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SearchInform traz ao Sul conferência sobre segurança da informação no Brasil

Pela primeira vez na região Sul, a SearchInform irá reunir especialistas e profissionais de segurança da informação (SI) para falar sobre novas soluções, ameaças e tipos de fraudes praticadas na atualidade, em uma série de conferências gratuitas – o Road Show Brasil 2018. Tendo com tema, “Money Loss Prevention: a proteção do futuro”, a ação acontecerá em 21 de agosto, em Joinville (SC), das 9h às 12h, na Associação Empresarial de Joinville.

Baseado em exemplos de casos reais da prática de clientes, os especialistas da SearchInform abordarão os riscos explícitos e ocultos provocados pelo comportamento de funcionários, e ainda demonstrarão uma investigação dos incidentes passo a passo, com a ajuda de ferramentas habituais e complementares. Entre os palestrantes, destacam-se Serguey Ozhegov – CEO Global da SearchInform e Vladimir Prestes – Diretor Geral da SearchInform no Brasil.

A ação é uma grande oportunidade para que profissionais da área possam interagir com o objetivo de obter ferramentas que resolvam os problemas empresariais da atualidade. Além disso, a inciativa também serve como incentivo para a realização de pesquisas sobre o nível da segurança da informação nas empresas brasileiras. “O novo paradigma da segurança da informação, abrangendo desde a proteção contra vazamentos até o combate a quaisquer riscos associados à fatores humanos, tornou-se o ponto de partida para uma comunicação ativa”, afirma o sócio-diretor da SearchInform no Brasil, Vladimir Prestes.

Anteriormente, a SearchInform já havia compartilhado sua experiência na América Latina. A primeira conferência na região ocorreu em agosto de 2017, na Argentina, e mostrou grande interesse das empresas locais pelo problema da segurança das informações. Desde 2012, a empresa tem realizado a ação em países da CEI e na Rússia. Este ano já reuniu especialistas, gestores e profissionais em TI e SI em países da África do Sul, Oriente Médio e África do Norte.

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O Open Banking e a disrupção no setor financeiro

Por Koen Pelgrims, Diretor de Open Banking e Customer Experience Solutions da Atos

Já ouviu falar no Malcon McLean? Este empresário americano foi um grande instrumento para o crescimento da economia e pela globalização do comércio ao apresentar para o mundo, em 1956, um navio que comportava os contêiners de carga dos caminhões por inteiro, e não só as mercadorias de dentro dele. Antes dessa invenção, todo o trabalho de transferir mercadorias do veículo ao navio era feito manualmente.

McLean criou uma nova plataforma de colaboração global que permitia que companhias de navegação, caminhões e qualquer outra pessoa na indústria de transporte entregasse qualquer coisa, em qualquer quantidade e a qualquer distância, desde que coubesse dentro de um contêiner – e poderiam fazê-lo a um custo muito reduzido, pois a carga e descarga do navio poderiam ser feitas de maneira muito mais rápida e 40 vezes mais barata. Ao tirar essa enorme fricção do sistema, a eficiência disparou e essa inovação foi imediatamente adotada por todos.

Esta história é uma prévia do que pode estar prestes a acontecer aos bancos na União Europeia após a introdução do PSD2 (diretiva revisada dos serviços de pagamento, em português). De acordo com a regulamentação, as instituições financeiras da UE são agora obrigadas a fornecer acesso às contas correntes do cliente a terceiros, se o cliente assim exigir. Isso permite que um cliente possa, por exemplo, gerenciar sua conta bancária e despesas com a ajuda de um aplicativo de uma Fintech para gestão financeira e, ao mesmo tempo, compartilhar os dados da conta com outro banco que ele usa para gerenciar seus investimentos.

Tal como aconteceu com McLean, muito atrito está prestes a ser retirado do sistema para as empresas que oferecem serviços baseados em informações bancárias. Dados e transações serão repassados entre as instituições através de ecossistemas de bancos e terceiros. Isso tem o potencial de redefinir o setor bancário e o papel dos no atual modelo, já que o objetivo é promover a concorrência e a inovação nos serviços financeiros em benefício do cliente.

Um exemplo é o GDPR (Regulamente Geral de Proteção de Dados), que apesar de regulamentado na Europa impactou empresas de todo o mundo por se aplicar a todas as companhias que tratam de dados de cidadãos europeus.

A mudança cultural promovida pelo Open Banking, isto é, a adoção dos consumidores a diversas instituições financeiras para diferentes finalidades, não acontecerá da noite para o dia. Mesmo que grandes mudanças – como a disrupção causada pelos contêineres da McLean – também afetem o setor de serviços financeiros, as discussões sobre o assunto estão acaloradas e os participantes da UE estão lutando para lidar com a nova realidade.

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Cresce o uso de ferramentas que permitem transações bancárias em redes sociais

Antenada ao comportamento da geração Millennial, que passa cerca de 2,5 horas por dia em aplicativos de mensagens e redes sociais, bancos e empresas de soluções financeiras estão ampliando a oferta de ferramentas para realização de serviços bancários de qualquer plataforma social ou de mensagens, sem ter que abrir o aplicativo do banco.

Agora, o usuário pode fazer transferência de dinheiro pelo celular sem precisar sair do aplicativo que estiver utilizando, como WhatsApp e Facebook, por exemplo. O formato é de um teclado seguro integrado com o aplicativo móvel ou a carteira eletrônica de um banco. Além das transferências, com o recurso é possível acessar uma variedade de serviços financeiros, como consulta de saldos, pagamentos, depósitos, programação de saques e localização de caixas eletrônicos.

Uma das pioneiras deste setor é a multinacional brasileira Valid. Em 2017, em parceria com a start-up israelense Paykey, a companhia desenhou para o Banco Davivienda, banco privado da Colômbia com mais de mais de 6,6 milhões de clientes, uma solução que permite ao usuário gerenciar seu dinheiro facilmente pelo smartphone sem ter uma conta bancária ou cartão de débito. O app oferece ainda a possibilidade de realizar transações bancárias via Facebook Messenger – os valores das operações são creditados diretamente nas contas dos beneficiados – e a transferência para colombianos que estejam no exterior.

De acordo com Pierre Lassus, VP de Software & Serviços da Valid, a solução Valid Social Banking foi pensada exatamente para trazer mais uma inovação para os bancos, migrando as transações bancárias para as redes sociais. “Nosso objetivo é oferecer aos bancos uma solução rápida, fácil e segura para essa exigente da geração Millennial”, explica Pierre.

