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Tag tecnologia

Robôs de atendimento ultrapassam a barreira do texto e chegam ao entendimento de áudio

A Hi Platform, player no mercado de plataformas digitais para o relacionamento ao consumidor, anuncia novas funcionalidades ao seu produto carro-chefe, o chatbot. Uma delas é o Speech To Text.

Já aberta ao mercado, a novidade permitirá ao consumidor enviar qualquer pergunta no formato de áudio, que será convertido em texto pelo robô. Dessa forma, o cliente não precisará digitar a pergunta durante o atendimento, assim como acontece com as interfaces que são ativadas via voz, como Apple Siri e Amazon Echo.

“Estamos permitindo que as empresas tenham a sua própria “Siri” nas plataformas de atendimento ao consumidor. A interação homem-máquina por meio da voz já é uma tendência de futuro. As pessoas usam cada vez mais esse recurso para interagir com os aplicativos. Segundo o Google, mais de 20% das buscas feitas em smartphone são realizadas pela voz. Isso aproxima mais as empresas de seus clientes e fornece um canal muito confortável de resolutividade para as demandas”, explica Alexandre Bernardoni, diretor de produto e sócio-fundador da Hi Platform, também membro da Associação Brasileira de Inteligência Artificial (ABIA).

A Hi Platform é uma empresa oriunda da fusão entre a Direct Talk (existente há 16 anos no mercado brasileiro de tecnologia para atendimento ao consumidor) e a Seekr (especializada em monitoramento de redes sociais). A companhia é a maior plataforma de relacionamento com o consumidor, contabilizando mais de 800 clientes, e pioneira na implantação da tecnologia de chatbots no Brasil. Em 2017, contabilizou 150 milhões de atendimento via chatbot para mais de 70 clientes. Hoje, a empresa desenvolve um motor próprio de processamento de linguagem natural que opera em três línguas para duas áreas principais: atendimento, para desafogar o SAC tradicional por telefone e chat humano; e vendas. A expectativa é quadruplicar o faturamento nos próximos quatro anos.

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Crown World Mobility adquire companhia inglesa de tecnologia de realocações e mobilidade baseada em nuvem

A Crown World Mobility anuncia a aquisição da TIME Relocation, empresa inglesa de tecnologia baseada em nuvem que atua na segmento de realocação e mobilidade. Com a iniciativa, a Crown World Mobility incorporará a plataforma da companhia, que é líder de mercado, à sua rede de serviços globais, agregando assim benefícios significativos a toda a sua cadeia de valor.

“A tecnologia sempre esteve na vanguarda de nossa indústria”, diz Curt Smith, Vice-presidente do Grupo Crown World Mobility. “A recente aquisição nos permite expandir nossas ofertas de serviços para os atuais e novos clientes, assim como atender uma crescente demanda por realocações dos tipos Lump Sun ( bonificação única que cobre os custos totais do processo, administrada pelo próprio empregado) e Flexível.

Nos últimos anos, as políticas de Lump Sum cresceram em popularidade e espera-se que aumentem devido às mudanças de preferências dos consumidores. A plataforma de tecnologia TIME foi especificamente desenvolvida para abordar esses tipos de movimentos e aprimorar o processo de realocação como um todo.

Ao abraçar novas e modernas formas de trabalho, a Crown World Mobility possibilita aos consumidores que estes se posicionem no controle direto de suas realocações; o sistema os liga às suas novas posições e os orienta em cada etapa do processo. A rede global da Crown por sua vez apoiará essas movimentações, assegurando a consistência das abordagens e fornecendo suporte em tempo real, quando necessário.

“Nós estamos orgulhos por estarmos sempre onde nossos clientes precisam e em atendermos às suas crescentes necessidades”, diz Smith. “Isso nos permite melhorar nossa proposição de valor, alavancando nossa expertise tecnológica”, complementa.

Grant Chapman, ex-diretor da TIME Relocation vai se juntar à Crown World Mobility para liderar o lançamento global do serviço e supervisionar o seu desenvolvimento futuro.

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Cards Future Payment 2018 debate as novas oportunidades de negócios com a Internet das Coisas

Conectividade e interatividade fazem parte do cotidiano do brasileiro, como mostra a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad C), divulgada no último dia 21 pelo IBGE, em que o Brasil atingiu o número de 116 milhões de pessoas conectadas à internet em 2016. Diante dessa transformação tecnológica onde tudo está conectado, de objetos a pessoas, vivemos a explosão da Internet das Coisas, tema que será abordado durante a 23ª edição da feira Cards Future Payment 2018, que acontecerá nos dias 15 e 16 de maio, no Transamérica Expo Center, em São Paulo.

“Com o avanço da tecnologia e as mudanças de hábito e comportamento na era digital, o mundo se renova com soluções que facilitam o dia a dia e transformam a maneira que vivemos e consumimos. A Internet das Coisas é o maior exemplo disso, por permitir a comunicação entre equipamentos e dispositivos que conectam e interagem com os cidadãos, em suas diversas atividades diárias”, afirma Maria Juliana do Prado Barbosa, diretora de portfólio da Informa Exhibitions e responsável pela feira Cards Future Payment.

Já no primeiro dia, o Congresso Future Payment discutirá “Transformação Digital: Você Está Pronto Para Mudanças Extraordinárias?”. O evento contará com apresentações de especialistas sobre as novas possiblidades de negócios com a Internet das Coisas e a digitalização do mercado, o cenário e o potencial crescimento dos pagamentos digitais e a segurança para atender as novas realidades do setor, os desafios para as empresas e as experiências proporcionadas ao consumidor final.

De acordo com Maria Juliana, a Cards Future Payment 2018 será uma excelente oportunidade para reunir os principais players do mercado para o debate das novas tendências e inovação em tecnologia, assim como a preparação do Brasil diante da revolução tecnológica que vivemos atualmente.

Dentre as maiores tendências do mundo digital, a Internet das Coisas já é uma realidade no País, com perspectiva de rápido avanço em 2018, alcançando, no mercado corporativo, US$ 8 bilhões, ou R$ 26 bilhões, como aponta a IDC Predictions.
Ainda de acordo com a IDC, o motivo para o crescimento tem relação com o Plano Nacional de Internet das Coisas, idealizado pelo BNDES-Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social e o MCTIC-Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações. O projeto visa o desenvolvimento sustentável por meio da tecnologia com benefícios para a população nas áreas da saúde, agronegócio, indústria e cidades. As primeiras iniciativas estão previstas entre 2018 e 2022
“As tecnologias para a Internet das Coisas abrem portas para um universo de possibilidades a serem exploradas por diversos setores do mercado e, por isso, hoje é um dos pilares na condução da era digital, sendo tema de grande destaque no evento deste ano”, conclui Maria Juliana.

