Page

Tag tecnologia

Thomson Reuters traz ao Brasil especialistas internacionais em Inteligência Artificial aplicada ao Direito

O FLIC, (Future Law Innovation Center powered by Thomson Reuters), recebe amanhã, sexta-feira, 28 de setembro, às 10 horas, em São Paulo, o primeiro Innovation Summit, evento que vai apresentar os conceitos e eficiência do uso da Inteligência Artificial nas rotinas do segmento jurídico. O encontro terá a presença dos especialistas internacionais Bart Verheij, Kevin D. Ashley, Roland Vogl e Ricardo Fernandes. A participação é restrita a convidados.

Voltado aos profissionais, empresas e estudantes que se interessam pelas inovações em tecnologia aplicadas no setor jurídico, esse encontro terá como destaque a participação de Roland Vogl, Diretor Executivo do CodeX (centro de inovação da Faculdade de Direito da Universidade de Stanford) e professor visitante da Universidade de Viena. Além dele, estarão presentes; o especialista em inteligência artificial Bart Verheij, que é de representante da Universidade de Groningen e do Instituto de Bernoulli de Matemática; Kevin Ashley, professor da Universidade de Pittsburgh e membro da Associação Internacional de Inteligência Artificial; e Ricardo Fernandes, Sócio-Fundador da Legal Labs.

“O Innovation Summit é mais um passo na criação de um ecossistema para incentivar e potencializar a inovação no País, sobretudo para o mercado de Direito, que impacta a economia e a sociedade como um todo. Essa interação com grandes especialistas internacionais será muito proveitosa para profissionais e estudantes que, como nós, enxergam na tecnologia a melhor ferramenta para que tenhamos um Direito mais eficiente e em sintonia com as necessidades do país”, afirma Ralff Tozatti, Diretor de Marketing da Thomson Reuters Brasil.

Com o objetivo de proporcionar ao público uma experiência única sobre o mais avançado conteúdo global sobre tecnologia no Direito, além da participação dos especialistas internacionais, a primeira edição do Innovation Summit também contará com as presenças dos executivos da Thomson Reuters e influenciadores de mercado.

O FLIC é o primeiro centro de inovação mantido pela Thomson Reuters na América Latina. O Brasil foi escolhido devido à relevância do mercado local, potencial criativo e complexidade regulatório. Por aqui, a empresa já desenvolve eventos e programas de aceleração de startups para os segmentos jurídico, de comércio exterior e de gerenciamento de risco. Nos Estados Unidos, a companhia é mantenedora do CodeX Stanford Center for Legal Informatics, centro de inovação para o direito na Universidade Stanford, na região do Vale do Silício.

Saiba mais sobre o FLIC e sua programação no site: http://futurelaw.com.br/the-flic/.

Serviços: FLIC recebe a 1ª edição do Thomson Reuters Innovation Summit

Data: sexta-feira, 28 de setembro, sexta-feira, das 10h às 12h
Local: Av. Pres. Juscelino Kubitschek, 1327, 2º andar
Entrada: restrita para convidados

Tags, , , ,

Pesquisa da IBM revela qual o perfil das empresas que serão mais disruptivas nos próximos anos

Pesquisa realizada pela divisão de Consultoria de Negócios da IBM revela que as grandes companhias já estabelecidas no mercado, as chamadas Incumbentes, têm maior capacidade de serem disruptivas em seus mercados nos próximos anos.O levantamento feito pelo IBM Global C-suite Study, feito com executivos C-level em todo o mundo, inclusive do Brasil, aponta que 72% dos entrevistados acreditam queas empresas tradicionais e consolidadas serão líderes em ruptura, inovação e competitividade.

A informação adquirida ao longo de décadas de conhecimento específico de setor se tornou o ativo mais importante e é o principal fator que leva a essa conclusão. Segundo o estudo, tecnologias como Cloud, Inteligência Artificial, Blockchain e Internet das Coisas propiciarão às grandes empresas as ferramentas necessárias para acessar e utilizar com eficácia esses dados.

Reinvenção Digital

O Global C-suite Study também identificou três estágios de Reinvenção Digitalnas empresas, classificados como Reinventores, Praticantes e Aspirantes, com base no foco na experiência do cliente, implantação de tecnologias digitais, estratégia competitiva e agilidade na organização.

No topo da lista, os Reinventores (27%) estão à frente na inovação e também são superiores em crescimento de receita e lucratividade nos últimos três anos. Suas estratégias de TI e negócios estão muito alinhadas. No entanto, o principal fator que posiciona este grupo à frente dos outros estágios é a eficácia na utilização de dados para identificar necessidades de clientes indefinidas e não atendidas.

Os Praticantes (37%) ainda não desenvolveram as capacidades correspondentes às suas ambições, mas planejam lançar um novo modelo de negócios nos próximos anos. Já para as organizações Aspirantes (36%), o maior desafio é obter a visão, estratégia e as capacidades de execução adequadas, principalmente em relação a funcionários e parceiros.

Adoção de Plataformas

Os Reinventores também estão atualmente liderando a adoção de modelos de plataforma de negócios, seguidos de perto pelos Praticantes. Entretanto, o primeiro grupo se destaca em todos os elementos avaliados pelo, incluindo a escolha deuma abordagem colaborativa, a capitalização de dados e o compromisso com a inovação.

O estudo constatou que cerca de 57% das empresas com uma estratégia de disrupção são arquitetos ou proprietários de um modelo de plataforma de negócios. Criando interações diretas entre consumidores e produtores, além de reunir muitos dados ao longo do caminho, essas organizações estão dominando seus segmentos de mercado e entrando em novos com facilidade.

Aproximadamente 28% dos entrevistados afirmaram que estão realocando parte de seu capital para criar plataformas, movimentação que deve se requerer um investimento estimado em US$ 1,2 trilhão nos próximos anos, um aumento de 174% em relação aos cerca de US$ 420 bilhões já investidos. O estudo aponta que os setores realizando os maiores investimentos em plataformas são: produtos industriais (+25%), eletrônicos (+22%) automobilístico (+20%) e varejo (+17%).

A importância da cultura

Em todas as suas edições, o Global C-suite Study questiona os executivos a respeito de quais serão os fatores de maior impacto nos próximos anos para os negócios. O estudo de 2018 constatou que fatores de mercado (69%), incluindo concorrência e mudanças nas preferências dos clientes, retornaram à posição de liderança, seguidos por tecnologia (63%) e people skills(61%), comprovando o aumento do valor dos ativos intangíveis, como o talento e as ideias.

Neste cenário, os Reinventores são mais eficazes que seus pares na construção de culturas em torno do feedback ativo, empoderamento, co-criação e compartilhamento de conhecimento. Aproximadamente 70% deste grupo respondeu que solicita ativamente a participação de funcionários para desenvolver novos projetos,promove a colaboração e o compartilhamento de conhecimento, investe nas habilidades dos colaboradores e apresenta uma rede adequada de parceiros, fornecedores e distribuidores.

IBM Global C-suite Study

O IBM Global C-suite Study foi realizado por meio de entrevistas com 12.854 executivos de 112 países, incluindo o Brasil, de posições como Chief Executive Officer (CEO), Chief Financial Officer (CFO), Chief Human Resources Officer (CHRO), Chief Information Officer (CIO), Chief Marketing Officer (CMO) e Chief Operations Officer (COO), abrangendo 20 setores da indústria.

