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Rio Info homenageará protagonistas da inovação no Brasil

Na próxima terça-feira, 15, como parte de sua programação de abertura, o Rio Info, principal evento de inovação, negócios, tecnologia e networking do setor de TICs no Brasil, em conjunto com a Softex, realizará a entrega da homenagem Illuminatus, um reconhecimento a nove personalidades dos setores públicos e privados cujas ações realizadas em prol da inovação são de grande importância e relevância para o país.

Um comitê de notáveis composto pelo Presidente da Softex e Ruben Delgado, Arapuan Mota Neto, Celso Pansera, Guilherme Cruz, Henrique Faulhaber, Isabel Roxo, José Gontijo, Lizandro Manzato, Lucas Ribeiro e Michael Nagy, trabalhou não apenas na indicação, mas também na seleção dos homenageados. Vale destacar a preocupação do comitê em reconhecer atores do ecossistema de inovação em diferentes setores e de todas as regiões do país.

Conheça os nove homenageados:

•          Ministro Marcos Pontes – Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI)

•         Adélia Maria Carvalho de Melo Pinheiro – titular da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação da Bahia (SECTI)

•          Carlos Eduardo Spezin Lopes – CEO da Doctoralia para Brasil, Peru e Chile

•         Cleber Oliveira Soares – diretor de inovação para agropecuária do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA)

•         Gianna Sagazio – diretora de Inovação da Confederação Nacional da Indústria (CNI)

•          Gilberto Novaes – CEO da Transire Eletrônicos e Pax Brasil

•          Rafael Henrique Rodrigues Moreira –  CEO e founder da Bertha Capital

•          Richard Uchoa – CEO da LEO Learning Brasil 

•         Vania Neves – CIO Brazil da GSK

Realizado anualmente desde 2003, o formato digital da edição deste ano do Rio Info deverá favorecer a participação de um número recorde de congressistas. O evento, com duração de três dias, terá atividades simultâneas também na Argentina, no Canadá, Estados Unidos e Portugal.

A programação desta 18ª edição inclui ainda rodadas de negócios e o debate de temas como a relação da tecnologia e o home office, desafios e oportunidades para as empresas no cenário digital, internacionalização, mundo geek, planejamento ágil de estratégias e diversidade.

Para se inscrever, acesse www.sympla.com.br/rioinfo2020.

Detalhes sobre a programação http://rioinfo.com.br/2020

Rio Info 2020

15, 16 e 17 de setembro
Programação: http://rioinfo.com.br/2020
Inscrições – a partir de R$ 25,00 – pelo link: www.sympla.com.br/rioinfo2020


 

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Perfil do profissional brasileiro de TI é tema de estudo do Observatório Softex

A escolaridade no setor de TI vem evoluindo e hoje 73% dos profissionais que atuam em setores econômicos tipicamente de TI (Core TI)* possuem curso superior completo. Se considerados profissionais com mestrado e doutorado, são 74%. Essa é uma das conclusões do estudo “Persona TI – Caracterização do Profissional de TI no Brasil”, elaborado pelo Observatório Softex.

O levantamento aponta que também é alta a escolaridade dos profissionais de TI in House**, com 65% deles possuindo curso superior completo (67% somando mestrado e doutorado), e destaca o crescimento das vagas de TI na região Sul, que passa a responder por 15% de participação no mercado total. São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais concentram 62%, cabendo a São Paulo a maior participação: 42%.

No universo Core TI, as principais ocupações dos profissionais são analistas de sistemas, técnicos em programação e técnicos em operação e monitoração de computadores, atuando nas áreas de desenvolvimento de programas, consultoria em TI e suporte. A jornada de trabalho desses profissionais varia entre 31 e 40 horas semanais e 65% estão na faixa etária entre 25 e 39 anos (40% estão entre 30 e 39 anos). As micro e pequenas empresas empregam 42% desses profissionais e as grandes 41%. A remuneração média é de R% 5.955,79 (valor de 2017 atualizado em 1º de janeiro de 2019) e 60% têm menos de três anos na organização em que trabalham.

O profissional de TI in House está presente principalmente nas áreas de comércio, nas indústrias de transformação e em atividades administrativas. As empresas de grande porte absorvem 50% desses profissionais e a remuneração média é de R$ 6.726,78, podendo chegar a mais do dobro em setores-chaves da economia, como o de mineração no qual a média se aproxima dos R$ 14.326,25 (valor de 2017 atualizado em 1º de janeiro de 2019). Em relação à faixa etária, 61% têm entre 25 e 39 anos (41% entre 30 e 39 anos). A jornada de trabalho de 63% desses profissionais situa-se entre 41 e 44 horas semanais e o tempo no emprego de 49% deles é de menos de três anos na organização.

“O estudo apresenta diversos outros dados, detectando, por exemplo, uma tendência de crescimento de programas customizados ou sob encomenda e apontando que as empresas estão cada vez mais trazendo a tecnologia para dentro delas”, comenta Diônes Lima, vice-presidente executivo da Softex.

Ele destaca ainda o aumento do número de cargos diretivos, como os de gerência, apontando para uma leitura da TI mais orgânica e estruturada. “Não só é possível registrar esse fortalecimento da TI brasileira ao longo dos anos, mas também detectar a crescente importância da inovação para esse segmento”, conclui Diônes Lima.
A versão completa do estudo Persona TI está disponível para consulta gratuita no endereço www.softex.br/inteligencia/

* Core TI – Desenvolvimento de programas de computador sob encomenda; desenvolvimento e licenciamento de programas de computador customizáveis e não-customizáveis; consultoria em TI; suporte técnico, manutenção e outros serviços em TI; tratamento de dados, provedores de serviços de aplicação e serviços e hospedagem; portais, provedores de conteúdo e outros serviços de informação na internet.

** TI In-House – Outros setores que não aqueles considerados tipicamente de TI

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Investimentos em TI no Brasil crescem 9,8% em 2018, aponta estudo anual da ABES com o IDC

Rodolfo Fücher, presidente da ABES

O Brasil se mantém em 9º lugar no ranking mundial de investimentos em TI, de acordo com prévia do estudo “Mercado Brasileiro de Software e Serviços”, da ABES (Associação Brasileira das Empresas de Software) com IDC, divulgada durante o jantar de posse da nova diretoria executiva da associação, ocorrido no dia 1º de abril, em São Paulo. O documento, que utiliza dados do IDC referentes ao último ano, mostra que os investimentos em TI (software, hardware e serviços) no Brasil superaram as expectativas para 2018, chegando a US$47 bilhões, um crescimento de 9,8% em relação a 2017, mais que o dobro da previsão para o ano, que foi de 4,1%.

