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SulAmérica participa do CQCS Insurtech & Inovação para debater evolução do mercado

A SulAmérica, maior seguradora independente do País, é uma das patrocinadoras do CQCS Insurtech & Inovação – primeiro encontro promovido pela entidade – com o tema inovação em seguros na América Latina, que ocorre em 1º e 2 de agosto no Villa Blue Tree, em São Paulo. Com o objetivo de estimular o debate para o desenvolvimento do mercado segurador no Brasil e América Latina, o evento terá participação de executivos da SulAmérica, além de outras empresas.

Como parte da programação, o vice-presidente Comercial da SulAmérica, André Lauzana, participará do painel “Por que é tão difícil aderir ao digital?” na tarde do primeiro dia do evento.

“Estamos diante de um ambiente desafiador para o mercado de seguros, em que nossos clientes, cada vez mais informados e exigentes, demandam soluções de seguros completas, com ampla prestação de serviço e conveniência. Para isso, precisamos investir em novas ideias e iniciativas, tendo a tecnologia como aliada e o corretor como grande parceiro desta trajetória de evolução”, destaca Lauzana.

No segundo dia, o painel “Perfil ou Persona – a grande mudança. Por um seguro mais justo” terá presença do vice-presidente de Operações e Tecnologia da SulAmérica, Marco Antunes. O diretor de Estratégia Digital, Inovação e Tecnologia da companhia,Cristiano Barbieri, participará do debate “Tech em prol da experiência do usuário: o que vem por aí?”.

“A SulAmérica está cada vez mais preocupada e atenta à importância de oferecer uma experiência única aos clientes dentro de um contexto cada vez mais digital. Nossa operação passa por investimentos contínuos de larga escala em tecnologia e capacitação dos profissionais para que possamos atrair cada vez mais pessoas com serviços inovadores com a já reconhecida alta qualidade”, avalia Antunes.

“A transformação digital de nossa operação é um novo desafio perante a uma realidade que demanda cada vez mais rapidez em nossas atividades. Com tantas mudanças pela frente, apostamos em ações inovadoras para garantir que nossos clientes usufruam de canais digitais de comunicação e serviços, estando cada vez mais próximos da companhia”, comenta Barbieri.

Ao longo dos dois dias de evento, os debates terão como mote as mudanças na indústria do seguro por meio da tecnologia, os caminhos para o futuro, a decisão de ser ou não ser digital e a experiência do usuário. A programação também trará palestrantes internacionais para o debate dos temas propostos pela organização do evento.

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Fundo do Vale do Silicio lança plataforma para democratizar acesso a investimentos

O fundo de venture capital Social Capital, do Vale do Silício, abre hoje, dia 1º de agosto, sua plataforma de Capital-as-a-Service (CaaS) para startups brasileiras do tipo early stage que buscam investimento e insights para seus negócios.

Fundado em 2011, o Social Capital lançou em 2017 a versão beta e fechada da primeira estratégia de investimentos baseada no uso de software do mundo – inaugurando assim uma categoria de serviços até então inexistente, a de investimentos de venture capital baseados em dados, com sua plataforma de CaaS. O fundo escolheu o Brasil para inaugurar a versão aberta ao público pela primeira vez desde que o produto foi criado e chega para selecionar empresas de forma escalável, transparente e baseada em dados. Os investimentos ficam entre US$ 50.000 e US$ 250.000 (que equivalem a uma faixa de aproximadamente R$ 186.000 a R$ 930.000). A empresa americana busca oportunidades para co-investir, mas também pode liderar rodadas de investimentos.

A inovação chegou para transformar o setor de venture capital que, apesar de se debruçar sobre empresas altamente tecnológicas e disruptivas, muitas vezes ainda segue práticas tradicionais e ultrapassadas para escolher onde alocar seus investimentos. Assim, iniciativas interessantes podem ser deixadas de lado já que muitos fundos escolhem empresas com base em indicadores superficiais como contatos pessoais ou o status de seus executivos. Além disso, são raros os fundos que explicam para os fundadores os motivos das rejeições.

A plataforma do Social Capital, por sua vez, utiliza análise de dados e machine learning para avaliar as startups e identificar, de forma semi-automatizada, aquelas com o melhor desempenho, as melhores soluções e mais potencial de crescimento. O Capital-as-a-Service foi projetado por profissionais vindos de empresas de tecnologia como Facebook, Dropbox e Survey Monkey, entre outros, que se inspiraram em suas experiências para descobrir como o uso de software poderia democratizar o acesso a investimentos.

Funciona assim: a inscrição pode ser feita no caas.socialcapital.com, onde deve ser preenchido um formulário com as principais informações sobre a empresa, seguido pelo upload de dados transacionais, que será a chave para a análise das métricas do negócio. Além disso, o candidato é convidado a escrever um texto com elementos qualitativos como a missão e os valores da empresa.

A resposta chega dentro de poucos dias e, mesmo no caso de a startup não ser selecionada, o Social Capital oferece recomendações e benchmarks para apoiar a empresa em seu processo de evolução e, se a startup quiser tentar novamente, o fundo volta a avaliar as métricas e continua oferecendo análises de seus negócios. Tanto as selecionadas quanto as não selecionadas recebem a análise quantitativa completa aplicada pelo fundo na hora de avaliar os negócios, mostrando o desempenho da empresa com relação a métricas fundamentais do setor. Além disso, o Social Capital pretende implementar serviços como uma comunidade online e webinars e conteúdos sobre retenção, aquisição, precificação e outros meios de suporte escaláveis.

Em sua atuação como um fundo de venture capital, o Social Capital leva em conta a contribuição social das iniciativas, como startups dos setores de saúde, educação, serviços financeiros, tecnologias B2B e tecnologias emergentes, mas sua modalidade CaaS abrange qualquer empresa que utilize tecnologia para resolver problemas reais em mercados onde o acesso a investimentos é mais restrito.

Por que o Brasil?

De acordo com Ashley Carroll, uma das sócias do Social Capital, o Brasil é o primeiro país do mundo a ter acesso à versão aberta ao público do produto de CaaS devido à quantidade de fundadores com boas ideias para solucionar problemas reais tanto local quanto globalmente e às lacunas identificadas pelo fundo quando se trata de startups early stage e na primeira rodada de investimentos.

O que é CaaS?

Capital-as-a-Service é a primeira abordagem de venture capital verdadeiramente baseada no uso de software do mundo, que vem democratizar o acesso a investimentos por meio de um produto escalável e transparente. A estratégia utiliza análise de dados e machine learning para alocar investimentos e foi criada pelo fundo californiano Social Capital em 2017. A abordagem realiza a diligência quantitativa semi-automatizada de negócios. eu nome é derivado do termo SaaS (Software-as-a-Service), que se refere a produtos que utilizam nuvens de armazenamento para oferecer serviços online que antes só eram realizados por softwares instalados no próprio computador.

O Social Capital lançou um modelo piloto de CaaS há um ano e, há nove meses, lançou sua versão beta e privada. Mais de 5.000 empresas provenientes de 25 países e 6 continentes foram avaliadas na versão beta e 70 delas receberam investimento. A empresa pretende continuar expandindo o CaaS globalmente depois que abrir seu produto para o público pela primeira vez no Brasil.

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Como sobreviver profissionalmente na Era Digital?

Por Luiz E. Buccos, coordenador na Digital House

Um estudo realizado pela BSA The Software Alliance sobre a importância dos dados aponta: atualmente, 90% dos líderes empresariais citam dados como um dos recursos essenciais e como um diferenciador fundamental para os negócios, no mesmo nível de recursos básicos como terra, mão de obra e capital. Em um mercado de trabalho que se transforma constantemente, a capacidade de adaptação e até mesmo a antecipação de tendências vem se tornando cada vez mais um diferencial competitivo dentro das empresas. É então que surge um desafio que pode tirar o sono de muitos executivos: por onde começar? Como tomar uma atitude para se atualizar?

