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Tag tecnologia

Como está a transformação digital nas empresas brasileiras?

Por Júlio Moravia

Há ainda um longo caminho para que se alcance a transformação digital nas empresas e são muitos os desafios a serem superados. O primeiro, evidentemente, é de ordem econômica, pois somente a volta da economia brasileira a um patamar mais elevado será capaz de impulsionar investimentos em tecnologias e o desenvolvimento de novos modelos de negócios. Com um mercado mais aquecido e um cenário mais promissor, empresas de todos os setores vão procurar participar da economia digital, buscando aumentar o engajamento dos seus clientes em todas as conexões que possam estabelecer seu ciclo de experiência. A outra grande barreira é de ordem técnica, pois, infelizmente, ainda estamos longe de alcançar o nível de maturidade tecnológica necessária para que as empresas usem a tecnologia para dar um salto de performance e promover mudanças na forma como seus negócios são feitos.

Um estudo muito recente realizado pelas empresas Dell EMC e Intel procurou identificar como está a infraestrutura de TI das companhias no Brasil para que possam usar de fato a tecnologia para entrar na era dos negócios digitais. O levantamento, feito com 250 profissionais de TI, revelou que, de 0 a 100, a infraestrutura das companhias instaladas no país atingiram uma média de apenas 43,7. Ou seja, a situação está longe de ser propícia para o avanço rumo à transformação digital. Ainda nesta pesquisa, podemos ver que as empresas brasileiras tiveram o menor resultado no indicador Automação de Processos, com uma média de 33,9 pontos. No que tange à Modernização da Infraestrutura, a média foi de 42 pontos e o melhor indicador apresentado, o de Processos Internos e Cultura, resultou em 55,2 pontos.

Ou seja, ainda muito longe das inovações de caráter disruptivo, o estudo sinaliza que boa parte das empresas brasileiras não está apta à digitalização, pois não atingiu um patamar aceitável de gestão com processos automatizados. Isso sem falar nas questões de infraestrutura, cujo uso de novas soluções está progredindo nas empresas de forma muito mais lenta do que o necessário, como demonstram, mais uma vez, os resultados desta pesquisa. As patrocinadoras do estudo colocam a disposição um benchmark para que as empresas avaliem a maturidade das suas infraestruturas de TI e o que falta para partirem rumo à transformação digital.

Entre as muitas reflexões possíveis com a publicação deste estudo, detenho-me a um ponto que considero crucial para o avanço rumo a um estágio tecnológico superior. Por que a área de TI, ou seus gestores, ainda não é vista nas organizações como estratégica? É sabido que para competir em mercados cada vez mais complexos é preciso encarar de frente os gargalos tecnológicos. Então, está mais do que na hora das companhias tomarem decisões que as impulsionem na direção de estágios tecnológicos avançados. E para alcançar esta TI mais estratégica, capaz de garantir o sucesso dos negócios, é vital trazer para dentro das organizações competências e expertises que dinamizem e revigorem os projetos de tecnologia. Principalmente nas companhias de médio porte, nas quais é imperativo maximizar o retorno dos recursos investidos, é necessário buscar parceiros que aportem conhecimentos e olhares externos para propor o avanço efetivo e em maior velocidade.

Deixo aqui algumas recomendações para a escolha de uma consultoria de TI que possa auxiliar na necessária transformação digital. A primeira é procurar quem tenha conhecimento sobre seu ramo de negócios, seja seguros, saúde, telecom, educação, varejo ou manufatura. Ao mesmo tempo, é importante que esta empresa trabalhe com fabricantes e tenha conhecimento certificado nas melhores tecnologias como IBM, Microsoft, Oracle, Google, Apple, entre outras.

Outro ponto importante é buscar empresas que possam conduzir seus projetos de forma mais personalizada, ágil, aderente às necessidades e à cultura da sua empresa. Desta forma, terá maior flexibilidade, custos adequados e não será “mais um” em uma carteira de milhares de clientes. Se seu projeto não for de natureza global, como rollouts no Brasil, por exemplo, sugiro também que escolha uma empresa local que, certamente, entende melhor as particularidades e regulamentações do nosso mercado.

Mas, sobretudo, é importante manter sempre o olhar estratégico sobre os projetos. É preciso estar em sintonia com o objetivo maior da empresa e para isso é necessário buscar parceiros capazes de ajudar a antever os movimentos específicos do mercado. Para aprimorar processos, reduzir custos, estabelecer novos pontos de contato com o consumidor digital e destacar-se dos concorrentes, é preciso buscar os novos paradigmas e a inovação, seja nos métodos de atendimento ou nas formas de acompanhar a disruptura dos mercados. Só assim estaremos no caminho certo para alcançar transformação digital nas empresas brasileiras.

Júlio Moravia é CEO da Provider IT, uma das principais consultorias e provedoras de serviços de TI, com 20 anos de existência.

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Casas Bahia, Pontofrio e Extra conciliam boleto e cartão de crédito em nova modalidade de pagamento nos e-commerces

Os sites da Casas Bahia, do Pontofrio e do Extra estão com uma nova modalidade de pagamento que possibilita ao cliente dividir o valor total da compra entre boleto bancário e cartão de crédito. Essa opção, inédita no e-commerce brasileiro, tem como objetivos principais seguir com a diretriz de multicanalidade da Via Varejo, empresa controladora das marcas, onde o serviço de pagamento em duas modalidades diferentes, à vista e a prazo, já é disponibilizado nas lojas físicas, e dar aos consumidores mais acesso e facilidade para efetuar a compra, trazendo ainda mais comodidade.

A forma de pagamento está disponível para compras a partir de R$ 150, sendo que o valor do boleto deve ser de, no mínimo, R$ 50. Após o cliente escolher quanto gostaria de pagar no boleto, os sites oferecem as opções de parcelamento de acordo com o saldo restante. Ativo desde o início de fevereiro em formato de projeto piloto, esse novo meio de pagamento já trouxe resultados significativos para a companhia após poucas semanas de lançamento.

Ao analisar as taxas de aprovação de compras, é possível identificar um aumento de mais de 50% na conversão dos pedidos emitidos com essa combinação de pagamento quando comparado apenas com boleto. Já em relação a cartão de crédito, o índice foi 10% maior.

“Com esta nova modalidade de pagamento conseguimos prestar um serviço mais completo para nossos clientes, que podem a partir da sua realidade de credito definir como preferem pagar sua compra, equilibrando os gastos sem comprometer o limite no cartão do crédito de crédito — principal motivo que influencia o volume de pedidos reprovados —, e sem precisar quitar à vista o valor total.”, explica Paulo Madureira, diretor de Marketplace e Soluções e Serviços da Via Varejo.

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IPhone X é um dos itens mais encomendados por brasileiros em compras no exterior, diz pesquisa

Em um levantamento realizado pela Grabr, plataforma de compartilhamento de bagagem que possibilita o acesso a compra de produtos através de viajantes, revelou que os itens de maior desejo dos brasileiros em relação ao mercado exterior ainda são eletrônicos e tecnológicos.

