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GFT contrata Simone Pittner para liderar transformação Agile

A GFT, empresa de Tecnologia da Informação especializada em Digital para o setor financeiro, dá mais um passo para se tornar uma empresa 100% Agile e contrata Simone Pittner para liderar toda a transformação cultural da empresa, em curso há dois anos. A profissional chega à companhia com a missão de envolver as três unidades em torno das metodologias ágeis.

Para Simone, que acumula passagens pela BLUE Agile, Adaptworks, SocialBase e Diebold e BM&FBovespa (atual B3), a GFT já avançou diversos níveis no seu percurso de transformação e o objetivo agora é fazer com que o conceito se torne o DNA da companhia em todos os departamentos. “Eu chego para liderar a jornada Ágil. Hoje, todo o management já trabalha com esse direcionamento e, agora, precisamos fazer com que os outros profissionais respirem o Lean Agile, reforçando-o em DNA da companhia e envolvendo áreas estratégicas como RH, Contratos e o jurídico”, afirma a profissional.

Agilista desde 2008, Pittner é Engenheira de Telecomunicações e Software, psicopedagoga e palestrante com experiências práticas e teóricas em agilidade com certificações SPC4, CSP, Mng3.0 and Lean Change Facilitator, ACC-ATF-ICAgile Facilitator, entre outras. A executiva é também conselheira Fiscal da Agile Alliance, membro da comissão organizadora do Agile Brazil desde 2012 e do Agile Trends desde 2013.

De acordo com Marco Santos, managing director da GFT Latam, a chegada da Pittner representa um impulso adicional na implementação do Lean Agile. “Estamos acelerando o nosso processo de adoção e podemos responder cada vez mais prontamente às inovações que essas metodologias oferecem para disponibilizá-las aos nossos clientes”, complementa Santos.

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Siemens apresenta seu portfólio completo para Fábrica Digital

A Siemens, uma das líderes mundiais em soluções de digitalização, infraestrutura, automação, drives e softwares para a indústria, apresenta durante a Feira de Hannover seu portfólio para a Fábrica Digital. Em uma entrevista coletiva do evento alemão no dia 23 de abril, Klaus Helmrich, membro do Conselho de Administração da Siemens AG, destacou que “com a implementação das soluções para a Fábrica Digital, os usuários e clientes podem aproveitar todo o potencial da Indústria 4.0”.

No estande D35 de 3.500 m2 no pavilhão 9 da feira, a Siemens usa o lema “Fábrica Digital – Implemente agora” para mostrar como as empresas de qualquer porte podem usar o portfólio de produtos e soluções para Fábrica Digital em vários setores para garantir vantagens competitivas reais. “Com as nossas soluções, nossos clientes já se beneficiam de maior flexibilidade, menores prazos para colocar produtos no mercado, maior eficiência e melhor qualidade, e tudo isso com as operações em andamento. Dessa forma, eles estão comprovando os benefícios e o valor agregado que a Siemens Digital Enterprise oferece para as indústrias de processos e manufaturas variados”, disse Helmrich.

O foco está no aumento da variedade de soluções para a Fábrica Digital, incluindo soluções que apresentam maior flexibilidade para projetos, processos de fabricação e estruturas. Isso inclui soluções para gêmeos digitais, que são usados para criar um modelo virtual holístico da cadeia de valor, além do portfólio de automação líder mundial da Siemens e o MindSphere, sistema operacional de IoT aberto na nuvem. Conectar-se ao MindSphere é um dos aspectos fundamentais dos novos modelos de negócios orientados por dados para os clientes. “Com a criação do MindSphere World, demos mais um passo para expandir o ecossistema em torno do MindSphere com nossos clientes e parceiros. Para os nossos clientes, o sistema operacional MindSphere IoT fornece acesso a novas dimensões de conectividade e análise de dados. Além disso, o Conselho de Administração do MindSphere World já aprovou 16 novos candidatos que pretendem participar da associação”, afirmou Helmrich.

Para o desenvolvimento de aplicativos na nuvem, a Siemens também está abrindo novos caminhos na Feira de Hannover, onde – com clientes e parceiros – apresenta os mais recentes desenvolvimentos e aplicativos para o MindSphere Além disso, como parte do MindSphere Open Space Challenge, desenvolvedores e startups externos estão colaborando na criação de abordagens criativas para novas soluções e modelos de negócios baseados no MindSphere.

Na Feira de Hannover, a Siemens também apresenta aplicativos de dadoss; por exemplo, com o conceito Siemens Industrial Edge, uma solução que permite aos usuários aproveitar, localmente, funcionalidade estendida e maior desempenho, combinados com controle total sobre os dados. Na área de manufatura aditiva, a Siemens oferece um portfólio totalmente integrado e um mercado virtual – a Siemens Additive Manufacturing Network. Aqui, diferentes empresas, incluindo fornecedores, usuários atuais e clientes potenciais de soluções de impressão 3D, podem entrar em contato e estabelecer relações comerciais.

Na era da digitalização, garantir um nível adequado de cibersegurança é um pré-requisito para proteger dados confidenciais. Quando se trata de cibersegurança para aplicativos e infraestruturas industriais, a Siemens continua promovendo avanços e, com base no conceito “defesa em profundidade”, a empresa está disponibilizando um amplo portfólio de produtos e serviços para o setor industrial. Esse portfólio fornece soluções de segurança para instalações e redes, assim como para integridade de sistemas.

Na Feira de Hannover 2018, a Siemens usa a indústria automotiva como exemplo para ilustrar como a flexibilidade no projeto e a eficiência na fabricação de veículos podem se beneficiar da digitalização. O portfólio para Fábrica Digital oferece as soluções necessárias para obter esses benefícios, incluindo aspectos como a integração total de cada estágio da produção e o desenvolvimento de uma base uniforme para os dados, do projeto do carro ao planejamento da produção e fabricação do carro, além da prestação de serviços de acompanhamento. Isso se aplica tanto à construção de novas instalações de produção quanto à modernização das fábricas existentes, principalmente quando se trata de expandir o portfólio para incluir veículos elétricos e híbridos.

A transformação digital da indústria de processamento já está em pleno andamento. A Siemens oferece o portfólio necessário de soluções com hardware e software integrados, permitindo que empresas de qualquer porte implementem a digitalização. No estande da Siemens, os visitantes da feira podem ver como o cliente Dulux usa com sucesso o portfólio de soluções digitais da Siemens na primeira fábrica digital de tintas. Um modelo virtual da fábrica real – o chamado “gêmeo digital” – oferece aos operadores da fábrica, como a Dulux, flexibilidade para atender rapidamente às exigências do mercado em constante mudança, por exemplo, realizando a produção de tintas nas cores da moda ou em lotes menores.

A indústria aeroespacial é considerada altamente avançada em termos de transformação digital. A grande procura por seus produtos só pode ser atendida com aumentos de produtividade gerados por por um alto nível de automação combinado com ferramentas e fluxos de trabalho digitais. Com o portfólio voltado para Fábrica Digital da Siemens, as empresas de pequeno, médio e grande porte podem obter essas melhorias para garantir competitividade internacional. Um nível maior de flexibilidade possibilita a fabricação eficiente de modelos cada vez mais diversos , mesmo quando são produzidos em quantidades menores. Na Feira de Hannover 2018, a Siemens exibe exemplos concretos para demonstrar essas capacidades.

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Tecnologia Festo vence competição de Design na Alemanha

A Festo, multinacional alemã líder em automação industrial, foi vencedora do The German Design Award 2018, um dos prêmios de Design mais importantes do mundo. A Festo levou Ouro para o BionicCobot, por um Design de Produto Bem-sucedido.

O BionicCobot é um braço robótico, similar à um braço humano, que une design e engenharia. A sua grande flexibilidade de operação e cuidado nos detalhes são os elementos que o tornam tão diferenciado. Além disso, para seu funcionamento, o BionicCobot utiliza o inovador produto Motion Terminal.

De acordo com Dr Elias Knubben, Chefe do Projeto Bionics, o BionicCobot foi desenvolvido com um design suave. “Os anéis de luz de LED permitem uma comunicação simples de indicação dos estados específicos do robô, como “ativo”, “erro detectado”, “risco de colisão”, que possibilita ao operador intuitivamente entender a máquina”, afirma o executivo.

