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Ferramenta de Business Intelligence lidera 22 categorias em pesquisa da BARC

A BARC, um dos principais institutos de pesquisa para análise, gerenciamento de dados, conteúdo empresarial e Business Intelligence (BI), lançou oficialmente os resultados do levantamento das ferramentas de BI deste ano. O relatório conhecido como BI Survey 17 da BARC baseia-se nos resultados do estudo mais amplo e abrangente do mundo sobre usuários finais de inteligência de negócios.

A pesquisa BI Survey 17 entrevistou 3 mil empresas usuárias de 92 países, nos quais foram avaliados 42 produtos diferentes. A TARGIT, multinacional dinamarquesa especializada em Business Intelligence (BI), foi um dos principais fornecedores em 22 categorias e ficou em 2° lugar no quesito satisfação de produto. “Esses resultados consolidam nosso objetivo de apoiar as empresas em sua jornada para tornarem-se verdadeiramente excelentes em decisões direcionadas por dados em toda a organização”, aponta Allan Pires, CEO da TARGIT Brasil.

“A TARGIT é um fornecedor sólido que, de acordo com os clientes, sabe como entregar projetos bem sucedidos no prazo e no orçamento”, informa o relatório BI Survey 17. Além disso, o relatório aponta que a solução não só fornece informações aos usuários, mas também contribui para o bem-estar das organizações, tendo em vista que os clientes relatam altos níveis de benefícios e valor comercial para o negócio com o uso do software.

A multinacional também recebeu altas notas no quesito de sucesso em projetos, valor para o negócio, satisfação de produto e atendimento, experiêcia de usuário e facilidade de uso onde lidera áreas como análise visual, BI móvel e BI incorporado. Recentemente, a empresa investiu consideravelmente em arquitetura, interfaces de usuário aprimoradas orientadas e avanços no processamento de dados em memória e recursos de mashup de dados.

Ainda de acordo com Allan, o aumento da satisfação é devido ao contínuo investimento em novas tecnologias, na modernização da plataforma como colaboração e descoberta de dados e em novas ofertas de consultoria. “Investimos para termos inovação que gera valor tanto na ferramenta quanto nos serviços. Ver a TARGIT tão bem classificada na pesquisa fortacele e impulsiona a nossa empresa.”, finaliza o executivo.

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Cientistas de dados criam solução para o varejo global

A TARGIT, multinacional dinamarquesa de Business Intelligence, anuncia globalmente a solução para o varejo chamada Retail Pro Decisions. O lançamento foi resultado de um trabalho totalmente brasileiro, exercido por cientistas de dados da TARGIT Brasil, em parceria com a Retail Pro, empresa líder em gestão de varejo – presente em mais de 100 países e em mais de 150 mil PDV’s no mundo.

“A proposta é levar para o segmento varejista o poder da decisão baseada em dados”, revela Allan Pires, CEO da TARGIT para a América Latina & Texas. “Estes dados podem revelar muito sobre as operações como padrões de consumo, eficiência operacional, sensibilidade a preço e campanhas de marketing, performance de vendas, otimização do supply chain, etc. Quando o executivo possui o insight em tempo real de onde há oportunidade de aprimoramento, a ação é muito mais rápida e torna a empresa mais competitiva”.

A solução atenderá os mercados da América Latina, América do Norte e Oriente Médio. Dubai é o primeiro local, onde o primeiro projeto está em fase de desenvolvimento. O executivo ainda explica que o Brasil possui um grande mercado para os cientistas de dados, sinal positivo com a chegada da digitalização da economia. “A TARGIT Brasil está de olho nesta nova geração de especialistas analíticos, pois são jovens com alta capacidade de resolver problemas complexos e que, também, são antenados com as novas tecnologias. Isso permite um manejo do Big Data de forma quase que espontânea”, afirma.

A equipe de cientistas entendeu quais eram as principais necessidades do mercado varejista. Desta forma, a solução foi construída baseada em dados relevantes para o segmento, com alertas e notificações para qualquer imprevisto e painéis de análise em tempo real. A solução é personalizada, com base na metodologia TARGIT de BI e Analytics. Para ambas as empresas, a expectativa nos próximos meses de operação é atingir 100 clientes.

O Retail Pro Decision está integrado nativamente com as soluções da Retail Pro e com soluções de mercado como Enterprise Resource Planning (ERP) ou sistemas de gestão de venda PDV, tanto nacionais quando internacionais. Em outras palavras, o investimento em implantação é mínimo. “Os clientes podem conectar qualquer sistema em sua cadeia de suprimentos a fim de receber dados e ter uma visão 360 graus de seus negócios”. Os dados integrados são exibidos em painéis facilmente manuseáveis. Portanto, os varejistas estarão sempre habilitados a descobrir padrões em vendas, localização, desempenho e margens de lucro.

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TARGIT lança programa de aceleração voltado a startups

A TARGIT, multinacional dinamarquesa especializada em ferramentas de Business Intelligence (BI), anuncia o seu programa voltado a startups de todo o Brasil. A ideia da empresa é atuar diretamente neste mercado seleto e de fomento à inovação, promovendo novos modelos de negócios, apoio, consultoria e licenças gratuitas de sua plataforma de BI & Analytics, que poderão ser utilizadas pelas empresas em um período de seis meses a dois anos.

