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Cabeamento estruturado, solução ideal para a rede de informações

O cabeamento estruturado é um sistema padronizado para cabear qualquer tipo de rede de comunicações, independentemente de sua utilização final, como, por exemplo, telefonia, internet, transmissão de dados e voz, multimídia, etc.

Ou seja, qualquer forma de comunicação e de informação pode ser transmitida através do mesmo cabo utilizando uma mesma estrutura.

O cabeamento estruturado é a solução mais adequada para garantir um bom sistema de comunicações, oferecendo maior flexibilidade, principalmente para empresas que, de acordo com suas necessidades, exigem movimentação ou reorganização de setores e pessoas. Com o sistema de cabeamento estruturado é possível fazer o planejamento adequado para acomodar as alterações, acréscimos e mudanças, criando uma base sólida para a rede de informações.

O cabeamento estruturado e suas vantagens

Com o cabeamento estruturado, a empresa evita perda de tempo de trabalho, economizando investimentos e prevenindo congestionamentos em horários de pico, que poderiam reduzir de forma drástica a transmissão de dados e informações.

Com avançada tecnologia, o cabeamento estruturado oferece para as empresas grandes vantagens competitivas, permitindo que as informações sejam transmitidas ou compartilhadas através de uma mesma rede, fazendo uso do mesmo sistema operacional e agilizando todas as atividades e processos empresariais.

A rede montada com um cabeamento estruturado pode suportar todo tipo de aplicações, como dados, vídeo, multimídia e voz, através de uma grande capacidade de processamento e utilizando materiais que permitem acesso com maior velocidade.

A instalação do cabeamento estruturado tem necessidade de ser feita com materiais de primeira linha, com um serviço de infraestrutura adequado e dentro de um projeto específico para assegurar o melhor funcionamento dentro das necessidades empresariais. Além disso, também é necessário que tenha total flexibilidade para atender às mudanças internas, tanto de pessoal quanto de layout ou de novas tecnologias.

De acordo com as necessidades da rede de informações, o cabeamento estruturado pode ser montado com cabos de cobre de par torcido ou cabo de fibra ótica ou coaxial, devendo, no entanto, atender as normas técnicas específicas. Dessa forma, o planejamento para a rede física pode combinar cabos UTP, blocos de conexão e adaptadores, além de outros elementos.

Como se trata de uma rede que precisa suportar os mais diversos dispositivos de telecomunicações, pode-se fazer o planejamento sem haver necessidade de conhecimento sobre os produtos que serão aplicados. O que se torna necessário é o conhecimento da extensão do cabeamento e a segmentação do tráfego, evitando-se possíveis interferências magnéticas.

Os principais elementos do sistema de cabeamento estruturado são os cabos horizontais, instalados horizontalmente entre o piso e o teto e o cabo vertical, que interliga os diversos setores ou divisões, comunicando-se com a central e com os equipamentos de telecomunicações.

As normas técnicas do cabeamento estruturado

O cabeamento estruturado deve seguir as orientações da NBR 14565, da Associação Brasileira de Normas Técnicas, segundo o método básico de composição dos projetos para redes de cabeamento para comunicação à distância.

A norma estabelece os critérios para suprir todas as necessidades, com o objetivo de atender as redes primária e secundária, abrangendo todos os componentes que constituem o sistema de comunicação de cada empresa, levando em consideração aspectos de desempenho, de comprimento, de atenuação e de largura de banda, além dos fatores específicos que possam trazer benefícios à empresa.

Uma rede de cabeamento estruturado permite eliminar a instalação de cabos os mais diversos, atendendo a todo o sistema de comunicação empresarial, oferecendo maior segurança ao sistema e permitindo a separação dos cabos condutores de eletricidade.

A plataforma oHub oferece uma lista completa das empresas que atuam no setor, fazendo o planejamento e a instalação de redes de cabeamento estruturado, atendendo todas as normas específicas para o setor de telecomunicações e possibilitando a manutenção de um sistema de informações confiável. Confira no endereço abaixo:

https://www.ohub.com.br/empresas/telecom/cabeamento-estruturado

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IDT Brasil lança solução de telefonia baseada na nuvem

A IDT Brasil, uma subsidiária da IDT Corporation (NYSE: IDT), uma provedora global de serviços de comunicações, lançou hoje o serviço de Pabx hospedado na nuvem para empresas brasileiras e fornecido pela net2phone, uma empresa de comunicações baseadas na nuvem da IDT.

O serviço IDT PABX, o pabx virtual hospedado da IDT Brasil aproveita sua infraestrutura local e o poder da nuvem para auxiliar as empresas brasileiras a fazerem um upgrade dos sistemas de telefonia legados de alto custo para uma solução VoIP baseada na nuvem e rica em recursos por um custo menor.

