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boostLAB, do BTG Pactual, inicia segunda rodada de seleção para potencializar startups em nível avançado

O BTG Pactual, o maior banco de investimentos da América Latina, lança nesta sexta-feira a segunda edição do boostLAB, programa de potencialização voltado para startups de nível mais maduro, as chamadas scale-ups. A iniciativa, realizada em parceria com a ACE, eleita três vezes como melhor aceleradora da América Latina, prevê a realização de parcerias e projetos piloto com a instituição financeira, empresas parceiras, fornecedores e demais integrantes de seu ecossistema.

Serão cinco startups selecionadas para o programa, que tem duração de cinco meses. O grande diferencial do boostLAB é a proximidade com os sócios e diretores sêniores do BTG Pactual, que oferecem mentoria e dividem suas experiências por meio de um Conselho. Cada um dos sete envolvidos tem um papel fundamental na estrutura do programa e na melhor integração entre as startups e o Grupo. São eles: Frederico Pompeu – que tem dedicação exclusiva ao programa -, Renato Mazzola (Head do Private Equity), Gustavo Roxo (CTO), Marcelo Flora (Head do BTG Pactual Digital), José Vita (ex-head do Investment Banking), Mateus Carneiro (Head do RH) e André Alves (Head de Marketing).

As scale-ups também contam com a metodologia de potencialização da ACE e os conselhos de um time de executivos com grande destaque em suas áreas de atuação, como Stelleo Tolda (COO do Mercado Livre), Cláudio Galeazzi, grande referência em reestruturações de empresas no Brasil, e Sônia Hess, ex-CEO da Dudalina, eleita pela revista americana Forbes como a terceira mulher de negócios mais poderosa do Brasil.

Além disso, as empresas selecionadas contarão com créditos de US$ 10 mil no serviço de nuvem da Amazon (AWS) e US$ 3 mil no da Google, além do suporte do time de especialistas destas empresas.

O programa de potencialização busca startups que atuem em três áreas: (i) eficiência operacional (principalmente em Meios de Pagamentos, Crédito para PMEs, energia, etc); (ii) relacionamento com o cliente (experiência digital, assertividade com a base de clientes e compliance); e (iii) disrupção (oportunidades de negócios para o Banco e empresas parceiras em mercados como commodities, crédito e seguros, por exemplo).

Frederico Pompeu, sócio do BTG Pactual responsável pelo boostLAB, explica que “o Banco sempre acreditou e investiu em empreendedorismo e em histórias inovadoras e o sucesso da primeira edição nos provou que, com nosso networking e a excelência do time de mentores do programa, realmente somos capazes de dar um boost nessas empresas. Para a segunda rodada esperamos atrair ideias inovadoras e, principalmente, pessoas talentosas. Assim como da outra vez, daremos bastante importância à capacidade de execução e força de vontade dos empreendedores”.

Primeira edição

A primeira rodada contou com inscrição de 124 empresas, dentre as quais seis foram escolhidas e potencializadas: Neurotech, Agronow, Clicksign, F(X), Liber Capital e Zigpay.

A F(X) é uma das empresas que mais se beneficou do programa. Trata-se de um marketplace de crédito para médias e grandes empresas, que utiliza tecnologia de “matching” para tornar esse processo mais inteligente, rápido e efetivo. Ao final da participação no boostLAB, o volume transacionado pela plataforma teve crescimento de 966%.

Já a Agronow obteve crescimento de receita de mais de 250% desde o início da potencialização pelo programa. A empresa oferece, a partir de imagens de satélites, análises de áreas agrícolas, com resultados estatísticos de alta qualidade e confiabilidade, através de dados proprietários de safras.

Rafael Coelho, CEO da Agronow, define como muito boa a participação da empresa no boostLAB. “O fato de o BTG Pactual atuar com muitas empresas relevantes do mercado agrícola nos abriu portas para interagir com pessoas antes inacessíveis e nos possibilitou adequar os produtos da Agronow ao mercado. A rede de contatos do BTG Pactual e sua rede de mentores são formadas por pessoas altamente qualificadas, que contribuíram muito para hoje estarmos ainda mais capacitados no setor em que atuamos”.

Para finalizar a primeira edição do boostLAB, no dia 15 de agosto haverá um Demo Day para possíveis investidores.

Inscrições

Os interessados em participar do programa devem se inscrever por meio do site do boostLAB (www.boostlab.com.br) até o dia 24 de agosto de 2018. O boostLAB fica localizado em São Paulo, no WeWork Faria Lima.

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Softex lança edital para empresas interessadas em participar do Programa TechD

Estão abertas até o próximo dia 30 as inscrições para empresas interessadas em testar e/ou investir em tecnologias focadas em IoT, Saúde, Energia e Mobilidade que serão implementadas no âmbito do programa nacional de inovação aberta TechD.

Sob a gestão da Softex, o TechD foi lançado no último dia 29 em parceria com o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) com recursos da ordem de R$ 18 milhões e a missão de unir startups, empresas, centros de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (P,D&I), e universidades para o desenvolvimento conjunto de projetos de alto impacto tecnológico.

O programa prevê a concessão de recursos de até R$ 500 mil de subversões por projeto de tecnologia selecionado. Para empresas com interesse em investir nas tecnologias que serão testadas, o edital possibilita que ofertem contrapartida financeira por projeto de interesse, que será somado ao valor do subsídio concedido. O programa também permite que as empresas sejam sócias ou obtenham exclusividade no uso das soluções que serão implementadas. A relação das empresas selecionadas será divulgada a partir do dia 10 de agosto.

Trata-se da segunda fase do TechD que procura subsidiar empresas que tenham interesse em desenvolver tecnologias através de processos de inovação aberta, permitindo seu acesso a soluções dedicadas exclusivamente aos seus interesses e necessidades e a uma rede qualificada de centros tecnológicos de excelência habilitados na fase 1 do programa. Com isso, é possível impactar de forma positiva na melhora da competitividade e eficiência do setor produtivo no Brasil. A terceira fase, prevista para meados de agosto, envolverá a chamada pública para que startups ou pesquisadores proponham projetos que apresentem soluções tecnológicas a serem validadas junto às empresas selecionadas pela fase 2 e ampliando seu mercado potencial tanto no Brasil como no exterior. A meta do TechD é apoiar no mínimo 30 projetos.

A íntegra do edital para as empresas está disponível no endereço http://techd.softex.br

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Consumidores devem reforçar a segurança de suas contas bancárias

Há poucas semanas, autoridades oficiais no México alertaram os bancos para que reforçassem seus sistemas de segurança, diante de potenciais ataques cibernéticos no setor financeiro. No entanto, esses ataques nem sempre miram os bancos, mas têm como foco seus clientes. Por isso, a Avast (LSE: AVST), líder global em produtos de segurança digital, alerta para que os consumidores de todo o mundo – inclusive do Brasil –, fortaleçam seus hábitos online para garantir que seu dinheiro esteja protegido contra possíveis ciberataques.

Os cibercriminosos têm como alvo os consumidores porque sabem que a maioria das pessoas armazena informações confidenciais em seus dispositivos, além de usar smartphones e computadores para realizar compras e transações bancárias online. Os cibercriminosos também sabem que os usuários são um elo fraco e muitas vezes desconhecem as práticas recomendadas de segurança. Luis Corrons, Evangelista em Segurança da Avast, traz dicas importantes sobre a melhor maneira dos consumidores combaterem os cibercriminosos.