Entre os desafios de uma startup estão o desenvolvimento rápido e o investimento necessário para se ter a primeira versão da oferta e o aceso ao mercado alvo. “Nos modelos atuais dos fornecedores de tecnologia fica muito caro para uma startup desenvolver suas ofertas utilizando de tecnologia de classe mundial”, destaca Allan Pires, CEO para a América Latina & Texas da multinacional. Para facilitar o desenvolvimento de novos empreendimentos é que a TARGIT lança sua primeira versão do programa de aceleração de startups.

Os participantes aprovados neste processo poderão desenvolver suas ofertas utilizando de todas as tecnologias da TARGIT, optando por um modelo de pay as you grow após sua operação começar a se rentabilizar. Para a montagem deste modelo, a TARGIT oferecerá mentoria em estratégia, plano e modelo de negócio, uso, tecnologia e demais assuntos importantes para o sucesso do projeto.

Além de mentoria, a TARGIT será responsável por oferecer participação em conselhos, apoio na distribuição das soluções no mercado nacional e internacional, além de investimento direto na empresa por meio da holding PA Glocal, atuante na localização de novas e impactantes inteligências para serem distribuídas e aplicadas aos clientes e parceiros, com a missão de criar valor aos negócios.

Para isso, serão avaliadas as necessidades e cenário de cada startup mediante inscrição pelo e-mail atendimento@targitbrasil.com. “Para participar do processo de seleção, serão avaliados os materiais de apresentação da startup e business plan. Não restringiremos as inscrições por região ou estilo de negócio. O nosso principal objetivo é trazer para perto de nós as ideias mais inovadoras e consistentes, ligadas à transformação digital e que, também, entendam a importância do Analytics para impulsionar os negócios”, diz Allan.

Serão selecionadas de 5 a 10 startups para participar do programa, passando por uma pré-avaliação do perfil para entender se a empresa atende aos seguintes requisitos: proposição de valor válida; mercado a ser atendido; potencial de mercado; importância do Analytics na oferta; perfil dos empreendedores e plano de negócios.

Após avaliação, escolha e aceleração das empresas, as startups poderão continuar utilizando a plataforma de Analytics, em um modelo chamado pay as you grow. “A startup terá todo o nosso apoio e poderá desenvolver junto conosco a melhor forma de pagamento e uso futuro da plataforma conforme o seu crescimento”, finaliza Allan, que prevê para o segundo semestre de 2017 fortes parcerias com este ecossistema.

Programa de Aceleração TARGIT

Inscrições: até 15 de agosto
Avaliação do plano de negócio: de 15 de agosto a 15 de setembro
Anúncio final: 30 de setembro
Contato:atendimento@targitbrasil.com

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PA Glocal se consolida como holding de inteligência em criação de valor

Com mais de 35 anos atuando diretamente na área de TI, o executivo formado em matemática, Allan Pires, não vive apenas de números. Empreendedor desde muito cedo, consultor do projeto de exportação da APEX/SOFTEX e conhecido por apoiar o processo de crescimento e conquista de mercados de várias empresas de TI, entre elas da PC Sistemas – comprada posteriormente pela TOTVS pelo valor de R$ 95 milhões – busca alçar voos cada vez mais altos, com a ampliação de sua participação no mercado brasileiro e internacional ao anunciar a holding PA Glocal.

A ideia surgiu como resultado do planejamento estratégico das operações em que o executivo está envolvido como CEO e investidor. A partir de abril, a consultoria, que passa agora a ter a missão de criar valor para seus clientes e parceiros, se transformará em uma holding responsável por descobrir, desenvolver e distribuir inteligências vindas de qualquer parte do globo (seja em soluções tecnológicas, metodologias ou processos) como a multinacional Targit, especializada em Business Intelligence, trazida por ele para o Brasil; a startup goiana goGeo de Big Data Geoespacial, na qual Allan acompanha o crescimento desde o início das operações e que foi responsável por investir R$ 5 milhões a partir de recursos próprios; e da PA Latinoamericana, braço de consultoria de gestão do grupo. A união dessas marcas, atreladas ao nome da PA Glocal, devem movimentar somente no mercado brasileiro R$ 16 milhões nos próximos dois anos.

“A PA Glocal unirá simultaneamente inteligências globais e adaptações aos mercados locais onde nós, ou nossos parceiros, temos foco. Isso porque possuímos mercados ativos no Brasil, América Latina e Estados Unidos, onde apoiamos diretamente os nossos clientes, parceiros tecnológicos e de distribuição a criarem valores em seus negócios como acontece com a solução de Big Data Geoespacial goGeo”, conclui Allan.

