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CEO da Stefanini destaca a importância da diversidade para transformar ambientes corporativos

A Diversidade é um tema que tem sido debatido com frequência em várias frentes, no entanto, está longe de ter sua amplitude inserida devidamente no meio corporativo. Para ampliar esse debate, a CEO da Stefanini, uma das mais importantes provedoras globais de soluções de negócios baseadas em tecnologia, estará presente no Programa Estratégico da Amcham Porto Alegre (RS), que acontece dia 17 de setembro. Na ocasião, Monica Herrero, CEO da companhia, debaterá sobre o tema Cultura e Diversidade no universo corporativo. Entre os tópicos a serem debatidos, estão ‘Diversidade como estratégia organizacional’, ‘Ambientes diversos e inovação’ e ‘Cultura voltada ao fomento da diversidade’.

O Programa voltado para as lideranças femininas consiste em cinco módulos de aprendizagem direcionados para médias e altas gerências. Cada módulo terá 4 horas e abordará um aspecto essencial na formação de lideranças.

O cenário atual está direcionado para o alcance da equidade de gênero em todas as esferas e torna-se fundamental trabalhar questões de fomento e desenvolvimento de mulheres executivas, pensando em um ambiente organizacional mais diverso e atuando com o objetivo de propiciar um espaço de troca e inspiração para as executivas gaúchas.

Com o intuito de multiplicar conhecimentos e auxiliar na missão de transformar o ambiente de negócios, Monica Herrero levará para o evento a experiência da Stefanini, que apoia a diversidade como um todo. “Sabemos que este desafio é grande, mas temos que abrir a discussão e criar mecanismos reais com processos efetivos para que a diversidade permeie as corporações, por meio de um movimento natural e contínuo, seja para mais espaços para a mulher no mercado de trabalho e de pessoas de todos os gêneros”, enfatiza Monica Herrero.

Programação completa:

Módulo 1 | Cenário Global
Panorama atual do mercado de trabalho | Transformação organizacional | Diversidade e performance financeira

Módulo 2 | Liderança Contemporânea
Autoconhecimento | Protagonizando a transformação | Gestão de equipes de alto desempenho
Novas práticas de gestão

Módulo 3 | Cultura e Diversidade
Estratégia organizacional | Ambientes diversos e inovação | Cultura voltada ao fomento
da diversidade

Módulo 4 | Negociação e Networking
Executivas e negociação – como incentivar | Atitude e postura para negociar
A importância do networking para crescimento profissional

Módulo 5 | Carreira
Como equilibrar vida pessoal com a profissional | Destacando-se em um ambiente
masculino | A importância de estabelecer metas profissionais

ANOTE EM SUA AGENDA:
Módulo 3: Cultura e Diversidade
Dia: 17 de setembro, segunda-feira
Horário: 14h às 18h
Local: Amcham Business Center
Endereço: Rua Dom Pedro II, 861, 8º andar – Porto Alegre, RS

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BB lança primeira API de crédito do Brasil

O Banco do Brasil avança na estratégia de Open Banking e lança a primeira API (Interface de Programação de Aplicativos) de crédito do Brasil. Ampliando as parcerias de open banking, oferece agora a contratação de crédito consignado (servidor público e INSS) totalmente digital, com a bxblue, startup que oferece comparativo de taxas de crédito consignado para aposentados, pensionistas e funcionários públicos.

“Em um ambiente de forte competição no crédito, não podemos limitar a oferta de consignado apenas a canais tradicionais. Precisamos disponibilizar o produto onde o cliente estiver, de forma segura e 100% digital. Saímos na frente com esta parceria que aumenta a capilaridade digital do BB em soluções de crédito”, afirma Marcos Renato Coltri, diretor de empréstimos, financiamento e crédito imobiliário do BB.

Por meio da integração, os clientes do BB ganharão agilidade na contratação, uma vez que o crédito consignado contratado via bxblue é creditado rapidamente na conta do cliente, que realiza a simulação e contratação do seu empréstimo por meio de um moderno protocolo de segurança que conecta o BB à bxblue.

“A parceria é um grande marco para a bx, mas também um excelente benchmark para o mercado. Da forma que a API foi construída, o usuário do BB, pode entrar e contratar o seu empréstimo na bxblue em menos de três minutos, e receber o dinheiro em instantes, a qualquer hora do dia ou da noite, de qualquer local do Brasil”, ressalta Gustavo Gorenstein, CEO da bxblue.

“As parcerias que firmamos por meio do open banking vêm para complementar a estratégia do Banco em soluções totalmente digitais, para trazer mais facilidade e agilidade para os nossos clientes, no ambiente que ele estiver, seja no aplicativo da agência de viagens ou no site de uma fintech parceira”, afirma Marco Mastroeni, diretor de negócios digitais do BB.

Open Banking

O Banco do Brasil lançou a sua plataforma de open banking em junho do ano passado, com o Portal do Desenvolvedor (developers.bb.com.br). Em agosto, anunciou a primeira operação estruturada do país, numa parceria com a ContaAzul, que oferece uma plataforma de gestão empresarial para micro e pequenas empresas.

O conceito de open banking compreende a criação de novos negócios e ecossistemas digitais, disponibilizados por instituições bancárias, por meio da integração de seus sistemas. Isso permite que outras empresas e desenvolvedores criem novas soluções, aplicativos e serviços que melhoram a interação entre bancos e clientes.

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Cisco Connect, o maior evento para a comunidade de parceiros e clientes, chega ao Brasil pela primeira vez

A Cisco realiza a primeira edição do Cisco Connect nos dias 19 e 20 de setembro em São Paulo. O maior evento da empresa, com foco na relação com seus parceiros e clientes, contará com duas programações distintas para cada um dos dias. Na quarta-feira (19), haverá uma programação exclusiva para o ecossistema de parceiros Cisco no Brasil – o Partner Forum. Já na quinta-feira (20), o Cisco Connect receberá os clientes para discussões sobre tendências tecnológicas e o impacto que estas grandes inovações já estão tendo no nosso dia-a-dia.

Entre os principais convidados para o evento estão Michael Khoons, vice-presidente sênior global de engenharia da Cisco e Rick Snyder, vice-presidente sênior da organização de parceiros da Cisco para Americas. Khoons tem mais de 25 anos de experiência e é responsável pela estratégia tecnológica da Cisco globalmente. No dia 20, às 9h45, ele vai falar sobre a visão da Cisco para um planeta conectado, um tema cada vez mais urgente e que faz parte do DNA da Cisco como empresa, na construção de um mundo que transforme esta conexão em benefícios para a sociedade.

Além deles, também os principais executivos da Cisco no Brasi participam do evento, como o presidente da empresa, Laercio Albuquerque e Marcelo Ehalt, diretor de Canais da Cisco Brasil. Ambos serão os responsáveis pela abertura do evento para parceiros, no dia 19 às 9 horas. Laercio também fará a abertura do dia 20, na palestra “O Brasil na era da Internet das Coisas”, que vai discutir o impacto da IoT, a construção de Smart Cities e os benefícios para a qualidade de vida que virão a partir destas inovações. Os dois dias do evento também trarão sessões paralelas sobre tendências, soluções e negócios.

