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Tag tecnologia

Aramis lança iniciativa voltada para startups

No mercado de moda masculina há 20 anos, a Aramis inova constantemente e se mantém conectada às novas demandas do homem e da moda masculina contemporânea. Atenta a isso, a marca acaba de lançar o AramisLab, espaço focado 100% em inovação e conduzido por um time multidisciplinar, que busca soluções disruptivas para evolução de todo o negócio da companhia e, com soluções pioneiras e eficientes.

Para as startups interessadas em participar do AramisLab, basta acessar o link aramislab.com.br e preencher os dados solicitados. As informações serão analisadas pelo comitê de inovação da marca, composto pelo CEO, Richard Stad; gestores das áreas de Planejamento e TI, e pelo consultor de inovação, Doc Luz, com feedback posterior e agendamento de pitch entre os selecionados, na Digital House/SP.

Os projetos aprovados contarão com a mentoria do time Aramis, estrutura física para desenvolvimento da ideia, além da utilização da plataforma da empresa para ganho em escala e possibilidade de investimento da companhia.

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Delta implementa embarque por reconhecimento facial no aeroporto de Detroit

A partir deste mês, a Delta e a alfândega dos Estados Unidos (CBP – Customs and Border Protection) começam a usar o primeiro teste de embarque biométrico do DTW, com base na experiência de vários anos dos projetos piloto no aeroporto internacional Hartsfield-Jackson de Atlanta e no aeroporto John F. Kennedy.

Os clientes viajando a partir do portão A36 podem optar por embarcar na aeronave usando a tecnologia de reconhecimento facial. Para participar*, basta se aproximar da câmera, aguardar a captura da imagem, receber o comprovante e, em seguida, embarcar. Além de não exigir o cartão de embarque ou o celular para embarcar, o teste também facilita o engajamento dos agentes de embarque com os clientes. Se algum cliente não quiser participar, basta informar ao agente de embarque e usar o cartão de embarque ou o telefone celular.

“A expansão da tecnologia de reconhecimento facial para este aeroporto internacional e hub da Delta é uma evolução natural depois das melhorias que fizemos nessa opção de embarque em parceria com a CBP”, disse Gil West, COO da Delta. “Esta nova fase nos permitirá obter ainda mais feedbacks de clientes e funcionários, além de ser outro exemplo de como a Delta fornece as experiências inovadoras que os clientes esperam de grandes marcas.”

Atualmente, este teste está disponível em um voo por dia, onde os clientes também podem experimentar o A350 da Delta e a nova Delta One Suite. Nos próximos meses, estará disponível em todos os voos internacionais que saírem por esse portão.

Nos últimos anos, a Delta se tornou líder do setor em uma série de soluções para o cliente, como check-in biométrico opcional em todos os Delta Sky Clubs domésticos, manuseio de bagagens com tecnologia RFID, check-in e rastreamento de bagagens automáticos via aplicativo móvel Fly Delta, uma aliança que fornecerá aos clientes conectividade na cabine, faixas de identificação automatizada high-tech e mais eficientes, além de um aplicativo inovador que ajuda os pilotos da Delta a evitar turbulência, promovendo voos mais confortáveis. A Delta foi escolhida uma das empresas mais inovadoras do mundo de 2018 pela revista Fast Company, ficando com a sexta colocação entre as companhias de viagem.

*Os passageiros devem ter seu passaporte disponível no momento do embarque e sempre devem trazer seus passaportes em viagens internacionais para uso em outros pontos de verificação durante a viagem.

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A tecnologia, o futuro da escola e os desafios dessa nova realidade

Os avanços tecnológicos e as novas gerações – tanto de pais, quanto de alunos – trouxeram para dentro das escolas a necessidade urgente de acompanhar as mudanças. Especialistas questionam e reavaliam o papel das instituições de ensino e dos docentes. “Quando se trata de educar e mediar o conhecimento, não se pode permanecer no mesmo ponto de antes. É preciso refletir, conhecer e discutir para avançar rumo ao futuro”, afirma a diretora pedagógica da Editora Positivo, Acedriana Vicente Sandi.

Com tanta novidade e inúmeros fatores influenciando de forma cada vez mais veloz a rotina em sala de aula, o debate entre especialistas, gestores e professores é muito importante para garantir que todas essas mudanças sejam, de fato, colocadas em prática. Especialistas afirmam que ainda há muito o que avançar e melhorar para colocar as escolas em perfeita sintonia com o mundo de hoje, mais digital. O evento Um Dia Positivo!, realizado esta semana pelo Sistema Positivo de Ensino em Porto Alegre, cumpriu a missão de debater o assunto com quem vive a realidade escolar diariamente.

Tecnologia

Muitas escolas já se preocupam em buscar soluções tecnológicas que trabalhem a favor do aprendizado e contribuam para a formação integral dos alunos. Segundo Leandro Henrique de Souza, consultor do Sistema Positivo de Ensino, mestre em Ciência e Gestão de Tecnologia da Informação e um dos palestrantes do evento, muitos colégios já têm trabalhado para desenvolver o pensamento crítico de crianças e jovens. E, para ele, a tecnologia é uma aliada importante no desenvolvimento de um aluno com mais discernimento e capacidade de raciocínio. O desafio está em convencer os professores da importância dessa evolução e de que este é um caminho sem volta. “A tecnologia não vai substituir o professor, mas será parceira dele. Os educadores que têm certa aversão à tecnologia ainda não entenderam como ela pode ser usada em sala de aula”, destaca. Segundo Souza, a partir do momento em que o professor desenvolver as competências necessárias para lidar com novas ferramentas e a nova realidade, ele vai conseguir se aproximar ainda mais do aluno, facilitando assim o processo de aprendizagem.

A resistência de boa parte dos docentes a se adaptar aos novos tempos é uma das preocupações de muitos gestores. Carla Monaco, diretora do Colégio Santa Teresinha, de Campo Bom (RS), acredita que ainda há um longo caminho a ser percorrido nesse sentido. “Já evoluímos muito para oferecer aos nossos alunos uma educação que esteja alinhada ao novo perfil do estudante, mas sabemos que ainda precisamos aumentar o grau de conscientização do corpo docente para que tudo o que é oferecido em termos de inovação e tecnologia seja amplamente aproveitado”, afirma Carla. Além das ferramentas e recursos disponibilizados para professores e alunos durante o processo de aprendizagem, a escola, com cerca de 500 estudantes, oferece aos professores suporte, apoio e treinamento constantes para que estes consigam dominar e se sentir inseridos nesse novo contexto. “Mas é preciso mais, queremos trabalhar na criação de estratégias que façam todos os professores se comprometerem e abraçarem essa nova realidade”, destaca a gestora.