Atenção para Trojans bancários em dispositivos móveis

Trojans bancários em dispositivos móveis estão em ascensão. São aplicativos que tentam enganar o usuário a fornecer os seus dados bancários, fingindo ser um aplicativo bancário legítimo. Geralmente, imitam a tela de login ou oferecem uma tela de login genérica, com o logotipo do respectivo banco.

Recentemente a Avast realizou uma pesquisa, pedindo que os consumidores comparassem a autenticidade de interfaces de aplicativos bancários oficiais e fraudulentos. No Brasil, os resultados revelaram que 68% dos entrevistados foram capazes de detectar a interface fraudulenta, enquanto 30% confundiram a falsa com a verdadeira. Estes resultados são alarmantes e mostram que os consumidores podem facilmente ser vítimas de Trojans bancários.

“Estamos observando um aumento constante do número de aplicativos maliciosos para dispositivos Android, capazes de contornar as verificações de segurança em lojas de aplicativos populares e atingir os smartphones dos consumidores. Esses aplicativos geralmente se apresentam como apps de jogos e de estilo de vida, utilizando táticas de engenharia social para enganar os usuários a fazer o download”.

“Os consumidores podem confiar em lojas de apps como o Google Play e a App Store da Apple, para fazer o download com frequência de aplicativos bancários. No entanto, é recomendado uma vigilância extra. Os usuários devem confirmar se o aplicativo bancário que utilizam, é a versão verificada. Caso a interface pareça ser estranha ou estar fora do lugar, é preciso fazer uma nova verificação com a equipe de atendimento ao cliente do banco. Também é importante que os usuários utilizem a autenticação de dois fatores, se disponível, além de terem um antivírus forte para Android instalado, para detectar e protegê-los contra malwares maliciosos”, disse Luis Corrons.

Evitando armadilhas de phishing

Os usuários precisam ainda estar atentos ao phishing, que é uma técnica de engenharia social usada por cibercriminosos para enganar as pessoas a fornecer informações confidenciais, como detalhes do cartão de crédito e credenciais de login. Os golpes de phishing geralmente vêm na forma de email, criado para parecer que veio de uma fonte legítima, dificultando o reconhecimento e incluindo um link ou anexo. Links em e-mails de phishing direcionam o usuário para sites maliciosos, quase idênticos ao site que imitam e pedem às pessoas que insiram suas informações pessoais.

“Os anexos em e-mails de phishing ou o uso de engenharia social são utilizados, por exemplo, para ajustar as configurações a fazer o download do malware. Se um e-mail que afirma ser de uma instituição bancária pareça suspeito, pode ser uma tentativa de phishing. Neste caso, os usuários devem verificar diretamente com o banco a sua legitimidade, para garantir que o e-mail seja realmente da instituição financeira”, disse Luis Corrons.

Senhas são a chave do cofre

Usar senhas fortes e exclusivas para cada conta online, e alterá-las regularmente são medidas importante que devem ser adotadas pelos usuários para que mantenham seguras suas contas online, especialmente as contas bancárias.

“Recomendamos o uso de um gerenciador de senhas, como o Avast Passwords, já que a maioria dos usuários pode ter mais de 20 contas online, dificultando a criação e o registro de senhas fortes, bem como exclusivas para cada uma delas”, disse Luis Corrons.

Os gerenciadores fazem uso de criptografia e geram senhas altamente seguras para todas as contas. Isso não significa que os usuários não precisem se lembrar de senhas longas, mas podem alterá-las facilmente com frequência. Alterar as senhas das contas regularmente é extremamente importante, já que as violações de dados nem sempre são detectadas de imediato pelas empresas, o que significa que os cibercriminosos podem colocar as mãos nas credenciais de login sem que ninguém perceba e, assim, comecem a cometer fraudes.

Instalando uma rede de segurança

A instalação de um programa antivírus é obrigatório em qualquer dispositivo, seja um Mac, Windows ou Android. O Antivírus protege os usuários contra uma infinidade de ameaças, incluindo spyware, ransomware, keyloggers e Trojans.

“Independentemente de quão cuidadosas as pessoas sejam, os cibercriminosos estão sempre descobrindo novas maneiras de entrar nas contas dos usuários. O antivírus atua como uma rede de segurança, protegendo em segundo plano e em todos os momentos até mesmo os usuários mais cautelosos, para que possam utilizar seus dispositivos sem preocupações”.

Mantenha o banco online em seus próprios dispositivos

“Os usuários nunca devem realizar transações financeiras de um computador ou de um dispositivo móvel que não pertença a eles, já que nunca pode-se saber com certeza quem o utilizou pela última vez e que tipo de software está sendo executado no dispositivo. O mesmo vale para as redes Wi-Fi. É extremamente necessário usar uma VPN para realizar transações financeiras, quando o usuário está conectado com redes Wi-Fi públicas. Sem uma VPN, os cibercriminosos podem espiar suas atividades”.

Avast Antivirus e Avast SecureLine VPN para PC, Mac, iOS e Android podem ser baixados em www.avast.com/pt-br

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Observatório ACATE mostra que setor tecnológico fatura R$ 15,5 bilhões em Santa Catarina

Com R$ 15,5 bilhões em faturamento, o setor de tecnologia já representa 5,6% da economia de Santa Catarina. São 12,3 mil empresas, com receita média de R$ 1,255 milhão, mais de 16 mil empreendedores e aproximadamente 47 mil colaboradores. Esses números foram extraídos do Observatório ACATE — Panorama 2018, estudo da Associação Catarinense de Tecnologia (ACATE) em parceria com a Neoway, lançado na última quarta-feira (11) durante cerimônia de recondução da atual diretoria da entidade para os próximos dois anos.

Segundo o presidente da Associação, Daniel Leipnitz, o Observatório ACATE nasce para ser um ambiente que reúna as informações e dados atualizados, bem como futuros estudos e análises setoriais. O Panorama 2018, como primeiro estudo, busca apresentar o posicionamento dos polos tecnológicos catarinenses em relação aos demais do Brasil. “Queremos deixar à disposição da sociedade dados de alto nível atualizados sobre o setor de tecnologia e com esses números contribuir para direcionar políticas públicas de melhoria do setor, buscando ainda mais inovação,” explica Leipnitz. O projeto tem o apoio e cooperação da Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (FIESC), com compartilhamento de informações entre as instituições e seus observatórios setoriais, e contará com um espaço físico no Centro de Inovação ACATE — Primavera, em Florianópolis (SC).

O ecossistema inovador de Santa Catarina

Quando a ACATE foi fundada, em 1986, eram 129 companhias do segmento em SC — ou seja, o crescimento foi do setor foi de quase 10.000% em pouco mais de 30 anos. Hoje o estado é o terceiro maior do Brasil em densidade de colaboradores (relação entre o número de pessoas que trabalham no setor de tecnologia por 100 mil habitantes), perdendo apenas para o Amazonas e o Distrito Federal. Em faturamento médio, ocupa a quarta posição.

Entre 2015 e 2017, o número de empresas catarinenses de tecnologia subiu 3,42%. Esse crescimento foi impulsionado principalmente pelas regiões Serrana e Oeste, que tiveram um aumento de 10,44% e 4,75% na quantidade de empresas, respectivamente.

O maior polo tecnológico do Estado é a Grande Florianópolis, que também se destaca nacionalmente. Com quase 4 mil empresas, seu faturamento total é de R$ 6,4 bilhões e emprega 16,5 mil pessoas. Este número leva a capital catarinense à liderança no ranking nacional de densidade de colaboradores: a cada 1 mil habitantes, 25 trabalham no setor de TIC. Além disso, é o segundo polo brasileiro em densidade de empresas por habitantes, atrás apenas de São Paulo. Em relação ao faturamento médio, Florianópolis fica com a quarta posição, com R$ 1,8 milhão por empresa.

