Page

Tag tecnologia

Cresce o número de startups com soluções voltadas ao varejo

Um bom ponto comercial na rua ou no shopping, por si só, não é mais garantia de excelente resultado de venda. Além de uma mercadoria de qualidade, colaboradores bem treinados, preços atrativos e facilidades na negociação do pagamento, o consumidor busca algo a mais. É pensando nisso e na possibilidade de oportunizar a compra sem sair de casa, pesquisar fora de horário ou até mesmo adquirir numa determinada loja e retirar o produto noutra que centenas de startups brasileiras tem se dedicado a pensar melhorias tecnológicas para o varejo.

A inovação que antes parecia coisa de ficção científica ganhou a palma da mão. Nos últimos 10 meses, segundo uma pesquisa desenvolvida pelo OasisLab (primeiro centro de inovação especializado em varejo do Brasil), em conjunto com a Startse, maior hub de startups do Brasil, e a Neomode, o número de startups nacionais focadas em tecnologias voltadas para melhorar a forma de relacionamento com o consumidor subiu de 115 para 194. É o que mostra o estudo “Loja 4.0: Panorama das startups brasileiras do varejo – 2ª edição 2018”, recém lançado em São Paulo para mais de 200 empresários e profissionais das áreas de varejo e tecnologia de todo o país.

Segundo a especialista em varejo e responsável pelo laboratório de startups do OasisLab, Fabíola Paes, a integração entre os pontos de venda on-line e off-line possibilita a criação de novos mercados para as empresas e isso significa alternativas extras para quem está interessado em crescer, mesmo em meio à crise.

“A adição de 85 novas startups ao estudo mostra o aumento da tecnologia e novas macrotendências de inovação como logística, sustentabilidade e e-commerce, que traz muitas facilidades para o cliente e o varejista. Mais do que retratar profundas transformações na forma de comercialização de produtos no país, a pesquisa revela que embora a loja física ainda seja referência para o varejo, a cada dia aumenta a necessidade de interação com tecnologias digitais mais acessíveis e amigáveis para o consumidor, tais como smartphones, tablets, relógios conectados e óculos de realidade virtual”, conta a especialista.

Para Cláudia Backes, Gerente de Comunidade da Startse, a busca por um cliente satisfeito tanto com o produto, quanto com a experiência de compra, fez surgir um novo mercado. É aí que entram as startups que aparecem no estudo. “Estudos como este nos mostram que o Brasil tem potencial de se posicionar em um mercado global nesta vertical. Temos muitas startups desenvolvendo negócios inovadores, na maioria resistindo aos primeiros anos de atuação, que representam a maior taxa de mortalidade de startups. É muito bom perceber que o mercado parece estar se dando conta das suas fragilidades e apoiando as startups como parte fundamental da sua transformação para a Nova Economia”, completa.

Soluções e inovações

Para desenvolver o estudo a equipe do OasisLab contou com o banco de dados da Startse, além de acessar os dados da primeira pesquisa feita em 2017, que contava com a base da Associação Brasileira de Startups, o Ranking 100 Open Startup e do Laboratório de Varejo da Universidade Positivo. O objetivo foi apontar as novas empresas de tecnologia brasileiras que tem como força motriz a inovação e como elas estão dispostas a resolver “as dores do lojista”, que englobam todos os detalhes do processo de compra e entrega; situações que vão desde dificuldades de gerenciamento de estoque, atrasos de entrega, questões de relacionamento com o cliente, entre outros.

Assim, as startups foram dispostas num grande círculo que remete à figura de uma mandala, organizada em nove eixos que sintetizam soluções e inovações nas áreas de realidade virtual, inteligência artificial, e-commerce, engajamento do consumidor, internet das coisas, logística, operação, pagamentos e sustentabilidade.

“Reunir os fornecedores de tecnologia de forma tão didática para quem precisa da informação especializada, no caso o varejista, é algo sensacional. Sem falar na riqueza que é ver o Brasil produzindo soluções que também estão sendo colocadas em prática no comércio da Europa e da América do Norte”, explica um dos principais apoiadores do projeto e fundador do OasisLab, Hélio Biagi. Em janeiro, ele esteve na NRF Retail’s Big Show, nos Estados Unidos, e acompanhou o impacto que a tecnologia ofertada pelas startups traz ao comércio do mundo todo. “Temos uma nova realidade de mercado e de varejo e não podemos mais pensar isso tudo sem as startups”, completa.

Para visualizar o quadro com a mandala, seus nove eixos e os desenvolvedores de tecnologia basta acessar o link https://oasislab.com.br/ panorama-das-startups- brasileiras-que-estao- transformando-o-varejo-loja-4- 0-2a-edicao-2018/

Esse desenvolvimento teve o apoio acadêmico do Núcleo de Varejo Retail Lab da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM) e do CEPEV- USP Centro de Pesquisa de Varejo da USP.

Tags, , , , , , , , , , ,

World Economic Forum – O panorama das Startups Latino-Americanos é promissor, dizem os potenciais ‘Unicórnios’

Empreendedores de tecnologia da América Latina estão prevendo um futuro promissor para os “unicórnios”, porque as startups de tecnologia estão ganhando relevância no ecossistema regional. Isso não é uma questão apenas de valor de mercado e de atingir a marca de $ 1 bilhão de dólares, mas também de ajudar a resolver os “problemas significativos da região e criar empregos”, diz Enrique Ortegon, Diretor Operacional da Salesforce.com, dos EUA.

“Ultrapassamos o ponto crucial na América Latina. Vamos ver muitos outros unicórnios. Acredito que isso deve impulsionar o crescimento sustentável ao longo das próximas décadas”, diz Hernan Kazah, Sócio Diretor da Kaszek Ventures, Argentina. “Ainda não temos muitos participantes, mas teremos muito mais comparado com 15 anos atrás. Em 20 anos, teremos muito mais [startups]”.

A experimentação é frequentemente a chave para o sucesso, e as startups devem ter o direito de falhar antes de prosperar. “Ser um unicórnio é ser um símbolo de sucesso, mas queremos ter empresas duradouras e sustentáveis para melhorar a vida das pessoas”, diz Amiram Appelbaum, principal cientista e Presidente da Israel Innovation Authority, Israel. “Queremos resolver os problemas do ser humano. Isso começa como um empreendimento local e somente depois dessa etapa é possível ampliar a experiência e atingir uma escala global.É importante aceitar o fracasso. É uma história de fracassos e conquistas”, diz Appelbaum.

O governo desempenha um papel muito importante, apoiando o meio acadêmico e reduzindo a burocracia, além de injetar capital quando as forças de mercado falham. “O desafio de conectar cientistas e empresários é mais importante que incentivar startups”, diz Andy Freire, legislador, Buenos Aires, Argentina. A Argentina recentemente introduziu legislações para criar incentivos empresariais. “Trabalhamos para melhorar a vida dos empresários. Antigamente, levávamos 100 dias para abrir uma empresa. Hoje, é possível abrir uma empresa em um único dia. Tudo está na nuvem”, diz Freire. “Fornecemos as ferramentas para precisam para serem empreendedores”. Mesmo assim, tem muito mais a fazer. Marco Crespo, Chefe para a América Latina da Gympass, observou que, embora seja fácil fazer negócios na Argentina, ainda existem restrições em termos de mão de obra e para o deslocamento internacional de funcionários.

