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Worldline, líder europeia em meios de pagamento, chega ao mercado brasileiro

Com a missão de fortalecer a dinâmica de uma sociedade sem dinheiro, a Worldline ingressa no mercado brasileiro de meios de pagamentos. A companhia é líder europeia no segmento de pagamento e serviços transacionais e amplia a sua atuação no Brasil com o objetivo de facilitar, conectar e proteger os pagamentos no e-commerce de forma eficiente permitindo com que seus clientes ofereçam aos consumidores experiências de compra online simples e segura em qualquer lugar e dispositivo.

No Brasil atua como processadora de pagamento (gateway) global ao conectar o varejista online (especialmente aqueles considerados tier 1) com os vários adquirentes locais. Além disso, possui estratégia de diferenciação bem definida: com alta capacidade de processamento industrial que permite movimentar bilhões de transações eletrônicas, a Worldline atua também como inteligência de negócios para seus clientes por meio de trabalho consultivo constante que permite alavancar performance do e-commerce a trazer resultados operacionais.

A atuação no País é resultado da aquisição da Digital River World Payments, empresa sueca de soluções para o comércio online de classe mundial, firmada no final de 2017 e que já conta em seu portfólio marcas globais do setor de produtos digitais, entretenimento, turismo e venda direta. “A empresa começa no mercado brasileiro, com a experiência de 45 anos no mercado Europeu o que proporciona sinergia tecnológica, eficiência, performance e segurança no processamento de pagamento de e-commerces nacionais que buscam uma atuação global e vice-versa”, explica Thais Fischberg, head Latino América para aceitação de pagamentos online da Worldline.

Sobre Worldline: líder europeia no setor de processamento de pagamento e serviços transacionais no e-commerce. Com 45 anos de experiência e presença em mais de 29 países, a Worldline cria e opera sistemas de pagamento transacional em tempo real para permitir que comerciantes, bancos, governos e outras organizações possam emitir, aceitar, liquidar e gerenciar todos os tipos de transações digitais com seus clientes além dos pagamentos como pedidos, compensação e liquidações, sinistros, bilhetes pré-pagos e prêmios de fidelidade.

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Blockchain no Direito: advogados terão papel essencial nas mudanças provocadas pelas criptomoedas

Considerada por muitos o ‘novo ouro’, o bitcoin é um dos assuntos mais quentes do momento. Para garantir a segurança deste novo sistema monetário, existe o blockchain, um protocolo que dá suporte, valida as transações e garante a legitimidade das criptomoedas. O assunto está tão em alta que, nesta semana, o Facebook anunciou que criou uma divisão dedicada para estudar blockchains e nomeou um dos principais executivos do Messenger, David Marcus, para liderá-la. O intuito é de entender, de forma mais aprofundada, como as moedas virtuais funcionam e de que maneiras elas podem ser aplicadas à rede social.

Um dos setores que sentirá com maior intensidade as mudanças trazidas pelo blockchain é o jurídico. E, neste cenário de transformação, os advogados terão papel essencial e precisarão se acostumar, muito brevemente, a uma nova indústria legal. Para mostrar aos profissionais deste setor como se adaptar a tantas mudanças e capacitá-los para entender e trabalhar com esta tecnologia, a Mosaico University promove no dia 26 de maio, das 8h30 às 18h, a 2ª turma do curso ‘Blockchain no Direito: O que está em jogo?’. O curso acontecena sede do IBMEC, que fica na Alameda Santos, 2356, em São Paulo (SP).

A Mosaico University foi uma iniciativa criada pelo grupo Mosaico Digital Assets, e nasce com o objetivo de preparar e capacitar profissionais acerca dos assuntos e transformações vividas pela atuação do blockchain, nos mais diferentes segmentos de negócios. A ideia é abordar, dentro do setor jurídico, os desafios que a nova tecnologia oferece como, por exemplo, a regulação de ativos digitais (como criptomoedas) ou, ainda, o desenvolvimento de “contratos inteligentes”. Para um dos professores do curso, o advogado especializado em mercado de capitais, operações societárias e produtos financeiros, Alexandre Garcia, esta é uma ótima chance para os profissionais do setor se atualizarem com as informações aprofundadas sobre o tema.

“Me perguntam muito: ‘como fica o mercado se não há regulação alguma?’ Aí é que as pessoas se enganam: os órgãos estão acompanhando de perto estas operações e se alguém ousar afrontar as regras gerais, com certeza será impedido. Esta postura dos órgãos reguladores é correta, à medida que não sufoca a tecnologia e deixa que o mercado tenha liberdade de se estruturar e equacionar de maneira independente”, explica.

O que falta, segundo Garcia, é uma uniformidade a respeito da regulação da criptomoeda nos vários países. “Recentemente, o G-20 emitiu um memorando se posicionando e sugerindo aos seus membros que adotassem o posicionamento de ativo em relação às criptomoedas, mas cada país adota uma postura radicalmente distinta em relação a este assunto. Pouco tempo atrás, a Índia baniu a operação com criptoativos, tivemos também o estado norte-americano do Wyoming aprovando ICOs (Initial Coin Offering) de criptomoedas até US$ 75 milhões, entre outros exemplos. É preciso verificar caso a caso”, comenta.

Durante o curso Blockchain no Direito serão respondidas questões como: “Qual o cenário da regulação de ativos digitais no Brasil e no Mundo? Quais os melhores modelos regulatórios para novos ativos como o Bitcoin? Como o novo advogado deverá se posicionar frente à tantas mudanças e qual será seu papel no desenvolvimento de novas tecnologias?”, entre outras questões.

Além de Alexandre Garcia, o curso terá como professor o Hamilton Amorim, especialista em cibersegurança e criptografia desde 1998, além de ser um dos únicos brasileiros a ter participado como cypherpunk dos fóruns que levaram à criação do Bitcoin. As vagas são limitadas e podem ser reservadas diretamente pelo link, com preço a partir de R$ 1.100. Seu conteúdo foi preparado especialmente para advogados e profissionais do setor que pretendem se atualizar frente aos novos desafios e mercados de atuação gerados pelo blockchain.

Curso Blockchain no Direito: o que está em jogo?

Data: 26 de maio, sábado, das 8h30 às 18h

Local: Sede do IBMEC: Alameda Santos, 2356, São Paulo (SP)

Inscrições: http://www.mosaicouniversity.com/treinamentos/blockchain-no-direito

Investimento: a partir de R$ 1.100

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Primeira etapa da Corrida de Unicórnios avaliará startups de varejo

A Corrida de Unicórnios, primeira competição de startups do País, terá seu pontapé inicial. Na quarta-feira, 23 de maio, de 9h às 13h, acontece o primeiro pitch que avaliará as empresas da categoria de varejo. Nessa etapa, as startups serão analisadas por jurados da área que vão escolher quem seguirá na competição.

Entre os confirmados para avaliar as startups estão Vitor Magnani, Public Policy do iFood; Adriana Bessa, sócia do Lojão do Brás; André Almeida, VP da Vertical de Comercial para América Latina da Unisys e Bruno Maletta, sócio da Consumoteca.

