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Atos lança novos serviços para aprimorar seu Programa de Parcerias com Fintechs

A Atos, líder mundial em transformação digital, anunciou três novas iniciativas para fortalecer seu programa global de Parcerias com Fintechs. O objetivo é aproximar Fintechs, InsurTechs e RegTechs consolidadas e confiáveis a importantes empresas de Serviços Financeiros para co-criarem e levarem ao mercado novos serviços. As três novas iniciativas da Atos são: FinLab, plataforma baseada na nuvem para facilitar a criação de novos serviços conjuntos; o FinHub, um programa de integração de Fintechs; e o FinNet, um portal de conhecimento com tendências e insights.

FinLab: Um Motor de Crescimento para a Criação Conjunta de Valor para bancos e seguradoras

O FinLab da Atos é uma plataforma híbrida baseada na nuvem, combinada com a expertise comercial, técnica e de integração de APIs da Atos, que permite que bancos, seguradoras e suas parceiras de Fintech selecionadas desenvolvam novos serviços. Um recurso que diferencia o FinLab da Atos é a capacidade de criar jornadas de fim-a-fim específicas do cliente, as quais reúnem serviços combinados e APIs de diversas soluções de Fintech, para demonstrar funcionalidade e benefícios a possíveis clientes.

FinHub: Integração Rápida em apenas 2 a 4 semanas para FinTechs

Com o FinHub, as Fintechs têm acesso a uma ampla rede de importantes empresas de Serviços Financeiros com total apoio jurídico e mercadológico da Atos para desenvolverem uma oferta colaborativa que impulsionará o crescimento conjunto dos negócios num programa de integração de 2 a 4 semanas. As empresas de Serviços Financeiros se beneficiam do acesso rápido a uma grande comunidade de Fintechs preparadas, pré-avaliadas e com qualidade garantida, combinadas aos ativos da Worldline e apoiadas pela gestão completa de integração da Atos com proteção de riscos.

FinNet: portal sobre o cenário global das FinTechs

Este portal de conhecimento oferece uma visão das constantes mudanças do cenário de Fintech no mundo todo, visão esta que é alimentada por pesquisas de equipes especializadas em inteligência do cliente e de mercado, bem como pela expertise dos 135 especialistas globais da Comunidade Científica da Atos. Ela é reforçada, ainda, pelo envolvimento de uma rede internacional de Comunidades de Fintech para oferecer uma perspectiva pan-europeia.

Dan Cohen, Vice-Presidente Sênior de Grupo da Atos para Serviços Financeiros Globais, afirma: “No atual cenário concorrencial, as Instituições Financeiras precisam oferecer novas maneiras de criar valor para sobreviverem e prosperarem. As Fintechs também enfrentam desafios em conformidade, crédito e distribuição. Nosso investimento em Serviços de Fintech mostra nosso compromisso de apoiar as Instituições Financeiras ao facilitar essas parcerias, promovendo a inovação conjunta e levando ao mercado novos serviços que diferenciam os negócios delas e permitem o crescimento”.

Através de sua subsidiária Worldline, líder europeia do setor de serviços transacionais e de pagamentos, a Atos leva expertise em pagamentos eletrônicos, serviços transacionais e serviços bancários digitais a empresas de Serviços Financeiros. Atualmente, a Atos e a Worldline estão trabalhando em estreita colaboração com cerca de 20 parceiras de Fintech pré-avaliadas para desenvolver uma série de propostas de valor para alguns dos maiores bancos e seguradoras do mundo. Essas propostas incluem:

– Experiência do Cliente aprimorada e ininterrupta, assegurando conformidade com PSD2 – Diretiva de Serviços de Pagamento em vigor na Europa desde 2016 -, ao mesmo tempo em que as soluções das Fintechs são conectadas à plataforma (API) aberta de serviços bancários digitais da Worldline e ao FinLab da Atos;

– Modelos de negócios de empréstimos de varejo ágeis e eficientes;

– Soluções para desenvolver o DNA individual dos clientes (envolvendo processamento analítico, Big Data, Internet das Coisas, Computação Cognitiva e Processamento de Linguagem Natural), de modo a permitir que bancos e seguradoras criem experiências de cliente personalizadas e gerem novos fluxos de receitas;

– Soluções de pagamento eletrônico (com foco em carteiras e pagamentos móveis, Blockchain, pagamentos instantâneos e fraudes em pagamentos).

As parceiras de Fintech da Atos incluem, entre outras, a Backbase, Moven, NGdata, Customer Matrix, Friss, e-BankIT e AcceptEasy, as quais levam, à comunidade de Fintech da Atos, expertise em experiência do cliente, análises e DNA do cliente, gestão de sinistros e fraudes em seguros, verificação da identidade de clientes e faturamento eletrônico.

Reforçando sua posição de líder do segmento, a Atos foi incluída na lista IDC Financial Insights FinTech Rankings Top 25 Enterprise[i], como Líder na lista NelsonHall 2017 FinTech Services in Banking e nos relatórios Next-generation Mortgage & Loan BPS da NelsonHall, e como Competidora Importante em Serviços Digitais para Serviços Bancários ao Consumidor pelo Everest Group. A Worldline, subsidiária do Atos Group e líder europeia do setor de serviços transacionais e de pagamentos, foi incluída na lista IDC Financial Insights FinTech Rankings Top 100.

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Fintechs podem gerar mais de US$ 24 bi em negócios nos próximos anos

No Brasil, existem atualmente 193 startups com soluções tecnológicas emergentes – capazes de desenvolver tecnologias que irão impactar e revolucionar os modelos de negócios e sociedade no prazo de 5 a 10 anos. Desse total, 6% investem em Inteligência Artificial, tecnologia muito usada em startups que oferecem inovações para o segmento de Finanças e Seguros, como as insurtechs e fintechs – que segundo o estudo, devem gerar US$ 24 bilhões em negócios nos próximos anos.

O Liga Insights Emerging Technologies – estudo desenvolvido pela Liga Ventures, aceleradora especializada em gerar negócios entre startups e grandes empresas – mostra ainda que o Brasil foi o 8º país com o maior volume de investimentos em fintechs no ano passado (foram mais de 160 milhões de dólares movimentados).

Uma startup que está inovando no setor é a Nexoos www.nexoos.com.br) – fintech que conecta pequenas e médias empresas que necessitam de empréstimos a potenciais investidores – que consegue oferecer financiamentos a uma taxa de juros mais baixa, com muito menos burocracia que os bancos tradicionais. A análise de crédito é digital e 90% automática, com o uso de inteligência artificial – a startup desenvolveu um algoritmo exclusivo para precificar as empresas. As métricas para aprovação se baseiam em dados que apontam o potencial do negócio, como consultas automatizadas aos bureaus de crédito, pré-análise automática e até avaliações de redes sociais das empresas requerentes.

Tecnologias emergentes para o setor de Finanças e Seguros

No segmento de Finanças e Seguros as inovações que mais surgem estão ligadas a Big Data, Analytics, Inteligência Artificial, Blockchain e Criptomoedas – categoria que se destacou em 2017 com o maior número de startups criadas.

Blockchain é fator de revolução para transações financeiras e certificação de informações

Inovações como blockchain vão revolucionar todos os processos que envolvem trânsito de informações e certificações de dados. “O blockchain poderá ser usado para tornar os processos transacionais ainda mais seguros, tendo sua aplicação indo além do mercado financeiro, atuando também nas áreas de supply-chain, documentos, seguros e até em processos eleitorais com votos”, analisa Rogério Tamassia, co-fouder da Liga Ventures.

Liga Insights Emerging Technologies

Confira o levantamento completo aqui: liga.ventures/insights-etx

O Liga Insights Emerging Technologies é o primeiro estudo já realizado no Brasil sobre startups desta natureza (tecnologias emergentes), desenvolvido pela Liga Ventures – aceleradora especializada em gerar negócios entre startups e grandes empresas. A pesquisa foi feita em parceria com a TIVIT – líder em serviços de tecnologias integradas na América Latina – e a Intel. A pesquisa analisou um banco de dados com mais de 8 mil startups no país e separou as que se enquadram nessa segmentação.

Fonte:

Banco de dados com mais de 8 mil startups brasileiras, que incluem inscrições para os programas de aceleração e eventos da Liga Ventures, recomendações, notícias em portais de negócios e busca ativa de startups.

