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ClearSale divulga dados inéditos sobre tentativas de fraude no mercado de aparelhos móveis

A ClearSale, empresa líder em soluções antifraude, divulgou um recorte inédito sobre os setores mais visados pelos fraudadores a partir do Mapa da Fraude, estudo elaborado pela empresa que contempla informações sobre tentativas de fraude no e-commerce brasileiro.

Um dos grandes desafios do lojista é identificar e diminuir as fraudes, impulsionando as boas compras e gerando relações de confiança com seus clientes. No último ano, a cada R$100 em compras online de celulares, R$9,47 foram tentativas de fraude, sendo este o setor mais visado pelos fraudadores. Enquanto isso, o mercado de smartphones segue em alta. Segundo estudo realizado pela Gartner, cerca de 1,9 bilhão de smartphones devem chegar aos consumidores em 2018, um crescimento de 1,6% em comparação com 2017.

A prevenção é uma das melhores alternativas para gerar mais confiança entre empresa e consumidor e prevenir atividades fraudulentas. “O fraudador se interessa por produtos de fácil revenda no mercado negro. Por isso, é necessário que, além dos varejistas, o consumidor também tome as devidas precauções para se prevenir de fraudes como, por exemplo, evitar compartilhar informações sensíveis como o número do cartão de crédito e dados pessoais.”, diz Omar Jarouche, gerente de Inteligência Estatística da ClearSale.

Uma das alternativas para a prevenção a fraude é o aplicativo Compre & Confie, iniciativa idealizada pela ClearSale que tem como objetivo consolidar um processo de compra seguro – evitando golpes e, ao mesmo tempo, proporcionando uma boa experiência de compra para consumidores.

Para saber mais sobre as tentativas de fraude que aconteceram no Brasil em 2017 acesse http://lp.br.clear.sale/mapa-da-fraude

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SoftExpert conquista novos clientes em Portugal

A SoftExpert, fornecedora de softwares e serviços para automação e aprimoramento dos processos de negócio, conformidade regulamentar e governança corporativa, conquistou quatro novos grandes clientes em Portugal.

Agora, as empresas Luís Simões, Bosch, Medway e Flex 2000 fazem parte do portfólio da companhia. De acordo com o CEO da SoftExpert, Ricardo Lepper, estes importantes resultados demonstram a assertividade da estratégia de internacionalização da marca da empresa.

A Luís Simões, operador logístico líder no mercado de fluxos rodoviários entre países ibéricos, adotou a solução para gestão de governança, riscos e regulamentos, SoftExpert GRC. O objetivo é contar com uma ferramenta para gerir necessidades relativas a seu Sistema de Gestão Integrada, cujas matérias se encontravam descentralizadas por diversas aplicações, além de suportar o crescimento da companhia nas questões relacionadas com governança, riscos e regulamentos.

Já a unidade da Bosch de termotecnologia, em Cacia – Aveiro, adotou a solução para gestão de processos de negócio, SoftExpert BPM. A SoftExpert atendeu os rigorosos requisitos tecnológicos e de segurança da Bosch, tendo a aderência às exigências operacionais da multinacional que é uma das maiores fabricantes de componentes automobilísticos do mundo.

A Medway, subsidiária da gigante MSC – Mediterranean Shipping Company, implementou o SoftExpert Excellence Suite, uma plataforma corporativa para a automação e aprimoramento de processos, conformidade regulamentar e excelência na gestão. A operadora ferroviária privada portuguesa, especializada no transporte de mercadorias, irá realizar a gestão dos seus processos de qualidade, segurança e governança corporativa com a solução completa da SoftExpert. O projeto contará com uma app que sincroniza toda a documentação legal destinada aos maquinistas, com tablets no sistema operacional Android. A mobilidade que permitirá total disponibilidade e atualização imediata, mesmo quando os equipamentos se encontram off-line.

Toda a transição para a nova norma IATF 16949 (sistema de gestão da qualidade para o setor automotivo) na Flex 2000, fabricante de bases e estruturas em espuma, será apoiada pelo SoftExpert Excellence Suite. Já foram implementados os módulos para Gerenciamento do Desempenho, Gestão de Planos de Ação, Gestão de Documentos e Registros, Não Conformidades e Reclamações, Gestão de Auditorias, Analytics, além do mapeamento dos principais Processos. Ainda serão implementados os módulos de Mapeamento e Avaliação de Competências, bem como a solução SoftExpert PLM, para Gestão do Ciclo de Vida do produto.

Expansão internacional

Em 2017, a SoftExpert registrou um crescimento de 56% em seu faturamento no exterior e o volume global de negócios ultrapassou os R$ 70 milhões. A empresa fechou o ano com 69 novos clientes no exterior.

“A expertise que alcançamos atendendo a multinacionais dos mais diversos segmentos em mais de trinta países, nos levou, nos últimos 5 anos, a um crescimento orgânico médio das exportações da ordem de 30% ao ano”, explica Lepper.

A companhia abriu um escritório nos Estados Unidos, onde possui clientes como a unidade americana da japonesa Yorozu Automotive, e também no México. Destaque para a Coppel, uma das maiores redes de lojas de departamento da América Latina, e a Prodemex, uma das empresas líderes do setor de construção e infraestrutura. Foram firmadas 24 parcerias internacionais, com destaque para operações estratégicas da Ricoh e da Baker Tilly na América Latina.

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Wolters Kluwer figura na lista das melhores empresas de TI para o setor de saúde

A Wolters Kluwer Health, líder mundial em fornecimento de informações para profissionais e estudantes da área da saúde, subiu duas posições e está classificada em 21º lugar na lista da The Healthcare Informatics 2018, que avaliou as empresas de tecnologia com base em sua atuação no setor de saúde em 2017, nos EUA. Este é o terceiro ano consecutivo que o fornecedor global de tecnologia clínica e soluções baseadas em evidências subiu no ranking, sendo sua sétima aparição consecutiva na lista.