A apuração foi feita no último trimestre e observou que, de todas as encomendas realizadas, o iPhone X foi o produto mais pedido na plataforma, indo na contramão do mercado mundial que não aceitou muito bem o modelo, fazendo com que a Apple até diminuísse a produção do aparelho.

Além do smartphone, seguem na lista produtos tecnológicos e de lazer e entretenimento, como Airpods Apple, o console Nintendo e o brinquedo L.O.L Surprise. Confira os 5 mais pedidos:

1. iPhone X
2. iPhone 8
3. Nintendo Switch Neon Blue
4. Airpods Apple
5. L.O.L Surprise

Decoração e Fotografia

Outras categorias que vem ganhando a atenção dos brasileiros nos últimos meses são relacionadas a decoração e fotografia. Estão se tornando cada vez mais comuns pedidos de objetos decorativos, além de equipamentos e acessórios de fotografia. “Temos observado um aumento grande em pedidos de máquinas, lentes e acessórios relacionados à fotografia. Itens para a casa, seja utensílios para a cozinha ou objetos de decoração também vem se destacando”, afirma Michele Chahin, porta-voz da Grabr no Brasil.

“Esses dados são um reflexo interessante do comportamento de compra do brasileiro em relação aos produtos que são encontrados tão facilmente no exterior e que aqui no Brasil possuem uma alta taxa de impostos. Através da plataforma é possível encurtar distâncias e fazer de maneira prática e segura com que um objeto lá dos Estados Unidos chegue na sua casa de forma rápida, legal e com preço muito mais acessível”, finaliza.

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Como o uso dos tablets pode agilizar e personalizar o atendimento no varejo

Por Arnaldo Mello

Tecnologia, inovação, globalização… Esses termos têm tudo a ver com a realidade que o mundo vive hoje e como tudo isso está inserido no contexto do varejo moderno. O tema, inclusive, foi abordado em uma palestra presidida pelo VP da “ArmorActive”, Travis Hooper, durante a NRF.

Em sua apresentação, Hooper falou, entre outros assuntos, sobre como a mobilidade dos tablets está transformando a forma de fazer negócios. De acordo com ele, a modernização do varejo físico é inevitável e imprescindível para não perder espaço perante o comércio digital.

Nos últimos tempos, as pessoas têm optado por um atendimento rápido e personalizado e é justamente nesta oportunidade que o tablet se encaixa, uma vez que contribui para a agilizar o atendimento aos consumidores.

Com ele em mãos, o atendente tem acesso a todo o estoque da loja sem sair de perto do cliente. Ao usá-lo, o atendimento não só ganha velocidade, como também aumenta, consideravelmente, a busca por produtos capazes de agradar o cliente.

A experiência do consumidor (em inglês, customer experience) é o epicentro de todas as marcas e indústrias, seja qual for a parte do mundo. Devido a sua importância, a capacitação digital vem ganhando força e espaço nas discussões estratégicas de grandes empresas.

Ainda segundo Travis Hooper, há seis fatores que conduzem as agendas de reuniões estratégicas. São elas: a discussão digital deve sempre estar presente na pauta dos encontros; as marcas precisam de um relacionamento íntimo com os clientes; o oferecimento de uma experiência diferenciada; a possibilidade de financiamento governamental; a presença de eficiência operacional, bem como a redução de custos; e a permanência no mercado de forma relevante e inovadora.

Não é de hoje que a inclusão de um gadget como o tablet no dia a dia do varejo transforma a maneira como as vendas são efetuadas, otimiza o tempo e faz com que o atendimento fique ainda mais personalizado. Além disso, ele permite que o vendedor tenha acesso imediato a outras informações sobre o cliente como também facilita a finalização do pedido e pagamento.

Mas, se são tantas as vantagens para o varejo, por que ainda não está sendo utilizado em todos os estabelecimentos? A resposta é simples: seu uso requer preparação e planejamento para superar os desafios que poderão surgir com o decorrer do tempo, como, por exemplo, desvencilhar a imagem de entretenimento do aparelho, trazendo uma imagem profissional para o seu uso; como protegê-lo enquanto estiver sendo usado; e qual será o melhor modelo, software e sistema operacional a ser utilizado.

Por último, mas não menos importante, os responsáveis pela área de equipamentos e inovação devem considerar que vale a pena investir no equipamento. Isto contribuirá tanto para criar uma experiência única no que se refere ao atendimento como também será um diferencial na forma como as empresas se apresentam aos seus consumidores.

Arnaldo Mello é colaborador da Academia de Varejo

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HackBrazil divulga os cinco finalistas

Um tijolo de isopor mais barato e sustentável. A identificação automatizada de ervas daninhas no plantio de cana-de-açúcar. Inteligência
artificial para apurar informações sobre ações judiciais.

Uma plataforma online para agilizar o licenciamento ambiental. E um app que diz tudo sobre a localização e a lotação de ônibus urbanos em tempo real. Essas são as cinco ideias finalistas da HackBrazil, competição de inovação e tecnologia da Brazil Conference at Harvard & MIT, que acontece nos dias 6 e 7 de abril em Boston, Massachusetts. As cinco equipes finalistas foram escolhidas para virem apresentar os projetos, com todas as despesas pagas, para um júri especial ao final do primeiro dia, e o vencedor será premiado com R$ 50 mil.

“A segunda edição da HackBrazil teve 572 equipes inscritas, um crescimento de mais de 70% comparado com o ano anterior, então estamos muito satisfeitos! Mais ainda porque os projetos continuaram de alto nível!” afirma Ivo Montenegro, copresidente responsável pela HackBrazil, que nasceu no segundo semestre de 2016, a partir de uma ideia de criar uma plataforma para transformação da realidade brasileira usando a tecnologia. A iniciativa então evoluiu para uma competição com uma etapa de mentoria,
proporcionando às equipes a oportunidade de desenvolverem soluções mais elaboradas.

Das equipes inscritas, 25 foram selecionadas para participar da Fase Maker, em que trabalharam com mentores altamente qualificados para desenvolver seus projetos.
No primeiro ano, foram 329 equipes inscritas, de todas as regiões do Brasil e também de 7 estados americanos. As duas equipes que empataram como vencedoras, Bubu Digital e Diagnóstico Público, receberam US$ 1 mil cada, na final apresentada por Luciano Huck.

Conheça os projetos finalistas

CromAI (SP): tecnologia para ajudar o agricultor a detectar ervas daninhas por
processamento de imagem em plantações de cana-de-açúcar.

Inovação Tecnológica (PB – Faculdade Maurício de Nassau de Campina Grande): o
Tijopor é um tijolo de construção civil, que tem o isopor reciclável como matéria prima e
que não passa pelo processo de queima como o tijolo comum, resultando em um material
duplamente sustentável e com baixo custo de produção.

IP (DF): Atrium é uma solução de inteligência artificial para que escritórios de advocacia
que atuam junto aos Tribunais de Justiça, consigam informações estruturadas, de forma
rápida, sobre a atuação dos magistrados.