A PA Glocal conta com escritórios na cidade de São Paulo, Goiânia e no Texas, estado norte americano com 2º maior produto interno bruto do país. A ideia do então CEO da holding é duplicar de tamanho, com o anúncio de novas alianças nacionais e internacionais, além de prever o aumento da carteira de clientes de 450 para 700 até 2019. A PA Glocal conta com nomes como Siagri, PC Sistemas, EBM, FastShop, Leites Mococa, Banco Semear, Mapfre Seguros, Terral, entre outros nomes referência no mercado. “A intenção com a criação da holding e consolidação das operações é ganhar sinergias da capacidade humana instalada, networking, tecnologias, canais de vendas, marketing e finanças e, com isto, potencializar novos resultados a todas as organizações do nosso ecossistema ”, diz Allan.

Conheça as empresas que fazem parte da holding PA Glocal:

goGeo

Muito se fala sobre o Big Data e como o acesso cada vez maior a diversos dados vai revolucionar o mercado de profissionais tomadores de decisões. Um exemplo disso são aplicativos de localização geoespacial como Waze, Google Maps e Foursquare que usam dados de tráfego e do próprio motorista para achar o melhor caminho, com menos trânsito, ou até mesmo a localização de um restaurante ou posto de gasolina mais barato. O fato é que as aplicações Geoespaciais hoje representam uma indústria de 250 bilhões de dólares, duas vezes maior do que a de videogames. Allan enxergou um grande potencial de crescimento diante de um mercado altamente lucrativo e, há dois anos, investiu R$ 5 milhões a partir de recursos próprios para garantir o crescimento da startup, que torna possível uma empresa desenvolver, num único dia, aplicações que explorem análise de tempo real com Big Data Geoespacial. O CEO explica que nenhum outro produto no mercado possui essa habilidade, tornando a startup uma unidade de negócios lucrativa dentro da PA Glocal. “A aplicação é pelo menos cinco vezes mais econômica e até 50% mais rápida na hora de processar dados e analisar através de geolocalização. Essa agilidade é fundamental na hora da tomada de decisão”.

Targit

A Targit é especializada em Business Intelligence e conta com mais de cinco mil clientes mundialmente. Trazida pelo executivo em 2010 para o Brasil, a multinacional possui sede na Dinamarca e subsidiárias em Tampa, Flórida e Boston. Conta com mais de 12 escritórios distribuídos no mundo e concentra mais de quatro mil clientes e mais de 350 usuários da sua solução. Por conta de uma de suas principais características, que é a de viabilizar a captura das informações por meio de acessos rápidos no sistema, a Targit é o desenvolvedor europeu de produtos de BI que mais cresce. Desde 2010, a multinacional almeja ter um crescimento de 30% anualmente. Allan ressalta que o mercado está cada vez mais receptivo para ferramentas de exploração de dados. “Com o BI, as empresas não precisam mais olhar o futuro pelo retrovisor. É possível trazer áreas extremamente complexas para o mundo dos gráficos e dos números gerenciais e este processo só tende a melhorar com o tempo. Os novos formatos oferecem mais subsídios para os empresários, tendo em vista as suas capacidades competitivas”, finaliza o CEO.

PA LATINOAMERICANA

A Consultoria em gestão oferece soluções de planejamento estratégico, marketing, estratégias go to market, programas de canais e alianças, recrutamento, seleção e gestão de revendas e de operações, fusões e aquisições, gerenciamento compartilhado e turnaround, entre outros.

Perfil Allan Pires: CEO para América Latina e Texas da PA Glocal, Allan Pires tem atuado por mais de 35 anos na área de tecnologia da informação. É também como Professor Universitário de Gestão de Negócios e TI em cursos de graduação e pós-graduação. É formado em matemática, com pós-graduação em Análise de Sistemas, Administração de Empresas e MBA Executivo Internacional pelas instituições: Fundação Instituto de Administração FIA USP, University of Cambridge, EM LYON e Vanderbilt University.

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Business Intelligence ganha espaço no setor imobiliário

Menor número de lançamentos, estoque de empregos baixo e pouca confiança dos empresários. Esses são os reflexos da crise econômica no Brasil, sentidos principalmente pelo setor imobiliário, que nos últimos anos buscou novas ferramentas para se manter lucrativo. É o caso da incorporadora EBM, que decidiu investir na solução de Business Intelligence da Targit para impulsionar o seu negócio.

Em síntese, a partir da integração realizada em fevereiro de 2016 e com as análises do BI, a EBM conseguiu se estruturar em meio às incertezas econômicas e planeja crescer. A visão holística dos negócios trouxe a oportunidade de investimento em novos projetos como a diversificação de seu portfólio e na interiorização de seus empreendimentos. Para 2017, a incorporadora estima faturar R$ 400 milhões, além de já ter acumulado R$ 1 bilhão em Valor Geral de Vendas (VGV) de terrenos comprados em todo território brasileiro para lançamentos previstos para sair do papel nos próximos três anos.

“Enfrentamos o período de crise com muita cautela e uma das dificuldades que tínhamos era o gerenciamento e consolidação das informações de toda a holding para a análise e gestão da diretoria. São milhares de dados espalhados em infindas planilhas e conseguir ser assertivo na tomada de decisão não era tarefa fácil. Foi quando nos surgiu a ideia de fazer uma gestão por meio do Business Intelligence”, explica Bruno Thomaz, Gerente Financeiro e de Controladoria da EBM.