A Corrida de Unicórnios ainda selecionará startups nos eixos de Customer Experience e Inovação. Ao todo, serão sete etapas da Corrida, com pitches e semifinais de cada vertical de eixo. A grande final será em setembro, entre os dias 4 e 5, no Conarec (Congresso Nacional das Relações Empresa-Cliente), o maior e melhor congresso sobre as melhores práticas de relacionamento entre empresa e cliente do mundo, quando três startups finalistas, uma por vertical, se apresentarão. Será escolhido um vencedor de cada categoria que, além dos benefícios conjunto, receberá uma viagem com tudo pago para Madri, na Espanha, com grandes executivos no Consumidor Moderno Experience Summit, um evento diferenciado que combina conhecimento, dinâmicas e ações que privilegiam experiências inéditas durante um período de cinco dias. Ainda estão abertas as inscrições para as categorias de Customer Experience e Inovação.

Sobre a Corrida de Unicórnios

Em sua primeira edição, a Corrida de Unicórnios tem como objetivo de elencar as empresas com o maior potencial de mudar mercados tradicionais que podem virar Unicórnios, ou seja, aquelas startups que valem mais de US$ 1 bilhão.

O desafio conta com apoio de empresas que atuam no ecossistema de inovação, como ABComm, ABFintech, Fiap, Inseed, OasisLab, RME – Rede Mulheres Empreendedoras, USP, WeWork, Anjos do Brasil, além do apoio e metodologia de avaliação de Felipe Matos, autor da obra “10.000 Startups” e um dos maiores especialistas de startups do País.

Corrida de Unicórnios- Pitch Varejo

Data: 23 de maio

Horário: De 9h às 13h

Local: WE WORK PAULISTA

Endereço: Avenida Paulista, 1374 – Bela Vista

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Mesa robótica une inteligência humana e artificial

Os mais recentes avanços tecnológicos e industriais começaram a abrir espaço permitindo maior interação na cadeia de produção. O que há de mais novo dentro do conceito de Indústria 4.0 é a capacidade de inovar sistemas e produtos, permitindo a personalização e customização.

De olho nesse cenário, a Festo, multinacional alemã líder em automação industrial, desenvolveu o BionicWorkplace, um sistema que une inteligência artificial com a inteligência humana.

A mais recente inovação conta também com o BionicCobot, braço robótico biônico, que trabalha em conjunto com vários sistemas de assistência em rede e que se comunicam entre si. A mesa possui um sistema de aprendizado e antecipação que se aperfeiçoa continuamente.

No campo de visão do operador, há uma grande tela de projeção, que fornece todas as informações relevantes e reage dinamicamente com o conteúdo aos requisitos relevantes. Ao redor da tela de projeção, vários sensores e sistemas de câmera são instalados, que registram constantemente as posições do operador. Dessa forma, um humano pode interagir diretamente com o BionicCobot e controlá-lo usando movimento, toque ou fala.

O sistema reconhece o operador e seus movimentos por uma roupa de trabalho especial, equipado com sensores de inércia, e uma luva integrada com marcadores infravermelhos, utilizando mais um conceito que é uma tendência hoje em dia que são as tecnologias wearable. Com a ajuda dos dados gravados no sensor, o BionicCobot é capaz de entregar objetos ao humano de forma segura e precisa.

O software inteligente processa simultaneamente as imagens da câmera posicionada no centro da mesa, juntamente com outros dados. Ele usa todas essas informações para obter a sequência ideal do programa. O sistema então divide as tarefas de forma conveniente para o robô e outras ferramentas, a fim de dar ao humano o melhor suporte durante o trabalho.

O sistema vai coletando novos dados a cada nova resolução. Isso cria um chamado mapa semântico que cresce continuamente. Ao longo dos caminhos de rede, os algoritmos armazenados constantemente tiram conclusões dinâmicas. Como resultado, uma sequência controlada, programada e definida gradualmente se transforma em um método de trabalho muito mais livre, flexível e integrado.

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Darwin Startups faz parceria com TransUnion para impulsionar programa de aceleração

Para impulsionar ainda mais a inovação no Brasil, a TransUnion, companhia global de soluções de informação presente no Brasil desde 2012, e a Darwin Startups, um dos primeiros programas de aceleração de startups baseado em Santa Catarina, anunciaram hoje uma parceria que ajudará as principais startups do país.

Nesta iniciativa focada no ecossistema de startups no Brasil, a TransUnion tem como objetivo incentivar o desenvolvimento de soluções inovadoras e por isso apoiará o programa de aceleração do Darwin Startups, que acontece anualmente.

A parceria é um reflexo de atuação global da TransUnion em inovação, bem como da confiança no desenvolvimento do mercado brasileiro, onde já oferece soluções reconhecidas em diversos segmentos. De acordo com um estudo feito pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e a organização Finnovista, o Brasil possui a maior concentração de FinTechs na América Latina.

“A TransUnion é uma empresa com veia inovadora, que busca melhorar a qualidade de vida das pessoas, viabilizando o acesso a bens e serviços por meio de soluções para a tomada de decisão no relacionamento das organizações com seus clientes e parceiros. Por isso, vimos no Darwin uma oportunidade de apostar ainda mais em inovação no mercado brasileiro, contribuindo com o desenvolvimento do mercado e, consequentemente, ajudando a oferecer novas tecnologias que impactem a vida dos brasileiros”, afirma Juarez Zortea, Presidente da TransUnion no Brasil.

O Darwin Startups, novo parceiro da TransUnion, surgiu em 2015 e tem escritórios em Florianópolis (SC) e São Paulo (SP). O trabalho da aceleradora consiste em investir financeiramente e auxiliar as startups selecionadas por meio de mentorias e networking para o desenvolvimento de projetos inovadores. Até 2017, o programa investiu R$ 6 milhões em startups e a expectativa para 2018 é aportar cerca de R$ 5 milhões. No total, 30 empresas já foram investidas e neste ano o projeto pretende apoiar até 20 novas startups.

Os negócios selecionados pela aceleradora podem receber até R$ 170 mil líquidos e mais R$ 500 mil em benefícios / serviços. As empresas que participam do processo seletivo são voltadas para Big Data, Fintech, Insurance, TI e Telecom, áreas de atuação dos parceiros do Darwin Startups (B3, Neoway, RTM, CNSeg Par), que agora passa a contar também com a TransUnion.

“Nós procuramos reunir os parceiros ideias para ajudar as startups a atingirem o melhor do seu potencial. Procuramos times formados por pessoas com experiência prévia nos mercados em que atuam, perfis complementares e um sonho grande”, afirma Marcos Mueller, CEO do Darwin.

Em março de 2017, a TransUnion inaugurou o Innovation Lab, espaço de cocriação instalado na sede da companhia em Chicago, em que FinTechs são convidadas a desenvolver soluções com suporte e mentoria dos profissionais da TransUnion. Em abril deste ano, o escritório da TransUnion nos Estados Unidos lançou o Startup Credit Kit, solução que oferece às novas empresas acesso rápido e fácil a informações e dados alternativos referentes a tendências de crédito e prevenção a fraude.

No Brasil, a TransUnion também lançou recentemente um espaço com foco em inovação, o The Hub – TU, que ainda reúne áreas para ações voltadas à qualidade de vida, e de interação e convivência horizontal entre colaboradores e a comunidade em geral, incluindo clientes e parceiros. “Essa parceria traz numerosas circunstâncias favoráveis à troca, em que podemos compartilhar nossos conhecimentos com empresas inovadoras, ao mesmo tempo em que aprendemos em um ambiente criativo de startups”, acrescenta Zortea.