Número de startups no segmento:193

Principais áreas de aplicações das startups aprofundadas no estudo

Indústria 4.0

Construção e Arquitetura

Finanças e Seguros

Agricultura e Pecuária

Saúde e Bem-estar

Liga Emerging Tech

Complementar ao relatório, a Liga Ventures lançou o programa Liga Emerging Technologies (liga.ventures/emerging-tech/), programa que prospecta, seleciona e acelera startups dos setores de tecnologias emergentes como, â?¯Internet das Coisas, Big Data, Analytics, Realidade Aumentada, Blockchain, Robótica Avançada, Energia e Inteligência Artificial aplicados a diversos mercados.

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Banco Agiplan agora é Agibank 100% digital

Em um mundo em constante evolução, o Banco Agiplan também se renova. O Banco anuncia o reposicionamento da marca no intuito de tornar-se uma instituição 100% digital e, a partir de segunda quinzena de janeiro, o Banco Agiplan adota o nome Agibank, definição mais aderente à sua proposta atual de inovação, agilidade e tecnologia. O posicionamento e todo trabalho de comunicação darão suporte para a estratégia da instituição no sentido de tornar a marca uma referência de banco digital completo.

“O rebranding foi um processo natural, uma vez que buscamos uma marca forte e atual, que reforce aos clientes e ao mercado a proposta de valor que estamos oferecendo. Estamos construindo um banco do futuro com um grande propósito: fazer o dia a dia das pessoas melhor. Essa mudança está sendo feita de dentro para fora, com o envolvimento de todos os colaboradores,” afirma Marciano Testa, CEO e fundador do Agibank.

O plano de investimentos da empresa que, anunciado no final do ano passado, previa investimentos de R$ 750 milhões em tecnologia até 2022 faz parte deste novo posicionamento. Testa explica que o aporte tem foco em inovação, prototipação, design e no desenvolvimento de novas tecnologias. “Fomos a primeira instituição bancária do mundo a usar o número de celular como conta corrente, criando um ambiente no qual, de forma disruptiva, transacionamos dinheiro da mesma forma que trocamos mensagens no dia a dia. Já desenvolvemos nossa plataforma de maneira a estabelecer uma interconexão P2P com todos smartphones em âmbito global. Além disso, daremos início ao processo de internacionalização pelos EUA, em São Francisco, Califórnia, ainda no primeiro trimestre deste ano. Crescer para fora do país é uma aspiração do Banco”, afirma o CEO.

“O objetivo é transformar o Agibank em uma fintech global. Estar presente no Vale do Silício reforça a criatividade, inovação, o desenvolvimento de tecnologia de ponta e estimula espírito de startup presente no Agibank”, reforça Testa. A abertura de novos mercados faz parte da estratégia de expansão da instituição, que já desenvolveu sua plataforma visando uma operacionalização em âmbito global. Após se estabelecer nos Estados Unidos, o Agibank planeja alçar voos ainda maiores com foco em outros continentes.

“A tecnologia está no DNA da instituição, que investe obsessiva e continuamente na excelência operacional e tecnológica. Neste novo momento, a área de Tecnologia da Informação tem papel fundamental, uma vez que está criando novos canais digitais de relacionamento a partir de uma nova arquitetura corporativa, com base em conceitos modernos de bank as platform, cloud computing e open API. A ideia é garantir escalabilidade, time to market, segurança e experiência única ao usuário”, ressalta Marciano Testa, ressaltando ainda que a estrutura de desenvolvimento de soluções do Agibank está organizada em tribos e esquadras, nos quais times de técnicos e de negócio têm autonomia para propor novas experiências aos clientes. O Agibank quer tornar o correntista protagonista de seus processos financeiros”, conclui o CEO.

O Agibank irá atuar com base em dois pilares: tornar-se referência de banco 100% digital, nacional e internacional, e com foco na contínua expansão da sua rede física para facilitar a inclusão financeira a mais de 100 milhões de brasileiros que, atualmente à margem do modelo bancário tradicional, compõem o atual mercado potencial da rede bancária no País. A instituição irá oferecer novas funcionalidades para os clientes pessoa física e jurídica, como a possibilidade de abrir uma conta bancária diretamente pelo smartphone, com direito a um cartão múltiplo e internacional da bandeira Mastercard, linhas de crédito com condições especiais, pagamento em estabelecimentos comerciais pelo próprio app, entre outros benefícios. O aplicativo do Agibank pode ser baixado gratuitamente nas principais lojas de aplicativos para iOS e Android.

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Finep e EMBRAPII se unem para financiar projetos de inovação em acordo cooperativo

Para fortalecer o apoio à inovação brasileira e agilizar a oferta de financiamentos facilitados, a Finep e a EMBRAPII – Associação Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial, ambas ligadas ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, assinaram acordo de cooperação no dia 18 de janeiro, na sede da Finep no Rio de Janeiro. A ideia é criar um fast track para otimizar a atuação das duas instituições por meio da troca de informações sobre suas carteiras de clientes, facilitando o acesso aos recursos técnicos e financeiros oferecidos.

O presidente da Finep, Marcos Cintra, destaca a importância da complementariedade de ações: “A EMBRAPII é como um selo de qualidade que vai permitir mais rapidez na concessão dos financiamentos, porque as empresas indicadas por eles já terão passado por um crivo rigoroso”.

Jorge Guimarães, presidente da EMBRAPII, explicou que a Associação atua de forma tríplice, unindo empresas, governo e centros de pesquisa organizados como Unidades EMBRAPII, sendo 42 as existentes atualmente. “De todas as nossas parcerias, a Finep é a única que apoia os dois lados – as unidades EMBRAPII e as empresas”, destaca.

A EMBRAPII financia 1/3 dos valores de projetos de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I) realizados em parcerias com suas Unidades, de forma não-reembolsável, ou seja, o dinheiro não precisa ser devolvido no fim do projeto. A responsabilidade pelo restante do valor (2/3) é dividida entre a empresa parceira e a Unidade. A Finep entra aí, concedendo financiamentos de longo prazo, com juros baixos e de forma rápida às instituições beneficiárias da cooperação. “Pretendemos ainda no primeiro semestre de 2018 começar os desembolsos ligados a esse acordo”, disse Wanderley de Souza, diretor de Desenvolvimento Científico e Tecnológico da Finep.

O acordo terá vigência de dois anos. Para a concessão do financiamento, os projetos deverão estar em fase avançada de negociação, condicionado à efetiva contratação, ou contratados pela Unidade EMBRAPII ou Polo EMBRAPII IF, já contando, dessa forma, com os respectivos recursos financeiros disponibilizados pela EMBRAPII.

A cooperação prevê que empresas de todos os setores possam solicitar financiamento à Finep, desde que apresentem um projeto de inovação de produtos, processos ou serviços nas áreas de atuação da EMBRAPII, como: biotecnologia, agronegócio, engenharia, eletrônicos, Tecnologia da Informação e Comunicação – TIC, entre outros.

“Precisamos aumentar a competitividade da indústria nacional, o que depende em grande parte da sua capacidade inovadora. No entanto, inovar tem um custo. Com os recursos que serão garantidos pela Finep, oferecemos uma oportunidade para viabilizar a execução da ideia”, disse Jorge Guimarães. A expectativa é que sejam disponibilizados este ano cerca de R$ 3 bilhões para financiamentos a empresas por parte da Finep.

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Cabify e Easy anunciam recebimento de aporte de US$ 160 milhões

A Maxi Mobility Inc, holding da Cabify e da Easy, anuncia aporte de mais de meio bilhão de Reais (US$ 160 milhões) para expandir as operações em seus atuais mercados. O grupo opera plataformas de mobilidade como serviço (MaaS) de alta qualidade para empresas e usuários particulares em mais de 130 cidades e 14 países na América Latina e Península Ibérica.

Nesta nova rodada de investimento, os investidores da Maxi Mobility incluem a Rakuten Capital, TheVentureCity, Endeavor Catalyst, GAT Investments, Liil Ventures, WTI, além de investidores locais da Espanha e da América Latina.

“Estamos entusiasmados com o novo grupo de investidores e por continuar a fortalecer nosso relacionamento com a Rakuten Capital. Nós temos uma visão compartilhada de transformar a mobilidade nas cidades e melhorar a qualidade de vida de seus cidadãos”, diz Juan de Antonio, CEO da Maxi Mobility.

“O rápido crescimento e consolidação da Maxi Mobility demonstra o enorme potencial do grupo. Estamos muito satisfeitos em continuar a apoiar a visão, inovação e liderança na disrupção da mobilidade”, comenta Oskar Mielczarek de la Miel, Managing Partner da Rakuten Capital. “A equipe da Maxi Mobility, sob a liderança de Juan Antonio, não só se destaca por sua força e tenacidade, mas também pelos fortes valores éticos que demonstram no trabalho diário.”