Blumenau, berço do ecossistema catarinense de tecnologia, continua sendo um dos principais destaques do Estado e chamando atenção nacionalmente. Seu polo tecnológico ocupa a quinta posição no ranking de faturamento médio, com R$ 1,68 milhão. Em Santa Catarina, o Vale do Itajaí é a região que concentra o segundo maior número de empresas, são 3,3 mil negócios na área de TIC. Também é vice-líder em número de empreendedores, com 4,3 mil, e quantidade de colaboradores, com 10,3 mil.

Joinville ocupa 7º lugar do ranking nacional quando se analisa o faturamento médio das empresas, com R$ 1,2 milhão, à frente de grandes centros como São Paulo. Sua região, o Norte catarinense, tem o maior percentual de empreendedoras no setor, o que corresponde a 30,3%. As mulheres representam ainda 43,5% da força de trabalho, sendo a maior participação feminina do Estado na área de TIC. Outro destaque da mesorregião é a proporção de empreendedores com nível superior — 67,7%, a maior de Santa Catarina.

Na região Oeste, são 1,2 mil empresas, que faturam R$ 1,2 bilhão e empregam 4,6 mil pessoas. Já o polo tecnológico da região Serrana apresenta R$ 481 milhões em faturamento, conta com 392 empreendedores e 336 companhias. Três mil pessoas trabalham no setor de tecnologia da Serra.

Com pouco mais de 1 mil empreendedores no setor, a região Sul de Santa Catarina também está se consolidando como polo tecnológico. São 948 empresas de tecnologia, que faturam R$ 857 milhões e contam com cerca de 3 mil colaboradores.

O Panorama 2018 do Observatório também mostra que as empresas associadas à ACATE desempenham melhor, geram mais empregos e crescem mais do que a média estadual. Juntas, elas faturam R$ 10,27 bilhões, representando aproximadamente 3,2% da economia de Santa Catarina. A receita média é quase 10 vezes maior: de R$ 12,46 milhões entre as associadas e de R$ 1,26 milhão para as outras empresas.

De acordo com Leipnitz, diversas iniciativas contribuem para que as associadas tenham melhores resultados. “As verticais de negócios, por exemplo, são grupos de empresas de tecnologia de um determinado nicho de mercado. Nelas, a união entre empresas, mesmo quando são concorrentes, proporciona a troca de experiências e o fortalecimento do setor. É preciso colaborar de forma voluntária, com respeito às diferenças e se sentindo parte do todo”, diz.

O estudo completo está disponível em www.acate.com.br/observatorio.

Fonte: ACATE

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AlmavivA aumenta faturamento de R$ 3,5 milhões para R$ 1 bilhão em apenas 10 anos no Brasil

A AlmavivA do Brasil, uma das principais empresas do segmento de contact center, customer relationship management (CRM) e trade marketing, conquistou o terceiro lugar no setor em apenas uma década de atuação no Brasil. De 2006 para 2016, o número de funcionários da companhia saltou de 801 para 30 mil, e ela registrou crescimento de R$ 3,5 milhões para R$ 1 bilhão de faturamento.

Já em 2017, a AlmavivA do Brasil obteve de sua matriz, na Itália, € 250 milhões – em operação de euro bonds assessorada pela Goldman Sachs. Desse total, vieram para o Brasil R$ 280 milhões (€ 75 milhões, aproximadamente) – parte como equity e empréstimo intercompany, permitindo quitar todos os débitos com bancos locais, reforçar o caixa e avaliar oportunidades atrativas de M&A.

“Com esse aporte, a AlmavivA substituiu uma dívida muito cara, geralmente de curto prazo, por capital e empréstimo de longo prazo, a uma taxa extremamente vantajosa, permitindo à companhia um diferencial competitivo para 2018 e próximos anos”, explica Alberto Ferreira, diretor-geral de Business.

Além do crescimento em capital financeiro e capital humano, a companhia também ampliou sua estrutura no País, de modo que em pouco mais de uma década passou a contar com 12 sites e 8 escritórios distribuídos em cidades brasileiras como Aracaju (SE), Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Guarulhos (SP), Juiz de Fora (MG), Maceió (AL), São Paulo (sede e central na capital) e Teresina (PI).

Para este ano, de acordo com Alberto Ferreira, a AlmavivA do Brasil pretende adquirir empresas que ampliem ainda mais seu portfólio, considerando suas três competências cruciais para manter-se no mercado: “Robustez financeira, know how e tecnologia vindos de nossos laboratórios internos de tecnologia”, enfatiza o executivo.

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Tecnologia de reconhecimento facial auxilia consumidores na hora do check-in em aeroportos brasileiros

Trazer mais agilidade ao check-in e inovação para seus consumidores foram motivações que há cerca de um ano, levaram a GOL Linhas Aéreas Inteligentes a entrar em contato com a startup brasileira de reconhecimento facial FullFace. Juntas, as empresas implementaram o Selfie Check-In, processo de confirmação de reservas pelo celular, por meio de uma “selfie” do passageiro. A solução da startup brasileira, desenvolvedora de uma tecnologia proprietária de reconhecimento da face, faz a companhia somar atualmente mais de 500 mil clientes cadastrados. Em um ano, foram realizados mais de 1 milhão de processos de Selfie Check-In.

A GOL é a pioneira no mundo em oferecer esta opção aos passageiros de voos domésticos ou internacionais. “O reconhecimento facial já é uma opção em todo e qualquer lugar que seja necessário a identificação do usuário. A FullFace tem a tecnologia que torna viável a utilização de forma segura e eficiente, em ambientes web, mobile e físicos, para que empresas quebrem paradigmas e busquem novas opções de identificar seus usuários de forma segura, ágil e inovadora”, explica Danny Kabiljo, CEO da startup.

Kabiljo ressalta também que o reconhecimento facial é uma tecnologia eficiente e de fácil integração, uma vez que basta uma câmera de celular ou webcam para viabilizar a identificação de uma pessoa, podendo assim ser aplicada em qualquer setor e de forma integrada em todas os meios utilizados pelo mesmo.

“Trabalhamos com o desenvolvimento interno e criamos um time que observa tudo o que as startups do mercado estão fazendo. Vimos que a FullFace já tinha esta tecnologia que abreviaria nosso tempo de lançamento do produto. Foi um trabalho a quatro mãos: algoritmo da FullFace junto ao nosso desenvolvimento do aplicativo”, explica Paulo Palaia, diretor de tecnologia da GOL.

A leitura dos pontos do rosto se dá pela estrutura óssea, ou seja, informações superficiais como barba ou maquiagem não alteram o resultado final da checagem. Ao invés de uma foto, é gerado um código com cerca de 16 mil caracteres, como um CPF facial, o que garante segurança e privacidade aos dados do cliente. Nenhuma outra companhia aérea no mundo possui esta tecnologia.

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Como essa startup quer aproximar as prefeituras dos cidadãos com a tecnologia

Quando Jéferson de Castilhos e Jaison Niehues assumiram cargos comissionados na área de tecnologia da prefeitura de São José, na grande Florianópolis, se depararam como uma realidade obsoleta e morosa. “A minha primeira dificuldade foi conseguir uma caneta para escrever. Para obter esse simples objeto eu precisei enviar um memorando físico, assinado e carimbado para a diretoria de compras providenciar a aquisição”, relembra Jaison.