O palestrante explicou que o estudante de hoje tem um nível de atenção muito maior, é multifacetado e isso acontece porque ele nasceu e cresceu num mundo onde existem inúmeras formas de se conectar com as pessoas e o conhecimento. “Hoje, eles têm muito mais acesso às informações do que as gerações anteriores tinham. Não é mais possível tentar envolver esse aluno apenas com conteúdos no quadro negro ou nos livros. A aula precisa ser dinâmica, bem articulada, com imagens, sons, materiais gráficos – e é aí que os recursos tecnológicos são fundamentais”.

De acordo com Souza, o desafio está em todas as esferas. “Os professores não nasceram nesse ambiente totalmente digital; os pais acham que se o filho não tiver livro físico, lápis e caneta em mãos, não há aprendizado e os gestores educacionais têm o recurso, mas sentem dificuldade em implantar projetos efetivos. A cooperação entre gestores, professores, pais e alunos é fundamental para resolver a questão e eventos que estimulem o debate e a reflexão são sempre bem vindos”, aponta Leandro.

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Sicredi lança programa para parceria com startups

Com foco em parcerias e alternativas inovadoras, o Sicredi lança o Inovar Juntos, programa que reunirá startups para apresentar soluções para dez desafios. A iniciativa foi criada para aproximar o Sicredi do ecossistema de startups, aportando mais inovação nos negócios e gerando mais valor aos associados da instituição financeira cooperativa.

O Sicredi, que conta com mais de 3,8 milhões de associados e atuação em 22 estados brasileiros e Distrito Federal, abre o Inovar Juntos para startups de todo o País, que tenham aderência aos desafios traçados pela instituição financeira cooperativa e que já estejam em estágio de MVP (Produto Mínimo Viável) desenvolvido e validado ou mesmo que já tenham seu produto ou serviço disponível no mercado.

Entre os desafios, estão questões ligadas a otimizar a triagem de currículos; conectar associados pessoa jurídica e pessoa física (market place); gestão de gastos de viagens e reembolsos; segurança; coleta de dados para perfil de investidor; digitalização de documentos; gestão de benefícios; capacitação com gamification (gamificação); e processos internos de controles.

“Por ser a primeira experiência do Sicredi com este modelo de parceria, a escolha foi por processos internos e de menor complexidade, mas que trarão importantes benefícios para otimizar a nossa operação”, afirma Dagoberto Trento, gerente de PMO Corporativo do Banco Cooperativo Sicredi. “O Inovar Juntos integra um movimento para abrir ainda mais espaço para a inovação no Sicredi, acompanhando à nossa transformação digital que já vem sendo realizada. Além disso, esse é mais um passo para uma mudança de cultura que está acontecendo gradualmente em nossa instituição”, completa.

Após a fase de inscrições, o Sicredi selecionará até 20 startups para um Pitch Day, no mês de setembro, em que as empresas pré-selecionadas apresentarão suas propostas ao Sicredi. As escolhidas passarão para as fases seguintes, na qual poderão testar a solução no ambiente do Sicredi. Por fim, haverá uma avaliação dos resultados para possível parceria comercial.

As inscrições para participar do Inovar Juntos estão abertas no endereço https://lp.startse.com.br/programa/sicredi-startse.

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Cyrela apresenta a CashMe, startup própria de home equity, e cria espaço de coworking

Como parte do desenvolvimento do setor de construção, a incorporadora Cyrela anuncia a criação da CashMe, empresa do segmento de home equity que tem como objetivo agilizar a análise de crédito para quem busca um empréstimo financeiro utilizando um imóvel como garantia.

A startup, que nasceu em abril deste ano, já soma propostas de mais de R$ 40 milhões. A expectativa é que, em cinco anos, esse número suba para R$ 500 milhões. “O objetivo da CashMe é ganhar rápido espaço no mercado de home equity justamente por oferecer um serviço rápido e com o mínimo de burocracia possível”, relata Juliano Bello, diretor administrativo e líder do projeto na companhia. “Isso porque a análise e aprovação do crédito levam no máximo dois dias, tornando o processo um dos mais rápidos do mercado”, enfatiza.

A CashMe é focada principalmente nos empresários de pequeno e médio porte e oferece financiamentos entre 8 e 10 anos, com taxa de pouco mais de 1% ao mês. Os clientes têm a possibilidade de financiar até 60% do valor do imóvel. No primeiro momento, a startup está focada principalmente em São Paulo e tem mapeado clientes que buscam valores de financiamento entre R$ 600 mil e R$ 2 milhões.

“O mercado de home equity, que hoje movimenta cerca de R$ 15 bilhões, tem um imenso potencial de crescimento, podendo chegar a R$ 100 bilhões em 10 anos. A Cyrela está atenta a esta movimentação e o surgimento da CashMe é um dos investimentos que a companhia aposta para entrada nesse nicho que será cada vez mais explorado”, explica Juliano.

Além da CashMe, a Cyrela também investiu na criação de um espaço de coworking, com a finalidade de gerar negócios para startups do setor, além de fomentar a geração de novas empresas dentro de diversas esferas, como gestão, tecnologia, finanças, vendas, comunicação, entre outras. Essa iniciativa é conjunta com o MITHUB, associação criada pela Cyrela junto com outros grandes players do mercado imobiliário e construção.

A área dedicada está localizada no escritório da Cyrela, no bairro da Vila Olímpia. Um andar de 450 m² (além da estrutura comum como salas de reunião, um café e um espaço com churrasqueira), oferece estrutura para comportar até 50 posições para empresas que estão em franco desenvolvimento de soluções para grandes corporações.

Atualmente, a Cyrela conta com a parceria de 23 startups e dentro deste grupo estão a Nuveo e a Neurologic, ambas parceiras em projetos de inteligência artificial. A Nuveo desenvolveu uma solução para pagamento de IPTUs dos mais de 5 mil imóveis da incorporadora, gerando uma economia de R$ 5 milhões nos últimos três anos.

Já a Neurologic tem atuado diretamente com a Cyrela em melhorias para o atendimento ao cliente com o sistema de chatbot, que atende uma média de 1.100 manifestações de clientes por mês de forma mais eficiente, gerando uma retenção de cerca de 70% dos atendimentos no Assistente Virtual/Robô.

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A visão 360º deve ir muito além do cliente

Por Cynthia Bianco

Tenho percebido que as empresas têm investido recursos e esforços para obter a tal visão 360º do cliente, porém elas não têm dedicado a mesma energia para ter uma visão 360º de seu próprio negócio. Obviamente conhecer quem é seu público é mandatório, mas engana-se quem pensa que isso é o suficiente. Pelo contrário, voltar-se para os clientes e para o seu desempenho, isoladamente, e não para o da empresa como um todo, pode ser desastroso. Estou falando daquele famoso olhar associado ao self-service, que traz informações separadas, parciais, que estão longe de representar uma visão única da verdade.

Muitas empresas continuam cometendo o mesmo erro do passado, ou seja, utilizar ferramentas de analytics não integradas ao ambiente corporativo, criando desta forma silos de informações. Ter uma visão individual e dar autonomia ao usuário é importante, tanto quanto conhecer quem é seu público. Mas é preciso também contar com uma estrutura capaz de conectar essas pontas em âmbito corporativo; que seja retroalimentável e que permita que as informações estratégicas sejam acessadas de qualquer lugar, inclusive através de dispositivos móveis. Objetivos dificilmente alcançados sem a governança.