Primeiramente, é necessário criar uma mentalidade digital, desenvolvendo competências que acompanhem as necessidades do mercado e adquirindo uma nova linha de raciocínio. Isso gera uma rotina de busca constante por novidades, que torna mais fácil o processo de compreensão das ferramentas que surgem diariamente. Em uma sociedade baseada em dados, é importante ter em mente que a inteligência artificial já é corriqueira. Compreender que é algo que faz parte do dia a dia das pessoas é essencial. Então, o próximo passo é se perguntar: onde isso se encaixa na empresa em que trabalho?

É preciso entender que nem todas as tecnologias têm sua aplicação economicamente viável em qualquer negócio. Entretanto, atualmente todas as empresas têm implementada algum tipo de tecnologia, mesmo que não tenham se dado conta disso. Uma lavanderia, por exemplo, pode simplesmente lavar as roupas que recebe. Mas também pode criar uma base de informações sobre seus clientes (como marca, tamanho, estampa, cor, tipo de roupa que é lavada e com qual frequência), por meio da qual será capaz de oferecer um serviço customizado e muito mais eficiente. Profissionais de dados pensam muito além de lavar roupas, podem capturar informações e fazer parcerias com marcas que desejam atingir o público target da sua concorrência com mais assertividade.

Desse modo, com base no conhecimento das metodologias existentes, o próximo passo é a ação: como tirar um projeto do papel? É aqui que as empresas podem contar com parceiros e fornecedores. A implementação de mudanças no ambiente profissional é algo que demanda especialistas que têm experiência no assunto. Para mudanças efetivas, profissionais certeiros: com uma equipe qualificada e fornecedores atualizados no mercado, fica mais fácil compreender sua posição no jogo e como sua empresa pode se atualizar perante as concorrentes.

Por fim, o ponto crucial é estar ciente de que nunca se sabe de tudo: a qualificação constante e atualização dentro do mercado de trabalho não são apenas necessidades – se tornaram obrigações. A tarefa não é fácil e com toda essa transformação, o mundo do aprendizado não poderia ser diferente. Hoje é possível encontrar locais em que se aprende e se aplica novas ferramentas e metodologias de maneira prática e rápida. Esse conhecimento permite que executivos em busca de liderar a empresa nesse desenvolvimento digital consigam incorporar a mudança na essência do negócio, mantendo seu lugar no mercado.

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Aruba é reconhecida pelo Gartner como líder em infraestrutura de acesso a redes LAN com e sem fio

Pelo 13º ano consecutivo, a Aruba, empresa da Hewlett Packard Enterprise, é escolhida pelo Gartner como líder no Quadrante Mágico em infraestrutura de acesso a redes LAN com e sem fio.

“Acreditamos que a inclusão da HPE (Aruba) no Quadrante Mágico do Gartner é uma confirmação de que estamos no caminho certo. Nós nos sentimos honrados com esse reconhecimento”, diz Eduardo Gonçalvez, country manager da Aruba. “A filosofia ‘cliente em primeiro lugar’ nos permitiu criar uma visão e uma estratégia que promove o sucesso dos nossos clientes e sermos consistentemente líderes do mercado.

De acordo com o Gartner, a evolução dos requisitos corporativos para maior inteligência de camada de acesso e a automação continua desafiando os fornecedores de rede. Líderes de operações devem avaliar a infraestrutura de LAN com e sem fio com base em necessidades cada vez mais complexas de serviços e de gerenciamento de redes de acesso. O Gartner estima que até 2020, apenas 40% das equipes de operações de rede usarão a interface de linha de comando (CLI) como sua principal interface, abaixo dos 75% em 2018. A adoção de redes gerenciadas em nuvem por empresas de todos os tamanhos dobrará, passando de menos de 10% em 2018 para mais de 20% até o final do ano de 2023.

Embora a missão da Aruba seja permitir experiências memoráveis para seus clientes, a empresa também busca simplificar a vida do pessoal de TI, eliminando a complexidade das operações de rede nos ambientes móveis, de IoT e na nuvem cada vez mais imprevisíveis, onde os incidentes de cibersegurança atingiram um nível histórico, e que não podem ser resolvidos com as redes legadas. É por isso que a Aruba criou a Arquitetura Mobile First: para conectar com segurança dispositivos móveis, e agora a IoT também. Ela foi construída especificamente para a era digital, possibilitando a rápida inovação e transformação de redes para fornecer experiências incríveis e simplificar a vida do pessoal de TI. A Arquitetura Mobile First fornece uma experiência de rede segura, inteligente e ininterrupta em uma arquitetura única, aberta, definida por software, que cobre desde os ambientes de campus até as filiais, garantindo uma experiência de TI consistente em todas as localidades

“Seguimos comprometidos com o sucesso dos nossos clientes, ajudando a acelerar a transformação digital e a sua evolução de fornecedores de bens e serviços para empresas que proporcionam experiências incríveis aos seus usuários e clientes. É desta forma que nossos clientes geram vantagem competitiva, fortalecem a fidelidade e aumentam o engajamento e a retenção dos funcionários”, finaliza Gonçalves.

A Aruba, empresa da Hewlett Packard Enterprise, fornece soluções de rede de próxima geração para organizações de todos os tamanhos do mundo inteiro. A empresa provê soluções de TI e de cibersegurança que permitem às organizações atender à geração mais recente de usuários móveis conectados que fazem uso de aplicativos de negócios na nuvem para cada aspecto do trabalho e da vida pessoal.

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Como usar a tecnologia a favor do desenvolvimento de pessoas

Por Maíra Pimentel

O mundo mudou. O mercado de trabalho também, e muito. Se antes as empresas contavam com suas universidades corporativas para oferecer apenas treinamentos e capacitações técnicas aos seus funcionários, hoje já se sabe que quem não investir e desenvolver as chamadas soft skills em suas equipes perderá grande parte do seu potencial competitivo.

Com novas soluções e ferramentas digitais surgindo a todo momento, as competências essencialmente humanas, as famosas soft skills – que incluem desde empatia e criatividade até trabalho em equipe – tornaram-se indispensáveis para qualquer profissional e empresa. Um estudo das universidades norte-americanas de Boston, Harvard e Michigan, apontou que o desenvolvimento de habilidades como comunicação e capacidade de resolver problemas aumenta a produtividade e a retenção de talentos em 12%. Esse crescimento equivale a um retorno de investimento de mais de 250%.

Mas será que as empresas estão enxergando a importância de investir no desenvolvimento de competências não-técnicas de seus colaboradores?

No Brasil, o investimento anual em treinamentos e desenvolvimentos foi de R$ 788 por colaborador, em 2017, segundo dados da Associação Brasileira de Treinamento e Desenvolvimento. Isso representa um crescimento de 21% em comparação ao ano anterior, porém o valor ainda está muito abaixo de outros países, como os Estados Unidos, onde as empresas investem US$ 1.252, em média, no desenvolvimento de cada funcionário. Com recursos enxutos na área de desenvolvimento, um dos principais desafios do mercado atual é entender por onde começar e como fazer a inserção do aprimoramento dessas habilidades, de forma escalável e com uma avaliação precisa de competências. E para isso, a tecnologia é de grande ajuda.

Escala, rapidez e precisão

No caso das habilidades técnicas, ou hard skills, cursos, especializações ou o diploma são bons indicadores da competência e o nível de conhecimento de uma pessoa sobre área ou um determinado assunto. Mas dificilmente conseguimos verificar o potencial criativo de um funcionário, por exemplo, em uma entrevista ou em uma conversa, porque as soft skills só podem ser avaliadas quando colocadas em prática.

É claro que, manualmente, é possível estabelecer patamares e metas para determinadas habilidades, e, a partir disso, comparar como o indivíduo estava no ponto inicial e no momento atual. Porém, além de ser um processo difícil de ser escalável, ele também fica limitado ao olhar de um único avaliador.

Já em uma plataforma digital esse monitoramento pode ser ampliado e calibrado. Ao incluir as informações dos profissionais participantes em um mesmo sistema, fica fácil acompanhar diferentes indicadores, e até mesmo integrar metas de equipe e pessoais à avaliação de competências, uma vez que certas experiências e vivências na rotina corporativa são oportunidades para verificar como o indivíduo está performando. Se manualmente, a avaliação fica à mercê do ponto de vista de uma única pessoa, com a tecnologia pode-se aplicar diferentes variáveis para enriquecer o resultado final, além de ser possível incluir etapas de feedback em momentos diversos ao longo do percurso de aprendizagem.

