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“São Paulo Play Week”, que começa dia 28, terá Fórum Acadêmico de Estudos Lúdicos

Um dos principais destaques da “São Paulo Play Week”, maior evento brasileiro voltado à criação de games, jogos e brinquedos de impactos social e pessoal transformadores, que será realizada de 28 de novembro a 8 de dezembro, no Campus Butantã da Universidade de São Paulo USP), será o 6º Fórum Acadêmico de Estudos Lúdicos (FAEL), que acontece nos dias 28, 29 e 30.

Organizado pela Rede Brasileira de Estudos Lúdicos (REBEL), o fórum trará a apresentação de trabalhos acadêmicos na área de jogos digitais e sociais, ficção, entretenimento e humor. Além disso, haverá uma exposição de produtos lúdicos selecionados pela comissão organizadora.

“Será um encontro aberto aos interessados no lúdico como trabalho e cultura, onde promovemos a troca de experiência de desenvolvimento, pesquisa e mercado”, explica Ernane Guimarães Neto, presidente da REBEL, criada em 2016, sem fins lucrativos, justamente com o objetivo de fomentar o debate, ampliar o conhecimento, qualificar a produção de jogos e prestigiar os profissionais dessa área transdisciplinar e colaborativa.

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90% das marcas ainda falham em Customer Experience

Consumidores ao redor do mundo concordam amplamente que as marcas não conseguem oferecer boas experiências aos clientes. De acordo com os resultados da segunda edição da pesquisa global “Deliver the CX They Expect: Customer Experience Trends” da Acquia, 90% deles acreditam que as marcas estão errando o alvo em relação à experiência do cliente. Além disso, 94% dos profissionais de marketing concordam com essa afirmação, porém 80% deles acredita que sua própria marca já atende à expectativa dos clientes. A boa notícia é que os consumidores também apontam a personalização como chave para uma boa customer experience (CX): 80% afirmam que marcas que conhecem melhor seus clientes ganham sua lealdade.

“Em muitas empresas, a falta de personalização as impede de oferecer experiências de valor aos clientes. Além disso, com tantas opções disponíveis, as expectativas dos consumidores estão mais altas do que nunca. Hoje, para o sucesso de uma marca, as experiências proporcionadas aos clientes devem não apenas ser extremamente convenientes, mas também provar que a marca os reconhece como indivíduos – e suportam a tecnologia que promete melhorar a interação entre eles. Se as marcas os decepcionarem ou explorarem seus dados pessoais de forma inadequada, os clientes irão para outro lugar. Por isso, oferecer experiências satisfatórias aos clientes se torna indispensável”, comenta Brenno Valerio, gerente regional da Acquia para América Latina.

As descobertas da pesquisa global da Acquia sobre o estado do CX também destacam o delta contínuo entre o dinheiro gasto em tecnologia de marketing e a receita perdida devido à falha na conversão e retenção de clientes. O relatório examina o CX da perspectiva de consumidores e profissionais de marketing e os principais resultados incluem:

Não complique demais o CX: 90% dos clientes pesquisados ​​dizem que uma experiência conveniente é importante e 68% deles apontam que as marcas precisam reduzir o atrito para facilitar sua experiência. Assim, as marcas devem se concentrar em atender às expectativas mais básicas dos clientes, garantindo conveniência.

Personalização é imperativa: a personalização não é opcional, mais da metade (60%) dos clientes pesquisados ​​diz que as marcas não os reconhecem individualmente. Por ser a chave para atender às expectativas de conveniência do cliente e garantir lealdade, a personalização deve permanecer como prioridade.

Tecnologia “aberta” é essencial: para gerenciar os dados necessários para personalização e manter experiências simples e contínuas em vários canais, os profissionais de marketing precisam de ferramentas abertas e adaptáveis e de tecnologia de CX. O relatório aponta que 82% dos consumidores afirmam que a tecnologia deve melhorar suas experiências on-line com as marcas. No entanto, encontrar a tecnologia certa que ofereça isso ainda é um desafio para os profissionais de marketing: 57% deles dizem que a tecnologia tornou mais difícil oferecer experiências personalizadas por conta da falta de integração entre plataformas.

“Os clientes deixaram suas demandas claras e agora é a hora das organizações de marketing responderem a esses desafios”, aponta Valerio. “As marcas devem se concentrar em inovar sua geração de valor e conseguir mostrar vitórias ao longo do processo. Os dados do relatório mostram que a única maneira de atender às expectativas dos clientes é por meio do desenvolvimento de uma prática de personalização. Profissionais visionários estão de olho nas tendências, planejando e executando uma abordagem aberta que oferece personalização, ao mesmo tempo em que atendem as preocupações com a privacidade de dados para aumentar a fidelidade do cliente”, completa.

Mais de 6.000 consumidores e 600 profissionais de marketing na Austrália, Europa e América do Norte contribuíram com o relatório anual “Deliver the CX They Expect: Customer Experience Trends”. Um e-book destacando as descobertas e fornecendo análises está disponível para download em: http://www.acquia.com/resources/ebooks/deliver-cx-they-expect-customer-experience-trends-report.

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O que é um Bitcoin?

Mesmo que você não saiba o que é uma criptomoeda, já pode ter ouvido falar sobre o Bitcoin , a principal criptomoeda do mundo. O Bitcoin é a primeira moeda virtual e nasceu após a crise mundial de 2008. Ao contrário das tradicionais, não é emitida por nenhum governo e nem controlado por nenhum Banco Central.

Assim como qualquer outra moeda digital, ela é criptografada e tem circulação global – e com a mesma cotação em todos os países do mundo. Tudo isso sem que haja um órgão regulador capaz de definir sua forma de flutuação e seu valor de mercado.

“Quem quiser adquirir a criptomoeda terá que pagar o que o mercado estabelecer. Como a relação entre demanda e oferta é que dita as regras de preços, quanto menor for a oferta maior tende a ser a demanda e ainda mais elevado deverá ser o preço”, explica Daniel Coquieri, COO da BitcoinTrade, uma corretora de moedas virtuais inteiramente voltada para o mercado brasileiro, com objetivo de facilitar e expandir o modelo no país.

De acordo com o especialista, o limite de unidades é característica comum dos criptoativos, por uma razão simples: cada moeda digital tem uma codificação única.

Como o Bitcoin pode ser usado?

Na prática, é possível usar o bitcoin para realizar reserva de dinheiro, fazer operações de compra e venda e transferências. O primeiro ponto é que quem adquire a moeda aposta na sua valorização ao longo do tempo, o que a coloca como um instrumento para aumento de patrimônio do investidor.

Há a possibilidade de utilização, de fato, do Bitcoin em transações de compra e venda junto a empresas e instituições que aceitam pagamento em moeda virtual. Além disso, existe a transferência de valores entre contas.

“Para quem ainda quer entrar nesse mercado, a ideia é se antecipar. Mais de 80% da quantidade de Bitcoins já está distribuída. Isso quer dizer que restam apenas 20% do total de unidades possíveis”, recomenda Coquieri.

Segundo o COO da BitcoinTrade, os preços desse ativo tendem a se manter em expansão, no longo prazo, por conta do aumento da procura frente à oferta limitada de unidades. “É por isso que mesmo em cenário de desvalorização, o interesse em comprar Bitcoin continua, o que indica que vale a pena preservar o investimento no longo prazo”, ressalta Coquieri.

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Superlista Black Friday: confira os produtos com maior potencial de vendas para seu negócio

Em época de Black Friday, não são só os clientes que precisam se preparar para as compras. Segundo estimativas da Ebit/Nielsen, a data deve registrar mais de 10 milhões de pedidos online e movimentar quase R$ 3,5 bilhões nos e-commerces do país. Essa demanda, cada vez maior, exige planejamento dos comerciantes para gerar um lucro satisfatório durante o período. Pensando nisso, o Olist, startup que ajuda varejistas a aumentarem suas vendas ao gerar liquidez de estoque, fez um levantamento que aponta 200 produtos com alto potencial de vendas na Black Friday 2019.

