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Teradata anuncia novo Country Manager no Brasil

A Teradata (NYSE: TDC), empresa líder em dados e analytics para negócios em ambientes de nuvem, on premise ou híbrido, anunciou Roberto Hill como novo country manager para o Brasil. O executivo assume a liderança no lugar de Sérgio Farina, que agora é o Country Manager da Teradata no México.

Com mais de 15 anos de vivência no setor de Tecnologia da Informação e ampla experiência em planejar e implementar estratégias de vendas, Hill era diretor de vendas da Teradata desde 2014, sendo responsável por ajudar companhias a gerar valor através da análise de dados. Agora, seu principal desafio é manter a margem de crescimento da Teradata no Brasil e ampliar o relacionamento da companhia com grandes empresas de setores estratégicos na região, mantendo a Teradata como líder em Business Intelligence.

“O Brasil e a América Latina são mercados de extrema importância e relevância para a Teradata. Os planos são manter a margem de crescimento, e continuar levando a qualidade da Teradata em análise de dados para setores estratégicos, como Financeiro, Varejo e de Telecomunicações”, comenta Roberto Hill.

Roberto Hill tem um amplo histórico de liderança em grandes players de tecnologia, como Oracle, Business Objects e Tibico com foco em liderança de times de vendas e em contas estratégicas.

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GE Aviação e Teradata formam parceria estratégica

A divisão de aviação da GE e a Teradata (NYSE:TDC), empresa líder na área de análise de dados, anunciaram uma parceria estratégica com o intuito de gerar resultados de negócios com uso de analytics na companhia líder em linhas aéreas.

Com a parceria, a GE e a Teradata desenvolverão produtos e serviços para o mercado de aviação comercial para atender áreas de negócios, como marketing, vendas, serviços e suporte. O objetivo é contar com uma solução completa e pronta para o mercado – que já está disponível para ser implementada.

Ao combinar operações, ativos e redes da GE Aviação com a informação do cliente, vendas, marketing, e suporte de back office, as empresas criaram um ecossistema de fácil desenvolvimento, escala e uso. Com a solução, interrupções de vôo, por exemplo, podem ser administradas pela GE, enquanto a experiência do cliente, pela Teradata. A combinação das soluções permite que a gestão de interrupções se torne um processo completo, por que é capaz de adicionar informaçõs sobre gestão de inventários, logística, agendamento, e mão de obra. Do ponto de vista do negócio, a combinação melhora as operações de vôos, e inclusive, permite a manutenção preditiva, otimizando a eficiência operacional e melhorando a satisfação dos clientes.

“Está claro que a Teradata se destaca na área de dados e análises pelo tamanho e escala exigida por uma companhia de aviação global”, afirmou Andrew Coleman, diretor comercial da GE Aviação Soluções de Negócios Digitais. “Ao unir nossa experiência na gestão de performance de ativos e otimização de operações com a da Teradata, em gerar insigths dos clientes com uma grande quantidade de dados e múltiplas abordagens analíticas, o mercado de aviação ganhará uma solução que entrega conhecimentos compreensivos e aplicáveis”.

“A Teradata e a GE Aviação estão colaborando e ajudando clientes a usar abordagens analíticas para solucionar problemas complexos, de forma rápida, com insights acionáveis que são críticos para decisões de negócios”, afirmou Oliver Ratzesberger, vice-presidente executivo e diretor de produtos da Teradata. “A plataforma GE Predix é bem conhecida e respeitada na indústria de aviação, e estamos felizes em trabalhar em parceria com a GE Aviation Digital Solutions para ampliar esse ecosistema com as tecnologias da Teradata”.

Com a liderança global na indústria de aviação, a expectativa de resultados com a oferta conjunta é de um impacto positivo imediato para os clientes da indústria de aviação global.

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Pesquisa: 80% das empresas que investem em IA enxergam desafios pela frente

Um grande número de empresas (80%) está investindo em Inteligência Artificial, e uma a cada três empresas líderes de mercado acreditam que suas organizações precisarão investir mais nos próximos 36 meses para se manter no ritmo dos concorrentes. Ao mesmo tempo, o mercado está antecipando os desafios que enfrentará na adoção de IA, e buscando a criação de novas posições de liderança, como a do Chefe de Inteligência Artificial (CAIO, em inglês), como parte da estratégia para superar as barreiras iniciais. Esse tipo de executivo será responsável por alinhar e coordenar a adoção de IA nas empresas. Os resultados foram levantados na pesquisa realizada com 260 grandes empresas de operações globais, conduzida pela Vanson Bourne, empresa de pesquisas para a indústria de tecnologia, a pedido da Teradata (NYSE:TDC), líder em dados e analytics.

“Há uma tendência importante surgindo, e isso fica claro na pesquisa. As empresas já olham para a IA como a prioridade estratégica que ajudará as empresas a se destacarem dos seus concorrentes diretos”, afirma Atif Kureishy, vice-presidente de práticas emergentes da Think Big Analytics, uma empresa da Teradata. “No entanto, para alavancar todo o potencial no uso da tecnologia e ganhar o máximo de ROI, os executivos precisarão renovar suas principais estratégias para que a IA tenha um papel amplo – do datacenter à sala de reunião”.

As companhias estão duplicando os investimentos em IA

A pesquisa mostrou que as empresas estão otimistas, e esperam que seus investimentos em IA ultrapassem o custo inicial de adoção.

As indústrias que esperam ver um grande impacto do IA são as de TI, tecnologia e telecomunicações (59%); negócios e serviços profissionais (43%); e atendimento ao cliente e serviços financeiros (32%).

Os executivos que esperam ver a IA alavancar a receita nas suas empresas, destacam três áreas desafiadoras: inovações de produtos, pesquisa e desenvolvimento (50%); serviços de atendimento ao cliente (46%); supply chain e operações (42%). Isso se reflete em algumas áreas de mais investimento em IA, como a experiência do cliente (62%), inovação em produtos (59%), e excelência operacional (55%).

Com as taxas de adoção elevadas, as companhias esperam que o investimento seja válido. A pesquisa também destaca oportunidades para implementações futuras:

– 80% dos respondentes afirmaram que, de alguma forma, têm IA em produção nas suas empresas, enquanto 42% afirmam que há espaço para futuras implementações nos negócios;

– 30% acreditam que suas empresas não estão investindo o suficiente, e precisarão investir em mais tecnologias de IA nos próximos 36 meses, para acompanhar seus concorrentes.

Desafios do AI

Quase todos os respondentes falaram sobre os desafios da adoção do IA, e do ROI – como fizeram com outras tecnologias emergentes. Os executivos estão prontos para continuar investindo em Inteligência Artificial, principalmente pelos ganhos positivos que líderes e decisores de TI têm com economia de custos e tempo. No entanto, a falta de infraestrutura de TI e de profissionais capacitados são algumas das grandes barreiras destacadas pelos executivos. Os líderes de negócios não estão muito preocupados com o impacto que a IA e automação terão na motivação dos funcionários – apenas 20% enxergam isso como um problema; 19% estão preocupados em ter um case de negócio em IA.

– 91% esperam ver barreiras ao colocar a IA em prática, com falta de infraestrutura (40%), de acesso a profissionais capacitados para (34%), seguido pela falta de orçamento para implementação (30%), complicações com as políticas, regulações e direitos (28%), e impacto nas expectativas dos clientes (23%). Por outro lado, apenas 19% se preocupam em ter um case de negócio fraco, por meio das tecnologias de IA, e 20% estão preocupados com o impacto do IA e a automação na motivação dos empregados;

– Os resultados mostram que os executivos se dividem entre aumento de receita (53%) e eficiência de custos (47%) com os investimentos em IA;

– Apenas 28% afirmam há profissionais bem treinadas internamente, para comprar e desenvolver IA.
Como os executivos são estratégicos ao extrair ROI do IA

Atualmente, os executivos se prendem aos CIOs, CTOs para orientar na adoção e estratégia de IA, mas no futuro, o IA será tão relevante que será preciso criar estratégias de práticas de negócios e um novo papel: o de CAIO (Chief IA Officer), para coordendar e direcionar a implementação em todas as áreas de uma organização.