O diferencial ao usar a tecnologia, aliada a uma completa régua de proficiência e conteúdo de qualidade, é que a análise fica mais precisa, contribuindo diretamente para a tomada de decisão em relação ao desempenho da equipe ou de cada indivíduo. Com uma avaliação completa e assertiva da curva de desenvolvimento das habilidades, é possível ter o melhor cenário: colaboradores motivados e mais preparados para os novos desafios e a capacidade de demonstrar, com números e indicadores reais, os resultados alcançados frente ao investimento feito inicialmente.

Maíra Pimentel, cofundadora e diretora da Tamboro, startup de educação que oferece soluções on-line de desenvolvimento das habilidades do século 21.

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Encontro Data Driven Day, do Grupo Havas, chega à São Paulo

Evento realizado pela Data Business Intelligence, consultoria do grupo, acontece simultaneamente em seis países e traz ao Brasil palestras de executivos de grandes empresas, como Adobe, Expedia VR e IBM

No dia 08 de agosto acontece a primeira edição do Data Driven Day. O evento, realizado pela Data Business Intelligence (DBI), empresa de consultoria do Grupo Havas especializada em Big Data Analytics, será apresentado simultaneamente em seis países, contemplando cidades como Bogotá, Buenos Aires, Ciudad de México, Lima, Miami e São Paulo.

A iniciativa, que acontecerá na ESPM, na Vila Mariana, marca a entrada da DBI no Brasil e visa fomentar a cultura “data-driven”, estimulando os presentes a refletirem sobre como as empresas podem aproveitar dados e tecnologia, aumentar a competitividade e otimizar seus negócios. Para isso, contará com a presença de executivos de grandes empresas e startups, que vão discutir a respeito de dados, tecnologia e marketing. Entre os convidados palestrantes estão Carolina Piber (vice-presidente Brasil de marketing da Expedia VR), Claudia Muchaluat (Chief Digital Officer para a América Latina da IBM) e Fernando Teixeira (Head of Practice, Advertising Experiente profissional de marketing digital da Adobe).

“Apenas 1 em cada 10 empresas da América Latina está conseguindo passar da informação à ação. O problema não é técnico, mas cultural. A maioria das empresas que conhecemos hoje – mesmo as mais tecnológicas – começou em uma época em que a informação era escassa. Não é incomum ver empresas que não têm uma mentalidade voltada para os dados”, comenta Juan Damia, CEO da DBI Latin America.

Unindo três importantes pilares, o Data Driven Day marca a oportunidade de atualização e aprimoramento do conhecimento sobre os desafios da indústria dos dados e sua implementação no campo dos negócios. Especialmente idealizado para um público formado por C-Levels, vice-presidentes e diretores de todos os segmentos de mercado, o evento tem como objetivo promover discussões de alto nível, networking e aprendizado a respeito do tema.

Responsável pela iniciativa, a DBI tem sede em Paris e mais de 20 escritórios ao redor do mundo. A empresa fornece soluções digitais de ponta e práticas recomendadas para empresas dos mais diversos segmentos. No Brasil, pretende atender tanto os clientes locais quanto os internacionais. Em seu portfólio global estão atualmente clientes como Mercado Livre, Telefónica, Fox, DirectV, L’oreal, Santander e UNICEF, entre outros.

Para mais informações acesse: http://datadrivenday.com/sao-paulo/

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53% dos consumidores brasileiros com acesso à internet se sentiriam confortáveis com drones realizando entregas

Uma pesquisa da Worldpay, conduzida pela Opinium, revela que mais da metade (53%) dos consumidores brasileiros com acesso à internet se sentiriam confortáveis caso drones fizessem a entrega de produtos. Esse entusiasmo também demonstra o potencial para novos negócios e, por isso, os pesquisadores da empresa estão analisando o uso da tecnologia de drones no combate ao crescimento de fraudes nas encomendas. A companhia de processamento de pagamentos acaba de apresentar o design de um protótipo que ajudaria a abrir caminho para entregas feitas por drones em todo o mundo.

O Drone Pay proof of concept, da Worldpay, usa a tecnologia de pagamentos com cartão, EMV contactless*, para verificar a identidade do destinatário da mercadoria, garantindo que foi entregue no endereço correto e para a pessoa certa. Essa tecnologia é incorporada a uma espécie de local de pouso para o drone, emitido na forma de um tapete. Quando o drone pousa para deixar o pacote, a tecnologia de cartão dentro do tapete lê automaticamente todos os detalhes sobre o consumidor no local de pouso. Se os dados do destinatário no cartão conferirem com aqueles do local de pouso, a encomenda é liberada.

A crescente popularidade de compras online no Brasil aumentou o número de entregas e a expectativa é atingir R$ 29.6 bilhões em 20221 e multinacionais como DHL Group, FedEx, Nippon Express, e UPS, e a estatal Correios, estão de olho nessa expansão. Em 2017, o mercado brasileiro de eCommerce teve incremento de 7,5% com faturamento de R$ 47,7 bilhões e deve continuar a avançar em 12% para R$ 53,5 bilhões este ano2. Porém, uma consequência natural deste crescimento tem sido o aumento de fraudes online.

O protótipo da Worldpay demonstra como a tecnologia de drones pode ajudar os varejistas a oferecer uma melhor experiência, proporcionando uma entrega mais confiável. Um levantamento recente feito pela empresa de processamentos de pagamentos apontou uma forte oportunidade para o uso de drones no Brasil com a entrega de produtos e coletas de outros para devolução, além disso, poderia criar mais empregos, levando-se em conta o gerenciamento e controle desses novos equipamentos. De acordo com o estudo, quase metade (49%) dos brasileiros acreditam que os robôs e drones poderão oferecer mais oportunidades de trabalho no futuro. O mercado também sugere que está pronto para o serviço de entregas com essa tecnologia, já que mais de 40.000 drones são legalmente usados no país3. Por meio do uso de drones para entregas, os varejistas poderão disponibilizar uma série de métodos de pagamentos. Isso reduziria exponencialmente a taxa de 63,4% de brasileiros que abandonam seu carrinho de compras online por conta da estimativa de tempo, muito alta, para entregar o produto3.

Pessoas mais velhas são mais abertas a novas tecnologias no Brasil. De acordo com a pesquisa da Worldpay, 62% dos entrevistados com mais de 55 anos de idade aceitariam ter um drone coletando itens para devolução; entre pessoas com 18 a 34 anos de idade essa taxa fica em 50%. O índice é maior que países como Reino Unido (37%) e os Estados Unidos (40%), para consumidores com mais de 55 anos de idade. O levantamento também revela que 34% dos consumidores brasileiros estão animados com o uso de drones no futuro. Isso indica que os varejistas têm grandes possibilidades ao oferecer serviços variados no eCommerce, ajudando a elevar a confiança dos brasileiros na tecnologia de drones.
Segundo Juan D’ Antiochia, gerente-geral da Worldpay para América Latina, os consumidores brasileiros estão abertos a novas tecnologias e o mercado precisa impulsionar tendências a fim de disponibilizar opções de entrega seguras e inovadoras, como o Drone Pay, no sentido de expandir os métodos de pagamento.

“Sem dúvidas há um enorme potencial para o mercado quando a entrega feita por drones se tornar uma realidade. Além dos benefícios com a redução de custos, os drones também podem ser a resposta para diminuir congestionamentos e poluição, além de agilizar o tempo de entregas. Nossos dados sugerem que os consumidores estão cada vez mais abertos à ideia das entregas feitas por drones, porém há ainda desafios logísticos que precisam ser endereçados antes que se torne um ponto importante do varejo. O peso dos pacotes e distância aérea são barreiras em potencial para a adoção, assim como, garantir que as encomendas sejam entregues corretamente ao consumidor”.

“É aqui que tecnologia de pagamentos tem um papel importante: ao verificar a identidade do destinatário antes da liberação da encomenda. Nossa prova de conceito é um exemplo de como a tecnologia pode responder a problemas comuns associados à entrega em domicílio. O número de encomendas em trânsito só tende a aumentar a medida que as compras online têm se tornado um canal de escolha dos consumidores brasileiros. Os varejistas precisam explorar novas formas de inovação em sua cadeia de ofertas no sentido de atender a essa demanda” conclui Juan D’ Antiochia.

