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Samsung abre inscrições para programa de estágio

A Samsung está com inscrições abertas até 28 de setembro para seu Programa de Estágio 2021. Existem vagas para estudantes de mais de dez áreas diferentes, com formação prevista entre dezembro de 2021 e julho de 2022. O processo seletivo conta com etapas realizadas de forma online e os jovens que forem aprovados começarão em janeiro de 2021.

Para estar apto a participar do processo o candidato precisa estar cursando a graduação nas áreas de Administração, Comunicação Social, Contabilidade, Direito, Economia, Engenharia (todas), Marketing, Publicidade e Propaganda, Relações Internacionais e cursos correlatos.

As vagas são destinadas ao escritório da empresa localizado em São Paulo nas áreas de Administração de Vendas, Finanças, Inteligência de Negócio, Inovação de Processos, Jurídico, Logística, Marketing, Produto, Serviços Pós-Venda e Supply Chain (cadeia de suprimentos).

Todo o processo de seleção ocorrerá ao longo do segundo semestre. Entre setembro e outubro, estão programadas etapas online, com testes de conhecimentos culturais, em inglês e lógica, uma entrevista gravada pelo candidato respondendo a algumas perguntas, dinâmica de grupo e entrevista individual com os gestores.

O estágio no escritório tem duração de 12 meses. O processo de desenvolvimento é baseado na metodologia 70:20:10: 70% do aprendizado acontece participando ativamente dos processos, 20% na interação com demais profissionais por meio de feedbacks, orientações e workshops e 10% pautado em treinamentos formais, online e presenciais.

“O programa de estágio tem sido uma experiência muito enriquecedora para a companhia. Buscamos desenvolver jovens profissionais capazes de atuar em ambiente dinâmico, inovador e multicultural. Acreditamos que quem constrói a reputação de uma marca são pessoas e, para isso, praticamos o exercício frequente da empatia, com base em um compromisso diário de entregar os melhores resultados nas mais diferentes frentes de atuação”, disse Fauze Diab, Diretor de Recursos Humanos da Samsung Brasil.

Todas as informações sobre o programa, incluindo depoimentos de ex-estagiários sobre o programa, dia-a-dia de trabalho e aprendizado na Samsung, estão disponíveis no link http://samsung.across.jobs/

Programa de Estágio Samsung 2021


Data de inscrição: até 28/09/2020
Cursos: Administração, Comunicação Social, Contabilidade, Direito, Economia, Engenharia (todas), Marketing, Publicidade e Propaganda, Relações Internacionais e cursos correlatos

Formação Superior: Bacharel com conclusão prevista para 12/2021 a 07/2022

Idioma: inglês avançado
Disponibilidade para Estágio: 6 horas/dia

Localidade das vagas: São Paulo (SP)

Início do programa: Janeiro de 2021

Áreas de atuação: Administração de Vendas, Finanças, Inteligência de Negócio, Inovação de Processos, Jurídico, Logística, Marketing, Produto, Serviços Pós-Venda e Supply Chain

Benefícios: Bolsa-auxílio, Assistência Médica, Assistência Odontológica, Seguro de Vida, Vale transporte ou estacionamento, Vale Refeição, Gympass (pagamento via cartão de crédito) e desconto em produtos da marca.

Link para inscrição:

 http://portal.across.jobs/Programa/WebCartazDivulgacao?pIdPrograma=Samsung-200

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Indicadores de demanda e condições de crédito ainda refletem dificuldades no mercado imobiliário

O Radar Abrainc-Fipe de julho mostra que as condições gerais do mercado imobiliário apresentaram pontuação média de 2,3 na escala entre 0 (menos favorável) a 10 (mais favorável), indicando um novo piso na série histórica desde janeiro de 2004.

O mês de julho foi marcado por uma ligeira melhora no ambiente macro, em específico o indicador de confiança, que teve aumento de 0,4. O ambiente setorial também deu sinais de melhora com os indicadores de lançamentos (+0,6) e de insumos (+0,1), o que compensou a queda no indicador de preço dos imóveis (-0,4). Em relação às dimensões de crédito imobiliário e de demanda, ambas mantiveram trajetória de queda em comparação ao mês anterior (-0,3).