As respostas foram analisadas utilizando o IBM Watson Natural Language Classifier, que verifica o contexto, temas e prioridades dos entrevistados.

A versão completa do IBM Global C-suite Study está disponível no link.

Tags, , , , , ,

Oxigênio Aceleradora completa três anos e realiza Open Day ao ecossistema empreendedor

Criada em 2015, e com inscrições abertas para seu 7º ciclo, a Oxigênio Aceleradora, da Porto Seguro, completou mais um ano de operação em setembro. Para a comemoração, será realizado um Open Day voltado ao ecossistema empreendedor, no dia 4 de outubro. Desde sua criação, a Oxigênio já colaborou para o desenvolvimento de quase 30 startups, com as quais mapeia projetos a serem trabalhados junto às empresas do grupo Porto Seguro.

O evento, que acontecerá no novo espaço da Oxigênio, irá oferecer atividades para a troca de conhecimento, como sessões de mentoria com o time de aceleração da parceira Liga Ventures, e workshops exclusivos com os mentores da aceleradora. Os empreendedores interessados poderão ainda apresentar suas empresas e modelo de negócio à equipe de seleção e executivos da Porto Seguro, nas rodadas de Pitch Fire.

“O Open Day é uma ótima oportunidade de relacionamento e aprendizado, tanto para nós quanto para as startups e empreendedores, e irá marcar um importante momento para a Oxigênio”, diz Italo Flammia, diretor de Inovação, Digital e Oxigênio Aceleradora.

Além de celebrar o aniversário da Oxigênio, o Open Day também abrirá as portas de seu novo espaço, que tem o dobro de área útil. Localizado na Rua Guaianases, o ambiente possui jardins de inverno com mesas, quatro salas de conferência e seis de reunião modulares, laboratório de prototipação, auditório com capacidade para cerca de 130 pessoas, além de refeitório, três cafés e uma copa.

Três anos de operação – Há três anos trazendo inovação de fora para dentro do grupo Porto Seguro, a Oxigênio já acelerou 29 startups do 1º ao 5º ciclo, e está agora iniciando seu 6º ciclo – o primeiro no formato Tração, o qual irá acelerar três startups em estágio avançado. “O grande objetivo da Oxigênio é buscar oportunidades de negócio entre as empresas do grupo Porto Seguro e as startups, fomentando a inovação dentro e fora da companhia. Até hoje, já foram mapeados 112 projetos em conjunto, e 32 deles já estão em operação”, conta o diretor.

Mais de 5.500 startups já se inscreveram para os programas da aceleradora da Porto Seguro, que oferecem, além de investimentos financeiros, mentorias concedidas por executivos do grupo, especialistas em diversas áreas, que contribuem com aconselhamento estratégico para o desenvolvimento das empresas aceleradas. Outro benefício dos programas são os eventos realizados pela Oxigênio, que incentivam a troca entre empreendedores novos e experientes, investidores e especialistas. Em três anos, a aceleradora já realizou mais de 300 eventos e recebeu cerca de 15 mil visitantes.

Para participar do Open Day da Oxigênio, basta acessar o site www.sympla.com.br/open-day-oxigenio–estamos-de-casa-nova e realizar o cadastro gratuito.

Open Day Oxigênio Aceleradora

Data: 4 de outubro.

Horário: 13h30 às 18h30.

Endereço: Rua Guaianases, 1227 – Campos Elíseos, São Paulo – SP.

Site para cadastro: www.sympla.com.br/open-day-oxigenio–estamos-de-casa-nova.

Tags, ,

As facilidades nas transações com Bitcoins

Por Fernando Bresslau

Ainda existem muitas dúvidas em relação ao investimento em bitcoins. Afinal,sua criação é relativamente recente e criptomoedas são uma novidade para todo mundo. Inseridas no mercado no início de 2009, essas moedas virtuais foram criadas com o objetivo de tornar as transações mais seguras e privadas, eliminando a necessidade de um intermediário entre quem envia e quem recebe. Além disso, a emissão de bitcoins é altamente controlada e confiável. Com isso, os brasileiros começaram a considerar a compra desse tipo de criptomoeda como um investimento a longo prazo, preferindo mantê-los em carteiras digitais por conta da expectativa de valorização.

Mesmo com as recentes quedas, acredito que a consolidação dos bitcoins é uma questão de tempo. Para os próximos cinco anos, existem até previsões de que seu crescimento atinja 1.267%, podendo chegar a valer US$ 96.000 por unidade, como aponta um estudo feito pela empresa de consultoria e pesquisa de ICOs, Satis Group.

Uma das grandes possibilidades desse tipo de criptomoeda é sua utilização como nova forma de pagamento, substituindo até mesmo o cartão de crédito no futuro. Entre os benefícios, posso destacar a redução dos processos burocráticos, já que tudo é feito digitalmente. Para o comerciante que aceitar esse pagamento, o risco de “chargebacks” (operações de cartão de crédito canceladas) será eliminado.

Nos pagamentos tradicionais, por exemplo, corremos sempre o risco de termos nossos dados roubados. Com o uso de moedas virtuais, o destinatário recebe apenas o dinheiro, sem necessidade de receber os dados pessoais do pagador. Dessa forma, o risco do roubo de informações pessoais no processo de pagamento diminui consideravelmente.

Outro ponto positivo é que não existem barreiras para a utilização do bitcoin: basta ter um aparelho (computador ou smartphone), acesso à internet e instalar um app ou programa adequado: a utilização de bitcoins é voluntária e aberta, não necessitando de autorização de nenhuma empresa, órgão ou governo.

Em alguns casos, uma transação de bitcoin pode ser muito mais rápida e barata do que uma transação convencional. Por exemplo, um americano que quiser pagar um prestador de serviços em Bangladesh usando bitcoins poderá ter a sua transação confirmada em menos de uma hora a um custo atual de menos de um dólar. Comparado com um envio via bancos, que demora mais de um dia e não sai por menos de 50 dólares, a vantagem é clara. Às vezes, transações de bitcoin são até mais rápidas e baratas que TEDs (mas não sempre). Vale lembrar que o custo da transação e o tempo de confirmação são variáveis e dependem da demanda da rede, e não do valor transacionado.

Por fim, acredito que o uso dos bitcoins ou outros tipos de moedas semelhantes vai trazer mais comodidade e independência para seus usuários nos próximos anos. Ainda estamos todos aprendendo e nos adaptando, mas já estamos no início de uma nova era de transações digitais, talvez até uma nova “internet do dinheiro”.

Fernando Bresslau, Country Manager da Ripio, carteira digital mobile para serviços financeiros.

Tags, , , , ,

Scania abre inscrições para o Inovathon 2018

A Scania abre as inscrições para a terceira edição do Inovathon. A competição reúne universitários de todo o Brasil e tem o propósito de fomentar a discussão e ampliar o conhecimento sobre transporte sustentável. “Queremos aproximar a realidade de mercado das salas de aula e para isso criamos uma experiência única de aprendizado e troca entre os participantes”, explica Patricia Acioli, responsável por Corporate Relations, na Scania América Latina. “Este ano o desafio ficou maior, serão 72 horas de trabalho”, conta.