O potencial para utilização da nova função é significativo. O número de transações bancárias realizadas por aparelhos móveis no Brasil ultrapassou a quantidade de operações feitas em computador. O dado, revelado em pesquisa da Fundação Getúlio Vargas, aponta ainda que o país superou a marca de um smartphone por habitante e hoje conta com 220 milhões de celulares inteligentes ativos. “O mercado financeiro representa um dos principais mercados consumidores de tecnologia da informação, movido por agilidade, segurança e transparência”, pontua o executivo.

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Service IT apoia inovação e desenvolvimento de capital humano

A Service IT, integradora de soluções e serviços de TI com 23 anos de atuação, apoia a inovação e o desenvolvimento de capital humano. A companhia conta com profissionais especializados detentores de certificações que garantem o atendimento a clientes dos diversos setores da economia de acordo com os requisitos requeridos.

Ricardo Conzatti, especialista VMware & Microsoft, pode ser mencionado como exemplo de um case de sucesso da companhia. Envolvido em projetos de inovação, a Service IT o apoia e o estimula para criação e desenvolvimento de soluções disruptivas que contribuam para o sucesso dos negócios de seus clientes. “A Service IT é uma empresa que tem a inovação enraizada em seu DNA e nos estimula na criação de soluções que realmente façam a diferença e gerem valor para os negócios”, afirma Conzatti.

O especialista criou um simulador para o exame VMware (VCAP6-DCV Deployment), adotados na época por apenas 49 pessoas no Brasil, além de Conzatti, dada sua complexidade. A iniciativa surgiu porque o especialista queria ajudar outros brasileiros a passar no exame e a se tornarem experts na área de interesse. “Eu pedi ajuda para o responsável por criar os exames da VMware, e ele me ajudou prontamente. No fim, me sugeriu traduzir o simulador para inglês visando atingir um número maior de pessoas. Segui o conselho, e o sucesso foi grande”, diz. “Participar de um momento tão especial como este de reconhecimento e ainda contar com o suporte da Service IT, faz com que a qualificação e o desenvolvimento estejam presentes a cada dia para minha carreira, tendo a inovação como alicerce.”

Próxima parada: VMworld 2018

O case de sucesso envolvendo a criação do simulador será apresentado no VMworld 2018, principal evento de infraestrutura digital do setor, a se realizar de 26 a 30 de agosto, em Las Vegas (EUA).

A palestra de Conzatti no VMworld trará os principais motivos que o levaram a criar o simulador e a importância da comunidade de TI para validação, feedback e sucesso da ideia. “As certificações garantem o conhecimento técnico do funcionário. Também aumentam o nível de confiança do cliente quando está tratando de um projeto de alta complexidade. A expertise que adquiri também está me proporcionando apresentar esse case de sucesso no maior evento do setor, o que é um grande orgulho para mim”, conclui.

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Ericsson e Vivo testam tecnologia 5G em rede 4,5G/LTE-A comercial

A Ericsson (NASDAQ: ERIC) e a Vivo anunciam hoje a realização de testes de campo com a tecnologia Massive MIMO, uma das etapas mais relevantes na evolução rumo ao 5G, ativada na rede 4,5G/LTE-A atualmente implementada pela operadora em São Paulo.

O Massive MIMO permite que as operadoras expandam sua capacidade de rede para oferecer uma melhor experiência para os consumidores, bem como para conectar mais dispositivos por antena. Essa característica garante que, em horários de pico, mais consumidores possam utilizar a internet e assistir vídeos ao mesmo tempo, sem prejuízo à experiência de navegação.

O teste é realizado em dois cenários com a antena ativa Ericsson AIR 6468, com recursos 64T64R Massive MIMO, instalada em um bairro de alta densidade populacional. No primeiro momento, o sinal é apontado a um edifício comercial para avaliar a desempenho da cobertura vertical em ambiente indoor. Em seguida, a cobertura horizontal é testada por múltiplos usuários, que obtêm ganho de performance devido à individualização dos feixes emitidos (beamforming) pela antena.

Para o diretor de Planejamento e redes da Vivo, Atila Branco, o tráfego de dados está em ascensão e aumentará exponencialmente com o avanço dos serviços de vídeo 4K, Realidade Virtual e Realidade Aumentada. “Estamos preparando e testando novas tecnologias para garantir que nossas redes tenham a capacidade e velocidade que oferecerão aos nossos clientes a melhor experiência em dados móveis no Brasil”, explica

Rogério Loripe, vice-presidente comercial da Ericsson no Brasil, comenta que “o Massive MIMO é uma das etapas mais relevantes para o 5G, mas enquanto a quinta geração não chega, os usuários podem se beneficiar de um desempenho superior mesmo na rede 4,5G/LTE-A. Este teste é um passo importante na parceria estratégica que temos com a Vivo na evolução da rede atual rumo ao 5G”.

O Massive MIMO é uma das principais tecnologias utilizadas para expansão de capacidade de rede, tendo sido implantado pela operadora de telecomunicações MTS e pela Ericsson durante o torneio global de futebol sediado na Rússia. Bastante superior ao atual MIMO4x4 disponível na rede, as medições da rede realizadas durante a competição esportiva em estádios e zonas de concentração de torcedores, em sete cidades-sede, mostraram que a velocidade média de download de dados e a eficiência espectral dobraram enquanto a capacidade da rede aumentou mais de quatro vezes.

O aumento da capacidade de rede é necessário para suportar o rápido crescimento dos dados trafegados pelas redes de telecomunicações. De acordo com o mais recente Mobility Report da Ericsson, o tráfego de vídeo atualmente representa mais da metade do tráfego móvel e deve aumentar ainda mais com a adoção de aplicativos de vídeo como Realidade Aumentada, Realidade Virtual e vídeo em 360º.

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Fintechs e indústria se aproximam para gerar negócios

Para apresentar às pequenas e médias indústrias o potencial das fintechs como alternativa aos bancos, a ABFintechs (Associação Brasileira de Fintechs) e a Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) realizam em parceria o Seminário Fintechs – Novas soluções financeiras para seu negócio. O evento é gratuito, aberto para empreendedores, e acontece em 21 de agosto (terça-feira) das 9h às 17h30, na sede da Fiesp (Avenida Paulista, 1313), em São Paulo.

“As fintechs vêm revolucionando o mercado financeiro brasileiro. Essa parceria com a Fiesp abre caminhos para que as indústrias conheçam os benefícios de seus serviços, que são mais ágeis e têm custos mais acessíveis”, afirma Bernardo Pascowitch, diretor da ABFintechs. Para Sylvio Gomide, diretor do Comitê Acelera Status da Fiesp (CAF), “essas novas soluções podem ajudar muito as pequenas e médias indústrias. Além disso, essas tecnologias estão transformando o mercado financeiro”, enfatiza.