A 23ª edição da Cards Future Payment reunirá mais de 3.000 visitantes, 60 empresas expositoras, 400 congressistas e mais de 150 palestrantes nacionais e internacionais durante os dois dias do evento.

Cards Future Payment 2018
Quando: 15 e 16 de maio de 2018, das 9h às 19h
Onde: Transamérica Expo Center – Avenida Doutor Mário Vilas Boas Rodrigues, 387

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GFT reestrutura operação e fortalece engenharia Agile

Com o novo modelo organizacional e cultura de desenvolvimento de software Agile, a unidade brasileira se alinha ao movimento global da companhia de ser client-centric

Para incrementar cada vez mais as conexões com os seus clientes, a GFT, empresa de Tecnologia da Informação especializada em Digital para o setor financeiro, passa por uma reestruturação organizacional e também consolida a engenharia Agile para o desenvolvimento de projetos, incrementando as suas entregas de soluções e serviços. Com os novos pilares, a unidade brasileira se alinha ao movimento global da companhia de ser ainda mais client-centric.

As mudanças caminham no sentido de reforçar a eficiência na captura de valor e necessidades dos clientes, criando propostas mais alinhadas e oportunidades de relacionamento, cooperação e inovação. Desenhada ao longo de três meses e implementada em Janeiro, a reestruturação será a base para a expansão dos negócios e para a operação da companhia no país nos próximos anos.

Segundo Marco Santos, managing director da GFT para a América Latina, todo o planejamento estratégico foi pensado e orientado para entender e fornecer projetos e soluções que ajudem os clientes em sua jornada rumo à transformação Ágil e Digital no seu dia a dia. “A partir de agora, os nossos times (Squads) têm responsabilidade integral da cadeia de valor dos seus respectivos clientes. Isso inclui desde a prospecção, venda, delivery, evolução da relação até o resultado final financeiro de cada cliente”, afirma.

Nesse processo, a empresa também se posiciona para o fortalecimento da cultura de engenharia Agile, construindo um ecossistema que oferece maior flexibilidade e rapidez para trabalhar com inovações e na implementação de soluções em ciclos curtos. “Essa implementação representa uma transformação cultural para todas as áreas da GFT, desde as áreas de negócio e entrega, até as áreas corporativas. Como resultado, vai propiciar maior aceleração para responder às demandas dos nossos clientes e ajudá-los em suas respectivas transformações para modelos Ágeis e Digitais.”, complementa Santos.

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Salesforce disponibiliza ferramenta gratuita de diagnóstico de digitalização

A Salesforce, líder mundial em CRM, e a consultoria em inteligência de mercado IDC disponibilizaram uma ferramenta de autoanálise gratuita e online que permite aos líderes corporativos verificarem o avanço na digitalização dos negócios em suas empresas, comparando seus resultados aos índices médios observados no Brasil.

Para analisar o nível de digitalização dos negócios da sua empresa gratuitamente nesta ferramenta acesse o link http://salesforce.idclatinsurvey.com.

A comparação com os índices atingidos pelas demais empresas é possível graças a uma pesquisa feita pela IDC a pedido da Salesforce, o iDX Business Digitalization, em que foram entrevistados executivos de 100 empresas com mais de 500 funcionários no Brasil. Esse benchmark tem o objetivo de medir o avanço na transformação digital que as empresas estão aplicando aos recursos que usam para interagir com seus clientes, ou seja, nas áreas de vendas, marketing e atendimento a clientes.

Resultados da pesquisa sobre Digitalização
Em uma escala que varia de 0 a 100 pontos, o índice geral de digitalização dos negócios atingiu 67,5. No que diz respeito aos pilares que compuseram o estudo, Mobilidade chegou a 80, seguido por Velocidade e Produtividade (77), Inteligência (56,5) e Conectividade e Integração (41,5).

Quem decide sobre a digitalização nas empresas?
Constatou-se no levantamento que 11% dos executivos de negócios possuem poder de influência ou decisão sobre o processo de transformação digital. Quanto aos executivos de TI, 79,8% influenciam a transição e 20,2% são responsáveis por decidir o futuro da companhia neste sentido.

Uso mobile de CRM
Segundo o estudo, apenas 30% das empresas têm o CRM disponível em equipamentos móveis, ao passo que 96% contam com o e-mail corporativo acessível a partir de smartphones e tablets.

Investimento em Tecnologia é prioridade
Quando se trata de Velocidade e Produtividade, Tecnologia é a área prioritária para investimento em digitalização de processos nos próximos 12 meses, seguida de Operação, Compras, Marketing e Atendimento. Os setores de Manufatura e Comércio, no entanto, concentrarão esforços no departamento de Vendas.

No ritmo da concorrência
A pesquisa mostra que 58% das empresas afirmam estar no mesmo ritmo de seus concorrentes e que só 15% delas se percebem à frente nesta transformação. O benchmark pode ser uma ferramenta essencial para que as organizações tenham a visão clara de onde precisam melhorar – 47% das companhias já identificaram a necessidade de se digitalizar e 30% dizem ter uma evolução mais estruturada.

Integração ainda não é prioridade
O pilar com pontuação mais baixa no benchmark foi Conectividade e Integração, que apesar de ser extremamente importante não é prioritário para as organizações, o que impede a implementação de soluções que tragam ganhos de produtividade e escalabilidade para as empresas, que estão postergando ações nesse sentido.

Cloud é unanimidade
Já com relação a Cloud, a maturidade é bem maior e apenas 8% das empresas não a têm em seus planos. Entre os tomadores de decisão entrevistados, 31% pretendem investir na modernização de processos nos próximos 12 meses, 31% em até 24 meses, 19% em mais de 24 meses e apenas 8% não têm investimentos planejados.

Baixe e leia a pesquisa completa iDX Business Digitalization.