O primeiro resultado da parceria entre a empresa e o Darwin será a participação da TransUnion na 4ª turma do programa de aceleração, que terá início ainda no primeiro semestre deste ano.

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Congresso CIAB FEBRABAN reúne mais de 300 palestrantes para debater a Inteligência Exponencial

Durante a realização do CIAB FEBRABAN – Congresso e Exposição de Tecnologia da Informação das Instituições Financeiras, nos dias 12, 13 e 14 de junho, o Congresso CIAB FEBRABAN, reunirá, no Transamérica Expo Center, em São Paulo, mais de 300 palestrantes que serão divididos em oito diferentes auditórios para debater a Inteligência Exponencial, com temas sobre inovações tecnológicas, transformações digitais e o futuro do sistema financeiro.

No fórum estarão presentes especialistas nacionais e internacionais para discutir, por meio de diferentes abordagens, como o desenvolvimento de tecnologias como inteligência artificial, machine learning, blockchain, open banking e IOT implicam em constantes alterações no comportamento social, e como tais alterações podem rapidamente criar ou destruir negócios.

A abertura oficial do congresso (12/06) terá a palestra de Candido Bracher, presidente do Itaú Unibanco, sobre Transformação Digital nos Negócios, com a moderação de Murilo Portugal, presidente da FEBRABAN.

Outros destaques do primeiro dia do evento serão os debates sobre a visão dos líderes de mercado sobre os impactos do open banking, inteligência artificial e blockchain nas instituições financeiras – com presenças confirmadas de representantes da IBM, Facebook e Deloitte e moderado por Marcelo Frontini, Head de Digital do Bradesco; e como a robótica e a automação cognitiva transformarão a indústria de seguros – liderado pela Deloitte e com presença do COO da Bradesco Seguros, Curt Zimmermann.

A relação entre finanças e sustentabilidade também será discutida no congresso (13/06), com destaque para o painel “As perspectivas do G-20 e das Nações Unidas sobre Finanças Digitais e Desenvolvimento Sustentável”, que abordará como as inovações das instituições financeiras e das fintechs favorecem o alinhamento do mercado com os objetivos do desenvolvimento sustentável.

Ben Pring, diretor do Centro para o Futuro do Trabalho da Cognizant Technology Solutions, e coautor dos livros “What To Do When Machines do Everything” (2017) e “How the Digital Lives of People, Things, and Organizations are Changing the Rules of Business” (2014), fará a palestra de encerramento em que discutirá o “Futuro do Trabalho”.

Durante os três dias de evento, o público participante poderá, ainda, acompanhar as discussões lideradas por uma série de renomados keynote speakers, entre eles o diretor setorial de Tecnologia Bancária da FEBRABAN e diretor de Tecnologia do Banco do Brasil, Gustavo Fosse; a engenheira, empreendedora e filósofa futurista, Nell Watson; o futurista e humanista, CEO da Agência do Futuro, Gerd Leonhard; e o Q Offering Manager da IBM, Chris Schnabel.

O congresso também abordará temas sobre bancos internacionais, de investimento, comerciais e financeiras para executivos de corretoras e instituições que atuam no mercado de capitais, bancos internacionais, comerciais e instituições de crédito e financiamento. Assuntos como melhores práticas de mercado de câmbio e prevenção e combate à corrupção integram o ciclo de palestras.

Para conferir a programação completa do congresso CIAB FEBRABAN, acesse: www.ciab.com.br

Congresso CIAB FEBRABAN
Data: 12 a 14 de junho de 2018
Local: Ciab FEBRABAN – Transamérica Expo Center (Avenida Doutor Mário Vilas Boas Rodrigues, 387 – Santo Amaro)

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Blockchain e seu papel na contabilidade

O blockchain nasceu ligado à bitcoin. Apesar da associação direta, esse tipo de base de dados, vai muito além das criptomoedas.

Para contabilidade, por exemplo, os benefícios são tão significativos que vão afetar (para melhor) a rotina tributária das pessoas físicas e jurídicas. O Livro Razão – modelo obrigatório, porém ultrapassado, de aferição contábil das empresas foi atropelado pelo blockchain, que funciona, também, como um livro contábil, com o registro de todas as transações.

Essa tecnologia é um caminho para os contadores, quase que uma tendência – apesar de ainda pouco fomentada. De acordo com pesquisa da Thomson Reuters, apenas 4% dos entrevistados selecionaram ‘blockchain’ como um modelo de grande impacto em seus negócios em 25 anos.

“É uma plataforma revolucionária e inviolável, que vai transformar a economia global. Uma cadeira de dados descentralizada e segura. A contabilidade é uma das primeiras a sentir este movimento. Aqueles que não se aprofundarem no assunto, têm muito a perder”, avalia Claudio Cifali, empresário contábil e especialista de outsourcing.

As informações armazenadas no sistema, criado em cima da tecnologia P2P, são resistentes a alterações e não podem ser modificadas retroativamente, ou seja, os registros são à prova de adulteração. Desta forma, o sistema coibirá fraudes e sonegações.

Embora a adoção da tecnologia seja fundamental, com a otimização dos processos, muitos profissionais vão perder espaço, inclusive na área de contábil. “A cada 10 funcionários, oito fazem os registros. Se essas informações vão vir prontas com a implementação do blockchain, não vai ter mais papel para esses profissionais. Ou eles se reinventam ou vão perder funcionalidade”, pondera Claudio Cifali.

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Oracle Code 2018: maior evento para desenvolvedores

Nos dias 20 e 21 de junho, a Oracle realizará o Oracle Code São Paulo 2018, evento totalmente gratuito para que desenvolvedores tenham acesso e aprendam mais sobre as últimas tecnologias, práticas e tendências do mercado. A edição deste ano será realizada no Parque do Ibirapuera e acontecerá em paralelo ao Oracle OpenWorld Brasil.
Serão diversas palestras, keynotes, sessões especializadas, workshops e hands on Lab com especialistas técnicos, líderes de mercado e outros desenvolvedores, tudo isso no espaço Code Lounge.

Entre os palestrantes confirmados estão: Siddhartha Agarwal, vice-presidente de gerenciamento e estratégia de produtos da Oracle; Georges Saab, vice-presidente de desenvolvimento do Java Platform Group da Oracle e Bruno Souza, desenvolvedor Java na Summa Technologies e especialista em nuvem na ToolsCloud.

Programação

No primeiro dia do evento, as atividades e palestras serão focadas no Modern Cloud Development, enquanto o segundo dia será voltado para as soluções e novidades do Java.

Modern Cloud Development – 20 de junho

Com foco em cloud, o primeiro dia do Oracle Code contará com sessões educacionais de softwares de desenvolvimento, utilizando novas tecnologias como containers, microservices, machine learning, intelligent bots e blockchain. Especialistas conversarão sobre desenvolvimento de software, Node.js e outras linguagens de programação e frameworks utilizando Oracle Database, MySQL e NoSQL.

Java Day – 21 de junho

O segundo dia do Code terá conteúdo dedicado ao mundo Java, incluindo um keynote técnico com tudo que há de mais novo no mercado e os últimos detalhes do Java 10, avanços no OpenJDK e outras novidades do desenvolvimento em Java. Além de conteúdo da comunidade Java no desenvolvimento de clientes, linguagens JVM, IDEs e estruturas de teste.