A solução IDT PABX, o Pabx virtual hospedado na nuvem da IDT Brasil inclui:

– Versatilidade e funcionalidade de telecomunicações VoIP com inúmeros recursos inclusive correio de voz para e-mail, atendentes automáticos personalizados e gestão de chamadas com o recurso encontre-me / siga-me;

– Portabilidade gratuita e conveniente de números existentes para a solução Pabx hospedado;

– Chamadas nacionais ilimitadas para linhas fixas em todo o Brasil e tarifas baixas por minuto para telefones celulares nacionais;

– Chamadas ilimitadas para os Estados Unidos e para mais de 20 outros destinos internacionais populares.

Todas estas vantagens estão incluídas por uma baixa tarifa mensal fixa por unidade/usuário.

O serviço IDT PABX, o pabx hospedado da IDT Brasil está agora disponível nas maiores cidades do Brasil, entre elas São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Belo Horizonte e Porto Alegre.

“Trabalhamos muito para desenvolver uma solução Pabx hospedada robusta e direcionada especificamente para o mercado brasileiro”, disse Jonah Fink, presidente da net2phone. “Nossa solução tem como base mais de uma década de experiência atendendo às necessidades das empresas brasileiras, nossa ampla infraestrutura em todo o país e nosso experiente pessoal brasileiro local. Conhecemos as empresas brasileiras e estamos comprometidos a fornecer aos nossos clientes uma solução Pabx baseada na nuvem de classe internacional para telefones comerciais.”

O serviço IDT PABX, o pabx hospedado da IDT Brasil está disponível através de distribuidores e parceiros de canal em todo o país incluindo operadoras de TI e serviços de telecomunicações. Para mais informações sobre como tornar-se um distribuidor, envie um e-mail para contato@idt.net.

“O IDT PABX da IDT Brasil fornece às empresas brasileiras um upgrade dos sistemas legados de telefonia para uma solução sofisticada baseada na nuvem com funcionalidade vastamente superior e maior versatilidade… por um custo menor”, disse Daniel Londynski, presidente da IDT Brasil.

Para obter mais informações sobre os produtos Pabx hospedado da IDT Brasil acesse www.idtpabx.com.br.

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PROTESTE recomenda cautela quanto a propostas para mudar Marco Regulatório das Telecomunicações

Mudanças no modelo de telecomunicações do País estarão em debate nesta terça-feira (25), em Brasília. A revisão do Marco Regulatório das Telecomunicações vai definir em muito o modelo de desenvolvimento brasileiro nos próximos anos e, por isso, a PROTESTE Associação de Consumidores defende que deve haver cautela e muito debate antes de alterar a Lei Geral de Telecomunicações (LGT).

Qualquer alteração no atual modelo regulatório deveria se dar sobre bases sólidas, e não apenas para atender os interesses das operadoras de acabar com o regime público da telefonia fixa, defendeu a Associação nesta terça-feira, na audiência da Comissão de Constituição e Justiça, da Câmara dos Deputados, promovida para discutir o Projeto de Lei nº 3.453/2015.

O PL 3.453/2015 propõe mudanças pontuais, incoerentes com outras disposições da LGT, avalia a PROTESTE. “As alterações são insuficientes para garantir que o setor se desenvolverá de modo sustentável, e de acordo com a finalidade de inclusão digital, estabelecida expressamente com a edição do Marco Civil da Internet (artigo 27, inciso I)”, destaca a advogada Flávia Lefèvre Guimarães, que representou a Associação na audiência pública.

Entende a PROTESTE que o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações deveria estar conduzindo diretamente o processo de revisão do modelo regulatório do setor de telecomunicações. E a partir de estudos profundos e interlocução com os agentes envolvidos, com debates abertos com a sociedade, para definir diretrizes para um planejamento de longo prazo, de forma consistente e democrática.

Saiba mais

O projeto em tramitação em caráter conclusivo na Câmara dos Deputados, não resolve o problema de falta de competição no setor. Hoje, apenas três empresas respondem por mais de 85% do market share da banda larga fixa, segundo dados da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

Com a proposta de as empresas hoje no mercado (Vivo, Net e Oi) trocarem o valor dos bens reversíveis (R$ 17 bilhões de acordo com dados da Anatel, ou R$ 108 bilhões conforme cálculos do Tribunal de Contas da União) por novos investimentos em redes privadas, há reforço à vantagem que têm no mercado.

Os bens públicos cuja posse, de acordo com a LGT deveria ao final das concessões passar para a União, pelo seu caráter estratégico aos serviços de telecomunicações, podem ser revertidos para construção de redes de banda larga privadas das quais usufruem apenas as operadoras sem obrigações de compartilhamento.