Os itens são divididos em categorias de consoles, games, eletrodomésticos, eletrônicos, computadores, eletroportáteis, entre outros, e os preços médios de compra variam entre R$ 50 e R$ 2.900,00.

“Desenvolvemos essa lista com o objetivo de auxiliar os varejistas que estão buscando alavancar seus ganhos na Black Friday. O Olist já ajuda mais de 7 mil lojistas em todo o país a vender produtos online, com simplicidade e eficiência. A criação da ‘superlista’ vai facilitar o planejamento dos comerciantes nesta data”, conta Alinne Sanmartin, head da área de growth do Olist.

Entre os principais produtos citados na categoria de “consoles e games”, “eletrodomésticos”, “eletrônicos”, “eletroportáteis”, “Informática e Acessórios”, “telefones”, estão:

Consoles e Games

▪ Acessório Controle Dual Shock 3 Preto Ps3 — Sony;
▪ Console Xbox One S 1Tb All – Digital Edition – Minecraft, Sea Of Thieves –
Forza Horizon3;
▪ Console Xbox One S 1Tb Branco — Microsoft;
▪ Console Xbox One S 1Tb Com 2 Controles Branco — Microsoft;
▪ Console Xbox One S Microsoft 1Tb 4K 2 Controles Branco — Bivolt;
▪ Console Xbox One X 1Tb 4K;
▪ Controle Com Fio Xbox 360 Pc Computador 2 Metros Cabo Usb X-Box
Notebook;

Eletrodomésticos

▪ Cooktop 5 Bocas Atlas Agile Acendimento Super Automático Bivolt
46182084;
▪ Cooktop 5 Queimadores e Mesa Em Vidro Temperado Preto (Gc70V)
Bivolt;
▪ Depurador De Ar De80X 5~6 Bocas Inox – Electrolux 220V;
▪ Fogão Consul 5 Bocas Cor Inox Com Mesa De Vidro E Trempe De Ferro
Fundido;
▪ Forno Microondas Electrolux Mi41S 31 Litros — Silver;
▪ Frigobar Midea Cod Mrc06B1 – 45L 127V;
▪ Lava E Seca Lg Prime Touch Aço Escovado 9Kg 110V – Wd9Ep;

Eletrônicos

▪ Blitzwolf Fye7 Tws Fone De Ouvido Bluetooth 5.0 Heavy Bass, Stereo,
Chamadas Bilaterais;
▪ Caixa De Som Bluetooth Portátil Preto Go 2 JBL;
▪ Caixa De Som Portátil Jbl Box Go 2 – 3W Rms – Vermelho, Bluetooth, À
Prova D’Água;
▪ Fone De Ouvido Blitzwolf Bw-Fye5 Bluetoothv5.0 Estéreo Sem Fio
Recarregável;
▪ Lâmpada Espiã Infravermelho Led Wifi Hd Panorâmica V380;
▪ Monitor Smart Tv Led 24 Lg 24Tl520S Conversor Digital Hdm Usb;
▪ Rádio Relógio Digital Alarme Despertador Painel De Led Multilaser Sp288;

Eletroportáteis

▪ Ferro A Vapor Easyspeed Plus 1400W Ri2047/22 Philips Walita;
▪ Filtro De Água Electrolux Pe11B E Pe11X;
▪ Forno Elétrico Philco 46L;
▪ Fritadeira Multifuncional Sem Óleo Perfect Fryer Frt531;
▪ Liq Power Max 1000W Pto;
▪ Marmita Elétrica Pratic Bivolt Aquecimento A Vapor – Pmr191 Lenoxx;

Informática e Acessórios

▪ Cartão De Memória Sd 64Gb Sandisk Ultra Class10;
▪ Google Chromecast 3;
▪ Gravador E Leitor Externo De Dvd/Cd Slim Dell Dw316 Preto;
▪ Hd Externo 2Tb Portátil – Preto – Usb 3.0;
▪ Impressora Hp Deskjet Ink Advantage11151;
▪ Multifuncional Epson Tanque De Tinta L3150 – Wireless Ecotank –
C11Cg86302;

Telefone
▪ Apple Watch Series 3 Gps Cinza De Alumínio Com Pulseira Esportiva Cinza
– 42 Mm;
▪ Celular Lg B220 Dual – Desbloqueado — Preto;
▪ Fone De Ouvido Xiaomi Redmi Airdots Bluetooth — Preto;
▪ Kit Completo Ring Light Com Tripé Dimmer Youtuber Selfie Pro;
▪ Moto E5 — Grafite.

“Segundo um levantamento do Zoom, 95% dos consumidores pretendem realizar compras durante a o evento. A ideia é que os lojistas aproveitem esse momento para oferecer produtos que são atrativos a esse público”, explica Alinne.

Para ter acesso a lista completa, basta acessar o link: http://download.olist.com/material-superlista-black-friday-2019-blog.

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Robert Half aponta 10 habilidades comportamentais em alta em 2020

Para garantir a empregabilidade, os profissionais do futuro devem combinar familiaridade com as inovações tecnológicas, habilidades comportamentais e capacidade analítica. Isso porque a transformação digital e os avanços da tecnologia em todas as áreas e indústrias têm aumentado a competitividade das empresas, a disputa por vagas de trabalho e a exigência do aprendizado contínuo.

De acordo, com levantamento da Robert Half, a tendência é de que, até 2022, as habilidades mais demandadas na contratação de profissionais sejam: visão de negócio (opinião de 51% dos líderes), pensamento estratégico (48%), liderança (48%) e capacidade de adaptação (42%).

“Em função desta disputa, é fundamental que os profissionais cuidem não apenas da capacitação técnica, mas também desenvolvam as habilidades comportamentais, participando proativamente de grupos de trabalho, buscando agregar mais valor para a função que executam, para a área, negócios e para a empresa como um todo”, aponta Fernando Mantovani, diretor geral da Robert Half.

Com base no Guia Salarial 2020, a Robert Half destaca as 10 habilidades comportamentais mais desejadas pelas empresas:

1) Boa comunicação:

O que é: a habilidade de se comunicar bem é a chave para profissionais trabalharem de forma integrada ao negócio. É essencial que eles possam traduzir questões técnicas de suas áreas para diferentes públicos, desde o corpo operacional até o CEO da empresa, além do público externo. Comunicação eficiente também é uma das bases para ser um bom gestor.

2) Bom relacionamento interpessoal

O que é: essa é uma habilidade essencial, já que o profissional precisa transitar por várias áreas. Para que haja uma interação entre os departamentos, os colaboradores de diferentes setores precisam se relacionar bem. Equipes sintonizadas nos objetivos organizacionais se relacionam harmoniosamente para atingir bons resultados nas suas áreas e na companhia, como um todo.

3) Dinamismo

O que é: colaboradores dinâmicos têm a capacidade de raciocínio rápido e conseguem fazer mais tarefas de forma mais rápida e ágil do que os demais. Isso potencializa sua produtividade e os seus resultados. Esta capacidade de administrar várias demandas simultaneamente é um grande diferencial competitivo, ainda mais numa era onde tudo acontece de forma veloz e as empresas precisam conquistar maior eficiência operacional e aprender a fazer mais com menos.

4) Domínio do idioma inglês

O que é: parece um assunto repetitivo, mas a maioria dos profissionais ainda não dominam uma segunda língua. Falar inglês é essencial, pois as empresas estão cada vez mais conectadas globalmente e o profissional que souber falar ou entender outro idioma, além de expandir seu conhecimento, poderá melhorar seu cargo ou salário.