“O Oracle Code 2018 é a oportunidade para coders, arquitetos e desenvolvedores conhecerem e experimentarem as tendências, tecnologias emergentes e ciclos de desenvolvimento ágil, baseado em cloud, containerização, microserviços, inteligência artificial, big data, IoT, entre outras, com os mais importantes especialistas do mundo”, comenta Fernando Lemos, vice-presidente de Inovação, Transformação Digital e Cloud da Oracle América Latina. “Este ano, com o evento acontecendo dentro do OpenWorld Brasil, teremos muito mais atividades com foco em inovação, conexóes e criatividade. Será um ecossistema rico em novidades e mutliplas experiências”, destaca.

Mais sobre o evento

O Oracle Code acontece em 20 cidades de todo o mundo (América do Norte, Europa, Ásia e América do Sul) e, desde o ano passado, traz à capital paulista o que há de mais novo em tecnologia para programação.

“Temos observado um forte crescimento na comunidade de desenvolvedores no Brasil e em toda a América Latina. Isso valoriza a importância e a responsabilidade do Oracle Code em trazer conteúdo relevante e significativo para a região. Um exemplo foi a edição do evento realizado em Bogotá, na Colômbia, no qual participaram mais de mil pessoas presentes e centenas conectadas via streaming, representando um recorde global para a Oracle”, completa Lemos.

Registro para o Oracle OpenWorld

Os registros gratuitos para o OpenWorld Brasil 2018 já estão abertos. Quem tiver interesse em participar poderá se inscrever no site Oracle OpenWorld Brasil 2018 e receber informações relevantes até o dia do evento.

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CIAB FEBRABAN promove 2º Hackathon

A segunda edição do Hackathon CIAB FEBRABAN, iniciativa da Federação Brasileira de Bancos para o desenvolvimento de projetos que impactem o mercado bancário no Brasil, será realizada em São Paulo nos dias 9 e 10 de junho, antes da abertura oficial do evento. A maratona de programação tem como objetivo incentivar empreendedores a desenvolverem novas soluções para superar os desafios do mercado bancário brasileiro. As inscrições devem ser feitas pelo site até o dia 26 de maio.

Nesse ano, o tema principal do Hackathon será a “Inclusão Financeira dos Pequenos Negócios” e terá como direção o desenvolvimento de soluções que impactem empresas pertencentes a esse grupo (microempreendedor individual, microempresa e empresa de pequeno porte).

A competição girará em torno de quatro principais desafios: Gestão Financeira, soluções que organizem e facilitem aspectos da vida financeira do pequeno negócio, aprimorando a gestão do seu fluxo de caixa, do seu estoque e de fornecedores; Pagamentos, soluções que facilitem o pagamento realizado pelos clientes dos pequenos negócios, sejam online ou no ponto de venda, utilizando também essas informações de forma estratégica para o negócio; Inteligência de Negócios, soluções que ajudem a empresa na tomada de decisão, acesso à novos mercados, fidelização de clientes e aumento de vendas no mercado online e off-line; e Crédito, soluções que facilitem o entendimento e o acesso às alternativas de crédito por parte dos pequenos negócios.

Nos dois dias de desenvolvimento, os participantes deverão elaborar uma solução do zero, contando com o suporte de experientes mentores de diferentes áreas, e apresentarão seus projetos para um grupo de jurados das principais instituições financeiras do país.

As quatro equipes finalistas apresentarão os seus projetos no dia 12 de junho, dia da abertura do CIAB FEBRABAN 2018, quando serão julgados pelo público no Lounge Fintech do congresso de tecnologia. O grande vencedor ganhará duas reuniões com lideranças de bancos para apresentar o projeto, além de um MacBook Air para cada membro da equipe. Além disso, cada uma das quatro equipes finalistas poderá utilizar um balcão de exposição no Lounge Fintech durante todo o Ciab para expor seus projetos.

Para conferir o regulamento e se inscrever, acesse: http://www.hackathonciab.com.br/

Ciab FEBRABAN: Hackathon
Data: 09 e 10 de junho de 2018
Local: Digital House (Av. Dr. Cardoso de Melo, 90 – Vila Olimpia, São Paulo)
Site: http://www.hackathonciab.com.br/

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Venture Capital e startups: os dois lados da moeda

Por Bernardo Srulzon, diretor de negócios do GetNinjas.com.br

Deixar um emprego formal. Ter uma ideia. Encontrar um co-founder. Criar um MVP. Captar uma rodada de investimento com um fundo de Venture Capital. Este é o processo que a maioria dos empreendedores de tecnologia segue quando está começando um novo negócio, mas poucos de fato entendem a dinâmica destes fundos de investimento e como impactam no dia a dia de suas startups.

Tive a incrível oportunidade de conhecer os dois lados da moeda. Trabalhei na Monashees, um dos principais fundos de Venture Capital brasileiros. Lá pude atuar lado a lado com empreendedores para identificar novas oportunidades de investimento, além de prestar auxílio às empresas que já receberam algum fundo, naquilo que fosse necessário. Hoje, faço parte do time do GetNinjas, desenvolvendo equipes com foco em dados, marketing de performance e produto.

Ao longo dos últimos anos, recebi perguntas sobre os dois lados e espero que esse artigo ajude a consolidar esse conhecimento e sirva como referência para outros empreendedores.

Primeiro, para que servem os fundos de Venture Capital (VC)?

Venture Capital pode ser definido como uma “tecnologia de aceleração de crescimento”. Ou seja, os fundos investem em empresas com potencial para serem muito grandes e injetam dinheiro para acelerar esta jornada em troca de ações da empresa. Este é o caso dos unicórnios brasileiros 99 e Nubank, que em menos de 10 anos construíram empresas que valem mais de U$ 1 bilhão.

De onde vem esse dinheiro?

Na maior parte das vezes, os fundos de Venture Capital investem capital de terceiros, principalmente bancos de investimento, famílias com grande patrimônio, hedge funds e outras instituições financeiras – ou seja, os investidores também possuem investidores! Essas instituições são atraídas para o modelo de venture capital na expectativa de retornos maiores do que as aplicações tradicionais: esperam pelo menos 20% ao ano. Essa é uma forma eficiente de diversificar os investimentos e maximizar o retorno da carteira.

Portfólio: reduzindo riscos

Para conseguir entregar essa rentabilidade, os fundos de Venture Capital também buscam diversificar seus investimentos ao investir em startups de diferentes segmentos – assim, reduzem o risco e conseguem fazer apostas mais ousadas sem prejudicar o retorno final do fundo aos seus investidores.

Um portfólio típico tem de 30 a 50 empresas, investidas ao longo de 5 a 10 anos. São investimentos que demoram para “maturar” (nenhuma empresa grande é construída da noite para o dia), e têm baixíssima liquidez (os fundos não podem retirar o dinheiro da startup após ter investido). Considerando um retorno de 20% ao ano, ao final de 7 anos o fundo precisará ter mais do que triplicado de tamanho!

Como são feitas as decisões de investimento?

Apesar do modelo de portfólio suportar a quebra de algumas empresas sem prejudicar o retorno final, a escolha desse portfólio é crítica para o sucesso do fundo. No momento do investimento, todas têm o potencial de ser o “home run” – aquele investimento que supera todas as expectativas e “paga a conta” das demais empresas.