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Transformação digital, agenda do CIO e internacionalização na pauta do Export Day 2018

Enquanto nos principais mercados mundiais os investimentos programados pelos CIOs para este ano estão direcionados ao crescimento e ao aumento de market share – cliente, no Brasil o foco principal é a transformação digital, às vezes confundida com a informatização da empresa. Esses dados, apresentados por William Hoffert, diretor de desenvolvimento de negócios do Gartner na palestra de abertura do Export Day 2018, fazem parte do estudo “A agenda do CIO para 2018”. Realizado pela consultoria, ele ouviu 3.160 executivos de 98 países responsáveis pela administração de um budget total de US$ 277 bilhões para investimentos em TI.

“Há tempos os CIOs brasileiros são pressionados a fazer mais com menos. Anos de contenção retardaram o avanço da TI no país, principalmente nas grandes empresas, mas a transformação digital tornou-se um imperativo comercial e é preciso tirar esses anos de atraso de alguma forma” disse William Hoffert.

O Export Day, promovido na semana passada em São Paulo pela Softex e pela Apex-Brasil, reuniu mais de 150 pessoas interessadas em levar seus negócios para além das fronteiras nacionais. Este ano, o encontro analisou de que forma o cliente pode colaborar para a expansão global das empresas de TI brasileiras.

No espaço da programação dedicado à apresentação de casos de sucesso de internacionalização nos segmentos de telecom, saúde, varejo e fintech foram abordados os cases da BRQ, Icaro Tech, MV, Navita e Propz. Para dialogar com eles, o painel CIOs trouxe representantes da Ericsson, SulAmérica, PepsiCo e Bradesco que, com intermediação da TGT Consult, debateram as possibilidades de inovação aberta junto a fornecedores de porte médio e startups.

Entretanto, a, expansão global demanda capital para investimento e por isso o Export Day reservou um painel especial para explicar como e quando captar recursos junto a fundos de investimento e instituições financeiras. Ele contou com as participações de Thiago Ferreira, gerente de Comércio Exterior da BNDES; João Pirola, diretor de investimentos da Inseed; Paulo Caputo, sócio-fundador da Oria Capital; e Marcelo Vitali, sócio-diretor da ORBIZ, parceira da Imprimatur Capital baseada em Londres.

Outro aspecto relevante para o sucesso global de uma organização é a inovação e a criação parcerias adequadas que podem impulsionar o sucesso de uma organização no mercado externo, mas a sua sobrevivência no ambiente local. Foi o que abordou Mauricio Costa, diretor do HUB55, que representa a Universidade de Yale no Brasil e o programa Innovation Boost.

“O Export Day surgiu para ser um dia dedicado à discussão de estratégias de internacionalização. Nesta edição, entretanto, decidimos fazer isso focando na agendado CIO, com uma visão da demanda local face às tendências globais de headquarters de grandes corporações. Essa trilha será seguida ao longo de todo este ano”, destacou Guilherme Amorim, gestor do Projeto Setorial Softex.

A 5ª edição do Export Day marcou ainda o kick-off do International Way, uma boutique de soluções de baixo custo e atalhos construídos pela Softex para auxiliar o processo de internacionalização de forma mais ágil, enxuta e eficiente.

Segundo dados da Softex, as empresas de software e serviços de TI exportaram cerca de R$ 3,7 bilhões no ano passado e as 300 integrantes do Projeto Setorial Brasil IT+ colaboraram com a expressiva quantia de R$ 1,5 bilhão para a balança comercial do país.

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FGV abre feira virtual com expectativa de mais de mil vagas de estágio e emprego

A Fundação Getulio Vargas (FGV) promove, em parceria com a Vero Solutions, entre os dias 2 e 11 de maio, a terceira edição da feira virtual de Estágio e Emprego – a FGV Talentos 2018. Devido ao sucesso da iniciativa nos anos anteriores, este ano a instituição ampliou parcerias com empresas de diferentes segmentos e conta com o patrocínio da Amil, Enel, Mattos Filho Advogados, Vivo e White Martins. O evento é gratuito e direcionado a estudantes de todo o Brasil que estejam cursando ensino superior ou pós-graduação e aos que concluíram o curso universitário nos últimos anos.

Dentro de um ambiente virtual (plataforma online em 3D), as empresas participantes devem divulgar mais de mil oportunidades de estágios, programas de trainee e vagas efetivas, além de selecionar virtualmente candidatos e divulgar conteúdo sobre carreiras e mercado de trabalho. Os participantes podem acessar informações e oportunidades de vagas em aberto nos estandes virtuais, assistir palestras, interagir com representantes das empresas, através de fóruns e chats online, e ainda participar de jogos sobre processos seletivos.

“Nosso objetivo é divulgar as oportunidades de estágio, programas de trainee e vagas de trabalho numa plataforma em que as empresas terão estandes virtuais e poderão selecionar os candidatos a partir da análise dos currículos, aplicação de testes e entrevistas, tudo isso online”, informam as organizadoras Beralda Lima, coordenadora de Estágio e Desenvolvimento de Carreiras da FGV no Rio de Janeiro, e Márcia Barroso, supervisora de Estágio da FGV Direito Rio. Nas duas primeiras edições, foram cerca de 80 mil visitas aos estandes virtuais e 32 mil candidaturas às duas mil vagas disponibilizadas.

As coordenadoras do evento avaliam a iniciativa como uma ação ecologicamente sustentável e com forte impacto social na orientação e inserção de jovens no mercado de trabalho. “O evento alinha-se com a missão da FGV, que é a de contribuir para o desenvolvimento socioeconômico do país, e a proposta de ser virtual atende o perfil das novas gerações, por se tratar de um meio de comunicação que a eles é mais familiar”, explicam Beralda e Márcia.

As empresas participantes são: Amil, Brasil Júnior, Brookfield Energia, Centro de Integração Empresa Escola – CIEE/Rio, Cervejaria Ambev, Coca-Cola Brasil, Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV), Dow, Enel, Fundação Estudar, KPMG, Lojas Americanas, Mattos Filho Advogados, OLX, Procter & Gamble, Seja Trainee, Siemens, Souza Cruz, Veirano Advogados, Vero Solutions, Vivo, WallJobs, White Martins, FGV e Vero Solutions.

Para conhecer as empresas participantes, fazer inscrição ou obter mais informações sobre a FGV Talentos 2018, visite o site www.fgv.br/fgvtalentos.

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Empresas e entidades setoriais de tecnologia lançam a Coalizão Rio Digital

Foi lançada no Rio de Janeiro a Coalizão Rio Digital, uma mobilização da iniciativa privada com Organizações da Sociedade Civil (OSCs) e entidades setoriais para o empoderamento digital. Mais de 20 empresas, entidades de classe e instituições fazem parte do movimento para melhorar as perspectivas de futuro de jovens moradores de comunidades cariocas, capacitando-os tecnologicamente para o mercado de trabalho e para o empreendedorismo. A expectativa é que 8 mil jovens, entre 15 e 29 anos, sejam impactados diretamente no primeiro ano de operação.

A iniciativa busca mobilizar o setor privado, especialmente o de TI, para a oferta de cursos gratuitos de tecnologia com certificação reconhecida pelo mercado em regiões prioritárias do Rio de Janeiro. “A Microsoft entendeu a Coalizão Rio Digital como um chamado. Nós acreditamos que tecnologia é um motor de desenvolvimento econômico e social e nos colocamos como um dos atores que quer fazer a diferença dentro desse projeto”, comentou a presidente da Microsoft, Paula Bellizia.

Durante a cerimônia de lançamento, o presidente executivo da Brasscom, Sergio Paulo Gallindo, lembrou que o Rio precisa criar oportunidades para os jovens e que, curiosamente, a cidade acabou se tornando um exportador de mão de obra no setor de TI nos últimos anos. “Queremos ver nos jovens a possibilidade de almejarem um futuro melhor para suas vidas e suas famílias. Aproveitando essa que é a maior onda de oportunidades que se vê pela frente, que é a onda da transformação digital, ou também chamada de quarta revolução industrial”, disse Gallindo.