“Algumas medidas positivas foram implementadas para acelerar o empreendedorismo”, diz Kazah. “O ecossistema está muito mais desenvolvido. Estamos no caminho certo para o desenvolvimento de talentos”. Kazah constatou que, embora a região ainda esteja atrasada em termos de tecnologia, a situação é promissora na região. “Teremos mais unicórnios rompendo barreiras”, concluiu.

O World Economic Forum da América Latina ocorre em São Paulo, entre os dias 13 e 15 de Março. O evento reuniu mais de 750 líderes mundiais e regionais para discutir o mesmo tema, América Latina no Ponto de Inflexão: Criando uma Nova Narrativa.

Tags, , , , , , , , , ,

Evento sobre mercado de trabalho em empresas exponenciais marca lançamento da How em Curitiba

Uma conversa sobre a dinâmica de trabalho em empresas que crescem exponencialmente mostrou que o setor de tecnologia está carente de profissionais que tenham espírito empreendedor e habilidades que vão além do que aprendem nos bancos escolares e de universidades. Em um evento no NEX Coworking, em Curitiba, a How – Skills, not Degrees, hub de inovação em educação, reuniu Vick Figueira, do EBANX, Robson Privado, da MadeiraMadeira e Octavio Dullenkopf Torres, da Contabilizei e o fundador da How, Leandro Henrique Souza, para falar sobre trabalho, cultura, desafios e oportunidades no ecossistema de startups.

[embedyt] http://www.youtube.com/watch?v=9Zry-wBydQM[/embedyt]

Tags, , , , , , , , , , , , , ,

Agibank lança cartão de crédito e débito

O Agibank, banco totalmente digital, anuncia que sua oferta está ainda mais completa com a chegada do cartão múltiplo. A partir deste mês os clientes já podem solicitar, gratuitamente, o cartão de débito e crédito com a bandeira Mastercard e abrangência internacional. A solicitação é feita diretamente pelo app, de forma muito simples e rápida.

Com o propósito de fazer o dia a dia das pessoas melhor, o Agibank prioriza o desenvolvimento de produtos e serviços que gerem extremo valor para os clientes, através de tecnologias disruptivas que tornem a experiência cada vez mais única e personalizada.

O cartão de débito e crédito é totalmente gratuito no primeiro ano e permite compras à vista ou a prazo, dentro e fora do Brasil, além de saques em mais de 20 mil caixas eletrônicos da rede 24Horas. A partir do segundo ano, há condições especiais para que a isenção seja mantida.

“Nossa ambição é que os clientes, pessoa física ou jurídica, se sintam atendidos de forma diferenciada e que encontrem no Agibank uma alternativa segura, moderna e ágil para se relacionarem, receberem seu salário, realizarem todas suas movimentações e seus investimentos”, explica Glauber Correa, CCO, Chief Commercial Officer.

Outra novidade para os correntistas do Agibank é a possibilidade de realizar investimentos em CDB também pelo smartphone. O aporte mínimo requerido é de R$ 1 mil e os clientes podem escolher entre seis planos, com carência entre 1 e 48 meses, com várias opções de investimentos e prazos.

“Agora, nossos clientes podem investir pelo celular de qualquer lugar. Oferecemos investimentos com diversas condições, para que estes se adequem ao perfil/disponibilidade de cada cliente. Aqui, independente do capital disponível, todo mundo pode se tornar um investidor. Todo processo é feito de maneira rápida, segura e sem burocracia”, ressalta Correa.

As condições para solicitação do cartão múltiplo Agibank e as regras para os investimentos estão disponíveis no aplicativo e no site: www.agibank.com.br/.

Tags, , , , , , , ,

Volanty aposta na curadoria para compra e venda de carros

Comprar e vender carros usados sempre foi uma tarefa difícil e a experiência do usuário, na maioria das vezes, não é satisfatória. Com foco nas oportunidades deste segmento, a Volanty chega como um marketplace moderno, que oferece uma maneira inovadora de comprar e vender automóveis. A proposta da empresa é conectar compradores e vendedores e viabilizar negociações seguras, eficientes e que agreguem valor para ambos os lados.

A Volanty resolve tanto o problema do vendedor quanto do comprador na transação de veículos seminovos em seu marketplace. Do lado do vendedor, a plataforma funciona da seguinte forma: o usuário entra no site para cadastrar o veículo e agenda, no dia de sua escolha, a inspeção inicial do carro em algum dos pontos físicos da plataforma (atualmente, há dois pontos localizados nos bairros de Botafogo e Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro). A partir daí, a Volanty disponibiliza toda sua expertise com o mercado automotivo. Em aproximadamente 20 minutos, mecânicos especializados inspecionam o veículo, analisando tanto a parte mecânica quanto a estética. Caso o carro passe na inspeção, a segunda etapa traz uma sessão de fotos, durante a qual profissionais registram imagens de dentro e fora do veículo em um estúdio no mesmo local, com infraestrutura desenvolvida para isso. As duas etapas, juntas, duram cerca de 40 minutos e no mesmo dia o carro é anunciado no site, que distribui o conteúdo para as principais plataformas de classificados do Brasil. O proprietário continua dirigindo o carro enquanto a Volanty cuida de todas as etapas do processo, desde a criação dos anúncios até finalizar a transação.

“Entendemos o processo de compra e venda de seminovos como uma grande oportunidade no mercado brasileiro, por isso apostamos neste segmento. Nosso principal diferencial é o fato de que entregamos segurança e transparência nas negociações, algo infelizmente raro e imprescindível para os envolvidos”, afirma Maurício Feldman, sócio-fundador da Volanty. A monetização da startup baseia-se em comissões por vendas efetuadas, passando longe do que é aplicado atualmente por lojistas e concessionários: “Trabalhamos com a margem de 7%, ante os 25 a 30% cobrados pelo mercado tradicional, e entregamos um serviço completo, de forma que o proprietário não tenha dor de cabeça ou precise direcionar muito esforço à venda do carro”, afirma Feldman.

Do lado do comprador a experiência também é diferenciada. Além de oferecer garantia e opções de financiamento (atualmente são parceiros do Itaú, Bradesco e Santander) a startup trabalha somente com carros pré-selecionados e com procedência certificada, e preza pela transparência total, informando todos os detalhes do veículo antes das visitas. Comprador e vendedor nunca se encontram, e o preço do veículo é definido pela plataforma, garantido assim um valor justo para ambas as partes. “A Volanty é mais eficiente em termos de custos e menos intensiva em capital do que uma concessionária típica, uma vez que opera sem salas de exposição extravagantes e sem custos iniciais para a aquisição de estoques”, conta o executivo.