Desse valor, US$23,9 bilhões (51,3%) são referentes a investimentos em hardware, US$12,2 bilhões (26,2%) a serviços e US$10,5 bilhões (22,5%) a software. “Com um crescimento de 9,8%, o Brasil superou a média mundial de investimentos em TI em 2018, que foi de 6,7%. Esses dados mostram que uma tímida recuperação da Economia observada em 2018, aliada a expectativa de uma recuperação mais vigorosa à partir de 2019, trouxeram uma retomada dos investimentos em tecnologia que superaram a expectativa, comprovando a importância do Setor para que as empresas possam buscar mais produtividade, eficiência e competitividade”, comenta Jorge Sukarie, vice-presidente do Conselho da ABES, que apresentou o estudo durante o jantar que empossou Rodolfo Fücher, sócio fundador da FEMP Participações, como o novo Presidente da ABES e Paulo Milliet Roque, Diretor da Autoridade Certificadora Digiforte, como o vice-Presidente da entidade.

Na ocasião, também foram empossados os novos membros da diretoria executiva para os próximos três anos: Vanda Scartezini, sócia-sênior da Polo Consultores Associados, Presidente da DNS Women Institute e Presidente do Conselho da Fundação Sitec; Fábio Rua, diretor de Assuntos Governamentais e Regulatórios da IBM América Latina; e Lauro de Lauro, Cloud Guru Sênior na Sky.One Cloud Solutions.

Mercado mundial de TI

Os números preliminares do estudo, que deve ser publicado na íntegra no segundo semestre de 2019, indicam que a somatória dos investimentos em TI, em 2018, entre os países analisados, chegou a US$2,23 trilhões, um valor 6,7% maior que o ano anterior. Os Estados Unidos lideram o ranking mundial com US$ 822 bilhões, seguidos por China e Japão com US$250 bilhões e US$140 bilhões, respectivamente.

Na América Latina, o Brasil se manteve em primeiro lugar no ranking regional, responsável por 42,8% dos investimentos em TI, mais que o dobro registrado pelo México (20%), que ficou em segundo lugar, seguido por Argentina (7,5%) e Colômbia (7,1%). A região investiu US$108,8 bilhões no mercado de TI em 2018, representando quase 11% do total mundial.

Em relação ao investimento em TIC, que inclui TI e Telecom, o Brasil desceu uma posição, ficando em 7º lugar no ranking mundial, com US$ 97 bilhões investidos, seguindo uma tendência de ligeira retração dos últimos anos desse setor, muito relacionada à transição de voz para dados dos consumidores. Neste quesito, o Brasil ficou ainda à frente da Índia (US$86 bilhões) e logo depois da França (US$109 bilhões).

Previsões para o Mercado Brasileiro de TI em 2019

Entre algumas tendências apontadas no estudo, as soluções de próxima geração para segurança de informação figuram como uma área que deve atingir US$ 671 milhões, em 2019, crescendo 2,5 vezes mais rápido que as soluções tradicionais. Em relação ao uso da Inteligência Artificial (IA), o estudo indica que, no Brasil, 15,3% das médias e grandes empresas têm essa tecnologia entre as principais iniciativas e espera-se que isso dobre nos próximos quatro anos.

Já o Big Data e Analytics devem avançar em 2019, alcançando US$ 4,2 bilhões. O mercado de Cloud Pública no Brasil chegará a US$ 2,3 bilhões em 2019. O ecossistema de IoT deve movimentar US$ 9 bilhões em 2019, e crescer acima de 20% ano contra ano até 2022. O mercado de devices representará 38% de todo o investimento em TI no Brasil (cerca de US$ 24,5 bilhões), com a venda de dispositivos de maior valor.

A expectativa de crescimento para os investimentos em TI no Brasil para 2019 é de 10,5%, ainda impulsionada pela venda de devices, contra uma expectativa de crescimento médio mundial de 4,9%. É o Brasil voltando a crescer o dobro da média mundial, como ocorria até 2013. Para TIC espera-se um crescimento mais moderado, da ordem de 4,9%.

“O crescimento de 9.8% do setor comparado com o do PIB de 1.1 % demonstra um movimento crescente das empresas e governo no Brasil, em absorver tecnologia de forma significativa, certamente motivados pelos benefícios de redução de custos e da melhora na produtividade, fatores essenciais para enfrentar um mercado cada vez mais competitivo. Neste sentido, o principal objetivo da ABES é assegurar um ambiente atrativo para investimentos e inovador. Acredito que a tecnologia da informação além de ajudar no desempenho dos negócios, tem um papel fundamental para tornar o Brasil menos desigual”, conclui Rodolfo Fücher, Presidente da ABES.

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Gartner anuncia agenda de eventos para o Brasil em 2019

O Gartner Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento para empresas, anuncia seu calendário de eventos para o Brasil em 2019. Na agenda, estão programadas três conferências programadas para os meses de abril (Gartner Infraestrutura de TI, Operações & Estratégia de Cloud), de maio (Gartner Data & Analytics) e de agosto (Gartner Segurança e Gestão de Riscos), além do tradicional IT Symposium/Xpo, o maior e mais importante evento de tecnologia do Brasil e que acontecerá em outubro.

As conferências antecipam tendências de tecnologia para um público qualificado, com poder de decisão e formado por executivos estratégicos de TI e CIOs (Chief Information Officers). Os eventos irão acontecer no WTC Sheraton Hotel (SP) e estão programados para permitir aos participantes acesso a apresentações especiais de analistas do Gartner, além de pesquisas inéditas, workshops, casos de sucesso e oportunidade de interação e de troca de experiências. O público também poderá assistir a debates em mesas-redondas e sessões práticas que apresentam ideias inéditas para o mercado de TI. Os eventos do Gartner apresentam ainda oportunidades únicas de networking, interação para desenvolvimento de negócios e possibilidade de agendamento de reuniões particulares com analistas do Gartner para obtenção de conselhos práticos sobre os desafios específicos de cada empresa.

Até 23 de março, as inscrições para a Conferência Gartner Infraestrutura de TI, Operações & Estratégia de Cloud estão com desconto de R$ 550,00. Há preços diferenciados para profissionais do setor público e descontos para grupos. Interessados devem contatar o Gartner pelo e-mail brasil.inscricoes@gartner.com, pelos telefones (11) 5632-3109 e 0800 774 1440, ou pelo site www.gartner.com/pt-br/conferences/la/infrastructure-operations-cloud-brazil

Confira a agenda programada pelo Gartner para 2019:

– Conferência Gartner Infraestrutura de TI, Operações & Estratégia de Cloud – Dias 24 e 25 de abril

– Conferência Gartner Data & Analytics – Dias 29 e 30 de maio

– Conferência Gartner Segurança e Gestão de Riscos – Dias 13 e 14 de agosto

– Gartner IT Symposium/Xpo – De 28 a 31 de outubro

Programe-se para participar das conferências do Gartner:

Acesse a programação completa em http://www.gartner.com/events/calendar/.

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Dicas essenciais para carreira promissora na área de TI

Quando o assunto é carreira em TI, a CINQ Technologies acredita ser importante aliar desenvolvimento de carreira por meio de aquisição de conhecimento, bem como soft skills; que é possível empreender dentro das organizações (intraempreendedorismo), bem como criando o seu próprio negócio; e que a área de Tecnologia perpassa o presente e futuro das empresas, sendo que a transformação digital e adoção de tecnologias disruptivas como IoT (Internet of Things), Big Data, Inteligência Artificial etc. tornam-se cada vez mais importantes para aumento da performance das empresas.