A mesma dificuldade com os empecilhos burocráticos e consequente falta de agilidade na resolução das demandas era compartilhada por Jéferson. De acordo com ele, muitas repartições públicas -principalmente na esfera municipal- ainda dependem totalmente do papel para se comunicar. “Elas [prefeituras] praticamente obrigam o cidadão a ir sempre presencialmente ao órgão para ter sua resolução concluída”, afirma.

Foi com esse cenário que os dois decidiram criar uma solução que agilizasse esse processo por meio de uma plataforma digital. Assim ambos criaram, em 2014, a 1Doc. A ideia foi desenvolver uma solução que oferecesse transparência para a população nas demandas municipais, além de reduzir custo com a papelada gerada pelas prefeituras. A plataforma permite que o cidadão tenha comunicação direta via internet com a prefeitura do seu município para a resolução de problemas da cidade.

A ideia dos fundadores era desenvolver uma tecnologia em nuvem capaz de acabar com a tradicional morosidade dos processos, repletos de empecilhos burocráticos, e diminuir a dependência do papel nos atendimentos. “As repartições são lotadas de softwares projetados no fim dos anos 90 e a metamorfose para os dias atuais é lenta. Essas condições obrigam o cidadão a ir sempre presencialmente ao órgão para ter sua resolução concluída”, afirma Jaison. De acordo com os fundadores, poucas startups no País se propõem a criar soluções voltadas exclusivamente para o setor público.

O primeiro teste da plataforma foi na prefeitura que ambos trabalhavam. “Esse teste deu muito certo, pois diminuiu o tempo de resposta e aumentou a eficiência e engajamento das pessoas que utilizavam a ferramenta”, conta Jéferson. A solução passou a ser apresentada a outros órgãos públicos, que foram fazendo a adesão, por meio de compra direta ou por licitação. “Nosso primeiro cliente comercializado foi a Prefeitura de Biguaçu, seguida pela de Palhoça e de Itapema, todas de Santa Catarina”, relembra o empreendedor.

Jéferson conta que de início, como em qualquer mudança de rotina, houve um pouco de resistência dos servidores, mas depois de verem a melhoria no dia a dia, a segurança que a ferramenta lhes proporcionaria, e o aumento da eficiência, os servidores e gestores apoiaram o uso. “Tanto que não tivemos até o momento qualquer cancelamento de contrato. E os gestores indicam a ferramenta para seus colegas de cidades próximas, trazendo a transparência como um dos pilares da ferramenta”, diz.

De acordo com os dois, o diferencial da 1Doc é que a plataforma conecta todos os servidores públicos em somente um local, com transparência a partir do registro oficial de quem leu e resolveu. Não é necessário investimento em infraestrutura, já que a plataforma é 100% na nuvem. “Por ser web, integra os processos de comunicação interna, atendimento ao cidadão e gestão documental, trazendo transparência para a administração”, conta Jaison. Outro diferencial seria o baixo custo de implantação, custando em média R$ 20 por usuário ativo.

Além de substituir o papel com a digitalização dos documentos e processos externos e internos, a ferramenta, utilizada atualmente em 33 prefeituras, monitora o andamento das tarefas por servidores ao registrar o responsável por cada etapa, mensurando taxas de engajamento e de resolução, mais ou menos como o site “Reclame Aqui” faz com as empresas que lidam com o consumidor.

Os empreendedores contam que a partir do uso da plataforma já foram atendidas mais de três milhões de pessoas, mais de cinco milhões de documentos foram gerados e mais de 200 árvores poupadas, com a diminuição e eliminação do uso de papel. Outro ponto é o potencial de economia alcançado pelos clientes a partir da comunicação digitalizada. O montante ultrapassa os R$500 mil, de acordo com eles.

O investimento inicial dos empreendedores na criação da solução foi de aproximadamente R$ 150 mil. Após o lançamento, a startup atraiu a atenção da empresa de tecnologia catarinense Softplan, que realizou um novo aporte. O valor não foi divulgado. A empresa possui sede em Florianópolis, com um escritório localizado no prédio da Softplan. Possui 16 colaboradores. A plataforma hoje conta com aproximadamente 5,5 mil usuários ativos, com 38 clientes localizados em diferentes Estados do País. De 2016 para 2017 a startup cresceu 36%. “Nos primeiros quatro meses de 2018 já faturamos 50% do faturado em 2017, e pretendemos chegar a 145% deste total”, afirma Jéferson.

Os empreendedores acreditam que cada vez mais as prefeituras do Brasil irão buscar soluções como a desenvolvida por eles. “Com os movimentos anticorrupção e o apelo da população por mais transparência nos atos públicos, torna-se o momento ideal para os governantes aderirem à soluções tecnológicas que atendam aos princípios da administração pública e alie transparência e eficiência à gestão”, diz Jéferson.

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20 anos da privatização das telecomunicações: uma visita ao passado para projetar o futuro

Por Basílio Perez, presidente da ABRINT (Associação Brasileira de Provedores de Internet e Telecomunicações)

Um dos maiores marcos do setor brasileiro de telecomunicações completa 20 anos em 2018. Considerada a maior privatização da história do país, a venda de 20% (exatamente a cota pertencente ao governo na época) da estatal Telebrás arrecadou mais de R$ 22 bilhões e definiu novas diretrizes que impactam nossa sociedade até hoje. O aniversário é uma data propícia para analisar os pontos positivos e negativos daquela histórica decisão, além, é claro, de mirar o futuro.

Em 1998, quando o acordo foi concretizado, ninguém imaginava a dimensão que a internet tomaria. O foco passava basicamente pela telefonia – em um tempo no qual se declarava a linha telefônica no imposto de renda, tamanho seu custo. E esse certamente foi o grande benefício da privatização: o serviço melhorou e se democratizou.

Duas décadas depois vivemos uma realidade completamente diferente, na qual telefones fixos são de fácil acesso, mas já estão em declínio diante das possibilidades oferecidas por celulares e banda larga. Essas transformações devem ser levadas em conta quando refletimos sobre os efeitos da privatização.

Não se pensou que o Brasil chegaria ao século XXI com tantos provedores de internet operando em seu território, necessários para levar os serviços de telecom a toda a população. Originalmente, considerou-se que poucas operadoras dariam conta da demanda (tanto que o projeto de telefonia fixa dividiu um país tão grande em apenas três regiões de atendimento: São Paulo, coberto pela Telefônica; Centro-Sul, responsabilidade da Brasil Telecom; e o Norte-Nordeste, contemplado pela Telemar).

O modelo previa algumas medidas para evitar monopólios, como a existência das chamadas empresas “espelho” (que poderiam competir com as privatizadas) e a possibilidade de que as operadoras regionais atuassem também fora de seus núcleos após um período de transição. Apesar dessa preocupação, na prática esses incentivos nem sempre foram bem-sucedidos.

Com a explosão da internet, naturalmente o mercado se diversificou e muitas das companhias que dominavam o setor enfrentaram dificuldades para manter suas posições, abrindo caminho para fusões e vendas. Aqueles que souberam investir nas novas tecnologias foram mais bem-sucedidos e o esforço de pequenos empresários para se adaptar compensou a maior parte das defasagens do projeto original. Hoje, felizmente, há diversas opções para se instalar linhas telefônicas ou uma rede de internet.

Olhando para o futuro, com base em toda essa reflexão, a prioridade deve ser investir cada vez mais nas melhores condições para que haja competição justa no mercado de banda larga – tecnologia que ainda tem muito a se desenvolver no Brasil. Assim como a telefonia se democratizou, podemos também acreditar em expandir e tornar mais acessível a internet. Lembrando os erros e acertos do passado, conseguiremos planejar um grande futuro.