A ideia de criar a empresa surgiu em 2016, após os sócios Maurício Feldman e Antonio Avellar deixarem seus empregos na Viagogo (maior marketplace de ingressos do mundo) e McKinsey (maior consultoria estratégica do mundo) para apostar no mercado de compra e venda de veículos usados, no qual a tecnologia ainda é pouco aplicada. “Vimos que este mercado tinha dores de verdade a serem sanadas. Além disso, existe um problema muito claro e que atinge todo o público para o qual trabalhamos: ninguém gosta da experiência de comprar e vender carro usado, isso ainda é encarado como um problema a ser resolvido o mais rápido possível e que costuma dar muita dor de cabeça. Pode parecer storytelling, mas a ideia de uma plataforma que atendesse a esta demanda tão específica surgiu porque eu e o Antônio tivemos problemas para vender nossos carros em 2011, pouco antes de embarcarmos para nossos mestrados nos EUA. Por fim, eu acabei vendendo meu veículo por conta própria, ele vendeu direto para uma loja e, nos dois casos, a experiência não foi satisfatória. Eu tive problemas com o comprador e ele perdeu muito dinheiro. A semente foi plantada naquele momento”, explica o sócio-fundador.

Investimentos e mercado

A Canary, capitaneada por empreendedores brasileiros de renome (Peixe Urbano, Printi, M Square) e que conta com investidores como Mike Krieger, cofundador do Instagram, está por trás dos investimentos que possibilitaram o lançamento da Volanty no mercado brasileiro. Posicionando-se como um marketplace de compra e vendas de veículos seminovos, prepara-se para abrir até dez novas “garagens” para transação de veículos até o final de 2018 no Rio de Janeiro e São Paulo. “A visão da Volanty sobre o setor automotivo no Brasil é a melhor possível. Vemos problemas e estamos atuando forte nas oportunidades, com soluções que vêm para mudar tudo o que se entende sobre o processo de compra e venda de seminovos. Atualmente, 10 milhões de carros usados são negociados todos anos no Brasil, a preços médios de R$ 30 a 40 mil. Assim, estamos falando de um segmento com potencial de R$ 400 bilhões de reais por ano, que tende a crescer. Considerando este cenário, o objetivo da Volanty é crescer em uma velocidade altíssima simplesmente ao se apoiar em curadoria e usar tecnologia para trazer eficiência para um setor que não aposta nisso – ou, se aposta, poderia fazer isso melhor -, além de oferecer segurança para um mercado cujas negociações são, em muitos casos, táticas de fraude”, completa Feldman.

Tags, , , , , , , , ,

Pesquisa sobre experiência do cliente mostra que as empresas brasileiras estão deixando de inovar

Ter um produto ou serviço de qualidade não é mais suficiente. Uma experiência ruim de atendimento é o ponto final da relação de 86% dos consumidores com as empresas e um bom atendimento pode se sobrepor ao preço para 56% deles – é o que aponta o Customer Experience Trends, maior estudo sobre a experiência do cliente no Brasil, realizado pela Octadesk, empresa desenvolvedora de soluções para gestão de atendimento e relacionamento com o cliente, com o apoio da Tracksale, empresa especialista em indicadores de performance da experiência do cliente.

O levantamento, que teve a participação de 373 empresas e 500 consumidores brasileiros, apontou que o tempo de espera e despreparo dos atendentes são os fatores que mais incomodam nos atendimentos, ambos apontados por 23% dos entrevistados. Os serviços de telefonia, internet e TV a cabo, foram considerados os piores para 67% dos clientes.

Apesar de ter caído 17% desde 2015, o telefone ainda é o canal de atendimento mais usado por empresas (88%) e clientes (66%), seguido pelo e-mail, WhatsApp e Facebook. Para acompanhar toda a jornada do consumidor, 34% das empresas centralizam todos os canais de atendimento em uma única plataforma e 49% não centralizam, mas pretendem.

Em relação às pessoas envolvidas no atendimento, 84% dos consumidores afirmam que os atendentes são desqualificados e 61% consideram que eles têm pouca autonomia, embora 43% das empresas assegurem investir em qualificação dos funcionários. A principal crítica de quem compra (43%) é que as empresas são inconvenientes e não respeitam a decisão de cancelar um serviço.

“Os canais digitais estão mudando a forma como as empresas interagem com os seus clientes. Nossa pesquisa oferece às empresas um material completo, gerando insights que poderão melhorar a experiência dos seus clientes, apoiando suas estratégias em todas as áreas”, destaca Rodrigo Ricco, fundador e CEO da Octadesk.

“Entender todo o processo de interação que o cliente tem com as organizações é fundamental para proporcionar uma experiência com excelência. Por isso, nossa parceria com a Octadesk no desenvolvimento da pesquisa Customer Experience Trends tem como principal objetivo compreender as dores do consumidor e das empresas e ajudar a solucionar problemas, oferecendo uma alternativa inovadora para o monitoramento e a gestão dessa experiência, que resulte na lealdade de seus consumidores, aumentando também sua rentabilidade por meio dessas estratégias”, explica Tomás Duarte, CEO da Tracksale.

Tendências para 2018

Empresas que investem na experiência digital estão se destacando das empresas tradicionais, entregando uma melhor experiência de compra para o consumidor. Os canais digitais estão transformando a forma como as empresas interagem com os seus clientes. Prova disso são as cinco principais tendências de canais de contato: Virtual assistant (chat bots); Mensagens instantâneas (web chat, WhatsApp e etc.); Redes sociais; Apps Mobile e Autoatendimento.

Entre os investimentos em iniciativas relacionadas à experiência do cliente das empresas entrevistas na pesquisa estão: Site (38%); Qualificação dos profissionais (37%); Atendimento via redes sociais (35%); Personalização do atendimento (34%); Atendimento via whatsapp (32%); Atendimento proativo/Customer Success (31%) e Data analytics/BI ( 18%).

Tags, , , , , , , , ,

O sucesso do seu negócio pode depender da Edge Computing – Por Robert Linsdell

O mundo tecnológico é repleto de buzzwords, tendências e ‘inovações disruptivas’. É tão fácil perder-se em novas terminologias que, às vezes, não tomamos conhecimento ou ignoramos alguma tecnologia que causa um real impacto no mundo.

Eu acredito que edge computing recai nessa categoria. Trata-se de um termo não exatamente novo, mas muitas pessoas da indústria ainda não têm consciência do seu significado e, certamente, da sua importância para os negócios.

Nós realizamos uma pesquisa em nossa base de clientes e parceiros em toda a região Ásia Pacífico e descobrimos que quase um terço dos entrevistados não tinha pleno conhecimento desta tecnologia. Quarenta por cento dos entrevistados têm uma compreensão abrangente da tecnologia, mas somente um terço efetivamente fez mudanças em sua infraestrutura para acomodá-la.