Durante o seminário, acontece também a Conexão Fintech, uma rodada de atendimento que aproxima diversas fintechs e pequenas e médias indústrias, com foco na geração de negócios. Confira a programação completa:

9h – Abertura

Sylvio Gomide, diretor titular do Departamento da Micro, Pequena, Média Indústria e Acelera Fiesp;
Rodrigo Soeiro, presidente da ABFintechs;
Bernardo Pascowitch, diretor da ABFintechs e fundador do Yubb.
9h30 – Contextualização: Pesquisa “A percepção das empresas no uso ou contratação de produtos e serviços financeiros que não sejam por bancos comerciais”.

Sylvio Gomide, diretor titular do Departamento da Micro, Pequena, Média Indústria e Acelera Fiesp.
10h – Palestra: Tendências e perspectivas de fintechs no Brasil e no mundo.

Pedro Englert, conselheiro da ABFintechs e CEO da StartSe;
Bruno Diniz, managing partner da Spiralem – Innovation Consulting, head do Comitê de Fintechs da ABStartups (Associação Brasileira de Startups) e professor da FGV Brasil;
Marcelo Bradaschia, sócio da Clay Innovation.
11h – Painel 1: A importância da regulamentação de fintechs para benefício do atendimento às empresas.

José Prado Villela dos Reis, CEO e co-founder da Insurtech Brasil, founder da Conexão Fintech (moderador);
Otavio Damaso, diretor de regulação do Banco Central – a confirmar;
Daniel Walter Maeda Bernardo, Superintendência de Relações com Investidores Institucionais da CVM (Comissão de Valores Mobiliários);
Matias Fischer, diretor da ABFintechs.
12h15 – Almoço

13h30 – Painel 2: Soluções de crédito de fintechs para micro, pequenas e médias indústrias.

João Pedro Khzouz, founder & CEO da Contaum (moderador);
Marcelo Porteiro Cardoso, superintendente da Área de Operações e Canais Digitais do BNDES;
Fabio Neufeld, cofundador e CEO da Kavod Lending e líder da vertical de crédito da ABFintechs;
Daniel M. Gomes, cofundador e CEO da Nexoos;
Marcos Mansur, sócio-diretor da SRM Asset/Trust Hub;
Theodoro Prado, gerente geral da Biva;
Marco Camhaji, CEO da Adianta.
15h – Painel 3: Soluções de investimento de fintechs para micro, pequenas e médias indústrias.

Romero Rodrigues, Managing Partner da Redpoint e Ventures, membro do Conselho da ABFintechs e diretor do Dempi & Acelera Fiesp (moderador) – a confirmar;
Bernardo Pascowitch, diretor da ABFintechs e fundador do Yubb;
Luciano Tavares, CEO da Magnetis, Board Member da ContaAzul, Founder da Napkn Ventures e Board Member da Rock Content;
Bruno Sayão, CEO da IOUU.
16h – Painel 4: Outras soluções de fintechs para os seus negócios.

Rosine Kadamani, Co-Founder da Blockchain Academy (moderadora);
Alberto Khzouz, Chairman da Conta Um;
Carlos Alberto Santos, CEO da Nota Registrada;
Marc Lahoud, CEO da QueroQuitar;
Joabe Schnack, CEO da Tarion-Beck;
Vinicius Roveda, CEO da ContaAzul – a confirmar;
André Street, CEO da Stone – a confirmar.
17h30 – Encerramento

Seminário Fintechs – Novas soluções financeiras para seu negócio

Data: 21 de agosto de 2018, terça-feira

Horário: Das 9h às 17h30

Local: Sede da FIESP

Endereço: Av. Paulista, 1313 – Cerqueira César, São Paulo – SP

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Stefanini apresenta armário inteligente no evento LATAM Retail 2018

A Stefanini, uma das mais importantes provedoras globais de soluções de negócios baseadas em tecnologia, estará no LATAM Retail Show, evento para fomentar o crescimento do varejo, que acontece de 28 a 30 de agosto, no Expo Center Norte (SP). Na ocasião, a multinacional brasileira fará uma série de demonstrações de soluções avançadas para o segmento.

O tema central do evento será ‘A Transformação do Ecossistema de Negócios com Resultados’, e tem como finalidade abordar todas as variações pelas quais a cadeia de negócios vem passando, alterações no perfil do consumidor e a necessidade de um equilíbrio nas relações, tanto no varejo, como na indústria, shopping centers, e-commerce, food service e franquias.

No estande será apresentado o Smart Locker, “armário inteligente” da Stefanini, que pode ser incorporado por grandes varejistas. Por meio de um aplicativo específico, o cliente final poderá, após fazer sua compra via e-commerce ou aplicativo, retirar os produtos em um lugar e momento de sua preferência, por exemplo, uma padaria, posto de gasolina, entre outros. “É uma tecnologia de fácil aplicação. O cliente utiliza a solução, comanda a abertura da porta e retira sua encomenda, de forma segura, rápida e prática”, explica Nelson Duarte Soares, Head of Digital Retail and Logistics da Stefanini.

Os visitantes também serão recepcionados por um robô, que foi treinado com a tecnologia de inteligência cognitiva da Stefanini. Ele poderá interagir com as pessoas e oferecer, por comando de voz, opções diferenciadas de café. Cada pedido será enviado, de maneira personalizada, para o barista. No estande da Stefanini, os visitantes poderão também conferir soluções de aferição remota de planogramas (desenho gráfico que orienta o posicionamento de um produto na gôndula, no ponto de venda) e de aprendizado virtual, baseadas em realidade virtual e realidade aumentada.

Utilizando os óculos de realidade virtual (VR), disponíveis no estande da empresa, a Stefanini também explicará aos visitantes sua metodologia de Design Thinking, levando o usuário/cliente para o ambiente de navegação e aprofundamento nos assuntos que podem ser resolvidos com a solução Dive, uma abordagem imersiva realizada em cinco dias, na qual equipes da empresa e do cliente trabalham de maneira colaborativa e com metodologias de Design Thinking, Design Sprint e Lean Startup, desde a concepção do problema até a entrega de um modelo legitimado da solução desenvolvida. O foco é apresentar uma solução digital, mirando os resultados para o negócio do cliente.

“A transformação digital está impactando o varejo, com o consumidor no centro das decisões. Temos como finalidade oferecer aos nossos clientes equipes constantemente dedicadas para encontrar soluções mais rentáveis, explorando cada oportunidade, que permita modernizar os processos e promover uma experiência diferenciada ao consumidor final”, complementa Soares.

