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Uber para Empresas tem nova liderança na América Latina

A Uber contratou Tavane Gurdos como Diretora da área de Uber para Empresas na América Latina. Tavane passa a integrar a Uber, depois de quase 15 anos de experiência comercial, de marketing e de estratégia de negócios na Microsoft e, mais recentemente, na OLX Brasil, onde liderou a área de classificados online para clientes profissionais. A executiva traz uma ampla experiência liderando times no Brasil e na América Latina.

Ela ingressa na Uber no momento em que a companhia expande seus produtos e serviços para o mundo corporativo, e as empresas estão planejando a retomada da rotina, reabrindo seus escritórios com cautela e buscando soluções diferenciadas para engajamento com funcionários e clientes.

Nesse cenário, vem aumentando significativamente o número de empresas que procuram a Uber em busca de soluções para que seus funcionários se locomovam com segurança e tenham acesso a mais opções de alimentação, por meio do serviço de entrega. Além disso, a utilização de vouchers de Eats tem crescido para fomentar ações não apenas com funcionários, mas também com clientes.

Uber para empresas – Com o serviço Uber para Empresas, as organizações passam a poder criar programas de deslocamento focados em ajudar os funcionários a entrar e sair do escritório com segurança. Isso inclui ter na programação a indicação de zonas de embarque e desembarque, além de oferecer acesso ao transporte, em horários tradicionais e em escalas adaptadas aos novos padrões de turno.

Uber Eats para empresas – Disponível na América Latina desde abril, o novo serviço Uber Eats para empresas está ajudando as empresas a oferecer mais opções de alimentação aos funcionários que retornaram ao escritório, mas não têm acesso a cozinhas compartilhadas, devido às medidas de distanciamento social. Ao mesmo tempo, a flexibilidade do serviço permite que os times que estão em home office tenham acesso a uma alimentação de qualidade ao toque de um botão. O serviço de Eats para empresas foi muito bem recebido pelos clientes e cresceu 190% no último trimestre globalmente.

Compromisso com a segurança – a Uber tomou medidas de segurança para que os todos tenham tranquilidade para usá-lo, seja dirigindo ou fazendo entregas, se locomovendo ou fazendo pedidos. Tanto motoristas como e entregadores e usuários devem usar máscaras e responder a um checklist de higiene e segurança de saúde, antes de iniciar uma viagem. Por exemplo: motoristas precisam comprovar que estão usando máscara, tirando uma selfie antes de se conectarem ao app; todos os usuários precisam confirmar que estão usando máscaras, lavaram as mãos e que, em viagens, estão mantendo as janelas do carro abertas e vão utilizar apenas o banco de trás; entregadores também precisam usar máscara e podem fazer entregas sem contato, deixando os pedidos na porta. Além disso, a Uber aprimorou o processo de feedback via app, para que os usuários possam relatar de forma imediata situações em viagens e/ou entregas que signifiquem risco para a saúde.

Além disso, o motorista ou entregador parceiro diagnosticado com COVID-19 ou que fizer parte do grupo de risco poderá receber uma assistência financeira caso precisem parar de trabalhar por recomendação médica em caso de suspeita ou diagnóstico de COVID-19. Motoristas e entregadores parceiros podem também solicitar reembolso para itens como álcool em gel e máscaras. Os parceiros também passaram a ter a opção de utilizar o serviço de orientação médica online, por meio do pacote Vale Saúde Sempre, que já inclui descontos em consultas, exames e compra de medicamentos.

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Uber amplia testes que permitem aos motoristas escolherem não aceitar viagens em dinheiro

A Uber anunciou hoje (segunda, 28) que vai expandir os testes com a ferramenta que dá aos motoristas parceiros a opção de aceitar ou não viagens com pagamento em dinheiro. Se decidir ativá-la, o motorista parceiro passa a não receber mais chamados para esse tipo de viagem, recebendo somente viagens que tenham outros meios de pagamento (como cartão de crédito e débito).

A análise desse recurso, que já vem sendo testado pela empresa em sete cidades brasileiras – Campo Grande, Cuiabá, João Pessoa, São José dos Campos (SP), São Luís, Sorocaba (SP) e Ribeirão Preto (SP) – será agora expandida para mais três cidades do interior de São Paulo: Mogi Guaçu, Bragança Paulista e Marília. Os novos testes começam nas próximas semanas.

“A Uber investe permanentemente em novas tecnologias para melhorar a experiência de usuários e motoristas parceiros com o aplicativo”, diz a diretora-geral da Uber no Brasil, Claudia Woods. “Os motoristas parceiros vêm expressando sua preferência por poder escolher a forma de receber seu pagamento. A ampliação dos testes atuais é uma etapa fundamental nesse processo, para avaliarmos uma possível implementação”.

A partir da avaliação resultante dos testes, novos aprimoramentos ainda poderão ser feitos, buscando equilibrar a experiência de motoristas parceiros e usuários.

Outros recursos – Com o objetivo de dar ao motorista mais transparência nas informações de cada viagem, este ano a empresa já havia implementado nas capitais e em algumas outras cidades o recurso que mostra aos motoristas parceiros o destino do usuário antes mesmo da aceitação da viagem. A mesma tela mostra ainda se o usuário tem poucas viagens pelo aplicativo.

Em julho, a Uber anunciou parceria com a Serasa Experian para validação das informações dos usuários do aplicativo que optam por fazer pagamentos somente em dinheiro. A ferramenta que faz a checagem, denominada u-Check, foi a primeira a ser desenvolvida pelo recém-constituído time de engenheiros do Tech Center instalado pela empresa em São Paulo, em parceria com o time de engenheiros da Uber em São Francisco (EUA). O projeto permite que a Uber, a partir dos dados fornecidos pelo usuário no cadastro, como o CPF, obtenha informações adicionais via API.

