendidos, potencial do negócio e sua maturidade.

O processo de aceleração terá duração estimada de cinco meses. Nesse período, as equipes farão de uma imersão, na qual poderão aprofundar aspectos, como estratégia de usabilidade do projeto e contarão ainda com espaço físico, horas de mentoria de diretores do grupo e workshops da Kyvo, que terão como foco as necessidades apresentadas pelas startups, como planejamento estratégico, gestão de recursos humanos, marketing digital, análise de dados, recursos financeiros e relações mercadológicas, entre outros.

“Estamos muito contentes com o nível que o nosso programa de aceleração tem atingido. Com o amadurecimento do projeto e de nossa experiência, observamos resultados relevantes para nossa atuação no Brasil e também para nossos clientes, nos três níveis: empresas, comerciantes e trabalhadores.”, avalia Coccoli.

Podem ser inscritos projetos de startups de todo o Brasil. Detalhes sobre o programa e o processo de inscrições estão disponíveis no site: http://edenred.com.br/aceleracao/
Programa de Open Innovation Endered Connect

Adotado no Brasil em 2017, o Programa de Open Innovation Edenred Connect faz parte do plano estratégico de aceleração do grupo com foco na digitalização de sua oferta e na consolidação da liderança em B2B2C, refletido pelo posicionamento: “We connect, you win.”

Em 2018, o Edenred Connect recebeu mais de 220 inscrições e selecionou cinco startups com as quais trabalhou durante seis meses. Nesse período, os parceiros receberam cerca de 30 sessões de mentorias e coaching, que os auxiliaram no desenvolvimento dos projetos.

Como resultado dos programas de inovação já realizados pela Edenred, destacam-se a parceria fechada pela Repom com a Credisfera, que oferece a disponibilidade de contratação de empréstimo pessoal para os caminhoneiros. Outra parceria de destaque foi realizada pela Ticket Log com a integração da Onboard no Log&Go, que permite a utilização do saldo do Ticket Car para a recarga do Bilhete Único na cidade de São Paulo.

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Mais de 20 marcas expõem pela primeira vez na Eletrolar Show 2019

De 29 de julho a 01 de agosto, a Eletrolar Show apresentará com exclusividade as principais novidades e os mais recentes avanços tecnológicos de produtos como eletrodomésticos, eletroeletrônicos, eletroportáteis, celulares, wearables, bem-estar, TI e UD, na maior exposição dos produtos que ocuparão as vitrines dos principais varejistas do País no segundo semestre deste ano.

Em sua 14ª edição, a Eletrolar Show traz cerca de 23 marcas estreantes. Entre elas, estão grandes nomes do setor com destaque para a categoria de celulares, onde serão apresentados inúmeros acessórios diferenciados e lançada uma película para esses aparelhos e que é considerada a mais resistente do mundo. Demonstrações do produto serão feitas durante a feira, utilizando a tela de um iPhone como martelo para fixar um prego em uma madeira.

Para Carlos Clur, presidente do Grupo Eletrolar, a participação de novos expositores é significativa e valida a importância dada pelas marcas à maior feira de bens duráveis da América Latina. “A feira impulsiona a divulgação das marcas e possibilita aos executivos do setor identificar tendências e escolher o que é mais adequado aos seus pontos de venda. Ela também é importante porque elimina barreiras comerciais e abre caminho para novas parcerias e canais, o que é essencial numa época em que o varejo e o comportamento do consumidor passam por muitas mudanças”, comenta Carlos.

No ano passado, a categoria de bens duráveis cresceu 6% em faturamento, impulsionada por Eletrônicos com 16,8%, especialmente pelos Televisores com 195% de alta, de acordo com recente estudo divulgado pela empresa de pesquisas GfK.

Confira abaixo as marcas estreantes na 14ª Eletrolar Show:

ALTOMEX
Lança 50 produtos de todas as linhas que fabrica, com destaque para as caixas de som Bluetooth. Expõe, também, demais acessórios para smartphones, como carregadores, cabos, fones de ouvido, suportes automotivos e controles de videogames. “Os produtos têm como diferenciais o design, a qualidade e o preço. Nosso objetivo é alcançar clientes de todos os estados brasileiros”, diz Alexandre Lião, gerente nacional de vendas da Altomex.

ANIMUS DISTRIBUIÇÃO
A marca lança a Leswin, uma prancha motorizada que auxilia no exercício e na diversão de adultos e crianças. Permite mergulhar até 3 metros de profundidade e tem compartimento para acoplar uma câmera de ação. “Queremos apresentar a novidade ao mercado e esperamos resultados concretos em vendas, assim como o reconhecimento da Animus como importadora de produtos inovadores. Teremos preços diferenciados para negócios fechados na feira”, diz a diretora comercial Thelma Gonçalves.

BEURER
Apresenta seus produtos para a saúde e o bem-estar, como almofada massageadora, monitor de pressão arterial, balanças de vidro e sauna facial. O destaque é o aparelho que alivia o estresse, segundo Santiago Garrido, CEO da Garrido e Guzman, distribuidora da Beurer. “Colocado na área do diafragma, transmite impulsos que ajudam o usuário a respirar corretamente. Na feira, nosso objetivo é apresentar a marca, fazer lançamentos e entrar em vários magazines e lojas diferenciados do Brasil”, acrescenta o CEO.