Aliás, a governança é um grande desafio. Com tanta fonte de informação, quem garante que determinado dado é verdadeiro? Sem falar que para cada departamento uma informação pode ter um significado diferente: para o comercial, a venda é o que foi vendido para o cliente; para finanças, é o que ele já pagou; para o departamento de logística, é o que deve ser entregue. O conceito de governança e de ter uma visão única dos dados é fundamental.

E é exatamente o que estamos perdendo. Como agora, com o self service analytics, todo mundo pode criar suas próprias visões, os dados originais acabam sendo alterados, seja por pontos de vista discrepantes ou por filtragens, que muitas vezes caem no esquecimento. Fora isso, outro erro comum é achar que, pelo fato da origem ser a mesma, todos os dados que de lá vieram, foram validados e são totalmente confiáveis. Esse é o maior perigo, pois o executivo pode pegar um dashboard com dados não validados e entendê-los como verdadeiros, tomando uma decisão errada. É preciso educar as pessoas para ter dados governados e/ou dashboards certificados.

Em suma, engana-se quem pensa que conhecer bem as diferentes partes do negócio isoladamente é garantia de sucesso. A visão 360% com governança nada mais do que você pensar na empresa como um todo e não nos departamentos. Fora isso, saber de onde vieram os dados e ter certeza de que há alguém que possa se responsabilizar por eles é muito importante. A governança não existe para travar processos. Bem utilizado, o analytics pode ser fundamental na jornada de transformação digital das empresas, mapeando os caminhos e trazendo mais insights, permitindo que as empresas sejam competitivas num mundo que muda de hora em hora.

Cynthia Bianco, presidente da MicroStrategy no Brasil, empresa pioneira na área de BI, analytics e em aliar a mobilidade, realidade aumentada e linguagem natural com plataformas analíticas.

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São Paulo receberá maior encontro de inovação em seguros da América Latina

A cidade de São Paulo sediará, nos dias 1º e 2 de agosto, o maior encontro em Inovação de Seguros da América Latina: o CQCS Insurtech & Inovação. O evento internacional será realizado no Villa Blue Tree São Paulo e reunirá as mais modernas seguradoras do mercado, insurtechs, aceleradoras, investidores e empreendedores do setor.

O evento tem como objetivo estimular o desenvolvimento do market place de inovação e insurtech no Brasil e América Latina. Para isso, a dinâmica do CQCS Insurtech & Inovação será muito similar à praticada no InsureTech Connect (ITC), maior encontro sobre tecnologia de seguro e inovação digital do mundo, do qual o CQCS é parceiro. Pela manhã, serão realizadas as palestras principais e, no período da tarde, acontecerão os painéis desenvolvidos a partir de quatro pilares principais.

O primeiro deles, “Tech – o que muda de verdade”, debaterá o que tecnologia mudará de verdade na indústria do seguro e de que forma essa transformação afetará o futuro desse mercado. O segundo pilar será sobre “Ser ou não Ser Digital” e demonstrará o porquê não haver mais motivos para empresas, entidades ou mesmo indivíduos não serem digitais.

Já em “Acelerando o futuro”, a ideia é apresentar o movimento de aceleradoras, em que entidades ou associações abraçam projetos iniciantes (as startups) e oferecem toda a estrutura para acelerar seu desenvolvimento, ajudando a errar menos. Por fim, “A experiência do usuário” irá debater o propósito desta evolução tecnológica e quanto deste objetivo está preservado neste avanço da sociedade.

Algumas das principais autoridades do setor de seguros já confirmaram presença, como Joaquim Mendanha de Athaides, superintendente da Superintendência de Seguros Privados (SUSEP); João Marcelo, presidente da Academia Nacional de Seguros e Previdência (ANSP); e José Figueiredo Almaça, presidente da Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões (ASF).

Entre os palestrantes internacionais estarão nomes como Caribou Honig, Chairman da InsurtechConnect; Iván Ballón, Desenvolvedor de Negócios da América Latina e Ibéria da FRISS; Josep Celaya, diretor Corporativo Mundial de Inovação da MAPFRE; e Ingo Weber, CEO da Digital Insurance Group.

Além deles estarão também alguns dos principais executivos brasileiros que atuam no setor, como Marcelo Blay, fundador e CEO da Minuto Seguros; Andre Gregori, CEO & CET da Thinkseg; Leonardo Rochadel, CEO & Founder da O2O Bots; Domingos Monteiro, sócio-fundador e CEO da Neurotech; Heverton Peixoto, CEO do Zim; Raphael Swierczynski, CEO da Ciclic; e Ramon Gomez, CEO da Ramon Talks.

O CQCS Insurtech & Inovação terá ainda uma área dedicada ao network entre os participantes. Durante o evento acontecerá de forma simultânea a Expo Insurtech, feira de exposição e negócios. Para ajudar neste processo, a organização está disponibilizando um aplicativo especial. Com o nome de Brella, o app ajuda na identificação daqueles que mais convergem com os objetivos e interesses de cada usuário, marcando reuniões de 15 minutos, que serão disponibilizadas depois em uma sala específica.

“O evento foi estruturado de maneira a estimular o networking entre os participantes. Além disso, vamos discutir temas extremamente relevantes, como por exemplo, as dificuldades encontradas para regular esse setor e de que a forma a inteligência artificial pode ajudar na liquidação de sinistros”, explica Gustavo Doria Filho, diretor Executivo do Centro de Qualificação do Corretor de Seguros (CQCS), idealizador e organizador do encontro.

O CQCS Insurtech & Inovação conta com o apoio institucional da Escola Nacional de Seguros (ENS) e da Agência Nacional de Seguros e Previdência (ANSP); além do patrocínio da Bradesco Seguros, Tokio Marine Seguradora, HDI Seguros, Mapfre Seguros, Digital Insurance Group, SulAmérica, Minuto Seguros, ZIM³, Cliclic, Neurotech, 020Bots, TEx e Europ Assistance.

O prazo para quem quiser participar do evento termina no dia 25 de julho, caso as vagas disponíveis não forem preenchidas antes. Os interessados podem se inscrever através do site www.cqcsinsurtech.com.br/inscreva-se. Para mais informações, acesse http://cqcsinsurtech.com.br/.

CQCS Insurtech & Inovação

QUANDO: dias 01 e 02 de agosto de 2018
ONDE: Villa Blue Tree – Rua Castro Verde, 266 – Chácara Santo Antônio – São Paulo/SP
INFORMAÇÕES: www.cqcsinsurtech.com.br

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Pagar.me lança link de pagamentos para vendas pelas redes sociais

A partir de agora, o Pagar.me, empresa de tecnologia de pagamentos online, oferece ao varejo mais uma funcionalidade para aumentar as vendas em canais digitais. A companhia acaba de lançar o Link de Pagamentos, facilitando o envio de uma cobrança por e-mail ou chat de redes sociais, como WhatsApp e Instagram. Além de facilitar as vendas em canais alternativos, a ferramenta proporciona uma nova, prática e segura experiência de compra aos consumidores.

