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E-commerce brasileiro cresce 13,4% no terceiro trimestre, indica Mastercard SpendingPulse

O e-commerce brasileiro continua em constante crescimento, de acordo com o Mastercard SpendingPulse™, indicador que fornece informações sobre as tendências gerais de gastos do varejo em todos os tipos de pagamentos. As vendas no varejo on-line cresceram 13,4% no terceiro trimestre se comparado ao mesmo período do ano passado.

No terceiro trimestre, as vendas de comércio eletrônico nos setores de eletrônicos e móveis superaram a média do canal de distribuição em 18,3% e 17,5%, respectivamente.

Por mais que as vendas online nos setores farmacêutico (+13%), vestuário (+8,1%) e hobby e livraria (+2,3%) tenham crescido, essas categorias tiveram um desempenho inferior à média do canal.

Vendas totais

No terceiro trimestre, as vendas totais (excluindo vendas de automóveis, materiais de construção, restaurantes e cama, mesa e banho) cresceram 1,6% em relação ao mesmo período do ano passado. Além disso, quatro setores cresceram acima da média do canal:

• vestuário (+4,6%);
• produtos farmacêuticos (+4,4%);
• combustíveis (+5,0%);
• artigos pessoais e domésticos (+5,0%).

No entanto, os setores de móveis e eletrodomésticos (-1,8%) e supermercado (-0,7%) apresentaram ligeira desaceleração.

As regiões Sul (+2,7%), Sudeste (+2%) e Norte (+2%) também superaram a média nacional, enquanto as regiões Nordeste (+0,5%) e Centro-Oeste (+0,2%) ficaram abaixo dos níveis totais de vendas no varejo, comparado com o mesmo período do ano passado.

“No terceiro trimestre, fatores como redução da taxa de desemprego, melhoria da renda familiar e aumento do crédito para pessoas físicas, juntamente com inflação estável, ajudaram a aumentar as vendas”, diz César Fukushima, Diretor de Análise Avançada da Mastercard no Brasil.

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Magazine Luiza, Americanas e Zoom dominam ranking de aplicativos para a Black Friday 2019

Magazine Luiza ao lado de Americanas lideram o ranking de aplicativos para Android, e Zoom é o primeiro no ranking iOS dos aplicativos mais bem posicionados para a Black Friday 2019, segundo o relatório exclusivo do RankMyAPP, empresa de tecnologia referência em mobile marketing no Brasil.

O ranking é gerado em tempo real através de um algoritmo criado pela equipe de desenvolvimento do RankMyAPP e combina dados próprios com dados das app stores, criando uma pontuação indicando o market share de visibilidade para cada aplicativo, considerando as palavras mais relevantes buscadas para Black Friday. “Sabemos que a Black Friday é uma data chave para o comércio, o relatório entrega ao mercado um indicador para as empresas trabalharem em otimizações e obterem o melhor resultado de vendas”, afirma Juliana Assunção, CMO do RankMyAPP.

O relatório também mostra a relevância das palavras-chave mais pesquisadas para a Black Friday baseada no comportamento do usuário. “As buscas mais relevantes são para termos específicos como ‘TV LED’ e ‘geladeira’ e não por marcas específicas. A exceção é o iPhone, única marca a aparecer com mais de 50% de relevância para a Black Friday”, complementa a executiva.

Embora a data aqueça as compras de bens de consumo e tickets maiores, o ranking mostra que o consumidor também busca ofertas de produtos consumidos no dia a dia como fast food e deliveries, colocando McDonald’s, Burger King e iFood bem posicionados.

As recomendações para as empresas trabalharem sua estratégia de mobile marketing para a data são os testes e o planejamento. “O ideal é iniciar o planejamento entre julho e agosto, é nessa época que começam a surgir no ranking jogos casuais aleatórios que realizam suas otimizações para a Black Friday. Além disso, o aplicativo precisa entregar o que promete na campanha sendo imprescindível testá-lo durante toda a jornada do usuário, desde a descoberta nas app stores até no uso do app em si, senão todos os investimentos podem trazer efeitos até negativos”, analisa Juliana.

O relatório está dividido entre apps para Android e apps para iOS e pode ser consultado gratuitamente no site do RankMyAPP.

FONTE RankMyAPP

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T-Systems Brasil participa de hackathon da Deutsche Telekom

A T-Systems Brasil, provedora alemã com amplo portfólio digital de soluções e serviços de TI, participou no final de outubro de um hackathon organizado pela Deutsche Telekom. Entre os dias 24 e 25 de outubro, o evento reuniu profissionais de desenvolvimento de software do Brasil, Alemanha e Hungria com o objetivo de criar soluções de “digital workplace”.

De acordo com o head de Automação e Inovação em Cloud e Serviços Gerenciados de T-Systems Brasil, Elber Bernardino, o evento tinha como foco o desenvolvimento de soluções que tornassem a rotina de trabalho da companhia mais digital e, ao mesmo tempo, ampliasse a colaboração entre os funcionários. “O evento aconteceu, com o mesmo tema, nos três países, com integração entre todos os participantes”, explica.

Ao todo, cerca de 80 profissionais da companhia participaram do hackathon. No Brasil, foram cerca de 40 reunidos em São Paulo, vindos das unidades da T-Systems em Blumenau (SC), Curitiba (PR), São Bernardo do Campo (SP), São Paulo (capital) e Barueri (SP), além de profissionais locados na Volkswagen e na Daimler. Além destes, o evento contou com mais 30 profissionais em Bonn (Alemanha) e dez em Budapeste (Hungria). Os participantes foram escolhidos por sorteio, depois de se candidatarem na YAM, rede social interna da T-Systems.

No Brasil, o hackathon foi aberto pela presidente da companhia, Angelica Vitali, que destacou o evento como parte da iniciativa TransformAção, que vem trazendo inovação para a empresa em diversas áreas. “O hackathon é parte de nosso pilar de inovação e mostrou como os talentos que temos dentro de casa são fundamentais, não só para nossos clientes, para a nossa evolução”, afirma.

Bernardino explica que o evento durou 24 horas, divididas em dois dias. “Durante este período, mantivemos abertos os canais de videoconferência para que os participantes daqui e da Europa pudessem trocar informações”, explica. Ao todo, o evento resultou no desenvolvimento de quatro soluções voltadas a ampliação da colaboração interna e da digitalização do espaço de trabalho:

Inteligência Artificial – integração com Alexa, da Amazon, para agendamento de reunião e alocação de sala automatizada via comando de voz;

Microsoft PowerApps – aplicativo para os colaboradores consultarem projetos ativos, aplicarem candidaturas e, também, listar hobbies para melhor integração entre equipes;

RPA – aplicativo para automação do processo de reembolsos com integração automatizada com o Uber e uso da tecnologia OCR para leitura física de notas fiscais e comprovantes;

YAM – chat para interação entre colaboradores T-Systems durante leitura de Blogs, comunicados e notícias. Contém também um chatbot para resolver problemas automáticos para as ferramentas internas.