O Cisco Connect também conta com convidados especiais. No dia 19 a AAA Inovação, de Ricardo Amorim, Arthur Igreja e Allan Costa, apresentará o painel “Inovação e Tecnologia no mundo dos negócios”, e o dia 20 contará com a participação dos integrantes do programa Fim de Expediente da rádio CBN, Dan Stulbach, José Godoy e Luiz Carlos Medina, com encerramento da banda Ultraje a Rigor.

“A realização do Cisco Connect no Brasil é um grande marco para a Cisco no país”, afirma Laercio Albuquerque. “Nós somos uma empresa cuja missão é criar conexões, e com este evento teremos e oportunidade de solidificar e criar conexões entre nosso ecossistema de clientes e parceiros no Brasil e discutir oportunidades que a conectividade traz para o país”.

Para mais informações sobre o Cisco Connect, acesse: http://www.cisco.com/c/pt_br/training-events/connect.html.

Cisco Connect
Dias 19 e 20 de setembro
Golden Hall – WCITY São Paulo – WTC Sheraton
Avenida das Nações Unidas, 12551 – São Paulo, SP

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Thomson Reuters Brasil lança segundo programa de aceleração de startups em 2018

A Thomson Reuters, multinacional de soluções em tecnologia para diversos segmentos da economia, anuncia a segunda edição de seu programa de aceleração de startups. O Accelerator Day for Taxtech e Comextech, realizado em parceria com a AB2L (Associação Brasileira de Lawtechs & Legaltechs) e a Campinas Tech (comunidade dedicada ao desenvolvimento do ecossistema de startups da região de Campinas) vai avaliar empresas iniciantes que tenham soluções em tecnologia para aprimorar a rotina dos profissionais dos segmentos Tributário, Fiscal e de Comércio Exterior. As inscrições podem ser feitas até o dia 16 de setembro através do link. Podem participar empresas de todas as regiões do Brasil. A apresentação dos finalistas e vencedores do programa acontece no dia 31 de outubro, no Centro de Inovação da Thomson Reuters (FLIC – Future Law Innovation Center, recém inaugurado, em São Paulo).

O objetivo do programa é trazer inovações para aprimorar a eficiência das suítes de soluções ONESOURCE Mastersaf e ONESOURCE Global Trade, que proporcionam o cumprimento das obrigações fiscais, compliance, automatização de tarefas e gerenciamento dos processos de importação e exportação das empresas. Serão avaliadas as startups que ofereçam produtos e serviços com potencial de escala e já testados em clientes reais, dentro de três categorias: Fiscal, Comércio Exterior e Fiscal/Comércio Exterior.

O pilar Fiscal é dedicado às startups que desenvolvem soluções com Inteligência Artificial, Automação de Processos e Recebimento Integrado para aprimorar a eficiência, gestão e inteligência fiscal das empresas. Em Comércio Exterior, as iniciativas avaliadas devem ter Inteligência Artificial, Analytics e Integração do Ecossistema do Comércio Exterior (como o Blockchain). A última categoria, Fiscal/Comércio Exterior, visa analisar tecnologias emergentes que não façam parte dos outros dois pilares, para ambos os segmentos.

Após o período de inscrições, de 17 a 27 de setembro, a Thomson Reuters selecionará oito semifinalistas (duas em Fiscal, duas em Comércio Exterior e quatro em Fiscal/Comércio Exterior). As startups selecionadas terão mais de um mês de preparação e, no dia 31 de outubro, a oportunidade de apresentar as suas inovações para a comissão julgadora, que definirá as quatro vencedoras – (uma em Fiscal, uma em Comércio Exterior e duas em Fiscal/Comércio Exterior).

Nos três meses seguintes, as empresas escolhidas serão aceleradas pela Thomson Reuters. Todas terão a chance de interagir com os colaboradores, a estrutura e as tecnologias da empresa, para efetuar o planejamento e a aplicação da Prova de Conceito de suas soluções nas suítes ONESOURCE Mastersaf e ONESOURCE Global Trade, podendo contribuir para toda a cadeia Fiscal e de Comércio Exterior do país.

“Com o sucesso da primeira edição do programa Thomson Reuters Accelerator Day, voltado para o segmento jurídico, decidimos ampliar para o universo para as TaxTechs e ComexTechs. Será uma grande oportunidade de identificarmos iniciativas viáveis para os segmentos Fiscal e de Comércio Exterior, incluindo estas iniciativas em nosso portfólio. Dessa forma, além de estimular e impulsionar ideias inovadoras, podemos aprimorar nosso portfólio de soluções e melhorar o dia a dia das empresas brasileiras”, afirma Ralff Tozatti, Diretor de Marketing da Thomson Reuters Brasil.

Saiba mais sobre esta edição do Accelerator Day for Taxtech e Comextech por meio do regulamento.

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Pipefy contrata VP de Marketing


A Pipefy, startup de gerenciamento de processos eficientes, acaba de anunciar a contratação de Rodrigo Vaca para a posição de vice-presidente de Marketing. O executivo traz na bagagem funções semelhantes às que desempenhou na Zoho CRM. Nos Estados Unidos, trabalhou em gigantes como Google e Microsoft.

“A Pipefy tem crescido muito rapidamente e por isso precisávamos de alguém capaz de definir estratégias de marketing em nível global condizentes com nossos objetivos a longo prazo. A escolha dessa posição foi feita com bastante rigor e avaliando tanto a capacidade tática quanto a experiência dos candidatos. Nesse quesito, Rodrigo Vaca se destacou consideravelmente”, afirma o fundador e CEO da Pipefy, Alessio Alionço.

Com formação em Ciência da Computação e especialização em Desenvolvimento de Produtos de SaaS focado no mercado B2B, o novo vice-presidente de Marketing terá como missão identificar oportunidades para posicionar a marca, atuando no escritório da empresa em São Francisco, no Vale do Silício.

“A oportunidade é enorme e talvez igualmente importante. Vejo um forte comprometimento e alto desempenho da equipe atuando em um ambiente descontraído”, destaca o mais novo membro do quadro da Pipefy, que tem mais de 20 anos de experiência na área e competências em liderança, parceria estratégica e marketing de mídias sociais.

A plataforma

Projetada para facilitar o processo lento, caro e muitas vezes incômodo enfrentado por muitos gestores, a plataforma em nuvem da Pipefy permite a implementação de processos eficientes independentes do setor de TI, por meio de uma interface intuitiva, fácil de usar e com modelos específicos para cada departamento. A solução elimina uma batalha de longa data entre os gerentes de operações e os setores de TI, colocando o poder de gerenciar processos de negócios complexos, em que a velocidade da entrega de valor é fundamental, de volta nas mãos dos especialistas. Uma vez implementado em uma empresa, a ferramenta é rapidamente adotada a uma taxa de crescimento de 10% ao mês.

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Ascenty anuncia construção de dois novos data centers em Hortolândia

A Ascenty, empresa líder no mercado de data center com foco na América Latina, anuncia a construção de dois novos data centers em Hortolândia. O projeto conta com um aporte de R$ 250 milhões e cada data center terá capacidade de 15 MVA de energia disponível. As operações nas novas unidades se iniciam no segundo trimestre de 2019.

Hortolândia é um importante polo industrial e tecnológico em crescimento. O investimento no município faz parte da estratégia de expansão da Ascenty em linha com a alta demanda das empresas por infraestrutura de alta qualidade. Com os dois novos data centers, a empresa completará três unidades na cidade, e totalizará 14 data centers em operação no Brasil até meados de 2019.