Como nos anos anteriores, os grupos terão um estudo de caso para solucionar em 24 horas, mas uma nova etapa foi acrescentada ao Inovathon. “Criamos uma vivência específica sobre um dos principais dilemas da sociedade atual: a mobilidade”, diz Patricia.

O período de inscrições vai até o dia 27 de setembro, quinta-feira, e os interessados devem se inscrever pelo site: www.scanialatinamerica.com/inovathon. Para se cadastrar, o estudante precisa estar devidamente matriculado em instituição de ensino superior, ter conhecimento do idioma inglês, ser maior de 18 anos e com domicílio em território nacional. A competição terá três etapas, a fase classificatória, uma seletiva e a grande final que consagrará a equipe vencedora entre os dias 25 e 27 de outubro, em evento presencial realizado na grande São Paulo.

Os cinco vencedores serão premiados com uma viagem para a Suécia para conhecerem a capital do país, Estocolmo, a sede da Scania na cidade de Södertälje. “O objetivo é ‘mergulhar’ na cultura inovadora dos suecos, conhecer de perto como se aplica a sustentabilidade ao ecossistema de transporte e logística”, diz Patricia.

A inspiração para o Inovathon surgiu há três anos com a ideia dos Hackathons, competições em que estudantes universitários desenvolvem soluções operacionais voltadas para áreas de tecnologia da informação de grandes empresas. “A gente foi pouco a pouco adaptando este formato às características das dinâmicas que aplicamos e o objetivo que almejamos. Não basta ser bom tecnicamente, por isso criamos formas de explorar e avaliar valores importantes como o espírito de equipe, a determinação e o respeito entre as pessoas. No final, os 25 participantes ganham e a Scania mais ainda. É uma verdadeira mobilização interna para fazer o projeto acontecer.” completa.

Edições anteriores – Em 2016, foi realizada a primeira etapa da maratona de inovação e reuniu 25 universitários de diversas partes do país para desenvolverem um projeto de gerenciamento logístico utilizando os conceitos de conectividade e as tecnologias de monitoramento e direção autônoma. O grupo vencedor era formado por alunos da Universidade Federal do ABC (UFABC), do Centro Universitário Fundação Santo André, Centro Universitário (FEI) e da Universidade de São Paulo (USP).

Em 2017, o Inovathon viajou pelo Brasil em busca das melhores equipes, passando pelas cinco regiões do País, com etapas nas capitais Porto Alegre (RS), Manaus (AM), Brasília (DF) e Fortaleza (CE). A etapa da região sudeste foi realizada na sede da empresa, em São Bernardo do Campo (SP), no ABC Paulista.

Os vencedores de cada região embarcaram para a grande final, realizada no LPC – Logistic Part Center, centro de reposição de peças da Scania para a América Latina, na cidade de Vinhedo, interior de São Paulo. A grande campeã foi a equipe Norte (Manaus), formada por estudantes da Universidade Federal do Amazonas (UFA), Universidade do Estado do Amazonas (UEA) e Centro Universitário do Norte (Uninorte).

O Inovathon Scania 2018 é uma competição autorizada pela Caixa Econômica Federal. (Certificado de Autorização Caixa nº. 3-7118/2018.)

Para mais fotos do Inovathon, acesse: http://we.tl/t-OR1pXxJ9cY

Tags, , , ,

Camara-e.net cria programa que aproxima insurtechs de investidores

A Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net) vai promover uma aproximação entre insurtechs, hubs de inovação, aceleradoras e investidores. A ação faz parte do Programa de Cadastro de Insurtechs, versão ampliada do Mapeamento do Ecossistema de Insurtechs que a entidade criou há um ano.

“O mapa se tornou um organismo vivo, com a qualificação das empresas cadastradas e com a promoção de eventos, rodadas de negócios e chamadas de startups para estimular esse segmento de mercado”, diz Beatriz Rocha Pinto, coordenadora do Comitê de Insurtechs. “Por isso, foi reposicionado como Programa de Cadastro de Insurtechs e vai ter como um de seus objetivos gerar conexões de negócios”.

Até o final de julho, o comitê tinha mapeado 78 insurtechs no país, sendo que das insurtechs cadastradas, 64% atuam no mercado B2B, 28% no B2C e 8% no B2B2C. As categorias em que se enquadram essas insurtechs são Produtos (40%), Data & Analytics (28%), Jornada do usuário (12%), Internet das Coisas (8%), Regulação & Leis (4%), Segurança da Informação (4%) e Investimentos (4%).

Com as evoluções do programa, além desses dados será possível saber, por exemplo, que dores essas insurtechs resolvem, como elas fazem isso, que tecnologias utilizam para desenvolver o seu negócio e quais são suas necessidades e principais desafios. “A próxima fase do comitê será pautada nos dados levantados, direcionando melhor as ações para as carências do ecossistema”, afirma Beatriz.

No dia 24/10, o comitê, que é fechado para associados da camara-e.net, irá realizar um novo encontro aberto no inovaBra, coworking do Bradesco. Assim como nas edições anteriores, o encontro contará com a participação de seguradoras, executivos, aceleradoras, investidores e insurtechs e terá um painel de debates com especialistas. Algumas startups cadastradas serão escolhidas para apresentar seus negócios, e novos dados sobre o mapeamento das insurtechs serão divulgados.

“Será uma oportunidade para as empresas do mercado segurador debaterem e conhecerem os desafios do ecossistema, trocarem experiências e gerarem novas conexões”, diz Beatriz.

Uma das ações do programa em andamento são as parcerias com aceleradoras, fundos e hubs de inovação que atuam com insurtechs. O comitê já fechou parceria com a ACE Startups, uma das principais aceleradoras da América Latina e um dos mais importantes hubs de inovação do país. “A ideia é convidar as insurtechs cadastradas a participar dos processos de chamadas de startups conduzidos pelos nossos parceiros e, com isso, colocá-las em contato com programas de aceleração e corporate venturing”.

As empresas que quiserem entrar no Programa de Cadastro de Insurtechs da camara-e.net devem acessar o link: http://pt.surveymonkey.com/r/cadastro-nacional-de-insurtechs-brasileiras-menu-site-camaraenet. O cadastro é gratuito.

O Comitê de Insurtechs da camara-e.net é uma iniciativa inovadora no Brasil e tem como missão ser o hub de referência colaborativo para impulsionar o desenvolvimento das insurtechs brasileiras. Criado em junho de 2017, ele tem, entre seus associados, várias empresas que compõem o ecossistema do setor, o que dá à equipe um leque maior de conhecimento e de atuação.

Tags, , , ,

Grupo Fleury abre inscrições para IV Prêmio de Inovação

quarta edição do Prêmio de Inovação do Grupo Fleury (PIF) abre inscrições até 20 de outubro para pesquisadores da área de medicina e saúde. Neste ano, o PIF destaca artigos científicos e patentes depositadas com uso das plataformas de Bioinformática e/ou Inteligência Artificial em genômica, proteômica, metabolômica e radiômica. Os trabalhos vencedores receberão o prêmio de R$ 5 mil.

Com o objetivo de reconhecer trabalhos científicos inovadores, o PIF incentiva a pesquisa estreitando o relacionamento com a comunidade científica e instituições acadêmicas. Esta quarta edição do PIF conta com o apoio da ANPEI (Associação Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento das Empresas Inovadoras).