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Como impactar mais de 100 milhões de pessoas de forma orgânica mensalmente no Facebook

O Hotel Urbano é referência quando o assunto é redes sociais. Não por acaso, a agência online de viagens possui a maior página em todo o mundo de uma marca no setor de viagens dentro do Facebook com mais de 12 milhões de seguidores, bem como já conquistou diversos reconhecimentos na área. Nos últimos meses, no entanto, a startup realizou um feito talvez ainda mais impressionante ao alcançar mensalmente mais de 100 milhões de pessoas de forma orgânica dentro do Facebook, a maior rede social do mundo, com mais de 2 bilhões de usuários ativos.

Líder nacional no mercado online de hospedagem, o Hotel Urbano vive seu melhor momento. Apesar do cenário macroeconômico desafiador, a empresa registrou o melhor primeiro semestre da sua história em 2017, superou o faturamento de 2016 em menos de oito meses e apurou lucro no período, algo extremamente raro entre as empresas pontocom brasileiras. “Ao contrário de outras companhias que procuram “empurrar” vendas e produtos pelo Facebook nossa estratégia é encantar e inspirar pessoas com um conteúdo bacana”, afirma João Ricardo Mendes, fundador e CEO do Hotel Urbano.

Dentro dessa proposta, a empresa tem inovado com diversas transmissões ao vivo dentro da rede social. Recentemente, o Hotel Urbano transmitiu ao vivo diversas festas de Réveillon ao redor do mundo, como Honolulu, no Havaí, Rio de Janeiro, no Brasil, e Lisboa, em Portugal. Em outro caso anterior, transmitiu também ao vivo trechos dos shows do Viva Mais Música, projeto da Som Livre em parceria com o Hotel Urbano, que leva alguns dos principais nomes da música nacional como Victor & Leo, Alexandre Pires, Sorriso Maroto, César Menotti & Fabiano, Wanessa Camargo e Tiago Iorc para apresentações nos principais resorts e hotéis de todo o País.

“É como se conversássemos com metade da internet brasileira todos os meses, essa “conversa” tem como consequência um estreitamento no relacionamento. E é assim que vemos o Facebook, como um canal que podemos encantar e estreitar o relacionamento com atuais e potenciais viajantes”, afirma João Ricardo. Em outro exemplo a startup transmitiu também ao vivo a aterrissagem de um voo da cia aérea Gol no Rio de Janeiro, que tinha partido de Belém, no Pará. A transmissão impactou mais de 1 milhão de pessoas e chegou a ser acompanhada por cerca de 200 mil pessoas via Facebook. O vídeo recebeu, na ocasião, mais de 4,7 mil curtidas e 1,7 mil comentários.

Dentro do Hotel Urbano as redes sociais são vistas como uma oportunidade de comunicação com o cliente. Elas se diferem de um canal de mídia tradicional, pois o consumidor também tem voz. E a página do Hotel Urbano no Facebook é aberta para que qualquer usuário possa fazer comentários. E a startup dispõem de uma equipe que interage com os seguidores, respondendo os comentários, passando para outras áreas alguma sugestão e, no caso de uma eventual reclamação, o objetivo é garantir que o Viajante HU fique 100% satisfeito. O comércio propriamente, ou seja, a venda dos produtos e pacotes é uma consequência natural desse relacionamento.

Em 2014, por exemplo, o Hotel Urbano foi reconhecido pelo prêmio Skifties como a “Melhor empresa jovem de turismo em Mídias Sociais”. O evento premiou as empresas do segmento de turismo pela excelência no uso das redes sociais, a relevância do conteúdo publicado, como o mesmo engaja a comunidade e de que forma a presença das marcas nas redes inspira e converte seguidores a clientes. “Nosso alcance orgânico é alto porque o algoritmo do Facebook vai sempre considerar o engajamento das pessoas com a página. Esse alcance se traduz em um melhor resultado nos canais de performance, mas sobretudo em um aumento do tráfego direto a longo prazo”, afirma João Ricardo.

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A bola da vez no mercado financeiro mundial

Por Maria Teresa Fornea

Recentemente participei do Paris Fintech Forum, um dos maiores eventos de fintehs da Europa, onde tive a oportunidade de acompanhar as principais tendências que vão transformar o mercado financeiro nos próximos anos. Após ouvir CEOs de diversas fintechs, grandes bancos e players de mercado de capitais de todo o mundo sobre as mais diferentes inovações, acredito que os conceitos que se perpetuarão fortemente no mercado de agora em diante são customização, integração e foco no core business.

Dando um passo a frente, a Europa já aprovou o regulamento PSD2 (diretiva revisada sobre os serviços de pagamento), tendência que mudará globalmente o setor bancário da forma como conhecemos hoje. Agora, os clientes dos bancos, tanto consumidores como empresas, poderão contratar outros fornecedores para administrarem suas finanças, o que abre novas oportunidades para os clientes.

Com a diretiva, os bancos europeus serão obrigados a fornecer as informações bancárias de seus clientes via APIs para terceiros. No Brasil, essa inovação do open banking ainda não acontece, principalmente porque os bancos ainda tentam proteger o atual oligopólio, dificultando essa divisão de dados e a integração de outras soluções financeiras na conta do consumidor. Todavia, acredito que nesse sentido o ponto não é se essa mudança regulatória ocorrerá por aqui, mas quando ocorrerá.

Fato é que a forma como as pessoas consomem serviços financeiros está mudando, e tanto bancos quanto empresas terão que se adaptar. Agora, quem decide como quer realizar a contratação de seus diversos produtos financeiros são os próprios clientes e é aí que entra o conceito de customização. O consumidor dessa nova era digital poderá optar por ter conta corrente em um banco, cartão de crédito de outro, pegar empréstimo em uma fintech, e fazer um investimento em outra, e assim por diante, utilizando serviços das mais diferentes empresas de acordo com o que deseja.

Por isso, a questão do compartilhamento de dados bancários é muito importante, pois é essa inovação que vai continuar evoluindo o setor. Até porque, no fim das contas, esses dados não são dos bancos, e sim dos clientes, que podem fazer uso deles da forma como lhe convir, escolhendo o melhor serviço para seu objetivo.

Interligado a esse conceito de customização, vem a outra tendência para o mercado financeiro, que é a de integração. Com os clientes buscando cada vez mais serviços personalizados, as empresas também têm que se ajustar a esse novo cenário, e integrar é a palavra-chave para continuar acompanhando a velocidade com que o mercado está evoluindo.