CHAMALUX
Na feira, seu intuito é ampliar os negócios, divulgar a marca e as novidades aos clientes de todo o País. “É sempre melhor ter contato pessoal com o cliente e mostrar toda a linha de produtos e seus diferenciais”, diz Irineu Boscheid, diretor-geral da Chamalux. Na feira, lança linha de cooktops e também expõe fornos elétricos. “Os cooktops têm design e cores diferenciados, que tornam o ambiente mais bonito e charmoso. Teremos um incremento para quem visitar nosso estande”, conta Irineu.

DÉVIA
A marca de acessórios para celulares expõe na Eletrolar Show todo o seu mix de produtos, incluindo carregadores, cabos, capas, baterias, caixas de som, películas, suportes veiculares e power banks. “São produtos importados, de alto padrão, todos top de linha”, afirma Carlos Veronesi, controller da Dévia. “Estamos na feira pela primeira vez, motivados pelas possibilidades de divulgação da marca em nível nacional e da geração de bons negócios. Nossa expectativa é grande”, acrescenta.

FAM BRAZIL
Distribuidora de acessórios para celulares, a empresa apresenta suas linhas de produtos como carregadores, cabos, fones de ouvido, suportes veiculares, caixinhas de música e headphones. O intuito é tornar a marca mais conhecida e prospectar novos clientes. “Atualizamos nossas linhas à medida que são lançados aparelhos mais avançados e focamos muito no design, nas embalagens e descrição dos produtos”, diz Li Jun, diretora administrativa da Fam Brazil.

FANCY
Fabricante e importadora de acessórios para celulares, destaca seu fone ouvido sem fio TWS, exclusivo da marca, com versão avançada Bluetooth 5.0, precisão acústica e isolamento de ruídos. Vem em um estojo de metal grafitado, charmoso e clean. “A feira vai ampliar o alcance da nossa marca e o seu valor. Também vai gerar mais vendas, possibilitar o contato direto com o público-alvo e fortalecer o nosso posicionamento”, afirma Cindy Pan, gerente de vendas.

FEIYUTECH
A marca representada pela Windys lança o Gimbal, estabilizador para smartphone e câmeras, tanto de ação quanto profissionais. O Gimbal é um suporte articulado que estabiliza a imagem e, assim, evita que a filmagem saia tremida por causa do movimento da mão. “A FeiyuTech tem uma expectativa muito grande em relação ao mercado brasileiro”, afirma Tomas Lee, diretor da Windys.

GOAR
Lança o climatizador Novo Floripa, que refresca, umidifica e decora o ambiente. Tem como diferencial a água aspergida completamente limpa e livre de bactérias. “Nosso foco é divulgar o novo climatizador e expandir as vendas do ventilador de 70 cm”, diz o gerente de vendas, Jordan Dal Moro. A empresa tem uma linha de produtos diferenciada para o conforto térmico, e a Eletrolar Show é uma excelente vitrine. Nossa expectativa é ampliar negócios e divulgar a marca”, acrescenta Jordan”

GORILA SHIELD
Diretor da empresa, João Paulo Rezende diz que seu objetivo “é aproveitar o diferencial da Eletrolar Show, que é a visibilidade que ela dá à marca.” Na feira, apresenta uma linha completa de acessórios premium para smartphones e tablets. “Temos produtos com preços de R$ 9,90 até R$ 399,99 e pretendemos dar descontos agressivos na feira. Também lançaremos o modelo de negócios B2B da Gorila Shield”, conta João Paulo.

GRANDEVER
Traz para o Brasil telas e componentes para celular, como o frontal completo, que será um dos destaques no estande da empresa. “O que motiva a nossa participação na Eletrolar Show é o fato de ela reunir grandes empresas em um só lugar. É uma oportunidade de ampliar o leque de negócios e de clientes. Trabalhamos com preços tabelados para atacadistas e temos produtos com promoções especiais”, informa Eliete Rodrigues, gerente comercial.

HPRIME
Expõe a linha principal de películas para celulares. Destaque para a Nanoshield, uma exclusividade HPrime no Brasil. “A película inovou no mercado com sua durabilidade, maior que a do vidro temperado”, diz Fernando Hudelit, gerente comercial, que tem também linhas para modelos específicos de smartphones, como SafetyMax e Vidro Curvo UV. Na feira, quer fortalecer a marca, se aproximar mais dos clientes e ampliar o mercado. “O diferencial da Eletrolar Show é o seu alcance”, afirma Fernando.

HREBOS
O fabricante de acessórios para celular quer aumentar a carteira de clientes e agregar mais valor à marca Hrebos, diz Paulo Costa, gerente administrativo. “As maiores empresas do nosso segmento estão na Eletrolar Show. É o local para encontrar novos clientes e parcerias.” A empresa trabalha com produtos feitos com o logotipo do cliente, desde a embalagem. “Temos capas a partir de R$ 1,50 no atacado, e com certeza haverá negociação especial para o comprador que fechar contrato na feira”, afirma Paulo.

INOVA
Participa da feira motivada por relatos positivos de empresários que atuam no mesmo ramo, diz Vítor Costa, analista administrativo. “É a chance de levar nossas marcas e produtos para potenciais clientes que trabalham com artigos para celular, através da exposição em uma das maiores feiras do segmento.” No estande, estarão carregadores, cabos, fones de ouvido e caixas de som portáteis. “O preço será competitivo, com descontos negociados conforme o volume das compras”, conta Vítor.