Você pode assistir ao vídeo de demonstração do protótipo.

* EMV funciona no Europay, MasterCard e Visa, e também é um padrão global para cartões de crédito e débito que usam chips de computador para autenticar (e proteger) transações com chip-cards.

1 Delivery market reach

2 Ebit/Webshoppers Research

3 Estimations by Statista Latin America

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O impacto da Inteligência Artificial na indústria brasileira

Por Steve Smith

As chamadas buzzwords tecnológicas como inteligência artificial (IA), machine learning e Internet das Coisas (IoT) têm atraído muita atenção entre os profissionais do segmento industrial. Mais do que tendência, essas tecnologias estão definindo o padrão de eficiência e forçando as empresas a rever os planos de negócios e encontrar uma maneira de incorporá-las.

A pesquisa de 2018 sobre Investimentos em Indústria 4.0 realizada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) aponta que a indústria brasileira ainda engatinha no que diz respeito à migração para a digitalização, já que apenas 17% das empresas que investirão em tecnologias digitais pretendem investir em sistemas inteligentes de gestão e inteligência artificial. O relatório da CNI revela ainda que 77,8% das empresas ainda estão nos estágios mais atrasados de aplicação de tecnologia. No estágio seguinte, no qual a integração de áreas é total, estão 20,5% das indústrias pesquisadas. E apenas 1,6% está na dianteira, com integração digital total e uso de inteligência artificial.

Apesar do atraso no processo de incorporação dessas tecnologias, a ligação entre a indústria e a inteligência artificial já gera certo receio nos trabalhadores que temem serem substituídos por máquinas. Os profissionais estão cada vez mais nervosos acreditando que as máquinas podem ocupar suas posições, mas de acordo com a McKinsey, enquanto 51% das tarefas de trabalho podem ser automatizadas, apenas 5% das ocupações podem ser automatizadas. A realidade é que a inovação funciona melhor como um híbrido de tecnologia e trabalho humano, uma vez que essa combinação otimiza o fluxo de trabalho, aumenta a eficiência e os lucros.

Inteligência Artificial e o trabalhador humano

Para diferenciar a propaganda exagerada da realidade da IA, o machine learning e a IoT e determinar a melhor maneira de implementá-los em um plano de negócios, é essencial entender os principais componentes de cada um deles. A Inteligência Artificial é capaz de realizar um processo de produção com qualidade tão boa, ou melhor, do que a de um ser humano. Isso geralmente envolve um elemento de automação. Já o machine learning é uma vertente da IA na qual os computadores identificam padrões que indicam o desempenho futuro. Por exemplo, a tecnologia pode identificar quais aspectos de uma tarefa influenciam o tempo necessário para realizá-la. Os dados são coletados por sensores ou outro dispositivo conectado, também conhecido como IoT.

Na indústria, essas tecnologias não substituem o trabalhador humano, mas oferecem a oportunidade de otimizar processos e, utilizando os dados coletados para prever problemas futuros, liberando os funcionários para lidar com problemas mais sofisticados. Fábricas eficientes combinam estrategicamente máquina e humanos para aumentar a produtividade e os lucros, além de aprimorar a vantagem competitiva.

Inteligência Artificial e o agendamento

A inteligência artificial é especialmente adequada para o agendamento. O processo de envio de técnicos para reparar equipamentos críticos é demorado, tedioso e pode proporcionar um uso ineficiente de recursos se realizado tardiamente. Isso acontece porque vários fatores afetam a necessidade de reagendar um compromisso de serviço, incluindo tempo de viagem estimado impreciso e duração do trabalho, peças incorretas ou ausentes e até mesmo condições climáticas. Os ajustes do cronograma são típicos, mas para fins de eficiência, devem ser feitos rapidamente, e os humanos nem sempre têm os dados completos para resolver o problema de maneira ágil. Pequenos problemas podem se transformar em grandes erros de logística.

Ao incorporar a IA no processo de agendamento, os gerentes podem estimar o tempo de viagem e otimizar a rota do técnico, levando em conta as condições climáticas e de trânsito. Baseado no histórico e no tipo de tarefa, também é possível sinalizar os clientes com maior risco de cancelamento e responder de forma proativa e eficiente. Isso economiza um tempo valioso, não apenas para o técnico, que agora pode atender à outro serviço, mas também para os clientes.

Inteligência Artificial e a manutenção preditiva

Quando combinada com a Internet das Coisas, a IA também pode ajudar a agendar compromissos com base no histórico de manutenção. As empresas de manufatura não podem perder seu valioso tempo e produtividade por conta de falhas não planejadas nos equipamentos. A inteligência preditiva fornece um alerta antes da máquina quebrar, permitindo que a empresa antecipe-se e dedique tempo para reparar ou substituir uma peça sem sofrer qualquer tempo de inatividade, mantendo o chão de fábrica funcionando no prazo e sem interrupções indesejadas.

Tecnologia do futuro é aqui e agora

A inteligência artificial não é, portanto, a tecnologia do amanhã, pois já impacta na maneira como a indústria opera. Algumas fábricas usam robôs gerenciados por trabalhadores humanos para executar tarefas automatizadas que são coordenadas ao longo da cadeia de suprimentos. A Amazon desenvolveu um sistema de robôs conectados para otimizar o serviço da central de atendimento, reduzindo o tempo gasto na pesquisa de um produto no depósito e aumentando o número de pedidos realizados no dia.

É compreensível que a Inteligência Artificial deixe os trabalhadores nervosos. Do medo de automação substituir os trabalhos até a angústia de romper processos existentes, a IA oferece muito valor, mas também gera incertezas. O fato é que a IA e outras tecnologias são uma grande parte do futuro do trabalho, e aqueles que a enxergam além da propaganda exagerada e a utilizam com responsabilidade, terão ganhos de eficiência. A IA permite que as empresas limitem o tempo gasto pelos trabalhadores humanos em tarefas repetitivas e demoradas e otimiza todo o fluxo de trabalho para maximizar a eficiência, cortar custos e manter uma vantagem competitiva.

Steve Smith, vice-presidente de Indústrias Estratégicas da ClickSoftware, líder no fornecimento de soluções para a gestão automatizada e otimização da força de trabalho e serviços em campo.

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Wine.com.br anuncia novo time de marketing

o ano em que completa uma década, a Wine.com.br, maior clube de assinaturas e e-commerce de vinhos da América Latina, mostra que seu plano de crescimento está a todo vapor e anuncia mudanças em seu time de marketing.

Recém-chegada à diretoria da área, Marcela Ulian, que soma passagens nos canais digitais de importantes players, como BrasilCT, Carrefour, Walmart e Natura, trouxe para seu time quatro novos profissionais. Os importantes reforços são Alexandre Moeda Cara, Juliana Simões Costa, Lourival Júnior e Ricardo Tomé. Eles serão responsáveis, respectivamente, pelas áreas de marketing de marca, planejamento e gestão de relacionamento com o cliente, e-commerce e performance e experiência do usuário.

“A Wine.com.br está completando dez anos comemorando o sucesso do seu propósito de democratizar o vinho e proporcionar experiências positivas na vida das pessoas. Tivemos resultados significativos ano a ano e vamos crescer ainda mais. O novo time é fundamental para esse resultado”, diz Marcela.

Formado em marketing pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, Alexandre Moeda Cara, que já passou pela Adidas, tem mais de dez anos de experiência em branding, digital e trade, e chega para comandar a área de marketing de marca da Wine.com.br.

A administradora Juliana Simões Costa, que após quase dois anos na área de controladoria da Wine.com.br, passa a integrar a gerência de marketing na função de planejamento e gestão de relacionamento com o cliente. A profissional tem passagem também pela Nestlè.

Lourival Júnior, por sua vez, assume a estratégia de negócio da loja virtual. Publicitário com mais de 15 anos de experiência no varejo digital e membro do Conselho de Curadoria de Conteúdo do E-Commerce Brasil, o profissional já trabalhou em plataformas como o Submarino, B2E, Saraiva e Walmart.com, e responderá pela gerência de marketing e e-commerce da empresa.