“Ter uma infraestrutura própria é uma opção cada vez menos cogitada pelas grandes empresas. O mercado está totalmente direcionado à terceirização da infraestrutura, bem como, expansão de ambientes híbridos por meio do cloud”, comenta Roberto Rio Branco, diretor de marketing e institucional da Ascenty. “Estamos acompanhando esse rápido movimento do mercado, oferecendo infraestrutura de classe mundial por meio dos nossos data centers, combinada à uma rede própria de fibra óptica para interconectar ambientes físicos aos principais cloud providers do mercado”, completa.

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Mulheres são apenas 1 em cada 5 dos profissionais de TI, aponta KPMG

A liderança de TI feminina continua em uma tendência de crescimento excepcionalmente lento, alcançando, neste ano, 12% em comparação com os 10% do ano passado. Os dados são da pesquisa CIO 2018 realizada pela KPMG em conjunto com a Harvey Nash, o maior estudo de liderança em TI e que está na 20ª edição. O levantamento apontou que as mulheres representam apenas uma em cada cinco dos membros das equipes de tecnologia.

O estudo mostrou ainda que quase 25% dos executivos de TI disseram que o tema inclusão e diversidade não tem relevância para a concretização dos objetivos empresariais e tecnológicos de uma organização. Já 47% dizem que a temática tem alguma influência, enquanto 30% afirmam que inclusão e diversidade impactam os objetivos empresariais e tecnológicos de forma considerável.

“O setor parece estar significativamente dividido em relação à extensão na qual a diversidade é importante para o sucesso da empresa”, analisa o sócio da KPMG, Claudio Soutto.

Sobre a pesquisa

Na 20? edição, a pesquisa da CIO Survey 2018 foi realizada pela KPMG em parceria com a Harvey Nash. É considerada a maior pesquisa de liderança em TI em todo o mundo em termos de quantidade de entrevistados. O levantamento foi realizado entre 20 de dezembro de 2017 e 3 de abril de 2018, em 84 países, com 3.958 CIOs e líderes em tecnologia, por meio de análises de respostas de organizações que apresentam despesas anuais com segurança cibernética de até US$ 46 bilhões.

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Setor de consórcio imobiliário investe na inovação

Nos dias 11 e 12 de setembro, São Paulo receberá o Conecta Imobi, considerado o maior evento de marketing, vendas e tecnologia do mercado imobiliário na América Latina. A edição deste ano deverá reunir mais de 4 mil profissionais do setor, que poderão acompanhar palestras, apresentações de cases de sucesso e ainda conhecer as novidades do segmento nos estandes das empresas participantes.

De acordo com a organização, além de atualizar os profissionais do mercado, o evento ainda vai destacar a importância da inovação e como a tecnologia está transformando as vendas do setor e a relação com o cliente.

Uma das empresas participantes, a Ademilar Consórcio de Investimento Imobiliário – pioneira dessa modalidade no Brasil, segue a tendência do mercado fazendo da tecnologia uma aliada. Desde o início do ano, a empresa oferece a seus consultores um aplicativo que possibilita a realização das vendas em ambiente totalmente digital. “Com essa ferramenta, eles formalizam o processo de vendas sem a necessidade do papel. A assinatura do contrato é feita digitalmente, e os clientes recebem todas as informações por e-mail. O aplicativo está trazendo ainda mais agilidade ao nosso serviço”, explica a diretora-superintendente da Ademilar, Tatiana Schuchovsky Reichmann. O aplicativo está disponível para Android e ainda este ano será viabilizado para sistema iOS.

A diretora destaca que, mesmo com o constante ritmo de expansão do setor de consórcio, é preciso manter-se competitivo no mercado e atrativo para os clientes. E a inovação, segundo ela, pode ser um dos diferenciais. “Estamos há 27 anos no mercado e, mesmo com uma carteira sólida de clientes, seguimos investindo em melhorias, e isso reflete nos nossos resultados. Para se ter uma ideia, entre janeiro e agosto de 2018, registramos um crescimento nacional de 40% no volume de créditos comercializados, em comparação com o mesmo período do ano anterior”. Ainda de acordo com a executiva, somente no estado de São Paulo, a alta foi de 12%.

O uso da tecnologia para fechar negócios e novas tendências de marketing serão discutidas durante os dois dias do Conecta Imobi. Entre os palestrantes estão Fábio Coelho, presidente da Google Brasil, Roberto Justus, empresário do Grupo Newcomm, e Gabriela Chaves Schwery Comazzetto, diretora de negócios do Facebook. Realizado no Transamérica Expo Center (SP), o evento já está com ingressos esgotados.

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Aporte de RS 1 milhão irá possibilitar a expansão e implementação de novas funcionalidades na startup Incentiv

A Incentiv, startup que promove o desenvolvimento social por meio da viabilização de projetos aprovados em leis de incentivo fiscal, comemora mais um momento importante em sua trajetória. A empresa acaba de receber mais de R$ 1 milhão dos grupos de investimento anjo Harvard Angels, Anjos do Brasil e Insper Angels e da aceleradora Startup Farm. Com o recurso, a Incentiv se consolida como uma das principais soluções para empresas ampliarem suas ações de responsabilidade social com custo zero. Além disso, a Incentiv pretende expandir sua rede, aprimorar a tecnologia e ampliar os times da área comercial, relacionamento e marketing.

O investimento conjunto de redes anjo à Incentiv é considerado pioneiro e democrático, pois trata de um negócio de elevado impacto social com a participação de mais de 50 investidores. “O acordo foi estruturado de maneira inédita no Brasil e não presume e nem depende de um exit para ser um grande sucesso”, explica Claude Salmona Ricci, o investidor líder.

Fundada por Douglas Lopes e Thais Nicolau, a Incentiv conecta proponentes e projetos a empresas e pessoas, gerando oportunidades para uma sociedade cada vez mais responsável. A ferramenta oferece um serviço completo para otimização do investimento incentivado. O processo vai desde a seleção personalizada de projetos ao acompanhamento de resultados em tempo real. Um de seus diferenciais é a convergência de funcionalidades em uma única solução online, que beneficia organizações e projetos sociais de todo o país.

O mercado no qual a Incentiv está inserida apresenta grande potencial inexplorado. No Brasil, todos os anos são aprovados aproximadamente R$10 bilhões em projetos via leis de incentivo fiscal. No entanto, mais de 60% dessas iniciativas não são realizadas por falta de captação de recursos. Ao mesmo tempo, mais de 95% das empresas aptas a utilizarem não aproveitam os benefícios fiscais para fomentar projetos sociais, de acordo com dados da Receita Federal.

Para estimular que empresários utilizem toda sua capacidade de investimento no setor de responsabilidade social e agreguem valor à marca, a Incentiv oferece uma solução completa com custo zero. A startup realiza o mapeamento de potencial, identificando todas as leis que podem ser aproveitadas no âmbito federal, estadual e municipal. A partir disso, realiza uma curadoria de alta performance alinhada aos pilares e valores da organização, priorizando credibilidade, transparência e segurança. “Nosso objetivo é garantir que os incentivadores fiquem confiantes e tenham tranquilidade em direcionar seus impostos para qualquer um dos projetos de nosso portfólio, por isso apresentamos um crescimento consciente da base de projetos, pois apenas os que passam por uma auditoria e são aprovados, ficam online. Nós entendemos que compliance é investimento e não custo”, reforça Thais, COO da Incentiv.