“O Healthcare Informatics é amplamente reconhecido como o resumo oficial das principais empresas de tecnologia que atuam no setor de saúde. É uma honra estar entre os 25 melhores e validar o comprometimento da Wolters Kluwer em equipar os clínicos, pesquisadores, estudantes e outros profissionais da saúde com as ferramentas que eles precisam para tratar os problemas mais urgentes da área da saúde”, ressalta Diana Nole, CEO da Wolters Kluwer Health. “Ao entregar tecnologia clínica avançada, inovações de inteligência artificial e soluções baseadas em evidências, a Wolters Kluwer conduz a decisões de cuidados mais informadas e agiliza os fluxos de trabalho, ajudando a eliminar a variabilidade do cuidado, melhorar a qualidade e os resultados, além de reduzir custos para organizações da saúde e pacientes.”

“Mais do que apenas uma lista, a Healthcare Informatics é um indicador absoluto de quais empresas estão resolvendo problemas na indústria de saúde dos EUA – e fazendo isso em escala”, explica Rich Tomko, vice-presidente e diretor administrativo da Healthcare Informatics. “A parte mais interessante dessa lista é entender exatamente quais problemas eles estão resolvendo e como.”

O Healthcare Informatics é uma das premiações mais importantes recebidas pela Wolters Kluwer no 1º semestre de em 2018, entre outras recebidas pela companhia estão:

– Omega NorthFace ScoreBoard, por satisfação e excelência em atendimento ao cliente
– 34 prêmios da American Society of Healthcare Publications Editor (ASHPE), incluindo a Publicação do Ano
– Finalista do Prêmio SIIA CODiE de 2018

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Inteligência Artificial e Business Intelligence: Para onde vai a IA e como podemos trabalhar com ela no futuro do BI?

Por Michael Anthony, Senior UX / UI Designer da Qlik

Enquanto as máquinas estão cada vez mais inteligentes, rápidas e criativas, nossa fascinação contínua pelo assunto ajuda a romper as fronteiras tecnológicas. Em 1996, o computador Deep Blue da IBM foi notícia quando ganhou do campeão mundial de xadrez Gary Kasparov. Apesar de ser muito impressionante o fato de que uma máquina pudesse aprender a jogar xadrez, o maior interesse não era esse.

Assim como nos mais recentes programas de jogos, o objetivo real é construir máquinas cada vez mais inteligentes, capazes de aprender, adaptar e pensar por si mesmas. Esse é o avanço da inteligência artificial (IA).

Os primeiros computadores eram programados manualmente por humanos para fazer trabalhos específicos e bastante simples. Uma calculadora, por exemplo, foi programada sobre como calcular números e foi o que aconteceu. Mas à medida em que adicionamos camadas de complexidade com maiores demandas, os computadores se tornaram tão complexos que não é mais possível que o homem programe todos os aspectos de alguns programas.

Ao invés disso, os humanos passaram a desenvolver partes de programas responsáveis por construir outras partes dos próprios programas, encontrando a lógica mais otimizada por meio de tentativa e erro. Como as máquinas programam partes de si mesmas, um humano tentando explicar exatamente como um programa
está fazendo o que está fazendo é algo praticamente inexplicável.

Assim, à medida que as máquinas estão ficando mais inteligentes, elas recebem também trabalhos mais complicados – como empregos que antigamente
eram estritamente de domínio humano, por exemplo. Os computadores estão aprendendo a dirigir veículos, ler resultados de exames médicos e fazer
recomendações de tratamento, escrever artigos de notícias e, claro, fabricar produtos. Uma das vantagens de uma máquina sobre um humano é que, para algumas
dessas tarefas, uma máquina é (ou será) melhor no trabalho do que uma pessoa. Outro benefício é, com certeza, o fato de que os computadores não adoecem, não
precisam dormir e podem fazer o trabalho de vários funcionários de uma só vez.

A boa notícia é que, para algumas profissões, a substituição do computador levará mais tempo para chegar do que para outras. Embora os
operadores de elevadores humanos sejam quase inexistentes agora, outros trabalhos são mais complicados e difíceis de substituir por uma máquina. A IA programada
para realizar uma tarefa específica é chamada de IA fraca ou IA restrita – é uma máquina focada em uma tarefa única e isso é tudo o que ela tem capacidade
de fazer. Por exemplo, o programa que executa o elevador é ótimo em fazer isso, mas só pode fazer isso. Um programa que pode dirigir um carro provavelmente
também não pode jogar xadrez, etc.

Para o campo de BI, deveria ser óbvio que, com o tempo, os computadores se tornarão muito melhores na análise de dados do que os humanos.
É o tipo de campo que parece perfeito para IA – montanhas virtuais de dados à disposição de programas de IA para aprender, analisar e encontrar os melhores
algoritmos mais confiáveis para fazer recomendações.

Já usamos software de BI por sua capacidade de classificar grandes conjuntos de dados na velocidade da luz. O próximo passo é que as máquinas
realmente analisem os dados e não apenas recuperem as informações quando solicitadas.

Então o que nós vamos fazer? Em geral, é sempre benéfico se concentrar em seus pontos fortes. Um ponto forte que temos é a nossa capacidade
de resolver problemas em um estilo interdisciplinar, algo que a inteligência artificial estreita não faz tão bem. Somos naturalmente flexíveis para fazer
diferentes tipos de trabalho e pensar de maneiras criativas.

Ao invés de tentar vencer as máquinas em seu próprio jogo, o movimento mais inteligente é fundir nossas forças com os pontos fortes da IA.
Uma parceria, em vez de um cenário “nós contra eles” no melhor estilo O Exterminador do Futuro – quando as máquinas, comandadas por uma força chamada
Skynet, se rebelaram. As máquinas trarão sua velocidade e poder de processamento à mesa, à medida que usamos nossa criatividade e pensamento não
linear, pois juntos procuramos resolver os problemas de negócios de amanhã.

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Nutanix apresenta programa Velocity para parceiros com foco em clientes de médio porte

A Nutanix (NASDAQ: NTNX), empresa líder em software de nuvem corporativa, acaba de anunciar o lançamento de um programa para parceiros de canal voltado ao segmento de empresas de médio porte. O programa Nutanix Velocity inclui processos de vendas, incentivos e investimentos de marketing para parceiros estratégicos.