Ao receber o link, o consumidor acessa direto a página para finalização da sua compra por meio de boletos ou cartões de crédito. Assim, o pagamento por link segue a lógica da conveniência para o comprador e aumenta as chances de conclusão de uma compra para os lojistas. “O link é uma ferramenta, que aproxima o consumidor da compra, aumentando o número de vendas”, diz Alessandra Giner, diretora do Pagar.me.

A solução também ajuda na criação de estratégias para recuperação de vendas que não foram finalizadas. Ou seja, é possível enviar o link junto a campanhas de vendas que utilizem dados de carrinhos abandonados ou wishlists, por exemplo, para que o consumidor conclua o pagamento. O link pode ser compartilhado pelas redes sociais, como o Facebook, SMS, e-mail ou qualquer outro canal de contato direto com o consumidor.

Outra possibilidade que o Link de Pagamentos impulsiona é a criação de promoções relâmpago, algo muito utilizado para descontos em datas comemorativas como Dia do Amigo e Dia dos Pais, ou para queimar o estoque de algum produto, por exemplo. Para controlar a procura de acordo com estoque e capacidade de entrega, o lojista pode configurar a expiração do link com o prazo e a quantidade máxima de pedidos desejados. Assim, basta divulgar a promoção nas redes sociais ou outros canais com o link do checkout e levar o consumidor direto para a finalização da compra.

A ferramenta é mais uma alternativa de pagamento adequada às vendas de diversos segmentos, como, por exemplo, varejo de moda, delivery de alimentos e agências de turismo. Esses negócios costumam oferecer a venda em diversos canais, mas, ao transferir o pagamento para o e-commerce, acabam perdendo muitos consumidores durante o processo de compra pelo carrinho. “Em outros casos, os lojistas precisam solicitar os dados do cartão por e-mail e telefone para fazer venda digitada ou recorrer a transferências e depósitos informais, o que afasta muitos compradores por insegurança”, completa Alessandra Giner.

Neste primeiro momento, a funcionalidade estará disponível para empresas com CNPJ e que possuem e-commerce.

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CVM e Dynasty integram debate internacional sobre regularização de criptomoedas

Com o objetivo de se tornar uma das primeiras criptomoedas regularizadas no mundo, a Dynasty foi convidada a participar de debate internacional sobre os avanços das fintechs e das moedas digitais. Integrando mesa com Walter Maeda, da Comissão de Valores Mobiliários, e Marlene Amsted, vice-presidente da Finma, órgão regulador do mercado econômico suíço, a empresa foi a única representante do cenário de cifras digitais, reforçando o potencial desta tecnologia.

“Quando as criptomoedas surgiram, elas vieram de períodos de crescimento, mas com instabilidade. Ao idealizarmos uma moeda digital com lastro, no nosso caso, o mercado imobiliário, e atrelarmos seu lançamento em contato com bancos e órgãos reguladores, estamos dizendo que é possível sim revolucionar a estrutura financeira mundial de modo tecnológico e, principalmente, seguro”, afirma Eduardo Carvalho, co-fundador da Dynasty.

Atualmente, a empresa, criada por brasileiros, aguarda aprovação da Finma para iniciar as ofertas de sua moeda, o D¥N. “Por sermos uma das primeiras a encabeçarem este processo de regularização das criptomoedas, tudo é novo e, portanto, mais demorado. Os bancos e entidades financeiras estão adaptando suas políticas para esta tecnologia. Assim como tantas moedas já presentes no mercado, podíamos lançar o D¥N sem uma legislação específica para tal, mas optamos em realizar um processo mais sólido e transparente”, explica Fabio Asdurian, sócio-fundador da Dynasty.

Brasil analisa regularização de moedas digitais

Realizado pela Embaixada da Suíça no Brasil, o fórum Digitisation and Fintech, Challenges and Opportunities (Digitalização e Fintechs – Desafios e Oportunidades) reuniu representantes de entidades nacionais e internacionais que dialogam com tecnologias financeiras, como estudiosos, órgãos governamentais e empresas do setor.

No debate sobre a regularização das criptomoedas no Brasil, o representante da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), Walter Maeda, afirmou que o órgão analisa a possibilidade de legalizar as transações digitais no país. “Nós estamos verificando o potencial das moedas digitais. Entretanto, assim como toda inovação digital, nossas decisões devem ser pautadas com cautela”, justifica.

Para os profissionais da Dynasty, o país tem grande potencial tecnológico, mas a ausência de legislação faz com que mercados internacionais se tornem mais atrativos. “Optamos em lançarmos nossa moeda na Suíça por conta dos avanços digitais que o país possui. São políticas de debate, de incentivo ao desenvolvimento econômico e tecnológico. A cidade de Zug, por exemplo, é um Vale do Silício para criptomoedas, um cenário ideal para o lançamento do D¥N”, conclui Carvalho.

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Vendas de eletroeletrônicos crescem 15% no primeiro semestre de 2018

O setor de eletroeletrônicos acompanhou o ritmo de gradual crescimento da economia brasileira no primeiro semestre de 2018, com alta nas vendas em todos os segmentos. No período, o destaque ficou por conta da Linha Marrom, com o impulso da Copa do Mundo para a venda de televisores.

Segundo levantamento da ELETROS – Associação Nacional de Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos, o volume de encomendas do mercado aumentou 14,6% na primeira metade deste ano na comparação com os mesmos meses de 2017, passando de 45,5 milhões de unidades para 52,1 milhões. Mesmo diante das dificuldades impostas pela paralisação dos caminhoneiros, a Indústria manteve os bons resultados.

A comercialização de TVs cresceu cerca de 30%, de 5,1 milhões para 6,59 milhões de aparelhos. A linha de Portáteis registrou alta de 13% na mesma base de comparação, com a venda de 30 milhões de equipamentos neste ano. Já a Linha Branca teve uma expansão de 2,75%, para 6,72 milhões de produtos.

“Notamos uma melhoria gradativa do cenário para o consumo e, junto ao desejo do brasileiro de assistir à Copa em altíssima resolução, estava formado o ambiente necessário para o crescimento do setor”, explica José Jorge do Nascimento Junior, presidente da ELETROS. “Também temos uma expectativa de elevar as vendas com a mudança do sinal de TV que migra do analógico para o digital.”

Para o ano, a expectativa da entidade é de vendas 10% a 15% maiores do que as apresentadas em 2017. A associação vai atuar proativamente para apoiar o crescimento, operando para a garantia de segurança jurídica para os investimentos, tanto brasileiros como estrangeiros, e o fortalecimento da indústria eletroeletrônica e da sua importância no desenvolvimento econômico do País.

