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Infosys to Hire 10,000 American Workers Over the Next Two Years and Establish Four Technology and Innovation Hubs in the United States

Infosys (NYSE: INFY), a global leader in consulting, technology and next-generation services, today announced that it plans to hire 10,000 American workers over the next two years. As part of this initiative, Infosys will open four new Technology and Innovation Hubs across the country focusing on cutting-edge technology areas, including artificial intelligence, machine learning, user experience, emerging digital technologies, cloud, and big data.

These four hubs will not only have technology and innovation focus areas, but will closely serve clients in key industries such as financial services, manufacturing, healthcare, retail, energy and more. The first hub, which will open in Indiana in August 2017, is expected to create 2,000 jobs by 2021 for American workers and will help boost Indiana’s economy.

“Infosys is committed to hiring 10,000 American technology workers over the next two years to help invent and deliver the digital futures for our clients in the United States,” said Dr. Vishal Sikka, Chief Executive Officer, Infosys. “Learning and education, along with cultivating top local and global talent, have always been the core of what Infosys brings to clients; it is what makes us a leader in times of great change. In helping our clients improve their businesses and pursue new kinds of opportunities, we are really excited to bring innovation and education in a fundamental and massive way to American workers. New advances in technology – artificial intelligence, in particular – are radically transforming our world, and it is within our reach to learn these new technologies and to be the innovators and entrepreneurs who bring solutions based on these technologies to our clients in all industr ies.”

“It’s so good to welcome Infosys to Indiana, and to expand our growing tech ecosystem with the addition of their estimated 2,000 Hoosier jobs,” said Indiana Governor Eric J. Holcomb . “Indiana continues to put the tools in place, such as the Next Level Trust Fund and incentivizing direct flights, that allows us to attract and retain great companies like Infosys. In addition, our higher education institutions are producing a world class workforce, establishing Indiana as the innovation hub of the Midwest. I look forward to working with Infosys to elevate Indiana to the next level.”

In filling these jobs, Infosys will hire experienced technology professionals and recent graduates from major universities, and local and community colleges, to create the talent pools for the future. To ensure that American workers are fully equipped to innovate and support clients in the rapid digitization of all industries and consistent with Infosys’ over 35 year-long commitment to the U.S., the company will institute training programs in key competencies such as user experience, cloud, artificial intelligence, big data and digital offerings, as well as core technology and computer science skills.

This development comes as part of Infosys’ continued legacy of a three-decade long investment across the U.S. In just the last 3 years, Infosys has renewed this focus by setting up an innovation hub in Silicon Valley. A unique, open environment that encourages new ways of working, collaborating, thinking and delivering breakthrough next-generation projects to clients.

Infosys pursues its mission of inspiring children, young adults and educators to become creators of technology through its charitable foundation, Infosys Foundation USA. Since 2015, more than 134,000 students, over 2,500 teachers and almost 2,500 schools across America have benefited from high quality computer science training and classroom equipment funded by Infosys Foundation USA. The Foundation also partners with organizations such as Code.org, CSTA and others to advance the skills development of millions of students.

“Since joining Infosys nearly three years ago, it has been my personal endeavor to help us get much closer to our clients, to co-innovate with them, on their most important business problems,” added Dr. Sikka. “Having lived in the U.S. for nearly 30 years, and being a part of the incredible innovation here, I truly believe Infosys can help clients bring innovation more directly into their businesses, as they create and drive their digital transformations. We can achieve this by enhancing our ability to attract and recruit local top talent across the United States, by harnessing the global scale of Infosys, through software and platforms, and by educating and training people in the necessary skills.”

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Decisão da eleição nos EUA alcança marca de 75 milhões de Tweets no mundo

A votação e a apuração das urnas nos Estados Unidos movimentaram o Twitter em todo o mundo nos últimos dois dias. Entre a 0h de ontem (8) e as 3h de hoje (9) pelo horário de Nova York (ou 6h da manhã no horário de Brasília), foram contabilizados 75 milhões de Tweets sobre o assunto.

Na manhã de hoje, Donald Trump (@realDonaldTrump) atualizou seu perfil no Twitter, identificando-se como presidente eleito dos Estados Unidos, e publicou seu primeiro Tweet com este novo status. Além disso, Hillary Clinton (@HillaryClinton) Tweetou ontem à noite um agradecimento aos seus apoiadores, que se tornou o segundo Tweet da candidata com o maior número de Retweets.