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Uber lança segunda edição de hackathon de mobilidade

Uma ideia inovadora, surgida em um fim de semana intenso de programação, pode render uma solução para a mobilidade das cidades, uma boa quantia em dinheiro ou, até, uma vaga de desenvolvedor em uma das maiores empresas de tecnologia do mundo. Essa é a ideia por trás do Uber Hack, o hackathon (ou maratona de desenvolvimento) promovido pela Uber no Brasil.

Pelo segundo ano seguido, a Uber vai percorrer algumas das principais cidades do país fazendo um convite para a comunidade apaixonada por tecnologia: repensar ou criar projetos urbanos de mobilidade a partir de modelos que podem, inclusive, estar integrados ao aplicativo da Uber.

Os hackathons serão realizados entre maio e julho, em cinco etapas: Porto Alegre, Recife, São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte. Após cerca de 30 horas de criação, a equipe vencedora de cada etapa será escolhida por uma banca julgadora formada por especialistas da Uber, do mercado e membros do poder público local, e levará para casa R$ 10 mil, além de R$ 5 mil em créditos Uber.

Além disso, recrutadores da Uber vão acompanhar todas as etapas do desafio. “Quando, em agosto do ano passado, nós anunciamos a criação do primeiro Centro de Desenvolvimento Tecnológico da Uber na América Latina, nós nos comprometemos em buscar talentos de todo o Brasil para preencher as vagas abertas. O Uber Hack vai nos ajudar nessa missão: conhecer de perto as pessoas que estão dispostas a pensar o futuro da mobilidade e ver se elas têm o que é preciso para fazer parte do time da Uber no Brasil”, explica Marcello Azambuja, diretor do Centro de Desenvolvimento Tecnológico.

Uma das participantes da etapa de Porto Alegre do Uber Hack em 2018, Larissa Coronet, hoje é coordenadora de marketing na empresa. “Quando eu participei do Uber Hack, não imaginava um dia trabalhar na Uber. Participei porque sou apaixonada por tecnologia e queria testar meus conhecimentos. Mas lá, conhecendo os mentores e toda a equipe da Uber que ajudou no hackathon, eu vi que era uma empresa em que eu realmente gostaria de trabalhar”, relembra Larissa.

Mesmo não tendo vencido o desafio, Larissa se candidatou a uma vaga na empresa alguns meses depois e, durante o processo de seleção, foi reconhecida. “Um dos entrevistadores lembrava de mim do Uber Hack, pois eu tinha apresentado o projeto da minha equipe. Então aquilo acabou me dando uma visibilidade e uma experiência que foram super importantes para a minha seleção”, conta.

“Queremos, mais uma vez, abrir as portas para ideias inovadoras, reafirmando o nosso compromisso com o futuro das cidades, mas com foco nas pessoas que vão criar esse futuro, pensando em uma mobilidade cada vez mais confiável e acessível a todos”, complementa Azambuja.

As inscrições para a primeira etapa, que acontece em Porto Alegre, estarão abertas de 30 de abril a 12 de maio de 2019, pelo uber.com/uberhack. O regulamento completo do Uber Hack e os prazos de inscrições das demais etapas também já estão disponíveis no site.

Etapas do Uber HACK:

18 e 19 de maio: Porto Alegre
25 e 26 de maio: Recife
1 e 2 de junho: São Paulo
29 e 30 de junho: Rio de Janeiro

6 e 7 de julho: Belo Horizonte

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Uber Voucher permite que empresas presenteiem clientes com créditos da Uber

A Uber está lançando uma nova maneira para as empresas pagarem pelo deslocamento de seus clientes. A novidade, chamada de Uber Voucher, torna mais fácil para qualquer empresa pagar pelo transporte de seus clientes como cortesia. As marcas podem utilizar esses vouchers para criar uma experiência diferenciada e atrair novos consumidores ou incentivar a fidelidade dos já existentes.

Graças à personalização disponível nos vouchers, as empresas podem usar esse novo recurso de maneiras únicas para apoiar metas de negócios específicas, permitindo que seus clientes solicitem uma viagem quando for mais conveniente para eles.

“Com a chegada do Uber Vouchers, o objetivo da Uber é desbloquear uma alavanca de crescimento adicional para as empresas, criando uma maneira inovadora de levar os clientes à porta de casa ou onde quer que eles escolham ir”, disse Phil Chaves, diretor do setor Uber Para Empresas no Brasil. “À medida que se procura novas tecnologias e novas maneiras de engajar os consumidores, o Uber Voucher é um benefício que as empresas têm certeza de que seus clientes vão usar.”

Os testes com o Uber Voucher começaram no ano passado, envolvendo um grupo diversificado de varejistas, restaurantes e serviços. Foram mais de 100 parceiros em todo o mundo, incluindo a rede TGI Fridays, Live Nation e Unibail-Rodamco-Westfield.

No Brasil, uma das pioneiras é a construtora MRV, que, no último dia 16 de março, custeou as viagens de Uber de cerca de 10 mil clientes que quiseram visitar pessoalmente o Feirão de Porta a Porta, seu evento de vendas mais importante no ano. “Levar o cliente ao plantão de vendas é estratégico porque, assim, oferecemos a eles mais comodidade, segurança e tranquilidade, além de reforçar nosso compromisso e preocupação com o seu bem-estar”, disse Rodrigo Resende, diretor de Marketing, Comunicação e Novos Negócios da MRV.

Empresas interessadas em conhecer o novo produto da Uber podem solicitar o contato da equipe do Uber Para Empresas por meio do site uber.com/vouchers. Essa equipe também ficará disponível para oferecer à contratante toda a ajuda necessária durante o processo de transição e incorporação do serviço. Outra forma de usar o Uber Voucher é por meio de uma API da Uber que pode ser integrada diretamente à plataforma do cliente.