O objetivo é fomentar a pesquisa translacional – que começa na ciência básica e resulta na aplicação prática do conhecimento. Serão premiados dois trabalhos, sendo um por categoria (artigo e patente), que receberão o prêmio de R$ 5.000 em vale-presente, como incentivo ao desenvolvimento educacional. Haverá, ainda, o reconhecimento de um trabalho escolhido por votação popular, a ser realizada durante o evento, que será premiado com um troféu.

A divulgação dos vencedores acontecerá em 21 de novembro. Os interessados podem se inscrever e consultar o edital completo em http://www.grupofleury.com.br/SitePages/inovacao/premio-inovacao-grupo-fleury.aspx.

Tags, , , , ,

Dicas essenciais para carreira promissora na área de TI

Quando o assunto é carreira em TI, a CINQ Technologies acredita ser importante aliar desenvolvimento de carreira por meio de aquisição de conhecimento, bem como soft skills; que é possível empreender dentro das organizações (intraempreendedorismo), bem como criando o seu próprio negócio; e que a área de Tecnologia perpassa o presente e futuro das empresas, sendo que a transformação digital e adoção de tecnologias disruptivas como IoT (Internet of Things), Big Data, Inteligência Artificial etc. tornam-se cada vez mais importantes para aumento da performance das empresas.

Com base nos três temas (carreira, empreendedorismo e tecnologia), verificamos os tópicos que mais foram enfatizados em cada uma das trilhas e, assim, chegamos a 3 dicas essenciais para carreira promissora na área de TI:

1. No âmbito de carreira, a dica é ter um propósito que te faça acordar cedo todos os dias com energia para fazer acontecer e, tendo isso claro (qual é sua missão de vida e como isso está linkado com sua trajetória na área de TI), será mais fácil buscar evolução de conhecimentos técnicos e ter inteligência emocional para saber lidar com os desafios cotidianos;

2. Na área de empreendedorismo, a chave é desafiar-se e esses desafios podem acontecer por meio do aprendizado de novas tecnologias e linguagens de programação; tirando certificações de TI; buscando novos aprendizados comportamentais como comunicação efetiva (cursos de oratória com o intuito de falar melhor em público e fazer-se entender); liderança (cursos de Scrum Master, de coaching), dentre outros;

3. No campo da tecnologia, a sugestão é utilizar métodos ágeis de desenvolvimento, pois os mesmos garantem entregas contínuas ao cliente, além de trazer engajamento de time.

De acordo com Nôga Simões, Coordenadora de Marketing e Inovação da CINQ, “os profissionais de TI precisam cada vez mais aliar competências técnicas a comportamentais, afinal, segundo Daniel Goleman – para o bem ou para o mal, quando são as emoções que dominam, o intelecto não pode nos conduzir a lugar nenhum”.

Neste sentido, demanda-se cada vez mais profissionais que sejam bons aprendizes; captem conceitos rapidamente; se ajustem aos diferentes contextos e situações; pensadores independentes; capazes de tomar decisões; apaixonados por tecnologia e que sejam bastantes comprometidos com resultados. Se você se encaixa nesse perfil, a CINQ possui mais de 40 oportunidades para atuação na área de TI: https://www.cinq.com.br/vagas/

A CINQ Technologies é uma empresa global de Tecnologia da Informação presente em Curitiba, Ponta Grossa, São Paulo e Miami, com atuação em projetos inovadores e de missão crítica no Brasil, na América do Norte e na Europa. A CINQ também possui 10 anos de cultura ágil, é eleita há 7 anos consecutivos como uma das melhores empresas para trabalhar pelo GPTW e está entre as TOP 200 PME’s que mais crescem no Brasil (Pesquisa Deloitte e Revista Exame – 2008, 2009, 2010, 2014, 2018).

Tags, , , , , , , ,

4º Hackathon da Algar Tech tem R$ 8 mil em prêmios e pré-selecionados para vagas abertas na empresa

Depois de 16 horas de maratona, foi concluído com sucesso o 4º Hackathon da Algar Tech – multinacional brasileira especializada em gestão do relacionamento com cliente, ambiente de tecnologia e serviços de telecom. Além da construção de um bot com cognição, quase metade dos participantes foram pré-selecionados para vagas na área de tecnologia abertas na empresa.

Embora o hackathon, por definição, seja uma competição que visa a resolução de desafios técnicos, por meio do desenvolvimento de um protótipo ou um novo modelo de negócio viável para a companhia, a identificação de talentos foi o grande foco dessa quarta edição, conforme explicou Júlio Emmert, diretor de Talentos Humanos da Algar Tech.

“Durante toda a competição, ficamos de olho no desempenho das pessoas que participaram. Quase metade mostrou bastante potencial e perfil para trabalhar conosco e vão ser abordados para seguir com processo de entrevista”, afirmou o executivo. Dos 29 participantes, 13 foram pré-selecionados para concorrerem às vagas.

O desafio foi a construção de um bot de cognição para realizar a negociação de dívidas de clientes, com acionamento e acesso por canais digitais. A equipe que conquistou o 1º lugar recebeu R$ 5 mil em dinheiro. Os 2º colocados levaram R$ 2 mil e a equipe que ficou em 3º embolsou R$ 1 mil.

As premissas utilizadas para o desenvolvimento da solução foram arquitetura de microserviços, padrão RESTful, utilização de ferramentas e plataformas open source, estímulo para cobrança por SMS e E-MAIL e negociação via bot por canais digitais públicos. O evento foi realizado no Innovation Lab da Algar Tech em Uberlândia (MG).

Tags, , , ,

Profissionais de TI são os freelancers mais procurados pelas empresas

Um estudo realizado pela Workana, plataforma de trabalho freelance com atuação em toda a América Latina, revela que as categorias mais contratadas para trabalhos freelancers estão relacionadas com o mercado digital, como é o caso de TI e Programação (30%) e Design e Multimídia (28%). De acordo com a consultoria americana IDC, existem cerca de 250 mil postos de trabalho para profissionais de tecnologia no Brasil, um setor que movimentou US$ 38 bilhões só em 2017.

Segundo Guillermo Bracciaforte, cofundador da Workana, os profissionais freelancers são uma alternativa para cobrir essa demanda, já que podem prestar seus serviços para empresas de todo o mundo. “Como não há a preocupação de ser alocado, o mesmo profissional pode trabalhar para mais de uma organização e não necessariamente estar próximo à ela”.

A lista continua com Marketing e Vendas 33%, Tradução e Conteúdos 10%, Finanças e Administração 5%, Suporte Administrativo 3%, Jurídico 2% e Engenharia e Manufatura 2%. A pesquisa ainda mostra o ticket médio de cada categoria, o que representa em sua maioria projetos de curto prazo (68% do total de projetos publicados na Workana). Veja a lista abaixo:

  1. Tradução e conteúdos – R$ 175

  2. Design & Multimídia – R$ 390

  3. TI e Programação – R$ 950

  4. Marketing e Vendas – R$ 460

  5. Suporte Administrativo – R$ 370

  6. Finanças e Administração – R$ 660

  7. Engenharia e manufatura – R$ 980

  8. Jurídico – R$ 720

De acordo com o cofundador da plataforma, a tendência é que a modalidade siga crescendo, já que em 2017 a atividade apresentou um aumento de 80% em comparação com o ano anterior e 2018 deve manter a mesma porcentagem. “Os profissionais vêm encontrando no trabalho freelance uma oportunidade de ampliar sua atuação profissional, além de obter uma renda extra”, explica.