A formação do novo time fica completa com Ricardo Tomé, graduado em administração de empresas com MBA em marketing pela Fundação Getúlio Vargas assume posição de liderança na área de performance e experiência do usuário. Em seu currículo também soma passagens por importantes players do varejo, como Walmart, C&A e M.Officer, e de serviços, como Kroton e Redecard.

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Empresas com equipes de marketing e vendas alinhadas apresentam melhores resultados

Estratégias de marketing digital apresentam melhores resultados quando os times de marketing e vendas trabalham alinhados. É o que aponta a 4ª edição do O Estado do Inbound 2018, realizada pela HubSpot. 30% dos entrevistados apontam as indicações vindas da equipe de marketing como melhor fonte de leads – este índice era de apenas 21% em 2016. Além disso, a comunicação digital ganha cada vez mais espaço entre as estratégias de vendas, hoje, 82% das empresas afirmam se relacionar com clientes e prospects por meio de e-mails.

“Antes de mais nada, percebemos que o marketing digital não funciona quando se trabalha sozinho. As equipes que relataram forte alinhamento entre as áreas de marketing e vendas conseguem perceber crescimento maior, em termos de orçamento, e em número de leads”, afirma Rodrigo Souto, gerente de Marketing da HubSpot para o Brasil. “Na HubSpot procuramos unir sempre as duas frentes em nossas soluções. Por exemplo, oferecemos uma ferramenta de CRM gratuita por entender que é preciso centralizar as informações de vendas e prospecções no mesmo ambiente em que são gerenciadas as estratégias de inbound marketing. Com o estudo, constatamos que 31% dos executivos de vendas gastam mais de uma hora por dia com o cadastro de informações em uma plataforma de gestão. É preciso aproveitar esses dados da maneira mais inteligente possível, já que esta é uma forma de simplificar os processos e otimizar os resultados”, explica.

O Estado do Inbound aponta que fechar mais negócios ainda é o principal foco dos times de vendas. Mas, as vendas por social selling ganham cada vez mais importância onde utilizar uma marca pessoal ou o relacionamento para atingir as pessoas certas nos negócios é uma das maneiras mais eficazes para obter resultados. Isso porque a maior parte dos leads, atualmente, vem de indicações.

Outros dados da pesquisa

Na América Latina, 70% dos entrevistados apontam o fechamento de negócios como prioridade dos times de vendas. Na sequência, estão o social selling, com 40%, o aumento da eficiência do funil de vendas (39%), o treinamento do time de vendas (29%) e a redução do ciclo de vendas (29%);
Entre os maiores desafios dos times de vendas, em comparação com 2 ou 3 anos atrás, estão o envolvimento de diversos tomadores de decisão no processo de compras, o fechamento de negócios e o recebimento de respostas dos prospects. 36% dos pesquisaram apontaram essas três questões como tarefas mais difíceis, seguidas de identificação de bons leads (31%), dificuldade em evitar descontos nas negociações (25%) e contato por telefone (21%);
55% dos entrevistados afirmaram ter dificuldades em atividades pré-vendas.

Metodologia

Para o levantamento “O Estado do Inbound 2018”, foram mais de 6 mil pessoas entrevistadas em 99 países – 36% delas de América Latina. O estudo foi feito de fevereiro a março de 2018 e a amostra é composta, majoritariamente, por respostas voluntárias de contatos e parceiros da HubSpot (a empresa suplementou um número menor de respostas do painel em determinadas regiões, como sudeste da Ásia e Europa central para garantir o tamanho de amostra válido).

A base de pesquisa é formada por diretoria executiva como CEOs e CMOs (23%), vice-presidentes (3%), diretores (11%), gerentes (27%) e colaboradores individuais (28%). A amostra foi obtida por meio da Luc.id, um provedor de painel de pesquisa.

O estudo completo pode ser acessado através do link:

http://www.stateofinbound.com/america-latina-pt

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Inclusão digital do Corretor é o foco da Tokio Marine no CQCS Insurtech & Inovação

Como incluir cada vez mais o Corretor no universo digital e quais serão os próximos passos da seguradora em busca de inovação? Esses são alguns dos temas que serão abordados pela Tokio Marine durante o CQCS Insurtech & Inovação, maior evento de inovação em seguros da América Latina, que será realizado nos dias 1º e 2 de agosto, no Villa Blue Tree, em São Paulo.

O Presidente da Tokio Marine, José Adalberto Ferrara, será o responsável pela palestra Digital como ferramenta de aumento de rentabilidade, a ser realizada no dia 1º, às 14h30. “É impossível ficar indiferente às novas tecnologias, que estão transformando de forma substancial as relações pessoais e comerciais. Em nossa avaliação, os avanços na digitalização no mercado de seguros devem passar necessariamente por investimentos em tecnologias que possam ajudar os Corretores e as Assessorias a venderem mais e reduzir seu trabalho operacional”, destaca o executivo.

A Tokio Marine investe cerca de R$ 100 milhões em tecnologia anualmente e acredita que é necessário disponibilizar ferramentas para que seus Parceiros de Negócios sejam inseridos no ambiente digital. “Nossa distribuição é feita 100% por Corretores e Assessorias, e temos a grande responsabilidade de prover soluções digitais e inovações que os auxiliem a fechar mais negócios”, completa Ferrara.

A seguradora vai participar ainda de outros três painéis do evento. José Luis da Silva, Diretor Comercial Regional II, será um dos debatedores do tema Por que é tão difícil aderir ao digital, a ser realizado no primeiro dia do evento, às 17h. Já o Diretor de Tecnologia da Tokio Marine, Wilson Leal, é o palestrante do módulo Tecnologia em prol da experiência do usuário – O que vem por aí?, que acontecerá no dia 2, às 16 h. Uma hora depois, às 17h, Adilson Lavrador, Diretor Executivo de Operações, Tecnologia e Sinistros, debaterá O que os seguradores esperam das insurtechs.

Marketing de Ativação – Digitômetro

A Tokio Marine preparou uma atração especial em seu estande que promete despertar a atenção de Corretores e parceiros de negócios durante o evento. A seguradora criou um jogo interativo chamado Digitômetro, para medir o nível de digitalização desses profissionais.

Para participar, basta que o Corretor visite o estande da Tokio Marine e responda a algumas perguntas referentes aos seus hábitos pessoais e profissionais. Ao fim do questionário, será informado seu estágio de digitalização.

Palestras da Tokio Marine no CQCS Insurtech & Inovação

1º/8 – 14h30

Digital como ferramenta de aumento de rentabilidade

José Adalberto Ferrara, Presidente da Tokio Marine

1º/8 – 17h00

Por que é tão difícil aderir ao digital

José Luis da Silva, Diretor Comercial Regional II

2/8 – 16h00

Tecnologia em prol da experiencia do usuário – O que vem por aí?

Wilson Leal, Diretor de Tecnologia

2/8 – 17h00

O que os seguradores esperam das insurtechs?

Adílson Lavrador, Diretor Executivo de Operações, Tecnologia e Sinistros

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StartOut Brasil chega a sua quinta edição e abre inscrições para ciclo de Lisboa

Oferecer gratuitamente um programa completo e robusto que compreenda todas as fases da internacionalização de uma startup, promover conexões genuínas em ecossistemas de inovação com potencial para novos negócios e incentivar que startups brasileiras busquem, desde o início, o mercado global. Com esses objetivos o Programa StartOut Brasil anuncia a abertura das inscrições para o ciclo de Lisboa (Portugal).

Para participar desta edição, as startups devem estar faturando, preferencialmente, acima de R$ 500 mil ou já ter recebido investimentos. Além disso, precisam ter uma equipe que seja 100% dedicada ao negócio e comprovar sua capacidade de expansão internacional, sem que isso comprometa as operações no Brasil.

Já foram realizados ciclos em Buenos Aires, Paris, Berlim e Miami. Agora estão abertas as inscrições para o quinto ciclo, que será realizado em Lisboa, que foi selecionada por canalizar um ímpeto desbravador para se tornar uma das mais competitivas e inovadoras cidades da Europa. Além do baixo custo de moradia e alta qualidade de vida, Lisboa oferece condições incríveis para receber startups brasileiras, pois há ali uma juventude talentosa e uma vasta cultura de empreendedorismo criativo, sem falar da facilidade do idioma.

