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Google Cloud OnBoard 2018 vai treinar 10.000 desenvolvedores em seis capitais do Brasil

O Cloud OnBoard, maior programa do Google Cloud para capacitação de desenvolvedores, irá dobrar de tamanho, oferecendo 10.000 vagas em todo o Brasil. Em 2018, seis capitais do Brasil receberão os especialistas do Google para um dia inteiro de treinamentos, todos ministrados em estádios de futebol. As inscrições, que já estão abertas, podem ser feitas no site oficial do evento.

A primeira cidade a sediar o evento é Salvador/BA, no dia 4 de maio. A Arena Fonte Nova vai reservar mil lugares em sua arquibancada para a atividade, que traz conteúdo inédito e exclusivo. Como parte do compromisso do Google com a formação e aperfeiçoamento de desenvolvedores, o objetivo do Cloud OnBoard é elevar o nível de conhecimento dos profissionais nas novas tecnologias de nuvem, contribuindo, assim, para uma maior especialização do mercado de trabalho no Brasil.

Além de contribuir com as apresentações, os profissionais do Google também estarão junto com o público nas arquibancadas para dar suporte a eventuais dúvidas e promover o networking entre os participantes, que também é um dos focos do programa.

“O treinamento oferece conteúdo sobre o que há de mais recente no Google Cloud Platform, desde os conceitos básicos da infraestrutura de nuvem do Google até as tecnologias mais avançadas de Machine Learning, Big Data e Analytics. Além de ser gratuito, o evento oferece excelentes oportunidades de networking, atualização dos conhecimentos e fortalecimento dos laços entre diferentes comunidades de desenvolvedores.”, comenta Helena Kale, responsável pela área de Field Marketing do Google Cloud para América Latina.

Depois da capital baiana, o Cloud OnBoard viaja pelo país, passando por Recife/PE, Belo Horizonte/MG, Rio de Janeiro/RJ, Porto Alegre/RS e São Paulo/SP, cidade que vai contar também com transmissão ao vivo via YouTube. Os estádios abrirão seus portões a partir das 8h e, todos os participantes receberão seus certificados de participação.

A edição do Brasil do Cloud OnBoard, que tem a expectativa de treinar 10 mil desenvolvedores, faz parte da passagem do roadshow global pela América Latina. As capitais da Argentina, Chile e México são os próximos destinos da iniciativa, realizada em mais de 60 cidades ao redor do mundo.

Exec Connect

O Cloud OnBoard 2018 traz ainda o ExecConnect, espaço exclusivo para executivos e tomadores de decisão em tecnologia nas empresas. Ambientada na temática futebolística, a iniciativa oferece uma experiência imersiva, demonstrações das tecnologias de nuvem e conteúdos exclusivos elaborados sob medida para as seis edições do evento.

Agenda

Inscrições gratuitas: goo.gl/jrwkcN

Cloud OnBoard 2018 – Salvador/BA

Data: 4 de maio.

Local: Arena Fonte Nova.

Endereço: Ladeira da Fonte das Pedras, sem número.

Horário: A partir das 8h.

Capacidade: 1.000 pessoas

Cloud OnBoard 2018 – Belo Horizonte/MG

Data: 8 de maio.

Local: Estádio do Mineirão.

Endereço: Avenida Antônio Abrahão Caran, 1.001.

Horário: A partir das 8h.

Capacidade: 1.000 pessoas

Cloud On Board 2018 – Recife/PE

Data: 10 de maio.

Local: Arena Pernambuco.

Endereço: Avenida Deus É Fiel, 1A.

Horário: A partir das 8h.

Capacidade: 1.000 pessoas

Cloud OnBoard 2018 – São Paulo/SP

Data: 18 de maio.

Local: Allianz Parque.

Endereço: Avenida Francisco Matarazzo, 1.705.

Horário: A partir das 8h.

Capacidade: 4.000 pessoas, além de transmissão via streaming para todo o Brasil

Cloud OnBoard 2018 – Rio de Janeiro/RJ

Data: 25 de maio.

Local: Estádio do Maracanã.

Endereço: Avenida Presidente Castelo Branco, portão 3.

Horário: A partir das 8h.

Capacidade: 2.000 pessoas

Cloud OnBoard 2018 – Porto Alegre/RS

Data: 28 de maio.

Local: Arena do Grêmio.

Endereço: Avenida Padre Leopoldo Brentano, 110.

Horário: A partir das 8h.

Capacidade: 1.000 pessoas

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GoPro lança Fusion no Brasil

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A GoPro, Inc. (NASDAQ: GPRO) lança nesta semana a Fusion – sua câmera capaz de produzir conteúdos em 360°. Com capacidade para capturar tudo em vídeos imersivos, permite perspectivas e efeitos visuais únicos, impossíveis de se alcançar com câmeras tradicionais. A estabilização de imagens embarcada no estilo “gimbal” assegura que todas as imagens sejam registradas com suavidade.

A Fusion chega ao mercado nacional por R$ 3.999,00. Ela captura vídeos de 5.2K30 e 3K60, fotos de 18 MP, possui estabilização avançada, captura áudios em 360°, é a prova d’água até 5m e conta com GPS, acelerômetro, giroscópio, bússola, Wi-FI + Bluetooth e controle de voz em 10 idiomas, inclusive português. A câmera também conta com os modos Time Lapse + Foto, Night Lapse e Disparo Contínuo, é compatível com o GoPro App e com a maioria dos mounts GoPro.

Outra experiência única que vem com a câmera é a possibilidade de edição Mobile OverCapture. A funcionalidade permite aos usuários “recapturar” suas gravações 360° várias vezes, em infinitas perspectivas e salvar o melhor momento. Quando pareada com o GoPro App, a Fusion se torna uma solução de ponta a ponta para captura, edição e divulgação do conteúdo de maneira fácil. O GoPro App permite aos usuários controlarem a câmera, usar preview, costurar, recortar e compartilhar conteúdos direto de aparelhos iOS. Alguns aparelhos Android já contam com suporte em alguma regiões específicas. Novas atualizações do app estarão disponíveis em breve.

Faça o download do GoPro App e o Fusion Studio App no site GoPro.com

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Como o Banco Central Regulamentou o Open Banking em 2006 – Ainda que parcialmente

Por João Nascimento, sócio do escritório de advocacia SV LAW

Em setembro do ano passado, publicamos um artigo chamando a atenção para os possíveis impactos que uma eventual adoção, pelo Banco Central, do modelo de Open Banking europeu, teria na indústria brasileira de serviços financeiros.

De lá pra cá, pudemos observar um crescente interesse dos players do setor em entender e se preparar para esse eventual cenário, onde a forma como se dá o relacionamento dos clientes com os seus bancos muda radicalmente.

É claro que o Banco Central não só monitora como o Open Banking está sendo implementado na Europa, como também tem sido instado a se manifestar (ainda que em foros mais reduzidos) sobre um possível marco regulatório sobre o tema, que certamente terá um impacto profundo na dinâmica de diversos mercados, em especial, nos de crédito e pagamentos.

Mas o curioso é que, de uma certa forma, um dos pilares do Open Banking, tal qual implementado na Europa, já se encontra regulamentado no Brasil há algum tempo, por meio da Resolução do Conselho Monetário Nacional (“CMN”) nº. 3.401, de 6 de setembro de 2006 (“Res. 3401/06”), que alterou a Resolução do CMN nº 2.835, de 30 de maio de 2001 (“Res. 2835/01”).