Para maximizar o valor do serviço entregue ao cliente, as empresas terão que concentrar seus esforços no core business (e aqui chegamos a terceira grande tendência do mercado financeiro), e se integrarem com outros negócios para ganharem expertise e capilaridade em áreas que não são seu foco original. Com isso, as plataformas de serviços financeiros passarão a funcionar como um “LEGO”. Ou seja, os consumidores não vão mais apenas dizer “sou cliente de tal banco”, mas sim “eu utilizo um produto de determinado banco”. Assim, todas essas plataformas financeiras vão se conectar, em um novo universo mais aberto e cooperativo, e o cliente poderá orquestrar a estrutura do seu LEGO de finanças da maneira como desejar.

Na Bcredi, por exemplo, trabalhamos com crédito imobiliário e oferecemos um produto de ciclo longo, que vai desde a originação até a gestão da carteira do crédito. Dentro disso, é difícil desenhar todo o serviço de ponta a ponta, por isso também precisamos integrar para ganhar mais expertise. Então a ideia é focar nos diferenciais, que ninguém mais oferece no mercado, e buscar o conhecimento de outras soluções para englobar na nossa plataforma com o objetivo de sempre entregar o melhor serviço.

Com essa movimentação constante do mercado, daqui para frente o diferencial das fintechs também se dará através do processo criativo. Isso porque, na era da inteligência artificial, qualquer processo repetitivo que possa ser aprendido por um robô, será substituído por um robô. Com isso, o capital humano intelectual de pessoas que pensam “fora da caixa” será cada vez mais fundamental.

Diante de todo esse cenário, a conclusão que fica é que a coleta de dados para entender o comportamento e as necessidades do cliente ao longo de toda a cadeia é a grande inovação para os próximos anos. O mercado está se transformando e o avanço da tecnologia será o principal fator para, no final do dia, entregarmos a melhor experiência para o cliente.

Maria Teresa Fornea é cofundadora da Bcredi, fintech que oferece crédito imobiliário de forma rápida e descomplicada em um processo 100% online.

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MundiPagg anuncia integração com Shopify e nova modalidade de checkout

Responsável pelas transações de 40% do varejo online brasileiro, a MundiPagg apresentou recentemente duas novidades para facilitar a conversão das lojas virtuais. Uma delas é o plugin de integração com a Shopify, plataforma de e-commerce na nuvem referência no mercado. A outra é o Checkout Lightbox, que permite que o cliente permaneça dentro do ambiente da loja virtual na hora de finalizar a compra.

A Shopify é uma plataforma de e-commerce na nuvem, na qual o lojista não precisa ter uma hospedagem para o site, além de não demandar a necessidade de criação de ambientes ou qualquer infraestrutura para utilizá-la. O plugin é disponibilizado gratuitamente para os assinantes dos dois serviços e tem fácil integração. Através dele, o e-commerce passa a aceitar cartões de crédito e boleto, em transações com diferentes adquirentes e bandeiras, com direito a configurações de parcelamento e suas taxas.

Com a MundiPagg, o cliente Shopify ganha outros recursos que aumentam a conversão, como o Checkout Personalizado, que é uma página pronta e otimizada para facilitar o pagamento, que pode ser configurada de acordo com a identidade da loja, com a logo e as cores do site. A segurança dos dados fica por conta da MundiPagg, que possui certificação PCI para garantir o tráfego de informações. Outras funcionalidades são a Retentativa, que recupera por meio de um processo invisível as cobranças que não foram autorizadas pela adquirente, além do boleto registrado e a conciliação.

Checkout Lightbox

Disponível para os clientes Mundipagg, a outra novidade é o Checkout Lightbox, que permite concluir a compra sem alterar a URL no navegador nem redirecionar o cliente, tornando o processo de finalização da compra mais intuito e confiável. Ou seja, ao clicar em fechar o carrinho, o consumidor não sai da página, e surge um pop-up lightbox para preenchimento dos dados de pagamento. O Checkout Lightbox possibilita ainda a customização através da configuração de cores e a inserção de logo, itens que deixam o pagamento alinhado com a identidade do restante da loja, deixando o cliente mais confortável para finalizar a compra.

“Trabalhamos continuamente para oferecer mais alternativas para os nossos clientes, com recursos e meios de pagamentos que ampliam a experiência de pagamento do consumidor e, consequentemente, a taxa de conversão dos lojistas”, afirma João Barcellos, CEO da MundiPagg.

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Fintech usa tecnologia blockchain para remessas internacionais

A BeeTech, startup brasileira provedora de infraestrutura para pagamentos internacionais, é a primeira fintech brasileira a entrar para a RippleNet – a principal rede de blockchain da Ripple, que permite às instituições financeiras realizarem remessas internacionais de forma rápida e com baixo custo. As transações chegam a ser 50% mais baratas e os pagamentos podem ser realizados em apenas segundos – até então, o tempo médio era de dois dias úteis.

Com a parceria, a BeeTech alcançará um novo passo para atender as necessidades dos clientes, reduzindo os custos e liquidando as remessas no mesmo dia. “A parceria da BeeTech com a Ripple nos dá um vislumbre do futuro que vem sendo desenhado para as transferências internacionais. Com o uso de tecnologias como o blockchain e a conexão de players do mundo todo com filosofias semelhantes, as fronteiras para uma vida global estão cada vez menores. A rede da Ripple proporciona uma solução escalável, segura e de alta velocidade para movimentação de valores, algo que vem se tornando fundamental para facilitar a vida de empresas e pessoas a nível global. Acreditamos que essa parceria nos deixa mais próximos de alcançar a nossa missão de criar um mundo sem fronteiras financeiras”, diz Fernando Pavani, CEO da fintech.

A Ripple fornece uma experiência sem atrito para envio de dinheiro internacional. Ao se juntar a crescente rede global, as instituições financeiras podem processar os pagamentos de seus clientes em qualquer lugar do mundo com a segurança da tecnologia blockchain, que garante o registro total de todas as transações, utilizada pelo novo parceiro da BeeTech. Além disso, os bancos e provedores de pagamentos podem usar a ferramenta digital XRP para, futuramente, reduzir seus custos e alcançar novos mercados.