“A Maxi Mobility fez um excelente trabalho para equilibrar o grande crescimento com uma disciplina financeira incomparável neste setor, conforme demonstrado pelos resultados alcançados em 2017”, explica Laura González-Estérani, CEO e fundadora da TheVentureCity.

“Este é o resultado do foco em fazer melhorias operacionais, fortalecer suas marcas focando no clientes e construir uma equipe muito sólida”.

O aporte de mais de R$ 500 milhões (US$ 160 milhões) nas marcas da Max Mobility será utilizado para acelerar o crescimento e consolidar sua posição de liderança na indústria de mobilidade como serviço (MaaS) no mercado latino-americano e ibérico. O montante também impulsionará o desenvolvimento tecnológico, incluindo soluções inovadoras de mobilidade, bem como o serviço para clientes e motoristas parceiros.

As empresas da Maxi Mobility estão presentes em 14 países da América Central, do Sul e da Península Ibérica. Elas geram cerca de 2 mil empregos diretos e possibilitam que centenas de milhares de motoristas parceiros tenham oportunidades de renda como profissionais autônomos.

“A Maxi Mobility nasceu com o objetivo de transformar a mobilidade ao melhorar a qualidade de vida e promover o crescimento econômico nos países em que atuamos. Estamos orgulhosos do progresso alcançado ao apostar em equipes locais, pagando os tributos públicos devidos em cada país e trabalhando lado a lado com os governos para a criação de regulamentações inclusivas e justas para todos os envolvidos no setor da mobilidade como serviço. Por meio da Cabify, Easy e outras marcas, continuaremos trabalhando rumo à nossa visão, que logo se tornará realidade”, conclui Juan de Antonio.

A Cabify encerrou 2017 com um crescimento global superior a 500% em receita bruta e solicitações de corridas, triplicou sua base instalada e aumentou o número de viagens em seis vezes em comparação a 2016. Já a Easy, desde que se juntou ao Grupo Maxi Mobility, em abril de 2017, viu sua demanda crescer mais de 60%.

Novo Country Manager no Brasil e vagas abertas

A Cabify anuncia Fernando Matias como novo Country Manager Brasil. Anteriormente, o executivo era CEO da Easy no Brasil. Já Daniel Bedoya, que ocupou o cargo desde o início da operação brasileira, assume como novo COO (Chief Operating Officer) Global da Cabify.

A Cabify também está com dezenas vagas abertas no Brasil para áreas como operações, marketing e vendas. Recentemente a empresa reestruturou e realocou diversos profissionais no Brasil para suportar o crescimento planejado, e está ativamente buscando talento para preencher as dezenas de vagas abertas no Brasil. “À medida que o negócio se expande, os nossos profissionais e o perfil das vagas evoluem. Estamos buscando aqueles que compartilhem de nossa visão e comprometimento com a transformação da mobilidade urbana, com alta capacidade de realização e experiência relevante nas funções que temos em aberto.” reforça Fernando Matias, novo Country Manager Brasil da Cabify.

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Indústria de pagamentos mundial instala conselho consultivo no Brasil

Com o objetivo de estudar maneiras de aumentar a segurança de pagamentos no comércio online e fornecer padrões e programas de segurança de dados, prevenindo ataques cibernéticos, o PCI Security Standards Council inaugura o Conselho Consultivo Regional do Brasil. O grupo conta com algumas das principais empresas da indústria de pagamentos do mundo.

A sucursal no Brasil será a primeira regional do conselho, que antes operava apenas em caráter global, fato que demonstra aumento da importância do país em uma lógica globalizada de negócios. A VTEX, empresa brasileira de digital commerce com presença mundial foi selecionada para integrar o grupo, representada pelo seu diretor de pesquisa e inovação, André Uchôa.

Com essa nomeação, a VTEX irá participar na vanguarda do esforço do PCI para aumentar a segurança de pagamento, fornecendo para a indústria padrões e programas de segurança de dados flexíveis e efetivos que ajudam as empresas a detectar, mitigar e prevenir ataques cibernéticos.

“Estou orgulhoso de fazer parte dessa iniciativa. Como membro do conselho, compartilharei as visões e expectativas das Organizações Participantes do PCI SSC no Brasil e na América Latina” diz André Uchôa, diretor de pesquisa e inovação da VTEX.

“As empresas brasileiras têm muito a contribuir para a segurança global de pagamentos. Estou ansioso para trabalhar com a VTEX e outros membros do Conselho Consultivo Regional do Brasil para ajudar o PCI SSC a tornar os pagamentos mais seguros em todo o mundo”, disse Carlos Caetano, Diretor Regional Associado do PCI SSC.

O PCI Security Standards Council foi fundado em 2006 pelas principais empresas de cartões, como American Express, Discover Financial Services, JCB International, MasterCard, e Visa, com a missão de aprimorar a segurança de dados. Com 750 organizações entre bancos, comerciantes, fornecedores e processadores, atua em países como França, Itália, Turquia e agora no Brasil. Os padrões de segurança PCI exigem comerciantes e provedores de serviços que armazenem, processam ou transmitem os dados do cartão de pagamento do cliente para aderir a controles de segurança de informações e processos que assegurem a proteção de dados.

Com presença em 25 países e em expansão para os mercados dos Estados Unidos e Europa, a VTEX foi listada recentemente como uma das 20 tecnologias de varejo mais promissoras para 2018 pela revista especializada CIO Review. No ano passado, se tornou a primeira empresa da América Latina a entrar no Quadrante Mágico da Gartner, competindo com outras gigantes digitais como Oracle, IBM, SAP, Salesforce e Magento.

Atualmente, possui mais de 2,3 mil lojas virtuais e processa mais de 18 milhões de pedidos, movimentando mais de US$ 2 bilhões por ano. Investe em segurança e na experiência do usuário, oferecendo a dupla autenticação, e tecnologia de compra sem senha, o SmartCheckoutTM, que permite uma verificação intuitiva, segura e muito rápida.

“Compreender os principais problemas e desafios enfrentados em um determinado país ou região é crítico, especialmente em uma região onde ainda estamos crescendo e desenvolvendo nossos níveis de suporte e adoção”, disse Jeremy King, Diretor Internacional do PCI SSC. “Como membro do Conselho Consultivo Regional do Brasil, a VTEX nos ajudará a garantir que os Padrões de Segurança PCI sejam o que sempre dissemos – verdadeiramente globais, apropriados e aplicáveis”.

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Evite perdas financeiras com a retenção de tributos

Por Leonel Siqueira, Gerente Tributário da SYNCHRO

Enquanto a reforma tributária não vem, os contribuintes brasileiros se desdobram para cumprir com suas obrigações fiscais dentro de um complexo sistema tributário. O anseio geral de um sistema mais eficiente e justo de contribuição depende de como conciliar os mais variados interesses. À medida que o cenário não melhora, cada vez mais, impostos, contribuições sociais, taxas e outros tributos, bem como aspectos relacionados às penalidades continuam impactando a administração de uma empresa.

De acordo com o Banco Mundial, o Brasil é o país onde mais se gasta tempo calculando e pagando tributos no mundo. Segundo a instituição, as empresas brasileiras gastam em média 2.600 horas por ano para cumprir as exigências do Fisco. Além disso, toda a estrutura criada pelas companhias para atender a burocracia, consome 1,5% do faturamento anual, que representa um gasto de cerca de R$ 60 bilhões, somente para calcular e pagar tributos, segundo o Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT).

Nós temos uma das maiores cargas tributárias do mundo, com mais de 60 tributos e 97 obrigações acessórias, que formam o conjunto de documentos, registros e declarações utilizados para o cálculo tributário que precisam ser enviados ao Fisco. Mas o volume de tributos está longe de ser o único problema.

Um grande desafio enfrentado pelas empresas é a retenção de tributos. O Instituto da Retenção na fonte é uma forma de responsabilidade tributária que obriga a fonte pagadora a recolher determinados tributos de forma antecipada de seu prestador de serviço ou fornecedor de mercadorias, nos casos especificados em lei. E qual o objetivo? É uma forma que o Governo encontrou para coibir a sonegação fiscal, concentrando a responsabilidade do recolhimento do tributo nos tomadores de serviços, facilitando a fiscalização e garantindo que os recursos sejam destinados com maior viabilidade aos cofres públicos.

Vamos para um exemplo prático. Uma grande indústria do setor automotivo, ao adquirir peças a serem incorporadas ao processo produtivo de seus automóveis, fica responsável pela retenção dos tributos. Da mesma forma, se uma indústria contrata serviços de uma empresa de jardinagem, deverá recolher o INSS incidente sobre esse serviço. Para o Fisco, concentrar a fiscalização na origem do fator gerador é uma forma de assegurar que os tributos sejam recolhidos corretamente, ainda que de maneira antecipada e parcial. Mas se facilita para a Receita, para os empresários não. Além de impactar na produtividade, o cálculo manual dos tributos tem um elevado ponto de risco, devido aos erros e inconsistências que podem ocorrer durante todo o processo, deixando as companhias vulneráveis a multas e autuações fiscais.