Como parte do programa, a Lenovo está unindo forças com a Nutanix para fornecer pacotes específicos de produtos HX. A iniciativa conjunta visa oferecer um caminho de compra mais rápido para pacotes predefinidos e várias configurações a preços competitivos. Os parceiros podem usar essas ofertas para impulsionar os negócios por meio de dimensionamento e cotação simplificados.

Além disso, as duas empresas estão lançando uma oferta de produto hiperconvergente, pronta para software, projetada especificamente para clientes corporativos, chamada Lenovo ThinkAgile HX. A Nutanix também está permitindo que os parceiros demonstrem aos clientes de médio porte como a infraestrutura hiperconvergente fornece uma solução elegante às suas necessidades, sem os desafios de custo e segurança que podem enfrentar em modelos públicos baseados somente em nuvem.

“Com o lançamento do programa Velocity, a Nutanix está capacitando seus parceiros para oferecer mais facilmente o software Nutanix Enterprise Cloud OS ao segmento de mercado mid level. Os programas de canais legados focavam em benefícios com base apenas na obtenção de receitas, mas a Nutanix está buscando priorizar e recompensar os parceiros que mais investem em nossos negócios.”, disse Rodney Foreman, vice-presidente de vendas globais de canal da Nutanix.

“Desde que anunciamos nossa parceria com a Nutanix, há menos de três anos, o ThinkAgile HX teve um enorme crescimento na receita e número de clientes. Somos um parceiro em rápido crescimento e esperamos continuar neste ritmo com nosso trabalho no programa Velocity”, disse Paige Garner, vice-presidente de operações de vendas mundiais do Lenovo Data Center Group.

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Escola global de tecnologia chega ao Brasil para transformar qualquer profissional em programador e criador digital

A falta de profissionais de TI capacitados, no Brasil, é, sem dúvida, um dos maiores gargalos encontrados pelas empresas no momento de fazer uma contratação, déficit que pode chegar a 161 mil postos até 2019, segundo levantamento recente da IDC. Pensando nisso, a Ironhack, tech school com sedes em Madrid, Barcelona, Paris, Miami, Amsterdã, Cidade do México e Berlim, escolheu São Paulo para inaugurar o seu oitavo bootcamp.

Com um modelo de ensino intensivo e imersivo baseado no conceito de “aprender fazendo”, a empresa oferece cursos de treinamento para programadores e web designers (UX/UI) alinhados às necessidades do mercado, uma metodologia que tem garantido 85% de empregabilidade de seus alunos, em no máximo três meses. Em apenas cinco anos de operação, a Ironhack já formou mais de 1,5 mil estudantes de 70 nacionalidades diferentes, em programas com duração entre 9 e 24 semanas.

A companhia foi criada em 2013 por Ariel Quiñones e Gonzalo Manrique, que se conheceram em um programa de MBA na Wharton School. Depois de observarem as pessoas investirem grandes quantias em educação e, mesmo assim, terem dificuldade em conseguir ingressar ao mercado de trabalho, os empreendedores criaram, em Madrid, uma startup voltada para o ensino de tecnologia.

Depois de ampliar a sua atuação para EUA e França, a Ironhack recebeu o aporte de 3 milhões de dólares do fundo JME Venture Capital para viabilizar sua expansão para a América Latina e Europa, incluindo a abertura do bootcamp na capital paulista, o primeiro sul-americano, além de unidades na Cidade do México, Berlim e Amsterdã.

“Estamos seguros de que nosso conceito de educação personalizada, ágil e sintonizada com as últimas mudanças tecnológicas trará para São Paulo novas oportunidades para quem busca uma recolocação ou, ainda, ingressar para o mercado de trabalho de TI”, explica Mario Posadas, Gerente de Expansão da Ironhack no Brasil. Segundo ele, diferente dos modelos educativos tradicionais, a escola permite que os alunos aprendam com seus próprios objetivos, seja para se aperfeiçoar tecnicamente, impulsionar a carreira ou mudar de área profissional. “Esta metodologia do bootcamp é bastante adequada para quem busca uma rápida mudança profissional”, lembra Posadas.

Outro diferencial da escola de programação é o suporte dado à recolocação profissional. Após a conclusão do curso, a escola promove uma Feira de Contratação ao longo de quatro dias, momento em que as próprias empresas vão até o Campus para conhecer e entrevistar os alunos. Entre as companhias, destaca-se a parceria global com Google, Rocket Internet, Boston Consulting Group, Twitter, VISA, entre outras.

“Com a Ironhack, quem deseja mudar de carreira consegue sair apto a trabalhar como desenvolvedor júnior ou em outras funções da área de tecnologia, um dos segmentos que mais emprega atualmente, com remunerações proporcionalmente mais altas se comparadas a outros segmentos, no Brasil”, destaca o Cofundador Ariel Quiñones. De acordo com uma pesquisa da consultoria Robert Half, o salário de um desenvolvedor júnior gira em torno de R$ 5 mil em solo brasileiro, mas pode chegar à casa dos R$ 20 mil para profissionais mais experientes.

Por ser um mercado tradicionalmente dominado por homens, a escola de programação oferece bolsas de 10% para mulheres que desejam se matricular nos seus cursos. A Ironhack inicia seu primeiro programa no país em 15 de outubro, com duração prevista de nove semanas. As inscrições já estão abertas no site oficial da escola:www.ironhack.com. O programa, full time, com aulas em português, tem carga de 40 horas semanais e todos os conhecimentos técnicos ensinados por professores experientes são testados em projetos.

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Gestora cria robô para otimizar processos de investimentos

A GEO Capital, gestora brasileira com foco em investir, exclusivamente, em ações globais fora do País, está criando e treinando um robô com tecnologia própria capaz de sintetizar e sistematizar todas as variáveis fornecidas pelo time de análise. O objetivo da nova tecnologia é de compilar os critérios de qualidade das empresas e valuations projetadas e, frente aos preços de mercado, auxiliar a tomada de decisão para a construção do portfólio da gestora.

O mandato da GEO consiste em encontrar empresas de qualidade e investir nessas empresas quando estiverem negociadas abaixo do valor intrínseco calculado. “O nosso algoritmo hoje em dia é capaz de sintetizar e classificar todas as informações que fornecemos das análises, monitorar os preços das ações e nos fazer sugestões de compra e venda”, diz Gustavo Aranha, sócio da gestora.