No total, cinco dos doze indicadores do Radar encontram-se nos níveis mais baixos da série histórica, que são atividade, massa salarial, preço dos imóveis, emprego e condições de financiamento.

Em 2016, o panorama geral do mercado imobiliário permanece negativo, com queda de 0,7 pontos entre dezembro de 2015 e julho de 2016. Cenário que não difere do comparativo de 12 meses, uma vez que entre os meses de julho de 2015 e de 2016 observa-se uma queda em todas as dimensões avaliadas, com um recuo de 1,4 pontos na nota média geral.

Para Renato Ventura, vice-presidente executivo da Abrainc, o setor continua aguardando por melhorias na economia para retomar seu crescimento. “Vemos que alguns indicadores mostram leve avanço, como o de confiança, mas ainda há uma série de questões que impactam a economia brasileira e, consequentemente, o setor imobiliário”, afirma ele.

O executivo comenta ainda que o setor vem se ajustando há algum tempo. “Os lançamentos continuam seletivos, e esperamos que mais sinais positivos se somem ao aumento de confiança indicado”, destaca Ventura.

Vale lembrar: Na dimensão “Ambiente Macro”, por exemplo, há informações a respeito de variáveis e condições macroeconômicas da economia brasileira, que são Atividade, Confiança e Juros. Já no Crédito Imobiliário, a análise é coberta pelos indicadores Condições de Financiamento, Concessões Reais e Atratividade do Financiamento Imobiliário.

Em relação à Demanda, são interpretados dados de Emprego, Massa Salarial e Atratividade do Investimento Imobiliário. Por fim, a dimensão Ambiente Setorial mostra as análises de Insumos, Lançamentos e Preço dos Imóveis.

Metodologia do estudo

O Radar Abrainc-Fipe combina doze índices dos setores imobiliário e econômico em quatro dimensões: ambiente do setor, ambiente macroeconômico, demanda e crédito imobiliário, com dados desde janeiro de 2004.

Cada um dos indicadores possui uma metodologia própria de cálculo, desenvolvida para capturar a relação (interpretação) desejada entre a sua média e as condições enfrentadas pelo mercado ao longo do tempo. Dessa forma, são atribuídas médias de 0 a 10 para cada indicador, de modo que é possível apresentar todos os doze indicadores na mesma escala de pontuação.

Ao longo do tempo, as médias dos indicadores exibirão um comportamento correspondente à variação das condições do mercado imobiliário, assim o nível pode indicar se o cenário atual está: favorável e/ou estimula a atividade do setor; próximo à tendência histórica ou ao esperado para o momento; ou compromete e/ou desestimula o setor.

A divulgação do Radar Abrainc-Fipe é mensal e as fontes de coleta de dados são públicas. No glossário e na apresentação anexos do estudo, é possível acessar a metodologia completa para maior detalhamento sobre a elaboração de cada um dos indicadores. Acesse os materiais: www.abrainc.org.br ou www.fipe.org.br .

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Método inovador de vendas é tema de workshop em Curitiba

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Na próxima quarta-feira, 21 de setembro, a Assespro-Paraná e a Exact Sales realizam o workshop Acerte em Cheio na cidade de Curitiba, às 9 horas. Com apoio da PUCPR e da HotMilk, o evento contará com uma palestra de 90 minutos que vai explorar métodos e ferramentas capazes de alavancar as vendas em empresas que trabalham com processos comerciais complexos e negócios B2B (Business to Business). O workshop Acerte em Cheio vai tratar de temas como empreendedorismo, funil de vendas, inbound e outbound marketing, pré e pós-vendas e abordagens para vendas técnicas. O evento será realizado no Auditório Agência PUCPR.

O método de vendas Exact Sales reduz o tempo e as despesas de negociação comercial, com foco em alavancar significativamente as vendas. Ele permite reduzir o Custo de Aquisição de Clientes (CAC), eliminar gastos desnecessários e melhorar a detecção e o tratamento de dores e objeções do mercado. A empresa conta com clientes em todo o País e é vencedora do Prêmio Top de Marketing e Vendas 2015, promovido pela Associação dos Dirigentes de Vendas e Marketing de Santa Catarina (ADVB/SC) na categoria Top Empresa Jovem.