O programa já recebeu quase 50 startups e todos os ciclos consistem em quatro fases, sendo:

Seleção – startups se inscrevem e são avaliadas com base nos critérios de grau de inovação, maturidade para atuação internacional, experiência da equipe e mapeamento do mercado-alvo. Após a avalição de uma banca examinadora qualificada, 15 startups serão habilitadas para a próxima fase;

Capacitação – as startups aprovadas iniciam um processo de preparação para a missão, que dura de seis a oito semanas. Os empreendedores têm acesso a consultoria especializada em internacionalização, mentoria com especialistas no mercado de destino, treinamento de pitch internacional e workshop presencial (warm up);

Missão – as startups terão a oportunidade de conectar-se com alguns dos principais players locais e prospectar oportunidade de negócios. Nessa fase os empreendedores passam por treinamento de pitch internacional; workshops; visitas a players importantes do ecossistema; apoio de matchmaker para agendamento de reuniões com potenciais parceiros; e possibilidade de apresentação do negócio para investidores (demoday);

Reconhecimento e Landing – as startups recebem acompanhamento personalizado, com mais algumas sessões de consultoria, para aprimorar estratégias de expansão e maximizar as oportunidades identificadas no exterior.

O StartOut Brasil tem ganhado cada vez mais notoriedade justamente por atuar de ponta a ponta ao lado das startups participantes. Os realizadores do programa notaram que não adiantava só realizar a missão, era preciso ir além. Por isso, ao final do processo, ainda é oferecido apoio para que as startups possam instalar-se no país de destino ou promover a exportação de seu produto ou serviço, conforme a estratégia. Outro diferencial consiste na gama de parceiros do programa, como Apex-Brasil e Anprotec, que também oferecem seus escritórios no exterior, bem como sua rede internacional de parques tecnológicos, respectivamente.

Lisboa conta atualmente com cerca de 300 startups, 15 incubadoras, 20 programas de aceleração e uma grande comunidade de investidores anjos e de venture capital. As inscrições para o Ciclo de Imersão em Lisboa estarão abertas de 27 de julho de 2018 até às 23h59 (horário de Brasília) ao dia 20 de agosto de 2018. Para se inscrever basta acessar o site www.startoutbrasil.com.br/ciclo/lisboa/. Nessa edição, os formulários deverão ser preenchidos em português e a missão será realizada em Novembro de 2018.

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Big Data: a inteligência necessária à inovação

Por Norberto Tomasini, Head of Digital Business, da TIVIT

As tecnologias emergentes têm permitido que empresas, de todos os portes e perfis, criem produtos, serviços e modelos de negócios inovadores, de forma cada vez mais rápida e eficiente. Um dos grandes pilares tecnológicos dessa transformação está no uso de Big Data. Isso porque, a organização, manipulação e análise de grandes volumes de dados – estruturados e não estruturados – representa hoje um fator essencial para que as organizações tomem decisões assertivas e que as tornem mais competitivas e bem-sucedidas em um cenário de transformação digital.

A digitalização dos negócios, no entanto, passa por três grandes ondas: a da preparação e organização desses dados, a geração de valor e novas experiências aos consumidores, e a criação de novos produtos. Mas ainda há um longo caminho a seguir. Segundo dados do Gartner, 80% das empresas brasileiras ainda estão na primeira onda da digitalização, extraindo pouco valor das novas tecnologias. Já as empresas que estão no segundo passo do processo 30%, e já contam com ambientes mais avançados de analytics, estão enriquecendo seus bancos de dados com informações de extrema relevância para o desenvolvimento dos seus negócios. A última fase do processo ainda é uma realidade para apenas 20% das companhias, que estão realmente criando produtos e serviços novos a partir da exploração e automação.

De acordo com um relatório da Frost & Sullivan, as expectativas são de que o setor de Big Data e Analytics movimente US$ 8,5 bilhões até 2023 na América Latina, com uma taxa composta anual de crescimento de 19,2%. Em 2017, só no Brasil foram investidos cerca de US$ 1,3 bilhão em projetos associados a essa área. Também como reflexo da expectativa de crescimento um recente estudo da Liga Ventures, realizado em parceria com a TIVIT, demonstra que entre as startups brasileiras que irão impactar a sociedade e os modelos de negócios nos próximos cinco a dez anos, 20% delas têm como foco o uso de Big Data e Analytics.

Esse mercado tem sido especialmente impulsionado pelo uso da Inteligência Artificial, Machine learning e IoT, associado à necessidade de coletar, armazenar e manipular dados que crescem em volume exponencial nas organizações. Com isso, as lideranças dos mais diferentes setores da economia têm visto o Big Data como uma forma de permitir a gestão eficiente de uma série de atividades, incluindo marketing, vendas, supply chain, finanças e operações.

O sucesso dos projetos, no entanto, está diretamente associado à capacidade das empresas explorarem ao máximo essa análise de dados para gerar insights e predições relevantes para a tomada de decisão. Isso porque, muitas iniciativas se perdem pela falta de clareza sobre quais as perguntas que devem ser respondidas e como as descobertas e insights podem ser explorados em benefício do negócio.

Nesse sentido, um dos grandes desafios enfrentados hoje pelas empresas que adotam o Big Data está em encontrar profissionais e parceiros capacitados a estabelecer processos eficientes e customizados para coleta, organização, análise, compartilhamento e monitoramento das informações trafegadas nos sistemas. Mais do que isso, as corporações que embarcam nesses projetos precisam levar em conta a infraestrutura de TI adequada para trafegar, armazenar e manipular esses grandes volumes de dados, em especial, para evitar que o custo para gestão e manutenção desses ambientes tornem os projetos inviáveis.

A boa notícia para quem planeja embarcar em projetos de Big Data está no fato de que hoje existem no mercado provedores de serviços especializados em apoiar as empresas na implementação e gestão desses projetos. Ou seja, os desafios em relação ao conhecimento técnico, ao controle de diferentes parceiros e à complexidade da infraestrutura de TI para suportar essas iniciativas, não representam mais um obstáculo para que as organizações invistam na análise de dados para inovar e ter sucesso em um cenário de transformação digital.

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Startup inicia internacionalização através do programa StartOut Brasil

O programa Startout Brasil, que dá apoio a inserção de stratups brasileiras nos mais promissores ecossistemas de inovação do mundo, anunciou a lista das 15 empresas que farão parte do próximo ciclo, marcado para acontecer de 09 a e14 de setembro em Miami, nos Estados Unidos. A Flex Interativa, especializada em digital experience, é uma das selecionadas, iniciando um importante processo de internacionalização dos negócios.

Em quase duas décadas, a empresa dos sócios Marcelo Rodiño e Fernando Godoy, vivenciou as principais transformações tecnológicas, crescendo com as necessidades de diferentes mercados. Foi software house, desenvolvedora de sites, consultora em TI, agência web, de criação e de estratégia em marketing até se transformar em startup especialista em soluções digitais imersivas com uso das realidades virtual, aumentada, mista e projeção mapeada. Participar do Startout Brasil é parte de um plano estruturado de expansão das atividades.

O posicionamento da Flex no mercado americano através do programa StartOut Brasil está diretamente relacionado à história da empresa, conforme o próprio fundador. “Há 20 anos comecei a trabalhar com tecnologia quando ainda morava nos Estados Unidos. Trouxe tecnologia americana para o Brasil e agora, novamente inseridos no mercado norte-americano, estamos levando tecnologia elaborada aqui no País. É um efeito inverso”, lembra Godoy.

“É um passo muito importante porque significa, na prática, conexão com um dos maiores ecossistemas de inovação do mundo. Uma oportunidade para visitar aceleradoras, incubadoras e empresas para observação de modelos essencialmente disruptivos, conhecer fornecedores e prestadores de serviços, prospectar clientes e investidores”, descreve o fundador da empresa sobre a participação no programa.