LEHMOX
A empresa, que atua nas áreas de comunicação, segurança e TI, expõe acessórios para celular e lança produtos como teclados e mouses, de inteligência artificial e de segurança doméstica. Suas expectativas se concentram, principalmente, em mostrar o que pode fazer e tornar a marca mais conhecida no mercado. Um dos destaques será o olho mágico virtual. “Ele permite à pessoa ver, de qualquer lugar, quem está à sua porta”, diz Joseph Wang, diretor operacional da empresa.

MERIDIONAL
Marca da Souk, a Meridional estreia com o lançamento da linha de panelas na cor cobre. Expõe, também, jogos de panelas de alumínio com revestimento antiaderente e vitrocerâmico, faqueiros e formas refratárias brancas e coloridas. Além da linha de vidro da marca turca Pasabahce, composta por copos, garrafas, taças e xícaras de café, suqueiras e utensílios de cozinha. “Estamos fazendo lançamentos, é importante a empresa mostrar sua face e produtos”, diz o diretor da Souk, Mauricio Verakha.

OMRON
Fabricante de monitores de pressão, inalador, termômetro e balanças, a Omron quer ampliar o seu espaço no varejo de todo o País. Seu destaque é a balança de bioimpedância HBF 514C. “Mede gordura corporal, idade corporal, IMC e músculo esquelético, sendo muito utilizada por endocrinologistas e nutricionistas”, diz Gabriela Cavalcanti da Silva Mello, executiva de contas. Lança, também, o umidificador de ar com tecnologia que quebra as partículas, evitando que o chão fique molhado.

POSH
Apresenta mochilas com sistema antifurto, fones de ouvido Bluetooth e power banks, entre outros itens. “Nosso principal produto, atualmente, é a mochila com sistema antifurto, versátil, produzida com alta tecnologia e materiais de última geração”, diz Monica Hui, gerente comercial. A empresa destaca que seus preços são bem competitivos. “Os interessados em adquirir os produtos ou se tornarem revendedores ou representantes da marca terão um preço melhor”, acrescenta Monica.

RED MOBILE
Participa para ampliar a presença de seus celulares em todo o País. “É o maior evento do segmento no Brasil”, diz o presidente Felipe Cavalcanti. A empresa, que tem uma linha enxuta de aparelhos para as classes C, D e E, lança o smartphone Quick 5.0, em vermelho e prata. “Os diferenciais da linha são o elaborado design e o índice de RMA baixíssimo, se comparado ao do segmento”, atesta Felipe, que terá uma política de preços diferenciados para os negócios fechados no evento.

SOLID IMPORTAÇÃO
Apresenta a Redragon, marca de acessórios para gamers profissionais, um novo player no mercado de informática, diz Rony Uemura, diretor comercial da Solid Importação. “Somos líderes em teclados mecânicos para jogos eletrônicos. Prestamos serviços de OEM (Original Equipment Manufacturer) para marcas como Razer, HP, Dell, Asus, Huawei e Lenovo. Esperamos crescimento de 30% em nossa base de revendas”, completa.

TABLE GRILL
Seu destaque é a churrasqueira portátil à base de carvão, que funciona a pilha, com entrada USB, cuja patente a empresa comprou da China e tem o direito de comercializá-la no Brasil, México e Estados Unidos. Apresenta, também, o forno elétrico para fazer pizza e lança o carvão extraído do coco, que não faz muita fumaça e tem até três horas de queima. “Nosso produto é inovador, tem muito a ver com proposta da feira”, diz o gestor de marketing, Isaque Rodrigues.

X-ONE BRASIL
Presente em mais de 65 países, a X-ONE®, recém-chegada ao Brasil, lança a película para celular mais resistente do mundo, informa o diretor de marketing e vendas, Breno França. “A X-ONE® Extreme Shock Eliminator tem cinco camadas de proteção fundidas sob nanotecnologia, resistentes a quedas e impactos. Para comprovar essa resistência, faremos demonstrações durante a feira, utilizando a tela de um iPhone como martelo para fixar um prego em uma madeira”, completa Breno.

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Conferência Gartner Segurança & Gestão de Risco 2019 destaca novos desafios de cibersegurança no mundo digital

Qual é o papel dos líderes de TI e Negócios diante dos novos desafios de cibersegurança? Essa e muitas outras perguntas serão respondidas durante a Conferência Gartner Segurança e Gestão de Risco 2019, que acontece nos dias 13 e 14 de agosto, em São Paulo. No evento, analistas do Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento para empresas, apresentarão insights e novidades sobre a área de segurança e como os executivos de tecnologia e business podem se preparar para o futuro de suas operações.

“Hoje, os riscos cibernéticos são um dos três maiores inibidores do progresso das iniciativas de negócios digitais em todo o mundo. Esse cenário exige que os líderes de TI e negócios descubram e desenvolvam novas habilidades para atender as exigências de cibersegurança e resiliência dentro das organizações. São esses pontos que abordaremos nestes dois dias de atividade em São Paulo”, explica Augusto Barros, Chairman da Conferência e Vice-Presidente de Pesquisas do Gartner.

Dividida em quatro vertentes de conteúdo (Liderança e Estratégia; Tendências e Competências; Gestão de Risco e Resiliência; e Arquitetura e Operações), a Conferência discutirá as principais tendências e demandas da área de segurança, privacidade e gestão de riscos. Durante a programação, o público terá acesso às apresentações de analistas do Gartner, workshops, casos de sucesso e oportunidades para troca de experiências.