5) Flexibilidade

O que é: bons profissionais sabem que as circunstâncias mudam rapidamente e é preciso ter capacidade para se adaptar na mesma velocidade. É importante não ter medo de mudar de rumo e também aprender como tirar vantagem de uma situação que parece perdida.

6) Hands on (mão na massa)

O que é: esse é o profissional que bota a mão na massa, faz junto e se aprofunda nas atividades. Sua mente é aberta para absorver novos conhecimentos. Ser produtivo e participar da execução dos trabalhos é a melhor forma para potencializar suas entregas para benefício de toda a equipe.

7) Orientado a resultados

O que é: é a capacidade que um profissional tem para focar na concretização dos objetivos da empresa e, assim, garantir que os resultados sejam alcançados conforme o esperado. Também possibilita impulsionar o crescimento de outros profissionais da equipe, pois o conhecimento partilhado contribui com os resultados a serem alcançados pela toda a organização.

8) Perfil multidisciplinar

O que é: é um profissional híbrido que aplica conhecimentos de outras áreas no setor em que é especialista, mesmo que não seja necessariamente sua formação. Ele tem uma visão sistêmica do negócio e busca conhecimento por conta própria, em cursos livres, especializações, palestras e workshops, por exemplo.

9) Senso de dono

O que é: hoje as empresas buscam profissionais que abracem os projetos com responsabilidade e a motivação de um empreendedor. É preciso ter postura ativa para apresentar soluções que possam viabilizar ou facilitar o exercício da atividade e, principalmente, expandir os negócios junto com a empresa.

10) Visão de negócio

O que é: ter uma consciência clara da direção para onde a empresa está indo é essencial para ser bem-sucedido. A visão clara do futuro vem junto com a habilidade de tomar as medidas necessárias para chegar lá. É necessário ver além do negócio, mas esse é um exercício complexo e envolvente. Esses profissionais combinam uma forte determinação com o desejo de crescer.

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Black Friday 2019 terá pico de vendas às 11h, segundo a Braspag

Segundo análise realizada pela Braspag – empresa do grupo Cielo e líder em soluções de pagamento para e-commerce na América Latina – o pico de vendas da Black Friday deste ano deve ocorrer por volta das 11h. A empresa também afirma que deverá registrar 57% de crescimento no número de transações na Black Friday 2019 em relação ao ano anterior.

Para auxiliar na conversão de vendas e prevenção a fraudes, a Braspag, em parceria com a Cybersource – empresa da Visa focada em gerenciamento de fraudes e pagamentos online – está oferecendo um serviço especial de revisão manual das transações que requerem uma análise mais profunda para seus clientes. Ao invés de ocorrer em até 12h como usual, as transações são analisadas em até 4 horas, o que ajuda na estratégia de vendas e aumenta a conversão. A revisão é feita via sistema, por meio de APIs. A equipe também avalia outras formas de ataques comuns de épocas promocionais, como esvaziamento de estoques, a fim de evitá-los. Além disso, a Braspag conta com a certificação PCI 3.2 em todos os seus produtos, o que garante adesão às normas internacionais de segurança. A empresa também está participando da revisão da versão 4.0 da certificação, que deverá entrar em vigor a partir de 2021. A Braspag é o único gateway brasileiro integrante do conselho consultivo do PCI Security Standards Council.

“Estamos nos preparando há mais de três meses para a Black Friday, data mais importante do e-commerce brasileiro. Além da oferta para elevar a conversão e segurança, realizamos diversos testes em nossos sistemas para prevenir quaisquer eventualidades”, explica o diretor comercial da Braspag,José Carlos Vianna (Zeca). “O nosso ambiente, que já é robusto e elástico, permite adaptação em questão de minutos mesmo para um aumento de transações 5 ou 6 vezes em relação ao número normal. Nosso sistema e equipe estão completamente preparados para esta Black Friday que deve superar significativamente as vendas dos anos anteriores, conclui Zeca.

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Fofocas, palavrões e discussões políticas são algumas das situações que mais incomodam os profissionais no escritório, revela estudo

O ambiente de trabalho mudou muito. Há dez anos, as empresas promoviam “casual fridays”, ou seja, permitiram que, às sextas, os funcionários vestissem jeans e outras roupas menos formais. Hoje, em muitas empresas, o time pode se vestir como quiser – em qualquer dia da semana. Essa mudança faz parte da estratégia das empresas para atrair os millennials e a geração Z, que atualmente constituem cerca de 40% da força de trabalho.

Mas essa mudança não é apenas estética, é também interna – é o que revela a Workplace Boundaries Report de 2019, pesquisa realizada em julho deste ano pela plataforma de ensino online Udemy com mais de 1.000 profissionais americanos com 18 anos ou mais. Por causa das redes sociais e dos escritórios abertos, os profissionais da atualidade se sentem pressionados a compartilhar mais das suas vidas com os seus colegas – mas nem todo mundo parece gostar da informalidade dos tempos atuais.

Algumas das situações que atualmente mais incomodam os profissionais no ambiente de trabalho, segundo o estudo, são muitas fofocas, palavrões e discussões políticas. Os números são os seguintes: mais de 45% dos profissionais acham que os colegas de trabalho fofocam demais no escritório; mais de 30% se sentem incomodados quando os colegas falam muitos palavrões; e quase 40% acham desconfortável falar de política no trabalho (ainda mais em tempos tão polarizados).

A pesquisa também mostra dados interessantes sobre a comunicação entre os colegas de trabalho. Por exemplo, mais de 40% dos entrevistados afirma já ter testemunhado bullying no escritório e mais de 35% acha os colegas informais demais em conversas ou mensagens de trabalho. Outra parte do estudo trata exclusivamente dos gerentes – e revela que quase 60% deles se sentem pressionados a trabalhar durante o horário de almoço.

O estudo conclui que é preciso esclarecer o que é um comportamento adequado no ambiente de trabalho – e que o que é adequado num escritório pode não ser no outro. Para isso, o diálogo sobre o assunto nas empresas deve ser incentivado pelas pessoas que ocupam cargos de liderança. Assim, os colaboradores tendem a ficar mais felizes e produtivos – e o turnover tende a cair.

“O jeito de trabalhar e de se relacionar no trabalho mudou drasticamente, não restam dúvidas. Atualmente, quatro gerações compõem a força de trabalho e cada uma delas pode ter uma visão diferente do que é apropriado e do que não é. As empresas devem ter consciência dessas diferenças e fazer de tudo para que as pessoas se sintam à vontade no ambiente de trabalho”, diz Sergio Agudo, diretor de negócios da Udemy para a América Latina. “Para isso, é preciso que os gerentes e as suas equipes façam reuniões regulares sobre o tema.”

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Estudo da IBM: líderes latino-americanos que valorizam a confiança nos dados estão posicionados para superar seus pares

A vigésima edição do estudo da IBM “Build Your Trust Advantage”, divulgado semestralmente, entrevistou cerca de 13,5 mil executivos globalmente para examinar como as empresas chegam a liderança de mercado, enfatizando a confiança na utilização e no intercâmbio de dados.

A pesquisa, conduzida pelo IBM Institute for Business Value (IBV) em cooperação com a Oxford Economics, entrevistou executivos C-level responsáveis por marcas líderes em 98 países e 20 indústrias em todo o mundo, incluindo a América Latina. O estudo mostrou que a liderança de mercado é alcançada com mais frequência quando uma organização estabelece um alto nível de confiança nos dados de seus clientes, em seus processos de negócios e com o ecossistema de parceiros.