Já para as empresas, Bracciaforte destaca a vantagem de ter à disposição profissionais qualificados e experientes, que podem desempenhar um papel importante para as empresas em necessidades pontuais. “A contratação freelance atua como mais uma ferramenta para os micro e pequenos empreendedores que buscam crescer e se tornar mais competitivos, pois alia excelentes profissionais de diversas áreas ao mesmo tempo que otimiza os custos”, finaliza.

Tags, , , ,

Como a melhora dos processos logísticos beneficia o e-commerce

Por Fernando Alex

O e-commerce cresce a passos largos no Brasil. Prova disso é o resultado da pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), que identificou que esse modelo de negócio saiu de um faturamento de R$ 11,5 bilhões em 2011 para R$ 60 bilhões em 2017, o que representa 12% de crescimento. A expectativa é um aumento de 15% no e-commerce nacional com mais de 220 milhões de pedidos. Com o crescente uso dos smartphones, ficou cada vez mais fácil para o consumidor fazer suas compras online, principalmente quando se trata de adultos jovens. A pesquisa TIC Domicílios 2015 identificou que 43% dos homens entrevistados fizeram uma aquisição online, contra 34% das mulheres e registrou que a faixa etária que mais adquire produtos na web é a das pessoas entre 25 e 59 anos.
Mas, é claro, o sucesso de um e-commerce depende da logística. Tanto que entre os argumentos dos consumidores que não realizam compras online com frequência estão o longo prazo de entrega dos produtos e a dificuldade de fazer reclamações ou devoluções. Por isso, é cada vez mais importante que as empresas estejam preparadas para atender as exigências do consumidor multicanal e entenda a real importância da melhora desses processos.

A logística é a peça-chave em um e-commerce, permitindo que as organizações consigam atender pedidos, fazer a correta distribuição das mercadorias e a entrega dentro do prazo. O resultado de um e-commerce com logística eficiente é a satisfação dos clientes e o aumento das vendas. Afinal, a divulgação “boca a boca” ainda é muito importante para os negócios e cliente feliz comenta com seus amigos e parentes sobre as empresas que mais confia para adquirir produtos.

Antes da implementação dos processos, é importante considerar algumas particularidades referentes à logística dessa atividade: A loja virtual funciona 24 horas por dia, sete dias por semana; o ambiente precisa oferecer informações completas sobre os produtos, comentários de consumidores, valores da mercadoria, do frete e tempo de entrega; para a compra ser interessante para o consumidor o produto precisa apresentar um valor atrativo e com entrega em curto prazo; é necessário investir em estratégias de marketing e ferramentas tecnológicas que permitam o acompanhamento da logística do início ao fim.

O e-commerce e a logística dependem um do outro. Sem um fluxo positivo no estoque, fica impossível realizar uma venda de sucesso em uma loja online. É preciso identificar a saída de mercadorias e o número de itens que precisam ser repostos para continuar a produção. Sem um controle total sobre o fluxo de caixa, a armazenagem de produtos e o abastecimento da cadeia fica impossível ser eficiente no e-commerce e a logística. Para conseguir monitorar todas as etapas da cadeia produtiva e os indicadores do comércio eletrônico, será preciso utilizar uma ferramenta para gestão de estoque e supply chain. Com ela, é possível evitar prejuízos para a empresa vindos de grandes estoques (que poderiam ficar encalhados), erros em entregas e falhas nos processos como um todo.

Fernando Alex, executivo de contas da Benner

Tags, , , , ,

Eleições 2018: entenda como funciona o aplicativo e-título, lançado pelo TSE

Há pouco mais de duas semanas para o primeiro turno das eleições no país, que será no dia 07 de outubro, muitas pessoas ainda têm dúvidas sobre o aplicativo e-título, lançado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em dezembro do ano passado. A iniciativa que será adotada em todo o país, permitirá aos eleitores acessarem uma via digital do título eleitoral por meio do seu smartphone ou tablet.

Todos os cidadãos podem utilizar o aplicativo, desde que não haja nenhuma pendência com a Justiça Eleitoral. Segundo o advogado Luis Roberto Alcoforado, da Alcoforado Advogados Associados, a principal função e vantagem do aplicativo é a dispensabilidade de portar o título de eleitor (documento físico) ao exercer o papel principal como cidadão do Estado Democrático de Direito.

“Além do mais, o software permite que os dados eleitorais do eleitor permaneçam, em tese, sempre seguros e disponíveis, em razão do aparelho celular ter alcançado o status de extensão do corpo humano”, comenta o especialista.

No caso da utilização da tecnologia por quem já fez a biometria, o advogado esclarece que, para quem já fez o cadastro biométrico, basta se cadastrar no aplicativo e estar portando o smartphone no dia do pleito. “Já para quem não fez, é necessário que, no dia da eleição, esteja portando um documento oficial com foto”, explica.

O e-título também permite ao cidadão acessar outras funções relevantes como: o local de votação, além do sistema operacional oferecer a opção ao usuário de como chegar até o seu domicílio eleitoral da melhor forma; dados de cadastro biométrico; certidão de quitação eleitoral e certidão criminal.

O especialista faz ressalvas sobre o uso desse tipo de iniciativa. “O aplicativo responde de forma vagarosa. Diversas vezes, não é possível acessá-lo. Portanto, acredito que na hora da votação, se as falhas não forem reparadas, enfrentaremos, possivelmente, grandes filas, devido à falta de capacidade da rede do aplicativo gerenciar diversos aparelhos móveis simultaneamente”, conclui o advogado Luis Roberto Alcoforado.

Tags, , , , , ,

500 Startups tem nova diretora de operações no Brasil

A 500 Startups, fundo global de venture capital de early stage sediado em São Francisco, nos Estados Unidos, anuncia Itali Pedroni Collini como nova Diretora de Operações no Brasil. A economista e empreendedora chega à organização com a missão de fortalecer a presença da 500 Startups no País e dar suporte não apenas ao portfólio brasileiro, que conta com mais de 40 startups, mas também a todo o ecossistema nacional, conectando fundadores, investidores e corporações ao Vale do Silício e aos recursos e redes globais.

“A Itali tem um perfil muito completo. Ela tem habilidades analíticas para apoiar as atividades de investimento no Brasil; uma mente estratégica para o desenvolvimento de negócios e busca de novas oportunidades para que a 500 Startups colabore com outros atores do ecossistema; e uma experiência na construção de comunidades”, destaca a Managing Partner da 500 Startups, Bedy Yang.

Já Ana Paula González, Head da 500 Startups Miami, a quem Itali responderá diretamente, lembra que em Miami está sendo construído o novo hub de aceleração e inovação da 500 Startups para aproximar o Vale do Silício da América Latina e um dos objetivos da executiva será identificar negócios atrativos para o fundo global de venture capital de early stage no País.

“Nós esperamos que a Itali ajude o portfólio atual com oportunidades de crescimento, que ela continue a identificar grandes founders para 500 Startups investir, que ela encontre novas oportunidades para apoiarmos investidores em treinamentos com nível Vale do Silício e empresas em suas transformações digitais e estratégias de inovação”, afirma Ana.