As análises e decisões, porém, continuam sendo de responsabilidade do time. A equipe conta com 15 pessoas para tocar a operação de toda essa estratégia de investimentos. “Nós cobrimos um universo de 60 empresas e as acompanhamos de forma constante. Por conta disso, estamos em um movimento de ‘algoritmizar’ algumas etapas do processo, pois assim podemos focar nossos esforços na parte de análise”, completa Gustavo.

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Segurança deficiente nos roteadores está deixando os brasileiros vulneráveis a ataques cibernéticos

Nova pesquisa da Avast revela que 43% dos brasileiros nunca acessaram a interface administrativa web de seus roteadores para alterar as credenciais de login de fábrica. Dos brasileiros que acessaram a interface administrativa web, 72% nunca atualizaram o firmware do roteador.

Os consumidores brasileiros, que têm uma segurança deficiente em seus roteadores, estão sob alto risco de ataques cibernéticos projetados para assumir o controle de dispositivos conectados à rede Wi-Fi, roubar senhas e coletar outras informações pessoais confidenciais. Uma nova pesquisa da Avast, líder mundial em segurança digital, revela que 43% dos brasileiros nunca acessaram a interface administrativa web de seus roteadores para alterar as credenciais de login de fábrica. Outra constatação preocupante é que 14% dos brasileiros que usaram essa interface administrativa web, ainda mantêm as credenciais fornecidas com o roteador. Somente 42% dos brasileiros alteraram suas credenciais de login dos roteadores através da interface web. Além disso, dos brasileiros entrevistados que acessaram a interface administrativa web, 72% nunca atualizaram o firmware do roteador.

A pesquisa foi realizada para entender melhor o conhecimento do público com relação à segurança dos roteadores, que é frequentemente negligenciada quando as pessoas prestam mais atenção nos dispositivos que estão utilizando.

No início deste mês, cerca de 700.000 roteadores em todo o mundo foram diagnosticados como vulneráveis a um malware com recursos de decodificação SSL. Conhecido como VPNFilter, esse malware modular contém recursos de ataque MiTM (Man-in-The-Middle), criado para injetar cargas maliciosas no tráfego da internet. O malware tem a capacidade de escanear o tráfego web de entrada e saída na rede do usuário, com o objetivo de coletar senhas e outras informações confidenciais. Até hoje, roteadores de 54 países foram afetados, incluindo os modelos Linksys, NETGEAR, D-Link, Huawei e Asus.

Também foi relatado recentemente que a botnet Satori, uma botnet que infecta dispositivos IoT (Internet das Coisas) usando-os para realizar ataques DDoS e minerar criptomoedas, está se espalhando e explorando uma vulnerabilidade nos roteadores DSL da D-Link. O Brasil é atualmente o país mais afetado.

A pesquisa da Avast ilustra como os ataques podem tirar proveito da falta de compreensão das pessoas sobre a segurança dos roteadores. Exatamente metade dos consumidores brasileiros admitiu acessar a interface do roteador uma vez por ano ou menos, para verificar se há atualizações, enquanto um número similar (52%) disse que não tinha ideia de que seus roteadores tinham firmware – um software pré-programado, gravado em hardware que requer atualização para incorporar patches de segurança.

“Uma rede local do usuário é tão relevante e pode ser vista como o elo mais fraco de uma cadeia. Na maioria das vezes, o roteador é o maior ponto de vulnerabilidade”,disse Martin Hron, Pesquisador de Segurança da Avast.

“O roteador é freqüentemente mal compreendido ou ignorado, porém, é indiscutivelmente o dispositivo mais importante ao atuar como porta de entrada para a internet. Ao conectar vários dispositivos e permitir que compartilhem dados entre si, enquanto gerenciam o tráfego web de entrada e saída, o roteador é um alvo natural para cibercriminosos que desejam coletar informações pessoais confidenciais dos usuários, como detalhes de login do banco e explorar dispositivos conectados à rede como os de IoT. No mínimo, deve-se alterar o nome do usuário e a senha padrão de fábrica, assim que o roteador estiver instalado e verificar pró-ativamente se há atualizações de firmware”, finalizou.

Metodologia da pesquisa

A pesquisa foi realizada pela Avast em junho de 2018 e entrevistou 1.522 consumidores no Brasil.

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Iniciativas do RJ e RS vencem o Shell Startup Challenge

A indústria de petróleo e gás natural deve ganhar, em breve, mais três fornecedores de tecnologia em monitoramento, controle e análise de dados em tempo real. Foram escolhidas as três empresas vencedoras do Shell Startup Challenge, por meio do Edital de Inovação para a Indústria. Os selecionados receberão um aporte total de R$ 2,5 milhões no desenvolvimento de seus projetos.

Uma das três iniciativas escolhidas são do Rio de Janeiro, um dos principais estados produtores petróleo. Outras duas são do Rio Grande do Sul, tradicional fornecedor de serviços para a indústria. Além da premiação, as empresas selecionadas terão todo o apoio da Shell Brasil, do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) e do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE) para desenvolver e validar as novas tecnologias.

Confira as empresas e projetos vencedores:

– Pix Force (RS) – Monitoramento contínuo de eventuais vazamentos de óleo, detectando-os através de imagens de radar adquiridas por satélite e processadas por algoritmos.

– Teia Labs (RS) – Plataforma computacional para realização de análise de dados em tempo real para desenvolvimento de modelos preditivos e de visualização de dados capazes de identificar automaticamente falhas nos sistemas de exploração de petróleo e gás em águas profundas.

– PhDsoft Tecnologia Ltda (RJ) – Integração de dados de corrosão de sensores em tempo real em tubulação do Topside de FPSO e equipamentos estáticos, em um modelo 4D, para construir um Predictive Digital Twin (gêmeo digital preditivo) para monitorar e prever envelhecimento e riscos.

“Estamos muito felizes, não apenas com o resultado final, mas com a qualidade de todos as propostas que foram apresentadas durante o programa. Prova o potencial do país em projetos de Pesquisa & Desenvolvimento e que a Shell Brasil está no caminho certo ao fazer grandes investimentos e acreditar nesta área”, afirma Marcelo Mofatti, Assessor Sênior de Parcerias – Inovação, Pesquisa e Desenvolvimento.