Por meio de pesquisas quantitativas e qualitativas, ficou claro que havia um conjunto de líderes que se destacaram por entender que a transparência e a reciprocidade são ingredientes primordiais para ganhar a confiança do cliente, assim como gerar crescimento. Esses líderes aproveitam os dados para gerar confiança nos consumidores, criar uma cultura de tomada de decisão com base em dados, e frequentemente compartilham dados com parceiros do ecossistema sem abrir mão da vantagem competitiva. Também foi descoberto que esse grupo supera seus pares em inovação e gerenciamento de mudanças, assim como em crescimento de receita e lucratividade, oferecendo resultados 165% mais altos.

Esses líderes têm um profundo conhecimento de que construir confiança nos relacionamentos com os clientes é um imperativo estratégico e trabalham fortemente para conquistá-los e mantê-los. De fato:

• 82% dos líderes acreditam firmemente que os dados ajudam a criar uma vantagem
estratégica para fortalecer o nível de confiança do consumidor, bem como seus resultados.

• Os líderes também superam seus pares em 22% na capacidade de respeitar a privacidade dos dados dos clientes como uma vantagem competitiva central.

Isso é extremamente importante no momento em que os consumidores relatam mais preocupações do que nunca sobre a vontade de compartilhar informações pessoais. Um estudo relacionado da IBM sobre privacidade de dados constatou que 81% dos consumidores globais dizem que, no ano passado, se preocuparam mais com a forma como as empresas usam seus dados.

Felizmente, o mesmo estudo constatou que também há uma maior disposição de compartilhar informações com companhias que têm transparência em relação à utilização dos dados: 81% disseram que apoiam ativamente empresas que são transparentes sobre como usam seus dados e evitam fazer negócios com organizações que não o fazem. Como resultado, as companhias que conquistaram a confiança do cliente têm mais probabilidade de reter os dados que possuem. “As organizações líderes que colocam sua confiança no centro da maneira como usam os dados com seus clientes estão criando enormes oportunidades para obter maior sucesso”, disse Mark Foster, vice-presidente sênior de IBM Global Business Services.” As empresas de hoje precisam ser capazes de ganhar a confiança de seus clientes enquanto confiam nos dados de seus próprios processos e ecossistemas, ou eles rapidamente ficarão para trás de seus pares”.

Embora o estudo esteja concentrado na necessidade de transparência em como as empresas lidam com os dados dos clientes, também destaca a importância de confiar nos dados encontrados em uma organização. Foi descoberto que os líderes se esforçam para garantir que os dados dentro das suas próprias paredes sejam precisos e limpos, para que possam tirar proveito deles para tomar decisões mais bem informadas, como desenvolver novos modelos de negócios e entrar em mercados novos ou emergentes.

• Oito em cada dez líderes dizem que eles e seus colegas dependem muito de dados para melhorar a qualidade e a velocidade das decisões que tomam.

• 70% já usam os dados extensivamente para desenvolver novos modelos de negócios (112% a mais que seus pares), enquanto 66% já usam os dados para tomar decisões informadas ao entrar em novos mercados.

• Na América Latina, 14% dos entrevistados estão obtendo os maiores retornos com o uso dos seus dados e superam seus pares em crescimento de receita e lucratividade.

O estudo também revelou uma ênfase na importância da criação de ecossistemas confiáveis. Os dados que simplesmente permanecem dentro da organização têm mais probabilidade de se desviar do que de aumentar seu valor. As organizações líderes estão liberando seus dados e eliminando o risco de trocas de dados em um ecossistema compartilhado, permitindo que circulem amplamente, sem sacrificar a responsabilidade de garantir licenças e protegê-las. Esse comportamento continuará a crescer ao longo do tempo:

• 56% dos líderes já estão adquirindo e compartilhando dados amplamente com sua rede de parceiros e 85% esperam que suas redes de parceiros se expandam nos próximos anos.

• Os líderes esperam que a evolução das plataformas de negócios digitais exija uma nova abordagem para o compartilhamento de dados.

• 62% dos líderes já estão integrando novos modos de monetização em suas estratégias de dados.

Acesse os resultados completos do estudo aqui: http://ibm.co/c-suite-study

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Black Friday: sua empresa está preparada?

Falta pouco para uma das datas mais esperadas do varejo, a Black Friday, que nesse ano acontece no dia 29 de novembro. O evento, muito tradicional nos Estados Unidos, está cada vez mais popular no Brasil, desde que chegou por aqui, oficialmente, em 2010. De lá para cá, as vendas cresceram e para 2019, a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), estima que o faturamento supere os 3,67 bilhões de reais, desempenho 5,8% acima do registrado em 2018.

Para aproveitar melhor essa data é preciso preparar o seu negócio e a Sage, empresa líder de mercado em soluções de gestão na nuvem, listou algumas dicas que vão garantir uma Black Friday rentável e sem inconvenientes. Confira abaixo:

Prepare o seu servidor

O primeiro passo é ter um planejamento de TI especialmente pensado para a Black Friday, com uma estimava do volume de dados que será trafegado na data. Isso vai garantir a estabilidade dos seus sistemas. Se os softwares de sua empresa estiverem hospedados na nuvem, alinhe com o fornecedor para que a estrutura seja escalável. Ou seja, a capacidade de processamento aumentará no momento de pico. Agora, se servidor está dentro de casa, vale a pena adquirir ou alugar mais máquinas para suportar esse período atípico.

Se esse cuidado não for tomado, a operação estará em risco. Por exemplo, se o site do e-commerce trava, os pedidos não são enviados para o ERP faturar, e sem a nota gerada, o sistema logístico não seguirá o seu fluxo de entrega para o consumidor. Resumindo, uma falha pode ocasionar um efeito cascata.

No varejo físico, se o servidor não é robusto o suficiente, o caixa para de operar e o resultado são vendas perdidas. Se o seu planejamento prevê um alto fluxo de clientes na loja, considere abrir mais um caixa.

Cuide da sua infraestrutura com antecedência

As suas integrações estão funcionando bem? A plataforma de e-commerce está performando direitinho? Seu software de frente de caixa está em perfeito funcionamento? O emissor de nota fiscal está se comunicando bem com o governo? O ERP e as demais soluções estão ok? Chame o seu de time de TI e/ou fornecedor para debaterem juntos sobre esses pontos e considere tudo o que pode dar errado, até as hipóteses mais remotas.

Caso precise abrir mais um caixa, pense no SAT (Sistema Autenticador e Transmissor de Cupons Fiscais Eletrônicos), na impressora fiscal, no TEF (Transferência Eletrônica de Fundos) e em todas as obrigações fiscais. Também vale considerar a contratação de mais uma licença de software, caso o seu atual não esteja na nuvem, e um suporte diferenciado para esse período.

Porém, as alterações na sua infraestrutura de TI precisam ser feitas com no máximo 15 dias de antecedência. Mudanças em cima da hora podem trazer riscos desnecessários. Na hora da loucura, com muitos acessos ao site ou diversos clientes entrando no seu estabelecimento, o que você menos precisa é ter que lidar com um erro de sistema desconhecido.

Prepare o pós-evento

A Black Friday é dia 29 e na sequência já vem o período do fechamento contábil. Isso significa que o seu time fiscal terá trabalho multiplicado, com a conclusão do mês e o grande volume de notas da data. Verifique se a equipe está pronta para auditar essas operações e conferir se todos os tributos e impostos foram recolhidos adequadamente. Um erro nessa fase, pode significar multa que vai impactar na sua rentabilidade.

Outra área que também terá uma demanda maior é o SAC. Os profissionais precisam estar preparados para atendimentos de pós-venda, entendendo quais foram os produtos mais vendidos e aptos para solucionar diversas solicitações. Aqui um treinamento prévio é uma boa alternativa.