Bernardino explica que a YAM, rede social interna da T-Systems, será a plataforma onde serão implementadas as ideias vencedoras. “As soluções surgiram da colaboração entre equipes de diferentes países e vão ajudar a aumentar ainda mais essa colaboração. Essa é uma das formas de fazermos inovação dentro de casa”, afirma.

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ACE apresenta o passo a passo para o RH Moderno e um levantamento exclusivo com 168 HRTechs

O RH está passando por uma nova transformação mais radical, baseada não só em tecnologia, mas também em mudança cultural. Neste cenário, o RH toma o protagonismo como um dos grandes responsáveis pelo sucesso das empresas, especialmente em momentos incertos e cheios de transformações. E mais: além de resolver o problema do presente, o RH precisa se antecipar às tendências do futuro.

Diante disso, a ACE criou um report com os principais pilares dos desafios do RH, divididos em blocos temáticos como Cultura e Propósito, Transformação digital (você sabia que apenas 15% das empresas consideram alta a utilização de tecnologia em seus RH?), o RH ágil e a construção do RH moderno.

A tecnologia está revolucionando mercados cada vez mais tradicionais e com o RH não foi diferente, as HRtechs são startups brasileiras que estão mudando mercado de recursos humanos no Brasil. Com essa realidade se aproximando cada vez mais das grandes empresas brasileiras, a ACE, empresa de inovação, mapeou 168 startups que atuam em toda a jornada do RH, desde plataformas de divulgação de vagas, até acompanhamento de desempenho e engajamento e comunicação.

Diante do desafio, a ACE ainda propõe sete dicas essenciais para a construção do RH moderno.

1. RH protagonista da inovação

O departamento pode ter um papel questionador no modo de operar as empresas. Aproveite o espaço para sugerir novas metodologias, ferramentas e processos. Seja a mudança dentro das companhias.

2. Incentive a cultura do aprendizado

Erros fazem parte do processo de inovação e devem ser tolerados. Mas se for para errar, que seja rápido e que a rota seja corrigida o quanto antes. O erro, no caso, é persistir nele.

3. Dê feedbacks constantes

Não espere avaliações semestrais ou anuais para melhorar o desenvolvimento dos colaboradores. Feedbacks contínuos ajudam melhorias nas rotinas e relacionamentos, antes que o desgaste já esteja instalado.

4. Absorva novas tecnologias

Não tenha medo de adotar novas ferramentas que automatizem o trabalho. Deixe que plataformas façam a parte mais operacional e foque os esforços no estratégico.

5. Trabalhe a marca empregadora

Colaboradores alinhados com o propósito da empresa são mais leais e produtivos. Deixe claro, desde o início do processo de seleção, os valores e objetivos da empresa. Mostre porque é uma boa opção.

6. Repense processos obsoletos

Burocracias, processos, demorados, sistemas… Antes de adotar e seguir em frente, questione se ainda faz sentido e se existiria uma ferramenta mais ágil para ajudar na execução.

7. Monitore dados

RH também deve ser um departamento Data Driven. Crie um dashboard para acompanhamento de contratações, avaliações, treinamentos, desempenho, retenção e monte um escopo de trabalho baseado em dados.

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Embratel fornece soluções de TI e Telecomunicações para GP Brasil de Fórmula 1

A Embratel será a Fornecedora Oficial de Telecomunicações e TI do Grande Prêmio Brasil de Fórmula 1 por mais um ano. Esta é a 14ª edição do evento automobilístico que contará com o fornecimento oficial de soluções da Embratel. A etapa brasileira da competição acontece nos dias 15, 16 e 17 de novembro no Autódromo de Interlagos, em São Paulo.

“Mais uma vez, a Embratel irá dispor do que existe de mais moderno para garantir conexão rápida de Internet e excelência na transmissão de sinais de áudio e vídeo para a mais importante prova automobilística do mundo”, diz Marcello Miguel, Diretor Executivo de Marketing e Negócios da Embratel, lembrando que as soluções fornecidas irão permitir que o mundo inteiro acompanhe os treinos e a corrida com as melhores imagens e conexão.

A movimentação de dados será intensa em Interlagos. Nesta edição, a Embratel trará uma solução especial de circuito ponto a ponto que liga o autódromo a um Data Center, possibilitando tráfego de grande volume de dados. A empresa também irá disponibilizar Wi-Fi em pontos estratégicos, como a Sala de Imprensa e a Sala de Fotos, possibilitando a comunicação e troca de informações de forma ágil por parte dos jornalistas brasileiros e internacionais que cobrem esta que é uma das etapas mais aguardadas da Fórmula 1.

O Paddock Club, local privilegiado para assistir à corrida, também terá acesso Wi-Fi da Embratel. As soluções para transporte de sinais de vídeo e áudio garantirão qualidade de transmissão digital. O centro de geração de imagem será equipado com fibras ópticas da Embratel e, por mais um ano, dez painéis localizados no autódromo serão interligados pela empresa.

O fornecimento de serviços para uma competição desta dimensão reforça a excelência do portfólio da Embratel. Também serão providos serviços de telefonia fixa para ligações locais e de longa distância, links dedicados para acesso à Internet, com suporte para alta capacidade de tráfego, e soluções de voz e dados para a rede de telefonia utilizada por emissoras de rádio e de televisão para a transmissão do evento.

Uma equipe técnica especializada estará no comando das atividades para assegurar o êxito da operação, garantindo uma experiência única ao público. Durante todo os dias, os serviços da Embratel serão monitorados com análise das performances em tempo real. Entre os diversos serviços fornecidos pela Embratel para a F1 deste ano também estão comunicações unificadas e colaboração, gerenciamento de redes, Smart Vídeo e Cloud.

A presença da Embratel no segmento automobilístico é de longa data e também se destaca pelo fornecimento de soluções de carros conectados para as maiores montadoras do País, garantindo bem-estar e segurança a milhares de motoristas e passageiros. Entre os benefícios do uso da tecnologia estão o monitoramento 24 horas dos veículos por meio do Centro de Operações de Segurança (Security Operations Center – SOC) Embratel, com rastreamento por satélite. Diversas funcionalidades são disponibilizadas por meio de conectividade, como travamento e destravamento remoto de portas, Wi-Fi para diversos dispositivos, chamadas ao Centro de Atendimento da montadora para pedir auxílio em caso de roubo, furto ou de qualquer outra emergência, além do acesso a informações essenciais para o bom funcionamento do automóvel, como calibragem dos pneus e volume de óleo.

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Consumidor está menos pessimista, mas mantém cautela, revela índice da Associação Comercial de SP

Em outubro, o Índice Nacional de Confiança do Consumidor (INC) da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) registrou leve alta no mês: foram 94 pontos, ante 92 em setembro.

Mesmo ainda no campo do pessimismo (abaixo de 100 pontos), o indicador está melhor do que em igual mês de 2018, quando registrou 82 pontos num cenário de incerteza e polarização eleitoral.

A leve queda do desemprego em doze meses – de 11,9% em setembro do ano passado, para 11,8%, em setembro último, de acordo com os últimos dados do IBGE – ajudou a melhorar o indicador, de acordo com Emílio Alfieri, economista da ACSP.