Segundo dados da Brasscom – Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação, entre 2013 e 2018 (até fevereiro), o mercado de trabalho de software e serviços no município do Rio de Janeiro recuou 17,9%, não acompanhando a trajetória de recuperação do mesmo mercado em escala nacional que avançou 2,2%. Até fevereiro de 2018, foram gerados 13 mil postos de trabalho em software e serviços no Brasil, enquanto no município do Rio de Janeiro foram perdidos 9 mil. Se em 2013 o município do Rio de Janeiro concentrava 8,4% dos empregos de software e serviços do Brasil, em 2018 essa concentração recuou para 6,8%.

Rodrigo Baggio, presidente da ONG Recode (antigo Comitê para Democratização da Informática), enfatiza que as principais organizações sociais do mundo já percebem que não é possível mudar o mundo em que vivemos se cada ONG, empresa ou governo faça a sua parte isoladamente. “Só por meio de coalizões e trabalhos colaborativos é que se pode gerar grandes transformações na sociedade”, afirmou.

A ideia da Coalizão Rio Digital é estimular o voluntariado de colaboradores das empresas participantes para mentoria aos jovens, além da criação de um banco de currículos para facilitar a oferta de vagas em posições iniciais nas empresas participantes e outras que venham a ter interesse.

Como primeira ação, a Coalizão Rio Digital trabalha no mapeamento de regiões prioritárias do Grande Rio e de organizações sociais localizadas em comunidades. A trilha formativa deve priorizar o uso consciente e cidadão da tecnologia, reforçando suas possibilidades para o desenvolvimento pessoal e profissional dos jovens. A média de formação deverá ser de 100 horas.

Outro resultado esperado pela Coalizão Rio Digital é o desenvolvimento de um case para democracia e cidadania digital, reunindo a experiência e as soluções tecnológicas das organizações participantes em iniciativa para gerar maior transparência, engajamento e eficiência na gestão pública.

A IBM, Microsoft, Cisco, Embratel, Salesforce, Stefanini, TOTVS, Resource, Capgemini, Equinix, BRQ, Dataprev, Schneider Electric, Abes Software, Assespro RJ, Brasscom, Fenainfo, Rio Soft, TI Rio, Unesco, ONG Recode, Lide Rio de Janeiro, Instituto Coca-Cola, Instituto Federal do Rio de Janeiro, Observatório das Favelas, Fundação Roberto Marinho, entre outros, já integram o projeto.

Sobre a Coalizão Rio Digital

A Coalizão Rio Digital é um movimento da sociedade civil e do setor privado, especialmente das empresas do setor de Tecnologia da Informação e Comunicação, que propõe ações concretas para melhorar as perspectivas de futuro dos jovens de 15 a 29 anos moradores de comunidades cariocas em situação de vulnerabilidade.

O movimento, que congrega mais de 20 empresas e entidades, acredita que a ação coletiva dos setores mais inovadores e criativos da indústria pode contribuir para acelerar o empoderamento digital desses jovens e facilitar oportunidades e novos caminhos para a geração de renda, reduzindo as inseguranças hoje vividas no Estado do Rio, e contribuindo efetivamente para o desenvolvimento da sociedade.

E-mail: contato@coalizaoriodigital.org.br

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Entenda como vai funcionar a nova regulamentação para fintechs de crédito

O Banco Central (BC) aprovou hoje (26) a regulação de fintechs de crédito, que estabelece dois novos tipos de instituições financeiras: Sociedade de Empréstimo entre Pessoas (SEP), correspondente ao modelo Peer to Peer Lending (P2P), ou empréstimo coletivo, no qual sites conectam pessoas (ou empresas) que estão buscando empréstimos a investidores buscando retornos acima da média; e Sociedade de Crédito Direto (SCD), onde empresas emprestam seu próprio capital para pessoas físicas.

Com a regulamentação, as fintechs que trabalham com crédito digital, poderão entrar com pedido de abertura de instituição financeira nas novas modalidades SEP ou SCD, o que as torna independentes e mais competitivas em relação aos bancos tradicionais. É o caso da Nexoos – fintech líder de mercado na modalidade Peer to Peer Lending (P2P) – empréstimo coletivo – que conecta pequenas e médias empresas que necessitam de empréstimos a potenciais investidores.

Para as fintechs pertencentes à SEP, houve uma mudança importante no limite máximo de risco que o investidor pode tomar, comparando com o edital de consulta público lançado em Agosto de 2018. No primeiro edital este limite era de R$ 50 mil por investidor, considerando todas as suas operações na nova modalidade. Na nova proposta, o Banco Central regulamentou um limite de R$ 15 mil por operação, mas sem limitar a quantidade de operações. “Esta mudança representa um grande avanço para o setor, pois viabiliza o modelo de negócio e incentiva a diversificação”, afirma Daniel Gomes, CEO da Nexoos.

A regulamentação permite ainda que as fintechs ofereçam serviços de análise de crédito, atuar como corretor de seguros e, ainda, emitir moeda eletrônica. Atualmente as fintechs trabalham como correspondentes bancários de instituições financeiras parceira para poder oferecer empréstimos. “A regulação proposta é muito positiva, pois vai trazer mais competição e eficiência ao mercado, e, portanto, tem potencial de reduzir a taxa de juros. Quem ganha é o consumidor final”, comenta Gomes. A regulamentação também estimula o surgimento de novas fintechs, além de possibilitar o crescimento das fintechs que já atuam no mercado.

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Regulação das Fintechs de crédito traz confiança ao mercado, declara ABFintechs

O Conselho Monetário Nacional (CMN) acaba de anunciar a regulamentação das fintechs (empresas de tecnologia financeira) do segmento de crédito. Para a ABFintechs (Associação Brasileira de Fintechs) – que formou um grupo de trabalho específico para responder a Consulta Pública do Banco Central do Brasil para a criação das resoluções nº 4.656, 4.657 e 4.658 – a regulamentação tende a dar maior segurança e credibilidade às operações das fintechs de crédito. “O processo de co-criação da legislação adotado pelo Banco Central é muito bem visto pelas fintechs. Enxergamos a legislação como um apoio e reconhecimento à inovação das fintechs e ao seu poder de auxiliar a população a acessar serviços financeiros de qualidade e a custos mais acessíveis”, afirma Mathias Fischer, Diretor de Regulação da ABFintechs.

Nos últimos meses, a Associação realizou mais de seis reuniões, por meio de seu grupo de trabalho, e contou com a participação de 32 fintechs e a assessoria do Escritório Mattos Filho Advogados. “Nosso diálogo com o Banco Central tem sido positivo desde o princípio, portanto acreditamos que a regulação, de forma geral, gere maior respaldo aos negócios das fintechs de crédito, fomentando uma competição mais saudável no mercado. Apesar das fintechs atuarem legalmente, as regras existentes até então não haviam sido criadas especificamente para elas. Agora será possível operar de maneira regulada e sob a supervisão do Banco Central, o que gera maior confiança a todos os envolvidos no negócio”, complementa Fischer.

A Associação também está formando um novo grupo de trabalho para discussão das obrigações que estas empresas passarão a ter. “Com a nova regulação as fintechs de crédito passarão a ser enquadradas como instituições financeiras, com isto haverá necessidade de divulgação de dados para o Banco Central, o que é importante para a manutenção da solidez de nosso sistema, mas pode trazer custos adicionais para as fintechs”, afirma o Diretor de Regulação da ABFintechs.

A Associação irá conduzir análise detalhada da aceitação de suas sugestões irá se posicionar caso entenda que haja necessidade de ajustes na norma.

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Como funcionários honestos acabam caindo em armadilhas

Por Vladimir Prestes

Sei, por experiência própria, que incidentes no campo da segurança da informação frequentemente devem-se ao despreparo dos funcionários honestos. Há mais de dez anos trabalhamos no desenvolvimento de sistemas corporativos para prevenção de vazamentos de informações, em outras palavras – DLP (Data Loss Prevention). E as principais razões pelas quais os funcionários envolvem-se em situações desagradáveis são: negligência em relação às regras de segurança da informação, confiança excessiva nos colegas e o simples descuido.