Essa norma, que se encaixa no contexto geral da agenda do Banco Central de “empoderar” os cidadãos, facilitando a portabilidade de serviços financeiros e estimulando a competição no setor, conferiu aos clientes bancários a prerrogativa de obter, diretamente de seu banco de relacionamento, informações extremamente relevantes, tais como:

· dados cadastrais mantidos em razão da abertura de conta-corrente;

· histórico detalhado de operações de crédito contratadas;

· saldo médio mensal de conta-corrente; e

· saldo médio mensal de aplicações financeiras e demais investimentos.

Mas a Res. 3401/06 ainda foi além, ao permitir expressamente que o cliente possa disponibilizar tais informações a terceiros (instituições financeiras ou não), desde que por ele devidamente autorizado (o que é respaldado pela Lei de Sigilo Bancário).

A regra estabelece que as instituições detentoras das informações devem disponibilizá-las ao cliente, ou a quem este autorizar, em até 15 dias contados da solicitação, com base em dados relativos, no mínimo, aos 12 meses imediatamente anteriores àquela data.

É claro que o nível de detalhamento e agilidade no acesso às informações permitido pela sistemática prevista na Res. 3401/06 deixa muito a desejar, se comparada com a realidade de acesso via APIs preconizada pelo marco regulatório Europeu. Mas a regra, tal qual se encontra em vigor hoje, já permite um acesso interessante a informações bastante ricas, especialmente para fins de análise de crédito e de investimentos.

Guardadas as devidas proporções, é como já existisse hoje um “Open Banking Analógico”, meio truncado e incompleto, mas que serve para mostrar, principalmente, que o conceito já está presente na regulamentação, e que é só uma questão de tempo para que se torne realidade.

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Open banking: tecnologia a serviço do consumidor e a revolução das soluções financeiras

Por Thiago Arnese

O conceito de open banking pode soar como novidade para a maioria das pessoas. Porém, esse é um assunto que se faz cada vez mais presente na economia mundial, uma ideia que vem modificando a experiência dos usuários ao criar todo um novo universo de oportunidades.

Ele consiste na utilização de APIs abertas de um ou mais bancos para criar produtos e soluções sobre aquela tecnologia, aumentando o alcance, a diversidade e as possibilidades do seu uso. Dentre as possibilidades dessa inovação, está a de plugar diversas APIs em uma única solução de pagamentos. Assim, com um ponto de interação unificado, é possível, além do acesso ao ecossistema de pagametnos, acessar o ecossistema bancário.

O open banking possui, atualmente, importância vital para a cadeia de pagamentos. Isso por causa de seu potencial de levar aos clientes uma solução mais completa e unificada, possibilitando que, por meio da completude da ferramenta, ela seja o próprio banco dos clientes ou redes de estabelecimentos.

O boom das fintechs nos últimos anos pode estar ligado ao fato de a tecnologia ou a experiência do usuário (UX) dessas companhias serem melhores do que presentes no atual modelo bancário – ou pelo fato de elas não possuírem o mesmo fardo regulatório dos players tradicionais. Seja qual for a causa, o open banking vem para fortalecer essa tendência.

Com o aumento na quantia de soluções oferecidas, é normal que haja, também, um crescimento por parte da adesão de clientes ao open banking. Isso reflete em um aumento de concorrência, o que é muito bem visto no mercado, pos assim, a tecnologia avança de maneira ainda mais rápida, assertiva e inovadora.

Nesse cenário, o papel de instituições como o Banco Central do Brasil (BACEN) é primordial para fomentar e capilarizar conceitos como o open banking. Cada vez mais empresas que estão inseridas em algum nicho, como a venda direta, franquia, sistema de salões de beleza, distribuidores ou atacados, estão trazendo serviços financeiros para a rede de clientes. Nesse contexto, o open banking é um enorme viabilizador de novos negócios e criação de uma nova linha de receita que não era possível antes.

Thiago Arnese é fundador da Hash lab, empresa de tecnologia para o ecossistema de meios de pagamentos.

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TecBan abre inscrições para Programa de Estágio 2018

A TecBan (Tecnologia Bancária S.A), empresa especializada na gestão de redes de autoatendimento bancário, abre inscrições em vagas de estágio para estudantes de nível superior de diversas áreas, com graduação prevista entre julho de 2020 e julho de 2022.

Os interessados devem ter bons conhecimentos no pacote Office, disponibilidade para estagiar seis horas por dia (de segunda a sexta-feira, entre 8h e 18h) e estar cursando Administração de Empresas, Economia, Engenharia de Produção ou cursos da área de TI.

A empresa oferece bolsa auxílio e pacote de benefícios compatíveis com o mercado. Os aprovados no processo seletivo começam o programa em julho de 2018. As vagas serão distribuídas pelos escritórios da empresa em São Paulo/SP e Barueri/SP.

As inscrições podem ser feitas até o dia 18 de maio pelo site www.vagas.com.br/tecban.

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Algar Tech inicia sua atuação no inovaBra habitat

A Algar Tech, multinacional brasileira que oferece soluções de Gestão de Relacionamento com Clientes, de Ambiente de Tecnologia e de Serviços de Telecom, inaugurou ontem (12) seu “Innovation Lab” em São Paulo, localizado no inovaBra habitat, do Bradesco.

A ideia é que o ambiente seja usado para estreitar o relacionamento com o ecossistema de inovação, encontros com clientes, prospects e outros parceiros para desenvolvimento de projetos relacionados ao aprimoramento da experiência dos clientes e usuários finais.

Inteligência Artificial, Design de Serviço, Advanced Analytics, IoT e Plataformas Digitais são algumas das frentes escolhidas pela Algar Tech para auxiliar na construção das melhores jornadas dos seus clientes. Além disso, a companhia participará da seleção de startups que compartilharão esse espaço de inovação, bem como fará parte do Conselho do inovaBra habitat.

Mais que um espaço físico, a presença da companhia em um ambiente que estimula a geração de novas ideias em conjunto e onde os projetos serão desenvolvidos por meio de parcerias e utilização de metodologias ágeis, reforça o seu compromisso com o desenvolvimento dos mercados de gestão de relacionamento com clientes e ambiente de tecnologia e a imersão na transformação digital dos seus clientes.

“Estamos muito otimistas com essa novidade”, afirma Marco Aurélio Matos, CDO da Algar Tech. “É uma grande oportunidade de ampliarmos nosso ecossistema de inovação com criação de soluções disruptivas que vão aprimorar e até mesmo transformar nosso portfólio de ofertas, para atender nossos clientes nesta jornada de transformação digital”, acrescenta o executivo.

Recentemente, a Algar Tech lançou metodologias ágeis e próprias de inovação e transformação digital, que facilitam o entendimento do negócio dos clientes e a aplicação de modelos de negócio sob medida, com foco em resultados. “Somos percursores em transformação digital nas soluções de atendimento com foco em eficiência e na melhor experiência do consumidor e usuários de tecnologia. Iniciativas desenvolvidas a partir da nossa atuação com os habitantes do inovaBra nos ajudarão a manter esse protagonismo”, enfatiza Matos.