A média de conhecidos fora do mercado de trabalho diminuiu de 4,7, em outubro de 2018, para 4,3, atualmente. A percepção de insegurança no emprego também saiu de 50%, na comparação anual, para 44% dos entrevistados, atualmente.

Por outro lado, a intenção de compra de médio porte, que também teve uma ligeira alta, de 25% para 27%, aponta uma ligeira melhora, mas sem muitas expectativas.

“O consumidor ficou um pouco menos pessimista quanto ao emprego, mas isso ainda não aumentou muito na intenção de compras, já que quase 50% não querem se comprometer com dívidas”, diz Alfieri.

Porém, considerando que os juros devem ter novo corte, e a liberação de parte do FGTS para 2020 será antecipada, é possível que o ânimo para a compra de móveis e eletrodomésticos aumente, já que as lojas farão promoções na Black Friday e podem alongar prazos de pagamento, destaca.

“Mas estamos no fim do ano, e qualquer expectativa melhor deve ficar para o ano que vem”, diz o economista, citando o indicador sobre melhora na situação financeira futura (em 6 meses), que vem subindo continuamente, e aumentou, de 43%, em setembro, para 46% em outubro. Há um ano, esse percentual era de 38%.

O INC da ACSP/Ipsos varia entre zero e 200 pontos, sendo o intervalo de zero a 100 contempla o campo do pessimismo e, de 100 a 200, o do otimismo. A margem de erro é de três pontos. A pesquisa foi realizada com 1.242 entrevistados de 75 cidades brasileiras, entre os dias 18 e 25 de outubro.

Pesquisa completa:

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Black Friday: Como aproveitar a temporada com segurança?

A maioria das pessoas aguardam a Black Friday para adquirir aquele produto tão desejado com desconto. Por isso, a expectativa das vendas tanto para os consumidores como para os varejistas é alta.

De acordo com a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), o e-commerce espera faturar R$ 3,45 bilhões em 2019, aumento de 18% em comparação ao ano anterior, com o valor médio das compras girando em torno de R$ 340,00. Dentre os segmentos mais procurados estão: informática, eletrônicos, moda e acessórios e casa e decoração. Por isso, é importante que os varejistas se preparem com antecedência.

Para que os consumidores possam aproveitar melhor a data, Rodrigo Camargo, head de moderação do Promobit, social commerce que reúne as melhores ofertas da internet, Tom Canabarro, co-fundador da Konduto, empresa de antifraude para pagamentos online, e Diogo Cuoco, CEO da Taki Pagamentos – startup com soluções para facilitar diversos tipos de pagamentos – listaram algumas dicas para ajudá-los a comprar com segurança.

Vale a pena esperar a Black Friday? Segundo Rodrigo Camargo vale a pena sim. Cada ano que passa as lojas estão fazendo ofertas mais agressivas na Black Friday com objetivo de atrair as pessoas que esperam a data para as compras. A variedade de produtos realmente baratos vem aumentando com os anos, mas não é tudo que está em promoção nessa época, como a maioria das pessoas acreditam. As lojas têm começado a disponibilizar promoção geralmente uma semana antes e se mantém uma semana depois, onde em muitos casos o produto chega a aparecer mais barato do que no dia da Black Friday.

Como saber se realmente está pagando o menor preço? Segundo Rodrigo, a melhor forma é usar ferramentas disponíveis na internet que ajudam a saber se o valor está no menor preço. Existem opções como comparadores de preço e comunidades voltadas à economia que vem se tornando cada vez mais relevantes. O Promobit, por exemplo, conta com milhares de usuários que compartilham ofertas diariamente, que são verificadas uma a uma para garantir que estão entre os menores valores registrado nos últimos meses. Além disso, o consumidor pode cadastrar produtos para ser alertado quando entrar em promoção, ficando difícil perder as melhores ofertas.

Quais são os tipos de golpes mais comuns na Black Friday? Os mais comuns são descontos muito acima da realidade, onde a loja aumenta o valor anterior para criar uma percepção falsa de desconto, conta Rodrigo. Outra prática comum e muito perigosa são as páginas de phishing, que é quando um site se passa por outro para roubar os dados de compras do consumidor, conta o especialista.

Como se proteger dos golpes? É sempre importante desconfiar das ofertas com desconto muito grande. Como os sites são idênticos aos verdadeiros, o consumidor precisa ficar atento a URL da página, que é sempre diferente da URL das lojas. No Promobit usamos um sistema próprio para identificar links falsos: como todas as lojas são verificadas, garantimos aos membros da comunidade que estão comprando de lojas verdadeiras, finaliza Camargo.

Para Diogo Cuoco, da Taki Pagamentos, uma outra maneira dos consumidores se protegerem de golpes virtuais é usarem e abusarem das tecnologias para compras na internet. “Gerar cartões virtuais para compras online é uma boa pedida, uma vez que o cartão fica disponível somente por um período de uso, definido por cada usuário dentro do aplicativo do banco”, explica.

Qual a forma de pagamento mais adequada para a data? É muito importante verificar quais as formas de pagamento que são aceitas no e-commerce, especialmente se a loja virtual disponibiliza a opção do cartão de crédito. “Uma loja, para poder receber pagamentos via cartão, precisa apresentar uma extensa documentação — e isso, por si só, já cria uma grande barreira para um fraudador oportunista. O cliente não precisa necessariamente escolher pagar no cartão, mas só de o fato de o estabelecimento oferecer esta opção já significa muita coisa”, ressalta Tom Canabarro, co-fundador da Konduto.

Por que se atentar as medidas de segurança? “O consumidor precisa tomar cuidado com e-mails falsos (phishing), manter um antivírus sempre atualizado no computador e no smartphone e nunca deve enviar dados sensíveis de cartão de crédito (número, código CVV e validade) por e-mail, chat ou mensagem de texto”, ressalta Canabarro. Sobre o assunto, Diogo Cuoco opina: “Brasileiros são amistosos e acostumados a emprestar o cartão de crédito para amigos e familiares, a fim de ajudá-los a fazer alguma compra. No entanto, ainda que sejam pessoas de confiança, é preciso acompanhar de perto e saber onde pretendem usar o cartão, para evitar dores de cabeça”, finaliza.

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Evento debate benefícios da tecnologia para o Legislativo

Responsável por elaborar, discutir e promulgar as leis que regem a nossa vida em sociedade, o Poder Legislativo tem muito a ganhar em eficiência com a ajuda da tecnologia e da inovação. Esse foi o tema que permeou os debates do LegisTech Forum, evento promovido pela Bússola Eleitoral que reuniu especialistas de diversos setores em São Paulo nos últimos dias 31, 1º e 2.

O fórum reuniu 45 palestrantes nacionais e internacionais incluindo nomes como Rolf Rauschenbach, cientista político suíço, Beth Noveck, diretora de inovação do Estado de Nova Jersey, o integrante da bancada ativista Pedro Telles e os deputados estaduais Marina Helou (REDE/SP), Chicão Bulhões (NOVO/RJ). e Sérgio Victor (NOVO/SP).