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A Agile Alliance anuncia a chamada de propostas para a Agile2020

A Agile Alliance convida os líderes em desenvolvimento da metodologia Agile com a chamada de propostas para a Agile2020, a conferência global anual da Agile Alliance que atrai praticantes, acadêmicos, empresas e integrantes da comunidade parceira de fornecedores do mundo todo. O evento de 2020 acontecerá em Orlando, Flórida, de 20 a 24 de julho.
“A conferência Agile2020 oferece uma oportunidade excepcional de compartilhamento de conhecimento, experiência e especialização com a comunidade Agile internacional”, disse Emma Armstrong, presidente da conferência Agile2020. “No ano passado, tivemos quase 2.400 executivos, gerentes, desenvolvedores de software e pesquisadores, de mais de 50 países, reunidos p ara ouvir especialistas, autores, inovadores e profissionais reconhecidos, que compartilharam suas ideias exclusivas em mais de 286 apresentações. A concorrência para falar neste evento é alta: recebemos quase 2.000 candidaturas em 2019 para as cobiçadas vagas. Sugiro que os adeptos da metodologia Agile que tiverem uma história para contar a enviarem suas propostas com antecedência”.

Os palestrantes da conferência são selecionados por um processo abrangente de revisão por pares. O sistema de envio de propostas da Agile2020 estará aberto até 9 de fevereiro de 2020.

Sugere-se que os potenciais palestrantes analisem cuidadosamente os 18 temas da conferência que estão aceitando candidaturas e enviem propostas para o tema que mais se aproximar do(s) tópico(s) proposto(s). Os temas abrangem todos os aspectos do desenvolvimento da metodologia Agile, desde dicas sobre como começar com equipes pequenas até estratégias empresariais avançadas com base em anos de experiência.

Em seu 19º ano, a conferência global da Agile Alliance é o principal evento internacional não comercial sobre a metodologia Agile no desenvolvimento de software. O grande objetivo da conferência da Agile é conectar e compartilhar. Participantes do mundo todo se reúnem, muitos deles por anos consecutivos, para encontrarem os colegas e os principais líderes do ambiente Agile. As relações estabelecidas, o apoio recebido e o conhecimento adquirido propiciam experiências enriquecedoras e duradouras, promovendo o sucesso individual e o avanço coletivo do setor. As conferências são abertas e envolventes, estimulando ideias inovadoras derivadas de implementações da metodologia Agile no mundo real.

Para obter mais informações, visite o site da conferência.

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FGV realiza workshop sobre Private Equity, Venture Capital e Investimentos em Startups

A Fundação Getulio Vargas realizará na segunda-feira (2/12), a partir das 8h30, em São Paulo, um workshop sobre o mercado de private equity, venture capital e investimentos em startups. O objetivo é debater o crescimento e desenvolvimento do país a partir dos investimentos em startups, inovação, venture capital e private equity.

O evento reunirá em um mesmo ambiente investidores, gestores de private equity e venture capital, corporações interessadas em inovação, conselheiros e executivos de fundos de pensão, formuladores de políticas públicas, consultores, advogados, fundadores de startups e demais interessados no tema.

O workshop será dividido em quatro painéis: Alocação pelos LPs em Venture Capital e Private Equity: Desafios e Oportunidades; Investimentos de Private Equity; Inovação, Venture Capital, Private Equity e a Revolução nos Negócios Tradicionais; e Venture Capital e Investimentos em Startups.

Participam grandes nomes do mercado como: Eric Acher, sócio, Monashees; Luís Ricardo Martins, presidente, ABRAPP; Luiz Chrysostomo, sócio, NEO Investimentos e Diretor, ANBIMA; Carlos Garcia, sócio, Itajubá Investimentos; Alexandre Saigh, sócio, Patria Investments; Cristiano Lauretti, sócio, Kinea Private Equity; Mario Malta, sócio, Advent International; Priscila Rodrigues, sócia, Crescera Investimentos; Luiz Maia, sócio, Brookfield; Anderson Thees, sócio, Redpoint eventures; Frederico Pompeu, sócio, BTG Pactual e head, BoostLab; Rafael Padilha, diretor, Bradesco Private Equity & Venture Capital; Cláudio V. Furtado, presidente, INPI; Fernando Wagner da Silva, sócio, Crescera Investimentos; Izabel Gallera, sócia, Canary; Laura Constantini, sócia, Astella Investimentos; Pedro Oliveira, senior investment officer, Kaszek Ventures; e Maria Rita Spina Bueno, diretora executiva, Anjos do Brasil.

Inscrições:http://educacao-executiva.fgv.br/sp/sao-paulo/eventos/workshop-de-lancamento-do-mba-em-private-equity-venture-capital-e-investimentos-em-startups?geo-popup=hide

Workshop Private Equity e Venture Capital

Data: 2 de dezembro de 2019

Horário: 8h30-13h

Local: FGV – Rua Itapeva, 432 – Auditório FGV

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Em tempo para as compras de fim de ano, pequenos varejistas brasileiros podem vender globalmente

Faltam poucas semanas para a temporada de compras de fim de ano, e há grandes oportunidades para varejistas brasileiros fazerem parte da economia global ao exportar via eBay, especialmente para os Estados Unidos, onde estima-se que 2019 será, pela primeira vez, a temporada de festas de US$ 1 trilhão, com um forte crescimento para e-commerce.

Esta é uma oportunidade perfeita para que vendedores ao redor do mundo, inclusive brasileiros, aproveitem a temporada e coloquem uma lista de produtos relevante aos olhos de consumidores internacionais, especialmente nos EUA onde, de acordo com o eMarketer, 22% dos internautas já iniciaram suas compras para as festas de fim de ano e 26% continuarão a comprar durante novembro.

eBay quebra barreiras para o comércio cross border

O eBay oferece um marketplace global de confiança e uma plataforma de vendas poderosa para vendedores brasileiros de todos os modelos e tamanhos, que estejam interessados em exportar. Atualmente:

• 99% dos vendedores brasileiros no eBay exportam produtos para aproximadamente 22 mercados internacionais. Este número cai para cinco quando falamos sobre negócios tradicionais.

• eBay tem 183 milhões de compradores ativos ao redor do mundo, o que significa que o varejista brasileiro que exporta pela plataforma poderia aumentar o mercado potencial dele, ou dela em 85%, ao invés de apenas vender localmente.

• Em 2018, havia 58 milhões de consumidores online no Brasil, o que indica que os vendedores locais podem alcançar um mercado três vezes maior vendendo via eBay.

• Segundo o IBGE, o PIB de Distrito Federal é de US$ 69,8 bilhões, o que representa 3,8% do PIB nacional total. Anualmente, as vendas via eBay alcançam um número maior, totalizando aproximadamente US$ 90 bilhões.

O que brasileiros estão vendendo no eBay e para onde

Até o momento, neste ano os vendedores brasileiros no eBay estão:

• Vendendo principalmente para os EUA, Reino Unido, Alemanha, Austrália e França.

• Vendo relógios de luxo, quadrinhos originais, discos e equipamentos de som para veículos como as quatro melhores categorias de venda.

O que vende bem para o mercado dos EUA no eBay

• Itens de coleção como camisas de times de futebol, selos, cartões colecionáveis, pinturas, antiguidades e quadrinhos, desde que sejam exclusivos, avaliados em dólar americano e com uma alta demanda internacional.

• Itens que custam menos de US$800, o limite mínimo dos EUA para o qual itens abaixo deste valor não estão sujeitos a impostos ou taxas.

Vendas cross border estão crescendo como uma opção para atingir consumidores internacionais

• Um estudo da Pitney Bowes que entrevistou pessoas de 12 países revela que em 2017 70% dos entrevistados compraram de sites internacionais. O e-commerce cross border internacional pode crescer 25% até 2020, de acordo com o relatório “The 21st Century Spice Trade” da DHL.