“Ficamos muito satisfeitos em verificar que a Shell tem feito investimentos tanto em inovações globais como o Flatfish (robô autônomo para fiscalização de dutos de petróleo, desenvolvido em parceria com o SENAI-Cimatec) quanto em capital local, que são as startups. A melhor maneira de difundir inovações globais é por meio do investimento em startups. É dessa forma que se cria a indústria do futuro”, diz o gerente-executivo de Inovação e Tecnologia do SENAI, Marcelo Prim. “O SENAI, que já teve um papel fundamental no processo de seleção das startups, agora vai colocar à disposição os Institutos SENAI de Inovação e seus pesquisadores a serviço da Shell e das startups para desenvolvimento das propostas selecionadas.”

Os projetos vencedores, escolhidos por profissionais experientes da Shell Brasil, SENAI e Sebrae foram avaliados em critérios como potencial de inovação, valor para a Shell, viabilidade e possibilidade de comercialização da ideia até a geração de uma prova de conceito.

O Edital de Inovação para a Indústria é uma iniciativa do SENAI, do Sebrae e do Serviço Social da Indústria (SESI). O objetivo é financiar o desenvolvimento de soluções inovadoras para a indústria brasileira, sejam novos produtos, processos ou serviços de caráter inovador, incremental ou radical.

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Resource IT abre 250 vagas de TI no Sul, Sudeste e Nordeste

A Resource IT, uma das principais multinacionais brasileiras de serviços de consultoria, TI e Integração Digital, está com 250 vagas abertas para profissionais de Tecnologia da Informação (TI) nas regiões Sul, Sudeste e Nordeste do Brasil. As oportunidades são para os cargos de Analista Programador Back-End (NODE), Analista Programador Front-End (Angular PI), Especialista VTEX (E-commerce), Analista Programador React Sr, Product Owner e Full STACK. As vagas preveem plano de carreira e contemplam diversos benefícios.

Os interessados em fazer parte da empresa devem ser graduados em Ciências ou Engenharia da Computação e indicar suas experiências profissionais na área de TI no cadastro dos currículos.

Para as vagas de Analista Programador Back-End é preciso ter conhecimentos das linguagens NODE, JavaScript, AWS, Microsserviços GIT, Mongo, DB e Oracle. Para o cargo de Analista Programador Front-End é necessário conhecimento em HTML, CCS-SASS, SCSS-Angular, APIS, REST, GIT, GRUNT e GULP. Para os candidatos a Especialista VTEX é imprescindível domínio de HTML, CSS, SASS, JavaScript, JQUERY, Plataforma VTEX, GIT, GRUNT e GULP. Para os concorrentes à vaga para Analista Programador React Sr é exigido experiência em Android ou IOS, JavaScrip e Angular.

O cargo de Product Owner requer experiência no desenvolvimento e gestão de produtos digitais, participação em eventos ou congressos sobre agilidade, conhecimento de sistemas e produtos Web e Mobile. Ter atuado como Scrum Master é um ponto positivo. Já a vaga para Full STACK solicita conhecimentos em JAVA 5/6 EE, JBoss, Tomcat, WAS, Spring, Springbatch, Jenkins, Maven, ANT, EJB, HTML, CSS, JavaScript, JSP e Struts.

Com 26 anos de atuação no mercado, a Resource IT possui uma equipe de 2.500 profissionais altamente capacitados e aptos para atuar em projetos no Brasil e em cinco países no exterior, em especial na América Latina e Estados Unidos, por meio de uma moderna estrutura com 21 Unidades e Centro de Inovação no Vale do Silício (EUA).

A excelência de seus serviços faz com que a Resource IT seja amplamente reconhecida pelo mercado e por mais de 300 clientes ativos de diversos segmentos da indústria, com ofertas completas de Digital, Serviços Gerenciados e Soluções Empresariais. A Resource IT utiliza as mais modernas tecnologias globais e possui dezenas de certificações técnicas que comprovam seu diferencial competitivo e a qualidade de seu trabalho junto a clientes que desejam obter ganhos de produtividade e maior desempenho em suas operações.

Os candidatos interessados devem enviar seus dados com o currículo atualizado para o e-mail recrutamentoeselecao@resourceit.com. As inscrições já estão abertas e as contratações serão feitas ao longo dos próximos meses. Para mais informações, visite o site www.resourceit.com.

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Senior contrata nova Gerente Nacional de Canais

Referência em tecnologia empresarial no Brasil, a Senior anuncia a contratação de Fernanda Jordão para o cargo de Gerente Nacional de Canais. Com mais de dez anos de carreira na área de vendas e forte experiência com vendas indiretas – Canais, Parcerias e Alianças – em empresas de software brasileiras e multinacionais, a executiva atuou dentre outras empresas de tecnologia, na Thomson Reuters, onde apoiou o crescimento e desenvolvimento de Canais de Vendas da companhia.

Graduada em Administração de Empresas e Comércio Exterior (Mackenzie, SP), Fernanda fez um curso em Planejamento Estratégico pela Universidade de Berkeley (EUA), antes mesmo do Silicon Valley e a explosão tecnológica na Califórnia ser reconhecida aqui no Brasil. Além disso, recentemente concluiu MBA Internacional pela FIA USP, com extensão em Inovação na Universidade de Vanderbilt (EUA) e realizou visitas técnicas em grandes empresas como Netflix, Google e Coursera, no Silicon Valley.

Com perfil empreendedor, experiência em criação e reestruturação de áreas, processos e escalabilidade de negócios do segmento de Tecnologia, Fernanda morou durante dois anos na Alemanha e, na Senior, tem o desafio de fortalecer os atuais e captar novos Canais de Distribuição da companhia, assegurando desta forma a cobertura de mercado da empresa por meio de vendas indiretas.