“As fabricantes querem ser ouvidas e a ELETROS pretende colaborar cada vez mais para a construção das políticas econômicas brasileiros. Sabemos da importância do nosso setor, que representa 3,34% do PIB industrial”, afirma o presidente.

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DJI fortalece presença no mercado brasileiro com participação na Eletrolar Show 2018

A DJI, empresa líder mundial em drones para uso civil e em tecnologia de imagens aéreas, marcará presença na Eletrolar Show em parceria com sua distribuidora oficial no Brasil, a Golden Distribuidora, entre os dias 23 e 26 de julho. O evento é reconhecido como um dos maiores da América Latina, voltado ao público B2B e apresenta as maiores novidades de eletroeletrônicos, eletrodomésticos, móveis, celulares e TI.

A empresa estará presente expondo o seu portfólio, incluindo seus principais produtos e recentes lançamentos, como o drone o Mavic Air. O estande da Golden Distribuidora está localizado na Avenida E, Esquina com a Rua 16. Confira abaixo os produtos da DJI:

Tello
Criado pela Ryze Tech, e com tecnologia de voo da DJI e processador Intel, este é o drone perfeito para os iniciantes na pilotagem de veículos aéreos não tripulados. O drone pode ser programado por meio da função Scratch (código visual de linguagem criado pelo MIT), criando padrões de voo e oito modos de acrobacia. O aplicativo Tello também está disponível na versão em português para iOS e Android.

Spark
O Spark é um drone portátil para uso casual. Ele consegue decolar facilmente e com segurança da palma da mão, apenas pressionando um botão. Com uma câmera que filma em Full HD (30 quadros por segundo) e tira fotos de até 12 megapixels, o Spark conta com sensores para detectar pessoas e objetos, permitindo que o drone desvie e impeça colisão frontal, detectando objetos que estão até 5 metros de distância.

Mavic Air
Desenvolvido com foco em viajantes e entusiastas da vida ao ar livre e considerado o melhor drone de uso pessoal presente no mercado, o Mavic Air é equipado com uma câmera 4K que proporciona imagem de altíssima qualidade e conta com os modos QuickShot e SmartCapture, para captura mais inteligente de fotos e vídeos.

Mavic Pro
O Mavic Pro usa a tecnologia FlightAutonomy para detectar obstáculos até 49 pés (15 metros) de distância. Ele pode contornar esses obstáculos ou pairar no ar, prevenindo acidentes mesmo quando está voando além do alcance visual. O drone grava imagens em resolução 4K, a 30 quadros por segundo e é capaz de atingir um tempo máximo de voo de até 27 minutos e uma distância máxima de 7 quilômetros, devido aos seus poderosos motores e eficiência elevada.

Phantom 4 Pro
A câmera do Phantom 4 Pro é equipada com um sensor de 1 polegada e 20 megapixels capaz de fotografar vídeo em 4K. Possui sensores infravermelhos em 5 direções para detecção de obstáculos e 4 direções de prevenção. No modo “Return to Home”, este drone pode escolher automaticamente a melhor rota para voltar para casa dependendo das condições ambientais – ele registra sua rota à medida que voa, permitindo que volte ao longo da mesma rota evitando obstáculos se o sinal de controle é desconectado.

Inspire 2
Este drone grava com qualidade de cinema. Seu trem de pouso sobe durante o voo para permitir que a câmera principal gire em 360° sem interferências. Para ser controlado por 2 operadores, conta com duas câmeras estabilizadas, uma para gravar e outra para orientar o voo. Também tem sensores frontais e inferiores garantem o desvio automático de obstáculos, inclusive no voo automático.

OSMO Mobile 2
O estabilizador portátil para câmera de smartphone da DJI possui design leve e auxilia na hora de fazer fotos no formato retrato. Com controles simples e zoom cinematográfico, o aparelho possui bateria de longa duração e recursos inteligentes como o SmoothTrack, que detecta e compensa os movimentos da câmera, garantindo imagens com qualidade cinematográfica.

Ronin 2
Construído com fibra de carbono, o que o torna mais leve e durável, o Ronin 2 é compatível com câmeras DSLRs e outros equipamentos profissionais. Possui braços flexíveis de 50 mm, sistema de desencaixe rápido e GPS integrado e funções que oferecem grande estabilidade em todas as cenas, especialmente em movimento. Além disso, conta com sistema embutido de bateria dupla, o que ajuda a maximizar o tempo de fotografia.

Ronin-S
Este estabilizador de câmera suporta até os movimentos mais bruscos e pode ser utilizado em carros em movimento ou durante uma ventania, com foco em câmeras DSLR e em câmeras sem espelho. O aparelho é fácil de usar, possui forma compacta e botões dedicados aos ajustes da câmera e ao posicionamento preciso, além de modos de captura avançados. O produto ainda não está disponível para compra no Brasil.

Goggles RE (Racing Edition)
Estes óculos de realidade virtual com telas para FPV com alta qualidade (2K) e sem atrasos de imagem. Confortável e ergonômico, é possível controlar o voo e a câmera do drone apenas com movimentos da cabeça. O dispositivo é compatível com os drones das séries Phantom, Inspire e Mavic, bem como de outras marcas.

A DJI possui duas lojas autorizadas no Brasil: uma no BarraShopping (Rio de Janeiro) e outra no Shopping Pátio Batel (Curitiba). A marca vende seus produtos já homologados pela Anatel e trabalha com diversos revendedores no país como Kalunga, Magazine Luiza e iPlace.

Eletrolar Show 2018

Data: 23 a 26 de julho
Horário: 13h às 21h
Local: Transamérica Expo Center – Av. Dr. Mário Vilas Boas Rodrigues, 387 – Santo Amaro, São Paulo – SP, 04757-020
Stand E30 – Avenida E, esquina com a rua 16

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Innovation Awards Latam premia as startups mais promissoras de vários países

A busca por novos e rentáveis modelos de negócios tem crescido nos últimos anos. Um exemplo disso é a aposta de empreendedores em ideias e soluções mais inovadoras e práticas. E setores como segurança, educação, saúde, mobilidade urbana, entre outros, ganham cada vez mais destaque no desenvolvimento de produtos e serviços. Nesse cenário, as startups saem na frente e viram um grande celeiro de inovação.

É o que comprova o Innovation Awards Latam, competição para Startups da América Latina, organizada pela Cantarino Brasileiro. Este ano, a cerimônia de premiação e reconhecimento das melhores startups da América Latina acontece no dia 30 de julho, em São Paulo. O prêmio teve mais de 800 startups inscritas entre 8 de fevereiro e 4 de maio deste ano, com 326 cases válidos, incluindo especialistas em inovação do mundo inteiro e grandes empresas focadas no desenvolvimento de startups empreendedores de 11 países.

A avaliação foi realizada por mais de 60 jurados de 13 diferentes países, entre eles, Don Tapscott, maior referência em blockchain no mundo; Guga Stocco, responsável pela inovação do Banco Digital; e Lisa Besserman, eleita uma das 100 mulheres mais influentes em Tecnologia pela revista Business Insider.