Um estudo recente de nossos analistas mostrou que na maioria das empresas russas (84%) os funcionários assinam um contrato de confidencialidade de dados corporativos. Treinamentos sobre segurança da informação são realizados em 72% das organizações. Mas a eficiência dessas medidas será mínima até que os próprios funcionários entendam a importância dessas regras. Somente nesse caso poderíamos esperar um resultado positivo.

Vítimas Inocentes, Otimistas Descuidados e Funcionários peculiares

Vazamentos de informações raramente acontecem por acaso. A motivação dos agentes internos é clara – geralmente está ligada a um ganho pessoal. Porém, tudo é mais complicado quando funcionários honestos estão envolvidos em vazamentos de dados. Analisando tais incidentes, chegamos à conclusão de que todos os agentes internos “involuntários” podem ser divididos em três grupos.

Vítimas Inocentes

Este grupo inclui funcionários desavisados, enganados intencionalmente por um dos colegas. Na empresa de um de nossos clientes, os agentes de segurança da informação identificaram que um dos funcionários armazenava em seu disco local documentos importantes aos quais ele não deveria ter acesso. Esta era uma violação grave do regulamento interno, que exigiu uma investigação urgente. Descobriu-se que um software para acesso remoto era usado frequentemente no computador deste funcionário, o que era desnecessário para a realização de seu trabalho. A investigação do serviço de segurança revelou que o funcionário suspeito de violações nem sabia sobre o armazenamento dos arquivos em seu computador. O culpado era, na verdade, um especialista técnico da empresa que usava o computador do nosso “herói” para armazenamento temporário antes de transferir os dados confidenciais para terceiros.

Otimistas descuidados

Assim eu chamo aqueles funcionários que se tornam autores de vazamentos por negligência, ignorância ou ingenuidade. Darei um exemplo. Ao se demitir, o funcionário de uma Construtora enviou documentos de trabalho para sua caixa de e-mail pessoal. Entre os quais, como se constatou, encontrava-se também informação confidencial. O funcionário não suspeitava de que havia feito o download de dados sigilosos e nem de qual era o valor dos mesmos. Os agentes de segurança da informação perceberam a tempo e conseguiram evitar o incidente. No entanto, se esses dados tivessem chegado aos concorrentes, devido à negligência do ex-funcionário da empresa, os prejuízos causados seriam de 169 mil dólares em apenas um ano.

Funcionários peculiares

Esses funcionários são “inofensivos” até que algo os provoque. Em suas vidas pessoais, há “pontos fracos”, dos quais pessoas mal-intencionadas podem tentar se aproveitar. Por exemplo, dívidas, dependência química ou alcoolismo, ou outros vícios que possam ter existido no passado do funcionário. Os agentes de segurança da informação consideram esses funcionários um grupo de risco, uma vez que criminosos podem acabar usando tais “peculiaridades” para chantageá-los.

Outro caso obtido em nossa experiência. Em uma empresa, por motivos desconhecidos, foram selecionados os mesmos fornecedores, embora as condições propostas não fossem as melhores. Os agentes de segurança da informação começaram a monitorar a especialista responsável pelo setor de compras. A primeira suspeita, de que a funcionária recebia propinas, não foi confirmada.

No entanto, os agentes de segurança notaram outro fato interessante. A moça, especialista de compras, se comunicava frequentemente com um colega de outro departamento. Percebeu-se que havia um “clima” entre os dois jovens. E justamente esse sentimento foi usado pelo rapaz para persuadir a garota a escolher os fornecedores dos quais ele recebia “bônus”.

Como evitar que incidentes aconteçam por descuido dos funcionários

Os incidentes decorrentes de “vítimas inocentes” podem ser detectados (e especialmente evitados) apenas pelos agentes de segurança. A “vítima”, além do fato de não suspeitar do que está acontecendo, carece de habilidades técnicas e conhecimento profissional para detectar e neutralizar pessoas mal-intencionadas. Os agentes do serviço de segurança dirigem mais atenção aos funcionários com acesso a “informações sigilosas”. Mas os incidentes com funcionários do segundo grupo – aqueles que eu chamo de otimistas descuidados – acontecem com mais frequência por causa da falta de cuidado e negligência em relação às regras elementares de segurança. Darei alguns exemplos comuns.

O que é meu é seu

Os agentes de segurança da informação encontraram certa atividade em um computador a partir da conta de usuário de um funcionário que naquele momento estava de férias e não deveria estar realizando qualquer tarefa. Descobriu-se que antes de sair de férias, o funcionário deu todas as senhas para seu colega caso este necessitasse, tipo “se precisar de alguma informação, não me incomode, procure no meu computador você mesmo”. As regras internas da empresa proibiam categoricamente esse tipo de conduta. No computador do funcionário estavam armazenadas informações confidenciais, que, em caso de vazamento, acarretariam em sérios prejuízos financeiros e à reputação da empresa. Os vazamentos foram evitados a tempo, e o funcionário descuidado, teve que passar por treinamento adicional sobre as regras de segurança da informação.

Amantes de selfie

Na fábrica de um de nossos clientes, dois funcionários inesperadamente foram trabalhar no fim de semana. Na segunda-feira, o serviço de segurança analisou o que eles estiveram fazendo. Descobriu-se que os funcionários visitaram uma instalação secreta, tiraram fotos com um foguete desmontado ao fundo e postaram as fotos nas redes sociais. Os agentes do departamento de segurança reagiram prontamente ao incidente – e as fotos foram excluídas. A disseminação dessas informações levaria ao término do contrato com um cliente importante e à perda de mais de US $ 4 milhões.

Nuvens com segredos

A contadora-chefe de uma Transportadora enviou para uma nuvem pública um arquivo com grande volume de documentos. Ela não tinha más intenções – apenas queria facilitar sua própria vida. O serviço de segurança da informação procurou saber o que estava acontecendo, já que a empresa era uma sociedade limitada e a divulgação de algumas informações seria inaceitável. Depois de uma verificação na nuvem, constatou-se que a informação enviada não fora divulgada. Se ela chegasse aos concorrentes, os prejuízos da empresa seriam de cerca de 506 mil dólares.

A proteção da informação é uma medida necessária para reduzir os riscos do negócio. O treinamento e a instrução do pessoal no que diz respeito à segurança da informação é parte integrante dela. Essa é a única maneira de proteger os funcionários de falhas não intencionais durante o trabalho com dados confidenciais.

Vladimir Prestes é Diretor Geral da SearchInform no Brasil, líder russa em sistemas de segurança da informação há mais de 20 anos.

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Comércio eletrônico: 7 dicas para superar obstáculos na devolução de mercadorias

Por Juan D’Antiochia, Gerente Geral da Worldpay para a América Latina

Ano após ano, mais consumidores brasileiros têm adotado o comércio eletrônico, que no Brasil deve atingir US$ 23,7 bilhões até 2021, de acordo com o estudo Global Payments Report 2017 da Worldpay1. Na mesma proporção de alta nas vendas, mais consumidores esperam produtos de qualidade e estão prontos para devolvê-los caso não sirvam ou a cor e o estilo não agradem. Isso implica no aumento dos custos no processo de devolução para os comerciantes e pode ser um problema crítico no varejo.

Embora não haja uma fórmula mágica no cenário atual, é possível aos varejistas se destacarem nos setores que trabalham oferecendo políticas de devolução justas. Isso deixará os consumidores informados e atentos às regras e aos procedimentos durante a compra no eCommerce. Veja sete dicas que auxiliam consumidores e comerciantes no processo de devolução:

Descomplique

É importante procurar lojas na internet que tenham políticas de devolução transparentes e claras. Isso ajudará a evitar problemas no futuro. Vale a pena manter a política atualizada e acessível ao público em geral.

Prazos na medida certa

A duração da política de devolução é um fator chave na satisfação do cliente. Por isso, a logística reversa de troca ou devolução deve ser muito bem definida pela empresa. Além disso, o consumidor precisa estar atento aos prazos e em contato frequente com a loja a fim de acompanhar o processo.