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Uber anuncia contrato com Serpro para checar dados de veículos e motoristas em tempo real

A Uber e o Serpro, empresa de TI do Governo Federal, anunciam nesta terça (2), durante a LAAD Defence & Security, o fechamento de contrato de âmbito nacional. Por meio dele, a Uber poderá obter a confirmação das informações cadastrais dos motoristas parceiros e candidatos a motoristas e de seus veículos, em tempo real, a partir das informações da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e do Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV), com a autorização do Denatran – Departamento Nacional de Trânsito. A iniciativa vai permitir que os dados sejam verificados com maior rapidez e eficiência.

A Uber vai poder verificar on-line, junto com o cadastro, se estão corretas as informações fornecidas pelos motoristas, como nome, data de nascimento e número de identidade, se a carteira de habilitação está válida ou não, se foi cassada ou não, por exemplo. As fotos dos motoristas também serão verificadas digitalmente, com um software especialmente desenvolvido para isso, denominado Datavalid, que compara as imagens fornecidas pelo condutor com as arquivadas pela autoridade de trânsito, a fim de prevenir fraudes.

A empresa também poderá confirmar a situação do veículo registrado para atuar no aplicativo diretamente dessa base, a partir do fornecimento de dados básicos presentes no CRLV. Com isso, informações sobre eventuais sinistros e roubos poderão ser identificadas mais rapidamente. Hoje todas essas verificações são feitas a partir de documentos digitalmente fornecidos pelos próprios motoristas.

“Segurança é prioridade para a Uber e o trabalho de aprimoramento nesse tema tem de ser contínuo: estamos comprometidos em sempre construir uma plataforma melhor, para proporcionar viagens cada vez com mais recursos de segurança e com mais confiabilidade”, explica o diretor de Comunicação da Uber no Brasil, Fabio Sabba. “Acreditamos que por meio da tecnologia conseguiremos oferecer recursos de segurança cada vez mais robustos de forma escalável. A integração com um parceiro com a expertise do Serpro e as informações do Denatran permitirá que os nossos critérios de qualidade e segurança sejam aplicados cada vez com maior eficiência e rapidez.”

“O Serpro comemora a contratação, pela Uber, de um produto que explicita o caminho do provimento de soluções digitais para o cidadão. Estamos construindo um Governo cada vez mais digital, acessível às empresas e à sociedade. Essa é a nossa missão. A atuação do Serpro no Governo Digital, impulsionada nesse momento pelo Denatran, resulta em produtos como o Datavalid, que contribuem significativamente para a melhoria do ambiente de negócio das empresas brasileiras”, ressalta o diretor de relacionamento do Serpro, André de Cesero.

Checagem de motoristas – A iniciativa vem se somar a uma série de medidas já adotadas pela Uber para verificar quem quer dirigir utilizando o app. Todos os motoristas parceiros cadastrados na Uber passam por uma checagem de antecedentes criminais, nos termos da lei, realizada por empresa especializada, antes que possam começar a conduzir. A partir dos documentos fornecidos para registro na plataforma, a empresa consulta informações de diversos bancos de dados oficiais e públicos de todo o País, em busca de apontamentos criminais antes do profissional começar a dirigir utilizando o app. A Uber também realiza rechecagens periódicas dos motoristas já aprovados pelo menos uma vez a cada 12 meses.

Também temos uma ferramenta que faz a verificação de identidade do motorista em tempo real. De tempos em tempos, o aplicativo pede, aleatoriamente, para que os motoristas parceiros tirem uma selfie, antes de aceitar uma viagem ou de ficar on-line, para verificar se a foto da pessoa que está usando o aplicativo corresponde àquela do cadastro. Isso ajuda a prevenir fraudes e proteger as contas dos condutores.

Além disso, a empresa está instalando em São Paulo seu primeiro centro de desenvolvimento tecnológico na América Latina, com foco em segurança. Cerca de 150 especialistas integrarão esse novo centro, que receberá investimentos da ordem de R$ 250 milhões nos próximos 5 anos, para desenvolver tecnologias que podem eventualmente se transformar em novos recursos e funções do aplicativo de mobilidade para todo o mundo.

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Volvo Cars anuncia venda de veículos autônomos para o Uber

A Volvo Cars assinou um acordo com o Uber, empresa norte-americana de compartilhamento de viagens, para fornecer milhares de veículos compatíveis com a tecnologia de condução autônoma, entre 2019 e 2021.

O modelo comercializado é o SUV XC90, desenvolvido sobre a plataforma modular da marca (SPA, Scalable Platform Architecture), uma das mais avançadas do mundo e que também é usada em outros veículos da série 90, além do Novo XC60.

O acordo não-exclusivo valoriza a parceria estratégica entre a Volvo Cars e o Uber, anunciada em agosto de 2016, e sinaliza um novo capítulo na convergência das fabricantes de automóveis e empresas de tecnologia do Vale do Silício.

“A indústria automotiva está sendo redefinida pela tecnologia e a Volvo Cars escolheu ser uma parte ativa dessa disrupção”, disse Håkan Samuelsson, CEO mundial. “Nosso objetivo é ser o fornecedor de veículos com direção autônoma para provedores globais de serviços de compartilhamento de viagens. Este acordo com o Uber é um exemplo primordial dessa estratégia”.

Os engenheiros da Volvo Cars trabalharam em estreita colaboração com seus pares do Uber para desenvolver o utilitário esportivo XC90. Esse veículo incorpora todas as tecnologias de segurança e núcleo autônomo de condução necessárias para que o Uber incorpore à sua própria tecnologia de condução autônoma.

“Estamos entusiasmados para expandir nossa parceria com a Volvo”, disse Jeff Miller, chefe de Alianças Automotivas do Uber. “Este novo acordo nos coloca no caminho para a produção em massa de veículos autônomos”.

Ao mesmo tempo em que atende ao Uber com carros compatíveis com direção autônoma, a fabricante sueca usará o mesmo veículo como base no desenvolvimento de sua própria estratégia independente de carros autônomos, prevista para o lançamento de seu primeiro veículo totalmente dotado dessa tecnologia, em 2021.