Além das novas soluções direcionadas ao varejo, a Stefanini levará para o estande outras ofertas que poderão compor toda a cadeia de negócios: backoffice digital, processo automático de digitalização de documentos para originação de crédito, automação dos centros de distribuição com soluções do portfólio de Indústria 4.0, performance de marca, entre outras.

“O segmento varejista é um mercado potencial, pois tende a ampliar investimentos em inovação para manter a competitividade. A digitalização assume um papel de relevância para atender consumidores cada vez mais exigentes e será, com certeza, uma tendência inevitável”, finaliza.

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Como a uberização está transformando as organizações?

Por Tiago Lira

Não faz nem cinco anos que o Uber chegou ao Brasil e a empresa praticamente remodelou a forma de fazer negócios no país. O aplicativo, que prometia facilitar o transporte de pessoas em grandes cidades, tornou-se símbolo do conceito “economia compartilhada”. Seu nome virou sinônimo de mudança, eficiência e um novo modelo de trabalho. Hoje, a uberização está praticamente em todos os setores e é impossível imaginar o sucesso das organizações que não adequarem seus processos aos novos tempos.

O avanço da tecnologia fez com que os clientes buscassem e valorizassem produtos e serviços cada vez mais assertivos. Pesquisa da ClickSoftware com pessoas e organizações do Reino Unido, França, Alemanha, Itália, Espanha, Austrália e Estados Unidos aponta que mais de 60% dos usuários não gostam de esperar por muito tempo entre o acionamento de um serviço e sua respectiva conclusão – impactando diretamente na experiência do usuário e na consequente avaliação da empresa.

Essa situação permitiu a guinada da economia compartilhada e da uberização na última década justamente por ser uma alternativa aos modelos burocráticos e ineficientes existentes na relação entre o usuário e a empresa. Se antes era necessário preencher uma série de requisitos para atender uma solicitação de serviço, como o contato inicial, cadastro, diagnóstico do problema e só depois a sua resolução, agora a situação se inverteu. Em pouco tempo e com o mínimo de interação humana, é possível prestar um serviço de forma rápida, segura e cômoda – auxiliando na fidelização entre marca e consumidor.

Além disso, esse conceito trouxe um item desejado por todos os empreendedores e profissionais: a possiblidade de aumentar o seu desempenho ao mesmo tempo em que reduz as despesas operacionais. Em outras palavras, a chance de “fazer mais com menos”. Com soluções inspiradas na economia compartilhada, a empresa pode retirar intermediários no contato com seu cliente ou até remodelar seu quadro de colaboradores, aumentando a qualidade do serviço sem interferir na folha salarial.

Evidentemente que uma mudança dessa não pode ser feita de uma hora para outra. A adaptação dos processos da empresa nos moldes da economia compartilhada precisa ser planejada, elaborada e feita com cuidado. Afinal, é uma mudança que impacta na própria cultura da organização. Para dar certo e ter os resultados esperados, é preciso que as portas estejam abertas para a transformação digital e a entrada cada vez maior das novas tecnologias que automatizam algumas situações e permitam que os colaboradores foquem nos problemas reais em suas rotinas de trabalho.

Ainda hoje discute-se os efeitos e tendências da uberização na economia mundial e na sobrevivência das empresas nos próximos anos. Contudo, é inegável que tornou-se um caminho sem volta. A utilização da tecnologia para simplificar o atendimento ao cliente e melhorar a prestação de serviços deixou de ser algo exclusivo para as grandes corporações. Agora, é item estratégico para garantir o crescimento em um cenário de intensa competitividade.

Tiago Lira, CMO na FindUP, empresa de tecnologia que automatiza todo o ciclo do atendimento técnico presencial através da geolocalização e economia do compartilhamento, visando simplificar a contratação e gestão de profissionais especializados em TI para grandes corporações com operações capilarizadas.

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Drones chegam à construção civil para otimizar obras

Criados inicialmente para auxiliarem exércitos em missões de espionagem, os drones vêm ganhando novas utilizações em diversos setores da sociedade. Na construção civil, as pequenas aeronaves não-tripuladas já são consideradas soluções viáveis para reduzir o tempo de obras e auxiliar os softwares na modelagem de edificações.

“Equipados com sensores, os drones podem ser usados para capturar uma enorme gama de dados, tornando mais eficientes vários processos da construção”, explica Roberto de Souza, idealizador da Rede Construção Digital, iniciativa que reúne 32 empresas do setor, entre construtoras, incorporadoras, projetistas e fabricantes, para debater como novas tecnologias podem otimizar processos e solucionar fluxos defasados do setor.

“Os trabalhos de inspeção, que costumam demorar semanas, agora serão realizados em apenas alguns dias. O mapeamento da área a ser construída é outro processo da construção que pode se apropriar de análises dos drones, através de modelos em 3D ou simulações em realidade virtual gerados pelas imagens aéreas”, considera o engenheiro.

Nas rotinas da construção, caberão aos drones auxiliarem desde processos de segurança do trabalho, inspeção de obras a lançamentos de empreendimentos. Neste último caso, empresas poderão produzir vídeos e fotos com dados captados pelos veículos, gerando simulações e permitindo aos clientes visualizarem todas as áreas de um projeto antes que ele seja finalizado.

Empresas discutem viabilidade de novos projetos

Após a análise do uso de drones pela Rede Construção Digital, foi criado um grupo específico para estudar a viabilidade de novos projetos com essa tecnologia. AutoDoc, Gafisa, França & Associados, Saint-Gobain, CTE, Alphaville Urbanismo, Maply e EmDrone, que compõem este coletivo, discutirão três iniciativas sugeridas e selecionadas pela RCD: integração de dados coletados por drones com dados de softwares para modelagem de informações (BIM); aferição da qualidade entre o planejado e o executado em obras; integração entre softwares e drones para gerarem ‘as built’ – controle do que foi construído – e revisões de projetos.

Para Roberto de Souza, a união de empresas da construção civil é necessária num processo de reciclagem do setor. “Cada período necessitou de questionamentos. Nos anos 1990, o debate dentro da construção civil girava em torno da qualidade, as certificações. Já no começo dos anos 2000, veio a questão da sustentabilidade. Agora, é hora de pensarmos na transformação digital”

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IBM convoca desenvolvedores em torno de causa humanitária neste domingo

O Call for Code é um programa global da IBM, em parceria com a ONU, Cruz Vermelha e com apoio da Linux Foundation e Clark House, que convida desenvolvedores de todo o mundo a resolverem algumas das questões sociais mais urgentes do nosso tempo: superar o impacto dos desastres naturais e desenvolver soluções preventivas com o uso de tecnologias, como Nuvem, Big Data, Inteligência Artificial e Blockchain.