Aproveite as mídias sociais

O consumidor deve verificar todos os detalhes sobre a mercadoria ao adquiri-la, observando imagens disponíveis e avaliando nas mídias sociais os comentários de outros usuários que já tiveram experiências anteriores. Ao promover produtos e serviços nos sites, é importante que as empresas tentem, ao máximo, ser fieis às características reais de cada item. Isso transmitirá confiança ao consumidor, melhorando o relacionamento. Uma política de atualização constante das imagens no site também é uma boa dica aos comerciantes.

Devoluções podem criar oportunidades

Nem toda devolução é uma experiência negativa desde que as regras de compra sejam claramente explicadas ao público. Se isso for seguido, o relacionamento do consumidor com o comerciante tende a melhorar, possibilitando novos negócios no futuro. O entendimento claro do cliente sobre a devolução e o controle rigoroso do comerciante, por meio de relatórios online, farão toda diferença em cada etapa do processo.

Aposte na simplicidade

Facilitar o lado do consumidor nas políticas de devolução é uma forma de conquistá-lo e fazer com que se fidelize à marca. O comerciante tem como aliado uma série de ferramentas de mercado que ajudarão no processo de forma muito prática. E o cliente ficará mais empolgado no momento das compras, caso necessite da devolução. Simplicidade e agilidade são palavras-chaves neste relacionamento.

Variedade no pagamento

Os pagamentos online têm se tornado cada vez mais populares, por isso, ao expandir os negócios, o comerciante tem que se certificar de que as formas de pagamento abrangem a maior variedade de perfis de clientes. Cartão de crédito, boletos e transferências bancárias são alguns poucos exemplos. Os consumidores terão à sua disposição diversas maneiras de fazer o pagamento, proporcionando maior eficiência ao processo de devolução.

Segurança é primordial

De acordo com o estudo Mobile Payment Journey2, 76% dos brasileiros afirmam que só baixam aplicativos de marcas que realmente confiam. Portanto, a segurança é um fator essencial para o consumidor e o comerciante oferecerá uma maior proteção no gerenciamento dos processos.

Essas dicas podem ajudar a melhorar o processo de devolução de produtos, promovendo um relacionamento mais estreito entre varejistas e clientes. O setor deve estar preparado para responder a consumidores mais conectados e inteligentes. É o momento de agir, usando todas as ferramentas disponíveis no comércio eletrônico.

1 Worldpay Global Payments Report 2017

2 Worldpay Mobile Payment Journey 2018

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Design Thinking: alternativa para cocriar e gerar resultados exponenciais

Por Silvia Aragão

Vivemos um ambiente dinâmico em que as empresas precisam promover a disrupção para tornar a oferta de serviços e produtos mais eficiente, que atenda às necessidades do consumidor e, ao mesmo tempo, contribua para a geração de novos negócios. O cliente é o centro de tudo e as empresas buscam inovação, que resulte numa experiência diferenciada, que faça o cliente pensar em ser fiel à marca – mesmo que por um determinando momento quando falamos das gerações Y e Z.

Segundo Salim Ismail, autor do livro “Organizações Exponenciais, muitas empresas estão satisfeitas com aquilo que funciona e, por isso, deixam de inovar. A sobrevivência de uma companhia depende da sua capacidade de se manter à frente da curva da tecnologia e abraçar as mudanças, a fim de se manter competitiva perante a concorrência. Nenhuma empresa poderá acompanhar o ritmo de crescimento definido pelas organizações exponenciais, se não estiverem dispostas a realizar algo radicalmente novo.

Nesse sentido, as corporações precisam revisitar seus propósitos e definir estratégias mais claras de atuação, que estimulem o envolvimento de todas as áreas para que possam cocriar soluções e modelos de negócio que façam sentido para as mudanças constantes e, cada vez mais rápidas, na era da transformação digital.

Para este momento de cocriação, várias organizações encontram inspiração no Design Thinking e, gradativamente, ampliam a utilização de Squads e metodologias Agile, que promovem um mergulho profundo em suas dores internas para encontrar a melhor solução. O mesmo procedimento é válido para identificar os problemas do cliente. Ao promover dinâmicas baseadas em Design Thinking, é possível trabalhar lado a lado com o cliente para cocriar juntos.

Esta forma de atuar em parceria – seja internamente ou com o cliente – tem demonstrado ser positiva em todos os segmentos de mercado, especialmente para as organizações que estão promovendo a transição para o mundo digital. O conceito de Design Thinking e o desenvolvimento de projetos com metodologia Agile vêm ganhando mais destaque com a necessidade das empresas de se conectarem de forma mais efetiva com o seu público-alvo, apresentando algo que realmente se diferencie de seus concorrentes, principalmente na forma de interagir e atender o cliente. A tendência é que esses pontos de interação com o consumidor se tornem mais amigáveis, utilizando tecnologias como a Inteligência Artificial, por exemplo.

A relação entre os clientes e as empresas de tecnologia mudou muito nos últimos anos. Antes, os clientes chegavam com uma demanda específica. Hoje, eles trazem desafios de negócios complexos para que possamos desenvolver soluções que gerem impactos positivos de curto e médio prazo. Para acompanhar essa transformação, a melhor alternativa é investir em processos criativos, que estimulem a cocriação, a partir do diálogo entre diversas áreas – tanto da empresa de tecnologia quanto do cliente. Assim, é possível construir um protótipo junto ao cliente, que poderá validar a experiência ou um novo produto.

Num mundo colaborativo e cada vez mais digital, a cocriação – dentro e fora da organização – tornou-se uma condição obrigatória para as empresas modernas que querem se transformar em exponenciais.

Silvia Aragão é diretora comercial e de novos negócios da Orbitall, empresa do Grupo Stefanini.

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Apple, Google, Samsung: o que os novos pays significam para o e-commerce brasileiro?

Por Rogério Signorini, Diretor geral da Braspag

O e-commerce segue crescendo no país. Foram 12% no ano passado, estimativas apontam para 15% em 2018 e agora o setor ganha importantes aliados: os novos pays. Os serviços de pagamento da Apple, Google e Samsung vêm fortalecer ainda mais este mercado, trazendo mais comodidade aos consumidores e mais chances de conversão para lojistas.

Segundo o estudo E-commerce Radar 2017, idealizado pelo Atlas, com o aumento da penetração de smartphones, a parcela de compras por dispositivos móveis cresceu de 22% para 31% entre 2016 e 2017, percentual que só tende a subir ainda mais, visto que, segundo projeções da FGV, o número de smartphones no Brasil deve se igualar em breve ao de habitantes, devendo chegar a 236 milhões em dois anos. Todos esses números só comprovam o enorme potencial de vendas que os novos pays trazem ao e-commerce. Mas em que consiste a tecnologia?

Para os e-commerces, os novos pays funcionam no formato de carteira digital. O usuário deve capturar a frente do cartão com a câmera do aparelho ou adicionar os dados manualmente. A cada transação, o cliente escolhe em sua carteira digital com qual cartão deseja pagar. O lojista recebe, a partir do aparelho, os dados do cartão de forma criptografada. Essa criptografia é transmitida à empresa responsável pelo gateway de pagamento, que decodifica os dados e transmite ao adquirente. Tudo de forma muito segura, tanto para o lojista quanto para o portador do aparelho. Nas transações online e em apps, um toque e o dedo posicionado no Touch ID confirmam a compra.

E falando em compras via aplicativos, de acordo com o Mobile Payment Journey, a nossa familiaridade com os smartphones, e mais ainda, com os apps, é notável: 78% dos brasileiros que possuem os aparelhos preferem comprar via app, número que fica acima dos 71% da média global. O mesmo estudo indica, porém, que ao mesmo tempo em que os brasileiros são atraídos pelos benefícios da velocidade e simplicidade de comprar via app, também abandonam as compras por desconfiar da segurança. Muito provavelmente os novos pays ajudarão a diminuir essa desconfiança. Vale lembrar ainda que os novos sistemas de pagamento também funcionam no varejo físico, por tecnologia de aproximação (NFC – Near Field Communitacion).