Após a procura por diversas opções de tecnologia para otimizar os processos internos e tornar a administração dos conglomerados mais dinâmica, a incorporadora decidiu adquirir o recurso de Inteligência de Negócios da multinacional dinamarquesa Targit. A ideia era integrar uma tecnologia que conseguisse cruzar as informações de todas as áreas – desde as despesas administrativas até o faturamento final.

O executivo explica que os ganhos foram inúmeros após a implantação, por exemplo, redução de tempo, fechamento contábil trimestral (antes era realizado anualmente) e cruzamento de despesas administrativas versus faturamento. “Foi possível reduzir custos inerentes ao tempo, além de melhorar a produtividade da incorporadora em todos os âmbitos. Hoje, nós temos um conjunto de dados mais precisos, onde o acompanhamento de todos os projetos é realizado diariamente dentro do projeto macro, que é o de Business Intelligence. A princípio, a ferramenta foi aplicada nas áreas financeira e comercial. Hoje, todas as áreas foram integradas ao BI”, avalia.

Com a sede matriz em Goiânia, atualmente a EBM configura-se como uma empresa de real state. Atua como incorporadora e construtora, além de possuir unidades de negócios focadas nas incorporações, propriedades, urbanismo, loteamento e imóveis destinados à venda. “Atuamos desde 2009 mais fortemente em Goiânia e Brasília. Agora, estamos com projetos para o interior de São Paulo em cidades como São Carlos, Araraquara e Campinas”, finaliza Thomaz.

Profissionalizar foi um desafio

Para que o ganho fosse efetivo, capacitar os profissionais internos era um dos desafios da empresa, que optou por treinamentos direcionados aos profissionais de TI e Controladoria, com a intenção de deixa-los a cargo dos “cubos” – nome dado à criação dos projetos dentro da ferramenta de BI da Targit. A implantação foi iniciada em fevereiro de 2016, com a capacitação da equipe junto aos seus respectivos gestores, entre eles os Analistas e Especialistas no desenvolvimento dos Cubos, Rodolfo Miranda e Felipe Assis, e o Analista e Especialista em Infraestrutura de TI, Fabio Alencar. A estratégia adotada foi de caráter experiencial e a principal ação era a montagem de análises, onde eram necessárias a utilização de planilhas bastante complexas de DRE (Demonstração de Resultado do Exercício).

“Esses tipos de planilhas são difíceis de serem manuseadas porque a nossa empresa é bastante completa em termos de software. Temos vários sistemas que coletam informações de viés financeiro, comercial, contábil, além de folha de pagamento e vendas. E como fazer para que todos esses sistemas se comuniquem de forma a levantar as informações para a planilha de DRE? Como gerar gráficos e informações gerenciais? A resposta foi bem fácil. Em termos de custo-benefício, a ferramenta de BI foi capaz de integrar todos os nossos sistemas para que se tornassem um só”, diz Kaio Sousa, Coordenador de TI da EBM.

Allan Pires, CEO da multinacional dinamarquesa Targit para a América Latina & Texas, comenta que um dos ganhos com o Business Intelligence está na construção e/ou migração das informações – de maneira fácil e rápida – de outros softwares para dentro da plataforma da Targit, ou seja, a solução de BI possibilita a não dependência de outros sistemas para a construção das análises micro e macroeconômicas. A migração é instantânea.

Agora, tanto a diretoria quanto os gestores de cada área podem visualizar e realizar as mudanças em tempo real de um projeto como a mudança nas datas de lançamento de um empreendimento. Além disso, a EBM possui um comitê responsável pela formatação e escolha dos layouts dos gráficos, entre outras ações exercidas dentro da ferramenta.

Allan ressalta que o mercado está cada vez mais receptivo para ferramentas de exploração de dados. “Com o BI, as empresas não precisam mais olhar o futuro pelo retrovisor. É possível trazer áreas extremamente complexas para o mundo dos gráficos e dos números gerenciais e este processo só tende a melhorar com o tempo. Os novos formatos oferecem mais subsídios para os empresários, tendo em vista as suas capacidades competitivas”.

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Quatro previsões de BI e Analytics para 2017

Allan Pires, CEO da multinacional dinamarquesa Targit para a América Latina e Texas, revela as principais estratégias de TI que definirão o futuro

Aumento da liderança via Self-Service BI

Self-service é a prática de se obter um benefício sem a necessidade do intermediário, tendo em vista a redução de custo e de espera na hora de executar uma atividade. No mundo dos negócios, não poderia ser diferente. Podemos fazer alusão ao conceito chamado Customer Self-Service (CSS), que funciona da mesma forma que um autoatendimento, mas dentro das corporações. Como facilitador, a ferramenta oferece acesso imediato às informações e processos de negócios, sem a necessidade de uma equipe de TI especializada presente para a análise dos dados da empresa. O Self-Service BI é a modernização da conhecida ferramenta de Business Intelligence, podendo ser manejada oportunamente por um executivo ou profissional não especializado e, com isso, é possível descentralizar o processo de análise por meio de uma interface de fácil manuseio. As vantagens com a adoção de um modelo self-service são inúmeras como disponibilidade 24/7, redução de custo na criação e manutenção das análises e processos, além do alto grau de confiabilidade. Estas novas ferramentas tecnológicas também estão prontas para uso e disponíveis em Market Places Digitais e dispositivos móveis.