– Os CIOs (47%) e CTOs (43%) estão liderando os esforços de hoje, mas 62% dos respondentes dizem estar planejando contratar uma pessoa dedicada ao papel de CAIO, para liderar esses esforços no futuro.

– As empresas esperam um ROI de 99% nos próximos cinco anos, em relação ao dólar investido hoje; e um ROI de 187% nos próximos 10 anos;

– As indústrias que mais esperam impactos positivos são a de TI, tecnologia e Telecom (59%); negócios e serviços profissionais (43%); atendimento ao cliente (32%); serviços financeiros (32%); manufatura e produção (31%).

O que isso significa?

Nos últimos anos, as empresas de tecnologia têm posicionado o IA como uma tecnologia robusta e estratégica para os negócios, e a pesquisa mostra que os executivos já perceberam os benefícios da adoção do IA.

“Conforme adotamos soluções de IA nos negócios, vemos na tecnologia um diferencial para criar oportunidades de alinhar nossas operações e aumentar receita”, afirma Nadeem Gulzar, líder de Global Analytics, do Danske Bank. “Encontrar o profissional certo é sempre um desafio em áreas tecnológicas emergentes. Ter opções baseadas em serviços, e também opções prontas, será ideal para melhorar nossas operações e continuar investindo em tecnologias”. As empresas esperam que a Inteligência Artificial seja uma tecnologia com vida longa, capaz de dobrar os investimentos feitos em cinco anos, e triplicar, em até dez. Mas, para maximizar o ROI, as empresas notaram que precisam reimaginar como a IA será disruptiva em todos os aspectos dos seus negócios, para criar uma estratégia ágil e resiliente para obter retorno.

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Teradata realiza evento que reúne os maiores cases de Big Data no mundo

A Teradata (NYSE: TDC), empresa líder de dados e analytics, anunciou os detalhes da Conferência Teradata Partners 2017, que acontecerá entre 22 e 26 de Outubro, no Anaheim Convention Center, em Anaheim, na Califórnia. O principal evento global de big data e analytics liderado por clientes da Teradata tem como foco líderes da indústria e profissionais que buscam extrair valor dos seus dados por meio da inovação e da transformação digital.

O tema da conferência desse ano é “à beira do futuro”, e os participantes contarão com mais de 200 sessões sobre transformação nos negócios por meio de Internet das Coisas, Ciência de Dados, Cidades Inteligentes, Carros Conectados, Nuvem Híbrida e Inteligência Artificial. Os clientes globais da Teradata de diversas indústrias também compartilharão suas experiências em migração para nuvem, clientes conectados e mercado de dados para estratégia dos negócios. Entre os clientes da Teradata Brasil, Itaú, Riachuelo e Telefônica apresentarão no evento seus casos de sucesso no uso de Big Data e analytics.

Haverá histórias de bancos que criaram modelos de risco de crédito, varejistas que usaram análises e dados direcionados para obter vantagens competitivas, profissionais que contaram com sensor de qualificação de dados para assumir o controle do Analytics das Coisas, além de cases, como o de uma loja de departamento na América do Norte que está expandindo suas operações globalmente por meio de plataformas de dados focadas em omni-channel, e do time da NBA, Utah Jazz, que tem usado analytics para revolucionar a experiência dos fãs.

No domingo, 22 de outubro, a Teradata anunciará os avanços em direção a esse futuro através de seus novos produtos e serviços, em primeira mão, para os participantes.

Por dentro do Partners

O Teradata Partners contará com a presença de personalidades, como a vencedora do Emmy, Katie Linendoll, um nome forte na TV norte-americana, que participará das sessões gerais. Katie é especialista em tecnologias e foi repórter nas redes de televisão NBC Today, Fox News e CNN, e será a âncora da mesa de notícias ao vivo do evento. O diretor do MIT Media Lab e co-autor do Whiplash: como sobrevevir ao futuro rápido, Joi Ito, também estará presente. Sua apresentação combinará experiência acadêmica e prática com a visão sobre as novas tecnologias. Além dele, Jason Silva, apresentador do Brain Games, da National Geographic, e da nova série Origins, e criador do Shots of Awe, também será um dos destaques.

Do lado da Teradata, haverá palestras com os principais executivos da companhia, que compartilharão a visão da Teradata para o presente e futuro nas sessões gerais. Entre eles, o CEO, Victor Lund; o vice-presidente executivo e diretor de produtos, Oliver Ratzesberger; o vice-presidente sênior da Think Big Analytics, Rick Farnell; e o CTO da Teradata, Stephen Brobst, que apresentará sessões futurísticas e visionárias – famosas pela grande quantidade de participantes.

Na edição desse ano haverá apresentações de clientes, estudantes, analistas de TI e sessões interativas. Entre os clientes globais estão Ticketmaster, NXP, Semiconductors, 3M, Paypal, Yahoo Japan, Danske Bank, Nationwide, eBay, Overstock.com, Vodafone, Rakuten, Lufthansa, e dos especialistas do time da NBA, Utah Jazz; a sessão ‘Meet Up’ não contará com palestras, nem power points, mas reunirá especialistas de forma bem interativa; na de estudantes, as sessões serão conduzidas pelos vencedores do hackaton da Northwestern University, que aconteceu em maio, e por líderes acadêmicos de Stanford, Oxford e Harvard; e analistas do mercado de TI também apresentarão as últimas tendências e previsões.

Esse ano, a conferência virtual do Teradata PARTNERS será gratuita, e transmitida ao vivo e on demand por mais de 90 dias para qualquer país. Será possível interagir com especialistas da Teradata e seus parceiros durante as sessões virtuais transmitidas entre 23 e 25 de outubro de 2017.

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ESPM aproxima estudantes do mercado de Big Data

Inovação é a palavra-chave do século XXI. Com tantas opções de serviços, criação de startups e avanço tecnológico nos mais variados setores, o Brasil busca opções para surfar essa onda mundial. De olho nessa tendência, a ESPM, referência no setor de educação, inovou ao promover o encontro “Transformação digital e as Revoluções por meio dos dados’’, evento de fechamento do semestre letivo que contou com a presença dos estudantes do curso TECH e três especialistas de negócios da Teradata América Latina: Fausto Novaes, consultor especializado no mercado financeiro; Mauricio Andrade de Paula, consultor responsável pelas indústrias de varejo e manufatura; e Wenceslao Gorchs, consultor à frente dos projetos de Telecomunicações.

Segundo Mauricio Pimentel, coordenador de parcerias do curso TECH da ESPM, “esse tipo de evento é capaz de trazer uma proximidade com o mercado, agregando visão de negócio e casos de uso que normalmente o professor não tem condições de apresentar na sala de aula, mostrando aos estudantes a realidade que é vivida na indústria por quem está ao lado de um grande banco, um varejista com milhares de lojas ou uma gigante da Telecom, por exemplo”.

Para os especialistas da Teradata, essa é uma oportunidade de ajudar na preparação desses novos profissionais para os desafios reais do Big Data e Análise de Dados, acelerando o aumento do grau de maturidade do mercado nacional nestes temas. De acordo com o time da Teradata, “esse tipo de prática é muito comum nos EUA e em outras regiões de atuação da Teradata no mundo e pode ajudar os estudantes brasileiros a chegarem mais preparados para encarar as chamadas ‘dores de mercado’ que o atual cenário nacional e internacional apresenta, gerando muito mais inovação do que vemos hoje”.

Para os especialistas da empresa americana, o principal ponto é que os estudantes ingressem no mercado de trabalho com uma visão analítica de negócios já bem treinada, levando ao aumento da maturidade analítica do mercado brasileiro, independentemente da vertical de atuação.