A Algar Tech investe em inovação incremental, colaborativa e disruptiva para fortalecer a jornada de transformação digital dos negócios. Em seu Innovation Lab em Uberlândia (MG) são realizadas várias atividades como palestras, workshops, apresentações de cases, oficinas de metodologias ágeis, maratona de programação (hackathon), projetos de cocriação, práticas de mercado e soluções/tendências em tecnologia, engajando associados (como são tratados seus funcionários), clientes e parceiros.

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Siemens apresenta oferta de simulação para acelerar chegada de carros autônomos ao mercado

A Siemens está lançando hoje o sensor virtual PreScan da TASS com a plataforma Mentor DRS360, uma solução inovadora para o desenvolvimento de sistemas de condução autônomos. O lançamento integra tecnologias de condução autônomas Mentor Graphics e TASS International, duas das recentes aquisições da Siemens parte do portfólio Simcenter™, que minimiza drasticamente a necessidade de prototipação física, reduzindo o número de testes e de protótipos para validar a segurança dos veículos autônomos.

De acordo com as conclusões do relatório emitido pela Rand Corporation, os protótipos de veículos autônomos teriam que ser dirigidos centenas de milhões de quilômetros e, em alguns casos, centenas de bilhões de milhas ao longo de várias décadas para demonstrar sua confiabilidade em termos de fatalidades e de possíveis lesões – um resultado que os autores consideraram inconsistente com a viabilidade comercial a curto prazo de carros autônomos.

Aproveitando a avançada simulação em termos de física e de tecnologias inovadoras de processamento de dados e sensores, a nova solução da Siemens foi projetada para ajudar os fabricantes a enfrentar o desafio de reduzir anos de desenvolvimento, verificação e validação de carros autônomos.

O ambiente de simulação PreScan™ da TASS produz dados brutos de sensor simulados altamente realistas baseados em física para um número ilimitado de possíveis cenários de direção, situações de tráfego e outros parâmetros. Os dados dos sensores LiDAR, (da sigla inglesa Light Detection And Ranging – tecnologia ótica que mede a distância e/ou outra informação a respeito um determinado objeto), de radar e de câmera simulados da PreScan são então inseridos na plataforma DRS360™ da Mentor, onde são fundidos em tempo real para criar um modelo de alta resolução do ambiente e das condições de direção do veículo.

Os clientes podem, então, aproveitar a resolução de percepção e o processamento de alto desempenho da plataforma DRS360 para testar e refinar algoritmos proprietários para tarefas críticas, como reconhecimento de objetos, políticas de direção e muito mais.

“Os fabricantes de automóveis estão percebendo rapidamente que os protótipos físicos e os testes de estrada, por si só, não podem reproduzir a infinidade de complexos cenários de direção que os carros autônomos encontrarão. De fato, muitos dos cenários são impossíveis de reproduzir, enquanto outros são tão perigosos para reproduzir que a ética impede o pré-teste”, disse o Dr. Jan Leuridan, vice-presidente sênior de soluções de simulação e teste da Siemens PLM Software. “Está claro que a disponibilidade comercial de veículos totalmente autônomos no curto prazo é altamente dependente de tecnologias avançadas de simulação baseadas na física, onde a Siemens está estabelecendo o ritmo para a maior indústria automotiva mundial.”

Para fornecer a solução mais abrangente e precisa possível, a Siemens PLM Software está trabalhando com muitos dos principais fabricantes mundiais de LiDAR, radar e produtos de sensor de visão para desenvolver versões simuladas em 3D de módulos de sensores específicos com base em física. Compatíveis com o novo conjunto de ferramentas da Siemens, os sensores simulados são sintonizados usando informações de projeto detalhadas de fornecedores de sensores e validados usando dados de medição do mundo real para uma precisão ideal. Um dos mais importantes parceiros de sensores é a Cepton Technologies, uma empresa inovadora baseada no Vale do Silício, notável por seus sensores LiDAR de longo alcance e pequena dimensão. Outros parceiros de sensores serão anunciados ainda este ano.

“A tecnologia de simulação é cada vez mais valiosa para desenvolvedores de veículos automatizados, pois enfrentam pressões de montagem para acelerar o desenvolvimento, a validação e o desempenho de suas soluções de antivírus”, disse Phil Magney, fundador e diretor da VSI Labs. “A Siemens agora oferece soluções de simulação para cada estágio do processo de desenvolvimento, desde sensores até processadores, subsistemas e todo o veículo. Ter um escopo maior em soluções de simulação oferece à Siemens a capacidade de desempenhar um papel de liderança na validação e na verificação de soluções automatizadas para veículos”.

“Com o PreScan™ da TASS, podemos ajudar o setor automotivo a reduzir custos, tempo de mercado, problemas no futuro e a necessidade de um protótipo real para simular todos os possíveis cenários” diz Allyson Chiarini de Faria, diretor de marketing para América Latina. “Nosso foco é acelerar a entrega de veículos autônomos que, segundo o Gartner, representarão cerca de 25% dos veículos de passageiros em uso nos mercados desenvolvidos em 2030. Teremos que lidar com infinidades de circunstâncias complexas que só poderão ser validadas por meio da simulação”, esclarece.

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ABFintechs e Insper firmam parceria para atrair talentos para o mercado empreendedor

A Associação Brasileira de Fintechs e o Insper, instituição sem fins lucrativos de ensino superior e pesquisa, anunciam um acordo que tem por objetivo central aproximar talentos ao mercado empreendedor, principalmente das fintechs. A parceria, iniciada em março deste ano, contempla dois eventos e, ainda, abre espaço para que as fintechs possam cadastrar suas vagas de trabalho no banco de oportunidades da universidade.

“O Insper é um núcleo empreendedor, pois prepara seu aluno para o mercado de hoje. Essa parceria é extremamente valiosa às fintechs, já que teremos acesso a talentos que têm os valores empreendedores que o Insper incentiva e que são muito importantes para nós” pontua Rodrigo Soeiro, diretor-presidente da ABFintechs.

Entre os eventos acordados, o primeiro deles é o Fintech Day, que acontece no dia 18 de abril, em que a ABFintechs levará cerca de 20 fintechs associadas para divulgarem seus negócios no campus do Insper. O segundo evento, que acontece no segundo semestre deste ano, ainda está em desenvolvimento.

Sobre o Fintech Day

O evento irá debater e fomentar temas relacionados ao ecossistema das fintechs, gerando compreensão sobre as mudanças de mercado, tendências e stakeholders importantes. Na ocasião, haverá quatro painéis de debates: regulamentação, criptomoedas, investimento e crédito.

Estarão presentes as fintechs: Acesso, App RF, Atlas Project, Banco de Formaturas, Bancoin, Bene, Biva, DinDin, Exchange Câmbio e Comex, F(x), Foxbit, ISF, Juntos, Kavod Lending, Nexoos, SmartMEI, Urbe.me e Yubb.

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Brasil tem mais de 120 startups com soluções para área de RH, revela estudo Liga Insights HR Techs

No Brasil, existem atualmente 122 startups com soluções tecnológicas para o segmento de Recursos Humanos, sendo que 17% delas trazem soluções para a área de Recrutamento e Seleção, outros 17% em Cursos, Treinamentos e Learning, seguido pelas startups com soluções para Pontos, Operações e Folhas de Pagamento com 12%. Outras 10% oferecem tecnologias para a Saúde Ocupacional e 9% para Avaliação de Performance; Plataforma de Vagas e Engajamento de Funcionários ficam com 7% cada; no final da lista temos Análise de Pessoas e Perfis (People Analytics) com 5%, mesma porcentagem da área de Gestão de Benefícios e portais de Temporários / Freelancers.