WayCarbon (MG): o LicenTIa é uma plataforma para facilitar o licenciamento ambiental
no Brasil, permitindo o acesso a outros estudos de impacto e informações públicas
relacionadas, além de permitir que o processo seja analisado on-line pelos órgãos ambientais.

TopDown (SP): o aplicativo Milênio Bus foi desenvolvido para otimizar a mobilidade
urbana de transporte público, informando para os usuários o local do veículo e quantos
passageiros tem em cada um, em tempo real.

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Siemens: capacidades digitais e acesso a financiamento são os principais desafios da Indústria 4.0

A Siemens Financial Services (SFS) divulgou o relatório de uma pesquisa recente, que investiga os principais desafios enfrentados por fabricantes do mundo todo em seus esforços de migração para o modelo da Indústria 4.0. O mundo digitalizado e automatizado da Indústria 4.0 oferece a capacidade de conectar digitalmente pessoas, máquinas e sistemas. Para os fabricantes, isso traz uma série de benefícios, como maior eficiência, manutenção preventiva para melhorar o tempo de produção e uma colaboração mais próxima como resultado dos fluxos de dados digitais.

Contudo, a implementação do modelo da Indústria 4.0 provavelmente será realizada em várias etapas, não como uma mudança súbita e geral. A SFS entrevistou fabricantes e consultores em gerenciamento especializados para entender os obstáculos dessa transição.

Dos seis principais desafios identificados no relatório, os fabricantes classificaram o desenvolvimento de capacidades digitais e o acesso a financiamento para aumentar os investimentos como suas maiores dificuldades. As outras quatro – por ordem de importância – são: criar uma cultura de colaboração, superar preocupações de cibersegurança e segurança de dados; obter amplo acesso a um volume e variedade de comprovações e capacidades especializadas de gerenciamento estratégico para criar um plano claro e por fases de migração para a Indústria 4.0.

O desenvolvimento de um plano prático de transição da Indústria 4.0 não pode ser reduzido a uma fórmula única e simplista; pois as circunstâncias de cada empresa são diferentes. Porém, os entrevistados concordaram que uma metodologia robusta é essencial para construir um plano sustentável de digitalização e automação. A metodologia de consenso resultante deste estudo abrange seis áreas principais inter-relacionadas: avaliação dos obstáculos, avaliação das oportunidades, medição de eficiências, recrutamento e treinamento de talentos, desenvolvimento de gerenciamento digital e integração de financiamento estratégico.

Os entrevistados consideraram o financiamento como um primeiro passo na construção de um plano prático para a Indústria 4.0. Pensar nas possibilidades de financiamento primeiro pode abrir uma série de opções de investimento em tecnologia disponíveis como parte do desenvolvimento estratégico de transição para Indústria 4.0.

Os especialistas em financiamento desenvolveram um conjunto de ferramentas de financiamento chamado “Financiamento 4.0”, que permite a transição para a tecnologia digital da nova geração de forma acessível, sustentável e destinada a aliviar as pressões de fluxo de caixa e capital de giro dos fabricantes. O relatório explora esses métodos de financiamento especializados, incluindo financiamento de tecnologia e equipamentos de pagamento para acesso/uso, atualização e modernização de tecnologia, financiamento de software, pagamento por resultados, financiamento da transição e soluções de capital de giro.

“Considerando as possibilidades de financiamento no início e nas primeiras etapas do desenvolvimento da estratégia e do plano, os fabricantes terão uma variedade maior de opções ao gerenciar a aquisição de tecnologia digital da nova geração”, segundo Kai-Otto Landwehr, Diretor Financeiro Comercial da Siemens Financial Services, na Alemanha. “Mas somente os especialistas financeiros têm o conhecimento da tecnologia da Indústria 4.0, e como ela é implementada, para permitir investimentos e aliviar as pressões de fluxo de caixa e capital de giro dos fabricantes.”

A pesquisa foi realizada como parte da Siemens Finance Week 2018, uma plataforma de discussão que procura mostrar como as soluções de financiamento podem ajudar as empresas a enfrentar desafios atuais e futuros.

Método da pesquisa

Mais de 60 fabricantes e consultores em gerenciamento especializados foram entrevistados por telefone em outubro e novembro de 2017. Eles falaram sobre seus principais desafios (classificados em ordem de importância) na adoção da digitalização e automação e as relações entre esses desafios. Além disso, eles foram questionados sobre como uma estratégia de sucesso deve ser desenvolvida, quais capacidades são necessárias e como elas podem ser financiadas para produzir o melhor retorno sobre investimento. Os entrevistados são dos seguintes países: China, França, Alemanha, Índia, Polônia, Rússia, Espanha, Suécia, Turquia, Reino Unido e Estados Unidos.

A Siemens Finance Week 2018 é uma plataforma de discussão que procura mostrar como as soluções de financiamento podem ajudar as empresas a enfrentar desafios atuais e futuros.

Veja mais detalhes sobre o white paper em: www.siemens.com/global/en/home/products/financing/finance-week/challenges-digital-transformation.html

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Missão AgTech Garage aos EUA vai à pioneira na aceleração de startups agro

No contexto do agronegócio, a palavra em inglês ‘yield’ significa rendimento, colheita, volume de produção. Foi com o objetivo de promover o aumento sustentável na produção global de alimentos que o The Yield Lab, ou laboratório da colheita em tradução livre, foi criado em 2014 na cidade de St. Louis, no centro do meio-oeste americano – uma das principais regiões agrícolas dos Estados Unidos.

Hoje, o The Yield Lab é reconhecido como primeira aceleradora de startups do mundo com foco no agronegócio. É também uma das visitas mais aguardadas pelos produtores, empreendedores e executivos brasileiros que vão participar da Missão AgTech Garage – Destino EUA, que acontece entre os dias 7 e 14 de abril.

“É um exemplo maduro de aceleração no agro, que impressiona pelos bons resultados que coleciona e vai permitir que o grupo conheça exemplos concretos de como impulsionar uma startup, para que ela evolua e atinja um novo patamar,” explica o diretor da AgTech Garage, José Tomé.

Hoje, o The Yield Lab acelera empreendimentos inovadores sem distinção de país ou especialidade, que buscam revolucionar os sistemas de produção alimentar para garantir o fornecimento global cada vez mais sustentável. Os programas de aceleração dão acesso a financiamento, acompanhamento por especialistas altamente qualificados, uma rede global de contatos e conexões com produtores relevantes para cada projeto acelerado.

A própria localização do The Yield Lab, em St. Louis, é altamente relevante. A cidade é um dos grandes centros de pesquisa, desenvolvimento e fomento especificamente para o agronegócio americano e global. São iniciativas que buscam ideias inovadoras e estão equipadas para alavancar projetos que demonstrem verdadeiro potencial.