Pimentel também ressalta que “apesar da distância de maturidade entre o mercado brasileiro e o americano, hoje algumas instituições de ensino buscam deixar para trás o estilo de formação tradicional, investindo em práticas reais de mercado”. De acordo com o coordenador, “esse tipo de evento nos ajuda a entregar ao mercado de trabalho profissionais que ainda são júniores, porém, com uma visão e entendimento de que, no setor de Tecnologia da Informação atual, as empresas compram soluções de negócios e não mais o tradicional ‘bits e bytes’”.

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Experiência do Cliente nos serviços financeiros: como a tecnologia está melhorando a relação cliente x banco ao redor do mundo

Por Fausto Novaes, Business Consultant da Teradata

O sistema financeiro internacional está passando por um processo de transformação intenso, tanto do ponto de vista de gestão de capital quanto de gestão do cliente. As exigências feitas pelos principais reguladores para uma gestão mais eficaz da “saúde” financeiras dos bancos (ex. Basiléia II/III, IRFS 9, CCAR, dentre outras) agora se unem às exigências de seus clientes para uma melhor experiência de consumo de serviços e produtos financeiros. A união dessas duas novas demandas no setor começa a preocupar grandes instituições que, a partir de agora, precisam de ações mais detalhadas e integradas em seus processos diários, principalmente no que se diz respeito a gestão de Cliente/Portfólio.

Esse novo padrão de Customer Experience já mostra seus primeiros impactos no setor financeiro: o surgimento das Fintechs, empresas que por meio da inovação e “simplicidade” de suas interações acabam oferecendo produtos mais focados no consumidor, atrelados a tarifas de serviços mais competitivas. Passando do campo das idéias para o concreto, a operação dessas Fintechs começa a incomodar os grandes bancos exigindo dos mesmos uma ação mais pro-ativa em relação ao entendimento e modernização de sua operação, proporcionando uma melhor experiencia dos clientes em suas respectivas operações.

Esse processo de modernização das interações e oferta de novos serviços financeiros não é uma tarefa tão simples assim. Apesar das grandes instituições financeiras contarem com um ‘punch’ de capital muito maior do que as Fintechs, sabemos que os bancos nasceram com uma visão voltada ’a produto’ e agora o desafio é mudar para o ‘foco no cliente’. Por outro lado, as Fintechs vêm de uma estruturação e oferta de serviços mais voltada as necessidades dos indivíduos, usando a tecnologia para facilitar todo o relacionamento dentro do contexto de consumos de produtos financeiros. Para entrar nessa nova onda das “Fintechs”, é necessário que as grandes instituições financeiras mudem seu mindset, deixando para trás práticas com foco somente em transações (produto), para adotar a análise de interações (cliente).

Se você acha que a diferença está só na nomenclatura, não se engane: instituições internacionais que passaram a analisar todas as interações de seus clientes com o banco, independentemente do canal utilizado, perceberam que essa prática permite que se construa uma visão diferenciada do comportamento dos clientes relativos a diferentes questões de negócios, como por exemplo abandono (Churn), propensão de compras, fraudes, CSI (Customer Satisfaction Index), entre outras demandas. O segredo de uma estratégia voltada ao cliente é a análise sistêmica dessas interações, chamadas de padrões de comportamento (na nomenclatura em inglês PATH Analysis) em que uma interação baseada em um evento de negócios pode começar no ATM, passar pela agência e terminar no celular, por exemplo. O resultado dessas análises diárias é o chamado Customer Journey, processo pelo qual permite ao banco conhecer melhor o caminho percorrido pelo seu cliente oferecendo produtos e serviços que realmente façam diferença na vida dessa pessoa. Este entendimento permite não somente melhorar a colocação dos produtos financeiros como também ajustar como o banco deveria se comportar em sua operção de Multi-Channel.

Colocando à prova esse novo método de relacionamento Banco x Cliente, recentemente um dos bancos líderes nos EUA decidiu investir em sua capacidade analítica na area de canais e começou a integrar todos os dados de operação, independentemente de onde o cliente estava ‘navegando’. Com a visibilidade do caminho percorrido por cada consumidor (Customer Journey), a instituição percebeu que milhares de clientes estavam cancelando sua conta devido à cobrança inapropriada de uma taxa bancária para um certo perfil de clientes. Analisando esse ‘customer path’, o banco percebeu que a maioria dos cancelamentos havia ocorrido depois da tentativa de seguidos contatos passando por internet banking, ATM, call center e agência, para só depois concretizar o cancelamento. Entendendo a necessidade do seu consumidor, o banco estabeleceu uma estratégia reativa a essa questão, tirando a taxa bancária no primeiro contato do cliente e, em casos mais graves, até creditando o valor na conta dos usuários. O resultado final foi a redução do nível de churn em um segmento estratégico, mantendo a satisfação do consumidor que continua a usar os serviços daquela instituição e ainda se sente valorizado.

A análise de path, processo citado acima, permite descrever exatamente os passos que um cliente executa para uma determinada operação, fazendo com que a Instituição Financeira tenha visibilidade dessa interação em tempo real, possibilitando ações que agreguem valor na experiência do consumidor. A integração de várias informações, estruturada e multi-estruturadas para obtenção da visão 360 do cliente possibilita aos bancos um maior conhecimento de seu cliente, já que esses podem organizam essas informações de maneira efetiva, percebendo que o investimento em tecnologia deve ser parte do negócio, tendo influência direta no seu core business.

Nesse caso, principalmente no mercado brasileiro, os grandes bancos terão que decidir se vão agregar o “desenvolvimento interno de soluções” que atendam à demanda dos mais diversos clientes ou se vão se tornar compradores de tecnologia, trazendo para dentro da instituição Fintechs que se destaquem no mercado. Entre as duas opções, o mais garantido é que os grandes players precisarão mudar seu Mind Set para estar em dia com as exigências de mercado. A tecnologia para este processo existe e quem não se estruturar pode acabar ficando para trás.

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Teradata é líder em Abrangência de Visão no Quadrante Mágico de Analytics do Gartner

A Teradata foi posicionada mais uma vez como líder no Quadrante Mágico do Gartner para Soluções de Gerenciamento de Dados para Análise (DMSA). O relatório foi anunciado em 20 de fevereiro de 2017, tendo sido elaborado pelos analistas do Gartner Roxane Edjlali, Adam Ronthal, Rick Greenwald, Mark A. Beyer e Donald Feinberg. A Teradata (NYSE: TDC), uma das principais empresas de soluções analíticas do mundo, foi uma das 20 corporações avaliadas no relatório de 2017. Os fornecedores qualificados são avaliados anualmente pelo Gartner nos quesitos Abrangência de Visão e Capacidade de Execução. Esses temas são analisados por meio de uma pesquisa detalhada, incluindo briefings de usuários das plataformas qualificadas.

O relatório do Gartner começa mostrando a realidade do mercado de análises em 2017. “A disrupção está aumentando nesse mercado, com mais demandas por soluções abrangentes que abordem vários tipos de dados e ofereçam processamento e repositório distribuídos. As soluções em nuvem também estão ganhando força”. O relatório também aborda expectativas que estão crescendo nesse mercado: “Este Quadrante Mágico ainda possui várias lacunas, indicando que o mercado continua exigindo mais inovação e melhor execução para atender às necessidades de nuvem e implantação on-premise, assim como a combinação de nuvem e Big Data”.

“A posição de liderança isolada da Teradata em Abrangência de Visão (Completeness of Vision) reflete nossa busca incansável por excelência nas novas tecnologias de análise que ajudam nossos clientes a se diferenciarem no mercado, aproveitando todo seu potencial analítico”, disse Oliver Ratzesberger, vice-presidente executivo e diretor de produtos da Teradata. “Estou animado para ver como o relatório reconheceu a crescente popularidade do Logical Data Warehouse (LDW), porque este é o lugar onde a Teradata se destaca. Hoje a Teradata é a empresa que melhor exemplifica a abordagem LDW, oferecendo opções de implantação mais flexíveis e alternativas de nuvem híbrida. Esses atributos estão atraindo novos clientes ao mesmo tempo em que ampliam a satisfação e fidelidade de nossos clientes existentes “.