Fundadora e diretora-executiva do BrazilLAB (hub de inovação GovTech que conecta startups ao poder público), Letícia Piccolotto foi keynote speaker no primeiro dia de evento. De acordo com a executiva, 61% dos quase 108 milhões de usuários de internet no Brasil procuram informações de governo ou serviços públicos online, e a contínua digitalização do atendimento pode representar uma economia de R$ 663 milhões ao ano para o governo brasileiro.

“O Brasil hoje discute a Reforma Administrativa. Temos muitas oportunidades para avançar e melhorar a eficiência do Poder Legislativo. O BrazilLAB quer levar a tecnologia como um grande aliado nesse processo”, afirmou Letícia.

BrazilLAB busca startups para inovar o Legislativo

Chegando à sua 4ª edição este ano, o Programa de Aceleração do BrazilLAB está em busca de startups que tenham soluções capazes de aumentar a eficiência na gestão pública. Pela primeira vez, o organização programa também selecionará soluções que possam ser aplicadas ao Legislativo ou ao Judiciário, além do Executivo.

As inscrições para processo seletivo do programa podem ser realizadas pelo link http://inscricao.brazillab.org.br/ até o dia 18 de novembro. Para se inscrever, não é necessário que a startup tenha desenvolvido a solução especificamente para o setor público, basta que a solução tenha potencial de impacto e se enquadre em um dos três desafios propostos pelo BrazilLAB. Além de “Eficiência na Gestão Pública”, também é possível inscrever soluções nas categorias “Smart Cities e Urban Techs” e “Habilidades na Sociedade 5.0”

No dia 15 de dezembro, o BrazilLAB anunciará as 25 startups selecionadas para participar do programa e, ao final dos três meses da aceleração, os empreendedores serão avaliados por uma banca composta por líderes públicos, parceiros e especialistas, que identificarão as melhores soluções.

Os três primeiros colocados ganharão horas de assessoria jurídica dedicada e poderão participar de eventos com gestores públicos. O grande vencedor ganhará um contrato de investimento de até 250.000 reais e uma missão ao Vale do Silício, nos Estados Unidos.

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São Paulo Tech Week e CCBC recebem inscrições para Elevator Pitch 2019

Estão abertas as inscrições para o Elevator Pitch 2019, ativação da São Paulo Tech Week, feita em parceria com a Câmara de Comércio Brasil-Canadá (CCBC), SP Negócios e Prefeitura de São Paulo, que irá selecionar startups brasileiras para uma imersão no ecossistema canadense. A edição deste ano conta com o apoio da Totvs. As indicações poderão ser realizadas até o dia 08 de novembro no site oficial do evento.

O anúncio das selecionadas para a competição será feita no dia 15 de novembro. Ao todo, serão escolhidas 50 empresas de todo país para participarem do evento no dia 24 de novembro, no tradicional Edifício Martinelli, um dos mais imponentes prédios do centro da capital.

Na ocasião, os empreendedores terão a oportunidade de fazer seu pitch para investidores e aceleradoras do Brasil e do Canadá em um elevador que irá do primeiro ao último andar do edifício. As três empresas que mais se destacarem terão a oportunidade de passar por uma imersão no Canadá.

Elevator Pitch

Quando: 24 de novembro de 2019
Onde: Edifício Martinelli – R. São Bento, 405 – Centro Histórico de São Paulo, São Paulo – SP
Link para inscrição: http://bit.ly/2Nx39pP

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ABES e EY trabalham em parceria para evitar multas milionárias da LGPD no Brasil e promover a cultura da gestão de riscos de privacidade

A ABES (Associação Brasileira das Empresas de Software) desenvolveu, em parceria com a EY, a ferramenta Diagnóstico LGPD, software que tem o objetivo de auxiliar empresas a verificarem seu nível de adequação à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), que entrará em vigor em agosto de 2020, e concluir o processo de compliance em relação aos seus requisitos e exigências. A ferramenta consiste em um questionário por meio do qual as empresas podem fazer uma auto avaliação quanto aos diferentes pontos exigidos pela Lei. Depois de preenchido, um diagnóstico quanto ao grau de adequação da empresa é emitido, junto a sugestões contextualizadas ao resultado. Acesse o link para fazer a auto avaliação de sua empresa: http://diagnosticolgpd.abes.org.br/

“Sabemos que a LGPD tem muitos detalhes que requerem atenção, por isso desenvolvemos, em conjunto com a EY, o Diagnóstico LGPD com o objetivo de educar o mercado a respeito dos impactos da legislação. Muitas empresas ainda desconhecem diversos requisitos e exigências da Lei – inclusive, existe uma falsa concepção, por exemplo, de que a LGPD diz respeito apenas aos dados de consumidores, quando, na verdade, ela engloba todos os tipos de dados pessoais, de clientes a colaboradores. Acreditamos que o Diagnóstico LGPD é uma ferramenta extremamente necessária neste período final de adequação, último momento para as empresas assegurarem compliance e evitarem dívidas milionárias, como as que ocorreram com a GDPR”, explica Rodolfo Fücher, presidente da ABES.

A discussão a respeito da utilização de dados pessoais no mundo digital vem ganhando cada vez mais relevância no mercado mundial, sendo considerada atualmente uma moeda de troca para negócios. Após a criação da General Data Protection Regulation (GDPR) na Europa, foi a vez do Brasil pensar em uma legislação que regulasse as atividades de tratamento dessas informações – e agora, falta menos de um ano para as empresas se adequarem à nova Lei, alterando e ajustando a forma como coletam, armazenam, processam e utilizam dados privados.

“A Lei Geral de Proteção de Dados foi criada com o exclusivo propósito de evitar abuso por empresas e órgãos do governo no uso de dados pessoais dos cidadãos. Estar preparado para a LGPD é necessário não apenas para evitar as multas que podem chegar a até 2% da receita anual da empresa até o teto de R$5 milhões, mas também para garantir os direitos de indivíduos e impor deveres às organizações em relação à coleta, uso, retenção, divulgação e exclusão de informações pessoais. A lei procura com isso, fomentar uma nova forma de se fazer negócio através do desenvolvimento da cultura de governança de riscos de privacidade”, comenta Marcos Sêmola, sócio de consultoria para cibersegurança da EY.

Para utilizar a ferramenta, não é preciso, nem possível, enviar informações pessoais ou referentes à empresa, como nome, CPF/CNPJ, entre outras. Após o preenchimento do questionário, o relatório em PDF é disponibilizado para download com informações referentes ao nível de adequação e com sugestões para melhoria – não é possível acessar este documento posteriormente. Os dados enviados anonimamente relacionados à posição das empresas quanto às exigências da LGPD serão utilizados para a produção de relatórios gerais sobre o cenário de compliance das companhias brasileiras em relação a nova lei. A expectativa é que o primeiro estudo seja lançado em dezembro.

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TJAM usa transformação digital nas ações de conciliação

O Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM) aderiu a uma solução digital de mediação das partes nos processos de conciliação, para que os acordos sejam realizados dentro do próprio portal de peticionamento e reduza o tempo para a definição das ações. Batizado de SAJ Concilie, a tecnologia foi desenvolvida pela Softplan, empresa de tecnologia com foco em Transformação Digital para Justiça, e pela Justto, startup especializada em soluções de conciliação.