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Thomson Reuters Brasil anunciou as startups selecionadas na primeira edição do Accelerator Day for Lawtechs

A Thomson Reuters, provedora líder mundial de informação e tecnologia, apresentou no escritório da multinacional em Campinas, no interior de São Paulo, as nove empresas finalistas, dentre 20 inscritas, da primeira edição do Accelerator Day for Lawtechs, programa de aceleração para startups, realizado em parceria com a AB2L (Associação Brasileira de Lawtechs & Legaltechs).

Na ocasião, as startups tiveram a oportunidade de apresentar os projetos com sugestões tecnológicas para agregar ainda mais valor ao Legal One, software jurídico e inteligente da Thomson Reuters. E, sob o olhar atento da comissão julgadora, formada por executivos e especialistas Thomson Reuters, também com as participações de Bruno Feigelson, presidente da AB2L (Associação Brasileira de Lawtechs & Legaltechs), e Luciano Gaspar, professor de MBA de Inovação da FIAP (Faculdade de Informática e Administração Paulista), quatro startups foram as selecionadas nos pilares Crawlers (robôs), Legal Trends e Algoritmos Preditivos. São elas: BIP BOP, Legal Insights, Legal Labs e Juristec +:

BIP BOP (www.bipbop.com.br)

Categoria: Crawlers (robôs com funções de automatização de processos, como monitorar, consultar, capturar e armazenar informações de processos jurídicos nos portais dos Tribunais e nos Diários Oficiais).

Projeto: Capturar, em larga escala, dados disponíveis na internet de forma automática, para assim aumentar a produtividade e melhorar a tomada de decisão, por meio da entrega de dados confiáveis, obtidos com o uso de web crawlers.

Legal Insights (www.legalinsights.com.br)

Categoria: Legal Trends (capacidade de combinação de dados estatísticos e análises jurídicas, como, por exemplo, a probabilidade de êxito e perda, contemplando diferentes critérios de filtros e suas combinações).

Projeto: Através de uma plataforma inteligente, fomentar a eficiência no trabalho do advogado, elencar benchmark com relação às melhores práticas, descobrir tendências do Judiciário e mapear riscos internos.

Legal Labs (www.legalabs.com.br)

Categoria: Algoritmos Preditivos (ferramentas de leitura, que interpretam e analisam, de forma automática, os processos e as recomendações de conteúdos relacionados que embasem a atuação do escritório ou do departamento jurídico).

Projeto: Tornar o Legal One uma única ferramenta no mercado jurídico de tecnologia, com uma base sólida de extração de informações, em que o advogado não terá a necessidade de buscas em outras fontes, para as tomadas de decisões.

Juristec + (http://juristecplus.com.br/)

Categoria: Algoritmos Preditivos

Projeto: Através de análises estatísticas e profundo conhecimento técnico (jurídico, estatístico e computacional), a startup pretende intensificar a capacidade operacional do software Legal One e, assim, permitir uma melhor estrutura financeira, através da tomada de decisões mais assertivas.

“A Thomson Reuters tem um papel muito importante no sistema de lawtechs, por ser uma das maiores empresas mundiais nesta área. E promover este programa no Brasil é um grande estímulo para todo o ecossistema. Nós esperamos que esta seja a primeira de muitas edições do Accelerator Day for Lawtechs. Temos certeza que iniciativas como esta vão potencializar o mercado jurídico, dinamizar o trabalho dos advogados, além de gerar melhorias para a sociedade brasileira”, explica Bruno Feigelson, presidente da AB2L.

As empresas escolhidas terão, como incentivo de aceleração, a oportunidade de interagir com os colaboradores, a estrutura e as tecnologias Thomson Reuters para, assim, testar as suas soluções no software Legal One. Contudo, as startups que não fazem parte do grupo selecionado podem ser convidadas a colaborar com as suas inovações junto a multinacional em um futuro próximo.

“Nós ficamos muito felizes com a repercussão do Accelerator Day for Lawtechs, principalmente pela qualidade e criatividade dos projetos apresentados. Nossa ideia, neste momento, é somar os times que mais se encaixam às nossas equipes e, ainda este ano, apresentar novidades em serviços, que devem alavancar a eficiência dos clientes Thomson Reuters”, finaliza Ralff Tozatti, Diretor de Marketing da Thomson Reuters Brasil. O executivo acrescenta que a iniciativa surgiu da crença de que fora da empresa há também outras ideias confiáveis, que podem contribuir com as tecnologias já oferecidas ao mercado jurídico no Brasil.

Saiba mais sobre esta edição do Accelerator Day for Lawtechs, através do regulamento.

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SET EXPO 2018 abre inscrições para startups participarem da maior feira do setor audiovisual

Há cinco anos a SET – Sociedade Brasileira de Engenharia de Televisão – promove o SET Innovation Zone (SIZ), um laboratório de pesquisa, relacionamento e incentivo a startups com soluções de tecnologia para o mercado de mídia e tecnologia. Mais de 50 startups já passaram pelo programa que conta com soluções de mercado que hoje estão operando inclusive fora do Brasil, como Netshow.me, Trakto.io e Celebryt’s. “O propósito é criar um movimento de relacionamento com o ecossistema de startups, o que vai permitir ainda mais conexão desses inovadores com as empresas de comunicação, que são seus potenciais clientes”, afirma Edson Mackeenzy, Head e Curador do Innovation Zone.

Uma das principais iniciativas do Lab é o Desafio SETup, uma chamada pública para selecionar 10 startups que irão expor suas soluções gratuitamente na principal feira de negócios do setor de conteúdo e media technology da América Latina. Além de receber um espaço para expor suas ideias, as startups selecionadas participarão de um demoday, isto é, uma competição internacional de demonstração de soluções disruptivas para o futuro da produção e distribuição audiovisual. As três soluções mais inovadoras receberão prêmios que, nas últimas edições da SIZ, passaram de US$ 100.000,00 (em produtos e serviços das empresas parceiras).

O SET Innovation Zone é uma iniciativa da SET para encontrar soluções que vão muito além das telas, que criem um ambiente imersivo de conteúdo utilizando um misto de Realidade Virtual (VR), Realidade Aumentada (AR), Inteligência Artificial (AI) e até Internet das Coisas (IoT). “Desta maneira ampliamos a atuação da SET com as startups e mantemos nossos associados atualizados com as principais inovações do setor no mundo”, afirma, Claudio Younis, VP da SET.

A iniciativa tem o apoio do SEBRAE-SP, que oferece aos inscritos a possibilidade de participar do programa de consultoria Mentoring do Audiovisual. “Após o SET EXPO, em setembro, será promovido o Speed Mentoring Audiovisual, um programa de 50 horas para os empreendedores que se inscreverem no SIZ”, explica José Carlos Aronchi, diretor da SET e consultor do SEBRAE-SP. “É o quarto ano dessa parceria, que já promoveu vários negócios inovadores e capacitou empreendedores do audiovisual na gestão dos seus negócios”.

As inscrições para o próximo Desafio SETup, estão abertas até dia 20 de julho em www.f6s.com/siz2018. As 10 Startups selecionadas serão anunciadas no site da SET, no dia 3 de agosto de 2017, para expor no pavilhão de inovação durante a SET EXPO 2018, que será realizada entre 27 e 30 de agosto no Expo Center Norte em São Paulo.