Com base nos três temas (carreira, empreendedorismo e tecnologia), verificamos os tópicos que mais foram enfatizados em cada uma das trilhas e, assim, chegamos a 3 dicas essenciais para carreira promissora na área de TI:

1. No âmbito de carreira, a dica é ter um propósito que te faça acordar cedo todos os dias com energia para fazer acontecer e, tendo isso claro (qual é sua missão de vida e como isso está linkado com sua trajetória na área de TI), será mais fácil buscar evolução de conhecimentos técnicos e ter inteligência emocional para saber lidar com os desafios cotidianos;

2. Na área de empreendedorismo, a chave é desafiar-se e esses desafios podem acontecer por meio do aprendizado de novas tecnologias e linguagens de programação; tirando certificações de TI; buscando novos aprendizados comportamentais como comunicação efetiva (cursos de oratória com o intuito de falar melhor em público e fazer-se entender); liderança (cursos de Scrum Master, de coaching), dentre outros;

3. No campo da tecnologia, a sugestão é utilizar métodos ágeis de desenvolvimento, pois os mesmos garantem entregas contínuas ao cliente, além de trazer engajamento de time.

De acordo com Nôga Simões, Coordenadora de Marketing e Inovação da CINQ, “os profissionais de TI precisam cada vez mais aliar competências técnicas a comportamentais, afinal, segundo Daniel Goleman – para o bem ou para o mal, quando são as emoções que dominam, o intelecto não pode nos conduzir a lugar nenhum”.

Neste sentido, demanda-se cada vez mais profissionais que sejam bons aprendizes; captem conceitos rapidamente; se ajustem aos diferentes contextos e situações; pensadores independentes; capazes de tomar decisões; apaixonados por tecnologia e que sejam bastantes comprometidos com resultados. Se você se encaixa nesse perfil, a CINQ possui mais de 40 oportunidades para atuação na área de TI: https://www.cinq.com.br/vagas/

A CINQ Technologies é uma empresa global de Tecnologia da Informação presente em Curitiba, Ponta Grossa, São Paulo e Miami, com atuação em projetos inovadores e de missão crítica no Brasil, na América do Norte e na Europa. A CINQ também possui 10 anos de cultura ágil, é eleita há 7 anos consecutivos como uma das melhores empresas para trabalhar pelo GPTW e está entre as TOP 200 PME’s que mais crescem no Brasil (Pesquisa Deloitte e Revista Exame – 2008, 2009, 2010, 2014, 2018).

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Mulheres são apenas 1 em cada 5 dos profissionais de TI, aponta KPMG

A liderança de TI feminina continua em uma tendência de crescimento excepcionalmente lento, alcançando, neste ano, 12% em comparação com os 10% do ano passado. Os dados são da pesquisa CIO 2018 realizada pela KPMG em conjunto com a Harvey Nash, o maior estudo de liderança em TI e que está na 20ª edição. O levantamento apontou que as mulheres representam apenas uma em cada cinco dos membros das equipes de tecnologia.

O estudo mostrou ainda que quase 25% dos executivos de TI disseram que o tema inclusão e diversidade não tem relevância para a concretização dos objetivos empresariais e tecnológicos de uma organização. Já 47% dizem que a temática tem alguma influência, enquanto 30% afirmam que inclusão e diversidade impactam os objetivos empresariais e tecnológicos de forma considerável.

“O setor parece estar significativamente dividido em relação à extensão na qual a diversidade é importante para o sucesso da empresa”, analisa o sócio da KPMG, Claudio Soutto.

Sobre a pesquisa

Na 20? edição, a pesquisa da CIO Survey 2018 foi realizada pela KPMG em parceria com a Harvey Nash. É considerada a maior pesquisa de liderança em TI em todo o mundo em termos de quantidade de entrevistados. O levantamento foi realizado entre 20 de dezembro de 2017 e 3 de abril de 2018, em 84 países, com 3.958 CIOs e líderes em tecnologia, por meio de análises de respostas de organizações que apresentam despesas anuais com segurança cibernética de até US$ 46 bilhões.

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Fusões e aquisições em TI tiveram aumento de 17% no 1º semestre, aponta KPMG

O número de fusões e aquisições realizadas por empresas de tecnologia da informação apresentou crescimento no primeiro semestre deste ano, totalizando 55 operações concretizadas. Com um aumento de oito transações em relação ao mesmo período no ano anterior (47), o setor vem mantendo a média dos últimos três anos. Os dados são da pesquisa da KPMG realizada com 43 setores da economia brasileira.

Das 55 fusões e aquisições realizadas no primeiro semestre deste ano, 33 foram domésticas, enquanto 19 foram de categoria CB1, em que empresas estrangeiras adquirem empreendimentos de brasileiros estabelecidos no Brasil, e três CB4.

F&A em TI no 1º semestre

2018

55

2017

47

2016

52

Legendas

Transações Domésticas: entre empresas de capital brasileiro

CB1: Empresa de capital majoritário estrangeiro adquirindo, de brasileiros, capital de empresa estabelecida no Brasil.

CB2: Empresa de capital majoritário brasileiro adquirindo, de estrangeiros, capital de empresa estabelecida no exterior.

CB3: Empresa de capital majoritário brasileiro adquirindo, de estrangeiros, capital de empresa estabelecida no Brasil.

CB4: Empresa de capital majoritário estrangeiro adquirindo, de estrangeiros, capital de empresa estabelecida no Brasil.

CB5: Empresa de capital majoritário estrangeiro adquirindo, de brasileiros, capital de empresa estabelecida no exterior.

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Locaweb abre inscrições para 4ª edição do programa “Quero ser Dev”

Referência em serviços digitais, a Locaweb anuncia a quarta edição do “Quero Ser Dev”. O programa tem como objetivo formar jovens desenvolvedores para o mercado de trabalho, por meio de treinamento personalizado e gratuito, oferecendo aos candidatos capacitação técnica em diversas linguagens de programação. Aqueles que apresentarem melhor desempenho serão selecionados para trabalhar nas áreas de tecnologia e produtos.

Todos os interessados devem estudar ou terem concluído cursos de Ciências da Computação, Estatística, Matemática, Sistemas da Informação, Engenharia da Computação ou áreas correlacionadas, ainda que em nível técnico. As inscrições podem ser realizadas entre 6 de agosto e 14 de setembro, por meio do hotsite www.queroserdevlocaweb.com.br. A previsão é que os selecionados iniciem os trabalhos na empresa a partir de março de 2019.

A primeira fase é composta pela análise de currículo, testes online, dinâmicas em grupo e entrevistas presenciais. Os aprovados participam de um treinamento, no Campus Code, com duração de nove semanas, onde terão a oportunidade de atuar com profissionais experientes e aprenderem conceitos de programação, como Ruby, Rails, Arquitetura MVC, Git, HTML5, CSS3 e JavaScript. Além disso, serão convidados a participarem de eventos internos e online na Locaweb para vivenciarem a cultura da empresa.