As inscrições já estão abertas e se encerram no o dia 31 de agosto. O grande vencedor será conhecido no mês de outubro e receberá um prêmio de 200 mil dólares, além da oportunidade de implementar o seu projeto em parceria com a IBM.

A IBM vai aproveitar o Dia Mundial da Assistência Humanitária, que acontece neste domingo (19), para unir esforços e contar com a ajuda de todos no sentido de ampliar as vozes dedicadas às causas humanitárias. Mais de 30 celebridades e influenciadores ao redor do mundo vão utilizar suas redes sociais para demonstrar seu apoio e movimentar a internet nesse dia tão importante.

Todos poderão fazer parte dessa conversa ao interagir com artistas e personalidades utilizando a hashtag #CallForCode no Twitter. Além de nomes como Justin Bieber, Pierce Brosnan, Kesha e muitos outros, a campanha também reforça a importância do Brasil nessa iniciativa com a participação da atriz e modelo brasileira Alessandra Ambrósio.

Para saber mais detalhes e fazer parte dessa mudança, basta visitar a página do Call for Code.

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Brasil se mantém como 9º maior Mercado de Software do mundo, aponta balanço anual divulgado pela ABES

Os números completos do estudo “2018 – Mercado Brasileiro de Software: Panorama e Tendências” foram divulgados nesta segunda-feira (20), durante a 8ª Conferência Anual da ABES (Associação Brasileira das Empresas de Software), em São Paulo (SP). Desenvolvido anualmente pela associação, o documento utiliza dados do IDC referentes ao último ano para fornecer um retrato do mercado de software a apresentar as principais tendências do setor. O estudo completo estará disponível no site da ABES a partir do dia 21 de agosto.

Entre os destaques, o levantamento aponta que o Brasil segue na 9ª colocação no ranking mundial de softwares e serviços, com um mercado de US$ 18,6 bilhões (equivalente a cerca de 1,6% do total mundial, que girou em torno de US$ 1,14 bilhão em 2017). O país está muito próximo do tamanho dos mercados de nações como Holanda e Itália, que ocupam as 10ª e 11ª posições, respectivamente, e pouco atrás da Austrália, 8ª colocada na lista. No geral, todos os indicadores brasileiros tiveram sutis aumentos de 2016 para 2017, como o total de empresas atuando no setor – que passou de 15.700 para 17.000.

“O ano de 2017 evidenciou uma retomada no crescimento do setor de TI no Brasil, após um 2016 difícil. Como já divulgamos na primeira prévia do estudo, os investimentos em Tecnologia da Informação no país cresceram 4,5% em relação ao ano anterior. Foi o ano do início da recuperação que esperamos continuar em 2018, com a retomada dos investimentos em tecnologia, que não podem mais ser postergados. “, afirma Jorge Sukarie, presidente do Conselho da ABES, que apresentou o estudo aos presentes no evento da entidade, que reuniu alguns dos principais empresários e autoridades do setor.

Outro dado interessante são as características das empresas brasileiras desenvolvedoras de software: 49,3% delas são consideradas micros (ou seja, com 10 funcionários ou menos), 46,2% pequenas (de 10 a 99 empregados), 4% médias (entre 100 e 500 trabalhadores) e apenas 0,5% grandes (acima de 500 funcionários). “Esses números ressaltam a importância da promoção de políticas de incentivo e fomento às pequenas e médias empresas, que são imprescindíveis para que o setor de software brasileiro avance e transforme o país digitalmente”, completa Sukarie. Hoje, o setor de software representa 1,9% do PIB (Produto Interno Bruto) nacional.

Além de mapear todos os pontos relativos à realidade do mercado, o estudo também aponta as tendências para 2018. A projeção atual indica que o mercado brasileiro de tecnologia da informação crescerá 4,1% em 2018, seguindo tendências como o amadurecimento das tecnologias ligadas à Internet das Coisas – segundo o IDC, no próximo ano, o IoT movimentará US$ 8 bilhões no Brasil, sendo US$ 612 milhões no mercado doméstico, com 4% das residências já utilizando algum tipo de dispositivo conectado. Outro movimento notado é a expansão do mercado de tablets e smartphones para o ramo corporativo (que, em 2018, terá um volume de vendas estimado em 3,5 milhões de unidades, ou pouco mais de US$ 1 bilhão no Brasil, representando 6% do total). Entre diferentes inovações mencionadas pelo estudo, que devem impulsionar a economia, estão Big Data/ Analytics, Cognitive/AI, cloud pública e multicloud, entre outras.

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Estádios do futuro: conectados e inteligentes para atrair mais público

Arenas para o entretenimento, como os complexos esportivos, oferecem grandes oportunidades para os fornecedores de infraestrutura tecnológica

Por Melissa Strait

Os estádios e autódromos são estruturas enormes, criadas com o objetivo de oferecer experiências empolgantes para o público. Seja para uma partida de futebol, um grande
show ou uma corrida de automóveis, todas essas arenas ao redor do mundo têm como objetivo oferecer uma experiência inesquecível aos fãs. Em um mundo digital, sempre
conectado, o segredo para que os usuários tenham uma permanência satisfatória incluiuma boa conexão com a internet, segura, estável e rápida, que permita, por exemplo,
fazer o upload de fotos e vídeos para as redes sociais sem gargalos. Embora os estádios tragam grandes desafios estruturais para atingir conectividade
de primeira linha, por outro lado oferecem oportunidades excepcionais quando a infraestrutura de rede está em ordem.

Afinal, as lojas das arenas, câmeras, luzes eaté a área de fast food, tudo demanda uma largura de banda maior para podersuportar a quantidade de dados transmitidos pela Internet durante um evento, emuma praça de esportes conectada.Por isso, cada vez mais os estádios ao redor do mundo funcionarão como pequenas cidades inteligentes. Da mesma forma que as chamadas smart cities, um estádio deve contar com uma infraestrutura que garanta aos usuários a conectividade e disponibilidade de rede necessária para satisfazer cada uma de suas necessidades, em todos os espaços. Um exemplo disso é o Estádio NRG, em Houston Texas, que conta com 783 antenas estrategicamente espalhadas pela CommScope no local, fornecendo maior largura de banda, não só dentro do estádio, mas também na região em torno dessa arena.A conexão de alta velocidade permite também que os fãs encontrem restaurantes próximos, hospedagem, etc. Desta forma, cria-se um ecossistema de hotéis, meios de transporte, restaurantes e outros estabelecimentos, toda uma experiência envolvente para que as pessoas prefiram ir ao estádio que ficar em casa e ver o jogo pela televisão, por exemplo.