O Gartner também realizou uma pesquisa (Gartner, Hype Cycle for Emerging Technologies, 2017, 21 de julho de 2017, Mike J. Walker) sobre o tema. Segundo esse instituto de pesquisa, “A maior parte da tecnologia para data centers edge está prontamente disponível; ainda assim, a aplicação generalizada da topologia e arquiteturas explícitas de aplicação e rede ainda não são comuns. Segue sendo necessário que as plataformas de gerenciamento de sistemas e rede sejam ampliadas para incluir unidades edge e tecnologias específicas para a função edge, tais como data thinning, compressão e análise de vídeo”.

Neste artigo, analisamos exatamente o que é a periferia da rede e por que é importante que sua empresa tenha a estratégia correta para ela.

Então, de que se trata?

A extremidade (edge) representa pontos de entrada em redes corporativas ou de provedores de serviços. Tradicionalmente, isso incluía roteadores, switches, computadores desktop etc. Nos anos recentes, a periferia se expandiu; isso foi provocado, em parte, pela disseminação de tablets, laptops, smartphones, dispositivos vestíveis e outros.

Essa explosão, um sinal de nossa gradual transição para um futuro baseado em IoT, impulsionou a necessidade de ‘edge computing’, que definimos como o processo de deslocar o poder computacional do data center para as extremidades da rede, perto de onde todos esses dispositivos estão e para os quais a maioria dos dados está, agora, sendo criada.

Considere a maneira pela qual os dados são hoje criados e processados na periferia.

Uma loja de varejo que necessite de processamento de informações de clientes em tempo real; uma agência governamental que precise localizar dados por razões de segurança; sites de mining que necessitam de analytics em tempo real de dados capturados de um drone explorador ou de um dispositivo vestível usado por trabalhadores – particularmente críticos em casos de acidente. O quadro é cristalino: estamos desenvolvendo inovações digitais que são processadas na periferia da rede; portanto, necessitamos de alguma infraestrutura neste local, a periferia, para cuidar disso. Mais do que uma argumentação, trata-se de uma realidade premente. Implementar infraestrutura edge é vital para otimizar a maneira como a sua empresa usa a tecnologia.

Apoiando a maneira como usamos a tecnologia hoje

Agora, pense em como dependemos da tecnologia atualmente – não somente no local de trabalho, mas na vida cotidiana.

Nós usamos aplicativos para chamar um táxi, pedir alimentos, alugar nossas casas, verificar o clima, agendar feriados e quase tudo o mais. Temos pouca paciência quando esses serviços estão indisponíveis.

Essa dependência e a pouca paciência são levadas ao local de trabalho. Os funcionários – e, em particular, os funcionários mais jovens, da geração do milênio – querem uma experiência de usuário totalmente integrada em seu local de trabalho; querem que a tecnologia trabalhe para eles. Falhas, flutuações e latência estão simplesmente fora de questão.

As empresas responderam às novas exigências de um playground digital no local de trabalho por meio da proliferação dos dispositivos periféricos mencionados acima. Infelizmente há uma desconexão entre isso e a implementação da infraestrutura que precisa estar operante para apoiar esse modelo.

Se você implementa infraestrutura de edge, como um data center modular – um sistema limpo, plug-and-play, convergido – até as linhas de frente da sua empresa, as cargas de trabalho são processadas mais rapidamente e com latência mínima.

Isso significa videoconferências com áudio e vídeo sincronizados e uma experiência não arruinada por imagens pixelizadas e má qualidade de som. Isso é feito conectando o tablet ao servidor em milissegundos, não minutos. O resultado é uma melhor experiência geral do usuário (UX).

Ou seja: não faz mais sentido depender do data center, que pode estar a quilômetros de distância ou até ultrapassado, para gerenciar a periferia da rede. Uma abordagem multifacetada é necessária. Acima de tudo, a periferia está se tornando rapidamente a parte mais importante dessa abordagem.

Robert Linsdell lidera a divisão ANZ, da Vertiv.

Tags, , , , , , , , ,

Mastercard anuncia cartão cidadão multifuncional e as tendências em meios de pagamento durante o CMEP 2018

A evolução digital abre enormes oportunidades e desafios para a indústria de meios de pagamento. Neste cenário, a Mastercard, trará para o 12º Congresso de Meios Eletrônicos de Pagamento – CMEP – um dos seus projetos prioritários para 2018: o incentivo ao uso da tecnologia de pagamento sem contato para facilitar o dia-a-dia nas grandes cidades por meio de um cartão cidadão multifuncional.

Segundo Paulo Frossard, Vice-presidente de Market Development da Mastercard para Geosouth, o objetivo é oferecer um único cartão que, além de funcionar como cartão de identificação, possa ser utilizado para receber salário, benefícios governamentais e sirva para pagar despesas, como o transporte público. “Um cartão integrado ao dia-a-dia da cidade promove inclusão financeira e contribui para que cidades sejam mais conectadas, eficientes e inclusivas”, explica o executivo.

Os primeiros exemplos dessa solução já começaram a ser implantados no Brasil, com foco na mobilidade urbana, um dos desafios em grandes cidades do mundo. Atualmente R$15 bilhões dos pagamentos no transporte público no Brasil são realizados por meio do dinheiro em espécie, o que gera custos operacionais e logísticos para o operador, além dos problemas com falta de troco e de segurança.

Para solucionar esses problemas, desde 2016 os trens do Rio de Janeiro são pioneiros no pagamento de transporte público com cartões de crédito, débito, pré-pago e wearable (EMV) Mastercard para pagamento do transporte público, e Jundiaí, em dezembro passado, tornou-se a primeira cidade da América Latina a disponibilizar o sistema em toda a frota (305 ônibus).

Na Colômbia essa eficiência também já está presente, com o exemplo do Governo de Barranquilla que mapeou os processos internos e implementou soluções Mastercard para pagamento de fornecedores e distribuição de benefícios sociais, reduzindo 22% dos seus custos operacionais.

“A Mastercard, por meio de parcerias público privadas, desenvolve projetos que promovem eficiência, transparência e redução de custos para governos, oferece conveniência e satisfação para os usuários e melhora a mobilidade das grandes cidades”, complementa Paulo.

Debates

A Mastercard também estará presente em dois paineis durante o CMEP. O tema segurança digital será apresentado durante a palestra “O poder do Cyber Security no desenvolvimento do mercado de meios de pagamentos”, comandado pela vice-presidente de Security Decisioning and Products da Mastercard, Rebecca Ledingham, no dia 14 de março, às 11h15.

Ainda na quarta-feira, às 14h45, João Pedro Paro Neto, presidente da Mastercard para Brasil e GeoSouth, participará do painel “Regulação: evolução, impactos e desafios futuros”.