O TJAM é o primeiro a utilizar essa tecnologia no Brasil e inaugura uma nova era no papel desempenhado pelos Tribunais de Justiça. “O novo recurso no e-SAJ (solução de gestão de informações para a Justiça da Softplan) possibilitará que as partes negociem diretamente, por um canal provido pelo Tribunal, fomentando relações menos conflituosas e mais ágeis”, argumenta Thiago Facundo, diretor de Tecnologia da Informação do TJAM.

O lançamento do SAJ Concilie coincide com a mobilização do TJAM para a semana nacional de conciliação, que ocorre de 04 a 08 de novembro.

Antes da tecnologia, o Tribunal que intermediava a comunicação entre as partes. Agora, com o novo recurso, o acordo poderá ser realizado dentro do próprio portal de peticionamento, reduzindo o tempo para a definição do processo e eliminando burocracias processuais.

O SAJ Concilie disponibiliza em seu sistema que as sugestões dos acordos sejam enviadas por e-mail e, com isso, a proposta possa ser aceita, recusada ou que receba contrapropostas, tudo de maneira digital. As interações entre as partes envolvidas são vinculadas ao portal e-SAJ, que registra automaticamente as movimentações do processo no sistema.

“O recurso da conciliação pelo portal e-SAJ proporcionará uma maior simetria de informações entre as partes. E, mesmo que não haja acordo online pela plataforma, a audiência de conciliação tende a ser mais rápida e efetiva, uma vez que as partes já iniciaram a negociação previamente”, explica Rodrigo Martins, gerente de produto do portal e-SAJ, da Softplan.

A nova tecnologia visa desonerar uma série de custos para o Tribunal relacionados à estrutura física para a realização de audiências e os trâmites judiciais usuais de uma unidade judicial. Também reduzirá o tempo de análise dos processos, rotinas de publicação, envolvimento de peritos e citação das partes (Correios e Oficiais de Justiça), entre outros.

“O SAJ Concilie tem como objetivo melhorar ainda mais a prestação jurisdicional, trazendo resoluções mais ágeis dos processos, com gastos menores e de maneira assertiva aos cidadãos”, afirma Martins.

A solução atende à determinação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) de priorizar a conciliação de processos judiciais existentes no Brasil, com mais agilidade. Em 2018, de acordo com o Relatório Justiça em Números (CNJ), o índice de conciliação nos Tribunais Estaduais foi de 11,5%, equivalente a mais de 2,6 milhões de casos em que a decisão do magistrado simplesmente homologou um acordo entre as partes.

Inicialmente, a possibilidade de conciliação online será habilitada para um conjunto limitado de até dez empresas que recebem grandes volumes de processos judiciais relacionados à área do consumidor, como telecomunicações, bancos, seguradoras e operadores de plano de saúde.

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2º Congresso Internacional de Proteção de Dados é oportunidade para debater a privacidade e proteção de dados pessoais

São Paulo sedia, nos próximos dias 6 e 7 de novembro, o 2º Congresso Internacional de Proteção de Dados, que irá discutir as ações que as organizações precisam tomar a respeito da coleta, gestão e tratamento de dados pessoais, promovendo um profundo debate com autoridades e com os maiores especialistas do setor.

Realizado pela LEC Legal, Ethics & Compliance e pela Opice Blum Academy, o evento começa no dia 6, com o Workshop Day, inteiramente dedicado à abordagem prática sobre como lidar com os novos desafios da LGPD. Com três salas com conteúdos simultâneos, o evento permitirá aos congressistas escolher apenas os temas de seu interesse, criando uma experiência personalizada.

O segundo dia será dedicado às palestras, com a abertura feita pelo keynote Trevor Hughes, Presidente e CEO do IAPP (International Association of Privacy Professionals ), maior organização mundial na área de privacidade de dados pessoais. Anna Zeiter, Chief Privacy Officer na eBay; Steffen Augsberg, professor da Justus-Liebig-University; George de Lucena, advogado de privacidade para América Latina da Uber; além de demais especialistas do GDPR – regulamento europeu, que foi referência para a lei brasileira – também estarão presentes, proporcionando aos participantes o aprendizado com quem já enfrentou o mesmo desafio. Para ver a programação completa, acesse: http://www.congressodeprotecaodedados.com.br/agenda/.

“A entrada em vigor da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), em agosto de 2020, torna urgente o debate nas empresas sobre o uso seguro e ético de dados pessoais sob várias perspectivas, incluindo jurídica, tecnológica, de compliance, gestão de riscos e negócios”, Rony Vainzof, sócio do Opice Blum, Bruno, Abrusio e Vainzof Advogados. A inconformidade com a lei implicará em multa de até R$ 50 milhões. Todas as empresas em operação no Brasil terão de se adequar, independentemente do porte e segmento.

Com a nova demanda de governança em proteção de dados e o risco de multas altíssimas, as principais empresas que mantém operações no Brasil estarão no Congresso, assim como os grandes players do mercado de privacidade e proteção de dados. O evento é a oportunidade para aumentar o networking, trocar experiências e fechar negócios.

Com a expectativa para receber 400 pessoas, o Congresso é direcionado à profissionais das mais diversas áreas de atuação, como advogados, profissionais de compliance, DPO`s, CFO’s, CEO’s, CIO’s, CTO’s, controllers, auditores, consultores, funcionários públicos, integrantes de RH, suprimentos, marketing, controles internos, que têm como interesse comum a privacidade e a proteção de dados sob as mais diversas perspectivas, jurídica, de compliance, tecnologia, gestão, negócios, entre outras.

Congresso Internacional de Proteção de Dados

Data: 6 e 7 de novembro de 2019

Hora: das 9h às 18h
Local: Hotel Pullman Vila Olímpia – R. Olimpíadas, 205, São Paulo.
Informações e Inscrições: http://www.congressodeprotecaodedados.com.br/inscricoes/

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Wi-Fi em planta industrial ajuda Termomecanica a avançar na direção da Indústria 4.0

Em mais uma iniciativa visando alcançar o status de Indústria 4.0 , a Termomecanica está finalizando a fase piloto de implementação de um sistema integrado de comunicação dos seus equipamentos, que permite coletar e analisar dados históricos e em tempo real. O objetivo é antecipar problemas e agir de maneira preditiva, impactando diretamente o aumento de produtividade da fábrica e facilitando a gestão. Programado para ocorrer em duas fases, esta primeira etapa contempla a aplicação de um sistema empregando tecnologia Wi-Fi, que cobrirá inicialmente o setor de fundição, mas especificamente os fornos da linha de chapas, de uma de suas unidades fabris em São Bernardo do Campo. Já na próxima etapa, planejada para começar em 2020, serão incorporados nessa infraestrutura outros equipamentos do setor de fundição utilizados em diferentes processos produtivos. A Termomecanica é líder no setor de transformação de Cobre e suas ligas, em produtos semielaborados e acabados.

“Este projeto está totalmente alinhado à aplicação do conceito Indústria 4.0, hoje uma das prioridades na Termomecanica. É preciso frisar que essa transformação exige foco por igual em pessoas, processos e tecnologia, sem que um ou outro se sobressaia. Entendemos também que inteligência e automação precisam estar embutidas em todos os processos e as decisões baseadas em algoritmos”, ressalta Walter Sanches, superintendente de tecnologia.