O método Exact Sales foi um dos principais responsáveis pelo crescimento de 658% (entre 2013 e 2015 segundo a Deloitte 2016) da empresa Nanovetores, de Florianópolis (SC). Por dois anos a Exact Sales é o método de líderes de crescimento do Brasil – os clientes Nanovetores e Segware estão entre as primeiras 20 startups que mais crescem no Brasil em 2016.

O palestrante é Eduardo Rodrigues, evangelizador e consultor de negócios da Exact Sales. Administrador com perfil empreendedor, Rodrigues tem experiência com vendas em multinacionais como a Nestlé, além de ser especialista em startups e processos enxutos. É mentor da ACE, antiga Aceleratech (maior incubadora de empresas da América Latina). Rodrigues também faz parte da equipe de vendas que conquistou o prêmio Top de Marketing e Vendas da ADVB 2015, com o case “Exact: de R$ 0 a R$ 3 milhões em 9 meses”.

Workshop Acerte em Cheio

QUANDO: 21 de setembro, às 9 horas
ONDE: Auditório Agência PUC – Rua Iapó , 1245, Estacionamento B PUC, Prado Velho, Curitiba, PR
INSCRIÇÕES: Até 21 de setembro no endereço https://www.sympla.com.br/acerte-em-cheio—curitibapr__88878. As vagas são limitadas.
Associado Assespro-Paraná: R$15.

Não associado: R$30.

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Instituição de saúde do Reino Unido desenvolve app com MicroStrategy Mobile para gerenciar desempenho organizacional

A instituição de saúde do Reino Unido, Liverpool Community Health (LCH) NHS Trust, que presta serviços para cerca de 750 mil pessoas nas comunidades de Liverpool, Sefton e Knowsley, desenvolveu uma aplicação móvel para agilizar a entrega de relatórios gerencias para os membros do seu conselho diretivo. O app OPERA (Organizational Performance Electronic Reporting Application) foi desenvolvido com base no MicroStrategy Mobile e disponibiliza informações importantes para tomada de decisão, em tempo real, diretamente nos dispositivos móveis, substituindo um processo antes realizado manualmente e que demorava semanas para ser concluído.

A organização integra, desde 2010, o NHS Trust da Inglaterra, modelo de prestação de cuidados à saúde arquitetado pelo Serviço Nacional de Saúde (em inglês: National Health Service – NHS). O LCH dispõe de uma equipe de mais de três mil profissionais, sendo 80% deles com formação na área da saúde, incluindo enfermeiras, líderes das comunidades, visitantes da saúde, médicos, dentistas, nutricionistas, pediatras, fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais e fonoaudiólogos. Os serviços do LCH permitem que as pessoas sejam atendidas dentro de sua própria comunidade, de maneira independente, sem terem que ir ao hospital. Muitos desses serviços são oferecidos em qualquer horário, 24 horas por dia e sete dias por semana.

Antes do desenvolvimento do app móvel, os relatórios e análises eram desenvolvidos manualmente, compilados em planilhas Excel, impressos e entregues fisicamente aos membros do conselho diretivo durante suas reuniões. Esse processo levava algumas semanas e por conta desta morosidade, os dados eram apresentados com uma defasagem de praticamente um mês. Com o OPERA, as reuniões tornaram-se muito mais produtivas e assertivas. Os conselheiros podem acessar os dados a qualquer momento e realizar suas próprias análises e pesquisas, de maneira independente, quando julgarem oportuno.

A nova aplicação não só colaborou para a redução significativa dos custos com impressões, como também aumentou a produtividade da equipe, liberando para outras atividades os analistas, que antes passavam grande parte do tempo na concepção de relatórios. O OPERA aprimorou o processo de obtenção de feedbacks, aumentando o engajamento dos pacientes, que passaram a responder às pesquisas de satisfação eletronicamente em um dispositivo móvel, com total confidencialidade. Essa nova abordagem permite à instituição com base nesses retornos realizar análises instantâneas, diagnosticar os pontos falhos e, posteriormente, concentrar-se na correção de quaisquer questões salientadas.

