Page

Tag tecnologia

Ebit prevê crescimento acelerado do e-commerce em 2018

37ª edição do relatório Webshoppers estima um crescimento nominal de 12% no e-commerce brasileiro em 2018. Espera-se que 60 milhões de consumidores comprem no comércio virtual neste ano, alavancando o faturamento para R$ 53,5 bilhões.

Mesmo em um cenário econômico de relativa estabilidade, onde reina o otimismo dos especialistas, o ano de 2018 terá uma faceta desafiadora para o comércio eletrônico. Se, por um lado, a Copa do Mundo deverá ser um gatilho de vendas para muitas categorias; por outro, a eleição presidencial poderá frear o consumo no segundo semestre. Ainda assim, as previsões da Ebit, empresa referência em informações sobre o comércio eletrônico brasileiro, são otimistas. O comércio on-line deverá continuar apresentando um crescimento nominal acelerado, de 12%, com faturamento de R$ 53,5 bilhões.

Assim como já aconteceu em 2017, a boa notícia para o setor é que o crescimento continuará sendo impulsionado pelo aumento do número de pedidos. No auge da crise, em 2015 e 2016, a expansão do faturamento teve como vetor o aumento dos preços, que impulsionou um tíquete médio mais alto. Como a cesta de produtos do e-commerce registrou deflação em 2017 (de acordo com o Índice FIPE Buscapé), o valor médio gasto pelo consumidor aumentou em menor proporção, fechando em R$ 429, expansão de 3%.

Também deverão continuar impulsionando os números do setor a migração de usuários do varejo físico para o on-line e, principalmente, a expansão do uso de dispositivos móveis. Em 2017, 27,3% das compras foram realizadas via smartphones ou tablets. Ao passo que, para o final de 2018, o share deve representar um crescimento robusto de 37% das compras no último trimestre. “Quem já acessava redes sociais, serviços bancários e geolocalização pelo celular, em 2017, definitivamente também adotou a versão mobile para fazer compras”, comenta André Dias, Diretor Executivo da Ebit.

O ano passado também foi marcado pela consolidação das vendas por meio de marketplaces. Levando-se em conta o mercado total de bens de consumo, incluindo sites de artesanato e sites de vendas de produtos novos/usados, o setor registrou um crescimento de 21,9% em 2017, atingindo R$ 73,4 bilhões.

O Diretor Executivo da Ebit, André Dias também destaca que: “O sucesso do modelo de marketplace no Brasil depende da equalização de três fatores fundamentais, que são a fácil e rápida integração de lojistas, gestão da qualidade de atendimento e serviços destes parceiros e excelência nos processos operacionais para gestão de estoque, frete e entrega, garantindo assim uma melhor experiência para os consumidores”.

A categoria de Moda e Acessórios manteve a liderança e aumentou a sua participação nas vendas com 14,2% dos pedidos. Já no volume financeiro de vendas on-line, a categoria de Telefonia/Celulares atingiu a primeira posição do comércio eletrônico, atingindo 21,2% do share de faturamento do e-commerce.

Presente no mercado brasileiro desde 2000, a Ebit acompanha a evolução do varejo digital no País desde o seu início. Através de um sofisticado sistema, os dados são coletados em tempo real diretamente com o comprador on-line. São mais de 30 milhões de pesquisas realizadas em mais de 25 mil lojas virtuais conveniadas.

Anualmente, o relatório Webshoppers é divulgado no evento do Prêmio Ebit, que elege as Melhores Lojas do E-commerce e as Lojas Mais Queridas do E-commerce em 2017.

OUTROS DESTAQUES DO WEBSHOPPERS 37

RUMO AO HEXA: A Copa do Mundo deve impactar positivamente a venda de produtos, como televisores, bebidas e artigos esportivos.

CROSS BORDER: 22,4 milhões de brasileiros fizeram compras em sites internacionais e gastaram, em média, US$ 36,8 (cerca de R$ 117,8).

EMPODERADAS: As mulheres lideraram compras no e-commerce em 2017 e fizeram 1,4 milhão de pedidos a mais que os homens.

SEM PARCELAS: Praticamente metade das compras feitas no comércio eletrônico em 2017 foi paga à vista, apesar da importância do uso do cartão de crédito como o maior agente financiador de compras.

MARKETPLACE: Impulsionado pela expansão do Mercado Livre, o faturamento proveniente das vendas via marketplaces, incluindo produtos novos e usados, atingiu R$ 73,4 bilhões em 2017, alta de 21,9%.

MADE IN CHINA: Sites chineses continuaram sendo os queridinhos entre os brasileiros que fizeram compras internacionais em 2017. A pesquisa Cross Border aponta que 54% dos consumidores fizeram compras no Aliexpress, mostrando um crescimento de 9 pontos percentuais.

NA LIDERANÇA: Smartphones/celulares ultrapassaram os eletrodomésticos, sendo a categoria mais vendida no e-commerce em 2017 em volume de faturamento. Destaque também para alimentos e bebidas, que entram pela primeira vez no ranking das dez principais categorias do e-commerce.

FRETE GRÁTIS: Varejistas aumentaram a oferta de frete grátis nas compras on-line. Entre o 4T16 e o 4T17 houve um aumento de 6 pontos percentuais (36% para 42%), influenciado pelo incentivo ao uso de aplicativos e à retirada de produtos em lojas físicas.

E-CONSUMIDORES: Mais de 55 milhões de consumidores brasileiros fizeram pelo menos uma compra virtual no ano passado, alta de 15% ante 2016. Em 2018, a Ebit estima mais de 60 milhões de compradores virtuais.

Para consultar a 37ª edição do relatório Webshoppers, acesse o site www.ebit.com.br/webshoppers.

Tags, , , , , , ,

Plataforma de transferência internacional automatiza operação

Cliente da Remessa Online pode fazer o fechamento de um recebimento diretamente na plataforma, sem precisar falar com o atendimento

A partir de março, os clientes da Remessa Online, primeira plataforma independente para transferências internacionais 100% digital, não precisarão mais falar com o atendimento da empresa para fechar uma operação de recebimento de dinheiro. A pessoa que fará a transferência, agora, reunirá todas as informações sobre a remessa e cadastrará o remetente e o valor a ser enviado. Posteriormente, encaminhará todas as instruções ao beneficiário, que, após finalizado o processo, compartilhará o comprovante via plataforma e aguardará. O prazo de recebimento leva até três dias para ser concluído e o valor pode ser resgatado na conta brasileira.

Tags, , ,

50% mais brasileiros buscaram empréstimo online em fevereiro

Estudo realizado pela Lendico, uma das maiores plataformas de crédito pessoal online do Brasil, com pessoas que buscaram empréstimo através do site da fintech, revela que 50% mais brasileiros buscaram crédito pessoal online em fevereiro, em comparação com o mesmo período do ano passado. O percentual de pessoas buscando o empréstimo para a compra de eletrodomésticos e eletrônicos subiu 91%, quando comparado o segundo mês deste ano com o mesmo período de 2017. Além disso, o percentual de pedidos para a aquisição de veículos subiu 43%.

O investimento para abrir novos negócios também continua em forte ascendência. A pesquisa mostrou que houve aumento do percentual de pedidos em 48%. O setor imobiliário é outro que voltou a crescer. A fintech observou percentual 7% maior do que o registrado em 2017. Além disso, reformas, mudanças e mobília dispararam este ano com percentual 35% maior na solicitação de empréstimos.