Diante desse cenário caótico, as companhias precisam contar com um sistema de governança fiscal, que permita o controle das informações, o monitoramento dos prazos de vencimentos e a verificação do enquadramento de cada tributo, pois o cálculo da retenção deve estar de acordo com a característica de cada tributo. Os tributos que são passíveis de retenção são: PIS, IR, CSLL, Contribuição Previdenciária sobre a receita bruta – CPRB, no âmbito federal e ISS, no âmbito municipal.

Ao aderir uma solução de gestão de tributos, as empresas terão maior visibilidade do processo, ganho significativo na dinâmica do cálculo e os analistas poderão cumprir seu papel de forma mais assertiva e eficiente. Por isso, o uso de um software facilita a vida de quem trabalha no departamento fiscal, pois é uma ferramenta automatizada capaz de realizar todos os cálculos de maneira sistêmica, garantindo a conformidade fiscal e tributária.

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Drones: entregando o futuro na porta da sua casa

Por Kai Schoppen, fundador e CEO da Infracommerce

Inteligência artificial, carros autônomos e drones fazendo entregas. Poderia ser o cenário de mais uma ficção científica hollywoodiana, mas são tecnologias que já se encontram à nossa disposição em pleno 2017 e, no caso dos drones, mais acessíveis do que podia se esperar. Desenvolvidos na década de 1960, somente nos últimos anos os drones se popularizaram. Inicialmente usados para atividades de entretenimento, hoje são ferramentas essenciais em diversas atividades comerciais e ganham mais espaço a cada dia.

As possibilidades de uso dos drones foram ampliadas quando, em 2013, a Amazon deu início ao projeto Prime Air, que utiliza drones para entrega. Os testes realizados são tão promissores, que a empresa já patenteou parte desse sistema e também o de abastecimento, popularmente chamado de colmeias, e que consistem em uma torre cilíndrica onde os dispositivos voadores são abastecidos e saem para realizar o transporte dos pacotes. Para Jeff Bezos, CEO da gigante norte-americana, em um futuro próximo, será “tão comum ver drones do Prime Air no céu como ver caminhões dos correios nas ruas”.

Esse sucesso é seguido de perto por outras líderes do mercado de logística como UPS e DHL. O que se tem observado até o momento é que as entregas por drones são mais viáveis do que muitos possam imaginar.

Vantagens e limitações

No Brasil, umas das principais barreiras para o setor é a relação de população x área habitada, uma vez que temos um país de extensões continentais, mas cuja densidade demográfica ainda é muito concentrada. Se em São Paulo, por exemplo, é possível encher um caminhão com pedidos e entregar praticamente de porta em porta, no interior o mesmo caminhão dirige 25 km para fazer uma única entrega.

Os drones chegam para atender a demanda dessas regiões em menor tempo e com um custo mais baixo. Nos testes já realizados, os consumidores receberam seus pedidos em até 30 minutos. Além disso, cada drone é capaz de realizar 30 entregas por dia a um custo de US$ 1 a US$ 3 dólares, enquanto as entregas para regiões suburbanas, via FEDEX, por exemplo, variam de US$ 10 a US$ 15.

Para o e-commerce, isso abre a possibilidade de reduzir e até eliminar um de seus maiores fatores de desistência de compra: o valor do frete de regiões suburbanas.

Compras de ticket médio baixo, acabam tendo um frete quase igual – quando não superior – ao dos produtos, o que muitas vezes faz com que o cliente deixe de comprar. Com a possibilidade de atender as entregas nessas regiões a um custo mais baixo, as lojas ganham mais força para suas vendas. Outra novidade para o setor seria a entrega para pessoas, não apenas endereços. O DelivAir, desenvolvido pela Cambridge Consultants, utiliza a localização via GPS dos celulares para entregar onde o cliente estiver.

No entanto, ainda existem limitações. A regulamentação do uso desses equipamentos somente foi registrada pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) em maio deste ano. Essa demora resulta, entre outras coisas, no atraso da definição de rotas de voos. Cidades como São Paulo, que contam com uma excelente infraestrutura para receber os drones devido ao grande número de helipontos, ainda não podem operar com esse sistema por não terem suas rotas oficializadas. Por outro lado, no interior não existe limitação. Os drones já possuem inúmeras tecnologias para evitar obstáculos e desenvolver suas rotas com autonomia.

Se pensarmos que o melhor lugar para operar com esse sistema de entrega é dessas regiões de subúrbio e cinturões próximos às cidades, ao instalar um galpão em uma área estratégica, com múltiplas cidades ao redor, é atender um raio de aproximadamente 12 km, que é a autonomia atual dos drones. Essa distância ainda pode ser estendida em breve, já que existem testes, com um híbrido de drone com dirigível que aumentaria a distância significativamente.

Outra preocupação é quanto ao peso das entregas, já que cada equipamento pode levar cerca de 2,5 kg apenas. Porém, vale lembrar que na Amazon, 8 em cada 10 pedidos da empresa são exatamente dentro desse peso. Esse sistema não atenderia somente pedidos maiores e de grande volume, como atacadistas, por exemplo.

Qual o impacto disso para o setor? Crescimento.

Assim como e-commerce nunca vai substituir a loja física, nem todos os pedidos serão entregues por drones. Eles serão mais uma opção, que as empresas precisarão adotar para complementar seus serviços e aproveitar essa nova fatia do mercado – especialmente no Brasil, onde o transporte tem alto custo.

Na prática

Não é apenas o setor de entregas e, consequentemente o de e-commerce, que se beneficiam com implementação do uso dos drones. Órgãos como o Unicef têm realizado a entrega de bolsas de sangue, amostras, medicamentos e até vacinas em áreas de difícil acesso na África, como Ruanda, por meio de drones.

Na Suíça, hospitais também já desenvolvem o mesmo sistema para transporte de materiais urgentes, como bolsas de sangue. E se você pensa que os drones são uma realidade apenas fora do Brasil, está enganado. Uma rede de padarias expressas já está realizando testes com a entrega de pães no estado de São Paulo.

Os drones chegaram para ficar e da próxima vez que você ouvir de uma tecnologia nova, fique atento, ela pode estar em suas mãos mais cedo do que você espera.

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Infraestrutura: conheça as tendências do setor wireless para 2018

Por Rogerio Ferro

Os leitores familiarizados com o chamado ciclo de hype sabem que novas tecnologias passam por um conhecido processo assim que elas surgem. A animação do começo leva a expectativas excessivas, que, em alguns casos, levam `a frustração geral antes mesmo que ocorra o difícil trabalho de implementação geral (se é que ele vá mesmo acontecer). Quando pensamos na tecnologia 5G, certamente existe a euforia inicial de todas as vantagens que ela trará. Também passamos pela frustração que ocorre quando pensamos “isso vai ser difícil de popularizar”. Estamos em um momento de ascensão, e acreditamos que 2018 seja um ano produtivo quando realmente começarmos a entender o que é possível fazer após o período de hype. Será ainda melhor com a aprovação pelo 3GPP do novo padrão de rádio 5G não autônomo, permitindo novos desenvolvimentos.

O ano de 2018 será de pragmatismo, um momento para entender o que é realmente possível. É por isso que a densificação, a virtualização, a otimização e a simplificação das redes continuarão em primeiro plano entre os objetivos dos fornecedores de infraestrutura de telecomunicações neste novo ano. Embora não sejam exatamente novas, essas iniciativas são importantes, pois as operadoras maximizam seus investimentos na rede e criam uma ponte para as tecnologias de próxima geração.

A medida em que se inicia 2018, a Commscope já nota o espírito de experimentação entre os clientes, com trials e provas de campo em desenvolvimento. Todos esses testes deixam claro que a tecnologia 5G traz novas dinâmicas e oportunidades de mercado, mas há desafios importantes que precisam ser superados. Em nossa perspectiva, as três áreas abaixo serão essenciais em 2018:

Convergência para novos modelos de negócio e novos usos

A convergência das redes com e sem fio é real. Muitos de nossos clientes estão se reorganizando em torno desse conceito, acabando com segmentações de negócio dentro da empresa, pois os negócios, antes separados, agora se uniram. Profissionais que tradicionalmente usavam rede fixa estão migrando para as redes sem fio, trazendo também seu conhecimento sobre conectividade de fibra óptica. Muitas operadoras direcionam a fibra para pontos mais sensíveis de suas redes para permitir arquiteturas RAN (C-RAN) centralizadas ou na nuvem e implementações de small cells em grande escala que colocam o ponto de mudança de rede de fibra mais próximo dos assinantes.