Exemplo disso é a S4 AgTech, listada pela Revista Forbes entre as 25 startups agro mais inovadoras do mundo. Formada na Argentina, a empresa foi ‘acelerada’ pelo The Yield Lab, o que foi fundamental para a entrada no mercado americano segundo o engenheiro agrônomo pela ESALQ/USP e gestor da empresa nos EUA, Carlos Hirsch: “O programa de aceleração da The Yield Lab se destaca pelo alto nível dos mentores e investidores envolvidos, com profunda experiência e relacionamento no universo agro. Sem contar que todo o ecossistema de St. Louis é muito vibrante,” comenta.

A Missão AgTech Garage também irá à California, para uma série de visitas no Vale do Silício e também à cidade de Salinas, considerada a capital mundial da tecnologia dedicada ao agronegócio. Os empreendimentos e instituições no roteiro, que inclui outras aceleradoras relevantes de AgTech como Thrive e Terra Accelerator, foram pesquisados pela AgTech Garage para proporcionar aos participantes experiências que incluam o que há de mais inovador e bem-sucedido no fomento ao desenvolvimento tecnológico do agronegócio.

“São exemplos concretos da cultura de inovação e agilidade que caracteriza as startups, isso tudo focado no universo do agronegócio, o que vai permitir que os participantes identifiquem com mais facilidade oportunidades para parcerias e novos negócios,” conclui José Tomé.

As inscrições para a Missão AgTech Garage – Destino EUA ainda estão abertas e os espaços são limitados. Interessados devem entrar em contato com a AgTech Garage pelos contatos no site da instituição.

MISSÃO AGTECH GARAGE – DESTINO EUA
Datas: 7 a 14 de abril de 2018
Destinos: Vale do Silício, Salinas, St. Louis
Agenda, informações e inscrições:
http://www.agtechgarage.com/missao/

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Ainda longe do topo, o mobile commerce seguirá crescendo a passos largos neste ano

A geração que nasceu com o tablet nas mãos praticamente desconhece o que é fazer uma compra por um computador. Praticidade, rapidez e comodidade são os principais aliados do comércio eletrônico através de um smartphone.

O celular continua sendo o fenômeno de nosso tempo. Estar conectados, conhecer as últimas novidades e notícias em tempo real, planejar nossa semana, a lista de compras ou mesmo conectarmos as redes sociais, são apenas alguns dos usos mais comuns deste objeto indispensável ao dia a dia. Dentro desta tendência de consumo mobile, as compras se mantém como um dos hábitos mais cotidianos.

“A medida que passam os anos, mais jovens crescem e começam a comprar online utilizando um smartphone em sua primeira compra. No Mercado Livre, por exemplo, há apenas 5 anos as compras mobile superavam 10% do total de compras realizadas. Hoje já chegam a 60% e seguirá em crescimento.”, afirma Javier Goilenberg, CEO e Co-Fundador da Real Trends, – plataforma líder em ferramentas de análise e gestão para vendedores do MercadoLivre -.

s dados respaldam a Goilenberg. Segundo a Fundação Getulio Vargas -SP, 2017 fechou com um smartphone por habitante no Brasil; e, de acordo com pesquisa da Mobile Time em parceria com a Opinion Box, nas casas em que há smartphones, 72% das crianças entre 10 e 12 anos já têm seu próprio celular.

Outra informação que vem ao encontro do que estamos assinalando tem a ver com as compras feitas via aplicativos. De acordo com o estudo Análise do E-commerce no Mundo, divulgado pela empresa de tecnologia Criteo, os pedidos feitos no terceiro trimestre de 2017 via aplicativos já chegam a 16%, enquanto via web mobile somam 28%. Também houve um aumento de 51% nas transações realizadas via celulares em comparação com o mesmo período do ano anterior.

Goilenberg adiciona, “a tendência de compras em e-commerce realizadas através de dispositivos móveis está crescendo ano após ano a passos largos. Em primeiro lugar, há uma maior quantidade de dispositivos ativos no mercado. Em segundo, as pessoas estão se animando e se acostumando a fazer tudo diretamente do celular. Para que se prender ao computador se com alguns cliques no celular pode-se fazer o mesmo é muito mais rápido?”

O celular como dispositivo insubstituível para os consumidores, e como ferramenta fundamental para as marcas e seus e-commerces, naturalmente se converte em um dos principais canais de venda e na maioria das vezes o único.

Não é muito dizer que, para aqueles que operam no mundo do e-commerce através de um site próprio, é fundamental que seja responsivo e/ou que conte com um aplicativo mobile muito bom para iOS e Android. Isto já não é mais algo desejável, mas completamente necessário.

O impulso do setor também vem acompanhado da inovação. “A realidade aumentada trará grandes mudanças na experiência de compra através de dispositivos móveis: nos apps de algumas grandes lojas já é possível visualizar como ficará uma lâmpada na sua sala ou se um óculos cairá bem em seu rosto antes de efetuar a compra. Isto gera sensações até agora nunca vistas na hora de comprar online, que continuarão contribuindo para o crescimento do ecommerce a nível mundial”, conclui Goilenberg.

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Inteligência artificial é tendência para treinamentos corporativos

A inteligência Artificial (IA), vista com ressalvas por muitos, já é uma realidade e está ganhando cada vez mais espaço em diferentes segmentos, e na área de Treinamento e Desenvolvimento (T&D) não é diferente. Afinal, a tecnologia está se afirmando como uma das maiores aliadas no preparo de um conteúdo personalizado e na busca pela efetividade dos processos de aprendizagem. Abaixo, algumas ferramentas de IA que estão mudando a cara do treinamento corporativo no Brasil e no mundo:

O uso de metodologia mobile para cursos de T&D ainda é novidade no Brasil, mas aparece como tendência global quando o tema é educação corporativa, afinal, possibilita que o colaborador organize seu tempo, disponibilidade, local de estudo, entre outras condicionantes, da forma que preferir, deixando-o mais à vontade para praticar. “Com o uso da mobilidade e a interatividade do robô, o e-learning e o treinamento corporativo ganham novos contornos, tornando-se mais estimulante e divertido”, diz o country manager da Learning Tribes no Brasil, empresa multinacional de treinamento e desenvolvimento, Pierre Jean-Quétant.

Já o uso de realidade virtual e da realidade aumentada possibilita que o treinando veja na prática todos os conceitos aprendidos, tornando a assimilação e compreensão mais fáceis. “Aproveitar este tipo de recurso favorece a imersão em qualquer tipo de conteúdo, trazendo o aluno para perto do tema de estudo”, afirma Quetant.

Os robôs também estão chegando nesse mercado. Hoje já existem instrutores virtuais capazes de analisar preferências de temas de estudo, onde cada um tem mais facilidade ou dificuldade, que temas devem ser reforçado e quais já foram bem assimilados e tudo isso com uma interação simpática por meio de chats em redes sociais, como é o caso do Triboo, ferramenta da Learning Tribes, que pode ser baixado em qualquer smartphone com a ajuda de um QR Code.