Empolgada com o novo desafio, Itali garante estar motivada por, ao menos, dois motivos: “Primeiro porque se trata de uma organização que já investiu em mais de 2.000 startups em mais de 60 países e em 5 continentes do planeta, o que mostra o potencial em escala da sua atuação. Somente no Brasil a 500 Startups já investiu em mais de 40 startups e conta com excelentes cases, como ContaAzul e VivaReal, que valem hoje mais de US$ 100 milhões cada uma. Segundo porque tem um dos programas de aceleração mais respeitados do mundo e vê no ecossistema brasileiro uma grande oportunidade de desenvolvimento em rede global”.

Economista por formação, Itali Pedroni Collini já atuou no mercado financeiro, em consultorias e negócios de impacto. “Ao longo da minha carreira também empreendi projetos próprios, como o GENERA – Núcleo FEA USP de Pesquisa em Gênero, Raça e Sexualidade e a Incluser, uma startup de diversidade e inclusão. Essa experiência híbrida entre finanças, empreendedorismo e impacto social me permitiu entender o grande potencial da 500 Startups no Brasil”, analisa a Diretora de Operações da 500 Startups no Brasil.

Segundo a economista, como fundo de venture capital e aceleradora, a organização se destaca entre as tradicionais, já que 67% da gerência da 500 Startups é composta por mulheres. “Dos últimos 5 batches de aceleração 27% das startups tinham mulheres como fundadoras e 44% dos founders de todo portfólio são de minorias raciais, consequência da presença global da 500”, lembra.

Além disso, ressalta Itali, os escritórios da organização têm sala de amamentação e há programas de bolsas para investidores subrepresentados no VC Unlocked, o curso para investidores da 500 em parceria com Stanford e Berkeley. “Essas características da 500 Startups tem um encaixe ótimo com meus valores e acredito que minha experiência pode contribuir para intensificar o trabalho de diversidade e inclusão no ecossistema empreendedor brasileiro”, conclui.

Tags, , , ,

Agricultura de precisão e segurança da informação: aliança fundamental para o sucesso do negócio

Por Arley Brogiato, country manager da SonicWall Brasil

O campo é, hoje, a vanguarda da economia e da inteligência brasileira. Responsável por 23,5% do PIB em 2017, o agronegócio é rentável, produtivo e não para de crescer. Esse setor vive uma evolução silenciosa: a busca pela gestão plenamente automatizada. Segundo pesquisa realizada em 2017 pela ESALQ (Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz), 45% do setor rural brasileiro já usa métodos e tecnologias de agricultura de precisão em suas lavouras. Isso equivale a 9 milhões de hectares cultivados a partir desse conceito. A agricultura de precisão permite uma exploração mais racional dos processos produtivos, promovendo a otimização do uso dos insumos, o aumento da lucratividade e a minimização dos impactos ambientais. É a agricultura de precisão que, acredita a FAO (Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura), permitirá que o mundo produza 70% a mais de alimentos até 2050.

Uma meta como essa só é atingida por meio de disrupções: a digitalização do agronegócio é um caminho sem volta, que exige que o empresário compreenda tanto os benefícios como os desafios deste salto.

Um dos pontos críticos é garantir a segurança da informação que dinamiza este setor.

O alvo do criminoso digital são ativos de informação ou, então, vulnerabilidades da infraestrutura de rede. O resultado da ação criminosa pode ser o roubo de propriedade intelectual ou a indisponibilidade dos ativos físicos do agribusiness.

Entre os ativos de informação destacam-se aplicações de gestão empresarial que percorrem todos os processos do agronegócio. Essa visão inclui, também, dados extraídos de sensores IoT (Internet das Coisas); outro ponto estratégico é o ambiente de colaboração e correio eletrônico. O agronegócio já conta, também, com sofisticadas plataformas de BigData, Analytics e Inteligência Artificial. As empresas do setor utilizam, também, aplicações de robótica presentes em drones, entre outros dispositivos.

A agricultura de precisão demanda um ambiente de TI em que, quanto maior a quantidade de dados coletados, processados e analisados, mais acertado será o diagnóstico sobre como aumentar a produtividade e a rentabilidade do negócio.

Esse tesouro de informações é, também, o alvo de criminosos digitais.

O Brasil está na rota de um número sem precedentes de ataques originados de qualquer parte do mundo. É o que aponta o SonicWall Security Center, plataforma mantida pela SonicWall que monitora em tempo real ciberataques em todo o mundo. O papel econômico do agronegócio no Brasil coloca as empresas do setor no radar dos cibercriminosos.

Ransomware

O SonicWall Security Center mostrou que, em março de 2018, apenas no Estado de São Paulo, foram registrados mais de 3 milhões de ataques de ransomware direcionados para empresas neste Estado. É bom lembrar que, em 2016, 19,3% do faturamento do setor nacional de agronegócios veio de corporações localizadas no Estado de São Paulo. Fica claro, portanto, que se São Paulo é uma região sob o ataque de criminosos virtuais, isso pode atingir grandes players do agribusiness. Se assumirmos que outros Estados se valem dos centros de dados localizados em São Paulo, é possível que esse cenário tenha alcance nacional.

Uma resposta objetiva a esse desafio é adotar firewalls de próxima geração que integrem diferentes camadas de proteção. Isso inclui técnicas avançadas como sandbox – solução que protege a empresa do campo contra ataques avançados e persistentes e chega a bloquear ataques contra processadores. Esse tipo de plataforma tem de ser capaz de ser atualizado online, em tempo real, além de oferecer recursos de implementação e gerenciamento que reduzam os custos de propriedade desse ambiente.

Indisponibilidade

O agronegócio brasileiro realiza negócios via Web – e isso pode ser, também, um alvo para os criminosos digitais. Os ataques muitas vezes visam a indisponibilidade não apenas de centros de dados ou servidores, mas, também, de dispositivos inteligentes (IoT) ou dispositivos móveis como smartphones e tablets. Esses dispositivos móveis são usados no campo para captura de dados.

As grandes extensões geográficas das maiores empresas do setor tornam essencial que o usuário em movimento consiga, com desempenho e com segurança, acessar, por meio de dispositivos móveis, as aplicações que fazem o negócio girar. Dentro deste quadro, passa a ser fundamental centralizar a gestão dos recursos de segurança: estas tecnologias devem ser implementadas e gerenciadas com o menor esforço e custo o possível e sem demandar o deslocamento de especialistas de TI e segurança a locais remotos da propriedade.

Violação de dados

As empresas do agronegócio no Brasil competem na arena global e a inteligência de suas aplicações e os dados produzidos são fortes diferenciais. Por meio de violações de dados, cibercriminosos podem roubar essa propriedade intelectual.

A luta contra esse tipo de ataque exige que se utilizem soluções com diversas camadas de segurança. Levando-se em conta que, hoje, mais de 70% do tráfego seja criptografado, não ter recursos ativos para inspecionar este tipo de tráfego é fechar os olhos para um abismo de pragas eletrônicas e códigos maliciosos. Essas ameaças usam criptografia para se camuflar e invadir, às vezes durante meses, recursos computacionais (redes e sistemas).

Phishing

Profissionais de empresas de agribusiness usam como base de suas interações plataformas de correio eletrônico. Os dados colhidos e analisados pelo SonicWall Security Center indicam que o Brasil figura entre os países com maior incidência de Spam e Phishing. A estratégia de operação dos criminosos digitais é gerar e-mails carregados de códigos maliciosos. No caso de Phishing, a resposta é aliar tecnologias como soluções de proteção de e-mail e acesso remoto seguro a inovadoras estratégias de treinamento dos usuários.