MSOs e empresas neutral host com redes de fibra estão lucrando com elas, vendendo acesso para backhaul de small cells. Algumas estão até construindo e alugando suas próprias redes de small cells para operadoras sem fio. Parcerias improváveis estão se formando entre empresas de cabo, provedores de rede sem fio e neutral hosts. O mercado está dinâmico, e isso pode criar ansiedade, mas também abre novas oportunidades.

Há também convergência de espectro licenciado e não licenciado com a abertura de novas frequências, como 3,5 GHz, uma das bandas globais da tecnologia 5G. O Citizen Broadband Radio Service (CBRS) nos Estados Unidos, fornecerá o serviço a usuários licenciados e não licenciados e permitirá novos casos de uso, como redes LTE privadas e SWN/WOAN. Um fabricante pode implementar uma rede LTE privada na frequência de 3,5 GHz para controlar via rede sem fio robôs em uma fábrica. Ou um neutral host pode usar uma rede LTE em um estádio ou centro comercial e vender capacidade para provedores de serviços. Muitos negócios e usos novos envolvem a frequência de 3,5 GHz.

A estrada para a tecnologia 5G é formada por redes LTE

Para o mercado celular tradicional, o objetivo da banda larga móvel aprimorada ainda está relacionado à evolução da LTE. Com agregação de operadoras e implementação em campo comprovadas, a rede LTE está alcançando velocidades muito altas com downloads e uploads acima de 100 Mbps. Na verdade, já surgem sites LTE em “Gigabit”. A latência da rede LTE geralmente fica abaixo de 20 milissegundos em muitas partes da rede. Nos próximos anos, ela continuará a ter um papel fundamental na estrutura de apoio da “rede das redes”. Um dia, a rede 5G se tornará a principal tecnologia macro, mas provavelmente começará como um aprimoramento da capacidade para áreas exigentes, com altas concentrações de usuários, além de gerar novos usos de aplicações verticais.

A tecnologia 5G definitivamente será usada para equipamentos de Internet das Coisas (IoT) e em aplicações de baixa latência. Estas aplicações surgirão primeiro na manufatura industrial, que faz uso de robôs coordenados via rede sem fio com latência ultrabaixa. A verdadeira promessa dessa tecnologia é uma combinação de alta velocidade, baixa latência e dispositivos de baixa potência. Mudanças na arquitetura permitirão que as operadoras selecionem opções de fronthaul que otimizem e forneçam o melhor desempenho de latência ou throughput da rede. Veremos isso acontecer em etapas, com usos específicos em mercados verticais. Mobilidade celular, logística, manufatura e saúde terão seus requisitos específicos.

O desafio das small cells…

O setor inteiro tem falado sobre esse desafio há um certo tempo, mas as small cells ainda são muito difíceis de serem implementadas. A aquisição do site é um grande desafio. Estamos começando a ver um volume maior de projetos, mas que ainda demoram mais do que o desejado. Processos de zoneamento que levam 12 meses ou mais são muito longos. Nossa esperança para 2018 é um movimento real, com esforços em todo o mundo, para padronizar e acelerar implementações de small cells.

Todos também sabem dos desafios das bandas de ondas milimétricas. A propagação do sinal diminui consideravelmente nas frequências mais altas. O acesso fixo sem fio em mmWave é um bom exemplo de uso de Massive MIMO e antenas ativas. Antecipamos o surgimento de antenas ativas em 2018 para bandas acima de 6 GHz para aplicações fixas sem fio e de baixa mobilidade. Desta forma, as antenas tradicionais com capacidades de bandas múltiplas e beamforming ainda são fundamentais para as redes sem fio. Isso também é uma questão de aquisição de sites, mais especificamente uma questão de aquisição de espaço na torre. As torres estão lotadas. Se as operadoras quiserem adicionar novos espectros ou tecnologias, elas precisam encontrar espaço. Normalmente, isso significa substituir antenas de bandas de frequência atuais, além de adicionar outras novas. Qualquer dispositivo que for instalado na torre hoje deve ser adequado para atender a múltiplos propósitos e estar pronto para futuros requisitos.

É claro que muitas outras discussões tecnológicas estão em andamento no universo sem fio. Em 2018, veremos progressos significativos na definição da tecnologia 5G, tanto como um padrão quanto para implementações do mundo real. O ciclo de hype inicial se acalmou, o que é um passo necessário para o discernimento prático de como todos nós vamos tornar a rede 5G uma realidade.

Rogerio Ferro é diretor de vendas wireless da Commscope para a América do Sul

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BNDES abre consulta pública para fazer parcerias com fintechs

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) lança, nesta quarta-feira, 17, consulta pública para conhecer soluções tecnológicas de fintechs que possam se integrar ao Canal do Desenvolvedor MPME. O objetivo é investigar soluções tecnológicas existentes no mercado para quatro tipos de serviços que o Banco deseja futuramente oferecer às empresas de menor porte: Educação Financeira, Análise de Crédito, Matching de Soluções Financeiras e Leilões Reversos de crédito para financiamento.

A integração com as novas ferramentas visa ampliar o acesso dos pequenos empreendedores a financiamentos do Banco, ao melhorar o perfil de crédito das MPMEs, e auxiliá-los na profissionalização de sua gestão financeira.

Por meio da consulta, o BNDES põe à disposição dos fornecedores interessados as especificações para realização de prova de conceito da sua solução e apresentação de questionamentos, comentários e sugestões. Para participar, exige-se que a ferramenta atenda a pelo menos 50% dos requisitos listados para cada assunto pretendido e que a solução esteja disponível operacionalmente no mercado há pelo menos um ano.

O edital da consulta pública estará disponível no site do BNDES no endereço www.bndes.gov.br/consultafintechs. O prazo final de recebimento das respostas é dia 15 de março.

Acesso – O Canal do Desenvolvedor MPME (www.bndes.gov.br/canal-mpme) é um ambiente digital no qual as empresas com faturamento anual de até R$ 300 milhões podem manifestar interesse por financiamento, sem precisar visitar um agente repassador de recursos para iniciar a busca de apoio financeiro do BNDES para seus projetos. A ferramenta está disponível 24 horas por dia, sete dias por semana, no site do BNDES.

No canal, o empresário identifica as linhas de crédito mais adequadas para o seu empreendimento, simula financiamentos, aponta os agentes financeiros de sua preferência, e encaminha com agilidade a manifestação de interesse de financiamento diretamente para os especialistas responsáveis pela carteira do BNDES nas instituições repassadoras.

► Acesse o edital em www.bndes.gov.br/consultafintechs.

Fonte: BNDES

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Fintech recebe aprovação de linha de crédito para ofertar R$ 250 milhões a PMEs

Lançada no mercado em novembro do ano passado, a fintech brasileira TrustHub, uma plataforma de soluções financeiras, acaba de receber a aprovação de uma linha de crédito de R$ 250 milhões da gestora e administradora de fundos SRM. Esta linha de crédito será ofertada a PMEs por meio da antecipação de recebíveis pela plataforma, em um procedimento inovador que analisa o perfil e deposita o valor na conta do empresário em menos de duas horas, de maneira 100% digital e online.

“Esse grande investimento torna o nosso serviço ainda mais eficiente e ágil e, consequentemente, facilita a vida do pequeno e médio empreendedor que busca alternativas para investir no próprio negócio”, afirma Alexandre Góes, diretor de meios de pagamento da fintech. “No momento de recuperação vivido pelo país, a facilidade na obtenção de crédito em até duas horas – longe da burocracia dos bancos e até de outras fintechs que necessitam encontrar um investidor que queira adquirir este crédito – é fundamental para as PMEs”, acrescenta.

Com pouco mais de dois meses de atuação, a TrustHub já antecipou R$ 10 milhões, com uma média de 45 operações por dia. Além disso, a empresa planeja antecipar R$ 5 milhões por dia já no início deste ano, ampliar suas operações para Peru e Chile e oferecer novos produtos, como pagamentos digitais, empréstimos entre outros serviços.

“Encontramos uma grande demanda por crédito e praticidade, de empreendedores que não têm condições de esperar meses para a aprovação de um banco tradicional ou fintechs que hoje atuam no mercado brasileiro. Com um serviço extremamente ágil e prático, temos ampliado, dia após dia, a nossa carteira de clientes e o valor de crédito ofertado”, finaliza Góes.