• De acordo com um estudo do Ebit, o e-commerce cross border do Brasil para outros países cresceu 3% em 2017, com 23,1 milhões de usuários.

• 82% dos vendedores brasileiros no eBay alcançam mais de dez mercados por ano.

• A maioria das vendas do eBay no Brasil vêm da exportação.

“A tecnologia tem criado um novo cenário do varejo que não é somente online, é global, e é inclusivo e acessível para negócios de todos os formatos e tamanhos”, disse Xavier Aguirre, Gerente de Desenvolvimento de Negócios e Exportações do eBay para a América Latina. “Graças a marketplaces globais como o eBay, nunca houve tantas oportunidades para brasileiros com pequenos e médios negócios de se engajar no comércio global e aproveitar a demanda de consumo das compras de final de ano fora da sua economia local.”

De fato, os marketplaces estão crescendo atualmente também porque permitem o varejo omnichannel de uma forma fácil, com um bom custo-benefício, e demanda agregada. Além disso, estas plataformas são apoiadas pela tecnologia que está constantemente evoluindo.

“Para que os vendedores possam proporcionar aos clientes uma experiência de compra holística e positiva por meio de diferentes canais, as ferramentas de tecnologia devem estar na lista de vendas dos varejistas.”, diz Aguirre.

Varejistas interessados em aproveitar ao máximo as compras para as festas podem acessar o eBayMag.com , uma ferramenta em português para vendedores brasileiros, com o objetivo de ajudá-los a crescer e escalar seus negócios internacionalmente. O eBayMag foi criado pelo eBay para permitir aos vendedores locais listar ativamente seus produtos em nove sites chave internacionais da plataforma: Estados Unidos, França, Alemanha, Reino Unido, Itália, Espanha, Austrália e Canadá (inglês ou francês), fornecendo a eles acesso a milhões de consumidores pelo mundo.

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Philips e Hospital Sírio-Libanês se unem em projeto de inteligência artificial para tratamento e diagnóstico de doenças crônicas

Uma iniciativa unindo a Philips, líder global em tecnologia de saúde, e o Hospital Sírio-Libanês, importante instituição de saúde com operações em São Paulo e Brasília, aprimorará os diagnósticos e tratamentos de pacientes com doenças crônicas por meio de processos de Inteligência Artificial. A Philips fornecerá a plataforma IntelliSpace Discovery, que oferece integração na gestão de dados, enquanto o hospital traz seu conhecimento clínico em terapêutica e medicina diagnóstica para a parceria. O acordo foi firmado pelo CEO da Philips América Latina, David Reveco, e Dr. Paulo Chapchap, diretor geral da Sociedade Beneficente de Senhoras Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo.

Esta cooperação fornecerá novos insights, tanto para médicos quanto para o desenvolvimento de soluções tecnológicas aplicadas à medicina, permitindo ampliar o tratamento de doenças crônicas e a oferta de novas formas terapêuticas para problemas crônicos de saúde.

Este projeto tem um papel importante, pois de forma abrangente proverá informações para os médicos do Sírio-Libanês, bem como para a comunidade médica, gerando insumos que poderão gerar novas formas terapêuticas para diversos casos clínicos ao redor do mundo.

“É um trabalho de conjunto entre a Philips e o Sírio-Libanês, que resultará em algo maior, não simplesmente uma parceria comercial. Visamos criar conhecimento e soluções para melhorar a vida dos pacientes. Além disso, a plataforma irá possibilitar tratamentos e diagnósticos mais assertivos”, declara David Reveco, CEO da Philips para a América Latina. “Por se tratar de uma instituição de saúde de grande renome da América Latina, essa parceria é muito importante para o desenvolvimento de novas soluções e tecnologias para a saúde e bem-estar dos pacientes da região”, completa Cesar Giannotti, diretor de soluções corporativas da Philips na América Latina.

A plataforma IntelliSpace Discovery (ISD) fornece ferramentas de pesquisa para que os médicos agreguem dados que poderão ser visualizados e gravados para “treinar” e validar algoritmos de aprendizado profundo, ou seja, que se desenvolvem cada vez mais com a inclusão de novos casos e avaliações. Com a aplicação de algoritmos, esta ferramenta entra no fluxo de trabalho e facilita o diagnóstico clínico em especialidades como a radiologia, a oncologia, a neurologia e a cardiologia.

“Unir conhecimentos entre o hospital e a Philips é um passo importante para acelerar o desenvolvimento de processos mais precisos no cuidado dos nossos pacientes, que é o foco principal do trabalho realizado pelo Sírio-Libanês”, diz Dr. Cesar Nomura, superintendente de Medicina Diagnóstica do Sírio-Libanês.

Na parceria, que faz parte do Programa Violeta do Hospital Sírio-Libanês, a Philips será responsável também por realizar treinamentos contínuos com os profissionais de saúde da instituição, além de proporcionar a possibilidade de estágios em unidades da companhia em todo o mundo e divulgar os resultados das atividades de pesquisa em conferências e feiras mundiais por meio dos colaboradores da Philips.

Em vista dos dados e número cada vez maior de pacientes, o impacto social da garantia da qualidade e do apoio à decisão nos cuidados clínicos foi reconhecido pela Philips como uma questão altamente relevante para a população brasileira. Portanto, a pesquisa proposta pelo Hospital Sírio-Libanês é uma excelente combinação para a visão e missão de ambas as empresas. Além disso, a Philips e o Hospital Sírio-Libanês consideram essa pesquisa benéfica em outras regiões geográficas do mundo. A participação nesta cooperação fornecerá novas ideias e permitirá avaliar tecnologias de ponta nos estágios iniciais, o que oferece a oportunidade de desenvolver novas aplicações e produtos no gerenciamento de pacientes.

Além da plataforma IntelliSpace, o hospital já conta com outras soluções da Philps como o Tasy (solução completa de informática em saúde que integra todas as áreas da instituição, conectando os pontos de cuidado dos pacientes e otimizando os processos) e CareStream, recentemente adquirida pela empresa e que oferece soluções de TI de formação de imagem em vários locais, provedores de serviços de radiologia, centros de imagem e clínicas médicas especializadas no mundo inteiro.

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TOTVS apresenta solução de inteligência artificial para RH

A TOTVS, líder brasileira no desenvolvimento de software de gestão, apresenta mais uma solução da Carol, plataforma de dados e inteligência artificial da companhia, dessa vez para atender necessidades da área de RH. A plataforma Carol Clock-In permite que funcionários façam registro de ponto por meio de reconhecimento facial.

Criada no TOTVS Labs, unidade de pesquisa e inovação da empresa que possui presença nos Estados Unidos e no Brasil, a solução Carol Clock-In permite que o ponto eletrônico seja registrado, a partir de um app no smartphone, por meio de uma tecnologia de escaneamento digital da face dos colaboradores e processamentos de deep learning, que identificam o funcionário em frações de segundos, e tudo isto sem que o dispositivo esteja conectado a internet.

“A solução foi desenvolvida a partir de uma necessidade que, aparentemente, é algo bastante simples: fazer com que funcionários registrem o ponto eletrônico em áreas remotas, isso é muito comum com profissionais de vendas ou que trabalham no campo, por exemplo”, afirma Vincent Goetten, diretor do TOTVS Labs.

A ferramenta usa geolocalização e o registro pode ser feito de forma online ou offline, o que é ideal para os locais remotos, onde a conexão de internet é escassa. Desta forma, a marcação do ponto é sincronizada automaticamente assim que o dispositivo se conecte à internet.