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Uber é o aplicativo de transporte de passageiro mais usado no Brasil

“Vou de Uber!”. Essa frase já se tornou comum em algumas cidades brasileiras, e isso tem um motivo. Pesquisa do CONECTA revela que o Uber é usado por 54% dos internautas brasileiros, o que o torna o app mais utilizado no país. Esse é o resultado do CONECTAí Express, pesquisa online nacional, multiclientes.

Confira quais são os apps mais utilizados

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O Uber é usado sobretudo por homens, jovens entre 25 e 34 anos, moradores do Nordeste e internautas das classes A e B. Por sua vez, os internautas que mais usam o 99Taxis estão no Sudeste e pertencem a classe A. O estudo mostra também que 43% dos usuários de internet não têm app de transporte de passageiro.

Mapas

O CONECTA também perguntou aos internautas qual aplicativo de mapas/GPS usam. O Google Maps é o mais citado, com 85% das menções.

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A pesquisa aponta que o Waze é usado, principalmente, por internautas com mais de 55 anos, da classe A e moradores do Sudeste.

Transporte público

Já em relação ao transporte público há ainda muito espaço para crescimento dos aplicativos, já que 76% dos internautas dizem que não têm um app desse serviço. O mais citado é o Moovit, mas apenas por 9% dos entrevistados.

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Sobre a pesquisa
A pesquisa foi realizada com 2.000 internautas em junho de 2017 por meio do CONECTAí Express, pesquisa trimestral, online, multiclientes, com cobertura nacional, que permite responder a qualquer tipo de pergunta de forma exclusiva, rápida e econômica.

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APIs garantem as melhores experiências para os usuários do Uber

Durante o APIX, Dustin Whittle fala sobre a introdução de APIs para assegurar o sucesso do desenvolvimento da comunidade de usuários do Uber

Quando disponibilizou suas APIs, o objetivo do Uber era aumentar o alcance de sua oferta de serviços de caronas pagas, conectar a plataforma a novos usuários e garantir uma experiência ‘End-to-End’ para os viajantes. Passados alguns anos, Dustin Whittle, Developer Advocate da empresa, vem ao Brasil para contar como suas APIs foram desenvolvidas, implementadas e adaptadas para garantir o sucesso do desenvolvimento da sua comunidade de usuários; além de contar o que deu certo, desafios, obstáculos e aprendizados desse processo.

Dustin participará do API Experience 2017 (APIX), 2° maior evento com foco em APIs do mundo, que acontece dia 30 de Maio, em São Paulo, como o tema “Estratégias de APIs para transformação digital”. A programação inclui debates sobre economia das APIs, inovação aberta, segurança, ecossistemas de parceiros e experiências digitais. São esperadas 650 pessoas, entre executivos de grandes empresas, empreendedores digitais, gestores de tecnologia, arquitetos de TI e desenvolvedores.

O evento vai apresentar cases nacionais e de fora do Brasil sobre estratégias digitais baseadas em APIs, Microservices, Inteligência Artificial e outras tendências num palco 360°, e será dividido em duas trilhas:

Negócios – Uma seleção de conteúdos voltados para negócios digitais, com estratégias de APIs focadas em inovação;

Técnicas – para arquitetos e gerentes de tecnologia que desejam se aprofundar nos aspectos técnicos de APIs e arquiteturas digitais.

Outro destaque do APIX será o Workshop Hands-On, da Sensedia, um intenso treinamento para conhecer o ciclo completo das APIs RESTful, desde a proposta de valor até a operacionalização. O workshop será baseado em conceitos e padrões de mercado e trará informações detalhadas sobre design de APIs, mecanismos de segurança, documentação, comunicação e monitoramento. No final, será aplicado prova da certificação em APIs da Sensedia, a API Foundation.

Dustin Whittle está no Uber desde 2016 e apoia os desenvolvedores a construir melhores experiências para o usuário final. Antes de incorporar o time da Uber, Dustin teve passagem por grandes players de tecnologia do mundo como AppDynamics, Kwarter, SensioLabs e Yahoo.

Palestrantes confirmados até o momento

– Alexandre Putini, Superintendente de TI para Inovação e Canais Digitais da SulAmérica
– Bruno Souza, Consultor na Summa Technologies
– Caio Mesquita, CEO da Caiena
– Cristiano Barbieri, CIO da SulAmérica
– Cristina De Luca, jornalista especializada em tecnologia, editora do IDG Now! e comentarista do programa 2 na Web, da CBN
– Dustin Whittle, Developer Advocate da Uber
– Hudson Mesquita, Coordenador-geral de Padrões de Governo Digital do Ministério do Planejamento
– Kleber Bacili, CEO e fundador da Sensedia
– Marcela Zetina, Head of Innovation & Entrepreneurship no BBVA – México
– Marcelo Toledo, CTO da LTM (Loyalty & Trade Management)
– Marcílio Oliveira, COO da Sensedia
– Mario Mancuso, Sensedia
– Otávio Gonçalves de Santana, Senior Software Enginner da Tomitribe
– Uirá Porã, Consultor no Banco Mundial

APIX 2017

Data: 30/05/2017 – a partir das 08h

Local: WTC – Av. das Nações Unidas, 12.551 – São Paulo

Inscrições e detalhes sobre a programação: www.apix.com.br

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Embraer faz parceria para inovação com a Uber Elevate Network

A Embraer anunciou hoje um acordo com a Uber visando a explorar o conceito de um ecossistema – denominado Uber Elevate Network – que poderá permitir o desenvolvimento e implantação de pequenos veículos elétricos com decolagem e aterrissagem vertical (VTOLs, na sigla em inglês) para deslocamentos curtos no espaço urbano. O anúncio foi feito em Dallas, Texas, na sessão de abertura do Uber Elevate Summit.