Conforme o mercado exige maior flexibilidade de licenciamento, a proposta de valor do Teradata Everywhere torna-se a mais atraente, oferecendo aos clientes a liberdade de escolha, flexibilidade e desempenho em escala. Combinando essa plataforma com o Teradata Aster Analytics e suporte ao Hadoop, bem como serviços de consultoria de negócios, a Teradata se posiciona como parceira de soluções, ajudando as empresas a se tornarem líderes de mercado. Para garantir eficiências econômicas, a equipe de consultoria de serviços analíticos da Teradata fornece uma prévia do retorno sobre o investimento e impacto estratégico de negócios para qualquer solução analítica antes do começo do projeto.

Para este Quadrante Mágico, o Gartner define as soluções de gerenciamento de dados para análise como “sistemas de softwares completos que suportam e gerenciam dados em muitos sistemas de gerenciamento de arquivos (geralmente um banco de dados ou vários bancos de dados). Estas soluções incluem estratégias específicas de otimização projetadas para suportar processamento analítico, incluindo, mas não se limitando, a processamentos relacionais, processamento não-relacional (como processamento de gráfico) e aprendizagem de máquina ou linguagens de programação como python ou R. Os dados não são necessariamente armazenados em uma estrutura relacional e podem usar vários modelos (relacional, documento, valor-chave, texto, gráfico, geoespacial entre outros) ”.

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Como a análise de dados muda os programas de fidelidade no varejo – Por Mauricio Andrade de Paula

Fidelizar o cliente nunca esteve tão em alta. Além dos tempos de crise exigirem que não se perca clientes segue sendo importante “roubar” consumidores dos concorrentes. Ao mesmo tempo, com o crescimento da maturidade analítica no varejo brasileiro, as empresas do setor querem verdadeiramente conhecer melhor seus consumidores, não mais apenas de forma coletiva, e sim individualizar cada consumidor. Nessa jornada os varejistas começam a perceber que um bom programa fidelidade combina conhecimento sobre o cliente com boas oportunidades relacionadas diretamente com as preferências desse consumidor, melhorando a experiência de compra e agregando valor real ao processo de venda, por meio da otimização de processos operacionais, ou mesmo do aumento das margens e do tíquete médio. Neste cenário de elevação da maturidade analítica aliada aos programas voltados para a satisfação do cliente, o que podemos esperar sobre o futuro desse tipo de estratégia em nosso país?

Hoje os varejistas no Brasil trabalham para colocar o consumidor como peça chave de suas decisões (algo como varejo orientado pelo cliente), onde a análise mais profunda do comportamento do consumidor por meio dos dados disponíveis interna e externamente servem de norte para definição de estratégias de precificação, promoção, comunicação, e afins. Os programas de fidelidade cumprem um papel de “identificadores dos dados”, ou seja, onde as informações antes anônimas agora possuem nome e sobrenome e podem ser analisadas de formas inovadoras, gerando uma série de insights que alimentarão novas ações práticas. Um exemplo poderia ser obter o conhecimento sobre o histórico de compras de um dado domicílio, representado por duas ou três pessoas que mantem relacionamento comercial com a empresa, e assim determinar o que esse lar mais consome, em que momento essa família está (recém casados, filhos pequenos, filhos adolescentes, casal de melhor idade, etc.), podendo gerar correspondência com iniciativas de marketing (por exemplo, cupons promocionais ou conteúdos exclusivos) que atraiam esse consumidor.

Outra prática possível é a análise de sortimento sob essa perspectiva comportamental dos clientes, onde o lojista ganha a capacidade de evitar rupturas ou combinar ofertas com outros produtos de maior lucratividade de forma exclusiva, explorando de forma direta conceitos de up-selling e cross-selling.

Apesar do varejo possuir muitos indicadores (KPIs) e até plataformas de BI (Inteligência de Negócios) bastante sofisticadas, a análise avançada dos dados dos consumidores é que cria a capacidade de encontrar os padrões, tornando fácil identificar e tratar aquilo que é considerado “fora do padrão” e que pode representar um insight de negócio importante: um caso, ocorrido no último Latam Retail Show em 2016 dentro da loja do futuro, foi a descoberta através dos dados de que, dentro daquele ambiente simulado, uma determinada cesta de vinhos era vendida com camisas brancas (produto ponte entre categorias) e com jóias em um único tíquete. Apresentado a este insight, o púbico presente rapidamente gerava estratégias e compartilhava idéias sobre como gerar melhores resultados através da observação do relatório analítico (veja exemplos abaixo onde utilizamos grafos para representar os tíquetes a fim de avaliar a efetividade das promoções e responder outras perguntas típicas de negócio).

Se estamos sempre buscando benchmarks mundiais a fim de estabelecer quem são os melhores com o intuito de aprender com eles e até mesmo “imitá-los”, pode-se dizer que a próxima lição a ser aprendida é “retroceder no tempo”: buscar novamente aquele atendimento emocional, interessado, que só quem conhece verdadeiramente o outro pode fazer. Lá fora, no mercado estrangeiro, já podemos ver algumas tentativas nessa direção buscando aplicar ferramentas de análise de dados e inteligência artificial – a NRF desse ano foi palco dessa mudança, onde as pessoas são o foco.

A celebre frase “…vai o de sempre hoje, Dona Maria…”, repetido inúmeras vezes pelo dono da vendinha da esquina para as nossas avós é o que resume bem essa ideia: o varejista nesse caso já conhece e entende o que seu cliente precisa, eliminando o processo decisório por parte do consumidor, oferecendo aquilo que é necessário. Com isso, a mente do cliente fica “mais à vontade, mais livre”, e este busca uma relação mais constante com o conceito de “familiarizado”, ou seja, ele com o estabelecimento e o estabelecimento com ele. Segundo o artigo apresentado pelos especialistas, repetir o mesmo estímulo no cérebro humano faz com que nossa mente tenha um tempo de resposta mais curto, levando menos tempo para entender o estímulo gerado. Quantas vezes você já não leu um anúncio sem nem ao menos ter olhado a publicidade até o fim? Para os especialistas, o mais importante nesse processo é manter a mesma estratégia sempre, focando no comportamento individual de cada consumidor. Para essa nova corrente de pensamento o mais importante é manter os estímulos, já que nosso cérebro prefere percepções já conhecidas a fatos inusitados na hora de uma compra.

Com um super cérebro analítico a disposição é esperado que os grandes varejistas procurem se assemelhar as lojas de bairro e de menor fluxo de pessoas, onde os clientes tem uma relação mais afetiva com a loja e sua equipe, sendo o oposto também verdadeiro. Segundo os especialistas norte-americanos, o setor varejista deve mirar seus investimentos nos hábitos de cada consumidor – o que tem se traduzido atualmente por conhecer e pilotar a jornada do cliente. Se antes os varejistas menores e locais conseguiam essas informações pela relação interpessoal próxima, hoje grandes redes que atendem milhares de pessoas diariamente buscam emular essa relação de conhecimento e proximidade por meio da análise de todas as informações fornecidas e geradas por cada um de seus clientes.

Mauricio Andrade de Paula, especialista de Varejo e Big Data da Teradata para América Latina.

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Teradata é lider em Big Data e Analytics

A Teradata (NYSE: TDC), empresa líder em soluções analíticas, teve sua posição de liderança reconhecida no mais recente relatório, entitulado “Big Data Warehouse Landscape”, um estudo elaborado anualmente pela The Information Difference, empresa internacional de análise de gerenciamento de dados. A Teradata foi considerada a empresa número um em tecnologia e satisfação do cliente. A empresa também ficou entre os quatro maiores players em presença de mercado. A pesquisa tem como base a avaliação dos 25 maiores fornecedores globais de data warehouse. O relatório da pesquisa mostra provedores de data warehouse posicionados em um diagrama de eixos em duas categorias: Tecnologia e Força de Mercado.