Com experiência em construção de equipe e liderança, Fernanda traz para a Senior sua expertise no desenvolvimento de equipe comerciais, interação diária com as áreas-chaves de parceiros e internas das empresas que passou, como desenvolvimento, tecnologia, produtos e marketing. Além disso, tem forte atuação no planejamento, gerenciamento e execução de estratégias para prover informações relevantes para o crescimento do negócio que atua, assim como o engajamento de parceiros neste mesmo crescimento, através de sessões de inovação e capacitações diversas.

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Proteção de Dados: responsabilidade das empresas e de todo seu ecossistema de terceiros

A GDPR – General Data Protection Regulation eleva o grau de exigência sobre as empresas e todo seu ecossistema de terceiros, em relação às estruturas, políticas, procedimentos e controles que promovem a adequada proteção de dados em seus negócios. O eventual descumprimento das novas regras sujeita empresas e seus terceiros a pesadas multas e sanções.

Para mitigar riscos e promover o compliance sobre a proteção de dados nas empresas e seus terceiros, a ICTS Outsourcing incorporou em seu serviço de Due Diligence de Terceiros (3rd Party Compliance), já amplamente empregado com enfoque Anticorrupção, uma nova camada de verificação.

A condução de due diligences sobre Proteção de Dados de forma rigorosa e periódica é um importante elemento para um programa efetivo de compliance nas organizações, permitindo a identificação e o tratamento de riscos no relacionamento entre a empresa e seus diversos terceiros (parceiros de negócio, prestadores de serviços, fornecedores, representantes, etc). Adicionalmente, possui um caráter construtivo muito interessante, pois estimula a assimilação de melhores práticas de negócio em toda a cadeia de valor da empresa, promovendo uma evolução gradual do mercado.

“Esta nova camada de diligência era necessária para permitir a avaliação do grau de maturidade dos parceiros, fornecedores e outros terceiros sob a ótica da proteção de dados, verificando seu grau de preparação e aplicação prática dos elementos de segurança, seja sobre dados pessoais, inclusive sob a ótica da GDPR, ou quaisquer outras informações da empresa às quais o terceiro tenha acesso.”, explica o sócio diretor da ICTS Outsourcing, Cassiano Machado, especialista em gestão de riscos, ética e compliance.

Empregando uma abordagem progressiva de análise, cuja complexidade aumenta conforme o nível de exposição aos riscos envolvido, o processo de Due Diligence possibilita às empresas uma ação preventiva sobre atos de corrupção e, agora, também sobre o tratamentamento inadequado e o vazamento de dados. E, especialmente nestes contextos, como comenta Cassiano, prevenir é melhor do que remediar: “A GDPR, por exemplo, prevê multas que variam de 2% a 4% do faturamento anual para empresas que não cumprirem suas regras, e a Lei anticorrupção brasileira é ainda mais rigorosa, com multas de até 20% do faturamento”, destaca. Ele ainda reforça a importância da execução das diligências preferencialmente antes da contratação do novo terceiro, ou, minimamente, nos momentos prévios a renovação dos contratos.

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Globo Play aposta em robôs de chat para apoiar sua nova estratégia

O ano era 2013 e ainda pouco se falava em atendimento via bots de chat. Mas se o cliente estava lá, no universo digital, por que não o atender ali mesmo, ao invés de direcioná-lo para um telefone, dando-lhe mais autonomia e agilidade? Assim, como parte de uma mudança estratégica no atendimento aos seus clientes, a então globo.com (agora Globo Play) tornava-se uma das primeiras empresas no país a implementar um chatbot.

Na época, o call center era quase que inteiramente voltado ao atendimento via telefone, porém a maior parte dos clientes já estava conectada à internet via computador ou smartphones. Ainda assim, não se sabia como esses clientes, ainda que digitais, reagiriam ao não ter mais o telefone como principal meio de contato com a empresa para resolver questões diversas como assinatura, cobrança, informações sobre a programação, problemas técnicos, entre outros.

“Nós desejávamos manter o cliente mais na web, afinal, era essa a principal característica da Globo Play: um produto digital. Além disso, notamos que muitas das perguntas feitas para nossas centrais de atendimento eram básicas e demandavam respostas simples. Estava faltando um canal para que o cliente pudesse realizar seu autoatendimento, ganhando, assim, agilidade, e consumindo o mesmo meio online que estava usando”, explica Alecsandro Cavalcante, gerente de atendimento da Globo Play.

“Por outro lado, os atendentes poderiam se tornar mais estratégicos, prestando um serviço mais dedicado e personalizado para quem, com questões mais complexas, de fato necessitasse do contato telefônico”, completa o executivo.

Assim, a empresa contratou a BlueLab, e, entre os anos de 2013 e 2014, realizou sua primeira virada estratégica no atendimento ao privilegiar os canais digitais e não os convencionais (telefonia e e-mail).

Ao longo de 2014 foi realizada uma importante preparação do conteúdo, com revisão de 81% das FAQs e mudança nos scripts de atendimento, direcionando para uma linguagem mais afinada ao universo digital. “Também tivemos um grande desafio em relação à integração, em virtude da complexidade da infraestrutura de TI da Globo Play, necessária para a segurança da informação”, afirma Marcelo Arakaki, sócio e responsável pelas Operações da BlueLab.

O bot, chamado DOT, ganhou uma linguagem flexível, criando mais empatia com o cliente. Em outubro de 2015, iniciou-se um período de ajustes do robô e o índice de insatisfação com o atendimento caiu de pouco mais de 2% para menos de 0,5% um ano depois. O índice já era baixo, mas com os ajustes atingiu um patamar jamais conquistado nem no atendimento humano, que costuma girar entre 3 e 5%, segundo estimativas da BlueLab. Consolidado o primeiro chat, a parceria aumentou e a BlueLab implementou também robôs para os chats dos produtos Cartola FC, Globosat Play e, mais recentemente, Combate Play e Premiere Play.

Além da implementação do robô, a nova estratégia de atendimento englobava revisão do escopo do SAC, reforço de conceitos de um bom atendimento, reformulação da equipe de chat, revisão da monitoria de qualidade e revisão dos sistemas. A empresa também apostou em um importante plano de endomarketing para reter seus melhores talentos de atendimento, diminuindo, assim, o turnover. “As ações renderam resultados extremamente positivos e conseguimos formar times engajados, pois desejávamos manter o atendimento humano para as questões de maior complexidade”, avalia Cavalcante.