Nos Estados Unidos, empresas como a CommScope disponibilizam soluções de cobre e fibra em estádios e autódromos, como o Daytona International Speedway, para
aumentar a capacidade de Wi-Fi. Na América Latina há estádios de futebol como do Monterrey, no México, com avançado sistema para tornar mais eficiente a rede celular,
ampliar a cobertura das conexões sem fio, garantir o correto funcionamento dos sistemas de vídeo e áudio, etc. Seja em estádios de futebol americano, shows ou
autódromos, os service providers precisam estar preparados para atender às expectativas dos torcedores e suportar as exigências futuras.
*Melissa Strait é jornalista, editora e trabalha como assistente executiva da diretoria de tecnologia da CommScope.

Melissa Strait, jornalista, editora e assistente executiva da diretoria de tecnologia da CommScope.

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brMalls anuncia parceria com Cubo Itaú para fomentar a inovação e o empreendedorismo no varejo nacional

Para Ruy Kameyama, CEO da brMalls, a parceria com o Cubo Itaú acelera o processo de inovação e tecnologia na companhia, e está alinhada com a diretriz estratégica e propósito da empresa. “Fazer parte desse ecossistema de inovação nos permitirá conectar pessoas e ideias, desenvolvendo novas tecnologias e soluções para o varejo que beneficiarão nossos shoppings, lojistas e consumidores. Será também uma plataforma de oportunidades de negócios para fomentar o empreendedorismo no país”, ressalta o executivo.

O projeto contará com uma equipe brMalls alocada no Cubo para mentoria e gestão do relacionamento, compartilhar experiências e conhecimento – e que serão depois multiplicadas dentro da companhia. As empresas interessadas em participar da vertical exclusiva ao varejo, que será liderada pela brMalls, podem fazer a inscrição pelo site cubo.network. “A expansão do Cubo inicia uma nova etapa no fomento ao empreendedorismo tecnológico e contar com a presença de parceiros, como a brMalls, que fortalecem ainda mais nossa geração de valor é um orgulho enorme para a iniciativa e todo o ecossistema”, comenta Lineu Andrade, diretor de tecnologia do Itaú Unibanco, responsável pelo Cubo Itaú.

Inovação e empreendedorismo

Líder no segmento de shopping centers e com capilaridade nacional, a brMalls é protagonista no setor ao lançar projetos que estimulam a inovação do varejo em todo o Brasil. Em 2017, a companhia lançou o brMalls Partners, iniciativa inédita no setor de varejo no Brasil em parceria com a Endeavor. Foram selecionados 15 varejistas com potencial de crescimento para serem acelerados com a metodologia de sucesso da Endeavor e brMalls.

Em maio 2018, a companhia anunciou parceria com a Delivery Center, uma plataforma que usará shoppings de todo o país como centrais de distribuição, trazendo conveniência e agilidade para o consumidor e maior potencial de vendas para lojistas de shoppings. Em período de implementação, a Delivery Center já está atuando em shoppings do Sul e Rio de Janeiro, com previsão de chegada à São Paulo até o fim de 2018.

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A evolução da segurança na nuvem em meio à transformação digital

Por Ghassan Dreibi, Diretor de Cibersegurança da Cisco do Brasil

O processo de transformação digital é um caminho sem volta. Se em nossas vidas privadas já somos pessoas completamente digitais, sempre conectadas por meio de nossos smartphones, tablets e até mesmo TVs, nas empresas este processo demanda mais tempo, investimento e, principalmente, precauções. Conforme a transição da estrutura de uma empresa para um ambiente conectado se acelera, mais necessária se torna a criação de uma arquitetura de segurança capaz de proteger dados próprios e de clientes.

O lado positivo disso é que boa parte da infraestrutura demandada pela maioria das empresas, sejam pequenas, médias ou grandes, já está à disposição em serviços de nuvem para redes corporativas. Nenhum sistema é perfeito e o escopo de brechas se expande cada vez mais, mas a proteção que é fornecida por serviços de nuvem corporativa tem tornado esta transição inevitável para companhias por conta de um fator fundamental: evolução constante, acompanhando transformações cada vez mais rápidas e impactantes em ambientes virtuais, se contrapondo a ameaças que evoluem na mesma velocidade.

Segundo dados do Relatório Anual de Cibersegurança da Cisco, divulgado em fevereiro deste ano, 27% dos profissionais de segurança disseram que estão usando nuvens privadas off-premises, em comparação com 20% em 2016. Dentre eles, 57% disseram que hospedam redes na nuvem pelo motivo de uma segurança de dados melhor; 48%, devido à escalabilidade; e 46%, por causa da facilidade de uso. A razão por conta desta tendência pode ser vista em outro dado. De acordo com os entrevistados no relatório, mais da metade de todos os ataques sofridos resultaram em danos financeiros superiores à U$ 500.000.

Os desafios, contudo, continuam a aumentar. A quantidade de dispositivos acessando redes corporativas cresce a cada dia. Se antes elas estavam restritas ao ambiente físico das empresas e seus desktops, hoje estes cenários parecem uma antiguidade. Smartphones e tablets transformam qualquer ambiente com uma conexão Wi-Fi em um local de trabalho e, muitas vezes, esta conexão não é segura. Lugares como aeroportos, cafés e hotéis trazem comodidade, mas podem comprometer a segurança de uma rede. Isto ocorre, pois é cada vez mais difícil proteger dispositivos individualmente. Quando estes endpoints são contaminadas por meio de uma conexão insegura ou por falha ou brecha em uma senha pessoal, elas podem colocar em risco toda a rede corporativa.

Os avanços para solucionar estas brechas têm acontecido na nuvem. Novas soluções estão sendo desenvolvidas, e algumas já estão em prática. Serviços de nuvem já conseguem detectar dispositivos vazados, permitindo ou não seu acesso a redes corporativas e evitando assim uma contaminação geral do ambiente. Há ainda outras que fazem o threat hunting (caça de ameaças) e eliminação do problema de forma autônoma e rápida, o que minimiza os danos da forma mais eficiente possível. A Cisco, por exemplo, registrou um TTD (tempo de detecção) de ameaças de 4,6 horas no período entre novembro de 2016 e outubro de 2017. Em 2015, este tempo era de 39 horas. A evolução só foi possível através do uso de tecnologia de segurança baseada em nuvem.