O principal fator para uma decisão de investimento é o time de fundadores. Mesmo que o mercado seja gigante, que o modelo de negócios esteja bem pensado, um time que não tem visão de longo prazo e capacidade de execução terá chances muito menores de sucesso. Por isso, boa parte das conversas são para entender o que motiva os empreendedores, quais são seus skills, que tipo de cultura incentivam na empresa, quais são seus estilos de liderança, como lidam com situações de incerteza, que relacionamento têm com outros empreendedores, etc.

Smart Money: como investidores agregam valor além do dinheiro

Após o investimento, boa parte dos fundos de Venture Capital brasileiros exerce um papel de consultoria para as empresas investidas – é o que chamamos na indústria de “smart money”. Ou seja, além do dinheiro investido, também pode acelerar o crescimento das startups por meio da sua rede de contatos, ajuda nas contratações de diretores, eventos para networking entre empresas do portfólio, contato para outros fundos de VC, etc.

Um ponto importante é que a decisão final sobre o negócio sempre é do time de fundadores – apesar de ter aportado capital e eventualmente possuir a maioria das ações da empresa, os fundos não costumam comprar o controle da empresa (o que é especialmente verdade nos estágios de Seed, Series A e Series B).

Do outro lado da moeda: a experiência numa startup

Quando fiz a mudança da Monashees para o GetNinjas, tive um choque de realidade, percebi que o mindset e a forma de trabalho de um Venture Capital e uma startup são muito diferentes, apesar de estarem inseridos no mesmo contexto.

Em primeiro lugar, é muito importante escolher bem seu investidor. Existem investidores especializados em um modelo de negócios (marketplaces, software-as-a-service, fintechs, big data, e-commerce, etc), outros atuam com uma abordagem generalista; alguns com experiência “mão na massa”, outros mais distantes da gestão; alguns com “bolso fundo” para investir nas rodadas seguintes, outros focados em estágios iniciais; alguns que se propõe a ser “smart money”, outros que só oferecem o dinheiro. Dependendo de quais são os desafios da empresa, diferentes perfis de investidores podem acelerar seu crescimento de forma mais eficiente.

Segundo, em uma startup você não tem um portfólio – é tudo ou nada. Os riscos são grandes, assim como a expectativa de retorno. E isso muda o mindset dos empreendedores em uma série de fatores:

Gerenciar bem o caixa torna-se uma obsessão, já que esta é uma das principais métricas da saúde de uma empresa. Sem uma posição confortável de caixa, todo o poder de negociação fica nas mãos dos investidores.

A preocupação com a qualidade do time é constante. Precisamos atrair os melhores talentos em todas as áreas e em todos os níveis, então investimos semanas em processos seletivos rigorosos. Confiamos em quem contratamos e damos autonomia para o time tomar decisões importantes.

Os objetivos e metas precisam estar claros. Utilizamos a metodologia de OKRs, em que definimos objetivos e metas trimestrais para todos os times. Os times ficam mais engajados, propõe soluções melhores e continuam alinhados com os objetivos da empresa.

Decisões não podem ser baseadas em “achismo”, então investimos em uma infraestrutura de dados que nos ajuda a tomar todas as decisões importantes de negócio e de produto.

Qualquer um pode ter boas ideias – o que realmente faz a diferença é a execução. Para cada startup bem sucedida, havia centenas de competidores que foram deixados para trás por um time de melhor qualidade, com maior atenção aos detalhes e entregas mais eficientes.

Por fim, uma das características mais importantes de empreendedores bem-sucedidos é a resiliência. Algumas empresas estão construindo novos mercados, novas tecnologias e novas tendências, que podem levar tempo até se tornarem realidade. Os times que lidam bem com o fracasso, que estão preparados para adaptar sua estratégia e trabalhar incansavelmente, são os que provavelmente conseguirão construir grandes empresas.

Após vivenciar os dois lados da moeda, em Venture Capital e numa startup, avalio que ainda estamos desenvolvendo um ecossistema de tecnologia no Brasil, com maior qualificação dos empreendedores, talentos sendo formados pelas principais universidades, crescimento dos fundos de investimento e alguns casos de vendas e IPOs de empresas brasileiras que valem mais de 1 bilhão de dólares. Por isso, trata-se de um excelente momento para investir ou trabalhar em tecnologia no Brasil e incentivo todo mundo a se arriscar como eu.

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T-Systems e microsoft anunciam parceria para cloud pública

A T-Systems, provedora alemã com amplo portfólio digital de soluções e serviços de TI, e a Microsoft acabam de anunciar uma parceria estratégica para a oferta de serviços em nuvem pública com foco em quatro pilares: aplicativos SAP; serviços gerenciados para Microsoft Azure e Microsoft 365; soluções digitais baseadas em inteligência artificial (IA); e realidade aumentada em conjunto com Internet das Coisas (IoT).

Em um primeiro passo, as duas companhias vão intensificar sua cooperação no campo da Internet das Coisas, anunciaram o CEO da T-Systems, Adel Al-Saleh, e o vice-presidente executivo da Microsoft, Jean-Philippe Courtois, durante a Hannover Messe, na última segunda-feira (07/05).

“Um dos blocos centrais do recente realinhamento da T-Systems é nossa estratégia ‘Public Cloud First’. Estou mais do que satisfeito em poder combinar as ofertas em nuvem da Microsoft com nossos serviços e produtos”, afirma Al-Saleh.

“Na Microsoft, oferecemos uma infraestrutura de nuvem com escala global combinada com o poder de dados inteligentes e IA de nossa plataforma Microsoft Azure Cloud. Ela será combinada com a excelência das ofertas da T-Systems em operação de negócios que atendem as demandas dos clientes”, diz Courtois.

IoT como serviço, da plataforma às soluções fim a fim

A primeira área de colaboração entre as duas empresas será IoT: utilizando a Azure como nuvem preferencial, a T-Systems desenvolveu e vai operar a “Cloud of Things – built on Azure”. A solução oferece serviços IoT pré-configurados, como monitoramento remoto para logística, soluções de pós-vendas para o setor automotivo e soluções de rastreamento e monitoramento.

A arquitetura aberta e modular é baseada nos serviços IoT Microsoft Azure, garantindo adaptação eficiente e extensão flexível da plataforma. Todas as funcionalidades necessárias para a construção de uma solução IoT, com gerenciamento de equipamentos e usuários, gerenciamento de eventos, simulações, analytics e dashboards configuráveis estão disponíveis diretamente e podem ser customizados de acordo com as necessidades dos clientes. A arquitetura aberta permite também serviços adicionais e integração entre máquinas e equipamentos, permitindo que as empresas usuárias construam soluções fim a fim completas.

A Microsoft Azure permite aos seus usuários atingir escala global, com as 50 regiões da Azure – mais do que qualquer outro provedor. A Microsoft continua priorizando a expansão geográfica da Azure, respondendo à demanda de algumas das maiores companhias do mundo por desempenho e disponibilidade, atendimento a regras locais e preferências dos clientes sobre a localização de seus dados.