SET EXPO 2018

Data: Congresso: 27 a 30 de agosto | Feira: 28 a 30 de agosto

Horário: Congresso: 9h às 18h | Feira: 12h às 20h
Local: Expo Center Norte – Pavilhão Vermelho e Centro de Convenções

Endereço: Rua José Bernardo Pinto, 333 – Vila Guilherme – São Paulo- SP

Informações e credenciamento:

www.setexpo.com.br

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Termomecanica adota medidas para incorporar padrões da Indústria 4.0

A Termomecanica, líder no setor de transformação de metais não ferrosos, cobre e suas ligas, sai à frente e está investindo em iniciativas que permitirão alcançar o status de Indústria 4.0. Recursos estão sendo destinados ao tripé Pessoas – Processos – Tecnologia, crucial para o processo de transformação digital e que ajuda a conduzir as empresas à nova revolução industrial. Além da implantação de sensores em mais de 30 equipamentos no chão de fábrica e recursos de apontamento real, foram instalados mais de 130 pontos de medição nas duas unidades fabris da TM no ABC.

Uma sondagem realizada pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP), em 2017, com 227 empresas, mostrou que um terço delas sequer conhecia expressões como quarta revolução industrial ou indústria 4.0. Enquanto isso, na Termomecanica já existe uma equipe voltada para a inovação tecnológica com visão para modernização da planta através de equipamentos preparados para a Indústria 4.0. Nos investimentos que serão feitos em novas aquisições de máquinas serão considerados novos pontos de sensoriamento e captação de dados.

Em termos de TI foram investidos R$ 1.2 milhão no Apontamento Real e mais R$ 300 mil nos demais projetos relacionados. A Termomecanica tem explorado tecnologias como Internet das Coisas (IOT), big data e digital não só na área industrial, como também comercial e administrativa. Nos últimos três anos, foram investidos R$ 1,6 milhão em IoT e R$ 2,5 milhões em desenhos de processos para torna-los digitais, com destaque para o pioneiro canal eletrônico de relacionamento com o cliente.

Os sensores implementados nos equipamentos de laminação, trefilas, fundição, extrusoras, entre outros, fornecem diversos tipos de dados como, por exemplo: estado da máquina (ligada e produzindo, desligada, ligada, mas não em produção; velocidade de algum componente, consumo de energia). Além dos sensores, são também utilizados módulos para entrada de informações sobre o processo industrial (chamados de PODs), que permitem ao operador informar as condições do seu trabalho. “Este conjunto de dados permite uma análise completa que avalia a eficácia do processo e também detecta com mais precisão os gargalos da fábrica, direcionando inclusive investimentos de forma mais objetiva”, afirmou Luiz Henrique Caveagna, diretor industrial, da Termomecanica.

Segundo Walter Sanches, o conceito de indústria 4.0, que demanda esforços de longo prazo e investimentos expressivos, tem se distorcido um pouco e as empresas têm apostado muito mais em tecnologia do que nos outros componentes do tripé. A TM, porém, tem procurado contemplar em suas iniciativas todos os pontos que fundamentam a preparação da companhia para esse estágio de maturidade. “Um impacto relevante é que não podemos pensar na Indústria 4.0 exclusivamente como automatização de fábrica. Diversos processos de apoio terão que ser repensados para suportar cálculos com baixo nível de interação humana, aumentando significativamente a produtividade per capta. Estamos falando de muitos processos envolvidos em diversas áreas da empresa”, enfatiza.

Visando fomentar novas ideias e engajar seus líderes, o tema e o conceito de Indústria 4.0 também estão sendo trabalhados pela Universidade Corporativa Salvador Arena. Os participantes, ao final do curso, terão que apresentar propostas de atuação com aplicabilidade real no dia a dia da Termomecanica.

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Atos lança o primeiro projeto digital de Agricultura Urbana Vertical do mundo

A Atos, empresa líder global em transformação digital, lidera a realização do primeiro projeto no mundo de Agricultura Urbana Vertical. A agricultura vertical envolve a possibilidade de cultivar quantidades significativas de alimentos em camadas ou estruturas verticais, a fim de desenvolver a agricultura perto de vilas e cidades, ou para compensar a falta de terras aráveis em um ambiente hostil.

De acordo com relatório de 2017 da Allied Market Research, a prática está em rápido crescimento e quadruplicará em orçamento nos próximos anos. Agora também o setor se beneficiará das soluções digitais de última geração fornecidas pela Atos, que combinam análise de dados, Indústria 4.0 e agricultura de precisão. O objetivo é utilizar e aproveitar ao máximo dados brutos e oferecer serviços novos e inovadores, como:

– Manutenção assistida. O operador usa um touchpad equipado com realidade virtual para diagnóstico e solução de problemas;

– Manutenção preventiva, que permite sinais de alerta antecipado em caso de dano ou prejuízo nos equipamentos. Esses sinais podem acionar alarmes no caso de uma falha iminente ou ajudar os operadores a estimar o ciclo de vida restante dos componentes, a fim de antecipar interrupções e otimizar a produção;

– Otimização e implementação de métodos de cultivo de plantas, isto é, o conjunto de condições científicas que permitem o desenvolvimento de uma planta. A análise de dados permitirá identificar esses métodos para o melhor desenvolvimento possível da plantação.

“Em última análise, o projeto Agricultura Urbana Digital não será apenas digitalizado, gerenciado e otimizado remotamente, mas também a experiência e conhecimento adquiridos permitirão a implementação de novos modelos de uso de dados para uma agricultura mais ecológica”, explica Laurence Ponsonnet, diretor da Atos na região de Rhône-Alpes-Auvergne, uma das firmemente comprometidas com o projeto.

Certificado pelos centros de competitividade Minalogic e Vegepolys, o projeto Agricultura Urbana Digital acaba de receber financiamento na 24ª chamada regional de projetos do FUI (Fonds Unique Interministériel). A Atos lidera o consórcio que inclui a startup Ferme Urbaine Lyonnaise (Fazenda Urbana de Lyon) e o laboratório LIRIS do Instituto Nacional de Ciências Aplicadas (INSA) de Lyon, na França.

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Jobecam e People+Strategy se aliam para investir na plataforma

A HRTech Jobecam, plataforma que conecta empresas a candidatos por meio de vídeo recrutamento e algoritmos inteligentes, acaba de receber o primeiro aporte financeiro da People+Strategy. Trata-se de uma consultoria empresarial focada em Planejamento Estratégico e Desenvolvimento Humano que atende grandes corporações nacionais e internacionais, reconhecida por métodos dinâmicos e inovadores. Liderada por João Roncati, conta com Célia Foja e outros três sócios em sua jornada de crescimento contínuo.

Com a parceria, a startup planeja incluir novos a recursos à sua plataforma, essencialmente ligados ao processo de seleção por competências e valores (Cultura). “A expertise do time da People+Strategy aliada ao da Jobecam será importante para entregarmos um produto ainda mais completo e que atenda as reais necessidades dos usuários. O que nos deixa felizes é que não será aportado somente o dinheiro, mas também o capital intelectual. Construiremos juntos”, destaca a CEO da Jobecam. Cammila Yochabell.

Para a consultoria, a ideia é se aprimorar no mercado com a utilização de tecnologias, como inteligência artificial, nuvem e big data. “Nosso objetivo é acelerar o processo de desenvolvimento digital da P+Ssem mudar ocore business atual, oferecendo aos nossos clientes soluções de HR Analytics e alinhamento com a Revolução 4.0. Esse é o primeiro passo de muitas transformações”, ressalta o CEO da P+S, João Rocanti.

Além da parceria com a People+Strategy, a Jobecam também foi selecionada para participar do programa de aceleração da Oracle, que trabalhará o Ecossistema Oracle ScaleUp e suas ferramentas globais, por meio de orientações, suporte de P&D, ativadores demarketing e vendas, assistência de migração, créditos e descontos na nuvem e acesso aos ecossistemas de clientes e produtos da Oracle.