Ao todo, foram escolhidas 27 startups finalistas, com 180 melhores cases, sendo 35% do Brasil, 13,5% do México e 11,2% da Argentina, divididos em seis categorias: Big Data, Blockchain, IoT, Inteligência Artificial, APIs e Cyber Security.
“O prêmio consagra as melhores startups e gera oportunidades para parcerias internacionais e comerciais entre as muitas empresas que vislumbram negócios com bons resultados em inúmeros setores da economia”, destaca Marcos Cantarino, diretor da Cantarino Brasileiro.

O Innovation Awards Latam conta com o apoio de 32 entidades de diferentes países. Entre eles, Crunchbase, principal base de dados de startups e investimentos do Vale do Silício; Latam Startups, entidade canadense de fomento de negócios, F10, incubadora e aceleradora da Suíça; e Invest Hong-Kong.

Como próximas ações do projeto, estão programados Innovation Day em São Paulo, dia 1º de agosto, e em Guadalara (México), dia 15 de agosto.

Confira abaixo os finalistas por categoria:

Inteligência Artificial

Emotion Research Lab (México)
Entelai (Argentina)
Kiwi Campus (Colômbia)
TNH Health (Brasil)
Thermy (México)

APIs

Clinch Logistics (México)
Digibee (Brasil)
Doopla (México)
Rombus Global (Argentina)
Übank (México)

Big Data

Biva (Brasil)
Feedz (Brasil)
Ibbi (Argentina)
Save Sarah (Chile)
Schoolastic (Brasil)

Blockchain

Artis International (Argentina)
CoinWise (Brasil)
DreamJobs (Colômbia)
Moeda (Uruguai)
PrestaGente (Colômbia)

CyberSecurity

guardSI Cybersecurity (Brasil)
Hack&Secure (Colômbia)

IoT

Byond (Brasil)
Nearbee (Brasil)
Phygitall (Brasil)
Sii Smart Buildings (Brasil)
Unicorn Games (Uruguai)

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Fabrício Vaz é novo diretor de negócios da GFT

A GFT, referência em tecnologias exponenciais para a transformação digital e projetos ágeis, anuncia a contratação de um novo diretor de Negócios, Fabricio Vaz. Com mais de 25 anos de experiência em tecnologia, atuando em ofertas de Integração de Sistemas, Outsourcing de Sistemas e Ofertas Digitais para a transformação de Negócios, o profissional chega para fortalecer e ampliar a presença da GFT no mercado de financial Services e Retail.

Para Marco Santos, managing director da GFT Latam, a contratação de Vaz reflete um dos pilares da GFT, companhia client-centric, de estar cada vez mais próxima dos seus parceiros e clientes. “Com ampla experiência no mercado de tecnologia, o Fabricio terá uma atuação muito importante no relacionamento com os nossos parceiros, pensando em soluções inovadoras e feitas sob demanda para o desafio de transformação digital de cada instituição”, explica Santos.

O profissional recém-contratado acumula entre as experiências passagens por empresas como a Resource IT Solutions, onde chegou a ocupar a vice-presidência de Vendas, entre outras. “Chego na GFT com o objetivo de trabalhar fortemente a presença da companhia nos nossos clientes. Vamos entender as dores e propor soluções que agreguem aos seus ambientes de negócio, a partir de uma visão consultiva, adaptando o modelo de parceria, quando necessário, para que construamos uma relação de longo prazo”, complementa Vaz.

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Rede Cigam lança Checkout Móvel

A Rede Cigam, fornecedora de software de gestão empresarial (ERP, CRM, RH, PDV, BPM, Mobile e BI), lança o Checkout Móvel. A solução, que permite realizar vendas a partir de um aplicativo intuitivo, com segurança e praticidade mobile, está disponível para as plataformas Android e iOS.

A ferramenta foi desenvolvida pelo braço executivo da companhia, Cigam Gestor. Com o aplicativo, o usuário escolhe o produto no estabelecimento e faz a leitura do código de barras em seu dispositivo móvel, sem precisar efetuar o lançamento do produto no caixa, diminuindo filas e agilizando o processo onde o usuário conclui a venda por meio do botão “$”.

“Um dos pilares da nossa estratégia de negócio é tornar o trabalho dos nossos clientes mais fácil. Para isso, nos empenhamos em fornecer soluções práticas, flexíveis e baratas para aumentar a produtividade das empresas e gerenciar suas vendas de forma simples, segura e com confiabilidade”, avalia Gustavo Marques Dias, diretor de Varejo da Cigam.

Depois que o usuário informar que deseja prosseguir com a venda, o aplicativo mostrará uma lista de formas de pagamentos disponíveis para a seleção do usuário. No final das opções, aparecerá o botão “FINALIZAR PAGAMENTO”, que é o meio utilizado para a conclusão da venda e o envio da NFC-e pelo aplicativo.

O Checkout Móvel trabalhará com cartões POS e TEF (somente quando utilizar API). Caso a forma de pagamento selecionada não seja encontrada no banco de dados, o APP abrirá uma tela para escolha da forma de pagamento correta, equivalente a escolhida pelo cliente. Além disso, a funcionalidade abrirá uma tela para escolha de promoção, quando os produtos da cesta de compra forem contemplados com dois ou mais tipos de promoções cadastradas no sistema.

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Softup traz ao mercado novo módulo para geração de NFCe

O lançamento oficial da Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica (NFC-e) trouxe ao comércio varejista muitas facilidades fiscais, entre eles a otimização de processos, diminuição da burocracia, redução de custos e melhoria da relação dos comerciantes com seus clientes e com o fisco. Por isso, a Softup – desenvolvedora de sistemas para gestão empresarial há mais de 20 anos – anuncia o lançamento de um módulo para geração de NFCe.

O novo recurso permite que empresas de todo o Brasil possam gerar e emitir seus cupons fiscais no formato exigido pela NFCe com segurança e agilidade. Isso tudo dentro de um sistema intuitivo, que permite fazer o envio da nota tanto pelo módulo de vendas padrão como pela frente de caixa. A novidade está em conformidade com todas as exigências fiscais.

Segundo Robinson Idalgo, fundador da SoftUp, o módulo foi desenvolvido para atender a uma crescente demanda do mercado brasileiro, que já trabalha com a obrigatoriedade de emissão da NFCe em substituição ao cupom fiscal em vários Estados, como Rio de Janeiro, Amazonas, Rio Grande do Sul entre outros. A novidade permite às empresas efetuar a comunicação com a SEFAZ por meio do módulo digital em cada venda, registrando as operações que poderão ser consultadas posteriormente pelo cliente.

“Assim como acontece com a Nota Fiscal Eletrônica (NFe), a NFCe também exige o compartilhamento de várias informações do emitente da nota, por isso a importância do comerciante aderir a um sistema robusto e intuitivo”, afirma Robinson, que complementa “a integração de plataformas de vendas físicas e virtuais proporcionada pelo uso da NFCe é uma facilidade tanto para os comerciantes, quanto para os consumidores. Aderir a uma solução que permite a gestão dessas informações é sem dúvidas um avanço para qualquer negócio”.