Diga adeus ao limite de exploração dos dados

Ao longo dos últimos anos, acompanhamos de perto a questão da consumerização da TI, termo utilizado para explicar a entrada de dispositivos pessoais no ambiente de trabalho, seja celular, notebook ou tablet. Muitas das análises realizadas pelos dispositivos móveis – criadas em ferramentas como o Excel – eram limitadas quanto ao volume de dados e não permitiam combinações de diversas informações ao mesmo tempo. Agora, com a introdução de novas funcionalidades em soluções já existentes no mercado, e Targit é um exemplo dessa realidade, a captura de dados em diferentes formatos se tornou possível, atendendo demanda projetada para TI Bimodal e para modernas plataformas de Business Intelligence. O InMemory Engine e o Data Discovery Unlimited proporcionam alta performance e flexibilidade, além de combinar dados (mash-up) e criar rápidas e novas análises.

Uma crescente dependência de serviços na nuvem

Os serviços na nuvem ainda cumprem o seu papel de grande importância dentro de projetos das pequenas, médias e grandes corporações. E no mundo do Business Intelligence, não poderia ser diferente – tanto como fonte de dados quanto como plataforma de entrega de BI. Um número crescente de usuários de BI precisa ser capaz de se conectar facilmente, integrar e analisar dados de fontes fora do armazém de dados existente. Não só é importante ser capaz de extrair dados de arquivos do Excel e CSV, mas também de aplicativos baseados em nuvem, como Google Docs, Google Analytics, Salesforce, Quandl, entre outras inúmeras fontes de dados baseadas em nuvem ou na Web. Este serviço desempenha um papel extremamente analítico e oferece uma visão abrangente de KPIs da empresa em relação à concorrência. Ferramentas de análise baseadas em nuvem e híbridas introduzem um novo tipo de flexibilidade em comparação a estrutura tradicional de um armazém de dados. Este é um grande benefício para as empresas que optam por aproveitar, uma vez que a liberdade da infraestrutura tradicional de BI pode reduzir drasticamente o custo total de propriedade do BI.

Internet das Coisas: o aumento do valor dos projetos de análise preditiva

O futuro é claro. Com o aproveitamento de grandes quantidades de dados acionáveis da Internet das Coisas, a análise preditiva tem sido, em grande parte, uma fantasia futurista para a maioria das empresas. Contudo, em 2017 teremos um aumento na disseminação de sensores, algoritmos e tecnologias que ajudarão as empresas a capturar e prever eventos futuros, incluindo o aproveitamento da Internet das Coisas (IoT). Mas como analisar dados real-time e ter uma visão holística do negócio? Esta é a proposta das novas versões de ferramentas de BI & Analytics. Como já sabemos, a curva de crescimento da geração atual de dados nada mais é do que uma progressão geométrica. Considerando a geração de dados das “coisas”, teremos um novo fator de aceleração. Precisamos ser capazes e competentes para analisar o fluxo crescente de dados e encontrar novos padrões de crescimento e ruptura, pontos de correção de curso, etc. Assim como a Internet das Coisas está literalmente ligada à saúde e bem estar dos usuários, o Analytics está ligado diretamente à capacidade de analisar dados de qualquer coisa e converter em mensuração assertiva para a saúde dos negócios.

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Targit é eleita líder com ferramenta de Business Intelligence

A multinacional dinamarquesa Targit, especializada em ferramentas de Business Intelligence e Analytics, foi destaque em 18 categorias na pesquisa oficial da consultoria alemã Business Application Research Center (BARC). Intitulado BI Survey 2016, o estudo traz um levantamento detalhado das melhores ferramentas de Business Intelligence no mercado global, com base no resultado de mais de três mil respostas de empresários.

Foram, ao todo, 37 produtos avaliados em diferentes categorias como benefícios trazidos para o negócio, grau de satisfação ao cliente, experiência com a ferramenta, inovação, agilidade, entre outros indicadores de desempenho. A partir do levantamento, a BARC elegeu a Targit líder de mercado em 18 categorias como Colaboração, Data Discovery e BI Mobile.

Adicionalmente ao resultado positivo, a multinacional recebeu uma série de elogios relacionados à sua plataforma de Analytics Targit Decision Suite, que atende as demandas projetadas para TI Bimodal e com modernos recursos de BI, capazes de proporcionar alta performance e flexibilidade na captura de dados em diferentes formatos, combinação de dados (mash-up) e a criação rápida de novas análises.

O crescimento da multinacional no ranking das melhores da consultoria BARC trouxe ao conhecimento do mercado uma gama de produtos da Targit focados na funcionalidade OLAP (Online Analytical Processing), InMemory e nos grupos de produtos direcionados ao Visual Discovery, que trabalham na exploração e descoberta visual dos dados. “Prevemos forte crescimento de demanda para estas novas funcionalidades e ampliaremos a nossa base de parceiros a partir dos bons resultados”, revela Allan Pires, CEO da Targit para a América Latina & Texas.