Os dados são do Liga Insights HR Techs – insights.liga.ventures/hrtechs -, maior estudo já feito no Brasil sobre startups do setor, realizado pela Liga Ventures – aceleradora e0specializada em gerar negócios entre startups e grandes empresas – que analisou um banco de dados com mais de 8 mil startups em todo país e destacou as que atendem o setor de RH.

O levantamento apresenta o crescimento no número de HR Techs nos últimos anos no Brasil e revela uma tendência para os próximos anos: incluir cada vez mais soluções tecnológicas para melhoria de áreas como Aquisição de Talentos, Operações, Desenvolvimento Organizacional, Performance e Monitoramento. “As tecnologias para o setor de RH têm o propósito não só de solucionar problemas estruturais e operacionais, mas também de serem ferramentas para reinventar processos do segmento e dar espaço para o RH ser ainda mais ativo na estratégia das organizações”, explica Rogério Tamassia, cofundador da Liga Ventures.

Tecnologia ajuda na análise de comportamento, acompanhamento do bem-estar e engajamento dos colaboradores

As startups oferecem soluções para análise de dados e acompanhamento do comportamento dos colaboradores por meio de analytics e inteligência artificial. “Equipes de RH de grandes corporações já estão aplicando essas novas tecnologias para entender e analisar processos e pessoas, e essas novidades já mostram resultados bastante positivos, como redução de custos e do tempo gasto com atividades repetitivas, além de melhoria de performance e aumento do engajamento dos colaboradores”, analisa Raphael Augusto, startup hunter da Liga Ventures e responsável pelo estudo.

Maioria das startups são de São Paulo

Os estados de São Paulo, Minas Gerais, Santa Catarina e Rio de Janeiro concentram o maior número das startups do segmento. O estudo mostra, no entanto, que a grande maioria das startups estão localizadas em SP (66%), seguido de MG com 8%, SC e RJ ficam com 7%.

Liga Insights HR Techs

Veja o levantamento completo aqui:

insights.liga.ventures/hrtechs

Fonte:

Banco de dados com 8.434 mil startups brasileiras, que incluem inscrições para os programas de aceleração e eventos da Liga Ventures, recomendações, notícias em portais de negócios e busca ativa de startups.

O estudo contou com o apoio de conteúdo do Ibmec-SP e Astella Investimentos.

Número de startups no segmento: 122.

Entrevistados no estudo: mais de 20 pessoas – entre empreendedores e líderes de RH de grandes empresas.

Áreas das startups mapeadas:

– Plataforma para Entrevistas
– Gestão de Benefícios
– Temporários / Freelancers
– People Analytics (Análise de pessoas e perfis)
– Engajamento de Funcionários
– Plataforma de vagas
– Avaliação de Performance
– Saúde Ocupacional
– Controle de Ponto, Operações, Folha e GED
– LMS, Cursos, Treinamentos e Learning
– Recrutamento e Seleção

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Para superar escassez de talentos, empresas brasileiras visam melhor experiência no local de trabalho

Com objetivo de aumentar os esforços para melhorar a experiência no local de trabalho, 94% dos empregadores brasileiros acreditam que uma experiência positiva é fundamental para atrair e engajar talentos. De acordo com o relatório anual Talent Trends, da Randstad Sourceright, realizado com mais de 800 executivos sêniores e líderes de recursos humanos no mundo, 51% dos líderes de talentos do Brasil planejam aumentar a verba destinada à melhoria da experiência do local de trabalho. Além disso, 62% aumentarão o orçamento destinado à melhoria da experiência do candidato.

Para 86% dos líderes do país, o objetivo da estratégia de talento é ter impacto mensurável e, para 78%, a estratégia de aquisição de talento está mais relacionada à criação de valor total para a companhia do que à economia de custos. “As empresas brasileiras perceberam que o candidato qualificado não avalia mais uma proposta somente pelo cargo ou salário. O talento atual, que é disputado pelas empresas, quer se identificar com a cultura de empresa que trabalha, ter equilíbrio entre trabalho e vida pessoal e quer um ambiente que o desafie”, explica Pavel Kerkis, diretor da Randstad Sourceright.

Novas demandas exigem novas abordagens. Por isso, para encontrar o melhor candidato para cada vaga, as empresas têm adotado ferramentas tecnológicas para a realização do processo de recrutamento. Para 94% dos líderes de RH brasileiros, a tecnologia aumenta a atração, o engajamento e a retenção de talentos – e 78% também percebe que a tecnologia tornou o recrutamento mais simples e eficiente. Em relação ao uso na tomada de decisões mais inteligentes, 90% afirma que a tecnologia ajuda e que os dados preditivos são os que mais recebem investimentos.

Para Pavel, a lógica é simples. “As empresas querem escolher o melhor talento para compor seu time. Isso inclui ser alguém, não só com as capacitações necessárias, mas alinhado à cultura e estratégia de negócio da empresa. Nesse sentido, a inteligência artificial permite coleta de novas informações que afinam a busca pela pessoa certa”, explica. Porém, o benefício não é só da empresa. “Os profissionais que estão passando pelo processo seletivo também ganham, já que para a empresa encontrar o candidato ideal, ela precisa transmitir o máximo de seus valores. Esse é o momento que o candidato pode colher informações e avaliar se ele combina com aquele empregador”, orienta.

Para enfrentar um mercado de trabalho acirrado, as empresas precisarão seguir uma estratégia diversificada de contratação, que incentive os funcionários com melhor desempenho, enquanto atrai os talentos difíceis de serem encontrados de forma eficiente.

Principais Resultados do 2018 Talent Trends Report – Recorte Brasil

Tecnologia de RH:

• 94% dos líderes de RH brasileiros acredita que a tecnologia aumenta a atração, o engajamento e a retenção de talentos
• 78% percebe que a tecnologia tornou o recrutamento mais simples e eficiente.
• 90% afirma que a tecnologia ajuda em tomadas de decisões mais inteligentes
• 90% afirma que os dados preditivos são os que mais recebem investimentos

Experiência do candidato:

• 94% dos empregadores brasileiros acredita que uma experiência positiva é fundamental para atrair e engajar talentos
• 51% dos líderes de talentos do Brasil planeja aumentar a verba destinada à melhoria da experiência do local de trabalho
• 62% aumentarão o orçamento destinado à melhoria da experiência do candidato.
• 10% planejam fornecer treinamento ou requalificação para funcionários nos próximos doze meses

Negócios:

• 86% dos líderes do país dizem que o objetivo da estratégia de talento é ter impacto mensurável no negócio
• 78% acredita que a estratégia de aquisição de talento está mais relacionada à criação de valor total para a companhia do que à economia de custos

Adoção da automação:

• 11% das empresas planejam ampliar a automação e a robótica nos próximos 12 meses

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Indústria chega à era da customização de produtos em série – Por César Gaitan

Depois de alguns anos amargando negativos resultados, a economia brasileira começou a reagir. Os números recentes do PIB e o aumento do consumo interno por parte das famílias são sinais de retomada do crescimento. A contar pelas análises dos especialistas econômicos, é provável que esse cenário se sustente ao longo do ano.