Mas, apesar de todas essas possibilidades, o treinamento presencial ainda é necessário. Por isso, o Blended Learning (aprendizado misturado, em tradução livre) vem se apresentando como a solução ideal, permitindo a utilização de diferentes métodos ao mesmo tempo, ou seja, abordagem presencial, vídeos, videoconferências, e-learning, realidade virtual, entre outros. E a junção deles resulta em um conjunto de conteúdos coerente com o que o aluno precisa aprender a partir de seu próprio ponto de vista.

E, por fim, a personalização do conteúdo. Ter tecnologia certa, com o conteúdo errado não funciona, é preciso usar as ferramentas, também, para traçar um perfil de cada colaborador, com base nas suas experiências, habilidades e preferências. Para Pierre, a aprendizagem personalizada será fundamental para definir a cultura de uma empresa.

Assim, com a automação ganhando cada vez mais espaço, o mercado de trabalho e a elaboração de treinamentos caminham para uma grande transformação, com colaboradores e facilitadores mais versáteis. “A utilização de inteligência artificial, por meio de novas tecnologias e abordagens diferenciadas de aprendizagem, favorece uma compreensão mais precisa sobre os meios digitais e as ferramentas de socialização e comunicação”, finaliza Quetant.

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Land Rover apresenta smartphone inspirado no SUV Discovery

O novo Land Rover Explore, smartphone que está sendo apresentado pela marca britânica hoje ao mundo, promete ser tão robusto e capaz, assim como o novo Discovery, veículo que inspirou o aparelho.

O Land Rover Explore traz os mesmos conceitos de versatilidade que o Discovery, sendo ideal para o uso em um escritório ou na mais desafiadora aventura ao ar livre, mesmo que ela dure alguns dias.

O smartphone é desenvolvido pela Land Rover, em parceria com o Bullitt Group. O aparelho será revelado pela primeira vez ao mundo durante o Congresso Mundial de Mobilidade, em Barcelona e é poderoso o suficiente para se permanecer ligado por dois dias completos em uso normal e durável o suficiente para manter seus clientes conectados mesmo nas situações mais desafiadoras.

Sua ponderosa bateria de 4000mAh oferece uma experiência completa a seus clientes enquanto eles percorrem grandes distâncias a pé, pedalando ou mesmo esquiando. Tudo por meio de um mapeamento completo feito pelo aparelho via GPS, que pode ser acompanhado pela tela de 5 polegadas em alta definição. A vida útil da bateria pode ser duplicada com o uso do Adventure Pack, acessório que também aumenta a confiabilidade e precisão do sinal GPS, melhorando o mapeamento.

Com uma proposta extremamente aventureira, o Land Rover Explore suporta imersão de até 1.8 metros de profundidade na água – inclusive salgada – além de funcionar perfeitamente mesmo em temperaturas extremas, umidade, choque térmico e exposição à vibração.

Todas essas características permitem que o aparelho continue funcionando sem problemas, mesmo sob forte chuva, durante uma trila enlameada, em uma tempestade de neve ou mesmo durante um mergulho refrescante no mar.

Com sistema operacional Android, o aparelho possui um painel de controle para o acesso instantâneo às informações meteorológicas e aos dados dos sensores do dispositivo. A tela Full HD funciona com luz solar brilhante e pode ser controlada com luvas ou dedos molhados. O Land Rover Explore também é totalmente compatível com todos os aplicativos do sistema de entretenimento InControl Apps, oferecidos nas linhas de veículos da Jaguar e da Land Rover.

Joe Sinclair, Diretor global de marcas e licenciamento da Jaguar Land Rover, disse: “Este smartphone representa uma combinação perfeita de design e funcionalidade que incorpora o DNA da Land Rover e permite aos clientes realizarem suas atividades ao ar livre por mais tempo, com a confiança para ir mais longe”.

Outros pacotes opcionais de hardware também estão disponíveis para o Land Rover Explorer, incluindo uma bateria extra de 4370mAh e um encaixe universal para bicicletas. Durante seu lançamento, os clientes também poderão optar pelo Adventure Pack, um pacote que traz um sistema de localização por GPS ainda mais preciso.

O aparelho estará disponível para venda a partir do próximo dia 26 de Abril, e será comercializado por meio do site www.landroverexplore.com ou em alguns representantes da marca no Reino Unido, Alemanha e Bélgica. O modelo tem preço em libras esterlinas entre £599 e £649, dependendo do pacote de opcionais.

A primeira aparição pública do modelo será feita durante o Congresso Mundial de Mobilidade, em Barcelona, no dia 26 de Fevereiro. O smartphone também será exibido no estande da Jaguar Land Rover durante o Salão de Genebra, em Março.

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5àsec investe em canal de e-commerce

Há alguns anos, era impossível pensar em comprar determinados produtos e serviços pela internet. Você já se imaginou contratando um serviço de lavanderia por um website nos anos 2000? Certamente, parecia ser algo inviável. Mas hoje, com os avanços tecnológicos e com a mudança de perfil e comportamento dos consumidores, investir neste tipo de canal é inevitável e um diferencial ante a concorrência acirrada do mercado. Diante disso, a 5àsec decidiu inovar e lançar a “Lavanderia Online”. A maior rede de lavanderia do Brasil investiu no lançamento do serviço de e-commerce, com o objetivo de disponibilizar aos clientes diferentes canais de atendimento e aumentar as vendas nas 457 unidades em operação, em um curto espaço de tempo.

Além das lojas físicas que retratam o DNA da marca e contam com uma equipe empenhada em oferecer serviços de qualidade, os consumidores da rede passam a contar agora com o canal de e-commerce. O projeto inclui um novo website, que já está no ar, e um aplicativo para smartphones e tablets, que será lançado no primeiro trimestre de 2018. A novidade permite que os clientes adquiram virtualmente os serviços oferecidos pela marca, como de limpeza, secagem e passadoria de peças de vestuário, cama, mesa e banho. Neste cenário, o comprador pode efetuar o pagamento online, gerenciar as próprias assinaturas, escolher pacotes e agendar a coleta das peças a serem lavadas no endereço desejado.

“Decidimos explorar o canal de e-commerce para que os clientes tenham a experiência de uma lavanderia online e contem com todo o conforto, praticidade e comodidade que este tipo de serviço proporciona. Já a vantagem para os franqueados é que as lojas passam a ter uma variedade maior de clientes se levarmos em consideração o perfil dos consumidores, atraindo assim esta nova geração que vive mais conectada. Além disso, quem mora ou trabalha longe das unidades da rede, pode passar a usufruir dos serviços sem contratempos com a distância ou até mesmo a necessidade de um veículo para se locomover”, revela o CEO da 5àsec no Brasil, Fabio Roth.

Em 2017, a rede registrou um crescimento de 3,5% no faturamento e de 8% no número de novas unidades. Para 2018, a expectativa é voltar a crescer junto com o mercado, galgando resultados para que haja um aumento de 4% no faturamento. Já o plano de expansão da marca visa à venda de 35 novas unidades e a abertura de 45 franquias, pois há uma previsão de abertura de 20 unidades vendidas no segundo semestre de 2018. A franquia foi fundada na França, está presente em mais de 36 países e tem a operação brasileira como a maior do mundo, com 457 unidades em diferentes regiões do País.