A ampliação do portfólio de serviços da Targit engloba ainda o lançamento recente do BI mobile e a atualização da plataforma Targit Decision Suite 2017. Com o mercado mais confiante por conta da crise econômica, aliado ao interesse contínuo da empresa em desenvolver e explorar novas tecnologias de ponta garante ao usuário mais opções de ferramentas para a tomada de decisão dentro de seu ambiente de trabalho.

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Mobile Analytcs: Fique de olho nesta tendência

Com o avanço tecnológico dos últimos tempos, o celular passou a ser o principal meio de acesso à internet. Só no Brasil, de acordo com dados do IBGE, tablets e celulares são usados por 80,5% dos brasileiros, enquanto o uso do computador registra a marca de 76,6%. Pensando nisso, para aproveitar o crescimento do mercado mobile, muitos empreendedores investem em aplicativos e sites móveis, além de procurar uma gestão específica e eficiente. Mas qual a utilidade de adotar uma ferramenta como o Mobile Analytcs?

”Essas ferramentas de análise permitem que o usuário gerencie informações de tudo o que é móvel (equipamentos, pessoas, etc.) e não móvel (dados empresariais, por exemplo), através de aplicações que rodam também em aparelhos móveis. Uma das aplicações de grande potencial permite saber quais anúncios de publicidade (ou links patrocinados) estão sendo mais vistos ou perdidos, de quais as áreas geográficas foram acessados, próximos a que tipo de estabelecimento comercial, por meio de tipo de aparelho e em que período do dia”, explica Allan Pires, CEO da Targit para a América Latina – empresa especializada em soluções para Business Inteligence e Analitycs.

Segundo o especialista, com essa informação, o Mobile Analytcs avalia qual a melhor opção de captação está sendo mais efetiva, promove insights para saber o porquê do sucesso, permitindo assim replicar o modelo, descartando as que não obtêm resultados.

“Todos os dados ficam de forma simples e rápida na mão do usuário, mostrando todo desempenho dos produtos. Com isso, é possível entender e conduzir a empresa de forma personalizada, atendendo o que ela mais precisa no momento”, diz Pires. Desta forma, a ferramenta permite tomadas de decisões mais rápidas e inteligentes, sem a necessidade de filtrar uma imensidão de dados, tornando um uso fácil e sob medida para as especificidades de cada negócio.

“Em países como o Brasil, por exemplo, o Mobile Analytcs é essencial par assegurar a inteligência de negócios, em especial se considerarmos o volume cada vez mais elevado de acessos provenientes de celulares e tablets, e, portanto, a necessidade crescente de uma análise específica e aprofundada sobre os dados de acessos”, completa Allan.

Não à toa, o tema Mobile Analytics será um dos temas de destaque da 9ª edição do Fórum Mobile +, que acontece nos dias 4 e 5 de outubro no auditório WTC, em São Paulo. No primeiro dia de evento, às 11h30, Allan Pires realizará a palestra “Mobile Analytics – como colocar os indicadores na ponta dos dedos dos executivos de negócios”, em que abordará os diferenciais proporcionados por esta ferramenta de análise e como o usuário pode se valer da solução para garantir estratégias eficientes voltadas à inteligência de mercado.

FÓRUM MOBILE +

Data: 04 e 05 de outubro de 2016

Local: WTC Events Center – Avenida das Nações Unidas, 12551, Brooklin Novo – São Paulo

Palestra: “Mobile Analytics – como colocar os indicadores na ponta dos dedos dos executivos de negócios” – Allan Pires, CEO da Targit para a América Latina

Data: 04 de outubro de 2016

Horário: 11h30

Para mais informações acesse: http://forummobile.com.br/

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Carta aberta de um investidor para Michel Temer

* Por Allan Pires

“Verba volant, scripta manent”. Presidente Michel Temer, se eu pudesse escrever uma carta diretamente a você pediria a sua ação direta para o reajuste e gestão efetiva das contas públicas. Naturalmente, uma proposta séria de ajuste das contas traria confiança ao mercado internacional para a realização de investimentos produtivos ou financiamentos de longo prazo. Sei que os desafios a serem enfrentados são muitos, mas como creio que com uma economia pulsante tudo fica mais fácil, um não aumento da carga tributária promoveria um ambiente receptivo para investimento.

Na física e na administração há o ditado: “o que não se mede, não se gerencia”. Um ajuste de contas mediaria os custos e despesas da chamada administração direta – fortemente representada pelo inchaço do funcionalismo público, responsável por comer mais de 80% das nossas contas públicas. Isso também é causado pelo descontrole da previdência social e das despesas financeiras relacionadas aos empréstimos feitos pelo governo com fins de custeio ou investimentos.

O governo tem de pagar juros de empréstimos que ele mesmo já realizou. E o que sobra? É o que chamamos de capacidade de investimento da máquina pública, ou seja, o dinheiro que se pode investir – indicador importante para se acompanhar. E, como sabemos, o crescimento em qualquer País se dá por duas maneiras: através de investimento ou de crédito.