No entanto, mesmo com resultados positivos no presente, o cenário futuro poderia ser mais promissor. Segundo um estudo da Confederação Nacional da Indústria (CNI), chamado de “Oportunidades para Indústria 4.0: aspectos da demanda e oferta no Brasil”, 24 setores da indústria brasileira pelo menos 14 precisam adotar estratégias de digitalização de processos para conseguirem se manter no mercado.

O documento da CNI ainda expõe um raio-x sobre o cenário das nossas indústrias e faz o cruzamento de dados como produtividade, exportações e taxa de inovação em um comparativo com os resultados das 30 maiores economias do mundo. A análise constatou o que há muito tempo já se sabe: o Brasil vem perdendo, ano a ano, sua competitividade na indústria.

De acordo com o estudo, entre os setores mais afetados pela falta de inovação, estão farmoquímicos e farmacêuticos; químicos; minerais não-metálicos; calçados; máquinas e equipamentos, entre outros.

A digitalização das indústrias é um caminho para que o Brasil volte a ter um grau de competitividade frente a outras nações. Porém, no que se refere à inovação, sabemos que essa mudança de cenário requer planejamento e, sobretudo, investimentos em um processo que não pode ser feito do dia para a noite. Mesmo que ainda não represente a maioria das indústrias, é sabido que algumas companhias brasileiras já estão se movimentando para entrar na 4º Revolução Industrial.

A partir do uso de tecnologias habilitadoras como, IIoT (Internet industrial das coisas), Cloud Computing, Big Data, Realidade Aumentada, Inteligência Artificial, entre outros, algumas empresas já têm disponíveis os recursos necessários para alcançar um patamar de produção customizada em série.

Na era da customização da indústria, os mais recentes avanços tecnológicos e industriais começaram a abrir espaço para permitir que o cliente seja inserido na cadeia de produção de qualquer item que se deseje personalizar seja um tênis, um computador ou até mesmo um veículo. Com essa possibilidade, um novo perfil de consumidor e forma de consumo irá se consolidar e as indústrias que estiverem preparadas para essa nova abordagem irá se manter no cenário competitivo.

Todas as empresas e máquinas envolvidas na fabricação do produto passam a se ‘conversar’ o tempo todo, desde a realização do pedido, passando por sua customização até chegar na finalização do item. Trata-se de uma mudança de paradigmas que traz um aumento da competitividade e, por outro lado, o significado do conceito de experiência do usuário em relação a um bem adquirido. A indústria deverá ser flexível para atender demandas diferentes e, ao mesmo tempo, ser eficiente operacionalmente para manter sua produtividade.

O tema tem tanta importância para o futuro do país que, inclusive, foi destaque nas últimas semanas do Fórum Econômico Mundial, realizado em São Paulo. No evento, o Governo Federal anunciou um pacote de incentivo à modernização do parque fabril brasileiro, estimulando a Indústria 4.0. Esse programa destinará cerca de R$ 8,6 bi a empresas, por linhas de crédito.

É uma ótima notícia, já que o cenário mostra-se bastante desafiador. A Indústria 4.0 já é uma realidade e o Brasil não pode ficar de fora dela.

César Gaitan é diretor geral do Cluster América do Sul da Festo.

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Confira 40 vagas de emprego em startups de tecnologia

É claro que em um cenário de recuperação econômica como este que vivemos, boas vagas de emprego são sempre bem-vindas. Selecionamos 40 vagas bem interessantes para diferentes perfis de profissionais. Todas elas são para o quadro de colaboradores da Arquivei, de gestão de documentos e notas fiscais, da Gupy, que digitaliza o processo de recrutamento e seleção, Nama, pioneira em Inteligência Artificial no Brasil, e IDwall, regtech especializada em identificação e checagem de dados.

Arquivei

Para a área Comercial, a Arquivei está com duas vagas abertas para Gestor de Desenvolvimento Comercial e duas outras para o time de Field Sales Enterprise, ambas em São Paulo.

Para a vaga de Gestão de Desenvolvimento Comercial, o candidato deve possuir habilidades técnica e comercial com ênfase em sistemas de mercado. As funções do cargo incluem desde intermediar demandas comerciais com área de produtos até acompanhar os projetos em andamento, validando status e fazendo a gestão dos parceiros envolvidos.

Já para a vaga no time de Field Sales, o profissional será responsável pelo desenvolvimento das vendas no mercado corporativo, em diversas indústrias e regiões do Brasil. O candidato selecionado representará a Arquivei e divulgará os benefícios promovidos pela solução, levando ao mercado a mensagem de valor e impacto nos negócios dos clientes, buscando sempre atingir seus resultados de vendas e firmar a marca.

Para a área de Marketing, há uma vaga para Desenvolvedor e Analista de Data e uma para Gerente de Marketing, ambas em São Carlos, SP.

Para o cargo de Desenvolvedor e Analista de Data, o candidato deve ter experiência em desenvolvimento de web com conhecimentos em HTML, CSS, JavaScript, PHP, MySQL e Google Analytics. Experiência prévia com Growth Hacking, Inbound Marketing, SEO, SEM Rush, AHREFs, Majestic ou similares são diferenciais.

As atividades são desde pesquisa, teste, gerenciamento e implementação de qualquer coisa que tenha o potencial de causar impacto no crescimento escalável, até a criação de landing pages para conversão (CRO).

Já para o cargo de Gerente de Marketing, o candidato será responsável por construir e manter a operação do marketing voltado para grandes empresas, além de definir estratégias de geração de leads e vendas. Para se candidatar à vaga, o profissional deve ter experiência em liderar equipes, budgets e estratégias, além do entendimento proficiente de canais tradicionais e emergentes do marketing.

Os interessados podem se candidatar através da página de vagas da empresa, onde constam mais informações sobre as vagas.

A Arquivei é uma empresa que fornece plataforma de armazenamento, organização e consulta de informações de notas fiscais. Criada em 2014, em São Carlos (SP), surgiu para suprir uma dificuldade das empresas na gestão mais eficiente de seus dados fiscais.

Gupy

A HRtech Gupy está com 15 vagas abertas para 11 cargos, em São Paulo, incluindo seis vagas para estágio.

Para as vagas efetivas, há duas oportunidades para o cargo de Analista de Experiência do Cliente, no qual o profissional será responsável tanto pela triagem e gestão de tickets de atendimento, quanto pela criação e monitoramento de métricas de suporte e identificação de oportunidades de melhoria. Conhecimento técnico e inglês a partir do intermediário são os requisitos essenciais.

Para as duas vagas de Inside Sales Outbound (Conta) e uma para Inside Sales Outbound (SDR), o candidato precisa ter experiência no ramo de RH, vendas e relacionamento B2B (Empresa para Empresa), além de excelente comunicação verbal e escrita.

Já para as duas vagas de Senior DevOps Engineer, o profissional precisa ter, no mínimo, quatro anos de experiência em DevOps, Amazon Web Services, bancos de dados relacionais e NoSQ.

Para o cargo de Engenheiro de Software – Node.js, é exigido um mínimo de quatro anos de experiência com desenvolvimento, sólido conhecimento em Node.JS, Infrastructure as code (Docker, Chef, Puppet, Ansible, Kubernetes), bancos de dados Relacionais, Redis, ou similar.