Essa parceria preliminar é um projeto gerado pelo Centro de Inovação de Negócios da Embraer. Anunciado no mês passado, quando a empresa revelou sua intenção de promover inovações no transporte aéreo, o Centro tem sede em Melbourne, na Flórida, e equipes no Vale do Silício, Califórnia, e em Boston, Massachusetts.

“Acreditamos firmemente que é preciso explorar vários novos conceitos de negócios que podem afetar o transporte aéreo no futuro. Essa é uma oportunidade única para ajudarmos a complementar o conhecimento de transporte aéreo dessa que é uma empresa revolucionária e visionária no transporte terrestre. No exercício dessa parceria, vamos desenvolver novas tecnologias, novos produtos e novos modelos de negócios que podem gerar oportunidades para a Embraer no futuro”, disse Paulo Cesar de Souza e Silva, CEO da Embraer.

“Compartilhamos a visão de que a situação do transporte em regiões urbanas congestionadas está pronta para soluções inovadoras, como a aviação sob demanda. A liderança da Embraer na aviação comercial e executiva foi obtida por meio da introdução de aeronaves e serviços inovadores. Estamos confiantes de que esse nosso DNA também agregará valor a novos conceitos de transporte urbano”, disse Antonio Campello, diretor de Inovação Corporativa.

“A Embraer é a maior fabricante de jatos comerciais de até 130 assentos e um dos parceiros mais experientes da Uber neste segmento. Seu conhecimento de certificação de aeronaves com tecnologia fly-by-wire embarcadas e sua confiança de que eles podem igualmente tornar essa tecnologia acessível a aeronaves muito menores é um ingrediente essencial para o nosso sucesso”, disse Mark Moore, diretor de Engenharia de Aviação da Uber.

Fonte: Embraer

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Uber: nenhuma articulação política acabará com a economia colaborativa – Por Gabriel Rossi

O transporte remunerado individual de passageiros aberto ao público é atividade privativa do profissional taxista, inclusive quando a conexão entre usuários e motoristas ocorrer por meio de plataformas digitais”. Esse texto que remete a um verdadeiro retrocesso, fazer parte de uma proposta alternativa que visa deixar a legalização do UBER, somente para as esferas municipais.

Porém, deixando de lado o que pode ou o que não pode, ou o que é ou não direito de uma determinada classe, quero fazer um convite para um tópico que transcende essa questão, que é a necessidade do consumo, ou seja, o que as pessoas querem. Em minhas aulas que ministro na ESPM, afirmo que nenhuma marca, projeto, classe ou empresa é maior do que o mercado.

O Uber pode até acabar no Brasil, mas a ideia, formato e a necessidade por serviços bons e que atenda a todos os bolsos, não acabarão. Surgirão outros serviços provenientes da economia colaborativa para atender as mais novas necessidades de consumo.

Infelizmente, políticos estão mostrando total miopia ao mercado e ao comportamento do consumidor contemporâneo, literalmente estão tampando o sol com a peneira. Em meio a este cenário, cabe uma reflexão: Por qual razão nenhuma articulação política acabará com a economia colaborativa?

A tendência veio para ficar, especialmente porque é regida por três grandes forças: social (as pessoas compartilham mais, por exemplo), econômica (escassez de recursos) e tecnológica (ascensão de uma geração que cresceu com a internet e se conecta com outras pessoas em proporções muito maiores do que antes).

Os taxistas ainda não perceberam que o aplicativo não deve ser considerado um inimigo. E, sim, um bom exemplo desta revolução do consumo. Em resposta ao rápido e feroz crescimento do aplicativo Airbnb, maior plataforma de aluguel de casas, apartamentos, sem ter um imóvel se quer, a rede de hotéis Marriot, embora presente em um mercado completamente distinto, deve servir como exemplo.

Ao invés de lutar contra o fenômeno, a marca agiu de forma inteligente. Ela credenciou com o selo Mariott casas de pessoas que alugavam um quarto e indicou clientes provenientes do programa de lealdade que a rede cultiva. No final de tudo, a rede negociou algo em entre 10% e 20% de participação no revenue do locatário do quarto.

Um mercado está surgindo. A ruptura continua. Empresas e profissionais ainda podem escolher em qual lado da história querem estar. E aí se incluem os taxistas. Fazer parte dessa revolução repensando modelos de negócios e fomentando essas iniciativas (encontrando uma denominador comum para o tipo de retorno que espera) ou assistir de camarote e provavelmente serem guilhotinados? É um caminho sem volta.

A briga está apenas começando.

Gabriel Rossi, palestrante profissional em marketing, estrategista especializado na construção e no gerenciamento de marcas e reputação e diretor-fundador da Gabriel Rossi Consultoria.

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Apertem os cintos, o piloto do Uber sumiu – Por Arie Halpern

Depois de sacudir o sistema de transporte urbano e tirar o sono dos taxistas em mais de 70 países com o aplicativo que permite contratar corridas de carros particulares, o Uber está apontando seu chifre de unicórnio para negócios mais ousados. Explique-se que “unicórnio”, no jargão da nova economia, não é um ser imaginário, mas uma empresa que se lançou no mercado como embrião de um grande negócio, cresceu e viu seu valor ultrapassar a barreira do bilhão de dólares. O Uber, avaliado em 63 bilhões de dólares, encabeça o ranking de unicórnios da revista Fortune. Pois bem, esse animal econômico adquiriu, em agosto, a Ottomotto, uma startup dedicada à tecnologia de veículos ditos autônomos, porque dispensam motoristas.

Desde o ano passado, no polo robótico de Pittsburgh, a empresa mantém uma equipe de pesquisadores – mais de quarenta foram “roubados” da Carnegie Mellon University, com quem a empresa tinha um acordo de cooperação – trabalhando sobre o mesmo objeto: carros autônomos. E a empresa já faz testes com a intenção de colocar, em breve, esses veículos acéfalos à disposição de clientes que se disponham a utilizá-los no transporte. Antes disso, ainda, o Uber havia comprado a deCarta, uma empresa de softwares de mapeamento. O que o seu fundador e comandante, Travis Kalanick, está mirando? Bem, ele realmente não economiza nos sonhos e na ambição: ele está de olho num mercado estimado em dez trilhões de dólares.