“Nossas avaliações descobriram que a tecnologia da Teradata lidera o mercado global de dados nas categorias: satisfação do cliente, maturidade e funcionalidade”, disse Andy Hayler, diretor executivo e co-fundador da The Information Difference. “A força de mercado da Teradata também continua a ser sólida no começo de 2017, já que a empresa marca presença em todos os líderes de mercado de varejo, finanças, ecommerce, manufatura e outras verticais em todo o mundo”.

Hayler observou que os clientes consultados nesse relatório afirmam que estão mais do que satisfeitos com a tecnologia, serviços e expertise de implantação da Teradata. Hayler felicitou a Teradata no relatório por ter “os clientes mais felizes” entre os 25 maiores fornecedores de Analytics do mundo.

“A Teradata está animada por ter sido nomeada líder tecnológica entre tantos provedores nesse mercado. A análise de dados é a nossa paixão e estamos extremamente focados na inovação, desenvolvendo novas tecnologias que permitam aos nossos clientes gerar resultados extraordinários”, disse Oliver Ratzesberger, Vice-Presidente Executivo e Chief Product Officer da Teradata. “Estamos ainda mais satisfeitos com a liderança na pesquisa da The Information Difference, já que o levantamento teve como base critérios que analisaram a funcionalidade e maturidade das aplicações. Estes são atributos importantes em um momento em que a onda de inovações no mercado pode obscurecer o valor do conhecimento que é gerado pela análise de dados, prejudicando o retorno sobre o investimento que beneficiam os clientes de Teradata. ”

De olho nas inovações de mercado a Teradata lançou em 2016 o Teradata Everywhere , o banco de dados analítico de processamento paralelo mais completo do mundo, atendendo várias nuvens públicas, nuvem gerenciada e ambientes locais, incluindo o Amazon Web Services, o Microsoft Azure, o Teradata Managed Cloud, software de virtualização VMware® e a plataforma Teradata IntelliFlex . Outra novidade é a capacidade de processamento do Teradata “Borderless Analytics” (ou Análise sem Fronteiras), que teve muitos ganhos com as últimas versões do software Teradata QueryGrid para análise em data warehouses heterogêneos que contam com vários sistemas em sua composição. Outra novidade apresentada em 2016 foi o software Teradata Unity para orquestração automatizada e sem interrupções de um ambiente Teradata de nuvem híbrida.

Nesse novo relatório da The Information Difference o posicionamento de cada fornecedor é derivado de um conjunto ponderado de pontuações com base nos seguintes fatores: a satisfação do cliente medida por meio de um levantamento de “clientes referência”, opinião de analistas da tecnologia, maturidade da tecnologia e amplitude tecnológica em termos de sua cobertura se comparada ao modelo de funcionalidade da Information Difference.

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Teradata disponibiliza seu banco de dados no Microsoft Azure e aumenta opções de nuvem hibrida no mercado

A Teradata (NYSE: TDC), empresa líder em soluções analíticas, anunciou o lançamento do Teradata Database no Azure para o primeiro trimestre de 2017, ampliando a oferta aos usuários de big data disponibilizando mais opções de tipos de nuvem que suportam o software Teradata. Hoje muitas empresas enxergam na nuvem uma maneira rápida e flexível para obter valor a partir dos dados, atendendo as suas necessidades comerciais, técnicas e financeiras. Ao combinar o software de data warehouse da Teradata com a agilidade e elasticidade dos serviços de nuvem do Azure os usuários podem se concentrar em gerar valor de negócio sem se preocupar com a administração e manutenção de uma infraestrutura física local.

De acordo com uma recente pesquisa realizada pela Teradata, mais de 90% dos seus clientes irão empregar um ambiente híbrido até 2020, usando recursos locais e de nuvem em seu ecossistema analítico. A mesma pesquisa indicou que 85% dos clientes da Teradata querem consumir pelo menos parte de suas análises em um ambiente de SaaS (software como serviço). Como as empresas buscam cada vez mais a nuvem para criar vantagens competitivas, elas precisam de maior agilidade sem deixar de lado compromissos assumidos e timing de projetos. Esses requisitos são atendidos nas Soluções de Nuvem Híbrida da Teradata, que fornecem flexibilidade na implantação do sistema, aumentando a capacidade de resposta, com níveis de segurança elevados que garantem a privacidade dos dados e a conformidade legal. As soluções de nuvem hibrida da Teradata permitem a otimização de cargas de trabalho em todos os modos de implantação, além facilitar a gestão de ambientes múltiplos e garantir um menor risco de operação por meio da reutilização de ferramentas, capacidades e dispositivos pré-existentes.

“Os melhores players de nuvem híbrida do mercado irão oferecer suporte amplo e multi-plataforma, o que irá possibilitar as empresas usarem o ambiente de nuvem de acordo com suas necessidades reais, independentemente do tamanho ou frequência de uso necessário.”, disse Doug Henschen, vice-presidente e principal analista da Constellation Research. “Atualmente as organizações que optam pela implantação de sistemas em nuvens híbridas estão resolvendo seus problemas de uma forma geral, ganhando flexibilidade e tendo benefícios esperados no planejamento além de alguns outros ganhos que talvez não eram esperados no começo do projeto”. No atual cenário, essas empresas que contam com a implantação hibrida consideram esse sistema muito importante para suas estratégias de armazenamento de dados, estudando casos de uso adicionais incluindo exploração e análise preditiva de dados na nuvem.

“A Teradata acredita que os clientes merecem um bom desempenho e escalabilidade de dados, independentemente da escolha na forma de implantação. Expandir nossas opções de sistema em nuvem para um dos principais provedores de nuvem pública, o Microsoft Azure, nos permite oferecer uma flexibilidade de implantação inédita, possibilitando a oferta de um software completo da Teradata em todas as plataformas “, disse Chris Twogood, vice-presidente de Marketing de Produtos e Soluções da Teradata. “No entanto, é crucial que o software de orquestração de dados assegure que, cargas de trabalho, consultas e usuários possam estar espalhados por um ecossistema heterogêneo ainda assim trabalhando em conjunto como um todo unificado. As Soluções de Nuvem Híbrida da Teradata fornecem todas essas opções. ”

O Teradata Database no Azure irá oferecer autoatendimento, provisionamento em menos de uma hora, serviços “pague conforme o uso” e integração com uma ampla variedade de ferramentas de software Azure e Teradata. Muitas destas ferramentas ajudam a reduzir o tempo necessário para disponibilização do ambiente, aumentar a eficiência e reduzir os riscos de uso, como a rápida e fácil aquisição de novas provas de conceito e assinaturas por hora, por exemplo. Entre os recursos de desempenho estão a confiabilidade e conveniência de um sistema MPP (Processamento Paralelo Massivo) multi-nó que tem escalabilidade de sistema de 1 até 32 nós com recuperação automática de falhas, o que garante estabilidade no poder de processamento. Além disso, está disponível o serviço de backup (e consulta de dados) através do Azure Blob Storage, com fácil integração entre os softwares.

“Nesse mundo orientado pelos dados, o interesse nas análises está em um patamar histórico”, disse Steven Guggenheimer, vice-presidente corporativo e evangelista-chefe da Microsoft. “Os clientes do Microsoft Azure reconhecem o valor que derivam dos dados e estão sempre procurando novas soluções analíticas, como o Teradata Database, que permite inovação constante ao mesmo tempo que otimiza a utilização de recursos e simplifica a supervisão de gerenciamento”.

Na edição deste ano da National Retail Federation (NRF) em Nova York, a Teradata oferecerá demonstrações sobre como os varejistas podem começar a usar esse tipo de tecnologia a favor dos negócios.