“Estamos vendo uma mudança no comportamento do consumidor que busca empréstimo online. Antes o percentual de buscas por crédito para dívidas era maior, mas agora há também mais clientes buscando empréstimo para investir no negócio, no imóvel, ou fazer a aquisição de bens.” explica Marcelo Ciampolini.

Tags, , , , , , , , , ,

Lideranças discutem o papel do RH na era digital no HR Conference

Helen Rosethorn, CEO da consultoria britânica Prophet e autora do livro The employer brand: keeping faith with the deal, esteve no Brasil exclusivamente para participar do HR Conference. Com a ponderação de que as organizações precisam vivenciar o processo de transformação digital e moldar sua cultura de acordo com as novidades tecnológicas, a executiva questionou como os Recursos Humanos podem implementar essas mudanças no mundo corporativo, visto que a falta de investimento é a maior barreira enfrentada pela área.

Para isso, elencou três dicas fundamentais aos profissionais da área:

– os funcionários também são consumidores no mundo digital, então, precisam ser vistos como consumidores internos, pois esperam as mesmas experiências e ferramentas que utilizam no dia a dia;

– o ambiente de trabalho influencia diretamente na qualidade de vida, exigindo uma atenção maior das empresas para a saúde de seus colaboradores;

– a coleta de dados por fontes integradas é fundamental para melhorar a performance dos funcionários, uma vez que podem ser utilizadas para nortear intervenções no ambiente interno.

“O papel do RH é fazer com que os líderes entendam a dinâmica do ecossistema da empresa para conseguir uma transformação efetiva. Por isso, são considerados os jogadores-chave desse processo”, pontuou.

Já Christian Orglmeister, sócio e diretor executivo do The Boston Consulting Group, iniciou sua apresentação falando sobre a reinvenção digital que está em curso no setor de Recursos Humanos. Segundo o executivo, a transformação tecnológica demanda tempo e deve ser pensada desde o planejamento estratégico até a fase de implementação.

Uma das fases desse planejamento envolve redesenhar a jornada de trabalho para trazer o colaborador para o centro de atenção do RH. “Podemos definir cinco elementos para reestruturar a jornada de trabalho: proposta de valor ao empregado, desenho da jornada e workflow, disponibilidade digital, engajamento do colaborador e compromisso organizacional”, explicou.

Orglmeister também ressaltou o protagonismo do RH, uma vez que cria o ambiente, a cultura e a organização digital para toda a empresa, atrai e desenvolve talentos digitais (de fora e de dentro), cria a capacitação digital em toda a empresa e lidera a transformação nas suas próprias jornadas.

Em seguida, George Hallenbeck, diretor do Center for Creative Leadership (CCL) e autor de dois livros sobre aprendizado e liderança, respectivamente, reforçou em sua fala a importância e os benefícios das experiências encaradas como desafios.

Aprender à partir de uma experiência e utilizá-la para performar com sucesso em futuros desafios é a definição de agilidade de aprendizado. Segundo o executivo, é uma habilidade de vida que está em constante desenvolvimento e deve ser vista como um produto de nossas experiências.

“Toda nova experiência deve ser vista como uma oportunidade de aprender e crescer. É de extrema importância que cada indivíduo construa o seu banco de desafios pessoais. Qualidade alinhada à quantidade e diversidade resultam em experiências de sucesso”, disse.

Segundo a especialista em Digital Learning e aprendizagem corporativa Patrícia Chagas, as experiências resultam em inovações. De acordo com a executiva, todos os profissionais podem melhorar suas estratégias utilizando as falhas como parte do processo de aprendizagem.

“O aprendizado precisa ser orgânico , mobile, não linear e integrado, um conceito que definimos como Omni Learning. Trata-se de uma abordagem de aprendizado que dá suporte à performance organizacional”, explicou. “O orgânico vem do fato de todos serem protagonistas e construírem o conteúdo digital por meio de experiências sociais, o mobile possibilita mais engajamento, reflexão, aprendizado e acesso fácil aos conteúdos, não linear é a forma como se absorve conteúdo: contínua e exponencialmente. Por fim, integrado, pois se aprende ao trabalhar e vice-versa”.

Finalizando o ciclo de palestras do HR Conference, Sofia Esteves assumiu a palavra acompanhada de Raj Rani. Atualmente, Sofia é referência na área de Recursos Humanos e desenvolvimento de talentos no Brasil, além de fundadora e presidente do conselho do Grupo Cia de Talentos. Já Raj é especialista de inovação no Inoven, laboratório focado em inteligência artificial que trabalha em parceria com o Grupo Cia de Talentos.

Os dois conduziram a apresentação sobre como “hackear” organizações diante das transformações e impactos tecnológicos para manter-se relevante no mercado. “Se estamos em uma revolução digital, é necessário compreender o que ela está causando nas empresas para podermos pensar no futuro”, ressaltou Raj.

Entretenimento, lifestyle, consumo e cultura pop foram mencionados como fatores que precisam ser acompanhados pelas organizações, uma vez que são as principais características que moldam o colaborador. Ou seja, é preciso pensar quais consumos e experiências serão desejados no futuro.

“Em relação ao trabalho, o futuro trará carreiras exponenciais, com múltiplas possibilidades de configuração, lideradas por pessoas empreendedoras de si mesmo e que estarão a serviço das organizações que adotarem um novo modelo mental”, concluiu Sofia.

Tags, , , , , , ,

Mercado Bitcoin cria estrutura para crescer dez vezes em 2018

O MercadoBitcoin.com.br, maior corretora de moedas digitais da América Latina, anuncia uma nova estrutura para suportar seu crescimento projetado de até dez vezes no volume de negociações realizadas pela plataforma em 2017.

O novo modelo de gestão da empresa conta com um Conselho Consultivo, composto por sete membros, incluindo profissionais experientes com passagens por instituições como a B3, Netshoes e Valid (veja abaixo a lista completa).

Com as mudanças, os dois sócios-fundadores da empresa assumem novas posições: Gustavo Chamati, passa a ser o CEO da empresa, no lugar de Rodrigo Batista, que se torna o presidente do Conselho.

O Mercado Bitcoin acaba de conquistar a marca de 1 milhão de clientes cadastrados e teve mais de 4,5 bilhões de reais negociados na plataforma em 2017, envolvendo três moedas digitais: Bitcoin, Litecoin e Bitcoin Cash. Para 2018, a corretora tem a expectativa de atingir 2,5 milhões de clientes e 50 bilhões de reais em negociações.

“Nosso plano de crescimento é agressivo e, para executá-lo, todas as peças precisam estar no lugar. Trabalhamos muito para construir um modelo de gestão adequado às necessidades do negócio”, explica Gustavo Chamati, CEO do Mercado Bitcoin.

Como parte das mudanças, a empresa completa a sua estrutura executiva com a contratação de Luiz Roberto Calado (ex-Citibank e ex-BB e professor FGV) como CE (Chief Economist); Galeno Garbe (ex-Uber) como CSO (Chief Security Officer); Flávia Barros (ex-99), que passa a atuar como CMO (Chief Marketing Officer); Gleisson Cabral (ex-CPFL) como CGO (Chief Growth Officer); Rodrigo Okimura (professor de finanças do Insper) como CFO (Chief Finnancial Officer); Jhonatha Emerick (ex-Rapiddo/Movile) como CXO (Chief Experience Officer). A área de Tecnologia, que continua a ser liderada pelo sócio-fundador Maurício Chamati (Chief Technology Officer), ganhou o reforço de Arnaldo Pereira (ex-Magazine Luiza), como Diretor de Tecnologia.