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SPC Brasil lança tecnologia de reconhecimento facial para prevenção a fraudes no comércio

O Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) anuncia o lançamento de uma solução pioneira no mercado de bureaux de crédito: o SPC Reconhecimento Facial. A tecnologia, que no Brasil já é adotada no check-in de companhias aéreas e em dispositivos celulares, agora passa a ser realidade nos processos de concessão de crédito de todo o país.

Grande aliada do comércio, a nova ferramenta também possui a vantagem de proteger os consumidores de pessoas má intencionadas. Nos últimos anos, o roubo de dados ou de identidade tem crescido exponencialmente, causando prejuízos ao setor. Um termômetro disso é que sete em cada dez empresas são atingidas por fraudes, segundo dados da consultoria americana Kroll.

“Buscamos oferecer um sistema altamente sofisticado aos lojistas que passam a evitar perdas e se prevenir de forma mais eficaz, ao mesmo tempo em que proporciona maior segurança aos seus clientes”, destaca Nival Martins, superintendente de bureau de crédito do SPC Brasil.

O lançamento do SPC Reconhecimento Facial reforça a visão inovadora da empresa no uso de tecnologias de ponta, que atua há mais de 60 anos no mercado de crédito para atender às suas necessidades de negócio. A expectativa é de que já no primeiro ano de operação 3 milhões de faces sejam cadastradas na base do SPC Brasil.

Para Martins, um dos diferenciais do SPC Brasil é que nas consultas feitas pelos estabelecimentos será possível acessar informações do cliente para uma análise mais completa de crédito, como dados cadastrais do consumidor, informação de inadimplência, protesto, histórico de consultas realizadas e score de crédito (probabilidade de a pessoa ficar inadimplente ou não), por exemplo, em conjunto com as análises do reconhecimento facial, tornando, assim, um dos produtos de consulta de crédito mais completos do mercado para o combate de fraudes.

O mecanismo de evitar fraudes é feito por meio da validação das capturas das faces via webcam que compõe o processo de compra, confrontando com as faces dos consumidores em uma base compartilhada com outras empresas do setor. Com isso, a ideia é acelerar os processos de validação e garantir a segurança da transação.

Como funciona?

Uma câmera instalada no estabelecimento comercial captura o rosto do cliente e o registro é enviado ao sistema de Reconhecimento Facial do SPC Brasil que fará a leitura detalhada de seu rosto e codificará essas informações em uma sequência numérica digital — por exemplo, o formato dos olhos, tamanho da boca, contorno do rosto, etc. A sequência é anexada ao cadastro da pessoa e arquivada em um banco de dados, tornando-se a sua identidade para o sistema.

Quando utilizada para comprovação de identidade, a consulta ao seu cadastro biométrico será feita com uma nova captura do seu rosto e o sistema irá cruzar os dados em busca dos padrões registrados para verificar sua autenticidade. Como o conjunto de medições do rosto é único para cada pessoa, a performance da biometria facial é elevada e sua assertividade próxima dos 99,5%.

Durante a fase de testes, utilizando o atendimento real de cinco lojistas — três no Nordeste, no Sul e outro no Centro-Oeste—, o SPC Reconhecimento Facial conseguiu identificar e prevenir fraudes — que gera um custo médio de R$ 8 mil por incidência.

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Centro logístico inovador dá início à nova era na Monsanto

A Monsanto do Brasil lançou o Logistics Smart Center, o primeiro centro logístico da companhia a utilizar tecnologia de ponta para monitorar indicadores e informações operacionais, permitindo a visualização, em tempo real, das operações end-to-end – da transportadora até o cliente – e de todas as etapas desse processo, incluindo deslocamento de carga e armazenamento de produto. A nova plataforma também possibilita prever situações críticas, o que permite agir com antecedência e minimizar possíveis impactos na operação e na satisfação dos clientes.

Localizado na unidade de São Paulo, o Logistics Smart Center é composto por dez monitores touchscreen, pelos quais a equipe de supply chain da Monsanto acompanha as operações e utiliza ferramentas estatísticas e analíticas, algoritmos e machine learning de forma integrada para monitorar todas as etapas. “Ele chega para complementar uma estratégia de transformação logística que começou em 2014 e teve como objetivo evoluir a eficiência e o nosso controle operacional, assim como melhorar a experiência dos nossos clientes”, afirma o Líder das Operações Logísticas da Monsanto no Brasil, Johnny Ivanyi.

A transformação na área de Logística e Customer Care da Monsanto foi baseada em três pilares – pessoas, processos e sistemas – e, desde 2014, a área alcançou grandes marcos, como a definição de uma nova malha logística e a implantação de novos sistemas capazes de otimizar rotas e prever situações críticas para o negócio, criando um balanço ideal entre custos e atendimento. Benefícios em eficiência, produtividade e nível de serviço foram alcançados com o novo modelo de trabalho preditivo e o uso de ferramentas estatísticas para controlar os processos.

A empresa continuou buscando formas de alavancar a experiência dos clientes e procurou, tanto no mercado brasileiro quanto internacional, exemplos de boas práticas e soluções inovadoras para agregar valor às operações e, a partir destes insights, foi desenvolvido o conceito “Smart Center ou Torre de Controle” para a organização de logística da Monsanto.

“Depois de uma série de benchmarkings e estudos, a equipe decidiu mudar a atuação nas operações logísticas para um modo mais ofensivo, ou seja, acompanhar informações em tempo real para agir antes que algum possível problema aconteça. Além desse modelo, chamado predictive model, todo o sistema de governança logística da Monsanto foi modificado, o que redefiniu a forma de trabalhar de toda a equipe”, conta o líder de operações.

O Logistics Smart Center também possibilitou uma gestão mais eficiente em diversas frentes, como: monitoramento de cargas e dos centros de distribuição em tempo real; monitoramento por câmeras, temperatura e humidade dos centros de distribuição; gestão de estoque e financeira; e a extração e tratamento de dados, uma vez que foi simplificado com a implantação de ferramentas de real time visibility.

“Essas mudanças já contabilizam expressivos resultados no período pós implementação, como a elevação de 20% no nível de entregas no tempo correto (OTD) por meio da ferramenta de machine learning (mais de 600 atrasos de entregas evitados em 3 meses), melhoria na acuracidade de inventário para índices próximos a 100%, redução de 50.000 Km de distância percorrida com a otimização da roteirização de entregas, ou seja, 40 toneladas de redução de emissão de CO2, 100% de visibilidade online da data final de entrega e otimização de mais de 2% na taxa de ocupação de veículos. Com o projeto ainda foi possível implementar 8 novas estratégias de otimização de cargas e rotas para um melhor nível de serviço ao cliente, trazendo um benefício direto no controle de custos logísticos”, diz o líder da área de Customer Care da Monsanto para América do Sul, Carlos Ricardo Andrade.