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Atos é apontada como líder mundial em Serviços de IoT pelo Everest Group

A Atos, líder em transformação digital, foi reconhecida como líder mundial em serviços de Internet das Coisas (IoT) pela consultoria americana de gestão para empresas globais Everest Group. Os recursos de Operações e Integração de Sistemas da Atos e as soluções da Worldline, empresa da Atos que é líder europeia do setor de pagamentos e serviços transacionais, são reconhecidos por permitirem que os clientes progridam rapidamente até a produção em projetos de IoT.

Segundo o relatório, empresas líderes são aquelas que estão ‘gerando valor estratégico para seus clientes’, sendo observado um enfoque futurista do roteiro de desenvolvimento de serviços de IoT’, e têm ‘levado seus clientes em jornadas de transformação em larga escala impulsionadas pela IoT’.

“Nós observamos um aumento de 25% de projetos-piloto de IoT que chegam ao estágio de produção, e o modelo de engajamento orientado pela consultoria da Atos tem ajudado ainda mais os clientes a progredirem rapidamente da validação do conceito ao estágio de produção e, por fim, a atingir resultados comerciais concretos”, disse Yugal Joshi, Diretor de Prática do Everest Group.

“Temos orgulho do reconhecimento como Líder global em Serviços de IoT pelo Everest Group. Isso comprova nossa capacidade de alavancar de maneira eficaz processos ágeis, ferramentas inovadoras e automação, ao mesmo tempo que trabalhamos com nosso amplo ecossistema de parceiros de IoT para fornecer, gerenciar e assegurar toda a cadeia de valor de IoT, de aparelhos conectados à computação de ponta e ao datacenter”, afirmou Dominique Grelet, Diretor Global de Serviços de IoT Atos Codex da Atos.

Esses serviços de IoT combinam a conectividade horizontal e os serviços da Atos, como as plataformas oferecidas pela Worldline, além de parceiras como Amazon Web Services e Microsoft Azure.

A profunda integração com processos empresariais – como ERP (Planejamento de Recursos Empresariais) e PLM (Gestão do Ciclo de Vida dos Produtos) – é um importante diferencial, já que dá à Atos a capacidade de assumir responsabilidade de ponta a ponta.

Para baixar o relatório: http://go.atos.net/LP=568

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Grupo Capgemini é Líder Mundial em Serviços de Testes de Aplicações pelo Gartner

A Capgemini anuncia que foi posicionada pelo Grupo Gartner como Líder, pelo quarto ano consecutivo, no “Magic Quadrant for Application Testing Services, Worldwide 2017” – em livre tradução: “Quadrante Mágico para Serviços de Testes de Aplicações Mundiais de 2017”. O Grupo Capgemini, incluindo a Sogeti, sua subsidiária de Serviços de Tecnologia e Engenharia, foi avaliado com base em sua “capacidade de execução” e “visão completa”.

Hans van Waayenburg, membro do Comitê Executivo do Grupo Capgemini e líder da Sogeti, afirmou: “Como líderes na transformação dos serviços de testes para os mundos do Agile e DevOps, a Capgemini está na vanguarda do fornecimento de excepcionais e customizados serviços de testes e de controle de qualidade; e este reconhecimento consecutivo, conferido a nós pelo Gartner, é um testemunho da nossa experiência e do compromisso estabelecido para com nossos clientes em todo o mundo. Na atual onda da disrupção digital, as empresas confiam nas capacidades combinadas da Capgemini e da Sogeti e em nosso histórico comprovado, juntamente com nossa sagacidade empresarial, para atender aos seus complexos desafios organizacionais e necessidades transformacionais”.

Com uma eficiente equipe que reúne mais de 17,2 mil profissionais de testes e mais 14,5 mil especialistas em aplicações instalados em todo o mundo, o Grupo Capgemini dispõe de um framework robusto para o fornecimento de serviços de testes especializados para seus clientes em todo o mundo. O mercado reconheceu o Grupo Capgemini e seus serviços de Controle de Qualidade e Testes, tais como o TMap® e TPI®, que estão munidos para apoiar a transformação de negócios por meio de uma visão profunda das últimas tendências do mercado e adaptadas aos requisitos específicos de cada cliente.

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Varejistas de material de construção desejam acelerar adoção de tecnologias inovadoras

A Riverbed Technology anuncia os resultados da sua pesquisa ‘Riverbed Retail Digital Transformation Survey 2018’, um estudo que aborda o status atual dos varejistas em geral e, mais especificamente, os de material de construção, e o que eles precisam para se manterem competitivos, prosperar e impulsionar as experiências de seus clientes finais.

A pesquisa global englobou 300 tomadores de decisão de TI do setor Varejo nos Estados Unidos, Austrália e Alemanha e revela que quase metade dos participantes diz que sua empresa precisará adotar novas tecnologias nos próximos três anos para evoluir e permanecer competitiva. Desse total, 98% dizem que a tecnologia de nuvem é fundamental para transformar a experiência de Varejo Digital. No entanto, mencionam as aplicações para acompanhar inventários e listas de compras como a tecnologia mais importante para atender a demanda do cliente. Também, 46% observam que sua empresa atualmente não usa tais aplicações – exigindo a adoção imediata de tecnologias baseadas na nuvem para prosperar.

Novas tecnologias precisam preencher o gap entre a realidade e o sucesso

Atualmente, os varejistas têm um gap entre o que eles querem ser e onde estão. Embora, reconheçam que as aplicações de varejo que suportam pessoal da loja são de extrema importância, 46% afirmam que suas empresas atualmente não possuem essas aplicações. Além disso, 58% dos tomadores de decisão do varejo não possuem tecnologias como, exemplo, pontos de venda móvel para que as equipes façam transações em tempo real com os clientes, tornando o processo de compra um ponto crítico.

Para as tecnologias voltadas aos clientes, esta diferença é ainda mais pronunciada, na qual os assistentes virtuais não são adotados pelos varejistas (74%) e 67% não oferecem notificações proativas para informar aos clientes sobre campanhas, promoções, ou recomendações enquanto estão na loja.

As tecnologias que são consideradas de maior prioridade para a evolução da experiência digital por parte dos varejistas em geral e, especificamente, de material de construção, para atender às necessidades e demandas futuras do cliente incluem:

– Aplicações de varejo para rastrear inventário (40%)
– Assistentes virtuais e compradores digitais (37%)
– Tecnologias para pontos de venda móveis (35%)
– Aplicações móveis com Realidade Aumentada (34%)
– Experiências personalizadas na loja com base nos dados de fidelidade do cliente (34%)
– Notificações proativas de campanhas e promoções em tempo real nas lojas (33%)
– Streaming on-demand de vídeo na loja (29%).
– Wi-Fi é chave para agregar valor ao negócio.

A conectividade Wi-Fi nas lojas de material de construção é fundamental para a implantação de serviços digitais e para aumentar a receita. Os funcionários, não importando onde eles estejam na loja, dependem do Wi-Fi para acessar os principais arquivos e aplicações para executar suas atividades; os clientes usam Wi-Fi convidado para acessar ofertas de marketing e ferramentas de compras on-line e aplicativos. Enquanto 99% informam que a empresa oferece Wi-Fi na loja, muitas vezes oferece uma experiência muito aquém da ideal aos clientes. Quando foi solicitada a descrição da qualidade e a velocidade do seu Wi-Fi na loja, mais da metade 58% observam que é rápido, mas que efetivamente não é de qualidade atraente ao cliente. Apenas o 19% descrevem o seu Wi-Fi tanto rápido como eficaz para atrair clientes. Para se manterem competitivos em 2018, os varejistas terão que repensar sua implementação de Wi-Fi.

O sucesso depende de uma experiência superior do cliente

Muitos varejistas tradicionais estão assumindo uma abordagem multicanal para melhorar a experiência do cliente – lançando canais de venda online, ampliando as vendas de itens de construção. Suas estratégias para melhorar a experiência do cliente possuem duas frentes: implantação rápida de aplicações inovadoras (53%) e fornecimento de uma ótima experiência de venda nas lojas (50%). Cerca de 49% dizem que o monitoramento e a adaptação em tempo real aos comportamentos de compras serão críticos, e 47% apontam que reunir informações sobre a satisfação dos clientes, como por meio de taxas de adoção ou tempos de resposta na loja, exigirão mais foco.

Tecnologia desempenhará um papel crítico no alcance de metas de 2018

Os resultados do estudo também revelam o impacto que a tecnologia de próxima geração tem no sucesso das iniciativas nas lojas. Da rede ao Wi-Fi ao monitoramento de aplicações, infraestrutura e tecnologias de Gerenciamento de Experiência Digital, os varejistas devem adotar uma abordagem multicanal e digital.