O executivo anuncia que a corretora ainda deve fazer novas contratações no curto prazo para lideranças nas áreas Jurídica e de Recursos Humanos: “Conseguimos reunir um time de profissionais que são referência em suas áreas, o que nos deixa orgulhosos. Estamos seguros de que o trabalho dessas pessoas será um diferencial capaz de nos levar a uma nova etapa, consolidando nossa posição de liderança no mercado”, destaca.

Junto com a nova estrutura organizacional, o Mercado Bitcoin inaugura um novo escritório na Zona Sul de São Paulo. A sede de 1500 metros quadrados, tem capacidade para 220 colaboradores.

Conselheiros do Mercado Bitcoin

Roberto Dagnoni – Ex-Vice-Presidente na Cetip e B3

Reinaldo Rabelo – Ex-Diretor Jurídico, de Compliance, de Riscos e Relações Institucionais na Cetip e B3

Mauro Negrete – Ex-Diretor executivo de TI e Operações da Cetip e B3

Roni Bueno – CEO da Orgânica e ex-Diretor de Marketing da Netshoes

Ricardo Macedo – Sócio do Escritório de advocacia Pereira Neto e Macedo

André Oda – Sócio e conselheiro do Mercado Bitcoin e membro do Conselho da Valid S/A

Rodrigo Batista – Sócio-fundador do Mercado Bitcoin e presidente do Conselho

Tags, , , , , , ,

Devo declarar Bitcoin e outras criptomoedas no Imposto de Renda? Confira 5 dicas de especialistas tributários da Sage

Criadas em 2009, as moedas virtuais se popularizaram nos últimos anos e atraíram a atenção de diversos investidores, economistas e entusiastas em tecnologia. Isso ocorreu principalmente em 2017, quando o Bitcoin, a criptomoeda mais negociada do momento, fechou o ano com alta de 1.387%.

Com o início da temporada de declaração do Imposto de Renda para pessoas físicas, a necessidade de reportar as transações destas moedas vem causando dúvidas em diversos brasileiros. “Devido ao fenômeno das moedas virtuais, temos recebidos muitas questões sobre o assunto em nossa consultoria”, diz o coordenador-técnico editorial da Sage Brasil, Valdir de Oliveira Amorim.

Para esclarecer dúvidas sobre a novidade, a consultoria tributária da multinacional britânica de software de gestão Sage aponta 5 dicas. Confira abaixo:

1)É necessário declarar as criptomoedas – Bitcoin e as altcoins (moedas virtuais alternativas) – no Imposto de Renda?

Sim, todo bem e direito precisa ser declarado caso o contribuinte esteja obrigado à entrega da declaração. É preciso informar qualquer movimentação relacionada ao bem, seja na compra ou na venda. Sendo importante analisar a variação patrimonial para que o impacto no caixa seja informado de maneira correta.

2)Quem deve declarar as moedas virtuais?

Todos os residentes no Brasil que em 2017 receberam rendimentos tributáveis cuja soma foi superior a R$ 28.559,70 e negociaram criptomoedas sujeitas a tributação.

3)De qual maneira se declara as criptomoedas?

No programa disponibilizado pela Receita, o contribuinte deve acessar o quadro “Bens e Direitos”, código 99 (outros bens e direitos), e descrever a data da compra, a quantidade de moedas, a cotação unitária em moeda corrente nacional e o valor total da compra em moeda corrente nacional.

4)Quais alíquotas de imposto são pagas?

O imposto é pago por ocasião da venda das moedas por valor superior a R$ 35 mil. Abaixo desse valor é considerado bem de pequeno valor isento de imposto.

Se o valor da venda for superior, o imposto deve ser pago no último dia do mês seguinte à data da venda. Deve-se apurar o ganho de capital por meio do programa do GCAP2017 (Programa de Apuração dos Ganhos de Capital), sujeito ao IR pelas alíquotas progressivas, de acordo com os tópicos abaixo.

– 15% (quinze por cento) sobre a parcela dos ganhos que não ultrapassar R$ 5.000.000,00 (cinco milhões de reais);

– 17,5% (dezessete inteiros e cinco décimos por cento) sobre a parcela dos ganhos que exceder R$ 5.000.000,00 (cinco milhões de reais) e não ultrapassar R$ 10.000.000,00 (dez milhões de reais);

– 20% (vinte por cento) sobre a parcela dos ganhos que exceder R$ 10.000.000,00 (dez milhões de reais) e não ultrapassar R$ 30.000.000,00 (trinta milhões de reais); e

– 22,5% (vinte e dois inteiros e cinco décimos por cento) sobre a parcela dos ganhos que ultrapassar R$ 30.000.000,00 (trinta milhões de reais).

(FUND: Arts. 1º da Lei nº 13.259/2016 e Ato Declaratório Interpretativo RFB nº 3/2016).

5)Doações realizadas por moedas digitais também precisam ser declaradas?

Em São Paulo, doações superiores a 2.500 UFESP devem ser declaradas, pois estão sujeitas ao ITCMD (Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação). No ano de 2017, esse valor corresponde a R$ 62.675,00. Já em 2018, a R$ 64.250,00. Como esse tributo é estadual, os valores variam de estado a estado. Para verificar o de onde reside, consulte a Receita Federal.

Tags, , , , , ,

Como parcerias entre empresas estabelecidas e startups inovadoras podem fomentar o mercado?

Por Fernando Cascardo

Inovação. Essa é a palavra do momento e o conceito que está sob os holofotes dos empreendedores em todo o mundo. Com a tecnologia disponível na ponta dos dedos, os consumidores estão exigentes e almejam por soluções que sejam disruptivas e digitais, que por sua vez, são objetivos de difícil alcance para grandes corporações, que possuem operações amarradas e burocráticas, impedindo a mudança constante que o mercado demanda.

Para atender a esses consumidores, que estão mais dinâmicos e empoderados, as startups apostam em modelos comerciais simplificados, dinâmicos e tecnológicos por meio do desenvolvimento de soluções que estão entre as mais procuradas pelo público. Porém, para serem atrativas ao mercado, as startups precisam estar com seus serviços ou produtos mais próximos da perfeição e com um modelo operacional focado em conversões e crescimento acelerado.

Diante desse panorama, em que as empresas carecem de inovação e as startups de experiência, a melhor alternativa, na qual todos são beneficiados, é fomentar parcerias entre as companhias que já estão estabelecidas em suas áreas de atuação e as startups, que buscam por competitividade. Esse modelo é conhecido como Corporate Venturing (CV), e é uma modalidade de inovação aberta na qual empreendimentos maiores financiam a tecnologia.

Assim, por meio desse movimento de integração, essas associações são capazes de fomentar o mercado ao estimular o consumo por meio do desenvolvimento de soluções completas, algo possibilitado pelo dinamismo das startups e da criação de uma oferta de ferramentas com toda a estrutura e divulgação necessárias, impulsionadas pela experiência das grandes companhias.

As empresas enxergam as startups como ninhos de ideias boas e eficientes para conquistar o público e por isso vão buscar associações. Essa procura agita o mercado e fomenta, além do consumo, a união do novo com a experiência. Além disso, organiza todo o ecossistema mercadológico brasileiro ao equilibrar as demandas dos mais variados setores.