A média de contatos recebidos pelas centrais de atendimento saltou de 2 mil por mês para 60 mil entre 2014 e 2017, sendo que o maior volume é no robô, mostrando a relevância do chat para o cliente. “Já vamos para o quarto ano da operação do robô, com uma retenção acima dos 72%, além de 87% de responsividade do robô. Esse índice só não é ainda maior porque algumas operações são realizadas via atendimento humano, como parte da nossa estratégia”, completa Cavalcante. Entre os assuntos tratados pelo atendimento humano estão: reativação de assinatura, mudança de plano, dificuldades com a programação ao vivo, entre outros.

O executivo destaca ainda que quando o robô não entende a pergunta do cliente, por algum motivo, o cliente é estimulado a falar com um humano. Além disso, o cliente pode falar com um humano a qualquer momento, mesmo que a resposta do robô não o oriente a fazer isso. De acordo com a empresa, o importante é o relacionamento com o cliente e o bom atendimento e não falar com o robô a qualquer custo.

“A aposta nos canais digitais e o investimento no atendimento humano para os temas mais complexos mostrou-se uma estratégia assertiva. Os clientes estão satisfeitos e nós também. Vamos seguir trabalhando na melhoria contínua do nosso atendimento”, conclui o executivo.

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Linx adquire Digital Commerce Group e reforça estratégia de e-commerce e omnichannel

A Linx, líder em software de gestão para o varejo, anuncia a aquisição do grupo Digital Commerce Group. A empresa tem como foco o desenvolvimento de tecnologias para a venda digital e movimenta por ano mais de R$ 1,5 bilhão através de seus produtos, sendo um dos maiores fornecedores de soluções para e-commerce do Brasil com destaque para a sua plataforma de integração com market places, o Octopus.

O DCG tem 10 anos de experiência no mercado e conta com equipes técnica e de negócios especializadas em fornecer aos clientes total suporte em todas as etapas da concretização das suas operações de e-commerce.

Pela aquisição, a Linx pagará o total de R$49 milhões à vista e, adicionalmente, sujeito ao atingimento de metas financeiras e operacionais para os anos de 2018 a 2020, poderá pagar o valor de até R$18 milhões. O faturamento bruto do grupo, estimado para 2018, é de R$18 milhões.

“A aquisição está alinhada com os objetivos estratégicos da Linx e consiste em um passo importante para o reforço das ofertas de e-commerce e omnichannel. Em conjunto aos produtos de OMS, personalização, reengajamento e publicidade já ofertados ao mercado, a Linx segue aumentando seu portfólio de soluções online e contribuindo para a transformação digital dos varejistas brasileiros”, ressalta Alberto Menache, diretor-presidente da Linx.

O Digital Commerce Group (DCG) é um dos maiores grupos de soluções digitais do País e, hoje, conta com 120 funcionários distribuídos em três escritórios: Rio Grande do Sul, São Paulo e Santa Catarina e, atualmente, possui mais de 600 clientes. Fundado em 2006 como EZ Commerce, recebeu o nome DCG em 2015.

Histórico das Aquisições Linx

O crescimento sustentável é objetivo da Linx. A estratégia de crescimento por aquisições da empresa teve início em 2008 e até hoje foram 28 processos nacionais e um processo internacional (Synthesis, em julho de 2017).

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Brasil Digital, o novo Documento Nacional de Identidade

Por Paulo Milliet Roque, vice-presidente da ABES

Está previsto para julho de 2018 o início da disponibilização do DNI (Documento Nacional de Identidade), uma identidade digital válida em todo o território brasileiro cuja proposta é unificar documentos como RG, CPF e título de eleitor. A identificação poderá ser obtida em um processo que inclui registro no aplicativo gratuito “DNI” nas plataformas Android e iOS e identificação biométrica em postos de atendimento do TRE (Tribunal Regional Eleitoral). Com todas as validações concluídas, será possível carregá-lo na memória de um celular ou tablet, dispensando a apresentação de registros de papel.

A iniciativa demonstra o quanto o Brasil tem avançado no campo de certificações digitais e indica um possível caminho de menor burocracia e eficiência aliada à tecnologia. Por outro lado, o novo documento não escapou de críticas, sendo as principais aquelas que levantam dúvidas sobre a privacidade das informações e os custos embutidos no sistema. As duas impressões possuem sua coerência, mas devem ser analisadas com atenção.

O DNI terá vários aspectos de segurança para evitar fraude. O documento é protegido por senha, não sendo possível gravá-la no aplicativo. Também não há vinculação com o chip do celular, e as informações não ficam na memória do aparelho (é necessária conexão com a Internet). Também haverá uma marca d’água ao lado e embaixo da fotografia, mutável a cada acesso ao aplicativo, o que permitirá conferir data e hora em que o documento foi aberto. Essa medida procura evitar que “prints” de tela de terceiros sejam usados como fraude à identificação. No caso de extravio do celular, o cidadão pode pedir a desvinculação do documento e solicitar a habilitação em outro celular no ponto de atendimento.

O DNI identifica o cidadão para outros humanos, mas não assina documentos. Para assinar documentos com valor legal, o cidadão precisa de um certificado digital (tipo e-CPF) que também pode ser instalado no celular. São propostas complementares.

Este certificado digital possui uma chave privada que identifica o cidadão para fins de acesso a serviços do governo e assinatura de documentos. O processo de acesso e a portais assinatura digital de documentos é criptografado. Esses documentos na sua forma nativa não são legíveis para os humanos, pois tudo está criptografado. Para isso é preciso utilizar um software leitor/assinador do documento que mostre as assinaturas, como o Adobe Reader, ou um portal de assinaturas.

Desde a implantação do sistema de certificados digitais brasileiros (ICP-Brasil) no ano de 2001, em nosso país não há registro de roubo de chaves privadas de certificados, a exemplo do que já aconteceu em países europeus e nos Estados Unidos. Isso se deve à alta rigidez tecnológica imposta pelo governo. Com a preocupação de sempre estar um passo a frente e preparado para a evolução dos hackers, já alteramos em 2012 nosso padrão de criptografia de 1024 para 2048 bits e hoje utilizamos técnicas avançadas como a marcação georreferenciada (que utiliza um GPS para emitir certificados, no intuito de combater fraudes) no processo de identificação do titular do Certificado Digital.