Os benefícios proporcionados pelo app, fizeram com que a mobilidade passasse a ser enxergada com bons olhos pela LCH. Novas iniciativas, visando estender a utilização do BI para a corporação como um todo, estão sendo desenvolvidas e a organização acredita que cada vez mais os dispositivos móveis devem ser parte das ferramentas básicas de trabalho de staff, proporcionando melhorias significativas na prestação dos cuidados de saúde. Já do ponto de vista da governança da informação, os médicos poderão coletar dados mais seguros a respeito dos pacientes e, futuramente, não será mais necessário lidar com registros em papel.

“Escolhemos o MicroStrategy Mobile, pois queríamos eliminar quaisquer riscos inerentes a esse app. Necessitávamos de uma solução móvel que tivesse sua qualidade comprovada pelo mercado e que ao mesmo tempo fosse fácil de ser implementada e intuitiva na forma de usar. Temos trabalhado com diversas ferramentas de BI e a MicroStrategy é de longe a mas avançada plataforma móvel disponível”, Ammy Singh, Head of Solutions da NCS-IT.

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Bancos batalham para manter seus clientes diante da disrupção causada pelas FinTechs, revela estudo da Capgemini

As FinTechs, startups de serviços financeiros, estão avançando rapidamente na conquista de clientes, enquanto os bancos, em sua maioria, admitem não estarem preparados para lidar com essa ameaça. É o que revela o Relatório Mundial sobre Bancos do Varejo (World Retail Banking Report – WRBR), levantamento feito pela Capgemini, um dos líderes globais de serviços de consultoria, tecnologia e terceirização, e pela Efma. A pesquisa revelou que quase dois terços dos clientes (63%) estão usando produtos ou serviços dessas empresas, estando mais propensos a indicar as FinTechs (55%) do que seus bancos (38%) para amigos e familiares. No Brasil, 74% dos consumidores estão usando produtos financeiros ou serviços provenientes de FinTechs – sendo que 69% dos entrevistados indicaram suas FinTechs aos seus amigos, enquanto 48% fariam indicação do seu banco aos conhecidos. No entanto, apesar de 96% dos executivos concordarem que o setor caminha na direção de um ecossistema bancário digital, no qual as FinTechs desempenhariam um papel muito mais importante, apenas 13% afirmam possuir os sistemas necessários para viabilizá-lo.

Com uma penetração maior nos mercados emergentes e entre clientes mais jovens, as FinTechs estão ganhando popularidade graças à percepção de que são mais fáceis de usar (82%), oferecem serviços mais rápidos (81%) e garantem uma boa experiência para o usuário (80%). Já os bancos subestimam o valor desses serviços, uma vez que apenas 36% concordam que as FinTechs oferecem um serviço mais rápido (uma diferença de 45 pontos percentuais) e apenas 40% concordam que elas oferecem uma boa experiência (uma diferença de 40 pontos percentuais).

Melhor experiência dos clientes bancários não detém FinTechs

O Índice de Experiência do Cliente (CEI)[1] da Capgemini indica que os bancos aprimoraram a experiência de seus clientes em 2.9 pontos, sendo essa melhoria identificada em mais de 85% dos países pesquisados. Porém, esse avanço geral não se traduziu em resultados tangíveis em termos de comportamento do cliente como gerador de lucro, não afetando a retenção, indicação e vendas cruzadas. Apenas 16% dos clientes, por exemplo, disseram que comprariam mais um produto de seu banco.

O aumento do índice no Brasil foi maior do que a média global, chegando a 4.2 pontos (para 75.3). Com isso, o país subiu duas posições no ranking mundial, para 18º lugar. Além disso, se comparado com a América Latina, o Brasil testemunhou maiores diferenças tanto em termos de experiência positiva (+10,4%) como negativa (-3,7%). Na América Latina estes índices foram, respectivamente, -8,4% e -0,3%.