O sistema consiste em uma poderosa ferramenta de gestão que tornará possível, em curto prazo, a tomada de decisões e ações em tempo hábil para a operação de produção e, em longo prazo, realizar análises táticas e estratégicas para empresa. O próximo passo é utilizar o produto desse trabalho em um “big data” que inclui informações da engenharia e de outras áreas como de Planejamento e Controle da Produção e Qualidade. Além disso, graças a integração de diversos sistemas como ERP (Enterprise Resource Planning), MES (Manufacturing Execution System) e SCADA (Supervisory Control and Data Acquisition), os dados coletados através dessa infraestrutura Wi-Fi e apresentados em telas intuitivas poderão auxiliar os gestores na tomada de decisão a respeito de investimentos e a apoiar estudos e ações para eliminação de desperdícios nos diferentes setores da fábrica.

Este sistema integrado de comunicação dos equipamentos está sendo construído em conjunto pelas áreas de TI (Tecnologia da Informação) e TA (Tecnologia da Automação). No entanto, desde o pré-projeto, aprovação e até na execução envolveu outros setores, como o de Energia e Utilidades, que se beneficiam direta e indiretamente das informações extraídas dos fornos de fundição. “A criação de um time multidisciplinar é um dos pilares de projetos como esse, voltados para a Indústria 4.0, e faz toda a diferença para que os resultados sejam alcançados. A ideia é que, conforme for avançando, transforme-se em um sistema para monitoramento e supervisão de toda a planta e não somente da fundição, trazendo uma visão unificada do que acontece em toda a empresa”, explica Fabio Stancov, gerente de Energia e Utilidades e um dos responsáveis pelo projeto.

A infraestrutura de Wi-Fi servirá ainda de base para outros projetos futuros, como o de mobilidade, que permitirá o acompanhamento de todos os indicadores e informações das plantas também via tablet ou smartphones. Em paralelo, a implementação do sistema de Wi-Fi, o projeto contempla iniciativas de Big Data para o armazenamento de todos os dados e informações dos processos coletadas nos servidores da Termomecanica, além de aspectos de Cyber segurança, com a implantação de diversas regras de segurança e certificados para garantir maior confiabilidade no armazenamento de dados.

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Brasil, o país do podcast

Não é à toa que o Brasil foi escolhido pelo Spotify para sediar o primeiro evento 100% focado em podcast da companhia em todo mundo. O Spotify for Podcasters Summit, realizado nos dias 1 e 2 de novembro, na Cinemateca Brasileira, em São Paulo, mostrará aos apaixonados pelo tema porque o consumo de podcast no Spotify no Brasil cresce 21% em média mensalmente desde janeiro de 2018. O evento irá trazer painéis, palestras e workshops com grandes nomes do mercado para mostrar a riqueza da produção, criação e monetização de podcasts, entre outros temas.

Líder absoluto no consumo de podcasts no país, de acordo com pesquisa da VoxNet, o Spotify, plataforma de streaming de áudio mais popular do mundo, dará a oportunidade a podcasters, criadores de conteúdo e o público em geral de trocarem experiências e se inspirarem com insights e informações sobre o atual cenário de podcast, que cresce a cada dia no Brasil e no mundo. Prova disso é que o Brasil é o segundo país que mais consome podcasts, segundo pesquisa Podcast Stats Soundbites , ficando atrás apenas dos Estados Unidos.

O mercado de podcasts no Brasil não para de se movimentar, criando cada vez mais possibilidades aos amantes do conteúdo em áudio. Dezenas de milhões de usuários transmitem conteúdo de podcast mensalmente em todo mundo e a audiência global de podcasts do Spotify cresceu mais de 39% do segundo trimestre para o terceiro deste ano. Além disso, o Spotify atingiu a recente marca de mais de 500 mil podcasts na plataforma.

“Queremos nos tornar a plataforma de áudio número um do mundo e estamos focados no áudio mais do que qualquer outra empresa global. O Brasil é um dos mercados mais importantes para o Spotify em busca desse nosso objetivo, já que 40% dos usuários de internet no país já escutaram podcast, segundo pesquisa do Ibope. Queremos aumentar ainda mais esse número e o Spotify for Podcasters Summit será um marco para a companhia, mostrando ao mercado que o Spotify é a casa dos podcasts”, diz Javier Piñol, Diretor do Spotify Studios na América Latina, que comandará a palestra “Coming Soon”, sobre o os novos Originals do Spotify e também sobre as tendências do mercado.

O Summit terá a participação de dezenas de podcasters, palestrantes e especialistas no assunto. Mia Nygren, diretora-geral do Spotify na América Latina, abrirá o evento com “A aposta no Podcast”, explicando os rumos do mercado e a evolução do produto ao longo dos anos. Além das palestras e workshops, que ensinarão os interessados a criar, produzir e até monetizar um podcast, a Cinemateca Brasileira estará equipada com 3 estúdios de gravação de podcasts. Um deles, chamado de Aquário, receberá grandes podcasters para gravação de episódios especiais. O crossover “Os Maiores Podcasters do Brasil”, por exemplo, terá ninguém menos que Alexandre Ottoni e Deive Pazos (Nerdcast); Cid (Não Ouvo), Edu, Fih e Maíra (Filhos da Grávida de Taubaté); Rodrigo Vizeu e Magê Flores (Café da Manhã); Ju Wallauer e Cris Bartis (Mamilos).

Gêneros de podcast mais ouvidos no Spotify Brasil

1.Sociedade & Cultura
2.Comédia
3.Educação
4.TV & Filmes
5. Notícias
6. Negócios
7. Música
8 Religião & Espiritualidade
9. Lazer
10. Esportes

Top 10 Spotify Originals no Brasil em audiência

1.Café da Manhã
2. Não Ouvo Podcasts
3. Kpapo
4. Eleição Na Chapa
5.Oêa: Copa Feminina 2019
6.Jogo de Damas
7. Reply All
8. Science Vs
9. Serial Killers
10. Xêpa / Não Salvo

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Programa que visa transformar o Centro de São Paulo com inovação de startups tem inscrições prorrogadas até janeiro de 2020

A ISSO!, startup voltada para o desenvolvimento de outras startups e para a criação de um hub de talentos, prorrogou as inscrições para o seu programa HACKEANDO CENTRO até o dia 15 de janeiro de 2020.

O programa, que visa acelerar a transformação urbana e o desenvolvimento social do Centro de São Paulo por meio da construção de um ecossistema de inovação para impulsionar a revitalização da região, levará para o mesmo teto: startups, designers e hackers para desenvolver soluções tecnológicas e desenhar um centro mais:

• Conectado – prédios inteligentes, serviços digitais, internet das coisas, sensores nas ruas e inclusão digital;

• Aberto – o Centro como um ecossistema de inovação aberta, atraindo comunidades de talentos inovadores, colaborando para a criação de um modelo de governança inclusivo, mediante plataformas colaborativas;

• Sustentável e Seguro – inovação para suportar os programas de planejamento urbano, promovendo mobilidade, reciclagem, energias renováveis, economia compartilhada, utilização dos espaços ociosos, valorização do patrimônio histórico e cultural da região central.