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Tecnologia móvel vai agregar US$ 1 trilhão à economia norte-americana até 2020, revela estudo da GSMA

O setor de telefonia móvel da América do Norte vai valer quase US$ 1 trilhão por ano para a economia da região até 2020, de acordo com um novo estudo da GSMA. O novo relatório, “The Mobile Economy: North America 2016” (A Economia Móvel: América do Norte 2016), prevê que o papel pioneiro da região da América do Norte em áreas como o 5G, Internet das Coisas (IoT), cidades inteligentes e carros conectados verá o setor responder por 4,5% (US$ 1 trilhão) do PIB regional projetado até o final da década, acima dos 3,6% (US$ 710 bilhões) do ano passado. O relatório foi publicado pelo evento “GSMA Mobility Live! – América do Norte” que acontece em Atlanta, de 1 a 2 de novembro, em colaboração com o Metro Atlanta Chamber.

“Graças aos bilhões de dólares em investimentos feitos por operadoras móveis em suas redes em anos recentes, a América do Norte é líder no uso e adoção de dispositivos móveis, caracterizados por enormes níveis de consumo de dados móveis”, disse Michael O’Hara, diretor de Marketing na GSMA. “A decisão recente dos EUA de identificar a abrir o espectro de serviços 5G – ao lado de sua liderança no mercado de IoT – confirmou que a região é um dos mercados móveis mais avançados do mundo e que está liderando a próxima onda de inovação móvel.”

Grande adoção do uso de smartphones e do 4G motivando a explosão do fluxo de dados móveis

A América do Norte é um dos mercados móveis mais amadurecidos do mundo e isso se reflete em suas altas taxas de penetração de assinantes e forte aceitação de banda larga móvel e smartphones. Havia 284 milhões de assinantes exclusivos de telefonia móvel1 na região no final de 2015 (equivalente a 79% da população), um número que deverá aumentar para 315 milhões (85% da população) até 2020.

Os smartphones representam 75% das conexões móveis da região2, a maior taxa de adoção de smartphones a nível mundial, enquanto mais de metade das conexões estão sendo realizadas em redes 4G. Esta situação está promovendo o enorme crescimento do uso de dados, principalmente devido aos serviços de vídeo. Calcula-se que o streaming de vídeo em redes 4G representará mais de três quartos do consumo de dados até 2020. A Cisco estima que até o final da década, o consumo de dados por assinante na América do Norte chegará a quase 9 GB por mês, superior aos cerca de 2 GB por assinante por mês em 2015.

Um crescente contribuinte para a economia da América do Norte

A indústria móvel norte-americana apresentou uma contribuição total de US$ 710 bilhões para a economia da América do Norte em termos de valor agregado no ano passado, equivalente a 3,6% do PIB anual da região3. Em 2020, espera-se que esse número aumente para quase US$ 1 trilhão (4,5% do PIB), uma vez que a região experimenta um forte crescimento da produtividade devido à rápida adoção de novas tecnologias móveis, como as comunicações máquina a máquina (M2M) e o aumento da digitalização do setor e dos serviços.

O setor também apoiou direta e indiretamente mais de 2,3 milhões de empregos na região em 2015 e fez uma contribuição fiscal para os governos da região de US$ 82 bilhões. Isto está além dos US$ 46 bilhões obtidos através de leilões de espectro nos EUA e Canadá durante o ano.

Operadoras que promovem a Internet das Coisas

O relatório destaca várias áreas onde a região da América do Norte está motivando a inovação móvel, particularmente na Internet das Coisas. Ele observa que havia mais de 60 milhões de conexões M2M de celulares na região no final de 2015, respondendo por quase 15% do total de conexões móveis e com previsão de 30% até 2020. Os dispositivos de IoT também estão sendo conectados por diversas tecnologias que não são de celulares; novas redes de baixa potência de área ampla (LPWA), por exemplo, estão sendo implantadas na América do Norte, utilizando tanto o espectro licenciado quanto o não licenciado. As operadoras na região, incluindo a AT&T e Verizon Wireless estão adotando o padrão LTE-M para utilizar a infraestrutura do 4G para os serviços de LPWA.

As operadoras, os órgãos governamentais e vários outros participantes do setor também estão colaborando para a implantação de novos serviços para ajudar a realizar o potencial das cidades inteligentes na América do Norte, enquanto as operadoras promovem o desenvolvimento de redes e aplicativos móveis 5G. A tecnologia e indústrias automotivas da América do Norte também estão liderando o desenvolvimento dos setores de carros conectados e de carros autônomos e autodirigidos.