Já para a vaga de Sucesso do Cliente, o candidato precisa ter experiência prévia na área ou em vendas, inglês e espanhol a partir do intermediário, resiliência e inteligência emocional para contornar situações de crise e foco na experiência do cliente frente à Gupy.

Em relação aos estágios, estão abertas seis vagas para cinco cargos. Na área Jurídica, o estudante precisa estar cursando graduação em Direito, com alguma experiência em Direito Empresarial; ter pensamento a longo-prazo, encadeamento lógico e visão estratégica para garantir um crescimento sustentável; além de resiliência e inteligência emocional para contornar situações adversas.

Para o estagiário de Eventos e Comunicação, o estudante precisa estar cursando Engenharia, Administração, Marketing, Relações Públicas ou Publicidade e Propaganda, além de possuir conhecimento em Pacote Office, Mídias Sociais, Produção de Conteúdo e organização de eventos. Ele será responsável pelo planejamento, estruturação e execução de eventos, pela investigação do mercado e levantamento de oportunidades para fortalecer a marca em eventos estratégicos.

Há, também, duas vagas abertas para Estágio de Recrutamento e Seleção e uma para Estágio de Gente. Para os dois cargos, o candidato precisa estar cursando Engenharia, Administração ou Psicologia. O estagiário será responsável pela condução dos processos de atração e seleção da Gupy. Já para a vaga de Estágio em Computação, o candidato será responsável por ajudar os usuários com eventuais problemas, desenvolvendo ferramentas internas e automatizando a geração de relatórios.

Os interessados devem acessar o site oficial da Gupy ou a página de vagas no linkedin da empresa.

A Gupy é a startup líder de recrutamento com base em Inteligência Artificial e machine learning no Brasil.

IDwall

A IDwall tem 18 vagas abertas para as áreas de Sucesso do Cliente, Móvel, Vendas, Suporte e Tecnologia. Todas as vagas são para São Paulo.

Na área de Sucesso ao cliente, a vaga destina-se ao candidato com experiência de pelo menos um ano em gerenciamento de contas ou vendas, conhecimento em técnicas de CRM e habilidades em análise de data. Familiaridade com Hubspot CRM, SQL e Postgresql database são diferenciais.

No segmento móvel, a empresa tem duas vagas abertas para Desenvolvimento de Android e IOS. Os profissionais precisam ter acima de dois anos de experiência em desenvolvimento em Java, Android, IOS e em testes unitários e automatizados. De sua função constará desenvolver aplicativos android e IOS usando SDK, além de fazer melhorias contínuas e análise de desempenho.

Na área de vendas, o cargo de Analista de Vendas precisa ter experiência de B2B, pacote office e experiência prévia em startup de ritmo acelerado. Para a vaga em Técnico de Suporte, o candidato precisa ter conhecimento em SQL, postgresql databases e raciocínio lógico.

Na área de tecnologia, há uma vaga para Arquiteto de Segurança e Desenvolvedor de Python. Para a primeira vaga, entre as atribuições, o candidato irá desenvolver e manter um processo de arquitetura de segurança de aplicativos que permita que a empresa desenvolva e implemente soluções e recursos de segurança que estejam claramente alinhados aos negócios, tecnologia e ameaças. Já para a segunda vaga, o candidato precisa ter conhecimento da linguagem Python, interesse no processamento de imagens e concentração em resultados e entregas.

Os interessados devem acessar a página de vagas da empresa.

Criada em 2016, a IDwall tem a proposta de tornar os processos de cadastramento, verificação e validação de dados mais ágeis, transparentes e seguros por meio de tecnologias de reconhecimento facial, cruzamento de dados e background check.

Nama

Estão abertas duas vagas para Desenvolvedor (a) de Ruby Pleno e uma para Desenvolvedor (a) de Ruby Senior, na Nama, em São Paulo. O candidato precisa ter experiência com sistemas Web, Ruby, Rails e Git, além de estar acostumado com testes unitários.

Os interessados devem acessar o site oficial da empresa e se candidatarem.

A Nama é uma empresa que combina inteligência artificial, processamento de linguagem natural e bots para automatizar conversas e conectar pessoas emocionalmente com robôs.

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CargoX está com 60 vagas abertas

A CargoX, empresa de tecnologia para transportes de cargas, atualmente com 250 funcionários, está com 60 vagas abertas para diferentes áreas. As oportunidades são para a cidade de São Paulo e para escritórios que a empresa está abrindo no interior do Mato Grosso, para cargos como Engenheiro de Software, UX/UI, Analista de Logística e Estagiários.

Ao longo deste ano, a CargoX ainda abrirá um programa de trainee e outro de estágio. Reconhecida como uma das startups mais disruptivas do mundo, a CargoX chama atenção pelos salários e benefícios competitivos, ambiente desafiador, de muito aprendizado e com possibilidades de crescimento. No ano passado, por exemplo, seu programa de trainees atraiu 2.000 candidatos para 3 vagas.

“Aqui os profissionais certamente terão um problema para ser solucionado e poderão ver o impacto da sua solução na prática,” afirma o gerente de RH, Daniel Matsumato.

Interessados podem cadastrar currículos em http://bit.ly/trabalhecx

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Fidelização e engajamento de clientes definem o sucesso empresarial

Por Solemar Andrade, VP Executivo da Plusoft

O que faz as empresas terem sucesso? Se você pensou em clientes, está totalmente correto. Independentemente do tamanho das organizações, o relacionamento com o público consumidor é um dos principais alicerces para manter a competitividade em um mercado tão acirrado como o atual.

Diante do conceito omnichannel, que é a convergência de todos os canais utilizados por uma empresa, as companhias precisam, por meio das soluções tecnológicas, explorar todas as possibilidades de interação com seus públicos de forma contínua e personalizada. Além disso, é necessário ampliar o leque de pessoas atingidas, firmando presença nos meios online / offline e, acima de tudo, garantindo que os consumidores satisfaçam suas necessidades onde e quando desejarem, no momento mais confortável para eles, não tendo nenhuma restrição de local, horário ou meio.

Entre as tecnologias disponíveis de apoio ao relacionamento com o cliente, o CRM (Customer Relationship Management) é, sem dúvida, a que mais se destaca no mercado mundial. A solução, dentro do conceito omnichannel, oferece aos executivos e estrategistas informações de forma unificada, que são essenciais para definir a melhor prática comercial a ser adotada para a fidelização de clientes e conquista de prospects. Essa tecnologia auxilia não só no atendimento ao consumidor, mas também nas áreas de vendas, gestão, TI, financeira e, principalmente, marketing a desenvolverem estratégias que preservem a imagem e a integridade das corporações e ajudar as empresas como um todo não só a otimizar os processos, mas também automatizar e tornar cada detalhe mais fácil de ser visualizado e trabalhado com mais assertividade.

As empresas bem-sucedidas são as que estão atentas à cultura do bom relacionamento com clientes. De acordo com uma pesquisa do Gartner, o CRM continua como um dos segmentos de mais rápido crescimento no mundo em relação aos investimentos das corporações em Transformação Digital. Além disso, o mesmo estudo revela que as organizações com bom relacionamento comercial são as que estão investindo em tecnologias digitais para impulsionar os negócios e, principalmente, melhorar a experiência de seus clientes.