Além da sede, localizada em São Paulo, o projeto também foi replicado na unidade de São José dos Campos e o objetivo é expandir para todas as unidades onde há operações logísticas, possibilitando o acesso remoto à plataforma e à nuvem em outras 14 localidades, entre elas: Camaçari (BA), Campo Verde (MT), Paracatu (MG), Itaí (SP), Santa Helena de Goiás (GO) e Uberlândia (MG). Além disso, o projeto também está sendo expandido para outras áreas da cadeia de supply-chain, como Customer Service e, para acompanhar esta evolução, já foram investidos mais de 50 horas em treinamento de funcionários.

“Com o foco na melhoria contínua, no futuro buscamos aumentar nossas ferramentas preditivas com dados externos (social media) que impactem na operação, por exemplo, Big Data, IoT, robotização e automatização dos nossos sistemas e processos. Além disso, queremos aprimorar nossa tecnologia com realidade aumentada, e ampliar a capacitação de nossos colaboradores com a metodologia de Lean Six Sigma”, completa o líder de customer care.

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A proteção dos dados pessoais é o dever por trás da criptografia

A Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net) pretende iniciar, ainda este ano, um fórum permanente sobre “A segurança do cidadão na era digital”. Serão realizados seminários e palestras presenciais e digitais para disseminar a importância da assinatura digital, proteção de dados, respeito à privacidade e direito à proteção das informações pessoais. As conferências com especialistas da entidade e convidados serão divulgadas com antecedência e disponibilizadas no site da entidade e no Youtube. A camara-e.net pretende produzir filmes educativos para divulgação nas redes sociais. O objetivo da iniciativa é atingir o maior número de pessoas. A assinatura digital e a proteção de dados são assuntos de segurança nacional, que interessam a todos, tanto ao cidadão diretamente quanto às instâncias de segurança e inteligência do País.

Segundo o presidente da camara-e.net, Leonardo Palhares, um dos projetos prioritários da entidade é disseminar junto aos brasileiros a “cultura da cidadania digital”. Palhares considera fundamental que todos saibam que o compartilhamento, empréstimo, guarda ou qualquer forma de utilização das chaves privadas de certificados digitais por terceiros devem ser vedados. Tratam-se de formas que expõem os seus titulares aos riscos de utilização indevida, contratações e acessos não autorizados, podendo gerar prejuízos de ordem patrimonial e extrapatrimonial e, por fim, quebrar os requisitos mínimos necessários para suportar toda a criptografia e tecnologia empenhadas no processo de geração dos certificados digitais: o segredo e o controle das chaves privadas.

De acordo com Leonardo Palhares, “a identificação inequívoca de pessoas físicas ou jurídicas nas transações eletrônicas, tanto para os contratantes quanto para os contratados, se faz imprescindível para a confiabilidade de uma relação estabelecida em meio remoto. Como exemplo, cite-se que os consumidores se sentem muito mais confortáveis em contratar serviços e produtos de plataformas eletrônicas devidamente identificadas, com mecanismos de contato disponíveis para soluções de problemas e outras tantas informações necessárias para a segurança de uma contratação eletrônica. Portanto, o emprego de assinaturas digitais com certificação digital nos padrões da ICP-Brasil é um importante aliado para a confiabilidade mútua dos contratantes em meio remoto”.

Com o fórum permanente “A segurança do cidadão na era digital”, a camara-e.net objetiva construir uma cultura de cidadania digital. Percebe-se que há pouco conhecimento sobre os efeitos do uso do certificado digital e, principalmente, sobre a relevância da proteção de dados. No Brasil, dado pessoal é aquele “relacionado à pessoa natural identificada ou identificável, inclusive números identificativos, dados locacionais ou identificadores eletrônicos, quando estes estiverem relacionados a uma pessoa” (Decreto nº 8.771, de 11 de maio de 2016). Logo, uma imensidão de dados pode ser considerada pessoal, desde que permita sua correlação a uma pessoa, sendo, portanto, objeto de proteção por parte daqueles que venham a utilizá-la. A identificação de uma pessoa pode se dar mediante apresentação de documentos de identificação civil, dados cadastrais, informações pessoais, características físicas, biométricas, estéticas ou até mesmo de opiniões. Em meio eletrônico, uma boa parte de dados pessoais são fornecidos voluntariamente pelas pessoas, como contrapartida para um serviço ou produto oferecido ou como mecanismo de atribuição de segurança às transações realizadas em meio eletrônico.

As assinaturas digitais (ou certificação digital) nos padrões da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira – ICP-Brasil (instituída pela Medida Provisória nº 2.200-2/2001), são baseadas em chaves criptográficas (chaves públicas – de conhecimento público – e chave privada – de conhecimento e acesso exclusivos do cidadão), de modo que a chave privada, para que os atributos de integridade e autenticidade sejam garantidos, deve ser gerada e controlada exclusivamente por seus titulares. Portanto, a segurança das transações eletrônicas que se utilizam dos certificados digitais depende da manutenção dos atributos mínimos garantidores do não repúdio das assinaturas digitais. Estas, uma vez associadas a dados de identificação de pessoas físicas (ou jurídicas, muito embora as discussões sobre privacidade estejam atreladas às pessoas naturais) passam a ser enquadradas como dados pessoais e, por isto, merecem proteção absoluta, iniciando-se pela guarda, posse e uso exclusivo das mesmas por parte de seu titular.

A camara-e.net participa ativamente das discussões sobre proteção de dados no âmbito do Legislativo para regulamentação das medidas voltadas a proteção do cidadão. A garantia da privacidade e da autoria de atos eletrônicos dos cidadãos está sob avaliação do Congresso Nacional, que atualmente analisa o projeto de lei nº 7.316/2002. O novo regulamento visa substituição da Medida Provisória que instituiu a ICP-Brasil. A entidade considera que, sem prejuízo à apresentação de emendas que visam a defesa do cidadão compete à sociedade e aos parlamentares repisarem a importância do livre arbítrio sob controle dos seus titulares e jamais sob controle de terceiros. A criptografia, a chave privada e a segurança do cidadão em meio eletrônico dependem de sua manutenção no controle de seus atos e de sua vontade. Sem controle e guarda exclusivos das chaves privadas, não há proteção do cidadão contra as interferências de terceiros, de empresas e do Estado.

A camara-e.net vem se posicionando no âmbito do órgão regulador da ICP-Brasil, do qual participa como integrante do colegiado há mais de 10 anos. A entidade, que é a maior associação multissetorial da América Latina e com maior representatividade na economia digital no País, vem reiterando em seus votos, estudos e fundamentações a imprescindibilidade do controle e guarda exclusiva das chaves privadas por seus titulares, buscando a mais rigorosa e estrita confiabilidade das transações eletrônicas e da segurança técnica e jurídica dos titulares de certificados digitais da ICP-Brasil.

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