Além disso, a plataforma permite que os empreendedores façam a gestão de seu portfólio de projetos, acompanhem os resultados em tempo real e mensurem o impacto social gerado e o retorno do investimento, por meio da “prestação de contas sociais” realizada pelos proponentes.

“Para nós, é muito gratificante receber esse reconhecimento das maiores e mais tradicionais redes de investimento anjo do país. Isso mostra que estamos no caminho certo e que nosso negócio tem grande poder de impacto. Nossa meta é audaciosa: queremos levantar mais de 20 milhões no próximo ano, ajudando projetos sociais que transformam a vida de milhares de pessoas”, afirma Douglas Lopes, CEO da startup.

Trajetória e Reconhecimento

O primeiro desafio da Incentiv aconteceu em novembro de 2016: uma imersão no Campus da Google, em São Paulo, no programa da Startup Farm, maior aceleradora da América Latina. Nesta fase foi possível aprimorar o modelo de negócios e lapidar a estratégia.

No primeiro semestre de 2017, a Incentiv participou do InovAtiva Brasil, maior programa de aceleração de startups do país. Foi durante o Demoday InovAtiva, em julho, que a Incentiv chamou atenção de potenciais investidores especializados em negócios de impacto social. A empresa foi uma das finalistas daquela edição do InovAtiva de Impacto Socioambiental, ciclo do programa dedicado a negócios com esse foco, e recebeu o prêmio de destaque na categoria de Tecnologia da Informação e Big Data.

“Para nós, participar do programa de aceleração foi uma experiência positiva. Fizemos contatos com mentores e investidores, o que nos permitiu uma expansão mais estruturada de nosso negócio.Acredito que as novas startups devem buscar suporte em programas de aceleração e incubadoras, pois esse ecossistema é muito colaborativo e ajuda o empreendedor em suas principais dificuldades”, finaliza o CEO da Incentiv.

Desde 2017, a startup está incubada no Centro para Laboração de Tecnologias Avançadas em Florianópolis e na incubadora da USP, em São Paulo. Além disso, no final do ano conquistou o primeiro lugar no Startup Day, iniciativa do LIDE Futuro.

Ecossistema Conectado

Além da solução para empresas, a plataforma Incentiv.me também beneficia todo o ecossistema. Para os proponentes, a ferramenta otimiza a captação de recursos e o contato com os incentivadores, proporcionando visibilidade nacional para os projetos. Para pessoas, a tecnologia permite o direcionamento de impostos com liberdade de escolha, de forma simples e automatizada. A solução foi desenvolvida com objetivo de facilitar o engajamento cívico, permitindo que empresas atuem como multiplicadores, comunicando seus colaboradores para que também fomentem os projetos do portfólio de responsabilidade social da empresa, dessa forma, amplia sua verba incentivada, visibilidade positiva e valor de marca.

Para potencializar ainda mais o alcance da startup, foi criado um movimento a favor do uso eficiente e transparente de recursos públicos, a ”Rede de Executivos de Impacto”. Um grupo formado por diretores de grandes multinacionais, investidores, empresários, mentores e empreendedores que aproveitam o poder de seu networking para fomentar ações de responsabilidade corporativa, conectando grandes empresas a projetos alinhados com suas causas sociais, para gerar relevante impacto positivo nas regiões em que atuam.

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Kaspersky Lab anuncia primeiro grande evento no Brasil

Há mais de 20 anos no mercado de segurança digital, a Kaspersky Lab realizará no dia 2 de outubro, em São Paulo, o seu primeiro grande evento voltado para cibersegurança no Brasil. Focado em ameaças para consumidores e empresas, o Kaspersky LIVE conta com especialistas que abordarão os motivos pelos quais a segurança deve ser pensada em primeiro lugar. Durante o evento serão abordados tópicos como segurança em nuvem, detecção e respostas às ameaças, tecnologias emergentes, gestão de ameaças e vulnerabilidades, segurança de dados, Indústrias 4.0, bem como demonstrações ao vivo sobre o funcionamento das soluções da empresa.

A Kaspersky Lab tem observado que as empresas têm sofrido um impasse devido ao receio do impacto e dos custos crescentes relacionados a violações associadas aos “dados em movimento”. Para se ter uma ideia, o custo médio para as PMEs de uma violação chegou a US$ 103 mil em 2018, um valor 61% maior do que em 2017 (US$ 64 mil). Já para as grandes empresas, o valor foi de 97%, com o impacto financeiro médio de uma violação chegando a US$ 1,14 milhão. “Segundo nossos dados, 65% das empresas acreditam que os riscos à segurança dos sistemas de controle industrial (ICS) são maiores com a Internet das Coisas”, destaca Roberto Rebouças, diretor-executivo da Kaspersky Lab no Brasil. “Mas nem tudo está perdido, já que vimos que cerca de 77% das empresas colocam cibersegurança como sua maior prioridade”, enfatiza.

No caso das indústrias, um relatório recente da empresa mostra que as dos setores de energia e industrial, bem como as empresas de transporte e logística, têm opiniões diferentes sobre os efeitos negativos dos ataques cibernéticos em suas redes industriais. Mas, quando se trata de questões que afetam sua capacidade de manter as redes seguras, há três principais preocupações com as quais eles podem concordar: falta de equipe, investimento da alta administração e do fator humano.

Além dos diferentes tipos de ataques que acontecem no País e no mundo, a Kaspersky Lab também fará demonstrações ao vivo de como funcionam os ataques à plantas industriais. “Estamos muito felizes em realizar esse evento aqui no Brasil. Afinal, não podemos ignorar a segurança online em um País que é campeão de ataques de phishing e foi um dos mais atacados pelo WannaCry no ano passado”, reforça Rebouças. “Cada vez mais, temos que falar sobre segurança digital e mostrar as tecnologias da próxima geração que estão disponíveis no mercado para consumidores e para empresas, bem como destacar quais atitudes online podem minimizar esses riscos de ataques”, conclui.

O Kaspersky LIVE também terá a presença de dois especialistas do mercado de cibersegurança: Alexandre Trentini, gestor de Segurança da Informação com mais de 19 anos de experiência na área, e Anchises Moraes, profissional de cibersegurança e com extensa experiência na coordenação e implantação de projetos de Segurança da Informação em empresas de médio e grande porte. O evento também contará com a participação de Thiago Marques, pesquisador de segurança e membro da Equipe de Análises e Pesquisa Global da Kaspersky Lab desde 2015.

Os interessados em participar do primeiro Kaspersky LIVE, que é gratuito, podem se inscrever pelo site: https://kas.pr/klive.

Kaspersky LIVE

Data: 02 de outubro de 2018
Horário: 9h30 às 18h30
Local: Centro de Convenções Frei Caneca
Endereço: R. Frei Caneca, 569 – Consolação
Inscrições gratuitas pelo site: https://kas.pr/klive

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SulAmérica leva Garantia de Aluguel ao Conecta Imobi

A SulAmérica, maior seguradora independente do Brasil, segue acompanhando as inovações do mercado imobiliário e participa, nos dias 11 e 12 de setembro, do Conecta Imobi, em São Paulo. Na ocasião, a companhia apresentará aos profissionais do setor o SulAmérica Garantia de Aluguel, solução completa de garantia locatícia oferecida pela seguradora.