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Samsung Pay comemora dois anos no Brasil

O Samsung Pay completa neste final de semana dois anos de presença no Brasil. Nesta data, a empresa comemora o crescimento robusto do serviço de pagamento da Samsung, que foi pioneiro no país. Em comparação ao ano de 2017, o número de usuários da carteira digital cresceu 433,3% e o número total de cartões registrados aumentou em 313%. Além disso, o número de usuários ativos mensalmente cresceu 201%, num total de transações com alta de 1400%, evidenciando a consolidação do Samsung Pay no país.

Pioneirismo e ampla cobertura

A Samsung foi pioneira ao lançar, em julho de 2016, o Samsung Pay, no Brasil. O serviço de pagamento móvel, simples e seguro é aceito1 praticamente em todos os estabelecimentos comerciais do país. Durante esses dois anos, o número de bancos parceiros cresceu e agora 11 são elegíveis ao serviço, fazendo do Samsung Pay a única carteira digital disponível em todos os grandes bancos do País². Além disso, o serviço é compatível com 21 smartphones3 Samsung Galaxy e três smartwatches da companhia.

Em junho deste ano, os usuários também passaram a contar com a possibilidade de efetuar compras online nos parceiros selecionados4. Nessa frente, o usuário conta com uma camada extra de segurança e proteção, pois além de requisitar autenticação biométrica, o Samsung Pay gera um token, um código específico para cada compra, sem usar os dados do cartão do comprador.

“A Samsung busca constantemente aumentar as possibilidades dentro do Samsung Pay, de forma que cada vez mais usuários possam aproveitar da segurança, facilidade e simplicidade de nosso serviço de pagamento móvel. O crescimento acelerado, nestes dois anos, demonstra que nossa estratégia tem sido assertiva e que a cada dia o Samsung Pay tem feito parte do dia a dia dos consumidores brasileiros”, afirma Antonio Quintas, Vice-Presidente da área de dispositivos móveis da Samsung no Brasil.

Recompensas extras

Os usuários de Samsung Pay têm benefícios exclusivos, como o Samsung Rewards, que permite acumular pontos, a cada nova transação, e trocar por diversos prêmios, de cupons de descontos e pontos Multiplus a acessórios premium da Samsung.

O Samsung Rewards foi lançado no Brasil no final de outubro de 2017, com o objetivo de incentivar cada vez mais os consumidores brasileiros a usarem o Samsung Pay.

As parcerias para ampliar a aceitação do pagamento eletrônico, as recompensas extras aos usuários e o investimento forte em segurança são os pilares da Samsung para que cada vez mais consumidores possam usufruir os benefícios e vantagens disponíveis da carteira digital pioneira no país.

Para mais informações sobre o Samsung Pay, acesse os links https://www.samsung.com.br/samsungpay/ e https://news.samsung.com/br/.

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Ideias, Negócios & Rock’n’Roll!

No Dia do Rock, veja exemplos de empreendedores que se inspiram no estilo musical para crescer em seus setores

O que Jimi Hendrix, Beatles, Metallica e outros ícones do Rock’n’Roll podem ensinar aos empreendedores? Bem mais do que podemos imaginar. Os acordes, letras e o espírito que marcaram esse estilo musical, desde a década de 1950, também servem de inspiração para pessoas que comandam negócios inovadores.

Desde suas origens, o rock é símbolo de contracultura, rebeldia e liberdade. O gênero nasceu para ser um contraponto aos estilos existentes na época e para contestar padrões estabelecidos na sociedade. Resumindo: suas músicas e seus artistas são disruptivos por natureza.

Muito parecido com o mundo dos negócios atualmente, não é mesmo?

Hoje, com a intensa competitividade no mercado, os empreendedores e profissionais sabem que não há espaço para empresas cautelosas e que não investem em pesquisa, desenvolvimento e inovação. É preciso ir além e buscar soluções diferentes todos os dias para crescer.

Neste Dia do Rock, celebrado em 13 de julho como homenagem ao festival Live Aid, que reuniu grandes nomes da música em um megaconcerto para combater a fome na Etiópia, confira exemplos de pessoas que se inspiram no bom e velho rock’n’roll para alavancarem seus negócios.

“Toda banda de rock é uma startup”

Leonardo Dias, CDO da Semantix, é fã do estilo desde pequeno. Quando criança, aprendeu a tocar violão, guitarra e bateria. Aos 16, criou uma banda e chegou a se apresentar em alguns bares como cover de grupos famosos. Adulto, resolveu levar o que aprendeu com a música para o mundo dos negócios.

“Toda banda de rock funciona como uma startup. O seu sucesso é a validação do seu produto musical e as turnês fazem parte da internacionalização da marca. O roqueiro sempre tem a atitude de coragem, determinação, muito estudo e insights para produzir boas músicas. O rock sempre será inspiração para empreendedores, sem dúvida”, afirma o executivo, fã dos principais nomes do gênero, como Metallica, Led Zeppelin, Iron Maiden, AC/DC, Whitesnake, Red Hot Chili Peppers e Eric Clapton.

A inspiração musical tem dado resultado na Semantix. A startup, especializada em soluções de Big Data, Internet das Coisas, Inteligência Artificial e Análise de Dados, foi a única empresa da América Latina na lista da publicação The Silicon Review, que elenca as dez organizações com o maior crescimento no setor.

“O Rock sempre quebrou padrões”

Sempre quando abre um espaço em sua agenda, Paulo Kulikovsky, CEO da Acesso, vai a shows e festivais nacionais e internacionais de rock’n’roll. Ele é fã desse estilo desde a infância e usa essas músicas no seu dia a dia para se inspirar e aumentar a sua produtividade.

“Me dá energia e vivacidade. É o estilo que eu ouço quando preciso aumentar o ritmo. O rock sempre quebrou padrões e me inspiro a fazer o mesmo nos negócios”, explica ele, que gosta, entre outros, de Bruce Springsteen, Queen, Legião Urbana, The Cranberries, Smashing Pumpkins e Linkin Park.

A Acesso, especializada em soluções de pagamento, é uma das principais operadoras de cartões pré-pagos no Brasil e espera alcançar um faturamento superior a R$ 60 milhões em 2018. Fundada em 2010, a organização mudou seu posicionamento para estar alinhada às tendências do mercado.

“É um som que te coloca para cima”

Diogo Lupinari, CEO e cofundador da Wevo, foi descobrir o rock na adolescência. Seu primeiro contato foi com a banda Van Halen e a música Eruption. Desde então se apaixonou pelo estilo. Tornou-se um estudioso da música e, até hoje, possui guitarras, amplificadores e pedais de efeito. Equipamentos que o acompanham no dia a dia do negócio.

“Rock é adrenalina, um som que te coloca para cima! Como empreendedores, nós passamos por altos e baixos constantemente e essa montanha-russa de emoções gera muito estresse. Nos dias difíceis, o melhor remédio para mim é ligar minha guitarra com distorção em um amplificador valvulado e jogar o estresse para longe”, comenta o profissional, fã de rock cristão com as bandas Oficina G3, Rosa de Saron, Skillet e Jesus Culture.

Fundada em 2012, a Wevo é uma plataforma em nuvem que integra os diversos sistemas necessários para o funcionamento do e-commerce. Neste ano, a empresa recebeu um novo investimento conjunto da venture capital Cventures Primus e do empreendedor Cileneu Nunes, fundador da Omnilink, e espera faturar R$ 35 milhões até 2022.