A relevância é ainda maior considerando a realização do programa, que é uma parceria do Ministério das Relações Exteriores, Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE) e da Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec). “É a chancela do potencial internacional da Flex, que foi avaliada em um rigoroso processo de seleção. Ficamos em quarto lugar em pontuação entre 15 selecionados”, lembra Godoy.

Esta não é a primeira vez, inclusive, que a Flex Interativa é colocada à prova. Em 2017, Marcelo e Fernando participaram do programa Shark Tank Brasil – Negociando com Tubarões, do canal Sony. Demonstrando ao vivo o valor do da realidade virtual e da realidade aumentada para o mercado, chamaram a atenção dos quatro avaliadores e fecharam duas propostas de investimento. “Durante a nossa participação o Vale do Silício foi citado várias vezes em diferentes contextos. Um indicativo de que a nossa tecnologia tem reais condições de crescer em um cenário de inovação mundial”, finaliza o fundador da empresa.

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Gameficação atrai jovens para a mobilização política

O que atrai os jovens do século XXI? Tecnologia, redes sociais e games estão entre os principais pontos que chamam a atenção das chamadas gerações Y e Z. A gameficação é uma prática que tem sido utilizada cada vez mais pelas empresas para engajar e despertar a curiosidade dos jovens. “A gameficação é o uso de mecânicas e dinâmicas de jogos para engajar pessoas, resolver problemas e melhorar o aprendizado, motivando ações e comportamentos em ambientes fora do contexto de jogos. Além dos desafios propostos, há recompensas para quem cumpre as tarefas”, afirma Paulo Renato Oliveira, diretor criativo da Action Labs, empresa paranaense que trabalha com uma metodologia de modelagem de negócios, produtos e serviços inovadores.

O MobNex, plataforma colaborativa de mobilização política desenvolvida pela Action Labs já está em uso em diversas campanhas pelo país, e tem chamado a atenção pela intensa utilização do conceito de gameficação e colaboração, integrando painel de controle da campanha, aplicativo e site. “Um dos diferenciais da plataforma é a possibilidade de ampliar a capacidade de mobilização pelo aplicativo, que possui estratégias de gameficação e conecta toda a equipe à campanha, atribuindo metas semanais de atuação, compartilhando informação em tempo real e valorizando os mobilizadores mais ativos, ações muito semelhantes a um jogo, em que o usuário tem tarefas e vai evoluindo o seu perfil”, explica Oliveira.

Paulo Renato explica que um dos objetivos da gameficação no MobNex é engajar, comprometer e recompensar os usuários. “Para os jovens, a dinâmica dos games é familiar e motivadora. Por isso, este modelo de plataforma de mobilização tem atraído tanta gente. Eles recebem tarefas simples, como convidar um amigo para a campanha, compartilhar uma notícia, e têm metas semanais. A cada tarefa cumprida, o usuário aumenta a sua pontuação e vai adquirindo novos status, como cidadão engajado e líder mobilizador, por exemplo.”

Outro diferencial do MobNex é ajudar a combater as fake News, que ao que tudo indica, será um dos principais desafios das eleições 2018. “Não é de hoje que notícias influenciam campanhas. Mas agora as fontes de informação são muito mais variadas e, às vezes, anônimas. Nenhum candidato está livre de protagonizar fake news que podem prejudicar suas campanhas. Esta é uma das vantagens estratégicas que plataformas como o Mobnex dá às campanhas: ajuda a combater as fake news, já que as pessoas que estão engajadas ajudam a disseminar conteúdos verdadeiros logo que uma notícia falsa é detectada”, diz Paulo Renato.

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CTI anuncia startup especializada em Data Science

Com o apoio da Tech Data, a CTI, canal parceiro da distribuidora há vários anos, anuncia o lançamento da startup Daisy Project, especializada em Data Science, ciência que estuda as informações, seu processo de captura, transformação, geração e, posteriormente, análise de dados.

“Tudo começou com um trabalho que realizamos em conjunto com a Tech Data para o Boticário”, explica Francisco Loschiavo Neto, um dos diretores da CTI. “O Daisy Project está focado na oferta de soluções para negócios, envolvendo supply chain, planejamento de demanda e conceitos de inteligência artificial. Nossa oferta está voltada prioritariamente não para a área de TI, mas para projetos que tenham relação direta com ganhos financeiros”, detalha Loschiavo, apontando como alvos da startup as áreas de negócios, marketing e também financeira.

Com a proposta de solucionar problemas com elevado índice de complexidade, ofertando alto valor agregado, o Daisy Project nasce apostando no grande potencial da indústria de consumo no Brasil. Para se ter uma ideia, somente na área de produtos de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (HPPC) o país é atualmente o quatro maior mercado consumidor mundial.

“As técnicas tradicionais de previsão não conseguem atender o dinamismo presente no planejamento do mercado de produtos de consumo e de outros segmentos, o que abre uma ampla janela de oportunidades para a nova empresa”, resume Donald Neumann, chief data science officer (CDSO)da startup. Na visão do executivo, o Daisy Project tem a missão de incorporar Data Science ao processo decisório das empresas. “Já contamos com dez prospects e projetamos dobrar o tamanho da CTI apostando nessa tecnologia que entendemos ser o futuro da gestão das empresas”.

Para Carla Carvalho, diretora-executiva da Tech Data para o Brasil, “o Daisy Project é um exemplo da importância da estratégia colaborativa que adotamos com nossos parceiros comerciais, buscando sempre o desenvolvimento de soluções que resultem em ganhos reais para o cliente final”.

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Desafios do Agro na era digital: novo consumidor e novos mercados

Por James Cisnandes

O Agronegócio no Brasil passa por um momento único. Está em voga. Tanto é que tem presença diária em rede nacional e ainda dizendo que o “AGRO É TUDO!”. Mas é muito mais que essa propaganda. Uma publicação recente da ESALQ (USP), divulgada em abril deste ano, apontou que o número de startups no Brasil ligados ao AGRO passou de 200 empresas. Já em Israel, para efeito comparativo, o número de startups nesse setor superou a marca de 500 empresas. Não é por acaso que Israel é líder na produtividade da pecuária de leite e também tem despontado no uso de inteligência artificial nas lavouras.

NOVO CONSUMIDOR

Vivemos em um novo tempo no quesito mudança nas relações interpessoais e na relação das pessoas com empresas e com produtos/serviços. O nível de exigência do consumidor atingiu índices surpreendentes. São inúmeros os casos de consumidores que gravam vídeos ou depoimentos com experiências extraordinárias ou péssimas de produtos. E o alcance dessas publicações é assustador, forçando respostas rápidas e efetivas por parte das empresas envolvidas na tentativa de atenuar os efeitos danosos à marca.

Não obstante a isso, o novo consumidor está conectado (e isso tende a aumentar cada vez mais). A necessidade de permanecer conectado equivale a necessidade de luz elétrica nos tempos passados, a busca por alimentos mais saudáveis, a preocupação com as questões ambientais, a destinação seletiva do lixo, a prática de atividade física e vários outros aspectos que caracterizam “o novo consumidor”.

O consumidor está com “o poder do acesso a informação” e exigirá cada vez mais. Garantir a rastreabilidade e a segurança alimentar tornaram-se exigências do consumidor, levando os órgãos públicos a exigirem cada vez mais, por força de lei, “transparência e clareza” das informações no rótulo dos produtos. O consumidor monitora tudo, comenta e muitas vezes compartilha em suas redes de relacionamentos.

Esse novo consumidor exige novos modelos de negócios (produtos e serviços) e aí há um leque de possibilidades. Sua empresa está pensando em novos mercados ou novos negócios com base digital? Tem sido cada vez mais comum relatos de clientes dizendo que não sabem qual foi a última vez que esteve numa loja física de supermercado. Ainda acrescentam em tom provocativo: “minhas lojas e produtos preferidos estão no meu smartphone”; “ir ao supermercado é perda de tempo” ou ainda, “gosto de receber as compras em casa, sem ter que carregar sacolas”.

A primeira observação importante é que esse novo consumidor também está dentro das organizações. Isso mesmo. Seja na liderança de startups na condição de empreendedor ou provocando mudanças disruptivas dentro de outras organizações. Inclusive, quando não encontram ambientes favoráveis a criatividade e com desafios, não permanecem. A segunda observação diz respeito a inquietação dos gestores, no sentido de entender tudo que está acontecendo no mercado e ao mesmo tempo, preparar sua organização para os novos desafios da “ERA DIGITAL”.