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Livro explica como profissional de humanas vai participar da economia digital

Em O fuzzy e o techie – Por que as ciências humanas vão dominar o mundo digital, livro de estreia de Scott Hartley que chega ao Brasil pela BEI Editora, o debate sobre o valor das ciências humanas em um mundo dominado pela ciência e tecnologia é reformulado sob um ponto de vista contrário à clássica oposição entre os profissionais dos dois campos, aos quais o autor chama, retomando uma tradição universitária norte-americana, fuzzies (“humanistas”) e techies (“tecnicistas”).

À medida que avançamos em direção a um mundo cada vez mais tecnológico, o senso comum enxerga uma desvalorização da formação em ciências humanas. Scott Hartley nos revela exatamente o contrário: os fuzzies estão tomando um papel fundamental no desenvolvimento das ideias de sucesso mais criativas do mundo dos negócios, e sua colaboração com os techies é a chave para a dinâmica profissional do futuro.

Hartley argumenta que “à medida que desenvolvemos nossa tecnologia para torná-la cada vez mais acessível e democrática, e à medida que se ela torna cada vez mais onipresente, as questões atemporais das ciências humanas e seus insights sobre as necessidades e os desejos humanos se tornam requisitos essenciais no desenvolvimento de nosso instrumental tecnológico”. Para provar essa convicção, o livro reúne diversos exemplos de colaboração entre os conhecimentos da área de humanidades e as habilidades técnicas e científicas no desenvolvimento de soluções criativas e inovadoras, como é o caso de alguns dos mais bem-sucedidos profissionais e de algumas das maiores companhias ao redor do mundo.

O fuzzy e o techie traz, portanto, um ponto de vista extremamente atual e indispensável para a discussão sobre a economia do amanhã, voltado tanto para estudantes em seus primeiros passos na construção de seu futuro quanto para educadores, políticos e empresários, ou qualquer pessoa que deseje encontrar novas soluções para as transformações que vivemos hoje.

Livro – O fuzzy e o techie – BEI Editora

ISBN: 978-85-7850-120-4

244 páginas

15,5 x 23 cm

R$ 64,00

SOBRE SCOTT HARTLEY

Scott Hartley é capitalista de risco e consultor de startups. É formado pela Universidade de Stanford e tem dois mestrados pela Universidade de Columbia. Atuou em parceria com as empresas Mohr Davidow Ventures e Metamorphic Ventures, em Nova York. Atuou como Presidential Innovation Fellow, na Casa Branca, e trabalhou nas empresas Google, Facebook e arvard’s Berkman Center for Internet & Society. Escreveu artigos para a Forbes, The Financial Times, Foreign Policy e Boston Review, entre outros. Atualmente, é membro do Conselho de Relações Exteriores e vive no Brooklyn, em Nova York.

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Ingresso Rápido abre mais de 15 vagas para profissionais de tecnologia

A Ingresso Rápido, maior marketplace de tickets de entretenimento ao vivo da América Latina, anuncia a abertura de mais de 15 vagas na área de tecnologia para profissionais de Campinas. A empresa busca talentos para os cargos de Front-end Developer Pl e Sr, Back-end Developer Pl e Sr, entre outros.

Com 253 funcionários, a empresa tem como objetivo encontrar e conquistar talentos na área de tecnologia, e que mais do que experiência profissional, também acreditem na essência da empresa. “A ingresso Rápido tem como característica ser uma empresa desenvolve e investe em tecnologia para disponibilizar ao consumidor toda uma experiência de compra para eventos em todo o Brasil. Por isso, queremos ter no nosso time pessoas com espírito inquieto e em busca da mudança que queremos concretizar no mercado”, explica Bruno DeMarco, Head de Gente da Ingresso Rápido.

Para se inscrever, os interessados devem se cadastrar pelo site ou Linkedin. A lista completa das vagas está disponível no site oficial da Ingresso Rápido.

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Tamboro recebe novo aporte e soma R$ 6 milhões em investimentos

A Tamboro, startup brasileira de inovação em educação, anuncia aporte de seu novo investidor, o empresário Paulo Ferraz. O montante será direcionado para desenvolvimento de novos cursos, e também para aprimorar as áreas de Comunicação, de Marketing e Comercial da empresa. Junto com os montantes recebidos do Leblon Equities e da Vox Capital, grupo que investe em empresas de impacto social, a empresa soma R$ 6 milhões em investimentos.

Com sólida carreira no mercado financeiro à frente de companhias como o banco Bozano, Simonsen, Paulo Ferraz é um investidor estratégico para a startup. Segundo Samara Werner, sócia e co-fundadora da Tamboro, a experiência em gestão e desenvolvimento do empresário – ex-conselheiro da agência de promoção de investimentos do Rio de Janeiro, a RioNegócios – contribui de forma relevante ao momento atual da empresa, que busca alavancar a nova unidade de negócios voltada para empresas e jovens que estão entrando no mercado de trabalho.

“Nosso primeiro encontro com o Paulo Ferraz ocorreu em 2010, mas, ao longo de todos estes anos, sempre mantivemos contato, pois temos esse interesse em comum de desenvolver uma educação de qualidade para todos”, comenta Samara. “Seu entusiasmo em temas que estão relacionados com a proposta da Tamboro fez com que ele acompanhasse de perto nossa trajetória, que culminou na consolidação de nossa parceria.” Desde 2011, a startup trabalha com soluções on-line que colaboram para um melhor desempenho de jovens, seja no ambiente escolar, seja no mercado de trabalho, por meio do desenvolvimento de habilidades e competências essenciais para atuar no mundo contemporâneo.

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Pesquisa revela que o SMS é o meio mais utilizado para comunicação com os clientes

De acordo com pesquisa realizada pela Mobile Time e a Opinion Box, com o patrocínio da Infobip, empresa que opera uma das maiores plataformas próprias de mensageria e comunicação do mundo, o SMS ainda é o meio mais utilizado para o envio de mensagens de marcas e empresas, mais do que para troca de mensagens pessoais.

O objetivo da pesquisa é apontar as mudanças no comportamento dos usuários em relação ao uso da mensageria e entender como as tendências desse mercado impactarão nas estratégias de comunicação das marcas.