É notório que hoje, a interação não é um capricho das organizações, mas uma necessidade vital para os negócios. O antigo bloquinho de papel e os constantes telefonemas realizados após as vendas não são mais requisitos práticos para ampliar os negócios e manter a fidelidade dos clientes. A presença dos profissionais nas empresas também se tornou algo que não é imprescindível, uma vez que é possível gerenciar todo o processo por meio dos smartphones.

Com um CRM omnichannel instalado no aparelho, o vendedor tem tudo que precisa na palma da mão, cuidando integralmente, de maneira remota, de cada cliente uma vez que a tecnologia tem a funcionalidade de unificar o histórico de interações numa mesma página, permitindo manter uma conversa ininterrupta com o cliente – independente do canal e meio de interação.

O CRM traz tudo isso para as empresas de forma automatizada e, acima de tudo, oferece inteligência para a organização dar um salto de excelência. Com isso, a tecnologia garante que a administração das relações entre compradores, funcionários, parceiros e colaboradores seja direcionada para objetivos previamente definidos, sempre com olhar estratégico. O antigo trabalho manual de cadastro deixa de ser preocupação para os gestores e suas equipes porque o sistema garante a automação inteligente dos processos e faz com que as equipes invistam em ações comerciais mais assertivas e, portanto, mais relevantes para os negócios.

Além das vantagens relacionadas a etapas de automação, os sistemas de CRM funcionam em ambientes Cloud (Nuvem), o que garante a possiblidade de acesso a qualquer momento e a partir de qualquer lugar, possibilitando ganhos de mobilidade e, principalmente, de tempo.

Alguém duvida dos ganhos gerados por sistemas CRM? Philip Kotler, o Papa do Marketing, afirma que a conquista de novos clientes custa de 5 a 7 vezes mais do que manter os já existentes. Além desse olhar de custos, clientes satisfeitos chamam outras empresas e funcionam como agentes propagadores da marca, sem cobrar por isso.

Os sistemas digitais de relacionamento garantem uma interação assertiva em todo ecossistema de negócios, funcionando como uma ferramenta dinâmica para gestão de uma base de dados completa e sempre atualizada. Com a tecnologia CRM, é possível ter controle de dados para uso de forma personalizada, respeitando as características e as especificidades de cada cliente, tratando-o de maneira particular.

O CRM traz para as empresas a possibilidade de uma atuação específica para cada tipo de relacionamento e garante que as equipes tenham uma visão 360º dos clientes, com ajuda de ferramentas analíticas. Outra vantagem é a integração de canais, incluindo o atendimento via e-mail, chat, SMS, Assistente Virtual Inteligente e redes sociais. Por isso, o CRM não é apenas uma mera ferramenta de listagem de nomes. É um componente fundamental para apoiar as estratégias comerciais das empresas e gerar vendas.

Segundo pesquisa da Forrester Research, tecnologias como CRM, E-Commerce e Customer Analytics deverão crescer 28% este ano, enquanto as expectativas para o mercado mundial de TI são de um aumento de apenas 4% em 2018. Outra tendência tecnológica é o Assistente Virtual Inteligente, que ultrapassou as barreiras dos sites empresariais e passa a ser também um novo recurso do WhatsApp, onde robôs são capazes de compreender textos de mensagens e realizar atividades úteis.

Se você ainda tem dúvidas sobre as vantagens dos sistemas CRM omnichannel para a gestão dos negócios vale repensar a cultura de relacionamento de sua empresa. Isso porque, os clientes estão cada vez mais exigentes e demandam atendimento rápido, personalizado e principalmente, ininterrupto.

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A explosão das fintechs e como elas vão agitar o mercado em 2018

Por Marcelo Oliveira

As fintechs estão revolucionando a maneira como as pessoas lidam com seu dinheiro. Elas tornaram esse processo mais rápido, transparente e barato. E o público têm gostado disso. As startups que abusam da tecnologia no setor financeiro representam um desafio e tanto para os bancos.

Os grandes grupos do segmento já acreditam que considerável parte dos lucros estará nas mãos de atores diferentes em um futuro próximo. O banco norte-americano Goldman Sachs estima que 20% de seu mercado pode ser abocanhado pelas fintechs.

Um estudo feito pela PwC entrevistou 176 presidentes-executivos de instituições financeiras de todo mundo e mostrou que 81% desses líderes acreditam que a velocidade das mudanças tecnológicas ameaça o crescimento de suas companhias.

Segundo último estudo do Radar FintechLab, realizado em novembro do ano passado, o Brasil abrigava 369 fintechs – crescimento de 36% em relação ao levantamento de fevereiro do mesmo ano. O presidente do Itaú, Roberto Setúbal, já afirmou em evento da Febraban que os bancos “têm de correr”.

Esse número, no entanto, não reflete a capacidade máxima desse setor. Há ainda muito espaço para crescimento e surgimento de novos empreendimentos que melhorem a experiência de acesso, informação e uso dos mecanismos financeiros. As oportunidades são muitas, mas mais importante do que enumerá-las, é definir sua essência: “massificação” de oferta e foco absoluto na experiência centrada no cliente. A rentabilidade do negócio, sem dúvida, será uma consequência da gestão benfeita desses dois pilares.

As oportunidades de avanço e surgimento de novas fintechs são infinitas. Elas reinventaram a experiência, o uso e o acesso de serviços em um mercado que era altamente tradicional. E hoje, grandes conglomerados financeiros deixaram de lado a visão de concorrência e abriram suas portas para incubar e investir nessas iniciativas para reinventar os negócios. Um exemplo é o Cubo e a recente inauguração do Habitat do Bradesco.

Além disso, a queda de juros básicos da economia deve refletir nesse mercado de algumas formas. A vasta oferta de capital em busca de maior rentabilidade deve atingir positivamente a captação de recursos para startups, de plataformas digitais de investimento e crédito ao consumidor. Enfim, 2018 será um ano altamente positivo para o mercado de fintechs brasileiro e podemos esperar para ver grandes avanços no setor.

Marcelo Oliveira é Chief Product Officer do Verity Group, ecossistema de empresas que prestam consultoria para transformação digital e gestão de ponta a ponta – verity@nbpress.com

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Encontre, influencie e aprenda com seus melhores clientes

Por Israel Nacaxe

A ideia pode parecer estranha à primeira vista: para crescer, tenha como foco seus melhores e mais valiosos clientes. Normalmente aquele grupo menor de clientes da sua base. Muitas vezes despriorizado por ações para adquirir ainda mais clientes ou tentar recuperar aqueles clientes inativos, seja mais relevante para quem realmente importa. Essa forma de atuar, que aparentemente limita suas ativações, é, na realidade, a maneira mais poderosa de ampliar seus resultados, com mais vendas e maior rentabilidade.

Na base do conceito de focar os melhores clientes está o conhecido Princípio de Pareto, que atribui causas em uma amostra de resultados de forma não-linear e apresenta sua famosa proporção 80/20: ou seja, 80% das suas vendas se concentram em 20% dos clientes, por exemplo. Dessa forma, existe um desequilíbrio entre causas e efeitos, esforços e resultados. O esforço em aumentar sua presença e preferência de consumo nos 20% de clientes mais importantes é muito diferente do esforço de fazer crescer a rentabilidade dos 20% menos importantes.