Tags, , , , , , , , ,

O que o e-commerce pode esperar do Dia do Consumidor – Por Cesar Zuntini

Se me lembro bem, o Dia do Consumidor, 15 de Março, era uma data que há três anos passava praticamente despercebida pelo calendário do varejo. Mas para a surpresa do mercado, o evento tem crescido e gerado resultados de vendas animadores para o primeiro semestre. Mesmo com a crise econômica do país, em suas últimas edições, a ocasião alcançou um crescimento anual de 15% a 18%, com um faturamento de, aproximadamente, R$ 265 milhões, segundo a estimativa do e-bit. A boa notícia é que, se mantivermos o mesmo ritmo, este ano essas proporções podem ser ainda maiores no comércio eletrônico.

Com a evolução do evento e toda a expectativa do e-commerce em torno da data, é possível considerar que o Dia do Consumidor, a longo prazo, tem potencial para se tornar sim, a “Black Friday” do primeiro semestre. Há uma mobilização mais intensa, tanto da parte dos usuários, que estão pesquisando mais e buscando por ofertas mais atrativas, quanto nos preparativos das lojas online e redes de afiliados.

A partir desta perspectiva, conseguimos destacar aqui algumas das principais tendências que podem se consolidar no Dia do Consumidor deste ano:

Maior oferta de cupons de desconto

No último ano, o número de códigos promocionais oferecidos pelas lojas online, especificamente para o Dia do Consumidor, cresceu 50% em relação a 2016. A estratégia de disponibilizar os códigos promocionais na ocasião já faz parte das ações de marketing de pequenos e grandes varejistas com o objetivo de atrair novos clientes e aumentar a taxa de conversão na loja. No Dia do Consumidor, os cupons costumam gerar até 40% de desconto nos produtos, dependendo da categoria.

Crescimento do Marketplace

Grandes e-commerces como Walmart, Submarino e Casas Bahia têm aberto cada vez mais espaço para as vendas via marketplace, e, há uma grande possibilidade que este impacto seja percebido pelo mercado nas ações deste primeiro semestre. A vantagem para os usuários é poder contar com um amplo sortimento de produtos oferecidos por diversas lojas dentro dessas plataformas. No entanto, a compra de produtos via marketplace requer um pouco mais de pesquisa pois, mesmo que o item esteja “mais barato” em determinada loja, o valor do frete varia de acordo com a localização de cada fornecedor. Por isso, é importante que o consumidor compare o preço final da compra, para se certificar que está fazendo a melhor escolha.

Preços mais competitivos

Com o aumento de participação de pequenos lojistas via marketplace e uma maior atenção do mercado para o Dia do Consumidor, a tendência é que a disputa pelo menor preço no e-commerce fique ainda mais acirrada, a exemplo do que acontece na Black Friday, em novembro. Mas, para que isso aconteça de maneira sustentável para as lojas online é importante que haja um planejamento eficiente para as vendas, incluindo negociação com fornecedores e empresas de logística.

Cesar Zuntini, Head de Conteúdo e Partnership do Cuponomia, plataforma que reúne cupons de desconto dos principais players de comércio eletrônico do país, e que recentemente iniciou operações no México, Chile e Colômbia.

Tags, , , , , , , , ,

GFT apoia fintech conta.MOBI na evolução de sua plataforma de serviços

Com uma meta ambiciosa de chegar a um milhão de clientes até o final de 2018, saindo de uma base atual de 30 mil, a fintech conta.MOBI, provedora do serviço de conta digital de baixo custo voltada a microempreendedores individuais, contratou a GFT, companhia alemã de Tecnologia da Informação especializada em Digital para o setor financeiro, para auxiliá-la nesse desafio.

Com a consultoria, a GFT identificou, em ordem de prioridade, os gargalos relacionados à infraestrutura, ferramentas, automação e processo de desenvolvimento de software. Esse último para elevar o nível de maturidade tanto do lado cultural (Ágil e DevOps) quanto do lado de automação que suporte alta disponibilidade, elevado número de mudanças e, naturalmente, também resguarde possíveis instabilidades ocorridas nos sistemas/integrações de seus fornecedores.

A GFT também orientou a conta.MOBI nos aspectos técnicos da plataforma para a obtenção de melhor experiência visual em termos de User Experience (UX) em seus produtos. “Agora, se o sistema fornecedor apresentar instabilidade, estamos preparados para continuar nosso atendimento, ou seja, o cliente não é penalizado e pode continuar sua movimentação financeira tranquilamente”, explica Ricardo Capucio, CEO da conta.Mobi.

De acordo com Diego Cardoso, arquiteto de software da GFT, a análise de melhorias de produtos e processos desenvolvida buscou oferecer à conta.MOBI os melhores e mais inovadores padrões tecnológicos e de práticas financeiras.

“As principais recomendações foram nos aspectos de arquitetura como, por exemplo, na diminuição do acoplamento de serviços de fornecedores e inclusão de monitoração (logs) mais inteligentes para uma ação ativa diante de possíveis problemas. Como a conta.MOBI já era parceira AWS (Amazon Web Services), montamos um plano combinando contratação de novos serviços da plataforma e melhorias no processo ágil de desenvolvimento e automação, garantindo um ciclo saudável que apoie o crescimento planejado”, comenta.

Tags, , , , , , ,

Fintech de crédito corporativo F(x) recebe novo aporte de capital

Dan Cohen, da F(x)
Foto: Allan Kirsten

A F(x) – leia-se FdeX, fintech que conecta empresas que buscam crédito a fontes de financiamento, concluiu o aporte de capital junto à gestora de Venture Capital da e.BRICKS Ventures. Com os recursos, a fintech espera aumentar o seu portfólio de produtos e multiplicar a base atual de clientes.

“Com esses recursos iremos lançar a plataforma SaaS (Software as a Service), uma poderosa ferramenta que centralizará o relacionamento das empresas com o mercado financeiro, desenvolveremos mais funcionalidades de maneira mais rápida e ampliaremos a área comercial da empresa”, explica Dan Cohen, CEO da F(x).

Criada em 2016, a fintech oferece uma robusta plataforma online que conta com mais de 150 alternativas de financiamento entre bancos médios, fundos de investimento, financeiras, cooperativas de crédito, entre outros. Através de tecnologia de matching e inteligência artificial, os algoritmos da F(x) não somente identificam as melhores combinações entre a necessidades de financiamento das empresas e os financiadores cadastrados, como também fazem sugestões para que as empresas aumentem as suas chances de sucesso em uma captação.

“Estamos muito entusiasmados com a parceria e vamos trabalhar junto com o time da companhia para acelerar o crescimento e para transformar a F(X) em sinônimo de crédito para médias e grandes empresas no Brasil”, diz Pedro Sirotsky, managing director da e.Bricks Ventures.

A gestora de Venture Capital e.Bricks Ventures foi fundada em 2013 pelas famílias Sirotsky e Szajman, empreendedoras brasileiras conhecidas por seus grupos econômicos, Grupo RBS e Grupo VR, respectivamente. Com um posicionamento diferenciado no mercado de Venture Capital brasileiro, a e.Bricks Ventures trabalha junto aos fundadores para agregar muito mais do que apenas capital às empresas investidas. Como parte se sua estratégia, a gestora reuniu entre seus investidores empresários líderes de diferentes indústrias que estão comprometidos em apoiar o empreendedorismo como um meio de impactar a economia e a vida das pessoas. Desde de sua criação, a e.Bricks Ventures já realizou mais de 20 investimentos no Brasil e América Latina, incluindo algumas das startups de maior sucesso no mercado brasileiro, como Guia Bolso, Contabilizei, Infracommerce, Rock Content e AppProva.