“Enquanto o crescimento de assinantes e smartphones está amadurecendo, as operadoras de telefonia móvel da América do Norte estão procurando conectar agora uma crescente variedade de outros dispositivos, desde carros até aviões não tripulados, e promover a aplicação da Internet das Coisas”, acrescentou O’Hara. “A região é o lar de muitas das empresas mais inovadoras no ecossistema móvel mais abrangente, e fluxos de capital de risco para o setor móvel continuam a apresentar um crescimento saudável. O setor também se beneficiou de um ambiente regulatório, em geral favorável, como evidenciado pelos esforços de normalização e ao se facilitar a primeira onda de implementações 5G.”

O novo relatório “The Mobile Economy: North America 2016” é de autoria da GSMA Intelligence, a divisão de pesquisa da GSMA. Para acessar o relatório integral e infográficos relacionados, visite: http://www.gsma.com/mobileeconomy/northamerica/

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Embaixadora dos EUA no Brasil e executivos de empresas americanas se reúnem para discutir planejamento 2017

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Na última quarta-feira (26), na sede do Citibank no Brasil, a Embaixadora dos Estados Unidos no Brasil, Liliana Ayalde, se reuniu com executivos que compõem o Conselho Diretivo do Grupo +Unidos, uma parceria entre as empresas americanas estabelecidas no Brasil e a Agência de Desenvolvimento Internacional Americana (USAID) – para planejar a expansão dos esforços do Grupo +Unidos para 2017. O grupo, desde 2006, já fomentou 30 projetos na área da educação e meio ambiente.

Os objetivos do encontro incluíram a validação das recomendações de investimento social do Comitê Gestor do grupo para o próximo ano e a apresentação do novo gerente executivo do grupo para o conselho diretivo. Além disso, a Embaixadora americana, Liliana Ayalde, foi homenageada com uma placa de reconhecimento ao seu apoio ao desenvolvimento das atividades do grupo nos últimos anos.

“Nossa meta para 2017 é viabilizar mais seis (06) laboratórios de idiomas nas universidades federais do Amazonas, Ceará, Mato Grosso, Pará, Rio Grande do Sul e Santa Catarina para alcançarmos a meta de capacitar 1 milhão de estudantes nos próximos 10 anos” afirma Gilberto Peralta, presidente Conselho Diretivo do Grupo +Unidos e CEO da GE no Brasil. “Esses laboratórios fortalecerão ainda mais nossa corrente a favor da internacionalização das Universidades Federais brasileiras. Nossos jovens precisam desse apoio e nós, como empresas americanas, temos o dever de participar ativamente dessa transformação”, completa o executivo.

A Embaixadora destacou a importância de iniciativas como essa. “Nos orgulhamos muito de poder contribuir com projetos inspiradores que geram resultados tão impactantes. Incentivar o senso de responsabilidade social nas empresas é um compromisso que temos conseguido levar adiante, principalmente por meio do +Unidos”, afirma.

Por meio da parceria do +Unidos com o Ministério da Educação), a partir do Programa Idiomas sem Fronteiras – IsF, o Grupo investe cerca de R$ 100 mil por laboratório, na aquisição de equipamentos, computadores, softwares e servidores para o ensino do inglês, preferencialmente, aos alunos da Universidade beneficiada. Nos últimos 2 anos o projeto já beneficiou mais de 16 mil estudantes com os laboratórios entregues na UFSCAR, UFPel, UFPE, UFRJ e UnB. A expectativa é de que o Programa alcance mais de 1 milhão de estudantes beneficiados nos próximos 10 anos.

Estiveram presentes os CEOs de empresas americanas estabelecidas no país como Helio Magalhães – Citibank, Luis Pasquotto – Cummins, Francisco Carvalho – Burson-Marsteller, Mauricio Ruiz – Intel e Rafael Steinhauser – Qualcomm, Gilberto Peralta – GE.

Para saber mais sobre o Programa Inglês Sem Fronteiras, clique: http://isf.mec.gov.br.

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ACSI 2015 Year in Review: Slumping Customer Satisfaction Across Much of the U.S. Economy

ACSI 2015 Year In Review Infographic

According to the American Customer Satisfaction Index (ACSI), 2015 was a year characterized by lower customer satisfaction across the board, with few exceptions. Of the 43 industries tracked by ACSI, only 5 improved, while 30 declined and the rest had no change.