O Teradata Database no Azure estará disponível no Azure Marketplacce. Os clientes que já estão familiarizados com o software Teradata e Azure podem fazer a instalação e iniciar o uso em cerca de uma hora. Já os usuários que que ainda não estão familiarizados com a nuvem e ainda não sabem como aproveitar todo o potencial dessa tecnologia para obter resultados positivos de negócios podem utilizar os Serviços Gerenciados e de Consultoria da Teradata, obtendo assim assistência na criação e implantação do software Teradata no Azure.

O Teradata Database no Azure, assim como os Serviços Gerenciados e de Consultoria para Azure estarão disponíveis globalmente no primeiro trimestre de 2017, exceto nos Estados Unidos Gov Iowa, US Gov Virginia e China. O Teradata Aster Analytics no Azure deverá estar disponível no segundo trimestre de 2017.

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Teradata e Tarea fecham parceria mirando novas demandas analíticas no setor público

A Teradata, empresa líder em soluções analíticas, anunciou mais uma parceria em território nacional, dessa vez com a Tarea, empresa de tecnologia situada no Distrito Federal com filial no Rio de Janeiro, que fatura R$25 milhões ao ano com soluções de análise de dados, Business Inteligence e aplicações de Big Data. Segundo as empresas, a nova parceria visa atender a crescente demanda no setor público, que em pouco tempo passou a consumir uma quantidade muito grande de dados por conta do cruzamento de informações entre diferentes órgãos, ampliando sua base de análise de gigabytes para petabytes.

Segundo Rafael Vilela, Diretor da Tarea, “o nível técnico dos clientes está evoluindo de uma maneira muito rápida. Quando realizamos o primeiro contato com um cliente, percebemos que mesmo sem as informações técnicas sobre um appliance de Big Data os administradores vislumbram resultados com o cruzamento de dados, sempre de olho na melhor aplicação dos recursos financeiros e em novos insights que otimizem a operação”.

Para o diretor da Tarea, “essa nova prática de cruzamento de dados foi responsável por gerar uma grande quantidade de informação a serem analisadas, exigindo um bom “motor” para tornar esse tipo de prática uma realidade, sendo a Teradata a líder nessa área”. Hoje órgãos e empresas públicas buscam aglutinar informações em busca de inteligência de mercado, maior conhecimento e expansão do serviço público. Além dessas novas práticas que surgiram a partir do amadurecimento analítico de nossos governantes, outro fator de mercado que chama a atenção é a adoção de sistemas de análise e Big Data em cloud. Para Vilela este pode ser um caminho para democratizar o acesso a esse tipo de tecnologia, barateando o custo do investimento inicial e permitindo que órgãos municipais, muitas vezes pressionados por orçamentos mais restritos, possam aderir a onda da análise de dados também.

Refletindo sobre os objetivos da parceria, Rafael Vilela afirma que os produtos Teradata estarão em 80% dos novos projetos da Tarea, sempre oferecendo escalabilidade e robustez para ambientes analíticos que exijam um poder de processamento eficaz e com alto volume, podendo tornar projetos mais complexos em realidade.

Por parte da Teradata, a parceria representa mais um caminho que pode gerar maior controle nas contas do estado, gerando economia para o setor público. Segundo Carlos Bokor, Diretor de Governo da Teradata, “hoje a palavra de ordem no setor público é controle, e nada melhor do que a tecnologia de análise de dados e Big Data para solucionar problemas crônicos. Se antes os administradores públicos “sentavam” em cima dos seus silos de dados, hoje os governantes mais atentos buscam o cruzamento dessas informações, sempre com o objetivo de gerar ganhos para o Estado como um todo”.

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Retail Labs: você sabe o que é isso?

Por Mauricio Andrade de Paula, especialista de Varejo e Big Data da Teradata para América Latina.

O novo termo do momento são os Retail Labs, ou Laboratórios de Varejo em uma tradução livre para o português, expressão usada para designar iniciativas e espaços que buscam a inovação nas operações do varejo, como uma unidade pensante e idealizadoras de ações “fora da caixa”. Apesar do termo querer trazer um ar de novidade e modernidade, essa prática não é tão nova assim no setor varejista: quem está por dentro dos negócios do varejo sabe que esse setor tem as palavras transformação e inovação como seus principais pilares, sempre buscando saídas novas para melhorar a experiência dos clientes e criar níveis de excelência operacional. Porém, o que muda com essa “nova” abordagem materializada nessa proposta de criação de novos centros de inovação?

O laboratório é onde se aprende errando – A operação dentro do varejo não permite erros: com um cenário tão competitivo, onde o lucro e as oportunidades estão nos pequenos detalhes, qualquer erro pode custar muito caro. Porém, inovar e achar novas alternativas para uma operação não é tão simples assim. Muitas vezes uma novidade precisa de ajustes, não sendo um sucesso logo de cara, mas com alguns reparos aqui e ali, podem gerar novas opções para o varejista. Essa é a principal semelhança de um Retail Lab com um centro de Pesquisa & Desenvolvimento: orientação para geração de experimentos controlados dentro desse ambiente, permitindo erros e acertos que aumentem o nível de conhecimento do varejista, sempre com resultados sendo analisados na prática. Além dessa liberdade de tentativa e erro, o laboratório busca aproximar os “profissionais-cientistas” do dia-dia do varejo, mas mantendo uma blindagem que evite que essas pessoas sejam sugadas pela problemática e desafios operacionais comuns do dia a dia. Trata-se de ser pragmático: direcionar e aproveitar as competências e energia desses profissionais para novas descobertas e insights que realmente trarão benefícios quantificáveis.

A tecnologia como um meio, e não fim – As ferramentas de análise de dados e de Big Data, sejam hardware, software, serviços ou uma conjunção de todas essas coisas, nunca estiveram tão ao alcance de todos como agora – seja por questões de ordem financeira (custo), seja por questões de disponibilidade do conhecimento. Porém, como agregar valor real ao fazer este tipo de investimento? A resposta é entender a tecnologia como caminho, ou seja, uma viabilizadora do resultado final, uma aliada importante na busca pelas respostas para suas perguntas de negócio. Hoje eu afirmo (e tenho a disposição uma ampla gama de casos de uso implementados que reforçam a tese) que a análise avançada dos dados (que provavelmente já estão sendo geradas e armazenadas pelos varejistas) é fundamental na obtenção de sucessos nas duas tarefas mais importantes do varejo: melhorar a experiência do consumidor e estabelecer a excelência operacional – seja através da otimização de processos internos, da criação de promoções mais direcionadas, da conquista e fidelização dos clientes, da redução de custos – promovendo maior lucro para o varejista. Cabe lembrar que as descobertas aqui não representam coisas ligadas a tecnologia, mas sim detalhes do comportamento do consumidor, da operação das lojas, resultados das iniciativas promocionais, etc. que demandarão um “ouvir ativo” para que os insights encontrados sejam rapidamente transformados em ações práticas que gerem novas informações para novas análises e novos ajustes de rota – é um ciclo contínuo. Acredite naquilo que seus dados revelarem e transforme essas respostas em missões críticas para o sucesso.

Diversificar para inovar – Outra característica inerente aos Retail Labs é o intercâmbio de profissionais inovadores. Não entendeu? Em alguns casos implementados ao redor do mundo, os laboratórios de varejo podem selecionar pessoas de diversos setores (marketing, operações, logística, comercial, etc.), que já fazem parte do quadro de colaboradores da empresa, e que tem em comum uma capacidade intra-empreendedora aguçada para atuar como temporários em algum experimento no qual seus conhecimentos, habilidades e atitude farão a diferença. Combinar estes especialistas com cientistas de dados, por exemplo, permitirá a criação de uma ampla gama de soluções inteligentes e eficazes, muito mais próximas dos contextos cultural e operacional da empresa, o que aumenta muito as chances de sucesso. Após o objetivo alcançado, os especialistas voltam para suas posições de origem com um novo papel: de embaixadores da mudança e líderes da implantação dessas novas formas de fazer negócios.