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Startups e pequenas empresas estão com mais de 60 vagas abertas

As startups e pequenas empresas não estão apenas inovando a forma de fazer e negócio e trazendo um novo modelo de trabalho para os funcionários, elas também são as grandes responsáveis por boa parte das vagas abertas para novos e experientes profissionais brasileiros, mesmo em um momento em que o País tenta se recuperar de uma das piores crises já vivenciadas na história. Hoje, as micro e pequenas empresas são as maiores geradoras de emprego: 54% das vagas formais de trabalho. Em 2018, sete startups estão com mais de 60 oportunidades abertas. Confira:

GetNinjas

Listada pela Forbes como uma das empresas mais promissoras do Brasil, o GetNinjas, a maior plataforma de contratação de serviços do país, está com 14 vagas em aberto. A plataforma busca oito Analistas de Atendimento e um Diretor de Arte Digital. Ainda há vagas para estagiários, sendo duas para Atendimento, duas para Marketing de Performance e uma para Produto. Inscrições: todas as vagas estão disponíveis no link

BeeTech

Fintech acelerada pelo programa Track, da Visa, no Vale do Silício, a BeeTech, primeira empresa brasileira focada em soluções cambiais 100% online, está com 19 oportunidades abertas para trabalhar em São Paulo A startup busca desde de profissionais para produzir conteúdos internos a design, financeiro e desenvolvedores. Além disso, há duas vagas para estagiários em design e produto. Inscrições: todas as vagas estão disponíveis no link

Singu

Eleita uma das 100 empresas mais inovadoras pela revista Pequenas Empresas Grandes Negócios no mercado de beleza, a Singu, aplicativo que conecta profissionais de beleza a clientes para atendimentos delivery, está em busca de programadores Front-End, Back-End e Android. Inscrições: Pelo e-mail tg@singu.com.br

DogHero

Aplicativo e site que conecta mães e pais de cachorro a anfitriões que hospedam os pets em casa quando os tutores viajam, a DogHero está com quatro vagas abertas para profissionais em São Paulo. A startup procura Product Manager, UI/UX Designer, Web Full Stack Software Engineer e Mobile Software Engineer. Além disso, a plataforma está com um programa de estágio para a área de operações. Para fazer parte do time, é preciso se adaptar facilmente a novas situações e serem extremamente curiosas. Inscrições: todas as vagas estão disponíveis no link

Contabilizei

A Contabilizei, reconhecida pelo prêmio da Love Mondays como uma das melhores empresas (PME) para se trabalhar em 2017, está com mais de 16 oportunidades abertas para profissionais juniores, plenos e seniores. A empresa procura pessoas que tenham finalizado ou estejam cursando o ensino superior, sejam organizadas, disciplinadas e adorem tecnologia. Para a cidade de São Paulo, eles buscam um Executivo de Contas. As outras vagas, que incluem Atendimento ao Cliente, Analista de SEO, Designer e Desenvolvedor, entre outras, são para Curitiba. Inscrições: todas as vagas estão disponíveis no link

eduK

Considerada a segunda empresa mais inovadora da América Latina segundo a Fast Company, a eduK está com cinco oportunidades abertas. A plataforma busca profissionais de Marketing, UI/UX Designer, Editorial, Desenvolvimento de Software e Manutenção Predial. Para fazer parte do time, os candidatos precisam ser apaixonadas pelo que fazem, abertos a modelos de gestão diferentes, adeptas de aprendizagem constante, que tenham visão de negócio e processos, com foco e responsabilidade aliados para alcançarem seus objetivos. As vagas estão disponíveis para São Paulo. Inscrições: todas as vagas estão disponíveis no link

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Magazine Luiza entra em lista de empresas mais inovadoras da América Latina da Fast Company

O Magazine Luiza entrou na lista de empresas mais inovadoras da América Latina, elencada pela revista americana Fast Company. A varejista é a única da lista que não é uma empresa nativa digital, comprovando o sucesso da empresa em se digitalizar.

Ao lado do Magazine Luiza na lista estão apenas outras quatro empresas brasileiras. Dentre elas, a 99 e a Nubank. “Ficamos felizes por sermos reconhecidos por uma publicação que é referência no mercado de tecnologia”, afirma Frederico Trajano, CEO do Magazine Luiza. “Mostra que uma empresa brasileira pode ser protagonista no universo digital e que a inovação não é monopólio do Vale do Silício.”

DNA de inovação

O histórico de inovação do Magazine Luiza é grande. Em 1992, ainda sob a tutela de Luiza Helena Trajano, a empresa criou as “lojas eletrônicas”, pontos de venda sem estoque e sem mostruário, nos quais os produtos eram exibidos aos clientes por meios de fitas de vídeo cassete em TVs.

A empresa também foi a primeira a lançar um social commerce, o Magazine Você. A ferramenta começou em redes sociais como o Orkut e hoje é uma plataforma independente que permite que os usuários façam, até, venda porta a porta.

O grande responsável pela virada digital do Magazine Luiza, no entanto, foi o Luizalabs. O laboratório de inovação foi lançado em 2012 e, desde então, é focado em transformar os produtos do Magazine Luiza.

Hoje, o Magazine Luiza oferece uma experiência digital de venda em seus pontos físicos não só nas capitais, mas também nas lojas dos rincões do Norte e Nordeste.

Grande parte da estratégia do Magazine Luiza está na internet. Hoje, um terço do faturamento da companhia vem das vendas online e as operações são completamente integradas.

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O que acontece quando você clica em “comprar”?

Comprar com um simples clique e receber em casa é um hábito cada vez mais comum no Brasil. De acordo com a pesquisa Webshoppers realizada anualmente pela consultoria Ebit, em 2016, quase ¼ dos brasileiros fizeram compras online, um aumento de 22% em relação ao ano anterior. Mas você já parou para pensar em toda a tecnologia que envolve os processos de aquisição de um produto pela internet? A Infracommerce, empresa líder em full service para e-commerce da América Latina, desvenda esse mistério.

Tudo começa antes mesmo de você decidir que procura por um produto. Com base em dados e análises, a equipe de marketing atua para gerar o desejo de compra no cliente. Com ferramentas como cupons, promoções e conteúdo personalizado, as marcas oferecem diversos benefícios para tornar a compra mais atrativa. “São inúmeras as estratégias que levam um cliente até realizar o pedido e, além de descontos, as empresas investem em ferramentas como e-mail marketing e banners em sites, reforçando o desejo e influenciando a aquisição do produto”, Luiz Pavão, diretor geral da Infracommerce.

Uma vez que o cliente acessa a loja, ele deverá encontrar um ambiente de fácil navegação, com boas fotos e o máximo de dados e conteúdos sobre o produto. O Pavão explica que é muito comum acontecer desistências por falta de informações. Todo esse processo é analisado pela equipe de TI responsável pelo site, que conta até mesmo o número de cliques necessários para concluir a transação.