E se com todos esses números ainda não ficou clara a força dos novos pays para o comércio, aqui vai mais um dado: o potencial do Apple Pay no Brasil é de, inicialmente, 1,2 milhão de pessoas, segundo estimativas de mercado, pois esta seria a quantidade de clientes que acessam um dos bancos habilitados hoje por meio de um iPhone 6 ou superior (dispositivo compatível com a tecnologia). Imagine isso somado ao Google Pay – que conta com suporte do Bradesco, Banco do Brasil, Neon, Banrisul, Brasil Pré-Pagos, Caixa Econômica Federal e Porto Seguro – e ao Samsung Pay (este já disponível para dezenas de cartões com bandeiras Visa e Mastercard)?

Os novos pays vieram para ficar, ou melhor, para mudar a história dos meios de pagamento no Brasil e projetar ainda mais o crescimento do e-commerce. A tecnologia está aí, disponível para os consumidores e lojistas, basta começar a usar para escrever também suas próprias e bem-sucedidas histórias no comércio digital!

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Novos desafios para o setor de telecomunicação – Por Eduardo Santini

Analisando a evolução tecnológica que estamos vivenciando e que podemos classificar como a “Quarta Revolução Industrial”, nos deparamos com oportunidades e os desafios para as empresas, especialmente, para as do setor de telecomunicações.

Para contextualizar, vale lembrar que, se na primeira Revolução Industrial, iniciada na Inglaterra na segunda metade do século XV, houve a transição dos processos de manufatura impulsionados pela utilização da água, carvão e vapor. Já na segunda etapa, o foco foi o uso do aço, metalurgia, eletricidade, eletromecânica, e ainda sistemas de trabalho baseados nos modelos fordista e taylorista, impulsionadores da fabricação em massa. A Terceira Revolução Industrial deu início ao uso intensivo de computadores e os avanços da tecnologia da informação e da produção de automação. Podemos considerar que o momento em que vivenciamos hoje, a quarta etapa, baseia-se e será conduzida pela transformação digital, internet das coisas, robotização, inteligência artificial e pelos adventos derivados de dispositivos tecnológicos nos diversos setores estratégicos para o país, como por exemplo, o setor de saúde, energia e transporte.

Vivemos em um período de “fusão de tecnologias que transcendem as esferas física, digital e biológica”, conforme definido pelo fundador e presidente executivo do Fórum Econômico Mundial, Klaus Schwab, em um discurso recente.

Evidentemente que essa nova etapa gerará um impacto importante na sociedade e na economia. Diante disso, como acontece em todo momento disruptivo importante, dada a dependência de conectividade entre bilhões de dispositivos e pessoas, ela aparece como uma oportunidade imensa para a as empresas de telecomunicações, e de maneira mais radical, permitirá que aconteça.

Entretanto, para que essa promessa se torne realidade, os provedores de serviços e as operadoras de telecomunicações, principais atores desse novo cenário, precisam se transformar digitalmente. Dessa forma, devem oferecer uma nova gama de serviços para os clientes suportados por redes eficientes, automatizadas e com capacidade de transmissão de dados que permitam que vários parceiros se unam para criar novos modelos de negócios.

Para se ter uma ideia, o novo ecossistema móvel (com maior escalabilidade), que se aventa, representará uma contribuição de 4,6 trilhões de dólares no PIB global em 2022, segundo a pesquisa da GSMA (The Mobile Economy 2018), impulsionados principalmente por conexões entre máquinas e internet das coisas.

Por outro lado, ainda não se sabe exatamente quais novas demandas serão geradas com essa receita, estando ainda o caminho muito nebuloso o que de fato posiciona o tema como maior desafio da indústria para os próximos cinco anos. Mas sem dúvida alguma, o tema englobará uma mistura de produtos e serviços, como saúde, conteúdo e mídia, veículos autônomos, cidades inteligentes etc. O que se sabe é que maioria dessas novas oportunidades transformará o negócio e a maneira de relacionamento e interação com os clientes de forma jamais vista, demandará a união de diversos parceiros em uma única plataforma de negócios em que o cliente não terá conhecimento tácito de quem está realmente fornecendo qual parte do serviço. No entanto, apesar dessa impessoalidade, as principaispreocupações serão a experiência do consumidor e a entrega de ponta a ponta do serviço pelo qual ele pagou. Trata-se assim de uma oportunidade para a operadora de telecomunicações pensar em prover não apenas transmissão de dados, mas também passar a ofertar produtos complementares, podendo realizar assim uma integração vertical.

Embora haja uma grande centralidade em torno da transmissão de dados, o que vem hoje mantendo e gerando receitas para os operadores em função do declínio das receitas geradas pelos serviços de voz, SMS e roaming – em breve vivenciaremos o mesmo efeito que ocorreu no mercado de energia elétrica, que viu o seu principal produto se torna cada vez mais uma commodity. Nesse sentido, isso deveria representar uma preocupação para operadores de telecomunicações.

Uma coisa é certa: o serviço de dados continuará a ser cada vez mais baratos, viabilizando assim a conectividade. Se as empresas de telecomunicações não quiserem ser apenas um ator coadjuvante da Quarta Revolução Industrial, como as de eletricidade foram no passado, deverão liderar essa mudança, trazendo para si um uma centralidade na cadeia. E, só existe uma forma de fazê-lo que é colocando o cliente no centro de tudo.

Pensar e agir com a obsessão no cliente exige que as operadoras foquem cada vez mais na digitalização de serviços, visando maximizar a experiência do consumidor, tratando-o assim como um diferencial, e também buscar prover a essa experiência através dos diversos canais e pontos de contato, a longa busca pelo almejado omnichannel.

Vale lembrar que os consumidores, de fato, não se preocupam com a complexidade da entrega dos serviços e não se importam em saber quem entrega o que ou que parte do serviço. Na verdade, eles se preocupam em ter uma experiência integrada com um provedor que não só fornece a conectividade, mas também, produtos personalizados, de acordo com seu histórico de compra, utilização, e, a convergência e integração de um ou mais serviços.

Na nova cadeia de valor, as operadoras de telecomunicações não deveriam focar apenas, como outrora, na retenção dos clientes e na redução do churn (taxa de evasão ou rotação de clientes). Elas devem garantir um papel relevante nesse processo, construindo um relacionamento diferente do que existe hoje com oconsumidor, focando na oferta de serviços digitais personalizados.

Eduardo Santini é diretor de Tecnologia, Mídia e Telecomunicação da KPMG

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Gateway de fintechs: a importância nas integrações de soluções de pagamento

Por Thiago Arnese

Com a crescente demanda do mercado de pagamentos, novas fintechs são criadas anualmente. Segundo levantamento do Radar FintechLab, que monitora essas empresas, o setor teve um aumento na abertura das chamadas startups do mundo financeiro de 40% durante 2017, indicando a ampla adesão no mercado. Porém, a grande oferta pode ser também um problema quando as tecnologias não se comunicam entre si.

As companhias que atuam com essas tecnologias, seja para a emissão de boletos, conciliação de caixa, microcrédito, banco digital e muitas outras especificidades, acabam dificultando sua eficácia devido a quantia de informações e ferramentas que devem ser geridas e integradas, transformando essas tarefas, em algo complicado por causa da falta de integração com sua solução de frente de caixa.

Diante de um panorama de retomada econômica, as organizações precisam estar preparadas para atuar de maneira assertiva, de forma a alcançar rapidamente seu potencial mercado. Para isso, é fundamental contar com um bom parceiro que seja capaz de dar escabilidade conectando em uma gama muito maior de clientes e unificar as soluções utilizadas pelas corporações. Ou seja, é essencial para uma fintech escalar sua operação, atuar com um hub/parceiro que conecte diversos players.

Especificamente no ecossistema de pagamentos, há maneiras de criar a própria solução de pagamentos conectada de maneira fácil a fornecedores de hardware, logística, emissores de cartão e instituições de pagamentos.

Ao atuar com esse tipo de tecnologia, além de unificar as interfaces e garantir seu gerenciamento de maneira simples, as empresas também ganham uma receita financeira, dessa forma monetizando com a rede de estabelecimentos já existente.

Ao integrar as opções oferecidas por diversas fintechs, as empresas podem se beneficiar e aproveitar todo o potencial da unificação das ferramentas, resolvendo diversos problemas da gestão de pagamentos e expandindo seu potencial de lucro por meio da redução de custo e avanço da capacidade transacional, beneficiando toda a cadeia.