Com expectativa de reunir mais de 700 especialistas, o evento apresentará em dezenas de painéis o cenário de segurança digital e indicará como os líderes podem avançar em suas estratégias de proteção em uma era marcada pela expansão de soluções Cloud, escassez de profissionais qualificados e grandes desafios de compliance. “Ao todo serão apresentadas mais de 30 novas pesquisas e análises exclusivas sobre os mais importantes e relevantes assuntos”, diz Barros.

De acordo com pesquisas do Gartner, 95% dos líderes de dados acreditam que as ameaças de cibersegurança vão aumentar e impactar o dia a dia de diferentes partes e processos de uma organização. “Estamos em um momento que é preciso estabelecer novos padrões de liderança e comunicação para mudar o mindset organizacional no que diz respeito à proteção das informações e a inovação”, explica Barros, ressaltando que o objetivo da Conferência é apresentar insights e dados que estimulem o aprimoramento dos gestores de diferentes áreas em relação à segurança.

Um dos destaques do evento deste ano é a realização do CISO Circle, criado exclusivamente para Chief Information Security Officers (CISOs), Chief Risk Officers (CROs) e executivos com poder de decisão nas áreas de segurança e risco dentro das organizações. A meta é proporcionar uma experiência diferenciada por meio de sessões únicas e relevantes ao permitir acesso a conteúdos relevantes para os negócios.

Durante a Conferência, os participantes que desejarem recomendações específicas para os desafios de suas empresas poderão agendar reuniões particulares com analistas do Gartner. Nesses encontros, os executivos participantes receberão dicas sobre como preparar seus negócios para incorporar assertivamente tecnologias como Internet das Coisas (IoT), Inteligência Artificial, Aprendizado de Máquina e Analytics. Entre os temas discutidos estão Blockchain e cibersegurança.

Até o dia 12 de julho, o Gartner oferece desconto de R$ 550,00. Interessados em participar do evento devem contatar o Gartner pelo e-mail conferencias.brasil@gartner.com, pelos telefones (11) 5632-3109 e 0800 774 1440, ou pelo site http://www.gartner.com/pt-br/conferences/la/security-risk-management-brazil.

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Indústria busca o modelo ideal do 4.0

A principal conclusão do Summit 4.0, promovido pela Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil, em sua sede em São Paulo, é de que toda a tecnologia envolvida na transformação digital, que nos levará ao modelo da indústria 4.0, se destina a um só objetivo – tornar a vida das pessoas mais agradável e produtiva. A tecnologia a serviço do homem é um consenso. Durante o encontro, vários especialistas no assunto mostraram como a automação, a tecnologia e os novos conceitos melhoram a eficiência das empresas e, por consequência, facilitam as tarefas diárias.

Participaram do Summit 4.0 especialistas como Bruno Jorge Soares, da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial; Mauricio Finotti, da Associação Brasileira de Internet das Coisas; Rafael Rapp, da HP Brasil; Nicole Augustowski, da Here Mobility; Fausto Padrão Jr., da Coca-Cola Andina; e Sergio Gama, da IBM; além de um público qualificado de mais de 100 pessoas. Entre os temas expostos, o debate começa pelo desafio que o Brasil tem pela frente, que é integrar sistemas e promover a interoperabilidade entre eles para que a indústria 4.0 esteja habilitada. Para Bruno Jorge, coordenador do programa de Indústria 4.0 da ABDI, “o país deve transpor as barreiras que uma indústria diversificada como a do Brasil ainda enfrenta como, por exemplo, alto custo de implantação, dificuldade de medir o retorno do investimento, além da mudança de toda a estrutura e da cultura das empresas”. Segundo Bruno Jorge, a agência trabalha com os planos de Agenda 4.0, Plano IoT, Pró-futuro e Brasil 2027, com a finalidade de incentivar as empresas.

Os robôs colaborativos não devem causar temor ou eliminar empregos, de acordo com a opinião de Mauricio Finotti, coordenador do Comitê de Manufatura da Abinc. “Eles vão colaborar com os profissionais em tarefas repetitivas e fazer evoluir nossa capacidade de integrar sistemas físico-digitais.” Finotti citou exemplos que já estão colaborando com a evolução das profissões como as realidades virtual e aumentada possibilitando a indústria 4.0 na medicina, na agroindústria, na manufatura e, por fim, na Internet das Coisas – o tudo conectado a tudo. Para ele, o maior desafio será a segurança na imensidão dos dados que trafegam pelos sistemas.

Se a integração é a meta da Indústria 4.0, essa é a bandeira da Here Mobility, empresa que nasceu para mudar as tendências da mobilidade urbana. “O futuro da mobilidade é integrar os meios de transporte à demanda; ou seja, quando uma pessoa precisa, o transporte já está disponível”, acredita Nicole Augustowski, responsável por desenvolvimento de negócios da Here Mobility. A empresa aposta em uma projeção da McKinsey para o mercado de mobilidade urbana, na qual calcula que até 2030 a receita da mobilidade urbana compartilhada atinja $ 1,3 trilhão de dólares. Com vistas nesse potencial, a Here Mobility investe em uma plataforma que agrega todas as opções de mobilidade para o usuário, as empresas e os prestadores desse serviço. “Se as empresas gerenciarem facilmente uma plataforma de mobilidade e incentivarem seus funcionários a compartilhar viagens e usar serviços de vans, isso vai gerar uma enorme economia e ações de sustentabilidade”, explica Nicole.