O setor de agronegócios é estratégico para o Brasil e para o mundo. A transformação trazida pela agricultura de precisão vai muito além da tecnologia – profundas mudanças culturais têm de acontecer para essa transição ser feita. Ainda assim, na era da digitalização da economia, não há como fugir do fato de que TI e segurança de TI são insumos essenciais para o sucesso do agribusiness.

Tags, , , , ,

App da Hoteis.com mostra como planejar viagens por comandos de voz

De acordo com o Hoteis.com™ Mobile Travel Tracker*, atualmente quase um quarto (ou 22%) dos viajantes ao redor do mundo usa comandos de voz para buscar e reservar viagens. Aproveitando essa tendência, a Hoteis.com passou a ser uma das primeiras empresas de viagens a incorporar os Atalhos da Siri® no seu app, como parte do lançamento desse recurso para o iOS12.

Com 70 milhões de downloads do aplicativo no mundo, a Hoteis.com vai disponibilizar esse novo recurso de atalho em 90 países e territórios, em 40 idiomas. Os clientes da Hoteis.com só precisam abrir as suas reservas no app, clicar no botão “Adicionar à Siri” e gravar um comando de voz relativo à sua estadia.

Quando chegarem aos seus destinos e quiserem saber o endereço do hotel, ver a localização no mapa ou encontrar o horário do check-in, os clientes devem apenas repetir o comando de voz nos Atalhos da Siri para abrir as reservas no app da Hoteis.com.

“Quantas vezes chegamos a um aeroporto com as mãos cheias de bagagem e não conseguimos imprimir nem encontrar o e-mail de confirmação da reserva? Agora a chave é a nossa voz! Com os Atalhos da Siri no app da Hoteis.com, você tem todas as informações que precisa com apenas um comando de voz, sem nenhum estresse ou complicação”, explica Daniel Craig, Vice-Presidente do Departamento de Mobile da Hoteis.com. “O uso de comandos de voz no planejamento de viagens é uma tendência crescente e este é o recurso perfeito para os viajantes de hoje, que necessitam de informações imediatas nas pontas dos dedos, ou melhor, na ponta da língua!”, completa Craig.

O premiado app da Hoteis.com é um dos mais bem avaliados (+ de 4,5 estrelas) nas lojas da Apple e Android. Disponível para download em dispositivos iOS e Android, o nosso app é a maneira mais fácil de reservar as suas viagens. Além disso, você ganha descontos na hora e diárias grátis para futuras estadias.

*Comissionada pela Hoteis.com, em outubro e novembro de 2016, a One Poll conduziu a pesquisa Mobile Travel Tracker com 8.377 entrevistados de 28 países.

Tags, , , , ,

Hughes investe em desenvolvimento profissional

A Hughes, líder mundial em telecomunicações via satélite, investe em desenvolvimento profissional por meio de incentivo à educação com aporte financeiro em cursos de especialização, língua estrangeira (inglês e espanhol), MBAs, mestrados e até mesmo cursos de graduação. Essa iniciativa faz parte do compromisso da empresa de manter seu time em constante atualização profissional, capacitado e preparado para os desafios e o futuro, e, acima de tudo, engajado e motivado nos projetos pessoais e profissionais na Hughes.

“Mesmo em um momento de instabilidade econômica, a Hughes aumentou em 80% seu quadro de funcionários, desde o lançamento da unidade de negócios residenciais em 2016. Isso mostra o quanto estamos apostando em capital humano como força motriz da companhia”, afirma Rafael Guimarães, presidente da Hughes no Brasil.

Nos escritórios da empresa há aulas de inglês com professores contratados pela área de Recursos Humanos para todos os colaboradores que têm interesse em aperfeiçoar o idioma. Essa é uma forma de apoiar aqueles que querem iniciar o estudo da língua ou para quem deseja se manter atualizado e preparado para posições nas quais o idioma é necessário. Para quem prefere estudar em escolas, fora do escritório, a Hughes também subsidia parte dos custos.

Para se candidatar a algum curso externo, o funcionário precisa contar com pelo menos um ano de atuação na Hughes e apresentar desempenho elevado. “Oferecemos subsídios financeiros para que o funcionário possa se desenvolver dentro da companhia, por meio de cursos de médio e longo prazo, de acordo com as competências requeridas pela empresa e o plano de desenvolvimento acordado”, comenta Valeria Motta, diretora de RH da Hughes.

Alessandro Silva, gerente de serviços de campo para o negócio de banda larga residencial, foi contemplado com esse subsídio para a realização do mestrado profissional em gestão para a competitividade, na FGV. No decorrer do mestrado, Alessandro realizou intercâmbio na Egade Business School, no Tecnológico de Monterrey, na cidade do México, e na Pontifícia Universidade Católica do Chile, em Santiago. Posteriormente, também foi selecionado para realizar um curso de pós-graduação no MIT, impulsionando ainda mais seu conhecimento e experiência.

“Graças à oportunidade de cursar o mestrado na FGV é que tive acesso a essas universidades internacionais. O apoio da empresa foi fundamental em todo o processo, não apenas com o subsídio do mestrado, mas também com a carta de recomendação para que eu fosse aceito no MIT. Tenho procurado aplicar o conhecimento adquirido aqui na empresa, além de compartilhar a experiência vivida com meus colegas de trabalho. A Hughes é uma empresa que tem visão de longo prazo e por isso investe em seus funcionários”, ressalta Silva.

Sidnei Pereira, que hoje ocupa o cargo de gerente de pré-vendas da Hughes no Brasil, começou na empresa em 2008, como estagiário da área de produtos. A partir de então galgou posições estratégicas na companhia, desenvolveu-se profissionalmente e recebeu apoio financeiro para realizar um MBA voltado a administração de empresas na FGV.

“Realmente a empresa se preocupa com a qualificação e o desenvolvimento de seu quadro de colaboradores e sempre está investindo para que sejamos cada vez mais qualificados. Fiz cursos de redes IP, de rede satélite, de plataforma de satélite nos EUA, de inglês e espanhol, tudo porque a Hughes acreditou em mim como profissional e me ofereceu a oportunidade de crescer e fazer parte de uma gigante de telecomunicações”, afirma Pereira.

A Hughes é a única prestadora de serviços gerenciados via satélite que utiliza tecnologia própria em suas operações e também o principal fornecedor mundial de serviços de satélites de banda larga, produtos e soluções de redes gerenciadas. Com 50 anos de atuação no Brasil, a companhia americana chegou ao País em 1968 e foi a responsável pela venda dos primeiros satélites de telecomunicações brasileiros.

Tags, , , , ,

Operadoras de telecomunicações demonstram como a conectividade beneficia a sociedade no Futurecom 2018

O espaço Telco Transformation na área de exposição da 20ª edição do Futurecom – maior e mais importante evento de tecnologia e telecomunicações da América Latina , que será realizado pela Informa Exhibitions entre 15 e 18 de outubro no São Paulo Expo, em São Paulo (SP) – será dedicado a demonstrações de soluções e produtos que as operadoras brasileiras consideram relevantes para os desafios da transformação digital, tema central do Congresso Futurecom que, além de contar com os presidentes de todas as operadoras, terá o Chief Data Officer do Grupo Telefónica, Chema Alonso, apresentando a estratégia mundial da empresa. Com expectativa de receber 18 mil visitantes & uacute;nicos neste ano, o Futurecom tem o objetivo principal de demonstrar como os recursos que a tecnologia e a conectividade – esta proporcionada pela infraestrutura das operadoras de telecomunicações – vão solucionar as demandas da sociedade daqui para frente, tanto do ponto de vista de negócios quanto na melhoria da qualidade de vida da população.