Segundo dados coletados, grandes companhias, como bancos e seguradoras, utilizam esse canal para o envio de notificações automáticas a seus clientes. A pesquisa aponta que 51% dos internautas brasileiros recebem SMS todo dia ou quase todo dia. Por outro lado, apenas 24% dos entrevistados enviam SMS todo dia ou quase todo dia. Essa disparidade comprova a afirmação de que, hoje, o SMS é um canal para recebimento de notificações, mais unidirecional que bidirecional.

“Essa pesquisa é fundamental para traçarmos o perfil da mobilidade no Brasil. Com esse tipo de dados em mãos é possível repensar toda a estratégia de comunicação com o cliente, para obter ainda mais resultados. As empresas precisam ter ciência que, hoje, apenas um canal de comunicação não é suficiente para alcançar, atrair, se relacionar e fidelizar os clientes. É preciso saber suas preferências em comunicação e utilizar todas, sendo elas e-mail, SMS, notificações push, voz e OTT -, da maneira correta e no timing certo do ciclo de compras”, afirma Yuri Fiaschi, Diretor de Vendas Latam da Infobip.

Queda no uso do WhatsApp voz

Outra descoberta feita pela pesquisa é que a frequência de uso do WhatsApp para chamadas de voz está caindo. Na pesquisa anterior, realizada em julho de 2017, 57% dos usuários de chamadas de voz no WhatsApp afirmavam utilizar esse serviço todo dia ou quase todo dia. Agora essa proporção diminuiu para 47%, uma queda de dez pontos percentuais. Os que afirmaram que quase nunca usam subiram de 3% para 7%. Além disso, na pesquisa anterior, 52% os usuários de chamadas de voz pelo WhatsApp diziam que falavam mais pelo app do que pelo plano de minutos de sua operadora. Desta vez, a proporção se inverteu: 53% disseram que usam mais o serviço tradicional de chamada das operadoras do que ligações pelo WhatsApp. Uma explicação para essa transição está no lançamento de planos de voz ilimitados para pós-pagos e pré-pagos em várias operadoras ao longo dos últimos 12 meses.

Além de um panorama sobre o uso de SMS e dos dados sobre a queda no uso do WhatsApp voz, a pesquisa mostra que o brasileiro participa de 5,3 grupos de WhatsApp, em média. Foi considerada como participação ativa a leitura ou o envio de mensagens pelo menos uma vez por semana no grupo. O hábito é mais comum entre homens (5,6 grupos) que entre mulheres (4,9 grupos). E é mais popular entre pessoas com maior renda, como aquelas das classes A e B (6,4 grupos), que entre as classes C, D e E (4,9 grupos). A idade também faz diferença: usuários com 50 anos ou mais participam, em média, de quatro grupos.

Ainda falando de tendências relacionadas ao WhatsApp, 70% dos usuários ativos mensais (MAUs, na sigla em inglês) do WhatsApp disseram que parariam de usá-lo se o serviço se tornasse pago. E 40% o abandonariam se começassem a receber spam. O aspecto social também é importante: 38% largariam o WhatsApp se seus melhores amigos e familiares mudassem para outro app. Entretanto, 14% afirmaram que não abandonariam o aplicativo por nenhuma dessas três razões.

Para essa pesquisa foram entrevistados em janeiro 2.007 internautas brasileiros que possuem telefone celular. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais.

Confira a pesquisa completa: http://panoramamobiletime.com.br/

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Open Innovation Week chega à 10ª edição e prevê realizar 10.000 reuniões de negócios

O maior evento internacional de open innovation chega à sua 10a edição com números recordes. Realizada de 18 a 20 de março, no Golden Hall WTC, em São Paulo, a Oiweek X reunirá startups, cientistas, investidores e executivos de grandes empresas com o objetivo de compartilhar conhecimento, gerar negócios entre os envolvidos e cocriar soluções para os mais importantes desafios do mercado e da sociedade.

Com a expectativa de receber um público diário de 3.000 pessoas, o ambiente projetado para o evento prevê um espaço de 4.000m2, organizado para facilitar novas conexões e suportado pelas tecnologias mais avançadas de matchmaking. “Nesta edição, aplicaremos soluções para que as conexões sejam pelo menos 10 vezes mais efetivas que em um evento convencional”, comenta Bruno Rondani, chairman da Oiweek X.

A Oiweek encerra um ciclo de atividades promovidas ao longo de um ano de atividades. Para chegar neste momento, foram realizados mais de 80 eventos preliminares, em 26 cidades do mundo, para identificar e avaliar os projetos de startups e cientistas mais atraentes e promissores para o mercado. Ao todo, cerca de 6.000 executivos e investidores da América Latina analisaram mais de 4.500 projetos vindo de todo o mundo.

Nesta décima edição, a expectativa é realizar 10 mil reuniões de negócios para discutir parcerias, investimentos, contratos e formas de implementar soluções inovadoras em conjunto. Em 2017, foram realizadas 2.400 reuniões, que geraram 693 negociações entre os participantes, o dobro do que foi registrado em 2016. Para que isso ocorra, foram selecionadas 300 startups e 100 projetos científicos oriundos da academia para se apresentarem para um público esperado de 2.000 executivos de grandes empresas e investidores. A expectativa é que pelo menos 1.000 negócios sejam efetivados como resultado dessas conexões.

As reuniões serão realizadas no estilo speed-dating e aquelas que obtiverem melhor performance concorrerão ao Ranking Top 100 Open Startups 2018, que classifica as mais atraentes na opinião do mercado brasileiro para fazer negócios. Das 4,5 mil startups ativas do programa 100 Open Startups, mais de 300 atingiram o Nível 5, ou seja, firmaram contratos com grandes empresas. No mesmo período foram gerados mais de 700 contratos entre as iniciantes e as grandes companhias.

Entre as organizações patrocinadoras do programa e que já confirmaram presença na Oiweek, estão: Johnson&Johnson, Cemig, Vale, Atlas-Schindler, Dow, Bosch, BRF, Votorantim, Algar, Air Liquide, Accenture, Roche, Whirlpool, Natura, Microsoft, Givaudan, Edenred, Smartfit, Eletropaulo, CSU, Solvay, Faber-Castell, Suzano, Oi, Furukawa, Novozymes, Softplan, Grupo Oncoclínicas, Matera, ilegra, Pieracciani, ABDI e Fibria. Muitas delas participarão dos Open Talks, abordando os desafios do mercado e apontando para as startups e comunidade científica onde estão as melhores oportunidades. A organização espera receber mais de 3 mil participantes do Brasil, América Latina e demais países.