Não há modelo – Cada empresa deve projetar seus processos e a gestão para a era digital. “Cada empresa deve encontrar seu modelo de Indústria 4.0”, analisa Fausto Padrão, gerente de Engenharia da Coca-Cola Andina. Ele acredita em mudança no processo interno da indústria para se repensar a gestão. “Tudo que é digital gera dados, que devem se transformar em negócios sob os princípios da era 4.0: tempo real, descentralização, modularidade, interconectividade, orientação a serviços e cadeia de valores.” Essas mudanças dependem, segundo Fausto, da inteligência gerada a partir das informações que vão conectar as máquinas e dispositivos.

Essa opinião pode ser comparada, por exemplo, à apresentação de Sergio Gama, membro do Conselho de Tecnologia da IBM e líder da empresa na América Latina. “O consumidor tem o poder nas suas mãos e o imediatismo é seu novo hábito” é uma das frases marcantes ao explicar a capacidade que as pessoas têm ao gerar uma infinidade de dados por meio de smartphones e impelir a indústria a criar produtos e serviços para atender a uma demanda que exige inovação a cada dia. “Um mar de dados é ao mesmo tempo o combustível e o resultado da transformação digital”, explica o especialista.
A conclusão se reforça no estudo que produziu o Índice de Automação do Mercado Brasileiro, calculado pela Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil e a GfK Brasil. A partir de entrevistas realizadas com 2,7 mil consumidores em todo o país, se concluiu que a média é de 11 aplicativos instalados nos smartphones, dos quais 83% destinam-se a compras e vendas de produtos. Já no segmento de serviços, 78% são usados para mobilidade urbana; 73% para mobile banking; e 33% para pedidos de refeições. Ou seja, o consumidor quer inovação a seu serviço e é isso que define o modelo da indústria 4.0.

“O volume, variedade e velocidade dos dados está criando oportunidades sem precedentes”, mostra a apresentação de Sergio Gama. Ao estruturar os dados, a indústria pode criar aplicações inovadoras como, por exemplo, está fazendo a IBM ao apresentar o supercomputador Watson, que é hoje a máquina mais desenvolvida para interpretar os dados e transformá-los em informação inteligente – conceitos de machine learning e inteligência artificial. “A máquina não vai substituir o homem, mas vai potencializar sua capacidade de cumprir tarefas intelectuais repetitivas”, afirma Gama.

A Indústria 4.0 está ajudando até as empresas a promoverem ações de sustentabilidade. É o caso da HP Brasil, que criou o Smart Packaging Program, resultado de anos de planejamento e prática de ações que integraram tecnologias como identificação de itens na linha de produção com radiofrequência (RFID), business intelligence, Internet das Coisas e padrões GS1, entre outras, para proporcionar rastreabilidade e visibilidade de todos os processos, desde a fabricação até a distribuição de seus produtos. De acordo com Rafael Rapp, gerente de operações da HP Brasil, “além da redução de custos de processos ao se estruturar os dados gerados pela fábrica, houve melhora na experiência do cliente, preservação da marca e redução de 600 toneladas ao ano na emissão de carbono na atmosfera”. O programa criado no Brasil servirá de modelo para a HP expandir a iniciativa em outros países.

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Holding de novo Shark Tank Brasil leva marcas para Feira da ABF

O novo Shark Tank Brasil, José Carlos Semenzato, marcará presença na próxima ABF Franchising Expo, que acontece dos dias 26 a 29 de junho. Fundador da SMZTO Holding de Franquias, o empreendedor levará algumas de suas marcas para o evento. A United, que recebeu investimento recente da Holding, participará da feira pela primeira vez, assim como a OAKBERRY, a mais nova investida do grupo SMZTO.

“Como uma das principais vitrines da América Latina, a feira da ABF é uma ótima oportunidade tanto para dar visibilidade para as nossas marcas como para ajudar o empreendedor a encontrar um negócio consolidado no mercado”, afirma Semenzato.

No Stand da SMZTO, haverá um totem com um teste rápido para o investidor entender um pouco mais do seu perfil como franqueado. Além disso, o espaço contará com atendimento personalizado, e os visitantes poderão “visitar” as unidades da rede SMZTO por meio do uso de óculos de realidade virtual.

Negócio de sucesso

A escolha de uma franquia é um dos grandes dilemas dos empreendedores. Por isso, é importante estar atento ao prestígio e ao crescimento da marca no mercado. Este é um dos principais conselhos do empresário José Carlos Semenzato, que começou sua carreira empreendedora vendendo coxinhas e hoje fatura R$ 1,45 bilhão por ano.

Atualmente, sentado na cadeira do Shark Tank Brasil, reality show sobre negócios do Canal Sony, o empreendedor possui uma história inspiradora. Após o sucesso como vendedor de coxinhas, Semenzato fez um curso de processamento de dados e, em seguida, começou a dar aulas nesta área. Foi assim que surgiu a ideia de criar uma escola de informática, a Microlins. O negócio deslanchou, mas o empreendedor decidiu apostar em um novo desafio. Em 2010, vendeu a Microlins para Carlos Wizard e fundou, no mesmo ano, a SMZTO.

Criada com o propósito de acelerar negócios promissores por meio do modelo de franchising, a holding conta hoje com mais de 1.800 unidades sob sua gestão. A SMZTO é sócia de todas as suas marcas, tais como Espaçolaser, belle.club, OdontoCompany, Instituto Embelleze, Joy Juice, Partmed, United, Casa X, L’Entrecôte de Paris, Oakberry e Gua.Co. Juntas, as marcas que contam com investimentos da SMZTO têm previsão de faturamento de R$ 2,2 bilhões em 2019.