Em franco crescimento

O último ano foi de grande crescimento para a F(x), que superou as previsões, alcançando 593 milhões de reais em propostas de financiamento, com 81 novas listagens em sua plataforma e mais de 150 usuários financiadores. A fintech também manteve seus investimentos em tecnologia e atingiu a versão 373 seu algoritmo core com a capacidade de realizar 30 mil matches por segundo com um índice de acerto de 89%.

Tags, , , , , , , , ,

Aplicativo agiliza pedidos na mesa ou para retirada no balcão de bares, restaurantes e filas nas baladas

Um dos principais pilares da Transformação Digital é aprimorar a experiência do consumidor na hora de lidar com empresas e serviços. No segmento de Alimentação, que engloba lanchonetes, restaurantes e bares, os estabelecimentos começam a descobrir o uso da tecnologia para economizar o tempo dos clientes. A prova disso é que a recente implementação de terminais de autoatendimento em lojas das principais redes de fast-food tem proporcionado um aumento de até 20% nas vendas e 6% no tíquete médio.

Com a proposta de inovar no atendimento de pequenos e médios estabelecimentos, a isyBuy chega para melhorar a experiência do consumidor em bares, restaurantes, fastfoods, pubs e baladas, ao disponibilizar o cardápio no aplicativo para o cliente solicitar a comida, bebida, sobremesa ou, até a conta. Além do modelo de autosserviço, o app proporciona também as modalidades de takeout (pede, paga e retira, indicado principalmente para praças de alimentação), delivery com taxa mais econômica e também funciona como comanda na balada permitindo que o cliente realize o pagamento pelo celular e possa ir direto para a saída.

Facilmente adaptável e conectado aos sistemas de gestão dos comércios, o aplicativo é homologado de acordo com a nova regulamentação para pagamentos eletrônicos via Câmara Interbancária de Pagamentos (CIP), que entra em vigência em 2018 e, por esse motivo, é o próprio responsável pelo processamento de todas as transações com segurança.

“Temos sentido uma boa recepção do mercado, que tem percebido a necessidade de aderir ao digital e a proporcionar novas experiências aos seus consumidores, especialmente no segmento de lazer, em que muitas vezes o atendimento pode deixar a desejar”, afirma Gabriel Rizzi, sócio fundador da isyBuy , que está presente em 22 estabelecimentos como TeaHub, Forneria Urbana, Go Fresh e agora começou a entrar no ramo das hamburguerias, o qual tem se mostrado uma grande força para a solução Café Suplicy, todos inicialmente em São Paulo. “Os comércios vêm notando que o cliente tem consumido mais ao consultar todo o cardápio sem pressa. Além disso, podem diminuir custos operacionais e de mão de obra”, aponta o executivo.

Investimentos e expectativas

Concebida em 2015 e desenvolvida desde então, a empresa foi lançada ao mercado após a garantia do funcionamento completo de sua operação, na metade de 2017. No meio deste caminho, recebeu investimentos do Verity Group, consultoria especializada em Transformação Digital, e passou a fazer parte de seu ecossistema, que conta também com as empresas Verity, QA360, especialista em testes de aplicação, e JUST, desenvolvedora de produtos digitais.

Alexandro Barsi, CEO do Verity Group, ressalta que a isyBuy chamou a atenção por oferecer uma plataforma que agiliza atendimento ao usuário final, bem como, pelo potencial em se transformar em uma fintech – empresa de tecnologia que atua na área financeira –, completando o ecossistema do grupo. “O objetivo é oferecermos todas as ferramentas e produtos para o processo da transformação digital, de ponta a ponta, desde a discutir a ideia até a sua execução”, afirma Barsi.

“O apoio da Verity foi fundamental para construirmos a casa, porque nos proporcionou acesso a um grande time de profissionais de arquitetura da informação de primeira linha, garantindo a robustez que nossa plataforma precisava para podermos dialogar com os estabelecimentos”, completa Rizzi.

Disponível para Android e iOS, a expectativa da isyBuy é gerar 20 mil pedidos ao mês para 2 mil estabelecimentos em seu primeiro ano.

Tags, , , , , , ,

Startup implanta compliance em empresas

A corrupção virou pauta dos noticiários no Brasil. A cada semana, novas delações, denúncias e acusações envolvendo empresas e até o governo, recebem destacada cobertura da imprensa.

Para se ter uma ideia, em 2017, o ranking de corrupção da Transparência Internacional, que avalia a percepção da corrupção, teve uma piora significativa. O Brasil está no 96° lugar na lista do ano passado, que examinou a corrupção do setor público em 180 países. Segundo pesquisa da consultoria Deloitte em 2016, 65% das empresas pesquisadas no Brasil afirmaram ter um programa de compliance.

Os dados são bastante agravantes e negativos para o país de um modo geral, gerando desconfiança e instabilidade. No entanto, acendeu um sinal de alerta em empresas de todos os portes. Hoje, pequenas, médias e grandes companhias estão mais preocupadas em evitar que surjam atos de irregularidades e corrupção internos.

Foi pensando nesse cenário que o advogado Fábio Moreno e o engenheiro André Cepukas, desenvolveram o IComply, um aplicativo de fácil uso que auxilia na regularização e controle de forma mais certeira da empresa contra possíveis atos de corrupção.

“O IComply é uma ferramenta de compliance que busca o desenvolvimento moral e ético do funcionário, o que resulta na proteção da empresa e de seus administradores”, afirma Fábio Moreno, CEO da empresa. A ferramenta busca o desenvolvimento e disseminação de uma Cultura de Integridade, que possibilita a implementação eficaz de um Programa de Compliance, protegendo a empresa e os seus administradores.

Conheça as funcionalidades do aplicativo:

Por meio do aplicativo, é possível que qualquer colaborador da empresa ou terceiro, acesse o aplicativo IComply, que veicula documentos e comunicados institucionais, treinamentos e questionários, vídeos e entrevistas sobre compliance. “O app alcança, com extrema agilidade e eficácia todos os colaboradores da empresa, terceiros, fornecedores e demais parceiros negociais. Há também um canal de denúncia anônimo, além de grupos de discussões animados pelos próprios usuários”, explica Fábio.

Outro objetivo do aplicativo é aprimorar e facilitar o acesso ao programa de compliance, produzindo provas positivas para a empresa a partir dos dados de acesso gerados pelo aplicativo, como tempo de uso, participação em treinamentos, respostas aos questionários.