Dez trilhões?! Como assim?! Kalanick é uma versão excepcionalmente bem-sucedida do “homem da cobra”. Este era um tipo popular, misto de vendedor e artista de rua. Ele atraia a atenção do público com um saco vazio em que dizia haver uma cobra. Entretinha as pessoas com histórias e vendia remédios para picada de cobra e outros bichos. Kalanick, com seu aplicativo, realiza viagens para mais de 30 milhões de clientes por mês, em quase 500 cidades, sem que para isso tenha sido necessário imobilizar um único centavo em uma frota própria de carros e sem empregar nenhum motorista. Com essa prestidigitação, que recebeu o nome de UberX, ofereceu um solução prática e mais barata que o serviço de táxi. Depois disso, lançou o UberPool que permite ao usuário compartilhar o transporte com outros passageiros e reduz ainda mais os preços. Com esse passo, começou a competir não mais com os táxis, mas com o transporte público. Agora, com os carros autônomos, o objetivo é livrar-se também do motorista, para tornar o transporte ainda mais barato.

Aqui chegamos ao tal mercado de dez trilhões de dólares. Com o serviço atual, o Uber come uma fatia do mercado de táxis cuja receita global é estimada em cem bilhões de dólares. Com o veículo autônomo, segundo Kalanick confessou à The Economist, sua intenção é tornar o Uber tão barato e conveniente que ele se transforme em uma alternativa ao carro particular. Outras grandes corporações do mundo da tecnologia também estão nessa estrada, investindo em projetos de carros autônomos, e são competidores de peso como Google, Apple, Facebook, Tesla. O caminho para realizar esse sonho também é acidentado e bastante policiado pelo Estado regulador, pois o transporte autônomo envolve a segurança das pessoas. A primeira onda de disrupturas provocada pelo Uber mal começou e já estão assistindo à próxima onda se formar. Apertemos os cintos.

Arie Halpern, economista e empreendedor com foco em tecnologias disruptivas e diretor da empresa israelense Gauzy Technologies

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A partir de agora, clientes Uber no Brasil pagam suas viagens com PayPal

A partir do dia 11 de agosto os usuários da Uber poderão contar com a facilidade, rapidez e segurança do PayPal para pagar as suas viagens. A parceria entre as empresas começou em novembro de 2013, quando usuários de 10 países – Alemanha, Austrália, Áustria, Bélgica, Estados Unidos, França, Holanda, Inglaterra, Irlanda e Itália – passaram a ter a flexibilidade e opção desta forma de pagamento. E agora, milhões de usuários terão a mesma opção de escolha no Brasil.

Utilizar o PayPal como meio de pagamento para as viagens de Uber é simples. Basta alterar a definição de “pagamento padrão” do perfil escolhido dentro do menu de “configurações” do app.

A parceria com a Uber facilitará ainda mais, tanto o dia a dia de quem pede um carro da Uber, quanto a rotina do motorista parceiro, que passa a contar com um sistema de pagamentos global e que também finaliza a transação automaticamente.

Novidades

• A Uber passa a oferecer o PayPal como mais uma opção de pagamento para seus usuários.

• A opção “Pagamento com PayPal” estará disponível a todos os usuários da Uber no Brasil a partir de 11 de agosto.

Para quem é novo na Uber e no PayPal

É muito simples pagar viagens da Uber com PayPal: basta baixar o aplicativo da Uber no smartphone – via Google Play ou Apple Store e fazer o cadastro no app. Em seguida, o usuário deve criar uma conta no PayPal, acessando o site www.paypal.com/br. Depois, seguir os passos de 2 a 5 abaixo.

Para quem já é cliente da Uber e do PayPal é mais simples ainda. Basta…

1. Atualizar o app da Uber.

2. Selecionar “Configurações” no menu do app.

3. Escolher o perfil que gostaria de usar o PayPal como forma de pagamento.

4. Em “Pagamento Padrão” escolher “Adicionar Pagamento”.

5. Selecionar o PayPal como opção de pagamento.

Pronto, é só começar a usar o aplicativo e pagar as viagens com uma plataforma global de pagamentos eletrônicos. Com essa nova opção de pagamento online, ambas as empresas esperam criar uma experiência ainda melhor para seus clientes. “A parceria com o PayPal, agora no Brasil, é mais um passo para que as pessoas possam ter opções para pagar as suas viagens em um Uber e, assim, deixar seu carro em casa”, afirma Gui Telles, Diretor Geral da Uber no Brasil
“A parceria com a Uber é essencial para o PayPal, pois nos dará a oportunidade de fazer parte da vida de milhões de brasileiros todos os dias. Além disso, vai ao encontro de nosso mote como empresa: colocar as pessoas acima de tudo, facilitando ao máximo a forma como gerenciam seu dinheiro”, diz Paula Paschoal, Diretora Comercial do PayPal Brasil

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Cofundador da Uber entra no mercado brasileiro de transporte rodoviário de cargas com a “Uber dos caminhões”

Em 2009, Oscar Salazar, juntamente com outros dois sócios, Travis Kalanick e Garrett Camp, fundou a Uber, empresa que em menos de seis anos se tornou uma das maiores companhias do mundo. Salazar aposta agora que o mercado brasileiro de cargas rodoviárias passará pela mesma transformação que o transporte individual de passageiros, motivo pelo qual acaba de se tornar investidor e diretor da CargoX (http://www.cargox.com.br), primeira transportadora do país impulsada por tecnologia. A previsão é que nos primeiros dois anos de operação, o investimento chegue a R$ 100 milhões.