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Realidade Virtual 100% interativa para o mercado imobiliário

A Realidade Virtual (VR) proporciona aos seres humanos uma imersão em experiências digitais, ou seja, cria um ambiente que substitui o mundo real do usuário. A boa notícia é que as possibilidades vão além dos jogos de vídeo game, elas estão promovendo uma revolução na medicina, na educação, no turismo, no esporte, entre diversos outros setores. O tema tem sido, inclusive, pautado nos principais eventos de tecnologia e comunicações e promete movimentar cerca de US$ 108 bilhões globalmente até 2021, de acordo com a Digi-Capital.

Em se falando do mercado imobiliário, a situação não é diferente e a realidade virtual pode ser uma grande aliada. Com a forte crise enfrentada pelo país nos últimos anos, o setor trabalhou em baixa, embora a expectativa seja de um crescimento de 10%, em 2018, segundo a Secovi-SP. Para atender essa demanda com excelência e auxiliar ainda mais no fortalecimento do segmento, foi lançada a VR One – empresa brasileira pioneira em realidade virtual 100% interativa para o mercado imobiliário – que promete reduzir custos e aumentar a performance de vendas.

“Acreditamos que a ferramenta de realidade virtual interativa seja uma tecnologia disruptiva na demonstração e comercialização de empreendimentos ainda não construídos, possibilitando uma experimentação do espaço com alto grau de realismo”, comenta Antonio Coutinho, arquiteto e sócio fundador da VR One.

Lançada em 2017, por jovens arquitetos e publicitários, a empresa beneficia tanto as construtoras e incorporadoras – reduzindo custos em até 90%, dependendo do apartamento físico decorado, e aumentando a performance de vendas -, quanto para os próprios clientes, que contam com a opção de visitar também as áreas de lazer do empreendimento através da realidade virtual, enquanto tudo ainda está na planta.

“Nós transformamos os projetos 2D em modelos 3D altamente realísticos para a utilização em ferramenta de realidade virtual interativa com óculos acoplado, além de contar com uma equipe extremamente capacitada nas áreas de desenvolvimento de modelo 3D, adaptação para realidade virtual e pesquisa para inovação”, conta Bruno Lattes, publicitário e sócio fundador da VR One. “Outro diferencial que oferecemos é a opção de mudar acabamentos, mobiliário, estudo de insolação, mudar a hora do dia, movimentar e interagir com objetos, entre outros detalhes, em tempo real. É o que chamamos de personalização interativa para o cliente”, completa.

De 2017 a 2018, a empresa teve um crescimento de 120% e seus planos inclui expandir para planejamento urbano, resorts, complexos hoteleiros, aeroportos, varejo, entre outros. “A nossa ideia inicial é firmarmos o modelo de negócios e nos consolidarmos cada vez mais no mercado imobiliário, para então conseguirmos expandir com excelência para os demais setores”, conta Antonio Coutinho. Algumas das empresas atendidas são: MDL Realty, FGMF Arquitetos, ACCOR Hotéis, entre outras.

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4 razões para investir em gestão de processos

A era digital é responsável por permitir uma maior otimização de processos e, por isso, gera uma concorrência forte entre empresas que estão em uma corrida pela eficiência. O investimento em ferramentas que auxiliam a execução desses procedimentos passa a ser necessário, já que pode diminuir significativamente os custos de uma empresa e aumentar a produtividade da área de produções.

Empresas como a Wipro, líder global em Tecnologia da Informação, Consultoria e Serviços de Processos de Negócios, conseguiram reduzir em 95% o tempo de criação e implementação de processos utilizando ferramentas desenhadas para dinamizar a criação de processos, aprimorar o rastreamento e facilitar a construção ou reconfiguração de processos complexos pelos funcionários.

Alguns recursos disponíveis no mercado podem contribuir para a organização e estruturação de empresas, orquestrando e aplicando rapidamente novos processos sem depender do TI para a implementá-los, por exemplo, como é o caso da Pipefy, startup de gerenciamento de processos eficientes. A plataforma foi projetada exatamente para oferecer essas ferramentas e facilitar o processo lento, caro e muitas vezes incômodo enfrentado por muitos gestores.

A solução possui uma interface intuitiva e fácil de usar, além de modelos de processos específicos para diferentes departamentos que permitem modelar e rodar novos processos em pouco tempo.

Com a plataforma, novos processos operacionais para departamentos como serviço ao consumidor, RH, financeiro, marketing e vendas podem ser postos em prática dentro de horas ou dias, sem entraves de TI, otimizando os processos e aumentando a produtividade das empresas.

Fundada em 2015 pelo curitibano Alessio Alionço, a startup segue expandindo e já atua em 150 países, aproximadamente 77% de todo o mundo. Com um leque de 8 mil empresas atendidas, como Accenture, Santander e IBM, a Pipefy tem sedes em Curitiba e no Vale do Silício, nos Estados Unidos.

Veja, a seguir, 4 motivos elencados por Alessio Alionço para investir em gerenciamento de processos.

1. Aumento de competividade

As empresas estão sob constante pressão por eficiência devido à grande concorrência. Neste cenário, é importante que elas sigam linhas estratégicas eficientes para aumentar o faturamento ou reduzir custos, por exemplo, e se tornarem mais competitivas em comparação aos demais concorrentes do mercado.

2. Redução de custos

Trabalhar a melhoria de um processo, como o de redução de custos de uma empresa, impacta diretamente no resultado do negócio. As empresas que conseguem conter gastos e alargar a margem de ganho possuem grandes vantagens no mercado corporativo. Uma forma de economizar com gerenciamento de processos é investir em uma ferramenta que ofereça soluções de gestão de processos sem a necessidade de acionar o setor de TI, que acaba encarecendo a implementação. O empreendedor paga uma valor mensal pela utilização da ferramenta e, assim, não precisa de servidores ou técnicos alocados na empresa.

3. Melhoria dos serviços

Com a implementação de gerenciamento de processos, as empresas têm a oportunidade de aprimorar o tempo de execução e entrega de seus serviços. Além disso, a estruturação de procedimentos permite uma entrega mais uniforme ao torná-la menos sujeita a variações e garante a qualidade da ação independentemente de quem esteja encarregado dela.

4.Avanços tecnológicos

A tendência do mercado é que empresas invistam em tecnologias que automatizam o trabalho manual e, assim, otimizam recursos, diminuindo a taxa de erro. Com isso, aumenta a confiabilidade do serviço e os recursos humanos podem ser mais bem utilizados.

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Ascenty anuncia novo data center em Sumaré

A Ascenty, empresa líder no mercado de data center com foco na América Latina, anuncia a construção de um novo data center no município de Sumaré, o 11º da empresa no Brasil. A primeira fase do projeto conta com um aporte de R$ 300 milhões e deve ser concluída até o início de 2019.

Sumaré é a segunda maior cidade da Região Metropolitana de Campinas, local estratégico para os planos de expansão da Ascenty. Ainda neste ano, a empresa anunciará as localidades de outros três centros de dados no País e finaliza 2019 com 14 data centers em operação no Brasil.

O novo investimento visa atender a demanda das empresas por infraestrutura de qualidade para alocar seus dados em nuvem. Marcos Siqueira, diretor de serviços da Ascenty, comenta que o crescimento da procura por soluções de cloud híbrida e conectividade também é alto. “Nos últimos anos temos visto uma procura cada vez maior por ambientes múltiplos de nuvem com interconexão entre si. A Ascenty se diferencia nesse aspecto, pois oferece conexão fim a fim, por meio da rede própria de fibra óptica, que conecta o escritório da empresa, os principais cloud providers e pontos de troca de tráfego, operadoras de telecom e data centers (da Ascenty ou de terceiros)”, destaca o executivo.

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