Os equipamentos dos certificados digitais (cartões, tokens, leitoras, etc…) brasileiros são certificados pelo Inmetro, com regras rígidas. Os sistemas envolvidos na emissão e uso são homologados pelo ITI Instituto Nacional da Tecnologia da Informação (ligado à Casa Civil). Tamanha preocupação com segurança muitas vezes se reflete em custos (sobretudo porque também são necessárias as caras validações presenciais, antes da emissão de um documento digital), que são fundamentais para tornar esses registros confiáveis.

A medida que a desmaterialização cresce, as certificações digitais e identidades digitais passam a ter uma importância fundamental.

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Braspag contrata novo diretor comercial

Com o objetivo de manter a primeira posição no mercado, estreitar o relacionamento das áreas técnica, comercial e pós-venda com seus clientes e expandir a carteira, a Braspag, empresa do Grupo Cielo e líder em soluções de meios de pagamento para e-commerce na América Latina, contrata novo diretor para assumir a área comercial.

O escolhido para o cargo é José Carlos Castro de Barros Vianna, mais conhecido no mercado como Zeca. O executivo conta com mais de 15 anos de experiência na área de desenvolvimento de negócios e vendas, em especial na liderança e formação de equipes comerciais em empresas de meio de pagamento, tendo passagens pelo Unibanco, Banco ABC Brasil, Porto Seguro, Mercado Pago, entre outras. “A Braspag é uma empresa sólida, ética e inovadora com a missão de simplificar compras. Transpor esta ideia para as relações com os nossos clientes e serviços é positivamente desafiador”, explica Zeca.

“Unir a nossa expertise e liderança de mercado à vasta experiência do Zeca é uma ação estratégica que acompanha a evolução do mercado. Ao estabelecer maior elo entre áreas e nossos clientes, reforçamos a importância de oferecer uma ótima experiência em cada etapa do uso de nossos serviços para encantá-los, o que é sempre o nosso maior objetivo”, afirma o diretor geral da Braspag, Rogério Signorini.

Zeca é bacharel em Economia pela Universidade Paulista, pós-graduado em Finanças pelo Ibmec e mestre em Administração de Negócios pela Fundação Dom Cabral.

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Cabify anuncia Cristiano Soares como novo Head of Sales no Brasil

A Cabify, plataforma inteligente de mobilidade, anuncia Cristiano Soares como novo Head de Sales (diretor de Vendas) da empresa no Brasil. O executivo é formado em Gestão Comercial pela Universidade de Itaúna, pós-graduado em Marketing Estratégico pela Fundação Dom Cabral e está finalizando seu Mestrado em Administração e Negócios pela FIA – Fundação Instituto de Administração.

Cristiano Soares foi fundador e CEO da Vaniday, marketplace de serviços de beleza que recebeu investimento de R$ 55 milhões durante sua gestão, e co-fundador da Glym – ambas startups investidas da Rocket Internet e reconhecidas por sua inovação. Antes de se juntar ao time de Cabify, o executivo também teve passagens por áreas de vendas de organizações como Unimed, ADCOS e a alemã eGentic.

“A Cabify apoia-se nos pilares de experiência, qualidade e segurança, diferenciais que queremos continuar a levar para os clientes corporativos, que já somam mais de três mil em todo o Brasil. Por isso, estamos sempre investindo em tecnologia e inovação, desenvolvendo melhorias na plataforma corporativa”, explica o novo Head de Sales da Cabify no Brasil.

Recentemente, a Cabify renovou toda sua plataforma corporativa, trazendo uma série de novidades e melhor gestão dos custos e corridas para os mais de 50 mil empresas clientes ao redor do mundo. No Brasil, em 2017, a Cabify Empresas cresceu 115 vezes se analisado o volume de negócios em relação a 2016 e aumentou em 30 vezes o número de clientes, permitindo o acesso a serviços de mobilidade urbana com segurança, qualidade e economia de mais de 30% às empresas atendidas.

A Cabify conta com um rigoroso processo de cadastramento de motoristas parceiros. Os veículos devem ter no mínimo 5 anos, são vistoriados e há exigência de uma série de documentos para o cadastramento em na plataforma – que são conferidos presencialmente – além de necessidade de exames toxicológicos e atestados de antecedentes criminais. A empresa oferece ainda sessões informativas para os motoristas parceiros cadastrados na plataforma, onde recebem informações com dicas de atendimento de qualidade, de segurança e questões técnicas e tecnológicas da plataforma.

A Cabify começou a operar no Brasil em junho de 2016, em São Paulo, e está presente em mais sete cidades do país – Campinas (SP), Santos (SP), Rio de Janeiro (RJ), Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Curitiba (PR) e Porto Alegre (RS)

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NCR e Tata Consultancy Services firmam parceria estratégica

A NCR Corporation, líder global em soluções omnichannel, anuncia parceria estratégica com a Tata Consultancy Services (TCS), líder mundial em serviços de TI, consultoria e soluções de negócios.

A parceria reunirá a especialidade em consultoria de TI da TCS com as soluções e a experiência da NCR em proporcionar o engajamento com o consumidor, a transformação dos canais e a capacitação digital para clientes dos setores financeiro, varejista e de bares e restaurantes.

“Temos enorme prazer em trabalhar com um líder do setor como a Tata Consultancy Services e acreditamos que nossos respectivos clientes poderão aproveitar a combinação de valor das nossas empresas para transformar a maneira como interagem com os consumidores em todos os canais físicos e digitais”, afirma Ken Richard, vice-presidente e gerente geral de canais globais da NCR Corporation.

“A NCR é o parceiro perfeito para nós pela experiência em nossos principais setores de atuação. Temos uma proposta de valor para o mercado, com a melhor combinação para ajudar nossos clientes a se manterem na vanguarda de um mercado altamente competitivo por meio da nossa solução Business 4.0 Transformation”, completa Anupam Singhal, vice-presidente sênior da TCS.

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