Fernando Cascardo é sócio-diretor do Grupo InterPlayers, desenvolvedora do app GoPharma – um canal completo, com recursos de localização de farmácias, guia de serviços e informações, de busca de produtos, além de um serviço de auto adesão e acesso aos programas de benefícios disponibilizados pela indústria farmacêutica.

Tags, , , , , , ,

Arena Corinthians anuncia Hikvision como nova parceira oficial de tecnologia em segurança

A Arena Corinthians apresenta seu mais novo parceiro oficial, no segmento de tecnologia em segurança. Líder mundial no fornecimento de soluções e de produtos de segurança eletrônica, a Hikvision irá oferecer a mais alta tecnologia em equipamentos para a casa do Timão.

A parceria, de três anos, prevê o fornecimento de muitos produtos e soluções em segurança eletrônica, que contam com recursos de Inteligência Artificial, como câmeras de reconhecimento facial e câmeras que “enxergam no escuro”, transmitindo cores com brilho e nitidez em uma escuridão quase completa, além de câmeras de leitura de placa, câmeras 360º com visão panorâmica – todos com alta definição de imagens, bem como equipamentos de controle de acesso, entre outros. Assim, a Hikvision torna-se um parceiro fundamental para manutenção e ampliação da segurança da Arena Corinthians, principalmente em dias de jogos e eventos com grande público.

“Estamos muito otimistas com a parceria firmada com a Arena Corinthians. Unir nossa marca a um clube renomado, marcado por uma trajetória de sucesso, com visibilidade nacional e internacional, vai ao encontro da nossa missão empresarial. Vislumbramos uma parceria promissora com o Timão para levar o que tem de mais inovador em tecnologias de segurança eletrônica a uma grande parcela da população. Temos uma grande parceria com o estádio do Ajax, da Holanda, que está dando muito certo e a ideia é transformar a casa do Corinthians em um grande case de sucesso e uma referência para mercado”, comenta Marco Meirelles, gerente de Marketing da Hikvision no Brasil.

Em contrapartida, a Hikvision terá exposição de sua marca nos telões, painéis de LED e televisores da Arena Corinthians, postagens nas redes sociais oficiais da Arena, além do direito de utilização de áreas corporativas da casa do Corinthians para relacionamento, ações de incentivo e eventos.

“Dando continuidade ao projeto de ter parceiros exclusivos em diferentes segmentos, é com grande satisfação que anunciamos esse acordo com a Hikvision para ampliação da nossa tecnologia em segurança. A Arena Corinthians já recebeu, desde sua inauguração, 4 milhões de torcedores – apenas em dias de jogos. Por isso, o investimento nesse segmento é de extrema importância e a Hikvision enxergou o nosso potencial como plataforma de negócios”, diz Luis Paulo Rosenberg, Diretor de Marketing do Corinthians.

Tags, , , , , , , ,

Justiça Federal concede liminar ao Mercado Livre contra aumento abusivo do frete

A Justiça Federal concedeu liminar ao Mercado Livre, no último dia 2, determinando que os Correios não apliquem os reajustes de frete aos clientes do marketplace (compradores e vendedores), que seriam de até 51%. A taxa extra de R$ 3 para entregas no Rio de Janeiro também não será cobrada dos clientes. Com essa importante decisão, os usuários do Mercado Livre não serão impactados pelos aumentos impostos pelos Correios, confirmando a visão da companhia de como uma medida unilateral dos Correios pode impactar seriamente a inclusão geográfica, digital e econômica, especialmente para aqueles clientes das regiões mais remotas do país.

Tags, , , , , , , , ,

Stefan Rehm, da Intelipost: “O blockchain é o futuro da logística da distribuição”

Em parceria com a IBM e Oracle, empresa vai desenvolver a primeira solução do gênero no Brasil voltada para a movimentação de carga fracionada.

Utilizada em diversas cadeias logísticas pelo mundo e responsável por implantar processos confiáveis, transparentes e seguros, a tecnologia Blockchain começa a virar realidade no Brasil. A Intelipost, empresa especializada em consultoria e tecnologia para gestão de transportes para e-commerces, é um exemplo. Em parceria com a IBM e a Oracle, vai desenvolver ainda este ano a primeira solução do gênero no Brasil voltada para o transporte de cargas fracionadas.

“Sinceramente acredito que o blockchain é o futuro da logística da distribuição. Obviamente que é um processo que envolve a participação de vários outros players, mas investiremos fortemente nisso. A Magazine Luiza vai, inclusive, entrar com a gente em uma operação em São Paulo”, afirma Stefan Rehm, fundador da Intelipost. A empresa vai apresentar a novidade durante a Intermodal South America, que acontece de 13 a 15 de março no São Paulo Expo, na capital paulista.

O tema integra, ainda, a programação de palestras da XXI Conferência Nacional de Logística (CNL), organizada pela Associação Brasileira de Logística (Abralog) e que acontece, pela primeira vez, durante o evento. Luiz Gustavo da Silva Ferreira, da IBM, e Bernardo Madeira, da Smartchains, falarão sobre a “Transformação e Inovação na Cadeia de Suprimentos com o uso do Blockchain” no dia 14 de março, a partir das 14h30.

Cadeia de Valor

O Blockchain é uma tecnologia que descentraliza as medidas de segurança, compartilhando bases de registros e dados entre os agentes de um processo. Um case de sucesso é da joint venture que reúne a empresa de transporte marítimo de contêineres A.P. Moller-Maersk e IBM. A parceria já possibilitou o aperfeiçoamento de operações de transporte de flores do Quênia, laranjas da Califórnia (EUA) e Abacaxis da Colômbia para a Porto de Roterdã, na Holanda.

“A Maersk nos informou que, em um determinado momento, uma das operações envolvia mais de 30 pessoas no despacho e recebimento de carga e mais de 200 interações nos processos burocráticos. Com a adoção do sistema, o número de pessoas envolvidas e processos diminuiu drasticamente. A burocracia pode impactar em até um quinto o custo total de transporte por contêiner”, explica Regina Nori, líder de soluções técnicas da IBM Brasil.

Segundo a executiva, quando o experimento foi iniciado, o foco maior era fazer o tracking da carga, mas percebeu-se que existia uma burocracia gigantesca nos processos. Com o passar do tempo, o foco passou a ser também reduzir o volume documental, o chamado paperless trade, o que diminui o risco de erro e a incidência de fraudes.
Para Stefan Rehm, o mercado brasileira precisa estar aberto a esta inovação. “Eu concordo que é um desafio trazer o Blockchain para o Brasil, porque a tecnologia é muito nova, mas se todos esperarem o momento certo chegar, ele nunca chega. É um desafio, mas somos empreendedores. Se não investirmos agora, outros virão. Não acredito que a tecnologia seja cara, mas sim todo o processo de treinamento e adoção dos procedimentos pelo mercado”, aponta.

Tags, , , , , , ,

Segredos para o uso de dispositivos de Internet das Coisas – Por Ney Acyr Rodrigues

Os próximos anos serão decisivos para a área de Tecnologia da Informação. O processo de transformação digital tem levado cada vez mais as empresas a investirem em soluções que garantam a automatização de processos e, consequentemente, agreguem valor às organizações, gerando aumento da produtividade e melhor experiência dos clientes. Para acompanhar essa evolução das companhias, novas tecnologias serão implementadas, incluindo o uso de dispositivos conectados entre si – Internet das Coisas (IoT) e Machine to Machine (M2M).