Após a escolha do produto, o próximo passo é o pagamento, que deve oferecer um ambiente prático e seguro. “Quando o e-commerce chegou ao Brasil, havia um enorme receio em realizar compras pela internet. Hoje em dia, quase dez anos depois, contamos com tecnologia de ponta para garantir a segurança dos clientes durante todo o processo. O uso do cartão de crédito pode ser feito sem nenhuma preocupação, de maneira rápida e com o pagamento aprovado quase instantaneamente”, aponta Pavão.

Quando o pedido é aprovado, é dado início ao processo de separação dos produtos, armazenados em um galpão. Esse estoque precisa ser controlado, organizado e gerido. Cada item recebido passa por um processo de identificação e inclusão no sistema para posterior armazenamento em seu setor específico. Controlados por códigos de barras, os produtos são localizados com mais facilidade e rapidez.

Depois da separação, é realizada uma segunda conferência, feita também através do código de barras, para checar se aquele é mesmo o produto solicitado pelo cliente. A nota fiscal então é emitida, impressa e incluída na embalagem. Esse passo é muito importante, pois alguns produtos requerem embalagens especiais com proteção contra impacto, por exemplo, ou ainda podem ser personalizadas.

Por fim, a compra é enviada – pode ser pelos Correios ou transportadora. Ao receber o pedido e não havendo solicitação de troca, o processo é finalizado. Caso haja necessidade de troca ou devolução, é feita a logística reversa: o cliente devolve o produto, geralmente pelos correios com um código de postagem emitido pela loja, que, ao receber e conferir a remessa, procede para o envio de um novo produto, devolução do valor ou emissão de um vale-compras.

Por ser uma empresa de full service em e-commerce, a Infracommerce realiza a operação e gestão de todos os processos necessários para o funcionamento de uma loja online. A empresa é responsável pelo e-commerce de mais de 50 marcas como Ambev, Ray Ban, Havaianas, Mont Blanc e Unilever.

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ABES apoia o Smart City Expo Curitiba 2018

A Associação Brasileira das Empresas de Software (ABES) apoia o Smart City Expo Curitiba 2018, maior evento de cidades inteligentes do mundo, que acontecerá em Curitiba, no Expo Renault Barigüi, nos dias 28 de fevereiro e 1º de março. A entrada para a área de exposição será gratuita, e associados da ABES terão 20% de desconto na inscrição para o congresso.

Realizada em sedes itinerantes ao redor do mundo, a Smart City Expo chega pela primeira vez no Brasil, com a expectativa de receber 5 mil pessoas nos dois dias de agenda. O evento traz especialistas internacionais em urbanismo, arquitetura e agentes públicos que promoveram transformações em cidades pelo mundo. Para o Congresso, serão 18 palestrantes internacionais e 36 brasileiros para debater temas como Tecnologias Disruptivas, Governança, Inovação Digital e Cidades Sustentáveis do Futuro.

Entre os principais palestrantes convidados estão: o arquiteto e engenheiro Carlos Ratti, diretor do Senseable City Lab do MIT, Jorge Perez Jaramillo, ex-planejador-chefe entre 2012 e 2015 da cidade de Medellín, na Colômbia (referência em transformações urbanas), Frans-Antom Vermast, consultor de estratégias de planejamento urbano do Amsterdam Smart City, Tia Kansara, fundadora da Kansara Hackney, consultoria internacional que desenvolve soluções para problemas urbanos, Pedro Vidal, Gerente do Programa Santiago Smart City, Chile, Agustín Suárez, diretor geral de Gestão Digital da cidade de Buenos Aires, Argentina e Carolina Pozo, ex-secretária geral de Planejamento, Inovação e Governo aberto para a cidade de Quito, no Equador.

O evento tem a chancela da FIRA Barcelona Internacional – consórcio público formado pela Prefeitura de Barcelona, Governo da Catalunha e Câmara de Comércio de Barcelona, e conta com organização do iCities, apoio estratégico do World Trade Center Business Club e participação oficial da Prefeitura de Curitiba como anfitriã. O Smart City Expo World Congress já ocorre anualmente em outras cidades ao redor do mundo como Kyoto (Japão), Montreal (Canadá), Puebla (México), Casablanca (Marrocos), Istambul (Turquia), Bogotá (Colômbia) e recentemente em Buenos Aires (Argentina).

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CQ1 Lab: aceleradora busca startups de RH

A CQ1 Lab, aceleradora para HRTechs, com tecnologias para o mercado de Gestão do Capital Humano, está em busca de startups para serem aceleradas. As inscrições podem ser feitas a qualquer momento no portal http://wwww.cq1lab.com.br/ .

As candidatas passarão por uma análise que verificará o nível de maturidade do negócio, o estágio de desenvolvimento do produto/solução, aplicabilidade ao mercado, entre outros. Todas as fases buscam garantir que a ideia da acelerada esteja alinhada aos critérios da CQ1 Lab. Vale lembrar que a aceleradora não descarta a possibilidade de investimentos financeiros diretos nas aceleradas.

A Conquest One, consultoria brasileira especialista em Staffing de TI, anunciou a criação da CQ1 Lab no início de fevereiro, e como time de mentores principal, as startups contarão com a experiência de 21 anos dos empreendedores e cofundadores da Companhia, Antonio Loureiro e Marcelo Vianna, além da expertise em finanças do investidor-anjo Rafael Brunacci, que possui experiência em mentoria, acompanhamento das startups, modelagem financeira, e desenvolvimento dos MVPs (Minimum Viable Product – Produto Mínimo Viável).

A aceleradora está instalada em um ambiente voltado à inovação na sede da própria Conquest One, e do qual todas as startups poderão aproveitar. “Queremos compartilhar da nossa experiência e ajudar empreendedores a transformarem suas startups em negócios de sucesso. Além disso, também temos um DNA de empreendedores e conhecemos profundamente o processo de desenvolvimento de uma ideia de negócio, bem como do seu ciclo evolutivo.” analisa Antonio Loureiro.

Aceleração corporativa

Não serão apenas as startups que se beneficiarão da CQ1 Lab. O time de mentores aproveitará todo o ecossistema criado, para alavancar a inovação em empresas já estruturadas.

O foco desse sistema será o de impulsionar negócios inovadores e diferentes ideias dentro de estruturas convencionais, as quais geralmente sufocam novas possibilidades.

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Nova ferramenta de atendimento da Ticket Log traz mais agilidade para melhorar a experiência do cliente

A Ticket Log, marca de gestão de frotas e soluções de mobilidade da Edenred Brasil, está lançando, em parceria com a IBM, uma assistente virtual para o atendimento de oficinas e postos de combustíveis credenciados. Com intuito de trazer mais agilidade e aprimorar o atendimento pelo imediatismo e riqueza de detalhes nos contatos, a Edenred Virtual Assistant (EVA) agora é responsável pelas interações com a rede através do Chat Online do Rede Log, sistema dedicado para seus mais de 36 mil estabelecimentos comerciais parceiros em todo o País.