Realizado pelo Grupo ZAP, parceiro da SulAmérica há dois anos, o evento contará com mais de 100 palestrantes que abordarão temas voltados para tendências do mercado imobiliário por meio de painéis e apresentações de cases.

O Conecta Imobi também é uma oportunidade para integração entre profissionais e prospecção de novos negócios. “Participar de um evento tão importante para o mercado imobiliário é uma honra para nós. São dois dias de muita troca de experiência e aprendizado, que promove discussões fundamentais para o setor. Além disso, reforça o compromisso da SulAmérica de estar cada vez mais próxima de seus parceiros”, afirma o superintendente de Negócios de Capitalização da SulAmérica, Natanael Castro.

A companhia será representada pelo diretor da regional São Paulo Capital, Luciano Lima, e pela equipe de especialistas do SulAmérica Garantia de Aluguel, que receberão os parceiros no estande da seguradora.

O SulAmérica Garantia de Aluguel está disponível para contratos de locação de imóveis residenciais e comerciais. Com o serviço, o locatário deposita uma quantia como garantia e este montante fica automaticamente vinculado ao contrato de aluguel, sem burocracia e de forma ágil e segura. Entre outras vantagens, ele oferece a devolução de 100% do valor depositado, além de assistências residencial para locatário e locatícia para proprietário.

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Cobli reúne referências do mercado para discutir sobre IoT, Big Data e o futuro da logística

A Cobli – startup de gerenciamento de frotas e IoT que constrói tecnologia de ponta – realizou em parceria com o inovaBra habitat, em São Paulo, espaço de coinovação do Bradesco, o Cobli Labs. Com o objetivo de conduzir a logística para o futuro e aproximar a comunidade do setor, o evento combinou diversas palestras individuais e debates sobre temas específicos do segmento.

Na ocasião, mais de 100 participantes compareceram em uma imersão de 4 horas de conteúdo, com mais de 10 palestrantes divididos em seis palestras. “Foi uma oportunidade única de explorar o universo de logística de forma bem ampla, destacando algumas tendências e novidades do setor para os próximos anos. O público também foi bastante participativo, tornando nosso evento uma troca de conteúdos relevantes para essa comunidade”, explica Parker Treacy, Fundador da Cobli.

Após a abertura oficial, o espaço principal foi palco de uma série de palestras com grandes nomes, como o Diretor de Experiência do Cliente da Localiza, Guilherme Braz, que compartilhou como a tecnologia vem sendo utilizada para gerenciar frotas nacionais e internacionais em processo de expansão, além da importância da implementação de soluções logísticas para o sucesso da experiência com os clientes, como foi a criação do aplicativo Localiza Fast, que permite a locação de carros de forma rápida e fácil via dispositivos mobile.

Para mostrar qual é o novo conceito de mobilidade frente à era digital, onde as coisas são feitas em velocidade ímpar, Ricardo Penzin, Diretor de Desenvolvimento de Negócios do Brasil, Hyperloop Transportation Technologies, discutiu sobre quão fácil as ferramentas do setor serão implantadas no futuro para facilitar a mobilidade em grandes centros e como a logística pode se beneficiar ou terá que se adaptar a curto, médio e longo prazo.

“Hoje em dia, as cidades são construídas ao redor das estradas e das ruas, nós queremos fazer o contrário. O ser humano passa a ser o centro da discussão e a gente constrói o transporte ao redor dele. Estamos falando em um sistema de levitação passiva suspensa que pode ser utilizada tanto para o transporte de pessoas quanto na área de logística. No Brasil, já temos um centro de pesquisa em Contagem (MG) voltado para o setor e já estamos com projetos consolidados na França, Índia e Coreia do Sul”, comentou Penzin.

Michael Treacy, ex-professor do Massachusetts Institute of Technology (MIT) e fundador da consultoria norte-americana Treacy&Company, e John Weber, engenheiro com sólida carreira desenvolvida como executivo e CEO de grandes companhias, como G&E, debateram sobre as principais tendências logísticas dos Estados Unidos e do mundo, como têm impactado os negócios e quais as chances dessas inovações chegarem ao Brasil.

Para discutir sobre como aplicar Data Science na logística, Helena Romeiro, Procurement Manager na Souza Cruz e José Ribeiro Júnior, gerente de distribuição de território da empresa, apresentaram o case Souza Cruz e como a Cobli tem ajudado a empresa no combate à roubos de carga por meio de dados.

Por fim, Rodrigo Mourad, sócio da Cobli, mediou um painel com Victor Mucciolo, Diretor no Grupo Bem (Emergências Médicas), empresa de atendimento pré-hospitalar (APH); Rubens Aprobatto Júnior, ex- VP da DuPont, segunda maior empresa química do mundo e fundador da Polistart, aceleradora de startups criada por alunos da turma de 1980 do Departamento de Engenharia de Produção da USP e Marcelo Caiuby Novaes, Diretor Executivo da IS Entrega, transportadora de produtos sobre Desafios e sucessos na implementação de IoT na logística.

“Nosso objetivo com esse evento foi fomentar a cultura de inovação dentro do setor logístico, entendendo a necessidade deste mercado que tem evoluído consideravelmente ao longo dos anos. Com certeza, esse foi o primeiro de muitos encontros que virão”, finaliza Mourad.

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Grupo Movile promove primeira edição de evento sobre Kotlin

O grupo Movile, um dos líderes globais em marketplaces móveis, em parceria com o iFood e o iMasters, promove pela primeira vez, um evento dedicado à comunidade de programação Kotlin, uma das mais recentes e promissoras linguagens de programação. O evento acontecerá no dia 15 de setembro e será destinado a profissionais de tecnologia com conhecimento ou interesse na linguagem Kotlin. As inscrições já estão abertas no site do evento.

De acordo com o Realm Report, responsável por pesquisar quais são as linguagens que desenvolvedores do mundo inteiro usam, 2018 será “o ano de Kotlin”. Segundo o estudo, 20% dos apps construídos em Java antes da Google I/O 2017 são agora feitos na nova linguagem Kotlin. Esse é um dos motivos que incentivou o grupo Movile a olhar esse assunto com mais atenção, que está utilizando a linguagem há mais de dois anos.

“É muito estratégico para o grupo Movile promover o conhecimento dessa área, já que há mais de 2 anos usamos a linguagem. Além disso, o evento vai nos ajudar a nos aproximar de uma comunidade que está começando agora, nos posicionando como referência na área de tecnologia, com a apresentação dos melhores cases do mercado. Nosso grande objetivo é mudar a vida de 1 bilhão de pessoas, e iniciativas como essa com certeza nos ajudam a caminhar para esse propósito”, afirma Luciana Carvalho, Diretora de Gente.