Tags, , , , , , , , ,

Movile investe em processo otimizado para encontrar novos talentos em tecnologia

Para empresas de tecnologia e inovação, encontrar talentos e profissionais capacitados é fundamental para manter o crescimento e expansão acelerados. Foi pensando nisso e nas mais de 300 vagas para as áreas de tecnologia que serão abertas nos próximos dois anos, que a Movile, uma das líderes globais de marketplaces móveis, criou o HighTech, um banco de talentos unificado que busca atrair e recrutar desenvolvedores para todos as empresas do grupo, incluindo PlayKids, iFood e Sympla.

O objetivo principal da iniciativa é otimizar a forma como o talento se candidata, oferecendo também a possibilidade de todas as empresas analisarem o currículo. “A Movile tem o sonho de impactar a vida de 1 bilhão de pessoas e, para isso, busca sempre os melhores profissionais do mercado, já pensando em formar os times de tecnologia empoderados e capacitados a criarem produtos escaláveis, eficientes e em nível global”, explica a Diretora de Gente da Movile, Luciana Carvalho.

Após a inscrição, os candidatos passam por uma qualificação inicial e, sendo aprovado, o currículo fica em destaque frente aos recrutadores das oito empresas do grupo Movile, dentre elas: iFood, Sympla, Rapiddo, PlayKids, MapLink e Wavy. Para se cadastrar, os interessados devem ter, no mínimo, quatro anos de experiência em desenvolvimento Android, iOS, Backend ou Frontend. Para acessar as vagas, basta entrar no link movile.gupy.io.

Tags, , , , , , , ,

Huawei promove Huawei Latin America Innovation Day em São Paulo

Com o tema “Inovar para uma América Latina digital”, a Huawei promove no dia 15 de março o Huawei Latin America Innovation Day, evento que reunirá mais de 100 líderes da indústria, decisores de políticas globais, parceiros, acadêmicos, principais líderes de opinião e analistas que discutirão o futuro da digitalização em toda a América Latina.

A programação incluirá uma série de painéis sobre tecnologias emergentes, como 5G, Internet das Coisas, computação em nuvem e inteligência artificial, que demandarão, em breve, aplicações comerciais em larga escala, em um mundo conectado e inteligente, onde a transformação digital estará presente na vida das pessoas, nos lares e nas organizações.

“O Innovation Day é realizado em diversos países e agora estamos trazendo pela primeira vez o evento para São Paulo. Convidamos o ecossistema a dividir ideias sobre o cultivo de uma economia digital pela região, incluindo a exploração de novas tecnologias e modelos de digitalização para mercados emergentes”, ressalta Daniel Wang, vice-presidente da Huawei América Latina.

A Huawei demonstrará seus investimentos na América Latina e suas diretrizes para o desenvolvimento e capacitação de novos profissionais em TIC, por meio de seu programa Seeds For The Future. Estão confirmadas personalidades como André Borges, Secretário de Telecomunicações do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) e Robert D. Atkinson, presidente da Fundação de Tecnologia da Informação e Inovação (ITIF).

Promovido globalmente todos os anos, desde 2013, o Huawei Innovation Day conectou líderes mundiais em toda a Europa e Ásia-Pacífico através de conferências realizadas em Londres, Estocolmo, Milão, Munique, Paris, Cingapura e Sydney.

Huawei Latin America Innovation Day

15 de março
14h30 – 18h30
Hotel Unique – Av. Brigadeiro Luís Antônio, 4700 – Jardim Paulista, São Paulo

Tags, , , , ,

Ricardo Recchi é o novo country manager da Genexus no Brasil

A Genexus, desenvolvedora global de produtos para software baseados em Inteligência Artificial, anuncia seu novo country manager para a operação no Brasil. Ricardo Recchi, ex-CIO da SONDA, traz para a organização sua experiência de mais de 30 anos no mercado de Tecnologia da Informação.

Como country manager para o Brasil, o executivo terá como missão promover um crescimento exponencial da Genexus no País, suprindo as demandas de Transformação Digital e TI Bimodal por meio de produtos da desenvolvedora que embarcam tecnologias como Inteligência Artificial, Desenvolvimento Acelerado de Aplicações, Web Responsivo, Smart Devices, integração com SAP e IBM Watson, Mercado Livre, IoT, Machine Learning, Big Data, entre outros.

“Com a gradual retomada da economia brasileira, o mercado tende a sentir o efeito da escassez de mão de obra qualificada para o desenvolvimento de aplicações utilizando tecnologias de ponta. A Genexus, em contrapartida, vem preencher esta lacuna, acelerando o processo de desenvolvimento dos clientes frente às novas tecnologias e, consequentemente, minimizando os efeitos da falta de mão de obra qualificada, que será cada vez maior”, comenta Recchi.

Familiarizado com a plataforma da desenvolvedora global, o executivo traz em sua bagagem o desenvolvimento de uma célula especializada em Genexus ao longo de seus 17 anos de atuação na SONDA, que soma às suas habilidades técnica, comercial e de gestão. Em seu histórico, Recchi foi pioneiro no Brasil na adoção de metodologias e certificações internacionais, como ISO 9000, CMM, ISO 20.000 e ISO 27001.

Tags, , , , , , ,

Evento em Salvador apresenta panorama de Cidades inteligentes

De acordo com o Ranking Connected Smart Cities, realizado pela Urban Systems em parceria com a Sator, Salvador está na primeira posição na categoria Urbanismo, segunda colocação entre as cidades do nordeste e terceira em Meio Ambiente e educação na classificação regional.

Assim como Salvador- cidade anfitriã do Encontro Connected Smart Cities Regional Nordeste, outras cidades do estado também serão destaques durante o evento. Realizado pela Sator em parceria com a prefeitura de Salvador, por meio da Secretaria da Cidade Sustentável e Inovação – SECIS, o evento acontece no próximo dia 15 de março de 2018 (quinta-feira), no SENAI CIMATEC, Salvador/BA. O Fórum faz parte do Connected Smart Cities, principal evento do setor no Brasil, que conta com a participação de empresas, entidades e governo, tendo como objetivo encontrar soluções inovadoras com foco em cidades mais inteligentes e conectadas.

Salvador é considerada referência entre as cidades da Região Nordeste, de acordo com Ranking Connected Smart Cities, em função de indicadores atingidos, tais como a marca de sexta colocada em Empreendedorismo e sétima em Mobilidade e Acessibilidade considerando todas as cidades analisadas, entre outros destaques que serão apresentados durante o evento por meio do case Região Nordeste – Salvador. “A beleza de Salvador, naturalmente, já proporciona à cidade um destaque entre os outros municípios do país. Além disso, nos últimos anos, a capital baiana vem conquistando um espaço importante nos cenários nacional e internacional em assuntos que, em um passado recente, seriam impossíveis de imaginar, como empreendedorismo, meio ambiente, urbanismo, saúde, educação e mobilidade. Tudo isso fruto de muito planejamento e de uma relação próspera e transparente entre poder público e sociedade”, destaca ACM Neto, prefeito de Salvador.