Ao mesmo tempo, os serviços em nuvem vêm se tornando mais importantes para soluções de negócios com foco em grande volume de clientes. Muitas empresas têm movido suas aplicações para a nuvem para tirar vantagem da rápida escalabilidade, eficiência e custos mais baixos. A T-Systems suporta seus clientes com serviços gerenciados de infraestrutura, plataformas e aplicações a partir da nuvem, permitindo que eles se concentrem em seus negócios.

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Presidente da Algar Tech é mentora em programa de desenvolvimento da liderança feminina

Tatiane Panato, presidente da Algar Tech, foi escolhida para participar como mentora na segunda edição do programa “As Executivas do Amanhã”. Promovido pela EXEC, o objetivo é estimular o empoderamento da mulher e a liderança feminina nas organizações.

Dez estudantes do último e penúltimo ano da graduação de todo o país serão escolhidas para se conectarem com executivas que se destacam em sua área de atuação. Serão três encontros em que cada mentora orientará uma universitária. Haverá, ainda, um encontro geral para discutir o tema diversidade de gêneros. As inscrições estão abertas por meio do site: https://bit.ly/2IgVvjF

O índice de mulheres que ocupam cargos de CEO no Brasil é de apenas 16%, segundo pesquisa da Women in Business, da Grant Thornton. Embora esse número tenha aumentado nos últimos anos, ainda é muito baixo. “O fato de ser possível formatar um programa como este já é um grande avanço”, afirma Panato. “Porém, ainda temos um longo caminho a percorrer”.

A executiva iniciou sua carreia na área financeira e está no grupo Algar há 19 anos. Após adquirir ampla experiência em atividades administrativas de Finanças e Negócios no segmento TIC (Telecom e TI), em 2013 assumiu a função de diretora Financeira e de Relações com Investidores na Algar Telecom. Na Algar Tech, atuou como vice-presidente de Operações, respondendo pelas áreas de operações, marketing, vendas e negócios internacionais. No início deste ano se tornou a primeira mulher a ocupar o cargo de presidente em uma das empresas do grupo Algar.

Graduada em Ciências Contábeis pela Universidade Federal de Uberlândia (UFU), é especializada em Finanças e Planejamento Empresarial também pela UFU, com MBA em Gestão Avançada de Negócios pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e em Finanças e Relações com Investidores pela Fipecafi. Tem ainda participações em treinamentos internacionais nas instituições Insead e IMD.

“A Algar Tech é uma empresa que valoriza a diversidade e igualdade de gênero dos seus 12 mil associados e possui as mulheres em sua maioria, sendo que 54% dos colaboradores são mulheres e 52% dos cargos de liderança da organização são ocupados por mulheres. Quando faço uma reflexão sobre toda minha trajetória até aqui, vejo quanta coisa aprendi. E agora tenho a oportunidade de passar para frente esses ensinamentos que poderão, quem sabe, fazer a diferença na carreira de uma jovem mulher. É gratificante fazer parte deste programa”, ressalta Tatiane Panato.

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GFT figura no último relatório da Gartner sobre blockchain

Para bancos, seguradoras e provedores de serviços de pagamento, o blockchain oferece agora soluções que não eram possíveis com as tecnologias convencionais de antes. Um exemplo disso é o faturamento avançado (advanced invoicing), que usa uma solução de blockchain para fornecer economias de custo significativas no mundo real e reduzir drasticamente o risco de fraude.

Uma das principais conclusões do relatório da Gartner foi como o pool de experientes fornecedores de serviços de blockchain está expandindo rapidamente, com os serviços de consultoria existentes sendo complementados pela expansão de provedores de serviços especialistas em blockchain. Como o interesse em cases de blockchain aumentou para além das ofertas de serviços financeiros originais, toda a geografia e todo setor vertical agora têm uma infinidade de provedores específicos.

Como mencionado no relatório da Gartner: “A GFT oferece aproveitamento de ponta-a-ponta de soluções de blockchain e de DLT para resolver desafios de negócios e apoiar a criação de ‘provas de conceitos’ (POCs) para testar soluções potenciais, seguido de expansão para aplicações industriais quando apropriado. ”

O relatório também destaca várias fraquezas no mercado atual. “Todavia, há uma escassez de pessoal qualificado que entenda a tecnologia blockchain e que consiga ajudar a alinhar essa solução com potenciais negócios”. Isso, no entanto, é um dos pontos fortes dos serviços de blockchain da GFT, especialmente porque a companhia também tem uma vantagem adicional, com recursos nearshore, para redução ainda maior dos custos.

Em 2015, a GFT Reino Unido criou um modelo para DLTs dentro do setor de commodities. A criação deste aplicativo fazia parte de um programa ainda em curso, chamado “Projeto Júpiter”, cujo objetivo é incubar ideias de negócios disruptivos e de soluções de prototipagem rápida em torno da tecnologia blockchain. Desde então, foram implementados protótipos na Alemanha, Itália, Espanha e Reino Unido para vários cases, incluindo: empréstimos, transações de pagamento, fundos distribuídos e compensação e liquidação transnacionais.

Por exemplo, um aplicativo foi criado para o Royal Bank of Scotland com base no ethereum para testar o conceito de pagamentos interbancários entre uma rede conectada de bancos. A prototipagem flexível dos cases na incubadora GFT e nos Laboratórios de Inovação Digital da companhia permite que os desenvolvedores rejeitem rapidamente abordagens não promissoras e invistam apenas em design eficazes. A GFT tem como objetivo ajudar seus clientes a entender as inúmeras maneiras pelas quais eles podem alavancar o DLT e estabelecer os seus próprios modelos de negócios viáveis.

De acordo com o managing director latam da GFT, Marco Santos, “a inclusão no relatório do Gartner enfatiza que a GFT é vista como um player estratégico para transformação digital baseada em Blockchain e Ledger Distribuído”. Já Richard Miller, chefe de estratégia de tecnologias disruptivas da GFT, afirma que “nós estamos vendo um enorme interesse de clientes que desejam examinar como a tecnologia de Ledger Distribuído pode agregar valor aos seus negócios. As empresas estão reconhecendo que agora é a hora de utilizar DLT e blockchain para cases não críticos que têm potencial para ser verdadeiramente transformadores”.

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Fintechs comemoram aprovação do Cadastro Positivo e criam manifesto de apoio ao Projeto de Lei

O plenário da Câmara dos Deputados aprovou o texto-base do Projeto de Lei Complementar (PLP) 411/17, que prevê a inclusão automática de consumidores no Cadastro Positivo.

O Cadastro Positivo é uma alternativa aos problemas enfrentados pelo setor de crédito e às altas taxas de juros praticadas na concessão de crédito, com base no Cadastro Negativo – que considera apenas as informações de inadimplência ou atrasos de pagamentos e não as informações positivas, mesmo quando o cliente possui um bom histórico de pagamentos – e aplica taxas de juros mais altas, de acordo com o teor negativo do histórico. Por ser a única fonte de informações utilizada pelas empresas e instituições financeiras, o Cadastro Negativo é uma das razões que contribuem para que o spread bancário seja alto.

De acordo com a Nexoos – fintech líder de mercado na modalidade Peer to Peer Lending (P2P) – empréstimo coletivo – que conecta pequenas e médias empresas que necessitam de empréstimos a potenciais investidores, o compartilhamento de informações positivas pode modificar este cenário e beneficiar todos os envolvidos, como já foi comprovado com base nos 120 países que adotam o cadastro positivo e praticam taxas de juros muito inferiores às praticadas no Brasil, como Estados Unidos, Inglaterra e países da América do Sul. “Essas mudanças irão ajudar os consumidores a terem muitos ganhos, como juros mais adequados a seu perfil”, explica Daniel Gomes, CEO da Nexoos.