Os destaques na feira

Neste ano, entre as novidades que a Holding traz para a feira estão as marcas United e Oakberry. A United, rede de escolas de inglês, já formou mais de 70 mil alunos e possui atualmente 26 unidades. Com foco no público adulto, a rede oferece aulas com horários flexíveis, que podem ser agendadas e desmarcadas por meio de um aplicativo, e uma metodologia que permite ao aluno aprender a falar inglês em 18 meses.

Outra estreante na feira é a Oakberry, rede de alimentação saudável focada em açaí. A Oakberry Açaí Bowls nasceu em 2016 para atender a um nicho de mercado ainda pouco explorado, o fast food de alimentação saudável.

O Instituto Embelleze, rede de cursos na área de beleza, também trará novidades para o evento. Recentemente, a franquia lançou um projeto para atender cidades com até 100 mil habitantes. O investimento inicial é de R$ 120 mil, já incluídas a taxa de franquia e o capital de giro. O intuito é ampliar sua presença em cidades de menor porte.

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Fintech de pagamentos por aproximação ATAR cresce com cartão e conta digital

As grandes operadoras globais de cartões elegeram o pagamento por aproximação como carro-chefe para expandir seus negócios. O avanço da modalidade abriu caminho para o crescimento de empresas especializadas na tecnologia contactless. É o caso da startup catarinense ATAR. A empresa, que lançou a primeira pulseira de pagamentos por aproximação da América Latina, recentemente se tornou parceiro tecnológico da Mastercard na criação de cartões pré-pagos promocionais contactless para eventos esportivos.

A ATAR apresentou sua pulseira de pagamentos ao mercado em 2016, quando não havia outro acessório semelhante no país, nem era comum realizar uma compra usando o celular. A ATAR band era vista como uma promessa revolucionária. Hoje, três anos depois, os usuários do wearable – como são chamadas as tecnologias adotadas como acessórios de vestir – já realizaram pagamentos por aproximação em mais de 9.000 estabelecimentos diferentes no Brasil e em outros 15 países.

“A ATAR band foi protagonista da maior pré-venda de um produto brasileiro de tecnologia na época, com mais de 1.000 unidades encomendadas”, conta Orlando Purim Junior, diretor executivo da ATAR. “A ideia era tão inovadora que as pessoas queriam ter acesso antecipado à pulseira, apoiando o projeto ao comprá-las mesmo sem pronta entrega”.

Para desenvolver o produto, a ATAR contou com nomes de peso. A Mastercard se tornou a bandeira da ATAR band, permitindo que a pulseira fosse aceita em estabelecimentos comerciais em mais de 200 países. Já a Edenred Soluções Pré-Pagas, que se adaptou para atuar com pagamentos por aproximação, virou o emissor.

“Essas empresas apostaram no contactless e nos wearables de pagamento quando ainda eram uma promessa. Agora que esse segmento ganha tração, temos uma solução robusta pronta para atender o mercado”, diz Purim. Para Alfredo Bernacchi, diretor geral da Edenred Soluções Pré-Pagas, a tendência é de expansão. “Emitimos dispositivos de pagamento por aproximação pela primeira vez com a ATAR. A modalidade dá agilidade ao processo de compra, permitindo que a transação seja até dez vezes mais rápida do que com outros meios”.

Parceria com a Mastercard

O pioneirismo e a expertise em contactless levaram a ATAR a ser escolhida pela Mastercard para parceria durante alguns eventos esportivos que a operadora patrocina. Entre maio e junho, mais de 9.500 cartões pré-pagos promocionais com a tecnologia de pagamentos por aproximação da fintech foram distribuídos a clientes da Mastercard. Também foram entregues 500 pulseiras de pagamento da ATAR, personalizadas para a Mastercard, a torcedores, executivos e influenciadores.

Esses cartões tinham um crédito de R$ 15 e as pulseiras da ATAR, de R$ 30. Para usar o recurso, válido até 31 de julho de 2019, era preciso ativá-los por meio da conta digital e do aplicativo ATAR pay. “Nos empenhados em assegurar comodidade, operacionalizando back-office, tesouraria e atendimento”, diz Mike Allan Pellin, diretor de operações da ATAR.

Ganhando corpo

A ATAR band funciona por meio da tecnologia NFC (transmissão de dados sem contato). Após adquirir a pulseira, o usuário deve baixar o aplicativo ATAR pay (disponível para iOS e Android), criar uma conta digital (Conta ATAR pay) e fazer a ativação do produto. Para realizar pagamentos, é preciso depositar recursos na Conta ATAR pay, o que pode ser feito com cartões de crédito, TED ou boleto bancário emitido no próprio aplicativo. A ATAR band é aceita em toda a rede contactless da Mastercard, presente em 85% das maquininhas no Brasil.

Entre cartões e pulseiras, a ATAR emitiu mais de 17 mil dispositivos de pagamento nos últimos 12 meses. Instituições financeiras como o banco Bradesco e a cooperativa Sicredi se tornaram clientes corporativos da fintech. Neste ano, até maio, o volume de depósitos na conta digital ATAR pay cresceu 146% em relação ao mesmo período de 2018. “Acreditamos que estamos fazendo a diferença para a disseminação dos pagamentos por aproximação no país”, afirma Purim. Os pagamentos por aproximação já podem ser feitos em cerca de 4.500 cidades brasileiras.