Soluções de IoT serão utilizadas nos mais variados modelos de negócios. Estudos apontam que, até 2020, essas soluções já estarão incorporadas a mais da metade dos processos e sistemas dos novos negócios e teremos no planeta bilhões de dispositivos conectados. No varejo, dispositivos conectados estarão presentes para controle de estoques e prateleiras, controle de hábitos de consumo e até gestão de pagamentos. Nas fábricas, estarão contribuindo para uma nova fase conhecida como Indústria 4.0.

Milhares desses dispositivos conectados já estão sendo utilizados por montadoras na solução de carros conectados. A tecnologia de ponta dentro dos veículos permite o envio de dados para controle, monitoramento e assistência técnica, entre outras funções. Além de conforto, carros conectados oferecem mais segurança ao motorista, com possibilidade de monitoramento de frota, incluindo trajetos considerados mais perigosos, e envio de ajuda em caso de paradas repentinas.

A adoção de soluções de IoT para aumento de produtividade e, consequentemente, da qualidade de vida não é exclusividade do mundo corporativo. Gestores públicos já desenvolvem projetos visando à utilização de dispositivos conectados para gerenciamento mais preciso de recursos energéticos, transporte e segurança pública, por exemplo. Estudos apontam que a economia de energia de uma cidade pode chegar a 30% com a utilização de sensores de monitoramento, que detectam possíveis falhas como a manutenção de lâmpadas acesas em vias públicas durante o dia.

Mas qual seria o primeiro passo para uma empresa montar esta grande rede de conexão entre sistemas, dispositivos, máquinas e aplicações? O processo de implantação e gestão de soluções de IoT será coordenado pelos CIOs, a partir de um planejamento adequado de necessidades e de mapeamento de objetivos de negócios. Como todo projeto, antes de partir para a ação, é fundamental a realização de testes para identificar possíveis transformações que podem ocorrer. O uso bem-sucedido dessas aplicações precisar estar apoiado em uma infraestrutura robusta de telecomunicações, integrada à TI e a recursos que permitam a mobilidade, uma vez que todos aparelhos estarão se comunicando para a troca de informações.

Outro passo importante é o engajamento dos colaboradores para o uso correto dos dispositivos, que devem ser direcionados para funções operacionais e contínuas, tendo sempre o olhar estratégico dos especialistas para potencializar seus benefícios.

Além disso, o sucesso da implantação de solução de IoT passa, obrigatoriamente, pela segurança dos dispositivos e aplicações conectadas. Por isso, estamos notando o crescimento no uso de sistemas de proteção. Estudos apontam que cerca de 20% do orçamento anual das companhias para a segurança em TI, tecnologia operacional e requisitos de segurança será voltado para soluções de IoT até 2020. A título de comparação, há dois anos, apenas 1% desse orçamento era direcionado para segurança em IoT.

Soluções preditivas, que investigam e antecipam potenciais ameaças, criando uma barreira de proteção lógica contra diferentes tipos de ataques, serão cada vez mais usadas por companhias que buscam segurança para sua estrutura de IoT. Com essas ofertas, o cliente é imediatamente avisado em caso de ataques e orientado para aplicação da melhor estratégia de defesa.

Pessoas, máquinas, dispositivos, sensores e aplicações já conseguem trocar uma enorme quantidade de informações, otimizando procedimentos, gerando melhor uso dos ativos próprios das organizações e garantindo melhor experiência e qualidade de vida ao consumidor final. O mundo totalmente conectado deixou de ser uma tendência. A chamada quarta revolução industrial, resultado da convergência de tecnologias, já está em curso. Prepare sua empresa para o próximo nível!

Ney Acyr Rodrigues, Diretor Executivo de Negócios de IoT da Embratel

Tags, , , , , , , , ,

Cipher registra crescimento de 38% no Brasil

A CIPHER, empresa especializada em serviços de cibersegurança, anuncia crescimento de 38% em 2017 no Brasil e prevê um crescimento global de 25% em 2018.

De acordo com Paulo Roberto Bonucci, vice-presidente da CIPHER no Brasil, o bom desempenho foi alavancado por investimentos na área de Governança, Risco e Compliance (GRC) que teve um aumento de demanda em 2017 por conta da grande onda de ataques cibernéticos. “As indústrias estão exigindo a implantação de mais soluções de segurança. Nesse cenário, conseguimos aumentar o nível de entregas e consolidamos nosso posicionamento estratégico como uma das principais fornecedoras de serviços e soluções de cibersegurança para o mercado enterprise”, comenta.

Ainda de acordo com o vice-presidente, a área de Desenvolvimento e Pesquisas do Laboratório de Inteligência da CIPHER também registrou um crescimento de entregas impulsionado pelos ataques do ano passado. “As empresas passaram a nos procurar para fazer investimentos rápidos e emergenciais. Em uma análise da companhia, 2017 foi marcado pela criação de novos projetos em segurança – por pressão do mercado – que não estavam no budget das empresas, mas que devem estar no planejamento deste ano”, analisa Bonucci.

A empresa, que está há 18 anos no mercado, é líder no segmento de Serviços Gerenciados de Segurança (MSS – Managed Security Services) e oferece soluções completas que permitem ser um “one stop shop” para seus clientes. A CIPHER mantém três unidades de negócios (Business Units) integradas para acelerar a entrega dos projetos – Managed Security Services, Serviços Profissionais e Integração de Sistemas de Segurança. Entre os mais de 200 clientes de seu portfólio, estão empresas avaliadas como as 500 maiores do país em todos os segmentos de mercado

“Iniciamos um plano em 2016 de mudanças nos processos de entrega da companhia, com contratações e reposicionamento de marca. Então, em 2017 conseguimos executar de forma genuína nosso planejamento, garantindo eficiência máxima no atendimento ao cliente e soluções adequadas às necessidades específicas do mercado brasileiro”, destaca o VP da CIPHER Brasil. No ano passado, a companhia firmou contratos com grandes empresas em infraestrutura, o que também contribuiu para o crescimento.

Para 2018 a companhia reserva grandes novidades. Entre os planos que podem ser adiantados estão a ampliação da presença global e da atuação regional no segmento de governo, aquisições e parcerias estratégias que devem contribuir para atingir as metas. “Estamos apostando no crescimento de 25% do nosso MSS, número acima do mercado de segurança – que de acordo com o Gartner e IDC deve crescer 15%. Além disso, investiremos mais em Marketing, lançamento de novos serviços e no crescimento de revendas de infraestrutura de hardware e software de cibersecurity”, revela Bonucci.

Tags, , , , , , ,

SONDA aumenta o lucro líquido em 145,9% e atinge receita de US$ 1.368 bilhão em 2017

A SONDA, maior companhia latino-americana de soluções e serviços de Tecnologia, apresentou seus resultados para 2017, registrando uma receita de US$ 1.368 bilhão.

O EBITDA alcançado foi de US$ 101,9 milhões e o lucro líquido totalizou US$ 64,8 milhões, chegando a US$ 105,6 milhões com a inclusão de US$ 41 milhões gerados pela venda de sua participação na Imed, no Chile. No total, um aumento de 145,9% em 2017.

As operações fora do Chile atingiram receitas de US$ 771,2 milhões, o que equivale a 56,3% do total consolidado. A margem EBITDA do período foi de 12,1%, com destaque para a operação chilena, que registrou 17,3%. A operação brasileira, por sua vez, registrou melhorias consecutivas em sua margem EBITDA nos quatro trimestres do ano, atingindo 7,6% no quarto trimestre.