Nos próximos 12 meses, as áreas as quais os varejistas planejam investir para suportar uma transformação digital são:

– Capacidade de expansão das áreas (51%)
– Otimização do Wi-Fi na loja e a experiência do serviço móvel para funcionários e clientes (49%)
– Aquisição de ferramentas para monitorar os aplicativos do cliente, como taxas de uso ou experiência do usuário (48%)
– Garantir a conectividade e continuidade do ponto de venda nas lojas (47%)
– Entrega de novos serviços e aplicativos digitais para funcionários e clientes (47%)
– Aumento da produtividade para aplicações de mobilidade corporativa e em todos os dispositivos (45%)

A tecnologia de próxima geração da Riverbed ajuda aos varejistas a otimizarem seus canais off-line (lojas e pontos de venda) e on-line, o que permite a eles serem mais competitivos e obterem aumento de receita. Com a estratégia de tecnologia certa, os varejistas poderão oferecer uma experiência perfeita aos clientes, ao mesmo tempo em que reduzem os custos operacionais.

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Criptomoeda brasileira, Dynasty atuará com lastro no mercado imobiliário mundial

Um grupo de empreendedores brasileiros centralizados no Crypto Valley, principal área para desenvolvimento de ecossistemas tecnológicos, localizado em Zug, na Suíça, lançará em março a criptomoeda D¥N, com lastro no mercado imobiliário mundial.

A empresa promete revolucionar o segmento das finanças – na vertente digital – ligando suas operações com o mercado de real estate. O portfólio de imovéis da Dynasty contará com mais de US$ 500 milhões em empreendimentos nas principais cidades do mundo. “São propriedades prontas para a aquisição, que garantem o valor da moeda fora do âmbito digital. Ou seja, cada D¥N representará um pedaço de chão no mercado imobiliário mundial”, diz Eduardo Carvalho, global manager da Dynasty.

Para a definição destes imóveis, a Dynasty conta com um time internacional de especialistas imobiliários, localizados nos Estados Unidos, Europa, China, Oriente Médio e América Latina. A gestão da carteira líquida da empresa será realizada pelo Credit Suisse, banco suíço, que acompanhará cada transação comercial.

Pela regra do negócio, os investidores que incluírem o D¥N em suas carteiras terão uma fração do portfólio Dynasty. As operações poderão variar entre aquisição total ou parcial de imóveis, aquisição de títulos de fundos imobiliários e aquisição de participação em construtoras e incorporadoras.

Junto com Carvalho, que vem do mercado de real estate, uma rede mundial foi formada para que o negócio seja consistente e seguro. O projeto vem sido moldado há dois anos e os investimentos já passam de CHF 2 milhões (valor em francos suíços, que representa pouco mais de US$ 2 milhões). Cerca de 40 pessoas espalhadas em Zug (Suíça), Nova Iorque, Barcelona e São Paulotrabalham na iniciativa nas áreas financeira, jurídica e de tecnologia.

Acordos mundiais reforçam segurança

Para não cair nas incertezas das criptomoedas que já existem e trazer segurança para o investidor nesta nova vertente de atuação, o grupo vem trabalhando na regulamentação do setor por meio de acordos mundiais.

A Dynasty utiliza procedimentos já conhecidos pelos bancos internacionais para garantir proteção contra fraudes: o KYC (Know Your Customer), que possibilita a identificação e verificação dos seus clientes, e o AML (Anti-Money Laundering), conjunto de procedimentos para impedir a geração de renda em fundos ilegais e lavagem de dinheiro. “É um caminho sem volta. As aplicações com moedas digitais são temas de debates ao redor do mundo”, analisa Carvalho.

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Exposição de falhas dos gigantes da tecnologia continuará em 2018, avalia especialista

O ano de 2018 já começou a todo o vapor no que tange ao tema segurança cibernética. Vulnerabilidades foram descobertas em todos os processadores utilizados no planeta. Profissionais de segurança revelaram a existência de duas falhas gravíssimas de segurança, que afetam inúmeros processadores fabricados ou que embarcam tecnologias da Intel, AMD e ARM nos últimos 20 anos. As falhas foram identificadas como Meltdown e Spectre

“O ano mudou, mas o panorama continua o mesmo”, avalia Bruno Prado, especialista em segurança digital e CEO da UPX Technologies, empresa especializada no combate e prevenção a ciberataques. “O ano de 2017 foi marcado por grandes ataques em massa que afetaram o mundo inteiro e deixaram as empresas em alerta com ameaças como o WannaCry – ransomware que sequestrou os dados de organizações em todos os continentes”, relembra o executivo.

Em 2018, segundo estimativa da consultoria Gartner, o investimento global na segurança da informação deverá ser de US$ 93 bilhões, o que representa um aumento de 12% em relação ao ano passado. “Mesmo com as altas cifras, o setor se mostra vulnerável e coloca em risco os dados dos usuários, sejam eles empresariais ou não, por meio de falhas como a Meltdown e a Spectre”, relata Prado.

As duas falhas foram capazes de atingir os principais fabricantes de processadores, Intel, AMD e ARM, envolvendo sistemas operacionais da Microsoft, Apple e Google. O primeiro, Meltdown, é uma lacuna de segurança em hardware de chips Intel que explora a comunicação entre os núcleos de processamento para interceptar as informações que ali trafegam. Essa brecha não possibilita que ocorram alterações ou a exclusão dos dados, porém coloca em risco a integridade de itens tais como nomes de usuário, senha e informações bancárias.

O Spectre, por sua vez, é uma vulnerabilidade capaz de atacar diversos modelos e marcas de processadores. Pode ser executado por meio dos navegadores web com a execução de um código em Java, o que coloca em risco os usuários de todos os tipos de dispositivos que possuam acesso à rede mundial de computadores.

Além dessa falha identificada nos processadores, Prado faz alerta para outras ameaças. Uma delas, diz o especialista, é um botnet chamado Reaper, que tem se propagado rapidamente e já infecta diversas organizações por meio de dispositivos IoT (Internet das Coisas), computadores e roteadores desprotegidos. “A qualquer momento, poderá haver um ataque de negação de serviço (DDoS) em larga escala, provavelmente o maior já registrado, superando o Mirai, que tirou do ar diversos servidores em 2016”, alerta o especialista.

Assim como na maioria dos ataques, diz Prado os danos são provenientes de atrasos em atualizações. “Ao utilizar softwares desatualizados, os usuários se expõem aos riscos de brechas de segurança, que são aproveitadas pelos cibercriminosos como forma de abrir caminho para o roubo de informações”, alerta ele.

As empresas, por sua vez, são testadas em tempo integral por criminosos virtuais, que buscam por oportunidades de realizar malfeitos. “Para equilibrar a balança, é fundamental atuar em conjunto com um PenTest – método cuja finalidade é avaliar a segurança de um sistema de computador, tanto desktop quanto mobile, seus softwares, redes, sites, servidores, aplicativos e até hardwares, simulando um ataque malicioso para identificar possíveis vulnerabilidades nos sistemas”, afirma o especialista.

Desse modo, afirma Prado, os gestores ficam cientes de quais são os pontos frágeis que podem ser explorados e conseguem realizar um investimento mais preciso e garantir sua proteção contra toda a diversidade de ameaças presentes na rede, mitigando a exposição e, consequentemente, os riscos corporativos.

Mesmo que o tenha ano começado movimentado na segurança digital, o especialista em segurança digital, diz que há pontos positivos nesse cenário. “O início de um novo ciclo é o melhor momento para que haja a conscientização, planejamento e execução de ações em prol da proteção das informações”, diz Prado. “Com os riscos, exposições e recuperações de 2017, é essencial que os gestores aumentem o foco e a importância na defesa de suas instituições, afinal, os criminosos e as ameaças não esperam”, complementa.

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Saiba por que 2018 será o ano da consolidação dos marketplaces

Na América Latina se espera um 2018 em que se verão importantes avanços no mundo do e-commerce, ainda mais no setor de marketplaces. A Amazon já vem trabalhando fortemente no México e há alguns meses começou também no Brasil.

Esta situação vem para romper o relativo status quo em que se encontram os marketplaces. Um dos gigantes e líderes do e-commerce da região, Mercado Livre, já começou a mover suas peças para não perder competitividade e seguir impulsionando o desenvolvimento do setor. Subsídios de envios grátis e melhoras nos catálogos do site para mostrar as características dos produtos de uma maneira mais completa, são algumas de suas ações.

¨Na América Latina as vendas no e-commerce representam apenas 3% do total de vendas, enquanto em países como Estados Unidos já chega a 10% e na China a 25%. O jogo está apenas começando” ressalta Javier Goilenberg, CEO e Co-Fundador da Real Trends uma plataforma de análise e gestão em tempo real para quem trabalha com e-commerce.