De acordo com Alessandro Martineli, CMO da ISSO!, o HACKEANDO CENTRO é uma iniciativa que visa criar um movimento de transformação real, unindo os melhores talentos e recursos. “Temos como objetivo levar o conceito de inovação aberta para além de suas aplicações no mundo corporativo, concentrando-o nos processos complexos de renovação urbana que envolvem uma série de atores públicos, privados e coletivos que devem alinhar suas estratégias e colaborar no que chamamos de Open City Innovation (Inovação em Cidade Aberta). Queremos criar um movimento com a participação da sociedade para ajudar a tornar o Centro em um polo de economia criativa, bem como um local para os millenials morarem e trabalharem”, explica.

Inicialmente, o programa, que conta com inscrições gratuitas e premiação de R$50.000,00 em dinheiro, terá foco nas verticais: SecureTech, UrbanTech e DesignTech. A primeira edição do HACKEANDO CENTRO trabalhará a vertical SecureTech, sob o tema: “Segurança e zeladoria tecnológica para o Vale do Anhangabaú e arredores” e visa atrair startups que têm atuação na área de segurança pública para testar suas tecnologias utilizando dados reais e em um ambiente desafiador, representado pelo Centro de São Paulo.

Os participantes devem ter competências relacionadas ao enfrentamento dos problemas ligados aos desafios propostos pelo programa, por exemplo: profissionais e estudantes das áreas de Arquitetura, Design, Engenharias, Gestão de Projetos e Políticas Públicas, Segurança Pública, Tecnologia da informação e Comunicação.

Para viabilizar o HACKEANDO CENTRO, a ISSO! conta com patrocinadores. Para a primeira edição, que tem duração até maio de 2020, dividido em quatro fases, a startup tem o apoio do Banco Original. “Com os impactos positivos gerados a partir do programa, acreditamos que iremos atrair novos parceiros para as próximas edições”, comenta Martineli.

Para mais informações sobre o programa, inscrições e patrocínio, acesse: http://hackeandocentro.com.br/

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Fintech movimenta R$2 bilhões em regiões esquecidas pelos bancos

Diante das lacunas estruturais sócio-econômicas no Brasil, democratizar o acesso a serviços financeiros é uma maneira de inserir na economia os 45 milhões de brasileiros desbancarizados. Os principais aspectos positivos da expansão da tecnologia financeira no país, como a fornecida pelo Celcoin, responsável por movimentar R$2 bilhões em transações financeiras, apenas neste ano, estão em empoderar a população, gerar de renda e agregar valor para as cidades, principalmente aquelas afastadas de grandes metrópoles, com maior escassez ao acesso dos serviços financeiros.

O Celcoin, aplicativo gratuito que oferece serviços financeiros, é uma fintech que promove inclusão financeira via mais de 20 mil “agentes” – pequenos empreendedores locais, lojistas ou autônomos – que transformam smartphones em terminais para recebimento de contas, boletos, recargas de celular, compra de passagens rodoviárias entre outras operações financeiras.

Lançado em 2016, o Celcoin é responsável por impactar, mensalmente, mais de 2,5 milhões de brasileiros. Operando em 2 mil cidades brasileiras, apenas no primeiro semestre deste ano, movimentou R$ 700 milhões e concentra 65% dos agentes nas regiões Norte e Nordeste. “Em ritmo acelerado, agências bancárias e lotéricas estão fechando as portas e nós temos uma solução que facilita a vida de milhões de pessoas, fornecendo serviços financeiros convencionais, sem burocracias. Nosso objetivo é democratizar o acesso a tecnologia financeira em todo país”, aponta Marcelo França, CEO da fintech. Para expandir suas operações, recebeu R$ 6 milhões de aporte do maior fundo de investimento de impacto social, Vox Capital. A expectativa da fintech é movimentar R$ 3 bilhões em transações financeira até o final de 2019.

Considerado a evolução do correspondente bancário, o aplicativo se tornou uma ferramenta importante em regiões com menor concentração de tecnologia financeira, pois possibilita que as operações aconteçam diretamente pelo sistema e atende a uma população que não tem acesso a bancos ou lotéricas, seja porque vive em lugares distantes ou porque não tem nenhum tipo de relacionamento com as instituições financeiras tradicionais, conhecidos como desbancarizados.

O principal diferencial do Celcoin é a capacidade de gerar receita ao agente e aumentar o fluxo de clientes nos estabelecimentos, sem nenhuma necessidade de investimento ou custo. Os lojistas são bonificados de acordo com o volume de operações realizadas. “O Celcoin já representa, atualmente, de 15 a 20% da renda familiar dos agentes que usam o aplicativo. Juntos, no primeiro semestre, eles já receberam mais de R$ 5 milhões pelos serviços oferecidos.”, aponta Marcelo França, CEO da startup. A fintech também promove maior fluxo de pessoas nos estabelecimentos; em média, 150 pessoas a mais, o que torna ainda mais atrativa esta oportunidade de negócio.

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Black Friday: Como conquistar o cliente pelo atendimento

Por Fábio Matias

A Black Friday é o período do ano mais esperado por consumidores e empresas, principalmente as do varejo. Isso porque os consumidores aguardam a data para comprar aquele produto que estão querendo há tempos, com o melhor preço e as melhores condições de pagamento. Já as empresas vêm na época a maneira de se diferenciar, fortalecer a marca e se tornar referência para o cliente, como melhor experiência de compra e atendimento.

Porém, a cada dia está mais difícil alcançar o consumidor pelos métodos convencionais. Isso porque ele pode estar em qualquer plataforma e não se encanta mais somente pelo preço. Embora esse seja o atrativo inicial, para que feche a compra é preciso mais do que isso. Ele precisa saber, com certeza, que a empresa está apta a atendê-lo com excelência, desde a pré-compra até o pós-compra, passando pelas etapas de entrega e assistência.

Por isso, acredito que para as empresas se destacarem, ainda mais em uma época tão concorrida como é a Black Friday, a melhor alternativa é investir no atendimento, considerando opções online e offline, de acordo com o perfil do público. Destaco sete delas a seguir, que podem transformar a relação da marca com os clientes, tornando-a mais próxima, eficiente e duradoura.

PDVs (Pontos de Venda) – Se a intenção é focar em determinado produto ou serviço para a data, seja pela relevância e aceitação do item, seja por uma questão de equilíbrio de estoque, o PDV pode ser uma boa escolha como canal de vendas, desde que o público seja aquele que busca um funcionário para tirar dúvidas, que o vendedor não interfira na jornada do cliente e que a equipe domine plenamente as informações necessárias sobre os produtos e serviços oferecidos. Isto facilita o processo para a decisão de compra.