Além do empresário, Eddie Leshin, outro respeitado executivo do mercado de transportes, que atuou como diretor da C.H. Robinson e foi COO da Coyote Logistics – ambas somam um faturamento de mais de R$ 56 bilhões por ano–, também será investidor e ocupará o cargo de diretor estratégico de Operações na CargoX. Outro nome de peso é o americano Hans Hickler, ex-CEO da DHL Express nos Estados Unidos. Completam o time de investidores o Valor Capital Group (fundado por Clifford Sobel, ex-embaixador dos Estados Unidos no Brasil), Agility Logistics (uma das maiores empresas de logística com mais de 500 escritórios em 100 países) e Lumia Capital (fundada por Martin Gedalin, ex-Oracle e Chris Rogers, co-fundador da Nextel Communications).

Conectada em tempo real por um aplicativo com mais de 100 mil caminhoneiros autônomos, a empresa vem sendo estruturada desde meados de 2015 e é pautada em algumas das principais diretrizes do Uber: agilidade, flexibilidade e qualidade na experiência do contratante do serviço; além de uma base de motoristas cadastrados com processo de triagem rigoroso e responsabilidade pelas cargas transportadas. “Utilizamos a ociosidade da frota autônoma do país com o cruzamento das rotas de nossos clientes para otimizar os envios. Com essa tecnologia por trás da CargoX permitimos que os embarcadores tenham uma economia inicial de até 30% no valor do frete”, esclarece Alan Rubio, diretor de Transportes da CargoX, especialista com mais de 25 anos de experiência no setor de transportes.

Para Oscar Salazar, o momento econômico que o Brasil atravessa também foi uma oportunidade para a criação da companhia. Segundo o executivo, o mercado brasileiro de frete opera com 40% de ociosidade em sua capacidade. “As transportadoras brasileiras estão sob a pressão da crise econômica e, justamente por isso, vamos oferecer um serviço de melhor qualidade com menor custo. Para nósé o momento de apostar no país e crescer de forma exponencial, impactando positivamente no valor operacional da cadeia logística”, afirma.

“Pretendemos revolucionar o mercado de transporte de cargas no país, com o fortalecimento da cadeia logística. Nós acreditamos em um crescimento rápido, com faturamento que pode ultrapassar os R$ 48 milhões no primeiro ano de atuação”, prevê Salazar.

Mercado brasileiro de cargas rodoviárias

O transporte rodoviário de cargas brasileiro (TRC) é responsável por mais de 65% do volume de mercadorias movimentadas no Brasil e seu custo representa cerca de 6% do PIB do país. Para as empresas, o transporte de carga pelas estradas nacionais corresponde por mais da metade da sua receita líquida, como no caso da agroindústria (62%) e das indústrias de alimentos (65,5%). Segundo dados não oficiais, o Brasil tem uma frota excedente de aproximadamente 350 mil veículos (35%), o que gera mais de 30% de viagens com o caminhão vazio.

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Uber: jurista aponta que leis que pretendem banir as atividades da empresa e de seus motoristas parceiros são inconstitucionais

Professor Doutor José Joaquim Gomes Canotilho, considerado um dos principais juristas da atualidade escreveu um parecer jurídico por meio do qual demonstra a legalidade das atividades da Uber e dos motoristas parceiros da Uber, e conclui que qualquer lei que pretenda proibir a execução desses serviços é inconstitucional.

Segundo Canotilho, para a Constituição Federal Brasileira o princípio é o da liberdade de escolha e de acesso a “qualquer trabalho, ofício ou profissão”. Ou seja, os motoristas parceiros da Uber tem o direito de exercer a profissão que escolheram para si.
Outro ponto que o autor ressalta é que os municípios não podem proibir a atividade de transporte individual na modalidade privada, ao afirmar que “A Lei Federal 12.587/2012 -, em seu artigo 12.º, atribuiu aos municípios a competência paraorganizar, disciplinar e fiscalizar o transporte individual de passageiros, mas não pode o poder legislativo municipal proibir esta atividade, expressamente prevista em Lei Federal”.

A reserva de um monopólio, ou seja, que apenas taxistas atuem no transporte individual de passageiros, é contrária à Constituição Federal e à Política Nacional de Mobilidade Urbana (Lei Federal 12.587/2012). Levando em consideração todos esses pontos, Canotilho conclui que as leis municipais recentemente aprovadas por São Paulo e do Rio de Janeiro são inconstitucionais formalmente, por violarem competência privativa da União, e “por violação isolada de diversos preceitos constitucionais, seja por violação sistematicamente agregada ou conjunta e simultânea desses diversos preceitos da Constituição Federal, que explicitam as bases fundantes e estruturais do Pacto fundante da República do Brasil e do (seu) Estado de Direito.”

Opiniões semelhantes já foram também expressas por outros importantes juristas como o Prof. Daniel Sarmento, o Prof. André Ramos Tavares e os Professores Carlos Affonso da Silva e Ronaldo Lemos. A Ministra Nancy Andrighi, do Superior Tribunal de Justiça, também já afirmou que leis municipais que visam banir a Uber são inconstitucionais.

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Uber: Regulamentação prejudica a liberdade dos mercados

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relação entre a regulamentação da prestação de serviços privados e o livre mercado foi o fio condutor do “Café da Arbitragem”, promovido pela Federasul, nesta sexta-feira (18/09). No centro do debate o tema “Liberdade e mercado: o caso Uber” foi abordado pelo empresário e economista, Paulo Fuchs e pelo escritor e arquiteto Percival Puggina. Ambos convidados lançaram um olhar positivo sobre a livre oferta de novos serviços para estimular a concorrência e por consequência melhorar a qualidade. Destacaram ainda a importância da liberdade de expressão em um País cheio de limitações, legislações e entraves ao empreendedorismo.

Ao iniciar a sua participação, o empresário Paulo Fuchs explicou as funcionalidades do novo aplicativo Uber, que permite a contratação de motoristas particulares e tem gerado diversas discussões sobre a sua regulamentação no Brasil. Em São Paulo o serviço foi impedido de ser operado após aprovação de legislação na Câmara de Vereadores. No Rio de Janeiro o aplicativo está sendo usado por meio de liminar. “E aqui em Porto Alegre a EPTC já anunciou que descarta a regulamentação do Uber”, lembrou Fucks.