A Oiweek é uma comunidade formada por executivos de mais de 500 companhias líderes, distribuídas em mais de 20 grandes desafios globais, como: Indústria do Futuro, Plataformas Científicas e Tecnológicas, Saúde & Bem-Estar, Serviços Financeiros, Varejo e Moda e Beleza. Desde 2008, executivos, investidores, startups e organizações se juntaram e criaram essa comunidade que já ultrapassa 30 mil pessoas.

Área de Conhecimento
Temas que envolvem o universo de todo o ecossistema de inovação terão destaque na Oiweek X. O objetivo é trazer uma ampla discussão sobre assuntos ligados a esse universo e o quanto esse movimento irá mudar o futuro das companhias e sociedade. As palestras serão conduzidas por empresas-referência nas áreas em discussão.

Encontro Acadêmico em Inovação Colaborativa
A 6ª edição do Encontro Acadêmico sobre Inovação Colaborativa reunirá pesquisadores, professores e estudantes de doutorado em pesquisas atuais sobre redes empresariais corporativas e de inovação. Os participantes terão acesso ao Observatório de Startups, iniciativa que compila e divulga dados sobre inovação e empreendedorismo para fins de pesquisa acadêmica.

Oiweek X (10ª Open Innovation Week)
Dias: 18/03, das 19h às 22h – 19/03, das 8h30 às 19h – 20/03, das 8h30 às 20h
Local: WTC Golden Hall – Avenida das Nações Unidas, 12.551 – Brooklin Paulista – São Paulo, SP

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Google anuncia intenção de adquirir Xively

A Internet das Coisas (IoT) está no centro das tendências de mercado quando o assunto é inovação. A estimativa é que, até 2020, existam 20 bilhões de dispositivos conectados no mundo. Levando em consideração este cenário, o Google anunciou recentemente a intenção de adquirir a Xively, empresa de plataformas de IoT e de gerenciamento de produtos conectados, pertencente ao grupo LogMeIn Inc.

Especializada em ajudar corporações a construírem produtos e serviços conectados, a Xively deve complementar os esforços de Google Cloud na oferta de serviços de IoT que conectam e gerenciam dados de dispositivos dispersos globalmente, acelerando o tempo de desenvolvimento de produtos dos seus clientes de forma rápida e segura.

Através desta aquisição, que ainda está em negociação, será possível ao Cloud IoT Core adquirir conhecimentos profundos de tecnologia e engenharia de IoT, incluindo a capacidade avançada de gerenciar dispositivos, mensagens e painéis do Xively.

“Nossos clientes serão beneficiados com um extenso conjunto de recursos flexíveis e com a plataforma de gerenciamento de dispositivos da Xively, emparelhado com a segurança e a escala do Google Cloud”, afirma Antony Passemard, gerente de produtos de IoT do Google Cloud.

Com a liderança do Google Cloud em análise de dados e machine learning, os clientes poderão, de maneira mais fácil, criar soluções de plataforma de ponta, concentrando-se na criação de valor aos negócios e no ganho de vantagem competitiva em seu mercado de atuação.

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Evento gratuito reúne grandes players e traz mentoria para startups que sonham com a internacionalização

O WorldWide Startups – criado pela Liga Ventures em parceria com o Ibmec – acontece em SP no próximo dia 6 de março e aborda desafios e oportunidades no processo de internacionalização de startups

Internacionalizar uma empresa é o sonho de muitos empreendedores que desejam conquistar novos mercados e expandir o negócio. Mas o que é preciso fazer para tornar sua startup global?

Para ajudar os empreendedores a criarem uma cultura de internacionalização desde o início da jornada empreendedora, a Liga Ventures – aceleradora focada em gerar negócios entre startups e grandes empresas – em parceria com o Ibmec – Instituto Brasileiro de Mercado de Capitais -, criou o WorldWide Startups, evento gratuito que discutirá, no dia 06 de março, às 19h30, os principais desafios e oportunidades para startups brasileiras que estão em busca do sonho de se tornarem globais.

Durante o WorldWide Startups será possível conhecer cases de sucesso e ainda ter orientações de especialistas sobre todo processo de globalização de startups. “O evento irá proporcionar aos empreendedores mentoria sobre o desenvolvimento de produtos para novos mercados, dar dicas de como ter acesso a programas de aceleração globais, além de mostrar a importância da criação de parcerias estratégicas – fundamentais para o processo de internacionalização da marca”, explica Daniel Grossi, co-fundador da Liga Ventures.

Painel com grandes nomes do mercado

O evento conta ainda com um painel com grandes players do mercado e terá a mediação de Daniel Grossi – co-fundador da Liga Ventures. Os convidados são: Andres Mutschler – CEO e Fundador da Westwing Casa e Decoração, Fernando Prado – CEO e Cofundador da ClickBus, Juliana Assunção – CMO e Fundadora da RankMyApp, Miriam Vale – Professora e Pesquisadora no Ibmec e Sylvia Romanelli – Startup and Innovation Manager na Swissnex Brazil.

Serviço

Local: Ibmec – Alameda Santos, 2356, Jardim Paulista
São Paulo, SP
Data: 06 de março de 2018, 19h30-21h

Inscrições: goo.gl/tRwgq5 – Gratuito

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TI brasileira participa do MWC 2018

Com os objetivos de gerar novos negócios e também mapear tendências e inovação em Internet das Coisas (IoT), o Brasil estará presente uma vez mais ao Mobile World Congress (MWC). O maior encontro mundial da indústria móvel começou ontem (25) em Barcelona, na Espanha, e prossegue até a próxima quinta-feira, 1º de março.

Em mais uma ação do Brasil IT+, iniciativa de cooperação desenvolvida pela Softex e pela Apex-Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos), 17 empresas de software e serviços de tecnologia da informação estarão presentes ao evento pelo quinto ano consecutivo.

“O MWC projetará para o mundo a proposta de valor das soluções móveis desenvolvidas no Brasil e que estão totalmente aderentes às últimas tendências em BI, Big Data e inteligência artificial, pilares da revolução tecnológica d IoT”, destaca Ruben Delgado, presidente da Softex. Ele acompanhará a delegação nacional e também o Secretário de Política de Informática do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), Thiago Camargo.