Em termos comerciais, o aumento de 24,8% nos fechamentos de negócios se destacou positivamente, atingindo US$ 1.327,9 bilhão, impulsionado principalmente por um maior nível de fechamentos no Brasil, país no qual a cifra aumentou 102,2% em relação mesmo período ao ano anterior. Já as oportunidades de negócios atingiram US$ 3.241,8 bilhão, com crescimento de 14,1% em relação ao ano anterior.

De acordo com o CEO da SONDA América Latina, Raúl Véjar, 2017 foi um ano difícil na região, o que impôs planos para enfrentar e resolver adequadamente os desafios do período. “A operação brasileira alcançou melhorias nas margens como resultado dos planos de ação que realizamos e do progresso que está começando a ser visto na economia desse País. No nível comercial, tivemos um crescimento significativo no encerramento dos negócios, o que gera perspectivas favoráveis para 2018”, acrescenta Vejar.

Para o CEO da SONDA Brasil, Affonso Nina, o aumento de mais de 100% em fechamento de negócios no País é um indicador de que a operação está trabalhando alinhada aos planejamentos. “Em 2018, as medidas que prevemos implementar em nossa operação brasileira impulsionarão a busca por resultados ainda melhores, que também se apoiará na esperada retomada da economia”, finaliza Nina.

Tags, , , , , , ,

Uso de Agile e DevOps gera aumento de até 60% nos lucros de produtoras de software

Empresas estão comprometidas com a adoção de Agile e DevOps, mas ainda não aproveitam os benefícios que as práticas podem fornecer. Esta é uma das principais conclusões do estudo realizado pela CA Technologies, que entrevistou mais de 1200 executivos de TI sobre o uso de Agile e DevOps na transformação digital. Entre os dados sobre o Brasil, destaca-se que 84% dos entrevistados reconhecem que as abordagens Agile e DevOps colaboram para o sucesso significativo nos negócios quando implementadas juntas.

O estudo apresenta as características dos “Mestres em Agilidade” (18% dos entrevistados), da qual fazem parte as organizações mais próximas à adoção total e que realizam as principais, ou quase todas, ações para tornar Agile e DevOps uma parte essencial de suas operações diárias. Estes “Mestres em Agilidade” também estão mais propensos a usar práticas da abordagem Agile em outras funções da empresa, por isso o aumento de 60% na receita e nos lucros e a probabilidade de expandir seus negócios 2,4 vezes maior – com uma taxa de aumento acima de 20% -, não é apenas uma coincidência.

“O aumento de demanda no mercado de aplicativos não justifica a entrega de produtos de baixa qualidade. Para isso, práticas como Agile são essenciais para que as Modernas Fábricas de Software atendam às exigências de seus clientes”, comenta Francisco Dal Fabbro, VP Latam de Agile da CA Technologies. Segundo ele, a flexibilidade é essencial para se adaptar às transformações do cliente, expectativas dos usuários, mudanças regulatórias e as oportunidades de negócio.

Nem tudo se refere a tecnologias e processos: a perspectiva das pessoas

O estudo também mostra que as organizações têm desafios semelhantes: cultura, capacidades, investimento em programas e alinhamento da liderança. A pesquisa destaca um reconhecimento geral de que a adoção de práticas Agile e DevOps ao longo do ciclo de vida do software não é apenas uma questão de novas capacidades e padrões de trabalho. Para alguns, isso também exige uma mudança importante na mentalidade e no comportamento; isto é, essas mudanças são uma questão relacionada às pessoas, mesmo no nível de diretoria.

O Brasil acompanha as tendências mundiais em relação as principais prioridades para melhorar a eficácia identificada pelos entrevistados incluem:

– Melhorar a cultura da organização para incentivar e recompensar a colaboração (94%);

– Mais apoio e compromisso da administração em todos os níveis (85%);

– Treinamento para as equipes de TI sobre como colaborar e incorporar as melhores práticas em suas atividades diárias no trabalho (86%) e mais suporte e comprometimento da gestão (85%), e

– Aliviar as pressões de tempo para que as equipes possam adotar práticas Agile e DevOps efetivas (85%).

Os entrevistados também disseram que é muito difícil ou desafiador encontrar profissionais familiarizados com os métodos Agile (63%), que tenham experiência com DevOps (80%) e/ou tiveram experiência de trabalho colaborativo em sua equipe (52%). Isso indica claramente uma falta de capacidades na maioria das organizações, o que exige recursos disponíveis, principalmente treinamentos.

Segundo Fabbro, quando há aumento de demanda para atender uma nova tendência de mercado, as empresas têm dificuldade para encontrar profissionais capacitados. “Os cursos de formação não se adaptam tão rápido quanto as empresas. Por isso, elas também precisam apostar em seus talentos, desenvolver profissionais e aumentar sua capacidade de atender o cliente final”, explica.

Conexão entre execução e resultados dos negócios

A conexão entre as abordagens Agile e DevOps e os resultados dos negócios se concentra no ciclo de feedback contínuo de experiências de clientes em tempo real para a engenharia de requisitos, mostrando o desempenho de entrega de software e apoiando o próprio negócio. Assim, para aproveitar ainda mais os benefícios das abordagens Agile e DevOps, as organizações também devem usar a rapidez e a flexibilidade dos ambientes na nuvem, em contêineres e outras novas arquiteturas de desenvolvimento e entrega de códigos, com uma leve mudança em todas as atividades – como testes contínuos – e granularidade mais fina da iteração em todo o ciclo de operações e entrega de software.

Método da pesquisa

A pesquisa global online com 1.279 diretores de TI e executivos foi patrocinada pela CA Technologies e realizada pela empresa de análise de mercado Freeform Dynamics. A pesquisa também contou com entrevistas por telefone com executivos importantes do setor. Veja todos os detalhes sobre a metodologia da pesquisa no relatório How Agile and DevOps enable digital readiness and transformation.

Tags, , , , , , , , ,

Desktop como serviço reduz custos em 50%

A T-Systems Brasil, provedora alemã com amplo portfólio de soluções digitais e serviços de TI, está reforçando sua oferta de DaaS (Desktop as a Service) para o mercado brasileiro. Já disponível no Brasil, o serviço de desktop virtual hospedado em nuvem promete reduções de 40% a 60% em infraestrutura de hardware.

O líder de operações de infraestrutura de TI da T-Systems Brasil, Guilherme Barreiro, explica que o serviço pode ser acessado por meio de computadores, tablets e celulares. “Isso significa que o usuário pode armazenar, transportar e acessar dados corporativos, exatamente como estão em máquina de origem, em qualquer aparelho com acesso à internet”, diz.

Além da facilidade de acesso, um dos maiores benefícios do DaaS é a redução de custos. A única condição para que ele seja utilizado é sua implementação e uma conexão Wi-Fi estável. Isso significa que o acesso pode ser feito por meio de qualquer computador, mesmo os mais antigos, uma vez que o poder computacional é configurado diretamente na nuvem e pode ser ajustado conforma a necessidade do cliente.

“Por exemplo, se um diretor financeiro precisa processar o fechamento contábil uma vez por mês, ele não precisa comprar uma máquina mais potente para isso. Basta pedir que as configurações do DaaS sejam reforçadas neste período, agilizando o processamento das informações”, compara.

Isso reduz a necessidade de investimentos em hardware e, também, os custos de manutenção, uma vez que eventuais problemas no DaaS podem ser solucionados remotamente. “Somente estes fatores representam uma economia que pode chegar a 60% dos valores gastos com hardware e manutenção”, informa Barreiro.