Na programação, estarão oito palestras de profissionais renomados da área. Para mais informações sobre o evento, acesse: http://eventos.imasters.com.br/kotlinsummit/

Kotlin Summit

Onde: São Paulo – Developer HUB
Quando: 15 de Setembro
Horário: Das 9h às 18h;

Confira a programação completa de palestras do evento:

9h às 9h55 – Abertura do Credenciamento

10h – Kotlin: Advanced Tricks

Palestrante: Ubiratan Soares, Software Engineer, na Stone

10h40 – Dependency Injection com Kotlin

Palestrante: Thais Aquino, Desenvolvedora Android, na Luiza Labs

11h20 – Compartilhando código com Kotlin multiplataforma

Palestrante: Rafael Toledo, Consultor de Desenvolvimento Líder, ThoughtWorks

12h às 14h – Intervalo para Almoço

14h – Kotlin no Backend com Spring e Coroutines

Palestrante: Lucas Santos, Software Developer, no iFood

14h40 – Construindo sua biblioteca em Kotlin

Palestrante: Fernando Pinho, Software Engineer, na Globo.com

16h às 16h40 – Coffee Break & Networking

17h20 – Kotlin no Android: desbravando as oportunidades de ponta a ponta!

Palestrante: Walmyr Carvalho, Mobile Specialist, na Loggi

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São Paulo ganha novo centro de inovação e tecnologia

A cidade de São Paulo acaba de ganhar um importante centro de inovação e tecnologia. O espaço Future Law Innovation Center powered by Thomson Reuters é uma iniciativa da plataforma de transformação digital Future Law com apoio da multinacional de soluções em tecnologia Thomson Reuters. Localizado na esquina da Avenida Pres. Juscelino Kubitschek com Avenida Brigadeiro Faria Lima, um hub de empresas na zona Sul de São Paulo, o objetivo do FLIC é proporcionar um espaço de liberdade com estímulo à inovação e à diversidade, para fomentar o desenvolvimento de soluções práticas e respostas confiáveis para diferentes segmentos da economia e da sociedade.

“O FLIC é um local para propiciar a interação entre profissionais de diferentes áreas e, por meio de métodos modernos de inovação, fomentar a criação conjunta de soluções e novas tecnologias que colaborem para o desenvolvimento econômico e social do País, por meio das esferas jurídica, fiscal e tributária. Queremos aprimorar o cotidiano das empresas, facilitar iniciativas empreendedoras e melhorar a vida das pessoas”, explica Ralff Tozatti, Diretor de Marketing da Thomson Reuters Brasil.

A Future Law é uma iniciativa dos advogados Christiano Xavier, mestre em Direito dos Negócios pela FGV; Alexandre Zavaglia, professor e palestrante especializado em Direito Digital; e Bruno Feigelson, Diretor-presidente da Associação Brasileira de Lawtechs e Legaltechs. “A tecnologia avançou exponencialmente nos últimos anos e o cruzamento de dados para a solução de problemas jurídicos complexos é um grande diferencial, pois o mundo todo está caminhando para o movimento data-driven. Temos que preparar os profissionais para essa nova realidade, para otimizar o uso de seu tempo de trabalho para tarefas de alto valor agregado e que permitam mais eficácia e assertividade”, explica Alexandre Zavaglia Coelho, VP de Educação da Future Law.

O FLIC conta com dezenas de professores e orientadores que atuam em empresas referência em seus segmentos. É uma forma de garantir conteúdos de qualidade e que representem a realidade do mercado. O centro terá cursos de direito, inteligência artificial, uso de dados, marketing, inovação, empreendedorismo, futuro tributário, entre outros. Além de promover palestras, debates e eventos Hackathons sobre temas correlacionados, o espaço conta com dois laboratórios de inovação – cada um com capacidade para 40 pessoas – e um ambiente que permite a configuração do espaço em salas de aula. A estimativa é que cerca de 800 pessoas circulem pelo local todos os meses.

Uma das apostas do FLIC para alcançar bons resultados é promover a diversidade, sobretudo por meio da metodologia de Design Thinking: unir profissionais de diferentes setores para discutir possíveis soluções para o mesmo tema e, dessa forma, chegar a denominadores comuns que possam viabilizar inovações que saiam do papel. Principalmente em ações e projetos sociais. Um dos exemplos que já está sendo estudado é o desenvolvimento de tecnologias que aproximem pessoas que denunciam a violência contra mulher do poder público, facilitando o diálogo e o combate a este tipo de crime.

“A tecnologia não tem valor sem a experiência e o conhecimento técnico dos profissionais do Direito. A tendência é a criação de equipes multidisciplinares e a utilização crescente de metodologias de design jurídico. Estamos em um momento de mudança da cultura de gestão na nossa área”, afirma Christiano Xavier, CEO da Future Law.

No Innovation Center, estudantes bolsistas de qualquer instituto de ensino superior têm acesso gratuito às pílulas de alguns dos conteúdos da programação de cursos e atividades presenciais. Algumas aulas online também terão degustação gratuita. “O objetivo é democratizar ao máximo o conteúdo produzido e divulgado no FLIC. Assim, poderemos explorar ao máximo a capacidade criativa dos profissionais e estudantes brasileiros”, garante Tozatti, da Thomson Reuters.

Outro importante pilar para propiciar um ambiente moderno é a estrutura pensada em inovação. O espaço é amplo e livre, sem paredes, aberto a diferentes profissionais e empreendedores, de forma a estimular a integração e troca de ideias. “Qualquer profissional e estudante pode utilizar a estrutura do FLIC para desenvolver seu trabalho e trocar ideias com outras pessoas. Essa integração é chave para o desenvolvimento de novas ideias”, afirma o executivo da Thomson Reuters.

O FLIC é o primeiro centro de inovação patrocinado pela Thomson Reuters na Aérica Latina. O Brasil foi escolhido devido à relevância do mercado local, potencial criativo e complexidade regulatória. A empresa já desenvolve eventos e programas de aceleração de startups para os segmentos jurídico, de comércio exterior e de gerenciamento de risco. “Enquanto vemos no mundo a criação de grandes corporações de tecnologia, temos o maior número de ações e todas as condições para desenvolver as mais avançadas inovações para melhorar a prestação de serviços jurídicos. Não tenho dúvidas de que nosso país será referência mundial nessa área“, ressalta Bruno Feigelson, Head de Futurismo da Future Law.

No exterior, a Thomson Reuters é mantenedora do CodeX Stanford Center for Legal Informatics, centro de inovação para o direito na Universidade Stanford, na região do Vale do Silício, nos EUA .A companhia também mantém seis laboratórios de inovação (Boston, Cidade do Cabo, Waterloo, Londres, Cingapura e São Francisco), que colaboram para resolução de grandes problemas globais, usando ciência de dados e técnicas lean, assim como uma incubadora de startups (Zurique), e iniciativas como a promoção de mentorias, a oferta de recursos de parceiros, escritórios, networking e acesso a dados e tecnologias.

Saiba mais sobre o FLIC e sua programação no site: http://futurelaw.com.br/the-flic/ .

Future Law Innovation Center powered by Thomson Reuters

Local: Av. Juscelino Kubitschek, 1327.

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Tecnologia baseada em IA vai ajudar agricultores a analisar a saúde do solo e água

Por Mathias Steiner – Gerente de Tecnologia Industrial e Ciência, IBM Research – Brasil

A agricultura representa mais de 70% do consumo anual de água no mundo. Com fazendas pequenas produzindo quase 80% dos alimentos para os países em desenvolvimento, garantir a qualidade e a segurança do nosso suprimento de água é algo fundamental. A análise química para a agricultura depende, muitas vezes, de testes de laboratório caros e demorados, realizados longe da fazenda. Como resultado disso, essa análise é feita com pouca frequência e fica limitada a um número pequeno de amostras.