É possível fazer a terceirização de um Retail Lab? – Sim. Hoje o varejista brasileiro já tem a opção de “terceirizar” grande parte de seu laboratório, contando com empresas aqui no Brasil, como a Teradata, que possuem especialistas da indústria, arquitetos de solução tecnológica e cientistas de dados que ajudarão nessa busca pela inovação. O processo é praticamente o mesmo do feito “em casa”, porém com um parceiro que irá fornecer acesso ao estado da arte em tecnologia, a especialidade em lidar com os dados e o conhecimento de mercado, cabendo ao varejista fornecer os dados e mobilizar alguns de seus especialistas intra-empreendedores em tempo parcial durante a realização do experimento. A principal vantagem dessa prática é a flexibilidade: Um laboratório não irá fabricar inovações diariamente, já que depende de todo um processo de pesquisa, análise e testes. Por isso, contar com um parceiro que permita ao varejista buscar inovações em momentos e pontos específicos certamente irá baratear e facilitar a busca por melhores práticas. Em alguns varejistas onde esse processo já está em andamento, uma “corrida pela inovação” – que representa um experimento com escopo definido – tem sido realizada em um período de 6 a 10 semanas, o que é muito rápido quando comparado as abordagens tradicionais. Além da diminuição do custo, a terceirização do seu Retail Lab pode ser ainda mais positiva quando somada a experiência do parceiro, que pode usar casos de uso e benchmarks internacionais para direcionar e acelerar os resultados dentro de um novo projeto.

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Loja do futuro mostra novas possiblidades tecnológicas para o mercado varejista brasileiro

A Latam Retail Show 2016 irá acontecer entre os dias 23 e 25 de agosto, apresentando o que há de mais novo para o varejo brasileiro, abordando conceitos como “grandes ideias que inspiram”, “melhores práticas nos negócios” e “o futuro do consumo”. Dentro da feira teremos a “cereja do bolo”, a Loja do Futuro: um local que vai mostrar novas tendências e práticas de mercado que já estão a disposição do mercado varejista.

Para a Loja do Futuro, o GS&MD preparou quatro ambientes, sendo eles: moda, alimentação, beleza e conveniência. Independente da seção que o participante esteja, ele vai ter a possibilidade de experimentar o conceito de “Experiência 5.0”, que nada mais é que a integração entre loja e consumidor, permitindo que os varejistas presentes sintam “na pele” esse tipo de conceito.

A Loja do Futuro apresentará três tipos de experiência, envolvendo a jornada do consumidor, do vendedor e do gestor, gerando diferentes visões, sensações e análises, criando uma experiência diferenciada. No interior da loja a integração entre pessoas e tecnologia promete propiciar ao visitante integração física e digital, possibilitando a personalização, atendimento consultivo de alta performance, ativação e total controle de todos os dados analíticos para melhora dos resultados.

A análise de dados e o futuro do varejo – O consumidor moderno é cada vez mais analítico: pesquisa antes de qualquer compra, vê os reviews do produto, opiniões sobre a entrega, durabilidade, garantia e outros vários fatores antes de uma compra. Ao varejista que não quer ficar para trás, cabe adotar esse comportamento, deixando a agressividade de outros tempos para ser mais assertivo, mais pessoal. Pensando nisso, o GS&MD apresenta o “cérebro” da Loja do Futuro, a “brain room”. Para Maurício de Paula, consultor de negócios sênior para a indústria do varejo e big data para América Latina da Teradata “os dados são o caminho para o futuro do varejo. Independente do seu nível de concordância ou não com essa afirmação, o fato é que as tecnologias digitais e móveis, mídias sociais e a internet (das coisas e sem as coisas) geram informações para ajudar os varejistas a fazerem novas perguntas de negócios, descobrir respostas e capitalizar oportunidades sem precedentes”. De acordo com a Teradata, empresa responsável pela central de análises, o centro de analytics vai mostrar como um bom gestor pode acompanhar todos os processos dentro de sua loja, adquirindo conhecimento sobre suas operações, vendas e experiência de compra do consumidor, sempre com o intuito de gerar novos insights positivos.

Para Maurício, a loja do futuro que está cada vez mais no “presente” será uma excelente oportunidade para os participantes da feira conferirem as novas práticas de mercado e o tal “Big Data”. Toda essa tecnologia será demonstrada de forma pragmática, mostrando como o mercado do varejo pode e deve aplicar a análise de dados e novas tecnologias a fim de criar aplicações analíticas que estejam diretamente relacionadas as tomadas de decisões, impactando os processos de negócio geradores de receita.

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O caminho do sucesso do seu e-commerce passa pela “busca”

O consumidor moderno é cada vez mais empoderado, busca as melhoras saídas, busca os melhores preços, busca as melhores avaliações. Você achou que a palavra “busca” foi usada muitas vezes? Isso foi só para ilustrar a importância desse mecanismo na estratégia de vendas da sua empresa.

Em tempos nos quais o e-commerce segue crescendo, não apenas em volume de vendas e clientes, mas também em número de produtos ofertados (fenômeno do Marketplace) é normal que fique cada vez mais difícil de se encontrar o que é desejado usando um contexto de navegação convencional, que filtra as buscas em categorias, subcategorias e lista de produtos. O cliente moderno quer encontrar o que ele busca com apenas uma pesquisa, um click. Além desse fator comportamental, temos dados que mostram que a busca de um e-commerce é o primeiro mecanismo a ser usado por um consumidor dentro de um website. Caso essa experiência não seja positiva, é possível que você esteja mandando esse cliente direto para o concorrente, tendo um abandono silencioso e perigoso, que muitas vezes define o insucesso ou prejuízo da sua operação online.

A “busca” em dados – Segundo pesquisa da Teradata, 75% dos consumidores só olham a primeira página de resultados de uma pesquisa. Desses clientes, 35% deles dão atenção somente aos três primeiros itens da lista, ou seja, você tem uma amostra de erros e acertos muito pequena, exigindo mais assertividade do que complexidade.

A análise de dados a favor da sua busca pelo sucesso – Eu sei como escrever? O café é espresso ou expresso? Eu talvez não saiba o nome da marca, nem o nome técnico do produto, mas eu quero um item específico, será que a busca vai retornar algum resultado que atenda o meu desejo de compra? E se retornar vai ser o produto ou um conjunto de produtos que realmente estão relacionados aquilo que estou buscando? Analisando esse tipo de informação (o que está sendo procurado, como, pesquisas que retornam “zero produtos” aos visitantes, etc.) pode-se obter uma série de insights diferentes que se tornam ações práticas de correção ou mesmo de “aprendizado” para o motor de buscas, otimizando as conversões em vendas.

Soluções para pequenos, médios e grandes – Hoje, as ferramentas de análise de dados atendem todo o tipo de varejista virtual. Segundo Mauricio de Paula, consultor sênior para indústria do varejo e big data para América Latina da Teradata, ‘Todos os e-commerce deveriam se beneficiar desse tipo de abordagem: hoje existem soluções “prontas” que podem ser customizadas e rapidamente aplicadas, gerando valor instantâneo não necessitando de grandes investimentos na largada do projeto, podendo inclusive explorar modelos como “as a Service”, atendendo a cada demanda e poder de investimento.

Como resultado, no curto prazo essas melhorias podem gerar aumento nas conversões e na satisfação de compra dos usuários. No médio e longo prazo essas medidas podem ocasionar a criação de uma inteligência associativa que pode ser utilizada para melhorar questões relacionadas a lealdade entre outras aplicações analíticas, como: afinidade de produtos, comportamento dos consumidores/segmentação de clientes, etc.