De acordo com o executivo, o serviço é indicado para profissionais em trânsito, ou que executem serviços em campo. “Muitas vezes estes profissionais prestam serviços em empresas que não permitem a entrada de máquinas de terceiros”, afirma, lembrando que o serviço garante mais autonomia a estes profissionais. Todavia, o DaaS permite com que o custos de TI da empresa sejam reduzidos exponencialmente já que o ciclo de vida de notebooks e desktops antigos podem ser expandidos já que toda a carga de poder computacional e disco necessários estarão na nuvem.

Além do desktop remoto, o serviço conta também com processos automáticos para atualização de backup, de dados e segurança, isso por meio de uma rotina com datas e horários previamente agendados. “É uma solução bastante eficaz, pensada para reduzir custos e facilitar a vida dos colaboradores de nossos clientes”, conclui.

Tags, , , , , , , , ,

Stefanini firma parceria com a VANTIQ, startup do Vale do Silício

A Stefanini, uma das mais importantes provedoras globais de soluções de negócios baseadas em tecnologia, se une à VANTIQ, uma startup de tecnologia do Vale do Silício para oferecer a VANTIQ Application Platform. Considerada inovadora pelo mercado, a solução permite desenvolver soluções digitais complexas em questão de dias, o que acelera o processo de implementação de projetos relacionados principalmente à Internet das Coisas (IoT, sigla em inglês), além de outros voltados aos modelos de negócios digitais. De acordo com um estudo da consultoria IDC, somente em 2018 o mercado de IoT deve movimentar US$ 8 bilhões no Brasil.

Segundo Breno Barros, diretor de Inovação & Negócios Digitais da Stefanini, as empresas estão em sinergia, uma vez que buscam contribuir para a transformação digital em seus clientes. “A VANTIQ é uma empresa pioneira do Vale do Silício e encontrou na Stefanini uma grande parceira para alavancar negócios no Brasil. Nossos clientes têm muito a ganhar com essa colaboração, uma vez que ela torna possível o desenvolvimento de soluções inovadoras de forma rápida”, ressalta.

A VANTIQ é uma plataforma de soluções digitais em tempo real as-a-Service (PaaS), que visa a colaboração entre pessoas e máquinas para o desenvolvimento de negócios digitais mais eficientes. Por meio dela, é possível construir a lógica de um software e distribuí-lo em formatos diferentes para vários dispositivos, o que permite aos profissionais focarem em características específicas. No modelo anterior, era necessário desenvolver os códigos, linha a linha, o que demandava de pessoas um longo tempo. A plataforma da VANTIQ torna possível reduzir o desenvolvimento das soluções de meses para dias.

Além disso, a plataforma oferecida pela Stefanini também permite o gerenciamento em tempo real dos aplicativos para compreender os sistemas e agilizar a tomada de decisão. “A Stefanini e a VANTIQ estão alinhadas na importância de colaborar com seus clientes no processo de transformação digital, do ponto de vista tecnológico. Sabemos que o mercado está sob pressão e que as empresas que não participarem dessa transição, de maneira rápida, estarão fora do mercado nos próximos dez anos”, afirma Marty Sprinzen, CEO da VANTIQ, em visita recente ao Brasil.

Para Eduardo Schvinger, Vice-Presidente da VANTIQ na América Latina, há uma retomada de crescimento da economia brasileira, o que representa uma grande oportunidade de negócios em diversos segmentos, como Finanças, Indústria, Saúde, Telecomunicações, Utilities e Varejo.

De acordo com Miguel Nhuch, Chief Business Development Officer da VANTIQ, a plataforma da startup se baseia em cinco pilares: missão crítica (performance, segurança e disponibilidade), cloud on premise, totalmente distribuída, com maior colaboração entre as máquinas e monitoramento em tempo real (Real-Time Events). “Isso significa que podemos monitorar e oferecer inteligência para que as empresas sejam ainda mais produtivas e automatizadas”, diz.

“A parceria permite um grande nível de abstração e escalabilidade – milhões de acesso por segundo. Acreditamos que a solução trará uma contribuição significativa para o nosso portfólio de digital e, principalmente, enormes possibilidades para nossos clientes”, complementa Dulce Marchiori, gerente de produtos, soluções e parcerias da Stefanini.

Tags, , , , , ,

DJI apresenta o drone Mavic Air em São Paulo

A DJI, líder mundial em drones para uso civil e em tecnologia de imagens aéreas, realizou o seu primeiro evento hoje, em São Paulo. A ocasião contou com uma apresentação da empresa e de seu mais novo lançamento, o drone Mavic Air, além de um depoimento do tetracampeão brasileiro de paracanoagem, Fernando Fernandes, que contou toda a sua experiência com a marca e o equipamento. Jornalistas, influenciadores e redes de varejo de todo Brasil estiveram presentes e puderam testar e presenciar pilotos profissionais realizando demonstrações de voo com o lançamento.

“É com grande prazer que apresentamos o Mavic Air ao consumidor brasileiro. Buscamos inovar cada vez mais e este produto é um dos resultados disso. Desenvolvido com foco em viajantes e entusiastas da vida ao ar livre, este novo dispositivo irá mudar a relação entre um drone e o usuário. O Mavic Air herda os melhores recursos da icônica série Mavic da DJI, com uma câmera 4K para obter uma qualidade de imagem superior, novos modos QuickShot e SmartCapture para uma captura mais fácil e mais inteligente de fotos e vídeos e FlightAutonomy 2.0 com sistema de assistência de pilotagem avançada para um voo mais inteligente e seguro. Este é o nosso melhor drone para consumidores até hoje”, diz Cinzia Palumbo, gerente sênior de marca da DJI.

Fernando Fernandes, que utilizou o Mavic Air para registrar imagens na fronteira entre Brasil, Paraguai e Argentina, revela: “O meu contato com a DJI é de longa data. Minha experiência com produção de vídeo sempre contou com drones e outros equipamentos da marca. Tive a oportunidade de usar o Mavic Air na minha recente viagem à Foz do Iguaçu e o resultado foi sem igual. Com a portabilidade do aparelho, pudemos pilotar entre as cataratas e fazer incríveis imagens com estabilização em 4K.”

Como distribuidora oficial da DJI no Brasil, a Golden Distribuidora investiu em uma unidade de negócios exclusiva de atendimento. “Contamos com uma equipe com cinco especialistas focados no portfólio da DJI” declara Davi Saadia, CEO da Golden Distribuidora. Certificação da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), manual em português, plug com selo do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) e assistência técnica autorizada, são os benefícios de comprar as aeronaves não tripuladas com a Golden Distribuidora. Há ainda o hotsite (www.godji.com.br) com todas as informações dos modelos da DJI comercializados no país.

Desenhado para portabilidade e força

Pesando apenas 430 gramas, o Mavic Air é o drone da DJI mais portátil já criado. Os braços e as hélices dobráveis são guardados rente à sua esbelta estrutura aerodinâmica, tornando-o tão compacto que seu tamanho, quando dobrado, é quase o de um smartphone moderno.

Todos os aspectos da câmera do Mavic Air foram desenhados para obter o desempenho máximo. Seu braço servo mecânico de três eixos fica suspenso por amortecedores para reduzir ainda mais a vibração, proporcionando proteção superior e imagens mais estáveis. Uma câmera poderosa que abriga um sensor CMOS de 1/2,3 polegadas e uma lente de abertura f/2.8 com uma distância focal de 24 mm (equivalente a 35 mm) para tirar fotos e vídeos de alta qualidade.