“Buscamos talentos que sejam apaixonados por desenvolver e se divirtam ao programar em diferentes linguagens. Queremos ajudá-los a expandir suas técnicas e habilidades, abrindo espaço para que possam aprender na prática junto conosco. Trata-se de uma grande oportunidade para quem deseja fazer história dentro de uma Big Tech Company”, afirma a gerente de Recursos Humanos da Locaweb, Raquel Parente.

De acordo com o relatório “Global Recruiting Trends 2018”, divulgado pelo LinkedIn, 78% das empresas acreditam que diversidade é uma das tendências que mais tem impactado o processo de seleção e contratação de profissionais na atualidade e 62% acreditam que além de ressaltar a cultura da organização, melhoram os resultados financeiros.

“Na Locaweb acreditamos que equipes diversas são mais produtivas, inovadoras e engajadas. Por isso, valorizamos as características individuais dos funcionários e entendemos que a diversidade entre os profissionais proporciona o ambiente ideal para o desenvolvimento de novas habilidades”, complementa Raquel.

Nesta edição são esperados mais de 2 mil candidatos, ultrapassando o número de inscritos do ano anterior. Os selecionados terão entre seus benefícios, remuneração compatível com o mercado; assistência médica e odontológica; seguro de vida; horário flexível; vale refeição para consumo dentro da empresa; vale-transporte ou estacionamento no local; programa de qualidade de vida (academia, massagem relaxante e ginástica laboral); sala de relax com videogame, mesas de ping pong, pebolim e pufes para descanso.

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Novos hábitos do mundo digital faz crescer interesse por curso de Direito da Tecnologia da Informação

Relações diversas no mundo digital têm exigido tratamento jurídico cada vez mais adequado às novidades trazidas pelo desenvolvimento da Tecnologia da Informação. A cada avanço, surgem novas dúvidas. E para muitos advogados, juízes e promotores, entender o funcionamento das novas tecnologias tem se tornando indispensável para o exercício profissional. Isso tem levado muitos a procurar especialização em cursos de Direito da Tecnologia da Informação, como o oferecido pelo PECE – Programa de Educação Continuada (PECE) da Escola Politécnica da USP.

“São preocupações sobretudo com segurança dos dados, privacidade e propriedade intelectual. Mas também para quem atua na área de fusões de empresas e com direito tributário, por exemplo”, relata Edson Satoshi Gomi, coordenador responsável pelo curso do PECE. “A tecnologia trará novos desafios para o Direito, por exemplo relacionados com a Inteligência Artificial, com algoritmos que identificam e classificam as pessoas, automatizam tarefas, interagem com os seres humanos. Há também a questão das moedas virtuais e o block chain. Mas, para isso, é necessário que haja também profissionais preparados para lidar com essa convergência entre a Tecnologia da Informação e o Direito”, completa.

Aberto também aos profissionais de TI, de acordo com o coordenador, o curso aborda questões teóricas relacionadas às implicações legais da criação, disseminação e de uso da Tecnologia da Informação, como também busca despertar nos alunos um espírito crítico e de habilidades técnicas e jurídicas para atuar preventivamente, investigar e solucionar conflitos decorrentes. A primeira turma foi formada seis anos atrás. “De lá para cá sempre formamos novas turmas e o interesse pelo curso tem sido crescente”, conclui Gomi.

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Futurecom comemora 20 anos de participação e influência nas TICs do País

Já se vão 20 anos desde que a revolução da privatização possibilitou a construção de uma nova infraestrutura de telecomunicações no Brasil. O Futurecom, evento mais influente nas Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) da América Latina, faz parte dessa história e terá sua 20ª edição entre 15 e 18 de outubro, no São Paulo Expo. Promovido pela Informa Exhibitions, o Futurecom 2018 reúne profissionais e acadêmicos para colocar em discussão as questões que possibilitarão o avanço das comunicações, além de expor todas as soluções mais avançadas em tecnologia.

Em 2018, o Congresso Internacional aborda três grandes blocos de temas – New Market Environment, Hyper Connectivity e Disruptive Technologies. Serão cinco auditórios e três palcos para palestras, estudos de caso, painéis de debates, keynotes e workshops. Para palestras, estudos de caso e workshops com acesso livre a todos os participantes do Futurecom foram planejados cinco espaços de conteúdo. O tradicional Congresso do Futurecom, de acesso exclusivo a convidados corporativos e congressistas, terá lugar nos auditórios Brasil, Rondon e Landell, cuja programação de painéis de debates e keynotes trará as principais discussões de TIC e do ecossistema corporativo. Os dois auditórios Mauá, localizados no espaço 4Corp, serão reservados a painéis corporativos com renomados executivos, sendo um local para apresentação de est udos de casos envolvendo a transformação digital em vários segmentos.

Nova era – Com a expectativa de a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) publicar editais para os leilões de radiofrequências que vão suportar o crescimento do 5G no Brasil, todo o ecossistema das TICs espera uma verdadeira revolução nas possibilidades de desenvolvimento. “Além das condições técnicas e de engenharia, estamos muito atentos às questões legais e regulatórias que transformarão nossa vida prática com a chegada do 5G; e o evento trará todos os setores da sociedade para essa discussão”, relata Hermano Pinto, diretor de portfólio da Informa Exhibitions e responsável pelo Futurecom.

As discussões em torno do 5G estão inseridas no tema Hyper Connectivity do congresso, que trata ainda de tecnologias e soluções desenvolvidas a conexão de coisas, pessoas e empresas de forma intensiva e extensiva. Conceitos como IoT, mobilidade, 5G, tecnologias sem fio e fixa, satélite, cabos submarinos e virtualização tornam viáveis novas relações de negócios.

“Quem se lembra das primeiras edições do Futurecom, quando se discutia ainda a chegada da telefonia móvel no Brasil não iria prever que hoje o evento estaria influenciando sobremaneira o modo de vida na sociedade como, por exemplo, as possibilidades proporcionadas pelas tecnologias disruptivas”, afirma Hermano Pinto. O diretor se refere às novas experiências que alteram os negócios e a vivência de clientes envolvendo blockchain, inteligência cognitiva e artificial, realidade virtual e aumentada, cidades inteligentes, segurança de dados, big data e analytics.

Serviço

Futurecom 2018 – 20 anos
Quando: 15 a 18 de outubro de 2018, das 9h às 20h
Onde: São Paulo Expo – Rodovia dos Imigrantes, km 1,5 – Vila Água Funda, São Paulo – SP
Informações: www.futurecom.com.br

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Brasil conta com 117 startups de TI, revela estudo

No Brasil, existem atualmente 117 startups com soluções para as áreas de TI, sendo que 20% delas trabalham com as áreas de Data Science e Enriquecimento de Dados, 12% com Segurança, Fraude e Validação, e 10% com Cloud Manager e Otimização. Gestão de Projetos, Tempo e Tarefas ficam com 9% desse total. As categorias com menor número de startups são: Colaboração e Produtividade, que representam 5%, Blockchain e APIs, representando 3%, assim como soluções para UX e UI.

Os números são do Liga Insights IT Startups – maior estudo já feito no Brasil sobre startups do setor – realizado pela Liga Ventures (liga.ventures) – aceleradora corporativa especializada em gerar negócios entre startups e grandes empresas – que analisou um banco de dados com mais de 10 mil startups no país. O levantamento mostra ainda que o setor de TI deve crescer 5,8% neste ano – de acordo com previsão do ICD Brasil.