Pivot no modelo de negócio

Fundada em Timbó, cidade de 43 mil habitantes no interior de Santa Catarina, a ATAR nasceu focada no desenvolvimento de wearables de pagamento. A empresa foi uma das selecionadas para participar da primeira turma do InovaBRA, programa de inovação criado pelo banco Bradesco, em 2015, quando o modelo da ATAR band foi testado e aprovado. Até o momento, a empresa recebeu cerca de R$ 1 milhão em aportes, entre investimentos anjo e equity free (sem envolver participação societária).

Diante da resposta dos clientes à ATAR band, os executivos perceberam que havia uma oportunidade de ajuste no modelo de negócio da empresa. Com o tempo, a base de usuários se diversificou. “Notamos que muitos clientes se consideravam mal atendidos pelos bancos”, diz Pellin. Ao mesmo tempo, a forma de usar a solução também evoluiu. “Os clientes estavam usando a Conta ATAR pay para finalidades que não tínhamos previsto, como guardar dinheiro, pagar mesada, rachar a conta com os amigos ou fazer cobranças”.

A startup, então, decidiu democratizar o acesso à conta digital. Até o ano passado, só tinha acesso à ATAR pay quem comprasse a pulseira de pagamentos. Em maio de 2019, os dois foram desvinculados – agora, é possível aderir à conta digital sem ter a pulseira. Os resultados estão aparecendo. Neste ano, até maio de 2019, o número de novas contas foi o dobro das abertas em 2018 inteiro. “Começamos com o ‘tech’, mas resolvemos agregar o ‘fin’. Com a conta digital podendo ser aberta por qualquer pessoa, hoje somos oficialmente uma ‘fintech’, empresa dedicada à tecnologia para a área financeira”, conclui Pellin.

A conta digital ATAR pay não tem taxa de manutenção e nenhum custo para depósito. Deve ser lançado também o Cartão ATAR, cartão pré-pago internacional, com a bandeira Mastercard, sem cobrança de anuidade. Em fase de teste, o cartão permitirá fazer saques no Brasil e no exterior, além de pagamentos em mais de 40 milhões de estabelecimentos no mundo.

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ABRINT 2019 supera número de visitantes e expositores de anos anteriores e divulga novos conselheiros

A ABRINT (Associação Brasileira de Provedores de Internet e Telecomunicações) encerrou, na última sexta-feira (07/06), a 11ª edição do Encontro Nacional de Provedores, o maior evento do setor na América Latina. Neste ano, o evento contou com o maior número de participantes desde sua primeira edição, em 2009. No total, o Encontro contabilizou mais de 200 expositores e mais de 8 mil visitantes, representando, em ambos os casos, um aumento de mais de 30% em relação a 2018.

“A quantidade de provedores existentes no Brasil é única no mundo. Justamente por isso, o Encontro Nacional, realizado pela ABRINT, se torna cada vez mais importante, servindo como um espaço e oportunidade para que os provedores façam networking e conheçam as novidades do mercado, tanto em termos de produtos e serviços quanto em relação à legislação e regulamentação”, afirma Breno Vale, presidente do Conselho de Administração da ABRINT.

O Encontro Nacional da ABRINT reúne todo o ecossistema próprio do segmento de provedores, desde fabricantes de equipamentos até empresas de consultoria e serviços. Também estiveram presentes atendendo o público na feira, entidades como o Nic.Br e a ANATEL, que pelo terceiro ano consecutivo participa da feira e leva técnicos de diversas áreas para prestar orientações aos provedores.

Em três dias, o evento reuniu ainda mais de 90 palestrantes que puderam levar seus conhecimentos por meio de 4 salas de palestras – uma plenária principal e três salas auxiliares. A ABRINT tem procurado mesclar temas de grande interesse da pauta regulatória, como o leilão das faixas de 5G e a insegurança tributária que ainda paira sobre o segmento, com temas relacionados ao dia a dia das empresas como vendas, marketing e gestão de negócios.

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Co.W. Coworking Space e Anprotec firmam parceria

O Co.W. Coworking Space, ecossistema de compartilhamento de estações de trabalho que visa criar condições favoráveis à cultura da inovação, assina nesta quinta-feira, 27 de junho, a partir das 10h, um acordo de parceria com a Anprotec (Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores). O evento que marca o início da parceria será realizado na Unidade Berrini do Co.W., em São Paulo.

O objetivo do acordo é a cooperação entre as partes para a promoção de ações que fomentem negócios entre as empresas residentes no Co.W e as associadas à Anprotec, além do desenvolvimento do ecossistema de inovação a partir destas novas oportunidades de negócios e de aprendizado, networking e benchmarking. Dentre as premissas da parceria, estão: divulgações de ações promovidas por ambas as partes, como projetos, eventos e editais, além de benefícios exclusivos aos agentes representados pelas instituições.

“Estamos sempre abertos às possibilidades de estabelecer parcerias que tenham sinergia com a nossa proposta de ser um espaço de compartilhamento voltado à inovação”, comenta Renato Auriemo, sócio-diretor do Co.W. “O acordo com a Anprotec se realiza nesse contexto e estamos entusiasmados com as possibilidades de resultados concretos que podem surgir a partir dessa parceria”.