Thiago Arnese é fundador da Hash lab, empresa de tecnologia para o ecossistema de meios de pagamentos.

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Nove em cada dez profissionais pretendem trabalhar em uma startup, revela pesquisa

Nove em cada dez profissionais estão dispostos a trocar o tradicional ambiente corporativo por uma startup. É o que revela pesquisa exclusiva realizada pela Michael Page, empresa líder mundial em recrutamento executivo de média e alta gerência, parte do PageGroup. De acordo com o levantamento da consultoria, sete em cada dez executivos estão dispostos a abrir mão de parte do salário para ter mais flexibilidade de horário e por acreditarem em uma maior qualidade de vida para atuarem em novos modelos de negócio.

“As startups estão vindo com propostas inovadoras e isso tem chamado muito a atenção de executivos que atuam no mercado tradicional. Além de modelos disruptivos e dinâmicos, essas empresas oferecem a possibilidade de profissionais se destacarem e crescerem junto com elas. É um tipo de desafio que tem despertado o interesse de muitos executivos, de olho não apenas em remuneração, mas em outros aspectos, como flexibilidade de horários e em estruturas mais enxutas e menos hierarquizadas. Tem sido um diferencial na hora de atrair grandes talentos do mercado”, analisa Genis Fidelis, gerente da Michael Page.

A pesquisa foi realizada em março deste ano contando com a participação de cerca de 1000 executivos de alta e média gerência para entender a relação desse público com as startups.

O levantamento também procurou saber se os profissionais estariam dispostos a responder para um presidente de startup mais novo que eles. De acordo com 96% dos respondentes, eles se sentiriam bem em lidar com essa questão ante 4% contrários à subordinação de um presidente mais jovem.

A pesquisa buscou entender dos executivos se o perfil profissional deles estava adequado para trabalhar em uma startup. Foram 94% os que se julgaram apropriados para embarcar em um novo modelo de negócios enquanto 6% informaram que não possuem as características ideais para vagas desse gênero.

Outros aspectos foram identificados no levantamento. Oito em cada dez respondentes julgaram-se aptos tecnicamente a liderar um projeto de startup. Há um grupo de 63% apostando que ainda há muito o que acontecer no mercado de startups. E, ainda, 54% creditam que há preconceito dos executivos de startups com profissionais de idade mais avançada.

“Essa pesquisa traz revelações importantes sobre a disposição dos profissionais em atuar num modelo de startup e como eles imaginam que são percebidos pelos líderes dessas empresas. São informações reveladoras e que podem apontar novas tendências no recrutamento e seleção de candidatos”, destaca Genis Fidelis.

Contratação de executivos em startups cresce 50%

As startups não têm poupado esforços para atrair profissionais qualificados. De acordo com dados da Michael Page, a procura por analistas, especialistas, coordenadores e gerentes cresceu 50% até março deste ano frente o mesmo período do ano anterior. Ainda de acordo com a consultoria, os cargos mais demandados foram Customer Hapiness, Marketing de Performance, Marketing de Transformação Digital e User Experience.

“As startups querem profissionais orientados ao desafio e à inovação. Buscam pessoas dedicadas ao negócio e orientadas ao resultado. Os executivos com boa formação técnica, de bons relacionamentos e perfil analítico, são os mais desejados por essas empresas”, explica o consultor. O salário médio para executivos de porte gerencial desses níveis está em torno de R$ 18 mil.

O consultor explica ainda que, para aqueles que ainda pretendem migrar para esse universo, há alguns cargos que devem ser mais demandados nos próximos anos. “Há expectativa de alta demanda para posições mais sêniores como gerentes sêniores de canais digitais, gerentes sêniores de UX e Customer Success Managers”, conclui.

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Atos apresenta oito tecnologias inovadoras para 2018

A Atos, empresa líder global em transformação digital, anunciou o lançamento de oito novas ofertas para 2018. São soluções em diferentes áreas da tecnologia, desde comunicação e colaboração para digital workplace, passando pela utilização de blockchain para novas formas de pagamento, até soluções disruptivas para telefonia e cibersegurança.

Entre as novidades estão o Hoox K31 for Business, um novo modelo de smartphone com alta segurança contra ciberataques, a Worldline Coffe Machine, uma máquina de café conectada e o TOTAL eWallet, um sistema de pagamento para carros conectados. Algumas destas novidades já foram apresentadas no Mobile World Congress, evento realizado em fevereiro em Barcelona, outras devem ser levadas pela Atos a outros eventos durante o ano, tanto na Europa como no Brasil.

Telefonia ultra segura

O Hoox K31 é o novo modelo de smartphone ultra-seguro da linha Hoox for Business. Baseado em Android, o smartphone garante comunicações seguras em toda a cadeia de comunicação: aplicativos e infra-estrutura. Além disso, possui funções adicionais adaptadas para uso colaborativo como conferência de voz de múltiplos usuários, mensagens instantâneas de grupo com compartilhamento de arquivos e correio de voz. Com segurança de dados de ponta a ponta, o Hoox for Business atende às necessidades dos usuários mais exigentes com ampla proteção contra intercepção e intrusão, mesmo que o smartphone seja perdido ou roubado.

Pagamento em veículos conectados

A Worldline, líder europeia em serviços de pagamentos e transações financeiras, em parceria com a TOTAL, anuncia uma solução que permite aos motoristas pagar por bens e serviços sem sair de seu carro. O TOTAL eWallet é uma solução 100% digital e conectada que permite aos consumidores efetivar suas compras, por meio de dispositivos móveis, em apenas alguns clicks. A prova de conceito foi implementada para ilustrar o uso e a conveniência da solução para uma unidade de mercado, mas pode ser aplicada a muitos outros casos de uso como postos de combustíveis, carregadores de carros elétricos, estacionamento, pedágio, entre outros.

Rastreabilidade de alimentos via blockchain

O Origin é uma solução baseada em Blockchain que revoluciona o modo de fornecer rastreabilidade completa de produtos alimentares para os consumidores. Por meio deste aplicativo, é possível acessar as informações sobre cada etapa da jornada de um produto, desde a fazenda até a prateleira. Na loja, o consumidor capta as informações de um QR code para ver o histórico daquele produto e tomar decisões de compra. Esta solução foi apresentada, recentemente, durante a Conferência Global de Segurança Alimentar, em Tóquio.

NFV (Network Functions Virtualization)

Fruto de uma parceria entre a Atos, Dell EMC, Intel, Jupter Networks, Red Hat e VMware, esta solução acelera a entrega de valor do NFV (Network Functions Virtualization), conseguindo a flexibilidade para suportar qualquer NFV de qualquer fornecedor e a agilidade necessária para diminuir o custo, respondendo aos desafios de negócios que os operadores de telecomunicações enfrentam hoje para migrar as redes de telecomunicações de um modelo físico tradicional para um ambiente virtual moderno. A aliança nasceu de uma visão compartilhada de como ajudar empresas a obter benefícios comerciais de: Capex Reduzido, Opex Reduzido e maior agilidade do negócio.

Atos Codex para Telco

O Atos Codex é uma solução de análise de ponta a ponta totalmente integrada e cruzada. Disponível para empresas no Brasil, a ferramenta coloca as redes de telecomunicações no mercado com rapidez com análise de dados, computação cognitiva, aprendizado profundo e internet das coisas, alavancando dados de clientes e redes para gerar valor comercial. Os casos de uso incluem marketing contextual em tempo real (para varejo) e gerenciamento de multidões (análise de densidade e movimento) para grandes reuniões.

Blockchain para novos modelos comerciais

Devido ao crescente interesse por criptográficas, especialmente Bitcoin, a tecnologia subjacente Blockchain tornou-se um assunto de interesse. Atos está usando o Blockchain para construir redes privadas, com permissão para fins de rastreabilidade, em uma variedade de setores, como varejo, transporte e cadeia de suprimentos. Os potenciais benefícios do Blockchain, contrariamente ao que se costuma pensar, são mais do que apenas financeiros: eles se estendem a muitos domínios como IOT, governo, saúde, varejo, fabricação, energia, cadeia de suprimentos e educação.