O mercado de TI é inovador por natureza e com a ajuda das startups é possível aplicar ainda mais tecnologia na solução de problemas enfrentados por grandes corporações neste setor. “As equipes de TI absorvem cada vez mais atividades e posições estratégicas dentro das empresas. O uso de tecnologias de ponta e aplicações focadas para responder às demandas dos clientes e novos mercados, tornam as startups importantes parceiras nesta missão da área”, comenta Raphael Augusto, startup hunter da Liga Ventures e responsável pelo Liga Insights.

Ciência de dados é destaque

Segundo pesquisas, as empresas que investem em Data Science estão cinco vezes mais aptas a tomar decisões rápidas em relação a concorrência. A ciência de dados é um campo que integra exploração, análise, interpretação de dados por meio de mineração, analytics e estatísticas. Hoje atividades simples – como uma curtida em rede social ou uma compra online – podem gerar dados que otimizam a relação entre o consumidor e a empresa, colaborador e chefe, por exemplo.

Busca e seleção de novos colaboradores de TI ganha cada vez mais espaço

O estudo coloca que pensar na gestão e coordenação de times de TI de forma estratégica ainda é um dos grandes desafios enfrentados pelas empresas. No entanto, um dos destaques do levantamento são as startups que oferecem aplicações para busca e seleção de colaboradores por meio de portais, marketplaces, processos automatizados de recrutamento, entre outros. Além disso, as tecnologias que ajudam na gestão de times e diminuição de rotatividade também estão em alta.

De acordo com pesquisa da Revelo – startup que conecta profissionais a empresas inovadoras no mercado – 61% das contratações do setor não estão relacionadas a maior oferta salarial. Para a Revelo existem três principais aspectos para os candidatos: modernidade da linguagem, propósito e missão.

Boom das startups de TI aconteceu em 2015

O Liga Insights TI Startups mostra ainda que a maioria das startups desse setor foram criadas em 2015 (21%), seguido de 2018 – que ainda não acabou, mas já é responsável por 19%. Em 2014, foram 17% e, em 2016, 15%.

Liga Insights IT Startups

Veja o levantamento completo aqui:

http://insights.liga.ventures/itstartups/

Fonte:

Plataforma DisruptBox com 10.085 mil startups brasileiras. Banco de startups da Liga Ventures que incluem inscrições para os programas de aceleração e eventos da aceleradora, recomendações, notícias abertas em portais de negócios e busca ativa de startups.

O estudo contou com o apoio de conteúdo do Ibmec-SP e Astella Investimentos.

Número de startups no segmento: 117.

Entrevistados no estudo: mais de 20 pessoas – entre empreendedores, pesquisadores e líderes de TI de grandes empresas.

Áreas das startups mapeadas:

Blockchain e APIs

Busca e Seleção de Profissionais

Cloud Manager e Otimização

Colaboração e Produtividade

Data Sience e Enriquecimento de dados

Formação

Gestão de Projetos, Tarefas e Tempo

RPA e Workflow

Segurança, Fraude e Validações

Service-Desk e Help-Desk

Soluções de Bots

Soluções para Desenvolvimento

Soluções para UX e UI

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Seminário “Brasil 2030” O futuro na economia digital

Os candidatos à Presidência da República nas Eleições de 2018 estão convidados a integrar o Seminário “Brasil 2030 – Uma Contribuição do Setor de Software e Tecnologia”, iniciativa do setor de tecnologia, organizado pela ABES (Associação Brasileira das Empresas de Software) com o apoio das associações do setor, ASSESPRO (Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação), ACATE (Associação Catarinense de Tecnologia), FENAINFO (Federação Nacional das Empresas de Informática) e SOFTEX (Associação para Promoção da Excelência do Software Brasileiro), a ser realizado no próximo dia 20 de agosto, apenas quatro dias após a liberação da propaganda dos candidatos pelo Justiça Eleitoral.

O Seminário acontecerá durante a 8ª edição da ABES Software Conference, no Espaço Trio Pérgola, na Vila Olímpia, zona sul de São Paulo, encontro anual promovido pela entidade para reunir associações do setor, empresários, jornalistas, e representantes do governo em uma agenda de debates sobre as tendências do setor de tecnologia no país.

“Nossa conferência anual é um momento de reflexão para o setor, no qual são colocados lado a lado algumas das figuras mais influentes do setor de tecnologia para fazer um balanço do que está indo bem e mal no mercado brasileiro, bem como traçar planos para o futuro.

Neste ano, a entidade espera a presença de 500 líderes empresariais, além da transmissão de vídeo ao vivo, que deve atingir milhares de pessoas”, comenta Francisco Camargo, presidente da ABES.

“Por se tratar de um ano de eleições, o “Seminário Brasil 2030″, para o qual foram convidados todos os candidatos à Presidência, será uma oportunidade única para conhecermos mais a fundo suas propostas para a Transformação Digital do Brasil. Queremos debater o que é necessário, em termos de politicas públicas, para acelerar a evolução do Brasil para uma economia digital até 2030. Segundo diversos estudos a Economia Digital Global deve atingir o montante de 23 trilhões de dólares em 2025. Nossa preocupação é com as futuras gerações e os benefícios que essas medidas serão capazes de proporcionar”, completa Francisco.

Francisco é um dos membros do ABES Think Tank, grupo criado pela associação com o intuito de sugerir políticas públicas que conduzam a uma estratégia nacional para a Transformação Digital.

Os presidenciáveis presentes no seminário receberão o estudo “Brasil 2030”, um levantamento com medidas idealizadas por essa equipe de especialistas para orientar a Transformação Digital, o desenvolvimento do setor de Software e Tecnologia e a inserção do Brasil nas cadeias de valor da economia do conhecimento.

Também integram o ABES Think Tank a Dra. Dorothea Werneck, ex-ministra do Trabalho e da Indústria e Comércio; Dra. Deana Weikersheimer; professora da FGV e advogada com ampla atuação na área de software; Marcelo Pagotti, ex-secretário da SETIC no Ministério do Planejamento; Patricia Pessi, ex-diretora de Governo Eletrônico na SLTI (hoje SETIC) do Ministério de Planejamento; Rodolfo Fücher, ex-diretor de Políticas Públicas da Microsoft e Vanda Scartezini, empreendedora e conselheira da ABES.

Embasado nos estudos do Think Tank, o tema “Transformação Digital e Políticas Públicas” é o foco dos debates do ABES Software Conference. Os convidados abordam as medidas necessárias para colocar em prática os preceitos defendidos pelo setor para acelerar essa transformação.

Cinco pontos principais norteiam o debate:

1. A Transformação Digital vai separar os países modernos do resto;

2. A Transformação Digital se faz por meio da Inovação;

3. O Software é a base da Transformação Digital;

4. As Startups são importantes no ecossistema e impulsionam a transformação.

5. Políticas públicas de fomento e tributação claras e modernas são fundamentais para que o setor de software consiga suportar as necessidades do país.