Os bancos consideram a confiança sua maior vantagem (70%), mas, apesar de registrarem um maior índice de confiança do cliente, eles estão sendo rapidamente alcançados pelas FinTechs, considerando que o número de clientes que confiam total ou parcialmente nelas chega a 88% em todas as regiões. No Brasil, 61% confiam em seu banco, enquanto 47% disseram preferir as FinTechs. No entanto, a grande velocidade das mudanças ? uma preocupação reconhecida por 90% dos executivos do setor bancário ?, menos de um quarto deles sente que possui algum tipo de vantagem em relação às FinTechs em termos de agilidade e capacidade de inovar para lidar com esses desafios.

“A baixa agilidade dos bancos na promoção da inovação deixa as portas abertas para que as FinTechs atraiam novos clientes”, diz o líder global do setor bancário e de serviços financeiros da Capgemini, Anirban Bose. “Há uma oportunidade para que os bancos comecem a trabalhar de forma colaborativa com as FinTechs, mas, para isso, devem formular um plano de resposta rápido, antes que a evolução acelerada do ambiente bancário os atropele no caminho para a mudança”.

Brasileiros preferem acessar sua conta por meio de dispositivos móveis

No Brasil, o contato com os bancos por meio da internet (-6%), agência física (-9%) e mídias sociais (-11%) apresentou queda, enquanto pelos dispositivos móveis (+16%) aumentou. 59% disseram utilizar a internet para resolver suas questões bancárias semanalmente, 49% preferem acessar suas contas por dispositivos móveis, 24% vão pessoalmente até sua agência e 13% usam as redes sociais.

A experiência positiva dos brasileiros demonstrou ter um forte impacto na confiança que os correntistas depositam em seu banco: 73% revelou ter uma experiência positiva, 62% neutra e 50% negativa. Quanto à fidelidade com relação à sua instituição bancária, 46% está suscetível a ficar com a sua atual agência, enquanto 12% pretende trocar (39% e 19%, respectivamente, em 2015).
O percentual de consumidores utilizando produtos ou serviços de FinTechs no Brasil é maior do que a média global (63%), chegando a 74%. Alguns consumidores utilizam até três ou mais empresas deste setor (26%), sendo que 44% revelaram ter relacionamento com somente uma FinTech.

Novas estratégias para uma nova era no setor bancário

Para lidar com a ameaça que essas empresas representam para os modelos mais tradicionais, aproximadamente dois terços dos executivos do setor bancário acreditam que precisam encarar as FinTechs como parceiras e que as estratégias de desenvolvimento dos bancos devam ser voltadas à colaboração (46%) e ao investimento (44%). Menos de um quinto (18%) diz que planeja adquirir empresas de tecnologia financeira ou suas soluções.

“A disposição para formar parcerias com empresas de tecnologia financeira prova que os bancos não estão preparados para atuar em um futuro que consiste de uma série de interconexões digitais seguras”, comenta o secretário geral da Efma, Vincent Bastid. “Trabalhando em conjunto com essas empresas, os bancos podem obter a orientação necessária para desenvolvimento de produtos, além de ter uma voz mais ativa na definição de um papel central para sua atuação no ambiente bancário atual”.

Os bancos e as FinTechs possuem forças que se complementam e que podem ser usadas para criação de uma experiência financeira centralizada e mais sólida para os clientes. As FinTechs saem na frente em termos de agilidade, inovação e exploração de novas tecnologias; em contrapartida, os bancos oferecem capital, uma base de clientes mais sólida e experiência para lidar com os órgãos reguladores. De acordo com o relatório, os bancos precisam “pensar grande” para atender às crescentes demandas dos clientes na era digital. A renovação dos sistemas centrais e o desenvolvimento de softwares baseados em APIs[2] serão prioridades. Os bancos só realizarão todo o seu potencial de crescimento quando aceitarem o papel cada vez mais importante das FinTechs e começarem a trabalhar em colaboração com elas para acompanhar a evolução contínua da rede financeira digital.

O Relatório Mundial sobre Bancos de Varejo de 2016 apresenta dados de mais de 16 mil clientes de 32 países (incluindo o Brasil), fazendo dele uma das maiores pesquisas sobre a experiência do cliente no setor bancário. O relatório também inclui dados qualitativos coletados por meio de entrevistas com executivos do setor bancário.

Para mais informações, acesse: www.worldretailbankingreport.com e www.efma.com/WRBR2016

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