O modelo de Fulfillment junto com o uso de tecnologias de Big Data e Machine Learning são algumas das estratégias utilizadas pelos especialistas do comércio eletrônico que decidem tomar a frente em questões de inovação.

Goilenberg analisa a situação para explicar melhor do que se tratam estes instrumentos. “Com o desenvolvimento do modelo de Fulfillment, o vendedor pode enviar seus produtos a um deposito gigante do Mercado Livre ou da Amazon e então, quando uma compra é realizada, eles podem se encarregar do envio, escolhendo o melhor meio de entrega, garantindo os melhores tempos de despacho e assegurando uma excelente experiência aos compradores, assim como a Amazon vem fazendo nos Estados Unidos há vários anos”.

No caso pontual do Mercado Livre, segundo Goilenberg, “graças ao uso do Big Data, um vendedor que utiliza a Real Trends pode analisar todo o mercado, conhecendo a participação de mercado de cada setor, os produtos mais vendidos, rankings de vendedores, distribuições de preços, entre outros. Isto é possível já que se coleta informações de tudo o que é publicado no Mercado Livre todos os dias e se transforma centenas de gigas de dados em informação de valor. Com esta informação, por exemplo, o vendedor pode descobrir que existem certos produtos que vendem bem e saber a que preço teria que vendê-los para ganhar estas vendas. Também pode descobrir oportunidades em certos nichos ou decidir com informação 100% certeira quais de seus produtos devem receber maior atenção”.

Já o Machine Learnig consiste basicamente em que um sistema não se comporte sempre da mesma maneira, mas que aprenda continuamente a partir do comportamento de seus usuários e melhore seu serviço. Segundo o fundador da Real Trends, a partir de sua plataforma “utiliza-se a Machine Learning para sugerir automaticamente ao vendedor uma resposta para uma pergunta de um potencial comprador. A medida que o vendedor vai respondendo mais perguntas com este “sugeridor de respostas” vai se otimizando e lhe oferece maior qualidade de respostas automáticas. Estou seguro de que veremos cada vez mais implementações de Big Data e Machine Learning em plataformas de e-commerce, assim como em qualquer plataforma online”.

Sem aprofundar demais o tema, hoje Big Data e Machine Learning estão presentes no dia a dia de plataformas de entretenimento como Spotify, que recomenda listas e artistas baseado no que o usuário escutou anteriormente e no que escutam seus amigos. Outro caso é o Netflix, que sugere que sugere quais séries e filmes podemos gostar, a partir de uma análise não somente do que foi assistido anteriormente, mas também com base em outros milhões de usuários que assistiram o mesmo que nós. Também em redes sociais como o Facebook e o Instagram que recomendam conteúdo que podemos gostar ou o Linkedin, que sugere pessoas que podem nos ser atrativas para agregar nossa rede de contatos.

Por último, o Publicador Massivo, que é uma ferramenta exclusiva da Real Trends, busca simplificar a vida do vendedor do Mercado Livre. “Aquele vendedor que controla um inventário de menos de cem produtos, pode publicá-los um a um e manter o estoque e os precos atualizados manualmente. No entanto, para os grandes vendedores que têm mais de quinhentos produtos, vendê-los e trabalhá-los um a um ficaria bem mais difícil. O Publicador Massivo permite subir ao Mercado Livre milhares de produtos de forma mais simplificada: com um arquivo de Excel. Por sua vez também serve para o vendedor atualizar qualquer atributo de seus produtos de forma massiva”, comenta Goilenberg.

Frente a este panorama de melhora na experiência de compras online, os custos de envios subsidiados e o continuo crescimento da penetração da internet nos diferentes países, será novamente um ano onde o e-commerce seguirá ganhando terreno do mercado tradicional offline.

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São Paulo vai sediar rodadas de negócios com empresas e startups internacionais ligadas às cidades inteligentes

A inovação é um dos principais pilares para o modelo de cidades inteligentes, aquelas que usam a tecnologia para dar eficiência a serviços e à infraestrutura, se tornarem lugares melhores para se viver. Esse cenário abre oportunidades para soluções empreendedoras, que possam melhorar a gestão e o funcionamento das metrópoles.

Com a perspectiva de promover inovações e, ainda a geração de negócios voltados às cidades inteligentes, o Smart City Business America Congress & Expo (SCBAC&E), em parceria com governos (Canadá, França e Reino Unido) e Parceiros Internacionais (China, EUA e Israel), trará startups desses países com possibilidades de atuação no Brasil.

A ideia é reunir essas empresas a potenciais representantes ou consultores brasileiros, que conheçam o mercado nacional e que possam ajudá-las na adequação dos seus produtos/serviços no país. Para tanto, está aberto um processo para selecionar os interessados a participarem de rodadas de negócios para reunir essas duas pontas. Essas reuniões serão realizadas no SCBAC&E, o único evento oficial de cidades inteligentes da América Latina, que será realizado entre os dias 16 e 18 de abril, em São Paulo.

“O objetivo é ampliar o leque de soluções que agreguem valor às cidades nos diversos aspectos de seu funcionamento, tais como mobilidade, segurança, conectividade, sustentabilidade e outros”, afirma Leopoldo Albuquerque, presidente do evento. Está prevista a participação de 30 empresas e startups que já atuam no mercado de cidades inteligentes em seus países e/ou outros mercados, com produtos comerciais. E, segundo o executivo, a perspectiva é de que todas essas empresas passem a atuar no Brasil, sob a liderança de brasileiros experientes, que saberão como conquistar o mercado local.

Os consultores ou representantes que se inscreverem terão direito à credencial para os três dias do evento, participação nas apresentações e acesso aos dados e contatos das companhias internacionais participantes. Quem for selecionado participará de reuniões e rodadas de negócios, além de um almoço com prefeitos presentes.

As propostas serão avaliadas por uma comissão com representantes dos governos e parceiros internacionais. Na avaliação e seleção dos melhores perfis serão considerados a compatibilidade entre o perfil apresentado e o escopo solicitado, a qualidade técnica dos candidatos e a demanda apresentada pelas empresas estrangeiras.

As inscrições estarão abertas de 20 de dezembro de 2017 a 26 de janeiro de 2018. O edital completo e as inscrições podem ser feitas no site http://smartcitybusiness.com.br/2018/chamada-de-parceiros/ A expectativa é a participação de 100 empresas e profissionais do setor.

Sobre o Smart City Business America Congress & Expo (SCBAC&E) – o evento será realizado de 16 a 18 de abril, em São Paulo e reunirá os principais líderes dos setores público e privado, criando um ambiente propositivo de negócios e de diálogo sobre temas de interesse para o desenvolvimento das cidades.

Além do ambiente de exposição e do congresso com mais de 50 painéis, o evento contará com fóruns temáticos e ilhas de reuniões estratégicas. Em paralelo, será realizada a 6ª edição do Prêmio InovaCidade, no qual serão reconhecidos os projetos e iniciativas que tenham causado impactos positivos, mensuráveis e reconhecidos pela sociedade, realizados pela administração pública, iniciativa privada ou pela sociedade.

O Smart City Business America Congress & Expo é um evento do Instituto Smart City Business America (SCBA), entidade sem fins lucrativos que promove o avanço das discussões relacionadas às cidades inteligentes no continente americano. Segundo Leopoldo Albuquerque, presidente do Instituto, o evento é um catalisador de novas tecnologias e discussões sobre os avanços que já são vistos em cases de sucesso de smart cities. “Atuamos para reunir os principais players de gestão de cidades, fornecedores de soluções, pesquisadores e especialistas, no intuito de apontar caminhos para o desenvolvimento integrado das metrópoles”, afirma o executivo.

O evento é realizado pela Informa Group, empresa que há 35 anos atua em 188 países nos cinco continentes, na difusão de informações ao mercado empresarial, disseminadas por meio de publicações especializadas, newsletters, relatórios setoriais, conferências, congressos, seminários e feiras. Em sua última edição, o SCBAC&E reuniu mais de 3 mil visitantes, 250 congressistas e 60 expositores e patrocinadores. “Para a edição de 2018, a expectativa é de ampliar em 50% a visitação qualificada do que nas edições anteriores”, afirma Hermano Júnior, diretor da SCBAC&E na Informa Group.

Smart City Business America Congress & Expo
Data: 16 a 18 de abril de 2018
Local: Expo Center Norte – Pavilhão Amarelo
(Rua José Bernardo Pinto, 333 – Vila Guilherme – 02055-000 – São Paulo – SP)
Informações e credenciamento pelo site:
www.smartcitybusiness.com.br/2018

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