Mesmo que o investimento para migrar a estrutura de segurança de uma empresa para um serviço de nuvem confiável e eficaz pode parecer custoso em um primeiro momento, o retorno é cada vez mais certo, não só em relação a perdas financeiras, mas também garantindo a privacidade dos dados de funcionários e clientes. Com soluções mais completas e rápidas na detecção e contenção de ameaças, agora cabe às empresas se educarem e buscarem as alternativas que melhor se adaptem aos seus negócios, qualquer que seja sua área de atuação.

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Booking.com revela que café da manhã é mais importante que Wi-Fi para o viajante brasileiro durante as férias

Para se sentirem confortáveis longe de casa, os viajantes do mundo todo, inclusive os brasileiros, curtem pequenos luxos. Mais de um terço dos viajantes mundiais (35%) consideram que as comodidades são uma parte importante das informações necessárias ao fazer uma reserva, de acordo com uma pesquisa recente da Booking.com, líder mundial em conectar viajantes com opções incríveis de lugares para ficar.

As preferências variam de acordo com a nacionalidade, apesar de todas concordarem que um local seguro é o que de melhor uma acomodação pode oferecer. Excluindo “local seguro”, a comodidade preferida dos brasileiros é, quem diria, um café da manhã delicioso (68%). Começar bem o dia com uma bela refeição ficou na frente de outras amenidades muito buscadas, como ar condicionado no quarto (61%), equipe profissional e solícita (57%), Wi-Fi grátis (50%) e equipe que fala meu idioma (48%).

O café da manhã é importante apenas para 2 em cada 10 australianos e, para eles, o primordial é ter ar condicionado dentro do quarto (45%). O ar condicionado é também a preferência número um dos norte-americanos (66%). Já o Wi-Fi gratuito é o item mais desejado pelos viajantes na Nova Zelândia (51%). Os viajantes japoneses (60%) dão muito mais importância ao ar condicionado do que ao Wi-Fi (36%). Por outro lado, apenas 30% dos viajantes dinamarqueses consideram o ar condicionado importante, enquanto quase metade precisa de Wi-Fi (49%).

Outras amenidades bastante consideradas por viajantes brasileiros são estacionamento gratuito (47%) e minibar (46%). Veja abaixo um quadro com as 10 principais comodidades escolhidas pelos viajantes brasileiros e o comparativo com a porcentagem de viajantes globais:

10 principais comodidades

Porcentagem de viajantes brasileiros que consideram importante

Porcentagem de viajantes globais que consideram importante

Café da manhã delicioso

68%

36%

Ar condicionado

61%

45%

Equipe profissional e solícita

56%

42%

Wi-Fi grátis

50%

31%

Equipe que fala meu idioma

48%

35%

Estacionamento grátis

47%

31%

Minibar

46%

13%

Piscina

39%

24%

Informação turística disponível facilmente

39%

26%

Restaurantes

35%

25%


Momento da decisão

Com tantas opções para escolher, muitos viajantes contam com conhecimento especializado para garantir que estão tomando a decisão certa. De longe, a fonte de informação mais procurada pelos viajantes antes de fazer uma reserva é ‘avaliações de outros viajantes’, já que um terço dos viajantes globais (33%) considera uma das três fontes de informação mais importante antes de fazer uma reserva.

Brasileiros, russos e coreanos passam a maior parte do tempo procurando opiniões. Aproximadamente 6 em cada 10 viajantes desses países preferem consultar pelo menos uma fonte de avaliações antes de fazer uma reserva. Do outro lado do espectro, encontramos japoneses, mexicanos e suecos, cerca de 6 em cada 10 viajantes desses países não dão muita importância para qualquer tipo de avaliação, e se baseiam apenas no que sabem sobre as comodidades e outras informações relevantes.

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*Pesquisa realizada pela Booking.com no final do ano de 2017 com 57 mil viajantes de 30 países.

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EADBOX leva tecnologia brasileira para América Latina e outros três continentes

A conquista de mercados internacionais é o principal foco de expansão da EADBOX, startup paranaense que oferece plataformas de e-learning para cursos online ou treinamentos, atendendo pequenos, médios e grandes clientes em todo o Brasil. Com seis anos de atuação, a empresa conta com 180 colaboradores envolvidos no desenvolvimento e crescimento da companhia.

De acordo com Nilson Filatieri, CEO da startup, o investimento no mercado externo foi uma decisão estratégica, visando principalmente à aceleração do processo de crescimento da empresa. “A internacionalização nos permite uma rápida ampliação dos negócios. Devemos fechar 2018 com 30% do faturamento da companhia sendo proveniente dessas operações internacionais”, comemora.

Com um investimento que chega a R$ 4 milhões, a empresa iniciou no ano passado sua expansão para os principais mercados da América Latina, como a Argentina e o México, estando hoje consolidada na região. Recentemente, a EADBOX iniciou projetos no Reino Unido, na Índia e nos Estados Unidos. Para o próximo ano já estão previstos novos investimentos.

Por trabalhar com uma plataforma 100% online, a EADBOX concentra praticamente toda sua equipe na sede em Curitiba, mesmo para o atendimento do mercado internacional. Para isso, a empresa tem buscado parte de sua força de trabalho fora do Brasil. “Atualmente, 10% dos nossos colaboradores são estrangeiros, o que está alinhado com a estratégia de expansão. Embora a maioria venha de países da América Latina, buscamos reforçar o time também em outros mercados. Uma de nossas últimas contratações é uma profissional que veio da Turquia”, explica Filatieri.

Com relação aos produtos, a startup paranaense realizou pequenas adaptações em sua plataforma para o mercado internacional, já que cada país tem suas características próprias. No Brasil, as plataformas da EADBOX são utilizadas por profissionais e empresas de diferentes ramos e atividades. Um exemplo é o Veteduka, que oferece cursos online de aperfeiçoamento e especialização para médicos veterinários e estudantes. O Brasil Postos é um portal de serviços e equipamentos para postos de combustíveis que tem cursos online de Gestão de Loja, Segurança do Trabalho, Análise de Combustíveis, entre outros. Já a Escola Monas é direcionada ao bem-estar e oferece cursos online de terapias complementares como Florais de Bach e Aromaterapia. Análises realizadas revelam que 80% dos alunos que fazem os cursos com a plataforma da EADBOX finalizam, percentual muito acima dos que utilizam a plataforma de concorrentes, que fica entre 3% a 20%.