Os visitantes do estande Brasil IT + encontrarão um portfólio robusto e diversificado integrado por soluções de segurança e criptografia produtos de conteúdo para operadoras e plataformas de mídia digital. O espaço contempla sala de reuniões para encontros formais e um longe para encontros casuais e apresentações rápidas.

Irão compor o pavilhão brasileiro no MWC 2018 BRQ, Bwtech, Certisign, Control Informática, EiTV, EveryTI, Icaro Tech, MT4, MC1, Navita, RocketChat, Senior, Sikur, Tokenlab, Vortigo, W5 e a Wavy, recentemente criada pelo Grupo Movile.

“Projetamos cerca de U$ 30 milhões em negócios para empresas participantes nos próximos 12 meses, o que representa um retorno de 80 vezes sobre o investimento aportado pelos envolvidos nesta ação do Brasil IT+”, conclui o presidente da Softex.

Reuniões de negócios já estão pré-agendadas com players globais que visitarão o estande. A agenda contempla também visitas à Qualcomm e à operadora de telefonia francesa Orange e a apresentação de conteúdos da Oracle, Ericson e Banco do Brasil, além de representantes do MCTIC e do Banco Nacional do Desenvolvimento (BNDES) explicando o Plano Nacional de IoT.

Considerado o principal encontro mundial da indústria de comunicação móvel, o MWC recebeu no ano passado mais de 108 mil visitantes e tem confirmada a participação de 2.300 expositores de 40 países.

Brasil IT+ no Mobile World Congress

Data: 25 de fevereiro a 1 de março
Local: Fira Gran Via – Av. Joan Carles I, 64 – Barcelona
Estande: Hall 8.1 E11

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Por que as Fintechs são a bola da vez

Especialista aponta oportunidades e desafios para essas empresas

Em meados dos anos 1960, o Banco Bradesco investiu em um computador da última geração, um IBM 1401, com apenas 4k de memória. Logo após unificou sua rede de agências com telex. Já nos anos 70 e 80 os mainframes eram caríssimos, mas lá estava o Banco investindo na sua implantação. Chegou a década de 90 e vieram investimentos em fibra óptica, laser e rede de alta velocidade em longas distâncias. Tudo isso para preparar o terreno do que aconteceria nos anos 2000: o primeiro Internet Banking do hemisfério sul. “Enquanto muitos achavam aquilo tudo um desperdício de dinheiro, os fundadores Amador Aguiar e Lázaro Brandão já enxergavam o que hoje se tornou óbvio: ganhos de escala só combinam com automação de processos e somente a tecnologia é capaz de suprir essa necessidade”, comenta Pedro Paulo Moraes, sócio da Organica, empresa focada na aceleração de negócios e pessoas dentro da lógica da Nova Economia. “Graças a essa ousadia, o Brasil se consolidou como referência mundial em inovação e segurança bancária.”, complementa.

Durante algumas décadas, as grandes instituições bancárias navegavam em um mercado de baixíssima concorrência e de uma barreira de entrada praticamente intransponível, mas hoje em dia esse cenário mudou. Bancos gigantes e tradicionais enfrentam a concorrência acirrada com empresas fundadas por jovens, enxutas e ofertantes de serviços e soluções diferenciadas, são as chamadas fintechs. Mas, como isso foi possível de uma hora para outra?

Com algumas fintechs aceleradas pela Organica, Pedro Moraes separou alguns fatores que explicam esse fenômeno:

Paradoxo da Abundância

Antigamente os recursos (humanos e financeiros) eram escassos e caros. Apenas grandes bancos dispunham de tais recursos para investir, tornando uma barreira praticamente impenetrável para novos entrantes no mercado. Hoje, tais recursos se tornaram baratos e abundantes: energia elétrica se consegue de graça (através do sol e do vento, por exemplo), conexões de redes e acesso à internet estão cada vez mais rápidas e baratas, grandes servidores podem ser compartilhados por várias empresas na nuvem, altos custos de aquisição foram substituídos pelo pagamento mensal em valores muita mais baratos (SaaS, por exemplo), os algoritmos e linguagens se tornaram populares e amplamente difundidas, as tecnologias de telecomunicações permitem que diversos colaboradores estejam alinhados e participativos mesmo a quilômetros de distância, sem a necessidade de um espaço físico. O próprio blockchain, tecnologia por trás do bitcoin, traz oportunidades de ganho de escala a custos baixíssimos. Isso tudo eliminou a barreira de entrada.

Explorando ineficiências

Como o mercado bancário era praticamente impenetrável, as grandes instituições se acomodaram. O foco no cliente não era tão profundo. A cultura de gestão ficou ultrapassada enquanto as fintechs com pouquíssimos funcionários eram capazes de entregar mais rápido e melhor através de metodologias agile, scrum, squads, OKRs, entre outras. Um modelo de negócio de uma fintech que não demonstra o resultado esperado é rapidamente alterado (ou pivotado, como se diz) e as probabilidades de êxito aumentam imediatamente.

Mercado

O mercado brasileiro é enorme e pouco explorado. Existe uma parcela gigantesca da população considerada ” esbancarizada”, que foram esquecidos pelos bancos tradicionais e estão sedentos por ofertas de soluções a baixo custo de forma personalizada, gerando uma oportunidade para as fintechs..

Marketing

Assim como metodologias de gestão mencionadas anteriormente, as startups já nascem com DNA de Marketing, seja de performance (aquele que visa divulgar a marca através das redes sociais) ou de branding (aquele que desenvolve o branding, storytelling, cultura, etc.). Uma boa estratégia de Marketing diferencia a empresa e atrai os clientes dos bancos tradicionais.

Foco e Verticalização

Diferentemente dos bancos tradicionais, que tem sua estrutura horizontalizada, as fintechs preferem dar foco a nichos ou verticais: algumas são especializadas apenas em crédito, outras em seguros, ou apenas em investimentos, etc. O resultado disso é maior agilidade e velocidade na criação de novos produtos e identificação das necessidades dos clientes.

Por outro lado, as fintechs tem como principal desafio vencer a regulamentação de mercado. No Brasil (e no mundo), existem órgãos como Banco Central, Susep, CVM que olham para essas empresas com certa desconfiança, por isso não dão as permissões legais para atuação. Importante que haja uma união das fintechs para criarem órgão que os representem e facilitem no processo de incorporação para que o país não deixe de estar na vanguarda da tecnologia bancária.

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