A PROTESTE obteve vitória na Justiça na ação civil pública contra a União e Anatel, em que pede a inclusão dos inventários de bens reversíveis aos contratos de concessão. A ação foi considerada procedente e confirmada pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região em março último.

A configuração jurídica definida pela LGT já foi bastante distorcida desde a sua edição em 1997 com a alteração do Plano Geral de Outorgas, ocorrido em 2008, para viabilizar a incorporação da Brasil Telecom pela Oi.

Houve também a alteração do artigo 86 da LGT em 2011, com a Lei nº 12.485, permitindo que as concessionárias prestassem outros serviços além do serviço de telefonia fixa comutada (STFC). Além disso, houve desrespeito à proibição de subsídios cruzados entre modalidades de serviços. E até hoje as tarifas da telefonia fixa não são reguladas pelo custo. Apenas em 2019 o modelo de custos será aplicado.

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6 principais mudanças na relação consumidor e empresas de telefonia

Desde o último dia 10 de março deste ano já está em vigor a Resolução 632/14 da Anatel, que teve impacto direto na relação entre consumidor e empresas prestadoras de serviços de telefonia.

“A proposta foi bastante positiva para os consumidores, que conseguiram ampliar seus direitos e ter um melhor acompanhamento de contrato, valores pagos, dentre outras coisas relacionadas ao serviço de telefonia”, conta Cyro Alexandre Martins Freitas, sócio da área empresarial da Delgado e Freitas Advogados.

Veja os seis principais pontos associados ao tema, segundo a Delgados & Freitas Advogados:

1) Uma das novidades previstas na resolução é a notificação prévia do consumidor quando seu consumo se aproximar da franquia contratada, no caso do pagamento pós-pago. Já no caso do pré-pago, o consumidor deve ser avisado quando os créditos estiverem na iminência de acabar ou expirar;

2) Deve ser disponibilizado um espaço no site da prestadora de serviço, com recurso que lhe possibilite o acompanhamento do uso do serviço contratado (art. 62). O relatório detalhado dos serviços prestados deve estar disponível em página na internet e também em versão impressa, caso o cliente solicite;

3) A norma prevê, no art. 22, que, no espaço reservado ao consumidor no site, deve constar, entre outros pontos, acesso ao contrato, tipo de plano, valores pagos nos últimos seis meses, detalhes dos serviços prestados e o perfil de consumo dos últimos três meses;

4) Se o usuário já consumiu a franquia que contratou, a prestadora pode suspender a prestação do serviço até o próximo ciclo de faturamento. Mas, em razão do modelo de negócios adotado, as operadoras geralmente optam por deixar que o consumidor continue usufruindo do serviço, mas com velocidade reduzida;

5) A prestadora não pode enviar mensagens de cunho publicitário, sem o consentimento expresso prévio do cliente. O recebimento dessas mensagens também pode ser cancelado a qualquer momento junto à prestadora;

6) A resolução prevê que o consumidor pode cancelar um contrato de serviço de telecomunicações sem falar com o atendente, e o cancelamento deve ser processado em até dois dias úteis. Em caso de cancelamento antes do prazo final de permanência mínima, poderá ser cobrada multa de rescisão, que deverá ser proporcional ao tempo restante da fidelização, bem como ao valor do benefício oferecido.
“A Resolução da ANATEL é muito importante, sendo que não visa apenas aumentar os direitos dos consumidores, ela também ratificar alguns direitos, em especial, o acesso à informação”, finaliza Cyro Freitas.

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Pesquisa de satisfação com Teles não reflete realidade

A PROTESTE Associação de Consumidores enviou ofício à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) solicitando esclarecimentos sobre a metodologia utilizada na pesquisa de avaliação dos serviços de telecomunicações pelos usuários. A dúvida é como pode ter avaliação positiva um setor campeão de reclamações nos órgãos de defesa do consumidor, principalmente pela má qualidade na prestação dos serviços.

A Associação questiona como mais da metade dos usuários de telefone celular pós- pago se mostrou indiferente (nem satisfeito nem insatisfeito) em relação aos serviços; assim como 42% dos usuários da banda larga e 40% na telefonia fixa. Foram avaliados diversos níveis de percepção dos consumidores sobre os serviços de telefonia fixa, celular e TV por assinatura, e a banda larga associada a estes serviços. Metade de usuários de telefonia fixa considera o serviço regular ou ruim.

A avaliação que refletiu melhor a realidade foi em relação aos telefones públicos, os orelhões, cujas entrevistas foram feitas pessoalmente. As demais foram por telefone. Apenas 1,1% consideram o serviço satisfatório. Cerca de 45% estão insatisfeitos com os orelhões. E 5,2% estão totalmente insatisfeitos com o serviço no país, enquanto 48,7% consideram regular.

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