Seminário “Brasil 2030”

ABES Software Conference
Endereço: Espaço Trio Pérgola – Av. Eng. Luiz Carlos Berrini, 105 | Vl. Olímpia – São Paulo.
Horário: 8h – 17h15 (ABES Software Conference) / 18h – 20h10 (Seminário “Brasil 2030”)

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Wolters Kluwer figura na lista das melhores empresas de TI para o setor de saúde

A Wolters Kluwer Health, líder mundial em fornecimento de informações para profissionais e estudantes da área da saúde, subiu duas posições e está classificada em 21º lugar na lista da The Healthcare Informatics 2018, que avaliou as empresas de tecnologia com base em sua atuação no setor de saúde em 2017, nos EUA. Este é o terceiro ano consecutivo que o fornecedor global de tecnologia clínica e soluções baseadas em evidências subiu no ranking, sendo sua sétima aparição consecutiva na lista.

“O Healthcare Informatics é amplamente reconhecido como o resumo oficial das principais empresas de tecnologia que atuam no setor de saúde. É uma honra estar entre os 25 melhores e validar o comprometimento da Wolters Kluwer em equipar os clínicos, pesquisadores, estudantes e outros profissionais da saúde com as ferramentas que eles precisam para tratar os problemas mais urgentes da área da saúde”, ressalta Diana Nole, CEO da Wolters Kluwer Health. “Ao entregar tecnologia clínica avançada, inovações de inteligência artificial e soluções baseadas em evidências, a Wolters Kluwer conduz a decisões de cuidados mais informadas e agiliza os fluxos de trabalho, ajudando a eliminar a variabilidade do cuidado, melhorar a qualidade e os resultados, além de reduzir custos para organizações da saúde e pacientes.”

“Mais do que apenas uma lista, a Healthcare Informatics é um indicador absoluto de quais empresas estão resolvendo problemas na indústria de saúde dos EUA – e fazendo isso em escala”, explica Rich Tomko, vice-presidente e diretor administrativo da Healthcare Informatics. “A parte mais interessante dessa lista é entender exatamente quais problemas eles estão resolvendo e como.”

O Healthcare Informatics é uma das premiações mais importantes recebidas pela Wolters Kluwer no 1º semestre de em 2018, entre outras recebidas pela companhia estão:

– Omega NorthFace ScoreBoard, por satisfação e excelência em atendimento ao cliente
– 34 prêmios da American Society of Healthcare Publications Editor (ASHPE), incluindo a Publicação do Ano
– Finalista do Prêmio SIIA CODiE de 2018

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Necessidade de inovação rápida em Nuvem coloca em risco experiência dos clientes, dizem CIOs em pesquisa

A Dynatrace, empresa líder em inteligência de software, apresenta pesquisa global independente que indica que 73% das organizações afirmam que a necessidade de velocidade na inovação digital está colocando a experiência dos clientes em risco. O estudo feito com 800 executivos de tecnologia (CIOs – Chief Information Officers) revela que, em média, as organizações lançam três novas atualizações de programas a cada hora de trabalho. Trata-se de um contínuo esforço das empresas para se manterem competitivas e atenderem a um consumidor com expectativas cada vez mais elevadas.

Com relação ao futuro, 89% dos CIOs disseram que vão precisar fazer as atualizações de uma forma ainda mais rápida. No entanto, a agilidade dos lançamentos pode cobrar um preço. Quase dois terços (64%) dos executivos entrevistados admitiram que são obrigados a comprometer a garantia de excelência na experiência dos consumidores em favor de uma inovação realizada com mais velocidade.

“Praticamente toda organização no planeta é uma companhia de software nos dias atuais. Líderes do mercado como a Amazon lançam múltiplas atualizações de programas a cada segundo. Consequentemente, o conceito moderno de entrega de software está centrado na agilidade, em ciclos rápidos de desenvolvimento e em lançamentos dinâmicos usando ambientes híbridos com várias Nuvens”, diz Andreas Grabner, executivo de processos DevOps na Dynatrace. “Ainda assim, usuários finais esperam que o fluxo estável das novas funcionalidades e atualizações funcione perfeitamente, sem ser comprometido. O desafio para a TI é entregar rapidamente, ao mesmo tempo que migra para uma arquitetura nativa na nuvem e mantém a boa experiência do usuário.

Na pesquisa, a Dynatrace analisa os desafios enfrentados pelas organizações à medida em que elas se esforçam para alcançar novos, e mais elevados, padrões de agilidade e velocidade. A pesquisa mostra que

A Nuvem permite agilidade, mas CIOs enfrentam dificuldades para:

– Garantir que a performance do software não seja negativamente impactada (67%);
– Identificar se mover uma aplicação para a Nuvem traz os benefícios desejados (57%);
– Entender se uma aplicação é adequada para a Nuvem (55%);
– Rearquitetar aplicações legadas para a Nuvem (51%);
– Garantir que a experiência do usuário não seja afetada durante o processo de migração (48%).

Falta de colaboração e visibilidade acarreta atrasos para a inovação:

– Para 78% dos CIOs, suas organizações vivenciaram atrasos em projetos de TI que poderiam ter sido evitados se as equipes de desenvolvimento e operação estivessem aptas a colaborarem facilmente;
– Segundo CIOs, iniciativas de Transformação Digital foram desestabilizadas principalmente por causa de impactos na correção de códigos (45%), e interrupções de serviços de TI causadas por problemas externos (55%) ou por mudanças internas (50%).

Organizações enfrentam desafios ao recorrerem a DevOps para melhorar a colaboração:

– 68% das organizações implementaram ou estão explorando possibilidades de uma cultura DevOps para melhorar colaboração e conduzir inovações com mais agilidade;
– 74% dos CIOs disseram que os esforços de DevOps são geralmente prejudicados pela falta de ferramentas e dados compartilhados, o que atrapalha as equipes de TI em obter uma visão unificada “da verdade”;
– 56% dos CIOs identificaram que as diferenças entre as prioridades dos silos departamentais são uma barreira adicional à adoção de DevOps.

“O desafio para todas as organizações é obter uma visão holística do canal de DevOps – da ideia do código até a experiência. Com o amadurecimento de DevOps, empreendimentos buscam automatizar e integrar o desenvolvimento do software com o objetivo de lançar mais rápido sistemas e atualizações com elevado padrão de qualidade e menos esforço manual. É empolgante ver a Inteligência Artificial desempenhar um papel ainda maior na redução de tarefas manuais de modo que possamos fazer o que amamos – criar software melhor, implementar com agilidade e entregar experiências perfeitas”, acrescenta Grabner.

Esse relatório, encomendado pela Dynatrace, é baseado em pesquisa global com 800 CIOs de grandes empresas com mais de 1.000 funcionários. A amostra ouviu 200 executivos dos Estados Unidos, 100 do Reino Unido, França, Alemanha e China, e 50 do Brasil, Austrália Cingapura e México, respectivamente. A pesquisa completa da Dynatrace pode ser acessada pelo link: http://info.dynatrace.com/2018_global_cio_report.html.