The ACSI expanded its scope by more than 40 percent in 2015, adding approximately 100 new company measures. In total, the Index now includes more than 330 company measures, with some firms represented in several industries where they have substantial market share. Among the companies for which there are year-over-year data, 59 percent experienced a drop in customer satisfaction, while 26 percent showed improvement.

“By and large, the overall customer experience for goods and services purchased and consumed in the United States is getting worse,” said Claes Fornell, Chairman and founder of the ACSI. “There are exceptions, but the overall trend of deteriorating customer satisfaction encompasses nearly every industry and is holding consumer spending in check, forcing retailers into steeper or more extended discounts.”

Bright Spots and Biggest Company Gainers

Three of the five industries that improved were Internet-based, demonstrating that consumers are embracing the online channel for its convenience, efficiency and price. As reported in February, Internet retail increased 5.1 percent to 82 on the ACSI’s 100-point scale, taking a share of the title for highest customer satisfaction among all industries. Improvement for the group of smaller online retailers, which includes the online part of brick-and-mortar stores, pushed the industry’s ACSI score higher – a sign that the online channel is more of a complement than a threat to traditional retail.

Both social media and online travel services also boosted user satisfaction in 2015. Social media overall gained 4.2 percent to 74, with all websites improving according to their users. The online travel service industry was up 1.3 percent to an ACSI score of 78, led by a gain for the combination of smaller travel websites, which includes the online presence of hotels and airlines.

Two other industries posted customer satisfaction gains in 2015. Airlines rose 2.9 percent to 71, just a point shy of the industry’s peak customer satisfaction level. Although airlines remain one of the poorest-performing categories in the ACSI, they are not quite as bad as in earlier years and providing a better experience for passengers and consumers are shifting behaviors to avoid fees. A few airlines at the top of the industry also exceeded the national average. JetBlue (81) and Southwest (78) led the industry and ACSI newcomer Alaska Airlines (75) scored better than the legacy carriers.

Household appliances, which edged up 1.3 percent to 81, have consistently been one of the higher-scoring industries with products that are reliable and generally of high quality, according to customers.

Facebook was the leader among all companies with gains in customer satisfaction, improving by 12 percent to a score of 75. That is a big change from 2012 when Facebook scored 61, which put it dead last in the social media category and near the bottom of the ACSI overall. Facebook is also a good example of the relationship between customer and investor satisfaction: Its stock has nearly doubled in the same time frame. Other big gainers included FirstEnergy (+8% to 79) and automaker Honda’s luxury nameplate Acura (+8% to 83), which rebounded after a poor showing in 2014.

Dim Spots and Largest Customer Satisfaction Failures

Four of the five companies that suffered the largest drops in customer satisfaction were in the communications sector. Comcast’s subscription TV service plunged 10 percent to 54 and tied with Spirit Airlines for the second-lowest score in the Index. AT&T’s fixed-line phone service also fell – in this case 10 percent to 65 – as did VF Corporation (-10% to 76). Internet service provider Cox Communications and Time Warner Cable’s subscription TV service tumbled 9 percent each to 58 and 51, respectively.

Internet investment services declined the most (-7.3% to 76), followed by personal care and cleaning products (-6.1% to 77), fixed-line telephone service (-5.5% to 69), and Internet search engines and information websites (-5.0% to 76).

Top and Bottom

Even though the trend points to deteriorating customer satisfaction, 72 companies had an ACSI score of 80 or better in 2015 – which is a very high level. Most of these companies were manufacturers, which typically do better in customer satisfaction than service companies. Nevertheless, topping the customer satisfaction rankings were companies that combined the selling of products with excellent service: Amazon, Nordstrom and Chick-fil-A (all at 86).

The lowest-performing companies in customer satisfaction were in the telecom and airline categories. Among the 12 lowest company scores in the Index, all in the 50s, the vast majority reflected customer dissatisfaction with either Internet service or Pay TV. Subscription TV providers Mediacom Communications and Time Warner Cable shared last place at 51. Comcast’s Internet and pay TV services received low scores of 56 and 54, respectively. Ultra-low-cost carriers Spirit Airlines and Frontier Airlines underwhelmed their passengers, debuting in the ACSI at 54 and 58, respectively.

The data presented here represent survey results reported by the ACSI in 2015 and collected from the fourth quarter of 2014 through the third quarter of 2015.

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