Segundo um estudo da Fundação Dom Cabral, a “12ª edição do ranking de internacionalização” (2017), a procura de negócios fora do Brasil é uma tendência que ganhou impulso com a atual crise do país. O estudo englobou 65 empresas (que já atuam em 87 países), sendo 54 multinacionais brasileiras e 11 companhias que atuam no exterior por meio de franquias. Para os próximos anos, 42,3% das empresas consultadas esperam entrar em novos países.

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Capacitação gratuita do BID prepara pessoas, empresas e instituições para desafios no ambiente digital

O Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) lança o curso gratuito “Desafios e oportunidades na economia digital”, para promover e apoiar governos a definir e implementar ações de políticas públicas digitais voltadas para a participação ativa de indivíduos, empresas e instituições no novo ecossistema econômico e social, assim como apoiar empresas e indivíduos a identificar oportunidades no contexto digital. As inscrições estão abertas e as aulas começam em 6 de setembro.

“Estamos vivendo a quarta revolução industrial. Cidadãos, governos e empresas têm de enfrentar essa realidade para aproveitar as novas tecnologias e aprender de fato a gerar valor”, explica o representante do BID no Brasil, Hugo Flórez Timorán. “No curso será possível entender a importância do Big Data e sua utilidade no monitoramento e avaliação de políticas públicas, o impacto da tecnologia em empresas e governos e haverá ainda exemplos práticos de países e empresas do Brasil e da região que conseguiram transformar esse novo contexto tecnológico a seu favor e lições aprendidas a serem levadas em consideração”, complementa.

O curso aberto e massivo (MOOC, na sigla em inglês) é oferecido por meio da plataforma digital edX , uma parceria entre a Universidade de Harvard e o Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT).

A capacitação inclui casos práticos, como o projeto Data Rio, que disponibilizou a base de dados gerados pelo município para estudo e projetos, entre eles, o desenvolvimento de aplicativos que ajudam a facilitar a vida do cidadão e do turista. São 15 mil arquivos com 400 terabytes de informações, como a localização dos ônibus por coordenadas GPS, a sincronização de sinais de trânsito e números da Central 1746.

Entre exemplos de vários países, os participantes também entenderão como está composto o ecossistema de inovação no Brasil, a estratégia brasileira de transformação digital, saberão mais sobre a lei de proteção de dados aprovada recentemente, entre outros.

O curso tem duração de sete semanas com uma média de três a quatro horas semanais – o próprio aluno determina o ritmo de aprendizado, podendo estudar mais horas se assim desejar. Também estarão à disposição dos participantes, leituras selecionadas, vídeos, tutoriais de análises e outros recursos de aprendizagem.

Para os participantes que atingirem a nota mínima é possível obter o Certificado de Identidade Verificada, emitido pelo BID pelo site do curso, ao custo de US$25. Contudo, aqueles que não tiverem interesse, podem escolher a opção Auditar Curso para participar de forma gratuita e obter um certificado de código de honra, caso cumpram as expectativas acadêmicas estabelecidas.

Curso: Desafios e Oportunidades na Economia Digital

Investimento: gratuito

Início das aulas: 6 de setembro

Duração do curso: 7 semanas, 3/4 horas semanais

Inscrições: clique aqui.

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A jornada da Transformação Digital

Por Nilton Cruz, diretor de Transformação Digital da Fujitsu no Brasil

Há tempos apontada como tendência e diferencial competitivo, a Transformação Digital tornou-se uma necessidade vital para as empresas – e elas sabem disso. De acordo com o Gartner, a Inteligência Artificial deve movimentar US $ 1,2 trilhão em 2018 – esse número representa aumento de 70% em relação a 2017.

As empresas também já entendem que investir em tecnologias como IA, por exemplo, já não é mais suficiente para transformar a organização. As tecnologias e os projetos precisam estar integrados para serem capazes de trazer insights relevantes para os negócios.

É possível perceber, ainda, que o investimento em tecnologia deixou de ser uma responsabilidade atribuída apenas para o setor de TI e passou a demandar esforços de outras áreas, como marketing, RH e vendas. Essa mudança de cenário está relacionada, principalmente, com o fato de que esses setores passaram a conversar e interagir muito mais para atender a todas as necessidades do negócio e, principalmente, focar no consumidor final.

A ideia da Transformação Digital não é apenas obter uma tecnologia de ponta para inovar processos, mas encontrar, por meio de soluções completas, maneiras de otimizar operações desde o início do negócio. Só assim é possível atingir o resultado esperado de forma assertiva e com riscos minimizados.

Com os usuários cada vez mais conectados, nos deparamos com uma vasta troca de experiência, opiniões e sentimentos que não devem ser ignorados, mas sim, levados em consideração para cada passo que vamos tomar. Chegou a hora de mudar o mindset, estudar a cultura organizacional da empresa e avaliar pontos que podem ser melhorados e comportamentos que já estão ultrapassados. Listo abaixo algumas dicas para as empresas passarem pela Transformação Digital:

1) Tenha em mente o objetivo – Identifique qual o seu principal objetivo e trace metas alinhadas com a real necessidade do seu cliente. Para o sucesso no atendimento, é preciso entender suas necessidades e “escutá-lo” por meio de todos os canais – como está sua área de marketing? O seu time de vendas está alinhado com as estratégias e se apoia em ferramentas que otimizam o tempo permitindo que se dediquem mais à outras tarefas e não apenas em funções operacionais?

2) Dê voz ao colaborador – Escute mais seus colaboradores. Quando as áreas conversam entre si, outras fontes e insights podem vir dos clientes, pesquisas, prospects, entre outros;

3) Vá além de fornecer – As empresas provedoras de tecnologia não se limitam mais em apenas fornecer a solução. Elas precisam se posicionar como verdadeiras consultoras, capazes de auxiliar na escolha da melhor solução para a necessidade das companhias, antes, durante e depois do ciclo de vendas. Encontre uma empresa fornecedora que entenda onde você quer chegar e te mostre como. Projetos de co-criação podem ser uma solução.

4) Pense em integração – Procure integrar conhecimento dentro da sua empresa. Utilize ferramentas e tecnologias que conectem conhecimento e inovação e funcionem com sinergia. Como por exemplo Inteligência Artificial e outras tecnologias chaves (IoT, nuvem).

5) Invista no conhecimento – Por fim, mas não menos importante, saiba reunir várias perspectivas e conhecimento. Isso permite criar novos insights e provocar mudanças positivas. Como identificar quando algo está errado? Ainda há tempo para mudar? Ainda existem muitas empresas com muito potencial, porém as informações são utilizadas de maneira errada ou ineficaz. Incluir projetos e laboratórios para os novos profissionais é uma aposta na educação dos seus colaboradores e colabora para a evolução da organização como um todo.

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