Curiosamente, reconhecer a existência do princípio não faz com que as empresas o utilizem a seu favor: em 2006, a Bain & Company já mostrava que um aumento de 5% na taxa de retenção de clientes aumentava os lucros das empresas entre 25% e 95%. Manter clientes é mais lucrativo do que conquistar novos consumidores, mas, ainda assim, a maior parte das empresas está mais focada em ampliar sua base de clientes e recuperar clientes inativos do que em manter e aprofundar seu relacionamento com quem já consome seus produtos e serviços.

Em grande parte, isso acontece por um mindset que valoriza a amplitude em detrimento da profundidade, como se valesse mais a pena ter milhões de clientes ocasionais e incertos do que ser realmente relevante para milhares de clientes fiéis. Há algumas décadas, quando a comunicação de massa era o paradigma e as opções de produtos e serviços eram limitadas, esse raciocínio fazia sentido. Hoje, porém, o consumidor tem muitas opções à sua disposição e muito, mas muito, acesso à informação. Como ouvimos várias vezes durante a NRF Big Show deste ano, no passado os clientes estavam em busca de produtos, mas hoje os produtos estão em busca de clientes. O investimento na aquisição de novos consumidores é elevado e muito menos eficiente que a manutenção dos atuais clientes.

O jogo virou e, para vencer e destacar-se da concorrência, as empresas precisam mudar sua abordagem e se tornar relevantes para seu público. O lado bom é que a tecnologia viabiliza essa mudança de paradigma. A análise das informações transacionais disponíveis nos sistemas CRM, aliada à Inteligência Artificial, torna possível não apenas identificar quem são os melhores clientes, mas também predizer seu comportamento e em quais categorias de produtos existem as melhores oportunidades de aumento de relevância e ganho de share of wallet. Isso permite otimizar investimentos e identificar mais rapidamente categorias que estão se tornando importantes para os consumidores, ativando-os nos canais de maior relevância.

A análise avançada dos dados sobre o comportamento dos clientes abre às empresas um imenso potencial para ampliação de sua relevância junto ao público, fazendo com que se tornem mais valiosas para os consumidores. E, ao ganhar valor para os clientes, as empresas ampliam suas vendas. O uso de Inteligência Analítica dá às empresas a oportunidade de aprofundar seu relacionamento e investir para influenciar o comportamento de quem realmente importa: seus melhores e mais lucrativos clientes.

Israel Nacaxe é COO e co-fundador da Propz – empresa de tecnologia que oferece soluções de inteligência analítica e Big Data para o varejo físico e serviços financeiros.

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Bossa Nova investe na Startup YetGo, líder do segmento de Mobilidade Urbana do Norte do Brasil

A famosa Startup de mobilidade urbana da região Norte do Brasil, a YetGo que foi lançada em 2016, acaba de receber uma rodada de investimento SEED da Bossa Nova Investimentos, a maior micro Venture Capital do Brasil em número de investimentos e empresa referência na América Latina.

Liderada pelos investidores Pierre Schurmann e João Kepler, a Bossa Nova investiu em uma participação proporcional a 15% da YetGo. “O aporte deste capital de uma Venture Capital como a Bossa Nova que é gerida por empreendedores que investem, é um grande marco na história de nossa empresa, pois valida nosso Product Market fit e nos abre portas para o mundo, nos colocando sobre os holofotes do mercado como um todo”, afirma Gervásio Moreno, CEO da YetGo.

A YetGo é lider de mercado no norte do Brasil: Pará, Amazonas e Amapá e no Nordeste opera no Ceará, Maranhão e Bahia. Com esse aporte, reforça sua participação regional e inicia seu plano de expansão com operações em alguns estados do sul e sudeste, dentre eles: Goiás, Distrito Federal, Minas Gerais, Santa Catarina, Espírito Santo e São Paulo.

“2018 é um ano de crescimento, estamos ultrapassando as fronteiras nacionais e iniciando as operações também em Santiago no Chile e, no próximo mês já preparando nossa entrada na Europa por meio de Portugal” comemora Morgado

“Hoje a YetGo consegue brigar pelo segundo lugar no número de chamadas no Brasil, e com este aporte irá consolidar suas operações atraindo mais serviços e negócios para a startup”, explica João Kepler. “Um dos modelos que serão adotados é atender todas as startup da rede Bossa além de empresas parceiras das startups, ou seja, um grande mercado se encontra a vista através dessa rodada de investimentos”, diz kepler.

No final de 2017, a YetGo alterou seu modelo de negócio para uma cobrança mensal fixa ao motorista, o que de maneira disruptiva gerou um grande impacto positivo no negócio. “Tivemos excelente aceitação por parte de motoristas, devido aos altos valores pagos no modelo de cobrança percentual dos concorrentes, o que nos possibilitou gerar um fluxo financeiro saudável aos nossos parceiros e também a prática de um preço justo para nossos usuários”, comemora Morgado.

Pierre Schurmann, manager partner da Bossa Nova, comenta que a Bossa Nova já investe em startups de mobilidade urbana e no setor autotech em startups como a Vai.Car, a CarGuru, a AutoMobi , a Insta Carro, a Payparking e também a Credere e agora o investimento na YetGo vai ampliar e consolidar a entrada da Bossa Nova neste segmento.

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Workana recebe aporte de R$ 23 milhões e expande para Sudeste Asiático

A Workana, plataforma de trabalho freelance com atuação em toda a América Latina, acaba de anunciar o maior investimento desde sua fundação. Por meio da SEEK, acionista de empresas como Brasil Online Holdings – controladora da Catho – e OCC (Centro Online de Carreiras do México), a empresa recebe o aporte de R$ 23 milhões. Com o valor, a Workana, que já conta com mais de um milhão de freelancers cadastrados, busca manter a liderança na América Latina enquanto expande para o Sudeste Asiático.

Guillermo Bracciaforte, cofundador da Workana, conta que é o maior investimento já recebido pela empresa. “Pela primeira vez, não vamos só continuar com o crescimento forte na América Latina, agora temos planos para expandir a Workana para novas regiões onde achamos que vamos ter uma vantagem competitiva com o que temos aprendido nestes primeiros seis anos. São planos muito ambiciosos e estamos ainda em fase de planejamento, mas temos muita certeza que a oportunidade é grande para uma empresa da América Latina dar certo no resto do mundo no mercado de trabalho online”, conta Bracciaforte.

O executivo aponta que a escolha pelo Sudeste Asiático acompanha o forte crescimento do mercado online da região. De acordo com um relatório do Google e Temasek, a região deve alcançar a posição de líder em uso de internet em 2018: os consumidores locais são os que mais gastam tempo na internet mobile do que qualquer outro país, com 3,6 horas por dia, e o número de usuários ativos por mês alcançou 330 milhões em 2017. Bracciaforte analisa que o crescimento do mercado digital demanda profissionais qualificados e atualizados, o que pode ser uma boa oportunidade para fomentar a atividade freelance local.

Esse é o quarto investimento recebido pela Workana, totalizando mais de R$ 35 milhões desde 2012. De acordo com Bracciaforte, a nova conquista da empresa vem para continuar o investimento para oferecer uma plataforma cada vez melhor para as PMEs e freelancers cadastrados, além de alimentar uma forte expansão internacional da empresa, que atualmente possui 75% de market share na América Latina.

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