De acordo com Hermano Pinto, diretor de portfólio da Informa Exhibitions e responsável pelo Futurecom, as soluções tecnológicas, a Inteligência Artificial e a hiperconectividade disponíveis já são capazes de antecipar a resolução de problemas antes mesmo que eles existam. “No espaço Telco Transformation, inserido no centro do pavilhão de exposições do Futurecom, o visitante poderá conferir novas soluções e serviços que as operadoras de telecomunicações oferecerão a seus clientes, cada vez mais imersos em um ambiente disruptivo.” Telco Transformation terá demonstrações práticas da velocidade de conexão e das possibilidades da 5G.

“Nesta edição comemorativa de 20 anos, o Futurecom reflete agora o ecossistema de Transformação Digital que vai mostrar como blockchain, inteligência cognitiva e artificial, machine learning, realidade virtual e aumentada, cidades inteligentes, segurança de dados, big data e analytics proporcionam novas experiências que irão impactar as relações na Economia 4.0”, segundo Hermano Pinto. O evento está renovado pela sua organizadora, Informa Exhibitions, e terá espaços destinados a expor aplicações que envolvem diretamente a conectividade que depende da infraestrutura de conectividade. É o caso, por exemplo, da área que reserva demonstrações de Internet das Coisas ou o Espaço Redes – exposição de empresas com foco em redes, serviços, integração e fornecedores de infraestrutura e equipamentos auxiliares. Outra área é o Futuretech, um ambiente desenvolvido especialmente para mostrar as tecnologias que impulsionam a disrupção e a forma de fazer negócios. As startups, as aceleradoras e o meio acadêmico terão o espaço Inovação, contanto com um ambiente especialmente criado para ajudá-los em mentoria, dinâmicas, hackathons e busca de investidores.

Tags, , ,

IBM dá um passo importante para abrir a chamada ‘caixa-preta’ da inteligência artificial

A IBM apresentou hoje uma nova tecnologia que dá às empresas mais transparência nos modelos de Inteligência Artificial (IA).

O novo serviço de software, disponível na nuvem, com novos recursos de confiança e transparência, dá visibilidade sobre os parâmetros que a IA usa para chegar às recomendações e detecta automaticamente vieses no momento em que os sistemas estão em execução. Para apoiar a adoção de projetos em IA, a companhia irá disponibilizar para a comunidade open source ferramentas e materiais de educação para incentivar a colaboração global em torno do gerenciamento do viés na IA.

Resultados de uma nova pesquisa do Institute for Business Value da IBM revelam que, enquanto 82% das empresas estão considerando implementações de IA, 60% ainda temem problemas de responsabilidade e compliance e 63% não possuem habilidades internamente para gerenciar com confiança a tecnologia.

“A IBM liderou o setor ao estabelecer princípios de transparência para o desenvolvimento de novas tecnologias de IA”, disse Beth Smith, General Manager para Watson AI na IBM. “É hora de traduzir princípios em prática. Estamos dando nova transparência e controle às empresas que usam inteligência artificial e enfrentam o maior risco potencial de qualquer tomada de decisão incorreta”.

A tecnologia é executada na IBM Cloud e ajuda as organizações a gerenciar sistemas de inteligência artificial de uma ampla variedade de players do setor. IBM Services também trabalhará com as empresas para ajudá-las a aproveitar o novo serviço de software.

Visibilidade nas decisões de IA – Como a tecnologia funciona

Os novos recursos de Confiança e Transparência da IBM trabalham com modelos construídos a partir de uma grande variedade de estruturas de machine learning e ambientes construídos com inteligência artificial, como Watson, Tensorflow, SparkML, AWS SageMaker, and AzureML. Isso significa que as organizações podem aproveitar esses novos controles para a maioria dos códigos de IA e demais plataformas utilizadas por outras empresas que atuam neste mercado.

O serviço de software pode ser programado para monitorar os fatores de decisão de qualquer workflow de negócio, podendo ser personalizado para o uso específico das organizações. Além disso, ele é totalmente automatizado e explica a tomada de decisões ao longo da execução. É importante ressaltar que também recomenda automaticamente que dados sejam adicionados ao modelo para ajudar a atenuar qualquer tendência de viés detectada.

As explicações são fornecidas em termos fáceis de entender, mostrando quais fatores ajustaram a decisão em uma direção versus outra, apontando a confiança na recomendação e os fatores por trás dessa confiança. Além disso, os registros de precisão, desempenho, equidade do modelo, e a linhagem dos sistemas de inteligência artificial são rastreados e direcionados para atendimento ao cliente, por motivos regulatórios ou de conformidade – tais como o cumprimento da GDPR.

Todos esses recursos são acessados por meio de painéis de controle visuais, dando aos usuários de negócios a capacidade sem precedentes para compreender, explicar e gerenciar decisões indicadas por IA e reduzir a dependência de habilidades específicas desta tecnologia.

A IBM também está disponibilizando novos serviços de consultoria para ajudar as empresas a projetar processos de negócios e interfaces entre inteligência artificial e humanos para minimizar ainda mais o impacto do viés na tomada de decisões.

Capacitando a comunidade de código aberto para construir uma IA mais justa

Além disso, IBM Research está disponibilizando para a comunidade de código aberto o toolkit de ferramentas AI Fairness 360, que consiste em uma biblioteca de novos algoritmos, códigos e tutoriais que fornecerá aos acadêmicos, pesquisadores e cientistas de dados ferramentas e conhecimento para integrar detecção de preconceito, enquanto constroem e implementam modelos de machine learning.

Embora outros recursos de código aberto tenham se concentrado apenas na verificação de viés nos dados de treinamento, o toolkit de ferramentas IBM AI Fairness 360 criado pela IBM Research ajudará a verificar e atenuar o viés nos modelos de IA. Com isso, convidamos a comunidade global de código aberto a trabalhar em conjunto para promover a ciência e facilitar a abordagem do viés na IA. Mais detalhes sobre a tecnologia podem ser lidos neste link.

Estudo revela prioridades e obstáculos para a implementação de IA convencional

De acordo com o estudo recente da IBM com cinco mil executivos sênior, o IBM Institute for Business Value AI 2018 Report, há uma mudança significativa na forma como os líderes de negócios analisam o potencial da IA para impulsionar o valor comercial e o crescimento da receita.

Entre as principais descobertas:

– 82% das empresas e 93% das empresas de alto desempenho estão considerando ou avançando na adoção da IA com foco na geração de receita.

– 60% temem questões relacionadas a confiança e 63% não possuem as habilidades para aproveitar o potencial da IA.

– Os CEOs percebem o maior valor da adoção da IA em TI, segurança da informação, inovação, atendimento ao cliente e gerenciamento de riscos.

– A adoção da IA é maior e provavelmente acelerará mais rapidamente em setores mais digitalizados, como os serviços financeiros.

Tags, , , ,