E-mail – Considero uma das melhores alternativas para informar as ofertas, pela riqueza de informações possíveis, porque o e-mail pode ser aberto como, quando e onde o consumidor quiser. Mas, cuidado: ele não deve ser disparado sem critério, com o objetivo de atingir mais e mais pessoas. Uma estratégia bem pensada privilegia o consumidor fiel e busca atingir clientes atuais e consumidores em potencial que já tenham tido algum contato com a loja, tendo manifestado algum interesse em novidades e notícias da empresa. Caso contrário, seu e-mail será mais um a ser excluído e, pior ainda, poderá afastar o cliente da marca.

Telefone – Para que o consumidor tire dúvidas e possa saber mais sobre a empresa, o telefone ainda é um canal utilizado. No entanto, para otimizar a experiência, é imprescindível tomar cuidado com o tempo de espera e os menus intermináveis. Afinal, ninguém gosta de ficar esperando para ser atendido, e o consumidor está sempre em busca de maneiras de conseguir o que quer da maneira mais rápida possível.

Além disso, existem leis e regras específicas que protegem os clientes e os operadores telefônicos como, por exemplo:

• O atendente não pode exceder seis horas diárias, ou 36 horas por semana, de trabalho;

• É necessária uma infraestrutura de atendimento telefônico, com computador, microfone e fone de ouvido;

• As ligações para números de SAC devem ser gratuitas;

• A espera por atendimento não deve exceder mais do que um minuto.

Chat – Para este tipo atendimento, a conversa com o cliente em tempo real e a interação no ambiente da empresa – com o chat embarcado no site corporativo ou na página na rede social – são as principais vantagens. Também conta muito neste formato a capacidade de atender muitas pessoas ao mesmo tempo, condição possibilitada quando o chat funciona de forma combinada com um robô, com possível transbordo para um atendente em caso de necessidade. Para que essa estratégia alcance os resultados esperados, o chatbot precisa ser pensado desde a personalidade (seu comportamento) até as necessidades de aprimoramento, de acordo com os inputs do público. O que as empresas ganham com isso? Agilidade no endereçamento correto da necessidade do cliente, otimização da mão de obra disponível e análise de oportunidades.

SMS – Assim como o chat, o SMS oferece maior flexibilidade e conveniência para comunicar os clientes, aproximando os consumidores das marcas, pois alia a mobilidade e facilidade dos celulares a informação útil, neste caso, relacionada a produtos e serviços. Considerando que no Brasil, segundo dados de mercado, cada pessoa costuma conferir o mobile de 150 a 200 vezes por dia, em média, o SMS se torna uma opção válida e de baixo custo para as empresas se comunicarem com seus clientes, com as vantagens de que o envio é praticamente instantâneo e de que 98% das mensagens são lidas em até dois minutos. Além disso, é uma solução de fácil utilização, não dependendo de pacote de dados ou de conexão para confirmar entrega de mercadoria, avisar sobre o horário de funcionamento da loja ou informar sobre a disponibilidade do produto, dentre outras muitas aplicações.

WhatsApp – É o canal de comunicação de alta preferência dos consumidores brasileiros. No país, o aplicativo é usado por 89% das população e ocupa o terceiro lugar entre as redes sociais mais usadas, perdendo apenas para YouTube e Facebook, segundo o relatório Digital In 2019. Pode ser aplicado para atender o cliente com dúvidas, atuar na resolução de problemas e enviar status dos pedidos feitos em quaisquer canais de venda, físicos ou on-line, por exemplo. No entanto, embora tenha muitas vantagens e capilaridade, as empresas precisam ter estratégias bem definidas para este canal, com processos e estrutura para, assim, garantir mais engajamento e fidelização dos consumidores.

Redes sociais – Diante da velocidade das interações digitais, é quase impossível ficar de fora das redes sociais. Afinal, muitos consumidores usam as plataformas para compartilhar suas histórias e experiências com marcas, produtos e serviços. Porém, é preciso avaliar onde o seu consumidor está e investir em comunicações diferenciadas em cada rede. Também é fundamental que a empresa tenha um diálogo consistente, independentemente da rede social escolhida. Para evitar discordância em anúncios, postagens e respostas de comentários, você pode contratar uma equipe responsável por essa área. Dessa forma, você se mantém sempre ativo nas redes sociais e evita que alguém não seja atendido. Uma outra dica é automatizar o atendimento via redes sociais, por meio de um chatbot. Essa tecnologia permitirá fazer configurações para um atendimento mais ágil e rápido, poupando tempo e recursos.

Todos esses canais facilitam a abordagem e a interação com o cliente, possibilitando que o relacionamento construído na Black Friday perdure por muitas outras ações e datas importantes para a marca.

Fábio Matias, vice-presidente de Negócios da Zenvia, plataforma de comunicação que simplifica a relação entre empresas e consumidores

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Black Friday deve crescer 21% e movimentar mais de R$ 3,15 bilhões, segundo idealizador do evento

A data mais importante para o e-commerce brasileiro e mais aguardada para quem gosta de economizar, a Black Friday, neste ano acontece dia 29 de novembro. A previsão de crescimento é de 21%, ultrapassando a faixa dos R$ 3,15 bilhões, de acordo com o idealizador do evento: www.blackfriday.com.br.
A região que deve apresentar maior crescimento é a Nordeste, subindo de 12% para 14% sua participação sobre o total de vendas nacional. A líder em vendas continuará sendo a região Sudeste, com previsão de 61% do valor total do faturamento do evento; o que revela uma população mais amadurecida para compras online.
“Devemos continuar tendo um crescimento expressivo no volume de vendas este ano. Mesmo no ápice da crise econômica, o Black Friday continuou puxando a economia para cima. Por volta de 5 milhões de pessoas compram pela primeira vez na internet a cada ano e o Black Friday é uma grande porta de entrada para elas” destaca Ricardo Bove, criador do evento.Dessa forma, é possível observar no gráfico abaixo que os momentos de crise no Brasil, incertezas políticas e baixo crescimento econômico não atrapalharam o aumento constante de compras no Black Friday:

Esse crescimento vem acontecendo não apenas no e-commerce. Em 2010, os grandes descontos aconteciam exclusivamente online — e esse meio continua liderando o crescimento. Segundo pesquisa do idealizador do evento: 58,4% dos consumidores compraram pela internet na edição anterior.

Porém, as lojas físicas estão começando a ganhar aderência à data: 26,5% dos consumidores utilizaram além da internet, também o varejo tradicional. E aqueles que preferiram fazer suas compras exclusivamente no ambiente físico representaram 15%.

Entre os produtos mais desejados estão aqueles mais caros, em que o desconto se torna mais significativo, e não são de necessidade imediata — o consumidor pode esperar o evento e se programar. Em 2019 o celular continua em primeiro lugar na intenção de compra: 37% das pessoas vão buscar um aparelho novo. Agora seguido de perto por Eletrodomésticos com 36% dos consumidores e TVs por 29,3%.

Isso está de acordo com o fato de que o ticket médio de compra durante o Black Friday seja de mais de R$600, enquanto o valor médio de compra pela internet do brasileiro em dias comuns é um pouco menor do que R$ 450.Ainda de acordo com a pesquisa, a grande maioria (70,2%) pretende gastar este ano no evento mais de R$ 500, sendo que praticamente a metade de todos aqueles que irão comprar (46,4%) possui a intenção de desembolsar mais de R$ 1.000.

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