O evento também contará com a apresentação dos cases de Fortaleza: 2° lugar em Educação, Empreendedorismo e Tecnologia e Inovação, 3° em Governança e 5° em Economia; Teresina: 4° lugar em Educação e Mobilidade e Acessibilidade e 6° em Saúde; João Pessoa: 1ª colocada em Meio Ambiente e 3ª em Saúde; e Recife: primeiro lugar nos indicadores: Educação e Tecnologia e Inovação e 3ª posição em Empreendedorismo. Todos os indicadores são relacionados ao Ranking Região Nordeste. O fórum contará com representantes das cidades mencionadas e de outras localidades do Nordeste.

Programação

Segundo Paula Faria, diretora executiva da Sator, empresa organizadora do evento, sem dúvida, o encontro é uma oportunidade ímpar para a discussão das melhores práticas sobre cidades inteligentes no Brasil. “O nosso objetivo é que o encontro em Salvador, seguindo o mesmo propósito da edição 2016 realizada em Recife, permita traçar um panorama de cidades inteligentes focado na Região Nordeste. Abordaremos, por exemplo, temas relacionados ao papel da tecnologia da informação, da inovação, das Parcerias Público-Privadas (PPPs) e das organizações de fomento no desenvolvimento de Smart Cities”, acrescenta.

O evento contará, também, com os palestrantes Thomaz Assumpção, Presidente da Urban Systems e Sócio do Connected Smart Cities, Luciana Xavier de Lemos Capanema, do BNDES – Banco Nacional de Desenvolvimento, André Gomyde, Presidente da RBCIH – Rede Brasileira de Cidades Inteligentes e Humanas, Guilherme Naves, da Radar PPP, Américo Tristão Bernardes, Diretor do Departamento de Inclusão Digital da Secretaria de Telecomunicações do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, e Rodolfo Ribeiro, Fundador da Spinafre e parceiro do Connected Smart Cities.

Os Encontros Connected Smart Cities são realizados paralelamente ao evento principal, que este ano acontece nos dias 4 e 5 de setembro, no Centro de Convenções Frei Caneca, em São Paulo/SP. Os eventos regionais buscam debater soluções para o desenvolvimento das cidades com base em informações e necessidades de cada região.

Encontro Connected Smart Cities Regional Nordeste – Salvador/BA
Data: 15 de março de 2018
Horário: das 9h00 às 17h00
Local: SENAI CIMATEC – Av. Orlando Gomes, 1845 – Piatã – Salvador

Tags, , , , , , , , , ,

Capacidades digitais e acesso a financiamento são os principais desafios da Indústria 4.0

A Siemens Financial Services (SFS) divulgou o relatório de uma pesquisa recente, que investiga os principais desafios enfrentados por fabricantes do mundo todo em seus esforços de migração para o modelo da Indústria 4.0. O mundo digitalizado e automatizado da Indústria 4.0 oferece a capacidade de conectar digitalmente pessoas, máquinas e sistemas. Para os fabricantes, isso traz uma série de benefícios, como maior eficiência, manutenção preventiva para melhorar o tempo de produção e uma colaboração mais próxima como resultado dos fluxos de dados digitais.

Contudo, a implementação do modelo da Indústria 4.0 provavelmente será realizada em várias etapas, não como uma mudança súbita e geral. A SFS entrevistou fabricantes e consultores em gerenciamento especializados para entender os obstáculos dessa transição.

Dos seis principais desafios identificados no relatório, os fabricantes classificaram o desenvolvimento de capacidades digitais e o acesso a financiamento para aumentar os investimentos como suas maiores dificuldades. As outras quatro – por ordem de importância – são: criar uma cultura de colaboração, superar preocupações de cibersegurança e segurança de dados; obter amplo acesso a um volume e variedade de comprovações e capacidades especializadas de gerenciamento estratégico para criar um plano claro e por fases de migração para a Indústria 4.0.

O desenvolvimento de um plano prático de transição da Indústria 4.0 não pode ser reduzido a uma fórmula única e simplista; pois as circunstâncias de cada empresa são diferentes. Porém, os entrevistados concordaram que uma metodologia robusta é essencial para construir um plano sustentável de digitalização e automação. A metodologia de consenso resultante deste estudo abrange seis áreas principais inter-relacionadas: avaliação dos obstáculos, avaliação das oportunidades, medição de eficiências, recrutamento e treinamento de talentos, desenvolvimento de gerenciamento digital e integração de financiamento estratégico.

Os entrevistados consideraram o financiamento como um primeiro passo na construção de um plano prático para a Indústria 4.0. Pensar nas possibilidades de financiamento primeiro pode abrir uma série de opções de investimento em tecnologia disponíveis como parte do desenvolvimento estratégico de transição para Indústria 4.0.

Os especialistas em financiamento desenvolveram um conjunto de ferramentas de financiamento chamado “Financiamento 4.0”, que permite a transição para a tecnologia digital da nova geração de forma acessível, sustentável e destinada a aliviar as pressões de fluxo de caixa e capital de giro dos fabricantes. O relatório explora esses métodos de financiamento especializados, incluindo financiamento de tecnologia e equipamentos de pagamento para acesso/uso, atualização e modernização de tecnologia, financiamento de software, pagamento por resultados, financiamento da transição e soluções de capital de giro.

“Considerando as possibilidades de financiamento no início e nas primeiras etapas do desenvolvimento da estratégia e do plano, os fabricantes terão uma variedade maior de opções ao gerenciar a aquisição de tecnologia digital da nova geração”, segundo Kai-Otto Landwehr, Diretor Financeiro Comercial da Siemens Financial Services, na Alemanha. “Mas somente os especialistas financeiros têm o conhecimento da tecnologia da Indústria 4.0, e como ela é implementada, para permitir investimentos e aliviar as pressões de fluxo de caixa e capital de giro dos fabricantes.”

A pesquisa foi realizada como parte da Siemens Finance Week 2018, uma plataforma de discussão que procura mostrar como as soluções de financiamento podem ajudar as empresas a enfrentar desafios atuais e futuros.

Método da pesquisa

Mais de 60 fabricantes e consultores em gerenciamento especializados foram entrevistados por telefone em outubro e novembro de 2017. Eles falaram sobre seus principais desafios (classificados em ordem de importância) na adoção da digitalização e automação e as relações entre esses desafios. Além disso, eles foram questionados sobre como uma estratégia de sucesso deve ser desenvolvida, quais capacidades são necessárias e como elas podem ser financiadas para produzir o melhor retorno sobre investimento. Os entrevistados são dos seguintes países: China, França, Alemanha, Índia, Polônia, Rússia, Espanha, Suécia, Turquia, Reino Unido e Estados Unidos.

A Siemens Finance Week 2018 é uma plataforma de discussão que procura mostrar como as soluções de financiamento podem ajudar as empresas a enfrentar desafios atuais e futuros.

Veja mais detalhes sobre o white paper em: www.siemens.com/global/en/home/products/financing/finance-week/challenges-digital-transformation.html

Tags, , , , , , ,