“A inteligência artificial e machine learning da Carol permitem que o app funcione cada vez melhor, já que, a cada reconhecimento feito, mais dados do rosto de cada colaborador são coletados, tornando o app mais rápido e eficaz”, completa Goetten.

A Carol Clock-In possui ainda um sistema antifraudes, que consegue impedir que o ponto seja registrado a partir de uma foto, por exemplo. A solução funciona totalmente em nuvem, não armazenando nada no smartphone ou tablet que fizer o registro. O comprovante de ponto gerado é enviado por SMS ou e-mail, em um arquivo com certificado digital, protegido contra modificações.

Para garantir que os registros de ponto não sofram qualquer alteração manual, protegendo as horas de trabalho, a Carol Clock-in faz o registro das informações de batida de ponto no blockchain. “Os clientes podem optar por ativar esta funcionalidade adicional que garante a imutabilidade dos dados e facilita a rastreabilidade independente de sistema. O protocolo escolhido para isso foi o da Blockchain, por ser o mais seguro e de público acesso”, afirma Goetten.

Além da versão que permite que o próprio colaborador tire uma “selfie” e registre o início e término de suas atividades, existe a opção de quiosque do Clock-In, um dispositivo fixo na própria empresa para marcação de ponto por reconhecimento facial. Esse registro pode também ser realizado por um QR Code, que serve como um crachá de cada colaborador.

Para mais informações, acesse: https://www.carol.com/pt/

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O Brasil precisa da indústria

Por João Carlos Marchesan

O governo atual e sua equipe econômica trabalham na direção de proporcionar ao Brasil ganhos de produtividade e competitividade. A aprovação, praticamente certa, da reforma da previdência, o avanço na tramitação da reforma tributária, a promulgação da lei da liberdade econômica, junto com o atual cenário de inflação sob controle e a taxa Selic em níveis historicamente baixos criam uma conjunção de condições favoráveis e necessárias para o crescimento da economia.

Nossa entidade vem buscando colaborar com diversas equipes do governo, junto a formadores de opinião e através de coalizões com setores da economia, na busca de apontar caminhos e alertar contra possíveis riscos. Para isso, já levamos às nossas autoridades diversos estudos e propostas em temas como abertura comercial, agenda de competitividade, normas regulamentadoras, desburocratização, melhora na legislação trabalhista e combate ao custo brasil, entre outras.

Gostaria de salientar aqui a iniciativa da SEPEC – Secretaria Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia, encabeçada pelo secretário especial Carlos da Costa em realizar um projeto em cooperação com a sociedade brasileira. A ABIMAQ vem participando deste projeto trazendo colaborações. O objetivo é oferecer à própria SEPEC uma ferramenta de monitoramento das assimetrias sistêmicas do país que há anos vem tornando o Brasil menos competitivo, possibilitando assim ações focadas de correção. O estudo está sendo operacionalizado pela BCG BOSTON CONSULTING GROUP.

Lembramos que a indústria de máquinas já exporta mais de 40% do seu faturamento. Acreditamos que com o aumento da competitividade proporcionada pelas medidas em curso, adicionadas a uma política de seguro de crédito e financiamentos aos exportadores, o Brasil pode melhorar sua pauta de exportações agregando a ela maior valor e tecnologia.

Essa demanda adicional vinda das exportações, ao reduzir capacidade ociosa e ao ajudar a recompor margens proporcionará a retomada do investimento privado, recuperando o emprego e estimulando o crescimento do PIB.

Com o governo prosseguindo com a sua missão de criar condições favoráveis ao investimento em infraestrutura, retomando obras paradas teremos certeza de um crescimento que virá. A recuperação dos investimentos, somada à atuação do governo no lado da oferta que, pouco a pouco, está melhorando o ambiente de negócios, deverá impactar positivamente a produtividade da economia representando o início de um ciclo de crescimento robusto e sustentado ao longo do tempo.

A recuperação dos investimentos e do crescimento econômico e, com ele, dos empregos, permitirá recompor as contas públicas e a capacidade do Estado de fazer políticas sociais, capazes de reduzir as diferenças entre os brasileiros e oferecer oportunidades iguais para todos.

João Carlos Marchesan, administrador de empresas, empresário e presidente do Conselho de Administração da ABIMAQ/SINDIMAQ

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Descubra o que é FinOps e como essa estratégia pode auxiliar na gestão financeira empresarial

Uma das melhores estratégias para empresas ganharem escalabilidade, flexibilidade e fácil acesso a informações é a migração de sistemas e dados para a nuvem. Essa tem sido a opção de inúmeras companhias pelo mundo, que descobriram as vantagens de realizar a jornada de dados e aplicações para a nuvem pública, privada ou híbrida.

Segundo Fernando Nunes, arquiteto de soluções da Claranet Brasil , provedora de serviços gerenciáveis de TI, a estratégia é necessária e eficiente, porém muitas dessas corporações encontram dificuldades quando o assunto é gerir os custos advindos do serviço de computação em nuvem. Isso porque o valor pago mensalmente é calculado com base no consumo dos serviços, que é bastante flexível.

De acordo com uma pesquisa realizada pela 451 Research, 80% dos 300 líderes financeiros e de TI entrevistados reconhecem que a má gestão financeira na nuvem trouxe prejuízos para os negócios. Além disso, mais de 57% dos entrevistados se dizem preocupados com o gerenciamento de custos da nuvem. Diante disso, é possível perceber que a gestão de custos ainda é muito falha dentro das empresas, levando à necessidade de uma consultoria específica para esse fim.

Assim, surgiu o FinOps, que é um modelo operacional para a nuvem, uma combinação de sistemas e práticas recomendadas, que facilita o entendimento dos custos dos serviços em cloud, aumentando assim o valor comercial da nuvem. Para isso, a prática reúne profissionais de tecnologia, negócios e finanças com um novo conjunto de processos. De modo geral, a jornada do FinOps possui três fases iterativas: informar, otimizar e operar.

Primeiros passos

Informar é a primeira etapa do FinOps, que é essencial para capacitar as organizações e equipes. Considerando que a natureza da nuvem é elástica em termos de uso e preços, é necessário que as equipes tenham uma visibilidade precisa para tomar decisões assertivas. Após essa fase, é preciso otimizar sua presença na nuvem. Assim, as equipes podem melhorar o ambiente dimensionando a plataforma e desativando recursos desnecessários.

“A migração para nuvem só terá sucesso caso a empresa consiga construir uma cultura de FinOps bem ampla. Logo, essa cultura deve envolver um centro de custos em nuvem, incluindo equipes comerciais, financeiros e operacionais que também definam a governança apropriada”, explica o arquiteto de soluções.

Nunes ainda ressalta que o FinOps é a forma mais eficiente para as equipes gerenciarem seus custos na nuvem, porém afirma que é uma prática cultural, exigindo que as equipes passem a trabalhar conjuntamente, e não apenas em silos. “Ao integrar os times de finanças, tecnologia e negócios, os processos do FinOps permitem que essas equipes operem em alta velocidade, melhorando a economia unitária da nuvem”, finaliza.

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Black Friday: 6 dicas para vender mais na loja física

Por Fernanda Lemes

O final de ano se aproxima e queremos bater as metas para fechar com chave de ouro, certo?! Então, quem não quer esperar dezembro para aquecer as vendas, pode aproveitar a Black Friday.

Há duas estratégias assertivas para planejar uma Black Friday: uma somente para o dia exato do evento, que é 29 de novembro, e outra estendida por uma semana. Defina qual delas você e sua equipe irão adotar e, em seguida, comece a fazer o planejamento com base nas seis dicas abaixo, que irão apoiar seu negócio a realizar mais vendas.