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Empresas e entidades setoriais de tecnologia lançam a Coalizão Rio Digital

Foi lançada no Rio de Janeiro a Coalizão Rio Digital, uma mobilização da iniciativa privada com Organizações da Sociedade Civil (OSCs) e entidades setoriais para o empoderamento digital. Mais de 20 empresas, entidades de classe e instituições fazem parte do movimento para melhorar as perspectivas de futuro de jovens moradores de comunidades cariocas, capacitando-os tecnologicamente para o mercado de trabalho e para o empreendedorismo. A expectativa é que 8 mil jovens, entre 15 e 29 anos, sejam impactados diretamente no primeiro ano de operação.

A iniciativa busca mobilizar o setor privado, especialmente o de TI, para a oferta de cursos gratuitos de tecnologia com certificação reconhecida pelo mercado em regiões prioritárias do Rio de Janeiro. “A Microsoft entendeu a Coalizão Rio Digital como um chamado. Nós acreditamos que tecnologia é um motor de desenvolvimento econômico e social e nos colocamos como um dos atores que quer fazer a diferença dentro desse projeto”, comentou a presidente da Microsoft, Paula Bellizia.

Durante a cerimônia de lançamento, o presidente executivo da Brasscom, Sergio Paulo Gallindo, lembrou que o Rio precisa criar oportunidades para os jovens e que, curiosamente, a cidade acabou se tornando um exportador de mão de obra no setor de TI nos últimos anos. “Queremos ver nos jovens a possibilidade de almejarem um futuro melhor para suas vidas e suas famílias. Aproveitando essa que é a maior onda de oportunidades que se vê pela frente, que é a onda da transformação digital, ou também chamada de quarta revolução industrial”, disse Gallindo.

Segundo dados da Brasscom – Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação, entre 2013 e 2018 (até fevereiro), o mercado de trabalho de software e serviços no município do Rio de Janeiro recuou 17,9%, não acompanhando a trajetória de recuperação do mesmo mercado em escala nacional que avançou 2,2%. Até fevereiro de 2018, foram gerados 13 mil postos de trabalho em software e serviços no Brasil, enquanto no município do Rio de Janeiro foram perdidos 9 mil. Se em 2013 o município do Rio de Janeiro concentrava 8,4% dos empregos de software e serviços do Brasil, em 2018 essa concentração recuou para 6,8%.

Rodrigo Baggio, presidente da ONG Recode (antigo Comitê para Democratização da Informática), enfatiza que as principais organizações sociais do mundo já percebem que não é possível mudar o mundo em que vivemos se cada ONG, empresa ou governo faça a sua parte isoladamente. “Só por meio de coalizões e trabalhos colaborativos é que se pode gerar grandes transformações na sociedade”, afirmou.

A ideia da Coalizão Rio Digital é estimular o voluntariado de colaboradores das empresas participantes para mentoria aos jovens, além da criação de um banco de currículos para facilitar a oferta de vagas em posições iniciais nas empresas participantes e outras que venham a ter interesse.

Como primeira ação, a Coalizão Rio Digital trabalha no mapeamento de regiões prioritárias do Grande Rio e de organizações sociais localizadas em comunidades. A trilha formativa deve priorizar o uso consciente e cidadão da tecnologia, reforçando suas possibilidades para o desenvolvimento pessoal e profissional dos jovens. A média de formação deverá ser de 100 horas.

Outro resultado esperado pela Coalizão Rio Digital é o desenvolvimento de um case para democracia e cidadania digital, reunindo a experiência e as soluções tecnológicas das organizações participantes em iniciativa para gerar maior transparência, engajamento e eficiência na gestão pública.

A IBM, Microsoft, Cisco, Embratel, Salesforce, Stefanini, TOTVS, Resource, Capgemini, Equinix, BRQ, Dataprev, Schneider Electric, Abes Software, Assespro RJ, Brasscom, Fenainfo, Rio Soft, TI Rio, Unesco, ONG Recode, Lide Rio de Janeiro, Instituto Coca-Cola, Instituto Federal do Rio de Janeiro, Observatório das Favelas, Fundação Roberto Marinho, entre outros, já integram o projeto.

Sobre a Coalizão Rio Digital

A Coalizão Rio Digital é um movimento da sociedade civil e do setor privado, especialmente das empresas do setor de Tecnologia da Informação e Comunicação, que propõe ações concretas para melhorar as perspectivas de futuro dos jovens de 15 a 29 anos moradores de comunidades cariocas em situação de vulnerabilidade.

O movimento, que congrega mais de 20 empresas e entidades, acredita que a ação coletiva dos setores mais inovadores e criativos da indústria pode contribuir para acelerar o empoderamento digital desses jovens e facilitar oportunidades e novos caminhos para a geração de renda, reduzindo as inseguranças hoje vividas no Estado do Rio, e contribuindo efetivamente para o desenvolvimento da sociedade.

E-mail: contato@coalizaoriodigital.org.br

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Sensr.IT lança nova versão de plataforma de gestão e governança em TI

Uma empresa de Tecnologia da Informação que vem chamando a atenção pela flexibilidade e agilidade nas evoluções do seu produto, a Sensr.IT anuncia o lançamento de uma nova versão da plataforma de gestão e governança em TI, denominada SENSR.IT 3.0 ALL-IN-ONE. A novidade promete trazer funcionalidades inovadoras, integradas e com facilidades que darão um upgrade na gestão estratégica de TI dos seus clientes, resultando em novas soluções e agilidade na tomada de decisão.

Fábio Varricchio, CEO da empresa, afirma que a plataforma surge para suprir a demanda de empresas que dependem de sistemas isolados, com informações descentralizadas e, muitas vezes, com dificuldades de interpretações referente à estrutura de tecnologia e organização que suportam o negócio. “Com este desafio, após longas entrevistas com CIO`s, propomos um produto totalmente integrado que possui cinco módulos estratégicos com visão gerencial e que oferece resultados em tempo real”, destaca.

O lançamento da nova plataforma é resultado da estratégia de evolução e crescimento da Sensr.IT para este ano. A empresa, que nasceu em 2014, cumpre o objetivo de facilitar e gerar eficiência em TI, agregando valor e resultado para o negócio. Tal finalidade é possível graças ao time de sócios, que reúne conhecimento e experiência numa bagagem mercadológica que soma duas décadas de trajetória, atributos que culminam na maturidade e evolução da plataforma.

Em 2017 a Sensr.IT deu outro grande passo como parte do plano estratégico de evolução da empresa, arquitetado desde sua origem, quando fez uma joint venture com a Gap Solutions, companhia especializada em estratégia de TI e CIO on demand. Esta ação ajudou a fortalecer e trazer elementos estratégicos para o produto, gerando maior visibilidade no mercado, o que transformou a Sensr.IT.

Pelo potencial reconhecido da solução, a empresa chamou a atenção de incubadoras como o PROIN da Universidade Estadual de Goiás, ACE, a maior aceleradora de Startups da América Latina, foi aprovada no processo de aceleração no Canadá e escolhida para participar da Campus Party Brasil 2018, na seção de Startups & Makers.