O Mavic Air fotografa imagens nítidas de 12 megapixels utilizando novos algoritmos HDR que preservam mais detalhes com muita e pouca luz em cada foto, o que permite capturar imagens aéreas deslumbrantes do nascer ao pôr do sol. Também filma vídeos em 4K estabilizados e perfeitos a 30 fps, capturando vídeos com qualidade mais alta que qualquer outro drone para consumidores da DJI, com uma taxa máxima de bits de 100 Mbps. Agora é possível preservar a ação em cenas dramáticas e rápidas por meio de sua capacidade de gravar vídeos 1080p em câmara lenta com 120 fps.

Além disso, o Mavic Air é o primeiro drone da DJI com um slot de cartão micro SD adicional com 8 GB de armazenamento integrado, permitindo que usuários salvem fotos e vídeos diretamente no drone em qualquer lugar. A porta USB-C recém-adicionada também torna fácil e rápida a exportação das imagens captadas.

Expanda sua criatividade

O sistema de câmera inteligente do Mavic Air cria novas possibilidades para qualquer pessoa, independentemente de sua experiência em fotografia e pilotagem de drones. Os entusiastas de fotos que desejarem capturar seus arredores com detalhes podem usar o novo recurso Sphere para fotografar e juntar automaticamente 25 fotos, criando uma imagem panorâmica de 32 megapixels dentro de oito segundos. O Mavic Air também oferece suporte a vários modos panorâmicos, criando imagens horizontais, verticais e de 180 graus.

Os modos de vídeo inteligente do QuickShot tornam a criação de vídeos profissionais divertida e fácil, com caminhos de voo predefinidos que mantêm automaticamente o sujeito enquadrado. Use Rocket, Dronie, Circle ou Helix além de dois novos modos, Asteroid e Boomerang, para criar sem esforço vídeos que antes requeriam habilidades de pilotagem e softwares de edição sofisticados.

O modo Asteroid começa com uma imagem esférica que se aproxima quando se aproximada ao objeto no chão.
O modo Boomerang voa em torno do sujeito em um movimento oval inclinado para cima, com o vídeo finalizando no ponto inicial.

O modo de voo inteligente ActiveTrack do Mavic Air foi aprimorado para detectar automaticamente vários sujeitos simultaneamente, seguindo e mantendo os alvos com mais precisão, especialmente durante atividades de alto movimento, como correr e andar de bicicleta.

Equipado com a tecnologia de aprendizagem de máquina, SmartCapture[1] é um modo de controle ultrassensível que torna fácil capturar fotos e vídeos. Com um alcance máximo de até 6 metros, você pode fazer comandos de gesto manual para iniciar, seguir, fotografar, gravar, empurrar, puxar e aterrissar, permitindo que você capture o momento de qualquer ângulo sem a necessidade de um controle remoto.

Voos mais inteligentes e seguros

Capacidades de computação mais potentes e algoritmos otimizados ajudam o Mavic Air a voar de forma mais inteligente e segura através de obstáculos em qualquer terreno. O FlightAutonomy 2.0 processa os dados coletados a partir de sete câmeras de bordo e sensores infravermelhos avançados para construir um mapa 3D de seu ambiente e obter um planejamento mais preciso e um melhor desempenho de voo. Os sistemas de visão frente e verso melhorados com duas câmeras podem detectar obstáculos até 20 metros de distância. Para ajudar a navegar em ambientes externos mais complexos, o Mavic Air possui o APAS (Advanced Pilot Assistant System/Sistema Avançado de Assistência ao Piloto) que ajuda os pilotos a evitar e desviar de obstáculos automaticamente, proporcionando uma camada extra de segurança durante o voo.

O Mavic Air tem um tempo máximo de voo de até 21 minutos. Pode voar com estabilidade em condições de vento por até 22 mph (36 kph) e em altas elevações de até 5,000 m (16,404 ft) acima do nível do mar[2]. Seu controle remoto é o primeiro a apresentar joysticks destacáveis que podem ser armazenados dentro do controle remoto para maior portabilidade. Suas antenas omnidirecionais colocadas no trem de pouso dobrável ajudam a aumentar a cobertura do sinal para fornecer um alcance máximo de até 4 km[3] (2,5 milhas) com transmissão de vídeo em tempo real de 1080p ao voar com o controle remoto. No modo Sport, o Mavic Air voa a velocidades impressionantes de até 68,4 km/h (42 mph) e é compatível com DJI Goggles para uma experiência de voo imersiva em FPV (First Person View).

Preço e disponibilidade

O Mavic Air estará disponível em três cores: Onyx Black (preto ônix), Arctic White (branco ártico) e Flame Red (vermelho flamejante). O drone estará à venda no Brasil neste mês, e pode ser adquirido com bateria, controle remoto, estojo de transporte, dois pares de protetores de hélice e quatro pares de hélices a partir de R$4,199 ou o Mavic Fly More Combo, que inclui o drone, três baterias, um controle remoto, uma bolsa de viagem, dois pares de protetores de hélice, seis pares de hélices e o hub de carga da bateria a partir de R$5,199. Dentre as vantagens de se comprar com um revendedor autorizado, estão: certificação de fábrica da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), manual em português, plug com selo do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), garantia do produto e assistência técnica autorizada. Para obter mais informações sobre todos os novos recursos e possibilidades do Mavic Air, visite www.dji.com/mavic-air.

Tags, , , ,

Google Cloud e Dropbox anunciam parceria para integrar plataformas

Google Cloud e Dropbox anunciaram esta semana uma parceria para entregar uma ferramenta mais unificada aos seus usuários. Trabalhando com o Google Cloud, o Dropbox planeja desenvolver uma série de integrações multiplataforma que conectem ferramentas e conteúdo de produtividade em nuvem do G Suite (Gmail, Documentos, Planilhas, Slides, Hangouts) com sua plataforma de colaboração global. Essas integrações serão acessíveis para todos os usuários do Dropbox.

Com isso:

Os usuários poderão criar, abrir e editar Google Docs, Sheets e Slides que estão armazenados no Dropbox;

Dentro do Dropbox, os usuários terão a opção de abrir e editar arquivos compatíveis diretamente no Google Docs, Sheets e Slides;

Os administradores do Dropbox Business poderão gerenciar o Google Docs, Sheets e Slides como qualquer outro conteúdo que esteja no Dropbox.

“Nosso objetivo é tornar o G Suite acessível, não importando quais ferramentas você utilize para trabalhar”, diz Ritcha Ranjan, diretora de gerenciamento de produto do Google Cloud. “Trabalhar com o Dropbox para fazer nossos apps trabalharem melhor juntos ajuda nossos clientes a direcionarem seu tempo no trabalho que realmente importa”.

Muito além dos Documentos e Arquivos

O Dropbox desenvolverá integrações adicionais com o Gmail e o Hangouts Chat, ajudando as equipes a manterem o conteúdo do projeto conectado às conversas em torno dele:

Novo Dropbox para complementos do Gmail: os usuários poderão selecionar e gerar links de arquivos Dropbox diretamente do Gmail. Além disso, eles podem optar por ver metadados no conteúdo do Dropbox no Gmail, incluindo data de criação, última versão salva e último acesso.

Nova integração do Chat do Dropbox e do Hangouts do Google: a integração permitirá aos usuários pesquisar, compartilhar e visualizar arquivos do Dropbox no Hangouts do Google.

Tags, , , , , , , , ,