1 – Defina o propósito: reúna sua equipe de vendas e explique, de forma simples e objetiva, porque a campanha é tão importante para vocês. Para alguns é o momento de liquidar os itens que não possuem grade completa, os produtos que não foram comprados de forma assertiva ou, até mesmo, valorizar aquela compra, realizada especialmente para a Black Friday.

2 – Estabeleça metas e indicadores: para acompanhar os resultados, trabalhe com metas claras e atingíveis. Faturamento, taxa de conversão, ticket médio, peças por ticket e faturamento por canal de venda são indicadores que merecem ser analisados diariamente e compartilhados com todo o time de vendas. Acompanhar a evolução das vendas contribui para que as pessoas da sua equipe se mantenham engajadas.

3 – Treine a equipe: investir em treinamento é uma das estratégias mais inteligentes para o varejo atual. Afinal, todos estão conectados e conhecem com profundidade os benefícios dos produtos desejados. Faça dinâmicas com sua equipe, reuniões para reforçar as soluções que os produtos oferecem, gamificação para cursos on-line e práticas de atendimento na loja. Outro ponto importante é conhecer bem seus colaboradores para identificar os pontos fortes de cada um e colocá-los no lugar certo. Isso potencializa, ainda mais, os resultados.

4 – Organize a loja: podemos despertar, ainda mais, o interesse do cliente pelos produtos se a loja estiver organizada e com visual merchandising impecável. Para isso, entenda como seu cliente gosta de comprar: produtos separados por cor, modelo, numeração ou estilo. Mantenha-os limpos e bem organizados, isso faz toda diferença, até mesmo se tratando de ocasiões nas quais há alto fluxo de pessoas na loja. Quanto à comunicação visual, ou seja, etiquetas, cartazes ou informativos das marcas, é preciso que estejam bem posicionadas para facilitar a jornada do cliente. Aposte na personalização de etiquetas que evidenciam o desconto para a Black Friday!

5 – Seja ativo nas mídias sociais: com apenas um clique, uma experiência nova pode acontecer. Fique ligado nos canais utilizados para se comunicar com seu cliente. Seja ativo nos canais que você consegue prestar um atendimento surpreendente. De nada adianta estar em todas as mídias sociais e não atender com a excelência e a urgência que esses meios de comunicação demandam.

6 – Crie uma relação amigável com seu cliente: lojistas também são consumidores, e, justamente por isso, são extremamente exigentes. Por isso, imagine que, ao entrar em uma loja, atraído por uma promoção, você é surpreendido por um colaborador com “brilho nos olhos”, apaixonado pelo que faz, explicando de forma atenciosa e consultiva e proporcionando uma experiência de compra incrível, vai ser fácil querer voltar mais vezes, não é mesmo? O atendimento prestado por sua equipe faz toda diferença, principalmente nas campanhas de grande fluxo. Impacte cada um de seus clientes com um atendimento único.

E lembre-se: o sucesso da sua Black Friday depende unicamente do comprometimento da sua equipe. Excelentes negócios!

Fernanda Lemes, especialista em varejo e gestora da SetaDigital, empresa de Tecnologia da Informação especializada no setor calçadista adquirida recentemente pela Linx.

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Provedores de serviços financeiros investiram 110 bilhões de dólares no combate a lavagem de dinheiro, mostra estudo da Accenture

As empresas do setor financeiro conhecem bem a luta contra o crime financeiro. Estudo da Accenture indica que provedores de serviços financeiros investiram 110 bilhões de dólares em um ano em esforços de combate à lavagem de dinheiro (AML) e no atendimento aos requisitos de AML.

Para essas empresas, a construção de uma abordagem de conformidade para crimes financeiros que usa as tecnologias da nova era – incluindo inteligência artificial (IA) e automação cognitiva – é uma forma de melhorar o investimento no combate ao crime.

Uma instituição global usou recursos de Machine Learning (ML), Natural Language Processing (NLP) e outras formas de automação inteligente para reformular suas funções de KYC (Know Your Customer – traduzido como “conheça seu cliente”). Entre os ganhos, foi registrada uma queda de 80% no tempo de integração de clientes comerciais. Outro banco de atuação global notou uma queda de 20% no volume de alertas sem impacto no apetite de seus clientes por risco.2

Os dados comprovam que a automação inteligente pode fazer a diferença nos negócios e que uma abordagem de conformidade de crimes financeiros combinada ao uso da automação inteligente pode resultar em benefícios como investigações de maior qualidade, menos falso positivos, menores custos operacionais e maior eficiência geral.

A Accenture teve acesso a inúmeros casos de sucesso nas seguintes áreas:

• Integração e atualização KYC

• Identificação de sanções e monitoramento de transações

• Investigação de sanções e monitoramento de transações

Conheça seu cliente (KYC)

Começando pelo KYC, o estudo da Accenture comprova que as empresas do setor financeiro podem se beneficiar da conformidade de crimes financeiros combinados à automação inteligente. A tecnologia certa pode resultar no aumento de eficácia em todas as etapas do processo KYC, desde a integração do cliente até a fase de due dilligence.

O estudo traz mais informações sobre como a automação inteligente pode melhorar as funções KYC:

• Integração de clientes – A integração das ações de gestão de relacionamento com clientes e de gestão do ciclo de vida do cliente cria eficiências operacionais que aperfeiçoam a criação de casos KYC.

• Análise de classificação de risco do cliente – A PNL ajuda as equipes a identificar a entidade de triagem; enquanto a resolução de correferência confirma o referenciamento da entidade. A rotulagem de funções semânticas ajuda a identificar suspeitos.

• ML para detectar atividades suspeitas – A automação inteligente ajuda a identificar padrões emergentes de lavagem de dinheiro, oferecendo uma melhor visão do que é uma atividade suspeita ou não.

• Auto-fechamento e alerta de hibernação – Alguns alertas de risco baixo a médio podem ser fechados ou colocados em modo hibernação automaticamente. Se as atividades de um cliente acionarem um alerta, ele poderá ser categorizado como sendo de alto risco.

Investigação eficiente de alertas:

A investigação de alertas e monitoramento de transações tradicionais envolve uma revisão inicial para descontar alertas falso positivos. Se necessário, isso pode ser seguido por uma revisão detalhada do cliente, com o encaminhamento do caso para revisão adicional com a apresentação de um Relatório de Atividades Suspeitas ao regulador.

Nesse ponto, segundo o estudo, a automação pode ajudar com:

• Processamento de dados para criação de cases: Essa abordagem pode simplificar a captura de dados para a criação de cases. Os dados coletados podem ser categorizados e apresentados em formato visual (por exemplo, identificando transações discrepantes) e de forma automatizada para ajudar no processo de investigação.

• Análise de mídia: Técnicas de PNL, como reconhecimento de entidade nomeada, resolução de correferência, extração de relacionamento e rotulação de função semântica, podem identificar entidades e possíveis suspeitos. Esse tipo de abordagem, combinado a ferramentas e sistemas inteligentes, pode identificar padrões novos e alimentar modelos com essas informações, ajudando os investigadores a tomarem decisões melhores.

• ML para tomada de decisão: Embora as decisões finais envolvam julgamento humano, os algoritmos de ML podem revisar a atividade acionada para automatizar aspectos do processo de tomada de decisão, construindo modelos estatísticos que incorporam dados coletados e calculam a probabilidade de disposição das transações alertadas, seja para fechamento ou progressão.

• Natural Language Generation (NLG) para geração de narrativas: Para transações não relatadas (a maioria das transações), a NLG pode gerar uma narrativa de caso convertendo dados em breves resumos de caso. Esse é um dos aspectos mais desafiadores de todo o processo de investigação. É fundamental que as instituições financeiras se concentrem em segmentos de alerta que podem ser efetivamente processados por meio da NLG.

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