MODISMOS OU ENXURRADA TECNOLÓGICA?

Há uma lista interminável de termos e tecnologias que estão na “moda”, com destaque para algumas, a começar por Agricultura 4.0, Pecuária 4.0, Indústria 4.0, Logística 4.0, Big Data, Omni-Channel, Machine Learning, Customer Experience, Streaming Data, ChatBot, DevOps, Micro-service e Digital Transformation. Na prática o que está acontecendo é uma enxurrada de inovações tecnológicas em hardware, software e serviços, possibilitando e promovendo uma verdadeira revolução no mundo dos negócios e na vida das pessoas, como ocorreu na clássica “Revolução Industrial” na Europa nos séculos XVIII e XIX.

Em outras palavras, a inquietação dos gestores se deve ao tamanho do desafio de estruturar e liderar nas organizações as mudanças necessárias para superar esses desafios. Se há gestores tranquilos diante de tal cenário, é bem provável que não tenham visualizado os impactos gerados pela tecnologia e, principalmente, o que está por vir. A exemplo disso, acompanhamos nos últimos 15 anos o aumento significativo do papel dos profissionais de TI dentro das empresas, ganhando espaço, poder e ramificações em todas as áreas de negócio. Arrisco dizer que toda empresa num futuro breve terá base digital. O profissional do futuro será multidisciplinar.

Os profissionais de TI precisam superar o estigma de “muito reservados”, “segregados numa sala fechada”, “jargão estritamente técnico” e outros. Se quiserem ocupar cargos de liderança, terão que desenvolver novas habilidades, sobretudo de ouvir o cliente interno, cliente externo, desenhar cenários, tangibilizar suas ideias e propostas de solução, pois será necessário interagir com pessoas de diversos perfis nas mais variadas áreas de negócios, o tempo todo.

Por onde começar a jornada de transformação digital na sua empresa? Quem deve liderar esse movimento? Quem deve participar das discussões? Há um caminho ou caminhos nesse processo? Qual o papel das pessoas nos novos modelos de negócios? As pessoas da sua empresa estão preparadas para esse processo? Note que são indagações amplas que reforçam a necessidade de um “plano de vôo”, com base na análise de cenários, entrevistas, observações, mapeamento de processos, avaliação de pessoas em suas respectivas funções, avaliação do nível de maturidade das tecnologias usadas nas empresas, mapeamento de GAPs e definição de um norte, com ações de curto, médio e longo prazo.

Uma expressão incômoda e muito comum: como não pensei nisso antes!

As reflexões propostas acima compõem um mix de ações no processo da Transformação Digital. A única certeza é que não se trata de algo simples de fazer, más é necessário à sobrevivência do negócio, sob o risco da obsolescência, como foi o caso de muitas marcas lendárias e conceituadas que desapareceram.

É preciso estruturar um Plano com as diretrizes de forma a entender o cenário atual e projetar o cenário futuro. Quem não agir proativamente no sentido de construir o futuro, será coadjuvante de um futuro criado por terceiros. Quem nunca expressou: Eu deveria ter pensando nisso antes! Há também aqueles que até pensaram, mas não foram ousados o suficiente para arriscar na implementação de suas ideias. Sem um esforço coordenado de pensar o futuro, a empresa incorre no erro de tomar decisões pontuais, aleatórias e de curto prazo, sem qualquer reflexo no posicionamento estratégico da empresa para os desafios da era digital.

No Brasil, há vários desafios para o AGRO crescer e ocupar novos patamares na era digital. Se você atua no AGRO, recomendo a leitura dois tópicos a seguir, como forma contextualização da aplicação prática das ações de Transformação Digital “dentro da porteira”, no campo.

A crescente demanda por alimentos devido ao aumento da população mundial tem gerado uma verdadeira corrida na busca pelo aumento da produção. De um lado a busca por melhoramento genético tem agitado o setor de pesquisas. Do outro a busca por uma melhor gestão das atividades no campo, desde o plano de plantio até a gestão da produtividade por área plantada. Isso passa por investimentos em maquinários sofisticados, estudos de variabilidade do solo, qualificação profissional, dentre outros.

Na pecuária ocorre algo similar, sobretudo na busca pelo DNA perfeito, por meio de estudos detalhados da genética do rebanho, nas respectivas raças, visando identificar a sua adequação para cada região do país. Por exemplo, uma vaca da raça holandesa está “em casa” na região de Castro (PR), ao passo que essa mesma raça estaria extremamente desconfortável no Sul da Bahia. Mesmo que nessa região ocorram chuvas regulares por conta da Zona da Mata, as temperaturas são altas, se comparado com o estado do Paraná. Isso implica diretamente na produtividade do rebanho.

Nota-se a importância desses estudos para indicar a raça mais adequada (holandesa, nelore, jersey, girolando, guzerá, angus e outros), a depender da finalidade (bovinocultura de corte ou leite). Esses são apenas alguns exemplos dos desafios no campo, naquilo que é chamado de desafios “dentro da porteira”.

Por fim, e para reflexão sobre a necessidade de diminuir a distância entre produtor e o consumidor, veja o resultado de uma pesquisa realizada nos EUA:

“Para milhões de americanos, vacas marrons produzem leite achocolatado”, assim foi revelado em uma pesquisa divulgada pelo jornal ‘Washington Post’ (2017), mostrando que 7% dos entrevistados acreditam que essa seja a origem do leite achocolatado. Isso significa que 16,4 milhões de pessoas no país não sabem que se trata de um produto industrializado, feito com leite, chocolate e açúcar. O levantamento também mostrou que os americanos não sabiam informações básicas sobre agricultura e pecuária.

James Cisnandes é gerente de Relacionamento da Vertical Agribusiness da Engineering do Brasil – subsidiária da multinacional italiana fornecedora de soluções e serviços de TI.

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Pipefy está com vagas abertas em diversas áreas

Quem sonha em trabalhar em uma empresa global e, ao mesmo tempo, inovadora tem uma ótima oportunidade: a Pipefy, startup de gerenciamento de processos eficientes, com sedes em São Francisco, no Vale do Silício, e em Curitiba, no sul do Brasil, está contratando. Além de diversas vagas abertas na área comercial, a empresa busca profissionais para as seguintes posições: JR Buyer, Software Architecht, Elixir Dev, Support Analyst N3 e Product Manager.

Além dos conhecimentos e habilidades necessários para cada posição, há quatro pré-requisitos para os interessados em trabalhar na empresa: inglês avançado ou fluente, sonhar grande, ser muito bom no que faz, querer ir além do suficiente sempre.

“A Pipefy é uma empresa que nasceu e tem atuado com uma filosofia global, sendo referência em sua área de atuação, e queremos que os talentos de Curitiba e do Brasil percebam que não precisam ir para outros estados ou países para trabalhar em uma empresa mundial, com tecnologia reconhecida internacionalmente”, destaca o CEO e fundador da startup, Alessio Alionço.

A plataforma em nuvem da Pipefy está presente em 15.000 empresas, que vão de pequenos negócios como a Dandelion Chocolates, baseada em São Francisco, a grandes empresas como Accenture, IBM Santander e Wipro. A solução foi projetada para facilitar o processo lento, caro e muitas vezes incômodo enfrentado por muitos gestores. Com o Pipefy, novos processos operacionais para departamentos como serviço ao consumidor, RH, financeiro, marketing e vendas podem ser postos em prática dentro de horas ou dias, sem entraves de TI.

“Nós estamos construindo um novo segmento de mercado. Nossa visão é permitir que cada gestor dentro de uma organização crie seus próprios fluxos de trabalho customizados, sem a necessidade de possuir conhecimento técnico em programação. Ao possibilitar o gerenciamento ágil de processos, nossos clientes podem reagir a um ambiente de mudanças constantes e rápidas, garantindo uma execução de alta qualidade”, explica Alionço.

Para saber mais sobre os processos seletivos da Pipefy acesse www.pipefy.com/jobs.

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