Nos anos de prosperidade do governo Lula, a população acelerou o consumo de bens e o carro é um exemplo deste período. As ações do governo geraram uma tomada desenfreada de empréstimos pelos brasileiros. Ficou fácil financiar. Fácil demais. Com o slogan “pague em 60-80x”, a população não estava mais interessada no valor total do veículo, mas quanto elas iriam pagar por mês. Hoje, vemos que esse modelo não é sustentável. Por sinal, um comportamento idêntico ao adotado pelos dois últimos governos.

O modelo sustentável de crescimento em qualquer País, então, depende única e exclusivamente de investimento. E esse investimento é feito por quem? Pelo governo ou pela iniciativa privada. Como há baixo investimento ou captação de novos recursos, a segunda opção é a que melhor se encaixa. Contudo, as altas taxas de juros inibem esse movimento. Adicionalmente, o mercado está sem confiança. Então, para qualquer um investir é preciso saber se o público-alvo está disposto a comprar e qual o potencial deste mercado. No momento, nenhum dos dois se apresenta claramente em um cenário de curto prazo.

Sei que nesta viagem à China – sua primeira missão oficial como líder do País – o desafio maior foi atrair mais investimentos a partir de encontros bilaterais com empresários e governos. Entretanto, qual será a base de confiança a ser utilizada para que essas organizações globais voltem a olhar para o Brasil? Há uma necessidade urgente de redesenhar o sistema econômico brasileiro. Precisamos de um choque de gestão.

Pense comigo. Historicamente, muitos países aumentam a taxa de juros quando a inflação está alta como forma de desincentivo ao consumo. Então, por que a taxa de juros brasileira é sempre alta? Não importa se estamos crescendo ou em crise, o cenário é sempre o mesmo. Nossa taxa básica SELIC está em 14,25% enquanto que nos Estados Unidos e na Inglaterra sua correspondente está em 0,5%.

Isso é duro de explicar para as pessoas. Qualquer especialista pode confirmar que o governo anterior não geriu as contas públicas da maneira certa. Gastou-se mais do que se poderia, comprometendo o futuro do País. Segundo o Tesouro Nacional, os nossos endividamentos internos e externos já somam R$ 2,87 trilhões, ou seja, a capacidade de investimento do governo hoje é limitada.

Sinceramente, não queria estar na sua pele. O cenário, como vimos, é extremamente adverso. Porém, como investidor, faço uma analogia que representa o sentimento da nossa classe. Quem passa por uma dieta alimentar para perder peso sabe que, antes de emagrecer, é preciso parar de engordar. Hoje o Brasil parou de engordar. Agora é preciso adotar as medidas necessárias para emagrecer. Ou seja, ter mais agilidade para produzir riquezas e um bem-estar melhor para toda a sociedade.

Mediante a situação de caixa do governo, a única forma de acelerar a economia é por meio da iniciativa privada. A demanda por investimentos em infraestrutura como a criação de novas rodovias ou portos impacta diretamente na economia. O Brasil necessita de investimentos contínuos do setor privado e as concessões se tornam fundamentais na área de infraestrutura. No setor de agronegócio, por exemplo, os portos brasileiros são ineficientes pelas longas filas. O trajeto é sempre sofrido, pois você também utiliza a estrutura rodoviário-metroviária e os atrasos no desembarque das matérias-primas podem acarretar altos prejuízos, pois existem produtos que dependem do tempo.

Analisando este cenário, poderíamos ser muito mais competitivos se tivéssemos melhor infraestrutura. Não podemos contar somente com a desvalorização do Real, devemos ser bons competidores em qualquer moeda. Há investidores de olho no sistema portuário brasileiro e com intenção de expandir o seu portfólio em outras áreas. Contudo, a não clareza no processo de concessões ou permissão de novos investimentos neste setor afasta a participação do setor privado e a nossa ineficiência continua crescendo.

Quando melhoramos a infraestrutura, e o custo Brasil, a tendência é que os negócios decolem. Para que isso aconteça, peço para que nos dê mais condições. Veja, não estou falando em dinheiro. O seu papel como líder é gerir de forma efetiva as contas públicas de maneira que sobre caixa para o governo realizar investimentos. Em relação à percepção de risco-Brasil, esperamos uma melhora na taxa de juros. Sentir-me-ei mais estimulado para investir se o governo me conceder espaço para impulsionar áreas que o País tanto carece. Com isso, sobra mais tempo para o governo focar no que é básico e de direito do brasileiro como saúde, educação e moradia.

Allan Pires, CEO para a América Latina e Texas da multinacional dinamarquesa Targit

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Três segredos do movimento do Vale do Silício para o Brasil

No Brasil, o cenário de crise impulsionou iniciativas envolvendo novos negócios, sejam apenas ideias, criação de novas startups, aceleradoras ou, ainda, investidores de olho nas pequenas pelo potencial de criarem projetos inovadores e se tornarem grandes conglomerados, impulsionando o chamado Corporate Venture.