Já o presidente da Anprotec, José Alberto Sampaio Aranha, destaca que o acordo deve ampliar o acesso de seus associados a oportunidades de networking e à participação em eventos, além da possibilidade de utilizar a infraestrutura do Co.W., entre outras vantagens.

“Estamos muitos satisfeitos com essa parceria. A partir da próxima semana, os associados da Anprotec terão acesso, em São Paulo, a um espaço de trabalho estruturado, com a oportunidade de um proveitoso networking e de participar em eventos da comunidade Co.W., o que pode gerar consistentes leads de negócios. Trata-se do Hub Anprotec no Co.W. Berrini”, completa Sampaio Aranha.

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Debate sobre futuro da educação reúne Viviane Senna, João Kepler e executivos do Google e LinkedIn em São Paulo

O LIDE FUTURO, plataforma de conteúdo, experiência e networking para jovens lideranças, recebeu mais de 300 convidados no LIKE THE FUTURE, maior evento do grupo, que abordou a temática do futuro da educação no país. Presidente do Instituto Ayrton Senna, Viviane Senna, foi a responsável por introduzir dados atuais sobre a realidade brasileira, destacando a onerosidade na qualidade de serviços educacionais públicos. O debate principal ficou a cargo dos executivos do Google, Alexandre Campos, LinkedIn, Ana Claudia Plihal, Vereda, Danilo Costa, e EF Education First, Eduardo Santos, que contou com a mediação de Guilherme Junqueira, CEO da Gama Academy.

João Kepler, da Bossa Nova Investimentos, líder absoluta do segmento na América Latina, conduziu quatro pitches entre startups que prometem revolucionar o setor de educação no Brasil, trazendo insights e apresentando tendências às lideranças e filiados presentes. “Acreditamos que muitos dos nossos próximos investimentos poderão ser destinados às empresas do LIDE FUTURO. Com a parceria, queremos potencializar nossa busca pelas melhores oportunidades para estarmos próximos não apenas dos empreendedores, mas também de quem investe com o objetivo de educar e fomentar esse mercado”, comenta o executivo.

Sócia e CEO do LIDE FUTURO, Laís Macedo ressalta a importância de colocar o assunto em pauta, trazendo a experiência e a mentalidade dos principais líderes do mercado, sempre promovendo um rico debate e uma intensa troca entre os convidados do grupo. “Essa é a hora de discutir o atual momento do Brasil e buscar maneiras de oferecer soluções reais às pessoas no âmbito educacional, tão importante e defasado nos dias de hoje”, enfatiza.

Para o fundador e presidente da Vereda, debater sobre o futuro da educação é o primeiro passo para a transformação das próximas gerações. “É preciso entender que o futuro é agora para evoluir com propósito e agilidade. Afinal, o problema da educação é o grande desafio do Brasil e ela precisa ser atualizada urgentemente. A Vereda nasceu com a missão de atualizar o sistema educacional brasileiro e tornar a educação de qualidade uma realidade em nosso país”, conta ele.

Ainda durante o evento foi possível experimentar a sensação de pilotar um carro de Fórmula 1 com narração do campeão mundial brasileiro Ayrton Senna por meio de realidade virtual.

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Startups demonstram tecnologia inovadora na ISC Brasil

Um grupo de startups demonstrará tecnologias inovadoras na 14ª Feira e Conferência Internacional de Segurança (ISC Brasil), que acontece entre os dias 25 e 27 de junho, no Expo Center Norte, em São Paulo. A expectativa é que o evento receba mais de 18 mil visitantes, movimentando cerca de R$ 800 milhões em negócios. Neste ano, o evento conta com um crescimento de 31% no tamanho e volume de marcas presentes em relação ao ano anterior.

Entre as empresas presentes na “ilha” montada especialmente para startups está a Findme, originária de Natal (RN), que desenvolveu um software de gestão inteligente para ajudar empresas de segurança patrimonial no maior controle, eficiência e qualidade em seus serviços, possibilitando maior força de mercado e evolução em todo o setor. Em 11 meses de aceleração, a Findme saltou de uma carteira de um para 100 clientes, transferindo a sede para a São Paulo.

Outro destaque é a Aeroscan, uma startup que utiliza drones para fazer ronda de empresas e condomínios. A solução envolve uma plataforma de gerenciamento de múltiplos drones que permitem a criação de missões e rondas automatizadas, enviando as coordenadas e transmitindo a imagem para uma central de controle em tempo real. Além disso, a plataforma trabalha com APIs, o que possibilita a integração com qualquer central de monitoramento.

Os visitantes também podem ver o aplicativo desenvolvido pela startup sueca Sectech, que é voltada para empresas e tem como foco a comunicação em momentos de emergência. Por meio do aplicativo em smartphones, é possível alertar sobre qualquer incidente como assaltos, tiroteios, enchentes ou incêndios.

Congresso ISC Brasil

A 14ª edição da ISC Brasil traz em sua programação o Congresso ISC Brasil. Com uma grade focada na atualização profissional e capacitação técnica, o evento apresentará conceitos inovadores, tecnologias e recursos da indústria do segmento para aplicação de soluções integradas de segurança eletrônica, patrimonial e privada, pública e digital. No total, serão mais de 150 horas de conteúdo de alta qualidade e impacto no mercado de segurança brasileiro.

14ª edição ISC Brasil

Mais de 18 mil visitantes são esperados na 14ª ISC Brasil. Com a presença de mais de 150 expositores, a feira deve movimentar mais de R$ 800 milhões em negócios.

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