Atos Digital Workplace

As soluções de colaboração da Atos estão transformando o local de trabalho para os ambientes digitais com o Circuit. Esta solução reúne voz, videoconferência HD, bate-papo, compartilhamento e gerenciamento de dados em tempo real em um único aplicativo, permitindo que funcionários em todo o mundo se conectem e compartilhem informações facilmente. A Atos também oferece o OpenScape, ferramenta de gerenciamento de chamadas e soluções de colaboração social VoIP de nível carrier totalmente gerenciado – voz, vídeo, compartilhamento de tela, bate-papo, compartilhamento de arquivos e muito mais.

Máquina de café conectada da Worldline

A máquina de café Proof of Concept (PoV), criada pela Worldline, líder europeia para serviços de pagamentos e transações financeiras, está ligada a um terminal de pagamento baseado em Android e permite pagamentos seguros via Internet das Coisas (IoT). Além disso, fornece novas interações com chatbots e aplicativos Web Progressivos, prometendo revolucionar a indústria de pagamentos. Esta máquina chega para ser a próxima fronteira em pagamentos com soluções de pagamento seguro da IoT.

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Mercado imobiliário e as startups – Por Márcia Taques

O uso crescente de tecnologia aliado ao avanço da economia compartilhada está alterando o comportamento do consumidor do mercado imobiliário. Já temos 3,8 bilhões de pessoas conectadas à internet no mundo, o que equivale a 46% da população mundial.

Esse incremento permite ao consumidor o acesso a todo tipo de informação de qualquer lugar, alterando sua relação com os espaços em que vive. Além disso, é possível, por meio da tecnologia e do compartilhamento, usar, emprestar e dividir todo tipo de ativo, somente acessível anteriormente por meio da propriedade. Daí, a importância de as empresas tradicionais de se envolverem cada vez mais com tecnologia.

O ambiente de trabalho tinha importância elevada, considerando que era o local em que as informações se tornavam acessíveis aos colaboradores de determinada corporação por meio dos equipamentos ali existentes, e onde também era possível se conectar e trabalhar em conjunto com colegas. Embora o contato humano seja insubstituível e desejável, é mesmo necessário se deslocar a um local por causa de informação, equipamentos e contatos, quando tudo isso está disponível no celular?

O que importa de fato na indústria imobiliária sempre foi e será a forma com que nossos consumidores querem e precisam fazer dos espaços. Os imóveis devem permitir que o consumidor exerça suas atividades – seja morar, trabalhar ou comprar – da forma mais confortável, eficiente, produtiva e agradável possível. Ora, se muda o comportamento do consumidor, muda a forma como ele exerce seu trabalho, alteram os hábitos de compra e as necessidades dentro e fora do lar. Esses espaços também devem evoluir.

Os três “cês” pertinentes a todas as gerações anteriores aos Millenials ‘cargo, casa e carro’ não norteiam os indivíduos nascidos após 1990. Esta geração, que é a primeira nativa digital, que nasceu conectada à internet e com conteúdo de interesse disponível como, quando e onde quiser. É este consumidor que visitará algumas dezenas de apartamentos decorados daqui a algum tempo até achar àquele que o atenda. Será que ele esperará 30 meses até a entrega da unidade? Talvez não. Pois, essa geração imediatista, quer um produto feito a partir das suas necessidades, e agora.

Diante deste contexto, ou as empresas tradicionais abraçam estes novos conceitos, ou serão atropeladas por aqueles que a enxergam. Existem exemplos de disrupção em nosso mercado: Airbnb e Quinto Andar são apenas dois exemplos de empresas que pensam tecnologia e economia compartilhada. As proptechs (empresas de tecnologia dedicadas ao mercado imobiliário) receberam investimento de USD 2,67 bilhões em 2016. Em 2011, haviam sido aportadas com apenas USD 186 mil.

As organizações terão de mudar internamente para atender o desafio: a cultura, o modelo de negócios, a forma de trabalhar. É necessário que elas se apoiem em tecnologias e se aproximem das startups, com o objetivo de produzir insights acerca do seu modelo de negócios. Há muitas ferramentas disponíveis e acessíveis, que, aliadas a experiência e quantidade de informação acumulada nas empresas tradicionais do mercado, têm potencial de produzir produtos incríveis.

É preciso que nosso mercado se prepare e conheça as tecnologias que suportarão as necessidades deste novo consumidor. É nesta esteira que surgiu o Movimente, iniciativa dos Novos Empreendedores do Secovi-SP. Por meio de uma chamada de startups, pretendemos estabelecer o intercâmbio entre elas e as empresas tradicionais, de forma que novas tecnologias sejam criadas com base em problemas empresariais conhecidos, propondo soluções tecnológicas existentes. Teremos eventos de aproximação entre empresários e startups, bem como rodadas de negócios, visando extrair o máximo de cada um para a construção de um mercado imobiliário mais conectado às necessidades do consumidor do futuro.

Márcia Taques é empresária e coordenadora de Estratégias Digitais do Secovi-SP (Sindicato da Habitação).

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Sensr.IT lança nova versão de plataforma de gestão e governança em TI

Uma empresa de Tecnologia da Informação que vem chamando a atenção pela flexibilidade e agilidade nas evoluções do seu produto, a Sensr.IT anuncia o lançamento de uma nova versão da plataforma de gestão e governança em TI, denominada SENSR.IT 3.0 ALL-IN-ONE. A novidade promete trazer funcionalidades inovadoras, integradas e com facilidades que darão um upgrade na gestão estratégica de TI dos seus clientes, resultando em novas soluções e agilidade na tomada de decisão.

Fábio Varricchio, CEO da empresa, afirma que a plataforma surge para suprir a demanda de empresas que dependem de sistemas isolados, com informações descentralizadas e, muitas vezes, com dificuldades de interpretações referente à estrutura de tecnologia e organização que suportam o negócio. “Com este desafio, após longas entrevistas com CIO`s, propomos um produto totalmente integrado que possui cinco módulos estratégicos com visão gerencial e que oferece resultados em tempo real”, destaca.

O lançamento da nova plataforma é resultado da estratégia de evolução e crescimento da Sensr.IT para este ano. A empresa, que nasceu em 2014, cumpre o objetivo de facilitar e gerar eficiência em TI, agregando valor e resultado para o negócio. Tal finalidade é possível graças ao time de sócios, que reúne conhecimento e experiência numa bagagem mercadológica que soma duas décadas de trajetória, atributos que culminam na maturidade e evolução da plataforma.

Em 2017 a Sensr.IT deu outro grande passo como parte do plano estratégico de evolução da empresa, arquitetado desde sua origem, quando fez uma joint venture com a Gap Solutions, companhia especializada em estratégia de TI e CIO on demand. Esta ação ajudou a fortalecer e trazer elementos estratégicos para o produto, gerando maior visibilidade no mercado, o que transformou a Sensr.IT.

Pelo potencial reconhecido da solução, a empresa chamou a atenção de incubadoras como o PROIN da Universidade Estadual de Goiás, ACE, a maior aceleradora de Startups da América Latina, foi aprovada no processo de aceleração no Canadá e escolhida para participar da Campus Party Brasil 2018, na seção de Startups & Makers.

A Sensr.IT é congratulada para atuar em todo o Brasil e está fortemente inclinada a expandir seus produtos e serviços para outros países, como Estados Unidos, Canadá, Portugal e Inglaterra, plano que está em desenvolvimento a fim de atender clientes que atuam fora do território nacional, além de sanar os interesses pessoais dos sócios.

Fábio Varricchio salienta que está muito otimista pela evolução e maturidade que o produto conquistou e feliz pelos resultados de crescimento atingidos no primeiro trimestre de 2018, que estão dentro do plano de evolução da empresa.

Atualmente, a Sensr.IT possui três sócios com funções e características complementares que auxiliam na concepção e evolução do produto. São eles: Fábio Varricchio, CEO da empresa, Fabrício Silva, CTO, e Luís Peixoto, CMO.

A SENSR.IT possui uma Plataforma de gestão e governança em TI com cinco módulos estratégicos e totalmente integrados: Gestão de contratos e Fornecedores, Gestão de Infraestrutura, Gestão de Service Desk, Gestão de Riscos e Gestão de projetos. Cada módulo possui diferenciais não encontrados em outras soluções isoladas de mercado.

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