Segundo Allan Pires, CEO da consultoria PA Latinoamericana e da multinacional dinamarquesa Targit, os Estados de Goiás, São Paulo, Santa Catarina e Minas Gerais são exemplos de que o Brasil está próximo de algo semelhante ao movimento do Vale do Silício por conta de três fatores decisivos:

1. Conhecimento acadêmico – A região do Vale do Silício possui diversas excelentes Universidades, como é o caso da Stanford University, uma das instituições de pesquisa de ensino mais prestigiadas globalmente. O local é cercado por alunos e docentes, que impulsionam a troca de conhecimento constante, gerando grandes ideias. A busca por apoio de uma base forte acadêmica/ conhecimento é tão importante para uma empresa tradicional quanto para as que estão começando agora. Exemplo clássico desse movimento foi a aproximação entre a comunidade de TI e o governo estadual de Goiânia, auxiliando no desenvolvimento de startups, principalmente em termos de financiamento e pesquisa. Outros exemplos de regiões: Santa Rita do Sapucaí e Santa Catarina;

2. Investidores dispostos a correr o risco – As empresas compradoras de tecnologia estão cada vez mais próximas das startups. Exemplo disso é o movimento do Corporate Venture, que traz a proposta de investimento das grandes corporações em negócios nascentes e isolados e que, futuramente, podem ser incorporados aos próprios negócios do grupo empresarial, visando o lucro futuro. No Brasil, já é possível identificar a criação de novas unidades de negócio em empresas já existentes;

3. Alianças corporativas – Apesar de a cultura ser recente em relação à criação de uma rede de alianças, é essencial possuir uma base apoiadora, seja ela da área acadêmica ou mercadológica. Saber identificar potenciais investidores e ofertar a estas pessoas participação societária como forma de inventivo é uma forma de crescer. Atualmente, startups bem-sucedidas ou em crescente expansão possuem aliados.

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5 razões para adotar o Business Intelligence na crise – Por Allan Pires*

O Planejamento dos Recursos Empresariais (ERP), software que auxilia as empresas na gestão de suas rotinas, possui um complexo processo de configuração e implantação, exigindo das equipes tempo dispendioso. “Algumas empresas postergam a adoção de uma ferramenta de Business Intelligence por acharem que será necessário estabilizar o ERP atual ou instalar um novo ERP primeiro”, diz o CEO da Targit, Allan Pires.

Mas, ao contrário do que as empresas acreditam, a implantação não requer grande esforço e o preço é acessível. Plataformas de BI e Analytics ajudam as companhias na potencialização de seus negócios e na configuração rápida no ambiente de trabalho, sendo que o manuseio correto aumenta drasticamente o ROI em qualquer setor, mesmo em época de crise. Confira cinco razões para implantar as ferramentas de BI e Analytics ao invés de continuar com o seu ERP:

1. É muito fácil transportar os dados armazenados do ERP para o BI e Analytics – A criação de um armazém de dados, provenientes de um novo BI e solução analítica, permite a uma empresa transferir seus dados legados (registrados no ERP anterior) para um depósito de dados (Datawarehouse) em seu formato nativo. O software de BI e Analytics podem combinar os dados antigos com os gerados pelo seu novo ERP e produzir consistentes análises e relatórios, sem qualquer conversão necessária e sem perder o histórico.

2. Obtenha um ROI mais rápido de seu ERP ao investir em BI e Analytics – Para a empresa, o objetivo mais importante na implantação de um sistema ERP é a informação. Executivos têm a necessidade de ver os dados por trás de seus negócios, ajudando-os a tomar as grandes decisões diariamente. Com o Business Intelligence e Analytics, os usuários otimizam tempo e energia. No total, 90% das empresas da carteira de clientes Targit no Brasil crescerão dois dígitos reais em faturamento e EBITDA em 2015, com expectativa de manter o crescimento para 2016, mesmo com a crise financeira. E como essas empresas fazem isso? Elas sabem analisar as atividades que geram valor em sua cadeia de valor ao se apoiarem em ferramenta que gera resultados.

3. Customize menos a sua nova solução de ERP – Há uma tendência para se afastar de customizações de softwares complexos como o ERP, em grande parte devido ao incômodo de manter as personalizações com as atualizações e patches. Além disso, as empresas que têm utilizado uma solução ERP por muito tempo podem ter um forte sistema customizado com anos de dados. As customizações que foram necessárias para tornar os dados aplicáveis no antigo ERP não são necessárias com o BI.

4. Não recrie antigas análises e relatórios – Pode demorar um dia inteiro de trabalho para recriar um relatório em um novo sistema ERP durante a migração para um novo. Um dia por relatório não é muito ruim se uma empresa tem apenas algumas dezenas de relatórios periódicos para acompanhar, mas as organizações podem facilmente acumular mais de 500 relatórios que precisam ser recriados em um novo sistema. Não há a necessidade de um atraso de tal grandeza. Com o BI implantado no ambiente de trabalho, a criação de análises que oferecem a informação real-time para os funcionários é mais eficiente e eficaz, além de não gastar anos replicando o que havia antes.

5. Algumas atualizações fazem tanto o mal quanto o bem – A atualização de um sistema ERP pode trazer vários novos recursos e funcionalidades para a organização, mas algumas atualizações podem criar problemas que acabam deixando os gestores de TI sem saída. Um exemplo disso são atualizações do ERP que apagam todos os relatórios existentes, deixando com a organização a responsabilidade de recriar todos eles. Tendo um BI e uma solução de análise, a corporação evita este dever.

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