Dessa forma, nosso time se propôs a encontrar uma maneira de simplificar esse processo e fazer com que seja acessível para o pequeno agricultor monitorar a saúde do solo e da água. Esse protótipo, o AgroPad, permite a análise química em tempo real, e in loco, de uma amostra de solo ou água, usando para isso a Inteligência Artificial.

Então, como isso funciona?

Uma gota de água ou amostra de solo é colocada no AgroPad, que é um dispositivo de papel do tamanho de um cartão de visita. Com isso, o chip microfluídico dentro do cartão realiza uma análise química da amostra, no próprio local, e disponibiliza o resultado em alguns segundos.

Os resultados desses testes colorimétricos são exibidos por meio de um conjunto de círculos no verso do cartão, com a cor de cada um deles representando a quantidade de um determinado elemento químico na amostra. A partir daí, o produtor só precisa utilizar seu smartphone com um aplicativo dedicado para fotografar o AgroPad e receber de forma imediata o resultado do teste químico.
AgroPad: “AI on the edge”

Essa abordagem de computação, chamada “AI on the edge”, usa algoritmos de aprendizado de máquina e também de processamento de imagem para traduzir a composição e a intensidade das cores medidas em concentrações de elementos químicos na amostra, tornando-a mais confiável do que testes baseados apenas no olhar humano. Esses dados podem ser transmitidos simultaneamente para uma plataforma de computação em nuvem e rotulados com uma etiqueta digital que identifica unicamente o teste, juntamente com a hora, a localização e os resultados da análise química. A plataforma de nuvem permite o gerenciamento e a integração de milhões de testes individuais realizados nos mais diversos horários e locais. Essa é uma característica importante para que seja possível monitorar, por exemplo, a mudança na concentração de fertilizantes em uma determinada região ao longo do ano.

Atualmente, temos uma solução-protótipo baseada em cinco parâmetros para testes de solo e água que medem pH, nitrito, alumínio, magnésio e cloro. Além de estarmos ampliando continuamente a biblioteca de indicadores químicos disponíveis para implantação, cada AgroPad pode ser personalizado com base nas necessidades do usuário.

Como os testes em papel podem ser realizados com segurança por qualquer pessoa – sem que ela precise ser uma especialista na área –, a coleta pública de dados com digitalização instantânea em sensoriamento químico torna-se uma possibilidade real. Unindo a produção em massa e o baixo custo do dispositivo baseado em papel com o alcance em grande escala por meio de tecnologias móveis e nuvem, o protótipo exploratório pode revolucionar a agricultura digital e os testes ambientais.

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Agibank é o grande campeão do Prêmio Empresa +Digital 2018

O Agibank, banco 100% digital, foi o grande vencedor do prêmio Empresa + Digital, na categoria Grande Empresa. O evento de premiação ocorreu nesta quarta-feira (05), em São Paulo, durante o Expo Fórum Digitalks. Elaborada pelo +Digital Institute, a pesquisa busca reconhecer as empresas mais bem posicionadas para enfrentar os desafios e colher as oportunidades do mundo digital.

“É uma satisfação ver que nossa estratégia de inovação ágil e disruptiva, e de resolução de desafios que parecem impossíveis, está mostrando resultados cada vez mais expressivos e reconhecidos. Isso é bom não só para o Agibank, mas também para a construção e expansão de um ecossistema de inovação sustentável”, comemora o CCO do Agibank, Glauber Corrêa.

Francisco Gioielli, CEO & Co-Founder do +Digital Institute, destaca a importância de identificar as companhias que atuam na vanguarda digital em seus respectivos setores. “A transformação digital é um caminho sem volta, e as companhias enfrentam o desafio de reavaliar suas práticas para absorver mercados e consumidores cada vez mais conectados. O Agibank mostra estar em um patamar adiantado nesse aspecto, mesmo atuando em um mercado tão acirrado e vinculado à tecnologia”, avalia Gioielli.

Com base em entrevistas e em respostas de colaboradores, a pesquisa calcula automaticamente notas em quatro dimensões: mobilidade, social, gestão de informação e fator exponencial. Para cada dimensão, são calculados dois componentes: intensidade e governança no uso de tecnologia. A média entre dimensões corresponde ao Índice de Maturidade Digital (DMI) da empresa. A empresa com a maior nota é a vencedora, e em casos de empate técnico, a nota de governança é prioritária.

100% Digital e crédito imediato

O Agibank é um banco 100% digital fundado e liderado por Marciano Testa. Seu propósito é fazer o dia a dia das pessoas melhor, proporcionando a inclusão financeira para milhões de pessoas que não se sentem representadas pelo modelo bancário atual. Primeira e única instituição financeira do mundo a transformar o número do celular no número da conta corrente do cliente, permite que qualquer pessoa com um smartphone se torne correntista Agibank – uma inovação que facilita a usabilidade e conectividade com milhões de pessoas para pagamentos P2P. A possibilidade de enviar dinheiro com a facilidade de se enviar uma mensagem fez com que fosse considerado o “WhatsApp dos bancos” (http://www.istoedinheiro.com.br/o-whatsapp-dos-bancos/).

Único banco em que o cliente recebe uma oferta de crédito online já na abertura da conta, o Agibank mostra sede por desafiar o estabelecido e construir o que é visto como impossível. Com seu mindset jovem e cultura de startup, desenvolveu o próprio método de transformação digital, o ASA – Agile Scale Agibank – e utiliza o mais moderno conceito de arquitetura de tecnologia omnichannel and open API, que possibilita escalabilidade com baixos custos de infraestrutura. Além disso, a plataforma permite que o cliente acesse os serviços de maneira completa por diversos pontos de contato – aplicativo, terminais de autoatendimento, internet banking e pontos de experiência.

O aplicativo de conta corrente está disponível gratuitamente no sistema Google Android e Apple iOS. Não há a cobrança da taxa de manutenção de conta, tão comum nos bancos tradicionais. Além da sua plataforma digital, o Agibank tem presença em todo o país. Sua estratégia de atuação é omnichannel, com mais de 550 pontos físicos de atendimento em 440 municípios, em todos estados da Federação. Reportando um lucro líquido de R$ 110 milhões no primeiro semestre de 2018, o banco oferece operações de crédito, serviços de conta corrente, cartões, investimentos, consórcios, seguros e meios de pagamento para mais de 1 milhão de clientes.

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3 pilares para a transformação bancária: economia, experiência do cliente e conveniência

O mercado de serviços financeiros passa por grandes mudanças por conta do avanço da transformação digital. De acordo com a pesquisa FEBRABAN de Tecnologia Bancária 2018, os investimentos em tecnologia tiveram um crescimento de R$19,5 bilhões em 2017 – comparados com R$18,6 bilhões em 2016. Em um momento em que o Brasil está recuperando sua economia, esse valor é representativo e mostra que a atenção do setor está direcionada às mudanças.

Atualmente, poucas são as inovações que surgem sem a participação ativa do consumidor, já que elas são criadas a partir de uma necessidade ou de uma demanda do cliente. Processos internos, metodologias, princípios e estruturas organizacionais têm sido alteradas para comportar as novas incumbências das instituições e atender a expectativa dos correntistas.