“Essa ferramenta, a EVA, vai expandir a digitalização de nossas interações com todos nossos públicos e melhorar significativamente a experiência do parceiro no relacionamento com a Ticket Log. Estamos investindo em soluções que aproximem e facilitem o acesso às informações”, explica Marcelo Mezzomo, diretor de TI da Ticket Log.

A Edenred Virtual Assistant é baseada na plataforma Watson, da IBM, que faz uma interpretação qualitativa do contato e uma consulta direta às bases de dados da Ticket Log para gerar as respostas, de forma automática e instantânea, minimizando, de modo significativo, a duração dos atendimentos. Dentro do sistema Rede Log, onde a ferramenta está hospedada, se o parceiro precisar do apoio da EVA com alguma informação consegue acioná-la via Chat Online. O retorno é imediato. Caso não consiga solucionar a questão, o atendimento é encaminhado diretamente para a equipe da Ticket Log.

O desenvolvimento do atendimento digitalizado será realizado em etapas. Inicialmente, a EVA está disponível para interações com a rede credenciada, e, aos poucos, será implantada nos demais sistemas, para atender outros públicos: gestores de frotas, usuários dos cartões Ticket Car, Ticket Fleet, Ticket Cargo e mercado como um todo.

A plataforma faz parte do papel da Ticket Log, de estar sempre à frente e de ser protagonista de iniciativas que visam a transformação inteligente, seja através de soluções em mobilidade, seja por inovações que tragam melhores experiências para seus públicos.

EVA

Há dois anos, a Edenred Virtual Assistant (EVA) foi implantada na Ticket, marca pioneira no setor de benefícios de refeição e alimentação também do grupo Edenred, para melhorar o atendimento e a experiência do usuário. O uso da inteligência artificial nas interações trouxe novas habilidades ao chat on-line e alcançou uma eficiência de 79% nas respostas: 32% das questões foram respondidas diretamente e 47% redirecionadas a páginas específicas. Além disso, a EVA registrou mais de 1,5 milhão de acessos e 1,8 milhão de questões respondidas.

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A prática de DevSecOps é tida como crítica por 89% dos líderes de TI no Brasil, aponta pesquisa

A CA Technologies apresentou os resultados da segunda fase de uma pesquisa global com mais de 1,2 mil líderes de TI sobre desenvolvimento de software seguro. Conduzido pela empresa de análise Freeform Dynamics, o novo relatório destaca a influência da cultura de uma organização em sua capacidade de incorporar práticas de segurança às iniciativas de desenvolvimento de software, uma prática e abordagem mais conhecida como DevSecOps.

Entre os resultados da pesquisa, destaca-que 86% dos gestores brasileiros já entendem a importância de não comprometer a qualidade ou a segurança para que o produto chegue logo ao mercado e afirmam que suas companhias já possuem processos consolidados para testar vulnerabilidades de segurança em seus aplicativos. Ainda assim, é necessário um esforço a respeito das novas metodologias e técnicas de desenvolvimento e gestão para garantir a qualidade do software. “Precisamos focar no desenvolvimento da cultura e políticas de proteção aos dados, porque sempre haverá novas ameaças e formas de ataque”, afirma Denyson Machado, VP de Cibersegurança e Gerenciamento de API na CA Technologies para a América Latina.

A importância de integração de práticas de segurança nos estágios iniciais da produção, DevSecOps, é considerada crítica para 89% dos entrevistados. E ainda que não seja incluída nos no início do desenvolvimento do software, a segurança é considerada essencial (59%) ou importante (34%) para profissionais de TI no Brasil, garantindo que a quase totalidade dos respondentes (97%) afirme que suas companhias são eficazes ou muito eficazes em segurança.

Por outro lado, um alarmante: 21% das companhias ainda trocam qualidade da segurança pelo time-to-market. “A pesquisa nos mostra que as empresas sabem que a segurança é um pilar essencial na construção do software, porém é crucial colocar as convicções em prática para que de fato o consumidor e as operações dessas organizações estejam protegidos. Outro ponto a destacar é o perfil das companhias brasileiras entrevistadas, todas grandes e com um nível de maturidade maior que a média do mercado local “, ressalta Denyson.

A decisão sobre a qualidade e segurança dos aplicativos está nas mãos dos profissionais de tecnologia. De acordo com o resultado da pesquisa, as ações de 68% dos CIOs e CTOs e 94% das equipes operacionais geram enorme impacto para segurança dos dados. Enquanto isso, menos da metade (48%) das atitudes de líderes e equipes de áreas jurídicas e de compliance causam o mesmo impacto.

“Buscar a qualidade da segurança é um desafio de todos os níveis das empresas e deve ser algo implantado na cultura de toda Moderna Fábrica de Software. A equipe de TI tem o conhecimento técnico da produção de um software, mas as áreas jurídica, financeira, marketing e vendas devem entender todo impacto negativo que pode ser causado por um software de qualidade indesejável”, completa Denyson.

No mundo

A maioria dos entrevistados confirmou que o desenvolvimento de software apoia o crescimento e a expansão e ajuda as empresas a competir e promover a transformação digital. Porém, os resultados mostram que, como o software se tornou fundamental para o sucesso da empresa na economia digital, as preocupações globais com a segurança aumentaram muito. Na verdade, 74% dos entrevistados concordaram que ameaças de segurança devido a problemas de software e código são uma preocupação crescente.

A maioria (58%) dos respondentes mencionou que a cultura e a falta de habilidades técnicas como obstáculos para incorporar testes e avaliação de segurança nos processos de desenvolvimento de software. Apenas 24% concordaram que a cultura e as práticas da organização apoiaram a colaboração durante o desenvolvimento, as operações e a segurança. Além das limitações culturais, menos de um quarto dos entrevistados concordou que a alta administração sacrificaria o tempo para chegar ao mercado para avaliar e reparar as vulnerabilidades de segurança do software.

O relatório apresenta as características do “Mestres de Segurança de Software” (34% dos entrevistados), que são as organizações capazes de integrar a segurança em seus ciclos de vida de desenvolvimento de software. Isso inclui a realização de testes iniciais e contínuos nos aplicativos para verificar vulnerabilidades de segurança, além de incluir a prática de DevSecOps.

Quando comparados ao restante, os Mestres de Segurança de Software apresentam as seguintes características:

– Aumento de 50% nos lucros;

– Aumento de 40% na receita;
– Estão 2,6 vezes mais propensos a realizar testes de segurança para acompanhar as frequentes atualizações de aplicativos, e

– Estão 2,5 vezes mais propensos a superar seus concorrentes.

“As organizações chamadas de Mestres da Segurança de Software são a esperança na economia digital atual. Elas não só ilustram e representam a mentalidade cultural necessária para se adaptar e prosperar no mercado dinâmico atual, como também estão influenciando mudanças na indústria ao moldar o local de trabalho do futuro”, conclui Ayman Sayed, presidente e CPO da CA Technologies.

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