A Sensr.IT é congratulada para atuar em todo o Brasil e está fortemente inclinada a expandir seus produtos e serviços para outros países, como Estados Unidos, Canadá, Portugal e Inglaterra, plano que está em desenvolvimento a fim de atender clientes que atuam fora do território nacional, além de sanar os interesses pessoais dos sócios.

Fábio Varricchio salienta que está muito otimista pela evolução e maturidade que o produto conquistou e feliz pelos resultados de crescimento atingidos no primeiro trimestre de 2018, que estão dentro do plano de evolução da empresa.

Atualmente, a Sensr.IT possui três sócios com funções e características complementares que auxiliam na concepção e evolução do produto. São eles: Fábio Varricchio, CEO da empresa, Fabrício Silva, CTO, e Luís Peixoto, CMO.

A SENSR.IT possui uma Plataforma de gestão e governança em TI com cinco módulos estratégicos e totalmente integrados: Gestão de contratos e Fornecedores, Gestão de Infraestrutura, Gestão de Service Desk, Gestão de Riscos e Gestão de projetos. Cada módulo possui diferenciais não encontrados em outras soluções isoladas de mercado.

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IBM anuncia Arrow e Westcon como novos distribuidores no Brasil

Como parte da estratégia de expansão de seu ecossistema de vendas no mercado nacional em 2018, a IBM anuncia dois novos distribuidores no país: a Arrow e a Westcon. A Arrow, uma das maiores distribuidoras de tecnologia IBM no mundo, irá oferecer soluções como Inteligência Artificial, Cloud, DataCenter, Hiperconvergência, IoT, Segurança e Infraestrutura. A Westcon, distribuidor global das mais importantes marcas em sistemas de TI para redes, data center, colaboração e segurança, chega para reforçar a capilaridade da IBM em todo o território nacional, especificamente na venda de soluções de segurança e desenvolvimento de novas revendas com foco nesse segmento.

Segurança é uma das áreas de maior demanda atualmente no mercado de TI. Segundo o último estudo “Custos de Violação de Dados 2017”, realizado pela IBM em parceria com o Instituto Ponemon, as violações de dados geraram um prejuízo de R$ 4,7 milhões para empresas brasileiras. Houve um aumento histórico no número de incidentes provocados e nos custos gerados em função dessa violação. Nesse cenário, a busca por soluções de inteligência em segurança são decisivas para evitar interrupções nos serviços prestados pela empresas e perda de dados.

As novas parcerias geram diversificação, ampliam o alcance da IBM no mercado brasileiro e reforçam a importância dos canais de distribuição para a estratégia da companhia. “Há novos formatos de empresas, novos tipos de contratos surgindo e é fundamental que nos adaptemos para atender a todas as necessidades. Há uma enorme oportunidade de negócio surgindo e a IBM está preparada para uma nova geração de parceiros comerciais que tendem a ser disruptivos”, conta a diretora de canais da IBM Brasil, Marcela Vairo.

“Com esta aliança, nos consolidamos como um grande distribuidor de soluções de TI com foco em megatêndencias no Brasil, com oferta consistente e integrada para as revendas, que terão mais possibilidades de negociação para atender os clientes finais em suas demandas. Assim, iremos juntos participar de forma ativa no mercado com expertise e classe mundial de negócios e atendimento”, afirma a Vice-Presidente e General Manager da Arrow, Fany Lupion.

“A Westcon é referência no mercado por sua especialização em segurança. Temos comprovada experiência nessa área, tanto no Brasil como internacionalmente, apoiando os canais de venda para desenvolvimento de mercado e efetivação de negócios. Os produtos da IBM serão de enorme relevância para oferecermos soluções ainda mais completas a um segmento que, além de essencial para a proteção do dia a dia das empresas, proporciona neste momento novas oportunidades, com a disseminação do modelo de serviços gerenciados e integração a marketplaces de venda online ”, explica o diretor geral da Westcon-Comstor no Brasil, Humberto Menezes.

As duas empresas complementam o ecossistema de canais da IBM ao lado da Ingram Micro e TechData, que já tem um modelo de negócios consolidado com a IBM e também estão desenvolvendo novos modelos de parcerias no mercado, como por exemplo, a venda de soluções em cloud por marketplace. Ambas empresas distribuem todo o portfólio da IBM e já mantém relacionamento com mais de 500 canais especializados.

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TOTVS fecha 2017 com crescimento de 34% em subscrição

A TOTVS S.A. (B3: TOTS3), líder no desenvolvimento de soluções de negócio no Brasil e na América Latina, anuncia hoje seus resultados referentes ao quarto trimestre de 2017 (4T17) e os números consolidados do ano. Em 2017, a companhia se manteve focada em alavancar o modelo de subscrição e registrou um crescimento de 34,3% em relação a 2016, atingindo a soma de R$ 307,9 milhões no ano. Comparando trimestre (4T17) contra trimestre (4T16), o crescimento em subscrição foi de 9,5%.

0 modelo de subscrição, lançado há dois anos, já superou 20% da receita de software da companhia e foi o responsável pelo crescimento orgânico de 6,2% da receita total de software. Durante o ano, foram adicionados mais de 6 mil novos clientes de subscrição, 53,5% a mais do que em 2016.

Em 2017, a receita líquida da companhia cresceu 2%, somando R$ 2,2 bilhões. No 4T17, o total foi de R$ 554,4 milhões. Dados que demonstram um avanço de 8,7% das receitas recorrentes, que atingiram 67,5% da receita líquida do trimestre e 65,8% do ano, respectivamente.

“A transição para subscrição trouxe desafios associados à redução de receita com licenciamento e os seus reflexos na receita de manutenção, acentuados pela recessão econômica brasileira. Em contrapartida, tivemos aceleração de vendas de subscrição. Quando olhamos o crescimento orgânico, podemos afirmar que o ano de 2017 marcou a retomada do crescimento da TOTVS”, destaca Gilsomar Maia, CFO da TOTVS.

Atuar por meio de soluções especializadas de negócios é outra estratégia da companhia para se manter competitiva no mercado. Ao todo são 11 segmentos de mercado atendidos. Entre eles, Manufatura e Varejo, continuam a ter alta representatividade na companhia e, juntos, somaram 47% da receita total.

No 4T17, o EBITDA ajustado totalizou R$ 69,1 milhões, aumento de 13,8%, trimestre contra trimestre, com margem de 12,5%. Na somatória do ano, o valor atingiu R$ 303,5 milhões, 15,4% abaixo de 2016, refletindo essa etapa da transição para o modelo de subscrição e também a conjuntura econômica do período.

A TOTVS encerrou o ano de 2017 com a geração operacional líquida de caixa positiva, 26,6% maior do que o registrado no ano anterior, totalizando R$ 329,8 milhões. No 4T17 o aumento foi de 33,9% frente ao 4T16.

“Em 2018, seguiremos focados no sucesso dos nossos clientes, com o propósito de simplificar o mundo dos negócios e apoiar cada um na sua jornada digital. Para isso, investimos sempre em inovação, ofertando as melhores soluções de negócio para empresas de todos os portes e segmentos”, finaliza Laércio Cosentino, presidente da TOTVS.

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