Em parceria com a Associação Brasileira de Crédito Dgital (ABCD) e as demais fintechs associadas, a Nexoos declarou apoio tanto ao conceito de cadastro positivo quanto ao Projeto de Lei Complementar (PLS 212/2017), por meio de manifesto de apoio publicado em fevereiro deste ano.

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Como criar apps para homens e mulheres: entendendo o mercado mobile

Por Roberto Rodrigues

Quantas vezes você utilizou o WhatsApp hoje? Mesmo quem não entende muito de tecnologia, provavelmente tem um smartphone e utiliza o “zap zap” com certa facilidade. Isso é apenas um exemplo de como o mercado de aplicativos mobile já faz parte das nossas vidas.

De acordo com o relatório divulgado pela App Annie, o Brasil é o terceiro país onde as pessoas passam mais tempo utilizando seus apps por dia, cerca de 190 minutos diários. E o brasileiro gosta de experimentar aplicativos novos: nossos smartphones têm, em média 80 appsinstalados, mas acabamos usando apenas metade deles por mês.

Se compararmos os dados com a pesquisa anterior, temos boas notícias para os novos desenvolvedores, pois houve um aumento de 36% no tempo de uso dos apps pelo público brasileiro.

O mercado de desenvolvimento mobile

Para atender tal demanda, o mercado de desenvolvimento mobile está em franco crescimento. Grandes empresas já entenderam a necessidade de estarem presentes no universo dos smartphones e apostam em apps para cativar seu público. Outros apps optam por resolver problemas do dia a dia das pessoas, conseguindo um expressivo número de downloads.

Existe uma série de possibilidades para se obter rentabilidade com os aplicativos. É possível trabalhar com apps pagos, trabalhar com licençasfreemium ou oferecer pequenas vantagens para o comprador, como vidas extras em jogos ou funcionalidades exclusivas para os usuários pagantes. O modelo ideal depende de cada aplicativo, mas muitos desenvolvedores conseguem resultados interessantes com apps que viralizam.

A maioria dos brasileiros utiliza smartphones com o sistema Android, mas em contrapartida, os melhores salários encontram-se com os desenvolvedores de iOS. A Apple possui uma cultura maior de apps pagos. Além disso, a linguagem Swift é específica para iPhones e iPads, o que torna o trabalho do desenvolvedor algo muito mais especializado.

Segundo dados divulgados por uma pesquisa realizada ano passado pela Quaddro Treinamentos, 81% dos desenvolvedores entrevistados desejam abrir seu próprio negócio. Atualmente, 55% trabalham na área de serviços, 21% em bancos e 19% no setor de educação.

Precisamos de desenvolvedores experts, porém flexíveis

Ainda existe certo preconceito com a figura do programador. Alguns ainda acreditam na figura de um homem jovem, muito centrado no trabalho, mas com poucas habilidades sociais. Esse estereótipo não faz o menor sentido.

Para conseguir um lugar de destaque no mercado, o desenvolvedor precisa ser expert na sua linguagem escolhida, mas também precisa ter muita facilidade de comunicação e relacionamento para conseguir entender seu cliente e trabalhar em equipe. A atual complexidade dos projetos pede por um profissional flexível, que consiga trabalhar em uma equipe multidisciplinar e que, ao mesmo tempo, destaque-se pela sua criatividade e comprometimento. A exigência técnica também é muito alta.

Desenvolvendo apps para homens e mulheres

Destacar seu aplicativo entre os milhares que encontramos na App Store e Google Play não é fácil. Mas é muito importante pensar em um diferencial para o seu app, para que ele não seja “apenas mais um”. Antes de começar a programar, dedique um tempo para pesquisa de mercado, análise de público alvo e construção de personas. Você pode pensar em fazer um aplicativo para homens ou mulheres, mas o ideal é ter um público ainda mais específico, trabalhando com nichos de mercado como “homens, classe A e B, 30 a 35 anos e que gostam de cozinhar” ou “mulheres, classe A e B, 30 a 35 anos que viajam com frequência”.

Você encontra uma série de aplicativos voltados especificamente para o homem ou a mulher nas lojas de apps, mas é preciso tomar muito cuidado com essa questão. Apenas pintar o layout de cor de rosa é mostrar uma visão muito superficial. Hoje homens e mulheres possuem uma rotina muito corrida, com as mulheres trabalhando normalmente em dupla jornada. Por outro lado, os homens começam a se abrir ainda mais para aspectos como a paternidade, ou questões vistas erroneamente como femininas, como cuidados pessoais e dicas de moda.

Produza seu aplicativo estudando a fundo seu público. Conheça sua rotina, seus desejos e o papel que desempenha na sociedade. Não trabalhe apenas com “masculino x feminino”. Encontre lacunas e produza algo novo!

Mesmo com a grande quantidade de apps existentes, a rápida evolução da tecnologia faz surgir novas oportunidades todos os dias. Além disso, as novas gerações estão cada vez mais acostumadas a utilizar o smartphone para resolver problemas corriqueiros de sua vida, o que impulsiona a criação de cada vez mais apps.

Sempre irá existir espaço no mercado porque as pessoas estão constantemente buscando o novo. Elas querem uma forma mais fácil, prática e até mesmo divertida de realizar suas tarefas. Pense em apps que atendam essa necessidade. Obviamente, não é uma tarefa simples virar o “novo WhatsApp”, mas com muita pesquisa, planejamento e alto conhecimento técnico, você já sai na frente.

Roberto Rodrigues, CEO da Quaddro Treinamentos – maior centro de desenvolvimento de carreiras mobile no Brasil, sendo seus carros-chefe cursos de desenvolvimento de aplicativos em sistemas iOS e Android.

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Maior evento de tecnologia para o mercado financeiro da América Latina será realizado de 12 a 14 de junho

O CIAB FEBRABAN – Congresso e Exposição de Tecnologia da Informação das Instituições Financeiras – será realizado entre os dias 12 e 14 de junho, no Transamerica Expo Center, em São Paulo. A 28ª edição do maior evento de tecnologia para o mercado financeiro da América Latina será ainda maior e ocupará sete halls do Centro de Convenções, um a mais do que as edições anteriores, totalizando 36 mil m2, além disso, contará com mais de 140 expositores confirmados, 47 patrocinadores e mais de 270 palestrantes, que apresentarão as mais importantes tecnologias e inovações do setor para um público estimado de mais de 20 mil visitantes.

“O CIAB FEBRABAN é o principal ponto de encontro entre executivos do segmento financeiro. Este ano, temos expectativas de um grande evento e de novo recorde de participações, já que a edição anterior, em 2017, registrou crescimento de 18% de público”, comenta Gustavo Fosse, diretor setorial de Tecnologia Bancária da FEBRABAN.

Estarão presentes empresas multinacionais, startups, companhias internacionais e fornecedores de diferentes soluções tecnológicas para o mercado financeiro. Além da participação de grandes e reconhecidas multinacionais, o Lounge Fintech, integrado à exposição e presente pela terceira vez no evento, reunirá startups em um ambiente propício para o networking com os executivos do setor.