Ao defender o mercado livre, o economista falou sobre os diversos aspectos da regulamentação das prestações de serviços do Brasil, principalmente aqueles que facilitam a comunicação. “A cada regulamentação o governo passa uma régua no mercado e não estimula a concorrência e nem a qualidade”, enfatizou. Na mesma linha, Percival Puggina destacou que a liberdade da população é limitada. “Nos colocaram num alçapão”, ilustrou.

O escritor apontou a baixa qualidade da educação como um dos principais motivos para perda da liberdade. “Drenaram nossas potencialidades e estão secando os dons de cada indivíduo na fonte com uma pedagogia que está distante do que o Brasil precisa”, apontou. Puggina ainda relacionou a liberdade com a “insegurança” pública e criticou as políticas adotadas no país que possuem o caráter multador, regulador e que interfere na liberdade das pessoas. “Não podemos terceirizar as nossas responsabilidades como cidadão”, finalizou.

O presidente da Câmara de Arbitragem da Federasul, André Jobim de Azevedo, destacou que o exercício da liberdade também é feito por meio da arbitragem.

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Câmara aprova proibição do aplicativo ‘Uber’ em São Paulo

ROBERTO VIEIRA
DA REDAÇÃO/Câmara Municipal de São Paulo

O plenário da Câmara Municipal discutiu por pouco mais de três horas nesta quarta-feira (9/9) e aprovou em definitivo o Projeto de Lei (PL) 349/2014, que proíbe o uso de carros particulares cadastrados em aplicativos para o transporte individual de pessoas, a popular “carona remunerada”, como ocorre com o serviço prestado pela ‘Uber’.

O vereador Adilson Amadeu (PTB) é o autor da iniciativa, que no período entre a primeira e a segunda votação, ganhou a coautoria de mais 38 parlamentares. O petebista afirmou que os aplicativos de transporte individual devem ser utilizados para aprimorar os serviços dos taxis e não para motoristas que não passaram por uma certificação profissional.

“Se é para dar oportunidade, que seja para aqueles que já trabalham no serviço de táxi, aqueles que já precisam de alvará e que tem o condutáxi (certificado exigido para que motoristas de táxi possam exercer a profissão)”, argumentou Amadeu.

Mário Covas Neto (PSDB), que votou contra o PL, entende que o texto aprovado na Casa não trata da maneira correta a questão da inserção tecnológica. De acordo com o parlamentar, o serviço prestado pelos aplicativos na cidade é viável, desde que haja regulamentação.

“A medida que seja usado de uma forma que o poder público estabeleça as regras, desde tarifa, condições de carro, de motoristas, enfim, todas as condições possíveis, aí sim, é possível a convivência”, disse. Outro parlamentar que votou contra o PL 349/2014 foi o vereador José Police Neto (PSD).

“Uma cidade que tem oito milhões de veículos, que realiza um volume de 15 milhões de viagens individuais, carregando 1,4 passageiros por carro, não pode descartar a tecnologia para colocar mais gente dentro dos carros e menos carros nas ruas. Está claro para mim que a gente tem que usar a tecnologia para servir à cidade, banir a tecnologia é fechar os olhos para o desenvolvimento”, afirmou Neto, que é autor de projeto em tramitação na Casa que autoriza o compartilhamento do transporte individual. Além de Neto e Covas, também votou contra o vereador Toninho Vespoli (Psol).

O projeto segue para sanção do prefeito Fernando Haddad.

Compatibilização

O projeto prosperou com emenda assinada pela lideranças do Governo e líderes de alguns partidos na Câmara, que propõe a realização de estudos para aprimoramento da legislação do transporte individual de passageiros e a compatibilização de novos serviços de tecnologia.

“O prefeito (Fernando) Haddad, preocupado com esta questão que acabou se tornando um grande tema na cidade, apresentou a emenda e colocou bem claro que a prefeitura tem interesse de fazer um estudo criterioso, através de seus técnicos, dentro de um prazo razoável, para quem sabe, mais para frente, apresentar um projeto regulamentando de uma forma mais clara e ampla este serviço”, explicou o líder do governo Arselino Tatto (PT).

CPI dos Alvarás

Os vereadores Abou Anni (PV) e Sandra Tadeu (DEM) votaram favoráveis à proibição dos aplicativos de carona remunerada na capital, no entanto, os parlamentares protocolaram um pedido de CPI na Casa para apurar possíveis vendas de alvarás na cidade.

“Existe um comércio irregular dos alvarás de táxis, uma vez que deveriam ser sorteados pela prefeitura de São Paulo ou qualquer outra modalidade de licitação, mas não é o que vem ocorrendo, existe um comércio, uma simulação de transferência”, pontuou Abou.

“Nós temos que defender sim os taxistas, eu defendo os taxistas. Mas antes de discutir modernidade, se é legal ou não, nós estamos deixando a ilegalidade manter estes taxistas na rua, sem nenhum vínculo empregatício, sem nada”, concluiu Sandra.

Protestos

A votação do projeto que proíbe o aplicativo Uber de prestar serviços de carona remunerada na cidade de São Paulo agitou o dia no centro de São Paulo, em especial, no entorno do prédio da Câmara Municipal.

A região do Viaduto Jacareí ficou tomada por centenas de táxis que se manifestaram desde cedo até o momento da votação, por volta das 20h. Carros de som e fogos de artificio foram algumas das formas de chamar atenção dos vereadores utilizadas pelos profissionais.

Representantes do aplicativo Uber também marcaram presença na sessão extraordinária, no entanto, em menor número, tiveram que ser escoltados pela Polícia Militar até as galerias do plenário, de onde acompanharam a votação na qual saíram derrotados.

Fonte: Câmara Municipal de São Paulo

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