Ficou interessado? Está “buscando” soluções para a ferramenta de pesquisa do seu e-commerce? Venha participar do Comitê de E-commerce, organizado pelo IBEVAR e Teradata. O evento, que acontece dia 16/08, na sede do IBEVAR, irá discutir os temas mais relevantes para a gestão inovadora de um e-commerce, seus desafios e principais ferramentas de análise de dados disponíveis para esse mercado virtual. Para maiores informações: contato@ibevar.org.br

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Victor L. Lund é o novo presidente e CEO da Teradata

A Teradata (NYSE:TDC) anunciou que seu conselho administrativo elegeu Victor L. Lund como novo CEO da companhia. Lund é membro do conselho administrativo da empresa desde 2008 e irá substituir Mike Koehler, que deixou a presidência da Teradata, assim como o cargo de CEO e seu lugar no conselho da companhia.

Lund tem como marca registrada de sua carreira supervisionar e executar transformações, agregando crescimento e desenvolvimento em todos os setores que atuou. O novo CEO da Teradata irá agregar valores operacionais e de liderança, tendo conhecimento de gestão financeira e perspectiva de negócios globais.

“Vic é um importante membro no Conselho Teradata, além de ser peça fundamental na supervisão das recentes transformações da companhia”, disse Jim Ringler, presidente do Conselho Administrativo da Teradata. “Ele tem uma compreensão profunda dos nossos negócios, operações e estratégias implementadas. Na Teradata, estamos realizando uma transformação abrangente, incluindo nossas tecnologias e estratégia de mercado. Estamos confiantes de que, sob o comando de Vic, a Teradata irá estar preparada para aproveitar os benefícios dessas mudanças, construídas sobre os pontos fortes da empresa, impulsionando o crescimento no longo prazo e consequentemente aumentando o valor da companhia para os acionistas. Como CEO, Vic irá estar focado em planejamento de desenvolvimento e sucessão organizacional, implementando a liderança necessária nessa nova fase da empresa.”

“Em nome do Conselho Administrativo e da Teradata, eu quero agradecer Mike por suas muitas contribuições à companhia. Durante seu mandato como CEO da Teradata, Mike colocou a empresa como líder de mercado sem perder o reconhecimento dos principais analistas da indústria de inovação tecnológica. Mike será sempre conhecido por seu compromisso permanente para com o sucesso dos clientes”, acrescentou Ringler.

“Tem sido um privilégio liderar funcionários tão talentosos nos últimos 14 anos, estou extremamente orgulhoso das muitas realizações que a equipe Teradata alcançou durante o meu mandato. Eu acredito que agora é o momento certo para uma nova liderança que irá levar a empresa adiante” disse Mike Koehler.

“É uma honra ser nomeado Presidente e CEO da Teradata”, disse Lund. “Durante o meu tempo no Conselho Teradata, pude saber exatamente onde estamos, mas, mais importante do que isso, consegui aprender para onde precisamos ir. Eu tenho uma paixão pela Teradata e pela nossa transformação, tendo a intenção de supervisionar pessoalmente algumas mudanças necessárias. Com o apoio da talentosa equipe da Teradata, vamos otimizar nossa estratégia de mercado, desenvolver novas soluções baseadas em nuvem e oferecer a flexibilidade que nossos clientes precisam, revigorando nossa organização e liderança de mercado, entregando bons resultados a nossos acionistas” completou o novo comandante da companhia.

Sobre Victor L. Lund

Lund foi presidente do Comitê de Auditoria no Conselho Administrativo da Teradata. Ele era o presidente não-executivo do conselho da DemandTec, Inc., uma empresa de capital aberto que atuava na área de aplicações on-demand entre 2006 e 2012. Anteriormente, Lund foi presidente não-executivo do conselho da Mariner Health Care, Inc., uma empresa de health care, ocupando esta posição entre os anos de 2002 a 2004, trabalhando também como vice-presidente da Albertson Inc., entre 1999 a 2002. Além de todas essas posições, Lund foi presidente do Conselho da American Stores Company de 1995 a 1999 e chefe diretor executivo da entidade de 1992 até 1999. Durante sua carreira de 22 anos, Lund ocupou vários cargos executivos operacionais. Victor Lund também atuou como diretor de Service Corporation Internacional em uma série de conselhos de empresas de capital aberto, incluindo Del Monte Foods Company e Delta Airlines.

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Você sabe o que é uma empresa senciente*?

Os avanços tecnológicos continuam em evolução, os volumes de dados estão explodindo e, como consequência, as organizações têm a obrigação de aperfeiçoar seus recursos mantendo o ritmo diante da aceleração da velocidade nos negócios. A proliferação do Big Data e as evoluções no processo de análise, juntamente com uma crescente demanda dos consumidores por interação em tempo real, estão criando a próxima mudança tecnológica importante: um estado ou conceito denominado de “Empresas Sencientes” ou “Sentient Enterprises”.

As empresas querem ser cada vez mais rápidas e mais ágeis, mas continuam enfrentando alguns desafios com relação ao atendimento em tempo real e funções de autosserviço. Em um esforço para aumentar a agilidade, as empresas criam silos de dados que acabam retardando a movimentação de dados e os processos de transformação.

A ousada visão da Teradata para o futuro das análises de dados se traduz através das “Empresas Sencientes”, capazes de detectar micro tendências nos dados, fazer análises automatizadas, além de tomar decisões autônomas com pouca ou nenhuma intervenção humana. Muito mais do que tecnologia, trata-se de uma capacidade de visão do cliente que depende de pessoas, de processos e de uma cultura que o ajude a fazer mais com menos, mais rápido.

As Empresas Sencientes estão sempre evoluindo e, apoiadas em inteligência emergente, tornam-se cada vez mais sofisticadas. Com a adoção dessas práticas temos uma maior agilidade com os dados, implantação de uma mentalidade baseada em comportamentos, além de promover a colaboração e a construção de processos repetitivos usando algoritmos em escala que possibilitam a essas empresas serem mais produtivos e ágeis, enquanto reduzem riscos e promovem redução de custos. A Teradata integra uma vasta gama de tecnologias escaláveis, sejam de código aberto ou proprietárias, suportando essa visão de Empresas Sencientes com uma arquitetura extremamente flexível, poderosa e colaborativa sem as barreiras dos silos legados de informação.

*senciente: que sente ou tem sensações; sensível; sensitiva; responsiva; suscetivel.

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Teradata apresenta novos conceitos de Big Data e Analytics em evento do Gartner

A Teradata, (NYSE: TDC), empresa de big data, análise de dados e aplicações de marketing, irá apresentar o que há de mais novo no mercado de Big Data, Analytics e Data Warehousing na Conferência Gartner 2016. O evento organizado e realizado pelo Gartner® irá debater as principais tecnologias, soluções e práticas do setor. O objetivo da conferência é capacitar líderes de empresas que possam trabalhar com análises de dados, gerenciamento de informações e business inteligence em todos os campos e áreas da companhia, permitindo assim tomada de decisões rápidas e assertivas.

Acreditando no valor e potencial que a cultura de análise traz para o mercado, a Teradata irá apresentar suas principais ferramentas e serviços voltados a análises de dados empresariais, data warehousing corporativo e arquitetura de análise de dados. O conjunto dessas práticas dá origem a um novo tipo de empresa, classificada pela Teradata como “Sentient Enterprise” ou “Empresas Conscientes”. Para explicar melhor esse conceito, a Teradata irá apresentar uma palestra para os participantes do evento. O palestrante Mauricio de Paula, Senior Industry Consultant da Teradata, explica que “a visão da Teradata para o futuro das análises de dados se traduz através das “Empresas conscientes” ou Sentient Enterprise, capazes de detectar micro tendências nos dados, fazer análises automatizadas, além de tomar decisões autônomas com pouca ou nenhuma intervenção humana. Muito mais do que tecnologia, esse conceito permite ter capacidade e visão para lidar com desafios individuais, ajudando a fazer mais com menos e de maneira mais rápida através de tecnologias emergentes”.

Além da palestra, a equipe Teradata Brasil estará presente nos dois dias do evento, respondendo dúvidas, apresentando práticas, ferramentas e novas soluções em seu stand para profissionais que queiram transformar sua empresa em uma “Sentient Enterprise”.

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