Além disso, o lounge contará com um “Sandbox”, ambiente para demonstração e experiências com novas tecnologias. Em 2018, o campeonato de fintechs e as finais do Hackathon acontecerão dentro do lounge propiciando, assim, uma maior interação com o público da exposição.

Neste ano, Inteligência Exponencial será o tema central que norteará todo o conteúdo do evento, com debates sobre como o desenvolvimento de tecnologias como Inteligência Artificial, Machine Learning, Blockchain, Open Banking e IOT implicam em constantes alterações no comportamento social, e como tais alterações podem rapidamente criar ou destruir negócios.

O assunto será explorado por renomados palestrantes durante o CIAB FEBRABAN. O fórum, dividido em oito auditórios, reunirá palestrantes nacionais e internacionais em debates sobre inovações tecnológicas, transformações digitais e o futuro do sistema financeiro. Especialistas como Ben Pring, diretor do Centro para o Futuro do Trabalho da Cognizant Technology Solutions e Marie Wieck, gerente geral de Blockchain da IBM, já confirmaram presença.

O público participante também poderá acompanhar as discussões que serão lideradas por importantes keynote speakers. O presidente do Itaú Unibanco, Candido Bracher; a engenheira, empreendedora e filósofa futurista, Nell Watson; e o futurista e humanista, CEO da Agência do Futuro, Gerd Leonhard, estão entre as personalidades confirmadas.

O evento promoverá, ainda, o já tradicional CIAB Fintech Day, um dos mais importantes encontros entre instituições financeiras e fintechs do Brasil. Neste ano, o campeonato envolverá fintechs e insurtechs, e, pela primeira vez, terá a participação de startups latino-americanas. O objetivo da competição é identificar startups que tenham sinergia e potencial para colaborar com bancos, seguradoras e instituições financeiras.

Para conferir a programação completa, acesse: www.ciab.org.br.

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Braspag viabiliza pagamentos pelo Apple Pay

A Braspag, empresa do grupo Cielo, viabiliza pagamentos realizados pelo Apple Pay, serviço que a Apple acaba de lançar no país. Com a solução é possível realizar pagamentos usando os dispositivos da marca – celular ou relógio – por aproximação, substituindo-se, assim, o cartão. Também é viável pagar compras em lojas e aplicativos, semelhante ao funcionamento de uma carteira digital.

Neste segundo formato, a cada transação, o consumidor escolhe em sua carteira digital com qual cartão deseja pagar (ele pode armazenar quantos desejar). O lojista recebe, a partir do aparelho, os dados do cartão de forma criptografada. Essa criptografia é transmitida à Braspag, decodificada pela empresa e transmitida ao adquirente. Neste processo, ninguém tem acesso aos dados abertos do cartão em nenhum momento e somente a Braspag é capaz de decodificar os dados criptografados, proporcionando, assim, mais segurança ao lojista e ao portador.

A Nextel e a Ticket 360 são os primeiros clientes Braspag a oferecer o novo método. O lojista interessado em operar com o Apple Pay deverá ser homologado pela Braspag que entregará a ele uma espécie de chave para cifrar os dados do cartão de crédito do cliente. Tais dados estarão salvos na carteira digital do cliente, ou seja, armazenados no aparelho compatível com a tecnologia: o Apple Pay é compatível com iPhones, iPads e Macs com sensor biométrico – ou reconhecimento facial, no caso do iPhone X.

“Acreditamos muito no potencial do Apple Pay. A Braspag está sempre buscando possibilitar aos lojistas que ofereçam as mais variadas formas de pagamento aos seus clientes, trazendo praticidade para o dia a dia da operação, segurança e ampliando, assim, as chances de conversão de vendas”, afirma Rogério Signorini, diretor geral da Braspag.

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Laboratório de tecnologia itinerante da IBM volta à estrada para capacitar estudantes em Internet das Coisas

A IBM Brasil anuncia o início de uma nova viagem do Hackatruck, projeto de educação da companhia, que conta com o apoio da Apple e Flex, e execução do Instituto Eldorado. Nessa segunda viagem, o caminhão itinerante passará por 11 universidades localizadas de ponta a ponta do Brasil e terá como objetivo capacitar estudantes de cursos relacionados à tecnologia da informação sobre IoT (Internet of Things). Desta vez, o caminhão funcionará como um “makerspace”, ou seja, um espaço onde os alunos poderão criar e desenvolver protótipos de projetos relacionados ao tema.

A Internet das Coisas vem se popularizando com rapidez no mercado brasileiro. Com grande potencial de crescimento, tem atraído cada vez mais profissionais e estudantes da área. De acordo com dados da consultoria IDC, IoT deve movimentar US$ 8 bilhões no Brasil neste ano. Os principais investimentos na tecnologia devem partir de setores como saúde, indústria, agricultura e infraestrutura urbana.

O curso oferecido pela IBM é gratuito e tem 6 semanas de duração, com carga horária de 120 horas. Durante este período, os alunos selecionados para as aulas serão capacitados na linguagem de programação Swift para iOS, utilizarão metodologias avançadas de desenvolvimento (DevOps, Agile, Scrum e Design Thinking) e tecnologias voltadas a Internet das Coisas. Além disso, todos os participantes poderão desenvolver protótipos de suas ideias. Neste ano, os alunos serão desafiados a criar projetos relacionados a sete temas de grande importância para a sociedade: Saúde, Educação, Indústria 4.0, Varejo, Segurança, Mobilidade Urbana e Sustentabilidade. Além da grade oficial, haverá palestras sobre novas tecnologias, como Inteligência Artificial, Computação Quântica e Blockchain, e carreiras em TI.

Na primeira fase do projeto, realizada entre setembro de 2014 e dezembro de 2017, o Hackatruck percorreu mais de 48.000 km e passou por 10 universidades em todas as regiões do País. Cerca de 4 mil alunos assistiram às aulas e workshops. “É nossa missão ajudar na capacitação de futuros profissionais em novas tecnologias, para que cheguem ao mercado bem preparados para inovar e atender às demandas das empresas. O Hackatruck é um projeto muito importante nesse sentido e os resultados da primeira fase nos deixam muito felizes e engajados para lançar uma nova edição”, afirma Carlos Hopf, Líder de Parcerias Educacionais e Pesquisa & Desenvolvimento da IBM Brasil.

Itinerário e inscrições

A segunda fase do Hackatruck Makerspace será realizada entre maio e dezembro deste ano e passará por seis universidades nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste. As datas de chegada do caminhão nas outras cinco universidades serão divulgadas posteriormente.

PUC Campinas (SP): 2 de maio a 8 de junho;
Universidade Católica de Brasília (DF): 25 de junho a 3 de agosto;
PUC-PR (Curitiba/PR): 7 de agosto a 18 de setembro;
PUC-RS (Porto Alegre/RS): 24 de setembro a 7 de novembro;
Unichapeco (Chapecó/SC): 12 a 30 de novembro;
Unicesumar (Maringá/PR): 3 a 21 de dezembro.

Os interessados em participar do Hackatruck devem ser alunos das instituições parceiras e deverão completar um curso de ensino a distância disponível no site do projeto. Os participantes com a melhor pontuação serão selecionados para as aulas presenciais no caminhão-escola. Para mais informações, acesse www.hackatruck.com.br.

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