Como parte do planejamento para alcançar o patamar de banco digital, as instituições devem se embasar em três pilares: economia, experiência do cliente e conveniência. Elias Rogério da Silva, presidente da Diebold Nixdorf no Brasil – empresa líder global em soluções de automação bancária e comercial – fala um pouco mais sobre eles:

01.Economia tangível

Se por um lado os bancos impulsionam o investimento em tecnologia no país, por outro é constante a busca por soluções que simplifiquem a operação e tragam economia e retorno efetivo. Neste contexto, algumas instituições já investem em caixas eletrônicos recicladores. Essa é uma saída para minimizar o custo na gestão de numerários e dar mais agilidade no atendimento ao usuário, já que o mesmo dinheiro utilizado para depósito pode ser aproveitado para saques de outros clientes. Como resultado, são registradas menos visitas de carros fortes às agências, gerando economia.

02.O cliente no centro da experiência de atendimento

O centro das atenções está em apenas um lugar: o cliente. Como o único tomador de decisão, ele é o responsável por guiar as modificações nos negócios que vemos hoje. Como consequência, a experiência personalizada é a oferta das empresas que querem conquistar e fidelizar seus consumidores. Por isso, além de ter um atendimento multicanal, é preciso criar uma jornada integrada e distinta para cada público. Atualmente, já vemos redes sociais e aplicativos de mensagens sendo utilizados para traçar essa nova rota de conexão. É possível iniciar as transações em um equipamento e concluí-la em outro, de modo que nossa experiência com o banco vá além de um único canal. Isso é resultado de um mindset inovador que, juntamente com a tecnologia, permite a transformação dos negócios, processos e relações entre pessoas e serviços; gerando uma experiência de valor agregado ao cliente.

03. Mais conveniência para o usuário

Criar uma verdadeira plataforma digital e omnichannel é também fundamental para estar na linha de frente da inovação. Sabemos que as instituições financeiras estão, cada vez mais, focando seus investimentos em tecnologia e mudanças de comportamento, principalmente para garantir a disponibilidade e a agilidade nos negócios de forma mais intimista. Como o relacionamento banco x cliente mudou, é possível oferecer soluções ao consumidor, dando a ele o poder de decisão. Com isso em mente, já existem equipamentos no mercado, como um smartPOS, por exemplo; com aplicativos para diversas finalidades que são personalizados de acordo com as necessidades de cada linha de negócio, como agilidade em filas, abertura de contas ou outras funções que melhoram tanto a gestão da instituição, quanto o atendimento.

A pesquisa FEBRABAN mostra que em 2017 cerca de 1,6 milhão de contas foram abertas por meio do mobile banking – número 3 vezes maior do que em 2016. Sendo assim, a conveniência permite que novos padrões sejam traçados para que os correntistas sejam fidelizados à instituição que está disponibilizando serviços diferenciados e personalizados.

Já trilhamos um longo caminho para a transformação digital dos bancos e o Brasil é uma referência para o mercado mundial. Entretanto, ainda temos grandes desafios a serem superados. Sabemos que mais que mudar a infraestrutura de tecnologia da informação e processos, as empresas do setor devem passar por uma transição cultural. Passamos da barreira dos mundos físico e digital. O ponto focal agora é investir nos três pilares e continuar promovendo a mudança de mindset, pois a digitalização dos negócios não é feita apenas uma vez. Ela é constante, mutável e inovadora para aqueles que querem protagonizar esta tendência.

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O que é e como construir um pipeline de talentos?

Por Mariana Dias

Achar o candidato certo – aquele que mescla competências requeridas pela empresa, para determinada vaga, com as habilidades individuais relevantes do profissional – é um dos maiores obstáculos para os profissionais de RH. Em uma época com tanta competitividade em mercados tão saturados, selecionar o candidato mais adequado é um desafio.

Em muitos casos, contudo, esse processo é feito às pressas, prejudicando a qualidade da contratação e impactando negativamente a retenção de profissionais e os índices de produtividade. Para evitar essa “correria de última hora”, a empresa pode optar pela construção de um pipeline de talentos. Mas o que de fato é isso?

O pipeline é um banco de talentos formado por pessoas realmente aptas a ocupar uma vaga na sua empresa. Para construí-lo, o recrutamento pode ser feito pelas redes sociais, softwares especializados, formulários no site da empresa ou até com a ajuda de headhunters. A dinâmica de seleção depende de cada empresa, mas cada uma possui suas particularidades. Já com a lista de contatos em mãos, a organização prioriza tais candidatos quando há o surgimento de uma nova oportunidade.

Além disso, o pipeline também pode ser formado por profissionais que participaram de processos seletivos anteriores e apresentaram habilidades importantes para a organização, mas que, por algum motivo, não foram contratadas naquele primeiro momento. Seja como for, o pipeline de talentos forma uma rede de contatos de pessoas qualificadas para trabalhar na empresa. Assim, elas podem ser procuradas na abertura de uma nova vaga, resultando em economia de tempo e dinheiro para a corporação, além de facilitar o trabalho do RH.

Para a criação e gestão de um pipeline de talentos é preciso de quatro dicas essenciais. A primeira é a identificação de suas metas, ou seja, entender os índices de turnover da empresa e os treinamentos internos oferecidos. Se possível, use o People Analytics para entender os perfis dos funcionários com melhor desempenho. Depois, monte uma persona do seu funcionário — basicamente, uma representação do profissional ideal para a empresa —, levando em consideração habilidades técnicas e tendências comportamentais.

A segunda dica é simples: preencher o pipeline. Depois de identificar o tipo de profissional procurado, é hora de fazer uma busca ativa dessas pessoas. Esse trabalho pode ser feito por pessoas que já demonstraram interesse em trabalhar na empresa e participaram de seleções anteriores; campanhas de atração de talentos, para chamar a atenção de possíveis candidatos por meio de páginas de “trabalhe conosco” e networking; e busca direta, com a ajuda de softwares, mídias sociais e headhunters. Para essa etapa é importante ter cuidado com a abordagem e a comunicação, que vão impactar diretamente na imagem que o candidato terá da empresa.

A terceira dica é engajar o pipeline. O foco do processo está no engajamento dessas pessoas, que depende da nutrição de um relacionamento entre empresa e profissional. Quanto a isso, o segredo está em construir essa ligação sem desagradar com excesso de mensagens e spam. Esse é um trabalho de longo prazo, que exige paciência e dedicação.

E, por último, mas não menos importante, é fundamental contar com um software para a gestão do pipeline, centralizando, assim, todas as etapas do processo seletivo em uma única ferramenta exclusiva, possibilitando a personalização para atender às demandas da empresa. Com a tecnologia, a funcionalidade define critérios para o cargo e automatiza as próximas pré-seleções.

Enfim, como vimos até aqui, a construção de um pipeline de talentos é um trabalho que traz diversas vantagens, justificando o investimento de dinheiro e tempo aplicados nessa estruturação. Ao contar com uma lista de contatos qualificados e interessados em fazer parte do seu quadro de funcionários, a empresa ganha em qualidade de contratação, fluidez na seleção e maior índice de retenção, diminuindo o turnover e aumentando o engajamento.

Mariana Dias, CEO e cofundadora da Gupy, líder de recrutamento com base em Inteligência Artificial e machine learning no Brasil, que conta com clientes como Ambev, Embraer e Quinto Andar.

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